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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 216
Sinopse:
O primeiro romance de Luís Osório é uma terrível metáfora sobre um tempo de decadência. A história de um homem que não sabemos se está vivo ou morto, se está acordado ou a sonhar, se matou ou foi morto, se é bom ou se é monstruoso. O tempo que lhe resta, o do próprio romance, é por isso uma tentativa de encontro e compreensão. Uma viagem de comboio que é também a viagem de cada um de nós, contemporâneos de uma história com passado e sem futuro.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
O primeiro romance de Luís Osório é uma terrível metáfora sobre um tempo de decadência. A história de um homem que não sabemos se está vivo ou morto, se está acordado ou a sonhar, se matou ou foi morto, se é bom ou se é monstruoso. O tempo que lhe resta, o do próprio romance, é por isso uma tentativa de encontro e compreensão. Uma viagem de comboio que é também a viagem de cada um de nós, contemporâneos de uma história com passado e sem futuro.
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Edição: Nov 2018
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Salazar caiu de uma cadeira, isso sabe-se. Mas não se tem a certeza, até hoje, meio século mais tarde, se o ditador chegou a ter consciência de que fora exonerado, ou se acreditou na farsa de que ainda era o presidente do Conselho. "Correram comigo brutalmente", terá dito à governanta poucos dias antes de morrer. Ou não? Tal como este, muitos outros episódios da vida de Salazar continuam envoltos em mistério, com versões contraditórias ou intencionalmente manipulados, herdeiros ainda do secretismo político do regime: — Que injecções tomava todas as semanas? — Um chefe de Estado pode só ter viajado uma vez de avião? — Afinal Marcello Caetano visitou-o no hospital antes do AVC? Os jornalistas António Caeiro, José Pedro Castanheira e Natal Vaz reuniram centenas de testemunhos, encontraram documentação que permaneceu inédita, e apresentam-nos A Queda de Salazar — O princípio do fim da ditadura, com muitos episódios até agora desconhecidos da governação e da vida do ditador.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Salazar caiu de uma cadeira, isso sabe-se. Mas não se tem a certeza, até hoje, meio século mais tarde, se o ditador chegou a ter consciência de que fora exonerado, ou se acreditou na farsa de que ainda era o presidente do Conselho. "Correram comigo brutalmente", terá dito à governanta poucos dias antes de morrer. Ou não? Tal como este, muitos outros episódios da vida de Salazar continuam envoltos em mistério, com versões contraditórias ou intencionalmente manipulados, herdeiros ainda do secretismo político do regime: — Que injecções tomava todas as semanas? — Um chefe de Estado pode só ter viajado uma vez de avião? — Afinal Marcello Caetano visitou-o no hospital antes do AVC? Os jornalistas António Caeiro, José Pedro Castanheira e Natal Vaz reuniram centenas de testemunhos, encontraram documentação que permaneceu inédita, e apresentam-nos A Queda de Salazar — O princípio do fim da ditadura, com muitos episódios até agora desconhecidos da governação e da vida do ditador.
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Edição: Mar 2019
Nº Páginas: 552
Sinopse:
Antony Beevor, fazendo uso de novos factos retirados de antigos arquivos soviéticos, da antiga República Democrática Alemã e ainda americanos, ingleses, franceses e suecos, reconstruiu as experiências vividas por milhões de indivíduos apanhados no meio do pesadelo do colapso final do Terceiro Reich. A Queda de Berlim - 1945 é um testemunho terrível que fala de orgulho, de estupidez, de fanatismo, de vingança e de brutalidade, mas é também o testemunho sobre a resistência, a abnegação e a sobrevivência.
Nº Páginas: 552
Sinopse:
Antony Beevor, fazendo uso de novos factos retirados de antigos arquivos soviéticos, da antiga República Democrática Alemã e ainda americanos, ingleses, franceses e suecos, reconstruiu as experiências vividas por milhões de indivíduos apanhados no meio do pesadelo do colapso final do Terceiro Reich. A Queda de Berlim - 1945 é um testemunho terrível que fala de orgulho, de estupidez, de fanatismo, de vingança e de brutalidade, mas é também o testemunho sobre a resistência, a abnegação e a sobrevivência.
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Edição: Jun 2010
Nº Páginas: 320
Sinopse:
No clima apocalíptico do fim do século, a profunda intolerância dos costumes nacionais ressuscitou. Portugal era uma nação antiga e homogénea, com fronteiras fixas há muito, onde só se conhecia uma língua e se praticava uma religião, um pais pouco propicio a discussão racional, ao debate calmo, ao pluralismo. Com a crise de 1890, o clima harmónico da Regeneração desapareceu. Ao modificar o sistema politico num sentido repressivo, a Monarquia conseguiu suster, provisoriamente, a maré de descontentamento. Mas, quando chegou o momento decisivo, ninguém quis morrer por ela.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
No clima apocalíptico do fim do século, a profunda intolerância dos costumes nacionais ressuscitou. Portugal era uma nação antiga e homogénea, com fronteiras fixas há muito, onde só se conhecia uma língua e se praticava uma religião, um pais pouco propicio a discussão racional, ao debate calmo, ao pluralismo. Com a crise de 1890, o clima harmónico da Regeneração desapareceu. Ao modificar o sistema politico num sentido repressivo, a Monarquia conseguiu suster, provisoriamente, a maré de descontentamento. Mas, quando chegou o momento decisivo, ninguém quis morrer por ela.
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Edição: Abr 2015
Nº Páginas: 344
Sinopse:
A Quarta Revolução aborda a crise de governação e a ineficácia do Estado no Ocidente. Defende que é necessário revolucionar o sistema político e traça caminhos para melhorar o futuro da nossa sociedade."O Estado está a ponto de mudar. Está no ar uma revolução, movida em parte pela necessidade que advém da escassez de recursos, pela lógica de uma renovada concorrência entre os Estados-nação e também pela oportunidade de fazer melhor as coisas."Na maior parte do Ocidente, a desilusão com os governos tornou-se endémica. Há paralisia na América; fúria na maior parte da Europa; cinismo na Grã-Bretanha; legitimidade decrescente em todo o lado. A maioria de nós resignou-se e considera que nada vai alguma vez mudar. Mas como John Micklethwait e Adrian Wooldridge nos demonstram neste livro estimulante, esta é uma visão profundamente limitada das coisas. Em resposta às crises anteriores de governação existiram três grandes revoluções, que por sua vez produziram respetivamente o Estado-Nação, o Estado liberal e o Estado Social. Em cada uma delas, a Europa e a América deram o exemplo. Dizem os autores que estamos agora no início de uma quarta revolução na história do Estado Nação, mas que desta vez o Ocidente corre o perigo de ficar para trás.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
A Quarta Revolução aborda a crise de governação e a ineficácia do Estado no Ocidente. Defende que é necessário revolucionar o sistema político e traça caminhos para melhorar o futuro da nossa sociedade."O Estado está a ponto de mudar. Está no ar uma revolução, movida em parte pela necessidade que advém da escassez de recursos, pela lógica de uma renovada concorrência entre os Estados-nação e também pela oportunidade de fazer melhor as coisas."Na maior parte do Ocidente, a desilusão com os governos tornou-se endémica. Há paralisia na América; fúria na maior parte da Europa; cinismo na Grã-Bretanha; legitimidade decrescente em todo o lado. A maioria de nós resignou-se e considera que nada vai alguma vez mudar. Mas como John Micklethwait e Adrian Wooldridge nos demonstram neste livro estimulante, esta é uma visão profundamente limitada das coisas. Em resposta às crises anteriores de governação existiram três grandes revoluções, que por sua vez produziram respetivamente o Estado-Nação, o Estado liberal e o Estado Social. Em cada uma delas, a Europa e a América deram o exemplo. Dizem os autores que estamos agora no início de uma quarta revolução na história do Estado Nação, mas que desta vez o Ocidente corre o perigo de ficar para trás.
