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Edição: Fev 2022
Nº Páginas: 112
Sinopse:
"Hoje encontramo-nos na transição da era das coisas para a era das não-coisas. Não são as coisas, mas as informações que determinam o mundo em que vivemos." Para o filósofo germano-coreano, o mundo esvazia-se de coisas e enche-se de informação tão inquietante como vozes que não podemos atribuir a um corpo. Os meios digitais substituem a memória, sem violência, como se isso fosse natural ou até inevitável. A informação simplifica os acontecimentos e alimenta-se da surpresa, para logo se desatualizar. Como caçadores de informação, vamo-nos alheando das coisas discretas, habituais, que nos ligam ao ser. Byung-Chul Han desenvolve assim uma filosofia do smartphone e uma crítica à inteligência artificial, a partir de uma perspetiva inovadora
Nº Páginas: 112
Sinopse:
"Hoje encontramo-nos na transição da era das coisas para a era das não-coisas. Não são as coisas, mas as informações que determinam o mundo em que vivemos." Para o filósofo germano-coreano, o mundo esvazia-se de coisas e enche-se de informação tão inquietante como vozes que não podemos atribuir a um corpo. Os meios digitais substituem a memória, sem violência, como se isso fosse natural ou até inevitável. A informação simplifica os acontecimentos e alimenta-se da surpresa, para logo se desatualizar. Como caçadores de informação, vamo-nos alheando das coisas discretas, habituais, que nos ligam ao ser. Byung-Chul Han desenvolve assim uma filosofia do smartphone e uma crítica à inteligência artificial, a partir de uma perspetiva inovadora
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Edição: Fev 2022
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Em "Sexta-Feira É o Novo Sábado", Pedro Gomes demonstra que uma semana de trabalho de quatro dias traria uma poderosa revitalização económica para benefício de toda a sociedade. Esta ideia poderá parecer tão surpreendente e rebuscada como no século XVIII terá parecido a introdução do domingo como dia de descanso, mas Pedro Gomes mostra com grande agilidade intelectual como esta medida estimulará a procura, a produtividade, a inovação e os salários, reduzindo ao mesmo tempo o desemprego e os movimentos populistas. Segundo Gomes, a introdução da semana de trabalho de quatro dias seria facilitada pela pandemia, que já veio alterar os nossos hábitos de trabalho, e entre quatro a seis anos seria suficiente para o Estado e o tecido empresarial e familiar se adaptarem. Baseando os seus argumentos num eclético leque de teorias económicas, factos históricos e dados, os raciocínios são expostos com clareza e simplicidade. Os argumentos advêm tanto da esquerda como da direita do espectro político, reunindo o que uma sociedade polarizada tem como denominador comum.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Em "Sexta-Feira É o Novo Sábado", Pedro Gomes demonstra que uma semana de trabalho de quatro dias traria uma poderosa revitalização económica para benefício de toda a sociedade. Esta ideia poderá parecer tão surpreendente e rebuscada como no século XVIII terá parecido a introdução do domingo como dia de descanso, mas Pedro Gomes mostra com grande agilidade intelectual como esta medida estimulará a procura, a produtividade, a inovação e os salários, reduzindo ao mesmo tempo o desemprego e os movimentos populistas. Segundo Gomes, a introdução da semana de trabalho de quatro dias seria facilitada pela pandemia, que já veio alterar os nossos hábitos de trabalho, e entre quatro a seis anos seria suficiente para o Estado e o tecido empresarial e familiar se adaptarem. Baseando os seus argumentos num eclético leque de teorias económicas, factos históricos e dados, os raciocínios são expostos com clareza e simplicidade. Os argumentos advêm tanto da esquerda como da direita do espectro político, reunindo o que uma sociedade polarizada tem como denominador comum.
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Edição: Mar 2021
Nº Páginas: 222
Sinopse:
O mundo laboral ainda guarda muitos preconceitos de género. As mulheres têm menores probabilidades de serem reconhecidas pelo seu trabalho, tendem a receber salários mais baixos e é menos provável serem promovidas, sobretudo, para cargos relevantes ou de liderança, em comparação com os seus colegas homens. Os preconceitos inconscientes e as assunções negativas estão contra si. Como mulher, como pode quebrar barreiras e retirar maior proveito da sua carreira? O "Guia HBR - As Mulheres e o Trabalho" vai ajudá-la a identificar e ultrapassar os fatores que a estão a retrair.
Nº Páginas: 222
Sinopse:
O mundo laboral ainda guarda muitos preconceitos de género. As mulheres têm menores probabilidades de serem reconhecidas pelo seu trabalho, tendem a receber salários mais baixos e é menos provável serem promovidas, sobretudo, para cargos relevantes ou de liderança, em comparação com os seus colegas homens. Os preconceitos inconscientes e as assunções negativas estão contra si. Como mulher, como pode quebrar barreiras e retirar maior proveito da sua carreira? O "Guia HBR - As Mulheres e o Trabalho" vai ajudá-la a identificar e ultrapassar os fatores que a estão a retrair.
