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Nº Páginas: 312
Sinopse:
Uma introdução acessível à vida e ao pensamento dos grandes filósofos da História e ao modo como eles nos ensinam a viver e a pensar. Hoje, mais do que nunca, precisamos de saber como viver e compreender o mundo que nos rodeia. Este é o guia perfeito para isso. Em capítulos breves, traça retratos vigorosos de um conjunto de pensadores: de Lao Tzu a Avicena e a Iris Murdoch; de Hannah Arendt a Sócrates e Platão e a Karl Marx; de Kierkegaard e Nietzsche a Sartre e a Samuel Beckett - sem esquecer as fantasias de Lewis Carroll nem as angústias de Ludwig Wittgenstein.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
A nova fórmula de gestão: Pessoas felizes + ambientes saudáveis + liderança humanizada = empresas mais produtivas e lucrativas Numa altura em que os modelos de lideranças estão em discussão e em que os gestores têm de enfrentar desafios muito exigentes, tais como aumentar a produtividade, atrair talento e encontrar fórmulas de gestão mais eficientes e humanizadas, há agora uma ferramenta que pode facilitar - e muito - este caminho. Depois de ter criado, em 2017, o primeiro Departamento da Felicidade em Portugal, Ricardo Costa tornou-se um dos rostos da mudança e da inovação na área dos negócios e dos recursos humanos. Partindo do exemplo testado nas próprias empresas, o CEO do Grupo Bernardo da Costa prova como ter pessoas motivadas, que gostam do que fazem e conseguem conciliar a vida profissional com a pessoal, potencia os resultados e o lucro das empresas. E se este tipo de gestão é positivo para as organizações, também o é para quem se quer sentir mais realizado no emprego, um objetivo que pode diminuir o descontentamento, o mal-estar e a falta de ânimo no contexto laboral. Num livro que apresenta uma forma completamente nova de olhar para o mundo corporativo - e para o país -, o gestor partilha como se consegue, na prática, melhorar os espaços de trabalho, mostrando ainda como cada um pode perspetivar a carreira para obter resultados de excelência e ser mais feliz. E, afinal de contas, não é isso que todos queremos?
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Os uigures, uma minoria predominantemente muçulmana da China ocidental, vivem numa prisão gigantesca, controlados pelas forças de segurança e por um sofisticado sistema de vigilância biométrico. Mais de um milhão de pessoas desapareceu nos campos de concentração chineses para as minorias muçulmanas. Tahir Hamut Izgil, um destacado intelectual e poeta, não desconhecia a perseguição. Depois de tentar viajar para o estrangeiro em 1996, a polícia torturou-o até ele confessar as acusações forjadas e enviou-o para um campo de trabalhos forçados, para "reeducação". Mas, mesmo após três anos no campo, ele nunca teria previsto a solução radical do governo chinês para a questão uigur, duas décadas depois. Em 2017, a perseguição do povo uigur pelo governo chinês assumiu proporções terríveis. Um por um, os amigos de Tahir foram desaparecendo. Tornou-se claro para ele e para a sua mulher que a fuga do país era a única esperança da família.
Nº Páginas: 504
Sinopse:
Após anos a estudar em casa, Sade Hussein está prestes a começar um novo ano do secundário, desta vez na prestigiada Academia Alfred Nobel. O infortúnio tem sido um companheiro constante ao longo da sua vida, mas nem mesmo Sade contava que a sua nova colega de quarto, Elizabeth, fosse desaparecer logo depois da sua primeira noite. Ou que as pessoas pensassem que ela estivesse envolvida no seu desaparecimento. Com os rumores a espalharem-se à sua volta, Sade desperta a atenção de um grupo de raparigas conhecidas como a Trindade Profana. Entre ficar a saber mais sobre elas — especialmente sobre Persephone, por quem Sade se sente inexplicavelmente atraída — e recuperar o tempo perdido nas aulas, Sade já tem muito com que se preocupar. Mas os alunos da Alfred Nobel escondem um segredo terrível, um que parece estar relacionado com o desaparecimento de Elizabeth… e o próprio passado de Sade.