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Com este livro de fados inéditos, o génio poético de Vasco Graça Moura é recordado quatro anos após a sua morte. Na obra de Vasco Graça Moura, que escreveu vários ensaios sobre a origem deste género musical, há muitas incursões no fado e, inclusive, um livro que lhe é inteiramente dedicado: Letras do Fado Vulgar. O poeta escreveu alguns fados para as vozes de intérpretes como Mísia, Kátia Guerreiro ou Cristina Branco. A puxar ao sentimento inclui um bom número de fados inéditos de Vasco Graça Moura, marcados pelo seu génio melancólico e pleno de ironia - são poemas maravilhosos que, só por si, constituem uma homenagem ao fado e uma contribuição literária para abrir (ainda mais) as suas portas. Quatro anos depois da morte de Vasco Graça Moura, esta é uma forma de continuar a recordar uma das grandes vozes da poesia e da literatura portuguesas do nosso tempo.
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Com este livro de fados inéditos, o génio poético de Vasco Graça Moura é recordado quatro anos após a sua morte. Na obra de Vasco Graça Moura, que escreveu vários ensaios sobre a origem deste género musical, há muitas incursões no fado e, inclusive, um livro que lhe é inteiramente dedicado: Letras do Fado Vulgar. O poeta escreveu alguns fados para as vozes de intérpretes como Mísia, Kátia Guerreiro ou Cristina Branco. A puxar ao sentimento inclui um bom número de fados inéditos de Vasco Graça Moura, marcados pelo seu génio melancólico e pleno de ironia - são poemas maravilhosos que, só por si, constituem uma homenagem ao fado e uma contribuição literária para abrir (ainda mais) as suas portas. Quatro anos depois da morte de Vasco Graça Moura, esta é uma forma de continuar a recordar uma das grandes vozes da poesia e da literatura portuguesas do nosso tempo.
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Edição: Jan 2018
Nº Páginas: 144
Sinopse:
A Pura Inscrição do Amor reúne poemas que Nuno Júdice escreveu ao longo dos anos e que são dedicados a este tema. Nele se incluem, a abrir, os conjuntos de poemas Pedro, Lembrando Inês e Carta de Orfeu a Eurídice, ambos publicados em simultâneo em Abril de 2001 sob o título Pedro, Lembrando Inês, que se encontrava esgotado há muito tempo. Os poemas reunidos em Novo Tratado de Pintura são inéditos em Portugal embora alguns deles tenham sido publicados na Colômbia, em 2014, sob o título, Breve Tratado de Pintura (Frailejón Editores). Por sua vez, Cântico teve uma edição em livro de artista em Espanha, em 2015, sob o título Cântico dos Cânticos (versão livre), com ilustrações do pintor Pedro Castrortega (Segundo Santos Ediciones). Em ambos os casos, esta é a sua primeira edição em Portugal. O poema "A Mulher Deitada", que fecha o livro, é inédito. Um belíssimo livro para ler, oferecer e guardar.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
A Pura Inscrição do Amor reúne poemas que Nuno Júdice escreveu ao longo dos anos e que são dedicados a este tema. Nele se incluem, a abrir, os conjuntos de poemas Pedro, Lembrando Inês e Carta de Orfeu a Eurídice, ambos publicados em simultâneo em Abril de 2001 sob o título Pedro, Lembrando Inês, que se encontrava esgotado há muito tempo. Os poemas reunidos em Novo Tratado de Pintura são inéditos em Portugal embora alguns deles tenham sido publicados na Colômbia, em 2014, sob o título, Breve Tratado de Pintura (Frailejón Editores). Por sua vez, Cântico teve uma edição em livro de artista em Espanha, em 2015, sob o título Cântico dos Cânticos (versão livre), com ilustrações do pintor Pedro Castrortega (Segundo Santos Ediciones). Em ambos os casos, esta é a sua primeira edição em Portugal. O poema "A Mulher Deitada", que fecha o livro, é inédito. Um belíssimo livro para ler, oferecer e guardar.
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Esta colectânea de dez histórias fascinantes da autoria do exímio psicoterapeuta Irvin D. Yalom desvenda os mistérios, as frustrações, o pathos e o humor inerentes ao encontro terapêutico. Ao narrar os dilemas dos seus pacientes, Yalom não só nos oferece um raro e arrebatador vislumbre dos desejos e das motivações particulares destes, como nos conta a sua própria história, empenhado em reconciliar as suas reacções profundamente humanas com a sua sensibilidade como psiquiatra. Não houve outro autor desde Freud que tenha contribuído tanto para esclarecer o relacionamento entre psicoterapeuta e paciente.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Esta colectânea de dez histórias fascinantes da autoria do exímio psicoterapeuta Irvin D. Yalom desvenda os mistérios, as frustrações, o pathos e o humor inerentes ao encontro terapêutico. Ao narrar os dilemas dos seus pacientes, Yalom não só nos oferece um raro e arrebatador vislumbre dos desejos e das motivações particulares destes, como nos conta a sua própria história, empenhado em reconciliar as suas reacções profundamente humanas com a sua sensibilidade como psiquiatra. Não houve outro autor desde Freud que tenha contribuído tanto para esclarecer o relacionamento entre psicoterapeuta e paciente.
