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Nº Páginas: 368
Sinopse:
Existem cooperativas, mutualidades, misericórdias, casas do povo e até grupos excursionistas, alguns desde a monarquia, mas como é que chegaram até aqui? O Estado Novo atacou o associativismo, mas com que consequências? E, do 25 de Abril até agora, que papel assumiram todos estes organismos na sociedade portuguesa? Com o objectivo de responder a perguntas assim, A Economia Social em Movimento olha para estas organizações nos terrenos onde actuam, analisando as suas relações institucionais e jurídicas, sem ignorar tensões e ingerências ideológicas partidárias, para tentar encontrar a raiz identitária que as pode unir e fortalecer. Depois do sucesso de Uma História da Economia Social, que fixou pela primeira vez a história da Economia Social em Portugal, este livro dá continuidade a esse trabalho que estava por fazer na historiografia nacional, mudando o foco do curso das ideias para se centrar nas organizações que compõem este sector no nosso país.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
A nossa vida reduziu-se a números e modelos económicos, que os economistas aplicam sem piedade, pondo o pé na argola com uma frequência assombrosa. Com humor (do mais negro) António Baños Boncompain faz uma leitura transversal dos clássicos e neoclássicos, dos progressistas e reaccionários, e mostra que a economia não passa de um sistema de crenças disfarçado de ciência e que os seus profetas falidos são os verdadeiros responsáveis pelo fiasco.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
No actual cenário de crise, é fundamental percebermos como podemos livrar-nos das dívidas e aumentar o nosso património financeiro. A crise financeira tem vindo a acentuar a tendência de sobreendividamento das famílias portuguesas. Para fazer face a esta situação, é fundamental conhecer em profundidade alguns conceitos essenciais e a forma como as instituições bancárias funcionam. Neste livro, saberá qual a melhor forma de pagar uma divida e até como ter um plano de poupança.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
O autor deste livro reprovou à disciplina de Economia no primeiro ano de Faculdade, no curso de Ciências da Comunicação. Hoje, porém, é jornalista especializado em economia, tem uma pós-graduação em Investimento e Mercados Financeiros e um mestrado em Economia e Políticas Públicas. O que terá motivado tamanha reviravolta nos interesses de Paulo Pinto? Que visão distinta da Economia tê-lo-á motivado? Provavelmente, o mesmo que o poderá entusiasmar a si e que pode encontrar neste livro. Em "A Economia das Coisas", Paulo Pinto apresenta ideias e conceitos económicos presentes no dia-a-dia e explica-os de forma simples, através de pequenas histórias e curiosidades. Sabe o que é que uma vaga de frio pode fazer ao preço dos ingredientes da sua sopa? Que em Inglaterra já houve um imposto sobre as janelas como exemplo de equidade fiscal? E que esse imposto causou centenas de mortes? E ainda que, hoje, nesse mesmo país, o estado recorre à psicologia para incentivar os contribuintes a pagarem os seus impostos? Ou que a invenção dos contentores é considerada mais importante do que muitos tratados internacionais? Que há uma teoria económica chamada Teoria dos Jogos, que tem aplicação tanto na crise dos mísseis de Cuba como no atravessar da Ponte 25 de Abril? Que as trufas não podem ser cultivadas, são procuradas com a ajuda de porcos, são exemplos daquilo a que a economia chama elasticidade rígida e que o chef Ljubomir Stanisic, em 2016, comprou a maior e mais cara do mundo para a comer com os amigos? A outro nível, já pensou porque é que o preço dos bilhetes dos concertos não aumenta quando estão prestes a esgotar? E sabia que quando Adam Smith, o pai da economia moderna, escreveu a sua obra de referência, A Riqueza das Nações, o termo economia nem existia? Sabe a origem da expressão "não há almoços grátis"? E a origem das black fridays? Conhece a relação entre produto interno bruto e felicidade interna bruta? E quanto estaria disposto a pagar por um litro de água no deserto do Saara? Através destas e de outras histórias, Paulo Pinto ensina Economia mesmo a quem não percebia nada de Economia.
