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Nº Páginas: 344
Sinopse:
Um romance de amor poderoso num Portugal que ansiava pela liberdade. Tendo Lisboa como ponto de partida, a autora conta-nos a história de uma jovem, Amélia, de famílias respeitáveis, que põe o futuro e a honra a perder quando se deita com um agente da PIDE de modos delicados e linguagem sedutora, mas capaz das maiores crueldades. Um livro imperdível, com uma escrita fluida, que lembra a aclamada série da RTP, Conta-me como Foi, cheio de histórias de heróis e vilões anónimos, preconceitos e modas arrojadas, e o grande sonho da liberdade.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
"Que lugar? Sobes o lance de escadas próximo. Frio. E ao cimo das escadas deparas-te com o estreito corredor que dá para uma sala onde a luz explode através das portadas abertas de par em par. Essa luz intensa, essa luz deflagrante é já uma promessa de cegueira, o casulo onde a noite se esconde. A noite servir-te-á de pretexto para tudo o que vieres a dizer. Aí ficarás, suspenso de tempo e memória."
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Primeiro romance de Nuno Bragança, "A Noite e o Riso" (1969) é uma obra incontornável, considerada decisiva para a modernidade literária portuguesa. Um texto que alia a linguagem poética à experimentação formal, e uma certa dose de surrealismo às experiências do nouveau roman francês. Como refere Manuel Gusmão no seu prefácio à 3.ª edição, este é um romance de crescimento e aprendizagem, que tem na ironia o seu "princípio construtor".
Nº Páginas: 136
Sinopse:
"A Noite, a primeira obra dramática de Saramago que o escritor dedica a Luzia Maria Martins, a pessoa que o "achou capaz de escrever uma peça". Seria mesmo. A noite de que se fala nesta peça ficou para a história: de 24 para 25 de abril de 1974. A ação passa-se na redação de um jornal em Lisboa e o autor avisa: "Qualquer semelhança com personagens da vida real e seus ditos e feitos é pura coincidência. Evidentemente."" (Diário de Notícias, 9 de outubro de 1998). Caligrafia da capa por ARMANDO BAPTISTA-BASTOS
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Há uma pergunta que percorre este romance de Lídia Jorge, da primeira à última página: Quantas vítimas se deixa pelo caminho para se perseguir um objectivo? A acção do romance decorre no final dos anos 80 do século XX e invoca um tema de inesperada audácia - o da força da idolatria e a construção do êxito - visto a partir do interior de um grupo, narrado 21 anos mais tarde, na forma de um monólogo. Como é habitual na obra da autora, a questão social é relevante - a força do todo e a aniquilação do indivíduo perante o colectivo são temas presentes neste livro. Mas aqui, tratando-se de um grupo fechado e dominado pela música, a parábola social submerge perante a descrição de um ambiente de grande envolvimento humano e de densidade poética. Servido por uma narrativa ao mesmo tempo rude e mágica, A Noite das Mulheres Cantoras propõe a quem o lê a história de seis figuras que passam a viver para sempre no nosso imaginário. A história de amor comovente que une as duas personagens principais, Solange de Matos e João de Lucena, é, por certo, um daqueles episódios que iluminam a realidade e tornam indispensáveis a grande literatura sobre a vida de hoje, com os ingredientes próprios da cultura dos nossos dias.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Querida tem dez anos e vive no Paraíso, o bairro de lata pelo qual vagueia alegremente com um grupo de amigos exuberantes. Quer estejam a roubar goiabas nos bairros ricos da cidade ou a imitar o pouco que conhecem de Lady Gaga, Querida, SabeDeus, Bastardo, Chipo, Sbho e Stina encaram a vida com a leveza típica das crianças. Quando brincam ao Jogo dos Países, nenhum deles pensa em países africanos como o seu mas sim nos Estados Unidos e na Grã-Bretanha, ondem vivem Madonna, Barack Obama e David Beckham. Para Querida, a fantasia vai tornar-se realidade. Ela é uma sortuda. E a sua sorte tem um nome e uma morada: tia Fostalina, Detroit. Querida viu o Sonho Americano na televisão e parte determinada a conquistá-lo. Mas a Terra Prometida revela ser um desafio. Os seus novos amigos têm gostos incompreensíveis. A tia Fostalina compra comida para emagrecer. O silêncio da neve arrepia-a. O zunido constante das televendas sufoca-a. E quando recebe uma encomenda de goiabas da sua terra natal, Querida entende a dimensão dos sacrifícios que tem pela frente. De tão transformadoras, as suas escolhas são irreversíveis. Faça o que fizer, não poderá nunca voltar para trás.