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Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Sejamos honestos, estamos rodeados pela estupidez: o colega gabarolas que aturamos todos os dias, o amigo do Facebook que partilha teorias da conspiração, a vizinha de cima que usa saltos às quatro da manhã. E a estupidez mais difícil de todas - a nossa - é um fardo bem difícil de ultrapassar. Tentar acabar com a estupidez seria estúpido - afinal, ela é tão natural no ser humano como o respirar e o falar. Mas isso não quer dizer que não tentemos compreendê-la. É precisamente isso que A Psicologia da Estupidez faz, convidando alguns dos mais eminentes pensadores e psicólogos — incluindo um Prémio Nobel e vários autores bestsellers — a explicar, com humor e boa disposição, os seguintes enigmas: Porque é que as pessoas inteligentes por vezes acreditam nos maiores absurdos; Como é que os nossos cérebros preguiçosos nos levam a tomar as decisões erradas; Porque tentar debater com os tolos é uma armadilha; Como a manipulação dos media e a superestimulação da Internet nos tornam mais burros; Porque é que as pessoas mais estúpidas não sabem que são estúpidas. Acreditamos que a sabedoria e a inteligência destes especialistas são um bálsamo para as nossas almas feridas e um farol de esperança num mundo de… pois, vocês sabem.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Sejamos honestos, estamos rodeados pela estupidez: o colega gabarolas que aturamos todos os dias, o amigo do Facebook que partilha teorias da conspiração, a vizinha de cima que usa saltos às quatro da manhã. E a estupidez mais difícil de todas - a nossa - é um fardo bem difícil de ultrapassar. Tentar acabar com a estupidez seria estúpido - afinal, ela é tão natural no ser humano como o respirar e o falar. Mas isso não quer dizer que não tentemos compreendê-la. É precisamente isso que A Psicologia da Estupidez faz, convidando alguns dos mais eminentes pensadores e psicólogos — incluindo um Prémio Nobel e vários autores bestsellers — a explicar, com humor e boa disposição, os seguintes enigmas: Porque é que as pessoas inteligentes por vezes acreditam nos maiores absurdos; Como é que os nossos cérebros preguiçosos nos levam a tomar as decisões erradas; Porque tentar debater com os tolos é uma armadilha; Como a manipulação dos media e a superestimulação da Internet nos tornam mais burros; Porque é que as pessoas mais estúpidas não sabem que são estúpidas. Acreditamos que a sabedoria e a inteligência destes especialistas são um bálsamo para as nossas almas feridas e um farol de esperança num mundo de… pois, vocês sabem.
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Edição: Ago 2021
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Um misterioso acidente traz repercussões imprevisíveis à vida de uma família. Escócia, 1940: Apesar da Guerra que assola a Europa, a Casa de Invermoray, nas Terras Altas, parece estar tranquila. Até à noite do 21.º aniversário de Constance, quando um Spitfire se despenha no lago da propriedade e ela é a única testemunha. Cansada da sua vida enfadonha, a missão de tentar salvar o piloto é a aventura por que Constance há muito ansiava, mas a promessa de manter aquele homem escondido poderá sair-lhe muito cara. Presente: Kate chega a Invermoray para transformer a casa senhorial numa luxuosa pousada, mas cedo se apercebe de que a propriedade alberga mais problemas do que ela imaginara e que James, o filho da proprietária, parece muito contrariado com a sua presença. Apesar das circunstâncias difíceis, Kate não desiste do seu projeto inicial e, ao consultar documentos antigos, descobre que a casa esconde uma história sombria, com o nome de Constance McLay misteriosamente riscado dos registos familiares. Perante tal descoberta, Kate decide que não poderá partir sem saber o que aconteceu a Constance décadas antes.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Um misterioso acidente traz repercussões imprevisíveis à vida de uma família. Escócia, 1940: Apesar da Guerra que assola a Europa, a Casa de Invermoray, nas Terras Altas, parece estar tranquila. Até à noite do 21.º aniversário de Constance, quando um Spitfire se despenha no lago da propriedade e ela é a única testemunha. Cansada da sua vida enfadonha, a missão de tentar salvar o piloto é a aventura por que Constance há muito ansiava, mas a promessa de manter aquele homem escondido poderá sair-lhe muito cara. Presente: Kate chega a Invermoray para transformer a casa senhorial numa luxuosa pousada, mas cedo se apercebe de que a propriedade alberga mais problemas do que ela imaginara e que James, o filho da proprietária, parece muito contrariado com a sua presença. Apesar das circunstâncias difíceis, Kate não desiste do seu projeto inicial e, ao consultar documentos antigos, descobre que a casa esconde uma história sombria, com o nome de Constance McLay misteriosamente riscado dos registos familiares. Perante tal descoberta, Kate decide que não poderá partir sem saber o que aconteceu a Constance décadas antes.
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Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 320
Sinopse:
No momento em que Romain Gary se preparava para partir para a frente de batalha da Segunda Guerra Mundial, abraçou a mãe e assinou consigo mesmo um compromisso: iria fazer-lhe justiça, daria um sentido à incansável luta solitária daquela mulher para garantir ao filho apenas e só o melhor, e regressaria um dia a casa coberto de louros, "depois de ter vitoriosamente disputado a posse do mundo àqueles cujo potencial de crueldade aprendera a conhecer desde os primeiros passos". Este é o seu testemunho de vida, e é também uma sentida declaração de amor filial. Das recordações da infância em Vilnius à viagem para a Riviera francesa, dos primeiros ensaios na escrita à sua aventura de combate, "A Promessa" é um emotivo romance de memórias de um dos grandes autores do século XX, que se tornaria um marco da literatura francesa do pós-guerra. Foi vertido para português pela mão de Augusto Abelaira.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
No momento em que Romain Gary se preparava para partir para a frente de batalha da Segunda Guerra Mundial, abraçou a mãe e assinou consigo mesmo um compromisso: iria fazer-lhe justiça, daria um sentido à incansável luta solitária daquela mulher para garantir ao filho apenas e só o melhor, e regressaria um dia a casa coberto de louros, "depois de ter vitoriosamente disputado a posse do mundo àqueles cujo potencial de crueldade aprendera a conhecer desde os primeiros passos". Este é o seu testemunho de vida, e é também uma sentida declaração de amor filial. Das recordações da infância em Vilnius à viagem para a Riviera francesa, dos primeiros ensaios na escrita à sua aventura de combate, "A Promessa" é um emotivo romance de memórias de um dos grandes autores do século XX, que se tornaria um marco da literatura francesa do pós-guerra. Foi vertido para português pela mão de Augusto Abelaira.
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Edição: Jun 2020
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Outubro, 1946. A guerra acabou e deixou milhares de crianças judias órfãs. Com 15 anos, Brigid é uma delas. Sem os pais, sem voz e sem a sua música, Brigid ruma a Inglaterra apenas com uma ideia: encontrar Summerland, a luxuosa casa de campo de que a mãe tanto falava. Aí, na "terra do verão", Brigid tentará obter as respostas que tanto procura sobre a sua família. Brigid percebe, no entanto, que Summerland não é um lugar de sonho, mas uma mansão decrépita habitada por fantasmas. A dona da casa é arrogante, os criados austeros e os habitantes preconceituosos… Ainda assim, Brigid acaba por fazer de Summerland o seu lar e tenta começar uma nova vida. Aquela casa, apesar de fria, parece-lhe bem melhor do que ter de se esconder num guarda-vestidos, com fome e perseguida por nazis. Mas o que será de Brigid quando todos descobrirem quem ela é e o que procura? Continuará ela a salvo em Summerland? Inspirada em acontecimentos reais, esta é uma fascinante história de amor, preconceito e perdão. Surpreendente e imperdível!
