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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Toda a gente foi apanhada de surpresa, pelo que ninguém tentou impedir o inesperado assassinato do mais conhecido e traduzido escritor das ilhas, breves momentos antes do início da cerimónia de apresentação do que acabou por ser a sua última obra. E, no entanto, nesse dia o vasto auditório transbordava de uma festiva multidão de fãs e outros curiosos, todos impacientes ante a expectativa de ter um autógrafo no já muito badalado livro que se preparavam para adquirir. De modo que a ninguém terá passado pela cabeça que um evento daquela natureza, sempre aguardado com geral e grande ansiedade, poderia vir a ter um desfecho tão inesperado quanto brutal, especialmente tendo em conta a qualidade das pessoas envolvidas na tragédia.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Toda a gente foi apanhada de surpresa, pelo que ninguém tentou impedir o inesperado assassinato do mais conhecido e traduzido escritor das ilhas, breves momentos antes do início da cerimónia de apresentação do que acabou por ser a sua última obra. E, no entanto, nesse dia o vasto auditório transbordava de uma festiva multidão de fãs e outros curiosos, todos impacientes ante a expectativa de ter um autógrafo no já muito badalado livro que se preparavam para adquirir. De modo que a ninguém terá passado pela cabeça que um evento daquela natureza, sempre aguardado com geral e grande ansiedade, poderia vir a ter um desfecho tão inesperado quanto brutal, especialmente tendo em conta a qualidade das pessoas envolvidas na tragédia.
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Edição: Abr 2000
Nº Páginas: 28
Sinopse:
Pela tarde, de regresso a casa, descobrimos uma enorme serpente marinha com a garganta entalada na nossa porta, e a serpente era florescente e negra, dir-se-ia um malefício de ciganos, com os olhos ainda vivos e os dentes de serrilha nas mandíbulas escancaradas. Eu andava então pelos nove anos, e senti um terror tão intenso ante aquela aparição de delírio que a voz me ficou estrangulada. Mas o meu irmão, que era dois anos mais novo do que eu, largou as garrafas de oxigénio, as máscaras e as barbatanas e desatou a fugir com grito de pavor. A senhora Forbes ouviu- o a meio das tortuosas escadas de pedra que trepavam dos recifes do embarcadouro até casa, e correu até nos alcançar, arquejante e lívida, tendo-lhe porém bastado ver o animal crucificado na porta para compreender a causa do nosso horror.
Nº Páginas: 28
Sinopse:
Pela tarde, de regresso a casa, descobrimos uma enorme serpente marinha com a garganta entalada na nossa porta, e a serpente era florescente e negra, dir-se-ia um malefício de ciganos, com os olhos ainda vivos e os dentes de serrilha nas mandíbulas escancaradas. Eu andava então pelos nove anos, e senti um terror tão intenso ante aquela aparição de delírio que a voz me ficou estrangulada. Mas o meu irmão, que era dois anos mais novo do que eu, largou as garrafas de oxigénio, as máscaras e as barbatanas e desatou a fugir com grito de pavor. A senhora Forbes ouviu- o a meio das tortuosas escadas de pedra que trepavam dos recifes do embarcadouro até casa, e correu até nos alcançar, arquejante e lívida, tendo-lhe porém bastado ver o animal crucificado na porta para compreender a causa do nosso horror.
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Edição: Nov 2010
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Os sucessivos aparecimentos e desaparecimentos dos "maquis" que vêm do outro lado da fronteira são a única coisa que anima a vida cinzenta de um bairro de Barcelona na época mais dura do pós-guerra. Este romance é o relato da aventura de um desses heróis míticos, que embarca rumo a Xangai para cumprir uma missão perigosíssima entre pistoleiros, ex-nazis, belas mulheres e sinistros clubes nocturnos; é ainda a história do efeito que tal relato provoca num grupo de jovens que se encontra sem rumo na vida. Daí que o feitiço deste romance não esteja tanto na apresentação da vida real quanto na da imaginada, provavelmente a única verdadeira. "O Feitiço de Xangai", um dos mais significativos romances de Juan Marsé, é uma lufada de ar fresco num tempo morto de um país morto e, ao mesmo tempo, um magistral romance dentro do romance.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Os sucessivos aparecimentos e desaparecimentos dos "maquis" que vêm do outro lado da fronteira são a única coisa que anima a vida cinzenta de um bairro de Barcelona na época mais dura do pós-guerra. Este romance é o relato da aventura de um desses heróis míticos, que embarca rumo a Xangai para cumprir uma missão perigosíssima entre pistoleiros, ex-nazis, belas mulheres e sinistros clubes nocturnos; é ainda a história do efeito que tal relato provoca num grupo de jovens que se encontra sem rumo na vida. Daí que o feitiço deste romance não esteja tanto na apresentação da vida real quanto na da imaginada, provavelmente a única verdadeira. "O Feitiço de Xangai", um dos mais significativos romances de Juan Marsé, é uma lufada de ar fresco num tempo morto de um país morto e, ao mesmo tempo, um magistral romance dentro do romance.
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Edição: Ago 2012
Nº Páginas: 384
Sinopse:
O Feitiço da Índia narra a história de três homens: José Martins, o primeiro português a tocar solo indiano, ido como degredado na armada de Vasco da Gama. Casado em Alfama com a moura Rosa, apaixonou-se por Rhema em Cochim, casou-se de novo e morreu em Goa, enfeitiçado pela Índia; Augusto Martins, o único português (não luso-indiano) a permanecer em território de Goa após a invasão das tropas da União Indiana em 18 de Dezembro de 1961. Casado em Lisboa com a mulher-a-dias Rosa, apaixonou-se em Salcete pela menina Rhema, filha de um brâmane, gerando Sumitha, morrendo em Goa enfeitiçado pela Índia; A história do narrador, descendente de José Martins e filho de Augusto Martins, que, em 1975, após o reatamento das relações entre Portugal e a União Indiana, partiu para Goa à procura do pai e ali permaneceu até hoje, vivendo com Rhema e Sumitha, enfeitiçado pela Índia. Através da experiência destas personagens inesquecíveis - e com a ironia e a qualidade a que Miguel Real nos habituou -, O Feitiço da Índia oferece-nos o retrato fascinante de Goa e da costa do Malabar, na Índia, em três épocas marcantes da sua história.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
O Feitiço da Índia narra a história de três homens: José Martins, o primeiro português a tocar solo indiano, ido como degredado na armada de Vasco da Gama. Casado em Alfama com a moura Rosa, apaixonou-se por Rhema em Cochim, casou-se de novo e morreu em Goa, enfeitiçado pela Índia; Augusto Martins, o único português (não luso-indiano) a permanecer em território de Goa após a invasão das tropas da União Indiana em 18 de Dezembro de 1961. Casado em Lisboa com a mulher-a-dias Rosa, apaixonou-se em Salcete pela menina Rhema, filha de um brâmane, gerando Sumitha, morrendo em Goa enfeitiçado pela Índia; A história do narrador, descendente de José Martins e filho de Augusto Martins, que, em 1975, após o reatamento das relações entre Portugal e a União Indiana, partiu para Goa à procura do pai e ali permaneceu até hoje, vivendo com Rhema e Sumitha, enfeitiçado pela Índia. Através da experiência destas personagens inesquecíveis - e com a ironia e a qualidade a que Miguel Real nos habituou -, O Feitiço da Índia oferece-nos o retrato fascinante de Goa e da costa do Malabar, na Índia, em três épocas marcantes da sua história.
