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Edição: Mar 2021
Nº Páginas: 600
Sinopse:
O seu destino estava marcado por uma palavra mágica e poderosa, gritada ao vento e escrita num pergaminho virgem, com pena de pato macho: anisisapta. Esta é a sua história. A história de Teresa, filha de Ximena Moniz do Bierzo e de Afonso VI de Leão e Castela. Filha de um imperador, dele herdou o feitio temperamental e a paixão pelo poder. Viúva aos vinte e cinco anos do conde D. Henrique de Borgonha, regeu com pulso de ferro o que era seu por direito. Em 1116, o papa Pascoal II chamava-lhe rainha. Uma mulher de armas, à frente do seu tempo, que governou num mundo de homens e de conspirações. Pelo seu Condado Portucalense confrontou a meia-irmã e rival rainha Urraca de Castela, o pai, a Igreja Católica, os nobres portucalenses e até mesmo o próprio filho D. Afonso Henriques. A cavalo, de espada em riste, enfrentou-o na lendária Batalha de São Mamede, em 1128. Trinta e três anos depois de ter chegado ao condado com tanta esperança, tantos sonhos, via-se obrigada a fugir, derrotada pelo seu próprio sangue, traída…O seu único consolo era ter ao lado o seu amor Fernão Peres de Trava e a certeza de que em Sahagún, Alberto, fiel amigo, escreveria com verdade a sua história. Imortalizada.
Nº Páginas: 600
Sinopse:
O seu destino estava marcado por uma palavra mágica e poderosa, gritada ao vento e escrita num pergaminho virgem, com pena de pato macho: anisisapta. Esta é a sua história. A história de Teresa, filha de Ximena Moniz do Bierzo e de Afonso VI de Leão e Castela. Filha de um imperador, dele herdou o feitio temperamental e a paixão pelo poder. Viúva aos vinte e cinco anos do conde D. Henrique de Borgonha, regeu com pulso de ferro o que era seu por direito. Em 1116, o papa Pascoal II chamava-lhe rainha. Uma mulher de armas, à frente do seu tempo, que governou num mundo de homens e de conspirações. Pelo seu Condado Portucalense confrontou a meia-irmã e rival rainha Urraca de Castela, o pai, a Igreja Católica, os nobres portucalenses e até mesmo o próprio filho D. Afonso Henriques. A cavalo, de espada em riste, enfrentou-o na lendária Batalha de São Mamede, em 1128. Trinta e três anos depois de ter chegado ao condado com tanta esperança, tantos sonhos, via-se obrigada a fugir, derrotada pelo seu próprio sangue, traída…O seu único consolo era ter ao lado o seu amor Fernão Peres de Trava e a certeza de que em Sahagún, Alberto, fiel amigo, escreveria com verdade a sua história. Imortalizada.
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Edição: Mar 2016
Nº Páginas: 692
Sinopse:
"D. Sebastião e o Vidente" narra a história do décimo sexto rei de Portugal, o Desejado, desde o seu nascimento, em 1554, até ao seu fulgurante ocaso, nas planícies de Alcácer Quibir, em 1578.Encarnando as esperanças da nação, D. Sebastião é, todavia, um órfão privado de afectos, criado e educado por velhos, como a avó, a rainha D. Catarina, e o tio, o cardeal D. Henrique.Aclamado rei aos três anos, vai crescer, caprichoso e atormentado pelos seus traumas e complexos de adolescente, sublimados nos sonhos de glória de mancebo visionário.Senhor de um poder absoluto (alimentado pela corrupção dos cortesãos e dos políticos), assume-se como o Capitão de Deus, numa cruzada contra os mouros, que vai conduzir Portugal ao desastre, profetizado pelas visões de Miguel Leitão de Andrada, um fidalgo de Pedrógão Grande, com fumos de vidente, cuja vida se entrelaça com a do rei, num binómio de idealismo-materialismo posteriormente imortalizado em D. Quixote e Sancho Pança.O Desejado, graças à sua personalidade problemática e fascinante, fez-se mito (o Sebastianismo), amado e odiado ao longo dos séculos, tendo o desastre de Alcácer Quibir deixado no esquecimento a melhor parte do seu reinado: as reformas políticas, administrativas e militares.
Nº Páginas: 692
Sinopse:
"D. Sebastião e o Vidente" narra a história do décimo sexto rei de Portugal, o Desejado, desde o seu nascimento, em 1554, até ao seu fulgurante ocaso, nas planícies de Alcácer Quibir, em 1578.Encarnando as esperanças da nação, D. Sebastião é, todavia, um órfão privado de afectos, criado e educado por velhos, como a avó, a rainha D. Catarina, e o tio, o cardeal D. Henrique.Aclamado rei aos três anos, vai crescer, caprichoso e atormentado pelos seus traumas e complexos de adolescente, sublimados nos sonhos de glória de mancebo visionário.Senhor de um poder absoluto (alimentado pela corrupção dos cortesãos e dos políticos), assume-se como o Capitão de Deus, numa cruzada contra os mouros, que vai conduzir Portugal ao desastre, profetizado pelas visões de Miguel Leitão de Andrada, um fidalgo de Pedrógão Grande, com fumos de vidente, cuja vida se entrelaça com a do rei, num binómio de idealismo-materialismo posteriormente imortalizado em D. Quixote e Sancho Pança.O Desejado, graças à sua personalidade problemática e fascinante, fez-se mito (o Sebastianismo), amado e odiado ao longo dos séculos, tendo o desastre de Alcácer Quibir deixado no esquecimento a melhor parte do seu reinado: as reformas políticas, administrativas e militares.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 32
Sinopse:
Esta é a história de um Infante muito desejado que se tornou rei quando ainda era muito pequeno e que um dia desapareceu numa grande batalha para defender o reino. Mas há quem diga que vai voltar numa manhã de nevoeiro...
Nº Páginas: 32
Sinopse:
Esta é a história de um Infante muito desejado que se tornou rei quando ainda era muito pequeno e que um dia desapareceu numa grande batalha para defender o reino. Mas há quem diga que vai voltar numa manhã de nevoeiro...
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Edição: Mar 2010
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Nenhum rei, na história portuguesa dos primeiros séculos, deixou de si mesmo tão escassos sinais como Sancho II. Morto em Toledo, no Inverno de 1248, sem filhos, legítimos ou bastardos, caso único na dinastia borgonhesa, é um irmão, Afonso, conde de Bolonha, que lhe sucede, facto que poderá não ser alheio à erosão da sua memória. Apertado no complicado xadrez político em que se jogam as aspirações de Afonso IX de Leão, a crescente hegemonia castelhana e os planos do papado, Sancho herda todos os problemas que o pai, D. Afonso II, deixara em aberto, mas nenhuma da sua reconhecida habilidade para, ileso, neles se movimentar. Durante anos, a relativa consistência de um reduzido grupo de personagens junto de si, em que toma relevo a brilhante figura de Mestre Vicente, irá redimi-lo de tudo, inclusive da ineficácia militar. Porém, em breve se adensam os indícios de uma anarquia que consumirá a sua autoridade e causará a sua deposição.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Nenhum rei, na história portuguesa dos primeiros séculos, deixou de si mesmo tão escassos sinais como Sancho II. Morto em Toledo, no Inverno de 1248, sem filhos, legítimos ou bastardos, caso único na dinastia borgonhesa, é um irmão, Afonso, conde de Bolonha, que lhe sucede, facto que poderá não ser alheio à erosão da sua memória. Apertado no complicado xadrez político em que se jogam as aspirações de Afonso IX de Leão, a crescente hegemonia castelhana e os planos do papado, Sancho herda todos os problemas que o pai, D. Afonso II, deixara em aberto, mas nenhuma da sua reconhecida habilidade para, ileso, neles se movimentar. Durante anos, a relativa consistência de um reduzido grupo de personagens junto de si, em que toma relevo a brilhante figura de Mestre Vicente, irá redimi-lo de tudo, inclusive da ineficácia militar. Porém, em breve se adensam os indícios de uma anarquia que consumirá a sua autoridade e causará a sua deposição.
