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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 48
Sinopse:
"O amor constrói. Gostarmos de alguém, mesmo quando estamos parados durante o tempo de dormir, é como fazer prédios ou cozinhar para mesas de mil lugares." O paraíso são os outros é a história que nos conta uma menina que observa como são os casais. Casais de pessoas e casais de animais. Uma menina a quem o amor intriga e fascina. Ao imaginar a vida dos outros, sonha com a sua pessoa desconhecida que um dia há de amar. Pode até ser o Miguel ou não - há tanta gente maravilhosa! Ao inventar a felicidade, ela já sabe tudo o que é preciso para se ser casal. Um livro que parte da inocência pueril e toca também a sabedoria dos mais crescidos.
Nº Páginas: 48
Sinopse:
"O amor constrói. Gostarmos de alguém, mesmo quando estamos parados durante o tempo de dormir, é como fazer prédios ou cozinhar para mesas de mil lugares." O paraíso são os outros é a história que nos conta uma menina que observa como são os casais. Casais de pessoas e casais de animais. Uma menina a quem o amor intriga e fascina. Ao imaginar a vida dos outros, sonha com a sua pessoa desconhecida que um dia há de amar. Pode até ser o Miguel ou não - há tanta gente maravilhosa! Ao inventar a felicidade, ela já sabe tudo o que é preciso para se ser casal. Um livro que parte da inocência pueril e toca também a sabedoria dos mais crescidos.
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Edição: Abr 2003
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Onde se encontra o Paraíso? Na construção de uma sociedade igualitária ou no retorno ao mundo primitivo? Duas Vidas: a de Flora Tristán, que põe todos os seus esforços na luta pelos direitos de mulher e dos operários, e a de Paul Gauguin, o homem que descobre a sua paixão pela pintura e abandona uma existência burguesa para viajar para o Tahiti em busca de um mundo não contaminado pelas convenções. Duas concepções do sexo: a de Flora, que só vê nele um instrumento de domínio masculino, e a de Guaguin, que a considera uma força vital imprescindível posta ao serviço da sua criatividade. O que têm em comum estas duas vidas desligadas e opostas, à parte o vínculo familiar por ser Flora a avó materna de Gauguin? É isto que Mário Vargas Llosa põe em relevo neste romance: o mundo de utopias que foi o século XIX. Um vínculo entre duas personagens que optam por modelos de vida opostos que revelam um desejo comum: alcançar um Paraíso onde seja possível a felicidade para os seres humanos.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Onde se encontra o Paraíso? Na construção de uma sociedade igualitária ou no retorno ao mundo primitivo? Duas Vidas: a de Flora Tristán, que põe todos os seus esforços na luta pelos direitos de mulher e dos operários, e a de Paul Gauguin, o homem que descobre a sua paixão pela pintura e abandona uma existência burguesa para viajar para o Tahiti em busca de um mundo não contaminado pelas convenções. Duas concepções do sexo: a de Flora, que só vê nele um instrumento de domínio masculino, e a de Guaguin, que a considera uma força vital imprescindível posta ao serviço da sua criatividade. O que têm em comum estas duas vidas desligadas e opostas, à parte o vínculo familiar por ser Flora a avó materna de Gauguin? É isto que Mário Vargas Llosa põe em relevo neste romance: o mundo de utopias que foi o século XIX. Um vínculo entre duas personagens que optam por modelos de vida opostos que revelam um desejo comum: alcançar um Paraíso onde seja possível a felicidade para os seres humanos.
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Neste livro, os temas são variados: da literatura portuguesa ou de uma frase de Borges à situação política em Angola, de uma navalha sul-africana à teoria dos sonhos e ao cabelo da sua filha, da lista de inspirações para a sua obra até à beleza da Ilha de Moçambique e à herança portuguesa no Brasil - sempre num registo literário que ultrapassa a fronteira do tempo e da sua contingência.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Neste livro, os temas são variados: da literatura portuguesa ou de uma frase de Borges à situação política em Angola, de uma navalha sul-africana à teoria dos sonhos e ao cabelo da sua filha, da lista de inspirações para a sua obra até à beleza da Ilha de Moçambique e à herança portuguesa no Brasil - sempre num registo literário que ultrapassa a fronteira do tempo e da sua contingência.
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Edição: Fev 2017
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Com o rei D. Carlos ao leme da nação, os habitantes de uma recôndita aldeia portuguesa dispõem-se a castigar, certa noite, os praticantes de um pecado hediondo, deitando fogo à sua casa na orla de uma floresta paradisíaca. E é tal a sanha colectiva contra os pecadores que - salvo os que ainda não andam e os que já não conseguem andar - só duas pessoas na povoação inteira não participam do massacre: Ana, a parteira, e o padre Engrácio. Conseguindo adiantar-se ao morticínio, resgatam com vida um par de gémeos recém-nascidos, baptizados nessa mesma noite com os nomes de Laura e Lourenço Duchamp. Recebidas em orfanatos distintos, as crianças crescerão sob o signo da tristeza, da violência e da solidão, sempre carentes da alma gémea que desconhecem ter, enquanto na aldeia, à medida que os anos passam, a culpa vai consumindo, um por um, os criminosos. Ana, que não pode ter filhos, nunca deixa, porém, de se perguntar pelos meninos que salvou, ignorando, como eles, que o reencontro é sempre uma possibilidade. Numa linguagem cuidada e bela e um leque de personagens fascinante, Paula de Sousa Lima constrói em "O Paraíso" uma narrativa pungente sobre o preconceito, o arrependimento e a incapacidade de fugir ao destino.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Com o rei D. Carlos ao leme da nação, os habitantes de uma recôndita aldeia portuguesa dispõem-se a castigar, certa noite, os praticantes de um pecado hediondo, deitando fogo à sua casa na orla de uma floresta paradisíaca. E é tal a sanha colectiva contra os pecadores que - salvo os que ainda não andam e os que já não conseguem andar - só duas pessoas na povoação inteira não participam do massacre: Ana, a parteira, e o padre Engrácio. Conseguindo adiantar-se ao morticínio, resgatam com vida um par de gémeos recém-nascidos, baptizados nessa mesma noite com os nomes de Laura e Lourenço Duchamp. Recebidas em orfanatos distintos, as crianças crescerão sob o signo da tristeza, da violência e da solidão, sempre carentes da alma gémea que desconhecem ter, enquanto na aldeia, à medida que os anos passam, a culpa vai consumindo, um por um, os criminosos. Ana, que não pode ter filhos, nunca deixa, porém, de se perguntar pelos meninos que salvou, ignorando, como eles, que o reencontro é sempre uma possibilidade. Numa linguagem cuidada e bela e um leque de personagens fascinante, Paula de Sousa Lima constrói em "O Paraíso" uma narrativa pungente sobre o preconceito, o arrependimento e a incapacidade de fugir ao destino.
