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Edição: Mai 2005
Nº Páginas: 220
Sinopse:
Robert Musil, um dos nomes do "quarteto revolucionário" na prosa das primeiras décadas do século XX - Proust, Joyce, Kafka, Musil -, é um autor sem biografia, como dirá Hermann Broch, seu contemporâneo e compatriota: "Nenhum de nós tem propriamente uma biografia: vivemos e escrevemos, e é tudo". Musil legou-nos alguns dos mais significativos fragmentos de literatura do século, cujos traços mais salientes são a complexidade dos seus perfis anímicos e o rigor da observação, da análise e da reflexão - uma obra que se orienta pelos princípios, contidos na fórmula lapidar que ele próprio cunhou, da exactidão e da alma. "João Barrento"
Nº Páginas: 220
Sinopse:
Robert Musil, um dos nomes do "quarteto revolucionário" na prosa das primeiras décadas do século XX - Proust, Joyce, Kafka, Musil -, é um autor sem biografia, como dirá Hermann Broch, seu contemporâneo e compatriota: "Nenhum de nós tem propriamente uma biografia: vivemos e escrevemos, e é tudo". Musil legou-nos alguns dos mais significativos fragmentos de literatura do século, cujos traços mais salientes são a complexidade dos seus perfis anímicos e o rigor da observação, da análise e da reflexão - uma obra que se orienta pelos princípios, contidos na fórmula lapidar que ele próprio cunhou, da exactidão e da alma. "João Barrento"
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Edição: Abril 2022
Sinopse:
Em 1980, é encontrado em Berlim um caderno que relata a descoberta, em terras portuguesas, de uma jazida de ouro, segredo que levará o leitor aos anos da Segunda Guerra Mundial, à exploração de volfrâmio e à improvável amizade de um engenheiro alemão com o jovem Xavier Sarmiento, que descobre ter o dom de curar e se fascina com a ideia de poder. É a sua história, de curandeiro e mágico a temido chefe das milícias, que acompanharemos ao longo do romance, assistindo às suas curas e milagres, bem como aos amores clandestinos e à fuga intempestiva para África. Percorrendo episódios da vida portuguesa ao longo de cinco décadas - das movimentações na raia transmontana durante a Guerra Civil de Espanha à morte de Francisco Sá Carneiro -, "As Pessoas Invisíveis" é também a revisitação de um dos eventos mais trágicos e menos conhecidos da nossa História colonial: o massacre de um grande número de nativos forros, mostrando como o fim legal da escravatura precedeu, em muitas dezenas de anos, a sua efectiva abolição.
Sinopse:
Em 1980, é encontrado em Berlim um caderno que relata a descoberta, em terras portuguesas, de uma jazida de ouro, segredo que levará o leitor aos anos da Segunda Guerra Mundial, à exploração de volfrâmio e à improvável amizade de um engenheiro alemão com o jovem Xavier Sarmiento, que descobre ter o dom de curar e se fascina com a ideia de poder. É a sua história, de curandeiro e mágico a temido chefe das milícias, que acompanharemos ao longo do romance, assistindo às suas curas e milagres, bem como aos amores clandestinos e à fuga intempestiva para África. Percorrendo episódios da vida portuguesa ao longo de cinco décadas - das movimentações na raia transmontana durante a Guerra Civil de Espanha à morte de Francisco Sá Carneiro -, "As Pessoas Invisíveis" é também a revisitação de um dos eventos mais trágicos e menos conhecidos da nossa História colonial: o massacre de um grande número de nativos forros, mostrando como o fim legal da escravatura precedeu, em muitas dezenas de anos, a sua efectiva abolição.
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Edição: Mai 2024
Nº Páginas: 200
Sinopse:
As pessoas primeiro é um manifesto contra a atual crise no mundo do trabalho – um apelo a uma mudança significativa na forma como trabalhamos.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
As pessoas primeiro é um manifesto contra a atual crise no mundo do trabalho – um apelo a uma mudança significativa na forma como trabalhamos.
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Edição: Mai 2014
Nº Páginas: 136
Sinopse:
As Pequenas Memórias é um livro de recordações que abrange o período entre os quatro e os quinze anos da vida de José Saramago: "Queria que os leitores soubessem de onde saiu o homem que sou". Caligrafia da capa por GONÇALO M. TAVARES
Nº Páginas: 136
Sinopse:
As Pequenas Memórias é um livro de recordações que abrange o período entre os quatro e os quinze anos da vida de José Saramago: "Queria que os leitores soubessem de onde saiu o homem que sou". Caligrafia da capa por GONÇALO M. TAVARES
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Edição: Jan 2019
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Julia Lambert está no auge do sucesso: é considerada a maior atriz inglesa do seu tempo. No palco, domina totalmente as emoções e as suas atuações são arrebatadoras. Na vida real, está cansada do marido e é bastante menos disciplinada. Quando um jovem fã a cobre de atenções, Julia fica inicialmente divertida; mais tarde, entusiasmada pela sua persistência; e, por fim, louca e perigosamente apaixonada. A sua vida, aparentemente perfeita e imperturbável, vai sofrer uma viragem irreversível. De execução magistral, "As Paixões de Julia" retrata as tensões e os triunfos das artes performativas: quer em palco, quer fora dele. Foi adaptado ao cinema, com Annette Bening e Jeremy Irons nos principais papéis.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Julia Lambert está no auge do sucesso: é considerada a maior atriz inglesa do seu tempo. No palco, domina totalmente as emoções e as suas atuações são arrebatadoras. Na vida real, está cansada do marido e é bastante menos disciplinada. Quando um jovem fã a cobre de atenções, Julia fica inicialmente divertida; mais tarde, entusiasmada pela sua persistência; e, por fim, louca e perigosamente apaixonada. A sua vida, aparentemente perfeita e imperturbável, vai sofrer uma viragem irreversível. De execução magistral, "As Paixões de Julia" retrata as tensões e os triunfos das artes performativas: quer em palco, quer fora dele. Foi adaptado ao cinema, com Annette Bening e Jeremy Irons nos principais papéis.
