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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Este livro oferece uma visão e uma partilha de ideias, resultado de diferentes acontecimentos que nos levam a refletir sobre O Estado das Coisas num mundo cada vez mais globalizado. A sua autora, Teresa Damásio, é uma líder incontornável na área da educação a nível internacional. Tem vindo a dedicar-se a temas como a política, a educação, a igualdade de género, a gestão, a lusofonia, a liderança e o empreendedorismo. Como Administradora de um dos maiores Grupos de Ensino de Língua Portuguesa no mundo, que atua nas mais diversas áreas da educação, tem a seu cargo diferentes equipas. O Estado das Coisas é resultado da sua reflexão permanente sobre temas como gestão e liderança, política, educação, igualdade de género e cooperação com África. Representa um olhar atento, ainda que crítico sobre o mundo. Com base na sua intervenção em vários domínios da sociedade, Teresa Damásio ora se debruça sobre o sistema de ensino em Portugal e no mundo lusófono, ora vai mais ao pormenor e fala do papel das mulheres nas empresas, da política e do seu trabalho em prol do continente africano.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Este livro oferece uma visão e uma partilha de ideias, resultado de diferentes acontecimentos que nos levam a refletir sobre O Estado das Coisas num mundo cada vez mais globalizado. A sua autora, Teresa Damásio, é uma líder incontornável na área da educação a nível internacional. Tem vindo a dedicar-se a temas como a política, a educação, a igualdade de género, a gestão, a lusofonia, a liderança e o empreendedorismo. Como Administradora de um dos maiores Grupos de Ensino de Língua Portuguesa no mundo, que atua nas mais diversas áreas da educação, tem a seu cargo diferentes equipas. O Estado das Coisas é resultado da sua reflexão permanente sobre temas como gestão e liderança, política, educação, igualdade de género e cooperação com África. Representa um olhar atento, ainda que crítico sobre o mundo. Com base na sua intervenção em vários domínios da sociedade, Teresa Damásio ora se debruça sobre o sistema de ensino em Portugal e no mundo lusófono, ora vai mais ao pormenor e fala do papel das mulheres nas empresas, da política e do seu trabalho em prol do continente africano.
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Vivemos um momento turbulento em que governos neoliberais, a ascensão generalizada da extrema-direita, a política de bloco e outras formas de autocracia estão a ser impostas em diferentes partes do mundo. Steven Levitsky e Daniel Ziblatt, com o brilhantismo e a clareza do seu primeiro livro - Como Morrem as Democracias - apresentam neste livro uma elucidativa explicação destes tempos voláteis. Tomando por base exemplos de outros países, da França da década de 1930 até à atual Tailândia, explicam como e por que razão os partidos políticos se voltam contra a democracia. Partindo do caso norte-americano e mostrando a evolução de outros países na obtenção de melhorias e reformas para a sociedade e as liberdades civis, os aclamados professores de Harvard propõem uma série de reformas para sair desta espiral de crise e constituir o que chamam de a única democracia viável.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Vivemos um momento turbulento em que governos neoliberais, a ascensão generalizada da extrema-direita, a política de bloco e outras formas de autocracia estão a ser impostas em diferentes partes do mundo. Steven Levitsky e Daniel Ziblatt, com o brilhantismo e a clareza do seu primeiro livro - Como Morrem as Democracias - apresentam neste livro uma elucidativa explicação destes tempos voláteis. Tomando por base exemplos de outros países, da França da década de 1930 até à atual Tailândia, explicam como e por que razão os partidos políticos se voltam contra a democracia. Partindo do caso norte-americano e mostrando a evolução de outros países na obtenção de melhorias e reformas para a sociedade e as liberdades civis, os aclamados professores de Harvard propõem uma série de reformas para sair desta espiral de crise e constituir o que chamam de a única democracia viável.
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Por alturas da Segunda Guerra Mundial, uma grande rede clandestina de extrema-direita inundou os Estados Unidos com uma vaga de desinformação destinada a convencer os norte-americanos de que a aliança natural do país seria não com o Reino Unido ou com a França mas com a Alemanha nazi e a Itália fascista. O seu objetivo final era claro: depor o governo federal e instalar um regime autoritário em Washington. A conspiração foi alimentada com financiamentos avultados, contou com o apoio de várias figuras em lugares-chave da sociedade e teve o respaldo de uma milícia armada, que fabricou bombas, desviou munições de quartéis, reuniu um arsenal considerável e treinou arduamente para uma insurreição violenta com assassínios em massa. (…)
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Por alturas da Segunda Guerra Mundial, uma grande rede clandestina de extrema-direita inundou os Estados Unidos com uma vaga de desinformação destinada a convencer os norte-americanos de que a aliança natural do país seria não com o Reino Unido ou com a França mas com a Alemanha nazi e a Itália fascista. O seu objetivo final era claro: depor o governo federal e instalar um regime autoritário em Washington. A conspiração foi alimentada com financiamentos avultados, contou com o apoio de várias figuras em lugares-chave da sociedade e teve o respaldo de uma milícia armada, que fabricou bombas, desviou munições de quartéis, reuniu um arsenal considerável e treinou arduamente para uma insurreição violenta com assassínios em massa. (…)
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 308
Sinopse:
O reverso da transição energética. Uma história inquietante. Os combustíveis fósseis são um problema. Mas temos pela frente uma nova dependência: a dos metais raros. Grafite, cobalto, platinóides, tungsténio, terras raras tornaram-se indispensáveis para a nova sociedade da transição energética. As soluções ecológicas (carros eléctricos, turbinas eólicas, painéis solares) precisam desses elementos. Tal como o ambiente digital; eles são indispensáveis nos nossos smartphones, computadores, tablets e noutros objectos do quotidiano ligados à internet. Os custos ambientais, económicos e geopolíticos desta dependência podem revelar-se ainda mais dramáticos do que aqueles que nos prendem ao petróleo. Este livro investiga o reverso da transição energética — a história clandestina de uma odisseia tecnológica promissora, e os bastidores de uma ambição generosa e ambiciosa que está a revelar-se repleta de ameaças tão perigosas como aquelas que se propôs resolver.
Nº Páginas: 308
Sinopse:
O reverso da transição energética. Uma história inquietante. Os combustíveis fósseis são um problema. Mas temos pela frente uma nova dependência: a dos metais raros. Grafite, cobalto, platinóides, tungsténio, terras raras tornaram-se indispensáveis para a nova sociedade da transição energética. As soluções ecológicas (carros eléctricos, turbinas eólicas, painéis solares) precisam desses elementos. Tal como o ambiente digital; eles são indispensáveis nos nossos smartphones, computadores, tablets e noutros objectos do quotidiano ligados à internet. Os custos ambientais, económicos e geopolíticos desta dependência podem revelar-se ainda mais dramáticos do que aqueles que nos prendem ao petróleo. Este livro investiga o reverso da transição energética — a história clandestina de uma odisseia tecnológica promissora, e os bastidores de uma ambição generosa e ambiciosa que está a revelar-se repleta de ameaças tão perigosas como aquelas que se propôs resolver.