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Após longas aventuras do Norte de África ao Extremo Oriente, o escritor francês Antoine Roquentin fixa-se na cidade provinciana de Bouville, afastado da família, de amigos, de tudo – exceto de si mesmo e das sensações e dos sentimentos que lhe provocam as pessoas, os objetos, os acontecimentos do dia a dia. A Náusea conta, em forma de diário íntimo e impressionista, a sua história, marcada pela presença constante de "uma felicidade modesta, uma felicidadezinha de náusea" que acabará por condicionar todas as suas ações, ou a falta delas. Através dos esforços de Roquentin por compreender a sua própria vida e aquilo que o rodeia, Jean-Paul Sartre constrói aqui, nesta que foi a sua estreia literária, uma análise dos problemas da existência humana, afirmando-o desde logo como um dos mais importantes nomes da filosofia existencialista. Publicado originalmente em 1938, este continua a ser um dos textos mais famosos da literatura francesa do século xx, aqui traduzido por António Coimbra Martins.
Nº Páginas: 242
Sinopse:
Biá, uma psicanalista já reformada e apaixonada por livros, aborda a jovem jornalista Olívia, que está devastada por uma perda recente, com uma pergunta agitadora: "O que perdeu que a entristeça tanto?" Olívia, sentada à mesa, aceita a inesperada provocação, bem como o carinho e o interesse daquela mulher, afinal apenas uma estranha, desencadeando-se uma sucessão de encontros marcados por uma galopante intimidade entre as duas mulheres, que aos poucos vão revelando as suas histórias. "A nossa amizade começou assim, enquanto nos afogávamos", relata Olívia. Com uma sensível alternância de vozes, à força narrativa, objetiva e linear de Olívia contrapõem-se as anotações esparsas e sarcásticas de Biá, cujos fragmentos de uma memória já gasta e pouco confiável conduzem a um ponto de viragem na história, para revelar ao leitor eventos que marcaram o passado dilacerante de cada uma, sublinhando a subtil ligação entre as diferentes formas de abandono sofridas, e perpetradas, pelas duas amigas. Depois do estrondoso sucesso de "Tudo É Rio" — em adaptação para cinema —, que fez de Carla Madeira a autora mais lida no Brasil, A Natureza da Mordida sublinha o estatuto cimeiro da escritora e a sua capacidade admirável para fazer com que as personagens saltem do papel.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Lugar mítico da infância, mas também da loucura. Arquivo misterioso da nossa história, e da sua efabulação. Abrigo ingénuo, ou esconderijo de fantasmas e fantasias. Quantas vidas cabem num sótão? Entre o pó e os ruídos da madeira, Madalena Sá Fernandes revisita episódios íntimos, memórias de violência e relações que deixaram marcas, balança entre a aprendizagem da autonomia e a ternura da maternidade, mostra como o corpo aprende a adaptar-se à solidão. Espaço inclinado entre o chão e o céu, é no sótão que se acumulam objetos sem uso, histórias que ninguém conhece, fotografias por arrumar, medos que persistem. Mergulhando neste lugar de clausura e de criação, de vigilância e de liberdade, a autora interroga a própria ideia de casa: abrigo, prisão, promessa, ficção. Madalena Sá Fernandes testa a resistência de soalhos e vigas como se fossem a engrenagem da memória, espreita da janela alta as copas das árvores para derrotar o medo, entrega-se ao silêncio para que se escute a sua escrita. Um sótão, afinal, nunca está vazio. Arquitetado sobre a ideia de um movimento perpétuo entre passado e futuro - entre as casas que herdamos, as que tentamos construir e a possibilidade, sempre incerta, de encontrarmos um lugar onde por fim possamos ficar -, Sótão inscreve-se na tradição das narrativas que são uma chave para o presente que partilhamos.
