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Edição: Jul 2013
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Este é um contributo para olhar como o cinema fixou o nascimento de uma nação, Angola.Esse olhar, que não podia fechar-se às visões do colonialismo português, faz-se panorâmica integradora de múltiplos pontos de vista: o da propaganda do Estado Novo; o da ficção portuguesa feita em Angola; o dos filmes sobre o progresso económico; o da Diamang; e, finalmente, o dos filmes científicos e etnográficos. No próximo volume desta obra, fixa-se o olhar corte-de-navalha nascido da militância, na luta pela independência, e de afirmação da identidade angolana.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Este é um contributo para olhar como o cinema fixou o nascimento de uma nação, Angola.Esse olhar, que não podia fechar-se às visões do colonialismo português, faz-se panorâmica integradora de múltiplos pontos de vista: o da propaganda do Estado Novo; o da ficção portuguesa feita em Angola; o dos filmes sobre o progresso económico; o da Diamang; e, finalmente, o dos filmes científicos e etnográficos. No próximo volume desta obra, fixa-se o olhar corte-de-navalha nascido da militância, na luta pela independência, e de afirmação da identidade angolana.
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Edição: Out 2010
Nº Páginas: 648
Sinopse:
"A Viagem dos Inocentes" é a primeira edição portuguesa de um dos grandes clássicos da literatura de viagens. Mark Twain, "pai da literatura americana", parte num navio em direcção à Europa, passando pelos Açores, cuja descrição será irresistível para os leitores lusófonos. Entre os seus destinos incluem-se Marrocos, França, Itália, Grécia, Rússia e, mais a oriente, os lugares bíblicos. Os seus relatos, descrições e considerações denunciam, para além de génio literário, um sentido de humor intenso e inesgotável. Na verdade, este foi o maior sucesso literário que Mark Twain conheceu em vida.
Nº Páginas: 648
Sinopse:
"A Viagem dos Inocentes" é a primeira edição portuguesa de um dos grandes clássicos da literatura de viagens. Mark Twain, "pai da literatura americana", parte num navio em direcção à Europa, passando pelos Açores, cuja descrição será irresistível para os leitores lusófonos. Entre os seus destinos incluem-se Marrocos, França, Itália, Grécia, Rússia e, mais a oriente, os lugares bíblicos. Os seus relatos, descrições e considerações denunciam, para além de génio literário, um sentido de humor intenso e inesgotável. Na verdade, este foi o maior sucesso literário que Mark Twain conheceu em vida.
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Edição: Nov 2014
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Na noite de 6 de setembro de 1968, as figuras mais importantes do Estado Novo dividiram-se por dois acontecimentos que tiveram lugar exatamente ao mesmo tempo, a poucos quilómetros um do outro. O primeiro foi um dos segredos mais bem guardados do país: no Hospital da Cruz Vermelha, António de Oliveira Salazar foi operado de urgência na sequência da queda de uma cadeira. O segundo foi um dos eventos mais noticiados do país: na sua quinta de Alcoitão, o milionário boliviano Antenor Patiño deu aquele que ficou conhecido como "o baile do século". Foram treze horas intermináveis que misturaram o drama e a ostentação - e que marcaram o fim do salazarismo. Através de documentos e depoimentos na sua maioria inéditos, o jornalista Miguel Pinheiro reconstitui com detalhes os episódios, os ambientes e os diálogos dos dois lados dessa noite. A data em que Salazar realmente caiu da cadeira, os pormenores do mês que o ditador passou em acelerada decadência física e o que de facto se passou dentro da sala de cirurgia. As polémicas da festa do Rei do Estanho, o impacto da chegada a Portugal de atrizes de Hollywood, de membros de famílias reais europeias e de alguns dos homens mais ricos da época e as histórias dos jornalistas que se disfarçaram de empregados para se conseguirem infiltrar num baile fortemente vigiado pela polícia e pela PIDE. Tudo se passou entre as 20 horas e as 9 da manhã. No começo da noite, Portugal era um país governado há 36 anos pelo mesmo homem. No final, era um país onde nada seria como dantes.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Na noite de 6 de setembro de 1968, as figuras mais importantes do Estado Novo dividiram-se por dois acontecimentos que tiveram lugar exatamente ao mesmo tempo, a poucos quilómetros um do outro. O primeiro foi um dos segredos mais bem guardados do país: no Hospital da Cruz Vermelha, António de Oliveira Salazar foi operado de urgência na sequência da queda de uma cadeira. O segundo foi um dos eventos mais noticiados do país: na sua quinta de Alcoitão, o milionário boliviano Antenor Patiño deu aquele que ficou conhecido como "o baile do século". Foram treze horas intermináveis que misturaram o drama e a ostentação - e que marcaram o fim do salazarismo. Através de documentos e depoimentos na sua maioria inéditos, o jornalista Miguel Pinheiro reconstitui com detalhes os episódios, os ambientes e os diálogos dos dois lados dessa noite. A data em que Salazar realmente caiu da cadeira, os pormenores do mês que o ditador passou em acelerada decadência física e o que de facto se passou dentro da sala de cirurgia. As polémicas da festa do Rei do Estanho, o impacto da chegada a Portugal de atrizes de Hollywood, de membros de famílias reais europeias e de alguns dos homens mais ricos da época e as histórias dos jornalistas que se disfarçaram de empregados para se conseguirem infiltrar num baile fortemente vigiado pela polícia e pela PIDE. Tudo se passou entre as 20 horas e as 9 da manhã. No começo da noite, Portugal era um país governado há 36 anos pelo mesmo homem. No final, era um país onde nada seria como dantes.
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Edição: Fev 2014
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Wasteband_(do inglês) - faixa de tempo perdido que dá forma aos dias, estendendo os momentos de espera em detrimento dos que exigem acão, criando assim uma maior probabilidade de acidentes e efeitos colaterais em vidas demasiado programadas. Waistband (do inglês) - faixa de tecido que dá forma à cintura de um vestido, de uma saia ou a um cós de umas calcas; elástico das cuecas. Uma Wasteband é como um Rolls Royce. Tudo é feito à mão. Helena Serra
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Wasteband_(do inglês) - faixa de tempo perdido que dá forma aos dias, estendendo os momentos de espera em detrimento dos que exigem acão, criando assim uma maior probabilidade de acidentes e efeitos colaterais em vidas demasiado programadas. Waistband (do inglês) - faixa de tecido que dá forma à cintura de um vestido, de uma saia ou a um cós de umas calcas; elástico das cuecas. Uma Wasteband é como um Rolls Royce. Tudo é feito à mão. Helena Serra
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Edição: Jan 2011
Nº Páginas: 348
Sinopse:
Quando o magnata inglês Sir Robert Waldo Hardwick morre de forma misteriosa num acidente de viação, deixa uma carta a nomear seis pessoas que suspeita lhe tenham desejado a morte. Daisy Keane e o investigador Harry Montana juntam-se para levar os suspeitos (e outros convidados como manobra de diversão) num fabuloso cruzeiro pelo Mediterrâneo, com todas as despesas pagas pelo falecido Sir Robert. O mistério aumenta à medida que vão aportando em Monte Carlo, Saint-Tropez e Sorrento. E as reviravoltas inesperadas são apenas o princípio. Por fim, chegam à bela Villa Belkiss em Capri, onde será lido o testamento de Sir Robert... e o assassino desmascarado. Com a beleza da paisagem do Yorkshire, as estâncias do Mediterrâneo e o magnífico iate de cruzeiro, mais a atracção intensa entre o solitário Harry Montana e a desconfiada Daisy, as paixões inflamam-se e o encanto da Villa Belkiss deslumbra. Ninguém escreve viagens maravilhosas ou suspense como Elizabeth Adler.
