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Edição: Mar 2007
Nº Páginas: 192
Sinopse:
A maioria dos filósofos ocidentais, desde Platão, diz-nos o mesmo: somos humanos. John Gray defende precisamente o contrário: se olharmos bem para o espelho, veremos um animal. Para provar a sua tese ele revê a história da humanidade. Procura os momentos chave que revelam a nossa bestialidade, observa-nos numa perspectiva interdisciplinar, socorre-se da biologia, da zoologia. E procura em 2.500 anos de pensamento as raras vozes - como as de Charles Darwin ou Fernando Pessoa - que corajosamente nos viram como de facto somos: os mais sofisticados predadores à face da Terra.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
A maioria dos filósofos ocidentais, desde Platão, diz-nos o mesmo: somos humanos. John Gray defende precisamente o contrário: se olharmos bem para o espelho, veremos um animal. Para provar a sua tese ele revê a história da humanidade. Procura os momentos chave que revelam a nossa bestialidade, observa-nos numa perspectiva interdisciplinar, socorre-se da biologia, da zoologia. E procura em 2.500 anos de pensamento as raras vozes - como as de Charles Darwin ou Fernando Pessoa - que corajosamente nos viram como de facto somos: os mais sofisticados predadores à face da Terra.
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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Subitamente, e contrariando todas as afrontas da velhice e da "finitude", quase tudo parece tornar-se, de novo, possível: cartas de amor, monólogos, dramas ciumentos, cantos do cisne, sátiras sociais e instantes de felicidade sucedem-se no papel. Subitamente, a prosa breve e ritmada encontra um eco polifónico numa épica sucessão de poemas exuberantes ou concisos e surpreendentes. Subitamente, assistimos a um alegre desdobrar de sentidos e narrativas que o desenhador completa ou complementa.Só um artista amadurecido, que repetidamente escapou à morte, pode abordar estes temas de forma tão triste e astuta, tão sábia e sensata, sem nunca abdicar da sua combativa vitalidade.Grass oferece-nos aqui um comovente conjunto de pequenas narrativas cristalizadas em miniaturas artísticas que se manifestam no presente. Em Sobre a Finitude o Prémio Nobel da Literatura cria, através de uma fascinante e recíproca dinâmica entre poesia, prosa e ilustração, a sua derradeira obra de arte.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Subitamente, e contrariando todas as afrontas da velhice e da "finitude", quase tudo parece tornar-se, de novo, possível: cartas de amor, monólogos, dramas ciumentos, cantos do cisne, sátiras sociais e instantes de felicidade sucedem-se no papel. Subitamente, a prosa breve e ritmada encontra um eco polifónico numa épica sucessão de poemas exuberantes ou concisos e surpreendentes. Subitamente, assistimos a um alegre desdobrar de sentidos e narrativas que o desenhador completa ou complementa.Só um artista amadurecido, que repetidamente escapou à morte, pode abordar estes temas de forma tão triste e astuta, tão sábia e sensata, sem nunca abdicar da sua combativa vitalidade.Grass oferece-nos aqui um comovente conjunto de pequenas narrativas cristalizadas em miniaturas artísticas que se manifestam no presente. Em Sobre a Finitude o Prémio Nobel da Literatura cria, através de uma fascinante e recíproca dinâmica entre poesia, prosa e ilustração, a sua derradeira obra de arte.
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 192
Sinopse:
"A literatura é a maneira mais agradável de ignorar a vida", podemos ler no Livro do Desassossego, e também, no mesmo livro: "Toda a literatura consiste num esforço para tornar a vida real." Para além de ler e escrever muitos textos de poesia, ficção e teatro, Fernando Pessoa refletiu longamente sobre a essência, a história e o futuro da literatura, comparou-a com as outras artes (como a música e a pintura), e gastou muita tinta a tecer críticas sobre autores e livros. A presente antologia reúne alguns dos seus melhores escritos sobre a arte literária.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
"A literatura é a maneira mais agradável de ignorar a vida", podemos ler no Livro do Desassossego, e também, no mesmo livro: "Toda a literatura consiste num esforço para tornar a vida real." Para além de ler e escrever muitos textos de poesia, ficção e teatro, Fernando Pessoa refletiu longamente sobre a essência, a história e o futuro da literatura, comparou-a com as outras artes (como a música e a pintura), e gastou muita tinta a tecer críticas sobre autores e livros. A presente antologia reúne alguns dos seus melhores escritos sobre a arte literária.
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Edição: Out 2010
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Entre os últimos dias de Março e os primeiros de Abril de 2007, depois de uma operação grave, o narrador, entre as dores e a confusão provocada pela anestesia e pelos medicamentos, recupera fragmentos da sua vida e das pessoas que a atravessaram: os pais e os avós, a vila da sua infância, a natureza da serra os amores e desamores. Como um rio que corre, vamos vivendo com ele as humilhações da doença, a proximidade da morte, e o chamamento da vida.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Entre os últimos dias de Março e os primeiros de Abril de 2007, depois de uma operação grave, o narrador, entre as dores e a confusão provocada pela anestesia e pelos medicamentos, recupera fragmentos da sua vida e das pessoas que a atravessaram: os pais e os avós, a vila da sua infância, a natureza da serra os amores e desamores. Como um rio que corre, vamos vivendo com ele as humilhações da doença, a proximidade da morte, e o chamamento da vida.
