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Edição: Out 2021
Nº Páginas: 48
Sinopse:
A Vitória vai visitar o Filipe, a casa da família Cavalinho Leitão. Para grande surpresa, a Vitória vai conhecer um tesouro muito valioso da família, a magnifica estante onde estão todas as personagens, objetos e cenários feitos pelos alunos e professores das escolas que o Pedro Leitão visitou com as suas Aventuras de Zé Leitão e Maria Cavalinho. Desde A Viagem no Carro Encarnado até à A Invencível Vitória Carmim, mas falta mais uma história para completar o espaço em branco, e o primeiro trabalho será o desenho realizado pela Vitória, uma banda desenhada! Que emocionante, é o nascimento d’A Fabulosa Fábula Lilás!
Nº Páginas: 48
Sinopse:
A Vitória vai visitar o Filipe, a casa da família Cavalinho Leitão. Para grande surpresa, a Vitória vai conhecer um tesouro muito valioso da família, a magnifica estante onde estão todas as personagens, objetos e cenários feitos pelos alunos e professores das escolas que o Pedro Leitão visitou com as suas Aventuras de Zé Leitão e Maria Cavalinho. Desde A Viagem no Carro Encarnado até à A Invencível Vitória Carmim, mas falta mais uma história para completar o espaço em branco, e o primeiro trabalho será o desenho realizado pela Vitória, uma banda desenhada! Que emocionante, é o nascimento d’A Fabulosa Fábula Lilás!
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Edição: Fev 2020
Nº Páginas: 336
Sinopse:
"A Fábula", uma história alegórica da Primeira Grande Guerra, passada nas trincheiras em França e que retrata um motim num regimento francês, foi originalmente considerada um afastamento vincado das obras anteriores de Faulkner. Nos últimos tempos começou a ser considerado como um dos seus principais romances e uma parte essencial da obra do autor. O próprio Faulkner combateu na guerra, e as descrições que faz dela "ascendem ao magnífico", segundo o "New York Times", e incluem, nas palavras de Malcolm Cowley, "algumas das cenas mais poderosas que Faulkner alguma vez concebeu." Este romance foi galardoado com o Prémio Pulitzer bem como com o National Book Award em 1955.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
"A Fábula", uma história alegórica da Primeira Grande Guerra, passada nas trincheiras em França e que retrata um motim num regimento francês, foi originalmente considerada um afastamento vincado das obras anteriores de Faulkner. Nos últimos tempos começou a ser considerado como um dos seus principais romances e uma parte essencial da obra do autor. O próprio Faulkner combateu na guerra, e as descrições que faz dela "ascendem ao magnífico", segundo o "New York Times", e incluem, nas palavras de Malcolm Cowley, "algumas das cenas mais poderosas que Faulkner alguma vez concebeu." Este romance foi galardoado com o Prémio Pulitzer bem como com o National Book Award em 1955.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 200
Sinopse:
A primeira grande obra de Jonathan Swift é também a sua sátira mais difícil e magistral: A Fábula de Um Barril. A partir da história de três irmãos desobedientes e desordeiros, a quem o pai deixa um testamento, Jonathan Swift satiriza a religião. Martin, Peter e Jack representam, respectivamente, o anglicanismo, o catolicismo e o calvinismo. Mas a genialidade de Swift não se esgota aqui, abordando temas incrivelmente actuais. A prosa exuberante, o recurso à ironia e a construção narrativa complexa fazem desta uma obra ímpar, que transcende o contexto em que surgiu, imortalizando-se. Em todas as épocas, diversos autores continuam a tecer rasgados elogios a esta obra-prima de Swift, considerada por vezes até superior ao romance As Viagens de Gulliver. São disso exemplo Agostinho da Silva, Jorge de Sena, Harold Bloom, Chesterton e Samuel Johnson. E até o próprio Swift, já idoso, terá dito: "Meu Deus! Como era grande o meu talento quando escrevi este livro!" A ironia desta frase sintetiza na perfeição a genialidade contida nesta obra.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
A primeira grande obra de Jonathan Swift é também a sua sátira mais difícil e magistral: A Fábula de Um Barril. A partir da história de três irmãos desobedientes e desordeiros, a quem o pai deixa um testamento, Jonathan Swift satiriza a religião. Martin, Peter e Jack representam, respectivamente, o anglicanismo, o catolicismo e o calvinismo. Mas a genialidade de Swift não se esgota aqui, abordando temas incrivelmente actuais. A prosa exuberante, o recurso à ironia e a construção narrativa complexa fazem desta uma obra ímpar, que transcende o contexto em que surgiu, imortalizando-se. Em todas as épocas, diversos autores continuam a tecer rasgados elogios a esta obra-prima de Swift, considerada por vezes até superior ao romance As Viagens de Gulliver. São disso exemplo Agostinho da Silva, Jorge de Sena, Harold Bloom, Chesterton e Samuel Johnson. E até o próprio Swift, já idoso, terá dito: "Meu Deus! Como era grande o meu talento quando escrevi este livro!" A ironia desta frase sintetiza na perfeição a genialidade contida nesta obra.
