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Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 248
Sinopse:
A voz da fadista Rosa Cabral transporta a dor de não saber quem é o seu pai e da paixão tumultuosa que vive com um homem casado. Abusado na infância, o amante de Rosa tornou-se um sedutor violento. Em busca da identidade perdida, a protagonista cruza-se com Farimah, iraniana fugida de um casamento forçado, que se tornará sua amiga e confidente. Mandela, português de origem africana, e Luísa, a filha bastarda de um aristocrata, são outros personagens centrais nesta história de desenraizados radicais, que se vão descobrindo cúmplices num mundo em que as fronteiras nunca são tão fluidas como parecem. Os dramas do quotidiano individual cruzam-se neste livro com as tragédias colectivas: o ataque às Torres Gémeas de Nova Iorque, as sequelas da sida e o crescimento do fundamentalismo islâmico alteram a existência e as escolhas de cada uma das personagens. A história viaja entre Lisboa, Londres, Nova Iorque, São Paulo e Rio de Janeiro - e tem o fado como música de fundo. Um fado também ele em mudança, que substitui a resignação ao destino pela força do erotismo. Riso e lágrimas, alegria e desespero, paixão e desejo, percorrem esta narrativa estereofónica plena de humor, poesia, acção e reflexão.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
A voz da fadista Rosa Cabral transporta a dor de não saber quem é o seu pai e da paixão tumultuosa que vive com um homem casado. Abusado na infância, o amante de Rosa tornou-se um sedutor violento. Em busca da identidade perdida, a protagonista cruza-se com Farimah, iraniana fugida de um casamento forçado, que se tornará sua amiga e confidente. Mandela, português de origem africana, e Luísa, a filha bastarda de um aristocrata, são outros personagens centrais nesta história de desenraizados radicais, que se vão descobrindo cúmplices num mundo em que as fronteiras nunca são tão fluidas como parecem. Os dramas do quotidiano individual cruzam-se neste livro com as tragédias colectivas: o ataque às Torres Gémeas de Nova Iorque, as sequelas da sida e o crescimento do fundamentalismo islâmico alteram a existência e as escolhas de cada uma das personagens. A história viaja entre Lisboa, Londres, Nova Iorque, São Paulo e Rio de Janeiro - e tem o fado como música de fundo. Um fado também ele em mudança, que substitui a resignação ao destino pela força do erotismo. Riso e lágrimas, alegria e desespero, paixão e desejo, percorrem esta narrativa estereofónica plena de humor, poesia, acção e reflexão.
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Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Uma cerveja, um engate. Mais um copo, mais uma mulher. Aventuroso e obsceno, divertido e desesperado, desbocado e ao mesmo tempo lírico, Factótum é o segundo romance do grande Charles Bukowski, nunca antes publicado em Portugal. Uma espécie de retrato do artista enquanto jovem, este é decididamente um dos melhores e mais marcantes escritos do autor americano.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Uma cerveja, um engate. Mais um copo, mais uma mulher. Aventuroso e obsceno, divertido e desesperado, desbocado e ao mesmo tempo lírico, Factótum é o segundo romance do grande Charles Bukowski, nunca antes publicado em Portugal. Uma espécie de retrato do artista enquanto jovem, este é decididamente um dos melhores e mais marcantes escritos do autor americano.
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Edição: Nov 2009
Nº Páginas: 250
Sinopse:
A liberdade de expressão, os problemas de condomínio, um simples acidente com o seu carro ou o direito de morrer com dignidade são assuntos que nos interessam a todos. Por essa razão, "Faça-se Justiça!" pretende dar a conhecer o mundo das leis e das decisões judiciais que regulam o nosso quotidiano, procurando referir, de uma forma directa, acessível e divertida, casos que ajudam a compreender algumas das ferramentas legais que o leitor tem à sua disposição para se defender dos abusos do poder. Baseado nos textos que o autor publica com grande sucesso há mais de uma década no jornal Público, este livro é um bom conselheiro e um precioso instrumento de consulta que ajudará o leitor a perceber melhor o mundo em que vivemos.
Nº Páginas: 250
Sinopse:
A liberdade de expressão, os problemas de condomínio, um simples acidente com o seu carro ou o direito de morrer com dignidade são assuntos que nos interessam a todos. Por essa razão, "Faça-se Justiça!" pretende dar a conhecer o mundo das leis e das decisões judiciais que regulam o nosso quotidiano, procurando referir, de uma forma directa, acessível e divertida, casos que ajudam a compreender algumas das ferramentas legais que o leitor tem à sua disposição para se defender dos abusos do poder. Baseado nos textos que o autor publica com grande sucesso há mais de uma década no jornal Público, este livro é um bom conselheiro e um precioso instrumento de consulta que ajudará o leitor a perceber melhor o mundo em que vivemos.
