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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Neste livro surpreendente, Roger Moorhouse, um dos mais importantes historiadores da Alemanha Nazi, apresenta-nos uma abordagem inovadora da história do Terceiro Reich. Enquadrando a narrativa em 100 objetos, esta nova obra fornece uma mistura eclética de assuntos e cobre todos os aspetos da história do Terceiro Reich - dos temas mais conhecidos do Holocausto e do conflito, até aos tópicos menos conhecidos como os avanços tecnológicos, a cultura popular e o uso da propaganda. É uma seleção vasta, abrangente e estimulante, que vai de documentos e postais a armas e objetos de uso pessoal. Os 100 objetos são ilustrados com imagens históricas e contemporâneas, que incluem a escova do bigode de Hitler, o Messerschmitt 262, o Pervitin, a pistola Luger, o carro de combate Tigre, a caixa de batons de Eva Braun, as ceroulas de Rudolf Hesse, a cápsula de cianeto usada por Hermann Göring e, claro, a suástica e o Mein Kampf.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Neste livro surpreendente, Roger Moorhouse, um dos mais importantes historiadores da Alemanha Nazi, apresenta-nos uma abordagem inovadora da história do Terceiro Reich. Enquadrando a narrativa em 100 objetos, esta nova obra fornece uma mistura eclética de assuntos e cobre todos os aspetos da história do Terceiro Reich - dos temas mais conhecidos do Holocausto e do conflito, até aos tópicos menos conhecidos como os avanços tecnológicos, a cultura popular e o uso da propaganda. É uma seleção vasta, abrangente e estimulante, que vai de documentos e postais a armas e objetos de uso pessoal. Os 100 objetos são ilustrados com imagens históricas e contemporâneas, que incluem a escova do bigode de Hitler, o Messerschmitt 262, o Pervitin, a pistola Luger, o carro de combate Tigre, a caixa de batons de Eva Braun, as ceroulas de Rudolf Hesse, a cápsula de cianeto usada por Hermann Göring e, claro, a suástica e o Mein Kampf.
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Edição: Abr 2012
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Todas as personagens deste livro parecem estar empenhadas numa confrontação com o Tempo: o tempo dos acontecimentos que viveram ou estão a viver e o tempo da memória ou da consciência. Mas é como se uma tempestade de areia se tivesse levantado nas suas clepsidras: o tempo foge e detém-se, gira sobre si próprio, esconde-se, reaparece a pedir contas. Do passado emergem estranhos fantasmas, as coisas que antigamente eram incompatíveis agora parecem harmonizar-se, as versões oficiais e os destinos individuais não coincidem. Um-ex agente da defunta República Democrática Alemã que durante anos espiou Bertold Brecht, vagueia sem destino por Berlim até ir ter ao túmulo do escritor para lhe confiar um segredo. Numa localidade de férias da ex-Jugoslávia, um oficial italiano da ONU que durante a guerra do Kosovo sofreu as radiações do urânio empobrecido ensina a uma miúda a arte de ler o futuro nas nuvens. Um homem que engana a sua solidão contando histórias a si próprio torna-se protagonista de uma aventura que inventara numa noite de insónia. Sensível às convulsões da História recente, Antonio Tabucchi mede-se com o nosso Tempo "desnorteado", em que se os ponteiros do relógio da nossa consciência parecem indicar uma hora diferente daquela que vivemos.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Todas as personagens deste livro parecem estar empenhadas numa confrontação com o Tempo: o tempo dos acontecimentos que viveram ou estão a viver e o tempo da memória ou da consciência. Mas é como se uma tempestade de areia se tivesse levantado nas suas clepsidras: o tempo foge e detém-se, gira sobre si próprio, esconde-se, reaparece a pedir contas. Do passado emergem estranhos fantasmas, as coisas que antigamente eram incompatíveis agora parecem harmonizar-se, as versões oficiais e os destinos individuais não coincidem. Um-ex agente da defunta República Democrática Alemã que durante anos espiou Bertold Brecht, vagueia sem destino por Berlim até ir ter ao túmulo do escritor para lhe confiar um segredo. Numa localidade de férias da ex-Jugoslávia, um oficial italiano da ONU que durante a guerra do Kosovo sofreu as radiações do urânio empobrecido ensina a uma miúda a arte de ler o futuro nas nuvens. Um homem que engana a sua solidão contando histórias a si próprio torna-se protagonista de uma aventura que inventara numa noite de insónia. Sensível às convulsões da História recente, Antonio Tabucchi mede-se com o nosso Tempo "desnorteado", em que se os ponteiros do relógio da nossa consciência parecem indicar uma hora diferente daquela que vivemos.
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Edição: Ago 2012
Nº Páginas: 620
Sinopse:
Tiago Rebelo conta-nos as aventuras de um oficial português em Angola, nos finais do século XIX, nos conturbados anos que se seguiram ao Ultimatum britânico, uma época em que a coroa portuguesa se debate com extremas dificuldades militares no interior da colónia. Num universo de ficção e veracidade histórica acompanhamos a história de sobrevivência do jovem tenente Carlos Augusto de Noronha e Montanha, um antepassado do escritor, que é destacado para algumas das operações mais difíceis no interior de Angola, e o seu romance impossível com Leonor, a filha do governador, rebelde e determinada. Intensamente apaixonados vêem, no entanto, a sua relação amorosa comprometida por conflitos de interesses que opõem a família de Leonor ao tenente Montanha.
Nº Páginas: 620
Sinopse:
Tiago Rebelo conta-nos as aventuras de um oficial português em Angola, nos finais do século XIX, nos conturbados anos que se seguiram ao Ultimatum britânico, uma época em que a coroa portuguesa se debate com extremas dificuldades militares no interior da colónia. Num universo de ficção e veracidade histórica acompanhamos a história de sobrevivência do jovem tenente Carlos Augusto de Noronha e Montanha, um antepassado do escritor, que é destacado para algumas das operações mais difíceis no interior de Angola, e o seu romance impossível com Leonor, a filha do governador, rebelde e determinada. Intensamente apaixonados vêem, no entanto, a sua relação amorosa comprometida por conflitos de interesses que opõem a família de Leonor ao tenente Montanha.
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Edição: Ago 2012
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Inês Brasão, investigadora e doutorada em Sociologia, venceu a edição de 2011 do prémio Maria Lamas de estudos sobre a mulher, género e igualdade, com o seu trabalho sobre a condição servil em Portugal entre 1940 e 1970. A autora recupera memórias de dominação e de resistência a partir das histórias de vida de dezenas de mulheres que em tempos trabalharam como "criadas para todo o serviço".
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Sinopse:
Inês Brasão, investigadora e doutorada em Sociologia, venceu a edição de 2011 do prémio Maria Lamas de estudos sobre a mulher, género e igualdade, com o seu trabalho sobre a condição servil em Portugal entre 1940 e 1970. A autora recupera memórias de dominação e de resistência a partir das histórias de vida de dezenas de mulheres que em tempos trabalharam como "criadas para todo o serviço".
