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Nº Páginas: 224
Sinopse:
"Dá-me a Tua Mão e Leva-me" estuda como evoluiu a relação entre pai e filho, desde os anos 1970 até aos dias de hoje. Parte da parentalidade das últimas décadas do século passado, onde predominava a figura da mãe, até 2020, onde o pai emerge como personagem também fundamental para a criança. Retrata as modificações físicas, psicológicas e sociais que ocorrem na parentalidade masculina e que contribuem para a emergência do novo pai, ao mesmo tempo que defende a valorização urgente e necessária deste papel parental contemporâneo. Nos casos de divórcio e no que diz respeito à regulação das responsabilidades parentais, Daniel Sampaio defende a guarda partilhada com residência alternada, como forma de preservar os laços da criança com os dois progenitores. Esta obra reflete também sobre a evolução da Psiquiatria e da Psicologia no mesmo período de tempo, desde a visão dogmática do passado até aos impasses no seu desenvolvimento ao longo das últimas cinco décadas. Um texto atual e oportuno, que interessa aos pais e aos filhos, aos técnicos de Saúde Mental e a todos os que se interessam por um melhor relacionamento interpessoal.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Da Horta para a Mesa - Boa Comida, Boa Vida é uma iniciação ao prazer de cultivar, colher e cozinhar os nossos próprios legumes. Um livro que nos aproxima da terra e da natureza e que nos mostra como os ingredientes naturais requerem pouco esforço para serem transformados em pratos frescos, saborosos e autênticos. Encontramos aqui dicas de como cultivar uma horta biológica de verão, ideias para tirar o máximo partido dos legumes, receitas simples, leves e deliciosas preparadas com os produtos da estação e perfeitas para os dias mais quentes.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Com o fim da guerra da Secessão, os Estados Unidos vivem um período de paz. Porém, um grupo de especialistas em balística não vê com bons olhos ficar de braços cruzados. Assim, decidem enfrentar um novo desafio: construir um gigantesco canhão que irá disparar um projétil cujo objetivo é chegar à Lua. A notícia espalha-se depressa por todo o mundo e eis que surge um voluntário disposto a embarcar em tão perigosa viagem. E assim, em vez de uma bala de canhão, será uma cápsula tripulada que irá partir à descoberta do solo lunar e, quem sabe, estabelecer contacto com os habitantes da Lua… Escrita em 1865, cento anos antes da chegada do homem à Lua, esta é talvez a mais visionária das obras de Júlio Verne.
Nº Páginas: 472
Sinopse:
Dividido em dez partes, representativas das dez fases da nossa evolução política, este livro acompanha o desenvolvimento de Portugal de condado a nação e a país integrante da União Europeia, da OTAN e da ONU. Escrita num tom acessível e direto e filtrada pelo olhar singular e pela experiência incomparável de Diogo Freitas do Amaral, esta obra é essencial para quem quer conhecer o passado de Portugal e entender os porquês políticos e estratégicos das decisões que mudaram o nosso país.
Sinopse:
O livro toma como base um edifício, um palacete na zona de Cascais, cenário faustoso para o lento declínio de uma família - Da Natureza dos Deuses é a crónica dessa ruína.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
A narrativa autobiográfica que compõe este volume conta-nos a história do jovem escritor Paul Auster. Num tom profundamente intimista e revelador, o autor abre-nos a porta para os anos da sua entrada na literatura e na vida, quando o que a mão escrevia servia para alimentar a boca. O relato comovente e divertido dessa época é assim, também, uma lúcida reflexão sobre o dinheiro e sobre o que significa não o ter. Dinheiro era o que Auster pretendia ao escrever, na época, textos tão diversos como peças de teatro, romances policiais e, até, um jogo de cartas baseado no baseball. Mais de uma década após a primeira edição de em Portugal, a ASA orgulha-se de (re)apresentar aos leitores portugueses um livro que é já uma referência canónica para todos os admiradores de um dos grandes nomes da literatura norte-americana.