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Edição: Nov 2023
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Escrever é o acto de pensamento mais justo. Obriga à escolha cuidadosa das palavras, a recuperar o pensamento que estava fixado e a fazê-lo voltar a mexer-se. Muitas vezes faz com que terminemos com o resultado contrário ao que tínhamos como certo antes de escrever a primeira palavra. Escrever crónicas obriga a um pensamento constante sobre o que nos rodeia, mas o que nos rodeia nem sempre é companhia aconselhável, e pensar sobre isso pode aumentar - para o bem e para o mal - o que antes não se via. Quando me convidaram para escrever crónicas semanais na revista Sábado (que sai à quinta, já agora), foi essa a minha dúvida: quais seriam as consequências de escolher mais uma maneira de ver de perto as coisas que me aleijam? Para me contrariar, aceitei. Enquanto escrevia dei por mim muitas vezes a pôr em causa o que pensava antes e a pensar sobre o que isso quereria dizer.
Não cheguei a conclusão nenhuma, mas ao preparar este livro percebi que as coisas dentro da minha cabeça fazem muito barulho. Ordená-las e escrevê-las é ainda o último reduto de sanidade contra esse ruído. Este livro é uma compilação dessas crónicas que escrevi e que agora vieram para aqui viver todas juntas.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
54 Países, 80 Mil Quilómetros E 1000 Dias De Aventuras E Superaçãoandré Sousa Partiu De Portugal A 12 De Julho De 2020, Em Plena Pandemia, Com O Sonho De Se Tornar A Primeira Pessoa A Dar A Volta Ao Mundo Numa Minimoto Uma Honda Monkey Com Uns Escassos Nove Cavalos De Potência Máxima. Em Três Anos Seguidos De Viagem, Aconteceu-Lhe De Tudo Um Pouco. Foi Preso No México, Raptado No Nepal, Hospitalizado Na Califórnia E Apanhado Desprevenido Pelo Terramoto Na Turquia Que Dizimou Milhares De Pessoas. Ao Fim De Mil Dias Seguidos De Peripécias, Com 80 Mil Quilómetros Percorridos Pelas Estradas E Atalhos De Meia Centena De Países, Regressou A Casa Com O Sonho Tornado Realidade.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
A noção da própria mortalidade é uma grande professora e uma fonte de sabedoria. Quando Mitch Albom reencontra Morrie Schwartz, o seu antigo professor universitário, não imagina que esse momento se tornaria numa jornada de profunda reflexão e transformação. Morrie, que enfrenta os últimos meses de vida devido à Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), torna-se, mais uma vez, o mentor de que Mitch precisa – não apenas para entender a vida, mas para aprender a viver. As Terças com Morrie é um relato emocionante de encontros semanais que vão além de simples conversas. A cada lição de Morrie, há um convite para refletirmos sobre as nossas escolhas, repensarmos as nossas prioridades e aproveitarmos da melhor forma o tempo que temos. Uma obra imprescindível para quem deseja redescobrir o que realmente importa e viver com mais significado, propósito e amor. Uma inesquecível história de amizade, sabedoria e busca pelo verdadeiro sentido da vida.