Nº Páginas: 348
Sinopse:
Quando o magnata inglês Sir Robert Waldo Hardwick morre de forma misteriosa num acidente de viação, deixa uma carta a nomear seis pessoas que suspeita lhe tenham desejado a morte. Daisy Keane e o investigador Harry Montana juntam-se para levar os suspeitos (e outros convidados como manobra de diversão) num fabuloso cruzeiro pelo Mediterrâneo, com todas as despesas pagas pelo falecido Sir Robert. O mistério aumenta à medida que vão aportando em Monte Carlo, Saint-Tropez e Sorrento. E as reviravoltas inesperadas são apenas o princípio. Por fim, chegam à bela Villa Belkiss em Capri, onde será lido o testamento de Sir Robert... e o assassino desmascarado. Com a beleza da paisagem do Yorkshire, as estâncias do Mediterrâneo e o magnífico iate de cruzeiro, mais a atracção intensa entre o solitário Harry Montana e a desconfiada Daisy, as paixões inflamam-se e o encanto da Villa Belkiss deslumbra. Ninguém escreve viagens maravilhosas ou suspense como Elizabeth Adler.
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Edição: Fev 2014
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Publicado pela primeira vez em 1973, "Véspera da Água" é um dos livros de Eugénio de Andrade onde, porventura, está mais presente o ofício da poesia e o exercício extremo da razão e da depuração da escrita. Disse Eugénio de si próprio não ser "[…] um poeta inspirado, o poema é em mim conquistado sílaba a sílaba." Como diz Carlo Vittorio Cattaneo, "Esta predisposição a racionalizar o processo criativo encontra um dos seus mais altos momentos em "Véspera da Água", uma obra dentre as mais complexas e homogéneas do poeta." O prefácio da presente edição é assinado por Federico Bertolazzi, que nos lança este repto: "O leitor que estiver disposto a abandonar o cais seguro das suas certezas poderá empreender a mais fascinante das navegações, num domínio para ele descortinado […]."
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Publicado pela primeira vez em 1973, "Véspera da Água" é um dos livros de Eugénio de Andrade onde, porventura, está mais presente o ofício da poesia e o exercício extremo da razão e da depuração da escrita. Disse Eugénio de si próprio não ser "[…] um poeta inspirado, o poema é em mim conquistado sílaba a sílaba." Como diz Carlo Vittorio Cattaneo, "Esta predisposição a racionalizar o processo criativo encontra um dos seus mais altos momentos em "Véspera da Água", uma obra dentre as mais complexas e homogéneas do poeta." O prefácio da presente edição é assinado por Federico Bertolazzi, que nos lança este repto: "O leitor que estiver disposto a abandonar o cais seguro das suas certezas poderá empreender a mais fascinante das navegações, num domínio para ele descortinado […]."
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Edição: Out 2013
Nº Páginas: 456
Sinopse:
Celebrizado pela sua obra de ficção, David Foster Wallace foi também um excecional ensaísta e repórter. Alguns dos seus artigos mais conhecidos deram-lhe um reconhecimento transversal e captaram o interesse de muitos leitores para este escritor original que estava tão à vontade a falar da ficção pós-moderna norte-americana como a relatar a sua experiência num cruzeiro. Graças ao talento do seu autor, peças como a de Roger Federer, a do Festival da Lagosta do Main ou a da indústria pornográfica norte-americana transcenderam os limites das publicações em que apareceram pela primeira vez e, atualmente, fazem parte dos textos canónicos sem os quais não se pode entender a dimensão do génio de Foster Wallace.
Nº Páginas: 456
Sinopse:
Celebrizado pela sua obra de ficção, David Foster Wallace foi também um excecional ensaísta e repórter. Alguns dos seus artigos mais conhecidos deram-lhe um reconhecimento transversal e captaram o interesse de muitos leitores para este escritor original que estava tão à vontade a falar da ficção pós-moderna norte-americana como a relatar a sua experiência num cruzeiro. Graças ao talento do seu autor, peças como a de Roger Federer, a do Festival da Lagosta do Main ou a da indústria pornográfica norte-americana transcenderam os limites das publicações em que apareceram pela primeira vez e, atualmente, fazem parte dos textos canónicos sem os quais não se pode entender a dimensão do génio de Foster Wallace.
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Edição: Out 2014
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Smiley e a sua gente deparam-se com um extraordinário desafio: uma toupeira - um agente duplo dos soviéticos - conseguiu infiltrar-se e ascender ao mais alto nível dos serviços secretos britânicos. A sua traição comprometeu já algumas operações vitais e as suas melhores redes.A toupeira é um dos seus. Mas quem?Clássico de John le Carré que redefiniu o thriller de espionagem, "A Toupeira" foi adaptado ao cinema num filme realizado por Tomas Alfredson, com um elenco de actores que inclui Gary Oldman na personagem de George Smiley, Tom Hardy e Colin Firth.
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Smiley e a sua gente deparam-se com um extraordinário desafio: uma toupeira - um agente duplo dos soviéticos - conseguiu infiltrar-se e ascender ao mais alto nível dos serviços secretos britânicos. A sua traição comprometeu já algumas operações vitais e as suas melhores redes.A toupeira é um dos seus. Mas quem?Clássico de John le Carré que redefiniu o thriller de espionagem, "A Toupeira" foi adaptado ao cinema num filme realizado por Tomas Alfredson, com um elenco de actores que inclui Gary Oldman na personagem de George Smiley, Tom Hardy e Colin Firth.
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Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 32
Sinopse:
Se já conheces de cor consoantes e vogais, ditongos, acentos, sinais, para o que preciso for: não temas os trava-línguas, desafia as lengalengas, para que em qualquer altura não te atrapalhem a leitura, e verás que, sem favor, quem ganha sempre é o leitor.
