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Nº Páginas: 160
Sinopse:
Salazar foi o estadista que mais poder deteve, por mais tempo, nos últimos séculos em Portugal. Da saleta de São Bento controlou, sem quase se mexer, o regime que construiu - e que durou enquanto ele durou. Quando morreu, era um dos homens mais sós que o Estado português gerou. Três décadas depois, o público elegeu-o "a figura mais importante do século XX português." A maioria dos portugueses nasceu e formou-se durante o Estado Novo. Percorrer a memória do regime, inventariá-la e compreendê-la é, por isso, uma iniciativa preciosa para a história de Portugal do século XX. Essa é uma história que ganha, nas imagens do seu protagonista, António de Oliveira Salazar, expressões únicas e insubstituíveis, inimagináveis e irrecusáveis. O notável acervo fotográfico existente no arquivo do "Diário de Notícias" (incluindo muitas imagens inéditas) serviu de suporte a este álbum resultante de um demorado e minucioso processo de pesquisa, investigação, sínteses e montagens. Dividido em quatro capítulos - intimidade, política, poder e memória -, este livro passa a fazer parte do património documental português.
Edição: Nov 2025
Nº Páginas: 368
Sinopse: Do lendário produtor musical, mestre a ajudar as pessoas a conectarem-se com a sua criatividade, surge um livro revelador. Ao longo de 78 curtas reflexões acerca do que significa ser artista, o produtor Rick Rubin partilha quadros mentais que permitem superar bloqueios e desenvolver capacidades. Beneficiando de décadas de colaborações com uma admirável lista de músicos, entre os quais Johnny Cash, Neil Diamond, Mick Jagger, Tom Petty, Paul McCartney, Red Hot Chili Peppers, Slayer, Metallica, Beastie Boys, Rage Against the Machine, Audioslave, System of a Down, Shakira, Jay-Z, Eminem, Kanye West, Lady Gaga, Ed Sheeran, Adele, e muitos mais, Rubin, vencedor de nove Grammys, revisita experiências e explora ensinamentos da filosofia e da psicologia decisivos em qualquer ato de elaboração, das artes plásticas às cénicas, passando pela literatura. Aprenda a lidar com o fracasso e com a incerteza. Descubra como abraçar a inspiração e as paixões.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Novo volume da colecção dedicada às Operações SAAL, o grande projecto de habitação democrática em Portugal — o caso de Pego Longo. Volume coordenado por Paulo Providência e Carlos Machado. O processo SAAL que é objecto deste volume teve lugar na fronteira entre os concelhos de Sintra e Oeiras. A partir de uma vasta selecção arquivística, da visita ao local e de conversas com o autor do projecto, o livro regista o seu estado actual, a permanente necessidade de adaptação e as particularidades do caso de Pego Longo. Bartolomeu da Costa Cabral, o arquitecto responsável, via no SAAL a virtude de uma participação efectiva das populações, considerando as suas aspirações e os seus desejos. O papel do arquitecto consistia então em traduzi-los fielmente, considerando as referências no "estudo de situação" — que, pela sua importância, é aqui publicado integralmente — a um arraigado sentimento de ligação à periferia urbana, à pequena escala doméstica das hortas e da "vivenda", à riqueza espacial do indeterminado e diverso.
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 154
Sinopse: Em agosto tem lugar na freguesia de S. Bartolomeu do Mar, do concelho de Esposende, uma das romarias mais famosas e concorridas do norte de Portugal. Com a duração de três dias, 22, 23 e 24, sendo o ponto alto no último dia, o dia consagrado ao Santo, é a maior romaria do concelho de Esposende e uma das maiores da região do Minho, onde a crença do povo e os rituais se mantêm e repetem ao longo dos séculos, numa simbiose de fé e superstição. Com uma enorme obra fotográfica já realizada, Alfredo Cunha produz neste livro um precioso trabalho, reunindo uma iconografia que testemunha com rigor e detalhe momentos únicos da religiosidade popular e das celebrações em torno de um dos doze apóstolos, São Bartolomeu, consagrado numa localidade que juntou a denominação «do Mar», a partir do séc. XVI, dada a proximidade com a vastidão atlântica.
