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Edição: Dez 2005
Nº Páginas: 504
Sinopse:
Este é o primeiro de três volumes em que se reúnem os poemas, datados entre 1902 e 1917, não atribuídos por Fernando Pessoa a nenhum dos seus heterónimos ou personalidades literárias.Esta edição da poesia ortónima pessoana inclui os poemas publicados em vida pelo autor e os que foram sendo dados a conhecer pelos mais diversos editores, desde a sua morte até ao corrente ano de 2005. Da revisão e refixação destes poemas, a partir dos manuscritos autógrafos existentes no Espólio da Biblioteca Nacional de Lisboa, resultaram, inevitavelmente, diferentes lições do texto e algumas divergências na atribuição de autoria ortónima. Mas resultou também a verificação de que muitos proto-poemas, isto é, poemas fragmentários ou em estado de esboço, cujos versos lacunares e estrofes inacabadas tornam quase impraticável uma compreensão global, tendo sido publicados, muito justamente, no âmbito de uma edição crítica, não teriam justificação aqui. A esses, certamente, Pessoa teria dado uma forma outra, reescrevendo-os, refundindo-os, corrigindo-os, completando-os, se os viesse a publicar. Por isso, optámos por não os incluir nesta edição que, pretendendo-se embora rigorosa e criteriosa, é dirigida a um público comum e heterogéneo, não necessariamente iniciado em questões de crítica genética.
Nº Páginas: 504
Sinopse:
Este é o primeiro de três volumes em que se reúnem os poemas, datados entre 1902 e 1917, não atribuídos por Fernando Pessoa a nenhum dos seus heterónimos ou personalidades literárias.Esta edição da poesia ortónima pessoana inclui os poemas publicados em vida pelo autor e os que foram sendo dados a conhecer pelos mais diversos editores, desde a sua morte até ao corrente ano de 2005. Da revisão e refixação destes poemas, a partir dos manuscritos autógrafos existentes no Espólio da Biblioteca Nacional de Lisboa, resultaram, inevitavelmente, diferentes lições do texto e algumas divergências na atribuição de autoria ortónima. Mas resultou também a verificação de que muitos proto-poemas, isto é, poemas fragmentários ou em estado de esboço, cujos versos lacunares e estrofes inacabadas tornam quase impraticável uma compreensão global, tendo sido publicados, muito justamente, no âmbito de uma edição crítica, não teriam justificação aqui. A esses, certamente, Pessoa teria dado uma forma outra, reescrevendo-os, refundindo-os, corrigindo-os, completando-os, se os viesse a publicar. Por isso, optámos por não os incluir nesta edição que, pretendendo-se embora rigorosa e criteriosa, é dirigida a um público comum e heterogéneo, não necessariamente iniciado em questões de crítica genética.
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Edição: Fev 2018
Nº Páginas: 816
Sinopse:
Apresenta-se neste livro a poesia completa de Luís Filipe Castro Mendes revisitada pelo autor, que suprimiu alguns poemas e trabalhou outros. O prefácio é de Nuno Júdice e nele podemos ler que "Embora tendo publicado poemas desde os anos sessenta, é nos anos 80 do século passado que a obra de Luís Filipe Castro Mendes é assumida pelo autor como adquirindo plena identidade pessoal, sendo as "Seis elegias" (1985) o primeiro momento dessa afirmação. Original, desde logo, por surgir num momento da poesia portuguesa em que, longe das questões teóricas e formais que dominavam a poesia de 1970 em que, cronologicamente, se inscrevia, ele surge como um dos que prescrevem o que se pode chamar regresso a uma expressão mais pura do lirismo, de que a elegia é um dos modelos, remetendo quer para as Elegias de Rilke quer para um imaginário associado a uma vivência do mundo que é marcada pela dupla experiência do amor e da morte, reunindo esses contrários num conflito essencial que faz explodir dramaticamente o poema."
Nº Páginas: 816
Sinopse:
Apresenta-se neste livro a poesia completa de Luís Filipe Castro Mendes revisitada pelo autor, que suprimiu alguns poemas e trabalhou outros. O prefácio é de Nuno Júdice e nele podemos ler que "Embora tendo publicado poemas desde os anos sessenta, é nos anos 80 do século passado que a obra de Luís Filipe Castro Mendes é assumida pelo autor como adquirindo plena identidade pessoal, sendo as "Seis elegias" (1985) o primeiro momento dessa afirmação. Original, desde logo, por surgir num momento da poesia portuguesa em que, longe das questões teóricas e formais que dominavam a poesia de 1970 em que, cronologicamente, se inscrevia, ele surge como um dos que prescrevem o que se pode chamar regresso a uma expressão mais pura do lirismo, de que a elegia é um dos modelos, remetendo quer para as Elegias de Rilke quer para um imaginário associado a uma vivência do mundo que é marcada pela dupla experiência do amor e da morte, reunindo esses contrários num conflito essencial que faz explodir dramaticamente o poema."