Nº Páginas: 32
Sinopse:
Se já conheces de cor consoantes e vogais, ditongos, acentos, sinais, para o que preciso for: não temas os trava-línguas, desafia as lengalengas, para que em qualquer altura não te atrapalhem a leitura, e verás que, sem favor, quem ganha sempre é o leitor.
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Edição: Out 2011
Nº Páginas: 64
Sinopse:
No começo de "As jóias de Castafiore", o capitão Haddock vai fazer uma caminhada e quando regressa ao castelo, recebe uma notícia calamitosa: a célebre Castafiore vem passar uma temporada ao castelo. Como se essa catástrofe não bastasse, o capitão tropeça na escada e torce o pé. Resultado: quinze dias de cadeira de rodas, tendo de aguentar os dotes vocais da diva, as escalas do seu pianista e a agitação permanente que a cantora traz a Moulinsart. Com ela vieram também as suas valiosíssimas jóias, que teme serem alvo dos ladrões. Porque será que coisas estranhas começam a acontecer no castelo?
Nº Páginas: 64
Sinopse:
No começo de "As jóias de Castafiore", o capitão Haddock vai fazer uma caminhada e quando regressa ao castelo, recebe uma notícia calamitosa: a célebre Castafiore vem passar uma temporada ao castelo. Como se essa catástrofe não bastasse, o capitão tropeça na escada e torce o pé. Resultado: quinze dias de cadeira de rodas, tendo de aguentar os dotes vocais da diva, as escalas do seu pianista e a agitação permanente que a cantora traz a Moulinsart. Com ela vieram também as suas valiosíssimas jóias, que teme serem alvo dos ladrões. Porque será que coisas estranhas começam a acontecer no castelo?
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Edição: Jun 2013
Nº Páginas: 272
Sinopse:
O que seria da Humanidade que somos se aqueles que hão-de vir se recusassem a nascer? Raul, médico conceituado de uma clínica de fertilidade, descobre um cromossoma peculiar que aparece sete minutos depois da fecundação. A descoberta vai conduzi-lo a uma dimensão espiritual desconhecida. Raul começa a ouvir vozes de almas que ainda não nasceram. E, contra tudo o que seria de esperar, a mensagem urgente que estes seres lhe comunicam é a de que… não querem nascer! Uma revelação que vai mudar por completo a sua existência e a de toda a Humanidade. Não somos nós que não queremos filhos, são os filhos que se recusam a nascer. Nascer pode ser assustador… ou talvez não.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
O que seria da Humanidade que somos se aqueles que hão-de vir se recusassem a nascer? Raul, médico conceituado de uma clínica de fertilidade, descobre um cromossoma peculiar que aparece sete minutos depois da fecundação. A descoberta vai conduzi-lo a uma dimensão espiritual desconhecida. Raul começa a ouvir vozes de almas que ainda não nasceram. E, contra tudo o que seria de esperar, a mensagem urgente que estes seres lhe comunicam é a de que… não querem nascer! Uma revelação que vai mudar por completo a sua existência e a de toda a Humanidade. Não somos nós que não queremos filhos, são os filhos que se recusam a nascer. Nascer pode ser assustador… ou talvez não.
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Edição: Abr 2001
Nº Páginas: 58
Sinopse:
Como escreve Luísa Dacosta nas primeiras páginas, "Robertices" pretende recordar a tradição popular dos espectáculos de rua com os toscos robertos que tanto maravilharam crianças e adultos "no tempo em que havia tempo para ter tempo e um dia sem escola podia ser uma eternidade" (p.13). Com os desenhos de Cristina Valadas que ilustram muito bem o aspecto improvisado dos bonecos com cabeças de pau, os mais pequenos podem soltar a sua imaginação e saber como se divertiam as crianças de outros tempos. E para os mais crescidos será com certeza uma delícia para a memória.
Nº Páginas: 58
Sinopse:
Como escreve Luísa Dacosta nas primeiras páginas, "Robertices" pretende recordar a tradição popular dos espectáculos de rua com os toscos robertos que tanto maravilharam crianças e adultos "no tempo em que havia tempo para ter tempo e um dia sem escola podia ser uma eternidade" (p.13). Com os desenhos de Cristina Valadas que ilustram muito bem o aspecto improvisado dos bonecos com cabeças de pau, os mais pequenos podem soltar a sua imaginação e saber como se divertiam as crianças de outros tempos. E para os mais crescidos será com certeza uma delícia para a memória.
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Edição: Mai 2008
Nº Páginas: 100
Sinopse:
Primeiro livro a sair para o mercado com a nova legislação. Este livro resulta da reformulação do capítulo com o mesmo nome, ditada pela saída de uma nova lei, aprovada em Dezembro último. Direito Administrativo Geral Geralcontempla três tomos: o primeiro dedicado à introdução ao direito administrativo e aos seus princípios fundamentais, o segundo à organização administrativa e o terceiro à actividade administrativa. É a primeira vez que um manual nacional de direito administrativo inclui uma teoria geral da actividade administrativa, o tratamento do plano e dos actos reais no capítulo da actividade administrativa e uma exposição sistemática e unitária das pretensões reintegratórias dos particulares, que abrange, a par da responsabilidade civil, as pretensões indemnizatórias pelo sacrifício de bens patrimoniais privados, as pretensões ao restabelecimento de posições jurídicas subjectivas violadas (incluindo o tratamento substantivo da pretensão à reconquista da situação actual e hipotética) e a pretensão à restituição do enriquecimento sem causa.
Nº Páginas: 100
Sinopse:
Primeiro livro a sair para o mercado com a nova legislação. Este livro resulta da reformulação do capítulo com o mesmo nome, ditada pela saída de uma nova lei, aprovada em Dezembro último. Direito Administrativo Geral Geralcontempla três tomos: o primeiro dedicado à introdução ao direito administrativo e aos seus princípios fundamentais, o segundo à organização administrativa e o terceiro à actividade administrativa. É a primeira vez que um manual nacional de direito administrativo inclui uma teoria geral da actividade administrativa, o tratamento do plano e dos actos reais no capítulo da actividade administrativa e uma exposição sistemática e unitária das pretensões reintegratórias dos particulares, que abrange, a par da responsabilidade civil, as pretensões indemnizatórias pelo sacrifício de bens patrimoniais privados, as pretensões ao restabelecimento de posições jurídicas subjectivas violadas (incluindo o tratamento substantivo da pretensão à reconquista da situação actual e hipotética) e a pretensão à restituição do enriquecimento sem causa.
