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Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"O Coração também Pensa" fala-nos do percurso espiritual de uma menina com uma grande inquietação interior que se interroga constantemente, que pressente o sagrado na realidade concreta do mundo que a rodeia e que, na ausência de respostas, se refugia na solidão e na natureza. Uma menina que ao crescer se insurge contra uma sociedade baseada na satisfação imediata do bem-estar egocêntrico, idolatrando a tecnologia e esquecendo-se de Deus.Com uma sinceridade cativante, Susanna Tamaro continua o caminho iniciado em Todo o Anjo É Terrível, numa revelação autobiográfica, introspetiva e íntima que põe a nu a sua espiritualidade e nos mostra uma via de regeneração individual e de esperança.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"O Coração também Pensa" fala-nos do percurso espiritual de uma menina com uma grande inquietação interior que se interroga constantemente, que pressente o sagrado na realidade concreta do mundo que a rodeia e que, na ausência de respostas, se refugia na solidão e na natureza. Uma menina que ao crescer se insurge contra uma sociedade baseada na satisfação imediata do bem-estar egocêntrico, idolatrando a tecnologia e esquecendo-se de Deus.Com uma sinceridade cativante, Susanna Tamaro continua o caminho iniciado em Todo o Anjo É Terrível, numa revelação autobiográfica, introspetiva e íntima que põe a nu a sua espiritualidade e nos mostra uma via de regeneração individual e de esperança.
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Edição: Jan 2017
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Charmaine e Stan estão desesperados: sobrevivem de pequenos trabalhos menores e vivem no carro. Portanto, quando veem um anúncio a Consiliência, uma "experiência social" que oferece empregos estáveis e casa própria, inscrevem-se imediatamente. A única coisa que têm de fazer em troca é ceder a sua liberdade mês sim, mês não, trocando a sua casa por uma cela da prisão. Não tarda, porém, que Stan e Charmaine, sem o saberem um do outro, comecem a desenvolver obsessões apaixonadas pelos seus "Alternantes", o casal que ocupa a sua casa quando estão na prisão. E assim mergulham num pesadelo de desconfiança, culpa e desejo.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Charmaine e Stan estão desesperados: sobrevivem de pequenos trabalhos menores e vivem no carro. Portanto, quando veem um anúncio a Consiliência, uma "experiência social" que oferece empregos estáveis e casa própria, inscrevem-se imediatamente. A única coisa que têm de fazer em troca é ceder a sua liberdade mês sim, mês não, trocando a sua casa por uma cela da prisão. Não tarda, porém, que Stan e Charmaine, sem o saberem um do outro, comecem a desenvolver obsessões apaixonadas pelos seus "Alternantes", o casal que ocupa a sua casa quando estão na prisão. E assim mergulham num pesadelo de desconfiança, culpa e desejo.
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Edição: Jan 2010
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Darcy Gallagher sempre acreditou na importância da fé, na força da tradição... e no poder do dinheiro. Sonha em encontrar um homem rico que a apresente a um mundo repleto de glamour e aventura, que acredita ser o seu destino. Trevor Magee, um homem de negócios com antepassados irlandeses, chega a Ardmore com a intenção de construir um teatro... e descobrir os segredos dos seus antepassados. Há muito que não acredita no amor, mas Darcy Gallagher tenta-o como nenhuma mulher alguma vez fez. Ela é maravilhosa, inteligente, sabe o que quer... e ele está mais do que disposto a dar-lho. Mas quando a sua atracção mútua se transforma em paixão, olham para os seus corações e descobrem que numa terra antiga como a Irlanda, o amor tem raízes na própria magia.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Darcy Gallagher sempre acreditou na importância da fé, na força da tradição... e no poder do dinheiro. Sonha em encontrar um homem rico que a apresente a um mundo repleto de glamour e aventura, que acredita ser o seu destino. Trevor Magee, um homem de negócios com antepassados irlandeses, chega a Ardmore com a intenção de construir um teatro... e descobrir os segredos dos seus antepassados. Há muito que não acredita no amor, mas Darcy Gallagher tenta-o como nenhuma mulher alguma vez fez. Ela é maravilhosa, inteligente, sabe o que quer... e ele está mais do que disposto a dar-lho. Mas quando a sua atracção mútua se transforma em paixão, olham para os seus corações e descobrem que numa terra antiga como a Irlanda, o amor tem raízes na própria magia.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Ian, Sophie, Doug, Coriander, Benjamin e Colin são algumas das personagens de Jonathan Coe que partilham com milhões de britânicos as tormentas de um país dividido nas primeiras décadas do século XXI. Quando, em 2010, é eleito um governo sem maioria, os problemas estão só a começar. Seis anos depois, o mundo recebe a estrondosa notícia de que o Reino Unido deixará a União Europeia em resultado do referendo que inscreveu a palavra Brexit na História. Mas, em 2018, a confusão continua, assim como as negociações infrutíferas que só aumentam a impaciência e o descontentamento de todos. "O Coração de Inglaterra" evoca oito turbulentos anos da vida britânica e o seu reflexo na vida dos cidadãos. Ian e Sophie são recém-casados que veem a relação tremer devido às diferenças políticas; aos 14 anos, Coriander encontra na rebeldia e nas escaramuças que assolam Londres uma forma de lutar por maior justiça social; Colin tem como última vontade poder votar no referendo que afastará o país da União Europeia e - em teoria - devolvê-lo ao que foi no passado; Benjamim, o filho, só quer ficar à margem dos acontecimentos e poder escrever. Pelo meio, o leitor assiste ao significativo aumento das atitudes xenófobas como consequência do declínio da indústria e da diminuição do número de postos de trabalho. Neste romance, através de uma prosa clara e muito divertida, Jonathan Coe representa de modo magistral os estranhos tempos em que vivemos, mas sobretudo as marcas profundas que deixam nas pessoas.
