25001 produtos
Ordenar por:
25001 produtos
Edição: Out 2007
Nº Páginas: 354
Sinopse:
«Creio que Debaixo do Vulcão poderá ser um livro realmente bom: poderá sê-lo, é a ameaça que faço, afirmou Malcolm Lowry numa das primeiras cartas que escreveu ao seu agente literário Harold Matson, em Julho de 1940. Lowry acabara de se instalar numa cabana na praia de Dollerton, perto de Vancouver, na Colúmbia Britânica, e trabalhava numa nova versão do romance que tinha concebido e escrito pela primeira vez no México, país a que havia chegado no Dia dos Mortos de 1936. De início o romance foi descaradamente autobiográfico, fruto e reflexo do México e das experiências que aí teve, desde os decadentes jardins de Cuernavaca e as cantinas onde podia afogar-se em mescal apenas por alguns pesos, até ao terrível episódio da prisão e ao delirium tremens em Oaxaca, depois de ter sido abandonado pela mulher. Uma descida aos infernos fielmente registada no primeiro Manuscrito, porque mesmo nos seus piores momentos, Lowry nunca renunciou a escrever, a reflectir sobre o papel a incrível realidade. “Podia dizer-se que era como um registador,” afirmou o escritor e poeta americano Conrad Aiken, que visitou Lowry durante a sua estada em Cuernavaca, declarando depois que “o romance estava essencialmente pronto em Julho de 1937” e concluindo que “o livro iria ser reescrito durante os próximos nove anos”. Não é de estranhar, dado o seu génio para a linguagem, que se convertesse nesse milagre da prosa inglesa que, em minha opinião, é o seu melhor conseguimento. Efectivamente, no seu paraíso privado de Dollerton “entre o bosque e o mar”, Lowry reescreveu uma e outra vez o Manuscrito, construindo o seu romance como quem compõe uma sinfonia, introduzindo novas formas e desenvolvendo as existentes num jogo contrapontístico de secretas correspondências e sugestivas alusões poéticas. Ao fim de nove anos, a sua experiência mexicana havia-se transformado num monumento barroco de profundas ressonâncias simbólicas (…).» Carmen Virgili «O sentido do passado, da dor, da morte: estes são factores intrínsecos ao México. Mas apesar disso, os mexicanos são o povo mais alegre do mundo, capaz de transformar qualquer acontecimento, incluindo o Dia dos Mortos, numa festa. Riem-se da morte, o que não quer dizer que não a levem a sério. É talvez por possuírem um profundo sentimento trágico da vida que a alegria e a festa estão sempre presentes: a sua atitude é o melhor testemunho da dignidade do homem. A morte, derrotada pelo renascimento, é ora trágica ora cómica.» Malcolm Lowry, em United Nations World, Junho de 1950
Nº Páginas: 354
Sinopse:
«Creio que Debaixo do Vulcão poderá ser um livro realmente bom: poderá sê-lo, é a ameaça que faço, afirmou Malcolm Lowry numa das primeiras cartas que escreveu ao seu agente literário Harold Matson, em Julho de 1940. Lowry acabara de se instalar numa cabana na praia de Dollerton, perto de Vancouver, na Colúmbia Britânica, e trabalhava numa nova versão do romance que tinha concebido e escrito pela primeira vez no México, país a que havia chegado no Dia dos Mortos de 1936. De início o romance foi descaradamente autobiográfico, fruto e reflexo do México e das experiências que aí teve, desde os decadentes jardins de Cuernavaca e as cantinas onde podia afogar-se em mescal apenas por alguns pesos, até ao terrível episódio da prisão e ao delirium tremens em Oaxaca, depois de ter sido abandonado pela mulher. Uma descida aos infernos fielmente registada no primeiro Manuscrito, porque mesmo nos seus piores momentos, Lowry nunca renunciou a escrever, a reflectir sobre o papel a incrível realidade. “Podia dizer-se que era como um registador,” afirmou o escritor e poeta americano Conrad Aiken, que visitou Lowry durante a sua estada em Cuernavaca, declarando depois que “o romance estava essencialmente pronto em Julho de 1937” e concluindo que “o livro iria ser reescrito durante os próximos nove anos”. Não é de estranhar, dado o seu génio para a linguagem, que se convertesse nesse milagre da prosa inglesa que, em minha opinião, é o seu melhor conseguimento. Efectivamente, no seu paraíso privado de Dollerton “entre o bosque e o mar”, Lowry reescreveu uma e outra vez o Manuscrito, construindo o seu romance como quem compõe uma sinfonia, introduzindo novas formas e desenvolvendo as existentes num jogo contrapontístico de secretas correspondências e sugestivas alusões poéticas. Ao fim de nove anos, a sua experiência mexicana havia-se transformado num monumento barroco de profundas ressonâncias simbólicas (…).» Carmen Virgili «O sentido do passado, da dor, da morte: estes são factores intrínsecos ao México. Mas apesar disso, os mexicanos são o povo mais alegre do mundo, capaz de transformar qualquer acontecimento, incluindo o Dia dos Mortos, numa festa. Riem-se da morte, o que não quer dizer que não a levem a sério. É talvez por possuírem um profundo sentimento trágico da vida que a alegria e a festa estão sempre presentes: a sua atitude é o melhor testemunho da dignidade do homem. A morte, derrotada pelo renascimento, é ora trágica ora cómica.» Malcolm Lowry, em United Nations World, Junho de 1950
