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Edição: Fev 2006
Nº Páginas: 150
Sinopse:
Tudo o que sempre quis saber sobre uma alimentação equilibrada. Na linha ligeira que caracteriza os seus dois primeiros livros, ambos "bestsellers", a autora responde às interrogações mais comuns que se colocam a quem pretende emagrecer, ou equilibrar melhor a sua alimentação, sem recorrer a médicos mas com a confiança em conselhos dados por uma das maiores especialistas portuguesas em nutrição.
Nº Páginas: 150
Sinopse:
Tudo o que sempre quis saber sobre uma alimentação equilibrada. Na linha ligeira que caracteriza os seus dois primeiros livros, ambos "bestsellers", a autora responde às interrogações mais comuns que se colocam a quem pretende emagrecer, ou equilibrar melhor a sua alimentação, sem recorrer a médicos mas com a confiança em conselhos dados por uma das maiores especialistas portuguesas em nutrição.
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Um romance-fábula aterrador, inspirado em 1984, de George Orwell, sobre o estabelecimento de uma ditadura religiosa de raiz muçulmana. Prémio da Academia Francesa. A globalização vai conduzir o Islamismo ao poder, por todo o mundo, dentro de 50 anos, a começar pela Europa - é a previsão do escritor argelino Boualem Sansal, em "2084", um romance-fábula, aterrador, inspirado em 1984, de George Orwell, sobre o estabelecimento de uma ditadura religiosa. Segundo Sansal - Grande Prémio da Francofonia da Academia Francesa, em 2013 -, os três totalitarismos imaginados por Orwell coincidiram na globalização financeira de hoje, que vai a breve prazo ser tomada pelo Islamismo. É a primeira vez que afirmações desta dimensão são proferidas por um autor de educação muçulmana, que vive na Argélia. O Abistão, imenso império, deriva do nome do profeta Abi, "representante" e "delegado" de Yölah, na Terra. O seu sistema de vida baseia-se na amnésia - e na submissão a um deus único, cruel e todo-poderoso. Qualquer pensamento pessoal é banido; um sistema de vigilância omnipresente permite às autoridades conhecer as ideias e os "atos desviantes".Oficialmente, o povo vive na maior das felicidades, proporcionada por uma fé religiosa inquestionável.A personagem central, Ati, questiona as certezas impostas pelos dirigentes políticos e imãs, lançando-se, então, numa investigação para descobrir um povo suspeito, renegado, que vive em guetos desconhecidos, ao arrepio do poder das autoridades religiosas.Boualem Sansal constrói uma distopia violenta e macabra, que se filia diretamente em George Orwell e no seu 1984, para abordar o poder, o alcance e a hipocrisia do radicalismo religioso muçulmano que ameaça as nossas democracias.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Um romance-fábula aterrador, inspirado em 1984, de George Orwell, sobre o estabelecimento de uma ditadura religiosa de raiz muçulmana. Prémio da Academia Francesa. A globalização vai conduzir o Islamismo ao poder, por todo o mundo, dentro de 50 anos, a começar pela Europa - é a previsão do escritor argelino Boualem Sansal, em "2084", um romance-fábula, aterrador, inspirado em 1984, de George Orwell, sobre o estabelecimento de uma ditadura religiosa. Segundo Sansal - Grande Prémio da Francofonia da Academia Francesa, em 2013 -, os três totalitarismos imaginados por Orwell coincidiram na globalização financeira de hoje, que vai a breve prazo ser tomada pelo Islamismo. É a primeira vez que afirmações desta dimensão são proferidas por um autor de educação muçulmana, que vive na Argélia. O Abistão, imenso império, deriva do nome do profeta Abi, "representante" e "delegado" de Yölah, na Terra. O seu sistema de vida baseia-se na amnésia - e na submissão a um deus único, cruel e todo-poderoso. Qualquer pensamento pessoal é banido; um sistema de vigilância omnipresente permite às autoridades conhecer as ideias e os "atos desviantes".Oficialmente, o povo vive na maior das felicidades, proporcionada por uma fé religiosa inquestionável.A personagem central, Ati, questiona as certezas impostas pelos dirigentes políticos e imãs, lançando-se, então, numa investigação para descobrir um povo suspeito, renegado, que vive em guetos desconhecidos, ao arrepio do poder das autoridades religiosas.Boualem Sansal constrói uma distopia violenta e macabra, que se filia diretamente em George Orwell e no seu 1984, para abordar o poder, o alcance e a hipocrisia do radicalismo religioso muçulmano que ameaça as nossas democracias.
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Edição: Nov 2025
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Obra fundamental para compreender o mundo em mudança e os grandes desafios do futuro O mundo está a mudar drasticamente. Estamos preparados para o futuro? Neste livro de leitura absorvente, Guillén, uma das personalidades mais ousadas da atualidade, explica como as grandes tendências do nosso tempo - o auge dos robôs, o problema demográfico, a ascensão da classe média em África, a riqueza cada vez maior das mulheres, entre outras - convergirão nos próximos anos num ponto de não retorno, para o bem e para o mal. No ano de 2030, assistiremos a uma nova realidade: - Haverá mais avós do que netos; - A economia global será impulsionada pelo consumidor não-ocidental pela primeira vez na história moderna; - As mulheres serão as principais detentoras da riqueza global; - Haverá mais robôs do que trabalhadores e mais computadores do que cérebros humanos; - Haverá mais moedas do que países.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Obra fundamental para compreender o mundo em mudança e os grandes desafios do futuro O mundo está a mudar drasticamente. Estamos preparados para o futuro? Neste livro de leitura absorvente, Guillén, uma das personalidades mais ousadas da atualidade, explica como as grandes tendências do nosso tempo - o auge dos robôs, o problema demográfico, a ascensão da classe média em África, a riqueza cada vez maior das mulheres, entre outras - convergirão nos próximos anos num ponto de não retorno, para o bem e para o mal. No ano de 2030, assistiremos a uma nova realidade: - Haverá mais avós do que netos; - A economia global será impulsionada pelo consumidor não-ocidental pela primeira vez na história moderna; - As mulheres serão as principais detentoras da riqueza global; - Haverá mais robôs do que trabalhadores e mais computadores do que cérebros humanos; - Haverá mais moedas do que países.
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Edição: Out 2022
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Edição oficial do livro de recordes mais famoso em todo o mundo. Nesta edição revelam-se as maiores e mais recentes conquistas recordes do Planeta Terra e da vastidão do espaço. Com cada vez mais foco na diversidade e inclusão, apresentam-se as conquistas mais inspiradoras, atraentes e alucinantes do ano, numa infinidade de tópicos, como jogos e corpo humano, engenharia e vida selvagem. Este livro fascina tanto o público infantojuvenil como os adultos, com milhares de factos insólitos e de fotografias e imagens impressionantes, que mostram ao pormenor todos os recordes. Edição atualizada do livro de recordes presente em todo o mundo, capaz de fascinar leitores de todas as idades. São 256 páginas com os recordes mais impressionantes, com mais de 1000 fotografias e imagens e milhares de factos insólitos.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Edição oficial do livro de recordes mais famoso em todo o mundo. Nesta edição revelam-se as maiores e mais recentes conquistas recordes do Planeta Terra e da vastidão do espaço. Com cada vez mais foco na diversidade e inclusão, apresentam-se as conquistas mais inspiradoras, atraentes e alucinantes do ano, numa infinidade de tópicos, como jogos e corpo humano, engenharia e vida selvagem. Este livro fascina tanto o público infantojuvenil como os adultos, com milhares de factos insólitos e de fotografias e imagens impressionantes, que mostram ao pormenor todos os recordes. Edição atualizada do livro de recordes presente em todo o mundo, capaz de fascinar leitores de todas as idades. São 256 páginas com os recordes mais impressionantes, com mais de 1000 fotografias e imagens e milhares de factos insólitos.