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Edição: Abr 2000
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Fábulas e contos italianos recolhidos da tradição popular durante os últimos cem anos e transcritos dos vários dialectos para a Língua italiana
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Fábulas e contos italianos recolhidos da tradição popular durante os últimos cem anos e transcritos dos vários dialectos para a Língua italiana
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Edição: Abr 2000
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Em 1956 saía nas edições Einaudi, em Itália, as "Fiabe Italiane", uma obra de cerca de mil páginas, que tinha como objectivo reunir os contos e fábulas das várias regiões italianas, que o escritor Italo Calvino havia compilado, durante dois anos, comparando-os e reescrevendo-os, à semelhança dos irmãos Grimm que, como diz Calvino, não são sózinhos os "autores" dos seus contos, já que o "são também as narradoras e os narradores de cuja boca os Grimm os ouviram, e assim por diante todos os homens e mulheres que transmitiram esses contos de boca em boca sabe-se lá através de quantos séculos". Estes contos e fábulas, "contados por Calvino" com uma linguagem próxima do tom imediato e popular dos dialectos originais tornaram-se assim uma referência como obra de recriação. Em Portugal são editados em três volumes, sendo este o segundo. Um mundo maravilhoso, fantástico e fascinante, tão verdadeiro como os contos de fadas, que como Calvino dizia, "são (mesmo) verdadeiros". "Italo Calvino recolheu duzentos contos populares das diferentes regiões e dialectos de Itália. O resultado foi uma das mais fascinantes obras da literatura italiana." Público, "Mil Folhas", 23/12/2000
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Em 1956 saía nas edições Einaudi, em Itália, as "Fiabe Italiane", uma obra de cerca de mil páginas, que tinha como objectivo reunir os contos e fábulas das várias regiões italianas, que o escritor Italo Calvino havia compilado, durante dois anos, comparando-os e reescrevendo-os, à semelhança dos irmãos Grimm que, como diz Calvino, não são sózinhos os "autores" dos seus contos, já que o "são também as narradoras e os narradores de cuja boca os Grimm os ouviram, e assim por diante todos os homens e mulheres que transmitiram esses contos de boca em boca sabe-se lá através de quantos séculos". Estes contos e fábulas, "contados por Calvino" com uma linguagem próxima do tom imediato e popular dos dialectos originais tornaram-se assim uma referência como obra de recriação. Em Portugal são editados em três volumes, sendo este o segundo. Um mundo maravilhoso, fantástico e fascinante, tão verdadeiro como os contos de fadas, que como Calvino dizia, "são (mesmo) verdadeiros". "Italo Calvino recolheu duzentos contos populares das diferentes regiões e dialectos de Itália. O resultado foi uma das mais fascinantes obras da literatura italiana." Público, "Mil Folhas", 23/12/2000
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Edição: Abr 2000
Nº Páginas: 294
Sinopse:
Fábulas e contos italianos recolhidos da tradição popular durante os últimos cem anos e transcritos dos vários dialectos para a Língua italiana
Nº Páginas: 294
Sinopse:
Fábulas e contos italianos recolhidos da tradição popular durante os últimos cem anos e transcritos dos vários dialectos para a Língua italiana
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 692
Sinopse:
O que faz o supremo encanto de La Fontaine como fabulista, o que constitui a sua imensa superioridade sobre todos os que antes e depois dele trataram este mesmo género, não é decerto a originalidade, porque raríssimas serão as fábulas cuja ideia ele não houvesse encontrado em Esopo e em Fedro, nos fabulários da Idade Média, ou nos contos italianos; não é também a beleza excecional do estilo, nem a pureza da metrificação. O que constitui o seu encanto supremo é a vida potente que ele sabe dar a todos esses animais que se movem no imenso tablado da natureza, que falam a linguagem que ele lhes presta, obedecendo a paixões que ele lhes atribui.
Nº Páginas: 692
Sinopse:
O que faz o supremo encanto de La Fontaine como fabulista, o que constitui a sua imensa superioridade sobre todos os que antes e depois dele trataram este mesmo género, não é decerto a originalidade, porque raríssimas serão as fábulas cuja ideia ele não houvesse encontrado em Esopo e em Fedro, nos fabulários da Idade Média, ou nos contos italianos; não é também a beleza excecional do estilo, nem a pureza da metrificação. O que constitui o seu encanto supremo é a vida potente que ele sabe dar a todos esses animais que se movem no imenso tablado da natureza, que falam a linguagem que ele lhes presta, obedecendo a paixões que ele lhes atribui.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 184
Sinopse:
"A desinformação é um processo, uma sequência de actos concebidos por alguém com o objectivo de manipular as convicções do maior número possível de pessoas." Um pouco por todo o mundo, as infames fake news têm-se revelado um verdadeiro entrave à democracia e uma incubadora de ódio social. Seja no Brexit, na eleição de Trump ou de Jair Bolsonaro, o efeito da desinformação e das mentiras propagadas como se notícias fossem pode ter sido determinante para decidir o voto de muitos eleitores. Em Portugal, onde 63% das pessoas afirmam receber as notícias que as mantêm informadas através das redes sociais, mentiras meticulosamente plantadas no mural certo, à hora certa podem fazer a diferença num momento decisivo. Mas como chegámos aqui? Quem fabrica estas "notícias" e por que o faz? Numa investigação de fôlego em coordenação com organismos internacionais, o premiado jornalista Paulo Pena lança-se numa viagem aos bastidores das fake news, nacionais e internacionais, para nos mostrar que a era da desinformação chegou e que está nas nossas mãos combatê-la.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
"A desinformação é um processo, uma sequência de actos concebidos por alguém com o objectivo de manipular as convicções do maior número possível de pessoas." Um pouco por todo o mundo, as infames fake news têm-se revelado um verdadeiro entrave à democracia e uma incubadora de ódio social. Seja no Brexit, na eleição de Trump ou de Jair Bolsonaro, o efeito da desinformação e das mentiras propagadas como se notícias fossem pode ter sido determinante para decidir o voto de muitos eleitores. Em Portugal, onde 63% das pessoas afirmam receber as notícias que as mantêm informadas através das redes sociais, mentiras meticulosamente plantadas no mural certo, à hora certa podem fazer a diferença num momento decisivo. Mas como chegámos aqui? Quem fabrica estas "notícias" e por que o faz? Numa investigação de fôlego em coordenação com organismos internacionais, o premiado jornalista Paulo Pena lança-se numa viagem aos bastidores das fake news, nacionais e internacionais, para nos mostrar que a era da desinformação chegou e que está nas nossas mãos combatê-la.
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 320
Sinopse:
"Esta viagem é assim. Necessita de enredos, como combustível. Perder tempo com as histórias que vou encontrando não atrasa a viagem - dá-lhe movimento."Percorrer a costa portuguesa, de Caminha a Monte Gordo, é uma das mais belas viagens que se pode fazer na Europa.Há muitas formas de cruzar essa orla magnífica, incrivelmente variada e harmoniosa. Esta é uma jornada de repórter. Uma narrativa que inclui as estradas, as paisagens, as praias, as cidades, mas também as pessoas, as histórias.Um casino numa aldeia, uma capela que desapareceu misteriosamente, a última noite de uma discoteca de praia, um parque de campismo proibido a campistas, uma comunidade de amor livre, um homem que vive sozinho numa ilha, um pescador que comunica com os peixes.O que se pode descobrir quando, com uma moto, uma tenda e todo um Verão pela frente, mergulhamos no mundo da beiramar portuguesa?Este livro é uma colecção de achados de viagem. Formas de vida, sombras do passado, pequenas utopias redentoras. Pode ser lido como um guia das praias e dos caminhos, um diário de aventura, ou um ensaio sobre a identidade portuguesa.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
"Esta viagem é assim. Necessita de enredos, como combustível. Perder tempo com as histórias que vou encontrando não atrasa a viagem - dá-lhe movimento."Percorrer a costa portuguesa, de Caminha a Monte Gordo, é uma das mais belas viagens que se pode fazer na Europa.Há muitas formas de cruzar essa orla magnífica, incrivelmente variada e harmoniosa. Esta é uma jornada de repórter. Uma narrativa que inclui as estradas, as paisagens, as praias, as cidades, mas também as pessoas, as histórias.Um casino numa aldeia, uma capela que desapareceu misteriosamente, a última noite de uma discoteca de praia, um parque de campismo proibido a campistas, uma comunidade de amor livre, um homem que vive sozinho numa ilha, um pescador que comunica com os peixes.O que se pode descobrir quando, com uma moto, uma tenda e todo um Verão pela frente, mergulhamos no mundo da beiramar portuguesa?Este livro é uma colecção de achados de viagem. Formas de vida, sombras do passado, pequenas utopias redentoras. Pode ser lido como um guia das praias e dos caminhos, um diário de aventura, ou um ensaio sobre a identidade portuguesa.