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 260
Sinopse: «Todos temos uma relação particular com a fotografia: eu devo-lhe a vida. Não porque ma tenha salvo, mas porque ma deu. Existo graças à fotografia. Ou por sua causa.» Joan Fontcuberta Oprimida pela tecnologia digital e afastada das suas funções essenciais, a fotografia transformou-se. Perante tal desconcerto ou cegueira, Fontcuberta esmiúça ao longo dos dezasseis textos que compõem esta obra, que arrecadou em Espanha o Prémio Nacional de Ensaio em 2011, o que sobra: os resquícios de autenticidade, os fragmentos da arte da documentação e de alguns dos valores que fizeram com que a fotografia moldasse o olhar moderno e contribuísse para a nossa felicidade. Fiel ao princípio de que uma fotografia vale mais do que mil mentiras, o autor esclarece a natureza da nova fotografia (digital) e os seus extravios. Resultam daí reflexões críticas e evocações poéticas que acompanham os desafios de uma pós-moderna câmara de Pandora que já não se limita a descrever o que nos rodeia, mas que ambiciona a pôr ordem e transparência nos sentimentos, na memória e na vida. A arte da luz aspira agora ser a arte da lucidez.
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 128
Sinopse: Agustina escreve sobre o Apocalipse cum figuris de Dürer, um conjunto de imagens em que pulsa o assombro e a angústia, porventura o terrível «silêncio do céu» perante o turbilhão dos conflitos da terra, turbilhão em que o temor da invasão otomana da Europa e da consequente devastação e catástrofe eram medos primordiais. «Divide-se o texto em quinze capítulos, e cada gravura é comentada por Agustina, contextualizando a época e os seus intervenientes, revelando um conhecimento profundo da História e da Alma. É impressionante o número de grandes textos lidos e anotados por Agustina, em que estuda as épocas que em todos os aspectos influem para o aparecimento desta linguagem de fábula.» Mónica Baldaque
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Fundada em 1894 na cidade de Braga, a Saboaria e Perfumaria Confiança permanece activa ainda hoje. O seu espólio de embalagens e rótulos apresenta uma excepcional qualidade gráfica, abordando diversos temas culturais, históricos e sociais em gamas de produtos de uso quotidiano. Foi uma das indústrias pioneiras em Portugal a tomar consciência de que uma cuidada apresentação dos produtos aliada à implementação de um conceito de marca seria sinónimo de sucesso. Uma História de Confiança relata a história da Confiança desde a sua fundação até ao presente. Um livro profusamente ilustrado, com fotografias, documentos e uma selecção alargada de rótulos de produtos. Atravessando todo o século xx, que conheceu o aumento exponencial e global do consumo privado, a Confiança beneficia actualmente da corrente de revalorização do universo gráfico industrial de décadas passadas.
Nº Páginas: 154
Sinopse:
"Foi o silêncio que primeiro o atraiu. Depois, a luz. E, por fim, o modo como os objetos se alinhavam na geometria quase sacra daquela mesa diante da janela." — Lís Barros, Posfácio Este livro prolonga, de forma muito diferente, uma experiência aberta ao público, que decorreu entre as catorze horas do sábado de 15 de março e as dezenove horas do sábado de 29 de março de 2025 num segundo andar de um edifício na Avenida Visconde de Valmor, em Lisboa. "Entre 2009 e 2025, fotografei uma mesa e a janela na minha cozinha em Lisboa. Primeiro atraído pelo silêncio, depois pela forma como a luz caía nos objetos e em seguida pela sua composição geométrica, fui reparando mais e mais em como tudo se repetia e não se repetia devido às ligeiras e quase invisíveis diferenças do dia a dia, da altura do ano e das condições meteorológicas. Ao contrário de Perec no café em Paris ["Tentativa de Esgotamento de Um Local Parisiense"], nada, mas mesmo nada, se passava, de facto, diante das janelas luminosas mas translúcidas, enquanto sobre a mesa os objetos se iam alterando consoante os dias e as necessidades: pratos, copos, jornais, revistas, flores, guardanapos, livros, frutas da época, papéis, instrumentos, mapas. Lentamente, a cozinha, devido ao recolhimento em relação ao mundo exterior, tinha-se transformado para mim num local de refúgio, de abrigo, de pensamento, de apaziguamento." — DB
Nº Páginas: 136
Sinopse:
"Tejo" procura retratar — de uma forma não convencional — o quotidiano das zonas ribeirinhas do rio Tejo em Lisboa na sua trajectória final em direcção ao Atlântico. O livro inclui fotografias a cores de Neni Glock (dos anos 90 até aos dias de hoje), que de alguma forma acompanham as transformações e benefícios ocorridos à sua margem direita nos últimos dez anos, e os textos de Alice Vieira, que empresta sua sensibilidade muito especial a esta obra.