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Reúnem-se nestas páginas as "pequenas histórias" saídas da pena de alguns dos mais influentes escritores de língua espanhola - muitos deles ainda inéditos em Portugal -, cuja importante obra traça, de modo panorâmico, as linhas mestras de uma das mais singulares visões literárias do mundo. Nesta, tanto a indagação dos limites da realidade de um Lugones se pode aliar ao jogo de realidade e aparência de um Bioy Casares, como o visionarismo urbano de um Arlt pode contrastar com os ambientes naturalistas da selva de um Horacio Quiroga, ou a crítica mordaz à corrupção da classe política de Juan Jamón Ribeyro e José Donoso pode dar lugar à poética contemporânea de Ana María Moix. O resultado é um volume de descoberta literária, onde novos autores se encontram com novos leitores.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Reúnem-se nestas páginas as "pequenas histórias" saídas da pena de alguns dos mais influentes escritores de língua espanhola - muitos deles ainda inéditos em Portugal -, cuja importante obra traça, de modo panorâmico, as linhas mestras de uma das mais singulares visões literárias do mundo. Nesta, tanto a indagação dos limites da realidade de um Lugones se pode aliar ao jogo de realidade e aparência de um Bioy Casares, como o visionarismo urbano de um Arlt pode contrastar com os ambientes naturalistas da selva de um Horacio Quiroga, ou a crítica mordaz à corrupção da classe política de Juan Jamón Ribeyro e José Donoso pode dar lugar à poética contemporânea de Ana María Moix. O resultado é um volume de descoberta literária, onde novos autores se encontram com novos leitores.
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Edição: Abr 2017
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Pietro é um rapazinho da cidade, solitário e pouco sociável. Os seus pais estão ligados pela paixão da montanha que os uniu desde sempre, mesmo na tragédia, e o horizonte linear de Milão enche-os agora de saudade e nostalgia. Quando descobrem a aldeia de Grana, no sopé do Monte Rosa, sentem ter encontrado o lugar certo: Pietro passará ali todos os verões onde, à sua espera, está Bruno. São da mesma idade mas, em vez de estar de férias escolares, ocupa-se a pastar vacas. Têm assim início verões de explorações e descobertas, entre as casas abandonadas, o moinho e os carreiros mais íngremes. São também os anos em que Pietro descobre que a montanha é um saber, um verdadeiro e adequado modo de respirar. E descobre também que o pai lhe deixa o legado mais verdadeiro: "Ali estava a minha herança: uma parede de rocha, neve, um montão de pedras em quadrado, um pinheiro." Uma herança que passados muitos anos o reaproximará de Bruno. "As Oito Montanhas" é um livro magnético e adulto, que explora ligações acidentadas mas graníticas, a possibilidade de aprender e a procura do nosso lugar no mundo. Maravilhoso, literário, intenso e lírico, invade-nos com o ar puro e a luz da natureza e com as cores e os cheiros das estações.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Pietro é um rapazinho da cidade, solitário e pouco sociável. Os seus pais estão ligados pela paixão da montanha que os uniu desde sempre, mesmo na tragédia, e o horizonte linear de Milão enche-os agora de saudade e nostalgia. Quando descobrem a aldeia de Grana, no sopé do Monte Rosa, sentem ter encontrado o lugar certo: Pietro passará ali todos os verões onde, à sua espera, está Bruno. São da mesma idade mas, em vez de estar de férias escolares, ocupa-se a pastar vacas. Têm assim início verões de explorações e descobertas, entre as casas abandonadas, o moinho e os carreiros mais íngremes. São também os anos em que Pietro descobre que a montanha é um saber, um verdadeiro e adequado modo de respirar. E descobre também que o pai lhe deixa o legado mais verdadeiro: "Ali estava a minha herança: uma parede de rocha, neve, um montão de pedras em quadrado, um pinheiro." Uma herança que passados muitos anos o reaproximará de Bruno. "As Oito Montanhas" é um livro magnético e adulto, que explora ligações acidentadas mas graníticas, a possibilidade de aprender e a procura do nosso lugar no mundo. Maravilhoso, literário, intenso e lírico, invade-nos com o ar puro e a luz da natureza e com as cores e os cheiros das estações.
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 1040
Sinopse:
Há grandes livros que nunca chegaram a sê-lo propriamente, obras que vivem do inconcluso e do fragmentário, como o Livro do Desassossego ou O Homem sem Qualidades. As Passagens de Paris fazem parte dessa constelação do inacabamento, apesar de terem ocupado intensamente o seu autor durante treze anos, entre 1927 e 1940, e gerado alguns dos grandes ensaios de Walter Benjamin sobre Baudelaire, a arte e a fotografia. Trata-se de um projecto ambicioso, que propõe uma original leitura histórico-filosófica do século XIX, tomando como referências a evolução histórica e civilizacional de Paris e a obra de Baudelaire como grande paradigma poético desse processo. Em última análise, o projecto das Passagens de Paris acabaria por resultar num grande mar de reflexões e materiais fragmentários por onde navega já o que seria a proto-história do nosso próprio tempo.
Nº Páginas: 1040
Sinopse:
Há grandes livros que nunca chegaram a sê-lo propriamente, obras que vivem do inconcluso e do fragmentário, como o Livro do Desassossego ou O Homem sem Qualidades. As Passagens de Paris fazem parte dessa constelação do inacabamento, apesar de terem ocupado intensamente o seu autor durante treze anos, entre 1927 e 1940, e gerado alguns dos grandes ensaios de Walter Benjamin sobre Baudelaire, a arte e a fotografia. Trata-se de um projecto ambicioso, que propõe uma original leitura histórico-filosófica do século XIX, tomando como referências a evolução histórica e civilizacional de Paris e a obra de Baudelaire como grande paradigma poético desse processo. Em última análise, o projecto das Passagens de Paris acabaria por resultar num grande mar de reflexões e materiais fragmentários por onde navega já o que seria a proto-história do nosso próprio tempo.