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Edição: Mar 2009
Nº Páginas: 288
Sinopse:
De débil constituição física e gago de nascença, Mizoguchi é o único filho de um bonzo Zen. Ao longo de toda a sua vida, sente-se diminuído e complexado por causa da sua gaguez, o que o leva a isolar-se. Quando chega o momento vai estudar para bonzo no Templo Dourado, em Quioto. Desde cedo preocupado com a Beleza, Mizoguchi vem a desenvolver com o templo uma relação de dependência obsessiva, que constitui um outro obstáculo à sua interacção com o mundo exterior. Para ele, "O Templo Dourado" era a encarnação última e suprema da Beleza, conceito que esmaga toda a sua existência. Com a Segunda Guerra Mundial e o Japão do pós-guerra como cenário, O Templo Dourado é quase um monólogo interior que espelha a repressão e a obsessão de Mizoguchi, das quais se vem a libertar num final perverso.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
De débil constituição física e gago de nascença, Mizoguchi é o único filho de um bonzo Zen. Ao longo de toda a sua vida, sente-se diminuído e complexado por causa da sua gaguez, o que o leva a isolar-se. Quando chega o momento vai estudar para bonzo no Templo Dourado, em Quioto. Desde cedo preocupado com a Beleza, Mizoguchi vem a desenvolver com o templo uma relação de dependência obsessiva, que constitui um outro obstáculo à sua interacção com o mundo exterior. Para ele, "O Templo Dourado" era a encarnação última e suprema da Beleza, conceito que esmaga toda a sua existência. Com a Segunda Guerra Mundial e o Japão do pós-guerra como cenário, O Templo Dourado é quase um monólogo interior que espelha a repressão e a obsessão de Mizoguchi, das quais se vem a libertar num final perverso.
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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Mizoguchi, rapaz de frágil constituição e gago de nascença, vive complexado, ostracizado do mundo e desde a infância fascinado com o famoso Templo Dourado de Quioto. Quando integra aquele espaço como seu aluno, a perfeição estética da estrutura torna-se para ele uma obsessão, o exemplo da excelência, o objeto único do seu desejo, e o mundo exterior perde ainda mais relevância. Mas à medida que vê desenharem-se nas paredes do templo leves indícios de falhas, Mizoguchi convence-se de que o verdadeiro caminho para a Beleza reside num só ato, de libertadora violência. A partir de um incidente real ocorrido em 1950, O Templo Dourado espelha brilhantemente as paixões e as agonias de um jovem no Japão do pós-Segunda Guerra Mundial, tendo ficado inscrito como um dos mais importantes romances de Yukio Mishima.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Mizoguchi, rapaz de frágil constituição e gago de nascença, vive complexado, ostracizado do mundo e desde a infância fascinado com o famoso Templo Dourado de Quioto. Quando integra aquele espaço como seu aluno, a perfeição estética da estrutura torna-se para ele uma obsessão, o exemplo da excelência, o objeto único do seu desejo, e o mundo exterior perde ainda mais relevância. Mas à medida que vê desenharem-se nas paredes do templo leves indícios de falhas, Mizoguchi convence-se de que o verdadeiro caminho para a Beleza reside num só ato, de libertadora violência. A partir de um incidente real ocorrido em 1950, O Templo Dourado espelha brilhantemente as paixões e as agonias de um jovem no Japão do pós-Segunda Guerra Mundial, tendo ficado inscrito como um dos mais importantes romances de Yukio Mishima.
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 144
Sinopse:
O tango, a sua entrada na cultura argentina e universal, é o tema destas seis conferências inéditas de Borges. Escreve Borges: "Sabemos, ouvindo um tango velho, que houve homens valentes. O tango dá-nos a todos um passado imaginário. Estudar o tango não é inútil, é estudar as diversas vicissitudes da alma." Em 1965, Jorge Luis Borges deu quatro conferências sobre tango, que durante muito tempo ficaram esquecidas e que agora se publicam - mais de trinta anos após a morte do escritor. É um Borges luminoso e brilhante, que se permite recitar e cantar durante as conferências, ao mesmo tempo que descreve a origem, os símbolos e os mitos da grande música do Rio de Prata. Para Borges, o tango surge clandestinamente em Buenos Aires por volta de 1880, em simultâneo com o jazz americano. Era um género perigoso e malvisto, desgraçado, "bajofondo". Nestes textos notáveis e coloridos, o retrato de Borges vai além da descrição de uma dança ou de uma melodia - conta a história do porto e dos bairros de Buenos Aires, e do seu violento lirismo de navalha e sangue: "O tango dá-nos a todos um passado imaginário". Por isso, conhecer o tango é conhecer o lado negro da alma portenha, que entrou na literatura com esse universo de "compadritos", "mulheres de má fama", histórias de amor e morte, com um tom valente e feliz que depois seria também triste e melodramático.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
O tango, a sua entrada na cultura argentina e universal, é o tema destas seis conferências inéditas de Borges. Escreve Borges: "Sabemos, ouvindo um tango velho, que houve homens valentes. O tango dá-nos a todos um passado imaginário. Estudar o tango não é inútil, é estudar as diversas vicissitudes da alma." Em 1965, Jorge Luis Borges deu quatro conferências sobre tango, que durante muito tempo ficaram esquecidas e que agora se publicam - mais de trinta anos após a morte do escritor. É um Borges luminoso e brilhante, que se permite recitar e cantar durante as conferências, ao mesmo tempo que descreve a origem, os símbolos e os mitos da grande música do Rio de Prata. Para Borges, o tango surge clandestinamente em Buenos Aires por volta de 1880, em simultâneo com o jazz americano. Era um género perigoso e malvisto, desgraçado, "bajofondo". Nestes textos notáveis e coloridos, o retrato de Borges vai além da descrição de uma dança ou de uma melodia - conta a história do porto e dos bairros de Buenos Aires, e do seu violento lirismo de navalha e sangue: "O tango dá-nos a todos um passado imaginário". Por isso, conhecer o tango é conhecer o lado negro da alma portenha, que entrou na literatura com esse universo de "compadritos", "mulheres de má fama", histórias de amor e morte, com um tom valente e feliz que depois seria também triste e melodramático.