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Edição: Jun 2016
Nº Páginas: 240
Sinopse:
O primeiro romance de Houellebecq acompanha a odisseia desencantada de um informático de meia-idade, cujo papel é o de observador dos movimentos humanos e das banalidades que se dizem à volta das máquinas de café. Um romance que faz uma análise - dura e irónica, ao melhor estilo de Houellebecq - do vazio da vida contemporânea
Nº Páginas: 240
Sinopse:
O primeiro romance de Houellebecq acompanha a odisseia desencantada de um informático de meia-idade, cujo papel é o de observador dos movimentos humanos e das banalidades que se dizem à volta das máquinas de café. Um romance que faz uma análise - dura e irónica, ao melhor estilo de Houellebecq - do vazio da vida contemporânea
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Edição: Nov 2025
Nº Páginas: 312
Sinopse:
O impacto demolidor e duradouro da revolução de abril na vida dos empresários e trabalhadores. Entre o 25 de Abril de 1974 e o 25 de Novembro de 1975, milhares de empresas foram palco de uma intensa luta de poder e choque de classes. Neste período assistiu-se a uma avalanche de greves, ocupações, manifestações, saneamentos e acusações de sabotagem económica. Com a liberdade chegou a explosão nos salários e nas reivindicações por melhores condições de trabalho, a transformação e a criação de sindicatos, o direito à greve, a criação de comissões de trabalhadores, as nacionalizações e a reforma agrária. Com base em entrevistas pessoais, investigação histórica, consulta da imprensa e testemunhos públicos dos principais protagonistas da época, este livro pretende retratar o quotidiano nas empresas nacionais e estrangeiras e como reagiram os empresários e os trabalhadores que, sem o saberem, estavam a fazer História.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
O impacto demolidor e duradouro da revolução de abril na vida dos empresários e trabalhadores. Entre o 25 de Abril de 1974 e o 25 de Novembro de 1975, milhares de empresas foram palco de uma intensa luta de poder e choque de classes. Neste período assistiu-se a uma avalanche de greves, ocupações, manifestações, saneamentos e acusações de sabotagem económica. Com a liberdade chegou a explosão nos salários e nas reivindicações por melhores condições de trabalho, a transformação e a criação de sindicatos, o direito à greve, a criação de comissões de trabalhadores, as nacionalizações e a reforma agrária. Com base em entrevistas pessoais, investigação histórica, consulta da imprensa e testemunhos públicos dos principais protagonistas da época, este livro pretende retratar o quotidiano nas empresas nacionais e estrangeiras e como reagiram os empresários e os trabalhadores que, sem o saberem, estavam a fazer História.
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Edição: Abr 2014
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Em 1958, vive-se na Europa um clima de otimismo e modernidade. Em Bruxelas, prepara-se a maior exposição mundial do século XX, uma oportunidade histórica para unir todas as nações no pós-guerra. O governo inglês debate-se com a imagem que quer projetar do país. Um desnorte que talvez explique a decisão de enviar Thomas para a Bélgica. A sua missão: assegurar o bom funcionamento do pavilhão britânico. Mal chega, o ingénuo Thomas pensa ter aterrado de cabeça num admirável mundo novo. Em Londres, a sua vida é convencional. Em Bruxelas, longe da família e do escritório soturno, rodeado de mulheres atraentes e disponíveis, sente-se livre pela primeira vez. Mas a Guerra Fria está ao rubro, o pavilhão ganhou uma alarmante vida própria e há dois homens de gabardina e chapéu constantemente no seu caminho. E ele acaba finalmente por perceber que a sua emancipação tardia tem um preço…
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Em 1958, vive-se na Europa um clima de otimismo e modernidade. Em Bruxelas, prepara-se a maior exposição mundial do século XX, uma oportunidade histórica para unir todas as nações no pós-guerra. O governo inglês debate-se com a imagem que quer projetar do país. Um desnorte que talvez explique a decisão de enviar Thomas para a Bélgica. A sua missão: assegurar o bom funcionamento do pavilhão britânico. Mal chega, o ingénuo Thomas pensa ter aterrado de cabeça num admirável mundo novo. Em Londres, a sua vida é convencional. Em Bruxelas, longe da família e do escritório soturno, rodeado de mulheres atraentes e disponíveis, sente-se livre pela primeira vez. Mas a Guerra Fria está ao rubro, o pavilhão ganhou uma alarmante vida própria e há dois homens de gabardina e chapéu constantemente no seu caminho. E ele acaba finalmente por perceber que a sua emancipação tardia tem um preço…
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Edição: Abr 2004
Nº Páginas: 260
Sinopse:
"Um homem e uma mulher deixam Lisboa para se dirigiram a Tomar, onde decorre um congresso, mas é em Aveiro que passam o fim-de-semana. O homem quer deixar a mulher, não é capaz de lhe dizer, e finalmente ela resolve deixá-lo. A mulher regressa sozinha. O homem desapareceu. Mais tarde, encontra-se o seu corpo na ria de Aveiro. Suicidou-se. Há pássaros junto do cadáver."
Nº Páginas: 260
Sinopse:
"Um homem e uma mulher deixam Lisboa para se dirigiram a Tomar, onde decorre um congresso, mas é em Aveiro que passam o fim-de-semana. O homem quer deixar a mulher, não é capaz de lhe dizer, e finalmente ela resolve deixá-lo. A mulher regressa sozinha. O homem desapareceu. Mais tarde, encontra-se o seu corpo na ria de Aveiro. Suicidou-se. Há pássaros junto do cadáver."