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 366
Sinopse: O dia está a começar na floresta amazónica e já se sente o aroma delicioso dos queques que a preguiça está a preparar para os seus vizinhos. O papa-formigas, decidido a ser o primeiro a prová-los, acordou cedo para ir para o início da fila.Pouco tempo depois, começam a chegar outros animais, ansiosos para conseguir provar um queque, e fica instalada a confusão.Será que o papa-formigas vai comer o seu tão desejado queque?
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 248
Sinopse: Comprar casa é para muitas pessoas o maior passo financeiro da sua vida. Mas quase ninguém ensina como o dar. Falam da prestação, da taxa, do banco, mas não do medo, da insegurança, da responsabilidade de assinar um contrato que vai vigorar durante décadas. Este livro não trata apenas de crédito à habitação. É também sobre compreender o processo para não viver refém dele e como transformar um momento de dúvida numa escolha segura. Nele o leitor vai encontrar explicações claras, exemplos reais, erros a não cometer e estratégias que fazem a diferença. Porque a compra de casa não começa na escritura, começa na decisão - e uma boa decisão pode mudar a vida de uma família -, este livro é uma ferramenta fundamental para que essa decisão seja a mais correta e segura.
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 312
Sinopse: A Biblioteca de Alexandria Marcado por uma intensa ironia, A Cidade e as Serras conta a história de Jacinto, herdeiro afortunado da antiga aristocracia rural portuguesa, cuja vida confortável e abastada em Paris é obrigado a deixar a fim de tratar de assuntos familiares num pequeno lugarejo em Portugal nas serranias do Douro. Entediado e infeliz na cidade grande, Jacinto entra em contacto com uma paisagem rústica e natural até então desconhecida, descobrindo um novo modo de vida, que decide experimentar. O livro está dividido em duas partes: a primeira, cómica, burlesca, é uma espécie de sátira que narra a vida de Jacinto em Paris, diante do avanço da civilização, do progresso, das novas tecnologias, da massificação dos centros urbanos e do seu próprio «grande vazio interior». A segunda apresenta o personagem tentando fixar-se a Tormes, em Portugal, onde ele encontra a verdadeira felicidade. Publicado depois da sua morte (e só parcialmente revisto pelo autor), A Cidade e as Serras é erradamente considerada uma obra «de segunda linha» de Eça de Queirós. Neste romance está presente, da primeira à última linha, o génio de Eça como ironista, paisagista, historiador do seu século europeu e criador de personagens eternizadas na grande literatura. Considerado um romance «menor» ao pé da grandiosidade operática de Os Maias, é uma amostra da inocência de Eça, da sua capacidade de rir, de amar e de redescobrir as alegrias simples do reencontro com a terra. Os episódios que decorrem no n.º 202 dos Campos Elísios, em Paris («a cidade»), a viagem de Jacinto e Zé Fernandes para o Douro, a chegada a Tormes e os desenvolvimentos da vida tranquila («as serras») constituem momentos únicos do infindável talento romanesco de Eça e da sua intuição como autor de mundos ficcionais que marcam a imaginação dos seus leitores e da dos que não o leram. «Cada frase que Eça de Queirós publicou tinha sido polida e temperada, cada cena da sua vasta obra múltipla foi imaginada com probidade. Ele define-se como realista, mas esse realismo não exclui o quimérico, o sardónico, o amargo e o piedoso. [] No último ano do século XIX, morreram em Paris dois homens de génio, Eça de Queirós e Oscar Wilde. Que eu saiba, nunca se conheceram, mas ter-se-iam entendido admiravelmente.» Jorge Luis Borges
Nº Páginas: 104
Sinopse:
«Eu achava que já tinha pensado tudo o que precisava de pensar a respeito do Amor, quando O Dom Supremo me veio parar às mãos. (…) A partir do momento em que li as palavras deste livro e tentei pôr em prática os seus ensinamentos, a minha vida mudou muito.» - Paulo Coelho. Henry Drummond nasceu na Escócia, em 1851. Embora seja sobretudo conhecido como pregador e autor, era também um dotado professor de Ciências Naturais, viajante e explorador. O seu sermão O Dom Supremo, publicado pela primeira vez em 1890, tocou e transformou a vida de milhões de pessoas, sendo considerado - a par de obras como Imitação de Cristo, de Tomás de Kempis, e O Profeta, de Kahlil Gibran - um dos clássicos da literatura universal. Nesta adaptação livre, Paulo Coelho partilha uma reflexão profunda sobre este texto tão belo e poderoso, convidando-nos a, como ele, repensar tudo o que acreditávamos saber acerca do amor.