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Edição: Mai 2015
Nº Páginas: 424
Sinopse:
É incrivelmente rico, de uma beleza pecaminosa, e consegue levá-la a píncaros de prazer como nunca conheceu. Para Livy, é impossível voltar atrás. Está decidida a ser a luz que rompe as trevas da vida de Miller. Mas esta nova vida exige um preço alto… Miller sabe que o poder de que desfruta não é isento de sacrifícios, mas não está disposto a sacrificar Livy. Embora não deseje nada além de a poder usufruir de todas as maneiras, a sua principal obrigação é protegê-la a todo o custo… protegê-la dos seus erros, dos seus inimigos e de si próprio. Contudo, à medida que esse amor insaciável se intensifica, acabam por atrair as atenções de um perigoso terceiro elemento. Após descobrir a respeito de Miller coisas que a abalam no mais profundo do seu ser, Livy vê-se forçada a decidir se ele está ou não perdido além da possibilidade de redenção. E ele tem de enfrentar o medo de, ao procurar salvá-la, acabar por perdê-la…
Nº Páginas: 424
Sinopse:
É incrivelmente rico, de uma beleza pecaminosa, e consegue levá-la a píncaros de prazer como nunca conheceu. Para Livy, é impossível voltar atrás. Está decidida a ser a luz que rompe as trevas da vida de Miller. Mas esta nova vida exige um preço alto… Miller sabe que o poder de que desfruta não é isento de sacrifícios, mas não está disposto a sacrificar Livy. Embora não deseje nada além de a poder usufruir de todas as maneiras, a sua principal obrigação é protegê-la a todo o custo… protegê-la dos seus erros, dos seus inimigos e de si próprio. Contudo, à medida que esse amor insaciável se intensifica, acabam por atrair as atenções de um perigoso terceiro elemento. Após descobrir a respeito de Miller coisas que a abalam no mais profundo do seu ser, Livy vê-se forçada a decidir se ele está ou não perdido além da possibilidade de redenção. E ele tem de enfrentar o medo de, ao procurar salvá-la, acabar por perdê-la…
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Edição: Nov 2012
Nº Páginas: 48
Sinopse:
Um gnomo traquina, uma televisão que se vê ao espelho e dois telemóveis apaixonados… Anda ver o que tens para ler!À escrita magnífica de Alexandre Honrado, juntou-se a ilustração fascinante de Raquel Pinheiro… A química foi imediata e assim nasceu a coleção de livros infantis QUEM CONTA UM CONTO.Em cada volume, vinte contos de encantar dos tempos modernos, construídos para a agilidade das ideias, das palavras, das situações bem numerosas do crescimento. Contos ora divertidos ora inesperadamente profundos, realistas alguns e mais abstratos os outros, sempre de mãos dadas com a imaginação.
Nº Páginas: 48
Sinopse:
Um gnomo traquina, uma televisão que se vê ao espelho e dois telemóveis apaixonados… Anda ver o que tens para ler!À escrita magnífica de Alexandre Honrado, juntou-se a ilustração fascinante de Raquel Pinheiro… A química foi imediata e assim nasceu a coleção de livros infantis QUEM CONTA UM CONTO.Em cada volume, vinte contos de encantar dos tempos modernos, construídos para a agilidade das ideias, das palavras, das situações bem numerosas do crescimento. Contos ora divertidos ora inesperadamente profundos, realistas alguns e mais abstratos os outros, sempre de mãos dadas com a imaginação.
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Edição: Jun 2010
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Único romance completo (1947) que Vergílio Ferreira deixou inédito. A sua importância deriva de ser o primeiro romance de ideias, entre "Vagão J" e "Mudança". É um romance de temática hegeliana (a epígrafe é mesmo uma frase de Hegel), como será Mudança, em que é trabalhado o conflito entre o intelectual nãoactivo e não comprometido na transformação social do mundo, Sérgio, e Flávio, filho de um activista político, que deseja mudar a sociedade. Os dois vão-se confrontando ao longo de todo o romance, apesar de Sérgio ter acolhido e possibilitado a educação de Flávio depois de o pai deste ter passado à clandestinidade. É de notar no romance não só o que será o importante tema vergiliano do pai ausente e, aqui, substituído, como também a complexidade da figura de Sérgio que negativizado pelo racionalismo linear de Flávio, e sendo frequentemente inconsequente, é também generoso no afecto quase paternal para com este e antecipa o que virá a ser o "herói" existencialista a partir de "Mudança".
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Único romance completo (1947) que Vergílio Ferreira deixou inédito. A sua importância deriva de ser o primeiro romance de ideias, entre "Vagão J" e "Mudança". É um romance de temática hegeliana (a epígrafe é mesmo uma frase de Hegel), como será Mudança, em que é trabalhado o conflito entre o intelectual nãoactivo e não comprometido na transformação social do mundo, Sérgio, e Flávio, filho de um activista político, que deseja mudar a sociedade. Os dois vão-se confrontando ao longo de todo o romance, apesar de Sérgio ter acolhido e possibilitado a educação de Flávio depois de o pai deste ter passado à clandestinidade. É de notar no romance não só o que será o importante tema vergiliano do pai ausente e, aqui, substituído, como também a complexidade da figura de Sérgio que negativizado pelo racionalismo linear de Flávio, e sendo frequentemente inconsequente, é também generoso no afecto quase paternal para com este e antecipa o que virá a ser o "herói" existencialista a partir de "Mudança".