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Edição: Nov 2011
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Relato dos últimos quatro dias da vida de Rui S. Rui visita a mãe que está a morrer de cancro numa clínica em Lisboa; parte, em seguida, com a mulher, Marília, para um congresso em Tomar, mas, a meio da viagem, muda de ideias e seguem para uma estalagem em Aveiro, à beira da ria, para uma estadia a sós. Na realidade, o seu propósito é falar a Marília do desejo de separação, mas acaba por ser a mulher que lhe comunica, ao terceiro dia, a vontade de se separar dele. No domingo, Rui sai cedo do quarto da estalagem para passear na ria enquanto a mulher regressa sozinha a Lisboa. Horas depois, rui suicida-se nas margens do Vouga, olhando os bandos de pássaros.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Relato dos últimos quatro dias da vida de Rui S. Rui visita a mãe que está a morrer de cancro numa clínica em Lisboa; parte, em seguida, com a mulher, Marília, para um congresso em Tomar, mas, a meio da viagem, muda de ideias e seguem para uma estalagem em Aveiro, à beira da ria, para uma estadia a sós. Na realidade, o seu propósito é falar a Marília do desejo de separação, mas acaba por ser a mulher que lhe comunica, ao terceiro dia, a vontade de se separar dele. No domingo, Rui sai cedo do quarto da estalagem para passear na ria enquanto a mulher regressa sozinha a Lisboa. Horas depois, rui suicida-se nas margens do Vouga, olhando os bandos de pássaros.
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Edição: Abr 2003
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Experiências com a verdade reúne um conjunto de textos, prefácios e entrevistas que Paul Auster foi escrevendo ao longo dos anos, incluindo essa “peça de culto” que dá pelo nome de O Caderno Vermelho, até agora publicada separadamente. Paul Auster reflecte aqui s obre o acto e a arte de escrever, sobre os segredos que sustêm a narrativa, e revela-nos algumas das mais surpreendentes manifestações do acaso, esses impressionantes cruzamentos das linhas do destino, as sombras fascinantes que a vida projecta sobre os muros da caverna da literatura. Como escreveu Cármen Rodríguez Santos no suplemento cultural do diário espanhol ABC, Experiências com a verdade "não é um livro só para “austerianos”, mas para todos aqueles que desejem penetrar nos mecanismos da própria ficção."
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Experiências com a verdade reúne um conjunto de textos, prefácios e entrevistas que Paul Auster foi escrevendo ao longo dos anos, incluindo essa “peça de culto” que dá pelo nome de O Caderno Vermelho, até agora publicada separadamente. Paul Auster reflecte aqui s obre o acto e a arte de escrever, sobre os segredos que sustêm a narrativa, e revela-nos algumas das mais surpreendentes manifestações do acaso, esses impressionantes cruzamentos das linhas do destino, as sombras fascinantes que a vida projecta sobre os muros da caverna da literatura. Como escreveu Cármen Rodríguez Santos no suplemento cultural do diário espanhol ABC, Experiências com a verdade "não é um livro só para “austerianos”, mas para todos aqueles que desejem penetrar nos mecanismos da própria ficção."
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 408
Sinopse:
No centenário do nascimento de Vitorino Magalhães Godinho, reeditamos o livro que melhor explica os descobrimentos portugueses. "Pluralidade de interesses, nem sempre compatíveis, motivações diversas põem em cena mercadores, escudeiros e cavaleiros, e também instituições - a Coroa, a Ordem de Cristo, casas senhoriais. São aventuras ou tratos de agentes individuais ou de grupo, são acções de envergadura planeadas com intencionalidade, conscientemente concebidas. Dirigem-se aos espaços conhecidos - Marrocos, o Mediterrâneo, os centros europeus. Mas a até aí não sonhada novidade é a busca de espaços desconhecidos, antevistos tão-só por lendas e mitos, como igualmente a abertura de rotas que levem ao rico Oriente, ligando oceanos."
Nº Páginas: 408
Sinopse:
No centenário do nascimento de Vitorino Magalhães Godinho, reeditamos o livro que melhor explica os descobrimentos portugueses. "Pluralidade de interesses, nem sempre compatíveis, motivações diversas põem em cena mercadores, escudeiros e cavaleiros, e também instituições - a Coroa, a Ordem de Cristo, casas senhoriais. São aventuras ou tratos de agentes individuais ou de grupo, são acções de envergadura planeadas com intencionalidade, conscientemente concebidas. Dirigem-se aos espaços conhecidos - Marrocos, o Mediterrâneo, os centros europeus. Mas a até aí não sonhada novidade é a busca de espaços desconhecidos, antevistos tão-só por lendas e mitos, como igualmente a abertura de rotas que levem ao rico Oriente, ligando oceanos."
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Edição: Dez 2007
Nº Páginas: 382
Sinopse:
As vozes de quatro mulheres reconstroem a narrativa de que são actores os quatro companheiros delas e que se centra na acção de uma rede bombista de extrema-direita a actuar em Portugal a seguir ao 25 de Abril. Sendo personagens menos relevantes para a acção principal do que os companheiros, é, no entanto, a voz destas mulheres que reconstrói os acontecimentos e marca as suas diferenças de estatuto. A complexidade de relações entre elas define a forma como cada uma se sente em relação às outras e se sente por elas considerada ou desconsiderada. Gradualmente, as relações entre estas mulheres, limitadas a viver na sombra dos homens, irão mudar no sentido de pôr fim quer à sua situação pessoal, quer à continuação das acções da rede bombista.
Nº Páginas: 382
Sinopse:
As vozes de quatro mulheres reconstroem a narrativa de que são actores os quatro companheiros delas e que se centra na acção de uma rede bombista de extrema-direita a actuar em Portugal a seguir ao 25 de Abril. Sendo personagens menos relevantes para a acção principal do que os companheiros, é, no entanto, a voz destas mulheres que reconstrói os acontecimentos e marca as suas diferenças de estatuto. A complexidade de relações entre elas define a forma como cada uma se sente em relação às outras e se sente por elas considerada ou desconsiderada. Gradualmente, as relações entre estas mulheres, limitadas a viver na sombra dos homens, irão mudar no sentido de pôr fim quer à sua situação pessoal, quer à continuação das acções da rede bombista.