Nº Páginas: 680
Sinopse:
Em 1944, um antifascista anónimo publicou um panfleto cujo primeiro capítulo se intitulava O fascismo nunca existiu. Cinquenta anos mais tarde, um ilustre intelectual antifascista declarou: O fascismo é eterno. A história do fascismo foi muitas vezes contada para apoiar ou refutar uma teoria. Esta História do Fascismo não pressupõe nem propõe uma teoria. Conta os factos, tal como foi possível conhecê-los através de documentos. Sendo uma história e não uma crónica, o autor deu ênfase às pessoas, aos momentos, às condições e aos acontecimentos que mais contribuíram para transformar o pequeno movimento de 1919 num regime totalitário em 1926, com tudo o que se seguiu nos dezanove anos seguintes.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Partindo da sua experiência pessoal como artista e divulgador cultural, Martim Sousa Tavares convoca o leitor para uma reflexão sobre o modo como nos relacionamos com a arte nas suas múltiplas expressões: a cena de um filme de João César Monteiro, as subtilezas escondidas numa partitura de Monteverdi, o deslumbramento captado por um poema de Sophia, a paixão por Veneza, cidade a que regressa todos os anos. A beleza pode não precisar de livro de instruções, mas a arte é uma forma de partilha onde o entusiasmo da mediação, o modo de ver, acrescenta significados ao objecto artístico, seja ele uma sinfonia, uma pintura ou um poema. É nesse diálogo permanente que este primeiro livro de Martim Sousa Tavares - assumindo os gostos do autor e não procurando ser consensual - pretende que seja o leitor a ter a última palavra.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Sebastião José de Carvalho e Melo nasceu em 1699 e viria a morrer em 1782. O que aconteceu, entre o primeiro e o último dia da sua vida, que fez dele o homem que foi? Uma nova política socioeconómica, com reformas esclarecidas da administração, do ensino, da indústria e do comércio, entre outras, e a magnífica reconstrução da parte baixa de Lisboa após o terramoto de 1755, são elementos de um importante legado. Agora, enquanto surpreendente herói ficcional, este romance desvenda a linha em que se tocam a psicologia individual do homem e o jogo político de alto nível numa das mais importantes épocas da história portuguesa, pois o rei D. José I, como outros, não raras vezes se tornou uma marioneta nas mãos do hábil e narcísico Sebastião José. Começando no dia 1 de Novembro de 1755, "Dia de Todos os Santos em que o demónio saiu a semear o Inferno em Lisboa com tremendos abalos, vastíssimas ondas e intensas labaredas", e discorrendo sobre as memórias e as humilhações de Sebastião José antes e depois da sua ascensão ao poder, a forma como enfrentou os inimigos e os venceu, deixando-os sem terra onde semear mais injúrias, mas também o casamento, o nascimento dos seus filhos, a fortuna do amor - e os gritos suplicantes dos condenados pela ambição ou capricho do Marquês -, El-rei, Nosso Senhor, Sebastião José é uma história de ambição, paixão e traição desde a glória da vitória até à decadência do fim. Alvo de uma pesquisa histórica irrepreensível, a vida deste genial e sofisticado político, mas senhor da brutalidade e da manipulação, implacável ao perseguir os seus interesses, presta-se agora à imaginação de um romance pela mão de mestre de Ana Cristina Silva.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Recentemente, descobriu uma nova forma que os anjos têm de nos comunicar as suas mensagens de conforto e orientação: através dos números. Já lhe aconteceu ver, de relance, a mesma sequência de números repetidamente - num relógio digital, num número de porta ou na matrícula de um carro, por exemplo? Pode ser o seu anjo da guarda a tentar enviar-lhe uma mensagem. No seu novo livro, Kyle Gray explica como podemos encontrar tais mensagens não só nestes números que surgem à nossa volta, em momentos de sincronicidade, mas nos números das nossas vidas, como datas marcantes ou a transcrição de nomes. Use este livro como oráculo e guia para decifrar as mensagens que os seus anjos lhe querem fazer chegar através d’ Os Números dos Anjos.«Desde que descobri o poder e a beleza dos anjos, sempre soube que queria trabalhar para eles. Ainda era novo e já sentia um chamamento interior, como se a minha vida tivesse um propósito maior, mas não sabia o quê nem como o descobrir. Sabia que trabalhar nos domínios da espiritualidade seria uma viagem emocional e que encontraria obstáculos pelo meio, mas, mesmo assim, não estava preparado nem para metade das experiências que vivi desde então.»