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Edição: Jan 2019
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Fran pode ser velha, mas não vai desistir sem luta. Por isso, pinta o cabelo, saboreia cada copo de vinho e percorre incansavelmente as estradas do país. Embora trabalhe com uma ONG, vão longe os seus dias do que se chama "vida ativa" - aqueles em que criava os filhos, em que tentava aprender a cozinhar e a lidar com um marido muito ocupado e bastante ausente. Agora, aproveita os momentos de solidão e liberdade como pequenas ilhas de uma felicidade quase perfeita. À sua volta, porém, o mundo prossegue o curso de vida e morte, e não falta variedade às maneiras como as pessoas (o seu grupo de amigos e conhecidos) se entregam ao destino final.Com ecos de Simone de Beauvoir e Samuel Beckett, este romance é uma meditação sobre a morte, e uma interpelação sardónica e comovente do que torna uma vida boa - e a morte também.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Fran pode ser velha, mas não vai desistir sem luta. Por isso, pinta o cabelo, saboreia cada copo de vinho e percorre incansavelmente as estradas do país. Embora trabalhe com uma ONG, vão longe os seus dias do que se chama "vida ativa" - aqueles em que criava os filhos, em que tentava aprender a cozinhar e a lidar com um marido muito ocupado e bastante ausente. Agora, aproveita os momentos de solidão e liberdade como pequenas ilhas de uma felicidade quase perfeita. À sua volta, porém, o mundo prossegue o curso de vida e morte, e não falta variedade às maneiras como as pessoas (o seu grupo de amigos e conhecidos) se entregam ao destino final.Com ecos de Simone de Beauvoir e Samuel Beckett, este romance é uma meditação sobre a morte, e uma interpelação sardónica e comovente do que torna uma vida boa - e a morte também.
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Edição: Nov 2018
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Pino Lella não quer nada com a guerra ou com os nazistas. Ele é um adolescente italiano normal - obcecado por música, comida e miúdas, mas os seus dias de inocência estão contados. Quando a sua casa em Milão é destruída pelas bombas dos Aliados, Pino junta-se a uma via-férrea subterrânea ajudando judeus a escapar dos Alpes e apaixona-se por Anna, uma bela viúva seis anos mais velha do que ele. Numa tentativa de protegê-lo, os pais de Pino forçam-no a alistar-se como soldado alemão - julgando que assim o manteriam longe de combate. Mas Pino é ferido e depois recrutado, aos dezoito anos, como motorista pessoal do general Hans Leyers, o caudilho de Adolf Hitler na Itália, e um dos comandantes mais misteriosos e poderosos do Terceiro Reich. Agora, com a oportunidade de espiar o Alto-Comando Alemão, Pino luta em segredo, suportando os horrores da guerra e da ocupação, tendo a sua coragem reforçada pelo seu amor por Anna e pela vida que ele sonha que um dia compartilhar.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Pino Lella não quer nada com a guerra ou com os nazistas. Ele é um adolescente italiano normal - obcecado por música, comida e miúdas, mas os seus dias de inocência estão contados. Quando a sua casa em Milão é destruída pelas bombas dos Aliados, Pino junta-se a uma via-férrea subterrânea ajudando judeus a escapar dos Alpes e apaixona-se por Anna, uma bela viúva seis anos mais velha do que ele. Numa tentativa de protegê-lo, os pais de Pino forçam-no a alistar-se como soldado alemão - julgando que assim o manteriam longe de combate. Mas Pino é ferido e depois recrutado, aos dezoito anos, como motorista pessoal do general Hans Leyers, o caudilho de Adolf Hitler na Itália, e um dos comandantes mais misteriosos e poderosos do Terceiro Reich. Agora, com a oportunidade de espiar o Alto-Comando Alemão, Pino luta em segredo, suportando os horrores da guerra e da ocupação, tendo a sua coragem reforçada pelo seu amor por Anna e pela vida que ele sonha que um dia compartilhar.
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Edição: Out 2021
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Numa época de rios eletrificados, animais e plantas geneticamente modificados e geoengenharia, na qual a Natureza já quase nada tem de natural, poderá a salvação do Homem e do nosso planeta depender de intervenções ainda mais profundas no meio ambiente ou será esse, como muitos defendem, "o caminho mais direto para o inferno"? Prosseguindo o trabalho de investigação sobre a era do Antropoceno iniciado em "A Sexta Extinção", Elizabeth Kolbert descreve neste seu novo livro os mais recentes e controversos projetos na área da conservação ambiental e da intervenção climática, que conjugam ciência e ousadia. v Assim, a solução para o colapso iminente da Grande Barreira de Coral Australiana poderá passar pelo desenvolvimento genético de um "supercoral", a preservação da espécie de peixe mais rara do mundo depender da minuciosa simulação artificial do seu meio ambiente ou o aquecimento global conhecer uma drástica diminuição através do lançamento de gigantescas quantidades de partículas de calcite para a estratosfera, ainda que, como consequência, o preço a pagar pela humanidade seja viver sob um céu branco. Um livro tão fascinante e esperançoso quanto perturbador, que nos confronta com escolhas difíceis e decisões derradeiras acerca do nosso futuro. Obra amplamente elogiada pela crítica internacional e recomendada por personalidades como Bill Gates, Barack Obama ou Al Gore.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Numa época de rios eletrificados, animais e plantas geneticamente modificados e geoengenharia, na qual a Natureza já quase nada tem de natural, poderá a salvação do Homem e do nosso planeta depender de intervenções ainda mais profundas no meio ambiente ou será esse, como muitos defendem, "o caminho mais direto para o inferno"? Prosseguindo o trabalho de investigação sobre a era do Antropoceno iniciado em "A Sexta Extinção", Elizabeth Kolbert descreve neste seu novo livro os mais recentes e controversos projetos na área da conservação ambiental e da intervenção climática, que conjugam ciência e ousadia. v Assim, a solução para o colapso iminente da Grande Barreira de Coral Australiana poderá passar pelo desenvolvimento genético de um "supercoral", a preservação da espécie de peixe mais rara do mundo depender da minuciosa simulação artificial do seu meio ambiente ou o aquecimento global conhecer uma drástica diminuição através do lançamento de gigantescas quantidades de partículas de calcite para a estratosfera, ainda que, como consequência, o preço a pagar pela humanidade seja viver sob um céu branco. Um livro tão fascinante e esperançoso quanto perturbador, que nos confronta com escolhas difíceis e decisões derradeiras acerca do nosso futuro. Obra amplamente elogiada pela crítica internacional e recomendada por personalidades como Bill Gates, Barack Obama ou Al Gore.