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Londres, 1850. O edifício que albergará a Grande Exposição está a ser construído em Hyde Park. No meio da multidão que ali se junta, duas pessoas encontram-se por mero acaso. Para Iris, uma aspirante a artista, aquele é apenas um encontro efémero, esquecido passados poucos segundos. Mas para Silas, um colecionador fascinado por coisas estranhas, aquele momento marca um novo começo… Quando Iris é convidada a posar como modelo para Louis Frost, um pintor pré-rafaelita, ela aceita, com a condição de que Louis também a ensine a pintar. De súbito, o mundo de Iris transforma-se numa experiência dominada pelo amor e pela arte, indo além de tudo aquilo com que sempre sonhou. Só que o mundo de Iris pode ruir a qualquer momento, pois Silas só consegue pensar numa coisa desde o primeiro encontro de ambos. E a sua obsessão torna-se cada vez mais sombria…
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Londres, 1850. O edifício que albergará a Grande Exposição está a ser construído em Hyde Park. No meio da multidão que ali se junta, duas pessoas encontram-se por mero acaso. Para Iris, uma aspirante a artista, aquele é apenas um encontro efémero, esquecido passados poucos segundos. Mas para Silas, um colecionador fascinado por coisas estranhas, aquele momento marca um novo começo… Quando Iris é convidada a posar como modelo para Louis Frost, um pintor pré-rafaelita, ela aceita, com a condição de que Louis também a ensine a pintar. De súbito, o mundo de Iris transforma-se numa experiência dominada pelo amor e pela arte, indo além de tudo aquilo com que sempre sonhou. Só que o mundo de Iris pode ruir a qualquer momento, pois Silas só consegue pensar numa coisa desde o primeiro encontro de ambos. E a sua obsessão torna-se cada vez mais sombria…
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Edição: Jan 2020
Nº Páginas: 288
Sinopse:
"É nossa condição irrenunciável sermos europeus, pois a Europa é a nossa matriz geográfica e cultural. Neste globo, que ajudámos a encurtar, a geografia sempre foi condicionante da cultura. A Europa é, para nós, um facto. Mas a Europa, para além de facto, por vezes mais próximo e outras mais distante, sempre foi um mito. O historiador José Eduardo Franco, especialista dos mitos na cultura portuguesa, analisa neste livro, que percorre toda a história de Portugal, os mitos que fomos construindo a respeito do continente que integramos. Numa época em que a Europa - e nós nela e com ela - se encontra em profunda crise, recomendo vivamente esta reflexão de José Eduardo Franco, que nos permite assentar no passado as nossas reflexões sobre o futuro. O futuro é obviamente uma incógnita. Apesar de o Padre António Vieira ter escrito a História do Futuro, a Segunda Lei da Termodinâmica impõe a diferença entre passado e futuro, impedindo que exista ou venha algum dia a existir uma história do futuro. Mas haverá com toda a certeza futuro e não há futuro sem história. O conhecimento e a compreensão da história ajudam-nos a construir o futuro." Do Prefácio de Carlos Fiolhais
Nº Páginas: 288
Sinopse:
"É nossa condição irrenunciável sermos europeus, pois a Europa é a nossa matriz geográfica e cultural. Neste globo, que ajudámos a encurtar, a geografia sempre foi condicionante da cultura. A Europa é, para nós, um facto. Mas a Europa, para além de facto, por vezes mais próximo e outras mais distante, sempre foi um mito. O historiador José Eduardo Franco, especialista dos mitos na cultura portuguesa, analisa neste livro, que percorre toda a história de Portugal, os mitos que fomos construindo a respeito do continente que integramos. Numa época em que a Europa - e nós nela e com ela - se encontra em profunda crise, recomendo vivamente esta reflexão de José Eduardo Franco, que nos permite assentar no passado as nossas reflexões sobre o futuro. O futuro é obviamente uma incógnita. Apesar de o Padre António Vieira ter escrito a História do Futuro, a Segunda Lei da Termodinâmica impõe a diferença entre passado e futuro, impedindo que exista ou venha algum dia a existir uma história do futuro. Mas haverá com toda a certeza futuro e não há futuro sem história. O conhecimento e a compreensão da história ajudam-nos a construir o futuro." Do Prefácio de Carlos Fiolhais
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Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Compreender como as fraquezas da europa permitiram a ascensão da extrema-direita e os novos radicalismos. Em A Europa Adormecida, Liz Fekete desenvolve uma extensa investigação à forma como os movimentos e forças políticas desta direita recém configurada se interconectam com as forças antidemocráticas e iliberais da sociedade. Com base em mais de três décadas de trabalho, expõe as linhas onde a Europa falha fundamentalmente na luta contra o racismo e a tirania.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Compreender como as fraquezas da europa permitiram a ascensão da extrema-direita e os novos radicalismos. Em A Europa Adormecida, Liz Fekete desenvolve uma extensa investigação à forma como os movimentos e forças políticas desta direita recém configurada se interconectam com as forças antidemocráticas e iliberais da sociedade. Com base em mais de três décadas de trabalho, expõe as linhas onde a Europa falha fundamentalmente na luta contra o racismo e a tirania.
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Edição: Jan 2024
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Oslo sufoca com o calor de verão quando uma jovem é assassinada no seu apartamento. Um dedo é-lhe cortado, e um minúsculo diamante vermelho com o formato de um pentagrama é encontrado debaixo de uma das suas pálpebras. O detetive Harry Hole é designado para investigar o caso em parceria com Tom Waaler, um colega de quem ele não gosta e em quem não confia. Tom trabalha para um bando de traficantes de armas - e é o assassino da sua antiga parceira. Mas Harry, um alcoólico inveterado, tem o seu lugar na polícia por um fio, e a sua única hipótese é aceitar o caso. Cinco dias depois, outra mulher é dada como desaparecida. Quando o seu dedo cortado é descoberto enfeitado com um diamante vermelho com a forma de uma estrela, Harry receia que haja um "serial killer" à solta. Determinado a encontrar o assassino e a expor o corrupto Tom Waaler, Harry descobre que as duas investigações se fundem de um modo inesperado. Mas perseguir a verdade tem um preço, e em breve Harry dá por si em fuga e forçado a tomar decisões difíceis acerca de um futuro que pode nem viver para ver.
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Oslo sufoca com o calor de verão quando uma jovem é assassinada no seu apartamento. Um dedo é-lhe cortado, e um minúsculo diamante vermelho com o formato de um pentagrama é encontrado debaixo de uma das suas pálpebras. O detetive Harry Hole é designado para investigar o caso em parceria com Tom Waaler, um colega de quem ele não gosta e em quem não confia. Tom trabalha para um bando de traficantes de armas - e é o assassino da sua antiga parceira. Mas Harry, um alcoólico inveterado, tem o seu lugar na polícia por um fio, e a sua única hipótese é aceitar o caso. Cinco dias depois, outra mulher é dada como desaparecida. Quando o seu dedo cortado é descoberto enfeitado com um diamante vermelho com a forma de uma estrela, Harry receia que haja um "serial killer" à solta. Determinado a encontrar o assassino e a expor o corrupto Tom Waaler, Harry descobre que as duas investigações se fundem de um modo inesperado. Mas perseguir a verdade tem um preço, e em breve Harry dá por si em fuga e forçado a tomar decisões difíceis acerca de um futuro que pode nem viver para ver.