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/debaixo-do-vulcao-de-malcolm-lowry-5125997');
});">
Edição: Dez 2012
Nº Páginas: 280
Sinopse:
"A Aventura no Rio", da famosa autora Enid Blyton, é o quinto volume da aclamada "Coleção Aventura". A história acompanha as quatro crianças — Jack, Philip, Dinah e Lucy-Ann — e o papagaio Kiki numa emocionante viagem de barco pelo rio, onde acabam por se envolver na resolução de um mistério perigoso, sem a ajuda de adultos.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
"A Aventura no Rio", da famosa autora Enid Blyton, é o quinto volume da aclamada "Coleção Aventura". A história acompanha as quatro crianças — Jack, Philip, Dinah e Lucy-Ann — e o papagaio Kiki numa emocionante viagem de barco pelo rio, onde acabam por se envolver na resolução de um mistério perigoso, sem a ajuda de adultos.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/a-aventura-no-rio-de-enid-blyton-5020181');
});">
Edição: Fev 2012
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Música de Câmara (Chamber Music), publicado em 1907, é a estreia literária de James Joyce, composto por 36 poemas líricos que narram a evolução de um romance, do encontro amoroso à solidão. Com estilo inspirado na poesia elisabetana e forte ritmo musical, a obra explora temas como amor, traição e desejo.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Música de Câmara (Chamber Music), publicado em 1907, é a estreia literária de James Joyce, composto por 36 poemas líricos que narram a evolução de um romance, do encontro amoroso à solidão. Com estilo inspirado na poesia elisabetana e forte ritmo musical, a obra explora temas como amor, traição e desejo.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/musica-de-camara-de-james-joyce-4885174');
});">
Edição: Jun 2011
Nº Páginas: 160
Sinopse:
«A obra humorística da época de juventude de Duchamp não faz parte da sua obra mais conhecida. José Gil analisa-a com os instrumentos de uma análise imanente, de modo a mostrar os modos de produção e os regimes do humor (as oscilações entre o cómico, o ridículo e o patético), incidindo sobretudo na articulação entre a “cena visual” e a linguagem, as legendas que acompanham os desenhos. O ensaio de Ana Godinho, por sua vez, tem como horizonte — ambicioso e vastíssimo, diga-se de passagem — uma interpretação geral dos objectos a que Duchamp chamou ready-mades.»
Nº Páginas: 160
Sinopse:
«A obra humorística da época de juventude de Duchamp não faz parte da sua obra mais conhecida. José Gil analisa-a com os instrumentos de uma análise imanente, de modo a mostrar os modos de produção e os regimes do humor (as oscilações entre o cómico, o ridículo e o patético), incidindo sobretudo na articulação entre a “cena visual” e a linguagem, as legendas que acompanham os desenhos. O ensaio de Ana Godinho, por sua vez, tem como horizonte — ambicioso e vastíssimo, diga-se de passagem — uma interpretação geral dos objectos a que Duchamp chamou ready-mades.»
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/o-humor-e-a-logica-dos-objectos-de-duchamp-4866102');
});">
Edição: Nov 2011
Nº Páginas: 224
Sinopse:
?«Possuo os gostos mais simples», comentou certa vez Oscar Wilde, «fico sempre satisfeito com o melhor.» Neste livro, os leitores irão encontrar uma selecção de comentários de Oscar Wilde sobre arte, natureza humana, moral, sociedade, política, história e vários outros temas. Epigramas, aforismos e citações — retirados das várias peças de Wilde, dos seus ensaios, romances e ainda de conversas, artigos e cartas — configuram um pensamento sofisticado sob uma aparência paradoxal, divertida ou provocadora. Como escreveu J. L. Borges: «Lendo e relendo Wilde ao longo dos anos, reparo num facto de que os seus admiradores não parecem sequer ter suspeitado: o facto comprovado e elementar de que Wilde quase sempre tem razão (…) Oscar Wilde é um desses escritores privilegiados que existem sem necessitarem de aprovação dos críticos, nem sequer dos leitores. O prazer que retiramos da sua companhia é irresistível e constante.»
