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Nº Páginas: 240
Sinopse:
A jovem Anne vai para Londres em busca de aventura. E encontra-a rapidamente: na plataforma de embarque do metro de Hyde Park Corner, onde um homem perde o equilíbrio e morre electrocutado nos carris. O veredicto da Scotland Yard aponta para morte acidental. Mas Anne não fica satisfeita. Afinal, quem era o homem de fato castanho que examinou o corpo fazendo-se passar por médico? De que forma é que este assassinato pode estar relacionado com a morte da misteriosa Nadina? Determinada a resolver o mistério, Anne parte num cruzeiro com destino à Cidade do Cabo, na África do Sul. Mas esta poderá vir a ser a sua derradeira viagem…
Nº Páginas: 224
Sinopse:
A jovem Elinor Carlisle é acusada da morte de Mary Gerrard, sua rival, e levada por isso a juízo. As provas são esmagadoras: apenas Elinor tinha o motivo, a oportunidade e os meios para administrar o veneno fatal. Na sala de audiências o ambiente é hostil e só uma pessoa acredita ainda na presumível inocência de Elinor: Hercule Poirot. Ele é tudo o que resta entre Elinor e a forca.<><> As Aparências Iludem (Sad Cypress) foi publicado na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos em 1940.
Nº Páginas: 1264
Sinopse:
Este primeiro volume da Obra Poética de António Ramos Rosa reúne os poemas publicados em livro ou folheto entre 1958 e 1987. A edição foi organizada e revista por Luis Manuel Gaspar, com a colaboração de Agripina Costa Marques e Maria Filipe Ramos Rosa. O posfácio é de Silvina Rodrigues Lopes, e nele podemos ler: "É muito nítida a importância das imagens de árvores e da palavra “árvore” nos poemas de Ramos Rosa. […] Num dado momento ou numa longa maturação, a poesia de Ramos Rosa tornou-se expressão irreconciliável da luz e da sombra, do aqui e do retorno, do sentido e do sem-sentido. Porque as linhas do sem-sentido se cruzam e destecem o poema. […] Ramagens são dispersão, imagens moventes, imagens que se desprendem. Será esse o essencial da poesia de Ramos Rosa: persistir na perplexidade diante do que se apresenta, abanar a árvore das imagens, para que estas se desprendam dos ramos (da ordem) e se alterem, independentemente do sentido, se alterem para que o tecido do poema não seja um muro de palavras."
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Publicado em 1930, este conjunto de histórias de Agatha Christie (com um personagem que não voltaria a aparecer na sua obra) marca o início da sua relação com a 7ª arte: a primeira das histórias do livro foi o primeiro trabalho da autora a ser adaptado ao cinema.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Numa casa de campo isolada, seis pessoas preparam-se para uma sessão de espiritismo. À volta da mesa, a tensão aumenta quando os apelos são atendidos e os espíritos se fazem ouvir através de uma mensagem arrepiante: “O capitão Trevelyan… morto… crime.” Terá isto sido fruto de magia negra ou poderá não ter passado de uma piada macabra? A única forma de esclarecer a situação é localizar o visado. Infelizmente, Trevelyan mora a alguns quilómetros de distância. Com a neve a bloquear as estradas, alguém terá de enfrentar o temporal e a escuridão da noite, e fazer o percurso a pé… Para encontrar Trevelyan assassinado. "O Mistério de Sittaford" ("The Sittaford Mystery") foi originalmente publicado na Grã-Bretanha em 1931. Para mais informações pode consultar o site oficial de Agatha Christie em: www.agathachristie.com
Nº Páginas: 736
Sinopse:
Publicados entre 1961 e 1964, nos livros aqui reunidos sobressai o escritor de resistência dos anos sessenta e setenta que, regressado a Portugal, se empenha a fundo na denúncia do sistema, tornando a sua ficção grito de revolta. "Os Insubmissos" é disso exemplo. Nele, um grupo de jornalistas conscientes e inconformados com o estado do país une-se para criar uma publicação - "Acção Cultural" - escrita "sem conivência com a mentira, sem louvaminhices, sem transigências, sem favores pessoais", destinada a esclarecer o povo e a tornar a cultura acessível. Este romance, acabado em 1959, revelar-se-ia profético nas palavras de uma das suas personagens, Lício, que, referindo-se à situação que então vivem, declara que ainda terão de esperar pelo menos quinze anos para que tudo mude. E, até ao 25 e Abril de 1974, foram de facto quinze anos. É de salientar ainda que "Terra Ocupada" marca um ponto de viragem na obra de Urbano. Os textos que o compõem apresentam-nos alegorias sociais cujo tom dominante é a esperança num futuro melhor e a crença numa acção colectiva. Como o próprio autor destaca na sua Nota Prévia ao livro: "os anos sessenta impunham-nos a dimensão do testemunho e do protesto, a que não me furtei. "Terra Ocupada", obra de interrogações e dilucidações psicológicas, é também um livro de combate".