Nº Páginas: 372
Sinopse:
Baseado nas entrevistas perdidas dos arquivos oficiais da Lucasfilm . Tudo sobre os bastidores da criação do argumento, da pré-produção, do casting, do design do guarda-roupa e da montagem dos cenários, das filmagens, da pós-produção e da estreia do primeiro dos filmes da saga de estrondoso sucesso Star Wars. Contém material exclusivo e inédito, entrevistas aos principais actores, e ao realizador, produtor, criador, feitas durante as filmagens, informação técnica e revelações do que correu mal.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
O cinema, a arte por excelência da modernidade, marcou profundamente artistas do século xx como José de Almada Negreiros. Reúnem-se neste volume textos, desenhos, entrevistas, correspondência, projectos, que revelam a presença assídua do cinema na sua vida e obra, não só como espectador, mas também enquanto criador, mostrando uma sua faceta até agora pouco estudada.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Um livro de fotografias que entra na vida de Mário Soares: na intimidade e na política. Durante quatro décadas, Inácio Ludgero, colaborador da SPA e fotojornalista com obra reconhecida em Portugal e internacionalmente, fotografou Mário Soares em campanhas eleitorais, em visitas de Estado, em momentos de reflexão e de convívio, dentro e fora da vida política e partidária.
Nº Páginas: 480
Sinopse:
A começar em Amélia Rey Colaço e a terminar em Zé Pedro, passando por imagens que já fazem parte da história de Portugal — como o icónico retrato de Salgueiro Maia —, Alfredo Cunha reúne agora em livro o trabalho de uma vida, que é, afinal, de muitas vidas, de muitos rostos, de muitos momentos e protagonistas de um país, num período que vai de 1970 até 2018. Por trás da câmara, sabemos que o repórter anda sempre com um pano amarrotado para montar um cenário em qualquer ocasião, que Cristiano Ronaldo teve de ser contactado por Marcelo Rebelo de Sousa para marcar uma sessão fotográfica, e que foi preciso ver e rever centenas de fotos de um arquivo sem fim — "Encontrei o Mário Viegas, encontrei o Ary, encontrei a Laura Alves!" — para se chegar a um alinhamento possível. À frente da câmara ficam apenas os retratados, em cada fotografia uma imensa história, e, com todas agora alinhadas em livro, uma história ainda maior.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Mais do que um livro de retratos, este trabalho é, em si mesmo, um retrato da Mulher enquanto elemento essencial na criação de um Portugal melhor. Em "Portuguesas", Veríssimo Dias regista em foto 150 mulheres notáveis e inspiradoras - porque um livro precisa de um limite de páginas - que, sendo ou não figuras públicas, são marcos nos respetivos campos de atuação. Assim se elogia a igualdade de género e se regista o agradecimento pelo papel de cada uma destas pessoas na construção do nosso país.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Refazer os percursos de Orlando Ribeiro. Partindo do imenso espólio do grande geógrafo português que, na esteira de figuras como Leite de Vasconcelos, fez uma recolha e observação das grandes paisagens rurais e urbanos do Portugal do século XX, Duarte Belo regressa a alguns dos locais captados pela objetiva de Orlando Ribeiro. Fotografando esses mesmos locais, devolve-nos uma viagem no tempo. Algumas das marcas captadas por Orlando Ribeiro ficaram, outras desapareceram. Duarte Belo mostra isso mesmo: o ficou. Um século depois do seu nascimento, este "Portugal - Luz e Sombra" é uma das melhores formas de lembrar e homenagear a singular obra de Orlando Ribeiro.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Elaborada no âmbito do Porto 2001 - Capital Europeia da Cultura, a obra Porto Monumental e Artístico - Património da Humanidade destina-se a todos os que se interessam pelo património monumental e artístico portuense e, desta forma, pela história da cidade, das suas gentes e do seu legado.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