Nº Páginas: 178
Sinopse:
"A Dívida e a Culpa ", jogo de palavras com o duplo significado do termo alemão "Shuld", oferece aos leitores uma análise comparada das crises financeiras de Portugal, Espanha, Irlanda e Grécia, os quatro países da periferia do euro que foram salvos do default com a ajuda de resgates externos. Rui Cartaxo, um economista de formação com a perspetiva pragmática de um gestor profissional, argumenta que a EU errou na abordagem que fez à crise da área do euro, ao passar ao lado da correção dos desequilíbrios externos, para se focar apenas na disciplina das finanças públicas. Esse erro de perspetiva penalizou fortemente os países da periferia, deixando fora da agenda do combate à crise a correção dos gigantescos excedentes externos de países como a Holanda e a Alemanha. Apesar desse erro da política europeia, o livro explica as razões pelas quais a Irlanda, e em certa medida a Espanha, conseguiram ter algum sucesso com o resgate, enquanto a Grécia continua no fundo do abismo. Portugal é um caso intermédio, que está numa espécie de limbo: conseguimos concluir o programa de assistência financeira e voltar aos mercados, mas não afastamos em definitivo o espetro de novas crises. Rui Cartaxo argumenta que uma das razões para o relativo sucesso da Irlanda e de Espanha foi terem identificado e corrigido a tempo o impacto do rebentamento da bolha imobiliária sobre o setor financeiro, coisa que os programas de assistência à Grécia e Portugal não fizeram. Ao focarem-se demasiado na redução dos défices públicos, com metas e prazos irrealistas num contexto externo desfavorável, a Grácia e Portugal sujeitaram-se a execuções acidentadas dos seus programas, com múltiplas revisões de objetivos e medidas, criando insegurança e incerteza aos agentes económicos. Segundo Rui Cartaxo, só atraindo mais investimento externo para capitalizar as empresas e os bancos, promovendo a mobilidade de recursos do setor público para o privado e das atividades protegidas para as transacionáveis, e saneando e reestruturando o setor bancário, Portugal poderá voltar a ter um crescimento sustentável e afastar o espetro de mais resgates.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Olhar o mundo a partir da cultura e a cultura a partir do mundo; perceber o papel da cultura na organização pessoal e social; refletir sobre o quanto têm de culturais muitos dos antagonismos mais graves do nosso tempo. Numa época perturbada pela dificuldade de orientação para valores pessoais e coletivos, a cultura é um elemento-chave para a construção de um mundo melhor para todos e não só para alguns. Estas convicções atravessam o conjunto dos textos deste livro, que procura contribuir para a demonstração de como a cultura é um elemento essencial na vida de todos os dias.
Nº Páginas: 528
Sinopse:
Um magnífico balanço sobre como e porquê está a desmoronar o casamento entre a democracia e o capitalismo. E a defesa do que pode ser feito para inverter esta dinâmica, pois, para Martin Wolf, apesar de todos os seus defeitos, o capitalismo democrático continua a ser o melhor sistema para o desenvolvimento. Mas o que vemos hoje é que a democracia liberal está em crise e o autoritarismo está a crescer. Além disso, os laços que deveriam ligar os mercados abertos a eleições livres e justas estão ameaçados. As vozes dividem-se: de um lado, as que defendem que o capitalismo é melhor sem democracia; do outro, as que defendem que a democracia é melhor sem capitalismo.
Nº Páginas: 150
Sinopse:
O que é que define o ser humano? Não os instintos ou a nossa dotação genética, tão semelhante aos dos outros animais, mas a nossa capacidade de decidir e inventar acções que transformam a realidade (...) e a nós mesmos. Essa disposição, chamada "liberdade", é a nossa condenação e também o fundamento do que consideramos a nossa dignidade racional. Nas suas origens gregas, o termo não se referia a nenhuma condição metafísica oposta ao determinismo natural, mas designava a situação social de quem não era escravo e, por isso, podia movimentar-se ou actuar segundo a sua vontade sem obedecer a um amo: ou seja, desfrutava da possibilidade de escolher.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Um negociador profissional de grande sucesso, e um professor universitário especialista em negociação, conversam sobre esta arte tão essencial no mundo da política e dos negócios. De forma descontraída e informal, José Miguel Júdice e Pedro Fontes Falcão abordam neste livro episódios da história de Portugal, a presidência de Trump, a Gerigonça e a Uber para daí se retirarem ilações e aprendizagens sobre Negociação.