Sinopse:
"O Caçador de Elefantes Invisíveis" recolhe sob este título, que é também o de um dos contos antologiados, as belas histórias que a revista Visão vem publicando mensalmente. Aproveitou a oportunidade para lhes dar uma demão, mais ou menos intensa aqui e ali, e presenteia-nos com um livro que está à altura das melhores obras que neste género se escreveram em língua portuguesa. O estilo é sóbrio e preciso, os temas são vários e diversos, o lugar donde o autor vê o mundo e o retrata neste livro é tão amplo que nele cabe tudo. Entre a história do pobre velho, ou melhor, de um velho pobre que recebe em casa um enfermeiro em serviço de rastreio da covid 19, e, já no fim do livro, a conversa das estátuas que descem dos seus pedestais, descem e não são derrubadas, para conversarem sobre os males e os equívocos deste mundo, entre uma e outra destas histórias o leitor encontra personagens e cenas que não lhe sairão tão cedo da memória.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Se somos de esquerda, somos woke. Se somos woke, somos de esquerda. Não, não é assim. E este erro é extremamente perigoso.Na sua génese e nas suas pedras basilares, o wokismo entra em conflito com as ideias que guiam a esquerda há mais de duzentos anos: um compromisso com o universalismo, uma distinção objetiva entre justiça e poder, e a crença na possibilidade de progresso. Sem estas ideias, afirma a filósofa Susan Neiman, os wokistas continuarão a minar o caminho até aos seus objetivos e derivarão, sem intenção mas inexoravelmente, rumo à direita. Em suma: o wokismo arrisca tornar-se aquilo que despreza.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Pequenas histórias que abrem uma janela sobre o quotidiano da autora, tão familiar e reconhecível quanto divertido. Diz a autora do presente livro que a crónica a conquistou antes de tudo como exercício de escrita, mas que acabou também por moldar a sua forma de olhar para as coisas e de observar o mundo; e que já não sabe se são determinados acontecimentos que a levam a fazer uma crónica, se afinal é ela própria quem provoca situações irregulares para arranjar assunto para escrever. Neste belíssimo livro a que Luísa Sobral chamou Da Minha Janela, os leitores riem com a sua falta de jeito para armar uma tenda para os filhos brincarem, mas podem também irritar-se com um edredão que escorrega permanentemente para o chão, ficar indignados com o comportamento de um motorista de TVDE e até preocupar-se com a saúde de alguém muito próximo. Estes textos fazem-nos pensar sobre o dia a dia de uma maneira mais profunda e mais estruturada e, de repente, é como se a janela da autora fosse, afinal, também a da nossa casa.
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 444
Sinopse: Um livro ímpar que resulta da oportunidade oferecida pelo Vaticano a Javier Cercas de integrar a comitiva do Papa Francisco na viagem à Mongólia em 2023. Um relato brilhante feito por um ateu que se dedicou a conhecer melhor Jorge Bergoglio antes e depois da sua chegada à cadeira de São Pedro, numa tentativa de levar à mãe a resposta a uma pergunta central para o cristianismo.
Sinopse:
"Psicopatas Portugueses" é o primeiro e único trabalho clínico no nosso país que reúne os principais protagonistas da criminologia portuguesa. Neste segundo volume, que aprofunda mais treze casos arrepiantes - como o da praia do Osso da Baleia, o massacre de Vila Fria, o assassinato de Carlos Castro ou, mais recentemente, crimes cometidos por jovens mulheres como a matricida Diana Fialho, a sinistra dupla Maria Malveiro e Mariana Fonseca ou as irmãs que mataram um recém-nascido à facada -, a psicóloga clínica e criminóloga Joana Amaral Dias prossegue a sua viagem desconcertante ao abismo escuro das mentes dos homicidas mais perversos de Portugal, fazendo a análise psicológica forense dos assassinos e reconstituindo com minúcia os actos hediondos que protagonizaram. Apesar da clara incidência na atualidade, "Psicopatas Portugueses: Livro Segundo" faz-nos também recuar até ao século XIX, ao encontro dos impulsos assassinos do último condenado à morte pelos nossos tribunais e, ainda, do tenebroso Dr. Urbino de Freitas, um médico do Porto que matava em vez de salvar vidas