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Edição: Out 2013
Nº Páginas: 464
Sinopse:
1928. No salão deserto e silencioso de um transatlântico que navega pela noite dentro, um casal dança um tango ainda por escrever… Ela é Mecha Inzunza, uma mulher enigmática e melancólica. Ele é Max Costa, um elegante fura-vidas. Rumam a Buenos Aires, onde Armando de Troeye, marido de Mecha e músico afamado, enfrenta um extravagante desafio. Ao abrigo das ruelas lúgubres e ilícitas da cidade, nasce entre Mecha e Max uma história de amor arrebatadora que será precocemente interrompida. Voltarão a encontrar-se apenas duas vezes ao longo das suas vidas. Em 1937, numa intriga de espionagem na Riviera Francesa, um dos destinos preferidos da alta sociedade europeia. E em Sorrento, 1966, durante uma inquietante partida de xadrez. Aqui, o tempo é já de nostalgia. O jogo dos amantes está perto do fim. A sua paixão acompanhou o esplendor e a decadência da Europa do século XX e transcendeu o tempo e a distância. Sempre presente e sempre impossível. Dois amantes dotados de um carisma apenas possível aos grandes personagens de ficção. O século XX como cenário teatral onde decorrem paixões, intrigas, aventuras e reencontros. Esperança e nostalgia. Luz e sombra. Arturo Pérez Reverte escreveu um romance trepidante e criou com Mecha Inzunza uma heroína épica e definitiva.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
1928. No salão deserto e silencioso de um transatlântico que navega pela noite dentro, um casal dança um tango ainda por escrever… Ela é Mecha Inzunza, uma mulher enigmática e melancólica. Ele é Max Costa, um elegante fura-vidas. Rumam a Buenos Aires, onde Armando de Troeye, marido de Mecha e músico afamado, enfrenta um extravagante desafio. Ao abrigo das ruelas lúgubres e ilícitas da cidade, nasce entre Mecha e Max uma história de amor arrebatadora que será precocemente interrompida. Voltarão a encontrar-se apenas duas vezes ao longo das suas vidas. Em 1937, numa intriga de espionagem na Riviera Francesa, um dos destinos preferidos da alta sociedade europeia. E em Sorrento, 1966, durante uma inquietante partida de xadrez. Aqui, o tempo é já de nostalgia. O jogo dos amantes está perto do fim. A sua paixão acompanhou o esplendor e a decadência da Europa do século XX e transcendeu o tempo e a distância. Sempre presente e sempre impossível. Dois amantes dotados de um carisma apenas possível aos grandes personagens de ficção. O século XX como cenário teatral onde decorrem paixões, intrigas, aventuras e reencontros. Esperança e nostalgia. Luz e sombra. Arturo Pérez Reverte escreveu um romance trepidante e criou com Mecha Inzunza uma heroína épica e definitiva.
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Edição: Mai 2013
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Por vezes a consciência atinge-nos como um raio, ou uma fatalidade. Daí se poderá dizer que este livro nasce. O autor diz que é, até hoje, o seu romance preferido. Ou aquele que mais tenta dar resposta a interrogações pessoais: "a) Como resolver a perda? b) Como sobreviver ao caos? c) O amor salva, sim mas muito ou só um bocadinho? d) Na era do sexo fácil, qual o valor exacto do amor físico? e) Quando estamos em queda livre, há redenção possível?"Há respostas dadas no livro? Há respostas possíveis? Diga quem lê. Uma advertência, porém, se impõe: este livro NÃO É sobre futebol. É um livro sobre pessoas e o grau de humanidade que nelas habita.Ou não. Matéria forte. Escrita a sério. À Rui Zink.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Por vezes a consciência atinge-nos como um raio, ou uma fatalidade. Daí se poderá dizer que este livro nasce. O autor diz que é, até hoje, o seu romance preferido. Ou aquele que mais tenta dar resposta a interrogações pessoais: "a) Como resolver a perda? b) Como sobreviver ao caos? c) O amor salva, sim mas muito ou só um bocadinho? d) Na era do sexo fácil, qual o valor exacto do amor físico? e) Quando estamos em queda livre, há redenção possível?"Há respostas dadas no livro? Há respostas possíveis? Diga quem lê. Uma advertência, porém, se impõe: este livro NÃO É sobre futebol. É um livro sobre pessoas e o grau de humanidade que nelas habita.Ou não. Matéria forte. Escrita a sério. À Rui Zink.
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Edição: Abr 2014
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Com quarenta e cinco anos, Adrienne Willis vê-se obrigada a repensar a sua vida quando o marido a abandona por uma mulher mais nova. Destroçada, aceita o pedido de uma amiga para cuidar de uma pousada à beira-mar durante um fim de semana. Não podia imaginar que em apenas quatro dias a sua vida mudaria para sempre… A pousada tem um único hóspede e não apresenta problemas de maior para Adrienne, desde sempre habituada a cuidar de todos os que a rodeiam. Por uma vez, ela está decidida a descansar e desfrutar daquele pedaço de paraíso. Mas a inesperada aproximação de uma tempestade fá-la temer o pior. O hóspede, Paul Flanner, é um homem igualmente solitário e desencantado. Perante a catástrofe natural que os deixa completamente isolados, Paul e Adrienne contam apenas com a proteção um do outro. E é então que acontece algo com que não ousavam já sonhar. Tal como a tempestade, a paixão entre ambos é incontrolável, desmedida, transformadora… Mas Paul tem um assunto do passado por resolver e a sua jornada vai levá-lo a desbravar um novo e inesperado caminho.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Com quarenta e cinco anos, Adrienne Willis vê-se obrigada a repensar a sua vida quando o marido a abandona por uma mulher mais nova. Destroçada, aceita o pedido de uma amiga para cuidar de uma pousada à beira-mar durante um fim de semana. Não podia imaginar que em apenas quatro dias a sua vida mudaria para sempre… A pousada tem um único hóspede e não apresenta problemas de maior para Adrienne, desde sempre habituada a cuidar de todos os que a rodeiam. Por uma vez, ela está decidida a descansar e desfrutar daquele pedaço de paraíso. Mas a inesperada aproximação de uma tempestade fá-la temer o pior. O hóspede, Paul Flanner, é um homem igualmente solitário e desencantado. Perante a catástrofe natural que os deixa completamente isolados, Paul e Adrienne contam apenas com a proteção um do outro. E é então que acontece algo com que não ousavam já sonhar. Tal como a tempestade, a paixão entre ambos é incontrolável, desmedida, transformadora… Mas Paul tem um assunto do passado por resolver e a sua jornada vai levá-lo a desbravar um novo e inesperado caminho.