Nº Páginas: 226
Sinopse:
Luke Fitzwilliam não deu qualquer importância àquilo que, para ele, não passava de um fantasioso produto da imaginação de Miss Lavinia Pinkerton, a quem acabara de conhecer no comboio e cuja teoria a levava a dirigirse à Scoland Yard. Segundo a velhinha, as mortes que assolaram a pacata aldeia onde vivia deviam-se à acção de um assassino em série. Mas Lavinia não se ficava por aqui e acreditava conhecer a identidade da próxima vítima: Dr. Humbleby, o médico local. Algumas horas depois, Misss Pinkerton morre vítima de atropelamento. Mera Coincidência? Luke sentia-se inclinado a acreditar que sim… até que ao ler o The Times se depara com a notícia da inesperada morte do Dr. Humbleby… "Matar é Fácil" ("Murder is Easy") foi originalmente publicado na Grã-bretanha em 1939, ano em que seria igualmente publicado nos Estados Unidos, com o título "Easy to Kill". O romance foi, em 1981, adaptado para televisão. Para mais informações pode consultar o site oficial de Agatha Christie em: www.agathachristie.com
Nº Páginas: 992
Sinopse:
A presente edição agrupa num único tomo a obra poética da autora, seguindo e atualizando os critérios de fixação de texto adotados nas edições anteriores, graças ao notável trabalho de Maria Andresen Sousa Tavares e Carlos Mendes de Sousa, que assinam, respetivamente, o prefácio a esta edição, e a Nota de Edição. São aqui incluídos, pela primeira vez, alguns poemas inéditos que integram o espólio da autora, em depósito na Biblioteca Nacional. Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Também recomendado para a Formação de Adultos, como sugestão de leitura - Grau de Dificuldade III.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
O jovem Anthony Cade não podia suspeitar que, ao fazer um favor a um amigo, se transformaria na peça-chave de uma temível conspiração internacional capaz de tudo para impedir que a monarquia fosse restaurada na distante Herzoslováquia. A Scotland Yard e a French Sûreté não conseguem mais do que andar em círculos – até que se dá o fatídico assassínio em Chimneys, uma mansão onde se esconde um extraordinário segredo… O Segredo de Chimneys (The Secret of Chimneys) foi originalmente publicado na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos em 1925.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Artur do Cruzeiro Seixas é agora um homem com o tamanho de cem anos. Cada um dos seus gestos é um século em movimento. Penso nisso em todos os encontros, penso em como os génios sempre independem do tempo e se definem pelo incrível. Na ansiedade de Cruzeiro Seixas, essa imparável pulsão começadora, nada se exclui. Tantas vezes lhe ouvi o protesto contra qualquer existência estúpida, aquela incapaz do sensível e do criativo, aquela incapaz da humanização que a arte e o conhecimento comportam. Para o grande e genial mestre a vida é uma gula que se revela em todas as formas de maravilha, a partir do fascínio ou do susto, a partir do belo e do que se torna belo em seu genuíno tremendismo. A "elogio da sombra" repõe agora os volumes organizados por Isabel Meyrelles e que atónito, há umas décadas, encontrei inéditos na casa do mestre, ainda na carismática casa da Rua da Rosa. Mais adiante, daremos à estampa um quarto volume recolhendo os poemas dispersos. Nesta vasta obra se encontra um surrealismo pleno, a relação mais indomável que ao espírito humano revela sobretudo o que tem de inexplicável e, ainda assim, profundamente necessário. Uma das figuras maiores do surrealismo do mundo, Artur do Cruzeiro Seixas ergue a poesia como "a boca que olha". Tão feita do improvável quanto de presciência. Graça alquímica. A transcendência dos que foram eleitos para ver. Valter Hugo Mãe