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Edição: Mar 2013
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Em "Eva Luna", Isabel Allende recupera o seu país através da memória e da imaginação. Eva, a cativante protagonista da narrativa, constitui um nostálgico "alter ego" da autora, pois também ela acredita que radica nas histórias o segredo da vida e do mundo. Filha da selva, do analfabetismo e da pobreza, Eva luta tenazmente por conquistar o seu espaço no mundo, sem nunca perder o encanto feminino. Nesta obra, marcada por um profundo humanismo, Isabel Allende consegue fundir o destino individual com o coletivo através de uma fulgurante prosa, confirmando-se como uma das maiores escritoras dos nossos tempos.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Em "Eva Luna", Isabel Allende recupera o seu país através da memória e da imaginação. Eva, a cativante protagonista da narrativa, constitui um nostálgico "alter ego" da autora, pois também ela acredita que radica nas histórias o segredo da vida e do mundo. Filha da selva, do analfabetismo e da pobreza, Eva luta tenazmente por conquistar o seu espaço no mundo, sem nunca perder o encanto feminino. Nesta obra, marcada por um profundo humanismo, Isabel Allende consegue fundir o destino individual com o coletivo através de uma fulgurante prosa, confirmando-se como uma das maiores escritoras dos nossos tempos.
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Edição: Jul 2016
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Lilly Fields é encontrada quase sem vida, muito maltratada, física e emocionalmente. Quando acorda, não reconhece o lugar onde está e não se lembra do seu passado. Aos poucos descobre que está no Refúgio, um lugar especial, diferente de tudo o que conhecera, e que John está a cuidar da sua recuperação. Ao longo de um difícil processo de cura, Lilly vive uma experiência inimaginável: testemunha a Criação e o Pecado Original. Em pleno Jardim do Éden, lado a lado com os personagens do Livro do Génesis, percebe que a história de Adão e Eva, que condenou a Mulher ao sofrimento eterno e trouxe ao Mundo todos os males, não se passou exatamente da forma como a conhecemos. O que Lilly descobre promete desafiar a crença na história da Humanidade e transformar a relação entre o Homem e a Mulher.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Lilly Fields é encontrada quase sem vida, muito maltratada, física e emocionalmente. Quando acorda, não reconhece o lugar onde está e não se lembra do seu passado. Aos poucos descobre que está no Refúgio, um lugar especial, diferente de tudo o que conhecera, e que John está a cuidar da sua recuperação. Ao longo de um difícil processo de cura, Lilly vive uma experiência inimaginável: testemunha a Criação e o Pecado Original. Em pleno Jardim do Éden, lado a lado com os personagens do Livro do Génesis, percebe que a história de Adão e Eva, que condenou a Mulher ao sofrimento eterno e trouxe ao Mundo todos os males, não se passou exatamente da forma como a conhecemos. O que Lilly descobre promete desafiar a crença na história da Humanidade e transformar a relação entre o Homem e a Mulher.
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Eutanásia, suicídio ajudado, barrigas de aluguer são questões que a todos afectam, que não nos podem deixar indiferentes. As respostas que lhes damos - e as que lhes saibamos vir a dar - afectam a nossa vida, a nossa dignidade, os valores que praticamos e legamos aos nossos filhos. São questões que exigem um informado e sereno debate de cidadãos, timbre de uma genuína democracia participativa. Mas não basta questionar-se e questionar: há que transformar estas realidades. Perante o alargamento de direitos individuais nos extremos da vida humana, somos responsáveis pelo modo como o Estado assegura ou não a protecção dos mais vulneráveis: os jovens produto de tecnologias genéticas e reprodutivas, e as pessoas humanas em sofrimento intolerável que reclamam querer morrer. Como ser equitativo no acesso a estas tecnologias, e qual é aqui a relação entre o Serviço Nacional de Saúde e o sector privado? Quando, e como, têm os pais a obrigação de assegurar que os seus filhos possam conhecer a verdade sobre a sua história biológica: quem lhes deu o esperma ou o óvulo, qual a mulher que os gerou e pariu, quantos meios-irmãos poderá ter? Como deve o Estado responder ao pedido de eutanásia e suicídio ajudado? Na crescente tensão entre direitos fundamentais nestas áreas, aonde os novos e velhos deveres e o seu instável ponto de equilíbrio, numa sociedade tolerante e plural?
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Eutanásia, suicídio ajudado, barrigas de aluguer são questões que a todos afectam, que não nos podem deixar indiferentes. As respostas que lhes damos - e as que lhes saibamos vir a dar - afectam a nossa vida, a nossa dignidade, os valores que praticamos e legamos aos nossos filhos. São questões que exigem um informado e sereno debate de cidadãos, timbre de uma genuína democracia participativa. Mas não basta questionar-se e questionar: há que transformar estas realidades. Perante o alargamento de direitos individuais nos extremos da vida humana, somos responsáveis pelo modo como o Estado assegura ou não a protecção dos mais vulneráveis: os jovens produto de tecnologias genéticas e reprodutivas, e as pessoas humanas em sofrimento intolerável que reclamam querer morrer. Como ser equitativo no acesso a estas tecnologias, e qual é aqui a relação entre o Serviço Nacional de Saúde e o sector privado? Quando, e como, têm os pais a obrigação de assegurar que os seus filhos possam conhecer a verdade sobre a sua história biológica: quem lhes deu o esperma ou o óvulo, qual a mulher que os gerou e pariu, quantos meios-irmãos poderá ter? Como deve o Estado responder ao pedido de eutanásia e suicídio ajudado? Na crescente tensão entre direitos fundamentais nestas áreas, aonde os novos e velhos deveres e o seu instável ponto de equilíbrio, numa sociedade tolerante e plural?
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Ao votar num Partido tem que se saber o que é que os deputados vão decidir em questões de importância superlativa e não dar um cheque em branco em temas não discutidos e ausentes dos programas dos maiores partidos. Não é saudável para a democracia que decisões com tremendas consequências - acabar com vidas humanas - mudem em menos de dois anos em função de maiorias sempre conjunturais. A maioria da Assembleia da República tem legitimidade formal mas não substancial: não tem mandato nem delegação para decidir sobre uma questão de vida e morte. Seria, nisto, uma AR representativa (formalmente) a praticar um acto não representativo (eticamente). O recurso ao referendo, precedido de séria e ampla mobilização e discussão pelos cidadãos, é a única saída aceitável nas circunstâncias actuais e concretas.