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Durante os três dias e as três noites de Carnaval, Emilio Gauna convida os seus amigos a gastarem todo o dinheiro ganho nas corridas. São três dias de vadiagem pela cidade, de bebedeira, de encontros fantásticos, de bailes de máscaras e de rixas de rua. Porém, uma estranha amnésia não permite a Emílio recordar um acontecimento que teve lugar num desses dias, mas que ele pressente ter sido algo que alterou o curso da sua vida. Que insólito acontecimento terá sido esse? Decorridos três anos, no intuito de o descobrir e libertar-se da sua obsessão, Emilio decide repetir o passado e refazer, com as mesmas pessoas, um por um, todos os eventos dessa noite, ignorando os avisos em contrário…
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Durante os três dias e as três noites de Carnaval, Emilio Gauna convida os seus amigos a gastarem todo o dinheiro ganho nas corridas. São três dias de vadiagem pela cidade, de bebedeira, de encontros fantásticos, de bailes de máscaras e de rixas de rua. Porém, uma estranha amnésia não permite a Emílio recordar um acontecimento que teve lugar num desses dias, mas que ele pressente ter sido algo que alterou o curso da sua vida. Que insólito acontecimento terá sido esse? Decorridos três anos, no intuito de o descobrir e libertar-se da sua obsessão, Emilio decide repetir o passado e refazer, com as mesmas pessoas, um por um, todos os eventos dessa noite, ignorando os avisos em contrário…
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Edição: Out 2021
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Ma Daode acaba de ser nomeado diretor da Repartição do Sonho da China, um novo organismo que pretende substituir, até por meios tecnológicos, os sonhos privados de cada pessoa pelo grande sonho da China anunciado pelo "plano de rejuvenescimento nacional" do presidente Xi Jinping. O slogan está em toda parte, em outdoors, discursos e anúncios - e mistura patriotismo e autoajuda com os "objetivos gémeos de resgatar o orgulho nacional e alcançar o bem-estar pessoal". Ma Daode gosta de sexo e de dinheiro, tem poder, uma dúzia de amantes que lhe enviam mensagens para vários telemóveis, uma filha que estuda em Londres, um gabinete moderno e uma riqueza considerável, alimentada por anos de corrupção. Tudo vai, portanto, correr bem - até que começa a ser atormentado pelas memórias da Revolução Cultural dos anos 1960 e do seu historial de horrores, violência, morte e destruição. O seu "sonho da China" cruza-se com o "pesadelo da China", e com o desfile de imagens do caos e dos fantasmas do passado. O que levanta um problema: se o Partido tem acesso a todos os sonhos individuais, então Ma Daode tem de esconder esses pesadelos proibidos e apagar a memória. Como vai fazê-lo? Mais do que uma distopia, O Sonho da China é um passeio tragicómico pelos horrores e absurdos do poder totalitário. Mas o riso abre as portas a um caos povoado de fantasmas e de acontecimentos que não conseguem ser esquecidos na história da China de hoje.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Ma Daode acaba de ser nomeado diretor da Repartição do Sonho da China, um novo organismo que pretende substituir, até por meios tecnológicos, os sonhos privados de cada pessoa pelo grande sonho da China anunciado pelo "plano de rejuvenescimento nacional" do presidente Xi Jinping. O slogan está em toda parte, em outdoors, discursos e anúncios - e mistura patriotismo e autoajuda com os "objetivos gémeos de resgatar o orgulho nacional e alcançar o bem-estar pessoal". Ma Daode gosta de sexo e de dinheiro, tem poder, uma dúzia de amantes que lhe enviam mensagens para vários telemóveis, uma filha que estuda em Londres, um gabinete moderno e uma riqueza considerável, alimentada por anos de corrupção. Tudo vai, portanto, correr bem - até que começa a ser atormentado pelas memórias da Revolução Cultural dos anos 1960 e do seu historial de horrores, violência, morte e destruição. O seu "sonho da China" cruza-se com o "pesadelo da China", e com o desfile de imagens do caos e dos fantasmas do passado. O que levanta um problema: se o Partido tem acesso a todos os sonhos individuais, então Ma Daode tem de esconder esses pesadelos proibidos e apagar a memória. Como vai fazê-lo? Mais do que uma distopia, O Sonho da China é um passeio tragicómico pelos horrores e absurdos do poder totalitário. Mas o riso abre as portas a um caos povoado de fantasmas e de acontecimentos que não conseguem ser esquecidos na história da China de hoje.
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Edição: Jul 2012
Nº Páginas: 288
Sinopse:
"O Som e a Fúria" é a tragédia da família Compson, apresentando algumas das personagens mais memoráveis da literatura: a bela e rebelde Caddy, Benjy, o filho varão, o assombrado e neurótico Quentin; Jason, o cínico brutal, e Dilsey, o criado negro. Com as suas vidas fragmentadas e atormentadas pela história e pela herança, as suas vozes e ações enredam-se para criar o que é, sem dúvida, a obra-prima de Faulkner e um dos maiores romances do século XX. William Faulkner afirmou muitas vezes que O Som e a Fúria era o romance mais próximo do seu coração porque era o que lhe tinha causado mais sofrimento e angústia a escrever. Neste magnífico romance, publicado pela primeira vez em 1929, Faulkner criou a "menina dos seus olhos", a bela e trágica Caddy Compson, cuja história nos conta através dos monólogos separados dos seus três irmãos: Benjy, o idiota; Quentin, o suicida neurótico; e o monstruoso Jason. O Som e a Fúria é o seu quarto romance e a primeira das suas obrasprimas indiscutíveis, aquela que, mais do que qualquer outra, confirmou Faulkner como figura central da literatura do século
Nº Páginas: 288
Sinopse:
"O Som e a Fúria" é a tragédia da família Compson, apresentando algumas das personagens mais memoráveis da literatura: a bela e rebelde Caddy, Benjy, o filho varão, o assombrado e neurótico Quentin; Jason, o cínico brutal, e Dilsey, o criado negro. Com as suas vidas fragmentadas e atormentadas pela história e pela herança, as suas vozes e ações enredam-se para criar o que é, sem dúvida, a obra-prima de Faulkner e um dos maiores romances do século XX. William Faulkner afirmou muitas vezes que O Som e a Fúria era o romance mais próximo do seu coração porque era o que lhe tinha causado mais sofrimento e angústia a escrever. Neste magnífico romance, publicado pela primeira vez em 1929, Faulkner criou a "menina dos seus olhos", a bela e trágica Caddy Compson, cuja história nos conta através dos monólogos separados dos seus três irmãos: Benjy, o idiota; Quentin, o suicida neurótico; e o monstruoso Jason. O Som e a Fúria é o seu quarto romance e a primeira das suas obrasprimas indiscutíveis, aquela que, mais do que qualquer outra, confirmou Faulkner como figura central da literatura do século
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Edição: Set 2020
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Lírico e meticuloso, O Som da Montanha é uma sublime descrição das agruras da velhice - o estreitamento gradual e relutante de uma vida humana, a par dos súbitos afloramentos de paixão que iluminam o seu desenlace. De dia, Ogata Shingo, idoso homem de negócios de Tóquio, é atormentado por pequenos lapsos de memória. De noite, associa o rumor distante que lhe chega da montanha vizinha aos sons da morte. Pelo meio, as complexas relações que em tempos alicerçaram a sua vida: uma esposa difícil, um filho mulherengo e uma nora que nele inspira compaixão e frémitos de desejo. Com esta transluzente teia de fios condutores, Kawabata urdiu um romance que é uma meditação, poderosa e serenamente observada, sobre a inexorável passagem do tempo.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Lírico e meticuloso, O Som da Montanha é uma sublime descrição das agruras da velhice - o estreitamento gradual e relutante de uma vida humana, a par dos súbitos afloramentos de paixão que iluminam o seu desenlace. De dia, Ogata Shingo, idoso homem de negócios de Tóquio, é atormentado por pequenos lapsos de memória. De noite, associa o rumor distante que lhe chega da montanha vizinha aos sons da morte. Pelo meio, as complexas relações que em tempos alicerçaram a sua vida: uma esposa difícil, um filho mulherengo e uma nora que nele inspira compaixão e frémitos de desejo. Com esta transluzente teia de fios condutores, Kawabata urdiu um romance que é uma meditação, poderosa e serenamente observada, sobre a inexorável passagem do tempo.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 128
Sinopse:
O Solilóquio do Rei Leopoldo é um pequeno livro publicado em 1905 por Mark Twain. Trata-se de um texto de sátira política, um monólogo do rei Leopoldo II, da Bélgica, que discursa para se defender das acusações de atrocidades cometidas entre 1885 e 1908 no chamado "Estado Livre do Congo", um grande território cuja administração foi exercida pessoalmente pelo rei belga - e não pela Coroa ou pelo Estado. Leopoldo II submeteu a população local a condições de vida e de trabalho degradantes e a uma repressão violenta e desumana, com o objetivo de aumentar os lucros da extração de diamantes, borracha e marfim. A partir de 1900 começaram a surgir denúncias sobre os crimes e o horror vividos no Estado Livre do Congo - e em 1899 é publicado O Coração das Trevas, de Joseph Conrad, um retrato desse universo pavoroso. Em 1904, Roger Casement (a personagem de O Sonho do Celta, de Mario Vargas Llosa), cônsul britânico no Congo, elabora um relatório sobre as atrocidades e a desumanidade da administração do rei Leopoldo - que levaria o Parlamento belga a anexar o território, retirando-o ao rei. E, nos Estados Unidos da América, Mark Twain associa-se a uma campanha internacional contra Leopoldo II. Por isso, o seu texto não é apenas um panfleto político: é também uma denúncia vigorosa, sarcástica e burlesca do colonialismo e do racismo.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
O Solilóquio do Rei Leopoldo é um pequeno livro publicado em 1905 por Mark Twain. Trata-se de um texto de sátira política, um monólogo do rei Leopoldo II, da Bélgica, que discursa para se defender das acusações de atrocidades cometidas entre 1885 e 1908 no chamado "Estado Livre do Congo", um grande território cuja administração foi exercida pessoalmente pelo rei belga - e não pela Coroa ou pelo Estado. Leopoldo II submeteu a população local a condições de vida e de trabalho degradantes e a uma repressão violenta e desumana, com o objetivo de aumentar os lucros da extração de diamantes, borracha e marfim. A partir de 1900 começaram a surgir denúncias sobre os crimes e o horror vividos no Estado Livre do Congo - e em 1899 é publicado O Coração das Trevas, de Joseph Conrad, um retrato desse universo pavoroso. Em 1904, Roger Casement (a personagem de O Sonho do Celta, de Mario Vargas Llosa), cônsul britânico no Congo, elabora um relatório sobre as atrocidades e a desumanidade da administração do rei Leopoldo - que levaria o Parlamento belga a anexar o território, retirando-o ao rei. E, nos Estados Unidos da América, Mark Twain associa-se a uma campanha internacional contra Leopoldo II. Por isso, o seu texto não é apenas um panfleto político: é também uma denúncia vigorosa, sarcástica e burlesca do colonialismo e do racismo.