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Edição: Out 2007
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Lindo, fúnebre e solitário, D. Pedro V foi um cometa que iluminou a quarta dinastia. Filho de D. Maria II de Bragança e de D. Fernando de Saxe Coburgo, nasceu em Lisboa, no Palácio das Necessidades, a 16 de Setembro de 1837. Foi uma criança prodígio, mais afeiçoada aos estudos do que aos brinquedos. Após a morte de sua mãe, e por ter de esperar dois anos até atingir a maioridade, viajou pela Europa. Seria coroado a 16 de Setembro de 1855. Três anos depois, casava-se com um membro da casa real da Prússia, D. Estefânia de Hohenzollern Sigmaringen, com quem manteve uma relação platónica. Morreu aos 24 anos, a 11 de Novembro de 1861. Existiam, na sua natureza, contrastes surpreendentes. Era severo e gentil; modesto e sarcástico; tinha carências afectivas e era de uma frieza que podia ferir. Para o bem e para o mal, não teve tempo de mostrar aquilo de que era capaz. Morreu, como afirmou desejar, na flor da idade. Passou à história sob o cognome de o Esperançoso.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Lindo, fúnebre e solitário, D. Pedro V foi um cometa que iluminou a quarta dinastia. Filho de D. Maria II de Bragança e de D. Fernando de Saxe Coburgo, nasceu em Lisboa, no Palácio das Necessidades, a 16 de Setembro de 1837. Foi uma criança prodígio, mais afeiçoada aos estudos do que aos brinquedos. Após a morte de sua mãe, e por ter de esperar dois anos até atingir a maioridade, viajou pela Europa. Seria coroado a 16 de Setembro de 1855. Três anos depois, casava-se com um membro da casa real da Prússia, D. Estefânia de Hohenzollern Sigmaringen, com quem manteve uma relação platónica. Morreu aos 24 anos, a 11 de Novembro de 1861. Existiam, na sua natureza, contrastes surpreendentes. Era severo e gentil; modesto e sarcástico; tinha carências afectivas e era de uma frieza que podia ferir. Para o bem e para o mal, não teve tempo de mostrar aquilo de que era capaz. Morreu, como afirmou desejar, na flor da idade. Passou à história sob o cognome de o Esperançoso.
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Edição: Jun 2016
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Ao morrer, D. Pedro IV deixou para as gerações futuras uma difícil tarefa: entender as muitas contradições da sua vida e extrair das suas memórias uma imagem fiel da sua personalidade, das suas ideias, angústias e ambições. Até hoje, esta tarefa não tinha sido cumprida. No meio de um emaranhado de especulações e distorções históricas, ficava a interrogação: quem foi D. Pedro? Para responder a esta pergunta Paulo Rezzutti recorreu a uma ampla gama de fontes primárias e documentos originais que revelam uma miríade de facetas desconhecidas de D Pedro e que dão acesso à história não contada do monarca.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Ao morrer, D. Pedro IV deixou para as gerações futuras uma difícil tarefa: entender as muitas contradições da sua vida e extrair das suas memórias uma imagem fiel da sua personalidade, das suas ideias, angústias e ambições. Até hoje, esta tarefa não tinha sido cumprida. No meio de um emaranhado de especulações e distorções históricas, ficava a interrogação: quem foi D. Pedro? Para responder a esta pergunta Paulo Rezzutti recorreu a uma ampla gama de fontes primárias e documentos originais que revelam uma miríade de facetas desconhecidas de D Pedro e que dão acesso à história não contada do monarca.
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Edição: Mai 2010
Nº Páginas: 416
Sinopse:
D. Pedro II nasceu em Lisboa, em 1648, e faleceu na mesma cidade, em 1706. Apesar da relevância do período em que viveu, D. Pedro permaneceu, na historiografia portuguesa, aprisionado entre as contingências fatídicas da governação do Vitorioso e a magnificência do reinado de D. João V. Defraudado por uns e glorificado por outros, D. Pedro II continuou a ser o eterno esquecido, votado, salvo raras excepções, a um verdadeiro ostracismo historiográfico. Afigura-se quase inexplicável este "abandono" se pensarmos que entre a regência (1668-1683) e o reinado de D. Pedro (1683-1706) decorreram trinta e oito anos, correspondendo, por um lado, a um dos períodos decisórios no quadro da política externa, com o final das Guerras da Restauração e o início da guerra da sucessão de Espanha e, por outro, a uma fase de crescente acalmia entre grupos de poder desavindos, que permitiu o reforço da monarquia absoluta e a consolidação da dinastia de Bragança. Procura-se, ao longo deste livro, desmistificar a imagem do Pacífico, tentando reconstruir, na possibilidade da escrita efémera do historiador, o quotidiano de D. Pedro II, que, tendo vivido em tempos de controvérsia, soube pacificar uma nação.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
D. Pedro II nasceu em Lisboa, em 1648, e faleceu na mesma cidade, em 1706. Apesar da relevância do período em que viveu, D. Pedro permaneceu, na historiografia portuguesa, aprisionado entre as contingências fatídicas da governação do Vitorioso e a magnificência do reinado de D. João V. Defraudado por uns e glorificado por outros, D. Pedro II continuou a ser o eterno esquecido, votado, salvo raras excepções, a um verdadeiro ostracismo historiográfico. Afigura-se quase inexplicável este "abandono" se pensarmos que entre a regência (1668-1683) e o reinado de D. Pedro (1683-1706) decorreram trinta e oito anos, correspondendo, por um lado, a um dos períodos decisórios no quadro da política externa, com o final das Guerras da Restauração e o início da guerra da sucessão de Espanha e, por outro, a uma fase de crescente acalmia entre grupos de poder desavindos, que permitiu o reforço da monarquia absoluta e a consolidação da dinastia de Bragança. Procura-se, ao longo deste livro, desmistificar a imagem do Pacífico, tentando reconstruir, na possibilidade da escrita efémera do historiador, o quotidiano de D. Pedro II, que, tendo vivido em tempos de controvérsia, soube pacificar uma nação.