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Edição: Mai 2021
Nº Páginas: 240
Sinopse:
O clássico de ficção científica que revolucionou a forma como olhamos para as estrelas e para nós próprios Estamos no início do século XXI e a Discovery viaja a cento e cinquenta mil quilómetros por hora no espaço. A bordo da nave espacial viajam navegadores, astronautas e Hal, um supercomputador cujo funcionamento cognitivo rivaliza com a mente humana. No entanto, a missão é ameaçada quando Hal começa a falhar. Será um problema técnico? E que influência tem o monólito encontrado na Lua? Com estas perguntas surgem outras: que lugar ocupa o Homem na complexa estrutura do infinito? O que é o tempo, a vida, a morte? "2001: Odisseia no Espaço" é uma viagem espacial de tirar o fôlego na busca por evidências de que o ser humano não está sozinho no cosmos. Uma expedição aos confins do Universo e da alma, na qual passado, presente e futuro se mesclam num contínuo enigmático. Um extraordinário romance épico, com um amplo leque de interpretações e que permanece como um dos grandes clássicos da ficção científica.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
O clássico de ficção científica que revolucionou a forma como olhamos para as estrelas e para nós próprios Estamos no início do século XXI e a Discovery viaja a cento e cinquenta mil quilómetros por hora no espaço. A bordo da nave espacial viajam navegadores, astronautas e Hal, um supercomputador cujo funcionamento cognitivo rivaliza com a mente humana. No entanto, a missão é ameaçada quando Hal começa a falhar. Será um problema técnico? E que influência tem o monólito encontrado na Lua? Com estas perguntas surgem outras: que lugar ocupa o Homem na complexa estrutura do infinito? O que é o tempo, a vida, a morte? "2001: Odisseia no Espaço" é uma viagem espacial de tirar o fôlego na busca por evidências de que o ser humano não está sozinho no cosmos. Uma expedição aos confins do Universo e da alma, na qual passado, presente e futuro se mesclam num contínuo enigmático. Um extraordinário romance épico, com um amplo leque de interpretações e que permanece como um dos grandes clássicos da ficção científica.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 584
Sinopse:
De São Pedro a Francisco, todos os papas que lideraram a Igreja Católica nos últimos dois mil anos têm uma história, um percurso e um papel na História. Dois Mil Anos de Papas reúne e contextualiza, por ordem cronológica e de forma breve, os perfis biográficos de todos eles, ilustrados por gravuras retiradas da emblemática obra Album dei Papi, datada de 1885, da autoria do primeiro director dos Arquivos do Vaticano, Joseph Hergenröther. Apenas os três últimos papas foram retratados pelo lápis de Davide Le Grazzie. Os pontífices são homens reais que, apesar de muitas quedas, tendem à sublimação: na sua história alternam fraquezas e virtudes, traições e arrependimentos, limitações e santidade, sempre imersos no fluxo da história. Aos seus retratos soma-se ainda um perfil sucinto dos incontornáveis antipapas e um breve glossário sobre as principais heresias.
Nº Páginas: 584
Sinopse:
De São Pedro a Francisco, todos os papas que lideraram a Igreja Católica nos últimos dois mil anos têm uma história, um percurso e um papel na História. Dois Mil Anos de Papas reúne e contextualiza, por ordem cronológica e de forma breve, os perfis biográficos de todos eles, ilustrados por gravuras retiradas da emblemática obra Album dei Papi, datada de 1885, da autoria do primeiro director dos Arquivos do Vaticano, Joseph Hergenröther. Apenas os três últimos papas foram retratados pelo lápis de Davide Le Grazzie. Os pontífices são homens reais que, apesar de muitas quedas, tendem à sublimação: na sua história alternam fraquezas e virtudes, traições e arrependimentos, limitações e santidade, sempre imersos no fluxo da história. Aos seus retratos soma-se ainda um perfil sucinto dos incontornáveis antipapas e um breve glossário sobre as principais heresias.
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Augusto Cury, um dos mais respeitados psiquiatras brasileiros e autor de inúmeros best-sellers, dedica-se ao estudo da educação há várias décadas. 20 Regras de Ouro para Educar Filhos e Alunos é um guia prático que sintetiza a vasta experiência do autor e a coloca à disposição de pais e professores. Estas são apenas algumas das regras de ouro de gestão da emoção que Augusto Cury oferece neste livro: Compreender o eu maduro e o imaturo; Colocar limites inteligentes; Pacificar a mente dos filhos e alunos; Nunca levantar a voz; Jamais criticar excessivamente; Prevenir a intoxicação digital; Ter alergia a ser entediante e chato; Dialogar com inteligência. Cada regra é explicada através de exemplos práticos e é acompanhada de dicas úteis para a sua implementação.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Augusto Cury, um dos mais respeitados psiquiatras brasileiros e autor de inúmeros best-sellers, dedica-se ao estudo da educação há várias décadas. 20 Regras de Ouro para Educar Filhos e Alunos é um guia prático que sintetiza a vasta experiência do autor e a coloca à disposição de pais e professores. Estas são apenas algumas das regras de ouro de gestão da emoção que Augusto Cury oferece neste livro: Compreender o eu maduro e o imaturo; Colocar limites inteligentes; Pacificar a mente dos filhos e alunos; Nunca levantar a voz; Jamais criticar excessivamente; Prevenir a intoxicação digital; Ter alergia a ser entediante e chato; Dialogar com inteligência. Cada regra é explicada através de exemplos práticos e é acompanhada de dicas úteis para a sua implementação.
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Mais do que um programa de rádio, o Linha Avançada é hoje uma referência na rádio, pela forma como nos habituou a tratar o futebol, com muito humor, boa disposição e a voz inconfundível de José Nunes. Vinte anos depois da estreia, a L.A. continua a coleccionar fãs e a recrutar novos admiradores. Neste livro reúnem-se os nomes das equipas que fizeram o programa, as histórias das personalidades mais emblemáticas do desporto rei. Tudo acompanhado dos gadgets que já todos conhecem, das referências cinematográficas e musicais que enriquecem cada episódio. Carneiros Amigos considerem-se convidados para esta festa de aniversário!
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Mais do que um programa de rádio, o Linha Avançada é hoje uma referência na rádio, pela forma como nos habituou a tratar o futebol, com muito humor, boa disposição e a voz inconfundível de José Nunes. Vinte anos depois da estreia, a L.A. continua a coleccionar fãs e a recrutar novos admiradores. Neste livro reúnem-se os nomes das equipas que fizeram o programa, as histórias das personalidades mais emblemáticas do desporto rei. Tudo acompanhado dos gadgets que já todos conhecem, das referências cinematográficas e musicais que enriquecem cada episódio. Carneiros Amigos considerem-se convidados para esta festa de aniversário!