Nº Páginas: 224
Sinopse:
?«Possuo os gostos mais simples», comentou certa vez Oscar Wilde, «fico sempre satisfeito com o melhor.» Neste livro, os leitores irão encontrar uma selecção de comentários de Oscar Wilde sobre arte, natureza humana, moral, sociedade, política, história e vários outros temas. Epigramas, aforismos e citações — retirados das várias peças de Wilde, dos seus ensaios, romances e ainda de conversas, artigos e cartas — configuram um pensamento sofisticado sob uma aparência paradoxal, divertida ou provocadora. Como escreveu J. L. Borges: «Lendo e relendo Wilde ao longo dos anos, reparo num facto de que os seus admiradores não parecem sequer ter suspeitado: o facto comprovado e elementar de que Wilde quase sempre tem razão (…) Oscar Wilde é um desses escritores privilegiados que existem sem necessitarem de aprovação dos críticos, nem sequer dos leitores. O prazer que retiramos da sua companhia é irresistível e constante.»
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/pensamentos-de-oscar-wilde-4856902');
});">
Edição: Out 2008
Nº Páginas: 196
Sinopse:
Reúnem-se aqui seis dos melhores contos de Tolstói. Os dois primeiros são sombrias parábolas sobre as tentações carnais. Em «O Diabo» (1889-90), um jovem não consegue resistir a uma bela camponesa com quem tivera um caso antes de se casar. Por sua vez, «O Padre Sérgui» retrata a vida de um soldado que, para resistir às tentações, se torna monge e, mais tarde, pedinte. Dos restantes contos, destaca-se «Depois do Baile» que é, nas palavras de George Steiner, um «conto formidável», um «exemplo em que a técnica e a metafísica se tornaram inseparáveis», pois no «vocabulário de Tolstói, um baile tem ressonâncias ambíguas, é ao mesmo tempo uma ocasião de graça e elegância e um símbolo de consumada artificialidade».
Nº Páginas: 196
Sinopse:
Reúnem-se aqui seis dos melhores contos de Tolstói. Os dois primeiros são sombrias parábolas sobre as tentações carnais. Em «O Diabo» (1889-90), um jovem não consegue resistir a uma bela camponesa com quem tivera um caso antes de se casar. Por sua vez, «O Padre Sérgui» retrata a vida de um soldado que, para resistir às tentações, se torna monge e, mais tarde, pedinte. Dos restantes contos, destaca-se «Depois do Baile» que é, nas palavras de George Steiner, um «conto formidável», um «exemplo em que a técnica e a metafísica se tornaram inseparáveis», pois no «vocabulário de Tolstói, um baile tem ressonâncias ambíguas, é ao mesmo tempo uma ocasião de graça e elegância e um símbolo de consumada artificialidade».
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/o-diabo-e-outros-contos-de-lev-tolstoi-4845952');
});">
Edição: Out 2007
Nº Páginas: 120
Sinopse:
A Sonata de Kreutzer, escrita em 1889 é, com A Morte de Ivan Ilitch, uma das mais importante novelas de Tolstói. «A Sonata de Kreutzer é uma obra-prima de estética magnificamente realizada que nos ensina a desprezar essa mestria e esse conseguimento: é essa a sua enganadora estratégia.» Gary Saul Morson «Misteriosa, a proximidade de Tolstói com o leitor é de todo desconcertante em A Sonata de Kreutzer.» Harold Bloom «Quando [Tolstói] voltou de novo à arte da novela, a sua imaginação tinha adquirido o obscuro fervor da sua filosofia. A Morte de Ivan Ilitch e A Sonata de Kreutzer são obras-primas, mas obras-primas de um género singular; a sua terrível intensidade não resulta da predominância da visão imaginativa, mas da sua concentração; possuem, como as figuras reduzidas das pinturas de Bosch, violentas energias comprimidas.» George Steiner
Nº Páginas: 120
Sinopse:
A Sonata de Kreutzer, escrita em 1889 é, com A Morte de Ivan Ilitch, uma das mais importante novelas de Tolstói. «A Sonata de Kreutzer é uma obra-prima de estética magnificamente realizada que nos ensina a desprezar essa mestria e esse conseguimento: é essa a sua enganadora estratégia.» Gary Saul Morson «Misteriosa, a proximidade de Tolstói com o leitor é de todo desconcertante em A Sonata de Kreutzer.» Harold Bloom «Quando [Tolstói] voltou de novo à arte da novela, a sua imaginação tinha adquirido o obscuro fervor da sua filosofia. A Morte de Ivan Ilitch e A Sonata de Kreutzer são obras-primas, mas obras-primas de um género singular; a sua terrível intensidade não resulta da predominância da visão imaginativa, mas da sua concentração; possuem, como as figuras reduzidas das pinturas de Bosch, violentas energias comprimidas.» George Steiner
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/a-sonata-de-kreutzer-de-lev-tolstoi-4845937');
});">
Edição: Abr 2000
Nº Páginas: 192
Sinopse:
«Saber mais coisas é ver mais coisas, sentir melhor, intuir melhor. É juntar à linearidade dos factos as dúzias de facetas que realmente lhes pertencem, olhar em muitos planos e na intersecção de muitos fios, com a riqueza composta que têm os olhos incríveis da mosca. Ou é preciso que o camarão minúsculo de que se alimentam as baleias seja uma interessante perspectiva no respeitante à confecção do creme de marisco para que a Antárctida se torne fascinante? Todos sabíamos como era magnífica a fermentação das uvas muito antes de se falar em biotecnologia. Estas histórias são radicalmente deslumbradas.»