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Edição: Nov 2009
Nº Páginas: 40
Sinopse:
"Um dia, à meia-noite, ele viu-a. Era a estrela mais gira do céu, muito viva, e a essa hora passava mesmo por cima da torre. Como é que não a tinham roubado? Ele próprio, Pedro, que era um miúdo, se a quisesse empalmarm era só deitar-lhe a mão. Na realidade, não sabia bem para quê. Era bonita, no céu preto, gostava de a ter. Talvez depois a pusesse no quarto, talvez a trouxesse ao peito. E daí, se calhar, talvez a viessa a dar à mãe para enfeitar o cabelo. Devia-lhe ficar bem, no cabelo."
Nº Páginas: 40
Sinopse:
"Um dia, à meia-noite, ele viu-a. Era a estrela mais gira do céu, muito viva, e a essa hora passava mesmo por cima da torre. Como é que não a tinham roubado? Ele próprio, Pedro, que era um miúdo, se a quisesse empalmarm era só deitar-lhe a mão. Na realidade, não sabia bem para quê. Era bonita, no céu preto, gostava de a ter. Talvez depois a pusesse no quarto, talvez a trouxesse ao peito. E daí, se calhar, talvez a viessa a dar à mãe para enfeitar o cabelo. Devia-lhe ficar bem, no cabelo."
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Quando, numa noite, uma estrela muito brilhante surgiu no céu, ninguém no mundo ficou indiferente ao seu fulgor. Tanto os homens como os animais se perguntavam por que razão esta estrela brilharia mais do que as outras e qual seria o seu significado. Bo, um pequeno burro de grande coração, e alguns dos seus improváveis amigos decidem ir mais longe e seguir a estrela… para assim se tornarem os heróis acidentais da história do primeiro Natal!
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Quando, numa noite, uma estrela muito brilhante surgiu no céu, ninguém no mundo ficou indiferente ao seu fulgor. Tanto os homens como os animais se perguntavam por que razão esta estrela brilharia mais do que as outras e qual seria o seu significado. Bo, um pequeno burro de grande coração, e alguns dos seus improváveis amigos decidem ir mais longe e seguir a estrela… para assim se tornarem os heróis acidentais da história do primeiro Natal!
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 24
Sinopse:
Quando uma estrela muito brilhante surgiu no céu, o Bo e os seus amigos decidiram segui-la… para assim se tornarem os heróis acidentais da história do primeiro Natal!
Nº Páginas: 24
Sinopse:
Quando uma estrela muito brilhante surgiu no céu, o Bo e os seus amigos decidiram segui-la… para assim se tornarem os heróis acidentais da história do primeiro Natal!
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 24
Sinopse:
Quando uma estrela muito brilhante surgiu no céu, o Bo e os seus amigos decidiram segui-la… para assim se tornarem os heróis acidentais da história do primeiro Natal!
Nº Páginas: 24
Sinopse:
Quando uma estrela muito brilhante surgiu no céu, o Bo e os seus amigos decidiram segui-la… para assim se tornarem os heróis acidentais da história do primeiro Natal!
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 32
Sinopse:
Laura sempre quis ter alguém especial, alguém com quem pudesse partilhar segredos. Uma noite, o seu desejo é atendido. Uma estrela brilhante passa pela sua janela e cai na rua à porta da sua casa. Laura leva a estrela para casa e trata da sua ponta partida e rapidamente se tornam amigas. Mas, no dia seguinte, ao acordar, a pequena estrela tinha desaparecido — será que tinha sido apenas um sonho?
Nº Páginas: 32
Sinopse:
Laura sempre quis ter alguém especial, alguém com quem pudesse partilhar segredos. Uma noite, o seu desejo é atendido. Uma estrela brilhante passa pela sua janela e cai na rua à porta da sua casa. Laura leva a estrela para casa e trata da sua ponta partida e rapidamente se tornam amigas. Mas, no dia seguinte, ao acordar, a pequena estrela tinha desaparecido — será que tinha sido apenas um sonho?
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Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Zeferino, um antigo degredado, regressa da Índia e encontra a sua esposa casada com o sobrinho do alcaide; o degredado percebe então que a sua morte tinha sido anunciada havia sete anos. E, embora seja atirado de novo para os calabouços, Zeferino não desiste da sua Filipa. No mesmo dia começam a chegar à vila Gil Vicente e os atores que iriam representar dentro de poucas semanas o Auto da Índia. A protagonista do auto é uma cristã-nova, de memórias tristes, que tem o seu marido na Índia. Entretanto, o desassossego toma conta da vila: Vasco de Melo, chefe dos espiões d’el-rei, e os seus auxiliares montam o cerco a um pirata e em poucos dias ocorrem quatro assassinatos, envoltos num mistério insolúvel; a única pista é uma velha, logo transformada em bruxa, mas o alcaide também levanta suspeitas. Finalmente, a vila sossega e a rainha D. Leonor assiste à estreia do Auto da Índia sem saber que perto de si está a pessoa responsável pelos terríveis quatro crimes que atemorizaram a vila.
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Zeferino, um antigo degredado, regressa da Índia e encontra a sua esposa casada com o sobrinho do alcaide; o degredado percebe então que a sua morte tinha sido anunciada havia sete anos. E, embora seja atirado de novo para os calabouços, Zeferino não desiste da sua Filipa. No mesmo dia começam a chegar à vila Gil Vicente e os atores que iriam representar dentro de poucas semanas o Auto da Índia. A protagonista do auto é uma cristã-nova, de memórias tristes, que tem o seu marido na Índia. Entretanto, o desassossego toma conta da vila: Vasco de Melo, chefe dos espiões d’el-rei, e os seus auxiliares montam o cerco a um pirata e em poucos dias ocorrem quatro assassinatos, envoltos num mistério insolúvel; a única pista é uma velha, logo transformada em bruxa, mas o alcaide também levanta suspeitas. Finalmente, a vila sossega e a rainha D. Leonor assiste à estreia do Auto da Índia sem saber que perto de si está a pessoa responsável pelos terríveis quatro crimes que atemorizaram a vila.