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Qualquer criação humana começa com um pensamento, seja ela uma sinfonia, uma receita ou um foguetão. Assim que manifestamos uma intenção, desencadeamos uma complexa cadeia de eventos no nosso cérebro. Os pensamentos tornam-se impulsos que, ao percorrerem os caminhos neuronais, geram campos eletromagnéticos. É um processo invisível, mas que determina o modo como as nossas moléculas se organizam. Ou seja, a energia (neste caso a mente) transforma a matéria. v Em "Da Mente à Matéria", o premiado investigador Dawson explica-nos a ciência desse processo. Os pensamentos que cultivamos condicionam os átomos e as moléculas que nos rodeiam. Muitas pessoas conseguiram dominar esse poder mental com resultados extraordinários. Dawson Church prova-nos que essas experiências não são apenas coincidências felizes. Neurocientistas descobriram que há um determinado comprimento de onda cerebral que se manifesta em nós através do "estado de fluxo" - ou seja, a energia flui com uma naturalidade espantosa. Os estudos mais recentes da epigenética, neurociência, psicologia, eletromagnetismo e física quântica ajudam-nos a perceber como podemos entrar no "estado de fluxo" - e assim alinharmo-nos com a energia que nos circunda para podermos tirar, finalmente, todo o partido da nossa força mental.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Uma brilhante reflexão sobre a liberdade — o que é, como tem sido mal interpretada, e porque é a nossa única hipótese de sobrevivência — pelo aclamado historiador da Universidade de Yale e autor do bestseller mundial Sobre a Tirania. Timothy Snyder é considerado "o principal estudioso dos nossos tempos sombrios." Como historiador surpreendeu-nos com novas interpretações de colapsos políticos passados e de assassínios em massa. Como figura pública, aplicou esse conhecimento histórico para dar conselhos e fazer previsões, assim combatendo o autoritarismo onde quer que ele exista no presente. O seu livro Sobre a Tirania inspirou milhões de pessoas a lutarem pela liberdade. Agora, neste tour de force da filosofia política, ajuda-nos a ver aquilo por que estamos exatamente a lutar. A liberdade é o grande compromisso ocidental, mas, como argumenta Snyder, perdemos de vista o seu significado — e isso está a conduzir-nos à crise. Demasiados de nós olham para a liberdade como a ausência de poder do Estado: pensamos que somos livres se pudermos fazer e dizer o que quisermos, e se nos protegermos da ação do Governo. No entanto, a verdadeira liberdade não é tanto a "liberdade (libertação) de", mas a "liberdade para" — liberdade para prosperar, liberdade para correr riscos com vista a futuros escolhidos por nós se trabalharmos em conjunto por eles. Daí que a liberdade seja o valor que torna possíveis todos os outros valores. Da Liberdade proporciona-nos uma estimulante viagem intelectual. Baseando-se no trabalho de filósofos e dissidentes políticos, e em conversas com pensadores contemporâneos sobre as suas próprias experiências de amadurecimento numa época atípica, Snyder identifica as práticas e atitudes — os hábitos mentais — que nos permitirão vislumbrar um governo com o qual nós e as gerações futuras possamos prosperar. Passamos a apreciar a importância das tradições (defendidas pela direita), mas também o papel das instituições (favorecidas pela esquerda). Íntimo e ambicioso, este livro procura forjar um novo consenso assente numa política de abundância, generosidade e bondade.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
"Da Índia, com amor" dá-nos as cores, formas, luz e sombras das figuras, ambientes e emoções de um vasto painel da presença dos portugueses em Goa, na época da sua afirmação no Oriente. Com Joana e Violante, órfãs d’el-rei, viajamos na Carreira da Índia. Joana nos fará testemunhas da sua viagem in-terior, por dentro da saudade, amor e aventuras, dúvidas de si e da sua fé, abalada pelo confronto com outra cultura, até ao momento em que, naufragada, despojada, perdida em terras de cafres, ouvimos as últimas palavras da sua narrativa: sei quem sou. A narração do futuro caberá a outros.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
"Da Gestão de Crise ao Marketing de Crise" o guia mais actualizado disponível no mercado sobre esta nova ferramenta de gestão, revela como obter o aproveitamento máximo das novas janelas de oportunidades que se abrem para uma empresa sempre que esta se vê confrontada com uma situação de crise. Neste novo livro, J. Martins Lampreia, um dos mais reputados especialistas portugueses na área da Comunicação e do Marketing, aborda as duas grandes temáticas envolvidas numa crise institucional: a gestão pré e pós-crise e o respectivo marketing a ser desenvolvido.