Nº Páginas: 192
Sinopse:
«Saber mais coisas é ver mais coisas, sentir melhor, intuir melhor. É juntar à linearidade dos factos as dúzias de facetas que realmente lhes pertencem, olhar em muitos planos e na intersecção de muitos fios, com a riqueza composta que têm os olhos incríveis da mosca. Ou é preciso que o camarão minúsculo de que se alimentam as baleias seja uma interessante perspectiva no respeitante à confecção do creme de marisco para que a Antárctida se torne fascinante? Todos sabíamos como era magnífica a fermentação das uvas muito antes de se falar em biotecnologia. Estas histórias são radicalmente deslumbradas.»
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/historias-naturais-de-clara-pinto-correia-4845687');
});">
Edição: Abr 1997
Nº Páginas: 262
Sinopse:
«Apenas dois animais entraram no lar humano noutra qualidade que não a de prisioneiros, e foram domesticados por outros meios que não a servidão forçada: são eles o cão e o gato. Ambos partilham duas características, a saber, ambos pertencem à ordem dos carnívoros e ambos servem o homem na sua qualidade de caçadores. Em tudo o resto, e antes de mais na forma como se associam ao homem, eles são tão diferentes um do outro como a noite do dia. Não há animal doméstico que tenha alterado tão radicalmente todo o seu modo de vida, até mesmo toda a sua esfera de interesses, que se tenha tornado doméstico duma forma tão genuína como o cão; e não há animal que, no decurso da sua associação secular com o homem, tenha mudado tão pouco como o gato.»
Nº Páginas: 262
Sinopse:
«Apenas dois animais entraram no lar humano noutra qualidade que não a de prisioneiros, e foram domesticados por outros meios que não a servidão forçada: são eles o cão e o gato. Ambos partilham duas características, a saber, ambos pertencem à ordem dos carnívoros e ambos servem o homem na sua qualidade de caçadores. Em tudo o resto, e antes de mais na forma como se associam ao homem, eles são tão diferentes um do outro como a noite do dia. Não há animal doméstico que tenha alterado tão radicalmente todo o seu modo de vida, até mesmo toda a sua esfera de interesses, que se tenha tornado doméstico duma forma tão genuína como o cão; e não há animal que, no decurso da sua associação secular com o homem, tenha mudado tão pouco como o gato.»
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/e-o-homem-encontrou-o-cao-de-konrad-lorenz-4845653');
});">
Edição: Jan 2007
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Sobre os Sonhos é a versão mais concisa, sem com isso perder o rigor, que Sigmund Freud fez da sua melhor obra (palavras do autor), A Interpretação dos Sonhos. Com este livro, Freud pretendeu dar ao público uma edição excepcionalmente clara da sua teoria dos sonhos, oferecendo aos leitores uma explicação de como funcionam e de qual é o papel que neles têm o desejo, os mecanismos de censura e o recalcamento. Também os sonhos das crianças, com a criatividade que lhes é inerente, são analisados neste Sobre os Sonhos, permitindo-nos reconhecer estruturas mentais que levamos para a idade adulta. Aqui, irá encontrar tudo aquilo que precisa de saber sobre como analisar os sonhos e as formas como estes transfiguram coisas e pessoas para que possa ter consciência dos desejos reprimidos e conseguir perceber melhor a sua mente. E, como não poderia deixar de ser, Freud não deixa de fora a sexualidade, realçando o erotismo que palpita nos nossos sonhos, nem a delicada arte de interpretar os símbolos oníricos.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Sobre os Sonhos é a versão mais concisa, sem com isso perder o rigor, que Sigmund Freud fez da sua melhor obra (palavras do autor), A Interpretação dos Sonhos. Com este livro, Freud pretendeu dar ao público uma edição excepcionalmente clara da sua teoria dos sonhos, oferecendo aos leitores uma explicação de como funcionam e de qual é o papel que neles têm o desejo, os mecanismos de censura e o recalcamento. Também os sonhos das crianças, com a criatividade que lhes é inerente, são analisados neste Sobre os Sonhos, permitindo-nos reconhecer estruturas mentais que levamos para a idade adulta. Aqui, irá encontrar tudo aquilo que precisa de saber sobre como analisar os sonhos e as formas como estes transfiguram coisas e pessoas para que possa ter consciência dos desejos reprimidos e conseguir perceber melhor a sua mente. E, como não poderia deixar de ser, Freud não deixa de fora a sexualidade, realçando o erotismo que palpita nos nossos sonhos, nem a delicada arte de interpretar os símbolos oníricos.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/sobre-os-sonhos-de-sigmund-freud-4845513');