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Edição: Jul 2017
Nº Páginas: 136
Sinopse:
POEMAS QUOTIDIANOS, O LIVRO DO POETA E CINEASTA ANTÓNIO REIS ESGOTADO HÁ DÉCADAS, É O NOVO VOLUME DA COLECÇÃO DE POESIA DE PEDRO MEXIA. "O Portugal dos anos 50 e da transição para a década seguinte é um país em que amplos sectores da população vivem no limiar da pobreza ou numa apertada mediania. É essa a realidade que, em larga medida, se espelha nos poemas elípticos de António Reis, alheios à ênfase retórica e ao tom protestário da lírica de alguns dos seus contemporâneos, e que, antes, atentam nos pequenos nadas do quotidiano, na banalidade de um dia-a-dia de limitados horizontes. Os textos falam de gente que passaja, vira, ou tinge a roupa, ou a deixa, depois de lavar, a enxugar de noite, para a vestir de novo de manhã quando vai para o trabalho. Tudo isto numa linguagem simples, de ‘poucas palavras’, como um cineasta seu amigo, um dia, dele disse, uma simplicidade construída, acrescente-se, e em que se conta com a cooperação do leitor para completar ou preencher o que apenas é entremostrado ou sugerido." —Fernando J.B. Martinho
Nº Páginas: 136
Sinopse:
POEMAS QUOTIDIANOS, O LIVRO DO POETA E CINEASTA ANTÓNIO REIS ESGOTADO HÁ DÉCADAS, É O NOVO VOLUME DA COLECÇÃO DE POESIA DE PEDRO MEXIA. "O Portugal dos anos 50 e da transição para a década seguinte é um país em que amplos sectores da população vivem no limiar da pobreza ou numa apertada mediania. É essa a realidade que, em larga medida, se espelha nos poemas elípticos de António Reis, alheios à ênfase retórica e ao tom protestário da lírica de alguns dos seus contemporâneos, e que, antes, atentam nos pequenos nadas do quotidiano, na banalidade de um dia-a-dia de limitados horizontes. Os textos falam de gente que passaja, vira, ou tinge a roupa, ou a deixa, depois de lavar, a enxugar de noite, para a vestir de novo de manhã quando vai para o trabalho. Tudo isto numa linguagem simples, de ‘poucas palavras’, como um cineasta seu amigo, um dia, dele disse, uma simplicidade construída, acrescente-se, e em que se conta com a cooperação do leitor para completar ou preencher o que apenas é entremostrado ou sugerido." —Fernando J.B. Martinho
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Edição: Dez 2009
Nº Páginas: 2152
Sinopse:
Algo distingue a presente antologia de outras antologias de poesia portuguesa organizadas no passado: esta é a primeira antologia panorâmica que abarca a poesia portuguesa desde os seus alvores, na transição do século XII para o século XIII, cerca de seis décadas após o nascimento do Reino de Portugal, até ao presente, entendendo-se por presente o ano de 2008, data dos poemas mais recentes aqui recolhidos. Em consequência desta novidade, surge uma outra: a de ser esta a primeira vez que todo o arco temporal do século XX é objeto de um projeto antológico não exclusivo, isto é, nem temático, nem tendencioso. Por outras palavras, esta antologia, passe a redundância, começa no começo, e termina na atualidade. O que significa que, pela primeira vez, os leitores de poesia podem eles próprios, a partir de um único livro, produzir uma apreciação quer sobre a poesia escrita na totalidade do século XX, quer sobre as poéticas do século XX em confronto e diálogo entre si e com os diversos momentos da tradição poética portuguesa ao longo de oito séculos (mais em diálogo do que em confronto, assim cremos). Ou simplesmente fruir dos milhares de poemas aqui compilados, saltando de uns séculos para os outros, começando pelo princípio, pelo meio ou pelo fim, organizando um número indefinido de antologias pessoais. Nestas mais de 2000 páginas coexistem, diacronicamente, mais de 800 anos de poesia, desde a "Cantiga de Garvaia" de Pai Soares de Taveirós, datável do primeiro decénio do século XIII, até outubro de 2008, data do mais recente poema aqui incluído, "Rasto", de Luís Quintais. Jorge Reis-Sá e Rui Lage
Nº Páginas: 2152
Sinopse:
Algo distingue a presente antologia de outras antologias de poesia portuguesa organizadas no passado: esta é a primeira antologia panorâmica que abarca a poesia portuguesa desde os seus alvores, na transição do século XII para o século XIII, cerca de seis décadas após o nascimento do Reino de Portugal, até ao presente, entendendo-se por presente o ano de 2008, data dos poemas mais recentes aqui recolhidos. Em consequência desta novidade, surge uma outra: a de ser esta a primeira vez que todo o arco temporal do século XX é objeto de um projeto antológico não exclusivo, isto é, nem temático, nem tendencioso. Por outras palavras, esta antologia, passe a redundância, começa no começo, e termina na atualidade. O que significa que, pela primeira vez, os leitores de poesia podem eles próprios, a partir de um único livro, produzir uma apreciação quer sobre a poesia escrita na totalidade do século XX, quer sobre as poéticas do século XX em confronto e diálogo entre si e com os diversos momentos da tradição poética portuguesa ao longo de oito séculos (mais em diálogo do que em confronto, assim cremos). Ou simplesmente fruir dos milhares de poemas aqui compilados, saltando de uns séculos para os outros, começando pelo princípio, pelo meio ou pelo fim, organizando um número indefinido de antologias pessoais. Nestas mais de 2000 páginas coexistem, diacronicamente, mais de 800 anos de poesia, desde a "Cantiga de Garvaia" de Pai Soares de Taveirós, datável do primeiro decénio do século XIII, até outubro de 2008, data do mais recente poema aqui incluído, "Rasto", de Luís Quintais. Jorge Reis-Sá e Rui Lage
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 32
Sinopse:
A palavra brincalhar só existe no dicionário da imaginação. Quem ma ensinou foi um menino que, um dia, depois de ouvir estes poemas, me confessou: — Estes são poemas para brincalhar... Fiquei perplexo e retorqui: — Mas a palavra brincalhar não existe... — Pois não, inventei-a hoje ao ouvir-te: são poemas brincalhões para brincar... Não estás a ver? Claro que vi! E adotei esta palavra nova. Espero que todos o façam também e, com ela, brinquem e se tornem brincadores.
Nº Páginas: 32
Sinopse:
A palavra brincalhar só existe no dicionário da imaginação. Quem ma ensinou foi um menino que, um dia, depois de ouvir estes poemas, me confessou: — Estes são poemas para brincalhar... Fiquei perplexo e retorqui: — Mas a palavra brincalhar não existe... — Pois não, inventei-a hoje ao ouvir-te: são poemas brincalhões para brincar... Não estás a ver? Claro que vi! E adotei esta palavra nova. Espero que todos o façam também e, com ela, brinquem e se tornem brincadores.
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Edição: Abr 2014
Nº Páginas: 168
Sinopse:
A temática do oculto está muito presente na obra de Fernando Pessoa, sobretudo na poesia que assina com o seu próprio nome. O mistério, Deus, o além, o símbolo, a iniciação são alguns dos seus elementos. Aqui se antologiam poemas ortónimos marcados pelo esoterismo, que são também dos mais belos que escreveu.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
A temática do oculto está muito presente na obra de Fernando Pessoa, sobretudo na poesia que assina com o seu próprio nome. O mistério, Deus, o além, o símbolo, a iniciação são alguns dos seus elementos. Aqui se antologiam poemas ortónimos marcados pelo esoterismo, que são também dos mais belos que escreveu.