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Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Já ouvimos histórias de cirurgias que correram mal ou de diagnósticos errados. Muitos desses casos devem-se a erros médicos e podem ser fatais. Sabemos disso, e temos mecanismos para nos defendermos. Mas quem nos protege de um mau terapeuta? Mais importante ainda: quem protege os nossos filhos? Nunca houve tantos problemas de saúde mental entre as crianças e adolescentes como agora. As receitas de antidepressivos dispararam e os comportamentos de automutilação multiplicam-se ao mesmo tempo que se multiplicam as consultas com psicólogos e psiquiatras. Como explicar esta gritante contradição? Abigail Shreir, uma premiada jornalista, investigou o fenómeno e apresenta os factos em Má Terapia. Analisou números e estatísticas de saúde pública, falou com centenas de médicos, professores, pais e filhos. Concluiu que a indústria da saúde mental criou uma subcultura própria, especializada em rotular as crianças desde a infância: não são tímidas, sofrem antes de transtorno de ansiedade social; não são malcomportadas, mas padecem de perturbações de oposição e desafio… Comportamentos antes considerados normais nas crianças e adolescentes transformaram-se em doenças diagnosticáveis - o que leva a que pais e professores evitem a todo o custo traumatizar os jovens. Eles crescem presos aos telemóveis (isso sim, é permitido) mas, sem disciplina, sem ambição, com medo de arriscar. Tirar a carta de condução, por exemplo, é hoje assustador. Os cuidados de saúde mental, ressalva a autora, são absolutamente essenciais para casos graves. Mas quando se trata de simples frustração, tristeza, desapontamento ou solidão, a melhor maneira de ajudar os nossos filhos é libertá-los da redoma onde nós (com a ajuda da indústria farmacêutica) os prendemos. Para que enfim possam crescer livres, maduros e autossuficientes.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Já ouvimos histórias de cirurgias que correram mal ou de diagnósticos errados. Muitos desses casos devem-se a erros médicos e podem ser fatais. Sabemos disso, e temos mecanismos para nos defendermos. Mas quem nos protege de um mau terapeuta? Mais importante ainda: quem protege os nossos filhos? Nunca houve tantos problemas de saúde mental entre as crianças e adolescentes como agora. As receitas de antidepressivos dispararam e os comportamentos de automutilação multiplicam-se ao mesmo tempo que se multiplicam as consultas com psicólogos e psiquiatras. Como explicar esta gritante contradição? Abigail Shreir, uma premiada jornalista, investigou o fenómeno e apresenta os factos em Má Terapia. Analisou números e estatísticas de saúde pública, falou com centenas de médicos, professores, pais e filhos. Concluiu que a indústria da saúde mental criou uma subcultura própria, especializada em rotular as crianças desde a infância: não são tímidas, sofrem antes de transtorno de ansiedade social; não são malcomportadas, mas padecem de perturbações de oposição e desafio… Comportamentos antes considerados normais nas crianças e adolescentes transformaram-se em doenças diagnosticáveis - o que leva a que pais e professores evitem a todo o custo traumatizar os jovens. Eles crescem presos aos telemóveis (isso sim, é permitido) mas, sem disciplina, sem ambição, com medo de arriscar. Tirar a carta de condução, por exemplo, é hoje assustador. Os cuidados de saúde mental, ressalva a autora, são absolutamente essenciais para casos graves. Mas quando se trata de simples frustração, tristeza, desapontamento ou solidão, a melhor maneira de ajudar os nossos filhos é libertá-los da redoma onde nós (com a ajuda da indústria farmacêutica) os prendemos. Para que enfim possam crescer livres, maduros e autossuficientes.
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Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 296
Sinopse:
A ameaça da Terceira Guerra Mundial volta a pairar sobre a humanidade – e é provável que Karl Lee, um nome de que poucos ouviram falar, tenha uma palavra a dizer sobre o assunto. Misterioso e quase invisível, este empresário, com cerca de 50 anos, é dono de uma agenda explosiva e uma peça-chave no tráfico de armamento. A partir de uma zona recôndita no extremo leste da China, controla o comércio global de componentes essenciais ao fabrico de mísseis. Fintando as sanções internacionais, faz chegá-los a vários destinos – entre os quais, países hostis ao Ocidente, como o Irão ou a Coreia do Norte. Não admira que Lee, também conhecido como Li Fangwei, seja um dos homens mais procurados pelo FBI, que oferece uma recompensa de cinco milhões de dólares pela sua captura. Até agora, porém, tanto o prémio como os esforços dos serviços secretos de diversos países de nada valeram. Ninguém conseguiu ainda apanhar O Fantasma Chinês. Porque será? (…)
Nº Páginas: 296
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A ameaça da Terceira Guerra Mundial volta a pairar sobre a humanidade – e é provável que Karl Lee, um nome de que poucos ouviram falar, tenha uma palavra a dizer sobre o assunto. Misterioso e quase invisível, este empresário, com cerca de 50 anos, é dono de uma agenda explosiva e uma peça-chave no tráfico de armamento. A partir de uma zona recôndita no extremo leste da China, controla o comércio global de componentes essenciais ao fabrico de mísseis. Fintando as sanções internacionais, faz chegá-los a vários destinos – entre os quais, países hostis ao Ocidente, como o Irão ou a Coreia do Norte. Não admira que Lee, também conhecido como Li Fangwei, seja um dos homens mais procurados pelo FBI, que oferece uma recompensa de cinco milhões de dólares pela sua captura. Até agora, porém, tanto o prémio como os esforços dos serviços secretos de diversos países de nada valeram. Ninguém conseguiu ainda apanhar O Fantasma Chinês. Porque será? (…)
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Nos últimos 40 anos, Portugal fez um caminho notável na educação da população, aproximando-se do topo europeu na percentagem de cidadãos com formação superior. Ao mesmo tempo, porém, a economia manteve um comportamento medíocre. A produtividade continua longe dos padrões europeus e os salários permanecem baixos, levando os melhores, nomeadamente jovens licenciados com boas ou excelentes médias, a sair do país para desenvolverem as suas carreiras. Porque é que Portugal não consegue tirar partido do talento que, comprovadamente, sabe criar? Porque subsistem estes paradoxos no Estado e nas empresas? Daniel Traça parte da sua própria experiência e do posto de observação privilegiado que, durante oito anos, lhe proporcionou a liderança da Nova SBE (a escola de Economia e Gestão portuguesa mais bem colocada nos rankings internacionais) para fazer uma análise inédita, profunda e sustentada das causas e consequências da incapacidade de Portugal para reter o talento que produz. E porque apontar o problema não é suficiente, deixa também um conjunto de pistas para que o país comece finalmente a inverter este fado e afirme uma ambição coletiva que, claramente, nos tem faltado.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Nos últimos 40 anos, Portugal fez um caminho notável na educação da população, aproximando-se do topo europeu na percentagem de cidadãos com formação superior. Ao mesmo tempo, porém, a economia manteve um comportamento medíocre. A produtividade continua longe dos padrões europeus e os salários permanecem baixos, levando os melhores, nomeadamente jovens licenciados com boas ou excelentes médias, a sair do país para desenvolverem as suas carreiras. Porque é que Portugal não consegue tirar partido do talento que, comprovadamente, sabe criar? Porque subsistem estes paradoxos no Estado e nas empresas? Daniel Traça parte da sua própria experiência e do posto de observação privilegiado que, durante oito anos, lhe proporcionou a liderança da Nova SBE (a escola de Economia e Gestão portuguesa mais bem colocada nos rankings internacionais) para fazer uma análise inédita, profunda e sustentada das causas e consequências da incapacidade de Portugal para reter o talento que produz. E porque apontar o problema não é suficiente, deixa também um conjunto de pistas para que o país comece finalmente a inverter este fado e afirme uma ambição coletiva que, claramente, nos tem faltado.