});">
Edição: Abr 2001
Nº Páginas: 336
Sinopse:
«Tchékhov escrevia livros tristes para pessoas alegres; quero dizer com isto que só um leitor com sentido de humor será capaz de sentir a fundo a tristeza deles. Há escritores que emitem um som intermédio entre o riso abafado e o bocejo — muitos deles, a propósito, são humoristas profissionais. A outros, por exemplo a Dickens, sai uma coisa intermédia da risada e do soluço. Existe também uma variedade horrível de humor utilizada de propósito pelo autor para dar um escape puramente técnico depois de uma tempestuosa cena trágica, mas o truque nada tem a ver com a verdadeira literatura. O humor de Tchékhov é alheio a isso tudo; é um humor puramente tchekhoviano. O mundo, para ele, é cómico e triste ao mesmo tempo, e sem repararmos na sua comicidade não compreenderemos a sua tristeza, porque são inseparáveis.»
Nº Páginas: 336
Sinopse:
«Tchékhov escrevia livros tristes para pessoas alegres; quero dizer com isto que só um leitor com sentido de humor será capaz de sentir a fundo a tristeza deles. Há escritores que emitem um som intermédio entre o riso abafado e o bocejo — muitos deles, a propósito, são humoristas profissionais. A outros, por exemplo a Dickens, sai uma coisa intermédia da risada e do soluço. Existe também uma variedade horrível de humor utilizada de propósito pelo autor para dar um escape puramente técnico depois de uma tempestuosa cena trágica, mas o truque nada tem a ver com a verdadeira literatura. O humor de Tchékhov é alheio a isso tudo; é um humor puramente tchekhoviano. O mundo, para ele, é cómico e triste ao mesmo tempo, e sem repararmos na sua comicidade não compreenderemos a sua tristeza, porque são inseparáveis.»
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/contos-de-tchekhov-volume-ii-de-anton-tchekhov-4845509');
});">
Edição: Ago 2009
Nº Páginas: 200
Sinopse:
"Violência: Seis Reflexões Laterais", de Slavoj Žižek, analisa as raízes ocultas da violência moderna, distinguindo a violência visível (subjetiva) da violência sistêmica (objetiva/estrutural) inerente à linguagem, economia e política. O autor argumenta que a nossa obsessão com a violência direta encobre as causas estruturais que geram conflitos no capitalismo global.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
"Violência: Seis Reflexões Laterais", de Slavoj Žižek, analisa as raízes ocultas da violência moderna, distinguindo a violência visível (subjetiva) da violência sistêmica (objetiva/estrutural) inerente à linguagem, economia e política. O autor argumenta que a nossa obsessão com a violência direta encobre as causas estruturais que geram conflitos no capitalismo global.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/violencia-de-slavoj-zizek-4845505');
});">
Edição: Abr 2001
Nº Páginas: 330
Sinopse:
«Tchékhov escrevia livros tristes para pessoas alegres; quero dizer com isto que só um leitor com sentido de humor será capaz de sentir a fundo a tristeza deles. Há escritores que emitem um som intermédio entre o riso abafado e o bocejo — muitos deles, a propósito, são humoristas profissionais. A outros, por exemplo a Dickens, sai uma coisa intermédia da risada e do soluço. Existe também uma variedade horrível de humor utilizada de propósito pelo autor para dar um escape puramente técnico depois de uma tempestuosa cena trágica, mas o truque nada tem a ver com a verdadeira literatura. O humor de Tchékhov é alheio a isso tudo; é um humor puramente tchekhoviano. O mundo, para ele, é cómico e triste ao mesmo tempo, e sem repararmos na sua comicidade não compreenderemos a sua tristeza, porque são inseparáveis.»