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Muito na linha de Cisnes Selvagens, de Jung Chang, mas tendo como objeto a China das novas gerações, este é um relato não ficcional e na primeira pessoa, com digressões para o passado (político e familiar) e a observação das múltiplas vertentes sociais e culturais da história moderna da China, em constante mudança. Karoline Kan está na vanguarda dessa mudança: nasceu em 1989, como segunda filha - ainda durante a vigência da Política do Filho Único - numa China rural. Chegou ao ensino superior e conquistou a autonomia económica sem ter de se casar e fazendo o trabalho que escolheu: escrever para revistas e jornais de prestígio internacional. As grandes referências de Karoline Kan são Jung Chang, Xinran e Xiaolu Guo - todas elas autoras publicadas pela Quetzal.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Muito na linha de Cisnes Selvagens, de Jung Chang, mas tendo como objeto a China das novas gerações, este é um relato não ficcional e na primeira pessoa, com digressões para o passado (político e familiar) e a observação das múltiplas vertentes sociais e culturais da história moderna da China, em constante mudança. Karoline Kan está na vanguarda dessa mudança: nasceu em 1989, como segunda filha - ainda durante a vigência da Política do Filho Único - numa China rural. Chegou ao ensino superior e conquistou a autonomia económica sem ter de se casar e fazendo o trabalho que escolheu: escrever para revistas e jornais de prestígio internacional. As grandes referências de Karoline Kan são Jung Chang, Xinran e Xiaolu Guo - todas elas autoras publicadas pela Quetzal.
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Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 408
Sinopse:
Primeiro volume da série épica que narra a vida de Harry Clifton desde os anos 20. Harry nunca conheceu o pai, que morreu na guerra, e é criado pelo tio nas docas. Uma inesperada bolsa de estudo faz com que a sua vida mude radicalmente. Já adulto, descobre a verdade sobre a morte do pai, mas também surge a dúvida de quem era efetivamente o seu pai. Harry terá de escolher entre ir para Oxford ou alistar-se na marinha para lutar contra Hitler. Das docas da Inglaterra às animadas ruas de Nova Iorque dos anos 40, o início de uma saga que se estende por cem anos.
Nº Páginas: 408
Sinopse:
Primeiro volume da série épica que narra a vida de Harry Clifton desde os anos 20. Harry nunca conheceu o pai, que morreu na guerra, e é criado pelo tio nas docas. Uma inesperada bolsa de estudo faz com que a sua vida mude radicalmente. Já adulto, descobre a verdade sobre a morte do pai, mas também surge a dúvida de quem era efetivamente o seu pai. Harry terá de escolher entre ir para Oxford ou alistar-se na marinha para lutar contra Hitler. Das docas da Inglaterra às animadas ruas de Nova Iorque dos anos 40, o início de uma saga que se estende por cem anos.
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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Há muito que Sofia deixou de ter vontade de acordar. Desempregada, com um namorado desinteressante e a viver com uma mãe deprimida, Sofia tem uma existência não muito diferente da de todos nós. Mas de uma noite para a outra, o seu mundo fica virado do avesso e um estranho entra na sua vida.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Há muito que Sofia deixou de ter vontade de acordar. Desempregada, com um namorado desinteressante e a viver com uma mãe deprimida, Sofia tem uma existência não muito diferente da de todos nós. Mas de uma noite para a outra, o seu mundo fica virado do avesso e um estranho entra na sua vida.
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Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Nas memórias que marcaram o meu mundo e nas nossas memórias colectivas, do nosso mundo português, só duas coisas que, entre tantas, me afligiram…, mas mesmo apenas uma ou duas, porque as lembranças de lugares marcantes como o bar do Rick, em Casablanca; o teatro Capitólio; o Santini, em Cascais; o irrequieto mar do Guincho; a redacção do Diário de Lisboa; a tertúlia do café Monte Carlo; o pequenino mundo que começava e acabava no boulevard Richard Lenoir, em Paris, não me afligiram. De todo. Entraram na minha vida e insistiram, teimosamente, em aí ficar a morar, acompanhando-me dia a dia, como fiéis e indefectíveis companheiras de viagem. Relevantes e nunca aflitivos são igualmente os relatos das minhas viagens quase diárias pelo mundo dos livros e das palavras, onde me cruzei com o Astérix e a Alice (a do País das Maravilhas); onde falo sobre contendas como a dos postais de viagens versus SMS; calcorreio frequentemente bibliotecas e feiras do livro. E passo em revista alguns dos dias que comemoramos como se fossem nossos - Dia dos Avós, Dia da Mulher, o 5 de Outubro, Dia dos Namorados -, bem como aquelas coisas que são muito nossas (portuguesas) - o chá levado para Inglaterra, a crise, os ilustres que nos deixam e nos marcaram. "Só duas coisas que, entre tantas, me afligiram"… são breves estórias, do meu e nosso dia a dia, muitas delas publicadas no Jornal de Mafra on-line, que nos reconduzem às memórias e nos fazem reflectir sobre o mundo de hoje.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Nas memórias que marcaram o meu mundo e nas nossas memórias colectivas, do nosso mundo português, só duas coisas que, entre tantas, me afligiram…, mas mesmo apenas uma ou duas, porque as lembranças de lugares marcantes como o bar do Rick, em Casablanca; o teatro Capitólio; o Santini, em Cascais; o irrequieto mar do Guincho; a redacção do Diário de Lisboa; a tertúlia do café Monte Carlo; o pequenino mundo que começava e acabava no boulevard Richard Lenoir, em Paris, não me afligiram. De todo. Entraram na minha vida e insistiram, teimosamente, em aí ficar a morar, acompanhando-me dia a dia, como fiéis e indefectíveis companheiras de viagem. Relevantes e nunca aflitivos são igualmente os relatos das minhas viagens quase diárias pelo mundo dos livros e das palavras, onde me cruzei com o Astérix e a Alice (a do País das Maravilhas); onde falo sobre contendas como a dos postais de viagens versus SMS; calcorreio frequentemente bibliotecas e feiras do livro. E passo em revista alguns dos dias que comemoramos como se fossem nossos - Dia dos Avós, Dia da Mulher, o 5 de Outubro, Dia dos Namorados -, bem como aquelas coisas que são muito nossas (portuguesas) - o chá levado para Inglaterra, a crise, os ilustres que nos deixam e nos marcaram. "Só duas coisas que, entre tantas, me afligiram"… são breves estórias, do meu e nosso dia a dia, muitas delas publicadas no Jornal de Mafra on-line, que nos reconduzem às memórias e nos fazem reflectir sobre o mundo de hoje.