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Apresenta-se neste livro uma antologia de poemas de William Wordsworth, em edição bilingue, seleccionados e traduzidos por Daniel Jonas, que assina também a introdução e notas a este volume. A propósito de Wordsworth, diz-nos: "[…] o poeta que leremos [nesta antologia] não nos é desconhecido. Ainda que convictamente pudéssemos afirmar nunca termos lido o poeta em questão, a sua poesia é de tal maneira uma aquisição colectiva que torna o seu anonimato meramente uma questão formal. De facto, Wordsworth, de maior ou menor maneira, constitui-nos a nós, leitores mais ou menos aparentados com um certo tipo de imposição social e cultural. O mesmo se passa com a sua estética socialmente pouco recomendável. Quando nos afastamos horrorizados de tudo o que é romântico é possível que esta assombração melancólica possa, afinal, acabar por permear vários tipos de interacções pessoais e nos identifique a nós e ao nosso ethos mais do que poderíamos estar preparados para admitir num primeiro momento". [do Prefácio de Daniel Jonas]
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Apresenta-se neste livro uma antologia de poemas de William Wordsworth, em edição bilingue, seleccionados e traduzidos por Daniel Jonas, que assina também a introdução e notas a este volume. A propósito de Wordsworth, diz-nos: "[…] o poeta que leremos [nesta antologia] não nos é desconhecido. Ainda que convictamente pudéssemos afirmar nunca termos lido o poeta em questão, a sua poesia é de tal maneira uma aquisição colectiva que torna o seu anonimato meramente uma questão formal. De facto, Wordsworth, de maior ou menor maneira, constitui-nos a nós, leitores mais ou menos aparentados com um certo tipo de imposição social e cultural. O mesmo se passa com a sua estética socialmente pouco recomendável. Quando nos afastamos horrorizados de tudo o que é romântico é possível que esta assombração melancólica possa, afinal, acabar por permear vários tipos de interacções pessoais e nos identifique a nós e ao nosso ethos mais do que poderíamos estar preparados para admitir num primeiro momento". [do Prefácio de Daniel Jonas]
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Com introdução, seleção e tradução de Rosalina Marshall, que trabalhou em diálogo com o autor, este livro apresenta pela primeira vez em Portugal uma antologia de um dos grandes poetas norte-americanos do nosso tempo, Ron Padgett, em edição bilingue. O POETA ENQUANTO PÁSSARO IMORTALUm segundo atrás o meu coração deixou de batere eu pensei: "Seria uma péssima alturapara ter um ataque cardíaco e morrer,a meio de um poema", então reconfortou-mea ideia de que nunca soube de ninguémque morresse a meio da escrita de um poema,assim como os pássaros nunca morrem a meio do voo.Acho.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Com introdução, seleção e tradução de Rosalina Marshall, que trabalhou em diálogo com o autor, este livro apresenta pela primeira vez em Portugal uma antologia de um dos grandes poetas norte-americanos do nosso tempo, Ron Padgett, em edição bilingue. O POETA ENQUANTO PÁSSARO IMORTALUm segundo atrás o meu coração deixou de batere eu pensei: "Seria uma péssima alturapara ter um ataque cardíaco e morrer,a meio de um poema", então reconfortou-mea ideia de que nunca soube de ninguémque morresse a meio da escrita de um poema,assim como os pássaros nunca morrem a meio do voo.Acho.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Os poemas incluídos nesta antologia, entre os quais um inédito, situam-se num arco temporal de meio século mas concentram-se nos primeiros anos, quando Almada é figura principal do Modernismo. No seu todo, formam um conjunto de uma singularidade que se destaca pela sua especial qualidade lírica.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Os poemas incluídos nesta antologia, entre os quais um inédito, situam-se num arco temporal de meio século mas concentram-se nos primeiros anos, quando Almada é figura principal do Modernismo. No seu todo, formam um conjunto de uma singularidade que se destaca pela sua especial qualidade lírica.
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Edição: Mai 2013
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. O engenheiro Álvaro de Campos, viajante do mundo que acaba por radicar-se em Lisboa, é o heterónimo virado para a vida urbana e moderna, para as máquinas, a técnica, a velocidade e os pequenos pormenores da vida quotidiana — tudo o que o faz sentir. Esta antologia inclui as suas obras maiores, desde "Opiário" e "Ode Triunfal" até à "Ode Marítima" e "Tabacaria", e ainda uma larga seleção dos seus outros poemas, permitindo-nos seguir um percurso que é feito de inaudita invenção poética e da mais forte emoção. Coleção "Pessoa breve."
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. O engenheiro Álvaro de Campos, viajante do mundo que acaba por radicar-se em Lisboa, é o heterónimo virado para a vida urbana e moderna, para as máquinas, a técnica, a velocidade e os pequenos pormenores da vida quotidiana — tudo o que o faz sentir. Esta antologia inclui as suas obras maiores, desde "Opiário" e "Ode Triunfal" até à "Ode Marítima" e "Tabacaria", e ainda uma larga seleção dos seus outros poemas, permitindo-nos seguir um percurso que é feito de inaudita invenção poética e da mais forte emoção. Coleção "Pessoa breve."
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Edição: Mai 2013
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. A poesia de Alberto Caeiro junta a liberdade de composição à novidade de pensamento. A sua incondicional afirmação das sensações como o único modo justo de estar no mundo oferece uma referência de base aos outros autores do universo pessoano, o real e os fictícios, que o consideram o Mestre. Este volume apresenta na íntegra os 49 poemas que compõem "O Guardador de Rebanhos", a obra-prima do suposto pastor e poeta da Natureza, e uma seleção dos poemas que figuram em "O Pastor Amoroso e Poemas Inconjuntos". Coleção "Pessoa breve."
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. A poesia de Alberto Caeiro junta a liberdade de composição à novidade de pensamento. A sua incondicional afirmação das sensações como o único modo justo de estar no mundo oferece uma referência de base aos outros autores do universo pessoano, o real e os fictícios, que o consideram o Mestre. Este volume apresenta na íntegra os 49 poemas que compõem "O Guardador de Rebanhos", a obra-prima do suposto pastor e poeta da Natureza, e uma seleção dos poemas que figuram em "O Pastor Amoroso e Poemas Inconjuntos". Coleção "Pessoa breve."