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Ian, Sophie, Doug, Coriander, Benjamin e Colin são algumas das personagens de Jonathan Coe que partilham com milhões de britânicos as tormentas de um país dividido nas primeiras décadas do século XXI. Quando, em 2010, é eleito um governo sem maioria, os problemas estão só a começar. Seis anos depois, o mundo recebe a estrondosa notícia de que o Reino Unido deixará a União Europeia em resultado do referendo que inscreveu a palavra Brexit na História. Mas, em 2018, a confusão continua, assim como as negociações infrutíferas que só aumentam a impaciência e o descontentamento de todos. "O Coração de Inglaterra" evoca oito turbulentos anos da vida britânica e o seu reflexo na vida dos cidadãos. Ian e Sophie são recém-casados que veem a relação tremer devido às diferenças políticas; aos 14 anos, Coriander encontra na rebeldia e nas escaramuças que assolam Londres uma forma de lutar por maior justiça social; Colin tem como última vontade poder votar no referendo que afastará o país da União Europeia e - em teoria - devolvê-lo ao que foi no passado; Benjamim, o filho, só quer ficar à margem dos acontecimentos e poder escrever. Pelo meio, o leitor assiste ao significativo aumento das atitudes xenófobas como consequência do declínio da indústria e da diminuição do número de postos de trabalho. Neste romance, através de uma prosa clara e muito divertida, Jonathan Coe representa de modo magistral os estranhos tempos em que vivemos, mas sobretudo as marcas profundas que deixam nas pessoas.
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Edição: Abr 2005
Nº Páginas: 44
Sinopse:
Novo volume da Biblioteca António Torrado, composto por três histórias inéditas e uma quarta há muito esgotada e agora apresentada em versão revista. O amor é o denominador comum a todas as histórias, demonstrando que nem só as pessoas têm sentimentos pois – conforme o título deixa antever – também as coisas têm coração… Quatro histórias repletas de ternura e secundadas por magníficas ilustrações de João Cabaço.
Nº Páginas: 44
Sinopse:
Novo volume da Biblioteca António Torrado, composto por três histórias inéditas e uma quarta há muito esgotada e agora apresentada em versão revista. O amor é o denominador comum a todas as histórias, demonstrando que nem só as pessoas têm sentimentos pois – conforme o título deixa antever – também as coisas têm coração… Quatro histórias repletas de ternura e secundadas por magníficas ilustrações de João Cabaço.
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Edição: Fev 2017
Nº Páginas: 72
Sinopse:
?- Não achas que podem ficar tristes, esses pirilampos dentro de uma gaiola que fica dentro do teu quintal? - Se estivessem tristes, acho que não brilhavam assim. - E se estiverem a brilhar de tristeza? - perguntou o Avô. - Não tinha pensado nisso. Perto da Floresta Grande vive um menino e o seu Avô. O menino gosta de cientistar coisas: Já inventou um aumentador de caminhos e um convidador de pirilampos. Fala em código Morse com eles.
Nº Páginas: 72
Sinopse:
?- Não achas que podem ficar tristes, esses pirilampos dentro de uma gaiola que fica dentro do teu quintal? - Se estivessem tristes, acho que não brilhavam assim. - E se estiverem a brilhar de tristeza? - perguntou o Avô. - Não tinha pensado nisso. Perto da Floresta Grande vive um menino e o seu Avô. O menino gosta de cientistar coisas: Já inventou um aumentador de caminhos e um convidador de pirilampos. Fala em código Morse com eles.
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Edição: Nov 2009
Nº Páginas: 48
Sinopse:
"À sesta deitado no fundo do telheiro, recordava ainda os chineses que o tinham visitado e, sem saber porquê, via-os cobertos de um brilho de ouro, vestidos com cabaias de dragões como os mágicos do circo." Esta é a história de um homem, das suas filhas e de dois chineses. Juntos estabelecem uma relação de amizade, cumplicidade e partilha. As diferenças culturais desaparecem através da sensibilidade com que aquela inesperada amizade evolui. O Conto dos Chineses nasce da mestria narrativa de José Cardoso Pires, considerado um dos mais importantes escritores do século XX. A acompanhar a beleza do texto, Henrique Cayatte oferece-nos a beleza das ilustrações.
Nº Páginas: 48
Sinopse:
"À sesta deitado no fundo do telheiro, recordava ainda os chineses que o tinham visitado e, sem saber porquê, via-os cobertos de um brilho de ouro, vestidos com cabaias de dragões como os mágicos do circo." Esta é a história de um homem, das suas filhas e de dois chineses. Juntos estabelecem uma relação de amizade, cumplicidade e partilha. As diferenças culturais desaparecem através da sensibilidade com que aquela inesperada amizade evolui. O Conto dos Chineses nasce da mestria narrativa de José Cardoso Pires, considerado um dos mais importantes escritores do século XX. A acompanhar a beleza do texto, Henrique Cayatte oferece-nos a beleza das ilustrações.
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 32
Sinopse:
Lídia Jorge e David Sutton convidam-nos a conhecer as aventuras de uma burra chamada Isabel. Neste livro encontramos um almocreve, uma boda de casamento, uma burrinha teimosa, e muitas outras surpresas. Um livro em português e em inglês para todos lerem e relerem.
Nº Páginas: 32
Sinopse:
Lídia Jorge e David Sutton convidam-nos a conhecer as aventuras de uma burra chamada Isabel. Neste livro encontramos um almocreve, uma boda de casamento, uma burrinha teimosa, e muitas outras surpresas. Um livro em português e em inglês para todos lerem e relerem.
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Edição: Nov 2018
Nº Páginas: 40
Sinopse:
Um dia, um homem dirigiu-se à porta do rei para pedir um barco, mas aquela era a porta das petições, e não foi recebido pelo rei. Depois de muita insistência e de a muitas portas bater pelos meandros da burocracia real lá conseguiu que o rei lhe desse, finalmente, o tão desejado barco. A mulher da limpeza do palácio real foi a única tripulação que arranjou e, depois de apetrechado e limpo o barco, dormiram essa noite no cais. Na manhã seguinte batizaram a embarcação e, pela hora do meio-dia, com a maré, a Ilha Desconhecida fez-se enfim ao mar, à procura de si mesma. Caligrafia da capa por ANTÓNIO MEGA FERREIRA
Nº Páginas: 40
Sinopse:
Um dia, um homem dirigiu-se à porta do rei para pedir um barco, mas aquela era a porta das petições, e não foi recebido pelo rei. Depois de muita insistência e de a muitas portas bater pelos meandros da burocracia real lá conseguiu que o rei lhe desse, finalmente, o tão desejado barco. A mulher da limpeza do palácio real foi a única tripulação que arranjou e, depois de apetrechado e limpo o barco, dormiram essa noite no cais. Na manhã seguinte batizaram a embarcação e, pela hora do meio-dia, com a maré, a Ilha Desconhecida fez-se enfim ao mar, à procura de si mesma. Caligrafia da capa por ANTÓNIO MEGA FERREIRA
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 64
Sinopse:
"Um homem foi bater à porta do rei e disse-lhe, Dá-me um barco." Situada num tempo e num espaço indeterminados, a história do homem que queria um barco para ir à procura da ilha desconhecida promete ser a história de todos os homens que lutam contra as convenções em busca dos seus sonhos e de si próprios. A Coleção Reino das Letras nasce da vontade de aliar a magia das melhores histórias de todos os tempos à leitura sempre renovada que delas podemos fazer. No Reino das Letras, o rei chama-se Sonho e a rainha Imaginação.