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Edição: Jan 2011
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Leitura recomendada para o 11.º ano de escolaridade. Publicado em Paris, em abril de 1892, na casa Léon Vanier, Só surpreenderá os leitores e críticos nacionais com o carácter inesperado dos temas e com a novidade das opções formais e estilísticas. Integrado na geração de poetas da década de 90, Nobre revela o desejo de renovação da linguagem poética próprio de uma estética finissecular, integrando temas e registos de língua cujo acesso à expressão poética estivera outrora vedado. Em termos temáticos, destaca-se o pessimismo profundo da sua visão do mundo; em termos formais, a presença da linguagem popular e a utilização expressiva das marcas da coloquialidade.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Leitura recomendada para o 11.º ano de escolaridade. Publicado em Paris, em abril de 1892, na casa Léon Vanier, Só surpreenderá os leitores e críticos nacionais com o carácter inesperado dos temas e com a novidade das opções formais e estilísticas. Integrado na geração de poetas da década de 90, Nobre revela o desejo de renovação da linguagem poética próprio de uma estética finissecular, integrando temas e registos de língua cujo acesso à expressão poética estivera outrora vedado. Em termos temáticos, destaca-se o pessimismo profundo da sua visão do mundo; em termos formais, a presença da linguagem popular e a utilização expressiva das marcas da coloquialidade.
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Edição: Nov 2009
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Só (Paris, 1892), a principal obra de António Nobre, é marcada pela lamentação e nostalgia, suavizadas pela presença de uma fina auto-ironia e pela ruptura com a estrutura formal do género poético em que se insere. Essa ruptura traduz-se na utilização do discurso coloquial e na diversificação das estrofes e ritmos dos poemas.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Só (Paris, 1892), a principal obra de António Nobre, é marcada pela lamentação e nostalgia, suavizadas pela presença de uma fina auto-ironia e pela ruptura com a estrutura formal do género poético em que se insere. Essa ruptura traduz-se na utilização do discurso coloquial e na diversificação das estrofes e ritmos dos poemas.
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Edição: Mar 2011
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Quando escreves com uma das mãos prendes o papel, que a outra vai lavrando, semeando a palavra e a turbação no impulso que excede a força que as unifica e as separa, sob a luz a prometer que teu ardor ausculta um chão ávido e volátil. Tua destra segue o coração, prolonga-o; a outra, mais perto dele um infindo nada, nunca se distancia nem alheia da matéria da fala que, em tenso adágio ou numa tempestade, de teu sangue transbordam, incorporam desejo e posse, ruína e despedida.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Quando escreves com uma das mãos prendes o papel, que a outra vai lavrando, semeando a palavra e a turbação no impulso que excede a força que as unifica e as separa, sob a luz a prometer que teu ardor ausculta um chão ávido e volátil. Tua destra segue o coração, prolonga-o; a outra, mais perto dele um infindo nada, nunca se distancia nem alheia da matéria da fala que, em tenso adágio ou numa tempestade, de teu sangue transbordam, incorporam desejo e posse, ruína e despedida.
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Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 328
Sinopse:
As raparigas da família Spring-Meg, Jo, Beth e Amy-são uma verdadeira força da Natureza na base militar de Nova Orleães onde vivem. Por muito diferentes que sejam, com o pai destacado no Iraque e a mãe a ocultar alguma coisa, os seus receios são muito semelhantes. Debatendo-se para construir uma vida de que possam orgulhar-se e que as tire da sua situação humilde, um ano determinará tudo o que os seus futuros poderão vir a ser. A mais velha, Meg, será esposa de um oficial e entrará na sociedade militar como muitas das mulheres que admira. Se a sua paixão- e a sua reputação - não a fizerem descarrilar. Beth, a mula de carga da família, tem medo de sair de casa e receia nunca chegar a descobrir quem é realmente. Jo só quer ir-se embora. Sem ver a hora de acabar o secundário, sonha com uma vida na cidade de Nova Iorque e uma carreira no jornalismo em que possa ter impacto no mundo. Nada pode detê-la - nem mesmo o amor. E Amy, a mais nova, observa as suas irmãs, aprendendo como elas se comportam, melhor ou pior. Com bastante audácia, romantismo e drama, As Novas Mulherzinhas revisita o clássico de Louisa May Alcott, As Mulherzinhas, e traz os seus temas de amor, guerra, classe, adolescência e família para a linguagem do século XXI.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
As raparigas da família Spring-Meg, Jo, Beth e Amy-são uma verdadeira força da Natureza na base militar de Nova Orleães onde vivem. Por muito diferentes que sejam, com o pai destacado no Iraque e a mãe a ocultar alguma coisa, os seus receios são muito semelhantes. Debatendo-se para construir uma vida de que possam orgulhar-se e que as tire da sua situação humilde, um ano determinará tudo o que os seus futuros poderão vir a ser. A mais velha, Meg, será esposa de um oficial e entrará na sociedade militar como muitas das mulheres que admira. Se a sua paixão- e a sua reputação - não a fizerem descarrilar. Beth, a mula de carga da família, tem medo de sair de casa e receia nunca chegar a descobrir quem é realmente. Jo só quer ir-se embora. Sem ver a hora de acabar o secundário, sonha com uma vida na cidade de Nova Iorque e uma carreira no jornalismo em que possa ter impacto no mundo. Nada pode detê-la - nem mesmo o amor. E Amy, a mais nova, observa as suas irmãs, aprendendo como elas se comportam, melhor ou pior. Com bastante audácia, romantismo e drama, As Novas Mulherzinhas revisita o clássico de Louisa May Alcott, As Mulherzinhas, e traz os seus temas de amor, guerra, classe, adolescência e família para a linguagem do século XXI.