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Edição: Nov 2018
Nº Páginas: 64
Sinopse:
O dicionário é a casa onde moram palavras. As que limpam as janelas, as que gostam de beber café, as que trazem correntes de ar, as que fazem de lanterna no escuro, as que têm os pés pequenos, as que frequentam as árvores, as que pulam como sapos. Entre as finas paredes do dicionário podemos admirá-las. Investigar o que fazem elas da vida. Alfabeticamente deitadas. Cada uma no seu quarto. Enquanto repousam do atarefado trabalho de andar de boca em boca, de cabeça em cabeça, de livro em livro. Podemos contemplá-las a todas. Menos às que decidiram fugir. Há palavras que nasceram para ser pássaro. Este livro vai atrás dessas que nunca se deixam apanhar. Não para as prender. (Como se isso fosse possível?) Somente para lhes tirar um retrato.
Nº Páginas: 64
Sinopse:
O dicionário é a casa onde moram palavras. As que limpam as janelas, as que gostam de beber café, as que trazem correntes de ar, as que fazem de lanterna no escuro, as que têm os pés pequenos, as que frequentam as árvores, as que pulam como sapos. Entre as finas paredes do dicionário podemos admirá-las. Investigar o que fazem elas da vida. Alfabeticamente deitadas. Cada uma no seu quarto. Enquanto repousam do atarefado trabalho de andar de boca em boca, de cabeça em cabeça, de livro em livro. Podemos contemplá-las a todas. Menos às que decidiram fugir. Há palavras que nasceram para ser pássaro. Este livro vai atrás dessas que nunca se deixam apanhar. Não para as prender. (Como se isso fosse possível?) Somente para lhes tirar um retrato.
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Edição: Mar 2022
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Um manifesto poderoso sobre a interdependência de tudo o que existe na natureza e sobre como poderemos viver uma vida mais gratificantes e nos reconectarmos com o mundo natural. Durante demasiado tempo, vivemos separados da natureza, vendo-nos como superiores, distantes, independentes. Porém, ao fazê-lo, perdemos de vista tudo o que o mundo natural nos pode ensinar. Neste livro, Gary Ferguson revela-nos as surpreendentes complexidades que podemos encontrar na natureza, bem como a sabedoria que advém do mundo natural, da sua diversidade, dos seus mistérios e da sua capacidade de resiliência perante a mudança. Baseando-se em áreas que vão desde a ciência e a psicologia à filosofia e à história, Gary Ferguson desvenda a deslumbrante teia de conexões que temos com a natureza, enfatizando a necessidade de voltarmos a estabelecer uma ligação com o mundo natural para potenciarmos o nosso bem-estar físico, mental e espiritual e redescobrirmos a nossa humanidade. Porque, afinal, nós somos natureza.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Um manifesto poderoso sobre a interdependência de tudo o que existe na natureza e sobre como poderemos viver uma vida mais gratificantes e nos reconectarmos com o mundo natural. Durante demasiado tempo, vivemos separados da natureza, vendo-nos como superiores, distantes, independentes. Porém, ao fazê-lo, perdemos de vista tudo o que o mundo natural nos pode ensinar. Neste livro, Gary Ferguson revela-nos as surpreendentes complexidades que podemos encontrar na natureza, bem como a sabedoria que advém do mundo natural, da sua diversidade, dos seus mistérios e da sua capacidade de resiliência perante a mudança. Baseando-se em áreas que vão desde a ciência e a psicologia à filosofia e à história, Gary Ferguson desvenda a deslumbrante teia de conexões que temos com a natureza, enfatizando a necessidade de voltarmos a estabelecer uma ligação com o mundo natural para potenciarmos o nosso bem-estar físico, mental e espiritual e redescobrirmos a nossa humanidade. Porque, afinal, nós somos natureza.
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Edição: Fev 2012
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Neste livro, "As Palavras do Corpo", Maria Teresa Horta reúne toda a sua poesia erótica.Uma obra ousada e corajosa que nos dá a ver a libertação do corpo das mulheres: o seu gosto, o seu prazer, o seu modo de amar.Uma ode aos sentidos.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Neste livro, "As Palavras do Corpo", Maria Teresa Horta reúne toda a sua poesia erótica.Uma obra ousada e corajosa que nos dá a ver a libertação do corpo das mulheres: o seu gosto, o seu prazer, o seu modo de amar.Uma ode aos sentidos.
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Edição: Maio 2021
Sinopse:
"Em cada entrevista há um diálogo singular e irrepetível. Todos diferentes, todos relevantes. Nesses encontros conheci histórias de vida extraordinárias, acompanhei o trajecto de personalidades que se distinguem nas suas áreas e tive contacto com uma imensa diversidade de percursos que tornam a experiência humana tão rica e surpreendente (…)"
Sinopse:
"Em cada entrevista há um diálogo singular e irrepetível. Todos diferentes, todos relevantes. Nesses encontros conheci histórias de vida extraordinárias, acompanhei o trajecto de personalidades que se distinguem nas suas áreas e tive contacto com uma imensa diversidade de percursos que tornam a experiência humana tão rica e surpreendente (…)"
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Edição: Jul 2023
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Um thriller original e habilidoso sobre assassínio, classes sociais e maternidade, ambientado numa das zonas mais elegantes de Londres. Depois de ter deixado o seu emprego como jornalista por não o conseguir conjugar com a maternidade, Tash está agora determinada a regressar ao jornalismo como freelancer. Quando Sophie, uma jovem ama, é encontrada morta, em circunstâncias suspeitas, Tash percebe que esta pode ser a história de que precisa para relançar a carreira. Gerir a investigação e cuidar do filho, todavia, está a deixá-la esgotada, pelo que precisa de encontrar alguém em quem se apoiar. Depois de conhecer uma das outras mães junto à creche onde deixa o filho, dá subitamente por si no sedutor mundo dos bairros abastados de Londres, re
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Um thriller original e habilidoso sobre assassínio, classes sociais e maternidade, ambientado numa das zonas mais elegantes de Londres. Depois de ter deixado o seu emprego como jornalista por não o conseguir conjugar com a maternidade, Tash está agora determinada a regressar ao jornalismo como freelancer. Quando Sophie, uma jovem ama, é encontrada morta, em circunstâncias suspeitas, Tash percebe que esta pode ser a história de que precisa para relançar a carreira. Gerir a investigação e cuidar do filho, todavia, está a deixá-la esgotada, pelo que precisa de encontrar alguém em quem se apoiar. Depois de conhecer uma das outras mães junto à creche onde deixa o filho, dá subitamente por si no sedutor mundo dos bairros abastados de Londres, re
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Edição: Mai 2012
Nº Páginas: 744
Sinopse:
O mais recente livro de Fukuyama é uma viagem à história da humanidade, analisando as primeiras formas de Estado e as suas interpretações mais recentes. Reportando um vasto leque de conhecimentos - desde a história até à biologia evolutiva, passando pela arqueologia e a economia - este autor americano escreveu um livro brilhante e provocador, que propõe novas interpretações para a origem das sociedades democráticas, colocando questões essenciais sobre a natureza da política e o descontentamento que tem provocado.