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Edição: Mar 2021
Nº Páginas: 416
Sinopse:
A maioria de nós já ouviu falar do glúten uma proteína que causa inflamação generalizada no corpo. Gastamos bilhões de dólares em dietas "saudáveis" sem glúten. Mas, e se estivermos a passar ao lado da origem do problema? Neste livro, o aclamado cardiologista Dr. Steven Gundry revela que o glúten é apenas um dos perigos dos vegetais. As lectinas são encontradas também nos alimentos "sem glúten" que a maioria de nós costuma considerar saudável, incluindo frutas, vegetais, nozes, feijões e laticínios convencionais. Uma vez ingeridas, provocam uma espécie de guerra química nos nossos corpos, causando reações inflamatórias que podem levar ao ganho de peso e a problemas de saúde graves. Nas suas clínicas, o Dr. Gundry tratou com sucesso milhares de pacientes que sofrem de doenças autoimunes, diabetes, síndrome do intestino irritável, doenças cardíacas e doenças neurodegenerativas, com um protocolo que desintoxica as células, restaura o intestino e nutre o corpo.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
A maioria de nós já ouviu falar do glúten uma proteína que causa inflamação generalizada no corpo. Gastamos bilhões de dólares em dietas "saudáveis" sem glúten. Mas, e se estivermos a passar ao lado da origem do problema? Neste livro, o aclamado cardiologista Dr. Steven Gundry revela que o glúten é apenas um dos perigos dos vegetais. As lectinas são encontradas também nos alimentos "sem glúten" que a maioria de nós costuma considerar saudável, incluindo frutas, vegetais, nozes, feijões e laticínios convencionais. Uma vez ingeridas, provocam uma espécie de guerra química nos nossos corpos, causando reações inflamatórias que podem levar ao ganho de peso e a problemas de saúde graves. Nas suas clínicas, o Dr. Gundry tratou com sucesso milhares de pacientes que sofrem de doenças autoimunes, diabetes, síndrome do intestino irritável, doenças cardíacas e doenças neurodegenerativas, com um protocolo que desintoxica as células, restaura o intestino e nutre o corpo.
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Edição: Jul 2015
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Imagine que perde a cabeça num episódio no trânsito. Começa aos berros, a buzinar raivosamente… Horas depois, ao pensar no sucedido, interroga-se: Como foi possível? Eu não sou assim! Episódios deste género acontecem à maioria das pessoas. Quando o Chimpanzé assume o comando, tanto pode provocar-lhe um ataque de pânico quando tem de falar em público, como levá-lo a comer demais. O "eu" racional (o Humano, que pensa logicamente) é "atropelado" pelo "eu" irracional (o Chimpanzé, que pensa emocionalmente). Ambos coabitam em si desde que nasceu. O Chimpanzé, por ser o mais forte, não se deixa dominar; mas com as técnicas certas, pode aprender a geri-lo com eficácia. E é aí que entra o revolucionário modelo mental criado pelo Professor Steve Peters.Depois de duas décadas a trabalhar como psiquiatra clínico, Steve Peters saltou para as primeiras páginas dos jornais quando levou a equipa britânica de ciclismo a arrebatar doze medalhas nas Olimpíadas de Pequim.O modelo ensina-nos a alinhar a força do Chimpanzé com os objetivos do nosso ser racional. Imagine que tem uma semana aflitiva de trabalho pela frente. Em vez de ter uma voz a dizer-lhe "é impossível, nunca vais conseguir", terá antes a extraordinária energia do seu Chimpanzé a motivá-lo (pense nos ciclistas a verem a meta à sua frente, e no tipo de Chimpanzé que os levou à vitória).
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Imagine que perde a cabeça num episódio no trânsito. Começa aos berros, a buzinar raivosamente… Horas depois, ao pensar no sucedido, interroga-se: Como foi possível? Eu não sou assim! Episódios deste género acontecem à maioria das pessoas. Quando o Chimpanzé assume o comando, tanto pode provocar-lhe um ataque de pânico quando tem de falar em público, como levá-lo a comer demais. O "eu" racional (o Humano, que pensa logicamente) é "atropelado" pelo "eu" irracional (o Chimpanzé, que pensa emocionalmente). Ambos coabitam em si desde que nasceu. O Chimpanzé, por ser o mais forte, não se deixa dominar; mas com as técnicas certas, pode aprender a geri-lo com eficácia. E é aí que entra o revolucionário modelo mental criado pelo Professor Steve Peters.Depois de duas décadas a trabalhar como psiquiatra clínico, Steve Peters saltou para as primeiras páginas dos jornais quando levou a equipa britânica de ciclismo a arrebatar doze medalhas nas Olimpíadas de Pequim.O modelo ensina-nos a alinhar a força do Chimpanzé com os objetivos do nosso ser racional. Imagine que tem uma semana aflitiva de trabalho pela frente. Em vez de ter uma voz a dizer-lhe "é impossível, nunca vais conseguir", terá antes a extraordinária energia do seu Chimpanzé a motivá-lo (pense nos ciclistas a verem a meta à sua frente, e no tipo de Chimpanzé que os levou à vitória).