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Edição: Ago 2024
Nº Páginas: 224
Sinopse:
A construção de uma sociedade baseada no respeito e proteção dos direitos e escolhas de todas as pessoas, incluindo as que fazem parte de grupos historicamente discriminados, é um imperativo de justiça. Este livro, cujas coordenadoras raramente estão de acordo politicamente, pretende abrir uma janela para a multiplicidade de pontos de vista, de caminhos de vida e de opções individuais que caracteriza a sociedade moderna e diversa que Portugal quer ser. O grupo eclético de autores e autoras que nele partilham as suas visões e experiências sobre identidades, famílias e o lugar da liberdade em Portugal, nos 50 anos da sua democracia, contribuem para um debate plural que pretende ser um ponto de viragem.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
A construção de uma sociedade baseada no respeito e proteção dos direitos e escolhas de todas as pessoas, incluindo as que fazem parte de grupos historicamente discriminados, é um imperativo de justiça. Este livro, cujas coordenadoras raramente estão de acordo politicamente, pretende abrir uma janela para a multiplicidade de pontos de vista, de caminhos de vida e de opções individuais que caracteriza a sociedade moderna e diversa que Portugal quer ser. O grupo eclético de autores e autoras que nele partilham as suas visões e experiências sobre identidades, famílias e o lugar da liberdade em Portugal, nos 50 anos da sua democracia, contribuem para um debate plural que pretende ser um ponto de viragem.
As(os) Autoras(es): André Coelho Lima, Carla Castro, Catarina Furtado, Catarina Marques Rodrigues, Daniel Oliveira, Fabiola Cardoso, Fernanda Câncio e Maria Fernanda Câncio, Francisca Van Dunem, Hilda de Paulo, Henrique França, Isabel Moreira, Joana Mortágua, João Maria Jonet, Leonor Caldeira, Maria Castello Branco, Maria Leonor Beleza, Pedro Strecht, Susana Peralta, Teresa Leal Coelho, Teresa Violante
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Edição: Ago 2024
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Banho de Sangue Americano" é o balanço pessoal de Paul Auster sobre a idolatria do porte de armas na cultura americana. Desde as memórias das suas brincadeiras de criança e dos westerns a que assistia na televisão, às ondas de choque sentidas pela sua própria família, que manteria durante anos o segredo de um crime cometido pela avó, o autor revela-se-nos através de vinhetas biográficas e pensamento crítico. Um ensaio simultaneamente polémico e lúcido, em que Auster se assume como observador e comentador político sem nunca abandonar a sua voz e estilo inesquecíveis. O texto é acompanhado por fotografias do fotógrafo americano Spencer Ostrander - imagens a preto e branco dos cenários de massacres conhecidos.
Nº Páginas: 160
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"Banho de Sangue Americano" é o balanço pessoal de Paul Auster sobre a idolatria do porte de armas na cultura americana. Desde as memórias das suas brincadeiras de criança e dos westerns a que assistia na televisão, às ondas de choque sentidas pela sua própria família, que manteria durante anos o segredo de um crime cometido pela avó, o autor revela-se-nos através de vinhetas biográficas e pensamento crítico. Um ensaio simultaneamente polémico e lúcido, em que Auster se assume como observador e comentador político sem nunca abandonar a sua voz e estilo inesquecíveis. O texto é acompanhado por fotografias do fotógrafo americano Spencer Ostrander - imagens a preto e branco dos cenários de massacres conhecidos.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Encontramo-nos, uma vez mais, a nível global, sob a ameaça de um movimento fascista em ascensão. Não só nos Estados Unidos a democracia está sob ataque de um movimento autoritário, que encontrou terreno fértil entre os políticos e eleitores conservadores do país, como movimentos semelhantes se multiplicam em todo o mundo. Para compreender a forma e os riscos deste ataque, temos de recuar e extrair lições do passado. Em Apagar a História, Jason Stanley, professor de Filosofia de Yale, expõe o verdadeiro perigo dos ataques da direita autoritária à educação, identifica as suas principais táticas e financiadores, e traça as suas raízes intelectuais. Explica, também, como as escolas e universidades das sociedades democráticas estão mal preparadas para se defenderem do ataque fascista em curso. Profundamente informado e urgentemente necessário, este livro é um apelo global à ação para aqueles que desejam preservar a democracia - na América e no mundo - antes que seja tarde demais.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Encontramo-nos, uma vez mais, a nível global, sob a ameaça de um movimento fascista em ascensão. Não só nos Estados Unidos a democracia está sob ataque de um movimento autoritário, que encontrou terreno fértil entre os políticos e eleitores conservadores do país, como movimentos semelhantes se multiplicam em todo o mundo. Para compreender a forma e os riscos deste ataque, temos de recuar e extrair lições do passado. Em Apagar a História, Jason Stanley, professor de Filosofia de Yale, expõe o verdadeiro perigo dos ataques da direita autoritária à educação, identifica as suas principais táticas e financiadores, e traça as suas raízes intelectuais. Explica, também, como as escolas e universidades das sociedades democráticas estão mal preparadas para se defenderem do ataque fascista em curso. Profundamente informado e urgentemente necessário, este livro é um apelo global à ação para aqueles que desejam preservar a democracia - na América e no mundo - antes que seja tarde demais.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Para acabar de vez com as ilusões de excepcionalismo e imunidade de Portugal perante o vírus do populismo que há décadas se propagava entre múltiplos países, o Chega de André Ventura entrou na Assembleia da República em 2019 e abruptamente, contra as expectativas da generalidade dos adversários, escalou até ao cume dos 50 deputados nas eleições legislativas de 2024. O que motiva este crescimento meteórico em tão pouco tempo? Que transformações está a provocar? Será a jovem democracia portuguesa capaz de resistir incólume ao teste de choque? Em busca de respostas, ou padrões que ajudem a identificar e compreender o fenómeno, Gustavo Sampaio, jornalista e director-adjunto do Polígrafo, apresenta uma radiografia do partido que se apropria de bandeiras da extrema-direita tradicional e do líder que faz soar os alarmes no teste preditivo de autoritarismo. Com base em diversas entrevistas, nomeadamente ao próprio André Ventura - «Vamos ser francos, sem emoção ninguém ligava nenhuma ao tema da imigração» -, e ao seu antigo braço-direito, Nuno Afonso - «Todo este culto, toda esta estrutura de seita, funciona assim porque ele quer que funcione assim. Ele dizia-me: "Eu quero que as pessoas, os portugueses, se deitem a pensar em mim e acordem a pensar em mim"» -, o autor examina também os programas do partido, os discursos e a propaganda nas redes sociais. O resultado é um livro indispensável, de diagnóstico e alerta, que providencia uma análise comparativa com partidos e líderes populistas de outros países, assim como uma reflexão sobre a cultura antipolíticos que se destaca na génese deste fenómeno - uma amálgama que impede a distinção entre bons e maus, competentes e ineptos, abnegados e oportunistas, honestos e corruptos. Porque, afinal, repete-se de modo convicto até à exaustão: «Os políticos são todos iguais!»
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Para acabar de vez com as ilusões de excepcionalismo e imunidade de Portugal perante o vírus do populismo que há décadas se propagava entre múltiplos países, o Chega de André Ventura entrou na Assembleia da República em 2019 e abruptamente, contra as expectativas da generalidade dos adversários, escalou até ao cume dos 50 deputados nas eleições legislativas de 2024. O que motiva este crescimento meteórico em tão pouco tempo? Que transformações está a provocar? Será a jovem democracia portuguesa capaz de resistir incólume ao teste de choque? Em busca de respostas, ou padrões que ajudem a identificar e compreender o fenómeno, Gustavo Sampaio, jornalista e director-adjunto do Polígrafo, apresenta uma radiografia do partido que se apropria de bandeiras da extrema-direita tradicional e do líder que faz soar os alarmes no teste preditivo de autoritarismo. Com base em diversas entrevistas, nomeadamente ao próprio André Ventura - «Vamos ser francos, sem emoção ninguém ligava nenhuma ao tema da imigração» -, e ao seu antigo braço-direito, Nuno Afonso - «Todo este culto, toda esta estrutura de seita, funciona assim porque ele quer que funcione assim. Ele dizia-me: "Eu quero que as pessoas, os portugueses, se deitem a pensar em mim e acordem a pensar em mim"» -, o autor examina também os programas do partido, os discursos e a propaganda nas redes sociais. O resultado é um livro indispensável, de diagnóstico e alerta, que providencia uma análise comparativa com partidos e líderes populistas de outros países, assim como uma reflexão sobre a cultura antipolíticos que se destaca na génese deste fenómeno - uma amálgama que impede a distinção entre bons e maus, competentes e ineptos, abnegados e oportunistas, honestos e corruptos. Porque, afinal, repete-se de modo convicto até à exaustão: «Os políticos são todos iguais!»