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 152
Sinopse: Uma experiência escolar. Um movimento imparável. Um alerta urgente. Até aonde irias para pertencer? Numa sala de aula, na disciplina de História, uma pergunta inquietante dá início a uma experiência que foge rapidamente ao controlo. Para explicar como foi possível o surgimento do nazismo, um professor cria A Onda, um movimento baseado na disciplina, na união e na obediência. O que começa como um exercício pedagógico depressa se transforma num poderoso fenómeno de grupo, que alastra a toda a escola, tornando-se capaz de seduzir, excluir e silenciar. À medida que a Onda cresce, os alunos sentem-se parte de algo maior, mas o preço dessa pertença é a perda da individualidade, do pensamento crítico e da empatia. Nem todos aceitam calar as dúvidas e a resistência de alguns revela o lado mais sombrio da experiência. Inspirado num caso real ocorrido nos Estados Unidos, em 1969, A Onda é um romance perturbador e atual sobre conformismo, manipulação e os perigos da obediência cega. Uma leitura essencial que mostra como o autoritarismo pode nascer nos lugares mais inesperados e como ninguém está imune ao seu apelo.
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 216
Sinopse: Durante décadas, a ciência garantiu que a consciência terminava com a morte do cérebro ou que era um produto do cérebro. Hoje, essa afirmação começa a ser reavaliada. que significa, afinal, morrer? Do ponto de vista biológico, é o momento em que o corpo e o cérebro deixam de funcionar de maneira irreversível. Mas e se a consciência continuar viva? Esta hipótese tem vindo a ganhar destaque à luz da investigação científica mais recente - dados sugerem que a consciência pode não depender inteiramente do funcionamento do cérebro. Mário Simões, professor jubilado da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, dedicou grande parte da sua carreira ao estudo da consciência e dos seus diferentes estados. Com décadas de prática clínica e de investigação apoiada pela Fundação Bial, tem acompanhado e contribuído para o debate científico internacional sobre os limites do modelo que reduz a consciência à atividade cerebral. Neste livro, o autor analisa experiências observadas em contextos extremos, como as de quase morte, e os limites das explicações neurológicas atualmente disponíveis. Sem especulação nem conclusões apressadas, mostra-nos porque certas vivências não podem ser descartadas como simples alucinações ou erros do cérebro. Se a consciência não se reduzir inteiramente ao cérebro, então a morte pode não ser o fim - mas antes o início de uma pergunta capaz de mudar para sempre a forma como vivemos.
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 168
Sinopse: Não tem tempo para aprender inglês? Então, esta é a sua oportunidade. Aprenda inglês em 5 minutos por dia! Neste manual prático e divertido, vai encontrar diversas atividades para se tornar um verdadeiro mestre do inglês: - exercícios variados e lúdicos sobre os temas mais importantes da língua inglesa; - ideal para usar em qualquer lugar e durante as férias; - soluções em cada página; - aprendizagem eficaz e duradoura através de sessões curtas e frequentes. Aprender e praticar inglês dia após dia, em qualquer momento.