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Outubro, 1946. A guerra acabou e deixou milhares de crianças judias órfãs. Com 15 anos, Brigid é uma delas. Sem os pais, sem voz e sem a sua música, Brigid ruma a Inglaterra apenas com uma ideia: encontrar Summerland, a luxuosa casa de campo de que a mãe tanto falava. Aí, na "terra do verão", Brigid tentará obter as respostas que tanto procura sobre a sua família. Brigid percebe, no entanto, que Summerland não é um lugar de sonho, mas uma mansão decrépita habitada por fantasmas. A dona da casa é arrogante, os criados austeros e os habitantes preconceituosos… Ainda assim, Brigid acaba por fazer de Summerland o seu lar e tenta começar uma nova vida. Aquela casa, apesar de fria, parece-lhe bem melhor do que ter de se esconder num guarda-vestidos, com fome e perseguida por nazis. Mas o que será de Brigid quando todos descobrirem quem ela é e o que procura? Continuará ela a salvo em Summerland? Inspirada em acontecimentos reais, esta é uma fascinante história de amor, preconceito e perdão. Surpreendente e imperdível!
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Edição: Mai 2022
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Annie Silva Pais, filha de Armanda e Fernando Silva Pais, trocou o marido e uma vida confortável na sombra do Estado Novo pelos ideais da revolução cubana. E por amor. Assumiu paixões tão ardentes como o fogo revolucionário e tornou-se tradutora e intérprete, membro confiado da equipa de Fidel Castro, à qual pertenceu até morrer. Para trás deixou a família e Portugal, onde regressou apenas em 1975, em trabalho e também para interceder pela libertação de seu pai, que nunca deixou de amar. Silva Pais foi o último diretor da PIDE. Que mulher foi Annie? O que a motivou? O que leva uma filha do regime - filha de um dos homens fortes do regime -, casada com um diplomata suíço, a largar tudo e encontrar um propósito como militante da revolução cubana? Mais: o que guardava o seu coração? Ana Cristina Silva combina realidade e ficção num romance tão sedutor como a figura desta mulher. Pesando factos e indícios, oferece-nos um retrato pleno de intimidade - e humanidade - numa irresistível galeria de personagens, de entre as quais sobressai Che Guevara, o grande amor de Annie.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Annie Silva Pais, filha de Armanda e Fernando Silva Pais, trocou o marido e uma vida confortável na sombra do Estado Novo pelos ideais da revolução cubana. E por amor. Assumiu paixões tão ardentes como o fogo revolucionário e tornou-se tradutora e intérprete, membro confiado da equipa de Fidel Castro, à qual pertenceu até morrer. Para trás deixou a família e Portugal, onde regressou apenas em 1975, em trabalho e também para interceder pela libertação de seu pai, que nunca deixou de amar. Silva Pais foi o último diretor da PIDE. Que mulher foi Annie? O que a motivou? O que leva uma filha do regime - filha de um dos homens fortes do regime -, casada com um diplomata suíço, a largar tudo e encontrar um propósito como militante da revolução cubana? Mais: o que guardava o seu coração? Ana Cristina Silva combina realidade e ficção num romance tão sedutor como a figura desta mulher. Pesando factos e indícios, oferece-nos um retrato pleno de intimidade - e humanidade - numa irresistível galeria de personagens, de entre as quais sobressai Che Guevara, o grande amor de Annie.
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Edição: Jul 2013
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Publicado anonimamente em 1678, "A Princesa de Clèves" tem como pano de fundo a vida na corte dos Valois, nos últimos anos de Henrique II, pelo que pode ser considerado também um romance histórico. Marca ainda a afirmação na literatura da relevância das mulheres na vida cultural do século XVII. A preocupação da verosimilhança psicológica e a construção rigorosa inscrevem "A Princesa de Clèves" na estética clássica da época e abrem caminho a uma forma de romance moderno centrado no estudo aprofundado das personagens.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Publicado anonimamente em 1678, "A Princesa de Clèves" tem como pano de fundo a vida na corte dos Valois, nos últimos anos de Henrique II, pelo que pode ser considerado também um romance histórico. Marca ainda a afirmação na literatura da relevância das mulheres na vida cultural do século XVII. A preocupação da verosimilhança psicológica e a construção rigorosa inscrevem "A Princesa de Clèves" na estética clássica da época e abrem caminho a uma forma de romance moderno centrado no estudo aprofundado das personagens.
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Edição: Nov 2014
Nº Páginas: 488
Sinopse:
Quando Henrique Tudor conquista a coroa de Inglaterra após a batalha de Bosworth, sabe que tem de se casar com a princesa da casa inimiga, Isabel de York, para unificar um país dividido pela guerra há duas décadas. Mas a noiva ainda está apaixonada pelo seu inimigo morto, Ricardo III. A mãe de Isabel e metade de Inglaterra sonham com o herdeiro ausente, que a Rainha Branca enviou para o desconhecido. Embora a nova monarquia tome o poder, não consegue ganhar o coração de uma Inglaterra que espera o regresso triunfante da Casa de York. O maior receio de Henrique é que um príncipe esteja escondido à espreita para reclamar o trono. Quando um jovem que quer ser rei conduz o seu exército e invade Inglaterra, Isabel tem de escolher entre o novo marido, por quem se começa a apaixonar, e o rapaz que afirma ser o seu amado e perdido irmão: a Rosa de York volta para casa finalmente.
Nº Páginas: 488
Sinopse:
Quando Henrique Tudor conquista a coroa de Inglaterra após a batalha de Bosworth, sabe que tem de se casar com a princesa da casa inimiga, Isabel de York, para unificar um país dividido pela guerra há duas décadas. Mas a noiva ainda está apaixonada pelo seu inimigo morto, Ricardo III. A mãe de Isabel e metade de Inglaterra sonham com o herdeiro ausente, que a Rainha Branca enviou para o desconhecido. Embora a nova monarquia tome o poder, não consegue ganhar o coração de uma Inglaterra que espera o regresso triunfante da Casa de York. O maior receio de Henrique é que um príncipe esteja escondido à espreita para reclamar o trono. Quando um jovem que quer ser rei conduz o seu exército e invade Inglaterra, Isabel tem de escolher entre o novo marido, por quem se começa a apaixonar, e o rapaz que afirma ser o seu amado e perdido irmão: a Rosa de York volta para casa finalmente.