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Edição: Mai 2014
Nº Páginas: 368
Sinopse:
A 4 de Abril de 1819 nascia no Brasil a princesa D. Maria da Glória, filha de D. Pedro de Bragança herdeiro do trono de Portugal e de D. Leopoldina de Áustria. Com apenas 7 anos foi declarada rainha de Portugal, mas somente aos 15 anos conheceu o país que iria governar. Um reino, bem diferente das terras de Vera Cruz, marcado pela Guerra Peninsular a que se seguiu a guerra civil entre D. Pedro e D. Miguel - liberais contra absolutistas. O seu reinado foi marcado por transformações sociais e económicas e por uma forte instabilidade política, com constantes mudanças de ministros, intensa atividade parlamentar contra ou a favor da Carta Constitucional ou desta ou daquela Constituição e constantes revoltas populares que atingiam a figura da própria rainha. A tudo isto, D. Maria, marcada por uma forte personalidade, respondeu com coragem e determinação. Depois de um casamento não consumado com o seu tio D. Miguel, de ter ficado viúva do seu segundo marido, pouco tempo depois do matrimónio, é nos braços de D. Fernando de Saxe-Coburgo-Gotha que encontra a felicidade e a alegria da maternidade. Dos ministros confiou no muito contestado Bernardo da Costa Cabral que acabou por afastar da governação. Os seus momentos mais felizes passa-os na troca de correspondência com a prima e rainha Vitória de Inglaterra, onde lhe descrevia a felicidade da vida de casada e a maternidade e alguns, poucos, problemas políticos do país. A historiadora Luísa V. de Paiva Boléo, autora de "D. Maria I, a Rainha Louca", leva-nos ao conturbado século XIX português para ficarmos a conhecer a biografia da primeira rainha constitucional, que, apesar da sua inexperiência, enfrentou as contrariedades políticas, marcando a história do país, nomeadamente ao criar o ensino primário gratuito, ao desenvolver vias de comunicação terrestres e fluviais e fundando a Academia de Belas-Artes e o teatro com o seu nome, em Lisboa. No dia 15 de novembro de 1853, ao dar à luz o seu décimo primeiro filho, faleceu, sem sequer ter tempo de se despedir dos filhos e marido. Para trás deixou uma família e um povo consternados e uma estabilidade política que tinha sabido conquistar a pulso.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
A 4 de Abril de 1819 nascia no Brasil a princesa D. Maria da Glória, filha de D. Pedro de Bragança herdeiro do trono de Portugal e de D. Leopoldina de Áustria. Com apenas 7 anos foi declarada rainha de Portugal, mas somente aos 15 anos conheceu o país que iria governar. Um reino, bem diferente das terras de Vera Cruz, marcado pela Guerra Peninsular a que se seguiu a guerra civil entre D. Pedro e D. Miguel - liberais contra absolutistas. O seu reinado foi marcado por transformações sociais e económicas e por uma forte instabilidade política, com constantes mudanças de ministros, intensa atividade parlamentar contra ou a favor da Carta Constitucional ou desta ou daquela Constituição e constantes revoltas populares que atingiam a figura da própria rainha. A tudo isto, D. Maria, marcada por uma forte personalidade, respondeu com coragem e determinação. Depois de um casamento não consumado com o seu tio D. Miguel, de ter ficado viúva do seu segundo marido, pouco tempo depois do matrimónio, é nos braços de D. Fernando de Saxe-Coburgo-Gotha que encontra a felicidade e a alegria da maternidade. Dos ministros confiou no muito contestado Bernardo da Costa Cabral que acabou por afastar da governação. Os seus momentos mais felizes passa-os na troca de correspondência com a prima e rainha Vitória de Inglaterra, onde lhe descrevia a felicidade da vida de casada e a maternidade e alguns, poucos, problemas políticos do país. A historiadora Luísa V. de Paiva Boléo, autora de "D. Maria I, a Rainha Louca", leva-nos ao conturbado século XIX português para ficarmos a conhecer a biografia da primeira rainha constitucional, que, apesar da sua inexperiência, enfrentou as contrariedades políticas, marcando a história do país, nomeadamente ao criar o ensino primário gratuito, ao desenvolver vias de comunicação terrestres e fluviais e fundando a Academia de Belas-Artes e o teatro com o seu nome, em Lisboa. No dia 15 de novembro de 1853, ao dar à luz o seu décimo primeiro filho, faleceu, sem sequer ter tempo de se despedir dos filhos e marido. Para trás deixou uma família e um povo consternados e uma estabilidade política que tinha sabido conquistar a pulso.
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Edição: Jul 2020
Nº Páginas: 248
Sinopse:
D. Maria I foi a primeira mulher a governar Portugal e ficou conhecida para a história como a "Rainha Louca". Mãe de D. João VI e avó do primeiro imperador do Brasil, teve um longo reinado de 38 anos - marcado por intensa atividade governativa, pela ação social e pelo desenvolvimento das artes e das ciências - e, no entanto, a sua vida conta com aspetos muito importantes não esclarecidos. Se era mentalmente instável, o que a levou a isso? E seria realmente louca, ou antes incompreendida? Que impacto tiveram nela as mortes do marido e do filho primogénito? A fim de lançar uma nova luz sobre esta figura marcante da história de Portugal, a historiadora Mary del Priore investigou a fundo a sua vida. Neste livro, Del Priore conta a história da monarca de uma perspectiva inédita e intimista, e revela que o seu estado mental era provavelmente fruto das muitas tristezas e contratempos que sofreu ao longo da vida, numa época em que a depressão e a melancolia eram confundidas com insanidade - e até mesmo consideradas obras do demónio. Abordando a vida de D. Maria I desde o seu nascimento em Lisboa, em Dezembro de 1734, até à sua morte no Brasil, para onde foi em 1808, passando pela sua devoção ao catolicismo, a coroação como primeira rainha portuguesa, o conflito com o Marquês de Pombal e o aparecimento dos primeiros sintomas de doença, esta obra faz justiça a uma mulher que conseguiu sobreviver a tempos e circunstâncias que lhe foram muito adversos
Nº Páginas: 248
Sinopse:
D. Maria I foi a primeira mulher a governar Portugal e ficou conhecida para a história como a "Rainha Louca". Mãe de D. João VI e avó do primeiro imperador do Brasil, teve um longo reinado de 38 anos - marcado por intensa atividade governativa, pela ação social e pelo desenvolvimento das artes e das ciências - e, no entanto, a sua vida conta com aspetos muito importantes não esclarecidos. Se era mentalmente instável, o que a levou a isso? E seria realmente louca, ou antes incompreendida? Que impacto tiveram nela as mortes do marido e do filho primogénito? A fim de lançar uma nova luz sobre esta figura marcante da história de Portugal, a historiadora Mary del Priore investigou a fundo a sua vida. Neste livro, Del Priore conta a história da monarca de uma perspectiva inédita e intimista, e revela que o seu estado mental era provavelmente fruto das muitas tristezas e contratempos que sofreu ao longo da vida, numa época em que a depressão e a melancolia eram confundidas com insanidade - e até mesmo consideradas obras do demónio. Abordando a vida de D. Maria I desde o seu nascimento em Lisboa, em Dezembro de 1734, até à sua morte no Brasil, para onde foi em 1808, passando pela sua devoção ao catolicismo, a coroação como primeira rainha portuguesa, o conflito com o Marquês de Pombal e o aparecimento dos primeiros sintomas de doença, esta obra faz justiça a uma mulher que conseguiu sobreviver a tempos e circunstâncias que lhe foram muito adversos
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Edição: Nov 2012
Nº Páginas: 312
Sinopse:
A vida de D. Manuel II, o último rei de Portugal, suscita um enorme interesse É a vida de um rei cuja figura ficou marcada por um rasto de saudade, quase um mito para monárquicos e nostálgicos, e por um profundo desconhecimento, especialmente dos anos do seu prolongado e frustrante exílio em Inglaterra. Um homem que morreu cedo de mais, em 1932, de forma inesperada, e sem deixar filhos como garante essencial da continuidade dinástica da histórica Casa de Bragança. Chorado por muitos, esquecido e até desprezado por outros, poucos dos seus biógrafos, que em geral se detêm na sua intensa atividade política dentro e fora de Portugal, olharam com detalhe a sua vida no exílio Viajamos no tempo desde a triste queda da monarquia portuguesa nos últimos anos da dourada Belle Époque até à crise económica e política que levou à Segunda Guerra Mundial. Descobrimos o vínculo forte que o unia à sua mãe, a rainha D. Amélia, a sua relação com a pátria que o acolheu, Inglaterra, e o seu amor profundo por Portugal, um país, um trono a que tentou regressar, mas a que nunca retornaria. Conhecemos grandes personagens como o rei Jorge V, seu primo e apoio fundamental, Alfonso XIII de Espanha, outro primo que lhe desperta os receios frente às ambições expansionistas, Guillermo II da Alemanha, a sua amada atriz Gaby Deslys, os amigos de diversão na noite londrina, e outras distintas princesas que poderiam ter-se tornado rainhas de Portugal. A sorte coube à princesa Augusta Vitória de Hohenzollern, leal companheira, ela própria uma figura desconhecida e contestada numa Inglaterra em guerra com a Alemanha. Infértil, talvez devido a uma doença venérea do seu marido, depois da morte deste refaz a sua vida como condessa do desaparecido império alemão.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