Edição: Mai 2026
Nº Páginas: 400
Sinopse: «Fui condenado a ouvir o eco permanente de um disparo que não pintei.» «Viver uma guerra à distância é como olhar para este quadro. É estar lá sem estar dentro, é estar de fora sem estar cá fora. Vivo à distância. a guerra à distância. o horror à distância. a morte à distância. o medo à distância. o desastre à distância. É tudo uma mera notícia.» Hoje, 3 de Maio é um romance escrito a partir do quadro Fuzilamentos de 3 de Maio de 1808, de Francisco José de Goya y Lucientes. Um retrato de quem fuzila e de quem é fuzilado numa Europa que permanece, até hoje, presa num tempo de guerra.
Edição: Mai 2026
Nº Páginas: 696
Sinopse: «Um livro de uma atualidade extraordinária» Andrew Roberts Aliados em Guerra é uma narrativa vibrante e envolvente que revela as tensões, os confrontos, as mentiras e as intrigas que moldaram a complexa rede de alianças contra Hitler. Esta nova obra de referência sobre os bastidores políticos da Segunda Guerra Mundial é assinada por Tim Bouverie, a mais recente estrela da historiografia britânica. LIVRO DO ANO THE ECONOMIST
Edição: Mai 2026
Nº Páginas: 232
Sinopse: Um romance sobre os ecos do desejo e do prazer, e o poder das palavras. Esta é a história de Violette Letendre, uma editora francesa que leva uma vida recatada. Um dia, um homem que ela conhece vagamente propõe-lhe a leitura de um manuscrito que ele ainda está a produzir. Violette rapidamente percebe que o herói do romance é fascinado pelos sons que o orgasmo feminino produz e que, sendo incapaz de provocar ele próprio essas vocalizações que tanto o desassossegam, persegue a vida íntima de pessoas que lhe são desconhecidas para satisfazer a sua curiosidade, vagueando à noite pelas ruas e rondando domicílios alheios, de ouvidos em riste como um morcego. Violette, apesar de considerar o manuscrito estranho e inquietante, não consegue parar de o ler, obedecendo a uma curiosidade irreprimível pela exploração dos desejos e das fantasias mais insólitas. Através de um relato lúdico e cativante, Todo Ouvidos explora, assim, as fantasias e os mitos que assombram o imaginário humano, e proporciona uma reflexão inquietante sobre o desejo do outro, lembrando-nos de que a leitura é um convite à descoberta de nós próprios através da escuta dos demais.
Edição: Mai 2026
Nº Páginas: 384
Sinopse: Durante anos o mundo esqueceu-a. Mas a verdade nunca morreu. A escritora Lily Christie sente que a sua vida está à deriva quando recebe uma incrível proposta: escrever as memórias de Sofia Castelo a lendária estrela da música, mundialmente famosa, dada como morta após uma tragédia em 1941. Mas tudo muda quando Lily descobre que, afinal, Sofia está viva, tem oitenta anos e vive em segredo numa pequena vila piscatória em Portugal. À medida que Sofia começa a contar a sua história, Lily é arrastada para um passado extraordinário de coragem e sacrifício. Sob os holofotes, Sofia era uma celebridade adorada. Nas sombras, levava uma vida dupla, ao serviço dos Aliados. E, pelo meio, viveu um amor intenso, destruído por uma traição devastadora. Mas Sofia ainda não contou tudo. A casa isolada onde vive, junto ao mar, afastada de olhares indiscretos, levanta uma inquietante pergunta: de quem se esconde há tantos anos? E que segredo pode ser tão poderoso ao ponto de a manter nas sombras, até agora? Uma história arrebatadora e emotiva sobre amores perdidos, tragédia e segredos escondidos durante décadas.