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 288
Sinopse:
A corrupção é um dos maiores problemas que Portugal e o mundo enfrentam. Para a economia, significa um autêntico rombo, que, no caso português, atinge quase 18 mil milhões de euros. Para a justiça social, é um enorme embaraço. Para o Estado de direito democrático, pode ser fatal. Mas se, por um lado, a corrupção é uma preocupação persistente e crescente, por outro, verifica-se um elevado grau de ignorância sobre este fenómeno, até mesmo entre as elites políticas e económicas. Tiago Rosa Gaspar, em conjunto com reputados especialistas, decifra este fenómeno, tão antigo como a espécie humana, e analisa o seu impacto na sociedade, identificando desafios e oportunidades na sua prevenção e combate, e destacando o papel, tantas vezes subestimado, que qualquer um de nós pode e deve desempenhar nesta luta.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
A corrupção é um dos maiores problemas que Portugal e o mundo enfrentam. Para a economia, significa um autêntico rombo, que, no caso português, atinge quase 18 mil milhões de euros. Para a justiça social, é um enorme embaraço. Para o Estado de direito democrático, pode ser fatal. Mas se, por um lado, a corrupção é uma preocupação persistente e crescente, por outro, verifica-se um elevado grau de ignorância sobre este fenómeno, até mesmo entre as elites políticas e económicas. Tiago Rosa Gaspar, em conjunto com reputados especialistas, decifra este fenómeno, tão antigo como a espécie humana, e analisa o seu impacto na sociedade, identificando desafios e oportunidades na sua prevenção e combate, e destacando o papel, tantas vezes subestimado, que qualquer um de nós pode e deve desempenhar nesta luta.
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Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Para Vladimir Putin foi fácil. Ele pôde, no final da Guerra Fria, apagar o passado destruindo ficheiros na fornalha do seu posto no KGB. Mas na era de corrupção global que ele ajudou a criar, apagar o passado já não é tão simples. Cada transferência de dinheiro sujo deixa um rasto digital. A verdade mantém-se algures. E, todavia, o que os governantes desta ordem corrupta mais desejam é moldar a realidade à sua vontade e impô-la a todos. Da autoria de Tom Burgis, jornalista premiado, O País dos Cucos é a história real de como os ricos e poderosos constroem um mundo falso. Do Kremlin a Katmandu, de bancos suíços até um retiro real na Escócia, o livro desenrola-se como um thriller, por vezes trágico, por vezes absurdo, expondo o custo arrepiante desta guerra à verdade.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Para Vladimir Putin foi fácil. Ele pôde, no final da Guerra Fria, apagar o passado destruindo ficheiros na fornalha do seu posto no KGB. Mas na era de corrupção global que ele ajudou a criar, apagar o passado já não é tão simples. Cada transferência de dinheiro sujo deixa um rasto digital. A verdade mantém-se algures. E, todavia, o que os governantes desta ordem corrupta mais desejam é moldar a realidade à sua vontade e impô-la a todos. Da autoria de Tom Burgis, jornalista premiado, O País dos Cucos é a história real de como os ricos e poderosos constroem um mundo falso. Do Kremlin a Katmandu, de bancos suíços até um retiro real na Escócia, o livro desenrola-se como um thriller, por vezes trágico, por vezes absurdo, expondo o custo arrepiante desta guerra à verdade.
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Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Nova edição atualizada e aumentada da obra de referência da geopolítica. Partindo do passado para a exploração do presente e dos possíveis futuros, Miguel Monjardino, professor de Relações Internacionais e especialista em geopolítica e geoestratégia, explica as razões do desequilíbrio do sistema internacional, analisa os mais importantes factos da geopolítica e antecipa o que se pode esperar, em Portugal e no mundo. Nesta nova edição, reforça a tese de que vivemos um período dinâmico e instável. É neste contexto que os líderes da China e da Rússia têm agido. Juntamente com o Irão e a Coreia do Norte, estes países formam um novo eixo que tenta acelerar a transição para uma nova ordem internacional. Este facto terá consequências na forma como os decisores olham para o mundo e avaliam o risco e a oportunidade das suas decisões. Daí a importância dos próximos anos para um país como Portugal, que faz parte de um sistema de alianças de democracias euro-atlânticas. Como nos adaptaremos a este período histórico? Este livro é um contributo para o debate sobre a evolução da política internacional no país.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Nova edição atualizada e aumentada da obra de referência da geopolítica. Partindo do passado para a exploração do presente e dos possíveis futuros, Miguel Monjardino, professor de Relações Internacionais e especialista em geopolítica e geoestratégia, explica as razões do desequilíbrio do sistema internacional, analisa os mais importantes factos da geopolítica e antecipa o que se pode esperar, em Portugal e no mundo. Nesta nova edição, reforça a tese de que vivemos um período dinâmico e instável. É neste contexto que os líderes da China e da Rússia têm agido. Juntamente com o Irão e a Coreia do Norte, estes países formam um novo eixo que tenta acelerar a transição para uma nova ordem internacional. Este facto terá consequências na forma como os decisores olham para o mundo e avaliam o risco e a oportunidade das suas decisões. Daí a importância dos próximos anos para um país como Portugal, que faz parte de um sistema de alianças de democracias euro-atlânticas. Como nos adaptaremos a este período histórico? Este livro é um contributo para o debate sobre a evolução da política internacional no país.
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 220
Sinopse:
Um livro inspirador e indispensável para todos os que sonham com viagens. Quando se junta na mesma pessoa o viajante, o escritor e o supersticioso — daqueles que acreditam no destino mas só depois de ele ter acontecido — qual é o resultado? Gonçalo Cadilhe revela nesta obra alguns dos momentos marcantes que o ajudaram a definir a sua carreira de viajante, a sua vida de espírito livre e o mundo em que se move. São os encontros marcados pelo destino e com os quais o autor nos surpreende numa coleção de textos luminosos, sobre tudo o que nos pode acontecer a viajar pelo mundo
Nº Páginas: 220
Sinopse:
Um livro inspirador e indispensável para todos os que sonham com viagens. Quando se junta na mesma pessoa o viajante, o escritor e o supersticioso — daqueles que acreditam no destino mas só depois de ele ter acontecido — qual é o resultado? Gonçalo Cadilhe revela nesta obra alguns dos momentos marcantes que o ajudaram a definir a sua carreira de viajante, a sua vida de espírito livre e o mundo em que se move. São os encontros marcados pelo destino e com os quais o autor nos surpreende numa coleção de textos luminosos, sobre tudo o que nos pode acontecer a viajar pelo mundo
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Edição: Mar 2021
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Grandes questões económicas e sociais que inquietam Portugal e que todos queremos ver respondidas. A Culpa Vive Solteira é um livro original que aplica os instrumentos típicos do estudo económico para analisar as principais questões da nossa sociedade de forma clara, incisiva e, por vezes, mordaz. Quais as causas da estagnação da economia portuguesa? Porque continuamos a ter tantas desigualdades em pleno século XXI? Como pode o nosso país atingir o seu máximo potencial? Qual o impacto da pandemia? Podemos rentabilizá-lo? Luis Aguiar-Conraria, um dos mais influentes opinion makers da atualidade, baseia-se em princípios económicos fundamentais para apresentar neste livro um retrato de Portugal e do que podemos fazer para mudar o rumo do nosso país.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Grandes questões económicas e sociais que inquietam Portugal e que todos queremos ver respondidas. A Culpa Vive Solteira é um livro original que aplica os instrumentos típicos do estudo económico para analisar as principais questões da nossa sociedade de forma clara, incisiva e, por vezes, mordaz. Quais as causas da estagnação da economia portuguesa? Porque continuamos a ter tantas desigualdades em pleno século XXI? Como pode o nosso país atingir o seu máximo potencial? Qual o impacto da pandemia? Podemos rentabilizá-lo? Luis Aguiar-Conraria, um dos mais influentes opinion makers da atualidade, baseia-se em princípios económicos fundamentais para apresentar neste livro um retrato de Portugal e do que podemos fazer para mudar o rumo do nosso país.