Nº Páginas: 744
Sinopse:
O mais recente livro de Fukuyama é uma viagem à história da humanidade, analisando as primeiras formas de Estado e as suas interpretações mais recentes. Reportando um vasto leque de conhecimentos - desde a história até à biologia evolutiva, passando pela arqueologia e a economia - este autor americano escreveu um livro brilhante e provocador, que propõe novas interpretações para a origem das sociedades democráticas, colocando questões essenciais sobre a natureza da política e o descontentamento que tem provocado.
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Edição: Nov 2011
Nº Páginas: 224
Sinopse:
A Casa Pia viu destruída uma imagem enraizada desde 1780. Aqueles que foram considerados suspeitos de pedofilia nunca mais refizeram as suas vidas. As alegadas vítimas procuraram um recomeço, dentro ou fora do país. Mas nenhuma destas pessoas voltou a ser a mesma — e todas elas têm família e amigos que sofreram com o que estava a acontecer. Neste livro pretende-se tornar público o sofrimento vivido ao longo destes oito anos pelas pessoas ligadas a Carlos Cruz, um dos principais arguidos do processo Casa Pia, pelo simples facto de fazerem parte da sua vida e de nunca terem deixado de acreditar na sua inocência."(Esta) obra é um quadro pintado com cores fortes, verdadeiras, sem meias-tintas, onde se lê, em cada pincelada, uma emoção, 0um sentimento, um manual de valores de um conjunto de personagens vivas, sérias, lutadoras, conscientes, intocáveis pela mentira, incorruptíveis pela propaganda. E isso transforma este livro num exemplo. [...]Este não é um livro de ficção. As personagens são pessoas reais. Exprimem sentimentos reais. Revelam emoções reais. Essa é uma das suas riquezas. E aqui ficam escritas, arquivadas, as palavras, filhas do que é sentido e humano, para uma verdadeira memória futura, que bem necessária será um dia.""in" prefácio de Carlos Cruz
Nº Páginas: 224
Sinopse:
A Casa Pia viu destruída uma imagem enraizada desde 1780. Aqueles que foram considerados suspeitos de pedofilia nunca mais refizeram as suas vidas. As alegadas vítimas procuraram um recomeço, dentro ou fora do país. Mas nenhuma destas pessoas voltou a ser a mesma — e todas elas têm família e amigos que sofreram com o que estava a acontecer. Neste livro pretende-se tornar público o sofrimento vivido ao longo destes oito anos pelas pessoas ligadas a Carlos Cruz, um dos principais arguidos do processo Casa Pia, pelo simples facto de fazerem parte da sua vida e de nunca terem deixado de acreditar na sua inocência."(Esta) obra é um quadro pintado com cores fortes, verdadeiras, sem meias-tintas, onde se lê, em cada pincelada, uma emoção, 0um sentimento, um manual de valores de um conjunto de personagens vivas, sérias, lutadoras, conscientes, intocáveis pela mentira, incorruptíveis pela propaganda. E isso transforma este livro num exemplo. [...]Este não é um livro de ficção. As personagens são pessoas reais. Exprimem sentimentos reais. Revelam emoções reais. Essa é uma das suas riquezas. E aqui ficam escritas, arquivadas, as palavras, filhas do que é sentido e humano, para uma verdadeira memória futura, que bem necessária será um dia.""in" prefácio de Carlos Cruz
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Edição: Set 2014
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Olhar para trás, para os anos mais importantes das nossas vidas - aqueles que nos tornaram o que hoje somos - nem sempre se revela tarefa fácil; mas o narrador deste romance terno e deslumbrante tem, desde pequeno, um companheiro inseparável que, até certo ponto, facilita as coisas: um caderno de papel pardo com linhas, comprado, ainda nos anos 1960, em Moçâmedes, no qual foi registando - com palavras, desenhos, fios de cabelo, pétalas, sangue, sémen - os episódios que marcaram decisivamente a sua história. Da aprendizagem dos números com a fita métrica da São modista à consciência dos traumas da Guerra Colonial, da iniciação sexual com uma rapariga indiferente a tudo menos aos limões ao preconceito impiedoso dos meios pequenos, da paixão nunca consumada por uma actriz de cinema ao poder cego da censura, da descoberta salvífica dos livros à morte de uma paisagem amigável, as folhas desse caderno abrem-se agora generosamente para nós, e as suas palavras guiar-nos-ão pelos fios de uma narrativa que, sendo a de um só homem, é também a de um Portugal que já desapareceu. Com uma simplicidade invejável e, ao mesmo tempo, parecendo ter uma biblioteca dentro, "As Palavras Que Me Deverão Guiar Um Dia", finalista do Prémio LeYa em 2013, é um romance de formação tão enternecedor como Cinema Paraíso, só que com livros em vez de filmes.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Olhar para trás, para os anos mais importantes das nossas vidas - aqueles que nos tornaram o que hoje somos - nem sempre se revela tarefa fácil; mas o narrador deste romance terno e deslumbrante tem, desde pequeno, um companheiro inseparável que, até certo ponto, facilita as coisas: um caderno de papel pardo com linhas, comprado, ainda nos anos 1960, em Moçâmedes, no qual foi registando - com palavras, desenhos, fios de cabelo, pétalas, sangue, sémen - os episódios que marcaram decisivamente a sua história. Da aprendizagem dos números com a fita métrica da São modista à consciência dos traumas da Guerra Colonial, da iniciação sexual com uma rapariga indiferente a tudo menos aos limões ao preconceito impiedoso dos meios pequenos, da paixão nunca consumada por uma actriz de cinema ao poder cego da censura, da descoberta salvífica dos livros à morte de uma paisagem amigável, as folhas desse caderno abrem-se agora generosamente para nós, e as suas palavras guiar-nos-ão pelos fios de uma narrativa que, sendo a de um só homem, é também a de um Portugal que já desapareceu. Com uma simplicidade invejável e, ao mesmo tempo, parecendo ter uma biblioteca dentro, "As Palavras Que Me Deverão Guiar Um Dia", finalista do Prémio LeYa em 2013, é um romance de formação tão enternecedor como Cinema Paraíso, só que com livros em vez de filmes.