Nº Páginas: 736
Sinopse:
A obra de Álvaro de Campos está no âmago das vanguardas históricas, da poesia lírica moderna e da obra pessoana, tomada em conjunto. A Álvaro de Campos estão atribuídas as grandes odes sensacionistas, alguns dos maiores poemas lírico-dramáticos da literatura portuguesa e as "Notas para a recordação do meu mestre Caeiro", que deviam acompanhar o primeiro volume das obras reunidas projectadas por Pessoa: os Poemas Completos de Alberto Caeiro. Paradoxalmente, Pessoa atribuiu aos heterónimos e semi-heterónimos as suas principais obras, dando a Campos a "Ode Triunfal", a "Tabacaria" e a hagiografia laica de Caeiro. Campos escreveu ainda cartas e avisos incendiários, deu entrevistas e respondeu a inquéritos, e infiltrou-se na vida e na obra de Pessoa. É como se Álvaro de Campos tivesse surgido para cumprir um desígnio que Fernando Pessoa anunciara em 1915: "Portugal precisa dum indisciplinador."
Nº Páginas: 64
Sinopse:
Neste seu mais recente livro de poesia Daniel Jonas regressa ao soneto, num livro desconcertante e surpreendente. Como nos diz o poeta, "Assim no meu soneto aqui gravei / Quem não sou nem fui e menos serei." Jamais tive eu amor senão por ti. Paixões o vento as trouxe e as levou Qual ave migratória que pousou Em temporário ninho onde vivi. Amor, porém, é ave que povoa O coração da gente e nele exulta E ocupa de outra ave mais estulta O coração partido e o perdoa. Mas que fazer, se amor o dei ao vento E sinto o coração ninho vazio E sinto um grão calor e grande frio E amo em oração no meu convento? Eu amo quem amei e me deixou; Não amo quem pousou — só quem voou.
Nº Páginas: 1408
Sinopse:
Acerca da obra de Ruy Cinatti, e sobre as reacções que ela provoca em quem a lê, fala-nos Joana Matos Frias, no prefácio a este livro: "Um murro no gosto [do] público. É com certeza aqui que se encontra a razão da resistência e do fascínio, da fuga e da força, da distância e da intimidade que esta obra parece provocar. Porque é difícil encontrar na poesia portuguesa um poeta como Ruy Cinatti, ao mesmo tempo tão introspectivo e tão inteiramente atento ao exterior: uma consciência infeliz transformada em consciência poética vigilante, um poeta "singularmente repartido entre o céu e a terra", na síntese precisa de Luís Amaro, que soube criar uma obra de dimensão ética e estética, activa e contemplativa, social e pura, realista, neo-realista e surrealista, sem qualquer prejuízo da sua coerência interna. Pelo que à entrada e à saída deste livro, o leitor deverá simplesmente alegrar-se com ele e dizer: ""Sou feliz! Hoje vibra a poesia até ao fim."" A presente edição, organizada e revista por Luis Manuel Gaspar com a colaboração de Joana Matos Frias e Peter Stilwell, reúne toda a poesia publicada em vida do autor. Será posteriormente publicado um segundo volume, onde se reunirá toda a sua poesia póstuma ou inédita.