"O paradoxo é este: às vezes, deixamos de ver por já termos visto. (...) Confirmei essa invisível cegueira quando me deparei com as fotografias de Paulo Alexandre. Que país era esse que era o meu e que eu nunca tinha visto antes? Que lugares eram aqueles, simultaneamente familiares e estranhos? Que gente era aquela tão inédita e tão nossa? (...) Posso dizer que conheço muitos dos Moçambiques que há dentro de Moçambique. (...) Mas eu nunca me compenetrei do quanto faltava ver. Nunca fiz a viagem que Paulo Alexandre realizou por recantos que nasceram menos da realidade do que do seu próprio olhar encantado. (...) É esta a dívida com que ficamos para com Paulo Alexandre: o fotógrafo ensina-nos a descobrir a nossa própria casa, revela-nos aquilo que, afinal, já éramos. E faz-nos viver aquilo que, mesmo antes, já era a nossa própria vida." Mia Couto
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Os Rostos de Jesus - Uma Revelação é uma viagem fotográfica pelas representações de Jesus crucificado que podemos contemplar no alto dos cruzeiros de pedra existentes sobretudo no Norte de Portugal. São mais de 100 fotografias de esculturas tendo por fundo o céu azul, que permitem apreciar a expressão facial e corporal do Jesus Cristo que cada artífice da pedra, em cada lugar, soube criar. A leitura do texto do Prof. José Tolentino Mendonça é indispensável para compreender estas imagens e o subtítulo Uma Revelação. O autor explica que a diversidade de interpretações que a arte faz do rosto de Jesus traduz a incerteza sobre o seu rosto histórico. Mas, para além disso, também demonstra a impossibilidade de uma imagem captar a verdade completa sobre Jesus, porque ele é "ponto de interseção entre o divino e o humano".
Nº Páginas: 464
Sinopse:
"A arte no Ocidente" apresenta a arte do mundo ocidental nas suas principais etapas evolutivas, desde a Antiguidade Clássica até à atualidade. Aflora, também, a vertente portuguesa possibilitando um entendimento integrado e comparado da arte nacional. Obra abrangente, já que abarca mais de vinte e cinco séculos de evolução artística, é também específica pois analisa as principais etapas da História da Arquitetura, da Pintura e da Escultura, integrando-as nos seus respetivos contextos históricos e culturais e descrevendo, classificando e interpretando estilos, movimentos, correntes, autores e obras, muitas delas com análises individuais mais aprofundadas. De fácil consulta, é igualmente uma obra precisa, que se dirige tanto aos estudiosos da Arte como ao grande público que pensa, sente e vê a Arte como algo de seu e cujo conhecimento contribui tanto para um melhor entendimento pessoal como para o enriquecimento da sua perspetiva sobre o Mundo.
Nº Páginas: 340
Sinopse:
A primeira edição em Portugal de um dos últimos livros de Desmond Morris, um estudo claro, conciso e impactante sobre a Arte Humana desde os seus primórdios até à actualidade. "O Macaco Criativo" é um livro profundamente pessoal. Foi escrito por um cientista que pertencia ao mundo académico antes de se tornar uma personalidade conhecidíssima da televisão e que, ao mesmo tempo, se dedicou à pintura surrealista, sendo o seu trabalho exibido e colecionado no mundo inteiro.