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Edição: Jan 2020
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Guardamos da poesia medieval a menina que lava alvíssimas camisas nas ondas do mar, os bailes à sombra das árvores em flor e mais meia dúzia de lamentos ao amigo que tarda lá longe. Uma Arcádia onde não sobra espaço ao pecado. Mas o que se esconde por baixo do manto dessa pretensa santidade medieval? Um cortejo de devassos: o adúltero e a prostituta, o pelintra e o pederasta, o sacerdote amancebado e o nobre incestuoso. Victor Correia foi vasculhar os cancioneiros medievais galegoportugueses, seleccionou as melhores cantigas eróticas e compilou-as nesta antologia pioneira que agora nos chega às mãos. Pela primeira vez, estes poemas dispersos são organizados e traduzidos para português contemporâneo, acessível a todos.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Guardamos da poesia medieval a menina que lava alvíssimas camisas nas ondas do mar, os bailes à sombra das árvores em flor e mais meia dúzia de lamentos ao amigo que tarda lá longe. Uma Arcádia onde não sobra espaço ao pecado. Mas o que se esconde por baixo do manto dessa pretensa santidade medieval? Um cortejo de devassos: o adúltero e a prostituta, o pelintra e o pederasta, o sacerdote amancebado e o nobre incestuoso. Victor Correia foi vasculhar os cancioneiros medievais galegoportugueses, seleccionou as melhores cantigas eróticas e compilou-as nesta antologia pioneira que agora nos chega às mãos. Pela primeira vez, estes poemas dispersos são organizados e traduzidos para português contemporâneo, acessível a todos.
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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Aqui se reúne o conjunto completo da sua poesia, representando parte significativa da obra de um artista múltiplo que foi marcante em diversas artes. Recolhem-se nesta segunda edição aumentada, revista pelos manuscritos originais, três caligramas e um poema-carta, e ainda doze poemas inéditos.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Aqui se reúne o conjunto completo da sua poesia, representando parte significativa da obra de um artista múltiplo que foi marcante em diversas artes. Recolhem-se nesta segunda edição aumentada, revista pelos manuscritos originais, três caligramas e um poema-carta, e ainda doze poemas inéditos.
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Edição: Jul 2010
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Uma excelente antologia de um dos maiores poetas do século XX, com seleção e tradução de Eugénio de Andrade. O SILÊNCIO Ouve, meu filho, o silêncio. É um silêncio ondulado, um silêncio donde resvalam ecos e vales, e que inclina a fronte para o chão.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Uma excelente antologia de um dos maiores poetas do século XX, com seleção e tradução de Eugénio de Andrade. O SILÊNCIO Ouve, meu filho, o silêncio. É um silêncio ondulado, um silêncio donde resvalam ecos e vales, e que inclina a fronte para o chão.
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Edição: Jan 2011
Nº Páginas: 80
Sinopse:
As traduções aqui apresentadas foram feitas a partir das versões em inglês de Ezra Pound (Conversas na Corte) e Noel Stock (todas as outras), que por sua vez se basearam na fixação dos textos hieroglíficos em italiano por Boris de Rachewiltz (Liriche Amorose degli Antichi Egizione, Vanni Scheiwiller,Milão, 1957). A primeira edição americana é de 1962 (New Directions, Nova Iorque). Os poemas datam de entre 1567 a.C. e 1085 a.C.
Nº Páginas: 80
Sinopse:
As traduções aqui apresentadas foram feitas a partir das versões em inglês de Ezra Pound (Conversas na Corte) e Noel Stock (todas as outras), que por sua vez se basearam na fixação dos textos hieroglíficos em italiano por Boris de Rachewiltz (Liriche Amorose degli Antichi Egizione, Vanni Scheiwiller,Milão, 1957). A primeira edição americana é de 1962 (New Directions, Nova Iorque). Os poemas datam de entre 1567 a.C. e 1085 a.C.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Com tradução do poeta Nuno Júdice, um livro que reúne os grandes Poemas de Amor de Pablo Neruda. Natural do Chile, Neruda (1904 - 1973) foi autor de uma vasta obra, tendo a sua escrita influenciado fortemente muitos poetas sul-americanos. Foi-lhe atribuído o Prémio Nobel da Literatura em 1971. À semelhança das suas outras obras, este é um livro por onde perpassa todo um universo de magia e paixão, que sempre caracterizaram a escrita do autor de "Vinte Poemas de Amor" e "Uma Canção Desesperada", ou de "Plenos Poderes".
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Com tradução do poeta Nuno Júdice, um livro que reúne os grandes Poemas de Amor de Pablo Neruda. Natural do Chile, Neruda (1904 - 1973) foi autor de uma vasta obra, tendo a sua escrita influenciado fortemente muitos poetas sul-americanos. Foi-lhe atribuído o Prémio Nobel da Literatura em 1971. À semelhança das suas outras obras, este é um livro por onde perpassa todo um universo de magia e paixão, que sempre caracterizaram a escrita do autor de "Vinte Poemas de Amor" e "Uma Canção Desesperada", ou de "Plenos Poderes".
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Edição: Ago 2007
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Os 34 poemas aqui ditos por Mário Cesariny foram gravados por Vasco Pimental durante o verão de 2006, mantendo-se propositadamente na versão final todos os comentários de poeta recolhidos ao longo das 3 sessões de gravação. Os poemas foram escolhidos por Mário Cesariny a partir dos livros "A Cidade Queimada", "Pena Capital" e "Manual de Prestidigitação".
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Os 34 poemas aqui ditos por Mário Cesariny foram gravados por Vasco Pimental durante o verão de 2006, mantendo-se propositadamente na versão final todos os comentários de poeta recolhidos ao longo das 3 sessões de gravação. Os poemas foram escolhidos por Mário Cesariny a partir dos livros "A Cidade Queimada", "Pena Capital" e "Manual de Prestidigitação".