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Edição: Out 2021
Nº Páginas: 432
Sinopse:
"A memória não é um simples registo de tudo o que vivemos. Ao contrário do que gostamos de pensar, a nossa memória é limitada e não conseguiria guardar toda a informação. A sua função é ir atualizando o registo. O seu trabalho é uma reescrita constante da nossa história, que assim se vai modificando com o tempo, tal como o nosso corpo vai mudando e o mundo à nossa volta se vai alterando. A maravilha da memória, a maravilha do funcionamento do cérebro, é, paradoxalmente, fruto das suas limitações. Este livro, feito a partir da experiência clínica, é sobre a memória. Não sobre as falhas de memória que vemos no envelhecimento e nas doenças degenerativas, mas sobre o que acontece quando as memórias não se conseguem modificar. O autismo surge como um exemplo maior dessa dificuldade em esquecer: quando o cérebro não consegue atualizar os seus registos, tudo à volta tem de ficar igual. O autismo é por isso uma doença da memória, consequência de um passado que resiste a ser reescrito." Pedro Cabral "O que aconteceria se conseguíssemos registar na memória as experiências, os factos e os acontecimentos de forma indelével sem qualquer hipótese de desvio ou reinterpretação? Teria alguma vantagem? Tornar-nos-ia diferentes? Neste livro, o neurologista Pedro Cabral percorre o caminho das memórias imutáveis, através das histórias de crianças e jovens que acompanhou e que nos apresenta com grande sensibilidade. Com ele vamos desvendando as contradições e a aparente imperfeição que caracterizam a natureza da cognição humana." Isabel Pavão Martins, neurologista, Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa
Nº Páginas: 432
Sinopse:
"A memória não é um simples registo de tudo o que vivemos. Ao contrário do que gostamos de pensar, a nossa memória é limitada e não conseguiria guardar toda a informação. A sua função é ir atualizando o registo. O seu trabalho é uma reescrita constante da nossa história, que assim se vai modificando com o tempo, tal como o nosso corpo vai mudando e o mundo à nossa volta se vai alterando. A maravilha da memória, a maravilha do funcionamento do cérebro, é, paradoxalmente, fruto das suas limitações. Este livro, feito a partir da experiência clínica, é sobre a memória. Não sobre as falhas de memória que vemos no envelhecimento e nas doenças degenerativas, mas sobre o que acontece quando as memórias não se conseguem modificar. O autismo surge como um exemplo maior dessa dificuldade em esquecer: quando o cérebro não consegue atualizar os seus registos, tudo à volta tem de ficar igual. O autismo é por isso uma doença da memória, consequência de um passado que resiste a ser reescrito." Pedro Cabral "O que aconteceria se conseguíssemos registar na memória as experiências, os factos e os acontecimentos de forma indelével sem qualquer hipótese de desvio ou reinterpretação? Teria alguma vantagem? Tornar-nos-ia diferentes? Neste livro, o neurologista Pedro Cabral percorre o caminho das memórias imutáveis, através das histórias de crianças e jovens que acompanhou e que nos apresenta com grande sensibilidade. Com ele vamos desvendando as contradições e a aparente imperfeição que caracterizam a natureza da cognição humana." Isabel Pavão Martins, neurologista, Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa
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Edição: Fev 2020
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Como resolvemos o paradoxo de querer viver até uma idade avançada, enquanto continuamos a desfrutar dos benefícios da juventude? Este livro inovador contém a resposta. Ao trabalhar com milhares de pacientes, o Dr. Gundry descobriu que as doenças do envelhecimento que mais tememos não são simplesmente uma consequência da idade. Pelo contrário, são um subproduto da maneira como vivemos as nossas vidas. Em "O Paradoxo da Longevidade", ele mapeia uma nova abordagem para envelhecer bem, baseada em apoiar a saúde das nossas partes "mais antigas": os microrganismos que vivem dentro do corpo.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Como resolvemos o paradoxo de querer viver até uma idade avançada, enquanto continuamos a desfrutar dos benefícios da juventude? Este livro inovador contém a resposta. Ao trabalhar com milhares de pacientes, o Dr. Gundry descobriu que as doenças do envelhecimento que mais tememos não são simplesmente uma consequência da idade. Pelo contrário, são um subproduto da maneira como vivemos as nossas vidas. Em "O Paradoxo da Longevidade", ele mapeia uma nova abordagem para envelhecer bem, baseada em apoiar a saúde das nossas partes "mais antigas": os microrganismos que vivem dentro do corpo.
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Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Um romance magistral sobre literatura, talento, comboios, compotas de groselha, ursos, vestidos de mulher, George Sand, política, século xix, absurdo, morte, solidão, escritores, crítica literária - e beleza. O inglês Geoffrey Braithwaite - médico reformado e viúvo - atravessa o canal da Mancha e dirige-se a Rouen, a terra natal de Gustave Flaubert. A intenção é ver o papagaio embalsamado que serviu de modelo a Flaubert durante a escrita de um dos seus livros. Mas o que é apenas uma viagem transforma-se, lentamente, numa lição maravilhosa e genial sobre o autor de Madame Bovary - o seu talento indiscutível, mas também os seus defeitos, manias, tiques insuportáveis, vaidades e medos -, sobre literatura, sobre o amor (entre Braithwaite e a mulher Helen, que morreu recentemente; entre Flaubert e Louise Colet), sobre o que falha e o que não tem sentido na vida, sobre os segredos que a rodeiam e lhe dão sentido. Tudo para concluir que a vida verdadeira é a vida que vem nos livros. Porque é a única que se pode interrogar.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Um romance magistral sobre literatura, talento, comboios, compotas de groselha, ursos, vestidos de mulher, George Sand, política, século xix, absurdo, morte, solidão, escritores, crítica literária - e beleza. O inglês Geoffrey Braithwaite - médico reformado e viúvo - atravessa o canal da Mancha e dirige-se a Rouen, a terra natal de Gustave Flaubert. A intenção é ver o papagaio embalsamado que serviu de modelo a Flaubert durante a escrita de um dos seus livros. Mas o que é apenas uma viagem transforma-se, lentamente, numa lição maravilhosa e genial sobre o autor de Madame Bovary - o seu talento indiscutível, mas também os seus defeitos, manias, tiques insuportáveis, vaidades e medos -, sobre literatura, sobre o amor (entre Braithwaite e a mulher Helen, que morreu recentemente; entre Flaubert e Louise Colet), sobre o que falha e o que não tem sentido na vida, sobre os segredos que a rodeiam e lhe dão sentido. Tudo para concluir que a vida verdadeira é a vida que vem nos livros. Porque é a única que se pode interrogar.
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Edição: Dez 2015
Nº Páginas: 32
Sinopse:
Neste livro, pequenas mensagens do Papa Francisco facilmente compreendidas pelas crianças são acompanhadas por histórias da Bíblia e ilustrações apelativas que realçam o seu significado.
Nº Páginas: 32
Sinopse:
Neste livro, pequenas mensagens do Papa Francisco facilmente compreendidas pelas crianças são acompanhadas por histórias da Bíblia e ilustrações apelativas que realçam o seu significado.
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Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 48
Sinopse:
Quem é o Papa Francisco? Porque escolheu este nome? Sabes quem foi São Francisco de Assis? E quais os desejos mais profundos que o Papa tem para a Igreja e para o mundo? Depois de leres este livro, vais conhecer melhor o Papa Francisco e vais ter mais vontade de ser parecido com Jesus.
Nº Páginas: 48
Sinopse:
Quem é o Papa Francisco? Porque escolheu este nome? Sabes quem foi São Francisco de Assis? E quais os desejos mais profundos que o Papa tem para a Igreja e para o mundo? Depois de leres este livro, vais conhecer melhor o Papa Francisco e vais ter mais vontade de ser parecido com Jesus.