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Edição: Out 2014
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Havia três coisas que Jeremy Marsh jurara nunca fazer: abandonar Nova Iorque, ceder à paixão, e, acima de tudo, ser pai.Ironicamente, Jeremy vive agora na pacata cidade de Boone Creek, está perdidamente apaixonado por Lexie e aguarda com ansiedade o nascimento da filha de ambos. E nunca pensou ser tão feliz. Mas este estado de graça parece ter os dias contados. À medida que tenta integrar-se, o nova-iorquino apercebe-se de quão doloroso é abdicar dos seus hábitos urbanos. Talvez essa seja a razão por detrás do bloqueio criativo que o atormenta. Mas não é certamente a única razão ou, até, a mais importante… Embora tente ignorar as misteriosas mensagens que tem recebido e que questionam a integridade e lealdade de Lexie, Jeremy não consegue evitar relembrar o passado que tudo fez para esquecer.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Havia três coisas que Jeremy Marsh jurara nunca fazer: abandonar Nova Iorque, ceder à paixão, e, acima de tudo, ser pai.Ironicamente, Jeremy vive agora na pacata cidade de Boone Creek, está perdidamente apaixonado por Lexie e aguarda com ansiedade o nascimento da filha de ambos. E nunca pensou ser tão feliz. Mas este estado de graça parece ter os dias contados. À medida que tenta integrar-se, o nova-iorquino apercebe-se de quão doloroso é abdicar dos seus hábitos urbanos. Talvez essa seja a razão por detrás do bloqueio criativo que o atormenta. Mas não é certamente a única razão ou, até, a mais importante… Embora tente ignorar as misteriosas mensagens que tem recebido e que questionam a integridade e lealdade de Lexie, Jeremy não consegue evitar relembrar o passado que tudo fez para esquecer.
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Edição: Fev 2019
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Nova Iorque. Londres. Milão. Paris. Fashion Week nas quatro cidades. Um mês de entrevistas intermináveis, festas, trabalho incansável e atenção aos detalhes nos desfiles de moda semestrais. No centro da tempestade e da avalanche de trabalho está a americana Timmie O'Neill, cuja renomada marca, Timmie O, é a personificação do casual chic. Ela criou um negócio que a inspira e ocupa toda a sua vida. Apesar do êxito profissional, Timmie O’Neill vive marcada pelo passado. Até que um intrigante francês, Jean-Charles Vernier, entra na sua vida quando ela adoece na Semana da Moda de Paris. De início, Timmie e Jean-Charles Vernier têm apenas uma relação normal de paciente e médico. Com o tempo, tornam-se confidentes e amigos e, quando Timmie regressa a casa, mantêm-se em contacto a uma distância segura entre Paris e Los Angeles. Há uma boa razão para se manterem separados, mas nenhum consegue negar a amizade crescente e a atração que sentem quando se encontram. À imagem e semelhança da própria vida moderna, é uma história complexa e atraente. Carreiras, famílias, histórias, perdas, dever, obrigação e medo de perder o controlo. São dois mundos muito diferentes, duas pessoas de personalidade forte que se cruzam e que podem mudar tudo de um momento para o outro. Serão suficientemente corajosos para enfrentarem o que vem a seguir? E farão isso, juntos ou separados?
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Nova Iorque. Londres. Milão. Paris. Fashion Week nas quatro cidades. Um mês de entrevistas intermináveis, festas, trabalho incansável e atenção aos detalhes nos desfiles de moda semestrais. No centro da tempestade e da avalanche de trabalho está a americana Timmie O'Neill, cuja renomada marca, Timmie O, é a personificação do casual chic. Ela criou um negócio que a inspira e ocupa toda a sua vida. Apesar do êxito profissional, Timmie O’Neill vive marcada pelo passado. Até que um intrigante francês, Jean-Charles Vernier, entra na sua vida quando ela adoece na Semana da Moda de Paris. De início, Timmie e Jean-Charles Vernier têm apenas uma relação normal de paciente e médico. Com o tempo, tornam-se confidentes e amigos e, quando Timmie regressa a casa, mantêm-se em contacto a uma distância segura entre Paris e Los Angeles. Há uma boa razão para se manterem separados, mas nenhum consegue negar a amizade crescente e a atração que sentem quando se encontram. À imagem e semelhança da própria vida moderna, é uma história complexa e atraente. Carreiras, famílias, histórias, perdas, dever, obrigação e medo de perder o controlo. São dois mundos muito diferentes, duas pessoas de personalidade forte que se cruzam e que podem mudar tudo de um momento para o outro. Serão suficientemente corajosos para enfrentarem o que vem a seguir? E farão isso, juntos ou separados?
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Edição: Fev 2020
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Em agosto de 1519, Fernão de Magalhães içou âncoras do porto de Sevilha, ao serviço da Coroa espanhola. Tinha início a primeira viagem em redor do Mundo, que descobriria novas rotas de navegação e alteraria todos os mapas da Terra existentes até então. Comandava cinco navios e 237 homens. Embarcado como representante da corte de Veneza na expedição espanhola, Antonio Pigafetta sobreviveu à terrível viagem e celebrizou-se como cronista da grande aventura. Cruzaram aquele que seria batizado de estreito de Magalhães, descobriram o maior oceano da Terra (o Pacífico), passaram pela Ásia - onde Magalhães foi tragicamente morto por nativos filipinos -, contornaram a África e então regressaram a Espanha, em setembro de 1522. A armada havia sido reduzida a um só navio, o Victoria, e 18 homens famintos, entre eles Pigafetta.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Em agosto de 1519, Fernão de Magalhães içou âncoras do porto de Sevilha, ao serviço da Coroa espanhola. Tinha início a primeira viagem em redor do Mundo, que descobriria novas rotas de navegação e alteraria todos os mapas da Terra existentes até então. Comandava cinco navios e 237 homens. Embarcado como representante da corte de Veneza na expedição espanhola, Antonio Pigafetta sobreviveu à terrível viagem e celebrizou-se como cronista da grande aventura. Cruzaram aquele que seria batizado de estreito de Magalhães, descobriram o maior oceano da Terra (o Pacífico), passaram pela Ásia - onde Magalhães foi tragicamente morto por nativos filipinos -, contornaram a África e então regressaram a Espanha, em setembro de 1522. A armada havia sido reduzida a um só navio, o Victoria, e 18 homens famintos, entre eles Pigafetta.
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Edição: Jul 2010
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Este livro não conta a história da I República Portuguesa como sucessão de factos cronologicamente encadeados e politicamente desenvolvidos. Tal história, que é aliás indispensável, constituirá outro volume dentro desta colecção. O objectivo único deste livro foi desvelar um pouco os bastidores, analisando estruturas de base e conjunturas menos conhecidas. Procurou-se fazê-lo sem pretensões, de maneira resumida e fácil, pronta a ser assimilada por qualquer tipo de público,medianamente instruído.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Este livro não conta a história da I República Portuguesa como sucessão de factos cronologicamente encadeados e politicamente desenvolvidos. Tal história, que é aliás indispensável, constituirá outro volume dentro desta colecção. O objectivo único deste livro foi desvelar um pouco os bastidores, analisando estruturas de base e conjunturas menos conhecidas. Procurou-se fazê-lo sem pretensões, de maneira resumida e fácil, pronta a ser assimilada por qualquer tipo de público,medianamente instruído.