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Edição: Abr 2015
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"Não devem ter sido muitos os portugueses que deixaram um rasto tão forte na história de países estrangeiros com o que António Manuel Luís de Vieira e alguns dos seus descendentes conseguiram nos destinos da Rússia. Apesar da sua modesta origem social e de ter contra si o facto de ser um judeu de origem portuguesa, conseguiu uma carreira brilhante no Império Russo."
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"Não devem ter sido muitos os portugueses que deixaram um rasto tão forte na história de países estrangeiros com o que António Manuel Luís de Vieira e alguns dos seus descendentes conseguiram nos destinos da Rússia. Apesar da sua modesta origem social e de ter contra si o facto de ser um judeu de origem portuguesa, conseguiu uma carreira brilhante no Império Russo."
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Edição: Jul 2017
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Maurice Castle é um ex-diplomata britânico que trabalha no MI6, em Londres, e é casado com uma bela sul-africana. O seu dia-a-dia de agente de secreto parece ser mais burocrático do que se imaginaria, até que uma fuga de informação traz à tona o seu passado, desorganiza a sua vida e coloca em xeque o seu futuro. Este livro é a história de um agente duplo, forçado a essa situação pelo seu amor por uma negra. Aborda o tema do apartheid e do racismo, condicionado de um lado pela política britânica e do outro pelas ambições russas. No fundo, a vida (literária e pessoal: tantas amantes) de Green decorreu sob o signo da suspeita, do pecado e da traição: um genuíno escritor que era um genuíno espião. Ou vice-versa. SALVATO TELES DE MENEZES in Prefácio
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Maurice Castle é um ex-diplomata britânico que trabalha no MI6, em Londres, e é casado com uma bela sul-africana. O seu dia-a-dia de agente de secreto parece ser mais burocrático do que se imaginaria, até que uma fuga de informação traz à tona o seu passado, desorganiza a sua vida e coloca em xeque o seu futuro. Este livro é a história de um agente duplo, forçado a essa situação pelo seu amor por uma negra. Aborda o tema do apartheid e do racismo, condicionado de um lado pela política britânica e do outro pelas ambições russas. No fundo, a vida (literária e pessoal: tantas amantes) de Green decorreu sob o signo da suspeita, do pecado e da traição: um genuíno escritor que era um genuíno espião. Ou vice-versa. SALVATO TELES DE MENEZES in Prefácio
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Edição: Nov 2008
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Como Rip Van Winkle, que regressa àsua cidade natal e encontra tudo mudado, Nathan Zuckerman volta a Nova Iorque, a cidade que abandonou há onze anos. Sozinho na sua montanha da Nova Inglaterra, Nathan Zuckerman foi exclusivamente escritor: sem vozes, sem jornais nem televisão sem ameaças terroristas, sem mulheres, sem notícias, sem outras ocupações que não fossem trabalhar e enfrentar a velhice. Percorrendo as ruas como uma alma penada, depressa estabelece três relações que fazem explodir a sua solidão tão cuidadosamente protegida. Uma é com um jovem casal com o qual, num momento irreflectido, se propõe fazer uma permuta de casas. Eles trocarão a Manhattan do pós 11 de Setembro pelo seu refúgio no interior e ele regressará à vida urbana. Mas a partir do momento em que os conhece, Zuckerman quer também trocar a sua solidão pelo desafio erótico da jovem mulher, Jamie, que o atrai a ponto de o fazer voltar a tudo quanto pensava ter deixado para trás: a intimidade, o jogo vibrante do coração e do corpo. A segunda relação é com uma figura da juventude de Zuckerman, Amy Bellette, companheira e musa do primeiro herói literário de Zuckerman, E.I. Lonoff. Outrora irresistível, Amy é agora uma velha minada pela doença, guardiã da memória desse escritor americano de nobre austeridade que apontou a Nathan o caminho solitário para uma vocação de escritor. A terceira relação é com o aspirante a biógrafo de Lonoff, um jovem mastim literário, pronto a fazer e dizer praticamente tudo o que for preciso para chegar ao "grande segredo" de Lonoff. Subitamente envolvido, como nunca desejou ou tencionou voltar a estar, com o amor, a dor, o desejo e o ressentimento, Zuckerman representa um drama interior de possibilidades estimulantes e irresistíveis.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Como Rip Van Winkle, que regressa àsua cidade natal e encontra tudo mudado, Nathan Zuckerman volta a Nova Iorque, a cidade que abandonou há onze anos. Sozinho na sua montanha da Nova Inglaterra, Nathan Zuckerman foi exclusivamente escritor: sem vozes, sem jornais nem televisão sem ameaças terroristas, sem mulheres, sem notícias, sem outras ocupações que não fossem trabalhar e enfrentar a velhice. Percorrendo as ruas como uma alma penada, depressa estabelece três relações que fazem explodir a sua solidão tão cuidadosamente protegida. Uma é com um jovem casal com o qual, num momento irreflectido, se propõe fazer uma permuta de casas. Eles trocarão a Manhattan do pós 11 de Setembro pelo seu refúgio no interior e ele regressará à vida urbana. Mas a partir do momento em que os conhece, Zuckerman quer também trocar a sua solidão pelo desafio erótico da jovem mulher, Jamie, que o atrai a ponto de o fazer voltar a tudo quanto pensava ter deixado para trás: a intimidade, o jogo vibrante do coração e do corpo. A segunda relação é com uma figura da juventude de Zuckerman, Amy Bellette, companheira e musa do primeiro herói literário de Zuckerman, E.I. Lonoff. Outrora irresistível, Amy é agora uma velha minada pela doença, guardiã da memória desse escritor americano de nobre austeridade que apontou a Nathan o caminho solitário para uma vocação de escritor. A terceira relação é com o aspirante a biógrafo de Lonoff, um jovem mastim literário, pronto a fazer e dizer praticamente tudo o que for preciso para chegar ao "grande segredo" de Lonoff. Subitamente envolvido, como nunca desejou ou tencionou voltar a estar, com o amor, a dor, o desejo e o ressentimento, Zuckerman representa um drama interior de possibilidades estimulantes e irresistíveis.