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Qual o verdadeiro significado dos eventos que hoje testemunhamos e como poderemos lidar com eles à escala individual? Que desafios e escolhas se nos deparam? O que poderemos legar ou ensinar aos nossos filhos? Algumas das questões que procurarei explorar e dar resposta incluem o significado da ascensão de Trump, se Deus estará ou não de regresso ao nosso mundo, se o nacionalismo pode ser a resposta a problemas como o aquecimento global. O livro está dividido em 5 partes (O Desafio Tecnológico, o Desafio da Política, Desespero e Esperança, Verdade, Resiliência), cada uma delas com questões dedicadas a temas específicos, no total de 21 lições para o século XXI.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Bruno Carvalho conta-nos neste livro as suas experiências de repórter de guerra no Donbass, onde, durante oito meses distribuídos por três «comissões», acompanhou o conflito ucraniano. Esteve praticamente em todos os lugares problemáticos e seguiu os acontecimentos marcantes desses períodos, em particular a batalha de Mariupol. Teve o privilégio de estar no epicentro do maior acontecimento geopolítico do pós-Guerra Fria, determinante na definição dos termos da nova Ordem mundial que aí vem. Do prefácio
Nº Páginas: 456
Sinopse:
Um dos melhores jornalistas de xadrez do mundo explora a razão pela qual, após 1500 anos de existência, o xadrez nunca foi tão popular como agora. O xadrez não é apenas um dos maiores jogos alguma vez inventados. Tem também inspirado escritores, pintores e cineastas e sido um motor secreto de revoluções técnicas, como a Inteligência Artificial, que estão a transformar a sociedade. Nesta fascinante história do jogo e do seu impacto no mundo, o aclamado diretor de comunicação e eventos do Chess.com, o jornalista Peter Doggers, revela como os computadores e a Internet reforçaram ainda mais a magia intemporal do xadrez, conduzindo-o a um novo pico de popularidade e relevância. Doggers explora o xadrez enquanto fenómeno cultural, desde os seus primórdios na Índia antiga, passando pelas suas maiores estrelas dos últimos tempos - como Garry Kasparov, Bobby Fischer e Magnus Carlsen - e momentos mais dramáticos, até ao atual impacto da Internet e da IA.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
"Cartas de um Estoico" é, a par de "Meditações", a grande referência literária sobre estoicismo. Esta obra, que compila as cartas escritas pelo filósofo Séneca ao seu amigo Lucílio, aborda temas tão díspares como a amizade, a virtude, a velhice, a ética e a política, entre outros, enriquecendo-os com valiosos ensinamentos assentes nos princípios estoicos. Esta edição reúne uma seleção de 34 das 124 célebres cartas de Séneca, fornecendo uma fonte inesgotável de sabedoria a todos aqueles que procuram viver com sucesso e virtude os dias de hoje, cada vez mais complexos e desafiadores.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Entre a consistência da tradição e as exigências da modernidade.De todas as sociedades humanas, a família é a única natural, universal e intemporal. Por isso, este livro lhe é dedicado. Apesar de a sociedade estar em constante mudança e de os avanços científicos obrigarem a uma permanente actualização, existe um conjunto de princípios éticos que não são negociáveis, mas sim intemporais. Em IDENTIDADE E FAMÍLIA, coordenado pelos fundadores do Movimento Acção Ética, duas dezenas de autores dos mais diversos quadrantes da sociedade portuguesa, com estilos e experiências marcadamente diferentes, contribuem para um perfil ético da vida em sociedade, destacando, em particular, a instituição familiar.«A família é o habitat natural de convivência solidária e desinteressada entre diferentes gerações, o veículo mais estável de transmissão e aprofundamento de princípios éticos, sociais, espirituais, cívicos e educacionais, o elo entre a consistência da tradição e as exigências da modernidade, e, em consequência de tudo isto, a mais eficaz instituição de garantia de coesão do tecido social.»
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Ao longo de pouco mais de uma década (1985-1996), Maria Filomena Mónica escreveu sobre as mudanças que se verificavam em Portugal - e deixou perguntas sobre elas. Sobre a vida moderna dos portugueses e do Estado, a política e a sexualidade, a burocracia e a universidade, as escolas públicas e as televisões privadas, a polícia e os partidos, as cirurgias estéticas e a televisão por cabo, os heterónimos de Marcelo Rebelo de Sousa e a força da inveja no nosso país, a importância do Natal e a banalização da cirurgia estética. São textos que deixaram marca na época - e que continuam a ser uma referência quando procu-ramos um retrato desses anos fatais da nossa memória. Vida Moderna foi escrito na primeira pessoa. A socióloga nunca desaparece e a mulher estrangeirada, culta e minuciosa nunca desiste de fazer o seu retrato de quem nós somos, do que nos falta ser e daquilo que mudou na sua vida - e na vida moderna.