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Jennifer morreu, ainda não tinha vinte anos. Foi levada num caixão branco onde o pai, durante a noite, tinha pintado golfinhos azuis. Nuno Lobo Antunes nunca a esqueceu e evoca-a num dos mais belos textos deste livro. E nós, quando o lemos, voltamos com o médico a Nova Iorque, aos tempos em que trabalhou como especialista em Neuro-Oncologia Pediátrica. Acompanhamo-lo numa série de quadros poéticos, recordações de sete anos de intensa vida hospitalar, em que a violência das emoções atingia, todos os dias, dimensões de drama. E, se por acaso, entre as sucessivas derrotas, luzia uma pequena vitória, era sempre celebrada a medo - porque a iminência de uma recaída pairava sempre sobre aquelas vidas, quase sempre demasiado curtas. "Sinto Muito" devolve-nos um médico (ainda e sempre) em formação, à procura de si mesmo numa cidade desmedida, distante, multicultural, onde aos poucos se dilui. E é a partir dela que nos relata a estranheza de estar lá tão longe a viver, todos os dias, novas despedidas.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Jennifer morreu, ainda não tinha vinte anos. Foi levada num caixão branco onde o pai, durante a noite, tinha pintado golfinhos azuis. Nuno Lobo Antunes nunca a esqueceu e evoca-a num dos mais belos textos deste livro. E nós, quando o lemos, voltamos com o médico a Nova Iorque, aos tempos em que trabalhou como especialista em Neuro-Oncologia Pediátrica. Acompanhamo-lo numa série de quadros poéticos, recordações de sete anos de intensa vida hospitalar, em que a violência das emoções atingia, todos os dias, dimensões de drama. E, se por acaso, entre as sucessivas derrotas, luzia uma pequena vitória, era sempre celebrada a medo - porque a iminência de uma recaída pairava sempre sobre aquelas vidas, quase sempre demasiado curtas. "Sinto Muito" devolve-nos um médico (ainda e sempre) em formação, à procura de si mesmo numa cidade desmedida, distante, multicultural, onde aos poucos se dilui. E é a partir dela que nos relata a estranheza de estar lá tão longe a viver, todos os dias, novas despedidas.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Kate Eberlen escreveu um dos romances de amor mais originais dos últimos anos. Fugindo dos tópicos do género, criou personagens poderosas, muito credíveis e dolorosamente reais. Gloriosamente romântico. Um daqueles livros raros que nos faz pensar e chorar ao mesmo tempo.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Kate Eberlen escreveu um dos romances de amor mais originais dos últimos anos. Fugindo dos tópicos do género, criou personagens poderosas, muito credíveis e dolorosamente reais. Gloriosamente romântico. Um daqueles livros raros que nos faz pensar e chorar ao mesmo tempo.
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Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 440
Sinopse:
Tess sonha ir para a universidade. Gus mal pode esperar para fugir do controlo da família e descobrir o que de facto deseja ser. Por um dia, nas férias, os caminhos destes jovens de dezoito anos cruzam-se antes de voltarem a casa e verificarem que a vida nem sempre decorre como planeado. Nos dezasseis anos seguintes, com rumos de vida bastante diferentes, cada um descobrirá os prazeres da juventude, enfrentará problemas familiares e encarará as dificuldades da vida adulta. Separados pela distância e pelo destino, tudo leva a crer que será impossível que um dia se conheçam verdadeiramente... A extraordinária história que está a apaixonar o mundo. "Sinto a Tua Falta" conta-nos duas trajetórias que se entrelaçam sem se tocarem, numa narrativa que emociona e que nos faz pensar. Um romance com todos os ingredientes para o êxito: amor impossível, drama, desventuras, paixão, sonhos interrompidos, doença, superação, esperança, emoção e com um final onde o amor triunfa acima de tudo.
Nº Páginas: 440
Sinopse:
Tess sonha ir para a universidade. Gus mal pode esperar para fugir do controlo da família e descobrir o que de facto deseja ser. Por um dia, nas férias, os caminhos destes jovens de dezoito anos cruzam-se antes de voltarem a casa e verificarem que a vida nem sempre decorre como planeado. Nos dezasseis anos seguintes, com rumos de vida bastante diferentes, cada um descobrirá os prazeres da juventude, enfrentará problemas familiares e encarará as dificuldades da vida adulta. Separados pela distância e pelo destino, tudo leva a crer que será impossível que um dia se conheçam verdadeiramente... A extraordinária história que está a apaixonar o mundo. "Sinto a Tua Falta" conta-nos duas trajetórias que se entrelaçam sem se tocarem, numa narrativa que emociona e que nos faz pensar. Um romance com todos os ingredientes para o êxito: amor impossível, drama, desventuras, paixão, sonhos interrompidos, doença, superação, esperança, emoção e com um final onde o amor triunfa acima de tudo.
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 656
Sinopse:
Um observatório astronómico capta uma estranha emissão vinda do espaço na frequência dos 1,42 megahertz. Um sinal de vida. O governo americano e a ONU são imediatamente informados. Um objeto dirige-se à Terra. A NASA prepara com urgência uma missão espacial internacional para ir ao encontro da nave desconhecida. Tomás Noronha, o maior criptanalista do mundo, é recrutado para a equipa de astronautas. Começa assim a mais invulgar aventura do grande herói das letras portuguesas modernas, uma história de cortar a respiração que nos leva ao coração do maior mistério do universo. Será a vida um acidente ou resultará de um desígnio? Estaremos sós ou seremos um entre milhões de mundos habitados? A existência é um acaso ou tem um propósito? EXCERTOS Seth Dyson trocou um olhar com Bozóki Emese e com o cardeal Panunzio, como se quisesse saber quem daria a notícia ao académico português. Foi o secretário de Estado da Santa Sé, afinando a voz, que assumiu a responsabilidade. “Sabe, professor Noronha, esta reunião foi convocada porque recebemos um sinal.” “Um sinal?” Um sorriso nervoso formou-se por momentos nos lábios do número dois do Vaticano, como se ele próprio ainda tivesse dificuldade em acreditar no que se preparava para anunciar. “O ET contactou-nos.”