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 608
Sinopse: Uma releitura radical da história humana através do colapso das sociedades, desde os primórdios da nossa espécie até às ameaças do presente e do futuro. Durante os primeiros trezentos mil anos da história humana, o Homo sapiens viveu em civilizações fluidas e igualitárias, que impediam qualquer indivíduo ou grupo de governar permanentemente. Mas há cerca de doze mil anos, isso começou a mudar. Quando nos fomos reunindo nas primeiras cidades, passámos a depender de novos recursos saqueáveis, como cereais e peixe. E pequenos grupos começaram a tomar o controlo dessas mercadorias. Essa desigualdade de recursos transformou-se em desigualdade no poder, levando à adoção de formas de organização mais primárias e hierárquicas. O poder estava concentrado em reis, faraós e imperadores. Grandes Estados e impérios, com vastas burocracias e militares, dividiram e dominaram o globo. São aquilo a que o autor chama «Golias». O que os derrubou? Seja nas primeiras cidades de Cahokia, na América do Norte ou nos amplos impérios do Egito, Roma e China, foi o aumento da desigualdade e das concentrações de poder que esvaziaram esses Golias, antes que um choque externo os derrubasse. Esses colapsos foram descritos como apocalípticos, mas, na verdade, terão sido na maioria dos casos, uma bênção para a população. Agora, vivemos num único Golias, global. Obcecadas pelo crescimento, instituições extrativas como a indústria dos combustíveis fósseis, as big techs e os complexos militares-industriais dominam o nosso mundo e produzem novas formas de aniquilar a nossa espécie, das alterações climáticas à guerra nuclear. Os nossos sistemas são agora tão rápidos, complexos e interligados que um futuro colapso será provavelmente global, rápido e irreversível. Todos nós enfrentamos uma escolha: ou aprendemos a controlar democraticamente este Golias, ou o próximo colapso poderá ser o nosso último «Uma excelente viagem pela história humana através dos colapsos de reis, Estados e impérios semelhantes a Golias.» Observer «É como ler Thomas Piketty filtrado por Mad Max.» The New York Times «Aqui estão cinco mil anos de civilização, e é impressionante o que o autor consegue fazer. O nível de análise é épico.» Guardian «É refrescante voltar a olhar para a nossa história mundial e vê-la de outro modo. Este é o livro para tirar lições do passado e pensar o futuro doutro modo.» Kirkus Reviews «Absolutamente brilhante. Economista e geógrafo, Luke Kemp traz uma nova forma de olhar para o passado, o presente e o futuro.» Publishers Weekly «Que livro excecional. O colapso dos impérios e a previsível implosão da sociedade atual juntos, numa prosa tão boa quanto inesperada.» The Sunday Times
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 240
Sinopse: Defred é uma Serva na República de Gileade, onde o trabalho, a leitura e a formação de amizades estão vedados às mulheres. Está ao serviço do Comandante e da sua mulher e, na nova ordem social, tem um único propósito: uma vez por mês, tem de se deitar de costas e rezar para que o Comandante a engravide, porque, numa era de nascimentos em declínio, Defred e as outras Servas são valorizadas apenas se forem férteis. Mas Defred lembra-se dos anos antes de Gileade, em que era uma mulher independente, com um emprego, uma família e um nome seu. Agora, as suas memórias e a sua vontade são atos de rebelião. Provocador, chocante, profético, A História de Uma Serva transformou-se há muito num fenómeno global. Com esta belíssima adaptação do clássico contemporâneo de Margaret Atwood, executada de forma extraordinária pela artista Renée Nault, o mundo aterrador de Gileade ganha vida como nunca
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 688
Sinopse: A história de um soldado que retalha a pele para deixar sair a cinza acumulada, de um poeta que cose a sombra de uma menina a seguir a um bombardeamento e de um professor que ensina os seus alunos a fazerem-se de mortos; de um general que dorme junto da mão cortada de uma santa, de um menino cego que recupera a vista durante um apagão e de uma camponesa que pinta de preto todas as árvores do seu quintal; de um fotógrafo estrangeiro que pisa uma mina perto de Brunete e não levanta o pé durante quarenta anos, de um habitante de Guernica que conduz até ao centro de Paris uma furgoneta com os restos fumegantes de um ataque aéreo e de um cão ferido cujo sangue tingirá a última faixa de uma bandeira abandonada em Badajoz. Estamos, pois, em presença da história total da Guerra Civil espanhola e de uma Ibéria agonizante onde o fantástico escora a crueza do real; onde os anónimos membros de um extenso clã de olivicultores de Jándula cruzam os seus destinos com os de Alberti, Lorca e Unamuno; Rodoreda, Zambrano e Kent; Hemingway, Orwell e Bernanos; Picasso e Mallo; Azaña e Foxá; onde o épico e o costumbrista se entrelaçam para tecer uma portentosa tapeçaria, poética e grotesca, bela e delirante.