Nº Páginas: 330
Sinopse:
«Tchékhov escrevia livros tristes para pessoas alegres; quero dizer com isto que só um leitor com sentido de humor será capaz de sentir a fundo a tristeza deles. Há escritores que emitem um som intermédio entre o riso abafado e o bocejo — muitos deles, a propósito, são humoristas profissionais. A outros, por exemplo a Dickens, sai uma coisa intermédia da risada e do soluço. Existe também uma variedade horrível de humor utilizada de propósito pelo autor para dar um escape puramente técnico depois de uma tempestuosa cena trágica, mas o truque nada tem a ver com a verdadeira literatura. O humor de Tchékhov é alheio a isso tudo; é um humor puramente tchekhoviano. O mundo, para ele, é cómico e triste ao mesmo tempo, e sem repararmos na sua comicidade não compreenderemos a sua tristeza, porque são inseparáveis.»
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/contos-de-tchekhov-volume-i-de-anton-tchekhov-4845501');
});">
Edição: Jun 2011
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"O Olhar da Mente" (The Mind's Eye), de Oliver Sacks, explora a capacidade humana de adaptação através de relatos de pessoas que perderam funções visuais ou cognitivas essenciais, como a leitura, o reconhecimento de rostos ou a visão tridimensional. Sacks analisa como pacientes com lesões cerebrais reimaginam o mundo.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"O Olhar da Mente" (The Mind's Eye), de Oliver Sacks, explora a capacidade humana de adaptação através de relatos de pessoas que perderam funções visuais ou cognitivas essenciais, como a leitura, o reconhecimento de rostos ou a visão tridimensional. Sacks analisa como pacientes com lesões cerebrais reimaginam o mundo.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/o-olhar-da-mente-de-oliver-sacks-4845340');
});">
Edição: Abr 2003
Nº Páginas: 544
Sinopse:
«Apesar de curto, o período abrangido por este volume foi surpreendente. Não pelo que já se esperava, a mudança de século e de milénio, mas, evidentemente, por ra~zões inesperadas. Sejam acontecimentos graves à escala mundial, como os atentados terroristas de Nova Iorque de Setembro de 2001 e a chamada guerra do Iraque de 2003, sejam factos inéditos à nossa dimensão, como a fuga de António Guterres e a estranga demissão do Governo em resultado das eleições municipais. A destruição de Timor pelos indonésios e o seu renascimento independente cabem por inteiro neste período. Tal como a derrota das esquerdas (...) e a correspondente vitória das direitas. A entrada em vigor definitiva do euro foi igualmente facto relevante. Assim como, por razões negativas, a sucessão e a duração de processos judicionais de excepcional impacto na opinião pública (...)»
Nº Páginas: 544
Sinopse:
«Apesar de curto, o período abrangido por este volume foi surpreendente. Não pelo que já se esperava, a mudança de século e de milénio, mas, evidentemente, por ra~zões inesperadas. Sejam acontecimentos graves à escala mundial, como os atentados terroristas de Nova Iorque de Setembro de 2001 e a chamada guerra do Iraque de 2003, sejam factos inéditos à nossa dimensão, como a fuga de António Guterres e a estranga demissão do Governo em resultado das eleições municipais. A destruição de Timor pelos indonésios e o seu renascimento independente cabem por inteiro neste período. Tal como a derrota das esquerdas (...) e a correspondente vitória das direitas. A entrada em vigor definitiva do euro foi igualmente facto relevante. Assim como, por razões negativas, a sucessão e a duração de processos judicionais de excepcional impacto na opinião pública (...)»
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/novos-retratos-do-meu-pais-de-antonio-barreto-4845259');
});">
Edição: Mai 2010
Nº Páginas: 536
Sinopse:
"Folhas de Erva" (Leaves of Grass), de Walt Whitman, é uma obra monumental da poesia americana que celebra a democracia, o corpo, a natureza e a conexão universal. Publicado inicialmente em 1855 e ampliado ao longo da vida do autor, o livro introduziu o verso livre e uma voz poética direta, afirmativa e profundamente humanista.
Nº Páginas: 536
Sinopse:
"Folhas de Erva" (Leaves of Grass), de Walt Whitman, é uma obra monumental da poesia americana que celebra a democracia, o corpo, a natureza e a conexão universal. Publicado inicialmente em 1855 e ampliado ao longo da vida do autor, o livro introduziu o verso livre e uma voz poética direta, afirmativa e profundamente humanista.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/folhas-de-erva-de-walt-whitman-4844850');
});">
Edição: Jan 2007
Nº Páginas: 300
Sinopse:
Tem tradução e prefácio de Maria Gabriela Llansol. A obra foi publicada em 1963 e pode ser considerada uma longa reflexão amorosa. O primeiro poema tem por título «Onde a mulher é secreta / O homem é inútil».