Sinopse:
Com mais de três décadas de experiência e pioneira na criação de unidades de Cuidados Paliativos em Portugal, Isabel Galriça Neto reúne neste livro as histórias que a construíram e formaram como a pessoa e a médica que é hoje. Fala-nos de ciência, de avanços e de recuos, das lições aprendidas e das que devem ser levadas para um futuro melhor para este tipo de cuidados. "A escrita deste livro foi para mim um belo presente, mas gostaria que o fosse também para muitos outros. Desde logo para aqueles que ainda não conhecem ou conhecem mal o que são verdadeiramente os Cuidados Paliativos, a realidade de conviver e tratar doentes em fim de vida e seus familiares. Falo de realidade, não dos mitos ou dos preconceitos, das ideias distorcidas que por aí pululam sobre o que é prestar cuidados clínicos a pessoas que estão nos últimos tempos de vida - não necessariamente nos últimos dias de vida -, e em que algumas delas irão morrer." - Prefácio de Helena Sacadura Cabral.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Susana Ribeiro de Andrade é uma locutora de rádio a tentar sobreviver à perda súbita do marido, vítima de Covid-19. Rui Vieira, jornalista na mesma estação de rádio, debate-se com as consequências de um acidente que veio expor as fragilidades da sua vida familiar e amorosa. Ambos vão encontrar um novo alento para reconstruir as suas vidas no programa de rádio das madrugadas, e aquelas horas mortas, da meia noite às seis, serão uma alternativa ao oxigénio, não só para eles, como para os seus ouvintes. Escrita num registo de intimidade que nos envolve, esta narrativa segue a vida, presente e passada, de personagens que se cruzam e cujas opções de vida reflectem o que é prioritário em tempos de pandemia. "Da Meia-Noite às Seis" é o regresso de Patrícia Reis ao espaço literário que define a singularidade, a subtileza e a sabedoria da sua voz: o território da complexidade das relações humanas e da busca de identidade.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Nenhum rei, na história portuguesa dos primeiros séculos, deixou de si mesmo tão escassos sinais como Sancho II. Morto em Toledo, no Inverno de 1248, sem filhos, legítimos ou bastardos, caso único na dinastia borgonhesa, é um irmão, Afonso, conde de Bolonha, que lhe sucede, facto que poderá não ser alheio à erosão da sua memória. Apertado no complicado xadrez político em que se jogam as aspirações de Afonso IX de Leão, a crescente hegemonia castelhana e os planos do papado, Sancho herda todos os problemas que o pai, D. Afonso II, deixara em aberto, mas nenhuma da sua reconhecida habilidade para, ileso, neles se movimentar. Durante anos, a relativa consistência de um reduzido grupo de personagens junto de si, em que toma relevo a brilhante figura de Mestre Vicente, irá redimi-lo de tudo, inclusive da ineficácia militar. Porém, em breve se adensam os indícios de uma anarquia que consumirá a sua autoridade e causará a sua deposição.
Nº Páginas: 692
Sinopse:
"D. Sebastião e o Vidente" narra a história do décimo sexto rei de Portugal, o Desejado, desde o seu nascimento, em 1554, até ao seu fulgurante ocaso, nas planícies de Alcácer Quibir, em 1578.Encarnando as esperanças da nação, D. Sebastião é, todavia, um órfão privado de afectos, criado e educado por velhos, como a avó, a rainha D. Catarina, e o tio, o cardeal D. Henrique.Aclamado rei aos três anos, vai crescer, caprichoso e atormentado pelos seus traumas e complexos de adolescente, sublimados nos sonhos de glória de mancebo visionário.Senhor de um poder absoluto (alimentado pela corrupção dos cortesãos e dos políticos), assume-se como o Capitão de Deus, numa cruzada contra os mouros, que vai conduzir Portugal ao desastre, profetizado pelas visões de Miguel Leitão de Andrada, um fidalgo de Pedrógão Grande, com fumos de vidente, cuja vida se entrelaça com a do rei, num binómio de idealismo-materialismo posteriormente imortalizado em D. Quixote e Sancho Pança.O Desejado, graças à sua personalidade problemática e fascinante, fez-se mito (o Sebastianismo), amado e odiado ao longo dos séculos, tendo o desastre de Alcácer Quibir deixado no esquecimento a melhor parte do seu reinado: as reformas políticas, administrativas e militares.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Lindo, fúnebre e solitário, D. Pedro V foi um cometa que iluminou a quarta dinastia. Filho de D. Maria II de Bragança e de D. Fernando de Saxe Coburgo, nasceu em Lisboa, no Palácio das Necessidades, a 16 de Setembro de 1837. Foi uma criança prodígio, mais afeiçoada aos estudos do que aos brinquedos. Após a morte de sua mãe, e por ter de esperar dois anos até atingir a maioridade, viajou pela Europa. Seria coroado a 16 de Setembro de 1855. Três anos depois, casava-se com um membro da casa real da Prússia, D. Estefânia de Hohenzollern Sigmaringen, com quem manteve uma relação platónica. Morreu aos 24 anos, a 11 de Novembro de 1861. Existiam, na sua natureza, contrastes surpreendentes. Era severo e gentil; modesto e sarcástico; tinha carências afectivas e era de uma frieza que podia ferir. Para o bem e para o mal, não teve tempo de mostrar aquilo de que era capaz. Morreu, como afirmou desejar, na flor da idade. Passou à história sob o cognome de o Esperançoso.