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Edição: Ago 2010
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Numa sociedade instável e marcada por desequilíbrios diversos, que se pretende que a escola ajude a atenuar, o trabalho docente tornou-se crescentemente complexo e delicado, pondo em ação, de modo intenso, as dimensões éticas e afetivas da profissão de que, no nosso país, pouco se fala e investiga. Sofrendo com o desinteresse e até com a hostilidade de alguns alunos e suas famílias, da opinião pública e de parte da comunicação social, os professores veem dia a dia multiplicar-se os seus papéis e aumentar as suas responsabilidades administrativas, éticas e axiológicas, aumentando com elas a carga emocional do seu trabalho.Este livro, que reúne, num olhar essencialmente pedagógico, dados de investigação de origem diversa, fragmentos do discurso de professores e reflexões pessoais, visa sensibilizar investigadores, professores e seus formadores para a importância da formação ética e da inteligência social e emocional dos docentes, como uma das condições do seu bem-estar profissional e da sua capacidade de promoção da educação ética e emocional dos seus alunos, tão necessária num mundo competitivo e conflitual.Maria Teresa EstrelaSobre a coleção "Saberes Plurais"A "Lição de Blimunda", da autoria da Doutora Maria de Fátima Marinho, Professora Catedrática e Presidente do Conselho Científico da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, é a obra inaugural da coleção "Saberes Plurais". Esta coleção, coordenada pela Doutora Rosa Bizarro, Professora Auxiliar na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, visa proporcionar uma aproximação/compreensão atualizada da Escola, dos seus atores, dos seus saberes, das suas práticas, das suas políticas, dos seus "curricula", das suas metodologias… aos mais diversos níveis (básico, secundário e superior) e em diferentes contextos.Trazendo ao conhecimento de investigadores, docentes dos ensinos superior, secundário e básico, professores estagiários, orientadores/supervisores da formação de professores, estudantes das Licenciaturas, Pós-graduações e/ou Mestrados em Ensino, Relações Interculturais, Educação ou de cursos afins e do público em geral os estudos mais recentes de investigadores conceituados provenientes de diferentes áreas científicas (Literatura, Economia, Currículo, Linguística, Didática, Sociologia, Ciências da Educação, entre outras), esta Coleção pretende, ainda, viabilizar a divulgação de diferentes referenciais inter e multidisciplinares que, para além de conduzirem a um mais profundo conhecimento da Escola de hoje, poderão, igualmente, contribuir para a sua re/i-novação.Rosa Bizarro
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Numa sociedade instável e marcada por desequilíbrios diversos, que se pretende que a escola ajude a atenuar, o trabalho docente tornou-se crescentemente complexo e delicado, pondo em ação, de modo intenso, as dimensões éticas e afetivas da profissão de que, no nosso país, pouco se fala e investiga. Sofrendo com o desinteresse e até com a hostilidade de alguns alunos e suas famílias, da opinião pública e de parte da comunicação social, os professores veem dia a dia multiplicar-se os seus papéis e aumentar as suas responsabilidades administrativas, éticas e axiológicas, aumentando com elas a carga emocional do seu trabalho.Este livro, que reúne, num olhar essencialmente pedagógico, dados de investigação de origem diversa, fragmentos do discurso de professores e reflexões pessoais, visa sensibilizar investigadores, professores e seus formadores para a importância da formação ética e da inteligência social e emocional dos docentes, como uma das condições do seu bem-estar profissional e da sua capacidade de promoção da educação ética e emocional dos seus alunos, tão necessária num mundo competitivo e conflitual.Maria Teresa EstrelaSobre a coleção "Saberes Plurais"A "Lição de Blimunda", da autoria da Doutora Maria de Fátima Marinho, Professora Catedrática e Presidente do Conselho Científico da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, é a obra inaugural da coleção "Saberes Plurais". Esta coleção, coordenada pela Doutora Rosa Bizarro, Professora Auxiliar na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, visa proporcionar uma aproximação/compreensão atualizada da Escola, dos seus atores, dos seus saberes, das suas práticas, das suas políticas, dos seus "curricula", das suas metodologias… aos mais diversos níveis (básico, secundário e superior) e em diferentes contextos.Trazendo ao conhecimento de investigadores, docentes dos ensinos superior, secundário e básico, professores estagiários, orientadores/supervisores da formação de professores, estudantes das Licenciaturas, Pós-graduações e/ou Mestrados em Ensino, Relações Interculturais, Educação ou de cursos afins e do público em geral os estudos mais recentes de investigadores conceituados provenientes de diferentes áreas científicas (Literatura, Economia, Currículo, Linguística, Didática, Sociologia, Ciências da Educação, entre outras), esta Coleção pretende, ainda, viabilizar a divulgação de diferentes referenciais inter e multidisciplinares que, para além de conduzirem a um mais profundo conhecimento da Escola de hoje, poderão, igualmente, contribuir para a sua re/i-novação.Rosa Bizarro
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Edição: Fev 2015
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Praça da Canção", de Manuel Alegre, há muito ultrapassou as fronteiras da literatura para assumir uma dimensão simbólica ou mesmo mítica. Quando saiu, no início do ano de 1965, há 50 anos, que com esta edição se assinalam, foi também um incisivo retrato de uma "[…] pátria parada / à beira de um rio triste", foi uma bandeira desfraldada e um rastilho de resistência e luta contra a ditadura. Hoje, cerca de quatro décadas depois da profunda mudança da realidade (aparentemente?) na génese da maioria dos seus poemas, e que em parte explica a sua imediata extraordinária repercussão e influência, a Praça da Canção "continua": sucessivas gerações a leram, ouviram, se calhar cantaram, de certo modo viveram. E isto diz muito, se não tudo.[…]Os versos de PdaC andaram, desde sempre, de boca em boca, de mão em mão, de coração em coração, em simultâneo singular expressão individual de um poeta e vigorosa voz coletiva de um povo.(do Prefácio de José Carlos de Vasconcelos)
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Praça da Canção", de Manuel Alegre, há muito ultrapassou as fronteiras da literatura para assumir uma dimensão simbólica ou mesmo mítica. Quando saiu, no início do ano de 1965, há 50 anos, que com esta edição se assinalam, foi também um incisivo retrato de uma "[…] pátria parada / à beira de um rio triste", foi uma bandeira desfraldada e um rastilho de resistência e luta contra a ditadura. Hoje, cerca de quatro décadas depois da profunda mudança da realidade (aparentemente?) na génese da maioria dos seus poemas, e que em parte explica a sua imediata extraordinária repercussão e influência, a Praça da Canção "continua": sucessivas gerações a leram, ouviram, se calhar cantaram, de certo modo viveram. E isto diz muito, se não tudo.[…]Os versos de PdaC andaram, desde sempre, de boca em boca, de mão em mão, de coração em coração, em simultâneo singular expressão individual de um poeta e vigorosa voz coletiva de um povo.(do Prefácio de José Carlos de Vasconcelos)
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Edição: Abr 2015
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Editado pela primeira vez em 1979 e esgotado quase de seguida, encontramos neste livro textos biográficos, como o título deixa antever, poeticamente transfigurados por uma das mais seguras e fulgurantes vozes da poesia portuguesa de todos os tempos. O passado, a memória, a experiência constituem esse fundo de irrealidade que, semelhante a um feixe luminoso, aclara este momento de agora, revela como ele é cheio de surpresa, como já se destina à memória e é já essa incontrolável gramática sonhadora.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Editado pela primeira vez em 1979 e esgotado quase de seguida, encontramos neste livro textos biográficos, como o título deixa antever, poeticamente transfigurados por uma das mais seguras e fulgurantes vozes da poesia portuguesa de todos os tempos. O passado, a memória, a experiência constituem esse fundo de irrealidade que, semelhante a um feixe luminoso, aclara este momento de agora, revela como ele é cheio de surpresa, como já se destina à memória e é já essa incontrolável gramática sonhadora.