Edição: Mai 2026
Nº Páginas: 448
Sinopse: A família MacBride vive há gerações no remoto rancho de Meredith Downs. Num dia comum, o patriarca Phil MacBride desvia-se para evitar um canguru. A vida muda para sempre. Só Matthew, o filho mais novo, sobrevive, e o destino atinge-os de novo sem tréguas, de uma forma que ninguém poderia ter imaginado.
Edição: Mai 2026
Nº Páginas: 288
Sinopse: Poço dos Negros, Lisboa. Fevereiro de 1969. Salazar está vivo, mas claramente enfraquecido após ter sofrido uma queda e um acidente vascular cerebral. No Palácio de São Bento, vive um quotidiano forjado, cativo numa gaiola de mentiras que tanto o iludem face ao que se passa com a governação do seu país, como iludem o país face à sua capacidade de governação. É então que, em plena primavera marcelista, uma afoita Brigada de Homicídios, chefiada por Simão Rosmaninho, se vê confrontada com um caso tão enigmático quanto hediondo: o assassinato de um contínuo da PIDE, esfaqueado múltiplas vezes no peito e no pescoço. As únicas pistas relevantes de que a Brigada dispõe para iniciar a investigação são, para além do corpo, uma carteira cheia de dinheiro, umas chaves de casa, um porta-chaves com o símbolo da Mercedes, uma faca ensanguentada e uma edição do Diário de Notícias do mesmo dia em que o assassinato ocorrera. Ao longo da trama, outros homicídios vão parar às mãos desta Brigada, mas os holofotes incidem especialmente sobre o crime do Poço dos Negros, sobretudo quando se descobre, após a autópsia ao corpo encontrado, que o assassino é canhoto. Com a ajuda da sua equipa e, principalmente, do seu grande amigo e companheiro de trabalho Arengas, Simão traça um plano audaz e arriscado para encontrar o misterioso e fugidio assassino, levando os leitores a viajar pelas ruas lisboetas do final dos anos 60 e a visitar as tabernas, as tascas e as casas de jogo e prostituição.
Edição: Mai 2026
Nº Páginas: 288
Sinopse: Um acordo de conveniência pode esconder sentimentos muito reais O arrogante e carismático Emmett Rhodes diz que não foi feito para relacionamentos, mas agora que se candidatou a presidente da Câmara da nossa pequena cidade, o seu passado de solteirão está a prejudicar a campanha. Felizmente, eu sou a última mulher que se apaixonaria por ele. Nós somos totalmente opostos ele é um menino de ouro e eu sou sarcástica e determinada , mas ele comprometeu-se a ajudar-me com o empréstimo do meu restaurante se eu fingir ser a sua noiva dedicada. Entre encontros românticos, uma nova noite do baile de finalistas e visitas a uma praia secreta, as coisas aquecem e a linha entre o real e o fictício incendeia-se. Eu vejo o outro lado do Sr. Popular e agora pergunto-me se estava, de todo, errada. Nós não conseguimos manter as nossas mãos afastadas um do outro, mas é tudo para as aparências certo?
