Edição: Abr 2022
Nº Páginas: 192
Sinopse:Fazemos tudo para viver mais, não envelhecer, não adoecer e impedir o sofrimento. Essa busca por uma vida eternamente jovem tornou-se irracional e transformou-nos em seres carregados de culpa, a viver em permanente fracasso ou à beira do abismo, submetidos a uma moralização sanitária e estética e a recomendações dietéticas contraditórias (difundidas tanto por organizações internacionais como por influencers patetas), em que não conseguimos distinguir entre verdadeiro e falso.
Este livro quer ajudar-nos a libertarmo-nos da culpa. Na verdade, como compreender a roleta russa dos que desenvolveram cancro quando eram praticamente vegetarianos, não fumavam, não bebiam, praticavam desporto regularmente e tinham o peso ideal? Da mesma forma, quantos de nós conheceram um avô que fumou e bebeu vinho a quase todas as refeições, mas morreu tranquilamente aos 90 anos?
Será que é humano querermos prolongar desumanamente a nossa longevidade? Ou chegou a hora de viver sem culpa, com qualidade, prazer — e algum equilíbrio? Por isso, este livro é um libelo acusatório contra os regimes dietéticos e sanitários profundamente desumanos e obsessivos. E sim, podemos beber vinho e comer batatas fritas.
«Denunciando uma sociedade higienista, assente sobre a culpa, Khayat convida-nos à desculpabilização. Este livro, cheio de conselhos úteis, faz tão bem!»
Le Parisien
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