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Habitação a preços incomportáveis, salários no limiar da sobrevivência, saúde privatizada, educação pública negligenciada, horários laborais exigentes, alterações climáticas com consequências catastróficas. A crise que vivemos hoje é transversal a toda a sociedade e os seus efeitos - políticos, sociais e ambientais - têm um impacto brutal e imediato na vida de 99% da população, com particular gravidade para as mulheres. No entanto, a actual agenda feminista, em vez de difundir medidas verdadeiramente emancipadoras para todas as mulheres, tem preferido concentrar-se na obtenção de maior representatividade das mulheres nos quadros das grandes empresas, reclamando ainda mais poder e vantagem para uma minoria elitista e acomodada. Para resolver uma crise global, não podemos deter-nos nos problemas de apenas 1% da população. É, por isso, urgente um novo feminismo. Este manifesto tem por objectivo resgatar o verdadeiro propósito das lutas feministas e orientá-las para uma reorganização total da sociedade que beneficie, de facto, a maioria da população. Porque as mulheres estão na linha da frente dos efeitos devastadores das alterações climáticas, da austeridade, da gentrificação, da exploração laboral, da exaustão de recursos, da financeirização e da privatização das infraestruturas sociais, este é um manifesto em defesa das vidas dos 99%: um manifesto feminista. Por uma sociedade que coloque as pessoas no topo da sua lista de prioridades, Feminismo para os 99% - um manifesto é uma leitura obrigatória na luta por um mundo melhor e mais justo.
Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 376
Sinopse: AMOR, DESEJO, IRA, MELANCOLIA, ESPERANÇA O LIVRO DE UM FILÓSOFO SOBRE O QUE NOS ACONTECE QUANDO SENTIMOS Um sentimento nasce, cresce e morre. Um sentimento faz-se sentir. Afecta-nos a partir do que quer que seja: uma pessoa, uma circunstância no mundo, a situação em que cada um se encontra e até um pensamento. Alegramo-nos e entristecemo-nos. Um sentimento, além de criar em nós o estado que as suas impressões nos deixaram, também não é cego. O sentimento faz ver e admite as mais variadas interpretações dos protagonistas das nossas vidas: nós próprios. Este livro propõe-se reconstituir o que nos acontece quando sentimos. Começa pelo espanto inaugural que nos retira do normal quotidiano. Passa às experiências que nos «atiram para fora de nós»: o desejo e a ira. Depois, pergunta de onde nos chegam as saudades do passado vivido e do que nunca vivemos, e por que motivo há tanta melancolia. Mas também nos quer aproximar do sublime, da ânsia de liberdade, da possibilidade de sermos susceptíveis de amor. Chega por fim à esperança enquanto «possibilitante», sobretudo nestes tempos de descontentamento.
Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 752
Sinopse: Fundado em abril de 2019, o Chega apresentou-se ao país para defender os «portugueses de bem», «arrasar» o «sistema», «limpar» Portugal dos «bandidos», «expulsar» imigrantes e erguer a «Quarta República». Forjado no sensacionalismo, o partido que galgou a escada do poder até se tornar a segunda maior força parlamentar em 2025 revelou-se um projeto político dominado por contradições, casos, vendettas e ambições desmedidas. Provocador em todas as linhas políticas que apresenta, trouxe polarização à vida democrática, cavalgou preconceitos e contribuiu para extremar a sociedade. Mas quem financia o Chega? Que enredos esconde? O que revelam os bastidores? A que redes internacionais está ligado? Como convive com saudosistas da ditadura e neonazis? Quais os perfis, percursos e métodos que disputam influência interna? Como atraiu eleitores de outros partidos? Que correntes religiosas e políticas disputam o poder? Como usa e reinterpreta o passado e a atualidade para conquistar setores sociais fragilizados, jovens e zonas negligenciadas do país? Esta é a investigação que revela a face oculta do Chega. Com recurso a milhares de páginas de documentos inéditos e largas dezenas de entrevistas exclusivas com fundadores, financiadores, atuais e antigos dirigentes e militantes, Por dentro do Chega é, sobretudo, um retrato do partido por aqueles que o criaram e o fizeram. Sem filtros. Miguel Carvalho, premiado jornalista, leva o leitor numa viagem às entranhas da direita radical populista e do «país Chega», evidenciando as consequências das suas opções e práticas políticas para o regime democrático.