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Edição: Jun 2024
Nº Páginas: 316
Sinopse:
Surf, viagens, aventuras e inquietudes num dos livros de culto do maior escritor-viajante português. Em "No Princípio Estava o Mar", Gonçalo Cadilhe apresenta um conjunto de textos que escreveu ao longo de vários anos sobre a sua paixão pelo surf e pelas viagens. Os textos revelam o prazer no contacto com o mar, com a natureza e, finalmente, com a ideia de correr o mundo - interior e exteriormente. Inicialmente escrito de surfista para surfista, No Princípio Estava o Mar acabou por se tornar um livro de culto não apenas para corredores de vagas mas também para namoradas cúmplices, pais perplexos, professores coniventes e outros segmentos da sociedade fascinados com a alegria contagiosa de descer uma onda, em particular, e de viajar, em geral. Esta edição apresenta uma seleção cuidada de fotografias do autor e inclui textos atuais que testemunham o seu envolvimento permanente com o oceano.
Nº Páginas: 316
Sinopse:
Surf, viagens, aventuras e inquietudes num dos livros de culto do maior escritor-viajante português. Em "No Princípio Estava o Mar", Gonçalo Cadilhe apresenta um conjunto de textos que escreveu ao longo de vários anos sobre a sua paixão pelo surf e pelas viagens. Os textos revelam o prazer no contacto com o mar, com a natureza e, finalmente, com a ideia de correr o mundo - interior e exteriormente. Inicialmente escrito de surfista para surfista, No Princípio Estava o Mar acabou por se tornar um livro de culto não apenas para corredores de vagas mas também para namoradas cúmplices, pais perplexos, professores coniventes e outros segmentos da sociedade fascinados com a alegria contagiosa de descer uma onda, em particular, e de viajar, em geral. Esta edição apresenta uma seleção cuidada de fotografias do autor e inclui textos atuais que testemunham o seu envolvimento permanente com o oceano.
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Edição: Nov 2023
Nº Páginas: 256
Sinopse:
O Jornalista António Mateus E As Suas Equipas Estiveram, No Total, Mais De 100 Dias Na Ucrânia. Percorrendo Mais De 40 Mil Quilómetros, Quase Sempre Junto À Linha Da Frente, Foram Testemunhas Do Impacto Da Guerra Na Vida Quotidiana, Nos Tempos De Sementeira, De Colheita E De Temperaturas Negativas Brutais. Como Resistem Estas Pessoas? Quem São Os Heróis Que Todos Os Dias Arriscam A Vida? Como Conseguem Manter A Esperança? Uma Partilha Nua E Crua Do Dia A Dia Num País Em Guerra, Determinado Em Recuperar A Sua Independência E Liberdade.Está Preocupado? É Só Estuque! Alvitra Ele, Sorridente, Coçando A Barba Farta Que Lhe Faz Jus À Alcunha Que Lhe Puseram Na Rede De Voluntários: Kolya, O Pai Natal. Pergunto-Lhe O Porquê Do Apelido, Para Lá Do Lado Cénico. E Ele Explica: - Começaram A Chamar-Me Assim Depois De Me Verem Chegar Com Prendas Para Os Meninos, Doces E Brinquedos, Nas Zonas Mais Atingidas Pela Guerra. Principalmente Entre O Natal E O Ano Novo, Mas Também Noutras Alturas. Sempre Gostei Muito De Crianças E Toda Esta Loucura Rouba-Lhes A Infância. Era O Mínimo Que Eu Podia Fazer
Nº Páginas: 256
Sinopse:
O Jornalista António Mateus E As Suas Equipas Estiveram, No Total, Mais De 100 Dias Na Ucrânia. Percorrendo Mais De 40 Mil Quilómetros, Quase Sempre Junto À Linha Da Frente, Foram Testemunhas Do Impacto Da Guerra Na Vida Quotidiana, Nos Tempos De Sementeira, De Colheita E De Temperaturas Negativas Brutais. Como Resistem Estas Pessoas? Quem São Os Heróis Que Todos Os Dias Arriscam A Vida? Como Conseguem Manter A Esperança? Uma Partilha Nua E Crua Do Dia A Dia Num País Em Guerra, Determinado Em Recuperar A Sua Independência E Liberdade.Está Preocupado? É Só Estuque! Alvitra Ele, Sorridente, Coçando A Barba Farta Que Lhe Faz Jus À Alcunha Que Lhe Puseram Na Rede De Voluntários: Kolya, O Pai Natal. Pergunto-Lhe O Porquê Do Apelido, Para Lá Do Lado Cénico. E Ele Explica: - Começaram A Chamar-Me Assim Depois De Me Verem Chegar Com Prendas Para Os Meninos, Doces E Brinquedos, Nas Zonas Mais Atingidas Pela Guerra. Principalmente Entre O Natal E O Ano Novo, Mas Também Noutras Alturas. Sempre Gostei Muito De Crianças E Toda Esta Loucura Rouba-Lhes A Infância. Era O Mínimo Que Eu Podia Fazer
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Edição: Jun 2023
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Não Se Nasce Líder. A Liderança Constrói-Se. Uma Visão Irreverente Do Que Significa Verdadeiramente Liderar.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Não Se Nasce Líder. A Liderança Constrói-Se. Uma Visão Irreverente Do Que Significa Verdadeiramente Liderar.
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 356
Sinopse:
O lado mais caricato dos 50 anos de democracia. Este é um livro de histórias. A nossa vida, individual e coletiva, é feita de histórias e não há nada de menor nestas aqui reunidas, embora boa parte não tenha feito parar o país. Com elevada probabilidade, algumas já caíram no esquecimento coletivo ou para lá caminham. Mas são histórias que destapam aquilo que fomos e somos enquanto democracia. que nos expõem a pequenez, o improviso, as vistas curtas, a pompa risível e a circunstância balofa, as contradições, o ridículo e a falta de noção. Pode não ser grandioso, mas é divertido. Ou constrangedor. Filipe Santos Costa e Liliana Valente, jornalistas experientes e profundos conhecedores dos meandros políticos nacionais, passaram horas a folhear jornais, recolhendo histórias improváveis, inverosímeis, insólitas, mas nunca insossas. Por muito bizarros, extravagantes ou inacreditáveis que pareçam os episódios que aqui contamos, estão documentados e registados. São património nacional, como os políticos que os protagonizaram. São nossos. Isto só neste país.