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 352
Sinopse:
A Estranha Morte da Europa é o relato de um continente e de uma cultura à beira do suicídio. A queda nas taxas de natalidade, a imigração em massa e a cultura da autodesconfiança e do ódio tornaram os europeus incapazes de se defender e de resistir à sua transformação abrangente como sociedade. Este livro não é apenas uma análise da realidade demográfica ou política, é também o testemunho de um continente em autodestruição. Em cada capítulo, Murray dá um passo atrás e analisa os temas mais profundos que estão por detrás da possível morte da Europa, de uma atmosfera de ataques terroristas em massa à estável erosão das nossas liberdades. Aborda o desapontante falhanço do multiculturalismo, a viragem de Angela Merkel em relação às migrações e a fixação do Ocidente na culpa. Viajando até Berlim, Paris, Escandinávia, Lampedusa e Grécia, o autor desvenda o mal-estar no coração da cultura europeia e ouve as histórias daqueles que chegaram vindos de longe. E termina com duas visões da Europa - uma de esperança e uma pessimista - que retratam um continente em crise e oferecem uma escolha do que podemos fazer no futuro.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
A Estranha Morte da Europa é o relato de um continente e de uma cultura à beira do suicídio. A queda nas taxas de natalidade, a imigração em massa e a cultura da autodesconfiança e do ódio tornaram os europeus incapazes de se defender e de resistir à sua transformação abrangente como sociedade. Este livro não é apenas uma análise da realidade demográfica ou política, é também o testemunho de um continente em autodestruição. Em cada capítulo, Murray dá um passo atrás e analisa os temas mais profundos que estão por detrás da possível morte da Europa, de uma atmosfera de ataques terroristas em massa à estável erosão das nossas liberdades. Aborda o desapontante falhanço do multiculturalismo, a viragem de Angela Merkel em relação às migrações e a fixação do Ocidente na culpa. Viajando até Berlim, Paris, Escandinávia, Lampedusa e Grécia, o autor desvenda o mal-estar no coração da cultura europeia e ouve as histórias daqueles que chegaram vindos de longe. E termina com duas visões da Europa - uma de esperança e uma pessimista - que retratam um continente em crise e oferecem uma escolha do que podemos fazer no futuro.
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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Em A Estrada Subterrânea, Cora é uma jovem escrava numa plantação de algodão na Geórgia. Após ser abandonada pela mãe, ela enfrenta a solidão e o desprezo dos seus iguais. Quando Caesar, um novo escravo vindo da Virgínia, lhe fala sobre uma rede secreta de fuga, os dois decidem arriscar tudo para alcançar a liberdade no Norte. Inicia-se uma jornada repleta de perigos, revelando uma América marcada pela segregação e pela luta pela sobrevivência.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Em A Estrada Subterrânea, Cora é uma jovem escrava numa plantação de algodão na Geórgia. Após ser abandonada pela mãe, ela enfrenta a solidão e o desprezo dos seus iguais. Quando Caesar, um novo escravo vindo da Virgínia, lhe fala sobre uma rede secreta de fuga, os dois decidem arriscar tudo para alcançar a liberdade no Norte. Inicia-se uma jornada repleta de perigos, revelando uma América marcada pela segregação e pela luta pela sobrevivência.
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Edição: Out 2014
Nº Páginas: 416
Sinopse:
O clássico que estabeleceu o cânone da moderna literatura de viagens e que tem servido de inspiração aos grandes escritores contemporâneos. Em 1933, Robert Byron partiu com a sua excêntrica personalidade numa viagem pelo Médio Oriente, passando por Beirute, Jerusalém, Bagdade e Teerão, tendo por destino final Oxiana — a região do rio Oxus, antigo nome do Amudária, que servia de fronteira entre o Afeganistão e a União Soviética. A chegada ao seu destino, a lendária Torre de Qabus, embora uma maravilha por si só, é muito menos extraordinária do que o registo profundamente cativante, e por vezes cómico, das suas aventuras. Para além da diversão que proporciona, este livro oferece um raro testemunho dos tesouros arquitectónicos de uma região actualmente inacessível para a maioria dos viajantes ocidentais.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
O clássico que estabeleceu o cânone da moderna literatura de viagens e que tem servido de inspiração aos grandes escritores contemporâneos. Em 1933, Robert Byron partiu com a sua excêntrica personalidade numa viagem pelo Médio Oriente, passando por Beirute, Jerusalém, Bagdade e Teerão, tendo por destino final Oxiana — a região do rio Oxus, antigo nome do Amudária, que servia de fronteira entre o Afeganistão e a União Soviética. A chegada ao seu destino, a lendária Torre de Qabus, embora uma maravilha por si só, é muito menos extraordinária do que o registo profundamente cativante, e por vezes cómico, das suas aventuras. Para além da diversão que proporciona, este livro oferece um raro testemunho dos tesouros arquitectónicos de uma região actualmente inacessível para a maioria dos viajantes ocidentais.
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Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 352
Sinopse:
A jovem juíza Joana Secalha fora colocada na pacata comarca de Abrantes para se redimir de um passado pouco recomendável. Não podia cometer erros e deslocou-se, ao Monte Cimeiro, para ouvir as razões pelas quais o velho Francisco Afonso não aceitara a ordem de expropriação dos terrenos, por onde passaria a moderna estrada europeia e os benefícios do progresso. Francisco Afonso respondeu-lhe com a sabedoria dos velhos: "A ideia de que o progresso é bom assenta no mesmo erro de que Deus nos salva com milagres. Milagre e progresso seriam evitar o mal!" Ela falou do futuro. Ele do passado: "O futuro é para a senhora doutora, para os engenheiros, para os generais à frente das tropas, para os missionários, para os inconscientes que se lançaram ao mar! Eu sou aquele que ficou nas praias, resmungando." Francisco Afonso contou à juíza o segredo do passado das suas famílias, há duzentos anos debaixo das terras por onde passaria a estrada que o exporia e cujo avanço ela teria de decidir...
Nº Páginas: 352
Sinopse:
A jovem juíza Joana Secalha fora colocada na pacata comarca de Abrantes para se redimir de um passado pouco recomendável. Não podia cometer erros e deslocou-se, ao Monte Cimeiro, para ouvir as razões pelas quais o velho Francisco Afonso não aceitara a ordem de expropriação dos terrenos, por onde passaria a moderna estrada europeia e os benefícios do progresso. Francisco Afonso respondeu-lhe com a sabedoria dos velhos: "A ideia de que o progresso é bom assenta no mesmo erro de que Deus nos salva com milagres. Milagre e progresso seriam evitar o mal!" Ela falou do futuro. Ele do passado: "O futuro é para a senhora doutora, para os engenheiros, para os generais à frente das tropas, para os missionários, para os inconscientes que se lançaram ao mar! Eu sou aquele que ficou nas praias, resmungando." Francisco Afonso contou à juíza o segredo do passado das suas famílias, há duzentos anos debaixo das terras por onde passaria a estrada que o exporia e cujo avanço ela teria de decidir...