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Edição: Out 2014
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Com crise ou sem ela, o pão e o vinho nunca faltaram na mesa dos Portugueses, fazendo parte da sua matriz identitária; nas últimas décadas, tornaram-se até produtos de culto, multiplicando-se pelo País fora as padarias que vendem pães de todo o tipo e os produtores de vinho que oferecem verdadeiros elixires a que ninguém resiste.O presente livro aborda as origens destes dois elementos tão típicos da nossa gastronomia, mas vai muito mais longe, resgatando do património etnográfico as tradições a eles associadas. Adivinhas, provérbios, superstições, contos e lendas, manifestações religiosas e culturais, apontamentos sobre o seu uso na culinária, bem como um sem-número de curiosidades divertidas e inesperadas, compõem uma obra irresistível sobre a história do pão e do vinho que tantas vezes se confunde, afinal, com a da nossa existência e sobrevivência.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Com crise ou sem ela, o pão e o vinho nunca faltaram na mesa dos Portugueses, fazendo parte da sua matriz identitária; nas últimas décadas, tornaram-se até produtos de culto, multiplicando-se pelo País fora as padarias que vendem pães de todo o tipo e os produtores de vinho que oferecem verdadeiros elixires a que ninguém resiste.O presente livro aborda as origens destes dois elementos tão típicos da nossa gastronomia, mas vai muito mais longe, resgatando do património etnográfico as tradições a eles associadas. Adivinhas, provérbios, superstições, contos e lendas, manifestações religiosas e culturais, apontamentos sobre o seu uso na culinária, bem como um sem-número de curiosidades divertidas e inesperadas, compõem uma obra irresistível sobre a história do pão e do vinho que tantas vezes se confunde, afinal, com a da nossa existência e sobrevivência.
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Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 272
Sinopse:
É quase impossível percorrer Portugal de Norte a Sul sem me deparar com um palácio ou uma casa senhorial que me deslumbre com a sua beleza, grandiosidade e capacidade de me fazer sonhar com o passado e com a nossa História. O Palácio dos Duques de Cadaval, em Évora, faz parte de mim, daquilo que sou. Na minha família há mais de 600 anos, é aqui que estão as minhas origens e representa uma parte incontornável da minha vida. Mas há tantos edifícios nobres por este país… Falar do Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa, é também relembrar a rainha D. Maria Pia, que fez dele a sua casa e que ali deixou tantas memórias. O Palácio das Necessidades estará para sempre ligado à Família Real portuguesa, à morte de D. Pedro V e à partida de D. Manuel II, o último rei de Portugal, para o exílio. No Palácio dos Duques de Bragança, em Vila Viçosa, vivem memórias da Restauração da Independência e de D. João IV. Mas há joias escondidas que muitos não conhecemos. Qual não foi a minha surpresa ao visitar o Paço de Calheiros, em Ponte de Lima, e descobrir uma casa senhorial lindíssima e recheada de histórias com uma vista deslumbrante, ou voltar à Casa de Água de Peixes, no Alvito, que pertence à Família Cadaval e é um tesouro oculto na planície alentejana? Neste livro levo-o por uma visita guiada pelos palácios e casas senhoriais de Portugal. Por aqueles que são incontornáveis no património arquitetónico português, mas também pelos que me trazem memórias de infância, recordações de momentos vividos em família ou com amigos, pelos que se encontram na Casa Cadaval há várias gerações ou que considero pontos de passagem obrigatórios num passeio por Portugal. Estes palácios e casas senhoriais destacam-se pela sua arquitetura imponente, mas se olharmos bem para eles e percorrermos os corredores do passado, descobrimos uma parte fundamental da nossa História - além das histórias de pessoas que construíram e deram alma a estes lugares mágicos e surpreendentes.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
É quase impossível percorrer Portugal de Norte a Sul sem me deparar com um palácio ou uma casa senhorial que me deslumbre com a sua beleza, grandiosidade e capacidade de me fazer sonhar com o passado e com a nossa História. O Palácio dos Duques de Cadaval, em Évora, faz parte de mim, daquilo que sou. Na minha família há mais de 600 anos, é aqui que estão as minhas origens e representa uma parte incontornável da minha vida. Mas há tantos edifícios nobres por este país… Falar do Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa, é também relembrar a rainha D. Maria Pia, que fez dele a sua casa e que ali deixou tantas memórias. O Palácio das Necessidades estará para sempre ligado à Família Real portuguesa, à morte de D. Pedro V e à partida de D. Manuel II, o último rei de Portugal, para o exílio. No Palácio dos Duques de Bragança, em Vila Viçosa, vivem memórias da Restauração da Independência e de D. João IV. Mas há joias escondidas que muitos não conhecemos. Qual não foi a minha surpresa ao visitar o Paço de Calheiros, em Ponte de Lima, e descobrir uma casa senhorial lindíssima e recheada de histórias com uma vista deslumbrante, ou voltar à Casa de Água de Peixes, no Alvito, que pertence à Família Cadaval e é um tesouro oculto na planície alentejana? Neste livro levo-o por uma visita guiada pelos palácios e casas senhoriais de Portugal. Por aqueles que são incontornáveis no património arquitetónico português, mas também pelos que me trazem memórias de infância, recordações de momentos vividos em família ou com amigos, pelos que se encontram na Casa Cadaval há várias gerações ou que considero pontos de passagem obrigatórios num passeio por Portugal. Estes palácios e casas senhoriais destacam-se pela sua arquitetura imponente, mas se olharmos bem para eles e percorrermos os corredores do passado, descobrimos uma parte fundamental da nossa História - além das histórias de pessoas que construíram e deram alma a estes lugares mágicos e surpreendentes.
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Edição: Fev 2013
Nº Páginas: 56
Sinopse:
O quarto volume da coleção Obras de Eugénio de Andrade corresponde a "Ostinato Rigore", um dos livros mais marcantes na sua obra poética. Como diz Eduardo Lourenço, no seu admirável texto "Oiro e Melancolia", justamente dedicado a este livro, "A sandália" de Eugénio de Andrade, poeta do instante eterno em que o meio-dia humano se incarna miraculosamente, é menos ostentatória que a de Empédocles. E mais lusitanamente acordada com a essência de uma lírica que, atentando melhor, e contrariamente ao que poderia parecer, inverte menos a sua música profunda de um canto ingénuo da nossa alma galaica, vibrando anónima com a Natureza, do que a potencia magicamente como resposta e refúgio contra o mundo sem inocência que nos coube. É com um breve poema que integra hoje a nossa memória cultural que o poeta de "Ostinato Rigore" se despede do seu "verão", como nós nos despedimos dele colhendo"todo o oiro do dia""na haste mais alta""da melancolia."
Nº Páginas: 56
Sinopse:
O quarto volume da coleção Obras de Eugénio de Andrade corresponde a "Ostinato Rigore", um dos livros mais marcantes na sua obra poética. Como diz Eduardo Lourenço, no seu admirável texto "Oiro e Melancolia", justamente dedicado a este livro, "A sandália" de Eugénio de Andrade, poeta do instante eterno em que o meio-dia humano se incarna miraculosamente, é menos ostentatória que a de Empédocles. E mais lusitanamente acordada com a essência de uma lírica que, atentando melhor, e contrariamente ao que poderia parecer, inverte menos a sua música profunda de um canto ingénuo da nossa alma galaica, vibrando anónima com a Natureza, do que a potencia magicamente como resposta e refúgio contra o mundo sem inocência que nos coube. É com um breve poema que integra hoje a nossa memória cultural que o poeta de "Ostinato Rigore" se despede do seu "verão", como nós nos despedimos dele colhendo"todo o oiro do dia""na haste mais alta""da melancolia."