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Edição: Dez 2006
Nº Páginas: 38
Sinopse:
Uma criança não quer acreditar que o Pai Natal não existe, como os pais lhe querem fazer crer. Um Pai Natal que acha que também tem direito a receber presentes. São duas histórias de Alice Vieira, com belíssimas ilustrações de João Caetano, para oferecer aos mais pequenos (e que os graúdos também vão gostar de ler) neste Natal. "Quando o despertador tocou, a casa inteira parecia ainda adormecida. Lavínia sentou-se na cama e, de repente, lembrou-se que o Natal estava à porta. "Meu Deus", exclamou, "tanta coisa para fazer e eu aqui deitada!" Não tardaria a ver a Mãe chegar a pedir-lhe o pequeno-almoço, ou o Pai a resmungar porque queria ter ficado mais tempo na cama. "Adultos...", pensou, "é preciso ter muita paciência com eles..." A Mãe andava agora com aquela mania de que o Pai Natal não existia! Lavínia sorrira, e cheia de boa vontade lá lhe explicara que isso era mentira, que ela não devia acreditar em tudo o que lhe diziam no emprego. O emprego era para onde Lavínia levava a Mãe e o Pai todos os dias. Lá estavam outros adultos, e todos brincavam muito uns com os outros, até que chegava o momento de voltarem para casa. Depois era a hora de tomar banho, Lavínia contava-lhes uma história e eles adormeciam. Mas nestes últimos tempos, com o Natal à porta, andavam muito excitados. — O Pai Natal não existe. Eu sei — dizia a Mãe. — O Pai Natal é mentira. Toda a gente sabe — dizia o Pai. Então Lavínia, cheia de paciência, contava-lhes a história verdadeira do Pai Natal, e todo o trabalho que ele tinha na noite de 24 de Dezembro, para escorregar pelas chaminés abaixo e deixar, na cozinha de cada criança, aquilo que cada criança tinha pedido. — E como é que ele cabe na chaminé? — perguntava a Mãe. — Não se está mesmo a ver que é mentira? — dizia o Pai. Lavínia sorria, sorria sempre. Eram tão engraçados, os adultos! O pior é que o tempo passava muito depressa. Não tardariam a ficar crianças, e então perdiam a graça toda. Era aproveitar agora. [...]"
Nº Páginas: 38
Sinopse:
Uma criança não quer acreditar que o Pai Natal não existe, como os pais lhe querem fazer crer. Um Pai Natal que acha que também tem direito a receber presentes. São duas histórias de Alice Vieira, com belíssimas ilustrações de João Caetano, para oferecer aos mais pequenos (e que os graúdos também vão gostar de ler) neste Natal. "Quando o despertador tocou, a casa inteira parecia ainda adormecida. Lavínia sentou-se na cama e, de repente, lembrou-se que o Natal estava à porta. "Meu Deus", exclamou, "tanta coisa para fazer e eu aqui deitada!" Não tardaria a ver a Mãe chegar a pedir-lhe o pequeno-almoço, ou o Pai a resmungar porque queria ter ficado mais tempo na cama. "Adultos...", pensou, "é preciso ter muita paciência com eles..." A Mãe andava agora com aquela mania de que o Pai Natal não existia! Lavínia sorrira, e cheia de boa vontade lá lhe explicara que isso era mentira, que ela não devia acreditar em tudo o que lhe diziam no emprego. O emprego era para onde Lavínia levava a Mãe e o Pai todos os dias. Lá estavam outros adultos, e todos brincavam muito uns com os outros, até que chegava o momento de voltarem para casa. Depois era a hora de tomar banho, Lavínia contava-lhes uma história e eles adormeciam. Mas nestes últimos tempos, com o Natal à porta, andavam muito excitados. — O Pai Natal não existe. Eu sei — dizia a Mãe. — O Pai Natal é mentira. Toda a gente sabe — dizia o Pai. Então Lavínia, cheia de paciência, contava-lhes a história verdadeira do Pai Natal, e todo o trabalho que ele tinha na noite de 24 de Dezembro, para escorregar pelas chaminés abaixo e deixar, na cozinha de cada criança, aquilo que cada criança tinha pedido. — E como é que ele cabe na chaminé? — perguntava a Mãe. — Não se está mesmo a ver que é mentira? — dizia o Pai. Lavínia sorria, sorria sempre. Eram tão engraçados, os adultos! O pior é que o tempo passava muito depressa. Não tardariam a ficar crianças, e então perdiam a graça toda. Era aproveitar agora. [...]"
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Edição: Set 2012
Nº Páginas: 520
Sinopse:
O Livro 3 revela o estilo forte e truculento de uma personagem única, Ushikawa de seu nome. A par de Tengo e Aomame, a voz da Ushikawa ecoa nas páginas do terceiro volume de 1Q84 e provoca as reações mais intensas. Amem-no ou detestem-no, mas deixem-no entregue à sua sorte. Tengo e Aomame continuam sem saber, mas aquele é o único lugar perfeito no mundo. Um lugar perfeitamente isolado e, ao mesmo tempo, o único que escapa às malhas da solidão. Este mundo também deverá ter as suas ameaças, os seus perigos, claro, e estar cheio dos seus próprios enigmas e de contradições. Mas não faz mal. A páginas tantas, é preciso acreditar. Sob as duas luas de 1Q84, Aomame e Tengo deixam de estar sozinhos... Inspirado em parte no romance 1984, de George Orwell, 1Q84 é uma surpreendente obra de ficção, escrita de forma poderosa e imaginativa - a um tempo um thriller e uma tocante história de amor. Murakami continua a provocar o espanto e a emoção, comunicando com milhões de pessoas de todas as idades, espalhadas pelo mundo inteiro. Ao pousar este livro, quantos leitores não se sentirão desafiados a ver o mundo com outros olhos?
Nº Páginas: 520
Sinopse:
O Livro 3 revela o estilo forte e truculento de uma personagem única, Ushikawa de seu nome. A par de Tengo e Aomame, a voz da Ushikawa ecoa nas páginas do terceiro volume de 1Q84 e provoca as reações mais intensas. Amem-no ou detestem-no, mas deixem-no entregue à sua sorte. Tengo e Aomame continuam sem saber, mas aquele é o único lugar perfeito no mundo. Um lugar perfeitamente isolado e, ao mesmo tempo, o único que escapa às malhas da solidão. Este mundo também deverá ter as suas ameaças, os seus perigos, claro, e estar cheio dos seus próprios enigmas e de contradições. Mas não faz mal. A páginas tantas, é preciso acreditar. Sob as duas luas de 1Q84, Aomame e Tengo deixam de estar sozinhos... Inspirado em parte no romance 1984, de George Orwell, 1Q84 é uma surpreendente obra de ficção, escrita de forma poderosa e imaginativa - a um tempo um thriller e uma tocante história de amor. Murakami continua a provocar o espanto e a emoção, comunicando com milhões de pessoas de todas as idades, espalhadas pelo mundo inteiro. Ao pousar este livro, quantos leitores não se sentirão desafiados a ver o mundo com outros olhos?
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Edição: Nov 2011
Nº Páginas: 560
Sinopse:
Um mundo aparentemente normal, duas personagens - Aomame, uma mulher independente, professora de artes marciais, e Tengo, professor de matemática - que não são o que aparentam e ambos se dão conta de ligeiros desajustamentos à sua volta, que os conduzirão fatalmente a um destino comum. Um universo romanesco dissecado com precisão orwelliana, em que se cruzam histórias inesquecíveis e personagens cativantes. Em "1Q84", Haruki Murakami constrói um universo romanesco em que se cruzam histórias inesquecíveis e personagens cativantes. Onde acaba o Japão e começa o admirável mundo novo em que vivemos? Uma ficção que ilumina de forma transversal a aldeia global em que vivemos.
Nº Páginas: 560
Sinopse:
Um mundo aparentemente normal, duas personagens - Aomame, uma mulher independente, professora de artes marciais, e Tengo, professor de matemática - que não são o que aparentam e ambos se dão conta de ligeiros desajustamentos à sua volta, que os conduzirão fatalmente a um destino comum. Um universo romanesco dissecado com precisão orwelliana, em que se cruzam histórias inesquecíveis e personagens cativantes. Em "1Q84", Haruki Murakami constrói um universo romanesco em que se cruzam histórias inesquecíveis e personagens cativantes. Onde acaba o Japão e começa o admirável mundo novo em que vivemos? Uma ficção que ilumina de forma transversal a aldeia global em que vivemos.