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Com a mestria de um romancista, McCarten tece uma narrativa apaixonante sobre dois dos homens mais influentes do mundo. A 28 de Fevereiro de 2013, quebrou-se uma tradição com mais de setecentos anos na Igreja católica: o conservador papa Bento XVI anunciou que ia abdicar. O colégio dos cardeais reuniu-se de imediato na Capela Sistina para eleger um sucessor, e daí saiu uma escolha improvável: ao ultraconservador Joseph Ratzinger sucedia o moderado Francisco, o primeiro papa não europeu em mil e duzentos anos de História. Antigo segurança num clube de tango e um apaixonado por futebol, Jorge Mario Bergoglio era um homem comum, do povo. Porque terá o papa mais tradicional da era moderna promovido a maior das rupturas? Como pôde Joseph Ratzinger, ultraconservador, protector da fé e guardião da doutrina, abandonar o seu legado às mãos do radical Jorge Mario Bergoglio, um homem de personalidade e convicções tão completamente diversas das suas? Pela primeira vez na história recente da Igreja, esta debate-se com a existência de dois papas vivos, que partilham o mesmo tecto, ambos senhores de uma tremenda e inalienável autoridade. Anthony McCarten, argumentista premiado de "A Teoria de Tudo" e "A Hora Mais Negra", traz-nos a biografia de dois homens profundamente diferentes, protagonistas de uma das maiores transferências de poder de sempre. Das experiências de guerra nos anos de juventude — quando eram ainda, apenas, Joseph e Jorge — aos escândalos de abusos sexuais que continuam a abalar as fundações da Igreja, passando pelos episódios mais mundanos do dia-a-dia no Vaticano, este livro lança luz sobre os pormenores mais obscuros da vida no interior de uma das instituições mais poderosas, e também mais opacas, do mundo.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Com a mestria de um romancista, McCarten tece uma narrativa apaixonante sobre dois dos homens mais influentes do mundo. A 28 de Fevereiro de 2013, quebrou-se uma tradição com mais de setecentos anos na Igreja católica: o conservador papa Bento XVI anunciou que ia abdicar. O colégio dos cardeais reuniu-se de imediato na Capela Sistina para eleger um sucessor, e daí saiu uma escolha improvável: ao ultraconservador Joseph Ratzinger sucedia o moderado Francisco, o primeiro papa não europeu em mil e duzentos anos de História. Antigo segurança num clube de tango e um apaixonado por futebol, Jorge Mario Bergoglio era um homem comum, do povo. Porque terá o papa mais tradicional da era moderna promovido a maior das rupturas? Como pôde Joseph Ratzinger, ultraconservador, protector da fé e guardião da doutrina, abandonar o seu legado às mãos do radical Jorge Mario Bergoglio, um homem de personalidade e convicções tão completamente diversas das suas? Pela primeira vez na história recente da Igreja, esta debate-se com a existência de dois papas vivos, que partilham o mesmo tecto, ambos senhores de uma tremenda e inalienável autoridade. Anthony McCarten, argumentista premiado de "A Teoria de Tudo" e "A Hora Mais Negra", traz-nos a biografia de dois homens profundamente diferentes, protagonistas de uma das maiores transferências de poder de sempre. Das experiências de guerra nos anos de juventude — quando eram ainda, apenas, Joseph e Jorge — aos escândalos de abusos sexuais que continuam a abalar as fundações da Igreja, passando pelos episódios mais mundanos do dia-a-dia no Vaticano, este livro lança luz sobre os pormenores mais obscuros da vida no interior de uma das instituições mais poderosas, e também mais opacas, do mundo.
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Edição: Dez 2009
Nº Páginas: 32
Sinopse:
Era uma vez um Palhaço com um nariz muito grande e uns olhos que brilhavam como estrelas. E quando ria parecia a ecla musical: Dó Ré Mi Fá Sol Lá Si Dó! O clássico de Matilde Rosa Araújo, complementado com as sensíveis ilustrações de Maria Keil.
Nº Páginas: 32
Sinopse:
Era uma vez um Palhaço com um nariz muito grande e uns olhos que brilhavam como estrelas. E quando ria parecia a ecla musical: Dó Ré Mi Fá Sol Lá Si Dó! O clássico de Matilde Rosa Araújo, complementado com as sensíveis ilustrações de Maria Keil.
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Edição: Jul 2016
Nº Páginas: 592
Sinopse:
Paris. Dominika Egorova entra num bar de má fama, de mini-saia e decote pronunciado. Prepara a cilada. Senta-se à mesa do engenheiro responsável pelos planos nucleares do Irão. Ele tem de ser recrutado, custe o que custar. Langley, Virgínia. Na sede da CIA a operação é acompanhada à distância. A tensão é asfixiante - se a espiã tiver sucesso, os Estados Unidos poderão finalmente perceber quão perto estão os iranianos de construir a bomba atómica. Se ela falhar, porém… Moscovo. Na sede dos serviços secretos russos sabe-se agora que há um agente infiltrado no Kremlin. Começa a caçada. Ninguém suspeita que Dominika, a espiã mais admirada por Putin, afinal trabalha secretamente para a CIA.O Palácio da Traição devolve-nos a mais sexy, letal e fascinante personagem dos romances de espionagem contemporâneos. Dominika Egorova regressa num jogo de gato e rato absolutamente arrepiante. Os americanos infiltraram-se no Kremlin, mas os russos também têm uma toupeira em Langley. Um dos dois será descoberto. Um dos dois está condenado à morte.
Nº Páginas: 592
Sinopse:
Paris. Dominika Egorova entra num bar de má fama, de mini-saia e decote pronunciado. Prepara a cilada. Senta-se à mesa do engenheiro responsável pelos planos nucleares do Irão. Ele tem de ser recrutado, custe o que custar. Langley, Virgínia. Na sede da CIA a operação é acompanhada à distância. A tensão é asfixiante - se a espiã tiver sucesso, os Estados Unidos poderão finalmente perceber quão perto estão os iranianos de construir a bomba atómica. Se ela falhar, porém… Moscovo. Na sede dos serviços secretos russos sabe-se agora que há um agente infiltrado no Kremlin. Começa a caçada. Ninguém suspeita que Dominika, a espiã mais admirada por Putin, afinal trabalha secretamente para a CIA.O Palácio da Traição devolve-nos a mais sexy, letal e fascinante personagem dos romances de espionagem contemporâneos. Dominika Egorova regressa num jogo de gato e rato absolutamente arrepiante. Os americanos infiltraram-se no Kremlin, mas os russos também têm uma toupeira em Langley. Um dos dois será descoberto. Um dos dois está condenado à morte.