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Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 256
Sinopse:
A presente edição, que tem o título "A Estrada do Esquecimento e outros contos", reúne um conjunto de narrativas de Fernando Pessoa das quais 20 se encontravam ainda inéditas. Pretende-se, deste modo, dar continuidade à anterior edição, "O Mendigo e Outros Contos", e contribuir para o conhecimento de uma área da obra do autor que se tem revelado mais vasta do que inicialmente se imaginou.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
A presente edição, que tem o título "A Estrada do Esquecimento e outros contos", reúne um conjunto de narrativas de Fernando Pessoa das quais 20 se encontravam ainda inéditas. Pretende-se, deste modo, dar continuidade à anterior edição, "O Mendigo e Outros Contos", e contribuir para o conhecimento de uma área da obra do autor que se tem revelado mais vasta do que inicialmente se imaginou.
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Edição: Out 2025
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Herman, jovem publicitário, recebe uma misteriosa chamada acerca do desaparecimento do seu irmão, dono de um posto de gasolina em Lugansk, antiga Voroshilovgrad, na região do Donbas. Após longos anos de ausência, Herman não tem alternativa senão regressar à sua cidade natal empreendendo uma viagem por uma paisagem industrial transformada num cenário tão real quanto imaginário onde o desejo de liberdade reina supremo; um faroeste de violência e corrupção povoado por criminosos e personagens perdidas na História, que mudará o curso e o sentido da sua vida. Verdadeira epopeia delirante da herança soviética, aliando realismo mágico e romance de estrada, escrito numa linguagem poética e vigorosa, "A Estrada do Donbas" é um dos mais reconhecidos títulos de Serhij Zhadan, destacada figura literária e artística da contracultura da Ucrânia.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Herman, jovem publicitário, recebe uma misteriosa chamada acerca do desaparecimento do seu irmão, dono de um posto de gasolina em Lugansk, antiga Voroshilovgrad, na região do Donbas. Após longos anos de ausência, Herman não tem alternativa senão regressar à sua cidade natal empreendendo uma viagem por uma paisagem industrial transformada num cenário tão real quanto imaginário onde o desejo de liberdade reina supremo; um faroeste de violência e corrupção povoado por criminosos e personagens perdidas na História, que mudará o curso e o sentido da sua vida. Verdadeira epopeia delirante da herança soviética, aliando realismo mágico e romance de estrada, escrito numa linguagem poética e vigorosa, "A Estrada do Donbas" é um dos mais reconhecidos títulos de Serhij Zhadan, destacada figura literária e artística da contracultura da Ucrânia.
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Edição: Out 2012
Nº Páginas: 280
Sinopse:
No início de 2012, o jornalista Tiago Carrasco, o repórter de imagem João Fontes e o fotógrafo João Henriques decidiram perceber como se faz uma revolução - porque ainda não eram nascidos no 25 de Abril de 1974 e porque não compreendiam a inércia dos portugueses perante as dificuldades e a ausência de perspectivas que também eles sentiam na pele. Fartos de brandos costumes, resolveram então fazer-se à estrada e acompanhar de perto as rebeliões em curso no Médio Oriente e no Norte de África. Ao longo de quatro meses, percorreram dez mil quilómetros de autocarro, de comboio, de barco e à boleia por uma zona do mundo em profunda agitação e mudança. Do inferno da Síria à Terra Prometida, da instabilidade da Líbia à euforia do Líbano, passando pelo caos do Egipto ou pela incerteza da Tunísia - onde o riscar trágico de um fósforo acendeu o rastilho desta Primavera Árabe - "A Estrada da Revolução" é uma aventura empolgante e um testemunho inspirador para todos aqueles que acreditam num mundo melhor, mais justo e mais livre.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
No início de 2012, o jornalista Tiago Carrasco, o repórter de imagem João Fontes e o fotógrafo João Henriques decidiram perceber como se faz uma revolução - porque ainda não eram nascidos no 25 de Abril de 1974 e porque não compreendiam a inércia dos portugueses perante as dificuldades e a ausência de perspectivas que também eles sentiam na pele. Fartos de brandos costumes, resolveram então fazer-se à estrada e acompanhar de perto as rebeliões em curso no Médio Oriente e no Norte de África. Ao longo de quatro meses, percorreram dez mil quilómetros de autocarro, de comboio, de barco e à boleia por uma zona do mundo em profunda agitação e mudança. Do inferno da Síria à Terra Prometida, da instabilidade da Líbia à euforia do Líbano, passando pelo caos do Egipto ou pela incerteza da Tunísia - onde o riscar trágico de um fósforo acendeu o rastilho desta Primavera Árabe - "A Estrada da Revolução" é uma aventura empolgante e um testemunho inspirador para todos aqueles que acreditam num mundo melhor, mais justo e mais livre.
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Edição: Mar 2013
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Um texto em que, de forma clara e fluida, José Saramago traça um percurso simples, sem artifícios e bem-humorado, pelos seus diferentes livros para acabar concluindo que até a "O Evangelho Segundo Jesus Cristo" havia estado descrevendo a estátua e que a partir desse livro, que é fronteira, a sua tentativa foi a de descrever a pedra de que é feita a estátua, fase que se inicia com "Ensaio Sobre a Cegueira". Tudo isto fica explicado de uma forma clara e o leitor adquire uma nova dimensão sobre os livros de José Saramago que já conhece e um desejo de se aproximar dos que ainda estão por conhecer, revisitados pelo Autor neste texto. "A Estátua e a Pedra" apresenta prefácios de Luciana Stegagno Picchio e Giancarlo Depretis e de um epílogo de Fernando Gómez Aguilera e é publicado em edição bilingue - Português e Espanhol.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Um texto em que, de forma clara e fluida, José Saramago traça um percurso simples, sem artifícios e bem-humorado, pelos seus diferentes livros para acabar concluindo que até a "O Evangelho Segundo Jesus Cristo" havia estado descrevendo a estátua e que a partir desse livro, que é fronteira, a sua tentativa foi a de descrever a pedra de que é feita a estátua, fase que se inicia com "Ensaio Sobre a Cegueira". Tudo isto fica explicado de uma forma clara e o leitor adquire uma nova dimensão sobre os livros de José Saramago que já conhece e um desejo de se aproximar dos que ainda estão por conhecer, revisitados pelo Autor neste texto. "A Estátua e a Pedra" apresenta prefácios de Luciana Stegagno Picchio e Giancarlo Depretis e de um epílogo de Fernando Gómez Aguilera e é publicado em edição bilingue - Português e Espanhol.