Nº Páginas: 496
Sinopse:
O reinado de D. José (1750-1757) é dos poucos que escaparam ao geral esquecimento a que foi votada a maior parte dos factos e personagens mais remotos da história de Portugal. O terramoto de 1755, a reconstrução de Lisboa, os tiros que se dispararam contra a carruagem do rei e a repressão implacável que se lhes seguiu garantiram-lhe um lugar na memória de gerações futuras. No entanto, não é pelo nome do rei que esses anos são em regra conhecidos. O que deles se sabe é, quase sempre, pela interposta pessoa do seu ministro, Sebastião José de Carvalho e Melo, perpetuado na posteridade pelo título de Marquês de Pombal. Depois das figuras destacadas da expansão portuguesa dos séculos XV e XVI, raras personagens são recordadas por públicos amplos. A esse destino obscuro escapou o valido do rei, por força tanto das celebrações encomiásticas quanto das críticas enfáticas que conheceu, dentro e fora de Portugal, em vida como na morte. No cenário político do reinado, cuja ribalta foi exuberantemente ocupada por Pombal, qual o lugar que cabe ao D. José? Boa parte das páginas deste livro, agora revisto, centram-se nas relações entre o rei e o ministro, para explicar como se foram tecendo, mas também para apreender nos traços da personalidade e da vida do rei os rasgos que o fizeram enveredar pelo caminho que seguiu, na sombra do valido.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Um pai, duas filhas. Uma casa para arrumar, roupa para lavar, comida para fazer, crianças para ir buscar à escola, birras, quedas, caos, alegria, humor e amor. Assim são os desenhos de Alexandre Esgaio, umas vezes amorosos, outras hilariantes, misturados com referências a grandes nomes da arte, pequenas homenagens espalhadas ao longo do livro e que nos apanham de surpresa. Um livro de banda desenhada feito de pequenos momentos na vida de um pai de duas filhas irrequietas, inteligentes e muito senhoras de si.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Da Amazónia às Malvinas resgata do esquecimento uma grande viagem que Beatriz Sarlo fez na juventude, nas décadas de 60 e 70, atravessando uma América Latina pulsando de ímpeto revolucionário. Viagens de barco, caminhadas pelas montanhas e pela selva, o clima e a geografia como protagonistas de aventuras que lembram Joseph Conrad e Jack London. Este périplo latino-americano é também a biografia itinerante de uma jovem mulher que encontrou pessoas, lugares e situações extraordinárias, que superam todas as expectativas. Uma escrita íntima sobre o poder da memória e a recriação fervilhante de um continente mítico. Talvez nunca cheguemos a compreender por inteiro a motivação que levou uma rapariga argentina a empreender, enquanto jovem maoísta, algumas das "viagens ideológicas" aqui descritas. [...] Beatriz Sarlo faz um inteligente e corajoso exercício de autocrítica, reinterpretando vivências "que não são simples recordações, porque lhes pertenço de uma maneira radical". À luz deste outro tempo, é-lhe agora possível constatar que, em viagem como na vida, só encontramos aquilo de que vamos à procura. —Carlos Vaz Marques, Prefácio
Nº Páginas: 384
Sinopse:
D. Luís, um rei de convicções cujo momento da morte coincidiu com um momento de viragem na história da monarquia constitucional.