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Edição: Set 2020
Nº Páginas: 392
Sinopse:
Imagine um mundo onde os telemóveis são demasiado grandes para as suas mãos. Onde os médicos prescrevem medicamentos errados para o seu corpo. Onde, num acidente de automóvel, tem mais 47% de probabilidade de sofrer ferimentos graves. Onde, em cada semana, as suas incontáveis horas de trabalho não são reconhecidas nem valorizadas. Se isto lhe parece familiar, há grandes hipóteses de ser uma mulher. "Mulheres Invisíveis" mostra-nos como um mundo largamente construído por e para homens ignora sistematicamente metade da população. Estas páginas expõem o preconceito de género que está na raiz da discriminação que afeta diariamente a vida das mulheres.
Nº Páginas: 392
Sinopse:
Imagine um mundo onde os telemóveis são demasiado grandes para as suas mãos. Onde os médicos prescrevem medicamentos errados para o seu corpo. Onde, num acidente de automóvel, tem mais 47% de probabilidade de sofrer ferimentos graves. Onde, em cada semana, as suas incontáveis horas de trabalho não são reconhecidas nem valorizadas. Se isto lhe parece familiar, há grandes hipóteses de ser uma mulher. "Mulheres Invisíveis" mostra-nos como um mundo largamente construído por e para homens ignora sistematicamente metade da população. Estas páginas expõem o preconceito de género que está na raiz da discriminação que afeta diariamente a vida das mulheres.
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Edição: Abr 2000
Nº Páginas: 192
Sinopse:
«Saber mais coisas é ver mais coisas, sentir melhor, intuir melhor. É juntar à linearidade dos factos as dúzias de facetas que realmente lhes pertencem, olhar em muitos planos e na intersecção de muitos fios, com a riqueza composta que têm os olhos incríveis da mosca. Ou é preciso que o camarão minúsculo de que se alimentam as baleias seja uma interessante perspectiva no respeitante à confecção do creme de marisco para que a Antárctida se torne fascinante? Todos sabíamos como era magnífica a fermentação das uvas muito antes de se falar em biotecnologia. Estas histórias são radicalmente deslumbradas.»
Nº Páginas: 192
Sinopse:
«Saber mais coisas é ver mais coisas, sentir melhor, intuir melhor. É juntar à linearidade dos factos as dúzias de facetas que realmente lhes pertencem, olhar em muitos planos e na intersecção de muitos fios, com a riqueza composta que têm os olhos incríveis da mosca. Ou é preciso que o camarão minúsculo de que se alimentam as baleias seja uma interessante perspectiva no respeitante à confecção do creme de marisco para que a Antárctida se torne fascinante? Todos sabíamos como era magnífica a fermentação das uvas muito antes de se falar em biotecnologia. Estas histórias são radicalmente deslumbradas.»
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Edição: Abr 1997
Nº Páginas: 262
Sinopse:
«Apenas dois animais entraram no lar humano noutra qualidade que não a de prisioneiros, e foram domesticados por outros meios que não a servidão forçada: são eles o cão e o gato. Ambos partilham duas características, a saber, ambos pertencem à ordem dos carnívoros e ambos servem o homem na sua qualidade de caçadores. Em tudo o resto, e antes de mais na forma como se associam ao homem, eles são tão diferentes um do outro como a noite do dia. Não há animal doméstico que tenha alterado tão radicalmente todo o seu modo de vida, até mesmo toda a sua esfera de interesses, que se tenha tornado doméstico duma forma tão genuína como o cão; e não há animal que, no decurso da sua associação secular com o homem, tenha mudado tão pouco como o gato.»
Nº Páginas: 262
Sinopse:
«Apenas dois animais entraram no lar humano noutra qualidade que não a de prisioneiros, e foram domesticados por outros meios que não a servidão forçada: são eles o cão e o gato. Ambos partilham duas características, a saber, ambos pertencem à ordem dos carnívoros e ambos servem o homem na sua qualidade de caçadores. Em tudo o resto, e antes de mais na forma como se associam ao homem, eles são tão diferentes um do outro como a noite do dia. Não há animal doméstico que tenha alterado tão radicalmente todo o seu modo de vida, até mesmo toda a sua esfera de interesses, que se tenha tornado doméstico duma forma tão genuína como o cão; e não há animal que, no decurso da sua associação secular com o homem, tenha mudado tão pouco como o gato.»