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 256
Sinopse:
o sol e as suas flores é uma coletânea de poesia sobre a dor autoabandono honrar as raízes o amor emancipação está dividido em cinco capítulos murchar. cair. criar raízes. crescer. Florir
Nº Páginas: 256
Sinopse:
o sol e as suas flores é uma coletânea de poesia sobre a dor autoabandono honrar as raízes o amor emancipação está dividido em cinco capítulos murchar. cair. criar raízes. crescer. Florir
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Edição: Nov 2007
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Flandres, 1625. Alistado como pajem do capitão Alatriste, Íñigo Balboa é uma testemunha excepcional da rendição da cidade de Breda, cujos pormenores narrará dez anos mais tarde para um quadro famoso do seu amigo Diego Velázquez. Seguindo o seu amo pela paisagem pintada no fundo desse quadro, no outro lado do bosque de lanças, vemos Íñigo empunhar pela primeira vez a espada e o arcabuz, lutando pela sua vida e pela dos seus amigos. Estocadas, assaltos, batalhas, desafios, encamisadas, pilhagens e motins da infantaria espanhola delimitarão o seu caminho através de um mundo devastado pelo Inverno e pela guerra.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Flandres, 1625. Alistado como pajem do capitão Alatriste, Íñigo Balboa é uma testemunha excepcional da rendição da cidade de Breda, cujos pormenores narrará dez anos mais tarde para um quadro famoso do seu amigo Diego Velázquez. Seguindo o seu amo pela paisagem pintada no fundo desse quadro, no outro lado do bosque de lanças, vemos Íñigo empunhar pela primeira vez a espada e o arcabuz, lutando pela sua vida e pela dos seus amigos. Estocadas, assaltos, batalhas, desafios, encamisadas, pilhagens e motins da infantaria espanhola delimitarão o seu caminho através de um mundo devastado pelo Inverno e pela guerra.
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Edição: Abr 2017
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Cem anos depois do "milagre", subsiste a questão: culto espontâneo ou fenómeno produzido e promovido pela Igreja Católica? Com as "aparições" de Fátima, nasceu na Cova da Iria um culto popular que depressa se propagou num país católico, analfabeto e dado a devoções, atravessando à época um momento dramático da sua história. Em boa hora o sol bailou para a Igreja Católica - que enfrentava uma aguerrida laicização do Estado e a perda de privilégios -, que transformou o culto num sucesso mundial e o instrumentalizou a seu favor. No ano do centenário das "aparições" de Fátima, nova edição do corajoso livro O Sol Bailou ao Meio-Dia, agora em formato económico com cantos redondos.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Cem anos depois do "milagre", subsiste a questão: culto espontâneo ou fenómeno produzido e promovido pela Igreja Católica? Com as "aparições" de Fátima, nasceu na Cova da Iria um culto popular que depressa se propagou num país católico, analfabeto e dado a devoções, atravessando à época um momento dramático da sua história. Em boa hora o sol bailou para a Igreja Católica - que enfrentava uma aguerrida laicização do Estado e a perda de privilégios -, que transformou o culto num sucesso mundial e o instrumentalizou a seu favor. No ano do centenário das "aparições" de Fátima, nova edição do corajoso livro O Sol Bailou ao Meio-Dia, agora em formato económico com cantos redondos.
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Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Na véspera de se retirar do universo da química para se dedicar exclusivamente à escrita, Primo Levi oferece-nos, através de 21 capítulos, cada um com o nome de um elemento da tabela periódica, um relato da sua vida enquanto cientista e através do qual responde a inúmeras e complexas questões sobre o mundo e sobre si próprio. "O Sistema Periódico" é, pois, um conjunto de vivências de um químico judeu do Piemonte, combatente antifascista, deportado e escritor, vistas através do caleidoscópio da química. As histórias cobrem a vida do autor, do nascimento à redação deste livro, passando por momentos fulcrais como a infância, a descoberta da vocação e a sua formação como químico, os amores e as amizades, o crescimento do movimento fascista italiano e o aparecimento das leis raciais, a vida na clandestinidade, a prisão e o encarceramento em Auschwitz, e o regresso aos laboratórios do campo de concentração já no pós-guerra. Um testemunho autobiográfico único por um dos principais romancistas do século XX.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Na véspera de se retirar do universo da química para se dedicar exclusivamente à escrita, Primo Levi oferece-nos, através de 21 capítulos, cada um com o nome de um elemento da tabela periódica, um relato da sua vida enquanto cientista e através do qual responde a inúmeras e complexas questões sobre o mundo e sobre si próprio. "O Sistema Periódico" é, pois, um conjunto de vivências de um químico judeu do Piemonte, combatente antifascista, deportado e escritor, vistas através do caleidoscópio da química. As histórias cobrem a vida do autor, do nascimento à redação deste livro, passando por momentos fulcrais como a infância, a descoberta da vocação e a sua formação como químico, os amores e as amizades, o crescimento do movimento fascista italiano e o aparecimento das leis raciais, a vida na clandestinidade, a prisão e o encarceramento em Auschwitz, e o regresso aos laboratórios do campo de concentração já no pós-guerra. Um testemunho autobiográfico único por um dos principais romancistas do século XX.