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Edição: Mar 2023
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Ópera de Paris, século XIX. Um fantasma habita os subterrâneos, assombra o teatro e dá orientações de encenação aos diretores. Poderia ser uma comédia, se o amor por Christine não o transformasse numa sombra cadavérica que o leva a cometer os mais horrendos atos. "Clássicos Hoje" é uma coleção inspirada por toda a luz antiga e moderna: nela cabem as maiores obras da literatura de todos os tempos, ilustradas por grandes nomes da arte contemporânea.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Ópera de Paris, século XIX. Um fantasma habita os subterrâneos, assombra o teatro e dá orientações de encenação aos diretores. Poderia ser uma comédia, se o amor por Christine não o transformasse numa sombra cadavérica que o leva a cometer os mais horrendos atos. "Clássicos Hoje" é uma coleção inspirada por toda a luz antiga e moderna: nela cabem as maiores obras da literatura de todos os tempos, ilustradas por grandes nomes da arte contemporânea.
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Edição: Nov 2014
Nº Páginas: 872
Sinopse:
Esta edição, da autoria de Vítor Pavão dos Santos, trata-se essencialmente de uma antologia dos poetas e dos poemas em língua portuguesa que, ao longo da carreira, a fadista Amália Rodrigues interpretou.A obra tem uma recolha de mais de 300 poemas e de 100 poetas que são apresentados na sua relação com a fadista e enriquecidos com a contextualização no mundo do seu tempo, nomeadamente no mundo do espetáculo do qual Vítor Pavão dos Santos é apaixonado observador e de cuja história é reconhecidamente um dos nossos grandes especialistas.
Nº Páginas: 872
Sinopse:
Esta edição, da autoria de Vítor Pavão dos Santos, trata-se essencialmente de uma antologia dos poetas e dos poemas em língua portuguesa que, ao longo da carreira, a fadista Amália Rodrigues interpretou.A obra tem uma recolha de mais de 300 poemas e de 100 poetas que são apresentados na sua relação com a fadista e enriquecidos com a contextualização no mundo do seu tempo, nomeadamente no mundo do espetáculo do qual Vítor Pavão dos Santos é apaixonado observador e de cuja história é reconhecidamente um dos nossos grandes especialistas.
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Edição: Fev 2011
Nº Páginas: 340
Sinopse:
Maurice Castle é um ex-diplomata britânico que trabalha no MI6, em Londres, e é casado com uma bela sul-africana. O seu dia-a-dia de agente de secreto parece ser mais burocrático do que se imaginaria, até que uma fuga de informação traz à tona o seu passado, desorganiza a sua vida e coloca em xeque o seu futuro. Este livro é a história de um agente duplo, forçado a essa situação pelo seu amor por uma negra. Aborda o tema do apartheid e do racismo, condicionado de um lado pela política britânica e do outro pelas ambições russas. "O Factor Humano" é considerado a obra mais madura de Graham Greene. Com sua prosa elegante, Greene medita sobre a força do amor e do segredo profissional - e sobre os sacrifícios por eles exigidos. Consegue prender o leitor com o seu enredo, mas sobretudo com a caracterização das suas personagens, pintadas com uma profunda compreensão e respeito pelas ironias, ambiguidades e as zonas obscuras da alma humana.
Nº Páginas: 340
Sinopse:
Maurice Castle é um ex-diplomata britânico que trabalha no MI6, em Londres, e é casado com uma bela sul-africana. O seu dia-a-dia de agente de secreto parece ser mais burocrático do que se imaginaria, até que uma fuga de informação traz à tona o seu passado, desorganiza a sua vida e coloca em xeque o seu futuro. Este livro é a história de um agente duplo, forçado a essa situação pelo seu amor por uma negra. Aborda o tema do apartheid e do racismo, condicionado de um lado pela política britânica e do outro pelas ambições russas. "O Factor Humano" é considerado a obra mais madura de Graham Greene. Com sua prosa elegante, Greene medita sobre a força do amor e do segredo profissional - e sobre os sacrifícios por eles exigidos. Consegue prender o leitor com o seu enredo, mas sobretudo com a caracterização das suas personagens, pintadas com uma profunda compreensão e respeito pelas ironias, ambiguidades e as zonas obscuras da alma humana.
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 136
Sinopse:
O Exílio e o Reino é um conjunto de seis histórias de Albert Camus que decorrem em cenários tão distintos quanto a Europa, o Brasil e África. Um só tema, no entanto, as percorre a todas: o exílio, aqui abordado desde o monólogo interior até à descrição realista. "O Reino, por sua vez, que também é referido no título", explica Camus, "coincide com uma certa vida livre e despojada que teremos de reencontrar, para podermos enfim renascer. O Exílio, de certo modo, mostra-nos as vias de acesso a essa outra vida, desde que saibamos nele recusar ao mesmo tempo a servidão e a posse." Publicado originalmente em 1957, poucos meses antes de Camus receber o Prémio Nobel da Literatura, este volume foi a última obra literária lançada em vida pelo autor.
Nº Páginas: 136
Sinopse:
O Exílio e o Reino é um conjunto de seis histórias de Albert Camus que decorrem em cenários tão distintos quanto a Europa, o Brasil e África. Um só tema, no entanto, as percorre a todas: o exílio, aqui abordado desde o monólogo interior até à descrição realista. "O Reino, por sua vez, que também é referido no título", explica Camus, "coincide com uma certa vida livre e despojada que teremos de reencontrar, para podermos enfim renascer. O Exílio, de certo modo, mostra-nos as vias de acesso a essa outra vida, desde que saibamos nele recusar ao mesmo tempo a servidão e a posse." Publicado originalmente em 1957, poucos meses antes de Camus receber o Prémio Nobel da Literatura, este volume foi a última obra literária lançada em vida pelo autor.
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 369
Sinopse:
A batalha vai começar… Ano 57. Cato e Macro, veteranos do Império Romano, regressam a Roma. Depois de uma campanha desastrosa na fronteira oriental, a receção na corte imperial é hostil. As suas reputações e futuro estão em jogo. Quando a paixão do imperador Nero pela sua amante é explorada pelos seus inimigos políticos, ela é desterrada para o exílio. Cato, isolado e indesejado em Roma, é forçado a escoltá-la até à Sardenha. Ao chegar à agitada e fervilhante ilha com um pequeno grupo de oficiais, Cato enfrenta o perigo em três frentes: um grupo de soldados dividido, uma praga mortífera que se espalha pela província... e uma violenta insurreição que ameaça lançar a região num caos sangrento.