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Neste primeiro volume de poesia reúnem-se os livros O Fervor de Buenos Aires, Lua Defronte, Caderno de San Martín.O Fervor de Buenos Aires, de 1923, foi o primeiro livro de Jorge Luis Borges a ser publicado. Mas o reconhecimento internacional só chegou em 1961, com o Prémio Formentor, a que se seguiram inúmeros outros.A par da poesia, Borges escreveu ficção - é sem dúvida um dos nomes maiores do conto ou da narrativa breve -, crítica e ensaio - género que praticou com grande originalidade e lucidez. A sua obra é como um mise en abîme de uma enorme biblioteca, uma construção fantástica e metafísica que cruza todos os saberes, e a súmula dos grandes temas universais: o tempo, o "eu e o outro", Deus, o infinito, o sonho.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
A irreverência de José Sesinando, ausente das livrarias há duas décadas, regressa agora, na Colecção de Literatura de Humor de Ricardo Araújo Pereira. Edição e prefácio de Abel Barros Baptista e Luísa Costa Gomes. Trocadilhos, aforismos, paródia, troça, variações literárias, inteligência e, acima de tudo, um exercício radical de liberdade criativa - José Sesinando foi um caso único do humor em língua portuguesa, marcou a sua própria geração e as que lhe sucederam, e tornou-se quase um mito, alimentado pela sua prolongada ausência das livrarias. Obra Perfeitamente Incompleta reúne num único volume os livros Obra Ântuma, Heteropsicografia e Olha, Daisy, oferecendo de novo aos leitores uma verve humorística muito singular, que esteve indisponível por demasiado tempo. Opinião da crítica, ou seja , de José Sesinando: "Cadência fortemente sugestiva, encadeamento complexo das imagens, autêntico sortilégio verbal, riqueza expressiva reveladora de uma vincada personalidade — nada disso, infelizmente, se encontra na obra de José Sesinando." "Esta obra de José Sesinando ficará assinalando, como um marco geodésico, um momento da literatura portuguesa. Um momento péssimo."
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Os três heterónimos mais conhecidos de Fernando Pessoa. Três obras completas reunidas pela primeira vez em três volumes que já se tornaram de referência para os estudos pessoanos agora, pela primeira vez, a trilogia ganha novas versões de bolso, nas edições de cantos redondos, com a ortografia actualizada (adequada também para o público escolar), mas com o rigor de sempre. Três novos livros de bolso na Colecção Pessoa, dirigida por Jerónimo Pizarro
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Por vezes, para conhecer verdadeiramente uma pessoa, é preciso ler nas entrelinhas. A Isabelle está completamente perdida. Quando começou a sua carreira editorial depois da faculdade, não esperava ter vinte e cinco anos, ainda viver em casa dos pais e ser uma das poucas empregadas de raça negra da editora onde trabalha. Sobrecarregada de trabalho e mal paga, constantemente dividida entre lutar pelos seus objetivos ou reprimir-se, Izzy pensa que esta vida de editora deve ser mais do que isso. Por conseguinte, quando ouve a chefe queixar-se de um autor de grande projeção que não entregou o seu manuscrito há muito esperado, Isabelle vê uma oportunidade de conseguir finalmente a promoção que merece. Tudo o que tem de fazer é ir à mansão do autor em Santa Barbara e dar-lhe alguma palavras de encorajamento. Quão difícil poderia ser? Mas Izzy depressa percebe que aquilo a pode superar. Beau Towers não é uma celebridade fútil a escrever um livro de memórias revelador. Ele está exausto e