Nº Páginas: 64
Sinopse:
"Um homem foi bater à porta do rei e disse-lhe, Dá-me um barco." Situada num tempo e num espaço indeterminados, a história do homem que queria um barco para ir à procura da ilha desconhecida promete ser a história de todos os homens que lutam contra as convenções em busca dos seus sonhos e de si próprios. A Coleção Reino das Letras nasce da vontade de aliar a magia das melhores histórias de todos os tempos à leitura sempre renovada que delas podemos fazer. No Reino das Letras, o rei chama-se Sonho e a rainha Imaginação.
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Edição: Set 2014
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Com temas, cenários e personagens totalmente distintos, estes dez contos muito criativos formam, no seu conjunto, um painel multifacetado de um mundo terrível e maravilhoso, generoso e cruel, onde se cruzam vidas singulares, insignificantes, criativas, inúteis, bondosas e maléficas. Escritos num estilo informal, solto e com grande apelo visual, permitem ao leitor usufruir do texto quase como se assistisse a um filme ou ouvisse um relato oral. Neste livro de contos encontrará dez com os mais variados temas, escritos num estilo fluído e com marcado suspense, como que o relato oral de um personagem imaginário.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Com temas, cenários e personagens totalmente distintos, estes dez contos muito criativos formam, no seu conjunto, um painel multifacetado de um mundo terrível e maravilhoso, generoso e cruel, onde se cruzam vidas singulares, insignificantes, criativas, inúteis, bondosas e maléficas. Escritos num estilo informal, solto e com grande apelo visual, permitem ao leitor usufruir do texto quase como se assistisse a um filme ou ouvisse um relato oral. Neste livro de contos encontrará dez com os mais variados temas, escritos num estilo fluído e com marcado suspense, como que o relato oral de um personagem imaginário.
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Edição: Mai 2012
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Na Grécia e Roma antigas, os filósofos eram naturalmente considerados autoridades nos assuntos mais importantes da vida. Contudo, com o tempo, a ideia de encontrar sabedoria na Filosofia tornou-se excêntrica. Se entrar hoje numa universidade e pedir para estudar sabedoria, será delicada mas firmemente convidado a sair. "O Consolo da Filosofia" refuta a ideia de que a boa filosofia é irrelevante, e dá a conhecer seis importantes filósofos que estavam convencidos do poder do discernimento filosófico para resolver aspectos práticos das nossas vidas.Sócrates, Epicuro, Séneca, Montaigne, Schopenhauer e Nietzsche são chamados a resolver grandes problemas que podem afligir-nos a todos, como por exemplo a impopularidade, a falta de dinheiro, a frustração, a falta de amor e a timidez. Este livro é um guia de sabedoria - e prova a utilidade prática da Filosofia.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Na Grécia e Roma antigas, os filósofos eram naturalmente considerados autoridades nos assuntos mais importantes da vida. Contudo, com o tempo, a ideia de encontrar sabedoria na Filosofia tornou-se excêntrica. Se entrar hoje numa universidade e pedir para estudar sabedoria, será delicada mas firmemente convidado a sair. "O Consolo da Filosofia" refuta a ideia de que a boa filosofia é irrelevante, e dá a conhecer seis importantes filósofos que estavam convencidos do poder do discernimento filosófico para resolver aspectos práticos das nossas vidas.Sócrates, Epicuro, Séneca, Montaigne, Schopenhauer e Nietzsche são chamados a resolver grandes problemas que podem afligir-nos a todos, como por exemplo a impopularidade, a falta de dinheiro, a frustração, a falta de amor e a timidez. Este livro é um guia de sabedoria - e prova a utilidade prática da Filosofia.
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Edição: Fev 2017
Nº Páginas: 192
Sinopse:
"O" "Conquistador" é, sem reservas, um livro divertido, original, surpreendente e sobre si mesmo fechado como um teorema explosivo, melancólico e eufórico ao mesmo tempo. A subtil alternância de ritmos, o jogo entre a ironia e a seriedade dão uma densidade ao texto que transfigura em fábula e mito o que podia não ser mais do que "trouvaille". Afinal, entre o D. Sebastião liberto (e libertino) e o amoroso, é o último que sobe aos céus. (Eduardo Lourenço)
Nº Páginas: 192
Sinopse:
"O" "Conquistador" é, sem reservas, um livro divertido, original, surpreendente e sobre si mesmo fechado como um teorema explosivo, melancólico e eufórico ao mesmo tempo. A subtil alternância de ritmos, o jogo entre a ironia e a seriedade dão uma densidade ao texto que transfigura em fábula e mito o que podia não ser mais do que "trouvaille". Afinal, entre o D. Sebastião liberto (e libertino) e o amoroso, é o último que sobe aos céus. (Eduardo Lourenço)
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Edição: Jan 2017
Nº Páginas: 200
Sinopse:
"Alípio Severo Abranhos nasceu no ano de 1826, em Penafiel, no dia de Natal." Assim se iniciam as notas biográficas assinadas pelo seu fiel secretário, Z. Zagalo, que, pretendendo fazer um sentido elogio a este "português histórico", descreve o seu percurso de afirmação política alicerçado em bajulações calculadas, discursos ocos e um sem-fim de incompetências. Nesta história de um político do século XIX, Eça de Queiroz traça de forma caricatural o perfil dos políticos de todos os tempos e constrói uma notável obra de sátira e crítica social de grande atualidade. Redigido em 1879, "O Conde d’Abranhos" foi publicado apenas postumamente, em 1925, desde logo acompanhado pelo conto de intenção patriótica "A Catástrofe".