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Edição: Nov 2012
Nº Páginas: 352
Sinopse:
A 1.ª invasão francesa de Portugal, em 1807 - liderada pelo general Junot, um dos mais experientes generais de Napoleão -, foi um acontecimento decisivo na longa e brutal guerra peninsular. Foi a 1.ª campanha que Sir Arthur Wellesley, mais tarde duque de Wellington, liderou na Península. David Buttery estudou esta campanha e oferece-nos uma nova perspectiva. A sua narrativa cobre a totalidade da campanha com vívidos pormenores - o surgimento da resistência popular às forças ocupantes francesas, o despoletar da guerra de guerrilha, as diferentes tácticas dos exércitos opostos, as personalidades contrastantes de Wellesley e Junot, as vitórias aliadas em Roliça e Vimieiro e a infame convenção de Sintra.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
A 1.ª invasão francesa de Portugal, em 1807 - liderada pelo general Junot, um dos mais experientes generais de Napoleão -, foi um acontecimento decisivo na longa e brutal guerra peninsular. Foi a 1.ª campanha que Sir Arthur Wellesley, mais tarde duque de Wellington, liderou na Península. David Buttery estudou esta campanha e oferece-nos uma nova perspectiva. A sua narrativa cobre a totalidade da campanha com vívidos pormenores - o surgimento da resistência popular às forças ocupantes francesas, o despoletar da guerra de guerrilha, as diferentes tácticas dos exércitos opostos, as personalidades contrastantes de Wellesley e Junot, as vitórias aliadas em Roliça e Vimieiro e a infame convenção de Sintra.
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Edição: Nov 2013
Nº Páginas: 912
Sinopse:
A 11 de novembro de 1918 é assinado o armistício que põe fim à Primeira Guerra Mundial. Nove milhões de soldados morreram, quatro grandes impérios foram destruídos e o panorama geopolítico da Europa e do Médio Oriente alterou-se para sempre. O historiador Martin Gilbert conta-nos, através de uma narrativa empolgante, a história deste terrível conflito. Os horrores das batalhas, o confronto por mar e ar e as experiências vividas nas trincheiras e nas frentes de combate pelos soldados das diferentes nações beligerantes. Sete mil portugueses perderam a vida na Grande Guerra. Colocados na Frente Ocidental, na Flandres, França, o Corpo Expedicionário Português participou na decisiva batalha de La Lys. A 9 de abril de 1918, 20 mil homens não conseguiram travar os 50 mil soldados alemães, naquela que foi uma das mais sangrentas batalhas da Primeira Guerra Mundial. Esta foi uma guerra extremamente mortífera, facto que se deveu, em parte, como nos explica Martin Gilbert, às novas tecnologias militares que se desenvolveram. Novos tanques, aviões que pela primeira vez foram usados com fins militares, tornando os bombardeamentos aéreos uma nova realidade, metralhadoras cada vez mais rápidas e potentes, novos navios de combate e a novidade da guerra química, com o gás tóxico usado pela primeira vez pelos alemães em 1915.
Nº Páginas: 912
Sinopse:
A 11 de novembro de 1918 é assinado o armistício que põe fim à Primeira Guerra Mundial. Nove milhões de soldados morreram, quatro grandes impérios foram destruídos e o panorama geopolítico da Europa e do Médio Oriente alterou-se para sempre. O historiador Martin Gilbert conta-nos, através de uma narrativa empolgante, a história deste terrível conflito. Os horrores das batalhas, o confronto por mar e ar e as experiências vividas nas trincheiras e nas frentes de combate pelos soldados das diferentes nações beligerantes. Sete mil portugueses perderam a vida na Grande Guerra. Colocados na Frente Ocidental, na Flandres, França, o Corpo Expedicionário Português participou na decisiva batalha de La Lys. A 9 de abril de 1918, 20 mil homens não conseguiram travar os 50 mil soldados alemães, naquela que foi uma das mais sangrentas batalhas da Primeira Guerra Mundial. Esta foi uma guerra extremamente mortífera, facto que se deveu, em parte, como nos explica Martin Gilbert, às novas tecnologias militares que se desenvolveram. Novos tanques, aviões que pela primeira vez foram usados com fins militares, tornando os bombardeamentos aéreos uma nova realidade, metralhadoras cada vez mais rápidas e potentes, novos navios de combate e a novidade da guerra química, com o gás tóxico usado pela primeira vez pelos alemães em 1915.
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Edição: Mai 2008
Nº Páginas: 310
Sinopse:
Quando Jonas foi engolido pelo "grande peixe", tentava apenas escapar para o território que é agora Portugal. Foi aqui que Aníbal encontrou os guerreiros, as armas e o ouro que tornaram possível a sua marcha sobre Roma; e Júlio César, a fortuna que lhe permitiu as conquistas da Gália e da Inglaterra. Durante a Alta Idade Média, mais a norte, os governantes árabes integraram Portugal na civilização mais avançada do mundo. Após a conquista de Lisboa, pelos Normandos, o novo Portugal levou Veneza à bancarrota e tornou-se a nação mais rica da Europa. Antes de ser eleito Papa, com o nome de João XXI, Pedro Hispano, nascido em Lisboa, escreveu um dos primeiros compêndios modernos sobre Medicina que, um século mais tarde, era livro de consulta obrigatória em quase toda a Europa. Os Portugueses levaram as túlipas, o chocolate e os diamantes para a Holanda, introduziram na Inglaterra o hábito do chá das cinco e deram a Bombaim a chave do Império. Ensinaram a África a proteger-se contra a malária e levaram carregamentos de escravos para a América. Introduziram, na Índia, o ensino superior, o caril e as chamuças e, no Japão, a tempura e as armas de fogo.
Nº Páginas: 310
Sinopse:
Quando Jonas foi engolido pelo "grande peixe", tentava apenas escapar para o território que é agora Portugal. Foi aqui que Aníbal encontrou os guerreiros, as armas e o ouro que tornaram possível a sua marcha sobre Roma; e Júlio César, a fortuna que lhe permitiu as conquistas da Gália e da Inglaterra. Durante a Alta Idade Média, mais a norte, os governantes árabes integraram Portugal na civilização mais avançada do mundo. Após a conquista de Lisboa, pelos Normandos, o novo Portugal levou Veneza à bancarrota e tornou-se a nação mais rica da Europa. Antes de ser eleito Papa, com o nome de João XXI, Pedro Hispano, nascido em Lisboa, escreveu um dos primeiros compêndios modernos sobre Medicina que, um século mais tarde, era livro de consulta obrigatória em quase toda a Europa. Os Portugueses levaram as túlipas, o chocolate e os diamantes para a Holanda, introduziram na Inglaterra o hábito do chá das cinco e deram a Bombaim a chave do Império. Ensinaram a África a proteger-se contra a malária e levaram carregamentos de escravos para a América. Introduziram, na Índia, o ensino superior, o caril e as chamuças e, no Japão, a tempura e as armas de fogo.