A vida de D. Manuel II, o último rei de Portugal, suscita um enorme interesse É a vida de um rei cuja figura ficou marcada por um rasto de saudade, quase um mito para monárquicos e nostálgicos, e por um profundo desconhecimento, especialmente dos anos do seu prolongado e frustrante exílio em Inglaterra. Um homem que morreu cedo de mais, em 1932, de forma inesperada, e sem deixar filhos como garante essencial da continuidade dinástica da histórica Casa de Bragança. Chorado por muitos, esquecido e até desprezado por outros, poucos dos seus biógrafos, que em geral se detêm na sua intensa atividade política dentro e fora de Portugal, olharam com detalhe a sua vida no exílio Viajamos no tempo desde a triste queda da monarquia portuguesa nos últimos anos da dourada Belle Époque até à crise económica e política que levou à Segunda Guerra Mundial. Descobrimos o vínculo forte que o unia à sua mãe, a rainha D. Amélia, a sua relação com a pátria que o acolheu, Inglaterra, e o seu amor profundo por Portugal, um país, um trono a que tentou regressar, mas a que nunca retornaria. Conhecemos grandes personagens como o rei Jorge V, seu primo e apoio fundamental, Alfonso XIII de Espanha, outro primo que lhe desperta os receios frente às ambições expansionistas, Guillermo II da Alemanha, a sua amada atriz Gaby Deslys, os amigos de diversão na noite londrina, e outras distintas princesas que poderiam ter-se tornado rainhas de Portugal. A sorte coube à princesa Augusta Vitória de Hohenzollern, leal companheira, ela própria uma figura desconhecida e contestada numa Inglaterra em guerra com a Alemanha. Infértil, talvez devido a uma doença venérea do seu marido, depois da morte deste refaz a sua vida como condessa do desaparecido império alemão.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 640
Sinopse:
CARTA AO VIAJANTE - Nem imagina a alegria que tenho em partilhar consigo estes lugares de D. Manuel I e das suas duas mulheres, irmãs, filhas dos poderosos reis de Castela e Aragão, no desejo de que exerçam sobre si a mesma magia que tiveram para mim. A força da personalidade de D. Manuel e o seu desejo de legitimar a sua improvável subida ao trono fizeram com que deixasse a sua marca bem visível e indelével de norte a sul de Portugal, quase como pistas de um desafio que tinha a esperança de que, muitos séculos depois, os portugueses ainda quisessem seguir. E queremos. Seguir-lhe os passos tanto deste lado da fronteira como do outro, em que reinavam os seus sogros, Isabel, a Católica , e o seu marido, Fernando, o rei soldado. Os passos dele e os das suas duas mulheres, primeiro D. Isabel e depois D. Maria, rainhas de Portugal, que nos levam obrigatoriamente até Granada, o último reduto mouro na Península Ibérica, que a sua mãe conquistou. Os lugares deste roteiro são uma escolha pessoal e podem ser visitados integrados num percurso - como muitas vezes os fiz - ou em momentos separados, mas o essencial é que antes de partir já tenha lido o livro. Não o digo por um desejo de o "obrigar" a fazer os TPC, mas sim porque sei a diferença que faz olhar um castelo, um palácio, uma cama, uma tapeçaria ou o teto de uma igreja conhecendo o que ali se viveu, trazendo à memória não só os factos mas também a emoção que os acompanhou. A minha sugestão é que desenhe um roteiro personalizado, definido por região geográfica, seguindo a linha cronológica dos acontecimentos, ou procurando reviver uma viagem, como, por exemplo, a partida de D. Manuel ainda criança para a corte castelhana, o casamento com D. Isabel em Valência de Alcântara, ou a grande viagem que os reis fizeram até Toledo, onde foram jurados herdeiros de Castela. Ou tudo isto e muito mais, porque as conjugações são infindáveis. O que me parece fundamental é que reserve sempre vários dias para estes passeios, porque permitem tornar a demanda mais intensa e profunda, desligando do presente e mergulhando na cabeça, no coração e no tempo destes protagonistas. E, claro, leve debaixo do braço o livro, para revisitar as diferentes passagens no local onde aconteceram. Boa viagem! Isabel Stilwell
Nº Páginas: 640
Sinopse:
CARTA AO VIAJANTE - Nem imagina a alegria que tenho em partilhar consigo estes lugares de D. Manuel I e das suas duas mulheres, irmãs, filhas dos poderosos reis de Castela e Aragão, no desejo de que exerçam sobre si a mesma magia que tiveram para mim. A força da personalidade de D. Manuel e o seu desejo de legitimar a sua improvável subida ao trono fizeram com que deixasse a sua marca bem visível e indelével de norte a sul de Portugal, quase como pistas de um desafio que tinha a esperança de que, muitos séculos depois, os portugueses ainda quisessem seguir. E queremos. Seguir-lhe os passos tanto deste lado da fronteira como do outro, em que reinavam os seus sogros, Isabel, a Católica , e o seu marido, Fernando, o rei soldado. Os passos dele e os das suas duas mulheres, primeiro D. Isabel e depois D. Maria, rainhas de Portugal, que nos levam obrigatoriamente até Granada, o último reduto mouro na Península Ibérica, que a sua mãe conquistou. Os lugares deste roteiro são uma escolha pessoal e podem ser visitados integrados num percurso - como muitas vezes os fiz - ou em momentos separados, mas o essencial é que antes de partir já tenha lido o livro. Não o digo por um desejo de o "obrigar" a fazer os TPC, mas sim porque sei a diferença que faz olhar um castelo, um palácio, uma cama, uma tapeçaria ou o teto de uma igreja conhecendo o que ali se viveu, trazendo à memória não só os factos mas também a emoção que os acompanhou. A minha sugestão é que desenhe um roteiro personalizado, definido por região geográfica, seguindo a linha cronológica dos acontecimentos, ou procurando reviver uma viagem, como, por exemplo, a partida de D. Manuel ainda criança para a corte castelhana, o casamento com D. Isabel em Valência de Alcântara, ou a grande viagem que os reis fizeram até Toledo, onde foram jurados herdeiros de Castela. Ou tudo isto e muito mais, porque as conjugações são infindáveis. O que me parece fundamental é que reserve sempre vários dias para estes passeios, porque permitem tornar a demanda mais intensa e profunda, desligando do presente e mergulhando na cabeça, no coração e no tempo destes protagonistas. E, claro, leve debaixo do braço o livro, para revisitar as diferentes passagens no local onde aconteceram. Boa viagem! Isabel Stilwell
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Edição: Out 2009
Nº Páginas: 384
Sinopse:
D. Luís, um rei de convicções cujo momento da morte coincidiu com um momento de viragem na história da monarquia constitucional.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
D. Luís, um rei de convicções cujo momento da morte coincidiu com um momento de viragem na história da monarquia constitucional.
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Edição: Jan 2010
Nº Páginas: 384
Sinopse:
D. Henrique: um monarca incompetente e incapaz, "que deixou em testamento Portugal aos castelhanos", ou um homem rigoroso, que procurou pela via jurídica e pela negociação dinástica a solução para um problema sucessório de extrema complexidade? Oitavo filho da vasta prole de D. Manuel, nasceu a 31 de Janeiro de 1512 e morreu no mesmo dia e mês do ano de 1580 como 17.º rei de Portugal e último representante da dinastia de Avis. Votado à carreira sacerdotal, não só alcança posições cimeiras na hierarquia da Igreja, como ascende à realeza. Morto D. João III, assume, após D. Catarina, a regência do reino na menoridade de D. Sebastião, a quem sucede como monarca, suportando os destinos políticos de uma sociedade em crise. Rei por incongruência do destino, D. Henrique sobraçou as sequelas imediatas do desastre de Alcácer Quibir e foi alvo de juízos severos, que em muito têm minimizado a sua actuação histórica.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
D. Henrique: um monarca incompetente e incapaz, "que deixou em testamento Portugal aos castelhanos", ou um homem rigoroso, que procurou pela via jurídica e pela negociação dinástica a solução para um problema sucessório de extrema complexidade? Oitavo filho da vasta prole de D. Manuel, nasceu a 31 de Janeiro de 1512 e morreu no mesmo dia e mês do ano de 1580 como 17.º rei de Portugal e último representante da dinastia de Avis. Votado à carreira sacerdotal, não só alcança posições cimeiras na hierarquia da Igreja, como ascende à realeza. Morto D. João III, assume, após D. Catarina, a regência do reino na menoridade de D. Sebastião, a quem sucede como monarca, suportando os destinos políticos de uma sociedade em crise. Rei por incongruência do destino, D. Henrique sobraçou as sequelas imediatas do desastre de Alcácer Quibir e foi alvo de juízos severos, que em muito têm minimizado a sua actuação histórica.