Nº Páginas: 369
Sinopse:
A batalha vai começar… Ano 57. Cato e Macro, veteranos do Império Romano, regressam a Roma. Depois de uma campanha desastrosa na fronteira oriental, a receção na corte imperial é hostil. As suas reputações e futuro estão em jogo. Quando a paixão do imperador Nero pela sua amante é explorada pelos seus inimigos políticos, ela é desterrada para o exílio. Cato, isolado e indesejado em Roma, é forçado a escoltá-la até à Sardenha. Ao chegar à agitada e fervilhante ilha com um pequeno grupo de oficiais, Cato enfrenta o perigo em três frentes: um grupo de soldados dividido, uma praga mortífera que se espalha pela província... e uma violenta insurreição que ameaça lançar a região num caos sangrento.
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 456
Sinopse:
No Novo Testamento, ficamos a saber que Jesus ressuscitou um amigo próximo de nome Lázaro. Contudo, em parte alguma do Evangelho segundo São João - que contém este episódio -, se menciona como é que ele realizou o milagre ou se teria algum motivo especial para o fazer. Em "O Evangelho segundo Lázaro", Richard Zimler preenche estas e outras lacunas, narrando a história da perspetiva de Lázaro, descrevendo como ele e Jesus se conheceram em crianças, a transcendência da ligação que os une e o momento em que Lázaro acordou no túmulo, desorientado e sem qualquer memória de uma vida após a morte. Porém, só trinta anos depois da crucificação do seu velho amigo, Lázaro começa a entender a extensão do papel que sempre ocupou na vida de Jesus e talvez ainda venha a ocupar. É que a derradeira prenda de Jesus a Lázaro - deixada num dos locais malditos de Jerusalém - parece conter a chave que ajudará Lázaro a concretizar os desígnios de uma Terra Prometida. Deverá ele arriscar tudo e levar a cabo os perigosos planos de Jesus? Com a voz única a que Richard Zimler nos habituou, este romance apaixonante e amplamente documentado, situado no contexto das práticas e tradições judaicas da era antes de Cristo, irá certamente perturbar alguns leitores e tocar profundamente outros.
Nº Páginas: 456
Sinopse:
No Novo Testamento, ficamos a saber que Jesus ressuscitou um amigo próximo de nome Lázaro. Contudo, em parte alguma do Evangelho segundo São João - que contém este episódio -, se menciona como é que ele realizou o milagre ou se teria algum motivo especial para o fazer. Em "O Evangelho segundo Lázaro", Richard Zimler preenche estas e outras lacunas, narrando a história da perspetiva de Lázaro, descrevendo como ele e Jesus se conheceram em crianças, a transcendência da ligação que os une e o momento em que Lázaro acordou no túmulo, desorientado e sem qualquer memória de uma vida após a morte. Porém, só trinta anos depois da crucificação do seu velho amigo, Lázaro começa a entender a extensão do papel que sempre ocupou na vida de Jesus e talvez ainda venha a ocupar. É que a derradeira prenda de Jesus a Lázaro - deixada num dos locais malditos de Jerusalém - parece conter a chave que ajudará Lázaro a concretizar os desígnios de uma Terra Prometida. Deverá ele arriscar tudo e levar a cabo os perigosos planos de Jesus? Com a voz única a que Richard Zimler nos habituou, este romance apaixonante e amplamente documentado, situado no contexto das práticas e tradições judaicas da era antes de Cristo, irá certamente perturbar alguns leitores e tocar profundamente outros.
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Edição: Fev 2024
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Finalista do Prémio Booker Internacional 2023 Num domingo de Páscoa, um recém-nascido surge deitado sobre a palha, entre os cascos de um burro que o aquece com o seu bafo. "Um milagre! Aqui está uma dádiva de Deus que eu não esperava. Vou chamar-te Pascal", murmura a senhora Ballandra, a partir de então sua mãe adotiva. O bebé é muito belo, de pele morena, cabelos lisos e pretos, os olhos de um verde semelhante ao mar que rodeia o país. Mas esta beleza não é a única razão pela qual cresce a curiosidade geral e um rumor tenaz começa a ganhar cada vez mais terreno. Algo na história desta criança não é natural. Será Pascal, na verdade, filho de Deus? Qual a sua missão? Poderá ele mudar o destino dos homens, suavizar as suas dores e tornar o mundo mais justo? E o que indicará este evangelho do novo mundo acerca da nossa natureza e do nosso futuro? Distinguida em 2018 com o "Nobel alternativo", Maryse Condé revela nesta sua mais recente obra, escrita em homenagem a José Saramago, o estrondoso poder da imaginação que faz agitar consciências. Muitos são aqueles que acreditam que o nosso mundo, tão incompreensível, tão violento, precisa de alguém que lhe devolva a harmonia e a sabedoria. Este basear-se-ia em experiências que outros tentaram antes e que não puderam levar a termo. Talvez esse homem sejas tu.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Finalista do Prémio Booker Internacional 2023 Num domingo de Páscoa, um recém-nascido surge deitado sobre a palha, entre os cascos de um burro que o aquece com o seu bafo. "Um milagre! Aqui está uma dádiva de Deus que eu não esperava. Vou chamar-te Pascal", murmura a senhora Ballandra, a partir de então sua mãe adotiva. O bebé é muito belo, de pele morena, cabelos lisos e pretos, os olhos de um verde semelhante ao mar que rodeia o país. Mas esta beleza não é a única razão pela qual cresce a curiosidade geral e um rumor tenaz começa a ganhar cada vez mais terreno. Algo na história desta criança não é natural. Será Pascal, na verdade, filho de Deus? Qual a sua missão? Poderá ele mudar o destino dos homens, suavizar as suas dores e tornar o mundo mais justo? E o que indicará este evangelho do novo mundo acerca da nossa natureza e do nosso futuro? Distinguida em 2018 com o "Nobel alternativo", Maryse Condé revela nesta sua mais recente obra, escrita em homenagem a José Saramago, o estrondoso poder da imaginação que faz agitar consciências. Muitos são aqueles que acreditam que o nosso mundo, tão incompreensível, tão violento, precisa de alguém que lhe devolva a harmonia e a sabedoria. Este basear-se-ia em experiências que outros tentaram antes e que não puderam levar a termo. Talvez esse homem sejas tu.