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Edição: Fev 2018
Nº Páginas: 80
Sinopse:
A "Antologia Grega", também conhecida como Antologia Palatina, é uma recolha de poemas, sobretudo epigramas, escritos entre o século VII a.C. e o século VI d.C. Tem as suas origens naquela que foi a primeira antologia conhecida na Grécia, uma recolha de epigramas preparada por Meleagro no século I a.C. No prefácio a essa recolha, Meleagro descreve a organização dos poemas como uma grinalda de flores, colocadas em conjunto com unidade e propósito — uma "Antologia", palavra que desde então se tornou corrente para designar uma colecção de trabalhos literários. O trabalho inicial de Meleagro foi sendo continuado ao longo de séculos, por diversos autores e editores, até chegar a conter mais de 4000 poemas, incluindo epitáfios e orações. Recolhem-se neste livro alguns poemas dessa antologia, em versões portuguesas preparadas pelo poeta José Alberto Oliveira a partir de traduções em inglês.
Nº Páginas: 80
Sinopse:
A "Antologia Grega", também conhecida como Antologia Palatina, é uma recolha de poemas, sobretudo epigramas, escritos entre o século VII a.C. e o século VI d.C. Tem as suas origens naquela que foi a primeira antologia conhecida na Grécia, uma recolha de epigramas preparada por Meleagro no século I a.C. No prefácio a essa recolha, Meleagro descreve a organização dos poemas como uma grinalda de flores, colocadas em conjunto com unidade e propósito — uma "Antologia", palavra que desde então se tornou corrente para designar uma colecção de trabalhos literários. O trabalho inicial de Meleagro foi sendo continuado ao longo de séculos, por diversos autores e editores, até chegar a conter mais de 4000 poemas, incluindo epitáfios e orações. Recolhem-se neste livro alguns poemas dessa antologia, em versões portuguesas preparadas pelo poeta José Alberto Oliveira a partir de traduções em inglês.
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Edição: Nov 2014
Nº Páginas: 760
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. "Poemas Completos" é o novo título para o livro que passa a reunir a poesia de Herberto Helder. Esta obra segue a fixação empregue na edição anterior, "Ofício Cantante", e inclui já os esgotados "Servidões" - considerado por grande parte da crítica especializada como o livro do ano em 2013 - e "A Morte sem Mestre".
Nº Páginas: 760
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. "Poemas Completos" é o novo título para o livro que passa a reunir a poesia de Herberto Helder. Esta obra segue a fixação empregue na edição anterior, "Ofício Cantante", e inclui já os esgotados "Servidões" - considerado por grande parte da crítica especializada como o livro do ano em 2013 - e "A Morte sem Mestre".
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Edição: Abr 2009
Nº Páginas: 48
Sinopse:
Poemas Com Asas é uma divertida, terna e colorida incursão pelo mundo dos animais. Dois caracóis que vão ao funeral duma folha, uma formiga puxando um camião cheio de pinguins e de patos e o papagaio poliglota, tradutor do jardim zoológico, são apenas três das muitas histórias em verso que vão deliciar os leitores mais pequenos.
Nº Páginas: 48
Sinopse:
Poemas Com Asas é uma divertida, terna e colorida incursão pelo mundo dos animais. Dois caracóis que vão ao funeral duma folha, uma formiga puxando um camião cheio de pinguins e de patos e o papagaio poliglota, tradutor do jardim zoológico, são apenas três das muitas histórias em verso que vão deliciar os leitores mais pequenos.
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Edição: Nov 2007
Nº Páginas: 400
Sinopse:
O Poema do Senhor é um texto religioso Hindu que faz parte do épico Mahabharata. O texto, escrito em sânscrito, relata o diálogo de Krixna com Ardjuna em pleno campo de batalha. Ardjuna, confuso sobre o seu dever, recebe iluminação directamente de Krixna que o instrui na ciência da auto- -realização. Durante este diálogo são referidos pontos importantes da filosofia indiana, que incluía já na época elementos do Bramanismo e do Sankhya. A obra é uma das principais escrituras sagradas da cultura da Índia, e compõe a principal obra da religião Vaishnava, popularmente conhecida como movimento Hare Krishna.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
O Poema do Senhor é um texto religioso Hindu que faz parte do épico Mahabharata. O texto, escrito em sânscrito, relata o diálogo de Krixna com Ardjuna em pleno campo de batalha. Ardjuna, confuso sobre o seu dever, recebe iluminação directamente de Krixna que o instrui na ciência da auto- -realização. Durante este diálogo são referidos pontos importantes da filosofia indiana, que incluía já na época elementos do Bramanismo e do Sankhya. A obra é uma das principais escrituras sagradas da cultura da Índia, e compõe a principal obra da religião Vaishnava, popularmente conhecida como movimento Hare Krishna.
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Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 88
Sinopse:
"O título, "Gedicht an die Dauer" ("Poema à Duração"), indicia já um tema pouco vulgar e implica uma reflexão que, para além de poética e do que se refere à realidade do poeta, não deixa de entrar também no domínio da filosofia. [...] No seu poema, Handke procura indagar em que condições o tempo foi para ele uma sensação de continuidade, algo que não se esgotou num momento, mesmo de felicidade, mas a que lhe foi possível regressar, sempre que condições idênticas, não as mesmas, se verificaram. A duração é, por isso, um produto da sua experiência, um sentimento que se baseia na repetição de certos actos, que assim ganham continuidade e permitem uma identificação do próprio "eu". A duração representa uma comunhão consigo próprio, a descoberta do seu próprio ser [...]." [da introdução de José A. Palma Caetano] Há já muito tempo que pretendo escrever sobre a duração, não um ensaio, uma peça de teatro ou uma história - a duração exige a poesia. Quero interrogar-me num poema, lembrar-me num poema, afirmar e conservar num poema o que é a duração. [...]