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Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 608
Sinopse:
Alguém está a vigiar-te... Will Trent encontrará informação perturbadora enquanto investiga o assassinato de um prisioneiro durante um motim na prisão. Um dos prisioneiros garante que é inocente do ataque brutal de que sempre foi o principal suspeito. Insiste que foi tudo manipulado por uma equipa policial corrompida, e que o verdadeiro culpado continua solto: Um assassino em série que ataca sistematicamente mulheres ao longo do estado da Geórgia há anos. Se Will voltar a abrir a investigação, implica um oficial de polícia que morreu como um herói. Oportunamente, o prisoneiro também se oferece para dar a informação de que o GBI tanto precisa sobre o assassinato durante o motim. Alguns dias antes, outra jovem mulher fora ferozmente assassinada num parque do norte da Geórgia. É uma coincidência ou há um assassino em série à solta por aí? Enquanto Will examina ambos os casos, percebe que tem de resolver o caso antigo para encontrar respostas. Mas passou quase uma década. Tempo suficiente para que as lembranças se toldem, as testemunhas desapareçam e as mentiras se transformem na verdade. Porém, sobretudo, Will não pode resolver o mistério de ambos os casos sem contar com a ajuda de uma pessoa que não quer envolver: A namorada e a viúva de Jeffrey Tolliver, a médica forense Sara Linton.
Nº Páginas: 608
Sinopse:
Alguém está a vigiar-te... Will Trent encontrará informação perturbadora enquanto investiga o assassinato de um prisioneiro durante um motim na prisão. Um dos prisioneiros garante que é inocente do ataque brutal de que sempre foi o principal suspeito. Insiste que foi tudo manipulado por uma equipa policial corrompida, e que o verdadeiro culpado continua solto: Um assassino em série que ataca sistematicamente mulheres ao longo do estado da Geórgia há anos. Se Will voltar a abrir a investigação, implica um oficial de polícia que morreu como um herói. Oportunamente, o prisoneiro também se oferece para dar a informação de que o GBI tanto precisa sobre o assassinato durante o motim. Alguns dias antes, outra jovem mulher fora ferozmente assassinada num parque do norte da Geórgia. É uma coincidência ou há um assassino em série à solta por aí? Enquanto Will examina ambos os casos, percebe que tem de resolver o caso antigo para encontrar respostas. Mas passou quase uma década. Tempo suficiente para que as lembranças se toldem, as testemunhas desapareçam e as mentiras se transformem na verdade. Porém, sobretudo, Will não pode resolver o mistério de ambos os casos sem contar com a ajuda de uma pessoa que não quer envolver: A namorada e a viúva de Jeffrey Tolliver, a médica forense Sara Linton.
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Edição: Nov 2013
Nº Páginas: 336
Sinopse:
"A crise vai-se agravando. Sem remédio? Creio que não. Porque a esperança deve ser a última a perder-se. Sempre pensei assim e não me arrependo." "Quem tem estado no poder são os partidários dos mercados usurários, das troikas e do dinheiro acima de todos os valores. Têm o sentido de que o que conta é a austeridade e a pobreza das pessoas. As próprias pessoas que se lixem, para usar o termo que hoje alguns usam. Os valores não contam. A ética e o humanismo, que permaneceram depois da Segunda Guerra Mundial, hoje são motivo de riso dos tecnocratas, que enchem os bolsos e nada mais. Pois bem, isso vai ter de mudar ou a Europa cai no abismo e nada nos vale. Não creio que sejamos tão estúpidos que caiamos nesse abismo. Por isso, tenhamos esperança. E acreditemos nos nossos valores."
Nº Páginas: 336
Sinopse:
"A crise vai-se agravando. Sem remédio? Creio que não. Porque a esperança deve ser a última a perder-se. Sempre pensei assim e não me arrependo." "Quem tem estado no poder são os partidários dos mercados usurários, das troikas e do dinheiro acima de todos os valores. Têm o sentido de que o que conta é a austeridade e a pobreza das pessoas. As próprias pessoas que se lixem, para usar o termo que hoje alguns usam. Os valores não contam. A ética e o humanismo, que permaneceram depois da Segunda Guerra Mundial, hoje são motivo de riso dos tecnocratas, que enchem os bolsos e nada mais. Pois bem, isso vai ter de mudar ou a Europa cai no abismo e nada nos vale. Não creio que sejamos tão estúpidos que caiamos nesse abismo. Por isso, tenhamos esperança. E acreditemos nos nossos valores."
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Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 520
Sinopse:
Os fascistas de Franco apertam o cerco a Madrid. Vindos de diferentes pontos do mundo, homens aventureiros e apaixonados juntam-se aos republicanos em brigadas internacionais que crescem na luta pela defesa dos valores democráticos. Entre eles está André Malraux, e é com base na sua experiência como chefe de esquadrilha na frente republicana da Guerra Civil de Espanha que publica, em 1937, "A Esperança". Romance que toma partido, este é um livro amargo, relato de dor e derrota, mas também um testemunho inigualável de coragem, de companheirismo, de debate político e de um combate incansável pela liberdade. Uma das maiores obras jamais escritas sobre o drama espanhol de 1936-1939, a par de "Por Quem os Sinos Dobram", de Ernest Hemingway, ou "Homenagem à Catalunha", de George Orwell, "A Esperança" seria adaptada ao cinema pelo próprio Malraux e premiada em 1945 com o Louis-Delluc, "o Goncourt do cinema".