Edição: Dez 2025
Nº Páginas: 320
Sinopse: Vivemos hoje uma das situações geopolíticas mais perigosas dos tempos modernos, repleta de incertezas. Mas como é que as nações do mundo chegaram a esta situação? A ordem liberal internacional está condenada? O que nos espera? Este livro, escrito por um dos diplomatas europeus mais proeminentes, responde a estas e outras questões que nos inquietam num estilo acessível, com uma linguagem mais jornalística que académica, enriquecido por décadas de experiência em Bruxelas, Washington, Nova Iorque e Londres. O embaixador João Vale de Almeida explica-nos como os países têm caminhado sonâmbulos em direção ao «divórcio das nações» e quais os passos que podemos dar para remediar a situação. O autor partilha, com detalhes de bastidores, comentários pessoais sobre figuras que observou de perto, como Barack Obama, George W. Bush, Tony Blair, Boris Johnson, Angela Merkel, Nicolas Sarkozy, Emmanuel Macron, Hu Jintao e Donald Trump. Revela também as inúmeras vezes em que participou em encontros com Vladimir Putin, e os primeiros sinais de alerta e queixas que o líder russo manifestou, bem antes da invasão da Ucrânia em 2022.. O autor aborda ainda a resposta global à crise financeira de 2008, a forma como o mundo mudou após o 11 de Setembro, a evolução da UE e da ONU, a abertura da China, a globalização e a reação mundial à pandemia de Covid-19 e proporciona-nos uma descrição ao mesmo tempo pessoal e desapaixonada dos primeiros mil dias do Brexit, a melhor ilustração da influência crescente do populismo e do «divórcio» que tem vindo a acontecer também no seio de cada nação. O Divórcio das Nações é um livro necessário e importante que nos permite avançar com uma melhor compreensão do cenário atual volátil e fragmentado, tanto a nível nacional como global.
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 240
Sinopse: Os dias sucedem-se e as estações mudam sem darmos conta, porque não temos tempo para parar entre as muitas solicitações que chegam de todos os lados. Preocupados em manter a «roda do rato» em movimento acionamos um piloto automático que só nos permite sobreviver. É mesmo esta a vida que queremos? Escrito num tom literário, esta proposta de Nelson Nunes uma voz que tem vindo a ganhar cada vez mais espaço e reconhecimento em Portugal é o cruzamento perfeito entre a validação de especialistas em temas como o burnout, a importância do lazer e do tédio, os malefícios dos ecrãs, o excesso de som e de luz, e as histórias de pessoas, que servem de espelho aos nossos dias. De onde vem este cansaço? Um manifesto de combate à era da pressa não é «mais» um livro sobre como abrandar a vida exigente que nos leva, a tantos de nós, à exaustão. É o livro que nos convida a olhar para os dias e a repensar a forma como vivemos.
Nº Páginas: 528
Sinopse:
Perceber o estado caótico do mundo actual O mundo está a mudar a uma velocidade vertiginosa. Todos os dias somos confrontados com o que julgávamos não poder acontecer, a cada momento as nossas certezas são testadas. Guerras sangrentas, fronteiras imemoriais desabadas, nações falidas, sociedades desnorteadas, instituições disfuncionais, famílias e povos estilhaçados, passaram a fazer parte do nosso quotidiano. «Até dentro de portas» notamos as transformações profundas. Tendo como ponto de partida a distopia de Aldous Huxley escrita há quase cem anos, Nuno Rogeiro escreveu este ABOMINÁVEL MUNDO NOVO para «identificar o turbilhão» e dar a conhecer o nosso caos. Um livro de enorme poder de fogo intelectual que é de leitura obrigatória.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Nestes textos, Valter Hugo Mãe revela parte do seu ouro mais caro. Um muito íntimo retrato da tristeza que não se quer vencedora. Muito ao contrário. Uma tristeza educada não desaparece, ela torna-se respeitosa com a necessidade de sobreviver, de continuar a lembrar, de continuar a amar.