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Edição: Out 2012
Nº Páginas: 72
Sinopse:
O presente volume prossegue a publicação da obra canónica de Eugénio de Andrade, tal como o poeta a estabeleceu em vida. Integra os livros "As Palavras Interditas", publicado pela primeira vez em 1951, e "Até Amanhã", de 1956. Como diz Nuno Júdice no seu prefácio, ""As Palavras Interditas" e "Até Amanhã" são livros em que se encontra, praticamente em cada poema, aquilo que fez, e faz, de Eugénio de Andrade o mais luminoso e claro dos nossos poetas do século XX." "Nada podeis contra o amor. Contra a cor da folhagem, contra a carícia da espuma, contra a luz, nada podeis. Podeis dar-nos a morte, a mais vil, isso podeis - e é tão pouco."
Nº Páginas: 72
Sinopse:
O presente volume prossegue a publicação da obra canónica de Eugénio de Andrade, tal como o poeta a estabeleceu em vida. Integra os livros "As Palavras Interditas", publicado pela primeira vez em 1951, e "Até Amanhã", de 1956. Como diz Nuno Júdice no seu prefácio, ""As Palavras Interditas" e "Até Amanhã" são livros em que se encontra, praticamente em cada poema, aquilo que fez, e faz, de Eugénio de Andrade o mais luminoso e claro dos nossos poetas do século XX." "Nada podeis contra o amor. Contra a cor da folhagem, contra a carícia da espuma, contra a luz, nada podeis. Podeis dar-nos a morte, a mais vil, isso podeis - e é tão pouco."
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Edição: Set 2016
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Em imaginoso encontro de tempos e espaços, figuras diversas da História e da Literatura portuguesas (sobretudo dos séculos XVI e XVII), a par de um casal anónimo vindo da Guiné e de algumas figuras estrangeiras de renome, encontram-se em Lisboa na situação de retornados no pós-25 de Abril de 1974. Subvertendo as histórias individuais dessas diferentes personalidades - Pedro Álvares Cabral, Luís de Camões, Francisco Xavier, Diogo Cão, Manuel de Sousa de Sepúlveda, Vasco da Gama, Fernão Mendes Pinto - conta-se das suas vidas em terras africanas, diferentes das que a História consagrou como tendo sido o seu percurso, e de como na sua maior parte se ocupam, após o regresso à metrópole, de actividades menos dignificantes que vão do proxenetismo de Francisco Xavier e Fernão Mendes Pinto à exploração de boîtes e bares manhosos por Manoel de Sousa de Sepúlveda e à batota no jogo da sueca de Vasco da Gama. Projectando nos vultos históricos de navegadores, escritores, heróis e missionários a inditosa aventura de retorno dos colonos no pós-25 de Abril de 1974, multiplicando neles as marcas do descalabro e da irrisão (físicas e morais), recorrendo a efeitos de burlesco, de sátira e de rebaixamento carnavalescos, inverte António Lobo Antunes o assaz mitificado e glorioso sentido dos descobrimentos portugueses, reescrevendo assim "Os Lusíadas" em modo paródico.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Em imaginoso encontro de tempos e espaços, figuras diversas da História e da Literatura portuguesas (sobretudo dos séculos XVI e XVII), a par de um casal anónimo vindo da Guiné e de algumas figuras estrangeiras de renome, encontram-se em Lisboa na situação de retornados no pós-25 de Abril de 1974. Subvertendo as histórias individuais dessas diferentes personalidades - Pedro Álvares Cabral, Luís de Camões, Francisco Xavier, Diogo Cão, Manuel de Sousa de Sepúlveda, Vasco da Gama, Fernão Mendes Pinto - conta-se das suas vidas em terras africanas, diferentes das que a História consagrou como tendo sido o seu percurso, e de como na sua maior parte se ocupam, após o regresso à metrópole, de actividades menos dignificantes que vão do proxenetismo de Francisco Xavier e Fernão Mendes Pinto à exploração de boîtes e bares manhosos por Manoel de Sousa de Sepúlveda e à batota no jogo da sueca de Vasco da Gama. Projectando nos vultos históricos de navegadores, escritores, heróis e missionários a inditosa aventura de retorno dos colonos no pós-25 de Abril de 1974, multiplicando neles as marcas do descalabro e da irrisão (físicas e morais), recorrendo a efeitos de burlesco, de sátira e de rebaixamento carnavalescos, inverte António Lobo Antunes o assaz mitificado e glorioso sentido dos descobrimentos portugueses, reescrevendo assim "Os Lusíadas" em modo paródico.