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Há 110 anos a mostrar filmes, o Ideal tem uma história que se confunde, em Portugal, com a da exibição cinematográfica popular. Quando a Casa da Imprensa - Associação Mutualista se tornou, em 1926, proprietária do prédio onde funciona, o Ideal já não era um cinema de estreia. Antes, fez história com a invenção do "ani¬matógrafo falado" e revelou António Silva. Foi o primeiro sonoro de René Clair a introduzir esta atracção no "Loreto" mas não travou a decadência da sala, gerida, desde a instauração da República, pela Costa & Carvalho e progressivamente pre¬terida em favor dos salões luxuosos ou dos grandes cinemas das avenidas. A Casa da Imprensa assume agora, com a Midas, a aposta na requalificação do espaço e da programação da mais antiga sala de cinema do País. Honra o pionei¬rismo da associação na organização de festivais e ciclos de cinema, na divulgação do cinema de autor e no apoio ao novo cinema português. E reivindica uma acção que quis contrariar a censura do Estado Novo. É esta história que aqui se conta. É este passado - o do Ideal, sala de cinema popular, e o da associação de jorna¬listas que, desde 1962, assumiu a divulgação cinematográfica como missão - que converge num "acto de Primavera". O Cinema Ideal renasce como um espaço de exibição cinematográfica a pensar no futuro, assumindo-se cinema de bairro, como sempre foi, mas cinema do mundo e com mundo.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Este livro é essencialmente uma compilação de momentos, daqueles que nos fazem olhar para trás e comentar para o lado. De momentos que José Cabral, autor do blogue O Alfaiate Lisboeta, achou que valeria a pena guardar e partilhar com o resto mundo. Não é um livro sobre estilo. Este livro é, ele mesmo, estilo. O estilo que José Cabral encontrou em cada uma das pessoas aqui retratadas. Mas é também - e é isso que distingue este lisboeta de outro autor, seja ele milanês, parisiense ou nova-iorquino - um livro sobre pessoas; sobre as gentes e os lugares que habitam; sobre as gentes que fazem esses lugares; sobre cada uma das cidades onde estas pequenas narrativas acontecem. Sobre o significado que têm para o autor e sobre os imaginários para onde cada uma delas nos transporta. Porque o que todas estas pessoas têm em comum é que, muito antes de José Cabral as ter fotografado, elas já eram momentos - desses que nos fazem olhar para trás e comentar para o lado.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Na actuação destas máscaras - a dança e o conjunto de elementos observáveis, com significados próprios e identificáveis -, estão sempre presentes uma linguagem manifesta e mensagens latentes resultantes das interpretações do bailarino, bem como do próprio público. Por mais estruturados que sejam os padrões de movimento, este público tem sempre a liberdade de (re)interpretar a performance e de produzir narrativas sobre ela, a partir da articulação de todas as componentes que reconhecem.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
"Os grandes políticos dão grandes fotografias. Há entre eles e a fotografia deles uma aliança, uma atracção, uma osmose que um fotógrafo astuto sabe aproveitar. As fotografias de Churchill (muito fotogénico) ou de De Gaulle (pouco fotogénico), de Roosevelt ou de Kennedy, de Mitterrand ou de Soares têm aquela aura de que não sabemos desviar o olhar e a que damos os nomes de força ou poder, grandeza ou renome, autoridade ou carisma, expressão ou intensidade. Agora, estou a vê-lo a olhar a fotografia e a dizer: "Hein! Não está mal, pois não?!" Falava bem da fotografia, porque a fotografia falava bem dele. A fotografia não estava mal, porque ele não estava mal nela." José Manuel dos Santos
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Num mundo globalizado e competitivo, as cidades assumem hoje um papel vital. A harmonia ecológica e o desenvolvimento social e tecnológico dos centros urbanos são impulsionadores da sua ascensão qualitativa enquanto a degradação ambiental, a desagregação social e o caos urbanístico contribuem para o seu declínio. Neste novo Manual, aprofundam-se as causas que dão azo à violação das mais elementares regras de planeamento urbano, e geram a degradação e insustentabilidade da vida citadina. Redigido numa linguagem acessível e enriquecido com dezenas de ilustrações. Um convite a que o leitor exerça o direito de cidadania dignificando os espaços urbanísticos. Porque mudar para melhor o actual estado das nossas cidades depende, sobretudo, de cada um de nós.