retraído e ao que parece tão perdido quanto Izzy. Mas, apesar da sua atitude distante, Izzy precisa que Beau entregue o manuscrito e, com o seu incentivo, a história dele começa a ganhar forma. Rapidamente, descobrem que têm mais em comum do que imaginavam e, à medida que o prazo de entrega se aproxima, Izzy e Beau começam a aperceber-se de que pode existir algo ali que antes não existia. A aclamada autora bestseller, Jasmine Guillory, apresenta uma recriação irresistivelmente romântica de um clássico uma história tão antiga quanto o tempopara uma nova geração. «Esta mistura de conto de fadas e comédia romântica é mágica. Adorável do princípio ao fim!» JULIE MURPHY, autora bestseller do New York Times de Será o Meu Número? e Dumplin«Nas Entrelinhas está nas minhas mãos e não podia estar mais animada em celebrá-lo.» Emily Henry «Ninguém faz um romance arrebatador com inteligência como a bestseller Jasmine Guillory.» Elle.com «Uma das novas vozes mais brilhantes do romance.» Entertainment Weekly
Nº Páginas: 320
Sinopse:
O Zahir conta a história de um escritor de sucesso com uma vida confortável e um casamento estável; um homem satisfeito. Até que, sem qualquer motivo ou explicação, Esther, a sua mulher, desaparece. Este acontecimento inexplicável leva-o a repensar toda a sua vida e tudo aquilo a que dava valor. Pouco a pouco, a sua necessidade de compreender o sucedido transforma-se numa obsessão. Uma obsessão que o leva a partir numa viagem para se reencontrar com Esther... e consigo próprio. O seu estilo fluido e cativante faz de "O Zahir", uma das obras mais reveladoras de Paulo Coelho, uma reflexão autêntica e ponderada acerca do amor, da liberdade e do destino.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Partindo de conceitos japoneses organizados de A a Z, Carla Francis convida o leitor a seguir os exemplos nipónicos de equilíbrio e paz interior, aliando-os às mais importantes lições que podemos aprender com estes mestres felinos tão adorados no Japão.
Nº Páginas: 624
Sinopse:
Os três heterónimos mais conhecidos de Fernando Pessoa. Três obras completas reunidas pela primeira vez em três volumes que já se tornaram de referência para os estudos pessoanos agora, pela primeira vez, a trilogia ganha novas versões de bolso, nas edições de cantos redondos, com a ortografia actualizada (adequada também para o público escolar), mas com o rigor de sempre. Três novos livros de bolso na Colecção Pessoa, dirigida por Jerónimo Pizarro
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Recém-chegada de um internamento breve num hospital psiquiátrico, Camille Preaker tem um trabalho difícil entre mãos. O jornal onde trabalha envia-a para a cidade onde foi criada com o intuito de fazer a cobertura de um caso de homicídio de duas raparigas. Há anos que Camille mal fala com a mãe, um mulher neurótica e hipocondríaca, e quase nem conhece a meia-irmã, uma bela rapariga de treze anos que exerce um estranho fascínio sobre a cidade. Agora, instalada no seu antigo quarto na mansão vitoriana da família, Camille dá por si a identificar-se com as vítimas. As suas pistas não a conduzem a lado algum e Camille vê-se obrigada a desvendar o quebra-cabeças psicológico do seu passado para chegar ao cerne da história. Acossada pelos seus próprios fantasmas, terá de confrontar o que lhe aconteceu anos antes se quiser sobreviver a este regresso a casa.