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Edição: Março 2024
Sinopse:
Reconhecido à data de publicação como um dos mais importantes contributos para a compreensão do totalitarismo, e mais tarde considerado um clássico, As Origens do Totalitarismo ganhou entretanto o estatuto de história definitiva sobre esta realidade política. Começa por explicar a ascenção do anti-semitismo na Europa oitocentista, para de seguida analisar o imperialismo colonial europeu desde 1884 até ao deflagrar da Primeira Guerra Mundial. A parte final do livro analisa as instituições e a acção dos movimentos totalitários, centrando-se nas duas formas genuínas de governo totalitário do nosso tempo: a Alemanha nazi e a Rússia estalinista. Neste ponto, Arendt descreve a transformação das classes em massas, o papel da propaganda na construção do mundo totalitário e ainda o uso do terror como requisito essencial para esta forma de governo. No brilhante capítulo final, Arendt analisa o estado de isolamento e de solidão dos indivíduos enquanto pré-condição para o domínio absoluto pelo Estado totalitário.
Sinopse:
Reconhecido à data de publicação como um dos mais importantes contributos para a compreensão do totalitarismo, e mais tarde considerado um clássico, As Origens do Totalitarismo ganhou entretanto o estatuto de história definitiva sobre esta realidade política. Começa por explicar a ascenção do anti-semitismo na Europa oitocentista, para de seguida analisar o imperialismo colonial europeu desde 1884 até ao deflagrar da Primeira Guerra Mundial. A parte final do livro analisa as instituições e a acção dos movimentos totalitários, centrando-se nas duas formas genuínas de governo totalitário do nosso tempo: a Alemanha nazi e a Rússia estalinista. Neste ponto, Arendt descreve a transformação das classes em massas, o papel da propaganda na construção do mundo totalitário e ainda o uso do terror como requisito essencial para esta forma de governo. No brilhante capítulo final, Arendt analisa o estado de isolamento e de solidão dos indivíduos enquanto pré-condição para o domínio absoluto pelo Estado totalitário.
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Edição: Out 2014
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Raramente pensamos no impacto que as notícias têm nas nossas vidas. Neste livro esplêndido, Alain de Botton submete vinte e cinco notícias-padrão - desde um acidente aéreo a um assassinato, passando por uma entrevista a uma celebridade e por um escândalo político - ao pouco habitual intenso escrutínio da análise.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Raramente pensamos no impacto que as notícias têm nas nossas vidas. Neste livro esplêndido, Alain de Botton submete vinte e cinco notícias-padrão - desde um acidente aéreo a um assassinato, passando por uma entrevista a uma celebridade e por um escândalo político - ao pouco habitual intenso escrutínio da análise.
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Edição: Out 2023
Nº Páginas: 416
Sinopse:
O emocionante relato da ousada fuga, de regresso a casa, de nove jovens mulheres capturadas pelos nazis. À medida que a Segunda Guerra Mundial assolava a Europa e o regime nazi aumentava o seu reinado de terror e opressão, nove mulheres, algumas mal saídas da adolescência, juntaram-se aos movimentos de Resistência nos seus países. Quando apanhadas em ação, foram torturadas e enviadas para o campo de concentração de Ravensbrück, onde formaram uma sólida amizade. Em 1945, a guerra voltou-se contra Hitler e as mulheres foram obrigadas a juntarem-se à Marcha da Morte. Determinadas a sobreviver, aproveitaram uma oportunidade para dar início a uma espetacular fuga de dez dias por território ocupado, ao encontro dos Aliados e da liberdade.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
O emocionante relato da ousada fuga, de regresso a casa, de nove jovens mulheres capturadas pelos nazis. À medida que a Segunda Guerra Mundial assolava a Europa e o regime nazi aumentava o seu reinado de terror e opressão, nove mulheres, algumas mal saídas da adolescência, juntaram-se aos movimentos de Resistência nos seus países. Quando apanhadas em ação, foram torturadas e enviadas para o campo de concentração de Ravensbrück, onde formaram uma sólida amizade. Em 1945, a guerra voltou-se contra Hitler e as mulheres foram obrigadas a juntarem-se à Marcha da Morte. Determinadas a sobreviver, aproveitaram uma oportunidade para dar início a uma espetacular fuga de dez dias por território ocupado, ao encontro dos Aliados e da liberdade.
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Edição: Jul 2013
Nº Páginas: 528
Sinopse:
As mulheres, amantes, mães, irmãs e filhas dos Césares têm sido popularmente caracterizadas como assassinas cruéis, adúlteras sem vergonha e interventoras políticas coniventes nos grandes dramas da corte romana. Desde 30 a. C., quando Cleópatra, Octávia e Lívia surgem no auge da mudança de Roma de república para autocracia, até ao século v, com Gala Placídia aprisionada por invasores godos, a autora traça um retrato das vidas das mulheres que ascenderam ao poder nestes cinco séculos. A política de Roma é revelada também através das histórias de Júlia, uma filha que desgraçou o pai embriagando-se no Fórum romano e praticando sexo com estranhos; Popeia, uma amante fútil que persuadiu o imperador a matar a mãe para que pudessem casar; Domícia, uma esposa que teve um caso com um ator antes de conspirar para o assassínio do marido; e Fausta, uma madrasta que tentou seduzir o próprio enteado e engendrou de seguida a sua execução, sendo depois atirada para água a ferver como castigo.
Nº Páginas: 528
Sinopse:
As mulheres, amantes, mães, irmãs e filhas dos Césares têm sido popularmente caracterizadas como assassinas cruéis, adúlteras sem vergonha e interventoras políticas coniventes nos grandes dramas da corte romana. Desde 30 a. C., quando Cleópatra, Octávia e Lívia surgem no auge da mudança de Roma de república para autocracia, até ao século v, com Gala Placídia aprisionada por invasores godos, a autora traça um retrato das vidas das mulheres que ascenderam ao poder nestes cinco séculos. A política de Roma é revelada também através das histórias de Júlia, uma filha que desgraçou o pai embriagando-se no Fórum romano e praticando sexo com estranhos; Popeia, uma amante fútil que persuadiu o imperador a matar a mãe para que pudessem casar; Domícia, uma esposa que teve um caso com um ator antes de conspirar para o assassínio do marido; e Fausta, uma madrasta que tentou seduzir o próprio enteado e engendrou de seguida a sua execução, sendo depois atirada para água a ferver como castigo.