Edição: Nov 2022
Nº Páginas: 432
Sinopse: Nascido em Maio de 1455, D. João é filho de D. Afonso V e de sua mulher, D. Isabel de Urgel. Pelo lado paterno, é neto de D. Duarte. Neto e sobrinho-neto da chamada «Geração de Avis», casa com sua prima D. Leonor, filha do infante D. Fernando, irmão de D. Afonso V.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
D. Pedro II nasceu em Lisboa, em 1648, e faleceu na mesma cidade, em 1706. Apesar da relevância do período em que viveu, D. Pedro permaneceu, na historiografia portuguesa, aprisionado entre as contingências fatídicas da governação do Vitorioso e a magnificência do reinado de D. João V. Defraudado por uns e glorificado por outros, D. Pedro II continuou a ser o eterno esquecido, votado, salvo raras excepções, a um verdadeiro ostracismo historiográfico. Afigura-se quase inexplicável este "abandono" se pensarmos que entre a regência (1668-1683) e o reinado de D. Pedro (1683-1706) decorreram trinta e oito anos, correspondendo, por um lado, a um dos períodos decisórios no quadro da política externa, com o final das Guerras da Restauração e o início da guerra da sucessão de Espanha e, por outro, a uma fase de crescente acalmia entre grupos de poder desavindos, que permitiu o reforço da monarquia absoluta e a consolidação da dinastia de Bragança. Procura-se, ao longo deste livro, desmistificar a imagem do Pacífico, tentando reconstruir, na possibilidade da escrita efémera do historiador, o quotidiano de D. Pedro II, que, tendo vivido em tempos de controvérsia, soube pacificar uma nação.
Edição: Jul 2022
Nº Páginas: 448
Sinopse: No ano de 1357 nasce João, mais um filho ilegítimo do infante D. Pedro. Ascende, ainda criança, a Mestre de Avis e, liderando a ordem e frequentando a corte, atravessará os governos de seu pai e de seu irmão D. Fernando.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
D. Maria I foi a primeira mulher a governar Portugal e ficou conhecida para a história como a "Rainha Louca". Mãe de D. João VI e avó do primeiro imperador do Brasil, teve um longo reinado de 38 anos - marcado por intensa atividade governativa, pela ação social e pelo desenvolvimento das artes e das ciências - e, no entanto, a sua vida conta com aspetos muito importantes não esclarecidos. Se era mentalmente instável, o que a levou a isso? E seria realmente louca, ou antes incompreendida? Que impacto tiveram nela as mortes do marido e do filho primogénito? A fim de lançar uma nova luz sobre esta figura marcante da história de Portugal, a historiadora Mary del Priore investigou a fundo a sua vida. Neste livro, Del Priore conta a história da monarca de uma perspectiva inédita e intimista, e revela que o seu estado mental era provavelmente fruto das muitas tristezas e contratempos que sofreu ao longo da vida, numa época em que a depressão e a melancolia eram confundidas com insanidade - e até mesmo consideradas obras do demónio. Abordando a vida de D. Maria I desde o seu nascimento em Lisboa, em Dezembro de 1734, até à sua morte no Brasil, para onde foi em 1808, passando pela sua devoção ao catolicismo, a coroação como primeira rainha portuguesa, o conflito com o Marquês de Pombal e o aparecimento dos primeiros sintomas de doença, esta obra faz justiça a uma mulher que conseguiu sobreviver a tempos e circunstâncias que lhe foram muito adversos
Edição: Fev 2023
Nº Páginas: 432
Sinopse: Nascido em Viseu, em 1391, e falecido em Tomar, em 1438, passou sobretudo à história como corresponsável pelo desastre de Tânger e pelo cativeiro e morte do seu irmão D. Fernando. O cognome de Eloquente ganhou-o talvez por ter escrito o Leal Conselheiro, uma obra que hoje quase ninguém conhece. Não teve, nem de longe, uma reputação semelhante à dos seus irmãos D. Henrique e D. Pedro.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
D. Henrique: um monarca incompetente e incapaz, "que deixou em testamento Portugal aos castelhanos", ou um homem rigoroso, que procurou pela via jurídica e pela negociação dinástica a solução para um problema sucessório de extrema complexidade? Oitavo filho da vasta prole de D. Manuel, nasceu a 31 de Janeiro de 1512 e morreu no mesmo dia e mês do ano de 1580 como 17.º rei de Portugal e último representante da dinastia de Avis. Votado à carreira sacerdotal, não só alcança posições cimeiras na hierarquia da Igreja, como ascende à realeza. Morto D. João III, assume, após D. Catarina, a regência do reino na menoridade de D. Sebastião, a quem sucede como monarca, suportando os destinos políticos de uma sociedade em crise. Rei por incongruência do destino, D. Henrique sobraçou as sequelas imediatas do desastre de Alcácer Quibir e foi alvo de juízos severos, que em muito têm minimizado a sua actuação histórica.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Fernando de Saxe-Coburgo-Gotha nasceu em Viena, em 1816, no seio de uma família saxo-austro-húngara. Pelo seu casamento em 1836 com a rainha D. Maria II, tornou-se príncipe português e no ano seguinte, com o nascimento de um herdeiro, rei consorte de Portugal. Sem se omitir o protagonismo político de D. Fernando, incluindo a sua recusa em ser rei da Grécia e rei de Espanha (talvez lhe devamos a independência), salienta-se a sua vida privada, aquela que este homem culto e sociável, orgulhoso e egocêntrico, mas dotado de uma alegria inata e de um personalidade cativante, verdadeiramente apreciava. Foi, aliás, o seu comportamento a nível familiar que provocou as duas grandes polémicas da sua vida: em 1869, ao casar por amor com uma antiga cantora e, quando morreu, ao saber-se que lhe deixara o Palácio e Jardins da Pena. Porque agrada mais à sensibilidade atual, o segundo casamento tem feito esquecer o primeiro, uma união feliz que a morte da rainha desfez em 1853 e deixou o viúvo destroçado.