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Edição: Mar 2012
Nº Páginas: 436
Sinopse:
O Livro 1 revelou a existência do mundo de "1Q84". Algumas perguntas encontraram resposta. Outras permanecem em aberto: Quem é o Povo Pequeno? Como farão esses seres para abrir caminho até ao mundo real? Existirão mesmo?, como sugere Fuka-Eri. Chegarão Aomame e Tengos a reencontrar-se? "Há coisas neste mundo que é melhor nem saber", como diz o sinistro Ushikawa. Em todo o caso, o destino dos heróis de 1Q84 está em marcha. No céu, distinguem-se nitidamente duas luas. Não é uma ilusão. Murakami descreve aqui um universo singular, que absorve, que imita a realidade, e a faz sua. A narrativa decorre em dois mundos que se cruzam, qual deles o mais real e o mais fascinante - o de 1984 e o de 1Q84. A perturbante história de um amor adiado, recortada num cenário marcado pelo desencanto e pela violência. Uma fábula sobre os dilemas do mundo contemporâneo. Murakami retrata o mal-estar da sociedade japonesa que se esconde por debaixo de uma aparente quietude.
Nº Páginas: 436
Sinopse:
O Livro 1 revelou a existência do mundo de "1Q84". Algumas perguntas encontraram resposta. Outras permanecem em aberto: Quem é o Povo Pequeno? Como farão esses seres para abrir caminho até ao mundo real? Existirão mesmo?, como sugere Fuka-Eri. Chegarão Aomame e Tengos a reencontrar-se? "Há coisas neste mundo que é melhor nem saber", como diz o sinistro Ushikawa. Em todo o caso, o destino dos heróis de 1Q84 está em marcha. No céu, distinguem-se nitidamente duas luas. Não é uma ilusão. Murakami descreve aqui um universo singular, que absorve, que imita a realidade, e a faz sua. A narrativa decorre em dois mundos que se cruzam, qual deles o mais real e o mais fascinante - o de 1984 e o de 1Q84. A perturbante história de um amor adiado, recortada num cenário marcado pelo desencanto e pela violência. Uma fábula sobre os dilemas do mundo contemporâneo. Murakami retrata o mal-estar da sociedade japonesa que se esconde por debaixo de uma aparente quietude.
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Edição: Jan 2021
Nº Páginas: 324
Sinopse:
Winston Smith é um homem com um ofício peculiar: enquanto funcionário do Ministério da Verdade, corrige documentos. Ou melhor, reescreve a história a fim de legitimar o Partido que governa Londres, peça-chave do superestado da Oceânia. Diluída no nevoeiro, a cidade parece-lhe mais cinzenta agora, por baixo da vigilância permanente das câmaras e do olhar penetrante das imagens do Grande Irmão. Embora todos os seus movimentos sejam monitorizados, Winston inicia um relacionamento secreto com Julia. "Mil Novecentos e Oitenta e Quatro" é o mundo distópico que Orwell viu aproximar-se no final dos seus dias, tornando-se a sua última obra publicada em vida. Nela imprimiu a sensação incómoda de que vivemos sob a influência de um olho que tudo vê – e de que urge defender a ideia de um mundo politicamente livre, intelectualmente livre.
Nº Páginas: 324
Sinopse:
Winston Smith é um homem com um ofício peculiar: enquanto funcionário do Ministério da Verdade, corrige documentos. Ou melhor, reescreve a história a fim de legitimar o Partido que governa Londres, peça-chave do superestado da Oceânia. Diluída no nevoeiro, a cidade parece-lhe mais cinzenta agora, por baixo da vigilância permanente das câmaras e do olhar penetrante das imagens do Grande Irmão. Embora todos os seus movimentos sejam monitorizados, Winston inicia um relacionamento secreto com Julia. "Mil Novecentos e Oitenta e Quatro" é o mundo distópico que Orwell viu aproximar-se no final dos seus dias, tornando-se a sua última obra publicada em vida. Nela imprimiu a sensação incómoda de que vivemos sob a influência de um olho que tudo vê – e de que urge defender a ideia de um mundo politicamente livre, intelectualmente livre.
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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Vencedor do Eisner 2022 - Melhor adaptação No ano 1984, Londres é uma cidade lúgubre, em que a Polícia do Pensamento vigia de forma asfixiante a vida dos cidadãos. O mais grave dos crimes é ter uma mente livre. Winston Smith é um peão nesta engrenagem perversa e a sua função é reescrever a História para a adaptar ao que o Partido considera a versão oficial dos feitos. É o que faz, até decidir questionar a verdade do sistema repressor. Na ânsia de liberdade e verdade, arrisca a vida ao apaixonar-se por uma colega, a bela Julia, e rebelar-se contra o poder vigente. Publicada originalmente em 1949, a obra mais poderosa de George Orwell é, pela primeira vez, adaptada a novela gráfica, no traço do artista brasileiro Fido Nesti, que capta magistralmente os rostos, corpos e cenários de um mundo que, cada dia, é menos difícil de imaginar.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Vencedor do Eisner 2022 - Melhor adaptação No ano 1984, Londres é uma cidade lúgubre, em que a Polícia do Pensamento vigia de forma asfixiante a vida dos cidadãos. O mais grave dos crimes é ter uma mente livre. Winston Smith é um peão nesta engrenagem perversa e a sua função é reescrever a História para a adaptar ao que o Partido considera a versão oficial dos feitos. É o que faz, até decidir questionar a verdade do sistema repressor. Na ânsia de liberdade e verdade, arrisca a vida ao apaixonar-se por uma colega, a bela Julia, e rebelar-se contra o poder vigente. Publicada originalmente em 1949, a obra mais poderosa de George Orwell é, pela primeira vez, adaptada a novela gráfica, no traço do artista brasileiro Fido Nesti, que capta magistralmente os rostos, corpos e cenários de um mundo que, cada dia, é menos difícil de imaginar.
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Edição: Jun 2019
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Em 1983, o público afluiu ao cinema para ver o último filme de James Bond, no qual Roger Moore derrota um general soviético que se prepara para lançar um ataque nuclear contra o Ocidente. Como em todos os filmes de Bond, o público acreditava que o enredo era inteiramente fictício. Mal sabia que os soviéticos estavam de facto a preparar-se para lançar um ataque nuclear ao Ocidente. Esse ano viu o presidente Ronald Reagan aumentar os gastos com a Defesa, lançando o programa Guerra das Estrelas. E quando um avião civil coreano foi abatido em espaço aéreo soviético, e Reagan o descreveu como um crime contra a humanidade, Moscovo, cada vez mais ansiosa com a linguagem e o comportamento dos americanos, perguntou-se: irão eles atacar? Então, no auge das tensões, a NATO deu início a um jogo de guerra chamado Able Archer 83, no âmbito do qual pediu permissão para usar os códigos de lançamento de armas nucleares. Nervosos, os soviéticos convenceram-se de que, a coberto de um exercício, o Ocidente preparava-se para arrasar a União Soviética.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Em 1983, o público afluiu ao cinema para ver o último filme de James Bond, no qual Roger Moore derrota um general soviético que se prepara para lançar um ataque nuclear contra o Ocidente. Como em todos os filmes de Bond, o público acreditava que o enredo era inteiramente fictício. Mal sabia que os soviéticos estavam de facto a preparar-se para lançar um ataque nuclear ao Ocidente. Esse ano viu o presidente Ronald Reagan aumentar os gastos com a Defesa, lançando o programa Guerra das Estrelas. E quando um avião civil coreano foi abatido em espaço aéreo soviético, e Reagan o descreveu como um crime contra a humanidade, Moscovo, cada vez mais ansiosa com a linguagem e o comportamento dos americanos, perguntou-se: irão eles atacar? Então, no auge das tensões, a NATO deu início a um jogo de guerra chamado Able Archer 83, no âmbito do qual pediu permissão para usar os códigos de lançamento de armas nucleares. Nervosos, os soviéticos convenceram-se de que, a coberto de um exercício, o Ocidente preparava-se para arrasar a União Soviética.