Nº Páginas: 300
Sinopse:
Tem tradução e prefácio de Maria Gabriela Llansol. A obra foi publicada em 1963 e pode ser considerada uma longa reflexão amorosa. O primeiro poema tem por título «Onde a mulher é secreta / O homem é inútil».
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/ultimos-poemas-de-amor-de-paul-eluard-4844821');
});">
Edição: Nov 2008
Nº Páginas: 330
Sinopse:
"O Amante de Lady Chatterley" (1928), de D. H. Lawrence, é um romance clássico e controverso sobre a paixão proibida entre Constance Chatterley, uma mulher aristocrática infeliz, e Oliver Mellors, o guarda-caça de seu marido paralisado, Clifford. O livro explora temas de desejo, sexualidade e luta de classes.
Nº Páginas: 330
Sinopse:
"O Amante de Lady Chatterley" (1928), de D. H. Lawrence, é um romance clássico e controverso sobre a paixão proibida entre Constance Chatterley, uma mulher aristocrática infeliz, e Oliver Mellors, o guarda-caça de seu marido paralisado, Clifford. O livro explora temas de desejo, sexualidade e luta de classes.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/o-amante-de-lady-chatterley-de-d-h-lawrence-4844284');
});">
Edição: Abr 1997
Nº Páginas: 274
Sinopse:
"Belos Vencidos" de Leonard Cohen é um romance experimental e erótico que narra um triângulo amoroso caótico e metafísico, envolvendo um narrador sem nome, sua esposa Edith e o mentor F. Misturando humor, espiritualidade e sátira, a trama explora a dor, o desejo e a obsessão pela santa mohawk Catherine Tekakwith
Nº Páginas: 274
Sinopse:
"Belos Vencidos" de Leonard Cohen é um romance experimental e erótico que narra um triângulo amoroso caótico e metafísico, envolvendo um narrador sem nome, sua esposa Edith e o mentor F. Misturando humor, espiritualidade e sátira, a trama explora a dor, o desejo e a obsessão pela santa mohawk Catherine Tekakwith
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/belos-vencidos-de-leonard-cohen-4844217');
});">
Edição: Abr 1991
Nº Páginas: 320
Sinopse:
"Terna é a Noite" (1934), de F. Scott Fitzgerald, narra a trágica ascensão e queda de Dick Diver, um psiquiatra brilhante, e a sua esposa, Nicole, na Riviera Francesa dos anos 20. A obra, com fortes traços autobiográficos, explora a desintegração do casamento e da carreira de Dick devido à riqueza e doença mental de Nicole.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
"Terna é a Noite" (1934), de F. Scott Fitzgerald, narra a trágica ascensão e queda de Dick Diver, um psiquiatra brilhante, e a sua esposa, Nicole, na Riviera Francesa dos anos 20. A obra, com fortes traços autobiográficos, explora a desintegração do casamento e da carreira de Dick devido à riqueza e doença mental de Nicole.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/terna-e-a-noite-de-f-scott-fitzgerald-4844192');
});">
Edição: Dez 2007
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Aprendizagem À beira de um precipício, de cabeça para baixo, pelo seu mais ilustre professor agarrado somente pelos pés, eis que o aprendiz repete, assustado, a lição da manhã. O perigo Nada é tão perigoso como teres cumprido todos os teus deveres do dia e ainda ser manhã, teres cumprido todos os teus deveres na vida e ainda não estares morto. Uma razão para o fazeres Se não acorreres ao local, nunca poderás saber se quem grita por socorro o quer receber ou dar.
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Aprendizagem À beira de um precipício, de cabeça para baixo, pelo seu mais ilustre professor agarrado somente pelos pés, eis que o aprendiz repete, assustado, a lição da manhã. O perigo Nada é tão perigoso como teres cumprido todos os teus deveres do dia e ainda ser manhã, teres cumprido todos os teus deveres na vida e ainda não estares morto. Uma razão para o fazeres Se não acorreres ao local, nunca poderás saber se quem grita por socorro o quer receber ou dar.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/breves-notas-sobre-o-medo-de-goncalo-m-tavares-4844139');
});">
Edição: Abr 2001
Nº Páginas: 170
Sinopse:
Os contos de Oscar Wilde são narrativas marcadas pela sensibilidade, humor refinado e crítica social, misturando contos de fadas com temas éticos profundos. Frequentemente exploram o altruísmo, a beleza e o sacrifício, com personagens marcantes como O Príncipe Feliz, O Gigante Egoísta e o Rouxinol.