Edição: Nov 2021
Nº Páginas: 448
Sinopse: d. manuel i(1469-1521)foi o único rei que subiu ao trono sem ser nem descendente nem irmão do antecessor, e beneficiou da morte de um primo e de cinco irmãos para alcançar o ceptro. viu os seus navegadores rasgarem horizontes e tornou-se, assim, senhor de um império marítimo que abarcava dois oceanos e quatro continentes, mas continuou a sonhar com a cruzada à terra santa. neutral face às guerras europeias, foi uma figura importante no nascimento da espanha. a sua corte ostentava o luxo próprio de um príncipe do renascimento, a que juntava o exotismo de quem chegara mais longe que romanos e gregos.
Edição: Nov 2021
Nº Páginas: 432
Sinopse: Personagem oculta por inúmeras e sucessivas camadas de interpretações ideológicas, quer eruditas quer populares, a figura verídica do primeiro rei de Portugal só muito hipoteticamente se pode reconstituir nas suas dimensões históricas. O mito sobrepõe-se, teimosamente, à história, para justificar a permanência da nação que fundou e justificar a confianças que os cidadãos de todos os tempos têm posto na colectividade a que pertencem.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Sente que há outras vozes a falar dentro de si? Precisa urgentemente de lhes dar vida, densidade, um lugar no mundo? Só tem de ter presente que as personagens são "tão naturais como uma árvore, um parlamento ou uma biblioteca" (parafraseando Álvaro de Campos). E, depois, é só exalar o sopro vital!Organizado entre "perigos" (as nossas formas de prender personagens) e "estratégias" (para as libertarmos), este curso assenta em teoria, prática, exercícios e exemplos; e vem acompanhado de um breve capítulo extra para poder escrever as suas personagens em formato de conto ou romance."O Curso de Escrita Criativa II - Uma Costela de Quem?" pretende libertar todos os Adões e Evas das suas costelas, para gerar personagens fortes, porque autonómicas do criador, e representantes das aspirações e sonhos de cada um.No fundo, este livro pretende libertar a nossa força criativa em seres que falem profundamente de nós. Porque é uma bomba de humanidade. Pedro Sena-Lino é também autor do outro livro da coleção: "Curso de Escrita Criativa I - Criative-se: usar em caso de escrita." http://escritacriativa.portoeditora.pt
Nº Páginas: 512
Sinopse:
D. Carlos I (1863-1908) foi um dos mais inteligentes e capazes reis do seu tempo, quando a Europa era ainda, com excepção da França e da Suíça, um conjunto de monarquias. D. Carlos correspondia bem, pelas suas ideias e interesses, ao tipo do fidalgo liberal, o equivalente português da aristocracia whig inglesa. Tinha 26 anos quando foi aclamado rei, a 19 de Outubro de 1889, e apenas 44 quando foi assassinado a 1 de Fevereiro de 1908. Como já acontecera a seu pai, teve de viver com um movimento político entre os seus súbditos que se propunha abertamente destruir a monarquia. Nos seus últimos dias, porém, julgou que estava no caminho certo para assegurar a continuidade da monarquia constitucional, através de uma renovação das lideranças partidárias e de uma reafirmação dos princípios do liberalismo, sinceramente por si partilhados. Independente, sensato e corajoso, conseguia suportar grandes pressões e tomar decisões arriscadas quando se impunham. Morreu por causa das suas qualidades, não por causa dos seus defeitos.