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Edição: Out 2023
Nº Páginas: 688
Sinopse:
Quase duas centenas de crónicas publicadas entre 2013 e 2019 na revista Visão são uma demonstração do poder de observação que tem o autor das pessoas e dos ambientes, do entendimento do mundo e dos homens - do que pode haver de burlesco ou transcendente nas suas vidas -, das relações amorosas ou familiares, dos mistérios da vida e da morte, da literatura, das viagens, dos amigos. No Prefácio a estas crónicas escreve Daniel Sampaio sobre a obra e o autor: "As outras crónicas, reunidas neste volume, são uma demonstração clara da sua criatividade e da capacidade de falar dos temas do quotidiano ao leitor comum (…). Os temas são muito variados e embora o conjunto tenha grande coerência, qualquer um de nós pode ler estas crónicas como quiser, sem se preocupar em seguir uma ordem. Como terapeuta familiar, interessaram-me sobretudo as que escreveu sobre a família, pais, irmãos, avós, tios e primos, numa extraordinária galeria de personagens inesquecíveis."
Nº Páginas: 688
Sinopse:
Quase duas centenas de crónicas publicadas entre 2013 e 2019 na revista Visão são uma demonstração do poder de observação que tem o autor das pessoas e dos ambientes, do entendimento do mundo e dos homens - do que pode haver de burlesco ou transcendente nas suas vidas -, das relações amorosas ou familiares, dos mistérios da vida e da morte, da literatura, das viagens, dos amigos. No Prefácio a estas crónicas escreve Daniel Sampaio sobre a obra e o autor: "As outras crónicas, reunidas neste volume, são uma demonstração clara da sua criatividade e da capacidade de falar dos temas do quotidiano ao leitor comum (…). Os temas são muito variados e embora o conjunto tenha grande coerência, qualquer um de nós pode ler estas crónicas como quiser, sem se preocupar em seguir uma ordem. Como terapeuta familiar, interessaram-me sobretudo as que escreveu sobre a família, pais, irmãos, avós, tios e primos, numa extraordinária galeria de personagens inesquecíveis."
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Edição: Mai 2013
Nº Páginas: 216
Sinopse:
"As Novas Mil e Uma Noites" é um livro de histórias. Nem outra coisa poderia ser, já que tal título — "New Arabian Nights", no original inglês — nos remete directa e imediatamente para a fabulosa e famosíssima colectânea das "Mil e Uma Noites".Xerazade, tal como o ignorado árabe que escreveu as histórias que ela contou, era senhora dos recônditos segredos dessa arte por tantos praticada e por tão poucos conseguida. Também assim aconteceu com Robert Louis Stevenson, que, após a conclusão de cada uma das histórias que coligiu sob os títulos de "O Clube dos Suicidas" e "O Diamante do Rajá", nos faz saber que delas teve conhecimento por intermédio de um suposto manuscrito redigido por um misterioso autor árabe.Com estas discretas alusões, Stevenson não nos revela apenas a sua admiração pelas histórias das "Mil e Uma Noites". Diz-nos também que o seu objectivo, ao escrever umas "Novas Mil e Uma Noites", era idêntico ao de Xerazade; ou seja, o Escocês das Arábias — chamemos-lhe assim — pretende apenas que quem o leia possa passar o tempo sem se dar conta de que o tempo voa, tal como aconteceu com o príncipe árabe, aquele que julgava ser o dono e o senhor de Xerazade. A publicação deste segundo volume encerra a publicação desta obra admirável na Assírio & Alvim.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
"As Novas Mil e Uma Noites" é um livro de histórias. Nem outra coisa poderia ser, já que tal título — "New Arabian Nights", no original inglês — nos remete directa e imediatamente para a fabulosa e famosíssima colectânea das "Mil e Uma Noites".Xerazade, tal como o ignorado árabe que escreveu as histórias que ela contou, era senhora dos recônditos segredos dessa arte por tantos praticada e por tão poucos conseguida. Também assim aconteceu com Robert Louis Stevenson, que, após a conclusão de cada uma das histórias que coligiu sob os títulos de "O Clube dos Suicidas" e "O Diamante do Rajá", nos faz saber que delas teve conhecimento por intermédio de um suposto manuscrito redigido por um misterioso autor árabe.Com estas discretas alusões, Stevenson não nos revela apenas a sua admiração pelas histórias das "Mil e Uma Noites". Diz-nos também que o seu objectivo, ao escrever umas "Novas Mil e Uma Noites", era idêntico ao de Xerazade; ou seja, o Escocês das Arábias — chamemos-lhe assim — pretende apenas que quem o leia possa passar o tempo sem se dar conta de que o tempo voa, tal como aconteceu com o príncipe árabe, aquele que julgava ser o dono e o senhor de Xerazade. A publicação deste segundo volume encerra a publicação desta obra admirável na Assírio & Alvim.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Uma viagem sentimental ao mundo das motorizadas portuguesas.Recorde o mundo extraordinário das V4 e das V5, da Famel Zündapp e da Quimera Alma, das Pachancho, Casal Carina, Vilar Cucciolo, Famel Foguete, ou das Casal.Este livro resulta da paixão de uma vida dedicada às motorizadas e às motos em Portugal - todas elas ganharam um lugar na nossa memória e na nossa vida. Para milhares de nostálgicos, Pedro Pinto traça a história, ilustrada, da idade de ouro das 50CC fabricadas em Portugal, desde os primeiros velocípedes a motor até à moda da motorizada e às corridas de velocidade. Revisita as grandes fábricas que, de Norte a Sul do país, inventaram modelos e exportaram milhares de unidades, e — finalmente — mostra como estamos a assistir ao regresso das motorizadas, restauradas com saudade, e que ficarão para sempre na história de vida dos nossos pais e avós, e de Portugal.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Uma viagem sentimental ao mundo das motorizadas portuguesas.Recorde o mundo extraordinário das V4 e das V5, da Famel Zündapp e da Quimera Alma, das Pachancho, Casal Carina, Vilar Cucciolo, Famel Foguete, ou das Casal.Este livro resulta da paixão de uma vida dedicada às motorizadas e às motos em Portugal - todas elas ganharam um lugar na nossa memória e na nossa vida. Para milhares de nostálgicos, Pedro Pinto traça a história, ilustrada, da idade de ouro das 50CC fabricadas em Portugal, desde os primeiros velocípedes a motor até à moda da motorizada e às corridas de velocidade. Revisita as grandes fábricas que, de Norte a Sul do país, inventaram modelos e exportaram milhares de unidades, e — finalmente — mostra como estamos a assistir ao regresso das motorizadas, restauradas com saudade, e que ficarão para sempre na história de vida dos nossos pais e avós, e de Portugal.