Nº Páginas: 200
Sinopse:
"Alípio Severo Abranhos nasceu no ano de 1826, em Penafiel, no dia de Natal." Assim se iniciam as notas biográficas assinadas pelo seu fiel secretário, Z. Zagalo, que, pretendendo fazer um sentido elogio a este "português histórico", descreve o seu percurso de afirmação política alicerçado em bajulações calculadas, discursos ocos e um sem-fim de incompetências. Nesta história de um político do século XIX, Eça de Queiroz traça de forma caricatural o perfil dos políticos de todos os tempos e constrói uma notável obra de sátira e crítica social de grande atualidade. Redigido em 1879, "O Conde d’Abranhos" foi publicado apenas postumamente, em 1925, desde logo acompanhado pelo conto de intenção patriótica "A Catástrofe".
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Edição: Jan 2011
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Em 1879, Eça redige de um fôlego "O Conde d'Abranhos", que apenas seria postumamente publicado e que constitui a sua mais contundente crítica romanceada da intriga política constitucional. (O editor chegou a propor que se publicasse sem indicação de autoria.) É o romance que mais diretamente corresponde à crítica institucional das primeiras Farpas: concentra de um modo particularmente sarcástico um conjunto de traços satíricos que, diversamente doseados, se distribuirão noutras obras por vários figurantes do carreirismo político ou burocrático. A. J. Saraiva e Óscar Lopes, in "História da Literatura Portuguesa", 17.ª ed., Porto Editora (adaptado)
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Em 1879, Eça redige de um fôlego "O Conde d'Abranhos", que apenas seria postumamente publicado e que constitui a sua mais contundente crítica romanceada da intriga política constitucional. (O editor chegou a propor que se publicasse sem indicação de autoria.) É o romance que mais diretamente corresponde à crítica institucional das primeiras Farpas: concentra de um modo particularmente sarcástico um conjunto de traços satíricos que, diversamente doseados, se distribuirão noutras obras por vários figurantes do carreirismo político ou burocrático. A. J. Saraiva e Óscar Lopes, in "História da Literatura Portuguesa", 17.ª ed., Porto Editora (adaptado)
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Durante doze anos Dom Januário Torgal Ferreira foi bispo das Forças Armadas e de Segurança. Desempenhou de tal modo, com tal rigor e elevação, estas difíceis funções que se tornou uma das mais populares e admiradas figuras da hierarquia católica portuguesa. O presente livro ¿ com o significativo título de O Concreto da Paz Só com Justiça ¿ é uma síntese perfeita do pensamento de Dom Januário. Ao lê-lo percebemos o que pode a Igreja Católica fazer, através da ação de um dos seus membros, pela paz e pela justiça no mundo. De tal modo que, ao ler este livro, todos nós, de qualquer religião ou mesmo não professando nenhuma, nos sentimos solidários com a sua mensagem.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Durante doze anos Dom Januário Torgal Ferreira foi bispo das Forças Armadas e de Segurança. Desempenhou de tal modo, com tal rigor e elevação, estas difíceis funções que se tornou uma das mais populares e admiradas figuras da hierarquia católica portuguesa. O presente livro ¿ com o significativo título de O Concreto da Paz Só com Justiça ¿ é uma síntese perfeita do pensamento de Dom Januário. Ao lê-lo percebemos o que pode a Igreja Católica fazer, através da ação de um dos seus membros, pela paz e pela justiça no mundo. De tal modo que, ao ler este livro, todos nós, de qualquer religião ou mesmo não professando nenhuma, nos sentimos solidários com a sua mensagem.
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Edição: Fev 2011
Nº Páginas: 136
Sinopse:
"A filosofia na alcova", de Marquês de Sade, é uma referência incontornável na história da literatura, quer enquanto ensaio sobre a condição feminina, a libertinagem, a sensualidade e a sexualidade, quer como inovador e arrojado exercício de escrita. Em "O complexo de Sagitário", Nuno Júdice homenageia de forma admirável a famosa obra do escritor francês. Um cativante diálogo entre o ensaio e o poético, usando os mesmos jogos de linguagem que Sade popularizou, torna este livro leitura obrigatória para os conhecedores e amantes da obra de Marquês de Sade e de Nuno Júdice.
Nº Páginas: 136
Sinopse:
"A filosofia na alcova", de Marquês de Sade, é uma referência incontornável na história da literatura, quer enquanto ensaio sobre a condição feminina, a libertinagem, a sensualidade e a sexualidade, quer como inovador e arrojado exercício de escrita. Em "O complexo de Sagitário", Nuno Júdice homenageia de forma admirável a famosa obra do escritor francês. Um cativante diálogo entre o ensaio e o poético, usando os mesmos jogos de linguagem que Sade popularizou, torna este livro leitura obrigatória para os conhecedores e amantes da obra de Marquês de Sade e de Nuno Júdice.
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Edição: Jun 2010
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Esta é a famosa confissão de Alexander Portnoy, impelido ao longo da vida por uma sexualidade insaciável, mas ao mesmo tempo refreado pela mão de ferro de uma infância inesquecível.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Esta é a famosa confissão de Alexander Portnoy, impelido ao longo da vida por uma sexualidade insaciável, mas ao mesmo tempo refreado pela mão de ferro de uma infância inesquecível.