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Edição: Jan 2007
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Sobre os Sonhos é a versão mais concisa, sem com isso perder o rigor, que Sigmund Freud fez da sua melhor obra (palavras do autor), A Interpretação dos Sonhos. Com este livro, Freud pretendeu dar ao público uma edição excepcionalmente clara da sua teoria dos sonhos, oferecendo aos leitores uma explicação de como funcionam e de qual é o papel que neles têm o desejo, os mecanismos de censura e o recalcamento. Também os sonhos das crianças, com a criatividade que lhes é inerente, são analisados neste Sobre os Sonhos, permitindo-nos reconhecer estruturas mentais que levamos para a idade adulta. Aqui, irá encontrar tudo aquilo que precisa de saber sobre como analisar os sonhos e as formas como estes transfiguram coisas e pessoas para que possa ter consciência dos desejos reprimidos e conseguir perceber melhor a sua mente. E, como não poderia deixar de ser, Freud não deixa de fora a sexualidade, realçando o erotismo que palpita nos nossos sonhos, nem a delicada arte de interpretar os símbolos oníricos.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Sobre os Sonhos é a versão mais concisa, sem com isso perder o rigor, que Sigmund Freud fez da sua melhor obra (palavras do autor), A Interpretação dos Sonhos. Com este livro, Freud pretendeu dar ao público uma edição excepcionalmente clara da sua teoria dos sonhos, oferecendo aos leitores uma explicação de como funcionam e de qual é o papel que neles têm o desejo, os mecanismos de censura e o recalcamento. Também os sonhos das crianças, com a criatividade que lhes é inerente, são analisados neste Sobre os Sonhos, permitindo-nos reconhecer estruturas mentais que levamos para a idade adulta. Aqui, irá encontrar tudo aquilo que precisa de saber sobre como analisar os sonhos e as formas como estes transfiguram coisas e pessoas para que possa ter consciência dos desejos reprimidos e conseguir perceber melhor a sua mente. E, como não poderia deixar de ser, Freud não deixa de fora a sexualidade, realçando o erotismo que palpita nos nossos sonhos, nem a delicada arte de interpretar os símbolos oníricos.
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Edição: Jun 2011
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"O Olhar da Mente" (The Mind's Eye), de Oliver Sacks, explora a capacidade humana de adaptação através de relatos de pessoas que perderam funções visuais ou cognitivas essenciais, como a leitura, o reconhecimento de rostos ou a visão tridimensional. Sacks analisa como pacientes com lesões cerebrais reimaginam o mundo.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"O Olhar da Mente" (The Mind's Eye), de Oliver Sacks, explora a capacidade humana de adaptação através de relatos de pessoas que perderam funções visuais ou cognitivas essenciais, como a leitura, o reconhecimento de rostos ou a visão tridimensional. Sacks analisa como pacientes com lesões cerebrais reimaginam o mundo.
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Edição: Abr 2000
Nº Páginas: 344
Sinopse:
"Textos e Canções", de José Afonso (disponível em edições como a da Assírio & Alvim), é uma obra fundamental que reúne a totalidade do repertório cantado e textos poéticos do autor, organizado com notas de J. H. Santos Barros. A obra divide-se entre letras de canções (poesia para música) e textos escritos para leitura, evidenciando o lirismo, a métrica e o trabalho poético de "Zeca" para além da sua vertente política.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
"Textos e Canções", de José Afonso (disponível em edições como a da Assírio & Alvim), é uma obra fundamental que reúne a totalidade do repertório cantado e textos poéticos do autor, organizado com notas de J. H. Santos Barros. A obra divide-se entre letras de canções (poesia para música) e textos escritos para leitura, evidenciando o lirismo, a métrica e o trabalho poético de "Zeca" para além da sua vertente política.
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Edição: Jul 2000
Nº Páginas: 354
Sinopse:
"Memória de Lisboa", publicado postumamente, é um álbum que combina textos de António Gedeão (pseudónimo de Rómulo de Carvalho) com fotografias da cidade, retratando uma Lisboa dos anos 70 e 80 através de uma perspetiva histórica, erudita e nostálgica. A obra foca-se em monumentos e locais emblemáticos, unindo a descrição física à vivência pessoal.
Nº Páginas: 354
Sinopse:
"Memória de Lisboa", publicado postumamente, é um álbum que combina textos de António Gedeão (pseudónimo de Rómulo de Carvalho) com fotografias da cidade, retratando uma Lisboa dos anos 70 e 80 através de uma perspetiva histórica, erudita e nostálgica. A obra foca-se em monumentos e locais emblemáticos, unindo a descrição física à vivência pessoal.