Edição: Mai 2026
Nº Páginas: 168
Sinopse: Intemporal. Comovente. Belíssimo. Frode Grytten entrelaça a melancolia da paisagem norueguesa com a delicadeza das emoções mais íntimas numa memorável celebração do que realmente importa na vida. Numa manhã de outono, num lugar remoto na costa da Noruega, um pequeno ferry parte rumo ao fiorde, para uma última viagem. A bordo está Nils Vik, barqueiro de muitos anos, homem de poucas palavras e gestos bem medidos. Homem de uma época, aliás, em que um homem dizia pouco. Nils ficou sozinho após a morte de Marta, sua mulher, e neste dia, na companhia da sua cadela Luna, não transporta quaisquer passageiros, senão rostos do passado: entes queridos desaparecidos que ressurgem para uma última despedida, mostrando-lhe o que lhe pode ter escapado antes. Enquanto o ferry desliza entre fiordes envoltos numa quietude solene, a travessia transforma-se em contemplação: canto e lição sussurrados sobre a vida, sobre a força das memórias que resistem ao passar implacável do tempo. Mas Nils só espera verdadeiramente reencontrar um passageiro: Marta, cuja ausência tem marcado todos os seus dias desde que partiu. Ao aproximar-se do fim da viagem, a sua expectativa aumenta: será que também se vai juntar a ela? Vencedor do Prémio Brage, o mais prestigiado prémio literário da Noruega, que distinguiu anteriormente autores como Karl Ove Knausgård ou Jon Fosse, e considerado a obra-prima há muito aguardada de Frode Grytten, O Barqueiro e a Sua Mulher é uma viagem em silêncio, atravessada pela luz da vida e pelas presenças que nunca nos abandonam, que transformam o quotidiano deste homem comum numa meditação tocante sobre a perda, sobre o amor que perdura, e sobre a beleza escondida nas coisas mais simples.
Edição: Mai 2026
Nº Páginas: 160
Sinopse: O regime político autonómico, estabelecido em 1976, ao reconhecer a existência de duas Regiões Autónomas, representou um avanço inédito em relação a qualquer das experiências político-administrativas anteriores, e um progresso muito significativo no Estatuto ate entao reconhecido aos dois arquipélagos atlânticos, no quadro dos regimes e sistemas políticos portugueses. A resenha da sua historicidade, que nos remete para o inicio do sec. XIX, e o pensar no seu futuro, de modo prospectivo, estão no cerne deste pequeno ensaio. Porque se para a Autonomia política que hoje temos, o 25 de Abril foi uma data fundamental, é importante saber que tal conquista não se afirmou apenas graças àquele grito de Liberdade, não só porque outros o antecederam, mas também porque é relevante ter consciência de que para o seu estabelecimento se exigiu, nos anos que se seguiram, o esforço e a dedicação de muitos, que pela sua concretização e consolidação pugnaram e lutaram.
Edição: Jun 2024
Nº Páginas: 496
Sinopse: clitemnestra é filha de um rei, mas casou com um tirano. observa impotente enquanto o marido sacrifica o seu filho para apaziguar os deuses, vê-o a travar uma guerra numa terra distante e conforta-se com os seus pensamentos violentos. desempenha o seu papel, enganando os inimigos que lhe negam justica. lentamente, conspira. Um romance arrebatador, ambientado na Grécia Antiga e contado através dos olhos da sua maior heroína, com uma emocionante história de poder e profecias, de ódio e amor, perfeito para os fãs de Ariadne e de o Canto de Aquiles.
Edição: Jun 2023
Nº Páginas: 466
Sinopse: A guerra russo-ucraniana é a mais grave crise geopolítica desde a Segunda Guerra Mundial. Aparentemente, Vladimir Putin, até então um calculista e oportunista nato, tornou-se de repente um jogador imprudente, colocando o seu regime - e a própria Rússia - em risco de destruição. Porquê? Recorrendo a relatos de atuais e antigos membros do Kremlin e da sua máquina de propaganda, ao testemunho de soldados russos capturados e a reportagens no terreno na Rússia e na Ucrânia, Passar das Marcas conta a história não só das causas da guerra, mas também do que se passou durante o primeiro ano do conflito.
Edição: Set 2022
Nº Páginas: 212
Sinopse: Gravidade Zero é o quinto livro de textos humorísticos de Woody Allen, um artífice de prosa hilariante que conquistou um alargadíssimo séquito de leitores. Sejam os textos sobre cavalos que pintam, carros que pensam ou a vida sexual de celebridades, Woody Allen é sempre original, sofisticado, extremamente observador e, o mais importante, implacavelmente engraçado.