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Edição: Mai 2013
Nº Páginas: 280
Sinopse:
No coração de Calcutá esconde-se um obscuro mistério... Um comboio em chamas atravessa a cidade. Um espectro de fogo semeia o terror nas sombras da noite. Mas isso não é mais do que o princípio. Numa noite obscura, um tenente inglês luta para salvar a vida a dois bebés de uma ameaça impensável. Apesar das insuportáveis chuvas da monção e do terror que o assedia a cada esquina, o jovem britânico consegue pô-los a salvo, mas que preço irá pagar? A perda da sua vida. Anos mais tarde, na véspera de fazer dezasseis anos, Ben, Sheere e os amigos terão de enfrentar o mais terrível e mortífero mistério da história da cidade dos palácios.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
No coração de Calcutá esconde-se um obscuro mistério... Um comboio em chamas atravessa a cidade. Um espectro de fogo semeia o terror nas sombras da noite. Mas isso não é mais do que o princípio. Numa noite obscura, um tenente inglês luta para salvar a vida a dois bebés de uma ameaça impensável. Apesar das insuportáveis chuvas da monção e do terror que o assedia a cada esquina, o jovem britânico consegue pô-los a salvo, mas que preço irá pagar? A perda da sua vida. Anos mais tarde, na véspera de fazer dezasseis anos, Ben, Sheere e os amigos terão de enfrentar o mais terrível e mortífero mistério da história da cidade dos palácios.
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Edição: Ago 2017
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o 6º ano de escolaridade, destinado a leitura autónoma. Esta história recupera um conto de Hans Christian Andersen sobejamente conhecido por crianças e adultos, aquele em que um rei vaidoso, enganado por dois alfaiates aldrabões, desfila em pelote diante do povo, até que um menino grita: "O rei vai nu!" O que Andersen não contou nem imaginou foi o que se passou a seguir. É que o menino nunca mais se calou, e o que ele disse e fez é agora trazido a público, por António Torrado, no seu habitual tom criativo e divertido.
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o 6º ano de escolaridade, destinado a leitura autónoma. Esta história recupera um conto de Hans Christian Andersen sobejamente conhecido por crianças e adultos, aquele em que um rei vaidoso, enganado por dois alfaiates aldrabões, desfila em pelote diante do povo, até que um menino grita: "O rei vai nu!" O que Andersen não contou nem imaginou foi o que se passou a seguir. É que o menino nunca mais se calou, e o que ele disse e fez é agora trazido a público, por António Torrado, no seu habitual tom criativo e divertido.
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Edição: Set 2015
Nº Páginas: 504
Sinopse:
O alferes Capelo está a cumprir o serviço militar em Angola quando se dá o massacre de centenas de brancos em povoações isoladas do Norte; é chamado a participar na primeira resposta militar contra os rebeldes e acaba por fazer duas comissões na Guerra Colonial e já não regressar à metrópole, casando-se e tornando-se proprietário de plantações de café.Na mesma altura, Mateus, funcionário público e amante da poesia e do xadrez, é iniciado em Luanda nas relações de poder entre colonos e colonizados, assistindo à prisão e tortura de rebeldes e guerrilheiros; manda vir a família e instala-se na Gabela, cruzando-se com Capelo, já desmobilizado, ambos desconhecendo que assistem aos últimos estertores do império. Na verdade, o 25 de Abril muda tudo: o Governo de Lisboa prepara a independência das Colónias e, na Gabela, as atenções dividem-se entre o MPLA e a FNLA. Quando rebenta a guerra civil, a população branca aflui aos portos e aeroportos e aproveita-se o caos para fazer ajustes de contas pessoais. Mateus e a família são agora refugiados que aguardam embarque na maior ponte aérea civil alguma vez realizada entre dois continentes e chegam a Lisboa com milhares de outros desalojados em pleno PREC.Este é um romance sobre o fim do período colonial, com descrições impressionantes da violência recíproca que moldou Angola antes, durante e depois da guerra, e o relato de como muitas famílias testemunharam, da pior maneira, o fim de um ciclo que durou mais de quinhentos anos.
Nº Páginas: 504
Sinopse:
O alferes Capelo está a cumprir o serviço militar em Angola quando se dá o massacre de centenas de brancos em povoações isoladas do Norte; é chamado a participar na primeira resposta militar contra os rebeldes e acaba por fazer duas comissões na Guerra Colonial e já não regressar à metrópole, casando-se e tornando-se proprietário de plantações de café.Na mesma altura, Mateus, funcionário público e amante da poesia e do xadrez, é iniciado em Luanda nas relações de poder entre colonos e colonizados, assistindo à prisão e tortura de rebeldes e guerrilheiros; manda vir a família e instala-se na Gabela, cruzando-se com Capelo, já desmobilizado, ambos desconhecendo que assistem aos últimos estertores do império. Na verdade, o 25 de Abril muda tudo: o Governo de Lisboa prepara a independência das Colónias e, na Gabela, as atenções dividem-se entre o MPLA e a FNLA. Quando rebenta a guerra civil, a população branca aflui aos portos e aeroportos e aproveita-se o caos para fazer ajustes de contas pessoais. Mateus e a família são agora refugiados que aguardam embarque na maior ponte aérea civil alguma vez realizada entre dois continentes e chegam a Lisboa com milhares de outros desalojados em pleno PREC.Este é um romance sobre o fim do período colonial, com descrições impressionantes da violência recíproca que moldou Angola antes, durante e depois da guerra, e o relato de como muitas famílias testemunharam, da pior maneira, o fim de um ciclo que durou mais de quinhentos anos.
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Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 296
Sinopse:
São histórias reais de gente inventada e histórias inventadas de gente real, mulheres destemidas e homens combativos ¿ mas também capazes de momentos desprezíveis e de atitudes medrosas. Corajosos e malandros, mentirosos, que fazem pela vida. Gente de carne e osso que aprendeu a desconfiar e a sobreviver num país do solidó, sempre com aquela musiquinha em fundo, atrevida e monótona, divertida e medíocre. No país do solidó, estes retratos são instantâneos das vidas verdadeiras que não aparecem nos jornais nem na sociologia universitária, mas frequentam as redes sociais e as igrejas que ainda restam. Entre o conto e a crónica, trocando os nomes e avariando as grandes teorias sobre o funcionamento da pátria, J. Rentes de Carvalho não dá explicações sobre um mundo que não quer ser explicado — mas observa-o com humor, cumplicidade, atrevimento, uma compreensão que não pede distância mas proximidade. São personagens que não receberão medalhas no Dia de Portugal; mas compõem um dos melhores retratos de todos nós.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
São histórias reais de gente inventada e histórias inventadas de gente real, mulheres destemidas e homens combativos ¿ mas também capazes de momentos desprezíveis e de atitudes medrosas. Corajosos e malandros, mentirosos, que fazem pela vida. Gente de carne e osso que aprendeu a desconfiar e a sobreviver num país do solidó, sempre com aquela musiquinha em fundo, atrevida e monótona, divertida e medíocre. No país do solidó, estes retratos são instantâneos das vidas verdadeiras que não aparecem nos jornais nem na sociologia universitária, mas frequentam as redes sociais e as igrejas que ainda restam. Entre o conto e a crónica, trocando os nomes e avariando as grandes teorias sobre o funcionamento da pátria, J. Rentes de Carvalho não dá explicações sobre um mundo que não quer ser explicado — mas observa-o com humor, cumplicidade, atrevimento, uma compreensão que não pede distância mas proximidade. São personagens que não receberão medalhas no Dia de Portugal; mas compõem um dos melhores retratos de todos nós.