Nº Páginas: 88
Sinopse:
"O título, "Gedicht an die Dauer" ("Poema à Duração"), indicia já um tema pouco vulgar e implica uma reflexão que, para além de poética e do que se refere à realidade do poeta, não deixa de entrar também no domínio da filosofia. [...] No seu poema, Handke procura indagar em que condições o tempo foi para ele uma sensação de continuidade, algo que não se esgotou num momento, mesmo de felicidade, mas a que lhe foi possível regressar, sempre que condições idênticas, não as mesmas, se verificaram. A duração é, por isso, um produto da sua experiência, um sentimento que se baseia na repetição de certos actos, que assim ganham continuidade e permitem uma identificação do próprio "eu". A duração representa uma comunhão consigo próprio, a descoberta do seu próprio ser [...]." [da introdução de José A. Palma Caetano] Há já muito tempo que pretendo escrever sobre a duração, não um ensaio, uma peça de teatro ou uma história - a duração exige a poesia. Quero interrogar-me num poema, lembrar-me num poema, afirmar e conservar num poema o que é a duração. [...]
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Edição: Ago 2021
Nº Páginas: 44
Sinopse:
Dois marinheiros vão ser postos à prova depois do naufrágio da sua embarcação. O Alberto vê o lado negativo de todas as situações com que se depara, mas o Jorge encara tudo com descontração. Mau tempo, animais assustadores, coisas nojentas e nauseabundas… parece que vem tudo ter com eles! Mas será que cada um vai manter a mesma atitude ao longo de toda esta aventura? Uma coisa é certa: se não estivessem juntos neste período tão difícil… tudo podia ser pior! Com ilustrações absolutamente encantadoras, este livro bem-humorado, cheio de pormenores e surpresas absurdas, faz uma paródia entre pessimistas e otimistas que nos faz refletir sobre a importância que tem a forma como encaramos a vida. Traduzido diretamente do he, da mesma autorabraico.
Nº Páginas: 44
Sinopse:
Dois marinheiros vão ser postos à prova depois do naufrágio da sua embarcação. O Alberto vê o lado negativo de todas as situações com que se depara, mas o Jorge encara tudo com descontração. Mau tempo, animais assustadores, coisas nojentas e nauseabundas… parece que vem tudo ter com eles! Mas será que cada um vai manter a mesma atitude ao longo de toda esta aventura? Uma coisa é certa: se não estivessem juntos neste período tão difícil… tudo podia ser pior! Com ilustrações absolutamente encantadoras, este livro bem-humorado, cheio de pormenores e surpresas absurdas, faz uma paródia entre pessimistas e otimistas que nos faz refletir sobre a importância que tem a forma como encaramos a vida. Traduzido diretamente do he, da mesma autorabraico.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Na noite em que venceu a semi-final do concurso Elite Model Look, Ruben Rua decidiu que queria pisar as passarelles do mundo. Tinha dezoito anos, frequentava a escola, jogava andebol, mas nesse dia passou a sonhar com uma vida de manequim internacional — e com o Globo de Ouro, que receberia dez anos mais tarde. "Na minha carreira, concretizei todos os meus sonhos, mas tudo demorou também muito tempo a chegar...", escreve Ruben Rua, como quem faz um aviso ao leitor mais incauto, logo no início deste livro. Podes Ser Tudo é o relato do longo caminho, feito de experiências cruzadas, de uma das figuras mais importantes e bem-sucedidas da moda portuguesa. Ruben Rua assume neste livro o protagonismo das suas próprias aventuras nos bastidores das passerelles, nos bancos da faculdade e do outro lado da câmara. Sem subterfúgios, leva-nos à descoberta do peculiar mundo da moda e descreve os pormenores de uma odisseia feita de expectativas, dúvidas, barreiras, deslumbramento, superação e muito glamour. Esta é uma história cheia de cor e contrastes que decorre entre Lisboa, Porto, Paris, Milão, Nova Iorque ou Tóquio, entre os "sim" e os "não" de cada casting, entre as muitas viagens de metro com o dinheiro contado pelas capitais da moda e os ambientes das festas mais extravagantes, entre as passerelles de nomes como Jean Paul Gaultier e os momentos de solidão e questionamento interior, entre a emoção de fotografar com a diva Monica Bellucci e acabar a dormir, nesse mesmo dia, num sofá de molas emprestado. Um livro entusiasmante e inspirador para quem persegue os seus sonhos e acredita que se pode ir sempre mais longe. Com prefácio de Miguel Vieira, introdução de Cristina Ferreira e depoimentos de Sofia Ribeiro e Lourenço Ortigão, entre outros.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Na noite em que venceu a semi-final do concurso Elite Model Look, Ruben Rua decidiu que queria pisar as passarelles do mundo. Tinha dezoito anos, frequentava a escola, jogava andebol, mas nesse dia passou a sonhar com uma vida de manequim internacional — e com o Globo de Ouro, que receberia dez anos mais tarde. "Na minha carreira, concretizei todos os meus sonhos, mas tudo demorou também muito tempo a chegar...", escreve Ruben Rua, como quem faz um aviso ao leitor mais incauto, logo no início deste livro. Podes Ser Tudo é o relato do longo caminho, feito de experiências cruzadas, de uma das figuras mais importantes e bem-sucedidas da moda portuguesa. Ruben Rua assume neste livro o protagonismo das suas próprias aventuras nos bastidores das passerelles, nos bancos da faculdade e do outro lado da câmara. Sem subterfúgios, leva-nos à descoberta do peculiar mundo da moda e descreve os pormenores de uma odisseia feita de expectativas, dúvidas, barreiras, deslumbramento, superação e muito glamour. Esta é uma história cheia de cor e contrastes que decorre entre Lisboa, Porto, Paris, Milão, Nova Iorque ou Tóquio, entre os "sim" e os "não" de cada casting, entre as muitas viagens de metro com o dinheiro contado pelas capitais da moda e os ambientes das festas mais extravagantes, entre as passerelles de nomes como Jean Paul Gaultier e os momentos de solidão e questionamento interior, entre a emoção de fotografar com a diva Monica Bellucci e acabar a dormir, nesse mesmo dia, num sofá de molas emprestado. Um livro entusiasmante e inspirador para quem persegue os seus sonhos e acredita que se pode ir sempre mais longe. Com prefácio de Miguel Vieira, introdução de Cristina Ferreira e depoimentos de Sofia Ribeiro e Lourenço Ortigão, entre outros.