Nº Páginas: 28
Sinopse:
E se todos tivéssemos o dom de mudar de corpo ao longo da vida? E se voar fosse mesmo possível para todos os que sempre desejaram ter asas? Esta é a estória de um golfinho que queria ser passarinho…
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Está escrito na história e no Zodíaco: Portugal vai voltar a estar no centro do mundo. O Euro de Eder ou a Eurovisão de Salvador foram apenas os primeiros sinais. No dia 13 de Maio de 2017 o Papa Francisco canonizava em Fátima os pastorinhos Francisco e Jacinta. A milhares de quilómetros dali, na Ucrânia, outros dois irmãos (um "Salvador" e a sua irmã) subiam vitoriosos ao palco do Festival Eurovisão da Canção… Simples coincidência? João Medeiros garante que não. O astrólogo tem lido, no Zodíaco, nos mitos e nos ciclos do nosso país, evidências reveladoras de que estamos a viver uma fase única e potencialmente gloriosa: o início do Quarto Apogeu da História de Portugal. João Medeiros, autor de A Carta, apresenta agora uma obra sobre o destino coletivo da nação: O Zodíaco de Portugal. Recorda mitos como o sebastianismo, os Templários ou o Quinto Império e relaciona-os com o presente; analisa os nossos ciclos históricos, desde a fundação à república. E conclui: Portugal, e os portugueses, podem desempenhar um papel absolutamente fulcral no futuro da humanidade, que atravessa um momento crítico. Voltaremos a ser o centro do mundo, mas agora a nível espiritual, científico e cultural. É esse o nosso desígnio, que cumpriremos se para tal tivermos visão, coragem e iniciativa.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Estas são histórias de pessoas com quem nos cruzamos anonimamente na rua ou das quais podemos ser vizinhos. Pessoas que, num gesto de cirúrgica confissão, falam dos pequenos grandes dramas do seu quotidiano - os segredos, as traições, as manias, os sentimentos comezinhos, os crimes. Em tom coloquial, com pudor ou sem qualquer embaraço, desvendam parte da sua intimidade, quase sempre buscando a cumplicidade do leitor. Uma trintena de narrativas breves que se lêem de um só fôlego e convidam a espreitar para dentro das pulsões mais básicas do ser humano - ou da inusitada realidade dos indivíduos comuns -, num registo por vezes grave, mas de indisfarçável humor e ironia.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
""O Viúvo" é um romance diferente. Na sua narrativa, saturada de dor tranquila, caldeiam-se lances de realismo mágico, miúdas observações do quotidiano pobre, reflexões e lembranças de um tempo revoluto, a ditadura, a guerra colonial, as romarias, os carrocéis, os cantores ambulantes, a mudança que chega através da televisão. É um melancólico, lúcido, lento romance, de estrutura e escrita aventurosa, perpassado por um canto agónico, às vezes iluminado por um riso novo, por comentários provocatórios, de uma inocência ou de uma acuidade invulgares." Urbano Tavares Rodrigues "É um livro de grande mistério e transparências, este, a Bíblia de um Portugal viúvo, o livro radioso dos dias em que o velho do Restelo se torna mulher, o livro que coa Portugal no aflitivo auge da sua liberdade." Inês Pedrosa "Um poema profético que nos fala do Portugal de hoje com a língua das grandes metáforas e dos mitos originários." Mello e Castro "Uma notável meditação sobre este lugar de aléns e de realidades comezinhas que é Portugal e sobre estas comoventes almas de gesto trágico que são os seus habitantes." João Rui de Sousa
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Verão de 1940: Witold Pilecki, um polaco combatente da Resistência, aceitou a missão audaciosa de descobrir o destino de milhares de detidos num novo campo de concentração, de denunciar os crimes nazis e de criar uma rede de resistência para levar a cabo uma revolta. O nome do campo era Auschwitz. Nos dois anos e meio seguintes, Witold formou um exército clandestino que sabotou instalações, eliminou informadores e oficiais nazis e reuniu provas das terríveis atrocidades e assassínios em massa. Sacrificaria a sua vida para salvar a de milhares de outras pessoas? Ao constatar a horrível realidade de que o campo se estava a tornar o epicentro dos planos nazis de exterminar os judeus da Europa, percebeu que teria de arriscar os seus homens, a sua vida e a sua família para alertar o Ocidente. Mas fazer isso significava tentar o impossível: fugir de Auschwitz. Com imagens dramáticas de Auschwitz