Edição: Jul 2010
Nº Páginas: 176
Sinopse: Ordem monástica constituída para defender a Cristandade na Terra Santa, os Templários têm desde sempre exercido um imenso fascínio no imaginário ocidental. Numa investigação que teve pela primeira vez acesso aos Arquivos do Vaticano, a autora traça o percurso da ordem desde a sua fundação, deslindando as causas e reais motivações por detrás do fantástico processo que no século XIV levaria à extinção dos cavaleiros do Templo.
Edição: Mai 2026
Nº Páginas: 144
Sinopse: Lendas e Contos de Fadas Japoneses reúne histórias maravilhosas, transmitidas de geração em geração, que guiam o leitor, em seis belíssimas narrativas multisseculares, numa viagem encantadora ao imaginário japonês. Venha conhecer Momotaro, o filho do pêssego, um dos mais famosos contos japoneses cuja história nos fala de um jovem forte e corajoso que inicia uma viagem heróica para eliminar os demónios que tudo destroem. Ou Urashima Taro, o rapaz pescador, uma das mais antigas lendas do país do Sol nascente que nos conta como, pela sua ajuda desinteressada, o jovem é recompensado com uma visita ao palácio do Rei do Mar, onde se apaixona. Ou ainda Shita-kiri Suzume, o pardal com a língua cortada, uma fábula sobre a bondade e a gratidão e quais as consequências nefastas da ganância e da avareza. Com uma amostra representativa do melhor do folclore japonês, Lendas e Contos de Fadas Japoneses é um elo vital entre o passado e o presente de um povo culto e sensível.
Edição: Mai 2026
Nº Páginas: 174
Sinopse: «Deve entrar-se nas páginas de um livro como se entra na casa de um amigo, com gentileza e cerimónia, aconselhava George Steiner. Foi com esse cuidado que iniciei a leitura de A Música do Amolador. Mas, ao chegar ao terceiro poema, percebi que o livro de Miguel Duarte dispensava esse cuidado. Este seu livro, o segundo, assaltou-me desde o primeiro ao último verso e surpreendeu-me pela finura e pela fertilidade da sua digressão poética. A torrente das imagens de recorte modernista, lembrando Dylan Thomas ou o pendor narrativo evocando Álvaro de Campos, e formulações originais que são só suas, anunciam o surgimento de uma grande voz a caminho. Ao que acresce uma filiação, provavelmente involuntária, no legado sulista de poetas como Ramos Rosa, Casimiro de Brito e Nuno Júdice. É impossível não saudar este jovem poeta e não lhe desejar que faça da poesia um destino mais do que uma carreira. Que A Música do Amolador lhe sele esse princípio, que num poeta é divin
Edição: Abr 2024
Nº Páginas: 488
Sinopse: Esta é a história da terceira esposa do imperador Cláudio, e uma das mulheres mais influentes do período romano. Inteligente, apaixonada e implacável, Messalina representa o auge da dinastia Julio-Claudiana, com sua política implacável e luxos incomparáveis. Para lá das histórias mais obscenas, encontramos uma mulher que luta para afirmar a sua posição no mundo predominantemente masculino da alta política romana - e que logra o sucesso.
Edição: Mar 2007
Nº Páginas: 864
Sinopse: Toda a civilização grega tem o homem como ponto de partida e como objecto. Procede das suas necessidades, procura a sua utilidade e o seu progresso. Para aí chegar, desbrava ao mesmo tempo o mundo e o homem, e um pelo outro. O homem e o mundo são, para ela, espelhos um do outro, espelhos que se defrontam e se lêem mutuamente. A civilização grega articula um no outro o mundo e o homem. Casa-os na luta e no combate, numa fecunda amizade, que tem por nome harmonia.