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Edição: Abr 2008
Nº Páginas: 448
Sinopse:
D. FIlipe III de Portugal nasceu em Valhadolid em 8 de Abril de 1605. Ascendeu ao trono da monarquia Católica, à qual portugal se encontrava unido desde 1580, em 31 de março de 1621. Ao assumir a realeaza, o jovem Filipe IV de espanha, III de Portugal, recebeu uma pesada herança e um projecto político de relançamento de poderio da monarquia- sustentado pelo seu valido, o conde-duque de Olivares-, que acabará por esgotá-la ao longo de guerras intermináveis. As rebeliões da catalunha e de Portugal pioraram a situação. A notícia da vitória portuguesa em montes Claros terá apressado a morte do rei, em 17 de julho de 1665. Pessoa sensível, com gosto pelas artes e letras, não foi feliz quanto aos projectos políticos que o governo lhe foi apresentado. Respeitador das decisões dos conselhos e imbuído de uma fé religiosa que o levava a aceitar as vitórias e as derrotas como desígnios de deus, « foi praia de resignação constante perante o embate das ondas». Contudo, não é verdade que não tenha feito todos os esforços para recuperar a importante parte da Monarquia Católica que Portugal constítuia. Uma revolução preparada em segredo havia tomado o poder em Lisboa, no Primeiro de Dezembro de 1640, entregando-o a quem o havia prometido. Os sinais múltiplos que anunciavam o divórcio da união política, incentivado pelas provocações de uma das partes, não haviam sido captadas com sabedoria.
Nº Páginas: 448
Sinopse:
D. FIlipe III de Portugal nasceu em Valhadolid em 8 de Abril de 1605. Ascendeu ao trono da monarquia Católica, à qual portugal se encontrava unido desde 1580, em 31 de março de 1621. Ao assumir a realeaza, o jovem Filipe IV de espanha, III de Portugal, recebeu uma pesada herança e um projecto político de relançamento de poderio da monarquia- sustentado pelo seu valido, o conde-duque de Olivares-, que acabará por esgotá-la ao longo de guerras intermináveis. As rebeliões da catalunha e de Portugal pioraram a situação. A notícia da vitória portuguesa em montes Claros terá apressado a morte do rei, em 17 de julho de 1665. Pessoa sensível, com gosto pelas artes e letras, não foi feliz quanto aos projectos políticos que o governo lhe foi apresentado. Respeitador das decisões dos conselhos e imbuído de uma fé religiosa que o levava a aceitar as vitórias e as derrotas como desígnios de deus, « foi praia de resignação constante perante o embate das ondas». Contudo, não é verdade que não tenha feito todos os esforços para recuperar a importante parte da Monarquia Católica que Portugal constítuia. Uma revolução preparada em segredo havia tomado o poder em Lisboa, no Primeiro de Dezembro de 1640, entregando-o a quem o havia prometido. Os sinais múltiplos que anunciavam o divórcio da união política, incentivado pelas provocações de uma das partes, não haviam sido captadas com sabedoria.
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Edição: Mar 2008
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Nesta biografia de Filipe II de Portugal (1578-1621) procura-se deslindar as principais etapas da vida deste monarca, sem esquecer o seu contexto de governante da Monarquia Católica. Quarto príncipe jurado em vida de seu pai, doentio na infância e adolescência, marcado por um pai dominador e pouco crente no filho, são tudo aspectos que a partida não seriam de esperar no sucessor da mais poderosa monarquia do seu tempo. Apesar das promessas, D. Filipe em Portugal só apareceu de visita durante alguns meses de 1619. Fez entradas régias em várias localidades que tiveram marcas de singularidade em relação ao que a tradição ditava. Que traços singularizaram de facto este soberano, em particular na sua qualidade de rei de Portugal? Como se diferenciou de outros governantes contemporâneos? Por que motivos? Eis as difíceis perguntas a que este livro procura responder.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Nesta biografia de Filipe II de Portugal (1578-1621) procura-se deslindar as principais etapas da vida deste monarca, sem esquecer o seu contexto de governante da Monarquia Católica. Quarto príncipe jurado em vida de seu pai, doentio na infância e adolescência, marcado por um pai dominador e pouco crente no filho, são tudo aspectos que a partida não seriam de esperar no sucessor da mais poderosa monarquia do seu tempo. Apesar das promessas, D. Filipe em Portugal só apareceu de visita durante alguns meses de 1619. Fez entradas régias em várias localidades que tiveram marcas de singularidade em relação ao que a tradição ditava. Que traços singularizaram de facto este soberano, em particular na sua qualidade de rei de Portugal? Como se diferenciou de outros governantes contemporâneos? Por que motivos? Eis as difíceis perguntas a que este livro procura responder.
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Edição: Mar 2019
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Banida, a família real foi proibida de entrar em Portugal. Mesmo assim, a infanta D. Filipa de Bragança - neta do rei absolutista D. Miguel - conseguiu, com a anuência de Oliveira Salazar, vir a Portugal em 1938 para conhecer a terra de onde os seus antepassados tinham sido expulsos. Seguiram-se outras visitas até que, em 1946, a infanta se instalou definitivamente no país, numa casa em Serpins, na Lousã. Uma vez em Portugal, a infanta empenhou-se pessoalmente em que a monarquia fosse restabelecida - o seu irmão D. Duarte Nuno, era o herdeiro da coroa portuguesa. Para isso, aproximou-se de Salazar: a correspondência entre os dois era frequente, assim como as suas visitas a São Bento e a Santa Comba Dão. Haveria uma intenção dissimulada na aproximação a Salazar? Houve algo mais do que uma forte amizade entre a intempestiva princesa e o presidente do Conselho? Paulo Drumond Braga analisou de perto as cartas da infanta para o ditador e traz-nos a biografia desta figura fascinante da História de Portugal, que sempre esteve na sombra.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Banida, a família real foi proibida de entrar em Portugal. Mesmo assim, a infanta D. Filipa de Bragança - neta do rei absolutista D. Miguel - conseguiu, com a anuência de Oliveira Salazar, vir a Portugal em 1938 para conhecer a terra de onde os seus antepassados tinham sido expulsos. Seguiram-se outras visitas até que, em 1946, a infanta se instalou definitivamente no país, numa casa em Serpins, na Lousã. Uma vez em Portugal, a infanta empenhou-se pessoalmente em que a monarquia fosse restabelecida - o seu irmão D. Duarte Nuno, era o herdeiro da coroa portuguesa. Para isso, aproximou-se de Salazar: a correspondência entre os dois era frequente, assim como as suas visitas a São Bento e a Santa Comba Dão. Haveria uma intenção dissimulada na aproximação a Salazar? Houve algo mais do que uma forte amizade entre a intempestiva princesa e o presidente do Conselho? Paulo Drumond Braga analisou de perto as cartas da infanta para o ditador e traz-nos a biografia desta figura fascinante da História de Portugal, que sempre esteve na sombra.
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Fernando de Saxe-Coburgo-Gotha nasceu em Viena, em 1816, no seio de uma família saxo-austro-húngara. Pelo seu casamento em 1836 com a rainha D. Maria II, tornou-se príncipe português e no ano seguinte, com o nascimento de um herdeiro, rei consorte de Portugal. Sem se omitir o protagonismo político de D. Fernando, incluindo a sua recusa em ser rei da Grécia e rei de Espanha (talvez lhe devamos a independência), salienta-se a sua vida privada, aquela que este homem culto e sociável, orgulhoso e egocêntrico, mas dotado de uma alegria inata e de um personalidade cativante, verdadeiramente apreciava. Foi, aliás, o seu comportamento a nível familiar que provocou as duas grandes polémicas da sua vida: em 1869, ao casar por amor com uma antiga cantora e, quando morreu, ao saber-se que lhe deixara o Palácio e Jardins da Pena. Porque agrada mais à sensibilidade atual, o segundo casamento tem feito esquecer o primeiro, uma união feliz que a morte da rainha desfez em 1853 e deixou o viúvo destroçado.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Fernando de Saxe-Coburgo-Gotha nasceu em Viena, em 1816, no seio de uma família saxo-austro-húngara. Pelo seu casamento em 1836 com a rainha D. Maria II, tornou-se príncipe português e no ano seguinte, com o nascimento de um herdeiro, rei consorte de Portugal. Sem se omitir o protagonismo político de D. Fernando, incluindo a sua recusa em ser rei da Grécia e rei de Espanha (talvez lhe devamos a independência), salienta-se a sua vida privada, aquela que este homem culto e sociável, orgulhoso e egocêntrico, mas dotado de uma alegria inata e de um personalidade cativante, verdadeiramente apreciava. Foi, aliás, o seu comportamento a nível familiar que provocou as duas grandes polémicas da sua vida: em 1869, ao casar por amor com uma antiga cantora e, quando morreu, ao saber-se que lhe deixara o Palácio e Jardins da Pena. Porque agrada mais à sensibilidade atual, o segundo casamento tem feito esquecer o primeiro, uma união feliz que a morte da rainha desfez em 1853 e deixou o viúvo destroçado.