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Edição: Abr 1998
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Em 1992, Álvaro Siza Vieira recebeu o prémio de arquitectura Pritzker pelos seus quase 40 anos de trabalho efectuado à margem das grandes correntes da moda e, com frequência, em condições de construção pouco adequadas. A arquitectura de Siza é, por vezes, caracterizada como «regional», devido ao seu inconfundível espírito nortenho, ao modo como se relaciona com as pessoas e com os trabalhos, apesar do crescente reconhecimento e procura internacionais. Contudo, para Siza Vieira, «regional» não é sinónimo de acomodação ou estilo, mas de percepção da paisagem que lhe adestra a sobriedade, o despojamento, as rupturas rigorosas, adquirindo por tudo isso uma abstracção própria. O percurso de Siza enquanto arquitecto, é aqui detalhadamente descrito. Começou por construir moradias no Porto e no Norte de Portugal às quais se seguiram numerosos projectos na Alemanha, Holanda, Suíça e Espanha. O edifício da Faculdade de Arquitectura do Porto, teve para ele um significado muito especial: nessa escola foi aluno de Fernando Távora, aí foi constituído o círculo de arquitectos a que chamamos hoje «Escola do Porto» e aí se tornou professor. Em 1988, foi-lhe confiada a reconstrução do Chiado, uma distinção máxima. A capital, com uma escola de arquitectura própria, elegera o «arquitecto do Porto». Brigitte Fleck é licenciada em Engenharia e Arquitectura. Participou muitos anos no planeamento urbanístico de Berlim, tendo publicado numerosos trabalhos sobre esse tema. Conhecedora desde longa data dos trabalhos de Siza, incentivou a sua participação nos concursos internacionais de construção de Berlim.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Em 1992, Álvaro Siza Vieira recebeu o prémio de arquitectura Pritzker pelos seus quase 40 anos de trabalho efectuado à margem das grandes correntes da moda e, com frequência, em condições de construção pouco adequadas. A arquitectura de Siza é, por vezes, caracterizada como «regional», devido ao seu inconfundível espírito nortenho, ao modo como se relaciona com as pessoas e com os trabalhos, apesar do crescente reconhecimento e procura internacionais. Contudo, para Siza Vieira, «regional» não é sinónimo de acomodação ou estilo, mas de percepção da paisagem que lhe adestra a sobriedade, o despojamento, as rupturas rigorosas, adquirindo por tudo isso uma abstracção própria. O percurso de Siza enquanto arquitecto, é aqui detalhadamente descrito. Começou por construir moradias no Porto e no Norte de Portugal às quais se seguiram numerosos projectos na Alemanha, Holanda, Suíça e Espanha. O edifício da Faculdade de Arquitectura do Porto, teve para ele um significado muito especial: nessa escola foi aluno de Fernando Távora, aí foi constituído o círculo de arquitectos a que chamamos hoje «Escola do Porto» e aí se tornou professor. Em 1988, foi-lhe confiada a reconstrução do Chiado, uma distinção máxima. A capital, com uma escola de arquitectura própria, elegera o «arquitecto do Porto». Brigitte Fleck é licenciada em Engenharia e Arquitectura. Participou muitos anos no planeamento urbanístico de Berlim, tendo publicado numerosos trabalhos sobre esse tema. Conhecedora desde longa data dos trabalhos de Siza, incentivou a sua participação nos concursos internacionais de construção de Berlim.
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Edição: Abr 1996
Nº Páginas: 319
Sinopse:
Recorrendo a abundantes exemplos, este livro apresenta fundamentos, técnicas e noções práticas sobre o modo de redigir e apresentar trabalhos científicos. Nele encontrará tratados: • Estrutura e estilo de um trabalho científico • Pesquisa bibliográfica • Citação de bibliografia • Referências bibliográficas de documentos clássicos e obtidos por meios electrónicos (Internet) • Publicação de trabalhos • Ética em investigação • Uso de computadores na redacção de trabalhos • Noções práticas sobre a redacção de: • Relatório de investigação • Artigo científico original • Artigo de revisão • Teses de mestrado e de doutoramento • Relatório de actividades • Curriculum vitae • Apresentação oral de trabalhos. Preferencialmente dirigido à área médica e das ciências da Saúde, o livro pode ser facilmente usado por profissionais e estudantes de outras áreas científicas e técnicas, dada a explicação detalhada de conceitos, a permanente exemplificação e a linguagem simples com que os assuntos são abordados.
Nº Páginas: 319
Sinopse:
Recorrendo a abundantes exemplos, este livro apresenta fundamentos, técnicas e noções práticas sobre o modo de redigir e apresentar trabalhos científicos. Nele encontrará tratados: • Estrutura e estilo de um trabalho científico • Pesquisa bibliográfica • Citação de bibliografia • Referências bibliográficas de documentos clássicos e obtidos por meios electrónicos (Internet) • Publicação de trabalhos • Ética em investigação • Uso de computadores na redacção de trabalhos • Noções práticas sobre a redacção de: • Relatório de investigação • Artigo científico original • Artigo de revisão • Teses de mestrado e de doutoramento • Relatório de actividades • Curriculum vitae • Apresentação oral de trabalhos. Preferencialmente dirigido à área médica e das ciências da Saúde, o livro pode ser facilmente usado por profissionais e estudantes de outras áreas científicas e técnicas, dada a explicação detalhada de conceitos, a permanente exemplificação e a linguagem simples com que os assuntos são abordados.