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Edição: Ago 2007
Nº Páginas: 40
Sinopse:
Tap-tap-tap...Todas as manhãs era assim! Madalena acordava com com este ruído estranho junto à sua janela. Até que um dia, curiosa, resolveu levantar-se mais cedo para descobrir o que se passava. Qual não foi o seu espanto quando viu surgir na esquina do prédio um rapaz muito alto, com uma grande bola cor-de-laranja! De cada vez que ele, muito divertido, a atirava ao chão, a bola tap. Tap-tap-tap...
Nº Páginas: 40
Sinopse:
Tap-tap-tap...Todas as manhãs era assim! Madalena acordava com com este ruído estranho junto à sua janela. Até que um dia, curiosa, resolveu levantar-se mais cedo para descobrir o que se passava. Qual não foi o seu espanto quando viu surgir na esquina do prédio um rapaz muito alto, com uma grande bola cor-de-laranja! De cada vez que ele, muito divertido, a atirava ao chão, a bola tap. Tap-tap-tap...
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Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 352
Sinopse:
A jovem juíza Joana Secalha fora colocada na pacata comarca de Abrantes para se redimir de um passado pouco recomendável. Não podia cometer erros e deslocou-se, ao Monte Cimeiro, para ouvir as razões pelas quais o velho Francisco Afonso não aceitara a ordem de expropriação dos terrenos, por onde passaria a moderna estrada europeia e os benefícios do progresso. Francisco Afonso respondeu-lhe com a sabedoria dos velhos: "A ideia de que o progresso é bom assenta no mesmo erro de que Deus nos salva com milagres. Milagre e progresso seriam evitar o mal!" Ela falou do futuro. Ele do passado: "O futuro é para a senhora doutora, para os engenheiros, para os generais à frente das tropas, para os missionários, para os inconscientes que se lançaram ao mar! Eu sou aquele que ficou nas praias, resmungando." Francisco Afonso contou à juíza o segredo do passado das suas famílias, há duzentos anos debaixo das terras por onde passaria a estrada que o exporia e cujo avanço ela teria de decidir...
Nº Páginas: 352
Sinopse:
A jovem juíza Joana Secalha fora colocada na pacata comarca de Abrantes para se redimir de um passado pouco recomendável. Não podia cometer erros e deslocou-se, ao Monte Cimeiro, para ouvir as razões pelas quais o velho Francisco Afonso não aceitara a ordem de expropriação dos terrenos, por onde passaria a moderna estrada europeia e os benefícios do progresso. Francisco Afonso respondeu-lhe com a sabedoria dos velhos: "A ideia de que o progresso é bom assenta no mesmo erro de que Deus nos salva com milagres. Milagre e progresso seriam evitar o mal!" Ela falou do futuro. Ele do passado: "O futuro é para a senhora doutora, para os engenheiros, para os generais à frente das tropas, para os missionários, para os inconscientes que se lançaram ao mar! Eu sou aquele que ficou nas praias, resmungando." Francisco Afonso contou à juíza o segredo do passado das suas famílias, há duzentos anos debaixo das terras por onde passaria a estrada que o exporia e cujo avanço ela teria de decidir...
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Edição: Nov 2013
Nº Páginas: 336
Sinopse:
"A crise vai-se agravando. Sem remédio? Creio que não. Porque a esperança deve ser a última a perder-se. Sempre pensei assim e não me arrependo." "Quem tem estado no poder são os partidários dos mercados usurários, das troikas e do dinheiro acima de todos os valores. Têm o sentido de que o que conta é a austeridade e a pobreza das pessoas. As próprias pessoas que se lixem, para usar o termo que hoje alguns usam. Os valores não contam. A ética e o humanismo, que permaneceram depois da Segunda Guerra Mundial, hoje são motivo de riso dos tecnocratas, que enchem os bolsos e nada mais. Pois bem, isso vai ter de mudar ou a Europa cai no abismo e nada nos vale. Não creio que sejamos tão estúpidos que caiamos nesse abismo. Por isso, tenhamos esperança. E acreditemos nos nossos valores."
Nº Páginas: 336
Sinopse:
"A crise vai-se agravando. Sem remédio? Creio que não. Porque a esperança deve ser a última a perder-se. Sempre pensei assim e não me arrependo." "Quem tem estado no poder são os partidários dos mercados usurários, das troikas e do dinheiro acima de todos os valores. Têm o sentido de que o que conta é a austeridade e a pobreza das pessoas. As próprias pessoas que se lixem, para usar o termo que hoje alguns usam. Os valores não contam. A ética e o humanismo, que permaneceram depois da Segunda Guerra Mundial, hoje são motivo de riso dos tecnocratas, que enchem os bolsos e nada mais. Pois bem, isso vai ter de mudar ou a Europa cai no abismo e nada nos vale. Não creio que sejamos tão estúpidos que caiamos nesse abismo. Por isso, tenhamos esperança. E acreditemos nos nossos valores."
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Edição: Out 2012
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Um desgosto avassalador leva um lisboeta a refugiar-se numa enseada perdida dos Açores para cumprir um velho sonho: avistar baleias. Enquanto espera pela chegada dos gigantes marinhos, ocupa os dias naquele lugar dominado pelo ruído do oceano a tentar reencontrar-se e a escrever cartas para o seu melhor amigo, contando-lhe o fio dos seus dias no exílio, mas também para destinatários tão improváveis como o Instituto Nacional de Estatística, o boxeur português com mais derrotas acumuladas ou um guru de auto-ajuda de sucesso planetário. À medida que o tempo passa, consegue vencer a solidão absoluta que impôs a si próprio e estabelece contacto com os seus poucos vizinhos, como um alemão bem-humorado, que todos os dias sai sozinho para o mar, e um casal de reformados oriundo do continente, que recebe cartas do filho dos mais variados lugares do mundo. Depressa descobre que, naquela enseada, todos têm qualquer coisa a esconder e nada é exactamente o que parece. "À Espera de Moby Dick" é um romance grandioso e envolvente que nos fala do amor, da perda e da extraordinária capacidade de regeneração do ser humano perante as maiores adversidades.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Um desgosto avassalador leva um lisboeta a refugiar-se numa enseada perdida dos Açores para cumprir um velho sonho: avistar baleias. Enquanto espera pela chegada dos gigantes marinhos, ocupa os dias naquele lugar dominado pelo ruído do oceano a tentar reencontrar-se e a escrever cartas para o seu melhor amigo, contando-lhe o fio dos seus dias no exílio, mas também para destinatários tão improváveis como o Instituto Nacional de Estatística, o boxeur português com mais derrotas acumuladas ou um guru de auto-ajuda de sucesso planetário. À medida que o tempo passa, consegue vencer a solidão absoluta que impôs a si próprio e estabelece contacto com os seus poucos vizinhos, como um alemão bem-humorado, que todos os dias sai sozinho para o mar, e um casal de reformados oriundo do continente, que recebe cartas do filho dos mais variados lugares do mundo. Depressa descobre que, naquela enseada, todos têm qualquer coisa a esconder e nada é exactamente o que parece. "À Espera de Moby Dick" é um romance grandioso e envolvente que nos fala do amor, da perda e da extraordinária capacidade de regeneração do ser humano perante as maiores adversidades.