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 384
Sinopse: Uma ilha isolada. Cinco mulheres. Um segredo mortal. Annabel, Esther, Tanya e Chloe são amigas de infância. Nos últimos anos afastaram-se um pouco mas ainda partilham segredos e sonhos por realizar. Por isso, quando outra amizade do passado, Poppy Greer, as convida para a sua extravagante despedida de solteira - que inclui bilhetes de primeira classe rumo a uma ilha privada nas Baamas -, a possibilidade de porem a conversa em dia numa praia paradisíaca é bem-vinda. O contacto com Poppy perdeu-se há muito mas o Instagram mostra que aquela que todas consideravam ser o elo mais fraco do grupo deu-se muito bem na vida. Seria uma loucura recusar, certo? E a julgar pelo conforto do avião e das instalações, esperam-nas uns dias memoráveis ainda que a ilha seja um pouco remota demais a ponto de não ter rede telefónica, nem outros visitantes, sequer. As quatro amigas não tardam a perceber o quanto haviam subestimado Poppy (e umas às outras). E à medida que os seus segredos mais obscuros são revelados, a aventura tropical vai dar lugar a um sombrio pesadelo. Um romance requintadamente brutal. Com a atmosfera misteriosa de Agatha Christie e o exotismo do clássico O Deus das Moscas - mais uma pitada de Instagram e muito (demasiado) prosecco!
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 168
Sinopse: Um romance sobre o que se cala, sobre o que permanece, e sobre as chaves que abrem as portas da memória e da dor. de Margarida Fonseca Santos Livro vencedor do Prémio Literário João Gaspar Simões atribuído pela Câmara da Figueira da Foz Neste livro vivem as portas que a memória não fecha. Este é um romance de vozes entrelaçadas em torno de Deolinda, a criada-menina que acompanha uma família ao longo de toda a sua vida. Como tantas crianças-mulheres da história portuguesa, foi arrancada cedo à infância para servir, crescer depressa e aprender o silêncio. Ficou, assim, inscrita na intimidade das casas e das memórias, presença discreta e indelével. À volta de Deolinda gravitam histórias marcadas pela violência dos afetos e dos tratos, atravessando famílias ricas e pobres, e deixando feridas que o tempo não apaga. O romance revela como essa violência molda destinos, contamina futuros e se perpetua, invisível, geração após geração. As três personagens encontram-se na escrita. Escritor e editora confundem-se, fundem-se, e é desse encontro que nasce a vertigem do sofrimento dita, escrita, finalmente escutada. Obra distinguida por unanimidade pelo júri do Prémio Literário João Gaspar Simões, que destacou «a qualidade da estrutura formal», «a inteligência da estratégia narrativa» e «a dimensão sociológica da obra, que problematiza a relação entre indivíduo, memória e comunidade».
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 336
Sinopse: Das pandemias à crise climática, a humanidade enfrenta desafios mais difíceis do que nunca. Quer se trate da saúde das pessoas ou da saúde do planeta, sabemos que estamos num caminho insustentável. Mas os nossos esforços para enfrentar eficazmente estas crises existenciais são agora dificultados por uma ameaça comum: a oposição à ciência motivada por interesses políticos e ideológicos. Michael E. Mann e Peter J. Hotez são dois dos mais respeitados e conhecidos cientistas do mundo e passaram os últimos vinte anos na linha da frente da batalha para transmitir informações precisas e fiáveis sobre a ciência, diante de uma oposição determinada e negacionista. Agora, neste poderoso manifesto, os autores revelam as cinco principais forças que ameaçam a ciência: os plutocratas, os «pros», os petroestados, os propagandistas e os profissionais da imprensa. É um apelo às armas que devemos verdadeiramente empunhar e um guia para desmantelar as forças anticiência. Munidos com as informações deste livro, seremos capazes de promover a verdade científica, denunciar canais de financiamento ilegal, desmantelar as corporações que envenenam o planeta e, finalmente, evitar o desastre. Porque temos de nos informar e trabalhar, como comunidade, para inverter o perigoso e quase irreversível caminho que o nosso mundo está a tomar. Devemos começar, e começar agora.