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Edição: Mar 2009
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Este livro procura narrar a vida de D. Fernando, rei de Portugal entre 1367 e 1383, explorando as ligações entre vários tempos históricos. Não se considera, apenas, o tempo curto das vivências pessoais de D. Fernando, desde o seu nascimento em 1345. Mas também se descreve como este tempo individual estava ligado aos tempos colectivos da pequena comunidade humana, envolvendo várias gerações, constituída pela sua entourage mais próxima e pela corte que o rodeou. A figura do rei D. Fernando foi longamente obscurecida pela presença preponderante, na crónica e na lenda, de sua esposa Leonor Teles de Meneses. Este livro contribui para um novo olhar crítico sobre esse obscurecimento através da pesquisa histórica, apresentando ao leitor uma figura do rei iluminada pelos conhecimentos mais actuais sobre o homem e a sua época.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Este livro procura narrar a vida de D. Fernando, rei de Portugal entre 1367 e 1383, explorando as ligações entre vários tempos históricos. Não se considera, apenas, o tempo curto das vivências pessoais de D. Fernando, desde o seu nascimento em 1345. Mas também se descreve como este tempo individual estava ligado aos tempos colectivos da pequena comunidade humana, envolvendo várias gerações, constituída pela sua entourage mais próxima e pela corte que o rodeou. A figura do rei D. Fernando foi longamente obscurecida pela presença preponderante, na crónica e na lenda, de sua esposa Leonor Teles de Meneses. Este livro contribui para um novo olhar crítico sobre esse obscurecimento através da pesquisa histórica, apresentando ao leitor uma figura do rei iluminada pelos conhecimentos mais actuais sobre o homem e a sua época.
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 184
Sinopse:
D. Dinis foi um rei exemplar. Poeta de génio e político brilhante, lançou as fundações de muito do que se tornaria Portugal. Desde a Marinha portuguesa, que daria novos mundos ao mundo, à instituição do português como língua oficial, passando pela delimitação definitiva da fronteira nacional. D. Dinis marcou a história portuguesa, num reinado de mais de quarenta anos. Além da poesia, tornaram-se famosas as suas escapadelas amorosas, bem como as difíceis relações com a rainha Santa Isabel ou a sua grande paixão pela caça. Foi também lavrador e plantou o Pinhal de Leiria. Teve inimigos, muitos, como o irmão e o próprio filho, contra quem combateu em sangrentas guerras civis. José Jorge Letria, um dos grandes escritores portugueses contemporâneos, traça a biografia deste rei, com grande rigor histórico, numa prosa de enorme qualidade. Uma leitura essencial para os amantes de história e de literatura.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
D. Dinis foi um rei exemplar. Poeta de génio e político brilhante, lançou as fundações de muito do que se tornaria Portugal. Desde a Marinha portuguesa, que daria novos mundos ao mundo, à instituição do português como língua oficial, passando pela delimitação definitiva da fronteira nacional. D. Dinis marcou a história portuguesa, num reinado de mais de quarenta anos. Além da poesia, tornaram-se famosas as suas escapadelas amorosas, bem como as difíceis relações com a rainha Santa Isabel ou a sua grande paixão pela caça. Foi também lavrador e plantou o Pinhal de Leiria. Teve inimigos, muitos, como o irmão e o próprio filho, contra quem combateu em sangrentas guerras civis. José Jorge Letria, um dos grandes escritores portugueses contemporâneos, traça a biografia deste rei, com grande rigor histórico, numa prosa de enorme qualidade. Uma leitura essencial para os amantes de história e de literatura.
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Edição: Out 2022
Nº Páginas: 384
Sinopse:
D. Dinis nasceu em Lisboa, a 9 de Outubro de 1261, e iniciou em 1279 um longo reinado de quase 46 anos, vindo a falecer em Santarém, a 7 de Janeiro de 1325. Os primeiros anos do reinado ficaram marcados pela vontade do jovem monarca em se afirmar, quer no plano externo, onde se destaca a aliança com o reino de Aragão, selada em 1281 com o casamento de D. Dinis com D. Isabel de Aragão, a Rainha Santa, quer no plano interno, recusando a interferência da sua mãe na governação, reprimindo as exaltações e desmandos do seu irmão D. Afonso, e dando os primeiros passos na orientação política que norteou todo o seu reinado: a afirmação do poder régio. Na verdade, a maior parte dos seus actos governativos foi dirigida para reforçar o poder do rei face aos poderes privados, pela reorganização do exército e da marinha de guerra, pela libertação das ordens militares de tutelas exteriores ao reino, pela adopção da língua portuguesa nos documentos oficiais e pela fundação da universidade. Vencedor em Alcañices, onde se definiu a fronteira política mais antiga e estável da Europa, e prestigiado internacionalmente, os últimos anos de reinado ficaram ensombrados pela guerra civil que opôs o monarca ao seu filho e herdeiro, mas parece que as cedências então obtidas pelo futuro D. Afonso IV não chegaram para empalidecer o impacto das medidas políticas levadas a cabo por D. Dinis, um dos monarcas que mais influenciou toda a história de Portugal.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
D. Dinis nasceu em Lisboa, a 9 de Outubro de 1261, e iniciou em 1279 um longo reinado de quase 46 anos, vindo a falecer em Santarém, a 7 de Janeiro de 1325. Os primeiros anos do reinado ficaram marcados pela vontade do jovem monarca em se afirmar, quer no plano externo, onde se destaca a aliança com o reino de Aragão, selada em 1281 com o casamento de D. Dinis com D. Isabel de Aragão, a Rainha Santa, quer no plano interno, recusando a interferência da sua mãe na governação, reprimindo as exaltações e desmandos do seu irmão D. Afonso, e dando os primeiros passos na orientação política que norteou todo o seu reinado: a afirmação do poder régio. Na verdade, a maior parte dos seus actos governativos foi dirigida para reforçar o poder do rei face aos poderes privados, pela reorganização do exército e da marinha de guerra, pela libertação das ordens militares de tutelas exteriores ao reino, pela adopção da língua portuguesa nos documentos oficiais e pela fundação da universidade. Vencedor em Alcañices, onde se definiu a fronteira política mais antiga e estável da Europa, e prestigiado internacionalmente, os últimos anos de reinado ficaram ensombrados pela guerra civil que opôs o monarca ao seu filho e herdeiro, mas parece que as cedências então obtidas pelo futuro D. Afonso IV não chegaram para empalidecer o impacto das medidas políticas levadas a cabo por D. Dinis, um dos monarcas que mais influenciou toda a história de Portugal.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 512
Sinopse:
D. Carlos I (1863-1908) foi um dos mais inteligentes e capazes reis do seu tempo, quando a Europa era ainda, com excepção da França e da Suíça, um conjunto de monarquias. D. Carlos correspondia bem, pelas suas ideias e interesses, ao tipo do fidalgo liberal, o equivalente português da aristocracia whig inglesa. Tinha 26 anos quando foi aclamado rei, a 19 de Outubro de 1889, e apenas 44 quando foi assassinado a 1 de Fevereiro de 1908. Como já acontecera a seu pai, teve de viver com um movimento político entre os seus súbditos que se propunha abertamente destruir a monarquia. Nos seus últimos dias, porém, julgou que estava no caminho certo para assegurar a continuidade da monarquia constitucional, através de uma renovação das lideranças partidárias e de uma reafirmação dos princípios do liberalismo, sinceramente por si partilhados. Independente, sensato e corajoso, conseguia suportar grandes pressões e tomar decisões arriscadas quando se impunham. Morreu por causa das suas qualidades, não por causa dos seus defeitos.