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Edição: Fev 2022
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Muitas mulheres acreditam que, façam o que fizerem, fracassam nos seus propósitos, que ninguém as ama de verdade, que são menosprezadas embora não o mereçam, que, em muitos aspetos, dependem do homem que têm ao lado… A costela de Adão impera: primeiro ele, depois ela. Aprender a viver sem este lastro que persegue as mulheres é o desafio que este livro da autoria do reputado psiquiatra Dr. José Miguel Gaona ajuda a superar. Com ele aprenderemos que a autoestima é a melhor arma para o empoderamento, sendo essencial para uma vida plena. Uma poderosa "dieta" de autoestima para identificar as situações em que esta pode ser melhorada conseguindo, com a ajuda de exercícios práticos, alcançar a sensação de se ser capaz e voar sem restrições no dia-a-dia.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Muitas mulheres acreditam que, façam o que fizerem, fracassam nos seus propósitos, que ninguém as ama de verdade, que são menosprezadas embora não o mereçam, que, em muitos aspetos, dependem do homem que têm ao lado… A costela de Adão impera: primeiro ele, depois ela. Aprender a viver sem este lastro que persegue as mulheres é o desafio que este livro da autoria do reputado psiquiatra Dr. José Miguel Gaona ajuda a superar. Com ele aprenderemos que a autoestima é a melhor arma para o empoderamento, sendo essencial para uma vida plena. Uma poderosa "dieta" de autoestima para identificar as situações em que esta pode ser melhorada conseguindo, com a ajuda de exercícios práticos, alcançar a sensação de se ser capaz e voar sem restrições no dia-a-dia.
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Edição: Jun 2014
Nº Páginas: 184
Sinopse:
"Querido leitor, Escrevi este novo livro com o meu querido amigo David Kessler para que o possa ajudar a encontrar o caminho da cura depois de sofrer uma perda. O luto e a perda são um desafio, mas muitas vezes são os nossos próprios pensamentos que aumentam o nosso sofrimento. Quando pensamos na perda, a própria ideia de encontrar nela algum sentido ou algo benéfico parece uma contradição. No entanto, quer se trate de uma separação, de um divórcio ou até de uma morte, há sempre algo a aprender com essa experiência; tudo depende da forma como organizamos os nossos pensamentos. Não podemos impedir que a perda aconteça, mas, ao mudarmos os nossos pensamentos, poderemos mudar tudo o que acontece depois da perda. O luto afeta tanto a alma quanto o coração. Faça o luto da sua perda, deixe que o sentimento flua. Lembre-se: você chegou a este mundo "a meio do filme", e vai sair a meio; e as pessoas que ama também. O amor, contudo, nunca morre, e o espírito não sofre qualquer perda. Como os nossos pensamentos criam a nossa realidade, e criam também a maneira como sentimos a perda, podemos manifestar a intenção de transformar o luto numa experiência de amor. Afinal, um coração partido é igualmente um coração aberto. Os finais também são recomeços. Encorajo-o a usar as afirmações e ensinamentos contidos neste livro não só para lidar com a dor de uma perda, como ainda em todos os aspetos da sua vida. Preste atenção aos seus pensamentos, e altere-os, naquelas áreas da sua vida em que não consegue encontrar a paz. Ao fazê-lo, vai trazer mais felicidade para a sua vida e para aqueles que o rodeiam. Espero que as palavras deste livro lhe ofereçam paz e conforto na sua jornada. Os momentos difíceis da vida podem servir para nos lembrar que os nossos relacionamentos são uma dádiva. E a perda pode servir para nos lembrar que a própria vida é uma dádiva. Nunca se esqueça de se amar a si mesmo. Você merece. Você é verdadeiramente uma dádiva. Com amor, "Louise Hay"
Nº Páginas: 184
Sinopse:
"Querido leitor, Escrevi este novo livro com o meu querido amigo David Kessler para que o possa ajudar a encontrar o caminho da cura depois de sofrer uma perda. O luto e a perda são um desafio, mas muitas vezes são os nossos próprios pensamentos que aumentam o nosso sofrimento. Quando pensamos na perda, a própria ideia de encontrar nela algum sentido ou algo benéfico parece uma contradição. No entanto, quer se trate de uma separação, de um divórcio ou até de uma morte, há sempre algo a aprender com essa experiência; tudo depende da forma como organizamos os nossos pensamentos. Não podemos impedir que a perda aconteça, mas, ao mudarmos os nossos pensamentos, poderemos mudar tudo o que acontece depois da perda. O luto afeta tanto a alma quanto o coração. Faça o luto da sua perda, deixe que o sentimento flua. Lembre-se: você chegou a este mundo "a meio do filme", e vai sair a meio; e as pessoas que ama também. O amor, contudo, nunca morre, e o espírito não sofre qualquer perda. Como os nossos pensamentos criam a nossa realidade, e criam também a maneira como sentimos a perda, podemos manifestar a intenção de transformar o luto numa experiência de amor. Afinal, um coração partido é igualmente um coração aberto. Os finais também são recomeços. Encorajo-o a usar as afirmações e ensinamentos contidos neste livro não só para lidar com a dor de uma perda, como ainda em todos os aspetos da sua vida. Preste atenção aos seus pensamentos, e altere-os, naquelas áreas da sua vida em que não consegue encontrar a paz. Ao fazê-lo, vai trazer mais felicidade para a sua vida e para aqueles que o rodeiam. Espero que as palavras deste livro lhe ofereçam paz e conforto na sua jornada. Os momentos difíceis da vida podem servir para nos lembrar que os nossos relacionamentos são uma dádiva. E a perda pode servir para nos lembrar que a própria vida é uma dádiva. Nunca se esqueça de se amar a si mesmo. Você merece. Você é verdadeiramente uma dádiva. Com amor, "Louise Hay"
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Edição: Mai 2009
Nº Páginas: 256
Sinopse:
"Pode Curar a sua Vida" é o maior best-seller da área do desenvolvimento pessoal e um livro de referência indispensável para todas as pessoas interessadas em ser tudo aquilo que podem - e merecem - ser. A mensagem que transmite é muito simples e não tem segredos: os nossos pensamentos criam as nossas realidades; aquilo em que acreditamos profundamente torna-se realidade para nós. Há mais de 25 anos que Louise Hay tem vindo a praticar e a ensinar este princípio transformador, que tem ajudado dezenas de milhões de pessoas em todo o mundo a alcançar a felicidade que lhes pertence por direito. Este livro revolucionário e inspirador é uma introdução perfeita à filosofia de Hay, que irá certamente curar - e transformar - a sua vida!