Nº Páginas: 440
Sinopse:
Um testemunho inesquecível sobre África e sobre a memória de um tempo passado Em 1914, Karen Blixen chegou ao Quénia com o marido para gerir uma plantação de café. Imediatamente conquistada pelo mágico local, a autora passou aí os anos mais felizes da sua vida, até ao colapso da plantação. Foi então forçada a regressar à terra natal, a Dinamarca, onde escreveu África Minha. No livro, Blixen despede-se, de forma comovente, da adorada terra e revela a sua profunda amizade pelas paisagens, pelas pessoas, pelos animais - e por Denys Finch- Hatton. Escrito com uma vivacidade que nos faz sonhar imediatamente com o continente africano, África minha retrata um estilo de vida desaparecido para todo o sempre. Em Sombras no Capim, Karen Blixen retoma a história cativante da sua vida no Quénia iniciada em África Minha. Com afeto e sensibilidade, estas histórias iluminam o seu amor tanto pelos africanos, pela sua dignidade e tradições, quanto pela beleza e exuberância das paisagens, Sombras no Capim é, assim, um capítulo final emotivo na apaixonante história de Karen Blixen sobre África.
Nº Páginas: 424
Sinopse:
«Tive a felicidade de viver quase cem anos. Durante este tempo, ficámos a saber mais sobre o nosso oceano do que em qualquer outro período da história humana. As ciências marinhas revelaram maravilhas naturais que um rapazinho da década de 1930 jamais teria imaginado. As novas tecnologias permitiram-nos filmar comportamentos na vida selvagem que, nos primórdios da minha carreira, só em sonhos eu imaginaria poder registar, e transformámos tão profundamente o oceano, que os próximos cem anos poderão assistir a uma extinção em massa da vida nos mares ou então a uma recuperação espetacular. Não estarei cá para assistir ao fim da história, mas, depois de uma vida inteira a explorar o nosso planeta, continuo convencido de que, quanto mais pessoas apreciarem e compreenderem o mundo natural, maior será a nossa esperança de o salvar, bem como a nós mesmos.» DAVID ATTENBOROUGH
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Um guia essencial para cultivar a felicidade das crianças, com ênfase nas brincadeiras ao ar livre, na independência e numa abordagem equilibrada da educação e da vida familiar. Depois de uma década a viver na Dinamarca e a criar uma família, Helen Russell reparou que as crianças nórdicas são diferentes. Comem de forma diferente. Aprendem de forma diferente. Passam horas a correr, saltar e trepar na natureza, mesmo enfrentando um clima frio e rigoroso, céus cinzentos e temperaturas médias anuais de apenas 7 °C! Mas o que explica que essas crianças cresçam para se tornarem nos adultos mais felizes do mundo? Este livro explora a fundo a cultura parental da Dinamarca (e das outras nações nórdicas), desde as políticas de licença parental à estrutura escolar, o tempo de ecrã e os costumes surpreendentes que conduzem a seres humanos felizes e bem integrados. Um mergulho fascinante numa cultura onde os bebés dormem ao ar livre em temperaturas negativas e crianças em idade pré-escolar empunham machados com naturalidade enquanto desenvolvem as suas tarefas. Refrescante, divertido e infalivelmente otimista em relação à nova geração de seres humanos que está agora a crescer no mundo, esta é uma carta de amor comovente à pátria adotiva de Russell e a prova de que todos nós precisamos de um toque de espírito viking nas nossas vidas.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Mergulhe na surpreendente história do culto do normal e perceba a obsessão moderna que nos tornou a todos reféns. Até ao século XIX, a palavra normal pertencia a outro universo, ao da matemática, e não era mais do que um termo da geometria. As pessoas não eram normais, mas os triângulos podiam ser. A partir da década de 1830, a ciência da normalidade varreu a Europa e a América do Norte, marcada por uma obsessão com a quantificação associada, por exemplo, aos testes de QI, aos estudos sexuais e aos censos sobre alucinações. Numa breve e incisiva análise que traça as origens do mítico ideal da normalidade, Sarah Chaney desvenda a história surpreendente do termo normal, revela como nos moldou enquanto sociedade e prova como é preciso desconstruir os valores opressivos que estão na sua génese para sermos realmente livres. Porque é que continuamos a perguntar à Internet se temos um corpo normal, se a nossa vida sexual é normal, se os nossos filhos são normais? Se o normal não existe, por que razão havíamos de o querer ser?