Nº Páginas: 512
Sinopse:
D. Carlos I (1863-1908) foi um dos mais inteligentes e capazes reis do seu tempo, quando a Europa era ainda, com excepção da França e da Suíça, um conjunto de monarquias. D. Carlos correspondia bem, pelas suas ideias e interesses, ao tipo do fidalgo liberal, o equivalente português da aristocracia whig inglesa. Tinha 26 anos quando foi aclamado rei, a 19 de Outubro de 1889, e apenas 44 quando foi assassinado a 1 de Fevereiro de 1908. Como já acontecera a seu pai, teve de viver com um movimento político entre os seus súbditos que se propunha abertamente destruir a monarquia. Nos seus últimos dias, porém, julgou que estava no caminho certo para assegurar a continuidade da monarquia constitucional, através de uma renovação das lideranças partidárias e de uma reafirmação dos princípios do liberalismo, sinceramente por si partilhados. Independente, sensato e corajoso, conseguia suportar grandes pressões e tomar decisões arriscadas quando se impunham. Morreu por causa das suas qualidades, não por causa dos seus defeitos.
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Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 592
Sinopse:
Última rainha de Portugal, D. Amélia viveu durante 24 anos num país que amou como seu, apesar de nele ter deixado enterrados uma filha prematura que morreu à nascença, o seu primogénito D. Luís Filipe, herdeiro do trono, e o marido D. Carlos assassinados em pleno Terreiro do Paço a tiro de carabina e pistola.
Nº Páginas: 592
Sinopse:
Última rainha de Portugal, D. Amélia viveu durante 24 anos num país que amou como seu, apesar de nele ter deixado enterrados uma filha prematura que morreu à nascença, o seu primogénito D. Luís Filipe, herdeiro do trono, e o marido D. Carlos assassinados em pleno Terreiro do Paço a tiro de carabina e pistola.
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Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Amélia de Orleães era bisneta do rei de França, e filha do pretendente ao trono. A família vivia em Londres, no exílio, e só por isso é que ela não nasceu em Paris, onde deviam nascer todos os príncipes de França. Aos cinco anos, quase a fazer seis, chegou a notícia de que poderiam regressar à sua pátria. A princesa e os irmãos viveram, então, num palácio na Normandia, e Amélia cresceu e cresceu e ficou muito alta. Quando era mais velha apaixonou-se por Carlos, herdeiro do trono de Portugal que até fazia anos no mesmo dia que ela - só podia ser um bom sinal! O dia 22 de maio de 1886, quando casaram em Lisboa, foi o mais feliz da sua vida. Estava longe de adivinhar as dificuldades que viveria enquanto Rainha de Portugal.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Amélia de Orleães era bisneta do rei de França, e filha do pretendente ao trono. A família vivia em Londres, no exílio, e só por isso é que ela não nasceu em Paris, onde deviam nascer todos os príncipes de França. Aos cinco anos, quase a fazer seis, chegou a notícia de que poderiam regressar à sua pátria. A princesa e os irmãos viveram, então, num palácio na Normandia, e Amélia cresceu e cresceu e ficou muito alta. Quando era mais velha apaixonou-se por Carlos, herdeiro do trono de Portugal que até fazia anos no mesmo dia que ela - só podia ser um bom sinal! O dia 22 de maio de 1886, quando casaram em Lisboa, foi o mais feliz da sua vida. Estava longe de adivinhar as dificuldades que viveria enquanto Rainha de Portugal.
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Edição: Nov 2008
Nº Páginas: 416
Sinopse:
O reinado durante o qual se venceram as mais importantes batalhas com a monarquia hispânica. Nascido em Lisboa, em 1643, e falecido em Sintra, em 1683, D. Afonso VI recebeu o cognome de "Vitorioso" por ter sido durante o seu reinado que se venceram as batalhas mais importantes da guerra que opôs o reino de Portugal à Monarquia Hispânica desde o movimento separatista de 1640. Contudo, na memória colectiva a sua reputação é bem menos elogiosa, sendo lembrado, sobretudo, pela sua alegada incapacidade em gerar filhos, pela sua menoridade intelectual e pelo desregramento comportamental. Entre memória e história, a sua vida decorreu num período conturbado do passado europeu, no qual não só externamente mas também internamente se configuravam variadas alternativas para os destinos da monarquia portuguesa. Primando pelo excesso de presença ou por uma avassaladora ausência, o rei D. Afonso não deixou de participar em nenhum destes cenários, a ele associando a figura emblemática do conde de Castelo Melhor, Luís de Vasconcelos e Sousa, da enigmática Maria Francisca Isabel de Sabóia, mas também do seu ambivalente irmão D. Pedro e do incontornável padre António Vieira. OU ainda, a maior distância, de Luís XIV e de Carlos II de Inglaterra.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
O reinado durante o qual se venceram as mais importantes batalhas com a monarquia hispânica. Nascido em Lisboa, em 1643, e falecido em Sintra, em 1683, D. Afonso VI recebeu o cognome de "Vitorioso" por ter sido durante o seu reinado que se venceram as batalhas mais importantes da guerra que opôs o reino de Portugal à Monarquia Hispânica desde o movimento separatista de 1640. Contudo, na memória colectiva a sua reputação é bem menos elogiosa, sendo lembrado, sobretudo, pela sua alegada incapacidade em gerar filhos, pela sua menoridade intelectual e pelo desregramento comportamental. Entre memória e história, a sua vida decorreu num período conturbado do passado europeu, no qual não só externamente mas também internamente se configuravam variadas alternativas para os destinos da monarquia portuguesa. Primando pelo excesso de presença ou por uma avassaladora ausência, o rei D. Afonso não deixou de participar em nenhum destes cenários, a ele associando a figura emblemática do conde de Castelo Melhor, Luís de Vasconcelos e Sousa, da enigmática Maria Francisca Isabel de Sabóia, mas também do seu ambivalente irmão D. Pedro e do incontornável padre António Vieira. OU ainda, a maior distância, de Luís XIV e de Carlos II de Inglaterra.
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Edição: Nov 2009
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Filho dos reis D. Dinis e D. Isabel, Afonso IV (1291-1357) subiu ao trono em 1325, dando início a um longo reinado de trinta e dois anos. Apesar disso, D. Afonso IV é, talvez, um dos monarcas menos conhecidos da primeira dinastia portuguesa. A vida de D. Afonso foi muito preenchida e agitada, com uma juventude e um início de idade adulta de grande irrequietude e rebeldia. Das guerras com Castela ao confronto com o Islão na batalha do Salado (1340), das expedições às Canárias à reivindicação da soberania sobre as ilhas, dos efeitos da crise social e económica agravados pela Peste Negra de 1348 à guerra civil provocada pela execução de Inês de Castro, a vida de Afonso IV confunde-se, inevitavelmente, com a história do próprio reino.Ver e agir no reino com determinação, mas ver e agir também para além dele - olhando sobretudo para Castela, mas olhando igualmente para o mar oceano - a nada se furtou Afonso IV.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Filho dos reis D. Dinis e D. Isabel, Afonso IV (1291-1357) subiu ao trono em 1325, dando início a um longo reinado de trinta e dois anos. Apesar disso, D. Afonso IV é, talvez, um dos monarcas menos conhecidos da primeira dinastia portuguesa. A vida de D. Afonso foi muito preenchida e agitada, com uma juventude e um início de idade adulta de grande irrequietude e rebeldia. Das guerras com Castela ao confronto com o Islão na batalha do Salado (1340), das expedições às Canárias à reivindicação da soberania sobre as ilhas, dos efeitos da crise social e económica agravados pela Peste Negra de 1348 à guerra civil provocada pela execução de Inês de Castro, a vida de Afonso IV confunde-se, inevitavelmente, com a história do próprio reino.Ver e agir no reino com determinação, mas ver e agir também para além dele - olhando sobretudo para Castela, mas olhando igualmente para o mar oceano - a nada se furtou Afonso IV.