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Edição: Jan 2011
Nº Páginas: 420
Sinopse:
Quando o Beagle - um bergantim de dez canhões comandado pelo capitão FitzRoy - partiu de Davenport no dia 27 de Dezembro de 1831, Charles Darwin tinha vinte e dois anos e iniciava a viagem da sua vida. A expedição, entre o científico e o colonial, estava prevista para dois anos. Darwin odiava o mar, "odiava cada uma das ondas", como escreveu em carta, mas tornou-se um observador apaixonado e um naturalista atento. O seu diário revela pacientes observações de geologia e história natural, bem como de pessoas, lugares e acontecimentos, de Cabo Verde aos vulcões das Ilhas Galápagos, das aranhas da Patagónia aos recifes de coral da Australásia. As investigações feitas ao longo desta viagem, que acabaria por durar cinco anos, deram mais tarde origem a um dos livros mais controversos da época vitoriana, "A Origem das Espécies", uma obra fundadora do pensamento científico contemporâneo, com a sua teoria da evolução através da selecção natural. "A Viagem do Beagle" foi elaborada a partir dos diários de Darwin. É agora publicada pela primeira vez em Portugal dois séculos após o nascimento do seu autor, sendo um dos melhores livros de aventuras alguma vez escrito e a narrativa de uma viagem científica que mudou o nosso modo de ver o mundo.
Nº Páginas: 420
Sinopse:
Quando o Beagle - um bergantim de dez canhões comandado pelo capitão FitzRoy - partiu de Davenport no dia 27 de Dezembro de 1831, Charles Darwin tinha vinte e dois anos e iniciava a viagem da sua vida. A expedição, entre o científico e o colonial, estava prevista para dois anos. Darwin odiava o mar, "odiava cada uma das ondas", como escreveu em carta, mas tornou-se um observador apaixonado e um naturalista atento. O seu diário revela pacientes observações de geologia e história natural, bem como de pessoas, lugares e acontecimentos, de Cabo Verde aos vulcões das Ilhas Galápagos, das aranhas da Patagónia aos recifes de coral da Australásia. As investigações feitas ao longo desta viagem, que acabaria por durar cinco anos, deram mais tarde origem a um dos livros mais controversos da época vitoriana, "A Origem das Espécies", uma obra fundadora do pensamento científico contemporâneo, com a sua teoria da evolução através da selecção natural. "A Viagem do Beagle" foi elaborada a partir dos diários de Darwin. É agora publicada pela primeira vez em Portugal dois séculos após o nascimento do seu autor, sendo um dos melhores livros de aventuras alguma vez escrito e a narrativa de uma viagem científica que mudou o nosso modo de ver o mundo.
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Edição: Abr 2001
Nº Páginas: 326
Sinopse:
Prefácio de Jorge Calado
Nº Páginas: 326
Sinopse:
Prefácio de Jorge Calado
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Edição: Set 2009
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Os ensaios de Sun Tzu sobre a arte da guerra são o tratado mais antigo sobre o tema, mas o alcance e a profundidade do seu juízo nunca foram ultrapassados, podendo ser considerados como a quintessência da sabedoria na condução da guerra. Entre todos os teóricos militares do passado, Clausewitz é o único que se lhe pode comparar e apesar de ter escrito mais de dois mil anos depois, está mais 'datado' e, em boa parte, mais ultrapassado. Muitos dos danos causados à civilização nas guerras mundiais do século passado teriam podido ser evitados se, à influência exercida pelos volumes monumentais de Clausewitz, intitulados Da Guerra , e que moldaram o pensamento militar da Europa na era anterior à Primeira Guerra Mundial, se tivesse misturado, temperando-o, um conhecimento da exposição de Sun Tzu sobre A Arte da Guerra . O realismo e a moderação de Sun Tzu constrastam com a tendência de Clausewitz para enfatizar o ideal racional e o 'absoluto' com que se esbarram os seus discípulos ao desenvolverem a teoria e a prática da 'guerra total' para lá dos limites ditados pelo bom senso.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Os ensaios de Sun Tzu sobre a arte da guerra são o tratado mais antigo sobre o tema, mas o alcance e a profundidade do seu juízo nunca foram ultrapassados, podendo ser considerados como a quintessência da sabedoria na condução da guerra. Entre todos os teóricos militares do passado, Clausewitz é o único que se lhe pode comparar e apesar de ter escrito mais de dois mil anos depois, está mais 'datado' e, em boa parte, mais ultrapassado. Muitos dos danos causados à civilização nas guerras mundiais do século passado teriam podido ser evitados se, à influência exercida pelos volumes monumentais de Clausewitz, intitulados Da Guerra , e que moldaram o pensamento militar da Europa na era anterior à Primeira Guerra Mundial, se tivesse misturado, temperando-o, um conhecimento da exposição de Sun Tzu sobre A Arte da Guerra . O realismo e a moderação de Sun Tzu constrastam com a tendência de Clausewitz para enfatizar o ideal racional e o 'absoluto' com que se esbarram os seus discípulos ao desenvolverem a teoria e a prática da 'guerra total' para lá dos limites ditados pelo bom senso.