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Edição: Jun 2014
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Em 1929, Nova Iorque é uma cidade vibrante mas cruel para com os mais fracos. O número de órfãos a viver nas ruas multiplica-se. Demasiado visíveis, estas crianças são um incómodo para o qual é encontrada uma solução radical. Em comboios que partem rumo ao interior dos Estados Unidos, os órfãos são amontoados e oferecidos a quem os quiser receber, os seus destinos entregues a desconhecidos, as suas vidas à mercê do acaso. Vivian teve em tempos um lar e uma família. Após o incêndio que matou os seus pais e a deixou só no mundo, ela passa a ser apenas mais uma entre as centenas de crianças forçadas a embarcar no "Comboio dos Órfãos". Décadas depois, Molly Ayer, uma jovem que não conhece outro sentimento que não a rejeição das famílias de acolhimento por onde passa, é acusada de roubar um livro. Ela sabe que, agora, ninguém a defenderá. Com aquele livro, morrem também os seus sonhos. O fio do destino vai ligar estas duas mulheres. Vivian e Molly são mais parecidas do que imaginam. E no dia em que Molly decide solucionar o grande enigma do passado de Vivian, sem o saber, vai encontrar a sua própria salvação. Um relato épico centrado numa realidade da História americana há muito esquecida…
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Em 1929, Nova Iorque é uma cidade vibrante mas cruel para com os mais fracos. O número de órfãos a viver nas ruas multiplica-se. Demasiado visíveis, estas crianças são um incómodo para o qual é encontrada uma solução radical. Em comboios que partem rumo ao interior dos Estados Unidos, os órfãos são amontoados e oferecidos a quem os quiser receber, os seus destinos entregues a desconhecidos, as suas vidas à mercê do acaso. Vivian teve em tempos um lar e uma família. Após o incêndio que matou os seus pais e a deixou só no mundo, ela passa a ser apenas mais uma entre as centenas de crianças forçadas a embarcar no "Comboio dos Órfãos". Décadas depois, Molly Ayer, uma jovem que não conhece outro sentimento que não a rejeição das famílias de acolhimento por onde passa, é acusada de roubar um livro. Ela sabe que, agora, ninguém a defenderá. Com aquele livro, morrem também os seus sonhos. O fio do destino vai ligar estas duas mulheres. Vivian e Molly são mais parecidas do que imaginam. E no dia em que Molly decide solucionar o grande enigma do passado de Vivian, sem o saber, vai encontrar a sua própria salvação. Um relato épico centrado numa realidade da História americana há muito esquecida…
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Edição: Set 2016
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Um livro que revela que nem todos os refugiados da Segunda Guerra Mundial se conseguiram salvar através de Portugal. A 7 de Novembro de 1940 partiu do Luxemburgo, país onde o nazismo tentou fabricar o primeiro país "livre de judeus", um comboio com 293 passageiros que tinha Portugal como destino. Mas ao contrário de outros comboios com judeus em fuga, não foi dada autorização na fronteira de Vilar Formoso para que entrasse no país. Os refugiados ficaram mais de uma semana fechados nas carruagens, numa atmosfera desumana, sujeitos a um frio intenso e alimentando-se do pouco que a população pobre da zona tinha para lhes oferecer: pão, café e, por vezes, sopa. Ao fim de cerca de dez dias, o impasse foi quebrado. Já com as negociações em curso para instalar os judeus no Luso, o governo de Salazar negou-lhes a entrada em Portugal, empurrando-os assim para uma morte mais do que provável. De regresso a França, estiveram ainda vários dias confinados ao comboio até os alemães decidirem interná-los em Mousserroles, perto de Baiona, num antigo campo de internamento. Libertados meses depois, alguns conseguiram partir para outras paragens e outros acabaram por ficar na França do regime de Vichy - destes, poucos sobreviveram aos campos de extermínio. Mas porque foram os refugiados impedidos de entrar em Portugal? Após a análise de documentos inéditos e de entrevistas a sobreviventes e seus familiares, as historiadoras Irene Flunser Pimentel e Margarida de Magalhães Ramalho explicam-nos as razões deste acontecimento histórico muito pouco conhecido que deixa cair por terra a ideia de que Portugal, na figura do seu chefe de Governo, António de Oliveira Salazar, acolhia todos os refugiados da Segunda Guerra Mundial. Num momento em que vivemos tempos conturbados e assistimos diariamente ao drama dos refugiados que procuram escapar à guerra e à morte, O Comboio do Luxemburgo é uma obra essencial para compreender o passado e o presente da Europa, fazendo-nos também reflectir sobre o pode acontecer caso os refugiados actuais não sejam acolhidos.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Um livro que revela que nem todos os refugiados da Segunda Guerra Mundial se conseguiram salvar através de Portugal. A 7 de Novembro de 1940 partiu do Luxemburgo, país onde o nazismo tentou fabricar o primeiro país "livre de judeus", um comboio com 293 passageiros que tinha Portugal como destino. Mas ao contrário de outros comboios com judeus em fuga, não foi dada autorização na fronteira de Vilar Formoso para que entrasse no país. Os refugiados ficaram mais de uma semana fechados nas carruagens, numa atmosfera desumana, sujeitos a um frio intenso e alimentando-se do pouco que a população pobre da zona tinha para lhes oferecer: pão, café e, por vezes, sopa. Ao fim de cerca de dez dias, o impasse foi quebrado. Já com as negociações em curso para instalar os judeus no Luso, o governo de Salazar negou-lhes a entrada em Portugal, empurrando-os assim para uma morte mais do que provável. De regresso a França, estiveram ainda vários dias confinados ao comboio até os alemães decidirem interná-los em Mousserroles, perto de Baiona, num antigo campo de internamento. Libertados meses depois, alguns conseguiram partir para outras paragens e outros acabaram por ficar na França do regime de Vichy - destes, poucos sobreviveram aos campos de extermínio. Mas porque foram os refugiados impedidos de entrar em Portugal? Após a análise de documentos inéditos e de entrevistas a sobreviventes e seus familiares, as historiadoras Irene Flunser Pimentel e Margarida de Magalhães Ramalho explicam-nos as razões deste acontecimento histórico muito pouco conhecido que deixa cair por terra a ideia de que Portugal, na figura do seu chefe de Governo, António de Oliveira Salazar, acolhia todos os refugiados da Segunda Guerra Mundial. Num momento em que vivemos tempos conturbados e assistimos diariamente ao drama dos refugiados que procuram escapar à guerra e à morte, O Comboio do Luxemburgo é uma obra essencial para compreender o passado e o presente da Europa, fazendo-nos também reflectir sobre o pode acontecer caso os refugiados actuais não sejam acolhidos.