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 548
Sinopse:
"O voto do Povo Português não vai ser exercido contra a liberdade; tem de ser exercido pela liberdade. Nós não vamos perder, por via eleitoral, aquilo que tanto tem custado aos Portugueses." Vasco Gonçalves "Tão bom socialista é aquele que vai à Missa como aquele que não vai." Mário Soares, em campanha "E digo-lhe mais: em Portugal, doravante, não existirá qualquer hipótese para a instauração de uma democracia como as que se conhecem na Europa Ocidental. Nunca mais!" Álvaro Cunhal, entrevista a Oriana Fallaci "É tarefa de génios gizar uma Constituição Revolucionária tão avançada que não seja ultrapassada [...] tão justa que seja digna dos trabalhadores de Portugal." Costa Gomes, na abertura dos trabalhos da Constituinte "Povo que somos, choramos lágrimas de felicidade e verdade revolucionária. Felizes como estamos, garantimos a vitória do poder popular. Viva a aliança Povo-MFA! Pela revolução até ao fim!" Telegrama enviado às redações pelos trabalhadores de escritório do distrito de Setúbal
Nº Páginas: 548
Sinopse:
"O voto do Povo Português não vai ser exercido contra a liberdade; tem de ser exercido pela liberdade. Nós não vamos perder, por via eleitoral, aquilo que tanto tem custado aos Portugueses." Vasco Gonçalves "Tão bom socialista é aquele que vai à Missa como aquele que não vai." Mário Soares, em campanha "E digo-lhe mais: em Portugal, doravante, não existirá qualquer hipótese para a instauração de uma democracia como as que se conhecem na Europa Ocidental. Nunca mais!" Álvaro Cunhal, entrevista a Oriana Fallaci "É tarefa de génios gizar uma Constituição Revolucionária tão avançada que não seja ultrapassada [...] tão justa que seja digna dos trabalhadores de Portugal." Costa Gomes, na abertura dos trabalhos da Constituinte "Povo que somos, choramos lágrimas de felicidade e verdade revolucionária. Felizes como estamos, garantimos a vitória do poder popular. Viva a aliança Povo-MFA! Pela revolução até ao fim!" Telegrama enviado às redações pelos trabalhadores de escritório do distrito de Setúbal
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Edição: Mai 2014
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Abril foi o mês que mudou Portugal e os portugueses. 1974 fez cair Marcelo Caetano e, com ele, o regime de ditadura que vigorava desde 1926. As certezas de um regime que parecia inamovível desfizeram-se num dia. Passados 40 anos, eis o registo de um ano histórico, página a página, através de um jornal, o "Diário de Notícias", e uma revista, a "Flama". Os sonhos, as ambições, as promessas, os desafios, despertando memórias e provocando surpresas.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Abril foi o mês que mudou Portugal e os portugueses. 1974 fez cair Marcelo Caetano e, com ele, o regime de ditadura que vigorava desde 1926. As certezas de um regime que parecia inamovível desfizeram-se num dia. Passados 40 anos, eis o registo de um ano histórico, página a página, através de um jornal, o "Diário de Notícias", e uma revista, a "Flama". Os sonhos, as ambições, as promessas, os desafios, despertando memórias e provocando surpresas.
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Edição: Nov 2023
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Em 1973, os portugueses vivam sob o jugo do Estado Novo há quarenta anos. Se era já inevitável, para alguns, o fim do regime, para muitos outros, era apenas mais um ano do século XX, em que notícias, livros, guiões de cinema e peças de teatro continuavam a ser censurados, em que milhares de jovens perdiam a vida na absurda e injusta guerra colonial, em que, para uma percentagem grande da população, a emigração era a única alternativa à miséria. Ainda não o sabiam, mas 1973 seria o último ano civil sob a égide do Estado Novo. A edição inaugural do Expresso, a declaração unilateral de independência da Guiné-Bissau, as eleições legislativas - as últimas em ditadura -, a participação no Festival da Eurovisão, com a famosa canção Tourada, com letra do poeta Ary dos Santos e interpretada por Fernando Tordo, as manifestações estudantis violentamente reprimidas, as ondas de choque da crise internacional do petróleo, tudo concorre para o dia de abril que ficaria para sempre assinalado nos calendários dos portugueses. Passados cinquenta anos, Tiago Beato, jornalista e escritor, viaja até esse período e faz, neste 1973 - Uma Cronologia do Ano Zero, uma compilação dos momentos mais paradigmáticos de um país em ebulição, pautados pelos acontecimentos internacionais que marcavam a atualidade na altura. Da política à cultura, passando pela sociedade e pelo desporto, 1973 faz um retrato social e cultural do país, com um olhar que se alarga ao mundo, nos últimos meses de uma ditadura com os dias contados.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Em 1973, os portugueses vivam sob o jugo do Estado Novo há quarenta anos. Se era já inevitável, para alguns, o fim do regime, para muitos outros, era apenas mais um ano do século XX, em que notícias, livros, guiões de cinema e peças de teatro continuavam a ser censurados, em que milhares de jovens perdiam a vida na absurda e injusta guerra colonial, em que, para uma percentagem grande da população, a emigração era a única alternativa à miséria. Ainda não o sabiam, mas 1973 seria o último ano civil sob a égide do Estado Novo. A edição inaugural do Expresso, a declaração unilateral de independência da Guiné-Bissau, as eleições legislativas - as últimas em ditadura -, a participação no Festival da Eurovisão, com a famosa canção Tourada, com letra do poeta Ary dos Santos e interpretada por Fernando Tordo, as manifestações estudantis violentamente reprimidas, as ondas de choque da crise internacional do petróleo, tudo concorre para o dia de abril que ficaria para sempre assinalado nos calendários dos portugueses. Passados cinquenta anos, Tiago Beato, jornalista e escritor, viaja até esse período e faz, neste 1973 - Uma Cronologia do Ano Zero, uma compilação dos momentos mais paradigmáticos de um país em ebulição, pautados pelos acontecimentos internacionais que marcavam a atualidade na altura. Da política à cultura, passando pela sociedade e pelo desporto, 1973 faz um retrato social e cultural do país, com um olhar que se alarga ao mundo, nos últimos meses de uma ditadura com os dias contados.
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Edição: Out 2023
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Entre o final de 1963 e o início de 1964, quatro rapazes embarcaram numa viagem que os marcaria para sempre, e ao mundo, transformando-os num sucesso internacional e mudando o curso da história da música. Paul McCartney, um dos "Fab Four" de Liverpool, usa a sua máquina fotográfica de 35mm para fazer o registo desses dias passados em seis cidades – Liverpool, Londres, Paris, Nova Iorque, Washington, D.C., e Miami. Resgatadas ao acervo particular do autor, estas 275 fotografias que aqui se apresentam, muitas delas pela primeira vez, revelam-nos a essência dessa ocasião explosiva e mágica. "1964: Olhos da Tempestade" inclui ainda um prefácio pessoal, no qual McCartney relembra o pandemónio dos espetáculos na Grã-Bretanha, e a histeria com que a banda foi recebida na sua primeira visita aos Estados Unidos; e Beatlelândia, uma introdução da historiadora Jill Lepore, que descreve como os Beatles se tornaram o primeiro fenómeno verdadeiramente global da cultura de massas. Com um design elegante, este livro cria um registo intensamente dramático da primeira viagem transatlântica dos Beatles, documentando essa "abrupta alteração na juventude, que parece ter-se cristalizado em 1964".