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Edição: Abr 1998
Nº Páginas: 250
Sinopse:
Oliver Sacks nasceu em Londres em 1933 e estudou também em Oxford e na Califórnia. É professor de Neurologia no Albert Einstein College of Medicine, e autor de sete livros, incluindo "O Homem Que Confundiu a Mulher com Um Chapéu", "Despertares" e "Um Antropólogo em Marte". "Sacks lembra-nos como são preciosas as nossas vidas." Sunday Times "É um dos raros escritores de hoje que mostram um invejável domínio da complexidade da ciência e da riqueza da linguagem." Anthony Clare "O maior dom de Sacks está na sua capacidade de se colocar na posição das pessoas de que fala e estabelecer empatia com a sua condição com enorme compaixão mas sem condescendência ou piedade… numa prosa que é singularmente límpida e comovente." Daily Telegraph
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Sinopse:
Oliver Sacks nasceu em Londres em 1933 e estudou também em Oxford e na Califórnia. É professor de Neurologia no Albert Einstein College of Medicine, e autor de sete livros, incluindo "O Homem Que Confundiu a Mulher com Um Chapéu", "Despertares" e "Um Antropólogo em Marte". "Sacks lembra-nos como são preciosas as nossas vidas." Sunday Times "É um dos raros escritores de hoje que mostram um invejável domínio da complexidade da ciência e da riqueza da linguagem." Anthony Clare "O maior dom de Sacks está na sua capacidade de se colocar na posição das pessoas de que fala e estabelecer empatia com a sua condição com enorme compaixão mas sem condescendência ou piedade… numa prosa que é singularmente límpida e comovente." Daily Telegraph
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Edição: Dez 2010
Nº Páginas: 232
Sinopse:
O Tao Te King, que segundo a tradição terá sido escrito no século VI a.C. por Lao Tse, já foi traduzido mais vezes do que qualquer outra obra excepto talvez a Bíblia e ocupa um lugar muito importante na história do pensamento chinês. Na presente tradução, procurou-se seguir o mais fielmente possível o texto original e respeitar o seu estilo conciso e paradoxal. Os comentários a cada capítulo, assim como um texto adicional com informação sobre os conceitos filosóficos expostos neste livro clássico chinês, pretendem auxiliar o leitor na interpretação de algumas passagens mais obscuras. O Tao Te King preconiza uma maneira de agir que se ajuste perfeitamente ao mundo. Corresponde a deixar tudo fluir por si, sem ir contra o que é natural.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
O Tao Te King, que segundo a tradição terá sido escrito no século VI a.C. por Lao Tse, já foi traduzido mais vezes do que qualquer outra obra excepto talvez a Bíblia e ocupa um lugar muito importante na história do pensamento chinês. Na presente tradução, procurou-se seguir o mais fielmente possível o texto original e respeitar o seu estilo conciso e paradoxal. Os comentários a cada capítulo, assim como um texto adicional com informação sobre os conceitos filosóficos expostos neste livro clássico chinês, pretendem auxiliar o leitor na interpretação de algumas passagens mais obscuras. O Tao Te King preconiza uma maneira de agir que se ajuste perfeitamente ao mundo. Corresponde a deixar tudo fluir por si, sem ir contra o que é natural.
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 272
Sinopse:
O que leva tantas pessoas a sentirem-se atraídas por relações de amizade, amorosas e de trabalho online? Como são geridas estas relações? Que papel desempenham as redes sociais na socialização dos jovens?Ao longo dos oito capítulos deste livro especialistas nacionais e estrangeiros respondem a estas perguntas que muitos de nós se colocam.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
O que leva tantas pessoas a sentirem-se atraídas por relações de amizade, amorosas e de trabalho online? Como são geridas estas relações? Que papel desempenham as redes sociais na socialização dos jovens?Ao longo dos oito capítulos deste livro especialistas nacionais e estrangeiros respondem a estas perguntas que muitos de nós se colocam.