Nº Páginas: 356
Sinopse:
O lado mais caricato dos 50 anos de democracia. Este é um livro de histórias. A nossa vida, individual e coletiva, é feita de histórias e não há nada de menor nestas aqui reunidas, embora boa parte não tenha feito parar o país. Com elevada probabilidade, algumas já caíram no esquecimento coletivo ou para lá caminham. Mas são histórias que destapam aquilo que fomos e somos enquanto democracia. que nos expõem a pequenez, o improviso, as vistas curtas, a pompa risível e a circunstância balofa, as contradições, o ridículo e a falta de noção. Pode não ser grandioso, mas é divertido. Ou constrangedor. Filipe Santos Costa e Liliana Valente, jornalistas experientes e profundos conhecedores dos meandros políticos nacionais, passaram horas a folhear jornais, recolhendo histórias improváveis, inverosímeis, insólitas, mas nunca insossas. Por muito bizarros, extravagantes ou inacreditáveis que pareçam os episódios que aqui contamos, estão documentados e registados. São património nacional, como os políticos que os protagonizaram. São nossos. Isto só neste país.
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Há livros que nos levam a viajar sem sair do lugar, livros que são um convite à viagem, livros que são verdadeiros companheiros nas viagens do quotidiano, livros que são a companhia perfeita para quem parte à aventura e livros que reúnem tudo isto nas suas páginas. O Esplendor do Mundo, o novo livro de Gonçalo Cadilhe, convida o leitor a sair do sofá, com direito a check-in ou apenas através da imaginação, e a conhecer os locais mais marcantes onde já esteve ao longo da sua vida de escritor-viajante. Do nascer-do-sol nas dunas da Namíbia ao entardecer nas Cinque Terre, da descida do rio Mekong em balsa à travessia do Pacífico num cargueiro, ou dos Templos de Tikal ao exército de terracota de Xian, Gonçalo Cadilhe seleciona nestas páginas 99 destinos que o leitor devia conhecer, mesmo aqueles que nunca irá querer visitar. (…) privilegiei destinos luminosos e inspiradores, onde a herança positiva e empreendedora da Humanidade transborda para quem os visita. Apenas na categoria «épico pessoal» me permiti por vezes entrar em territórios que o leitor fará bem em manter-se à distância. Pelo menos, em muitos deles, tenciono não mais lá voltar. Cada local escolhido é apresentado através de um texto e de fotografias do próprio autor, um registo muito pessoal e vivido do grande viajante português. Entre os sítios escolhidos encontramos locais turísticos, mas, principalmente, destinos bastante inóspitos. Também há História, pequenos relatos, encontros e, sobretudo, lugares verdadeiramente impressionantes.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Há livros que nos levam a viajar sem sair do lugar, livros que são um convite à viagem, livros que são verdadeiros companheiros nas viagens do quotidiano, livros que são a companhia perfeita para quem parte à aventura e livros que reúnem tudo isto nas suas páginas. O Esplendor do Mundo, o novo livro de Gonçalo Cadilhe, convida o leitor a sair do sofá, com direito a check-in ou apenas através da imaginação, e a conhecer os locais mais marcantes onde já esteve ao longo da sua vida de escritor-viajante. Do nascer-do-sol nas dunas da Namíbia ao entardecer nas Cinque Terre, da descida do rio Mekong em balsa à travessia do Pacífico num cargueiro, ou dos Templos de Tikal ao exército de terracota de Xian, Gonçalo Cadilhe seleciona nestas páginas 99 destinos que o leitor devia conhecer, mesmo aqueles que nunca irá querer visitar. (…) privilegiei destinos luminosos e inspiradores, onde a herança positiva e empreendedora da Humanidade transborda para quem os visita. Apenas na categoria «épico pessoal» me permiti por vezes entrar em territórios que o leitor fará bem em manter-se à distância. Pelo menos, em muitos deles, tenciono não mais lá voltar. Cada local escolhido é apresentado através de um texto e de fotografias do próprio autor, um registo muito pessoal e vivido do grande viajante português. Entre os sítios escolhidos encontramos locais turísticos, mas, principalmente, destinos bastante inóspitos. Também há História, pequenos relatos, encontros e, sobretudo, lugares verdadeiramente impressionantes.
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Edição: Out 2023
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Pela primeira vez em milhões de anos, temos a oportunidade de mudar por completo o nosso sistema alimentar e a nossa relação com a natureza. Ler este livro é dizer: o futuro começa hoje. Sim, todos sabemos: a agricultura e a pecuária são, hoje, as principais causas de poluição e destruição ambiental no mundo. Mas não, não se fala muito sobre isso. É comum dizermos que a construção toma conta de demasiado espaço, mas, na verdade, aqueles setores ocupam uma superfície trinta vezes maior. Enquanto aramos a terra e a cultivamos desmedidamente, enquanto o solo é extensivamente usado para pastagem, derrubamos florestas, extinguimos vida selvagem e envenenamos rios e oceanos - tudo para nos alimentarmos. Escrito por um dos maiores nomes mundiais na luta por uma vida mais sustentável e pela preservação do planeta, Regenesis apresenta-nos um plano para resolvermos um dos maiores problemas atuais da humanidade: podemos mudar a forma como comemos e conseguir alimentar o mundo sem devorar o planeta. Com base nos mais recentes resultados da investigação ecológica dos solos, George Monbiot é claro: temos, agora, informação que nos permite cultivar mais alimentos e reduzir, simultaneamente, a exploração agrícola - basta ver, entre os muitos exemplos, o caso dos cereais perenes, que libertam a terra da constante produção e do uso de químicos tóxicos. A era da extinção, que todos estamos a alimentar, pode mesmo tornar-se a era da regeneração. E o caminho começa hoje, neste livro.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Pela primeira vez em milhões de anos, temos a oportunidade de mudar por completo o nosso sistema alimentar e a nossa relação com a natureza. Ler este livro é dizer: o futuro começa hoje. Sim, todos sabemos: a agricultura e a pecuária são, hoje, as principais causas de poluição e destruição ambiental no mundo. Mas não, não se fala muito sobre isso. É comum dizermos que a construção toma conta de demasiado espaço, mas, na verdade, aqueles setores ocupam uma superfície trinta vezes maior. Enquanto aramos a terra e a cultivamos desmedidamente, enquanto o solo é extensivamente usado para pastagem, derrubamos florestas, extinguimos vida selvagem e envenenamos rios e oceanos - tudo para nos alimentarmos. Escrito por um dos maiores nomes mundiais na luta por uma vida mais sustentável e pela preservação do planeta, Regenesis apresenta-nos um plano para resolvermos um dos maiores problemas atuais da humanidade: podemos mudar a forma como comemos e conseguir alimentar o mundo sem devorar o planeta. Com base nos mais recentes resultados da investigação ecológica dos solos, George Monbiot é claro: temos, agora, informação que nos permite cultivar mais alimentos e reduzir, simultaneamente, a exploração agrícola - basta ver, entre os muitos exemplos, o caso dos cereais perenes, que libertam a terra da constante produção e do uso de químicos tóxicos. A era da extinção, que todos estamos a alimentar, pode mesmo tornar-se a era da regeneração. E o caminho começa hoje, neste livro.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Greta Thunberg falou claro quando discursou para os líderes mundiais e iniciou a sua luta contra as alterações climáticas, defendendo que "ninguém é demasiado pequeno para fazer a diferença". A "greve à escola pelo clima" levada a cabo por uma estudante adolescente em frente do Parlamento sueco tornou-se uma mensagem global que inspirou centenas de milhares de jovens de todo o mundo a seguir o seu exemplo no âmbito dos #fridaysforfuture. Greta iniciou uma revolução que parece destinada a não parar, uma batalha travada em prol de um futuro sonegado às novas gerações ao ritmo vertiginoso de 100 milhões de barris de petróleo consumidos diariamente. A Nossa Casa Está a Arder é a história de Greta, dos seus pais e de Beata, sua irmã, que, como ela, sofre de perturbações do espetro autista. É o relato de como uma família sueca decidiu confrontar-se com uma crise iminente que afeta o nosso planeta. É uma tomada de consciência de que é urgente agir agora, quando nove milhões de pessoas morrem anualmente por causa da poluição. É um "grito de socorro" de uma rapariga que convenceu a própria família a mudar de vida e que agora procura convencer o mundo inteiro a fazer o mesmo.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Greta Thunberg falou claro quando discursou para os líderes mundiais e iniciou a sua luta contra as alterações climáticas, defendendo que "ninguém é demasiado pequeno para fazer a diferença". A "greve à escola pelo clima" levada a cabo por uma estudante adolescente em frente do Parlamento sueco tornou-se uma mensagem global que inspirou centenas de milhares de jovens de todo o mundo a seguir o seu exemplo no âmbito dos #fridaysforfuture. Greta iniciou uma revolução que parece destinada a não parar, uma batalha travada em prol de um futuro sonegado às novas gerações ao ritmo vertiginoso de 100 milhões de barris de petróleo consumidos diariamente. A Nossa Casa Está a Arder é a história de Greta, dos seus pais e de Beata, sua irmã, que, como ela, sofre de perturbações do espetro autista. É o relato de como uma família sueca decidiu confrontar-se com uma crise iminente que afeta o nosso planeta. É uma tomada de consciência de que é urgente agir agora, quando nove milhões de pessoas morrem anualmente por causa da poluição. É um "grito de socorro" de uma rapariga que convenceu a própria família a mudar de vida e que agora procura convencer o mundo inteiro a fazer o mesmo.