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Ao votar num Partido tem que se saber o que é que os deputados vão decidir em questões de importância superlativa e não dar um cheque em branco em temas não discutidos e ausentes dos programas dos maiores partidos. Não é saudável para a democracia que decisões com tremendas consequências - acabar com vidas humanas - mudem em menos de dois anos em função de maiorias sempre conjunturais. A maioria da Assembleia da República tem legitimidade formal mas não substancial: não tem mandato nem delegação para decidir sobre uma questão de vida e morte. Seria, nisto, uma AR representativa (formalmente) a praticar um acto não representativo (eticamente). O recurso ao referendo, precedido de séria e ampla mobilização e discussão pelos cidadãos, é a única saída aceitável nas circunstâncias actuais e concretas.
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 256
Sinopse:
No dia 13 de maio de 2017, Portugal parava para assistir à votação da final do Festival da Eurovisão. A frase "Portugal… 12 pontos", repetida 18 vezes ao longo da noite, fazia com que a esperança crescesse e a atenção se focasse apenas em Salvador Sobral e na canção "Amar pelos Dois". Depois chegaram os pontos do televoto... E quando os comentadores da RTP, Nuno Galopim e José Carlos Malato, disseram "Ganhámos!", o país festejou uma vitória inédita no maior espetáculo televisivo musical de todo o Mundo, pela qual esperava desde a sua estreia no concurso, em 1964. Em 1956, o Festival da Eurovisão nasceu numa Europa que tinha arrumado as armas há apenas 11 anos. Pelo palco, em Lugano, desfilaram nessa noite canções de sete países, e entre os cantores concorrentes havia um que tinha vivido anos de detenção num campo de concentração nazi. Em 1974, os Abba venceram com "Waterloo", canção que representa o paradigma maior do sucesso eurovisivo. Em 1986, Sandra Kim deixou a Europa a trautear "J’aime la Vie". Dois anos depois, Celine Dion arrecadou o troféu em Dublin e deu-se a conhecer ao mundo. Em 1998, Dana International, uma cantora transsexual, deu a terceira vitória a Israel, marcando a história do festival como espaço de diversidade e inclusão, tal como o faria depois a austríaca Conchita Wurst, em 2014. A história da Eurovisão junta mais de 60 anos de memórias entre as quais estão as "avozinhas" russas que conquistaram a Europa, em 2012, a inglesa Sandie Shaw, que, em 1967, interpretou a canção do Reino Unido descalça, os quatro vencedores ex aequo de 1969, o protesto contra Salazar e Franco, em 1964, a improvável vitória do grupo de metal finlandês Lordi em 2006, as três canções que Serge Gainsbourg compôs para três países diferentes, a exuberância provocadora de Verka Serduchka ou o inspirador discurso de Salvador Sobral: "A música não é fogo-de-artifício, é sentimento." Pelo meio desfilaram perto de 1500 canções. Algumas ficaram para sempre na nossa memória coletiva. Outras marcaram pela sua exuberância ou capacidade de inovar. Um ano depois da vitória em Kiev, Nuno Galopim, supervisor criativo do Festival da Eurovisão de 2018, leva-nos numa viagem por 63 anos de história: o Festival da Canção português, os artistas, como Simone de Oliveira, Paulo de Carvalho, Maria Guinot, Carlos Paião, as Doce, entre tantos outros, que nos representaram, o Festival da Eurovisão ano a ano, os bastidores e as suas histórias. Há livros que se ouvem bem!
Nº Páginas: 256
Sinopse:
No dia 13 de maio de 2017, Portugal parava para assistir à votação da final do Festival da Eurovisão. A frase "Portugal… 12 pontos", repetida 18 vezes ao longo da noite, fazia com que a esperança crescesse e a atenção se focasse apenas em Salvador Sobral e na canção "Amar pelos Dois". Depois chegaram os pontos do televoto... E quando os comentadores da RTP, Nuno Galopim e José Carlos Malato, disseram "Ganhámos!", o país festejou uma vitória inédita no maior espetáculo televisivo musical de todo o Mundo, pela qual esperava desde a sua estreia no concurso, em 1964. Em 1956, o Festival da Eurovisão nasceu numa Europa que tinha arrumado as armas há apenas 11 anos. Pelo palco, em Lugano, desfilaram nessa noite canções de sete países, e entre os cantores concorrentes havia um que tinha vivido anos de detenção num campo de concentração nazi. Em 1974, os Abba venceram com "Waterloo", canção que representa o paradigma maior do sucesso eurovisivo. Em 1986, Sandra Kim deixou a Europa a trautear "J’aime la Vie". Dois anos depois, Celine Dion arrecadou o troféu em Dublin e deu-se a conhecer ao mundo. Em 1998, Dana International, uma cantora transsexual, deu a terceira vitória a Israel, marcando a história do festival como espaço de diversidade e inclusão, tal como o faria depois a austríaca Conchita Wurst, em 2014. A história da Eurovisão junta mais de 60 anos de memórias entre as quais estão as "avozinhas" russas que conquistaram a Europa, em 2012, a inglesa Sandie Shaw, que, em 1967, interpretou a canção do Reino Unido descalça, os quatro vencedores ex aequo de 1969, o protesto contra Salazar e Franco, em 1964, a improvável vitória do grupo de metal finlandês Lordi em 2006, as três canções que Serge Gainsbourg compôs para três países diferentes, a exuberância provocadora de Verka Serduchka ou o inspirador discurso de Salvador Sobral: "A música não é fogo-de-artifício, é sentimento." Pelo meio desfilaram perto de 1500 canções. Algumas ficaram para sempre na nossa memória coletiva. Outras marcaram pela sua exuberância ou capacidade de inovar. Um ano depois da vitória em Kiev, Nuno Galopim, supervisor criativo do Festival da Eurovisão de 2018, leva-nos numa viagem por 63 anos de história: o Festival da Canção português, os artistas, como Simone de Oliveira, Paulo de Carvalho, Maria Guinot, Carlos Paião, as Doce, entre tantos outros, que nos representaram, o Festival da Eurovisão ano a ano, os bastidores e as suas histórias. Há livros que se ouvem bem!