Nº Páginas: 212
Sinopse:
A Cinza do Tempo reúne cerca de 60 crónicas publicadas pelo autor na imprensa entre 1993 e 1997. Nelas encontra o leitor uma reflexão serena e segura sobre alguns dos problemas centrais do nosso quotidiano — o ensino, a família, a droga, o suicídio juvenil, a adolescência.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Com um investimento próprio de apenas 1125 €, e em plena crise económica, Miguel Pina Martins transformou uma ideia de que poucos acreditaram numa empresa que fatura mais de 22 milhões (a passos largos dos 60 milhões) com vendas em mais de 50 países e com 20 mil pontos de venda. A chave? Persistência, ousadia, motivação, estratégia, inovação, investimento, financiamento, negociação, liderança, versatilidade e muito, muito… mas mesmo muito trabalho. Passados dez anos de atividade, a Science4You é atualmente é a maior empresa de brinquedos em Portugal e uma das maiores da Europa. Com um crescimento de 50 a 60% ao ano, arrisca-se a tornar-se numa Lego do Sul da Europa. Uma das startups portuguesas de maior sucesso, a Science4You é o resultado de iniciativas que combinam iniciativa, coragem de errar, determinação e resiliência. Uma história de empreendedorismo que ultrapassou todas as barreiras e que caminha a passos largos para se consolidar como uma companhia global. Conheça e inspire-se neste caso de sucesso.
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Divertidos e irreverentes, estes aforismos surpreenderão o leitor por exporem as autoilusões em que tem vivido sem nunca as reconhecer. Com uma rara combinação de ironia mordaz e forte sabedoria, Nassim Taleb examina as ilusões humanas, constrastando os valores clássicos da coragem, elegância e erudição contra as doenças modernas da teorização estéril, do filistinismo e da impostura.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Dos autores de "Gestão para Totós", chega-nos um manual para gestores menos "totós"! "Quer seja novo na área da gestão ou um profissional experiente, encontrará neste livro todos os tópicos necessários para se tornar um gestor excepcional - como contratar os melhores funcionários e motivá-los, dar-lhes formação e orientação; como definir objectivos, executá-los e responsabilizar os funcionários; como trabalhar com equipas e disciplinar os funcionários. Resumindo, este é um dos guias mais abrangentes e, simultaneamente, mais actualizados e acessíveis sobre o tema da gestão."
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Dias antes do colapso do BES, cerca de 55% dos portugueses já não confiavam na honestidade dos Bancos. Depois veio colapso do BES. Será possível recuperar a confiança na Banca? Querem os jovens fazer carreira na banca? Nesta banca? Que tipo de banca desejam os Portugueses ter? Quais serão as práticas de gestão necessárias para a banca do futuro? As universidades de gestão e de economia estão a educar para esta nova realidade? Haverá espaço para a banca ética? Para uma banca verde? Para a existência de Fundos Socialmente Responsáveis?
Nº Páginas: 304
Sinopse:
A ideia de que os bancos podem ser éticos ou que podem promover o ambiente, parece ser uma ideia estranha à maioria dos cidadãos. Na realidade, as palavras "ética" e "banca" parecem não fazer sentido juntas.Uma banca promotora do desenvolvimento sustentável não é uma utopia. É já hoje uma realidade em alguns países. Alguns bancos internacionais têm vindo a incluir nas suas análises de risco certos critérios ambientais; em alguns países tem-se assistido à criação dos chamados bancos éticos, cuja missão é promover o bem-estar social e ambiental das comunidades.Chegou a altura do cidadão ter consciência de que os bancos só existem porque nós depositamos as nossas poupanças nessas instituições. Por isso, temos todo o direito em saber como é que o banco utiliza o nosso dinheiro e exigir que ele o utilize de forma ética em prol de uma economia assente na equidade e no bem-estar ambiental e social.