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Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 96
Sinopse:
O Obi convida-te para uma aventura cheia de cor, descobertas e desafios! Vais divertir-te imenso enquanto pintas, observas, contas, comparas e resolves pequenos desafios pensados especialmente para alunos do 4.º ano. Mais do que um livro de colorir, este é um livro para pensar e aprender. Cada página esconde uma nova oportunidade de explorar a Matemática, o Estudo do Meio ou o Português de forma natural e apelativa. Prepara os teus lápis de cor! O Obi está à tua espera.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
O Obi convida-te para uma aventura cheia de cor, descobertas e desafios! Vais divertir-te imenso enquanto pintas, observas, contas, comparas e resolves pequenos desafios pensados especialmente para alunos do 4.º ano. Mais do que um livro de colorir, este é um livro para pensar e aprender. Cada página esconde uma nova oportunidade de explorar a Matemática, o Estudo do Meio ou o Português de forma natural e apelativa. Prepara os teus lápis de cor! O Obi está à tua espera.
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Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 96
Sinopse:
O Obi convida-te para uma aventura cheia de cor, descobertas e desafios! Vais divertir-te imenso enquanto pintas, observas, contas, comparas e resolves pequenos desafios pensados especialmente para alunos do 3.º ano. Mais do que um livro de colorir, este é um livro para pensar e aprender. Cada página esconde uma nova oportunidade de explorar a Matemática, o Estudo do Meio ou o Português de forma natural e apelativa. Prepara os teus lápis de cor! O Obi está à tua espera.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
O Obi convida-te para uma aventura cheia de cor, descobertas e desafios! Vais divertir-te imenso enquanto pintas, observas, contas, comparas e resolves pequenos desafios pensados especialmente para alunos do 3.º ano. Mais do que um livro de colorir, este é um livro para pensar e aprender. Cada página esconde uma nova oportunidade de explorar a Matemática, o Estudo do Meio ou o Português de forma natural e apelativa. Prepara os teus lápis de cor! O Obi está à tua espera.
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Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 96
Sinopse:
O Obi convida-te para uma aventura cheia de cor, descobertas e desafios! Vais divertir-te imenso enquanto pintas, observas, contas, comparas e resolves pequenos desafios pensados especialmente para alunos do 1.º ano. Mais do que um livro de colorir, este é um livro para pensar e aprender. Cada página esconde uma nova oportunidade de explorar a Matemática, o Estudo do Meio ou o Português de forma natural e apelativa. Prepara os teus lápis de cor! O Obi está à tua espera.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
O Obi convida-te para uma aventura cheia de cor, descobertas e desafios! Vais divertir-te imenso enquanto pintas, observas, contas, comparas e resolves pequenos desafios pensados especialmente para alunos do 1.º ano. Mais do que um livro de colorir, este é um livro para pensar e aprender. Cada página esconde uma nova oportunidade de explorar a Matemática, o Estudo do Meio ou o Português de forma natural e apelativa. Prepara os teus lápis de cor! O Obi está à tua espera.
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 312
Sinopse:
O Chuang Tse, que em conjunto com o Tao Te King, forma a base textual e filosófica da escola de pensamento taoista, é considerado uma das mais importantes obras literárias de toda a história chinesa e influenciou significativamente muitas gerações de escritores chineses até ao presente.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
O Chuang Tse, que em conjunto com o Tao Te King, forma a base textual e filosófica da escola de pensamento taoista, é considerado uma das mais importantes obras literárias de toda a história chinesa e influenciou significativamente muitas gerações de escritores chineses até ao presente.
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Edição: Mai 2026
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Novo volume da colecção dedicada às Operações SAAL, o grande projecto de habitação democrática em Portugal — o caso de Pego Longo. Volume coordenado por Paulo Providência e Carlos Machado. O processo SAAL que é objecto deste volume teve lugar na fronteira entre os concelhos de Sintra e Oeiras. A partir de uma vasta selecção arquivística, da visita ao local e de conversas com o autor do projecto, o livro regista o seu estado actual, a permanente necessidade de adaptação e as particularidades do caso de Pego Longo. Bartolomeu da Costa Cabral, o arquitecto responsável, via no SAAL a virtude de uma participação efectiva das populações, considerando as suas aspirações e os seus desejos. O papel do arquitecto consistia então em traduzi-los fielmente, considerando as referências no "estudo de situação" — que, pela sua importância, é aqui publicado integralmente — a um arraigado sentimento de ligação à periferia urbana, à pequena escala doméstica das hortas e da "vivenda", à riqueza espacial do indeterminado e diverso.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Novo volume da colecção dedicada às Operações SAAL, o grande projecto de habitação democrática em Portugal — o caso de Pego Longo. Volume coordenado por Paulo Providência e Carlos Machado. O processo SAAL que é objecto deste volume teve lugar na fronteira entre os concelhos de Sintra e Oeiras. A partir de uma vasta selecção arquivística, da visita ao local e de conversas com o autor do projecto, o livro regista o seu estado actual, a permanente necessidade de adaptação e as particularidades do caso de Pego Longo. Bartolomeu da Costa Cabral, o arquitecto responsável, via no SAAL a virtude de uma participação efectiva das populações, considerando as suas aspirações e os seus desejos. O papel do arquitecto consistia então em traduzi-los fielmente, considerando as referências no "estudo de situação" — que, pela sua importância, é aqui publicado integralmente — a um arraigado sentimento de ligação à periferia urbana, à pequena escala doméstica das hortas e da "vivenda", à riqueza espacial do indeterminado e diverso.