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Edição: Jun 2020
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Nápoles, 1946 Amerigo, um menino de sete anos, deixa a vida que sempre conheceu em Nápoles e parte num comboio. Não sozinho, mas no meio de milhares de outras crianças do Sul de Itália que atravessam o país para passarem alguns meses com uma família do Norte, enquanto a sua terra natal se reconstrói do caos e da destruição. Com o espanto típico de uma criança de sete anos e a astúcia de um rapaz de rua, Amerigo mostra-nos uma Itália que renasce da guerra e conta-nos como, mesmo renunciando a tudo - até ao amor da própria mãe -, é nessa viagem que descobre o seu verdadeiro destino. Um romance apaixonante sobre uma pequena testemunha de uma Grande Guerra e da sua luta pela sobrevivência e pelo amor. O fenómeno italiano vendido para 25 países que irá derreter o seu coração.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Nápoles, 1946 Amerigo, um menino de sete anos, deixa a vida que sempre conheceu em Nápoles e parte num comboio. Não sozinho, mas no meio de milhares de outras crianças do Sul de Itália que atravessam o país para passarem alguns meses com uma família do Norte, enquanto a sua terra natal se reconstrói do caos e da destruição. Com o espanto típico de uma criança de sete anos e a astúcia de um rapaz de rua, Amerigo mostra-nos uma Itália que renasce da guerra e conta-nos como, mesmo renunciando a tudo - até ao amor da própria mãe -, é nessa viagem que descobre o seu verdadeiro destino. Um romance apaixonante sobre uma pequena testemunha de uma Grande Guerra e da sua luta pela sobrevivência e pelo amor. O fenómeno italiano vendido para 25 países que irá derreter o seu coração.
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Praga, 1939. Eva é atormentada por um segredo obscuro do seu passado. Quando os nazis invadem o país, esta jovem mãe sabe que a única forma de manter a filha segura é deixá-la partir, mesmo que isso signifique nunca mais a ver. Mas quando Eva é levada para um campo de concentração, o seu segredo corre o risco de ser exposto. Em Londres, Pamela não sente que a guerra possa ser uma ameaça. Decide voluntariar-se para ajudar a encontrar casas para as crianças judias que chegam de toda a Europa. Quando vê Miriam, uma criança que não tem uma família que a acolha, resolve levá-la para sua casa. É quando o seu filho se alista na RAF que Pamela percebe como facilmente o seu próprio mundo pode desabar.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Praga, 1939. Eva é atormentada por um segredo obscuro do seu passado. Quando os nazis invadem o país, esta jovem mãe sabe que a única forma de manter a filha segura é deixá-la partir, mesmo que isso signifique nunca mais a ver. Mas quando Eva é levada para um campo de concentração, o seu segredo corre o risco de ser exposto. Em Londres, Pamela não sente que a guerra possa ser uma ameaça. Decide voluntariar-se para ajudar a encontrar casas para as crianças judias que chegam de toda a Europa. Quando vê Miriam, uma criança que não tem uma família que a acolha, resolve levá-la para sua casa. É quando o seu filho se alista na RAF que Pamela percebe como facilmente o seu próprio mundo pode desabar.
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Edição: Jun 2019
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Em 1975, no Campeonato Mundial de Boxe de Pesos-Pesados disputado em Kinshasa, Zaire, Muhammad Ali encontrou-se com George Foreman no ringue. O génio de Foreman assentava no silêncio, na serenidade e na astúcia. Nunca tinha sido derrotado. As mãos eram o seu instrumento, e "ele mantinha-as dentro dos bolsos como um caçador guarda a sua espingarda no respetivo estojo de veludo". Juntos, os dois homens fizeram da história do boxe um encontro explosivo de duas mentes brilhantes, duas vontades de ferro e dois egos colossais.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Em 1975, no Campeonato Mundial de Boxe de Pesos-Pesados disputado em Kinshasa, Zaire, Muhammad Ali encontrou-se com George Foreman no ringue. O génio de Foreman assentava no silêncio, na serenidade e na astúcia. Nunca tinha sido derrotado. As mãos eram o seu instrumento, e "ele mantinha-as dentro dos bolsos como um caçador guarda a sua espingarda no respetivo estojo de veludo". Juntos, os dois homens fizeram da história do boxe um encontro explosivo de duas mentes brilhantes, duas vontades de ferro e dois egos colossais.
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Edição: Nov 2011
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Henry Miller dizia que "O Colosso de Maroussi" era o seu melhor livro. Seduzido pelas descrições da Grécia, Miller parte com o seu amigo Lawrence Durrell à descoberta do interior daquele país. Entre dias ao relento na praia, atropelados por rebanhos de ovelhas, noites em pensões decadentes mas carregadas de história, em aldeias com um único forno para toda a população, e peregrinações à Acrópole de Atenas, Miller descobriu na Grécia o sentido da civilização
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Henry Miller dizia que "O Colosso de Maroussi" era o seu melhor livro. Seduzido pelas descrições da Grécia, Miller parte com o seu amigo Lawrence Durrell à descoberta do interior daquele país. Entre dias ao relento na praia, atropelados por rebanhos de ovelhas, noites em pensões decadentes mas carregadas de história, em aldeias com um único forno para toda a população, e peregrinações à Acrópole de Atenas, Miller descobriu na Grécia o sentido da civilização
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Antiga aluna do Instituto de Odivelas, a autora revisita os seus anos juvenis e recria em O Colégio o lugar do fim da infância, da quebra dos laços familiares e da vida suspensa do internato disciplinador e austero. No seu estilo de escrita de breves textos, como em A Casa das Tias, mostra relances da vida num colégio interno no tempo da ditadura, onde filhas de militares mobilizados para a guerra em África vivem uma orfandade de circunstância e criam, na dor e no riso, amizades eternas.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Antiga aluna do Instituto de Odivelas, a autora revisita os seus anos juvenis e recria em O Colégio o lugar do fim da infância, da quebra dos laços familiares e da vida suspensa do internato disciplinador e austero. No seu estilo de escrita de breves textos, como em A Casa das Tias, mostra relances da vida num colégio interno no tempo da ditadura, onde filhas de militares mobilizados para a guerra em África vivem uma orfandade de circunstância e criam, na dor e no riso, amizades eternas.
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Edição: Set 2014
Nº Páginas: 232
Sinopse:
O quinto ano está em desarmonia. A Madalena, a maestrina da nova orquestra das Quatro Torres, anda a marcar os ensaios à hora dos treinos de ténis da Jacinta. E, como se isso não bastasse, começaram a desaparecer coisas a várias alunas. Conseguirão apanhar a ladra?Vêm aí tempos atribulados nas Quatro Torres!