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Na guerra entre a Áustria e a Turquia de 1716, o visconde Medardo de Terralba é atingido no peito por uma bala de um canhão turco, e o que regressa a casa é apenas uma metade sua.Este início cruel desencadeia uma fábula cadenciada como um bailado, na qual em redor do meio-visconde se movimentam e afadigam indivíduos mais reduzidos a metade do que ele: o doutor Trelawney, cuja ciência negligencia os seres humanos, o carpinteiro Pedro Prego, que constrói engenhos admiráveis tentando não pensar que são forcas, o moralismo abstrato dos refugiados huguenotes, o hedonismo decadente do asilo de leprosos.Uma história fantástica que é também uma reflexão alegórica da condição do homem contemporâneo, sempre "alienado", mutilado, incapaz de alcançar a integridade, a completude. As invenções de Calvino são sempre abertas a muitos significados, apesar de poderem ser apreciadas por si só. Exemplo claro disso é a trilogia fantástica Os Nossos Antepassados, que este Visconde Cortado ao Meio inicia; seguem-se-lhe O Barão Trepador e O Cavaleiro Inexistente.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Mário Cesariny deixou aqui, em versão revista e aumentada, as suas impressões pessoais sobre Fernando Pessoa (o Virgem Negra) e a sua poesia, construindo assim uma biografia explicativa deste poeta do Orpheu: a sua obra, de "Mensagem" a "Poemas Ingleses", os poetas que admirava, a teoria da heteronímia e a inspiração em Aristóteles e Platão, entre outros. Satíricos na medida certa, são versos que brincam com as palavras em português, aventurando-se por vezes pelo espanhol e pelo inglês. Uma forma interessante de ver Fernando Pessoa através de olhos mais irreverentes. Uma magnífica porta de entrada para a poesia admirável do próprio Mário Cesariny.
Edição: Ago 2026
Nº Páginas: 344
Sinopse: O jovem filólogo Diego Marín viaja até Valparaíso para resolver o seu incerto futuro quando um encontro casual o inspira a escrever o seu primeiro romance. O inesperado sucesso da sua publicação permite-lhe fixar residência em Nova Iorque, onde a vida e o amor interferem na escrita do seu segundo livro, e o seu nome acaba por cair no esquecimento. Quando um telefonema do seu antigo editor o coloca na senda de um extraordinário acidente que reproduz fielmente o final do seu famoso romance, Marín viaja sem hesitações para a selva colombiana. Mas o destino volta a cruzar-se no seu caminho e, à medida que investiga, vai compreender que algumas histórias merecem ser contadas a qualquer preço, enquanto outras exigem silêncio para salvar uma vida. Na mesma história, Rosado conta mais cinco. Diego Marín, um escritor que tenta terminar o seu segundo romance após o sucesso da sua estreia, acaba por se envolver numa perpétua simulação literária: acontecimentos ficcionais trazidos à vida real, uma descoberta científica sobre o nascimento da linguagem (fala dos cartesianos, de Broca e Leibniz bem como da ideia de que os primeiros humanos aprenderam a falar imitando o canto dos pássaros), dois desaparecimentos, dois livros e dois amores falhados. Uma ode ao voo. Um salto no vazio. O livro mergulha nesta confusão entre literatura e vida a que não se pode chamar coincidência. Não é uma confusão: é uma aventura. A volta ao mundo em 344 páginas. «Benjamín G. Rosado estreia-se como um escritor valente, com uma voz torrencial que transita entre o picaresco e a erudição.» ABC «O mais recente vencedor do Prémio Biblioteca Breve é uma leitura extremamente agradável, uma daquelas histórias de pura ficção, cada vez mais raras, repletas de armadilhas, camadas de significado e digressões, que sugerem e impõem uma imersão.» El Mundo «Este romance é um jogo onde o final de uma história é o princípio da seguinte.» El Periódico «Uma investigação literária surpreendente sobre o poder da ficção para transformar a realidade, que revela histórias dentro de histórias, escrita por um grande narrador na melhor tradição de autores como Paul Auster ou Roberto Bolaño.» Júri do Prémio Biblioteca Breve 2025 «É uma espécie de narração poliédrica construída com o modelo de As Mil e Uma Noites.» El Periódico «Como eu desejava ler um livro como este! E como eu precisava desta literatura, tão primitiva, mas ao mesmo tempo tão elaborada e cuidadosa, como eu ansiava por uma ficção tão pura, repleta de armadilhas, camadas de significado e digressões (nem todas necessárias, de forma alguma, mas todas interessantes, tanto as históricas e rigorosas como as completamente inventadas). El Mundo