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Edição: Jun 2017
Nº Páginas: 448
Sinopse:
"Porém, no mês em que tem início esta confissão, a minha maneira de encarar o mundo ainda se assemelhava mais a uma virtude do que a um perigo, que é como certos perigos começam por se mostrar." Abril de 1975: Saigão está mergulhada no caos. Na sua villa, um general do exército do Vietname do Sul bebe whisky e, com a ajuda do seu capitão de confiança, elabora uma lista com os nomes daqueles que têm permissão para apanhar os últimos voos de saída do país. Começando uma nova vida em Los Angeles, o general e os seus compatriotas desconhecem que, entre eles, existe um espião que reporta as suas atividades às instâncias superiores de comando no Viet Cong. "O Simpatizante" é a história desse espião, desse capitão: um homem criado por um pai francês ausente e por uma mãe vietnamita pobre, um homem que foi para a universidade nos EUA, e que regressou ao Vietname para lutar pela causa comunista. Na melhor tradição dos romances de espionagem, encontra-se nestas páginas a exploração de uma vida entre dois mundos, entre a amizade e a crença política, a lealdade e a identidade, revelando a herança que a Guerra do Vietname deixou na literatura, no cinema e, também, nas guerras que ainda se combatem.
Nº Páginas: 448
Sinopse:
"Porém, no mês em que tem início esta confissão, a minha maneira de encarar o mundo ainda se assemelhava mais a uma virtude do que a um perigo, que é como certos perigos começam por se mostrar." Abril de 1975: Saigão está mergulhada no caos. Na sua villa, um general do exército do Vietname do Sul bebe whisky e, com a ajuda do seu capitão de confiança, elabora uma lista com os nomes daqueles que têm permissão para apanhar os últimos voos de saída do país. Começando uma nova vida em Los Angeles, o general e os seus compatriotas desconhecem que, entre eles, existe um espião que reporta as suas atividades às instâncias superiores de comando no Viet Cong. "O Simpatizante" é a história desse espião, desse capitão: um homem criado por um pai francês ausente e por uma mãe vietnamita pobre, um homem que foi para a universidade nos EUA, e que regressou ao Vietname para lutar pela causa comunista. Na melhor tradição dos romances de espionagem, encontra-se nestas páginas a exploração de uma vida entre dois mundos, entre a amizade e a crença política, a lealdade e a identidade, revelando a herança que a Guerra do Vietname deixou na literatura, no cinema e, também, nas guerras que ainda se combatem.
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Edição: Ago 2012
Nº Páginas: 832
Sinopse:
Washington, D. C.: Robert Langdon, simbologista de Harvard, é convidado à última hora para dar uma palestra no Capitólio. Contudo, pouco depois da sua chegada, é descoberto no centro Rotunda um estranho objecto com cinco símbolos bizarros. Robert Langdon reconhece-os: trata-se de um convite ancestral para um mundo perdido de saberes esotéricos e ocultos. Quando Peter Solomon, eminente maçom e filantropo, é brutalmente raptado, Langdon compreende que só poderá salvar o seu mentor se aceitar o misterioso apelo. Langdon vê-se rapidamente arrastado para aquilo que se encontra por detrás das fachadas da cidade mais poderosa da América: câmaras ocultas, templos e túneis. Tudo o que lhe era familiar se transforma num mundo sombrio e clandestino, habilmente escondido, onde segredos e revelações da Maçonaria o conduzem a uma única verdade, impossível e inconcebível. Trama de história veladas, símbolos secretos e códigos enigmáticos, tecida com brilhantismo, "O Símbolo Perdido" é um "thriller" surpreendente e arrebatador que nos surpreende a cada página. O segredo mais extraordinário e chocante é aquele que se esconde diante dos nossos olhos…
Nº Páginas: 832
Sinopse:
Washington, D. C.: Robert Langdon, simbologista de Harvard, é convidado à última hora para dar uma palestra no Capitólio. Contudo, pouco depois da sua chegada, é descoberto no centro Rotunda um estranho objecto com cinco símbolos bizarros. Robert Langdon reconhece-os: trata-se de um convite ancestral para um mundo perdido de saberes esotéricos e ocultos. Quando Peter Solomon, eminente maçom e filantropo, é brutalmente raptado, Langdon compreende que só poderá salvar o seu mentor se aceitar o misterioso apelo. Langdon vê-se rapidamente arrastado para aquilo que se encontra por detrás das fachadas da cidade mais poderosa da América: câmaras ocultas, templos e túneis. Tudo o que lhe era familiar se transforma num mundo sombrio e clandestino, habilmente escondido, onde segredos e revelações da Maçonaria o conduzem a uma única verdade, impossível e inconcebível. Trama de história veladas, símbolos secretos e códigos enigmáticos, tecida com brilhantismo, "O Símbolo Perdido" é um "thriller" surpreendente e arrebatador que nos surpreende a cada página. O segredo mais extraordinário e chocante é aquele que se esconde diante dos nossos olhos…
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Frank não fala com a sua mulher, Maggie, há seis meses. À primeira vista, Frank e Maggie têm um casamento feliz e pleno de amor. No entanto, nos últimos seis meses, deixaram de falar um com o outro. Nem uma frase, nem uma única palavra. Maggie não sabe ao certo o que, na realidade, causou o silêncio de Frank, embora desconfie. Dia após dia, fazem as refeições juntos e dormem na mesma cama no meio de um silêncio cada vez mais constrangedor, um silêncio que se tornou, para Maggie, ensurdecedor. Tudo muda quando Frank encontra Maggie caída na cozinha, inconsciente, com uma embalagem vazia de comprimidos para dormir em cima da mesa. Levada à pressa para o hospital, é colocada num estado de coma induzido enquanto os médicos avaliam os danos. Se recuperar a consciência, Maggie pode nunca mais vir a ser a mesma pessoa. Será que é aqui que termina a história? Ou será que recomeça?
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Frank não fala com a sua mulher, Maggie, há seis meses. À primeira vista, Frank e Maggie têm um casamento feliz e pleno de amor. No entanto, nos últimos seis meses, deixaram de falar um com o outro. Nem uma frase, nem uma única palavra. Maggie não sabe ao certo o que, na realidade, causou o silêncio de Frank, embora desconfie. Dia após dia, fazem as refeições juntos e dormem na mesma cama no meio de um silêncio cada vez mais constrangedor, um silêncio que se tornou, para Maggie, ensurdecedor. Tudo muda quando Frank encontra Maggie caída na cozinha, inconsciente, com uma embalagem vazia de comprimidos para dormir em cima da mesa. Levada à pressa para o hospital, é colocada num estado de coma induzido enquanto os médicos avaliam os danos. Se recuperar a consciência, Maggie pode nunca mais vir a ser a mesma pessoa. Será que é aqui que termina a história? Ou será que recomeça?