Nº Páginas: 170
Sinopse:
Os contos de Oscar Wilde são narrativas marcadas pela sensibilidade, humor refinado e crítica social, misturando contos de fadas com temas éticos profundos. Frequentemente exploram o altruísmo, a beleza e o sacrifício, com personagens marcantes como O Príncipe Feliz, O Gigante Egoísta e o Rouxinol.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/contos-de-oscar-wilde-2564310');
});">
Edição: Jan 2007
Nº Páginas: 108
Sinopse:
Ópera da compositora portuguesa Ana Seara. “Até que a morte nos separe”, revela-nos a história de um inspector da polícia assombrado por ter morto, num fogo cruzado, um inocente professor de literatura, acabando por ter um caso com uma jovem misteriosa, com quem casa e leva a morar com a sua filha cega.
Nº Páginas: 108
Sinopse:
Ópera da compositora portuguesa Ana Seara. “Até que a morte nos separe”, revela-nos a história de um inspector da polícia assombrado por ter morto, num fogo cruzado, um inocente professor de literatura, acabando por ter um caso com uma jovem misteriosa, com quem casa e leva a morar com a sua filha cega.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/ate-que-a-morte-nos-separe-de-ana-teresa-pereira-2524854');
});">
Edição: Jul 2000
Nº Páginas: 324
Sinopse:
"Livre Mente" de Fernando Savater é uma coletânea de artigos que funcionam como um "diário intelectual, ético e político" do autor, reunindo textos publicados ao longo de quatro anos. A obra reflete sobre temas da atualidade, cultura, política e sociedade, marcando o pensamento de Savater no período pós-ditadura e no contexto contemporâneo.
Nº Páginas: 324
Sinopse:
"Livre Mente" de Fernando Savater é uma coletânea de artigos que funcionam como um "diário intelectual, ético e político" do autor, reunindo textos publicados ao longo de quatro anos. A obra reflete sobre temas da atualidade, cultura, política e sociedade, marcando o pensamento de Savater no período pós-ditadura e no contexto contemporâneo.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/livre-mente-de-fernando-savater-2524847');
});">
Edição: Abr 2000
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Escrito numa linguagem clara e expressiva (mas que não trai o necessário rigor científico) e, profusamente ilustrado a cores com belíssimas fotografias e admiráveis desenhos a cores de António Cidadão, «Portugal Animal» é, ao mesmo tempo, uma obra de consulta, um guia de campo e um livro que se lê por puro prazer. Edição de muito apuro gráfico, nitidamente estampada a cores sobre bom papel. Encadernação do editor com sobrecapa impressa a cores.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Escrito numa linguagem clara e expressiva (mas que não trai o necessário rigor científico) e, profusamente ilustrado a cores com belíssimas fotografias e admiráveis desenhos a cores de António Cidadão, «Portugal Animal» é, ao mesmo tempo, uma obra de consulta, um guia de campo e um livro que se lê por puro prazer. Edição de muito apuro gráfico, nitidamente estampada a cores sobre bom papel. Encadernação do editor com sobrecapa impressa a cores.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/portugal-animal-de-clara-pinto-correia-2524845');
});">
Edição: Abr 2000
Nº Páginas: 344
Sinopse:
"Textos e Canções", de José Afonso (disponível em edições como a da Assírio & Alvim), é uma obra fundamental que reúne a totalidade do repertório cantado e textos poéticos do autor, organizado com notas de J. H. Santos Barros. A obra divide-se entre letras de canções (poesia para música) e textos escritos para leitura, evidenciando o lirismo, a métrica e o trabalho poético de "Zeca" para além da sua vertente política.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
"Textos e Canções", de José Afonso (disponível em edições como a da Assírio & Alvim), é uma obra fundamental que reúne a totalidade do repertório cantado e textos poéticos do autor, organizado com notas de J. H. Santos Barros. A obra divide-se entre letras de canções (poesia para música) e textos escritos para leitura, evidenciando o lirismo, a métrica e o trabalho poético de "Zeca" para além da sua vertente política.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/textos-e-cancoes-de-jose-afonso-2517796');
});">
Edição: Jul 2000
Nº Páginas: 354
Sinopse:
"Memória de Lisboa", publicado postumamente, é um álbum que combina textos de António Gedeão (pseudónimo de Rómulo de Carvalho) com fotografias da cidade, retratando uma Lisboa dos anos 70 e 80 através de uma perspetiva histórica, erudita e nostálgica. A obra foca-se em monumentos e locais emblemáticos, unindo a descrição física à vivência pessoal.
Nº Páginas: 354
Sinopse:
"Memória de Lisboa", publicado postumamente, é um álbum que combina textos de António Gedeão (pseudónimo de Rómulo de Carvalho) com fotografias da cidade, retratando uma Lisboa dos anos 70 e 80 através de uma perspetiva histórica, erudita e nostálgica. A obra foca-se em monumentos e locais emblemáticos, unindo a descrição física à vivência pessoal.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/memoria-de-lisboa-de-antonio-gedeao-2517792');
});">