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Edição: Abr 2000
Nº Páginas: 383
Sinopse:
Novo romance de Clara Pinto Correia, ou como lhe chama a autora, "romance histórico altamente heterodoxo", já que anda a meio caminho entre a ficção e a história da ciência, uma mistura perfeita para uma romancista bióloga. Temos por um lado a história de um professor da Universidade de Stanford e por outro histórias de monstros de várias espécies, que teriam aparecido em vários lugares, e que eram contadas em folhas volantes, distribuídas pela cidade de Lisboa, no início do século XVIII, e onde muitos viram um prenúncio de grande desgraça, o terramoto que em 1755 assolou a capital portuguesa. Chuck, o professor, vive a angústia de quem investiga: muitas perguntas e poucas respostas; até que um dia se depara com as tais folhas ( incluídas no livro junto com os desenhos dos monstros), que o acompanharão até ao final da história. Diz Clara Pinto Correia, em entrevista à "Visão": " A história da ciência também se ocupa de monstros. Toda a gente que estuda história do conhecimento, estuda a literatura de monstros. Este livro é, fundamentalmente, um livro sobre Deus. E a ciência é apenas uma máquina de accionar perguntas."
Nº Páginas: 383
Sinopse:
Novo romance de Clara Pinto Correia, ou como lhe chama a autora, "romance histórico altamente heterodoxo", já que anda a meio caminho entre a ficção e a história da ciência, uma mistura perfeita para uma romancista bióloga. Temos por um lado a história de um professor da Universidade de Stanford e por outro histórias de monstros de várias espécies, que teriam aparecido em vários lugares, e que eram contadas em folhas volantes, distribuídas pela cidade de Lisboa, no início do século XVIII, e onde muitos viram um prenúncio de grande desgraça, o terramoto que em 1755 assolou a capital portuguesa. Chuck, o professor, vive a angústia de quem investiga: muitas perguntas e poucas respostas; até que um dia se depara com as tais folhas ( incluídas no livro junto com os desenhos dos monstros), que o acompanharão até ao final da história. Diz Clara Pinto Correia, em entrevista à "Visão": " A história da ciência também se ocupa de monstros. Toda a gente que estuda história do conhecimento, estuda a literatura de monstros. Este livro é, fundamentalmente, um livro sobre Deus. E a ciência é apenas uma máquina de accionar perguntas."
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Edição: Mar 2013
Nº Páginas: 536
Sinopse:
Na descrição de Nasar encontramos homens e mulheres que tentam reagir a dramáticas crises, guerras mundiais, revoluções e sublevações económicas. Pensadores que tentaram transformar o destino da até aqui sombria ciência, num triunfo para a humanidade.Esta evolução, inimaginável há menos de duzentos anos, é uma história transcendente de tentativa e erro, exposta aqui sob a forma de uma bela e comovente narrativa.
Nº Páginas: 536
Sinopse:
Na descrição de Nasar encontramos homens e mulheres que tentam reagir a dramáticas crises, guerras mundiais, revoluções e sublevações económicas. Pensadores que tentaram transformar o destino da até aqui sombria ciência, num triunfo para a humanidade.Esta evolução, inimaginável há menos de duzentos anos, é uma história transcendente de tentativa e erro, exposta aqui sob a forma de uma bela e comovente narrativa.
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Edição: Jan 2007
Nº Páginas: 309
Sinopse:
Freud aborda pela primeira vez o problema de uma psicopatologia da vida quotidiana em carta ao seu amigo Fliess de 1898, em que lhe relata a análise do esquecimento de um nome, o do poeta Júlio Mosen.Os exemplos de erros e lapsos analisados por Freud em Psicopatologia da Vida Quotidiana, muitos deles retirados da sua própria experiência, serviram para a divulgação da psicanálise.O livro criou, com efeito, um traço de união entre a patologia e a psicologia normal do ser humano, até aí divididas.
Nº Páginas: 309
Sinopse:
Freud aborda pela primeira vez o problema de uma psicopatologia da vida quotidiana em carta ao seu amigo Fliess de 1898, em que lhe relata a análise do esquecimento de um nome, o do poeta Júlio Mosen.Os exemplos de erros e lapsos analisados por Freud em Psicopatologia da Vida Quotidiana, muitos deles retirados da sua própria experiência, serviram para a divulgação da psicanálise.O livro criou, com efeito, um traço de união entre a patologia e a psicologia normal do ser humano, até aí divididas.
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