Nº Páginas: 656
Sinopse:
Um observatório astronómico capta uma estranha emissão vinda do espaço na frequência dos 1,42 megahertz. Um sinal de vida. O governo americano e a ONU são imediatamente informados. Um objeto dirige-se à Terra. A NASA prepara com urgência uma missão espacial internacional para ir ao encontro da nave desconhecida. Tomás Noronha, o maior criptanalista do mundo, é recrutado para a equipa de astronautas. Começa assim a mais invulgar aventura do grande herói das letras portuguesas modernas, uma história de cortar a respiração que nos leva ao coração do maior mistério do universo. Será a vida um acidente ou resultará de um desígnio? Estaremos sós ou seremos um entre milhões de mundos habitados? A existência é um acaso ou tem um propósito? EXCERTOS Seth Dyson trocou um olhar com Bozóki Emese e com o cardeal Panunzio, como se quisesse saber quem daria a notícia ao académico português. Foi o secretário de Estado da Santa Sé, afinando a voz, que assumiu a responsabilidade. “Sabe, professor Noronha, esta reunião foi convocada porque recebemos um sinal.” “Um sinal?” Um sorriso nervoso formou-se por momentos nos lábios do número dois do Vaticano, como se ele próprio ainda tivesse dificuldade em acreditar no que se preparava para anunciar. “O ET contactou-nos.”
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Edição: Ago 2021
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Quando Justine Carmichael (Sagitário, cética, e aspirante a jornalista) e Nick Jordan (Aquário, crente fervoroso, que sonha ser ator) se cruzam por acaso na rua, talvez seja apenas um acaso do destino. Ou talvez estivesse escrito nas estrelas. Justine e Nick viveram um primeiro amor na infância e, agora que se reencontram na vida adulta, Justine percebe que ainda o ama. Nick é devoto de Astrologia, lê todos os dias o horóscopo na sua revista preferida - onde, mais um acaso, Justine escreve - e confia plenamente nas previsões dos Astros. Mas Nick parece continuar a resistir ao encanto de Justine, e é então que ela decide dar uma pequena ajuda ao destino. Fazendo pequeníssimas afinações, toma o horóscopo de Nick, e o próprio Fado, nas suas mãos. Afinal de contas, o que de pior pode acontecer? O problema é que Nick não é o único aquariano que toma decisões importantes baseado no que está escrito nas estrelas…
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Quando Justine Carmichael (Sagitário, cética, e aspirante a jornalista) e Nick Jordan (Aquário, crente fervoroso, que sonha ser ator) se cruzam por acaso na rua, talvez seja apenas um acaso do destino. Ou talvez estivesse escrito nas estrelas. Justine e Nick viveram um primeiro amor na infância e, agora que se reencontram na vida adulta, Justine percebe que ainda o ama. Nick é devoto de Astrologia, lê todos os dias o horóscopo na sua revista preferida - onde, mais um acaso, Justine escreve - e confia plenamente nas previsões dos Astros. Mas Nick parece continuar a resistir ao encanto de Justine, e é então que ela decide dar uma pequena ajuda ao destino. Fazendo pequeníssimas afinações, toma o horóscopo de Nick, e o próprio Fado, nas suas mãos. Afinal de contas, o que de pior pode acontecer? O problema é que Nick não é o único aquariano que toma decisões importantes baseado no que está escrito nas estrelas…
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Edição: Jun 2017
Nº Páginas: 632
Sinopse:
Com uma escrita que se prolongou por mais de vinte anos, interrompida apenas pela morte do autor, "Sinais de Fogo" é o único romance de Jorge de Sena e uma das mais importantes obras da literatura portuguesa do século xx. Entre a Lisboa dos últimos tempos de liceu e a Figueira da Foz do veraneio, um jovem Jorge vê-se despertar para o amor, para a sexualidade, para a realidade política e social, num momento em que a guerra civil está prestes a eclodir em Espanha e em que em Portugal a ditadura dá os seus primeiros sinais inequívocos. E, simultaneamente, este jovem descobre-se poeta. Romance de formação que é também o retrato de uma geração no centro da turbulência que marcou a história da Península Ibérica nos anos 30, "Sinais de Fogo" foi publicado, inacabado, um ano após a morte do autor, em 1979, e é considerado a obra-prima deste que é um dos nomes maiores das letras portuguesas.
Nº Páginas: 632
Sinopse:
Com uma escrita que se prolongou por mais de vinte anos, interrompida apenas pela morte do autor, "Sinais de Fogo" é o único romance de Jorge de Sena e uma das mais importantes obras da literatura portuguesa do século xx. Entre a Lisboa dos últimos tempos de liceu e a Figueira da Foz do veraneio, um jovem Jorge vê-se despertar para o amor, para a sexualidade, para a realidade política e social, num momento em que a guerra civil está prestes a eclodir em Espanha e em que em Portugal a ditadura dá os seus primeiros sinais inequívocos. E, simultaneamente, este jovem descobre-se poeta. Romance de formação que é também o retrato de uma geração no centro da turbulência que marcou a história da Península Ibérica nos anos 30, "Sinais de Fogo" foi publicado, inacabado, um ano após a morte do autor, em 1979, e é considerado a obra-prima deste que é um dos nomes maiores das letras portuguesas.
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Edição: Set 2020
Nº Páginas: 248
Sinopse:
"Nunca em língua portuguesa se ilustrou com tão jubilante desvairo a palavra conhecida de Nietzsche: o amor é o ódio mortal dos sexos. Ao longo de um diálogo-monólogo de duzentas páginas, Ruben A. executa a sua música imprevisível e certa, dançando ao seu compasso atonal, vertiginoso e estático ao mesmo tempo, o strindberguiano motivo da “dança da morte”, transposto para nova lusitana liberdade de amar fora de portas e em todas as estações. Metáfora uma da outra, a dança erótica e a da escrita que nela se alimenta, verso e reverso de uma só aventura imaginária, essência do amor e da palavra que o inventa ou transfigura, desenham a meias a mais fabulosa quadratura da ficção das nossas letras."
Nº Páginas: 248
Sinopse:
"Nunca em língua portuguesa se ilustrou com tão jubilante desvairo a palavra conhecida de Nietzsche: o amor é o ódio mortal dos sexos. Ao longo de um diálogo-monólogo de duzentas páginas, Ruben A. executa a sua música imprevisível e certa, dançando ao seu compasso atonal, vertiginoso e estático ao mesmo tempo, o strindberguiano motivo da “dança da morte”, transposto para nova lusitana liberdade de amar fora de portas e em todas as estações. Metáfora uma da outra, a dança erótica e a da escrita que nela se alimenta, verso e reverso de uma só aventura imaginária, essência do amor e da palavra que o inventa ou transfigura, desenham a meias a mais fabulosa quadratura da ficção das nossas letras."