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Entre o final de 1963 e o início de 1964, quatro rapazes embarcaram numa viagem que os marcaria para sempre, e ao mundo, transformando-os num sucesso internacional e mudando o curso da história da música. Paul McCartney, um dos "Fab Four" de Liverpool, usa a sua máquina fotográfica de 35mm para fazer o registo desses dias passados em seis cidades – Liverpool, Londres, Paris, Nova Iorque, Washington, D.C., e Miami. Resgatadas ao acervo particular do autor, estas 275 fotografias que aqui se apresentam, muitas delas pela primeira vez, revelam-nos a essência dessa ocasião explosiva e mágica. "1964: Olhos da Tempestade" inclui ainda um prefácio pessoal, no qual McCartney relembra o pandemónio dos espetáculos na Grã-Bretanha, e a histeria com que a banda foi recebida na sua primeira visita aos Estados Unidos; e Beatlelândia, uma introdução da historiadora Jill Lepore, que descreve como os Beatles se tornaram o primeiro fenómeno verdadeiramente global da cultura de massas. Com um design elegante, este livro cria um registo intensamente dramático da primeira viagem transatlântica dos Beatles, documentando essa "abrupta alteração na juventude, que parece ter-se cristalizado em 1964".
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Edição: Abr 2017
Nº Páginas: 112
Sinopse:
A história de um jovem dividido entre a tradição e a liberdade, entre a família e a autodeterminação, numa sociedade ressequida por uma devastadora crise económica. Um romance cómico e comovente sobre a juventude e a sua dissolução na vida adulta.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
A história de um jovem dividido entre a tradição e a liberdade, entre a família e a autodeterminação, numa sociedade ressequida por uma devastadora crise económica. Um romance cómico e comovente sobre a juventude e a sua dissolução na vida adulta.
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Edição: Abr 2017
Nº Páginas: 304
Sinopse:
O ano de 1924 marcou a vida de Adolf Hitler e o destino da Humanidade. Detido na sequência do putsch em Munique, um golpe falhado, e rodeado pelos seus coconspiradores, Hitler passa na prisão por um período intenso de leitura e escrita enquanto aguarda um julgamento por traição. Nesse ano sedimenta as bases do que viria a ser a ideologia do Terceiro Reich, arquiteta a então aparentemente impossível subida ao poder e escreve Mein Kampf, o seu manifesto infame. Tudo o que a História presenciou depois - a violência, a ditadura, a guerra mais mortífera de sempre - encontrava-se cristalizado nesse ano paradigmático. Até agora, tal período ficou por analisar com a devida profundidade. O jornalista Peter Ross Range fá-lo magistralmente, descrevendo os episódios do ano mais importante para perceber a mente de Hitler numa obra pioneira e de leitura empolgante: "1924 - O Ano que criou Hitler".
Nº Páginas: 304
Sinopse:
O ano de 1924 marcou a vida de Adolf Hitler e o destino da Humanidade. Detido na sequência do putsch em Munique, um golpe falhado, e rodeado pelos seus coconspiradores, Hitler passa na prisão por um período intenso de leitura e escrita enquanto aguarda um julgamento por traição. Nesse ano sedimenta as bases do que viria a ser a ideologia do Terceiro Reich, arquiteta a então aparentemente impossível subida ao poder e escreve Mein Kampf, o seu manifesto infame. Tudo o que a História presenciou depois - a violência, a ditadura, a guerra mais mortífera de sempre - encontrava-se cristalizado nesse ano paradigmático. Até agora, tal período ficou por analisar com a devida profundidade. O jornalista Peter Ross Range fá-lo magistralmente, descrevendo os episódios do ano mais importante para perceber a mente de Hitler numa obra pioneira e de leitura empolgante: "1924 - O Ano que criou Hitler".
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Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Em março, uma força revolucionária "democrática" obriga o Czar Nicolau II a abdicar. Em abril, os EUA entram na Primeira Guerra Mundial. Em maio, três pastorinhos vêm uma "Senhora" vestida de branco em Fátima. Em julho, nasce a Jugoslávia. E em agosto Bento XV insurge-se contra o "massacre inútil" que assola a Europa e o Mundo. Em setembro, diferentes cidades manifestam-se contra a Guerra. Em outubro, Margaretha Zelle - a bailarina conhecida por Mata Hari - é executada em Paris e meros dias depois as tropas italianas são derrotadas em Caporetto. Em novembro, dá-se o primeiro passo para a criação do Estado de Israel e para uma nova organização do Médio Oriente. Em dezembro, cerca de 200 deputados nacionalistas italianos organizam-se no Fascio Parlamentare di Difesa Nazionale, um precursor do fascismo de Mussolini. Dividido em 12 capítulos, um por cada mês, este livro acompanha detalhadamente os acontecimentos de um ano turbulento e marcante para a nossa História atual, sugerindo ligações e estabelecendo paralelos com os nossos dias, nos quais ainda vivemos, de diversas formas, as consequências desse legado.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Em março, uma força revolucionária "democrática" obriga o Czar Nicolau II a abdicar. Em abril, os EUA entram na Primeira Guerra Mundial. Em maio, três pastorinhos vêm uma "Senhora" vestida de branco em Fátima. Em julho, nasce a Jugoslávia. E em agosto Bento XV insurge-se contra o "massacre inútil" que assola a Europa e o Mundo. Em setembro, diferentes cidades manifestam-se contra a Guerra. Em outubro, Margaretha Zelle - a bailarina conhecida por Mata Hari - é executada em Paris e meros dias depois as tropas italianas são derrotadas em Caporetto. Em novembro, dá-se o primeiro passo para a criação do Estado de Israel e para uma nova organização do Médio Oriente. Em dezembro, cerca de 200 deputados nacionalistas italianos organizam-se no Fascio Parlamentare di Difesa Nazionale, um precursor do fascismo de Mussolini. Dividido em 12 capítulos, um por cada mês, este livro acompanha detalhadamente os acontecimentos de um ano turbulento e marcante para a nossa História atual, sugerindo ligações e estabelecendo paralelos com os nossos dias, nos quais ainda vivemos, de diversas formas, as consequências desse legado.
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Edição: Jul 2010
Nº Páginas: 128
Sinopse:
No ano em que se celebra o Centenário da Implantação da República, as Publicações Dom Quixote reúnem num volume seis contos inéditos de seis grandes nomes da literatura portuguesa contemporânea: Luísa Costa Gomes, Luísa Costa Gomes, Mário de Carvalho, Miguel Real, Teolinda Gersão, Urbano Tavares Rodrigues. Histórias ficcionadas em torno de um momento importante da história nacional que culminou com a Revolução de 5 de Outubro de 1910, e que marcou profundamente a sociedade, as instituições e a cultura portuguesa. O fim da monarquia constitucional e a evolução da democracia, com a tomada de diversas decisões importantes, como a expulsão das ordens religiosas e a abolição do ensino religioso nas escolas, a abolição dos títulos de nobreza, a aprovação do divórcio e a instituição do casamento civil, além da adopção de uma nova bandeira e hino nacional, que perduram até hoje.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
No ano em que se celebra o Centenário da Implantação da República, as Publicações Dom Quixote reúnem num volume seis contos inéditos de seis grandes nomes da literatura portuguesa contemporânea: Luísa Costa Gomes, Luísa Costa Gomes, Mário de Carvalho, Miguel Real, Teolinda Gersão, Urbano Tavares Rodrigues. Histórias ficcionadas em torno de um momento importante da história nacional que culminou com a Revolução de 5 de Outubro de 1910, e que marcou profundamente a sociedade, as instituições e a cultura portuguesa. O fim da monarquia constitucional e a evolução da democracia, com a tomada de diversas decisões importantes, como a expulsão das ordens religiosas e a abolição do ensino religioso nas escolas, a abolição dos títulos de nobreza, a aprovação do divórcio e a instituição do casamento civil, além da adopção de uma nova bandeira e hino nacional, que perduram até hoje.