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Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 400
Sinopse:
A democracia está a consumir-se a si própria, as desigualdades estão a aumentar e o sistema está a colapsar. Porquê? Porque em 1962 alguns banqueiros londrinos tiveram uma ideia que mudou o mundo. Essa ideia chamava-se offshore e significava que, pela primeira vez, os ladrões podiam sonhar em grande — podiam roubar tudo. Este livro é a estonteante história da riqueza e poder no século XXI — é uma viagem ao mundo oculto dos novos cleptocratas e criminosos globais, passando pelos países pobres em que o dinheiro público é roubado e pelos países ricos onde é investido. De Angola à Ucrânia, do Reino Unido a Malta, O País do Dinheiro denuncia as instituições que se estão a transformar em operações de lavagem de dinheiro. É também um alerta para a forma como a manipulação das leis de uns países afeta as fundações de outros, incluindo alguns dos países mais estáveis do mundo. O cenário é negro, mas ainda há tempo para resgatar a democracia das garras da corrupção.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
A democracia está a consumir-se a si própria, as desigualdades estão a aumentar e o sistema está a colapsar. Porquê? Porque em 1962 alguns banqueiros londrinos tiveram uma ideia que mudou o mundo. Essa ideia chamava-se offshore e significava que, pela primeira vez, os ladrões podiam sonhar em grande — podiam roubar tudo. Este livro é a estonteante história da riqueza e poder no século XXI — é uma viagem ao mundo oculto dos novos cleptocratas e criminosos globais, passando pelos países pobres em que o dinheiro público é roubado e pelos países ricos onde é investido. De Angola à Ucrânia, do Reino Unido a Malta, O País do Dinheiro denuncia as instituições que se estão a transformar em operações de lavagem de dinheiro. É também um alerta para a forma como a manipulação das leis de uns países afeta as fundações de outros, incluindo alguns dos países mais estáveis do mundo. O cenário é negro, mas ainda há tempo para resgatar a democracia das garras da corrupção.
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Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Este é o primeiro romance de Jorge Amado, escrito quando ele tinha apenas dezoito anos. Publicado em 1931, faz um retrato crítico da imagem festiva e contraditória do Brasil, a partir do olhar do personagem Paulo Rigger, um brasileiro atormentado pela inquietação existencial que, após sete anos em Paris, regressa a um país com o qual não se identifica. Bem recebido pela crítica e pelo público, o livro aborda as questões de uma juventude plena de inquietude, numa ansiosa e mesmo angustiada busca de verdades e do sentido da vida. Trata-se, em suma, de um retrato geracional - tecido a partir das rondas de Paulo Rigger pelos círculos boémios e literários da cidade da Bahia, em inícios do século XX. No final, insatisfeito e desencantado, marcado por uma renúncia preconceituosa ao amor, que inesperadamente encontrara, e aturdido pelas contradições que o rodeiam, Rigger embarca, no porto do Rio de Janeiro, com destino à Europa. Leva consigo as suas dores, deixando para trás uma cidade alucinada pelos ritmos e brilhos do Carnaval.Considerado subversivo, "O País do Carnaval" estava entre os livros de Jorge Amado que foram queimados em praça pública em Salvador, por determinação da polícia do Estado Novo, em 1937.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Este é o primeiro romance de Jorge Amado, escrito quando ele tinha apenas dezoito anos. Publicado em 1931, faz um retrato crítico da imagem festiva e contraditória do Brasil, a partir do olhar do personagem Paulo Rigger, um brasileiro atormentado pela inquietação existencial que, após sete anos em Paris, regressa a um país com o qual não se identifica. Bem recebido pela crítica e pelo público, o livro aborda as questões de uma juventude plena de inquietude, numa ansiosa e mesmo angustiada busca de verdades e do sentido da vida. Trata-se, em suma, de um retrato geracional - tecido a partir das rondas de Paulo Rigger pelos círculos boémios e literários da cidade da Bahia, em inícios do século XX. No final, insatisfeito e desencantado, marcado por uma renúncia preconceituosa ao amor, que inesperadamente encontrara, e aturdido pelas contradições que o rodeiam, Rigger embarca, no porto do Rio de Janeiro, com destino à Europa. Leva consigo as suas dores, deixando para trás uma cidade alucinada pelos ritmos e brilhos do Carnaval.Considerado subversivo, "O País do Carnaval" estava entre os livros de Jorge Amado que foram queimados em praça pública em Salvador, por determinação da polícia do Estado Novo, em 1937.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Com apenas 10 anos, Martha parte para Portugal com o irmão Peter. Estamos em 1949 e a fome e o frio fazem parte do seu quotidiano, já que a Áustria, a sua terra-natal, é ainda um país destruído pela Segunda Guerra Mundial. Chegados a Lisboa, os dois são inesperadamente separados e Martha vai viver para a Covilhã, no seio de uma família abastada que a recebe com todo o amor e um conforto que nunca antes experimentou. Martha irá viver dias inesquecíveis, que ficarão para sempre guardados nas memórias da sua infância. Mas não poderá separar estes tempos de felicidade das recordações da guerra que traz consigo, das saudades do irmão e da mãe, da tristeza por não se lembrar das feições do pai e ainda de algumas peripécias que acontecem na casa onde agora vive. Quando o regresso à Áustria se aproxima, Martha vê-se obrigada a pensar em quem é realmente e a que lugar quer pertencer.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Com apenas 10 anos, Martha parte para Portugal com o irmão Peter. Estamos em 1949 e a fome e o frio fazem parte do seu quotidiano, já que a Áustria, a sua terra-natal, é ainda um país destruído pela Segunda Guerra Mundial. Chegados a Lisboa, os dois são inesperadamente separados e Martha vai viver para a Covilhã, no seio de uma família abastada que a recebe com todo o amor e um conforto que nunca antes experimentou. Martha irá viver dias inesquecíveis, que ficarão para sempre guardados nas memórias da sua infância. Mas não poderá separar estes tempos de felicidade das recordações da guerra que traz consigo, das saudades do irmão e da mãe, da tristeza por não se lembrar das feições do pai e ainda de algumas peripécias que acontecem na casa onde agora vive. Quando o regresso à Áustria se aproxima, Martha vê-se obrigada a pensar em quem é realmente e a que lugar quer pertencer.