Nº Páginas: 232
Sinopse:
O quinto ano está em desarmonia. A Madalena, a maestrina da nova orquestra das Quatro Torres, anda a marcar os ensaios à hora dos treinos de ténis da Jacinta. E, como se isso não bastasse, começaram a desaparecer coisas a várias alunas. Conseguirão apanhar a ladra?Vêm aí tempos atribulados nas Quatro Torres!
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 384
Sinopse:
O mercador de arte ao serviço do duque Cosimo De' Medici anda em busca de pinturas consideradas heréticas pela inquisição. Crimes diabólicos estão a ser perpetrados na cidade eterna durante o conclave. Quem se esconde por trás do pintor maldito conhecido como anónimo? Roma, maio, 1555. Raphael Dardo, agente secreto e mercador de arte ao serviço de Cosimo de’ Medici, recebe uma missão: apropriar-se de obras de arte que a Inquisição considerou heréticas, antes que estas sejam destruídas. É isso que o traz a Roma, nos dias em que a Cidade Eterna aguarda ansiosamente a eleição de um novo papa. Ao regressar de uma das suas rondas em busca de pinturas, Raphael assiste a uma cena macabra: o corpo sem vida de uma jovem está a ser retirado do rio Tibre. O seu rosto, de uma enorme beleza, é bem conhecido na cidade, porque a rapariga posara como modelo para vários pintores famosos. O Santo Ofício está convencido de que a pessoa responsável por este assassinato é um artista misterioso e insociável, cujas pinturas são tidas como obra do diabo. Ninguém lhe conhece o rosto, mas toda a gente o trata por o Anónimo. Por entre mosteiros e bordéis, tabernas e labirintos subterrâneos, Raphael Dardo começa a seguir o rasto do pintor maldito, conhecendo pelo meio mulheres diabólicas, artistas loucos, colecionadores extravagantes e hereges satânicos. Mas rapidamente se vê emaranhado em algo bem mais perigoso do que previa. Quem é o Anónimo? E por que motivo todos o perseguem? "O Colecionador de Quadros Perdidos" é uma narrativa viciante, repleta de ação e mistério. Conta com mais de 150.000 exemplares vendidos em Itália.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
O mercador de arte ao serviço do duque Cosimo De' Medici anda em busca de pinturas consideradas heréticas pela inquisição. Crimes diabólicos estão a ser perpetrados na cidade eterna durante o conclave. Quem se esconde por trás do pintor maldito conhecido como anónimo? Roma, maio, 1555. Raphael Dardo, agente secreto e mercador de arte ao serviço de Cosimo de’ Medici, recebe uma missão: apropriar-se de obras de arte que a Inquisição considerou heréticas, antes que estas sejam destruídas. É isso que o traz a Roma, nos dias em que a Cidade Eterna aguarda ansiosamente a eleição de um novo papa. Ao regressar de uma das suas rondas em busca de pinturas, Raphael assiste a uma cena macabra: o corpo sem vida de uma jovem está a ser retirado do rio Tibre. O seu rosto, de uma enorme beleza, é bem conhecido na cidade, porque a rapariga posara como modelo para vários pintores famosos. O Santo Ofício está convencido de que a pessoa responsável por este assassinato é um artista misterioso e insociável, cujas pinturas são tidas como obra do diabo. Ninguém lhe conhece o rosto, mas toda a gente o trata por o Anónimo. Por entre mosteiros e bordéis, tabernas e labirintos subterrâneos, Raphael Dardo começa a seguir o rasto do pintor maldito, conhecendo pelo meio mulheres diabólicas, artistas loucos, colecionadores extravagantes e hereges satânicos. Mas rapidamente se vê emaranhado em algo bem mais perigoso do que previa. Quem é o Anónimo? E por que motivo todos o perseguem? "O Colecionador de Quadros Perdidos" é uma narrativa viciante, repleta de ação e mistério. Conta com mais de 150.000 exemplares vendidos em Itália.
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Edição: Fev 2019
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Em Moscovo, na Praça Vermelha, é descoberto um cadáver, numa das manhãs mais frias de que Vera, uma vagabunda que deambula pela zona, tem memória. Do outro lado da cidade, uma brilhante e obstinada recém-formada estudante de Direito, Masha Karavai, de 22 anos, está obcecada em descobrir o assassino do pai. Inicia um estágio na esquadra da polícia da Petrovka, a sede da Diretoria Central da Polícia. Masha investiga uma série de assassinatos enigmáticos e grotescos que, aparentemente, não têm relação entre si. Mas quando descobre uma ligação entre as vítimas e o mundo simbólico da ortodoxia russa medieval, ela e o seu chefe, Andrey, começam a investigar os crimes com maior profundidade. Masha recorre à ajuda de um amigo de infância, Innokenty, um historiador e negociante de antiguidades, que lhe revela uma planta antiga de Moscovo e a potencial relação desta com a lendária cidade sagrada no céu, Nova Jerusalém, descrita minuciosamente no livro do Apocalipse. Ao examinarem a cena dos crimes e os métodos medievais de execução utilizados, aproximam-se da teia que liga os misteriosos assassínios. Mas o implacável serial killer inicia um jogo com Masha que coloca em perigo a sua vida e as daqueles que lhe são próximos. Masha e Andrey, enfrentarão, cara a cara, um assassino frio, de uma inteligência pouco comum, obcecado pelo simbolismo medieval, que pune publicamente as suas vítimas através das formas mais cruéis, para que a sua mensagem a todos os pecadores seja tão clara e marcante quanto possível.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Em Moscovo, na Praça Vermelha, é descoberto um cadáver, numa das manhãs mais frias de que Vera, uma vagabunda que deambula pela zona, tem memória. Do outro lado da cidade, uma brilhante e obstinada recém-formada estudante de Direito, Masha Karavai, de 22 anos, está obcecada em descobrir o assassino do pai. Inicia um estágio na esquadra da polícia da Petrovka, a sede da Diretoria Central da Polícia. Masha investiga uma série de assassinatos enigmáticos e grotescos que, aparentemente, não têm relação entre si. Mas quando descobre uma ligação entre as vítimas e o mundo simbólico da ortodoxia russa medieval, ela e o seu chefe, Andrey, começam a investigar os crimes com maior profundidade. Masha recorre à ajuda de um amigo de infância, Innokenty, um historiador e negociante de antiguidades, que lhe revela uma planta antiga de Moscovo e a potencial relação desta com a lendária cidade sagrada no céu, Nova Jerusalém, descrita minuciosamente no livro do Apocalipse. Ao examinarem a cena dos crimes e os métodos medievais de execução utilizados, aproximam-se da teia que liga os misteriosos assassínios. Mas o implacável serial killer inicia um jogo com Masha que coloca em perigo a sua vida e as daqueles que lhe são próximos. Masha e Andrey, enfrentarão, cara a cara, um assassino frio, de uma inteligência pouco comum, obcecado pelo simbolismo medieval, que pune publicamente as suas vítimas através das formas mais cruéis, para que a sua mensagem a todos os pecadores seja tão clara e marcante quanto possível.