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Os factos, as causas e as consequências do percurso da banca nos últimos 20 anos. Nos últimos 20 anos o sistema bancário português expandiu-se a um ritmo muito superior ao da economia. Essa expansão assentou num significativo alargamento da rede de balcões tradicionais, ao mesmo tempo que investia nos meios automáticos e de banca à distância.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
"A arte no Ocidente" apresenta a arte do mundo ocidental nas suas principais etapas evolutivas, desde a Antiguidade Clássica até à atualidade. Aflora, também, a vertente portuguesa possibilitando um entendimento integrado e comparado da arte nacional. Obra abrangente, já que abarca mais de vinte e cinco séculos de evolução artística, é também específica pois analisa as principais etapas da História da Arquitetura, da Pintura e da Escultura, integrando-as nos seus respetivos contextos históricos e culturais e descrevendo, classificando e interpretando estilos, movimentos, correntes, autores e obras, muitas delas com análises individuais mais aprofundadas. De fácil consulta, é igualmente uma obra precisa, que se dirige tanto aos estudiosos da Arte como ao grande público que pensa, sente e vê a Arte como algo de seu e cujo conhecimento contribui tanto para um melhor entendimento pessoal como para o enriquecimento da sua perspetiva sobre o Mundo.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Aulas sobrelotadas. Alunos desinteressados. Falta de reconhecimento por parte dos pais e da sociedade. Mais trabalho burocrático e menos qualidade de vida. Não é de admirar que os professores estejam desmotivados e desapaixonados da sua profissão. Recorrendo a técnicas de comunicação, de "coaching" e de programação neurolinguística aplicadas à educação, este livro sugere estratégias motivacionais, de desenvolvimento pessoal e de influência que o vão ajudar a obter melhores resultados dos seus lunos, a conquistar o reconhecimento dos pais e a reacender a paixão pelo ensino - em suma, a despertar o professor extraordinário que há em si.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
As pessoas enganam-se facilmente. Quem souber isto está mais bem preparado. Rolf Dobelli examina os erros de raciocínio mais traiçoeiros e mais comuns para nos ajudar a perceber: · porque sobrevalorizamos sistematicamente os nossos próprios conhecimentos (e tomamos os outros por mais parvos do que são); · por que motivo há coisas que não estão certas apesar de milhões de pessoas acharem que sim; · porque nos agarramos a teorias que estão comprovadamente erradas. A leitura deste livro não nos enriquece apenas pelo seu conteúdo mas também proporciona um verdadeiro prazer.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Todos os anos, milhares de professores se debatem com as mesmas dúvidas: Como manter os alunos atentos e concentrados nas aulas? Como lidar com diferentes tipos de comportamento? De que forma podemos transmitir, de forma mais clara e eficaz, os conhecimentos? É possível criar e incentivar nos alunos uma atitude mais criativa e inquisitiva, face ao que lhes é ensinado? Alan Haigh, professor britânico com mais de 30 anos de experiência, revela neste livro como conseguir atingir todos estes objectivos de forma prática e concisa. Explora ainda técnicas de aquisição de competências, métodos de avaliação e de auto-avaliação, aplicação de conhecimentos e bem-estar de cada aluno na sala de aula. Verdadeiramente inspirador, A Arte de Ensinar conduz o professor desde o primeiro dia de aulas, levando-o a descobrir, passo a passo, as grandes ideias por detrás de um ensino exigente e de qualidade.
Nº Páginas: 72
Sinopse:
"Sun Tzu, um dos maiores pensadores da guerra de todos os tempos, viveu há mais de 23 séculos, combatendo e vencendo numerosas batalhas e foi capaz de retirar da sua experiência e da sua inteligência os princípios enunciados no livro "A Arte da Guerra", que surpreendem e impressionam pela sua actualidade e modernidade. Embora concebidos tendo em vista a guerra - luta entre actores políticos, estatais ou não estatais, na defesa dos respectivos interesses -, constituem regras de actuação que se podem aplicar em outros contextos conflituais, como entre partidos políticos, na disputa dos eleitores e entre empresas, na conquista de mercados". "in" Prefácio
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Escrito há mais de 2500 anos, o mais conhecido tratado de estratégia militar do mundo mantém uma incrível actualidade. Para além da guerra, o grande valor da obra de Sun Tzu reside na possibilidade de adaptação das suas máximas e reflexões a qualquer campo da actividade humana em que haja situações de confronto: nos negócios, na política, no desporto, no amor. Constituído por um conjunto de treze breves capítulos, este livro convida-nos a conhecer o nosso inimigo e mostra como vencer sem combater. Esta edição inclui ainda notas de alguns dos principais comentadores tradicionais deste grande clássico. É uma leitura indispensável para compreender o que está em jogo e alcançar a vitória. Uma lição de sabedoria e da arte de viver. A Guerra e Paz, Editores orgulha-se de publicar esta obra, que o renomado sinólogo inglês Joseph Needham considerava uma "obra-prima única do pensamento militar".
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Alain de Botton já escreveu sobre o amor, a viagem, o status e como a filosofia nos pode consolar. Agora chama a nossa atenção para um dos nossos mais intensos e esquecidos amores : o das nossas casas e respectivas decorações. De Botton pergunta: . O que faz verdadeiramente uma casa ser bonita? . Porque existem tantas casas feias? . Porque discutimos tão amargamente sobre sofás e quadros - e podem as diferenças de gosto alguma vez ser satisfatoriamente resolvidas? . Poderá o minimalismo fazer-nos mais felizes que os enfeites?
O peluche Obi chega agora em versão porta-chaves - prático, leve e cheio de personalidade! Perfeito para pendurar na mochila, no estojo ou nas chaves, acompanha todas as aventuras do dia a dia e dá um toque divertido ao material escolar.
É uma excelente opção para assinalar conquistas e momentos especiais, ou para completar a coleção dos fãs da mascote dos manuais escolares da Porto Editora.