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Edição: Abr 2004
Nº Páginas: 32
Sinopse:
Melhor Álbum de Ilustração Infantil dos Prémios Nacionais de Banda Desenhada 2005, atribuídos pelo 16.º Festival Internacional de BD da Amadora
Nº Páginas: 32
Sinopse:
Melhor Álbum de Ilustração Infantil dos Prémios Nacionais de Banda Desenhada 2005, atribuídos pelo 16.º Festival Internacional de BD da Amadora
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Chegou a hora de salvar o Natal... Às vezes, a Amélia acha uma chatice viver na Elfolândia. Ninguém aguenta ouvir canções natalícias todos os dias do ano. Sim, sim... até mesmo em agosto! Mas quando o malvado Coelhinho da Páscoa aparece para arruinar o Natal e acabar de vez com a Elfolândia, a Amélia nem pensa duas vezes: está na hora de lutar contra as forças do mal... ... antes que seja tarde demais!
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Chegou a hora de salvar o Natal... Às vezes, a Amélia acha uma chatice viver na Elfolândia. Ninguém aguenta ouvir canções natalícias todos os dias do ano. Sim, sim... até mesmo em agosto! Mas quando o malvado Coelhinho da Páscoa aparece para arruinar o Natal e acabar de vez com a Elfolândia, a Amélia nem pensa duas vezes: está na hora de lutar contra as forças do mal... ... antes que seja tarde demais!
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 48
Sinopse:
O Pai Mais Horrível do Mundo conta a história de como o diabrete Gui tenta fazer os maiores disparates que se possam imaginar, e de como João Miguel Tavares, por os impedir chegando ao ponto de partir uma perna, é o pai mais horrível do mundo.
Nº Páginas: 48
Sinopse:
O Pai Mais Horrível do Mundo conta a história de como o diabrete Gui tenta fazer os maiores disparates que se possam imaginar, e de como João Miguel Tavares, por os impedir chegando ao ponto de partir uma perna, é o pai mais horrível do mundo.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 192
Sinopse:
O mecanismo é cruel, mas entra automaticamente em acção a partir do momento em que o narrador sai do enterro da sua filha de oito anos: agora, ele vai ser sempre O Pai da Menina Morta. A partir da dor e da reconfiguração do mundo que acontece após essa perda indizível, este romance de estreia (construído a partir de uma tragédia pessoal) reúne coragem, agonia, tristeza, humor e vitalidade para captar, dentro do possível, o impacto da morte de uma filha na vida do pai. Romance fragmentado, composto por secções que formam uma espécie de estrutura caleidoscópica do luto, o livro de Tiago Ferro não se limita a ser um inventário da dor, ampliando o registo de um episódio devastador a partir da manipulação consciente e irónica de temas como auto-imagem, sexualidade, humor, casamento, amizade, confissão, memória, fabulação e vida contemporânea.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
O mecanismo é cruel, mas entra automaticamente em acção a partir do momento em que o narrador sai do enterro da sua filha de oito anos: agora, ele vai ser sempre O Pai da Menina Morta. A partir da dor e da reconfiguração do mundo que acontece após essa perda indizível, este romance de estreia (construído a partir de uma tragédia pessoal) reúne coragem, agonia, tristeza, humor e vitalidade para captar, dentro do possível, o impacto da morte de uma filha na vida do pai. Romance fragmentado, composto por secções que formam uma espécie de estrutura caleidoscópica do luto, o livro de Tiago Ferro não se limita a ser um inventário da dor, ampliando o registo de um episódio devastador a partir da manipulação consciente e irónica de temas como auto-imagem, sexualidade, humor, casamento, amizade, confissão, memória, fabulação e vida contemporânea.
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Edição: Fev 2017
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Pode um bilionário ser arauto e servidor de um povo revoltado? E é esta revolta real ou fabricada? E que revolta é, se for? Na sociedade, na economia, nos estados, no próprio modelo federal? É o "novo contrato" prometido por Trump uma visão, ou um disfarce? O "populismo" triunfante durará? Haverá resistência nacional? E é Trump um revolucionário, um contra-revolucionário ou um reaccionário? Este livro procura analisar as causas, profundas e visíveis, longínquas e próximas, provadas e prováveis, do triunfo de Donald Trump. Investiga também as consequências dessa eleição, para a América e para o mundo, incluindo Portugal. E traça um retrato histórico da "civilização" dos EUA. Com fontes, documentos e testemunhos inéditos, eis a primeira obra mundial sobre um fenómeno que dará que falar, quer seja vitorioso até 2021, quer morra pelo caminho.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Pode um bilionário ser arauto e servidor de um povo revoltado? E é esta revolta real ou fabricada? E que revolta é, se for? Na sociedade, na economia, nos estados, no próprio modelo federal? É o "novo contrato" prometido por Trump uma visão, ou um disfarce? O "populismo" triunfante durará? Haverá resistência nacional? E é Trump um revolucionário, um contra-revolucionário ou um reaccionário? Este livro procura analisar as causas, profundas e visíveis, longínquas e próximas, provadas e prováveis, do triunfo de Donald Trump. Investiga também as consequências dessa eleição, para a América e para o mundo, incluindo Portugal. E traça um retrato histórico da "civilização" dos EUA. Com fontes, documentos e testemunhos inéditos, eis a primeira obra mundial sobre um fenómeno que dará que falar, quer seja vitorioso até 2021, quer morra pelo caminho.
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Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 144
Sinopse:
O que comemos é cada vez mais escrutinado, e são precisos esclarecimentos científicos, verdadeiros, provados sobre um dos alimentos mais completos e nutritivos que existe, o ovo! O ovo, as galinhas que o põem, a indústria, são temas de inegável interesse, mas os mitos e a desinformação sobre a qualidade e produção deste alimento são abundantes. Desvendamos que os ovos biológicos podem não ser de qualidade superior aos das galinhas criadas noutros sistemas de produção. Esclarecemos que se o ovo flutuar não significa que está estragado. Explicamos a verdadeira diferença entre os ovos de casca castanha e os de casca branca e entre as gemas mais alaranjadas e mais pálidas. A tão malfadada palavra ração é também desmistificada. Já para não falar do maior mito de todos: as hormonas!