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 168
Sinopse: Numa aborrecida tarde de agosto, numa pacata localidade do interior da Sicília, o farmacêutico Manno recebe uma carta anónima com uma ameaça clara: «Vais morrer pelo que fizeste.» Homem respeitado, bem casado e de vida discreta, não acredita que o aviso seja sério. Engana-se. Poucos dias depois, durante uma caçada, é brutalmente assassinado juntamente com o médico Roscio, outro notável da terra. Enquanto os rumores se espalham e a polícia e os carabinieri se perdem em falsas pistas, apenas Laurana, um tímido professor de liceu, solitário e culto, decide levar o caso a sério. Uma pista aparentemente insignificante - palavras recortadas de um jornal católico e conservador, LOsservatore Romano, com o lema «A Cada qual o que é seu» no verso - acaba por o conduzir a uma investigação perigosa sobre as vítimas e sobre os próprios habitantes da vila. Incapaz de avaliar o risco a que se expõe, Laurana vê-se envolvido numa teia de interesses numa teia de interesses muito maior do que poderia imaginar. Publicado originalmente em 1966, A Cada um o Seu foi adaptado ao cinema por Elio Petri, em 1967, com o título Crimes à Moda Antiga. Atualmente, o livro está traduzido em todo o mundo e é considerado uma obra-prima de Leonardo Sciascia e da literatura italiana do século XX. Sob a aparência de um romance policial irónico, Sciascia constrói uma narrativa implacável sobre o poder, a hipocrisia e a violência latente numa sociedade em que a verdade raramente vence os interesses dos poderosos.
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 288
Sinopse: A Filha do Samurai oferece um retrato elegante de um mundo que quase desaparecera quando Etsu Inagaki Sugimoto deu início à sua escrita. Nesta memória cativante, Sugimoto narra a sua infância na gelada região de Nagaoka, no Japão, onde cresceu numa família samurai de alto estatuto, no rescaldo da Restauração Meiji, que retirou à classe samurai muitos dos seus privilégios. Embora inicialmente destinada a tornar-se sacerdotisa budista, aos doze anos fica noiva, por decisão familiar, de um comerciante japonês residente em Cincinnati, no Ohio. Para se preparar para a nova vida nos Estados Unidos, Etsu Sugimoto frequenta uma escola metodista em Tóquio, onde estuda inglês. Em 1898, embarca num navio e abandona a única terra que conhecia. Emissária da sua cultura de origem, mesmo quando se sente fascinada pelos costumes americanos, Etsu Sugimoto observa com grande lucidez os dois mundos que passa a habitar. As suas reflexões profundas, tocantes e, por vezes, irónicas continuam, ainda hoje, a ressoar com autenticidade e acuidade.
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 376
Sinopse: Uma história de coragem, redenção e liberdade. Mallena não é uma deles. Chegou a Norolani dezasseis anos antes, vinda de fora, mas, com o tempo, tornou-se um verdadeiro ponto de referência. É que Mallena é uma llevadora, uma parteira que, aplicando um saber antigo transmitido pela mãe, ajuda todas as mulheres no momento do parto, mesmo as das famílias mais humildes, sem nunca pedir nada em troca. No entanto, tudo se desmorona em 1917, quando o marido regressa da guerra, ferido no corpo e na alma. Para pagar os tratamentos médicos de que ele necessita, Mallena exige em voz alta ao conselho municipal que o seu trabalho seja finalmente remunerado. Um pedido tão justo quanto mal recebido, que altera o rumo da sua história e traz para a aldeia outra mulher, outra parteira: Angelica. Mallena e Angelica, destinadas a ser rivais, descobrem ser duas faces da mesma moeda: unidas pelo desejo de liberdade, pela traição sofrida e pela injustiça que recai sobre as mulheres. Quando o passado regressa e a situação se torna insustentável, toda a comunidade de Norolani é forçada a exigir, pela primeira vez, verdadeira justiça. Uma grande história no feminino que retrata, através da língua, dos aromas, da poesia e da aspereza da vida, a Sardenha do início do século XX. Uma protagonista que, guiada por uma sabedoria ancestral e pela solidariedade entre mulheres, desperta para uma nova consciência.