Nº Páginas: 520
Sinopse:
Os fascistas de Franco apertam o cerco a Madrid. Vindos de diferentes pontos do mundo, homens aventureiros e apaixonados juntam-se aos republicanos em brigadas internacionais que crescem na luta pela defesa dos valores democráticos. Entre eles está André Malraux, e é com base na sua experiência como chefe de esquadrilha na frente republicana da Guerra Civil de Espanha que publica, em 1937, "A Esperança". Romance que toma partido, este é um livro amargo, relato de dor e derrota, mas também um testemunho inigualável de coragem, de companheirismo, de debate político e de um combate incansável pela liberdade. Uma das maiores obras jamais escritas sobre o drama espanhol de 1936-1939, a par de "Por Quem os Sinos Dobram", de Ernest Hemingway, ou "Homenagem à Catalunha", de George Orwell, "A Esperança" seria adaptada ao cinema pelo próprio Malraux e premiada em 1945 com o Louis-Delluc, "o Goncourt do cinema".
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Edição: Jul 2021
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Durante décadas, o Magistrado dirigiu um pequeno povoado fronteiriço, esforçando-se por ignorar o conflito subterrâneo que opunha os bárbaros e o Império. Mas quando chegam o coronel Joll e o seu assistente, peritos em interrogatório enviados pela capital, o Magistrado deixa que uma irreprimível simpatia pelas vítimas tome conta de si e projecta um acto de quixotesca rebelião que acaba por transformá-lo num inimigo do Estado. Em À Espera dos Bárbaros, J. M. Coetzee criou uma comovente alegoria da estranha relação que se estabelece entre opressores e oprimidos, do universo desprovido de esperança daqueles que vivem em cumplicidade com regimes que tudo ignoram da justiça e da decência.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Durante décadas, o Magistrado dirigiu um pequeno povoado fronteiriço, esforçando-se por ignorar o conflito subterrâneo que opunha os bárbaros e o Império. Mas quando chegam o coronel Joll e o seu assistente, peritos em interrogatório enviados pela capital, o Magistrado deixa que uma irreprimível simpatia pelas vítimas tome conta de si e projecta um acto de quixotesca rebelião que acaba por transformá-lo num inimigo do Estado. Em À Espera dos Bárbaros, J. M. Coetzee criou uma comovente alegoria da estranha relação que se estabelece entre opressores e oprimidos, do universo desprovido de esperança daqueles que vivem em cumplicidade com regimes que tudo ignoram da justiça e da decência.
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Edição: Jul 2005
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Iniciadas com os 56 contos e 4 romances que constituem a saga Holmesiana, as "Obras Escolhidas de Conan Doyle" continuam, agora, com as demais narrativas de mistério, intriga e emoção produzidas pelo criador do grande detective, ao longo de uma carreira literária que se prolongou por cerca de cinquenta anos. Nesta segunda fase da colecção, são recolhidos, nas suas versões originais, as narrativas que mais contribuíram para o justo renome de Conan Doyle como hábil contador de histórias empolgantes que, desde o início, despertam o interesse do leitor e o mantêm até ao momento em que o enigma é desvendado, com perícia similar à que fez de Sherlock Holmes o mais conhecido e carismático detective de todos os tempos. Este segundo volume inclui um conto que permaneceu inédito, durante quase cem anos, e está ausente das colectâneas que, em todo o mundo, foram dedicadas às obras de Conan Doyle.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Iniciadas com os 56 contos e 4 romances que constituem a saga Holmesiana, as "Obras Escolhidas de Conan Doyle" continuam, agora, com as demais narrativas de mistério, intriga e emoção produzidas pelo criador do grande detective, ao longo de uma carreira literária que se prolongou por cerca de cinquenta anos. Nesta segunda fase da colecção, são recolhidos, nas suas versões originais, as narrativas que mais contribuíram para o justo renome de Conan Doyle como hábil contador de histórias empolgantes que, desde o início, despertam o interesse do leitor e o mantêm até ao momento em que o enigma é desvendado, com perícia similar à que fez de Sherlock Holmes o mais conhecido e carismático detective de todos os tempos. Este segundo volume inclui um conto que permaneceu inédito, durante quase cem anos, e está ausente das colectâneas que, em todo o mundo, foram dedicadas às obras de Conan Doyle.
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Edição: Mai 2024
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Os uigures, uma minoria predominantemente muçulmana da China ocidental, vivem numa prisão gigantesca, controlados pelas forças de segurança e por um sofisticado sistema de vigilância biométrico. Mais de um milhão de pessoas desapareceu nos campos de concentração chineses para as minorias muçulmanas. Tahir Hamut Izgil, um destacado intelectual e poeta, não desconhecia a perseguição. Depois de tentar viajar para o estrangeiro em 1996, a polícia torturou-o até ele confessar as acusações forjadas e enviou-o para um campo de trabalhos forçados, para "reeducação". Mas, mesmo após três anos no campo, ele nunca teria previsto a solução radical do governo chinês para a questão uigur, duas décadas depois. Em 2017, a perseguição do povo uigur pelo governo chinês assumiu proporções terríveis. Um por um, os amigos de Tahir foram desaparecendo. Tornou-se claro para ele e para a sua mulher que a fuga do país era a única esperança da família.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Os uigures, uma minoria predominantemente muçulmana da China ocidental, vivem numa prisão gigantesca, controlados pelas forças de segurança e por um sofisticado sistema de vigilância biométrico. Mais de um milhão de pessoas desapareceu nos campos de concentração chineses para as minorias muçulmanas. Tahir Hamut Izgil, um destacado intelectual e poeta, não desconhecia a perseguição. Depois de tentar viajar para o estrangeiro em 1996, a polícia torturou-o até ele confessar as acusações forjadas e enviou-o para um campo de trabalhos forçados, para "reeducação". Mas, mesmo após três anos no campo, ele nunca teria previsto a solução radical do governo chinês para a questão uigur, duas décadas depois. Em 2017, a perseguição do povo uigur pelo governo chinês assumiu proporções terríveis. Um por um, os amigos de Tahir foram desaparecendo. Tornou-se claro para ele e para a sua mulher que a fuga do país era a única esperança da família.