Nº Páginas: 144
Sinopse:
O que comemos é cada vez mais escrutinado, e são precisos esclarecimentos científicos, verdadeiros, provados sobre um dos alimentos mais completos e nutritivos que existe, o ovo! O ovo, as galinhas que o põem, a indústria, são temas de inegável interesse, mas os mitos e a desinformação sobre a qualidade e produção deste alimento são abundantes. Desvendamos que os ovos biológicos podem não ser de qualidade superior aos das galinhas criadas noutros sistemas de produção. Esclarecemos que se o ovo flutuar não significa que está estragado. Explicamos a verdadeira diferença entre os ovos de casca castanha e os de casca branca e entre as gemas mais alaranjadas e mais pálidas. A tão malfadada palavra ração é também desmistificada. Já para não falar do maior mito de todos: as hormonas!
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Edição: Out 2013
Nº Páginas: 456
Sinopse:
Viagens diversas cruzam-se neste romance: a de D. Gonçalo da Silveira, a de Mwadia Malunga e a de um casal de afroamericanos. O missionário português persegue o inatingível sonho de um continente convertido, a jovem Mwadia cumpre o impossível regresso à infância eos afro-americanos seguem a miragem do reencontro com um lugar encantado. Outras personagens atravessam séculos e distâncias: o escravo Nimi, à procura das areias brancas da sua roubada origem. A própria estátua de Nossa Senhora, viajando de Goa para África, transita da religião dos céus para o sagrado das águas. E toda uma aldeia chamada Vila Longe atravessa os territórios do sonho, para além das fronteiras da geografia e da vida. As diferentes viagens entrecruzam-se numa narrativa mágica, por via de uma mesma escrita densa e leve, misteriosa e poética, de um dos mais consagrados escritores de língua portuguesa.
Nº Páginas: 456
Sinopse:
Viagens diversas cruzam-se neste romance: a de D. Gonçalo da Silveira, a de Mwadia Malunga e a de um casal de afroamericanos. O missionário português persegue o inatingível sonho de um continente convertido, a jovem Mwadia cumpre o impossível regresso à infância eos afro-americanos seguem a miragem do reencontro com um lugar encantado. Outras personagens atravessam séculos e distâncias: o escravo Nimi, à procura das areias brancas da sua roubada origem. A própria estátua de Nossa Senhora, viajando de Goa para África, transita da religião dos céus para o sagrado das águas. E toda uma aldeia chamada Vila Longe atravessa os territórios do sonho, para além das fronteiras da geografia e da vida. As diferentes viagens entrecruzam-se numa narrativa mágica, por via de uma mesma escrita densa e leve, misteriosa e poética, de um dos mais consagrados escritores de língua portuguesa.
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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Publicado pela primeira vez em 1988, acerca deste livro escreve Fernando Pinto do Amaral, com grande justiça: "Saber dar atenção às coisas simples é às vezes o mais difícil, e não apenas em poesia. As palavras que tentam dizê-las procuram uma nudez coincidente com o seu ser, exibindo a vitalidade das perguntas sem resposta, mas sendo ao mesmo tempo a expressão de um sim irradiante e sempre novo, incorporado na ilusão do acto perceptivo. Assim pode ir, frutificando, pouco a pouco, o mais fértil de todos os saberes — esse cujas certezas arrastam enigmas e que é, afinal, um outro nome da ignorância."
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Publicado pela primeira vez em 1988, acerca deste livro escreve Fernando Pinto do Amaral, com grande justiça: "Saber dar atenção às coisas simples é às vezes o mais difícil, e não apenas em poesia. As palavras que tentam dizê-las procuram uma nudez coincidente com o seu ser, exibindo a vitalidade das perguntas sem resposta, mas sendo ao mesmo tempo a expressão de um sim irradiante e sempre novo, incorporado na ilusão do acto perceptivo. Assim pode ir, frutificando, pouco a pouco, o mais fértil de todos os saberes — esse cujas certezas arrastam enigmas e que é, afinal, um outro nome da ignorância."
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Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Ellis Hock nunca acreditou que voltaria a África, à isolada aldeia em que fora tão feliz. Enquanto gere o seu antiquado negócio de pronto-a-vestir masculino, Ellis Hock sonha ainda com o seu paraíso africano e os quatro anos que passou no Malawi com o Corpo de Paz, interrompidos quando foi obrigado a regressar para tomar conta do negócio de família. No entanto, quando a mulher o deixa, privando-o da casa de família e da filha, e exigindo partilhas, Ellis Hock percebe que não tem lugar para onde possa ir, a não ser a remota região de Lower River, onde poderá reencontrar momentos felizes. Ao chegar à poeirenta aldeia, Hock descobre-a profundamente transformada: a escola que o próprio construíra é agora uma ruína; a igreja e a clínica desapareceram; e a pobreza e apatia instalaram-se nas pessoas, que se lembram dele - do estrangeiro que tinha medo de cobras - e que lhe dão as boas-vindas. Mas esta nova vida de Ellis Hock, este retorno, será uma evasão ou antes uma armadilha? Alternando memória e desejo, esperança e desespero, salvação e condenação, este é um emocionante regresso a um terreno sobre o qual ninguém escreveu com tanto brilhantismo como Theroux.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Ellis Hock nunca acreditou que voltaria a África, à isolada aldeia em que fora tão feliz. Enquanto gere o seu antiquado negócio de pronto-a-vestir masculino, Ellis Hock sonha ainda com o seu paraíso africano e os quatro anos que passou no Malawi com o Corpo de Paz, interrompidos quando foi obrigado a regressar para tomar conta do negócio de família. No entanto, quando a mulher o deixa, privando-o da casa de família e da filha, e exigindo partilhas, Ellis Hock percebe que não tem lugar para onde possa ir, a não ser a remota região de Lower River, onde poderá reencontrar momentos felizes. Ao chegar à poeirenta aldeia, Hock descobre-a profundamente transformada: a escola que o próprio construíra é agora uma ruína; a igreja e a clínica desapareceram; e a pobreza e apatia instalaram-se nas pessoas, que se lembram dele - do estrangeiro que tinha medo de cobras - e que lhe dão as boas-vindas. Mas esta nova vida de Ellis Hock, este retorno, será uma evasão ou antes uma armadilha? Alternando memória e desejo, esperança e desespero, salvação e condenação, este é um emocionante regresso a um terreno sobre o qual ninguém escreveu com tanto brilhantismo como Theroux.
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