Nº Páginas: 124
Sinopse:
A fotografia do futuro é... digital. Mas será que a tecnologia mudou assim tanto a forma de fazer fotografia? Sim e não! Na verdade, como irá perceber ao ler este livro, as regras básicas da fotografia - quer técnicas, quer artísticas - mantêm-se inalteradas na passagem do rôlo de filme para os sensores de imagem. As regras de composição mantêm-se, os parâmetros de controlo da exposição são os mesmos. E tem de ser assim sempre, porque a matéria-prima de que se fazem as fotografias - a luz - continua inalterada.Fotografia é fotografia, quer seja digital ou não. Este livro foi desenvolvido precisamente sob este ponto de vista: claro que lhe damos pistas sobre o que encontrará numa câmara digital, mas houve sobretudo a preocupação de indicar caminhos para que tire o melhor partido possível do seu equipamento - antes e depois de tirar a fotografia.O digital trouxe maior potencial aos processos digitais, como a edição e impressão da fotografia, possibilitando ao utilizador o domínio total do processo criativo. Daí que encontre muitas páginas dedicadas à edição de imagens bem como à impressão doméstica.Este livro constitui assim um recurso fundamental para os fotógrafos que desejam algo mais do que o ""point and shoot"" (apontar e disparar).
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Existem lugares, monumentos, paisagens que se refugiam na nossa memória para de lá nunca saírem e que inevitavelmente revisitamos como se eles procedessem de um património próprio e familiar. Neste quinto título da colecção Lugares Mágicos de Portugal, ficará a conhecer os "fins do mundo" portugueses, os limites ocidentais onde o Sol se põe: o cabo Mondego, o cabo Carvoeiro, a Nazaré, o cabo da Roca, o cabo de Sines e o impressionante e esmagador Promontorium Sacrum em Sagres e São Vicente. Lugares Mágicos por excelência, onde o homem venerou deuses fenícios como Baal ou figuras de heróis como Noé ou Hércules.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Existem lugares, monumentos, paisagens que se refugiam na nossa memória para de lá nunca saírem e que inevitavelmente revisitamos como se eles procedessem de um património próprio e familiar. Neste quarto título da colecção Lugares Mágicos de Portugal, ficará a conhecer os principais mitos, símbolos e projectos da história portuguesa, entre as quais os milagres de Ourique e das Rosas, o significado do escudo de Portugal ou das Festas do Império do Divino Espírito Santo, as várias leituras dos painéis de São Vicente, os segredos de Aljubarrota, a busca das Ilhas Afortunadas ou das terras do Prestes João das Índias, ou as várias facetas do sebastianismo.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Existem lugares, monumentos, paisagens que se refugiam na nossa memória para de lá nunca saírem e que inevitavelmente revisitamos como se eles procedessem de um património próprio e familiar. Neste terceiro título da colecção Lugares Mágicos de Portugal, ficará a conhecer as obras mais monumentais da arquitectura portuguesa, entre as quais o mosteiro dos Jerónimos, o Convento de Cristo em Tomar, a Igreja de Santa Cruz de Coimbra, a Igreja de São Roque de Lisboa, o Aqueduto das Águas Livres, o Convento de Mafra ou a Baixa Pombalina.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
E Aossê [Fernando Pessoa]. Sempre atravessando Lisboa, neste dia em que não nos é permitido encontrarmo-nos, pois eu permaneço aqui. Subo para ir buscar os seus passeios no Livro do Desassossego, e encontro-me subitamente a três no patamar. Bach toca órgão no exterior, no lugar em que a Praça de Herbais é mais monótona. Toca para mim, e para ele, com um relâmpago de amizade nas veias. Não sabe nada destes portugueses, que pedem deuses num país estrangeiro. Não sabe que somos portugueses, somos irmãos por quem teme. "Um dos meus passeios predilectos", diz Aossê, "nas manhãs em que temo a banalidade do dia que vai seguir como quem teme a cadeia…"