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Edição: Ago 2021
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Dostoiévski, considerado um dos grandes iniciadores da literatura moderna, é também, em muitos aspectos, um precursor do pensamento de Freud pela compreensão das motivações profundas e não conscientes, do sofrimento psíquico, da linguagem dos sonhos, dos laivos de loucura que caracterizam os comportamentos. Como em "O Idiota", aqui o ciúme é o tema-chave; mas, enquanto naquele livro os conflitos são vividos por caracteres dotados de força interior, em "O Eterno Marido", esse sentimento é elaborado em função de uma personagem frágil, propensa a uma passividade que o expõe ao ridículo, e as suas tentativas de abafar os ressentimentos e alcançar a felicidade a todo o custo acabam por se exteriorizar assumindo os contornos do crime. Contudo, mais do que esta compreensão que Dostoiévski possui em relação aos comportamentos, fascinam-nos o seu alcance filosófico e a sua intuição poética, que nos deixam perante o enigma do psiquismo humano como mistério insondável. "O Eterno Marido", publicado pela primeira vez em revista em 1870, só um ano depois seria editado em livro.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Dostoiévski, considerado um dos grandes iniciadores da literatura moderna, é também, em muitos aspectos, um precursor do pensamento de Freud pela compreensão das motivações profundas e não conscientes, do sofrimento psíquico, da linguagem dos sonhos, dos laivos de loucura que caracterizam os comportamentos. Como em "O Idiota", aqui o ciúme é o tema-chave; mas, enquanto naquele livro os conflitos são vividos por caracteres dotados de força interior, em "O Eterno Marido", esse sentimento é elaborado em função de uma personagem frágil, propensa a uma passividade que o expõe ao ridículo, e as suas tentativas de abafar os ressentimentos e alcançar a felicidade a todo o custo acabam por se exteriorizar assumindo os contornos do crime. Contudo, mais do que esta compreensão que Dostoiévski possui em relação aos comportamentos, fascinam-nos o seu alcance filosófico e a sua intuição poética, que nos deixam perante o enigma do psiquismo humano como mistério insondável. "O Eterno Marido", publicado pela primeira vez em revista em 1870, só um ano depois seria editado em livro.
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Edição: Mar 2010
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Um advogado londrino investiga a estranha ligação entre o seu velho amigo, o conceituado Dr. Jekyll, e o perturbante e duvidoso Mr. Hyde. O comportamento do Dr. Jekyll começa a preocupar os seus empregados e amigos, tanto mais que este, cada vez mais isolado no seu laboratório, recebe frequentemente o intrigante e violento Mr. Hyde. Temendo pela vida do amigo, o advogado resolve tirar a limpo a história e vai à residência do médico para procurar a explicação para tão bizarro comportamento. No surpreendente final, o Dr. Jekyll revela que ele e Mr. Hyde são um só, em resultado de uma experiência realizada no seu laboratório. Ao tomar a fórmula, a sua personalidade dividiu-se, ora tomando a forma do amável médico ora a do temível Mr. Hyde.
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Um advogado londrino investiga a estranha ligação entre o seu velho amigo, o conceituado Dr. Jekyll, e o perturbante e duvidoso Mr. Hyde. O comportamento do Dr. Jekyll começa a preocupar os seus empregados e amigos, tanto mais que este, cada vez mais isolado no seu laboratório, recebe frequentemente o intrigante e violento Mr. Hyde. Temendo pela vida do amigo, o advogado resolve tirar a limpo a história e vai à residência do médico para procurar a explicação para tão bizarro comportamento. No surpreendente final, o Dr. Jekyll revela que ele e Mr. Hyde são um só, em resultado de uma experiência realizada no seu laboratório. Ao tomar a fórmula, a sua personalidade dividiu-se, ora tomando a forma do amável médico ora a do temível Mr. Hyde.
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Edição: Jan 2014
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Correm tranquilamente os primeiros dias de Junho de 1832 quando um casal desconhecido vem alojar-se numa estalagem da Foz do Douro. Ele é um homem de meia-idade e porte altivo, chamado Sebastião Moncada, e ela, uma mulher mais nova, de olhar assustado e gestos inquietos. O casal chega rodeado de uma atmosfera de mistério, cuja persistência vai exigir a intervenção da Polícia. Mateus Vilaverde é o oficial da Guarda Real que fica encarregado do caso, mas a sua investigação complica-se extraordinariamente com a chegada do exército liberal de D. Pedro, que, desembarcado nas praias do Mindelo, ocupa a cidade do Porto. É, então, num cenário de guerra que Mateus vai descobrindo a história de Sebastião Moncada. Mas à medida que o vai fazendo vê-se impelido a investigar-se a si próprio e a confrontar-se com os seus afectos, desejos e fantasmas. Tendo como pano de fundo o Portugal das Guerras Liberais e o estoicismo das gentes do Porto, cercadas durante mais de um ano pelo enorme e impiedoso exército miguelista, "O Estranho Caso de Sebastião Moncada" é um romance sobre a importância do acaso e das coincidências na vida humana e sobre a coragem necessária para enfrentar e viver as consequências de um grande amor.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Correm tranquilamente os primeiros dias de Junho de 1832 quando um casal desconhecido vem alojar-se numa estalagem da Foz do Douro. Ele é um homem de meia-idade e porte altivo, chamado Sebastião Moncada, e ela, uma mulher mais nova, de olhar assustado e gestos inquietos. O casal chega rodeado de uma atmosfera de mistério, cuja persistência vai exigir a intervenção da Polícia. Mateus Vilaverde é o oficial da Guarda Real que fica encarregado do caso, mas a sua investigação complica-se extraordinariamente com a chegada do exército liberal de D. Pedro, que, desembarcado nas praias do Mindelo, ocupa a cidade do Porto. É, então, num cenário de guerra que Mateus vai descobrindo a história de Sebastião Moncada. Mas à medida que o vai fazendo vê-se impelido a investigar-se a si próprio e a confrontar-se com os seus afectos, desejos e fantasmas. Tendo como pano de fundo o Portugal das Guerras Liberais e o estoicismo das gentes do Porto, cercadas durante mais de um ano pelo enorme e impiedoso exército miguelista, "O Estranho Caso de Sebastião Moncada" é um romance sobre a importância do acaso e das coincidências na vida humana e sobre a coragem necessária para enfrentar e viver as consequências de um grande amor.
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Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Para escrever esta história inspirei-me num comentário de Mark Twain, em que dizia que era uma pena que a melhor parte da vida viesse no início da vida e a pior parte viesse no fim. Realmente, Benjamin Button é um caso estranho. Ele é um bebé, mas um bebé que fuma charutos, anda de bengala e detesta leite quente. Porquê? Porque anda com o relógio às avessas: nasceu com 70 anos e, aparentemente ao contrário de toda a humanidade, fica cada dia mais novo. Esta é uma história sobejamente conhecida devido à sua adaptação para o cinema pelo realizador David Fincher e protagonizada por Brad Pitt e Cate Blanchett, mas é também uma das mais fascinantes ficções curtas de um dos maiores escritores americanos do século XX, F. Scott Fitzgerald, que, mais uma vez, nos retrata com mestria os anos e as convenções sociais do início do século passado, do qual foi um acérrimo retratista e crítico.