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 82
Sinopse:
"Silêncio" é feito de histórias e aventuras em terras desconhecidas, uma narrativa visual e musical, um livro/cd com música dentro das páginas habitadas por imagens. Livro com textos de Pedro Oliveira (co-fundador e vocalista dos Sétima Legião) e António Mega Ferreira, e fotografias de João Francisco Vilhena (autor de LANZAROTE - a JANELA de SARAMAGO). Inclui CD com músicas originais de Pedro Oliveira
Nº Páginas: 82
Sinopse:
"Silêncio" é feito de histórias e aventuras em terras desconhecidas, uma narrativa visual e musical, um livro/cd com música dentro das páginas habitadas por imagens. Livro com textos de Pedro Oliveira (co-fundador e vocalista dos Sétima Legião) e António Mega Ferreira, e fotografias de João Francisco Vilhena (autor de LANZAROTE - a JANELA de SARAMAGO). Inclui CD com músicas originais de Pedro Oliveira
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Edição: Mar 2016
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Rios gigantes, desertos gelados, taiga sem limites, temperaturas extremas: na Sibéria, a geografia é de uma grande rudeza. A história também, pois fez dela a terra dos condenados e dos deportados, um dos nomes do Sofrimento do século XX. E no entanto é possível encontrar um encanto secreto nesta parte do mundo, que tão bem materializa o velho termo solidão, e que é uma espécie de alto-mar na terra. Foi o que me aconteceu. As crónicas aqui reunidas testemunham, à sua maneira, uma inclinação contranatura…
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Rios gigantes, desertos gelados, taiga sem limites, temperaturas extremas: na Sibéria, a geografia é de uma grande rudeza. A história também, pois fez dela a terra dos condenados e dos deportados, um dos nomes do Sofrimento do século XX. E no entanto é possível encontrar um encanto secreto nesta parte do mundo, que tão bem materializa o velho termo solidão, e que é uma espécie de alto-mar na terra. Foi o que me aconteceu. As crónicas aqui reunidas testemunham, à sua maneira, uma inclinação contranatura…
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 886
Sinopse:
Lin escapa de uma prisão de segurança máxima na Austrália para as ruas fervilhantes de Bombaim. Acompanhado por Prabaker, seu guia e amigo, junta-se a uma sociedade de pedintes e mafiosos, prostitutas e homens santos, soldados e actores; procuram nesta extraordinária cidade o que não encontram em nenhum outro lado. Foragido, sem casa, família, ou identidade, Lin procura por amor e propósito enquanto dirige uma clínica num dos bairros mais pobres da cidade, e aprende as artes obscuras da máfia de Bombaim. A sua busca leva-o à guerra, à prisão, à tortura, ao assassinato, e a uma série de traições enigmáticas e sangrentas. Duas pessoas detêm as chaves capazes de destrancar os mistérios e as intrigas que amarram Lin. Uma é Khader Khan: padrinho da máfia, criminoso-filósofo-santo, e mentor de Lin no submundo da Cidade Dourada. Outra é Karla: elusiva, perigosa, e bonita, cujas paixões são conduzidas por segredos que a atormentam e, simultaneamente, lhe conferem um terrível poder.
Nº Páginas: 886
Sinopse:
Lin escapa de uma prisão de segurança máxima na Austrália para as ruas fervilhantes de Bombaim. Acompanhado por Prabaker, seu guia e amigo, junta-se a uma sociedade de pedintes e mafiosos, prostitutas e homens santos, soldados e actores; procuram nesta extraordinária cidade o que não encontram em nenhum outro lado. Foragido, sem casa, família, ou identidade, Lin procura por amor e propósito enquanto dirige uma clínica num dos bairros mais pobres da cidade, e aprende as artes obscuras da máfia de Bombaim. A sua busca leva-o à guerra, à prisão, à tortura, ao assassinato, e a uma série de traições enigmáticas e sangrentas. Duas pessoas detêm as chaves capazes de destrancar os mistérios e as intrigas que amarram Lin. Uma é Khader Khan: padrinho da máfia, criminoso-filósofo-santo, e mentor de Lin no submundo da Cidade Dourada. Outra é Karla: elusiva, perigosa, e bonita, cujas paixões são conduzidas por segredos que a atormentam e, simultaneamente, lhe conferem um terrível poder.
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Edição: Fev 2018
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Terá sido numa quinta-feira à noite. Ele, a caminho dos trinta e três anos, funcionário numa empresa telegráfica e friamente casado, conheceu-a no salão de baile. De um momento para o outro, estava arrebatado de paixão e com a certeza de que uma nova vida se abria à sua frente: bastava que tivesse coragem para arriscar tudo. Sexus é com efeito uma história de risco, de provocação, uma prosa vibrante, plena de carne e espírito, um relato de aventuras sexuais e literárias que se estenderão de Brooklyn até à boémia Paris dos anos de 1930. Primeiro volume da trilogia Rosa-Crucificação, autobiografia ficcionada cuja escrita Henry Miller manteve ao longo de mais de uma década, este título foi publicado em França em 1949 e durante anos circulou clandestinamente por grande parte do mundo, onde foi proibido por imoralidade. Nas palavras de João Palma-Ferreira, prefaciador da edição portuguesa, estamos perante "uma obra-prima de todas as épocas". Um texto magistral de um autor que é um agitador de consciências, "um indisciplinador desejoso de que o homem se descubra finalmente, sem reticências e sem pactuações com o indiferentismo meramente formal".
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Terá sido numa quinta-feira à noite. Ele, a caminho dos trinta e três anos, funcionário numa empresa telegráfica e friamente casado, conheceu-a no salão de baile. De um momento para o outro, estava arrebatado de paixão e com a certeza de que uma nova vida se abria à sua frente: bastava que tivesse coragem para arriscar tudo. Sexus é com efeito uma história de risco, de provocação, uma prosa vibrante, plena de carne e espírito, um relato de aventuras sexuais e literárias que se estenderão de Brooklyn até à boémia Paris dos anos de 1930. Primeiro volume da trilogia Rosa-Crucificação, autobiografia ficcionada cuja escrita Henry Miller manteve ao longo de mais de uma década, este título foi publicado em França em 1949 e durante anos circulou clandestinamente por grande parte do mundo, onde foi proibido por imoralidade. Nas palavras de João Palma-Ferreira, prefaciador da edição portuguesa, estamos perante "uma obra-prima de todas as épocas". Um texto magistral de um autor que é um agitador de consciências, "um indisciplinador desejoso de que o homem se descubra finalmente, sem reticências e sem pactuações com o indiferentismo meramente formal".