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Edição: Mar 2013
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Jaime Ramos, o investigador protagonista dos livros de Francisco José Viegas, vê-se a braços com duas investigações paralelas: a do assassínio de dois imigrantes russos (antigos militares soviéticos), cujos corpos são encontrados no interior de um carro semicarbonizado, nos arredores do Porto - e o desaparecimento de uma jovem de vinte anos, oriunda de uma família tradicional do Minho. Se uma das investigações o transporta às suas memórias de militante comunista e a uma velha paixão pela literatura russa, a outra leva-o a um mundo onde coabitam velhas famílias do Minho ou do Porto, sexo, marijuana, espionagem a políticos, venda de armas, negócios em Angola e as "memórias" de um país que vive entre ruínas (as do império e as das fortunas recentes e antigas), corrupção e luta pelo poder - e que guarda os seus loucos no armário, para não parecer mal.Com capítulos perdidos nos quatro cantos do mundo (entre Portugal, Rússia, Angola, Brasil ou Cabo Verde) "O Colecionador de Erva" funciona como uma montagem cinematográéca sem princípio, meio ou fim - onde vários crimes são cometidos sem nexo aparente, onde personagens aparecem e desaparecem sem justiécação, e onde a solução nunca está à vista senão apelando à nossa imaginação, como num "road movie".
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Jaime Ramos, o investigador protagonista dos livros de Francisco José Viegas, vê-se a braços com duas investigações paralelas: a do assassínio de dois imigrantes russos (antigos militares soviéticos), cujos corpos são encontrados no interior de um carro semicarbonizado, nos arredores do Porto - e o desaparecimento de uma jovem de vinte anos, oriunda de uma família tradicional do Minho. Se uma das investigações o transporta às suas memórias de militante comunista e a uma velha paixão pela literatura russa, a outra leva-o a um mundo onde coabitam velhas famílias do Minho ou do Porto, sexo, marijuana, espionagem a políticos, venda de armas, negócios em Angola e as "memórias" de um país que vive entre ruínas (as do império e as das fortunas recentes e antigas), corrupção e luta pelo poder - e que guarda os seus loucos no armário, para não parecer mal.Com capítulos perdidos nos quatro cantos do mundo (entre Portugal, Rússia, Angola, Brasil ou Cabo Verde) "O Colecionador de Erva" funciona como uma montagem cinematográéca sem princípio, meio ou fim - onde vários crimes são cometidos sem nexo aparente, onde personagens aparecem e desaparecem sem justiécação, e onde a solução nunca está à vista senão apelando à nossa imaginação, como num "road movie".
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Edição: Nov 2015
Nº Páginas: 32
Sinopse:
E se houver um livro mágico para adormecer as crianças? O livro existe, foi escrito por um psicólogo sueco, e tornou-se um sucesso planetário da noite para o dia. Carl-Johan Forssén Ehrlin recorreu a todos os seus conhecimentos de psicologia para criar uma história cujo objetivo é ajudar os pais a adormecerem os seus filhos - com uma simples leitura. Nasceu assim o Coelho Rogério, que está sempre muito cansado, mas não consegue adormecer. Vai viver então uma série de encontros, com a Mamã Coelho ou com o Caracol Dorminhoco, que lhe dão conselhos sábios. Até que o Tio Bocejo, com uns pós de perlimpimpim, o torna tão ensonado, tão ensonado, que ele acaba por, finalmente, adormecer. A história é narrada utilizando técnicas psicológicas sofisticadas e com instruções muito específicas de leitura para os pais. O resultado é um livro que atua ao nível do inconsciente e que acaba por garantir um sono descansado, seja uma simples sesta, seja ao deitar à noite. O Coelho Que Queria Dormir tornou-se no mais inesperado sucesso internacional do ano, com milhares de pais, das mais diferentes nacionalidades, a gabarem a espantosa eficácia do livro. Publicado inicialmente numa modesta edição de autor, chegou rapidamente ao primeiro lugar de vendas da Amazon.
Nº Páginas: 32
Sinopse:
E se houver um livro mágico para adormecer as crianças? O livro existe, foi escrito por um psicólogo sueco, e tornou-se um sucesso planetário da noite para o dia. Carl-Johan Forssén Ehrlin recorreu a todos os seus conhecimentos de psicologia para criar uma história cujo objetivo é ajudar os pais a adormecerem os seus filhos - com uma simples leitura. Nasceu assim o Coelho Rogério, que está sempre muito cansado, mas não consegue adormecer. Vai viver então uma série de encontros, com a Mamã Coelho ou com o Caracol Dorminhoco, que lhe dão conselhos sábios. Até que o Tio Bocejo, com uns pós de perlimpimpim, o torna tão ensonado, tão ensonado, que ele acaba por, finalmente, adormecer. A história é narrada utilizando técnicas psicológicas sofisticadas e com instruções muito específicas de leitura para os pais. O resultado é um livro que atua ao nível do inconsciente e que acaba por garantir um sono descansado, seja uma simples sesta, seja ao deitar à noite. O Coelho Que Queria Dormir tornou-se no mais inesperado sucesso internacional do ano, com milhares de pais, das mais diferentes nacionalidades, a gabarem a espantosa eficácia do livro. Publicado inicialmente numa modesta edição de autor, chegou rapidamente ao primeiro lugar de vendas da Amazon.
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