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Para escrever esta história inspirei-me num comentário de Mark Twain, em que dizia que era uma pena que a melhor parte da vida viesse no início da vida e a pior parte viesse no fim. Realmente, Benjamin Button é um caso estranho. Ele é um bebé, mas um bebé que fuma charutos, anda de bengala e detesta leite quente. Porquê? Porque anda com o relógio às avessas: nasceu com 70 anos e, aparentemente ao contrário de toda a humanidade, fica cada dia mais novo. Esta é uma história sobejamente conhecida devido à sua adaptação para o cinema pelo realizador David Fincher e protagonizada por Brad Pitt e Cate Blanchett, mas é também uma das mais fascinantes ficções curtas de um dos maiores escritores americanos do século XX, F. Scott Fitzgerald, que, mais uma vez, nos retrata com mestria os anos e as convenções sociais do início do século passado, do qual foi um acérrimo retratista e crítico.
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Edição: Abr 2009
Nº Páginas: 192
Sinopse:
A actual crise financeira e económica tem suscitado um renovado interesse pelo Estado, pela sua intervenção, pela sua virtual capacidade de pilotagem e conformação social (ou, mais precisamente, "societal"). Este "entusiasmo pelo Estado", prenhe de um Keynesianismo romanceado, não olha para o Estado enquanto forma histórica de organização politica das comunidades humanas. Olha, isso sim, com zelo pragmático e nostalgia ideológica, para uma das "formas de vida", hipóstases ou "incarnações" do Estado: a do Estado interventor. No actual patamar de desenvolvimento das formas de composição politica, talvez seja ainda suficiente, mas é inegavelmente pouco.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
A actual crise financeira e económica tem suscitado um renovado interesse pelo Estado, pela sua intervenção, pela sua virtual capacidade de pilotagem e conformação social (ou, mais precisamente, "societal"). Este "entusiasmo pelo Estado", prenhe de um Keynesianismo romanceado, não olha para o Estado enquanto forma histórica de organização politica das comunidades humanas. Olha, isso sim, com zelo pragmático e nostalgia ideológica, para uma das "formas de vida", hipóstases ou "incarnações" do Estado: a do Estado interventor. No actual patamar de desenvolvimento das formas de composição politica, talvez seja ainda suficiente, mas é inegavelmente pouco.
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Edição: Jan 2013
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Após Perdoar Helena José Tolentino Mendonça regressa ao teatro com uma nova peça onde interagem cinco personagens: 3 homens e 2 mulheres. John Wolf, o guia da floresta; 2 caminhantes: Peter Weil (meia idade) e Jacob (mais novo). E duas mulheres: a jovem Viviane Mars e o Destino."Um dia os homens deixarão os aviões, os transatlânticos, os comboios de alta velocidade, os automóveis para regressar aos caminhos do bosque."
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Após Perdoar Helena José Tolentino Mendonça regressa ao teatro com uma nova peça onde interagem cinco personagens: 3 homens e 2 mulheres. John Wolf, o guia da floresta; 2 caminhantes: Peter Weil (meia idade) e Jacob (mais novo). E duas mulheres: a jovem Viviane Mars e o Destino."Um dia os homens deixarão os aviões, os transatlânticos, os comboios de alta velocidade, os automóveis para regressar aos caminhos do bosque."
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Edição: Abr 2014
Nº Páginas: 272
Sinopse:
O Espião que saiu do frio, o terceiro romance do autor, é a história da perigosíssima missão de um agente que quer desesperadamente pôr termo à sua carreira de espião: sair do frio. Neste reconhecido clássico do suspense, o mestre John le Carré mudou as regras do jogo e viu-se catapultado para a fama mundial. Este livro foi adaptado ao cinema, num filme muito premiado de Martin Ritt, com Richard Burton e Claire Bloom nos principais papéis.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
O Espião que saiu do frio, o terceiro romance do autor, é a história da perigosíssima missão de um agente que quer desesperadamente pôr termo à sua carreira de espião: sair do frio. Neste reconhecido clássico do suspense, o mestre John le Carré mudou as regras do jogo e viu-se catapultado para a fama mundial. Este livro foi adaptado ao cinema, num filme muito premiado de Martin Ritt, com Richard Burton e Claire Bloom nos principais papéis.
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Edição: Nov 2011
Nº Páginas: 192
Sinopse:
No Carnaval de 1943 três navios alemães e um italiano, todos civis, foram incendiados e afundados, pelos próprios tripulantes, no porto de Mormugão, no então Estado Português da Índia. Resistiam assim a um ataque do SOE britânico, o serviço de operações especiais encarregue da "guerra não cavalheiresca".Para proteger os interesses aliados, as autoridades portuguesas condenaram judicialmente os tripulantes, dando como não provado que tivessem resistido a uma tentativa de apresamento, com violação da nossa neutralidade.Ao erro judiciário seguiu-se a propaganda: para os britânicos, o fiasco da expedição foi convertido em vitória. Só os portugueses saíram mal do incidente.Salazar teve de intervir junto do poder judicial e o silêncio caiu sobre a história.Este livro tenta repor a verdade, para além das conveniências.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
No Carnaval de 1943 três navios alemães e um italiano, todos civis, foram incendiados e afundados, pelos próprios tripulantes, no porto de Mormugão, no então Estado Português da Índia. Resistiam assim a um ataque do SOE britânico, o serviço de operações especiais encarregue da "guerra não cavalheiresca".Para proteger os interesses aliados, as autoridades portuguesas condenaram judicialmente os tripulantes, dando como não provado que tivessem resistido a uma tentativa de apresamento, com violação da nossa neutralidade.Ao erro judiciário seguiu-se a propaganda: para os britânicos, o fiasco da expedição foi convertido em vitória. Só os portugueses saíram mal do incidente.Salazar teve de intervir junto do poder judicial e o silêncio caiu sobre a história.Este livro tenta repor a verdade, para além das conveniências.