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Edição: Fev 2020
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Conhecemos da Ilíada o nome de heróis masculinos, como Aquiles, Ulisses, Páris, Agamémnon ou Heitor — mas este romance, narrado por Briseida, rainha de Lirnesso (cidade vizinha de Troia e dos seus campos de batalha), troféu e concubina de Aquiles após a tomada da cidade pelos Gregos, é a história das mulheres do poema de Homero, figuras frequentemente esquecidas ou desvalorizadas: as escravas, as prostitutas, as enfermeiras, as que cuidam dos mortos e dos vivos, as que observam as batalhas e primeiro sofrem os seus horrores.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Conhecemos da Ilíada o nome de heróis masculinos, como Aquiles, Ulisses, Páris, Agamémnon ou Heitor — mas este romance, narrado por Briseida, rainha de Lirnesso (cidade vizinha de Troia e dos seus campos de batalha), troféu e concubina de Aquiles após a tomada da cidade pelos Gregos, é a história das mulheres do poema de Homero, figuras frequentemente esquecidas ou desvalorizadas: as escravas, as prostitutas, as enfermeiras, as que cuidam dos mortos e dos vivos, as que observam as batalhas e primeiro sofrem os seus horrores.
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Edição: Set 2020
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Regressar a casa não é fácil, principalmente quando tudo aquilo em que acreditávamos parece não ser verdade. Skye devia ter estado lá na noite em que Ginny caiu dos rochedos, devia ter sido capaz de impedir a morte da irmã, mas falhou, e a sua família não voltou a ser a mesma. Acreditando que a mãe a culpava pelo acidente, Skye abandonou a terra natal, nas Terras Altas escocesas, e quase deixou de falar com a família durante 15 anos. Até ao dia em que recebe um pedido da mãe para regressar, a oportunidade por que tanto esperara para reconstruir a relação entre as duas. Contudo, assim que chega a casa, percebe que algo não está bem. A mãe mantivera o quarto de Ginny intocado, como se esperasse o regresso da filha a qualquer momento. Como se não bastasse, Skye começa a ouvir rumores sobre a noite em que Ginny morreu. Sempre acreditara que a morte da irmã havia sido um acidente, mas começa a aperceber-se de que nem toda a gente disse a verdade sobre aquela noite fatídica, e que todos parecem ter algo a esconder. Determinada a descobrir a verdade, Skye começa a desenterrar os segredos ocultos ao longo dos anos e descobre que a teia de mentiras é tão densa que poderá levar à destruição da sua família para sempre. Uma leitura altamente viciante, com a capacidade de manter a curiosidade do leitor até ao fim, que mereceu a nomeação para Melhor thriller Romântico pela conceituada Romanctic Novelists’ Association.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Regressar a casa não é fácil, principalmente quando tudo aquilo em que acreditávamos parece não ser verdade. Skye devia ter estado lá na noite em que Ginny caiu dos rochedos, devia ter sido capaz de impedir a morte da irmã, mas falhou, e a sua família não voltou a ser a mesma. Acreditando que a mãe a culpava pelo acidente, Skye abandonou a terra natal, nas Terras Altas escocesas, e quase deixou de falar com a família durante 15 anos. Até ao dia em que recebe um pedido da mãe para regressar, a oportunidade por que tanto esperara para reconstruir a relação entre as duas. Contudo, assim que chega a casa, percebe que algo não está bem. A mãe mantivera o quarto de Ginny intocado, como se esperasse o regresso da filha a qualquer momento. Como se não bastasse, Skye começa a ouvir rumores sobre a noite em que Ginny morreu. Sempre acreditara que a morte da irmã havia sido um acidente, mas começa a aperceber-se de que nem toda a gente disse a verdade sobre aquela noite fatídica, e que todos parecem ter algo a esconder. Determinada a descobrir a verdade, Skye começa a desenterrar os segredos ocultos ao longo dos anos e descobre que a teia de mentiras é tão densa que poderá levar à destruição da sua família para sempre. Uma leitura altamente viciante, com a capacidade de manter a curiosidade do leitor até ao fim, que mereceu a nomeação para Melhor thriller Romântico pela conceituada Romanctic Novelists’ Association.
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Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 352
Sinopse:
"Quando chegam as monções de nordeste, diz-se que chegaram os terrais. Mal sentem esse cheiro a terra que todos os anos desce dos contrafortes dos Gates e percorre o mesmo caminho dos rios e das pequenas cordilheiras até chegar às planícies mais baixas, os búfalos sabem que novamente a terra os espera." "Há acima de tudo, claro, em Orlando da Costa e O Signo da Ira, o prazer de contar uma história: um cruzamento entre humanos com distintas angústias e caminhos, e a energia que daí resulta. A família, os casamentos, as dificuldades de entendimento de culturas diferentes e os atalhos rápidos que as paixões conseguem abrir entre dois mundos que momentos antes pareciam inconciliáveis." "Gonçalo M. Tavares"
Nº Páginas: 352
Sinopse:
"Quando chegam as monções de nordeste, diz-se que chegaram os terrais. Mal sentem esse cheiro a terra que todos os anos desce dos contrafortes dos Gates e percorre o mesmo caminho dos rios e das pequenas cordilheiras até chegar às planícies mais baixas, os búfalos sabem que novamente a terra os espera." "Há acima de tudo, claro, em Orlando da Costa e O Signo da Ira, o prazer de contar uma história: um cruzamento entre humanos com distintas angústias e caminhos, e a energia que daí resulta. A família, os casamentos, as dificuldades de entendimento de culturas diferentes e os atalhos rápidos que as paixões conseguem abrir entre dois mundos que momentos antes pareciam inconciliáveis." "Gonçalo M. Tavares"
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Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 520
Sinopse:
Este é um livro sobre o que de mais profundo vive no coração da condição humana. Sobre o direito de nos tornarmos, perante nós e os outros, aquilo que somos. Plenamente e sem concessões. Para muitos leitores, estas páginas serão uma revelação, simultaneamente brutal e comovente, carregada de sofrimento, mas portadora também de gestos e testemunhos que alimentam e fortalecem a esperança. Trata-se, como se diria no século das Luzes, de um valioso contributo para a emancipação do espírito humano, para o alargamento das fronteiras do relacionamento exigente, cuidado e civilizado entre as pessoas, seja qual for a sua orientação sexual e género. Ana Zanatti sabe que cada um de nós tem de estar à altura da aventura da sua própria vida, que só nós podemos protagonizar, mas sabe também que é próprio da nossa condição humana a abertura para o outro, a solidariedade, a confidência, a entreajuda. Este livro celebra também a enorme coragem ética e cívica da sua autora. A sua confiança na força da justiça, que jorra da fonte interior do equilíbrio da pessoa em si própria, com os outros, com o mundo. Ana Zanatti escreve, num dado passo desta obra, que a sua ambição seria poder tocar as almas dos outros. Estou seguro de que isso foi completamente conseguido. Esta obra vai marcar profundamente muitas pessoas. Vai trazer-lhes luz, conforto e energia. Vai mudar muitas vidas. Talvez até ajudar a salvar vidas, que, sem a sua tonificante ajuda, se poderiam perder irreversivelmente. Do prefácio de Viriato Soromenho-Marques
Nº Páginas: 520
Sinopse:
Este é um livro sobre o que de mais profundo vive no coração da condição humana. Sobre o direito de nos tornarmos, perante nós e os outros, aquilo que somos. Plenamente e sem concessões. Para muitos leitores, estas páginas serão uma revelação, simultaneamente brutal e comovente, carregada de sofrimento, mas portadora também de gestos e testemunhos que alimentam e fortalecem a esperança. Trata-se, como se diria no século das Luzes, de um valioso contributo para a emancipação do espírito humano, para o alargamento das fronteiras do relacionamento exigente, cuidado e civilizado entre as pessoas, seja qual for a sua orientação sexual e género. Ana Zanatti sabe que cada um de nós tem de estar à altura da aventura da sua própria vida, que só nós podemos protagonizar, mas sabe também que é próprio da nossa condição humana a abertura para o outro, a solidariedade, a confidência, a entreajuda. Este livro celebra também a enorme coragem ética e cívica da sua autora. A sua confiança na força da justiça, que jorra da fonte interior do equilíbrio da pessoa em si própria, com os outros, com o mundo. Ana Zanatti escreve, num dado passo desta obra, que a sua ambição seria poder tocar as almas dos outros. Estou seguro de que isso foi completamente conseguido. Esta obra vai marcar profundamente muitas pessoas. Vai trazer-lhes luz, conforto e energia. Vai mudar muitas vidas. Talvez até ajudar a salvar vidas, que, sem a sua tonificante ajuda, se poderiam perder irreversivelmente. Do prefácio de Viriato Soromenho-Marques
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Edição: Jul 2020
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Sexo e música: uma harmonia que vem de longe… Conheçamos a história que liga, desde as origens da Humanidade e em todas as culturas, a música com a sexualidade. Partindo das ligações fisiológicas entre o prazer sexual e o prazer de ouvir música, esta obra aborda, de um ponto de vista antropológico e histórico, aquilo que, em todas as épocas e em todas as latitudes, fez com que a música e o sexo se cruzassem: a música das heteras romanas, as melopeias das gueixas, as composições do romantismo alemão ou das bandas pop da década de 1970. Por último, o autor revela o que une a música e a sexualidade nas representações artísticas e culturais: da pintura chinesa à banda desenhada, passando pelas influências da música e do sexo sobre a literatura e a arte cénica, das danças da Antiguidade à cultura hip hop.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Sexo e música: uma harmonia que vem de longe… Conheçamos a história que liga, desde as origens da Humanidade e em todas as culturas, a música com a sexualidade. Partindo das ligações fisiológicas entre o prazer sexual e o prazer de ouvir música, esta obra aborda, de um ponto de vista antropológico e histórico, aquilo que, em todas as épocas e em todas as latitudes, fez com que a música e o sexo se cruzassem: a música das heteras romanas, as melopeias das gueixas, as composições do romantismo alemão ou das bandas pop da década de 1970. Por último, o autor revela o que une a música e a sexualidade nas representações artísticas e culturais: da pintura chinesa à banda desenhada, passando pelas influências da música e do sexo sobre a literatura e a arte cénica, das danças da Antiguidade à cultura hip hop.
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Edição: Fev 2018
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Uma mulher procura a razão do seu inexplicável sentimento de culpa na história da sua família. Que memórias terá herdado, que circunstâncias poderão tê-la condicionado? Uma saga familiar, ao longo do último século, no discurso directo de várias narradoras. "Dotada de uma esplendorosa imaginação gótica, Rosa Lobato de Faria evidencia, como poucos romancistas, o poder, típico dos grandes ficcionistas, de aprisionar com firmeza o leitor no interior do seu fascinante universo, "fechando-o", durante duas ou três horas, a qualquer contacto com o mundo "cá de fora". Um notabilíssimo talento." EUGÉNIO LISBOA
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Uma mulher procura a razão do seu inexplicável sentimento de culpa na história da sua família. Que memórias terá herdado, que circunstâncias poderão tê-la condicionado? Uma saga familiar, ao longo do último século, no discurso directo de várias narradoras. "Dotada de uma esplendorosa imaginação gótica, Rosa Lobato de Faria evidencia, como poucos romancistas, o poder, típico dos grandes ficcionistas, de aprisionar com firmeza o leitor no interior do seu fascinante universo, "fechando-o", durante duas ou três horas, a qualquer contacto com o mundo "cá de fora". Um notabilíssimo talento." EUGÉNIO LISBOA
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Edição: Out 2007
Nº Páginas: 504
Sinopse:
Um cientista é assassinado na Antárctica e a Interpol contacta Tomás Noronha para decifrar um enigma com mais de mil anos, um segredo bíblico que o criminoso rabiscou numa folha e deixou ao lado do cadáver: 666. O mistério em torno do número da Besta lança Tomás numa aventura de tirar o fôlego, uma busca que o levará a confrontar-se com o momento mais temido por toda a humanidade: O apocalipse.
Nº Páginas: 504
Sinopse:
Um cientista é assassinado na Antárctica e a Interpol contacta Tomás Noronha para decifrar um enigma com mais de mil anos, um segredo bíblico que o criminoso rabiscou numa folha e deixou ao lado do cadáver: 666. O mistério em torno do número da Besta lança Tomás numa aventura de tirar o fôlego, uma busca que o levará a confrontar-se com o momento mais temido por toda a humanidade: O apocalipse.
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Edição: Nov 2011
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Tony Webster e a sua clique só conheceram Adrian Finn no fim do liceu. Famintos de livros e de sexo, e sem namoradas, viviam esses dias em conjunto, trocando afetações, piadas privativas, rumores, e mordacidades de todo o género. Talvez Adrian fosse mais sério do que os outros, e seria certamente mais inteligente. Mesmo assim juraram que ficariam amigos para o resto da vida. Tony está agora reformado. Teve uma carreira, um casamento e um divórcio amigável. E nunca fez nada para magoar ninguém - ou pelo menos acredita nisso. Mas a chegada da carta de uma advogada desencadeia uma série de surpresas e acontecimentos inesperados que lhe vão mostrar que a memória é afinal uma coisa altamente imperfeita. "O Sentido do Fim", o mais recente romance de Julian Barnes e livro recém-galardoado com o Man Booker Prize 2011 - é a história de um homem que se confronta com o seu passado mutável. Com marcas da literatura inglesa clássica - na apreciação do júri que o distinguiu - "O Sentido do Fim" constrói, com grande delicadeza e precisão, uma trama tensa, forte, e revela a mestria de um dos maiores escritores dos nossos tempos.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Tony Webster e a sua clique só conheceram Adrian Finn no fim do liceu. Famintos de livros e de sexo, e sem namoradas, viviam esses dias em conjunto, trocando afetações, piadas privativas, rumores, e mordacidades de todo o género. Talvez Adrian fosse mais sério do que os outros, e seria certamente mais inteligente. Mesmo assim juraram que ficariam amigos para o resto da vida. Tony está agora reformado. Teve uma carreira, um casamento e um divórcio amigável. E nunca fez nada para magoar ninguém - ou pelo menos acredita nisso. Mas a chegada da carta de uma advogada desencadeia uma série de surpresas e acontecimentos inesperados que lhe vão mostrar que a memória é afinal uma coisa altamente imperfeita. "O Sentido do Fim", o mais recente romance de Julian Barnes e livro recém-galardoado com o Man Booker Prize 2011 - é a história de um homem que se confronta com o seu passado mutável. Com marcas da literatura inglesa clássica - na apreciação do júri que o distinguiu - "O Sentido do Fim" constrói, com grande delicadeza e precisão, uma trama tensa, forte, e revela a mestria de um dos maiores escritores dos nossos tempos.
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