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 216
Sinopse:
A globalização colocou os EUA no vértice de um triângulo que envolveu a Ásia e as economias petrolíferas do golfo Pérsico. De 1979 a 1989, os EUA geriram a rivalidade que culminou com a implosão da URSS, surgindo a nova China que hoje conhecemos. O fim da Guerra Fria pôs os EUA no papel de único guardião do mundo. EUA versus China analisa as linhas de força que nos levaram à crise financeira de 2008 e a resposta da nova administração dos EUA, com a consequente e profunda mudança do exercício do poder no sistema mundial, num período em que: - A China, com um "novo imperador", está a organizar-se para disputar aos EUA a posição de Império do Meio, com a Ásia no centro das ambições.¿ - O mundo muçulmano, xiitas contra sunitas, persas contra árabes, atravessa um período de guerra civil religiosa e civilizacional. - A viabilidade do reforço da integração europeia, ocorrida como resposta à reunificação da Alemanha, é cada vez menos reconhecível.¿ Neste contexto, os EUA são o pilar-chave do Ocidente e será em torno deles - e não de um qualquer império eurocontinental - que se tem de organizar o futuro da globalização e da emergência de novos atores como a Índia e o regresso de velhos atores como a Rússia.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
A globalização colocou os EUA no vértice de um triângulo que envolveu a Ásia e as economias petrolíferas do golfo Pérsico. De 1979 a 1989, os EUA geriram a rivalidade que culminou com a implosão da URSS, surgindo a nova China que hoje conhecemos. O fim da Guerra Fria pôs os EUA no papel de único guardião do mundo. EUA versus China analisa as linhas de força que nos levaram à crise financeira de 2008 e a resposta da nova administração dos EUA, com a consequente e profunda mudança do exercício do poder no sistema mundial, num período em que: - A China, com um "novo imperador", está a organizar-se para disputar aos EUA a posição de Império do Meio, com a Ásia no centro das ambições.¿ - O mundo muçulmano, xiitas contra sunitas, persas contra árabes, atravessa um período de guerra civil religiosa e civilizacional. - A viabilidade do reforço da integração europeia, ocorrida como resposta à reunificação da Alemanha, é cada vez menos reconhecível.¿ Neste contexto, os EUA são o pilar-chave do Ocidente e será em torno deles - e não de um qualquer império eurocontinental - que se tem de organizar o futuro da globalização e da emergência de novos atores como a Índia e o regresso de velhos atores como a Rússia.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 704
Sinopse:
192 d. C. Vários homens lutam por um império, mas Júlia, filha de reis, mãe de césares e mulher de imperador, tem um projeto mais ambicioso: uma dinastia. Roma encontra-se sob o controlo de Cómodo, um imperador louco. O Senado conspira para acabar com o tirano, e os governadores militares mais poderosos poderiam fazer um golpe de Estado: Albino na Britânia, Severo no Danúbio ou Níger na Síria. Cómodo retém as suas mulheres para evitar a rebelião e Júlia, a mulher de Severo, transforma-se assim em refém. De repente, Roma arde. Um incêndio assola a cidade. Será uma catástrofe ou uma oportunidade? Cinco homens dispõem-se a lutar até à morte pelo poder. Acreditam que a partida está prestes a ter início. Contudo, para Júlia a partida já começou. Sabe que só uma mulher é capaz de forjar uma dinastia.
Nº Páginas: 704
Sinopse:
192 d. C. Vários homens lutam por um império, mas Júlia, filha de reis, mãe de césares e mulher de imperador, tem um projeto mais ambicioso: uma dinastia. Roma encontra-se sob o controlo de Cómodo, um imperador louco. O Senado conspira para acabar com o tirano, e os governadores militares mais poderosos poderiam fazer um golpe de Estado: Albino na Britânia, Severo no Danúbio ou Níger na Síria. Cómodo retém as suas mulheres para evitar a rebelião e Júlia, a mulher de Severo, transforma-se assim em refém. De repente, Roma arde. Um incêndio assola a cidade. Será uma catástrofe ou uma oportunidade? Cinco homens dispõem-se a lutar até à morte pelo poder. Acreditam que a partida está prestes a ter início. Contudo, para Júlia a partida já começou. Sabe que só uma mulher é capaz de forjar uma dinastia.
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Edição: Set 2012
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Podem as palavras mudar o mundo? Ou palavras leva-as o vento? Por vezes, quando as circunstâncias envolventes parecem demasiado negras para haver qualquer esperança, são palavras que envolvem, elevam e motivam populações a lutar. As palavras podem desafiar ditadores: "lutaremos nas praias"; podem começar revoluções: "Liberdade, Igualdade, Fraternidade"; podem criar novas nações. "consideramos estas verdades como auto-evidentes". Outras, dão início a novas ideologias: "os fracos herdarão a terra". Este livro apresenta momentos memoráveis em que o futuro foi decidido por palavras pronunciadas por homens e mulheres de fortes convicções. Desde palavras absurdas a inspiradoras, de divinas a diabólicas, estes são os discursos que mudaram a História e deixaram a sua marca no mundo actual.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Podem as palavras mudar o mundo? Ou palavras leva-as o vento? Por vezes, quando as circunstâncias envolventes parecem demasiado negras para haver qualquer esperança, são palavras que envolvem, elevam e motivam populações a lutar. As palavras podem desafiar ditadores: "lutaremos nas praias"; podem começar revoluções: "Liberdade, Igualdade, Fraternidade"; podem criar novas nações. "consideramos estas verdades como auto-evidentes". Outras, dão início a novas ideologias: "os fracos herdarão a terra". Este livro apresenta momentos memoráveis em que o futuro foi decidido por palavras pronunciadas por homens e mulheres de fortes convicções. Desde palavras absurdas a inspiradoras, de divinas a diabólicas, estes são os discursos que mudaram a História e deixaram a sua marca no mundo actual.
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Edição: Nov 2013
Nº Páginas: 720
Sinopse:
Pela primeira vez, 136 autores fictícios com que Fernando Pessoa assinou os seus textos. Cada figura autoral é apresentada por uma introdução, a que se segue um ou mais dos seus textos e a reprodução das várias assinaturas. "Eu sou uma anthologia. Screvo tam diversamente Que, pouca ou muita valia Dos poemas, ninguem diria Que o poëta é um sòmente." Assim escreveu Pessoa num poema datado de 17 de Dezembro de 1932. "Eu Sou Uma Antologia - 136 Autores Fictícios" resulta do trabalho de minúcia e audácia de Jerónimo Pizarro e Patricio Ferrari, que descobriram novos autores ficcionais e textos inéditos de Pessoa, assim ampliando o conhecimento deste fascinante universo.