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 144
Sinopse:
"As almas gémeas não são as que se talham no Céu. Mas as que se esculpem uma à outra em alguma parte dos seus abismos." Lisboa é a cidade onde ninguém dorme. Nem o narrador desta história surreal. A sua janela dá para a fachada de um edifício de apartamentos de cujos habitantes imagina a vida sexual (até se apaixonar por uma vizinha). Porém, quando começa a investigar a vida real dessas pessoas - e dessas mulheres -, percebe que a sua imaginação é demasiado pobre em comparação com a realidade; na "cidade que não dorme" o desejo confunde-se com a perdição, o delírio com a abjeção, e não há fronteiras entre sexos nem entre pessoas. Um romance erótico - e pornográfico, brutal, perigoso e inclassificável, onde reconhecemos parte da cidade e dos seus habitantes. Todos os lugares são reais; as personagens, às vezes - mas só às vezes -, são inventadas.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
"As almas gémeas não são as que se talham no Céu. Mas as que se esculpem uma à outra em alguma parte dos seus abismos." Lisboa é a cidade onde ninguém dorme. Nem o narrador desta história surreal. A sua janela dá para a fachada de um edifício de apartamentos de cujos habitantes imagina a vida sexual (até se apaixonar por uma vizinha). Porém, quando começa a investigar a vida real dessas pessoas - e dessas mulheres -, percebe que a sua imaginação é demasiado pobre em comparação com a realidade; na "cidade que não dorme" o desejo confunde-se com a perdição, o delírio com a abjeção, e não há fronteiras entre sexos nem entre pessoas. Um romance erótico - e pornográfico, brutal, perigoso e inclassificável, onde reconhecemos parte da cidade e dos seus habitantes. Todos os lugares são reais; as personagens, às vezes - mas só às vezes -, são inventadas.
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Edição: Set 2014
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Esta é a estória de uma relação de amor feliz que uma gravidez interrompida não consensual prejudicou. O autor conta a estória dessa relação em ordem não sequencial, com o apoio das versões dos próprios protagonistas, Filipe, um homem em busca de um amor verdadeiro, e Érica, uma crisálida que se transformou numa esplendorosa borboleta, mas que no amor é sujeita a arrebatamentos imprevisíveis. O amor e a raiva, a ternura e o ciúme, a intolerância e o egoísmo, como a incompreensão, são como notas musicais que servem a uma sinfonia bela.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Esta é a estória de uma relação de amor feliz que uma gravidez interrompida não consensual prejudicou. O autor conta a estória dessa relação em ordem não sequencial, com o apoio das versões dos próprios protagonistas, Filipe, um homem em busca de um amor verdadeiro, e Érica, uma crisálida que se transformou numa esplendorosa borboleta, mas que no amor é sujeita a arrebatamentos imprevisíveis. O amor e a raiva, a ternura e o ciúme, a intolerância e o egoísmo, como a incompreensão, são como notas musicais que servem a uma sinfonia bela.
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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Primeiro volume da "trilogia e epílogo" Zuckerman Bound, O Escritor Fantasma é um romance sobre as tensões entre a literatura e a vida, a autenticidade artística e a respeitabilidade convencional - e sobre os profissionais que vivem com as consequências de sacrificar uma à outra. O Escritor Fantasma marca o aparecimento de Nathan Zuckerman na década de 1950: um romancista promissor, fascinado pelos Grandes Livros, que descobre os apelos contraditórios da literatura e da experiência durante uma noite que passa na recôndita casa de campo do seu ídolo literário, E. I. Lonoff. Aí conhece Amy Bellette, uma jovem fascinante, de origem estrangeira indefinida, que descobre ter sido aluna de Lonoff e talvez tenha sido também sua amante. Zuckerman, com a sua imaginação jovem e irrequieta, pergunta a si mesmo se aquela rapariga não será a vítima paradigmática da perseguição nazi. Se fosse, talvez pudesse transformar-lhe a vida...
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Primeiro volume da "trilogia e epílogo" Zuckerman Bound, O Escritor Fantasma é um romance sobre as tensões entre a literatura e a vida, a autenticidade artística e a respeitabilidade convencional - e sobre os profissionais que vivem com as consequências de sacrificar uma à outra. O Escritor Fantasma marca o aparecimento de Nathan Zuckerman na década de 1950: um romancista promissor, fascinado pelos Grandes Livros, que descobre os apelos contraditórios da literatura e da experiência durante uma noite que passa na recôndita casa de campo do seu ídolo literário, E. I. Lonoff. Aí conhece Amy Bellette, uma jovem fascinante, de origem estrangeira indefinida, que descobre ter sido aluna de Lonoff e talvez tenha sido também sua amante. Zuckerman, com a sua imaginação jovem e irrequieta, pergunta a si mesmo se aquela rapariga não será a vítima paradigmática da perseguição nazi. Se fosse, talvez pudesse transformar-lhe a vida...
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 384
Sinopse:
O jornalismo é a profissão que mais se parece com o pugilismo, com a vantagem de que a máquina ganha sempre e a desvantagem de que não nos é permitido atirar a toalha ao chão."O Escândalo do Século" reúne cinquenta textos representativos do percurso jornalístico de Gabriel García Márquez, selecionados pelo seu editor Cristóbal Pera. Nestas histórias, onde não se diferencia o jornalista do romancista, o leitor descobrirá um fascínio por enredos que desafiam a nossa ideia da realidade, umas vezes porque nunca iremos compreendê-los por completo, tais como o misterioso caso de Wilma Montesi, que dá nome a este livro; outras porque nos obrigam a olhar o mundo com novos olhos, abertos para se surpreenderem com as contradições, desgraças e maravilhas que governam o seu imprevisível mecanismo.Gabriel García Márquez, que se considerava mais jornalista do que escritor, deixou bem claro que o jornalismo foi sempre a sua paixão principal, a mais duradoura, e pelo que queria ser lembrado: "Não quero que me recordem por Cem Anos de Solidão, nem por aquilo do Prémio Nobel, mas sim pelo jornal."
Nº Páginas: 384
Sinopse:
O jornalismo é a profissão que mais se parece com o pugilismo, com a vantagem de que a máquina ganha sempre e a desvantagem de que não nos é permitido atirar a toalha ao chão."O Escândalo do Século" reúne cinquenta textos representativos do percurso jornalístico de Gabriel García Márquez, selecionados pelo seu editor Cristóbal Pera. Nestas histórias, onde não se diferencia o jornalista do romancista, o leitor descobrirá um fascínio por enredos que desafiam a nossa ideia da realidade, umas vezes porque nunca iremos compreendê-los por completo, tais como o misterioso caso de Wilma Montesi, que dá nome a este livro; outras porque nos obrigam a olhar o mundo com novos olhos, abertos para se surpreenderem com as contradições, desgraças e maravilhas que governam o seu imprevisível mecanismo.Gabriel García Márquez, que se considerava mais jornalista do que escritor, deixou bem claro que o jornalismo foi sempre a sua paixão principal, a mais duradoura, e pelo que queria ser lembrado: "Não quero que me recordem por Cem Anos de Solidão, nem por aquilo do Prémio Nobel, mas sim pelo jornal."