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Edição: Mai 2015
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Nas últimas semanas de 1889, os tripulantes de um navio brasileiro ancorado no porto de Colombo, capital do Ceilão (atual Sri Lanka), foram apanhados de surpresa pelas notícias que chegavam do outro lado do Mundo. ""Brasil República"..." anunciava o telegrama recebido pelo almirante Custódio José de Mello, comandante do cruzador "Almirante Barroso". ""Bandeira mesma sem coroa"...", acrescentava a mensagem. Despachado do Rio de Janeiro, o telegrama só confirmava os rumores que a tripulação tinha ouvido na escala anterior, na Indonésia. Dizia-se que o Governo do Brasil tinha sido derrubado. Mais do que isso, o país passara por uma drástica mudança de regime. O Império brasileiro, até então tido como a mais estável e duradoura experiência de Governo na América Latina, com 67 anos de história, desabara na manhã de 15 de novembro. A Monarquia cedera lugar à República. O austero e admirado imperador Pedro II fora obrigado a sair do país. Vivia agora exilado na Europa, banido para sempre do solo em que nascera. Enquanto isso, os destinos da nova República estavam nas mãos de um marechal já idoso e bastante doente, o alagoano Manoel Deodoro da Fonseca, considerado até então um monarquista convicto e amigo do imperador deposto.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Nas últimas semanas de 1889, os tripulantes de um navio brasileiro ancorado no porto de Colombo, capital do Ceilão (atual Sri Lanka), foram apanhados de surpresa pelas notícias que chegavam do outro lado do Mundo. ""Brasil República"..." anunciava o telegrama recebido pelo almirante Custódio José de Mello, comandante do cruzador "Almirante Barroso". ""Bandeira mesma sem coroa"...", acrescentava a mensagem. Despachado do Rio de Janeiro, o telegrama só confirmava os rumores que a tripulação tinha ouvido na escala anterior, na Indonésia. Dizia-se que o Governo do Brasil tinha sido derrubado. Mais do que isso, o país passara por uma drástica mudança de regime. O Império brasileiro, até então tido como a mais estável e duradoura experiência de Governo na América Latina, com 67 anos de história, desabara na manhã de 15 de novembro. A Monarquia cedera lugar à República. O austero e admirado imperador Pedro II fora obrigado a sair do país. Vivia agora exilado na Europa, banido para sempre do solo em que nascera. Enquanto isso, os destinos da nova República estavam nas mãos de um marechal já idoso e bastante doente, o alagoano Manoel Deodoro da Fonseca, considerado até então um monarquista convicto e amigo do imperador deposto.
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Edição: Set 2010
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Quem observasse o Brasil em 1822 teria razões de sobra para duvidar da sua viabilidade como nação independente e soberana. De cada três brasileiros, dois eram escravos, negros forros, mulatos, índios ou mestiços. O medo de uma rebelião dos cativos tirava o sono à minoria branca. O analfabetismo era geral. O isolamento e as rivalidades entre as diversas províncias prenunciavam uma guerra civil e, para piorar a situação, ao voltar para Portugal, D. João VI deixara os cofres nacionais vazios. O novo país nascia falido. As perspetivas de fracasso pareciam bem maiores do que as de sucesso. Nesta nova obra, o autor de 1808 - sobre a fuga da família real para o Rio de Janeiro -, mostra como o Brasil, que tinha tudo para não resultar, até resultou, numa notável combinação de sorte, improviso, acasos e também de sabedoria das lideranças responsáveis pela condução dos destinos do novo país, naquele momento de grandes sonhos e muitos perigos.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Quem observasse o Brasil em 1822 teria razões de sobra para duvidar da sua viabilidade como nação independente e soberana. De cada três brasileiros, dois eram escravos, negros forros, mulatos, índios ou mestiços. O medo de uma rebelião dos cativos tirava o sono à minoria branca. O analfabetismo era geral. O isolamento e as rivalidades entre as diversas províncias prenunciavam uma guerra civil e, para piorar a situação, ao voltar para Portugal, D. João VI deixara os cofres nacionais vazios. O novo país nascia falido. As perspetivas de fracasso pareciam bem maiores do que as de sucesso. Nesta nova obra, o autor de 1808 - sobre a fuga da família real para o Rio de Janeiro -, mostra como o Brasil, que tinha tudo para não resultar, até resultou, numa notável combinação de sorte, improviso, acasos e também de sabedoria das lideranças responsáveis pela condução dos destinos do novo país, naquele momento de grandes sonhos e muitos perigos.
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 320
Sinopse:
A 26 de abril de 1821, uma esquadra de 12 navios chefiada pela nau D. João VI partia do Rio de Janeiro, com três a quatro mil pessoas a bordo, rumo a Portugal. Era o regresso do monarca a Lisboa depois de quase 14 anos de ausência no Brasil. Partia em lágrimas, ali vivera os dias mais felizes da sua vida. Para trás deixava o filho D. Pedro dizendo: "Antevejo que o Brasil não tardará a separar-se de Portugal. Neste caso, antes quero que tomes a coroa para ti do que vê-la passar da Casa de Bragança para as mãos de algum aventureiro." Se a dramática partida da corte para o Brasil em 1807 é amplamente conhecida, pouco sabemos sobre esta viagem de regresso. O jornalista Armando Seixas Ferreira consultou diários de bordo, documentos da época e fontes inéditas, para nos trazer um relato empolgante sobre a vida da corte em terras de Vera Cruz, esta viagem náutica de 68 dias, e traçar um retrato de todo este período épico da nossa História que culmina com a Independência do Brasil, em 1822. A 3 de julho de 1821, D. João VI chega finalmente a Lisboa. Visivelmente emocionado, vestido de gala, é recebido com entusiasmo e aplausos pelo povo e pelos deputados que lhe oferecem um exemplar da Constituição. Portugal tinha mudado, no horizonte aproximava-se a guerra civil e D. João VI não voltaria a encontrar a paz e tranquilidade que sentiu no Brasil.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
A 26 de abril de 1821, uma esquadra de 12 navios chefiada pela nau D. João VI partia do Rio de Janeiro, com três a quatro mil pessoas a bordo, rumo a Portugal. Era o regresso do monarca a Lisboa depois de quase 14 anos de ausência no Brasil. Partia em lágrimas, ali vivera os dias mais felizes da sua vida. Para trás deixava o filho D. Pedro dizendo: "Antevejo que o Brasil não tardará a separar-se de Portugal. Neste caso, antes quero que tomes a coroa para ti do que vê-la passar da Casa de Bragança para as mãos de algum aventureiro." Se a dramática partida da corte para o Brasil em 1807 é amplamente conhecida, pouco sabemos sobre esta viagem de regresso. O jornalista Armando Seixas Ferreira consultou diários de bordo, documentos da época e fontes inéditas, para nos trazer um relato empolgante sobre a vida da corte em terras de Vera Cruz, esta viagem náutica de 68 dias, e traçar um retrato de todo este período épico da nossa História que culmina com a Independência do Brasil, em 1822. A 3 de julho de 1821, D. João VI chega finalmente a Lisboa. Visivelmente emocionado, vestido de gala, é recebido com entusiasmo e aplausos pelo povo e pelos deputados que lhe oferecem um exemplar da Constituição. Portugal tinha mudado, no horizonte aproximava-se a guerra civil e D. João VI não voltaria a encontrar a paz e tranquilidade que sentiu no Brasil.