Nº Páginas: 256
Sinopse:
"Pode Curar a sua Vida" é o maior best-seller da área do desenvolvimento pessoal e um livro de referência indispensável para todas as pessoas interessadas em ser tudo aquilo que podem - e merecem - ser. A mensagem que transmite é muito simples e não tem segredos: os nossos pensamentos criam as nossas realidades; aquilo em que acreditamos profundamente torna-se realidade para nós. Há mais de 25 anos que Louise Hay tem vindo a praticar e a ensinar este princípio transformador, que tem ajudado dezenas de milhões de pessoas em todo o mundo a alcançar a felicidade que lhes pertence por direito. Este livro revolucionário e inspirador é uma introdução perfeita à filosofia de Hay, que irá certamente curar - e transformar - a sua vida!
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Edição: Abr 2017
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Louise Hay dedicou décadas da sua vida a ajudar milhões de pessoas em todo o mundo, transmitindo uma mensagem simples mas poderosa: você pode curar a sua vida. A cura e o bem-estar estão ao alcance de todos, através do poder da intuição, do pensamento positivo e do uso de afirmações. As técnicas de autocura expostas por Louise são de sucesso comprovado; mas como funcionam, exatamente? Em Pode Curar a Sua Mente, Louise a sua co-autora, Mona Lisa Schulz, exploram a parte mental da cura, e o mecanismo subjacente à ideia que transformou a vida a milhares de pessoas: que os nossos pensamentos criam as nossas realidades.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Louise Hay dedicou décadas da sua vida a ajudar milhões de pessoas em todo o mundo, transmitindo uma mensagem simples mas poderosa: você pode curar a sua vida. A cura e o bem-estar estão ao alcance de todos, através do poder da intuição, do pensamento positivo e do uso de afirmações. As técnicas de autocura expostas por Louise são de sucesso comprovado; mas como funcionam, exatamente? Em Pode Curar a Sua Mente, Louise a sua co-autora, Mona Lisa Schulz, exploram a parte mental da cura, e o mecanismo subjacente à ideia que transformou a vida a milhares de pessoas: que os nossos pensamentos criam as nossas realidades.
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Edição: Jul 2023
Nº Páginas: 64
Sinopse:
Um livro cheio de atividades superdivertidas que inclui cerca de 1000 autocolantes, para os mais pequenos fazerem o que mais gostam: brincar! Estás preparado para muita diversão com o Pocoyo e os amigos? Anda daí! Neste livro, vais encontrar cerca de 1000 autocolantes para brincares e completares as atividades. O Pocoyo e os seus amigos estão à tua espera para resolver enigmas, fazer puzzles, pintar, encontrar diferenças, percorrer labirintos e muito mais! Os livros de atividades com autocolantes ajudam as crianças a desenvolver a concentração e a observação, assim como a memória visual e a motricidade fina.
Nº Páginas: 64
Sinopse:
Um livro cheio de atividades superdivertidas que inclui cerca de 1000 autocolantes, para os mais pequenos fazerem o que mais gostam: brincar! Estás preparado para muita diversão com o Pocoyo e os amigos? Anda daí! Neste livro, vais encontrar cerca de 1000 autocolantes para brincares e completares as atividades. O Pocoyo e os seus amigos estão à tua espera para resolver enigmas, fazer puzzles, pintar, encontrar diferenças, percorrer labirintos e muito mais! Os livros de atividades com autocolantes ajudam as crianças a desenvolver a concentração e a observação, assim como a memória visual e a motricidade fina.
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 456
Sinopse:
O que há de comum entre as histórias de Harry Potter, as bruxas que voam em vassouras, a aparente morte de Julieta no drama de Shakespeare, a mãe do imperador Nero, Marilyn Monroe e o compositor Giacomo Puccini? Tendo a ópera como fio condutor, o leitor é conduzido nesta obra numa viagem ao extraordinário mundo das poções e das paixões, que a química pelo menos em parte explica. na química há um encontro de disciplinas: é a "ciência central" por se situar entre a matemática e a física, por um lado, e a biologia e a geologia, por outro, fornecendo contributos essenciais em ciências aplicadas como a medicina e as várias engenharias. Por seu lado, a ópera tem sido chamada "obra de arte total" por conjugar música, canto, teatro e artes plásticas. João Paulo André, com incomparável mestria tanto na química como na ópera, dá-nos neste livro uma "mistura", uma ligação, profundamente original entre a ciência e a arte. Com ele percebemos que a química está em todo o lado, mesmo no amor, e que a ópera é um espectáculo que é muito mais rico do que "histórias em que o barítono ama a soprano, que ama o tenor". Uma obra tanto para os apreciadores de ciência como para os apreciadores de arte, num inédito encontro de culturas.
Nº Páginas: 456
Sinopse:
O que há de comum entre as histórias de Harry Potter, as bruxas que voam em vassouras, a aparente morte de Julieta no drama de Shakespeare, a mãe do imperador Nero, Marilyn Monroe e o compositor Giacomo Puccini? Tendo a ópera como fio condutor, o leitor é conduzido nesta obra numa viagem ao extraordinário mundo das poções e das paixões, que a química pelo menos em parte explica. na química há um encontro de disciplinas: é a "ciência central" por se situar entre a matemática e a física, por um lado, e a biologia e a geologia, por outro, fornecendo contributos essenciais em ciências aplicadas como a medicina e as várias engenharias. Por seu lado, a ópera tem sido chamada "obra de arte total" por conjugar música, canto, teatro e artes plásticas. João Paulo André, com incomparável mestria tanto na química como na ópera, dá-nos neste livro uma "mistura", uma ligação, profundamente original entre a ciência e a arte. Com ele percebemos que a química está em todo o lado, mesmo no amor, e que a ópera é um espectáculo que é muito mais rico do que "histórias em que o barítono ama a soprano, que ama o tenor". Uma obra tanto para os apreciadores de ciência como para os apreciadores de arte, num inédito encontro de culturas.
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