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Edição: Fev 2020
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Um dos mais eminentes filósofos da mente propõe um argumento lúcido e provocador que cria uma imagem radicalmente nova da consciência humana: o pampsiquismo. Compreender a maneira como o cérebro produz a consciência é um dos maiores desafios científicos do nosso tempo. Philip Goff propõe uma alternativa empolgante que poderá desbravar novos caminhos. Com raízes numa análise dos fundamentos filosóficos da ciência moderna e baseado na obra, que remonta ao princípio do século XX, de Arthur Eddington e Bertrand Russell, Goff apresenta argumentos convincentes a favor do pampsiquismo, uma teoria que propõe que a consciência não está confinada às entidades biológicas mas é uma característica fundamental de toda a matéria física, das partículas subatómicas ao cérebro humano.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Um dos mais eminentes filósofos da mente propõe um argumento lúcido e provocador que cria uma imagem radicalmente nova da consciência humana: o pampsiquismo. Compreender a maneira como o cérebro produz a consciência é um dos maiores desafios científicos do nosso tempo. Philip Goff propõe uma alternativa empolgante que poderá desbravar novos caminhos. Com raízes numa análise dos fundamentos filosóficos da ciência moderna e baseado na obra, que remonta ao princípio do século XX, de Arthur Eddington e Bertrand Russell, Goff apresenta argumentos convincentes a favor do pampsiquismo, uma teoria que propõe que a consciência não está confinada às entidades biológicas mas é uma característica fundamental de toda a matéria física, das partículas subatómicas ao cérebro humano.
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Edição: Set 2016
Nº Páginas: 424
Sinopse:
O poema haiku não inferioriza nem zomba, não se serve do intelecto, valoriza as coisas pequenas, valendo-se da surpresa e de um reduzido vocabulário, começa ainda antes da primeira letra da primeira estrofe e acaba muito depois da última sílaba da terceira estrofe. É poesia despersonalizada, já quase fora da linguagem comum, nasce no silêncio, atravessa, como um relâmpago, o olhar do contemplador e regressa ao silêncio; e enquanto existiu pareceu durar o tempo de um movimento respiratório. Resultante em grande parte da contemplação da beleza e comportamentos da natureza, este estilo poético assume-se como fenómeno que transcende o pessoal, é puro presente, é um momento suspenso, eterno em si mas que não volta a acontecer. Nele, desaparece a separação observador/observado, para dar lugar à ausência de ego, à manifestação do sublime. No final da breve leitura do poema, o leitor arrisca-se a ser percorrido por um calafrio que não poupará nenhuma célula do seu corpo; talvez o seu olhar se semicerre e se suspenda no seio de um horizonte para além do horizonte visível; talvez assome ao canto dos seus lábios o movimento de um sorriso somenteperceptível pelo olhar puro das crianças e dos animais. imóvel contemplo a lua e os outros pensam que sou cego
Nº Páginas: 424
Sinopse:
O poema haiku não inferioriza nem zomba, não se serve do intelecto, valoriza as coisas pequenas, valendo-se da surpresa e de um reduzido vocabulário, começa ainda antes da primeira letra da primeira estrofe e acaba muito depois da última sílaba da terceira estrofe. É poesia despersonalizada, já quase fora da linguagem comum, nasce no silêncio, atravessa, como um relâmpago, o olhar do contemplador e regressa ao silêncio; e enquanto existiu pareceu durar o tempo de um movimento respiratório. Resultante em grande parte da contemplação da beleza e comportamentos da natureza, este estilo poético assume-se como fenómeno que transcende o pessoal, é puro presente, é um momento suspenso, eterno em si mas que não volta a acontecer. Nele, desaparece a separação observador/observado, para dar lugar à ausência de ego, à manifestação do sublime. No final da breve leitura do poema, o leitor arrisca-se a ser percorrido por um calafrio que não poupará nenhuma célula do seu corpo; talvez o seu olhar se semicerre e se suspenda no seio de um horizonte para além do horizonte visível; talvez assome ao canto dos seus lábios o movimento de um sorriso somenteperceptível pelo olhar puro das crianças e dos animais. imóvel contemplo a lua e os outros pensam que sou cego
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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 600
Sinopse:
Dos autores do bestseller internacional Porque Falham as Nações, uma nova obra crucial que responde à pergunta "porque floresce a liberdade em alguns Estados mas é presa do autoritarismo e da anarquia noutros?" e que nos explica como podemos preservar a liberdade, apesar das novas ameaças que pesam sobre ela. Em Porque Falham as Nações, Acemoglu e Robinson demonstraram que a ascensão e a queda dos países dependem não da cultura, geografia ou acaso, mas do poder das instituições. No presente livro, constroem uma nova teoria sobre a liberdade e as formas de a alcançar, recorrendo a numerosos exemplos, tanto da atualidade como de vários períodos da história mundial.
Nº Páginas: 600
Sinopse:
Dos autores do bestseller internacional Porque Falham as Nações, uma nova obra crucial que responde à pergunta "porque floresce a liberdade em alguns Estados mas é presa do autoritarismo e da anarquia noutros?" e que nos explica como podemos preservar a liberdade, apesar das novas ameaças que pesam sobre ela. Em Porque Falham as Nações, Acemoglu e Robinson demonstraram que a ascensão e a queda dos países dependem não da cultura, geografia ou acaso, mas do poder das instituições. No presente livro, constroem uma nova teoria sobre a liberdade e as formas de a alcançar, recorrendo a numerosos exemplos, tanto da atualidade como de vários períodos da história mundial.
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Edição: Mai 2013
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"O enredo da bolsa e da vida", o mais recente romance de Eduardo Mendoza, protagonizado pelo célebre detetive louco d’"O mistério da cripta assombrada" e "O labirinto das azeitonas", é uma sátira genial sobre a Europa contemporânea. O detetive sem nome regressa à ação em tempos de crise e, ajudado por uma trupe improvável, que inclui uma acordeonista de rua, um africano albino e um vigarista, entre outros, é chamado a impedir um ataque terrorista envolvendo Angela Merkel.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"O enredo da bolsa e da vida", o mais recente romance de Eduardo Mendoza, protagonizado pelo célebre detetive louco d’"O mistério da cripta assombrada" e "O labirinto das azeitonas", é uma sátira genial sobre a Europa contemporânea. O detetive sem nome regressa à ação em tempos de crise e, ajudado por uma trupe improvável, que inclui uma acordeonista de rua, um africano albino e um vigarista, entre outros, é chamado a impedir um ataque terrorista envolvendo Angela Merkel.
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