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Edição: Jun 2013
Nº Páginas: 256
Sinopse:
As pessoas enganam-se facilmente. Quem souber isto está mais bem preparado. Rolf Dobelli examina os erros de raciocínio mais traiçoeiros e mais comuns para nos ajudar a perceber: · porque sobrevalorizamos sistematicamente os nossos próprios conhecimentos (e tomamos os outros por mais parvos do que são); · por que motivo há coisas que não estão certas apesar de milhões de pessoas acharem que sim; · porque nos agarramos a teorias que estão comprovadamente erradas. A leitura deste livro não nos enriquece apenas pelo seu conteúdo mas também proporciona um verdadeiro prazer.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
As pessoas enganam-se facilmente. Quem souber isto está mais bem preparado. Rolf Dobelli examina os erros de raciocínio mais traiçoeiros e mais comuns para nos ajudar a perceber: · porque sobrevalorizamos sistematicamente os nossos próprios conhecimentos (e tomamos os outros por mais parvos do que são); · por que motivo há coisas que não estão certas apesar de milhões de pessoas acharem que sim; · porque nos agarramos a teorias que estão comprovadamente erradas. A leitura deste livro não nos enriquece apenas pelo seu conteúdo mas também proporciona um verdadeiro prazer.
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Edição: Mai 2014
Nº Páginas: 48
Sinopse:
Quando o Francisco fez nove anos, o seu avô Noé ofereceu-lhe uma arca e a única chave que a abria, para que ele guardasse nela os seus sonhos e tesouros. O que o Francisco estava longe de imaginar era que, dentro da arca, já vinham os sonhos e tesouros do avô Noé…
Nº Páginas: 48
Sinopse:
Quando o Francisco fez nove anos, o seu avô Noé ofereceu-lhe uma arca e a única chave que a abria, para que ele guardasse nela os seus sonhos e tesouros. O que o Francisco estava longe de imaginar era que, dentro da arca, já vinham os sonhos e tesouros do avô Noé…
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Edição: Jul 2014
Nº Páginas: 656
Sinopse:
A toupeira foi eliminada, mas a devastação que deixou na sua esteira depauperou gravemente os serviços secretos britânicos. Investido da chefia do Circus, numa altura em que a organização se encontra altamente comprometida, George Smiley lança-se numa campanha que visa pôr a descoberto aquilo que o Centro de Moscovo mais deseja ocultar, obstinando-se em reunir provas de que Karla prepara uma grande operação no Extremo Oriente. Talvez por aí se pudesse iniciar a reconstrução do Circus. Mas, para isso, são necessários agentes livres de qualquer suspeita, indivíduos que a toupeira não tenha detetado ou conhecido. E Smiley acredita ter encontrado o homem certo: um aristocrata tão digno e frustrado como a própria Grã- Bretanha; um ilustre colegial cuja respeitabilidade poderá ser arruinada por uma contraoperação que se revela pouco ética, como todas as operações de espionagem, mas na qual reside a grande oportunidade de o Circus renascer das cinzas. Brilhantemente urdido e moralmente complexo, O Ilustre Colegial não só constitui um fascinante retrato da espionagem pós-colonial como nos revela um mundo dilacerado pela guerra onde as fidelidades - e as vidas - são objeto de compra e venda.
Nº Páginas: 656
Sinopse:
A toupeira foi eliminada, mas a devastação que deixou na sua esteira depauperou gravemente os serviços secretos britânicos. Investido da chefia do Circus, numa altura em que a organização se encontra altamente comprometida, George Smiley lança-se numa campanha que visa pôr a descoberto aquilo que o Centro de Moscovo mais deseja ocultar, obstinando-se em reunir provas de que Karla prepara uma grande operação no Extremo Oriente. Talvez por aí se pudesse iniciar a reconstrução do Circus. Mas, para isso, são necessários agentes livres de qualquer suspeita, indivíduos que a toupeira não tenha detetado ou conhecido. E Smiley acredita ter encontrado o homem certo: um aristocrata tão digno e frustrado como a própria Grã- Bretanha; um ilustre colegial cuja respeitabilidade poderá ser arruinada por uma contraoperação que se revela pouco ética, como todas as operações de espionagem, mas na qual reside a grande oportunidade de o Circus renascer das cinzas. Brilhantemente urdido e moralmente complexo, O Ilustre Colegial não só constitui um fascinante retrato da espionagem pós-colonial como nos revela um mundo dilacerado pela guerra onde as fidelidades - e as vidas - são objeto de compra e venda.
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Edição: Set 2011
Nº Páginas: 192
Sinopse:
O seu amor é à prova de Facebook? As redes sociais vieram para ficar nas nossas vidas, mas até que ponto são reais as ligações de amizade que lá estabelecemos?Que riscos corremos com a exposição a que nos sujeitamos no nosso perfil e com o conhecimento que passamos a ter da vida dos outros? Que consequências é que essa rede de contactos pode ter no nosso casamento ou namoro?Será possível proteger a nossa relação enquanto competimos com alguém que, pelo menos no plano virtual, se apresenta ao nosso marido ou mulher como quase perfeito?Partindo de casos concretos, "Amor e Facebook" oferece dezenas de pistas para uma correcta utilização da maior rede social do mundo, evitando que se torne um problema para a nossa vida sentimental e sublinhando as suas virtudes e potencialidades no campo dos afectos.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
O seu amor é à prova de Facebook? As redes sociais vieram para ficar nas nossas vidas, mas até que ponto são reais as ligações de amizade que lá estabelecemos?Que riscos corremos com a exposição a que nos sujeitamos no nosso perfil e com o conhecimento que passamos a ter da vida dos outros? Que consequências é que essa rede de contactos pode ter no nosso casamento ou namoro?Será possível proteger a nossa relação enquanto competimos com alguém que, pelo menos no plano virtual, se apresenta ao nosso marido ou mulher como quase perfeito?Partindo de casos concretos, "Amor e Facebook" oferece dezenas de pistas para uma correcta utilização da maior rede social do mundo, evitando que se torne um problema para a nossa vida sentimental e sublinhando as suas virtudes e potencialidades no campo dos afectos.
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