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Edição: Out 2012
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Um desgosto avassalador leva um lisboeta a refugiar-se numa enseada perdida dos Açores para cumprir um velho sonho: avistar baleias. Enquanto espera pela chegada dos gigantes marinhos, ocupa os dias naquele lugar dominado pelo ruído do oceano a tentar reencontrar-se e a escrever cartas para o seu melhor amigo, contando-lhe o fio dos seus dias no exílio, mas também para destinatários tão improváveis como o Instituto Nacional de Estatística, o boxeur português com mais derrotas acumuladas ou um guru de auto-ajuda de sucesso planetário. À medida que o tempo passa, consegue vencer a solidão absoluta que impôs a si próprio e estabelece contacto com os seus poucos vizinhos, como um alemão bem-humorado, que todos os dias sai sozinho para o mar, e um casal de reformados oriundo do continente, que recebe cartas do filho dos mais variados lugares do mundo. Depressa descobre que, naquela enseada, todos têm qualquer coisa a esconder e nada é exactamente o que parece. "À Espera de Moby Dick" é um romance grandioso e envolvente que nos fala do amor, da perda e da extraordinária capacidade de regeneração do ser humano perante as maiores adversidades.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Um desgosto avassalador leva um lisboeta a refugiar-se numa enseada perdida dos Açores para cumprir um velho sonho: avistar baleias. Enquanto espera pela chegada dos gigantes marinhos, ocupa os dias naquele lugar dominado pelo ruído do oceano a tentar reencontrar-se e a escrever cartas para o seu melhor amigo, contando-lhe o fio dos seus dias no exílio, mas também para destinatários tão improváveis como o Instituto Nacional de Estatística, o boxeur português com mais derrotas acumuladas ou um guru de auto-ajuda de sucesso planetário. À medida que o tempo passa, consegue vencer a solidão absoluta que impôs a si próprio e estabelece contacto com os seus poucos vizinhos, como um alemão bem-humorado, que todos os dias sai sozinho para o mar, e um casal de reformados oriundo do continente, que recebe cartas do filho dos mais variados lugares do mundo. Depressa descobre que, naquela enseada, todos têm qualquer coisa a esconder e nada é exactamente o que parece. "À Espera de Moby Dick" é um romance grandioso e envolvente que nos fala do amor, da perda e da extraordinária capacidade de regeneração do ser humano perante as maiores adversidades.
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Edição: Ago 2020
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Manhã do dia 6 de Junho de 2001. Fernando da Cruz, 24 anos, despede-se dos pais e mete-se no carro com destino ao local de trabalho, localizado a menos de uma hora de distância de casa. Quando tornam a ver o filho, quatro dias depois, já ele está a ser preparado para o funeral. Suicídio, aprontam-se a dizer as autoridades, mas Fernanda, a mãe, não aceita a conclusão e, rapidamente, enceta uma investigação por contra própria para apurar a verdade por detrás da morte do único filho. Contra a lentidão da Justiça, Fernanda espera, luta e resiste a uma inesperada e assustadora conspiração arquitectada por funcionários do Estado. Este é o primeiro livro da jornalista Cláudia Rodrigues. Baseado em factos e personagens reais.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Manhã do dia 6 de Junho de 2001. Fernando da Cruz, 24 anos, despede-se dos pais e mete-se no carro com destino ao local de trabalho, localizado a menos de uma hora de distância de casa. Quando tornam a ver o filho, quatro dias depois, já ele está a ser preparado para o funeral. Suicídio, aprontam-se a dizer as autoridades, mas Fernanda, a mãe, não aceita a conclusão e, rapidamente, enceta uma investigação por contra própria para apurar a verdade por detrás da morte do único filho. Contra a lentidão da Justiça, Fernanda espera, luta e resiste a uma inesperada e assustadora conspiração arquitectada por funcionários do Estado. Este é o primeiro livro da jornalista Cláudia Rodrigues. Baseado em factos e personagens reais.
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Edição: Out 2010
Nº Páginas: 174
Sinopse:
Numa pequena cidade da Riviera, que conhece um rápido desenvolvimento económico, começa a falar-se de turismo. Por isso, é inevitável que o mercado imobiliário cresça e o cimento se espalhe de um modo febril e desordenado. Quinto Anfossi, um intelectual que leva uma vida económica e espiritual muito recolhida, fica fascinado pelo novo espírito que parece ter invadido a Itália, pela energia vital que emana dos construtores e dos homens de negócios, indivíduos que, aos seus olhos representam o homem novo. Esmagado pelos impostos que, pela morte do seu pai, pesam sobre a propriedade da família, transforma-se em empresário imobiliário, seduzido, mais do que pelo dinheiro, por aquilo que interpreta como o novo espírito dos tempos. Para isso associa-se a um certo Pietro Caisotti, um homem rústico e ignorante que conseguiu já fazer uma pequena fortuna. À medida que o tempo passa, o negócio torna-se mais complicado do que parecia e, depois de muitas vicissitudes legais e burocráticas que levam inclusive à ruptura com o seu irmão, Quinto, cada vez mais preso nas areias movediças da sua relação de negócios com Caisotti, decide chegar a um acordo com o empresário do qual o limitado e vulgar Caisotti sai obviamente vencedor.
Nº Páginas: 174
Sinopse:
Numa pequena cidade da Riviera, que conhece um rápido desenvolvimento económico, começa a falar-se de turismo. Por isso, é inevitável que o mercado imobiliário cresça e o cimento se espalhe de um modo febril e desordenado. Quinto Anfossi, um intelectual que leva uma vida económica e espiritual muito recolhida, fica fascinado pelo novo espírito que parece ter invadido a Itália, pela energia vital que emana dos construtores e dos homens de negócios, indivíduos que, aos seus olhos representam o homem novo. Esmagado pelos impostos que, pela morte do seu pai, pesam sobre a propriedade da família, transforma-se em empresário imobiliário, seduzido, mais do que pelo dinheiro, por aquilo que interpreta como o novo espírito dos tempos. Para isso associa-se a um certo Pietro Caisotti, um homem rústico e ignorante que conseguiu já fazer uma pequena fortuna. À medida que o tempo passa, o negócio torna-se mais complicado do que parecia e, depois de muitas vicissitudes legais e burocráticas que levam inclusive à ruptura com o seu irmão, Quinto, cada vez mais preso nas areias movediças da sua relação de negócios com Caisotti, decide chegar a um acordo com o empresário do qual o limitado e vulgar Caisotti sai obviamente vencedor.
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