Nº Páginas: 720
Sinopse:
Pela primeira vez, 136 autores fictícios com que Fernando Pessoa assinou os seus textos. Cada figura autoral é apresentada por uma introdução, a que se segue um ou mais dos seus textos e a reprodução das várias assinaturas. "Eu sou uma anthologia. Screvo tam diversamente Que, pouca ou muita valia Dos poemas, ninguem diria Que o poëta é um sòmente." Assim escreveu Pessoa num poema datado de 17 de Dezembro de 1932. "Eu Sou Uma Antologia - 136 Autores Fictícios" resulta do trabalho de minúcia e audácia de Jerónimo Pizarro e Patricio Ferrari, que descobriram novos autores ficcionais e textos inéditos de Pessoa, assim ampliando o conhecimento deste fascinante universo.
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Edição: Jun 2019
Nº Páginas: 560
Sinopse:
Eric Zimmerman, um dos homens mais desejados do planeta, conta-nos o seu ponto de vista da saga erótica mais sensual de sempre. Após um casamento e uma lua-de-mel de sonho, a minha vida com Judith começa a normalizar. Durante o dia, enquanto trabalho na minha empresa, a minha maravilhosa mulher teima em contrariar-me em tudo o que pode. Apesar de nos amarmos muito, somos especialistas em nos zangarmos e reconciliarmo-nos… Mas um dia chega-me aos ouvidos um malicioso comentário que me fará perder a confiança em Judith. Dias difíceis, noites em claro. Discussões. Problemas, muitos problemas.
Nº Páginas: 560
Sinopse:
Eric Zimmerman, um dos homens mais desejados do planeta, conta-nos o seu ponto de vista da saga erótica mais sensual de sempre. Após um casamento e uma lua-de-mel de sonho, a minha vida com Judith começa a normalizar. Durante o dia, enquanto trabalho na minha empresa, a minha maravilhosa mulher teima em contrariar-me em tudo o que pode. Apesar de nos amarmos muito, somos especialistas em nos zangarmos e reconciliarmo-nos… Mas um dia chega-me aos ouvidos um malicioso comentário que me fará perder a confiança em Judith. Dias difíceis, noites em claro. Discussões. Problemas, muitos problemas.
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 252
Sinopse:
"Eu Sou a Minha Poesia" reúne uma selecção feita por Maria Teresa Horta dos poemas que considera serem os essenciais da sua obra. Um longo percurso poético, iniciado em 1960, que se mantém vivo e cuja actualidade e ousadia a colocam na vanguarda da poesia portuguesa. De cunho marcadamente feminista e erótico, uma poesia de intervenção e desobediência, que dá voz ao imaginário e ao desejo da mulher. Uma obra literária ímpar que é um grito de coragem e uma afirmação de liberdade.
Nº Páginas: 252
Sinopse:
"Eu Sou a Minha Poesia" reúne uma selecção feita por Maria Teresa Horta dos poemas que considera serem os essenciais da sua obra. Um longo percurso poético, iniciado em 1960, que se mantém vivo e cuja actualidade e ousadia a colocam na vanguarda da poesia portuguesa. De cunho marcadamente feminista e erótico, uma poesia de intervenção e desobediência, que dá voz ao imaginário e ao desejo da mulher. Uma obra literária ímpar que é um grito de coragem e uma afirmação de liberdade.
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Edição: Jun 2016
Nº Páginas: 352
Sinopse:
No seu esperado regresso ao romance, Possidónio Cachapa colhe um livro onde a Natureza e o Homem vivem misturados, moldando-se e afeiçoando-se mutuamente, enquanto o tempo se some como um carreiro de água em terra seca.O regresso de um dos autores mais aclamados da literatura portuguesa.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
No seu esperado regresso ao romance, Possidónio Cachapa colhe um livro onde a Natureza e o Homem vivem misturados, moldando-se e afeiçoando-se mutuamente, enquanto o tempo se some como um carreiro de água em terra seca.O regresso de um dos autores mais aclamados da literatura portuguesa.
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Edição: Abr 2015
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Os 21 textos que Gabriel García Márquez reuniu neste livro foram escritos pelo autor com a intenção de serem lidos por si próprio em público, e percorrem praticamente toda a sua vida, desde o primeiro, que escreveu aos dezassete anos para se despedir dos seus colegas da secundária em Zipaquirá, até ao que leu perante as Academias da Língua e os reis de Espanha ao cumprir oitenta anos, em 2007. Estes discursos do prémio Nobel ajudam-nos a compreender mais profundamente a sua vida e revelam-nos as suas obsessões fundamentais como escritor e cidadão: a sua fervorosa vocação para a literatura, a paixão pelo jornalismo, a inquietação perante o desastre ecológico que se avizinha, a proposta para simplificar a gramática, os problemas da sua terra colombiana ou a lembrança emocionada de amigos escritores como Julio Cortázar ou Álvaro Mutis, entre muitos outros. Um exemplo da sua irreverência acontece no final de um discurso para uma assistência composta por militares em que termina afirmando que ""as vidas de todos nós seriam melhores se cada um de vocês trouxesse sempre um livro na sua mochila.""
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Os 21 textos que Gabriel García Márquez reuniu neste livro foram escritos pelo autor com a intenção de serem lidos por si próprio em público, e percorrem praticamente toda a sua vida, desde o primeiro, que escreveu aos dezassete anos para se despedir dos seus colegas da secundária em Zipaquirá, até ao que leu perante as Academias da Língua e os reis de Espanha ao cumprir oitenta anos, em 2007. Estes discursos do prémio Nobel ajudam-nos a compreender mais profundamente a sua vida e revelam-nos as suas obsessões fundamentais como escritor e cidadão: a sua fervorosa vocação para a literatura, a paixão pelo jornalismo, a inquietação perante o desastre ecológico que se avizinha, a proposta para simplificar a gramática, os problemas da sua terra colombiana ou a lembrança emocionada de amigos escritores como Julio Cortázar ou Álvaro Mutis, entre muitos outros. Um exemplo da sua irreverência acontece no final de um discurso para uma assistência composta por militares em que termina afirmando que ""as vidas de todos nós seriam melhores se cada um de vocês trouxesse sempre um livro na sua mochila.""
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