Edição: Mai 2026
Nº Páginas: 240
Sinopse: Será a morte o fim da nossa existência? O que acontece no limiar entre a vida e a morte? Que lugar ocupam as experiências limitadas no nosso conhecimento do cérebro e da consciência? É possível investigá-los sem cair na superstição ou no ceticismo dogmático? A Ciência dos Limiares da Vida convida-nos a atravessar um limiar desconfortável, mas fascinante: o do território para o qual a ciência ainda não tem respostas definitivas. Álex Gómez-Marín, neurocientista e investigador do Instituto de Neurociências de Alicante (CSIC-UMH), convida-nos para uma cativante viagem pelos limites da consciência. Após uma experiência de quase-morte em 2021, este físico teórico ficou marcado pela necessidade de investigar os limites entre o mensurável e o inexplicável da ciência. Ao longo do livro, o autor explora temas como a consciência para além da morte, experiências fora do corpo, sincronicidades A Ciência dos Limiares da Vida não só desafia o paradigma atual da neurociência, como também desbrava um terreno que até há pouco tempo era considerado pseudociência. Uma reflexão profunda sobre os mistérios da mente e o potencial da ciência e da espiritualidade para revelar novas verdades sobre a nossa existência e consciência.
Edição: Mai 2026
Nº Páginas: 184
Sinopse: As histórias que compõem este livro, como quase sempre acontece na inventiva escrita de Clarice Lispector, partem de circunstâncias comuns e desembocam no plano do extraordinário. Falam de pão com manteiga, beijos de mãe e primeiros beijos, um livro aberto, um macaco de saia curta, Deus nas acácias. Falam de desejo, inveja, perdão, esperança, amor e descoberta. A protagonista da história que dá título à coletânea vive consumida pela cobiça do tesouro de outra rapariga: os livros a que ela, filha de um livreiro, tem acesso. Mote para uma narrativa de desejo intenso a partir do imaginário da juventude, este conto dá o tom para todo o livro, publicado pela primeira vez em 1971. Da apologia da leitura à tristeza do Carnaval ou às audácias de uma galinha, passando, sempre, pela interrogação do que define o humano, estas são histórias íntimas, de alcance literário intemporal. «Em Clarice o género não conta, porque é ela e só ela no centro do que escreve, tudo o que escreve emana dela, não cita, não imita, não parafraseia, não programa, não reproduz o episódio, nem sequer ela narra. Vai puxando frase atrás de frase, construindo um pensamento literário.» Luísa Costa Gomes, nota de apresentação
Edição: Mai 2026
Nº Páginas: 280
Sinopse: Marignan, Lépante, Vauban, Pedro, o Grande, Napoleão Bonaparte são nomes que ressoam na história da guerra moderna e atravessaram os séculos xvi, xvii e xviii continuam a ser os grandes séculos da inovação no campo da guerra. A guerra moderna espalha-se por terra e por mar. Nenhum lugar do globo é poupado. Os europeus, a começar pelos portugueses, no seu expansionismo, confrontam-se, primeiro, com as populações locais e, depois, esses campos de batalha tornam-se locais de conflitos entre as nações ocidentais, dando à guerra uma dimensão mundial. As revoluções científicas e técnicas, as reformas tácticas e estratégicas servirão aos impérios e reinos e favorecerão o desenvolvimento de novas formas de combate: pólvora negra e canhões, artilharia de campanha, guerra de corso, criação de uma administração estatal estruturada Em Atlas das Guerras Época Moderna: séculos xvi, xvii e xviii todas estas transformações, representadas por mais de
Edição: Mai 2026
Nº Páginas: 288
Sinopse: Num registo autobiográfico, José Manuel Castanheira atravessa, neste Pedra da Paciência, a história mundial dos séculos XX e XXI através da narração das suas viagens, encontros com personalidades, espectáculos e do olhar da sua companheira Mila. Um tratado sobre as artes cénicas, em que o autor presta homenagem ao universo do teatro, do espectador ao actor, da música à pintura, da arquitectura à dança, da escultura à literatura, do cinema à fotografia. Rico de experiências pessoais e profissionais, Pedra da Paciência constitui-se de fragmentos dispersos no tempo que procuram expressar o carácter complexo das ideias, sublinhando como a cega especialização bloqueia qualquer ideia de futuro. Entre o olhar e o tempo, entre o desenho e as palavras, no fim uma pergunta fica: quem estará sentado nesta PEDRA DA PACIÊNCIA?