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Um grande Homem de Estado (1212-1279) Uma análise minuciosa e inovadora sobre o quinto rei de Portugal, D. Afonso III, o Bolonhês, que em 1248 sucedeu ao seu irmão D. Sancho II e que Freitas do Amaral considera um dos principais monarcas da História de Portugal. Um estudo que acompanha o percurso de vida de D. Afonso III, desde a sua educação em França até ao seu reinado em Portugal, sublinhando e tentando interpretar a importância de um monarca que cunha de forma indelével a vida nacional. Freitas do Amaral destaca os pontos que considera mais marcantes no exercício do poder de D. Afonso III, sem esquecer que o Bolonhês foi o monarca que pela primeira vez convocou as Cortes - assembleia geral do reino - com representantes de toda a sociedade, que definiu Lisboa como capital do reino e que definiu o território continental sensivelmente com as mesmas fronteiras que tem hoje.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Um grande Homem de Estado (1212-1279) Uma análise minuciosa e inovadora sobre o quinto rei de Portugal, D. Afonso III, o Bolonhês, que em 1248 sucedeu ao seu irmão D. Sancho II e que Freitas do Amaral considera um dos principais monarcas da História de Portugal. Um estudo que acompanha o percurso de vida de D. Afonso III, desde a sua educação em França até ao seu reinado em Portugal, sublinhando e tentando interpretar a importância de um monarca que cunha de forma indelével a vida nacional. Freitas do Amaral destaca os pontos que considera mais marcantes no exercício do poder de D. Afonso III, sem esquecer que o Bolonhês foi o monarca que pela primeira vez convocou as Cortes - assembleia geral do reino - com representantes de toda a sociedade, que definiu Lisboa como capital do reino e que definiu o território continental sensivelmente com as mesmas fronteiras que tem hoje.
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Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Afonso Henriques nasce com uma perna enferma, imprestável, e é entregue aos Moniz, que o levam da corte para as terras dos de Ribadouro. Cresce sagaz e escorreito, por intervenção divina ou por engenho. Quando conhece a mãe tem 16 anos, porte sem defeito e poderoso; os traços são duros, algo rurais, mas temperados pelos olhos de um azul intenso e profundo. D. Teresa impressiona-se e confirma-o herdeiro do trono do Condado. Mas é nessa noite que Afonso comprova que os irmãos estrangeiros Peres de Trava estão mais próximos dela do que ele. Querem o Condado, e sabem como a conduzir, onde preciso for - e nos lençóis que foram do pai dele. E ali dá o primeiro dos passos há muito desenhados. E outros se seguem. Primeiro contra os estrangeiros que nestas terras mandavam, depois perante a Galiza, Leão e Castela. Até tomar Lisboa, elevando-a a centro de uma identidade nacional que a Santa Sé reconhece, como Reino soberano de Portugal, e a D. Afonso Henriques como seu Rei.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Afonso Henriques nasce com uma perna enferma, imprestável, e é entregue aos Moniz, que o levam da corte para as terras dos de Ribadouro. Cresce sagaz e escorreito, por intervenção divina ou por engenho. Quando conhece a mãe tem 16 anos, porte sem defeito e poderoso; os traços são duros, algo rurais, mas temperados pelos olhos de um azul intenso e profundo. D. Teresa impressiona-se e confirma-o herdeiro do trono do Condado. Mas é nessa noite que Afonso comprova que os irmãos estrangeiros Peres de Trava estão mais próximos dela do que ele. Querem o Condado, e sabem como a conduzir, onde preciso for - e nos lençóis que foram do pai dele. E ali dá o primeiro dos passos há muito desenhados. E outros se seguem. Primeiro contra os estrangeiros que nestas terras mandavam, depois perante a Galiza, Leão e Castela. Até tomar Lisboa, elevando-a a centro de uma identidade nacional que a Santa Sé reconhece, como Reino soberano de Portugal, e a D. Afonso Henriques como seu Rei.
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Edição: Abr 2020
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Um Plano de 21 Dias. O que a medicina é para o corpo, a meditação e a mindfulness são para a mente. A meditação não exige horas de prática nem tempo extra no seu dia ocupado. Este curso de 21 dias, com uma estrutura prática e acessível, vai ajudá-lo a experienciar um novo tipo de exercício - para todo o seu ser, para a sua mente e para a consciência. Um curso que o ajudará a redescobrir a alegria, a tranquilidade e a descontração.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Um Plano de 21 Dias. O que a medicina é para o corpo, a meditação e a mindfulness são para a mente. A meditação não exige horas de prática nem tempo extra no seu dia ocupado. Este curso de 21 dias, com uma estrutura prática e acessível, vai ajudá-lo a experienciar um novo tipo de exercício - para todo o seu ser, para a sua mente e para a consciência. Um curso que o ajudará a redescobrir a alegria, a tranquilidade e a descontração.
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Não tem tempo para aprender Espanhol? Então esta é a sua oportunidade, com o "Curso de Espanhol para Preguiçosos"! Isto diz-lhe alguma coisa? O seu dia a dia já está demasiado ocupado. Gostaria de aprender uma língua de uma maneira diferente e mais descontraída. Então o "Curso de Espanhol para Preguiçosos" é precisamente o livro indicado para si. Contém histórias divertidas e bizarras, exercícios variados e emocionantes e faixas de áudio disponíveis para auxiliar na aprendizagem. Menos é mais! É assim que aprendem os preguiçosos de hoje!
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Não tem tempo para aprender Espanhol? Então esta é a sua oportunidade, com o "Curso de Espanhol para Preguiçosos"! Isto diz-lhe alguma coisa? O seu dia a dia já está demasiado ocupado. Gostaria de aprender uma língua de uma maneira diferente e mais descontraída. Então o "Curso de Espanhol para Preguiçosos" é precisamente o livro indicado para si. Contém histórias divertidas e bizarras, exercícios variados e emocionantes e faixas de áudio disponíveis para auxiliar na aprendizagem. Menos é mais! É assim que aprendem os preguiçosos de hoje!
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Edição: Jun 2008
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Sente que há outras vozes a falar dentro de si? Precisa urgentemente de lhes dar vida, densidade, um lugar no mundo? Só tem de ter presente que as personagens são "tão naturais como uma árvore, um parlamento ou uma biblioteca" (parafraseando Álvaro de Campos). E, depois, é só exalar o sopro vital!Organizado entre "perigos" (as nossas formas de prender personagens) e "estratégias" (para as libertarmos), este curso assenta em teoria, prática, exercícios e exemplos; e vem acompanhado de um breve capítulo extra para poder escrever as suas personagens em formato de conto ou romance."O Curso de Escrita Criativa II - Uma Costela de Quem?" pretende libertar todos os Adões e Evas das suas costelas, para gerar personagens fortes, porque autonómicas do criador, e representantes das aspirações e sonhos de cada um.No fundo, este livro pretende libertar a nossa força criativa em seres que falem profundamente de nós. Porque é uma bomba de humanidade. Pedro Sena-Lino é também autor do outro livro da coleção: "Curso de Escrita Criativa I - Criative-se: usar em caso de escrita." http://escritacriativa.portoeditora.pt
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Sente que há outras vozes a falar dentro de si? Precisa urgentemente de lhes dar vida, densidade, um lugar no mundo? Só tem de ter presente que as personagens são "tão naturais como uma árvore, um parlamento ou uma biblioteca" (parafraseando Álvaro de Campos). E, depois, é só exalar o sopro vital!Organizado entre "perigos" (as nossas formas de prender personagens) e "estratégias" (para as libertarmos), este curso assenta em teoria, prática, exercícios e exemplos; e vem acompanhado de um breve capítulo extra para poder escrever as suas personagens em formato de conto ou romance."O Curso de Escrita Criativa II - Uma Costela de Quem?" pretende libertar todos os Adões e Evas das suas costelas, para gerar personagens fortes, porque autonómicas do criador, e representantes das aspirações e sonhos de cada um.No fundo, este livro pretende libertar a nossa força criativa em seres que falem profundamente de nós. Porque é uma bomba de humanidade. Pedro Sena-Lino é também autor do outro livro da coleção: "Curso de Escrita Criativa I - Criative-se: usar em caso de escrita." http://escritacriativa.portoeditora.pt
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