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Edição: Fev 2022
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Retrato da América durante a Grande Depressão, este primeiro romance da saga de Arturo Bandini é uma obra-prima da literatura norte-americana moderna. Enquanto a América agoniza no meio da grande crise dos anos 30, Arturo Bandini, filho de emigrantes italianos, faz a passagem da infância para a adolescência, numa pequena cidade do Colorado, desoladora no Inverno, com o seu manto de neve. O pai, pedreiro, desespera com a falta de trabalho e procura consolo no vinho e nas mulheres. A mãe, católica fervorosa, é tão submissa quanto autoritária. À espera da primavera, Arturo debate-se com o primeiro amor e sonha libertar-se do ambiente familiar sufocante. Com Arturo — alter ego de John Fante —, vislumbramos a vida de toda uma comunidade imigrante italiana, pobre, marginalizada e castrada pela religiosidade, imaginamos o que é não ter oportunidades num país que as promete, reconhecemos que a vulnerabilidade dos mais frágeis é inescapável num país que apregoa o sucesso. Afirmando-se simultaneamente como uma radiografia das dores da adolescência, dos laços de família que se desfazem e dos grilhões que deitam por terra os sonhos dos menos favorecidos, esta é uma trama intensa e comovente. "A Primavera Há-de Chegar, Bandini" é o primeiro livro dos quatro que compõem a saga de Arturo Bandini, a grande obra de um nome clássico da literatura americana, mentor de vultos como Charles Bukowski.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Retrato da América durante a Grande Depressão, este primeiro romance da saga de Arturo Bandini é uma obra-prima da literatura norte-americana moderna. Enquanto a América agoniza no meio da grande crise dos anos 30, Arturo Bandini, filho de emigrantes italianos, faz a passagem da infância para a adolescência, numa pequena cidade do Colorado, desoladora no Inverno, com o seu manto de neve. O pai, pedreiro, desespera com a falta de trabalho e procura consolo no vinho e nas mulheres. A mãe, católica fervorosa, é tão submissa quanto autoritária. À espera da primavera, Arturo debate-se com o primeiro amor e sonha libertar-se do ambiente familiar sufocante. Com Arturo — alter ego de John Fante —, vislumbramos a vida de toda uma comunidade imigrante italiana, pobre, marginalizada e castrada pela religiosidade, imaginamos o que é não ter oportunidades num país que as promete, reconhecemos que a vulnerabilidade dos mais frágeis é inescapável num país que apregoa o sucesso. Afirmando-se simultaneamente como uma radiografia das dores da adolescência, dos laços de família que se desfazem e dos grilhões que deitam por terra os sonhos dos menos favorecidos, esta é uma trama intensa e comovente. "A Primavera Há-de Chegar, Bandini" é o primeiro livro dos quatro que compõem a saga de Arturo Bandini, a grande obra de um nome clássico da literatura americana, mentor de vultos como Charles Bukowski.
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Edição: Ago 2018
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Depois de Tom Stoppard e Martin Crimp o teatro de Peter Asmussen, dramaturgo dinamarquês cujo trabalho passa pelos palcos de toda a Europa e que se destacou como co-argumentista do cineasta Lars Von Trier. Num hotel deserto, dois casais encontram-se pela primeira vez, e este encontro levará a que se confrontem com as suas vidas frívolas, e solitárias. Mas a verdade é que a partir de então regressam àquele hotel ano após ano, como se não houvesse remédio senão regressar a este estranho convívio e à liberdade que aquele mundo isolado propicia. "A Praia" é uma peça de intimidade, simultaneamente áspera e emotiva, que fala sobre o lado obscuro do amor através de quatro personagens que vão sucumbindo às feridas do passado. "Vou-lhe dizer que pardieiro é este onde veio parar. Aqui não se faz a ponta de um corno. Não há música nem sítios aonde ir. Se quiser momentos de diversão, tem de os criar você mesmo. Há a praia, onde encontrará âmbar que depois pode levar para casa. Temos a casa cheia de âmbar. Pedacinhos de âmbar por todo o lado. Raramente se encontra um pedaço de bom tamanho. Da última vez, o Jan encontrou um fragmento maior, mas ainda não o levei ao ourives. O gerente toma conta do hotel sozinho, e a comida e o serviço não são nada de especial. A única coisa boa deste sítio é que não há crianças. As crianças haviam de morrer de tédio se passassem cá as férias. Os poucos hóspedes que aqui aparecem são sempre esquisitos e preferem manter-se isolados. Quer mais café?"
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Depois de Tom Stoppard e Martin Crimp o teatro de Peter Asmussen, dramaturgo dinamarquês cujo trabalho passa pelos palcos de toda a Europa e que se destacou como co-argumentista do cineasta Lars Von Trier. Num hotel deserto, dois casais encontram-se pela primeira vez, e este encontro levará a que se confrontem com as suas vidas frívolas, e solitárias. Mas a verdade é que a partir de então regressam àquele hotel ano após ano, como se não houvesse remédio senão regressar a este estranho convívio e à liberdade que aquele mundo isolado propicia. "A Praia" é uma peça de intimidade, simultaneamente áspera e emotiva, que fala sobre o lado obscuro do amor através de quatro personagens que vão sucumbindo às feridas do passado. "Vou-lhe dizer que pardieiro é este onde veio parar. Aqui não se faz a ponta de um corno. Não há música nem sítios aonde ir. Se quiser momentos de diversão, tem de os criar você mesmo. Há a praia, onde encontrará âmbar que depois pode levar para casa. Temos a casa cheia de âmbar. Pedacinhos de âmbar por todo o lado. Raramente se encontra um pedaço de bom tamanho. Da última vez, o Jan encontrou um fragmento maior, mas ainda não o levei ao ourives. O gerente toma conta do hotel sozinho, e a comida e o serviço não são nada de especial. A única coisa boa deste sítio é que não há crianças. As crianças haviam de morrer de tédio se passassem cá as férias. Os poucos hóspedes que aqui aparecem são sempre esquisitos e preferem manter-se isolados. Quer mais café?"
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Uma poderosa reflexão sobre o sentido da vida, uma elegia da humanidade e do amor, uma celebração de tudo o que temos e que corremos o risco de perder. Com A possibilidade de uma ilha, romance vencedor do Prémio Interallié, a voz mais irreverente das letras francesas consegue mais uma vez provocar e emocionar com a criação de um mundo que se parece perigosamente ao nosso.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Uma poderosa reflexão sobre o sentido da vida, uma elegia da humanidade e do amor, uma celebração de tudo o que temos e que corremos o risco de perder. Com A possibilidade de uma ilha, romance vencedor do Prémio Interallié, a voz mais irreverente das letras francesas consegue mais uma vez provocar e emocionar com a criação de um mundo que se parece perigosamente ao nosso.