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Edição: Mai 2009
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Em 1810 foi a 3.ª Invasão Francesa, derradeiro episódio duma guerra que pôs fim a muito do que Portugal fora até aí. Em 1910, a República, enquanto mudança de regime. Em 2010, confrontamo-nos com outros desafios. No entanto, a sua consideração religiosa e cultural é necessária. O presente volume junta uma parte do significativo avulso ensaístico do autor. A organização, da responsabilidade dos editores, expressa a hipótese seguinte: o texto inicial, que se destaca do conjunto por características talvez mais próximas da proposição, funciona como tese; os restantes ensaios ligam, adensam e debatem, com conhecimento e paixão invulgares, quanto ali é sugerido. Manuel Clemente Nasceu emTorres Vedras a 16 de Julho de 1948. É licenciado em História e Teologia e doutorado emTeologia Histórica. Em 1975 começou a leccionar na Universidade Católica Portuguesa, tornando-se depois director do Centro de Estudos de História Religiosa dessa instituição. Em Junho de 1979 foi ordenado presbítero; vinte anos depois, em Novembro de 1999, foi nomeado Bispo Auxiliar de Lisboa, com o título de Pinhel, e em de Janeiro de 2000, ordenado na Igreja de SantaMaria de Belém (Jerónimos). Em 2007, o Vaticano nomeou-o Bispo do Porto. Publicou, entre outras, as obras Nas origens do apostulado contemporâneo em Portugal. A Sociedade Católica (1843-1853) [UCP, 1993], Igreja e Sociedade Portuguesa do Liberalismo à Republica [Grifo, 2002] e História e Religião em Torres Vedras [Grifo, 2004].
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Em 1810 foi a 3.ª Invasão Francesa, derradeiro episódio duma guerra que pôs fim a muito do que Portugal fora até aí. Em 1910, a República, enquanto mudança de regime. Em 2010, confrontamo-nos com outros desafios. No entanto, a sua consideração religiosa e cultural é necessária. O presente volume junta uma parte do significativo avulso ensaístico do autor. A organização, da responsabilidade dos editores, expressa a hipótese seguinte: o texto inicial, que se destaca do conjunto por características talvez mais próximas da proposição, funciona como tese; os restantes ensaios ligam, adensam e debatem, com conhecimento e paixão invulgares, quanto ali é sugerido. Manuel Clemente Nasceu emTorres Vedras a 16 de Julho de 1948. É licenciado em História e Teologia e doutorado emTeologia Histórica. Em 1975 começou a leccionar na Universidade Católica Portuguesa, tornando-se depois director do Centro de Estudos de História Religiosa dessa instituição. Em Junho de 1979 foi ordenado presbítero; vinte anos depois, em Novembro de 1999, foi nomeado Bispo Auxiliar de Lisboa, com o título de Pinhel, e em de Janeiro de 2000, ordenado na Igreja de SantaMaria de Belém (Jerónimos). Em 2007, o Vaticano nomeou-o Bispo do Porto. Publicou, entre outras, as obras Nas origens do apostulado contemporâneo em Portugal. A Sociedade Católica (1843-1853) [UCP, 1993], Igreja e Sociedade Portuguesa do Liberalismo à Republica [Grifo, 2002] e História e Religião em Torres Vedras [Grifo, 2004].
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Edição: Abr 2015
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para a Formação de Adultos como sugestão de leitura. Nunca algo semelhante tinha acontecido na história de Portugal ou de qualquer outro país europeu. Em tempos de guerra, reis e rainhas eram destronados ou obrigados a refugiarem-se em territórios alheios, mas nenhum deles foi tão longe quanto o príncipe regente D. João, forçado a cruzar um oceano com toda a família real portuguesa para viver e reinar do outro lado do mundo, enquanto as tropas do imperador francês Napoleão Bonaparte marchavam sobre Lisboa. Milhares de pessoas o acompanharam na viagem. Foram cem dias entre o céu e o mar, em navios improvisados, abarrotados, infestados de pragas e piolhos, sem conforto algum. Ao chegar ao Brasil, D. João determinou, entre outras medidas, a abertura dos portos, fundou escolas, mandou construir estradas e fábricas, autorizou a publicação de livros e jornais, incentivou a ciência e as artes. Ao regressar a Portugal, em 1821, deixava para trás um país transformado e pronto para a Independência. Edição revista e ampliada.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para a Formação de Adultos como sugestão de leitura. Nunca algo semelhante tinha acontecido na história de Portugal ou de qualquer outro país europeu. Em tempos de guerra, reis e rainhas eram destronados ou obrigados a refugiarem-se em territórios alheios, mas nenhum deles foi tão longe quanto o príncipe regente D. João, forçado a cruzar um oceano com toda a família real portuguesa para viver e reinar do outro lado do mundo, enquanto as tropas do imperador francês Napoleão Bonaparte marchavam sobre Lisboa. Milhares de pessoas o acompanharam na viagem. Foram cem dias entre o céu e o mar, em navios improvisados, abarrotados, infestados de pragas e piolhos, sem conforto algum. Ao chegar ao Brasil, D. João determinou, entre outras medidas, a abertura dos portos, fundou escolas, mandou construir estradas e fábricas, autorizou a publicação de livros e jornais, incentivou a ciência e as artes. Ao regressar a Portugal, em 1821, deixava para trás um país transformado e pronto para a Independência. Edição revista e ampliada.
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Edição: Jun 2020
Nº Páginas: 504
Sinopse:
1794, Estocolmo. Uma mãe chora a filha brutalmente assassinada na noite de núpcias. Desesperada, sem ninguém que atenda o seu pedido, acaba por bater à porta do vigia com um só braço e que chora amargamente a morte do amigo. No hospital de Danviken, nos arredores da cidade, um jovem nobre é atormentado pelo crime repugnante que cometeu. A investigação de Cardell leva-o de novo ao abismo de Estocolmo e à descoberta de que a cidade está mais perversa e perigosa do que nunca. Neste novo episódio, o leitor reúne-se com Mickel Cardell e Anna Stina Knapp no seu mundo barulhento e depravado, onde o que fica do esplendor gustaviano está prestes a entrar em colapso. Estocolmo verá os seus dias tornarem-se mais sombrios e o antigo esplendor dará lugar à escuridão escondida nos cantos e recantos da corrupta cidade.
Nº Páginas: 504
Sinopse:
1794, Estocolmo. Uma mãe chora a filha brutalmente assassinada na noite de núpcias. Desesperada, sem ninguém que atenda o seu pedido, acaba por bater à porta do vigia com um só braço e que chora amargamente a morte do amigo. No hospital de Danviken, nos arredores da cidade, um jovem nobre é atormentado pelo crime repugnante que cometeu. A investigação de Cardell leva-o de novo ao abismo de Estocolmo e à descoberta de que a cidade está mais perversa e perigosa do que nunca. Neste novo episódio, o leitor reúne-se com Mickel Cardell e Anna Stina Knapp no seu mundo barulhento e depravado, onde o que fica do esplendor gustaviano está prestes a entrar em colapso. Estocolmo verá os seus dias tornarem-se mais sombrios e o antigo esplendor dará lugar à escuridão escondida nos cantos e recantos da corrupta cidade.
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Edição: Jul 2019
Nº Páginas: 352
Sinopse:
No seu romance de estreia, 1793, Niklas Natt och Dag pinta um retrato convincente do final do século XVIII em Estocolmo. Através dos olhos dos diferentes narradores, o verniz em pó e a pintura da época são retirados para revelar a realidade assustadora, mas fascinante, escondida além dos factos secos dos textos de História. Com um pé firmemente cravado na tradição literária e outro na literatura de suspense, Natt och Dag cria um género inteiramente novo de thriller histórico sugestivo e realista. Retrata a capacidade de se ser cruel em nome da sobrevivência ou da ganância — mas também a capacidade para o amor, a amizade e o desejo de um mundo melhor.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
No seu romance de estreia, 1793, Niklas Natt och Dag pinta um retrato convincente do final do século XVIII em Estocolmo. Através dos olhos dos diferentes narradores, o verniz em pó e a pintura da época são retirados para revelar a realidade assustadora, mas fascinante, escondida além dos factos secos dos textos de História. Com um pé firmemente cravado na tradição literária e outro na literatura de suspense, Natt och Dag cria um género inteiramente novo de thriller histórico sugestivo e realista. Retrata a capacidade de se ser cruel em nome da sobrevivência ou da ganância — mas também a capacidade para o amor, a amizade e o desejo de um mundo melhor.
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