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Edição: Mai 2024
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Se dependesse de si a criação de uma nova sociedade, e não soubesse quem iria ser nela - rico ou pobre, homem ou mulher, homo ou heterossexual -, como quereria que essa sociedade fosse definida? Economista e filósofo, Daniel Chandler propõe-nos uma reflexão tão premente quanto necessária, partindo da tese de Uma Teoria da Justiça, de John Rawls, considerado o mais importante filósofo político do século XX. O autor defende que há uma forma de sairmos da crise social e política que vivemos atualmente: temos de pensar e agir com base no liberalismo igualitário. Para começarmos a mudança, precisamos de reestruturar os pilares da sociedade, e Daniel Chandler mostra-nos como podemos atingir objetivos, a seu ver, fundamentais: proteger a liberdade de discurso e ultrapassar as lutas culturais
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Se dependesse de si a criação de uma nova sociedade, e não soubesse quem iria ser nela - rico ou pobre, homem ou mulher, homo ou heterossexual -, como quereria que essa sociedade fosse definida? Economista e filósofo, Daniel Chandler propõe-nos uma reflexão tão premente quanto necessária, partindo da tese de Uma Teoria da Justiça, de John Rawls, considerado o mais importante filósofo político do século XX. O autor defende que há uma forma de sairmos da crise social e política que vivemos atualmente: temos de pensar e agir com base no liberalismo igualitário. Para começarmos a mudança, precisamos de reestruturar os pilares da sociedade, e Daniel Chandler mostra-nos como podemos atingir objetivos, a seu ver, fundamentais: proteger a liberdade de discurso e ultrapassar as lutas culturais
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Edição: Ago 2023
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Quando a democracia está ameaçada em tantos lugares do mundo, um dos filósofos mais lidos do século XX mostra-nos os perigos que enfrentamos e os caminhos que podemos tomar para reclamarmos a liberdade. Estávamos na década de 1990 e a América vivia o triunfo do capitalismo liberal, depois do final da Guerra Fria. Porém, num cenário de paz e prosperidade, abriam-se já pequenas frestas que indiciavam os não longínquos riscos que ameaçariam o país-bandeira da liberdade. O aviso foi feito por Michael J. Sandel, então uma voz emergente no palco dos maiores pensadores mundiais, e agitou as águas. A confiança dos mercados começava a corroer a vida do cidadão comum, e o sentimento de impotência iria ter consequências: não faltaria muito para que as fronteiras fossem mais rígidas, a distinção entre «os de dentro e os de fora» se acentuasse e as políticas panfletárias de «defesa da cultura e do país», por aqueles que se julgariam donos da América, ganhassem terreno. Agora, chega pela primeira vez a Portugal aquele que é um dos livros mais perspicazes sobre a divisão da América atual. Um texto que, originalmente, foi visionário, como hoje se prova, e a que o autor regressa para tirar conclusões sobre o momento presente. Democratas e Republicanos estão empenhados numa globalização promovida por argumentos financeiros, criaram uma sociedade de vencedores e perdedores, e o cenário político tornou-se altamente tóxico. Como podemos inverter a marcha desastrosa da democracia? A solução, defende Sandel, começa e acaba aqui: reconfigurar a economia e devolver o poder aos cidadãos.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Quando a democracia está ameaçada em tantos lugares do mundo, um dos filósofos mais lidos do século XX mostra-nos os perigos que enfrentamos e os caminhos que podemos tomar para reclamarmos a liberdade. Estávamos na década de 1990 e a América vivia o triunfo do capitalismo liberal, depois do final da Guerra Fria. Porém, num cenário de paz e prosperidade, abriam-se já pequenas frestas que indiciavam os não longínquos riscos que ameaçariam o país-bandeira da liberdade. O aviso foi feito por Michael J. Sandel, então uma voz emergente no palco dos maiores pensadores mundiais, e agitou as águas. A confiança dos mercados começava a corroer a vida do cidadão comum, e o sentimento de impotência iria ter consequências: não faltaria muito para que as fronteiras fossem mais rígidas, a distinção entre «os de dentro e os de fora» se acentuasse e as políticas panfletárias de «defesa da cultura e do país», por aqueles que se julgariam donos da América, ganhassem terreno. Agora, chega pela primeira vez a Portugal aquele que é um dos livros mais perspicazes sobre a divisão da América atual. Um texto que, originalmente, foi visionário, como hoje se prova, e a que o autor regressa para tirar conclusões sobre o momento presente. Democratas e Republicanos estão empenhados numa globalização promovida por argumentos financeiros, criaram uma sociedade de vencedores e perdedores, e o cenário político tornou-se altamente tóxico. Como podemos inverter a marcha desastrosa da democracia? A solução, defende Sandel, começa e acaba aqui: reconfigurar a economia e devolver o poder aos cidadãos.