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Vasco Prazeres, médico e sexólogo, faz-nos rir e chorar com estes "contos", baseados em episódios e histórias de vida que foi conhecendo ao longo da sua prática clínica. Linha a linha revemos os nossos próprios medos e inseguranças, encontramos respostas para as perguntas que não temos a ousadia de colocar, para chegarmos à última página com a certeza de que, afinal de contas, não estamos sozinhos.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Vasco Prazeres, médico e sexólogo, faz-nos rir e chorar com estes "contos", baseados em episódios e histórias de vida que foi conhecendo ao longo da sua prática clínica. Linha a linha revemos os nossos próprios medos e inseguranças, encontramos respostas para as perguntas que não temos a ousadia de colocar, para chegarmos à última página com a certeza de que, afinal de contas, não estamos sozinhos.
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Edição: Abr 2007
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Depois do sucesso de Rita Ferro como ficcionista de histórias de amor e sexo, e a pedido dos seus leitores mais entusiastas, a Dom Quixote publica uma recolha das suas criações de maior êxito em "A Bola" e no "Correio da Manhã", escritas entre 2005 e 2006, juntamente com alguns inéditos. São textos sobre encontros e desencontros amorosos, onde não escapa o sexo. Num estilo rápido, rítmico, divertido e viciante, a autora conta-nos os episódios mais insólitos, ambíguos ou hilariantes que se podem passar entre duas pessoas, no desporto ou no quotidiano, na prolixa área do sexo e da intimidade. Para ler, oferecer ou - quem sabe? - inspirar ou inspirar-se.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Depois do sucesso de Rita Ferro como ficcionista de histórias de amor e sexo, e a pedido dos seus leitores mais entusiastas, a Dom Quixote publica uma recolha das suas criações de maior êxito em "A Bola" e no "Correio da Manhã", escritas entre 2005 e 2006, juntamente com alguns inéditos. São textos sobre encontros e desencontros amorosos, onde não escapa o sexo. Num estilo rápido, rítmico, divertido e viciante, a autora conta-nos os episódios mais insólitos, ambíguos ou hilariantes que se podem passar entre duas pessoas, no desporto ou no quotidiano, na prolixa área do sexo e da intimidade. Para ler, oferecer ou - quem sabe? - inspirar ou inspirar-se.
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Edição: Jun 2013
Nº Páginas: 272
Sinopse:
O que seria da Humanidade que somos se aqueles que hão-de vir se recusassem a nascer? Raul, médico conceituado de uma clínica de fertilidade, descobre um cromossoma peculiar que aparece sete minutos depois da fecundação. A descoberta vai conduzi-lo a uma dimensão espiritual desconhecida. Raul começa a ouvir vozes de almas que ainda não nasceram. E, contra tudo o que seria de esperar, a mensagem urgente que estes seres lhe comunicam é a de que… não querem nascer! Uma revelação que vai mudar por completo a sua existência e a de toda a Humanidade. Não somos nós que não queremos filhos, são os filhos que se recusam a nascer. Nascer pode ser assustador… ou talvez não.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
O que seria da Humanidade que somos se aqueles que hão-de vir se recusassem a nascer? Raul, médico conceituado de uma clínica de fertilidade, descobre um cromossoma peculiar que aparece sete minutos depois da fecundação. A descoberta vai conduzi-lo a uma dimensão espiritual desconhecida. Raul começa a ouvir vozes de almas que ainda não nasceram. E, contra tudo o que seria de esperar, a mensagem urgente que estes seres lhe comunicam é a de que… não querem nascer! Uma revelação que vai mudar por completo a sua existência e a de toda a Humanidade. Não somos nós que não queremos filhos, são os filhos que se recusam a nascer. Nascer pode ser assustador… ou talvez não.
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Edição: Nov 2018
Nº Páginas: 56
Sinopse:
Depois da publicação de O Quotidiano a Secar em Verso, livro que o poeta e crítico José Mário Silva saudou como "um meteorito que cruzou o céu da poesia portuguesa", este novo livro de Eugénia de Vasconcellos é uma delicada interrogação do ofício poético e da linguagem amorosa, da sua decepção e cinzas. No posfácio, o poeta e escritor brasileiro Marco Lucchesi chama a Sete Degraus sempre a Descer, "alta poesia", uma "poesia sísmica, de larga magnitude", aproximando-a da "noite dos sentidos", de Al Berto, e João da Cruz, de Teresa de Ávila e de Adélia Prado. Sete Degraus sempre a Descer oferece à poesia portuguesa vivências amorosas com que a nossa língua teme conviver ou que se envergonha de tocar: a humildade dos objectos e das coisas, uma faca, laranjas, lençóis e cama, a ardente relação com as pulsões e sentimentos, o beijo, o desejo, a carne e o espírito.
Nº Páginas: 56
Sinopse:
Depois da publicação de O Quotidiano a Secar em Verso, livro que o poeta e crítico José Mário Silva saudou como "um meteorito que cruzou o céu da poesia portuguesa", este novo livro de Eugénia de Vasconcellos é uma delicada interrogação do ofício poético e da linguagem amorosa, da sua decepção e cinzas. No posfácio, o poeta e escritor brasileiro Marco Lucchesi chama a Sete Degraus sempre a Descer, "alta poesia", uma "poesia sísmica, de larga magnitude", aproximando-a da "noite dos sentidos", de Al Berto, e João da Cruz, de Teresa de Ávila e de Adélia Prado. Sete Degraus sempre a Descer oferece à poesia portuguesa vivências amorosas com que a nossa língua teme conviver ou que se envergonha de tocar: a humildade dos objectos e das coisas, uma faca, laranjas, lençóis e cama, a ardente relação com as pulsões e sentimentos, o beijo, o desejo, a carne e o espírito.
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