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Edição: Mai 2010
Nº Páginas: 504
Sinopse:
"Quando pensa que terminou a Segunda Guerra Mundial? Em Agosto de 1945, depois da rendição dos japoneses? Bem, depende da perspectiva. Se estiver convicto de que o final da guerra deveria ter proporcionado "liberdade" aos países que sofreram sob a ocupação nazi, então, para milhões de pessoas, a guerra não terminou verdadeiramente antes da queda do comunismo, há menos de vinte anos. No Verão de 1945, os povos da Polónia, dos Estados do Báltico e de alguns outros países da Europa de Leste apenas trocaram o jugo de um tirano pelo de outro. Foi com o objectivo de demonstrar esta amarga realidade que os presidentes da Estónia e da Lituânia se recusaram a visitar Moscovo em 2005, para participar nas "celebrações" que assinalaram o 60º aniversário do "fim da guerra" na Europa. Como aconteceu esta injustiça? Eis uma das questões cruciais a que este livro procura responder. E trata-se de uma história que só se tornou possível narrar após a queda do comunismo. Não só porque as cerca de cem testemunhas oculares que encontrei na antiga União Soviética e na Europa de Leste nunca poderiam ter falado abertamente sob o regime comunista, mas também porque só recentemente ficaram disponíveis importantes materiais de arquivo - que sucessivos governos soviéticos esconderam o melhor que puderam. A existência destes documentos permitiu que fosse escrita uma verdadeira história "de bastidores" das relações do Ocidente com Estaline. O que implica - assim o espero - que este livro apresente muitas novidades."
Nº Páginas: 504
Sinopse:
"Quando pensa que terminou a Segunda Guerra Mundial? Em Agosto de 1945, depois da rendição dos japoneses? Bem, depende da perspectiva. Se estiver convicto de que o final da guerra deveria ter proporcionado "liberdade" aos países que sofreram sob a ocupação nazi, então, para milhões de pessoas, a guerra não terminou verdadeiramente antes da queda do comunismo, há menos de vinte anos. No Verão de 1945, os povos da Polónia, dos Estados do Báltico e de alguns outros países da Europa de Leste apenas trocaram o jugo de um tirano pelo de outro. Foi com o objectivo de demonstrar esta amarga realidade que os presidentes da Estónia e da Lituânia se recusaram a visitar Moscovo em 2005, para participar nas "celebrações" que assinalaram o 60º aniversário do "fim da guerra" na Europa. Como aconteceu esta injustiça? Eis uma das questões cruciais a que este livro procura responder. E trata-se de uma história que só se tornou possível narrar após a queda do comunismo. Não só porque as cerca de cem testemunhas oculares que encontrei na antiga União Soviética e na Europa de Leste nunca poderiam ter falado abertamente sob o regime comunista, mas também porque só recentemente ficaram disponíveis importantes materiais de arquivo - que sucessivos governos soviéticos esconderam o melhor que puderam. A existência destes documentos permitiu que fosse escrita uma verdadeira história "de bastidores" das relações do Ocidente com Estaline. O que implica - assim o espero - que este livro apresente muitas novidades."
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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Esta nova edição das ficções pessoanas continua o trabalho de recolha e divulgação das edições anteriores. Estão aqui reunidas nove ficções de Fernando Pessoa, quatro das quais inéditas, tendo as outras sido objecto de novas leituras e organização. A edição inclui duas tentativas de romance, as únicas na obra de Pessoa: "Reacção", passado no final da monarquia, época de grandes conspirações, e "Marcos Alves", as confissões de uma alma possuída pela "agoniada tristeza de não ter feito nada". Os outros contos que formam este volume representam várias fases da vida criativa do autor, com especial incidência nos seus primeiros anos.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Esta nova edição das ficções pessoanas continua o trabalho de recolha e divulgação das edições anteriores. Estão aqui reunidas nove ficções de Fernando Pessoa, quatro das quais inéditas, tendo as outras sido objecto de novas leituras e organização. A edição inclui duas tentativas de romance, as únicas na obra de Pessoa: "Reacção", passado no final da monarquia, época de grandes conspirações, e "Marcos Alves", as confissões de uma alma possuída pela "agoniada tristeza de não ter feito nada". Os outros contos que formam este volume representam várias fases da vida criativa do autor, com especial incidência nos seus primeiros anos.
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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 288
Sinopse:
6 de Agosto de 2016, a Ponte 25 de Abril comemora 50 anos. Pela primeira vez, um livro conta-nos os 140 anos da história que começa no momento em que o engenheiro Miguel Pais propôs, em 1876, uma rudimentar ponte de ferro entre Lisboa e Montijo. Este é também o livro dos 90 anos que decorreram desde que se avançou com a ideia de uma ponte entre Lisboa e a Margem Sul.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
6 de Agosto de 2016, a Ponte 25 de Abril comemora 50 anos. Pela primeira vez, um livro conta-nos os 140 anos da história que começa no momento em que o engenheiro Miguel Pais propôs, em 1876, uma rudimentar ponte de ferro entre Lisboa e Montijo. Este é também o livro dos 90 anos que decorreram desde que se avançou com a ideia de uma ponte entre Lisboa e a Margem Sul.
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Edição: Fev 2013
Nº Páginas: 243
Sinopse:
Nápoles, Roma e Milão são alguns dos cenários desta nova aventura do capitão Alatriste. Acompanhado pelo jovem Íñigo Balboa, Alatriste recebe ordens para intervir numa conspiração crucial para a Coroa espanhola: o assassinato do doge durante a missa do galo, em Veneza. O plano: impor, pela força das armas, um governo favorável à Corte do rei católico naquele poderoso e estratégico Estado italiano. Para Alastriste e seus camaradas - o veterano Sebastián Copons, o mouro Gurriato, o português Martinho de Arcada, entre outros - a missão afigura-se difícil, arriscada e cheia de surpresas. Suicida, talvez, mas não impossível.
Nº Páginas: 243
Sinopse:
Nápoles, Roma e Milão são alguns dos cenários desta nova aventura do capitão Alatriste. Acompanhado pelo jovem Íñigo Balboa, Alatriste recebe ordens para intervir numa conspiração crucial para a Coroa espanhola: o assassinato do doge durante a missa do galo, em Veneza. O plano: impor, pela força das armas, um governo favorável à Corte do rei católico naquele poderoso e estratégico Estado italiano. Para Alastriste e seus camaradas - o veterano Sebastián Copons, o mouro Gurriato, o português Martinho de Arcada, entre outros - a missão afigura-se difícil, arriscada e cheia de surpresas. Suicida, talvez, mas não impossível.
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Edição: Ago 2016
Nº Páginas: 384
Sinopse:
"Este livro pretende contribuir para que entendamos melhor a política, porque só assim podemos julgá-la com a seriedade que merece. Numa época de indignação que questiona e critica muitas coisas que dávamos por adquiridas, Daniel Innerarity avalia a nossa ideia de política, questionando se não chegou a hora de reequacionar a sua natureza, a quem compete fazê-la, quais as suas possibilidades e limites, se continuam válidos alguns dos habituais lugares-comuns e o que podemos esperar dela."
Nº Páginas: 384
Sinopse:
"Este livro pretende contribuir para que entendamos melhor a política, porque só assim podemos julgá-la com a seriedade que merece. Numa época de indignação que questiona e critica muitas coisas que dávamos por adquiridas, Daniel Innerarity avalia a nossa ideia de política, questionando se não chegou a hora de reequacionar a sua natureza, a quem compete fazê-la, quais as suas possibilidades e limites, se continuam válidos alguns dos habituais lugares-comuns e o que podemos esperar dela."
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