Um acessório útil e cheio de significado, pensado para acompanhar crianças ao longo de todo o percurso escolar - e conquistar também pais e professores.
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 208
Sinopse: Bestseller do The New York Times há mais de 20 anos, O Princípio de Peter escrito por Laurence J. Peter e Raymond Hull, em 1969, responde à eterna questão de como a incompetência cresce exponencialmente e tende a triunfar nas organizações. O Princípio de Peter, e a lei homónima que Laurence J. Peter cunhou, explica como todos os elementos de uma hierarquia do estagiário ao CEO, do funcionário público ao presidente de uma nação ascenderão inevitavelmente ao seu nível máximo de incompetência. Peter para o século xxi abalará novamente o mundo dos negócios e o contexto em que vivemos. Uma obra polémica, irónica e com a lucidez indispensável para compreender as atrocidades que cometemos contra o mundo e contra nós próprios.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Parece simples, não é? Mas basta olhar em volta para perceber que a falta de bom senso é realmente pandémica. Como medida de segurança sanitária contra a Covid-19, a maior parte das autoridades de aviação mundiais permitiram o transporte de quantidades ilimitadas de gel sanitário em malas de mão - mas mantiveram o limite de 100 ml para embalagens de todos os outros líquidos. Cada vez mais pessoas usam apps de navegação para evitar o trânsito - o que resulta em concentrações de trânsito, cheias de condutores que usam a mesma app. Consegue abrir uma embalagem de auscultadores sem uma motosserra? Ou passar uma reunião no Zoom sem interromper (ou ser interrompido) uma dúzia de vezes? E, seja em ecrã ou ao vivo, porque continuamos a preencher reuniões com apresentações de PowerPoint que ninguém leu - e que podiam ser resumidas numa só página? O que aconteceu ao bom senso? E como o poderemos recuperar? As empresas parecem ter ficado tão absorvidas pela gestão dos seus próprios processos internos que se deixam paralisar por burocracia e perdem de vista o seu propósito fundamental. E quando isso acontece, há um preço (bem elevado) a pagar… Martin Lindstrom, um dos especialistas em branding e marketing mais conceituados do mundo, fez uma extensa investigação sobre o que acontece quando as empresas apanham o vírus da falta de bom senso, e apresenta ao longo destas páginas exemplos que todos certamente reconheceremos - bem como engenhosas estratégias para devolver a lógica e a sanidade ao local de trabalho. Uma leitura tão divertida quanto indispensável, para todos os gestores, executivos e trabalhadores que alguma vez pensaram: "Estarão todos loucos menos eu?".
Nº Páginas: 48
Sinopse:
Esta divertida coleção prepara as crianças para o novo ano letivo, relembrando-lhes tudo o que já aprenderam. Elaborados de acordo com as Metas Curriculares e os Programas em vigor do 1º Ciclo do Ensino Básico, estes livros integram um vasto conjunto de atividades que privilegiam o carácter lúdico da aprendizagem em contexto de férias. Inclui soluções.
Nº Páginas: 48
Sinopse:
Esta divertida coleção prepara as crianças para o novo ano letivo, relembrando-lhes tudo o que já aprenderam. Elaborados de acordo com as Metas Curriculares e os Programas em vigor do 1º Ciclo do Ensino Básico, estes livros integram um vasto conjunto de atividades que privilegiam o carácter lúdico da aprendizagem em contexto de férias. Inclui soluções.
Nº Páginas: 64
Sinopse:
A integrar a divertida coleção "O Meu Livro de Férias", esta obra prepara as crianças para o primeiro ano de escolar. Inclui um vasto conjunto de atividades que privilegiam o caráter lúdico da aprendizagem em contexto de férias.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Partindo da sua experiência na área da Educação, enquanto jornalista e mãe, Bárbara Wong conversou com pais, professores e alunos de todo o país e reuniu em livro relatos de situações reais vividas dentro e fora das salas de aula. Partindo dessas histórias, que demonstram as muitas dificuldades que caracterizam o relacionamento entre os pais e o sistema educativo - escolas, diretores, professores, pais, alunos… e os próprios filhos -, apresenta estratégias, ideias e soluções para levar a bom porto a formação académica e a educação dos filhos.Seja para ajudar a escolher a melhor escola (ou jardim de infância), a preparar o ano letivo, a participar em reuniões ou a agir em situações-limite ("bullying", violência, queixas de professores ou de pais, etc.), este livro é um verdadeiro guia que orienta os pais pelos longos e por vezes confusos corredores da vida escolar.