Edição: Mai 2024
Nº Páginas: 232
Sinopse: a psicologia do desporto ao servico da atitude mental para alcancar o máximo rendimento em todos os domínios da vida. são possíveis picos de rendimento saudáveis e consistentes? se sim, como? qual o segredo? quais são os princípios subjacentes ao alto rendimento? como é que qualquer pessoa os pode adotar às suas vidas? este livro explora princípios de atitude mental e aptidão que transcendem capacidades e domínios concretos. quer esteja a qualificar-se para uma prova desportiva, a inovar no seu trabalho, a iniciar um projeto ou a criar uma obra-prima, muitas das práticas que conduzem ao sucesso e ao alto rendimento são comuns. o presente livro explora essa arte; a ciência e a prática da motivacão, a excelência orientada para objetivos e a maximizacão do potencial pessoal visando um tipo de sucesso satisfatório e sustentável. detalhes máximo rendimento de brad stulberg e steve magness; traducão: susana pinheiro propriedade descricão isbn: 9789899180147 editor: bookout data de lancamento: maio de 2024 idioma: português dimensões: 160 x 225 x 12 mm encadernacão: capa mole páginas: 232 tipo de produto: livro classificacão temática: livros em português > desporto e lazer > desporto e saúde ean: 9789899180147
Edição: Mai 2024
Nº Páginas: 10
Sinopse: nesta edicão interativa de o capuchinho vermelho encontrará uma versão simples da história. neste livro, a crianca poderá ajudar a apanhar o lobo na casa da avó, girando uma roda, que leva as personagens a correr atrás dele. leiam a história, puxem as abas e deixem-se levar pela magia deste conto clássico.
Edição: Mai 2024
Nº Páginas: 40
Sinopse: Da autora de Lobo Grande e Lobo Pequeno e de outros êxitos internacionais, chega-nos uma inesquecível aventura para o espírito: um texto que nos fala sobre o crescimento e a necessidade de descobrirmos o mundo para nos descobrirmos, sobre a alegria dessa procura e o reconforto de regressar para nos reencontrarmos com as nossas raízes. Um álbum maravilhosamente ilustrado pela talentosa Beatrice Cerocchi, que nos deslumbra com um extraordinário uso da cor.
Edição: Mai 2024
Nº Páginas: 150
Sinopse: gostariasdeexplorarosmisteriososterritórios das emocões? na akademia sakura aprenderás como fazê-lo. acompanha o emo, a lia e as outras personagens desta escola cheia de magia e fantasia. esperam-te viagens incríveis, paisagens impressionantes e cidades de sonho. tu és o herói ou a heroína das aventuras que viverás neste livro.
Edição: Mai 2024
Nº Páginas: 544
Sinopse: cuidado com o que desejas... nas ruas do cairo do século xviii, nahri é uma jovem vigarista de talentos incomparáveis. por meio de leituras de mãos, de exorcismos e de um misterioso dom de cura, faz dos nobres otomanos o seu principal alvo, num esforco para sobreviver. mas quando um dia, durante um dos seus ¿golpes¿, evoca acidentalmente dara, um misterioso guerreiro jinn, acaba por perceber que até os estratagemas mais inteligentes podem ter consequências fatais.
Edição: Jun 2024
Nº Páginas: 544
Sinopse: o engano é o jogo mais perverso de todos¿ um príncipe obscuro. uma maldicão impossível. e a mulher com o poder de o libertar. pecador. vilão. maldito. o príncipe inveja nunca fingiu ser um santo. mas quando recebe um misterioso bilhete, que assinala o comeco de um jogo mortal, compreende imediatamente que será preciso mais do que uma pitada de pecado para vencer e salvar a sua corte demoníaca da ruína. enigmas, objetos tocados pela magia das trevas ou adversários desconhecidos, nada se atravessará no seu caminho, se bem que o seu meticuloso plano não o tenha preparado para ela. ela, que incendeia nele o pecado e a paixão como nenhuma outra alguma vez o fez¿ virtuosa. adorável. mentirosa. o problema dos canalhas e dos trapaceiros é que não têm um pingo de honra, facto que camilla antonius descobre depois de um erro desesperado a colocar à mercê da chantagem de um dos mais famosos libertinos de waverly green. para evitar o escândalo e a ruína, camilla é forcada a entrar num acordo diabólico com o príncipe que acaba de conhecer. o que não esperava é que este jogo despertasse a sua verdadeira natureza¿ juntos, vão embarcar numa perigosa viagem pelo submundo ¿ desde as cintilantes cortes demoníacas até ao sensual reino dos vampiros, e mais além ¿, enquanto tentam evitar a armadilha mais perigosa de todas: o amor.