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Edição: Abr 2022
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Muitas vezes, as soluções já existem. E estão mais perto do que imaginamos. Dinamarca: 100% de energia renovável até 2030. Islândia: No topo dos rankings de igualdade de género há uma década. Coreia do sul: Esperança de vida não tardará a chegar aos noventa anos. Como é que estes países alcançaram resultados tão notáveis? E como podemos aplicar essas soluções às nossas próprias comunidades, ao nosso país? O futuro que queremos já está aqui - só não está uniformemente distribuído. ao coligir pela primeira vez soluções com provas dadas para os problemas mais prementes da nossa sociedade, da violência à desigualdade, Andrew Wear demonstra que o mundo em que queremos viver já está ao nosso alcance. Numa época de pessimismo generalizado, Resolvido é mais do que uma dose muito necessária de otimismo. Informativo, acessível e revelador, este é um livro que celebra o poder do engenho humano para tornar o futuro mais positivo - e possível - para todos.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Muitas vezes, as soluções já existem. E estão mais perto do que imaginamos. Dinamarca: 100% de energia renovável até 2030. Islândia: No topo dos rankings de igualdade de género há uma década. Coreia do sul: Esperança de vida não tardará a chegar aos noventa anos. Como é que estes países alcançaram resultados tão notáveis? E como podemos aplicar essas soluções às nossas próprias comunidades, ao nosso país? O futuro que queremos já está aqui - só não está uniformemente distribuído. ao coligir pela primeira vez soluções com provas dadas para os problemas mais prementes da nossa sociedade, da violência à desigualdade, Andrew Wear demonstra que o mundo em que queremos viver já está ao nosso alcance. Numa época de pessimismo generalizado, Resolvido é mais do que uma dose muito necessária de otimismo. Informativo, acessível e revelador, este é um livro que celebra o poder do engenho humano para tornar o futuro mais positivo - e possível - para todos.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 272
Sinopse:
A presente coletânea, a que o autor deu o feliz título de O Universo num Grão de Areia, reúne discursos e artigos de Mia Couto proferidos e publicados nos mais diversos lugares e perante as mais diversas audiências: uma conferência no Estoril, num artigo no jornal britânico The Times, discursos numa Universidade do estado norte-americano de Oklahoma e numa Universidade moçambicana de Maputo, etc. Apesar de toda esta diversidade, o livro apresenta-se-nos com uma grande unidade, assente na atitude de responsabilidade, que o autor nunca abandona, perante os problemas do mundo de hoje. Como já acontecera em E se Obama Fosse Africano, o leitor encontra aqui, apresentada de uma forma muito viva e diferente, uma reflexão sobre os grandes problemas de mundo de hoje.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
A presente coletânea, a que o autor deu o feliz título de O Universo num Grão de Areia, reúne discursos e artigos de Mia Couto proferidos e publicados nos mais diversos lugares e perante as mais diversas audiências: uma conferência no Estoril, num artigo no jornal britânico The Times, discursos numa Universidade do estado norte-americano de Oklahoma e numa Universidade moçambicana de Maputo, etc. Apesar de toda esta diversidade, o livro apresenta-se-nos com uma grande unidade, assente na atitude de responsabilidade, que o autor nunca abandona, perante os problemas do mundo de hoje. Como já acontecera em E se Obama Fosse Africano, o leitor encontra aqui, apresentada de uma forma muito viva e diferente, uma reflexão sobre os grandes problemas de mundo de hoje.
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Edição: Mar 2024
Nº Páginas: 432
Sinopse:
A história que esta obra conta, alternativa a um 25 de Abril de 1974, integra pessoas conhecidas que têm percurso político próprio e trajectória conhecida, como Spínola, Costa Gomes, Kaúlza de Arriaga, Deslandes, Américo Thomaz, Barbieri Cardoso, Marcello Caetano, Luz Cunha, Santos e Castro, nomes que marcaram uma época e a muitos dos quais faltou, na hora própria, um poder de comando inequívoco. O livro fornece esse comando na pessoa de um jovem político e a conjuntura muda porque se tecem novas determinações nos ânimos de grupos de decisores. O golpe de Estado não triunfa, o que era perfeitamente possível, mas o exacto statu quo vigente também se altera. Procura-se problematizar, através de um ensaio hipotético e reflexivo, uma realidade não explorada, mas verosímil, sobre o que poderia ter sido o fracasso do golpe de Estado, os seus impactos político-militares e o rumo alternativo que o País poderia ter seguido, sendo todos os acontecimentos valorados sob o olhar de um jovem ministro imaginário do Antigo Regime, que é o protagonista da narrativa. Sintetizando o propósito desta história paralela: será possível afirmar que o processo democrático em Portugal só poderia ter tido lugar através da Revolução dos Cravos, da autocracia do Conselho da Revolução, da descolonização desordenada e do chamado Processo Revolucionário (PREC) que coletivizou as grandes empresas, ao invés de ter experimentado, como em Espanha e na Europa de Leste, uma transição para a democracia com custos económicos, sociais e territoriais menos pesados e traumáticos?
Nº Páginas: 432
Sinopse:
A história que esta obra conta, alternativa a um 25 de Abril de 1974, integra pessoas conhecidas que têm percurso político próprio e trajectória conhecida, como Spínola, Costa Gomes, Kaúlza de Arriaga, Deslandes, Américo Thomaz, Barbieri Cardoso, Marcello Caetano, Luz Cunha, Santos e Castro, nomes que marcaram uma época e a muitos dos quais faltou, na hora própria, um poder de comando inequívoco. O livro fornece esse comando na pessoa de um jovem político e a conjuntura muda porque se tecem novas determinações nos ânimos de grupos de decisores. O golpe de Estado não triunfa, o que era perfeitamente possível, mas o exacto statu quo vigente também se altera. Procura-se problematizar, através de um ensaio hipotético e reflexivo, uma realidade não explorada, mas verosímil, sobre o que poderia ter sido o fracasso do golpe de Estado, os seus impactos político-militares e o rumo alternativo que o País poderia ter seguido, sendo todos os acontecimentos valorados sob o olhar de um jovem ministro imaginário do Antigo Regime, que é o protagonista da narrativa. Sintetizando o propósito desta história paralela: será possível afirmar que o processo democrático em Portugal só poderia ter tido lugar através da Revolução dos Cravos, da autocracia do Conselho da Revolução, da descolonização desordenada e do chamado Processo Revolucionário (PREC) que coletivizou as grandes empresas, ao invés de ter experimentado, como em Espanha e na Europa de Leste, uma transição para a democracia com custos económicos, sociais e territoriais menos pesados e traumáticos?
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Edição: Abr 2024
Nº Páginas: 384
Sinopse:
A canábis foi proibida pelos seus efeitos psicotrópicos, graças a uma campanha destinada a servir interesses pouco claros. E, assim, a mesma planta que, três milénios antes de Cristo, já era utilizada na China para produzir chás medicinais - e que viria a fornecer velas e cabos quase indestrutíveis aos navegadores portugueses - tornava-se ilegal, passando a ser encarada como uma droga infame, capaz de levar os jovens à loucura e morte… Mais recentemente, porém, a legalização da canábis começou a ser reclamada por uma parte considerável da sociedade graças às suas múltiplas virtudes e usos, sendo a dimensão psicotrópica apenas um deles. Ao longo destas páginas, viajamos pela incrível diversidade que, sob todos os pontos de vista, a canábis encerra. Identificamos as principais características de cada uma das suas três variedades, percebemos a diferença fundamental entre plantas macho e plantas fêmea, percorremos a já longa história da relação do ser humano com a erva e descobrimos os verdadeiros motivos que conduziram à sua proibição. Ficamos também a saber o que diz a ciência sobre este fármaco ímpar e a conhecer o enorme impacto do chamado «ouro verde» em diversas atividades económicas que geram lucros cada vez mais expressivos. Com uma visão de 360 graus, este é um livro fundamental para compreender a planta maldita e maravilhosa que, no fim de contas, será sempre aquilo que o Homem quiser fazer dela.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
A canábis foi proibida pelos seus efeitos psicotrópicos, graças a uma campanha destinada a servir interesses pouco claros. E, assim, a mesma planta que, três milénios antes de Cristo, já era utilizada na China para produzir chás medicinais - e que viria a fornecer velas e cabos quase indestrutíveis aos navegadores portugueses - tornava-se ilegal, passando a ser encarada como uma droga infame, capaz de levar os jovens à loucura e morte… Mais recentemente, porém, a legalização da canábis começou a ser reclamada por uma parte considerável da sociedade graças às suas múltiplas virtudes e usos, sendo a dimensão psicotrópica apenas um deles. Ao longo destas páginas, viajamos pela incrível diversidade que, sob todos os pontos de vista, a canábis encerra. Identificamos as principais características de cada uma das suas três variedades, percebemos a diferença fundamental entre plantas macho e plantas fêmea, percorremos a já longa história da relação do ser humano com a erva e descobrimos os verdadeiros motivos que conduziram à sua proibição. Ficamos também a saber o que diz a ciência sobre este fármaco ímpar e a conhecer o enorme impacto do chamado «ouro verde» em diversas atividades económicas que geram lucros cada vez mais expressivos. Com uma visão de 360 graus, este é um livro fundamental para compreender a planta maldita e maravilhosa que, no fim de contas, será sempre aquilo que o Homem quiser fazer dela.
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