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Edição: Jun 2019
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Reflexões para uma vida mais verdadeira e feliz. Um olhar mais demorado e atento permite verificar que este livro é muito mais do que uma mera e aleatória compilação de crónicas. Com o amor e as suas múltiplas obras como ponto de partida, este tocante conjunto de reflexões afirma-se como fundamental no necessário diálogo que o leitor deverá manter entre a razão e o coração, o que lhe permite encontrar o genuíno caminho para a felicidade. José Luís Nunes Martins partilha estes seus pensamentos de forma simples, numa linguagem acessível a todos e sem recorrer a qualquer tipo de autoridade. No fundo, argumenta com o essencial: apenas e só a razão. Porque, como escreve: "A verdade vale por si mesma, não se torna mais pura ou impura porque um sábio ou um tolo a expressam."
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Reflexões para uma vida mais verdadeira e feliz. Um olhar mais demorado e atento permite verificar que este livro é muito mais do que uma mera e aleatória compilação de crónicas. Com o amor e as suas múltiplas obras como ponto de partida, este tocante conjunto de reflexões afirma-se como fundamental no necessário diálogo que o leitor deverá manter entre a razão e o coração, o que lhe permite encontrar o genuíno caminho para a felicidade. José Luís Nunes Martins partilha estes seus pensamentos de forma simples, numa linguagem acessível a todos e sem recorrer a qualquer tipo de autoridade. No fundo, argumenta com o essencial: apenas e só a razão. Porque, como escreve: "A verdade vale por si mesma, não se torna mais pura ou impura porque um sábio ou um tolo a expressam."
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Edição: Out 2014
Nº Páginas: 172
Sinopse:
Encontre nestas páginas a história do brunch e de como ele se tornou célebre pelo mundo; tabelas de medidas; ideias para menus, dicas para cozinhar e informações sobre como conservar; espaço de anotações; e ainda receitas de: - Bebidas quentes e frias - Cereais - Frutas, doces e compotas - Pães e bolos - Pratos salgados. Ponha a mesa e torne ainda mais deliciosas aquelas longas manhãs descontraídas com amigos.
Nº Páginas: 172
Sinopse:
Encontre nestas páginas a história do brunch e de como ele se tornou célebre pelo mundo; tabelas de medidas; ideias para menus, dicas para cozinhar e informações sobre como conservar; espaço de anotações; e ainda receitas de: - Bebidas quentes e frias - Cereais - Frutas, doces e compotas - Pães e bolos - Pratos salgados. Ponha a mesa e torne ainda mais deliciosas aquelas longas manhãs descontraídas com amigos.
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 32
Sinopse:
Sustenta em expectativas, ao que pode acontecer em cada instante na história, explora, de modo muito informal, os divisores de 12 e desenvolve a compreensão sobre a operação divisão.
Nº Páginas: 32
Sinopse:
Sustenta em expectativas, ao que pode acontecer em cada instante na história, explora, de modo muito informal, os divisores de 12 e desenvolve a compreensão sobre a operação divisão.
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Edição: Out 2013
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"As Novas Mil e Uma Noites" é um livro de histórias. Nem outra coisa poderia ser, já que tal título— New Arabian Nights, no original inglês—nos remete directa e imediatamente para a fabulosa e famosíssima colectânea das "Mil e Uma Noites". Xerazade, tal como o ignorado árabe que escreveu as histórias que ela contou, era senhora dos recônditos segredos dessa arte por tantos praticada e por tão poucos conseguida.Também assim aconteceu com Robert Louis Stevenson, que, após a conclusão de cada uma das histórias que coligiu sob os títulos de O Clube dos Suicidas e O Diamante do Rajá, nos faz saber que delas teve conhecimento por intermédio de umsupostomanuscrito redigido por ummisterioso autor árabe.Comestas discretas alusões, Stevenson não nos revela apenas a sua admiração pelas histórias dasMil e Uma Noites. Diz-nos também que o seu objectivo, ao escrever umasNovasMil eUmaNoites, era idêntico ao de Xerazade; ou seja, o Escocês das Arábias— chamemos-lhe assim—pretende apenas que quem o leia possa passar o tempo sem se dar conta de que o tempo voa, tal como aconteceu como príncipe árabe, aquele que julgava ser o dono e o senhor de Xerazade.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"As Novas Mil e Uma Noites" é um livro de histórias. Nem outra coisa poderia ser, já que tal título— New Arabian Nights, no original inglês—nos remete directa e imediatamente para a fabulosa e famosíssima colectânea das "Mil e Uma Noites". Xerazade, tal como o ignorado árabe que escreveu as histórias que ela contou, era senhora dos recônditos segredos dessa arte por tantos praticada e por tão poucos conseguida.Também assim aconteceu com Robert Louis Stevenson, que, após a conclusão de cada uma das histórias que coligiu sob os títulos de O Clube dos Suicidas e O Diamante do Rajá, nos faz saber que delas teve conhecimento por intermédio de umsupostomanuscrito redigido por ummisterioso autor árabe.Comestas discretas alusões, Stevenson não nos revela apenas a sua admiração pelas histórias dasMil e Uma Noites. Diz-nos também que o seu objectivo, ao escrever umasNovasMil eUmaNoites, era idêntico ao de Xerazade; ou seja, o Escocês das Arábias— chamemos-lhe assim—pretende apenas que quem o leia possa passar o tempo sem se dar conta de que o tempo voa, tal como aconteceu como príncipe árabe, aquele que julgava ser o dono e o senhor de Xerazade.
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