Nº Páginas: 144
Sinopse:
O extraordinário bestseller internacional destinado a tornar o mundo um lugar melhor. A 21 de maio de 2014, o almirante William H. McRaven discursou, na cerimónia de encerramento do ano escolar, perante os finalistas da Universidade do Texas. Tendo como mote a pisa da universidade - "O que aqui começa muda o mundo" -, McRaven partilhou os dez princípios que aprendeu durante os vários anos em que serviu na Marinha. O discurso do almirante McRaven tornou-se viral nas redes sociais, alcançando perto de 100 milhões de visualizações, e deu origem a este livro. Todos estes valores ultrapassam o contexto profissional: são inspiradores e podem ser utilizados para mudar uma vida, várias vidas, tornando o mundo um lugar melhor. Neste livro, McRaven descreve, com humildade, histórias da sua vida e das vidas daqueles que conheceu durante o serviço militar. Histórias que nos ensinam como lidar com as nossas contrariedades e como tomar decisões difíceis, respeitando os mesmos princípios de determinação, honra e compaixão.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Publicado postumamente, em 1532, o tratado de Maquiavel sobre a manipulação e o exercício do poder defendia uma realpolitik implacável, desencadeando um debate sobre a moralidade do estadista que ainda hoje está bem vivo. O seu texto perspicaz apresenta estratégias que alguns dos maiores - e mais infames - governantes da história utilizaram para atingir os seus objetivos. Esta edição de luxo, em capa dura, está encadernada em seda luxuosa com relevo em folha de ouro. Inclui belas ilustrações a cores que complementam o texto e um magnífico ensaio alargado sobre a forma como a filosofia pragmática de Maquiavel pode ser aplicada para alcançar o sucesso no mundo cruel dos negócios modernos.
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Este livro fala de vidas de pessoas e famílias LGBTQIA+, das suas histórias, com os seus testemunhos. de orientação sexual e de identidade de género. de dúvidas e medos, inquietações e sofrimentos. Ao longo destas páginas, segue-se um caminho que não é percorrido em linha reta, mas sim um trajeto com curvas e contracurvas, avanços e retrocessos e com muitas interrogações. Aqui se mostra como a saída do armário é um momento libertador e existem o receio da rejeição, a culpa e a vergonha, as dúvidas e as inseguranças, o peso da discriminação e do preconceito, a transição, a transformação. E o seguir em frente será em família, a amar e respeitar. Em casa, na escola, no trabalho, na comunidade. Seja onde for. Abrem-se portas que normalmente se fecham. Desmontam-se interrogações que se julgam sem resposta. Contam-se recomeços feitos de lágrimas e de dores, construídos passo a passo. a escutar, a gerir expetativas, a desmontar estereótipos.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Desde que se reuniram pela primeira vez no Hotel Bilderberg, em 1954, os homens mais poderosos do mundo encontram-se anualmente para planear os destinos da sociedade. De que falam estes homens e mulheres em privado? Há várias décadas que se reúnem, sem anunciar as suas conclusões. Daniel Estulin teve acesso a informações inéditas e confidenciais e revela como decidem o nosso destino, num mundo marcado pelas intrigas e pelo secretismo. Este livro é uma análise reveladora das suas manobras. Uma obra polémica escrita por um autor que se tem distinguido pela busca incessante da verdade.
Sinopse:
A guerra na Ucrânia expôs o desinteresse da política europeia pela integração dos refugiados do Médio Oriente e de África, deixando à vista um sistema de dois pesos e duas medidas que discrimina e mata. Para esses refugiados, a travessia do Mediterrâneo é apenas o princípio da jornada mais dolorosa da sua longa marcha. Isto para os que sobrevivem, porque há aqueles que ficam pelo caminho - alguns estão enterrados em solo europeu, sem que as famílias se consigam despedir deles, outros jazem em parte incerta, com os seus corpos por encontrar. Este livro é o resultado de uma investigação de oito anos levada a cabo por André Carvalho Ramos, jornalista da TVI e da CNN Portugal, em várias rotas migratórias e numa dezena de países, de Portugal à Palestina, da Grécia à Ucrânia, passando pela Alemanha, Polónia ou Roménia. Um testemunho completo e desconcertante, onde se escuta a voz de quem mais sofre, e se pressente que uma Europa-fortaleza jamais conseguirá travar as migrações - apenas as tornará mais perigosas e mortíferas.
