9025 produtos
Ordenar por:
9025 produtos
Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 112
Sinopse: A meio caminho entre o livro e a publicação periódica, uma revista literária é uma testemunha do seu tempo. Um testemunho oblíquo. Menos imediato do que um jornal. Mais frágil do que um livro. A Mamute, que agora renasce, evita a ficção porque, como escreveu J.G. Ballard a ficção já aí está; a tarefa do escritor é inventar a realidade.
Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 220
Sinopse: UM LIVRO ESSENCIAL PARA ENTENDER UMA GUERRA QUE DURA HÁ QUATRO ANOS Este livro conta a guerra russo-ucraniana por um caminho simples, de perguntas e respostas. Em 46 questões, percorre a origem e os desdobramentos de um conflito que consome a Europa há tempo demais. Num tempo em que a mentira é também uma arma, cada capítulo confronta afirmações com factos verificáveis e com as regras aplicáveis de direito internacional, identificando efabulações e manipulações.
Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 1200
Sinopse: Sátira aos costumes da sociedade de consumo, devaneio pós-moderno contra os excessos do pós-modernismo, lírico e erudito, lúdico e realista, A Piada Infinita, nas suas contradições e fôlego imenso, é um livro que escapa a qualquer definição. Entre a comédia mais tresloucada e a reflexão filosófica mais pertinente sobre uma sociedade e os seus vícios, sobre as relações familiares e o papel do entretenimento nas nossas vidas, A Piada Infinita é um daqueles raros romances que inauguram um novo género no momento em que são publicados. Situada num futuro próximo, a ação de A Piada Infinita decorre entre a Academia de Ténis Enfield e a Ennet House, um centro de reabilitação de alcoólicos e toxicodependentes, em que o leitor acompanha a desestruturada família Incandenza. No centro da narrativa está um filme realizado por James Orin Incandenza Jr., intitulado precisamente A Piada Infinita, do qual se diz que deixa os espectadores num estado de apatia permanente, incapazes de se preocuparem com outra coisa que não seja ver o filme novamente. Sátira aos costumes da sociedade de consumo, devaneio pós-moderno contra os excessos do pós-modernismo, lírico e erudito, lúdico e realista, A Piada Infinita, nas suas contradições e fôlego imenso, é um livro que escapa a qualquer definição e, mais do que uma obra sobre o nosso futuro coletivo, parece uma obra vinda de um universo diferente do nosso, justificando o que a romancista Zadie Smith escreveu sobre Wallace: «Um visionário, um artesão, um cómico e tão sério quanto se pode ser sem escrever um texto religioso. É tão moderno que parece habitar um contínuo tempo-espaço diferente do nosso. Maldito seja.» «Um livro grande e brilhante. Wallace é um assombroso contador de histórias.» The New York Observer «Wallace canta-nos uma canção num tom que nunca ouvimos.» Robert McCrum, Observer «Um dos romances-evento da década, e um marco literário sobre o qual é possível recorrer com alguma confiança ao velho chavão sobre a ficção americana nunca mais ter voltado a ser a mesma: a fasquia para os sucessores fora elevada à altura de um arranha-céus.» Rogério Casanova, Público
Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 336
Sinopse: Depois da tragédia, estará ela destinada a viver nas sombras do passado? Dizem que os primeiros amores são o fim da inocência. Estas palavras nunca foram tão verdadeiras como para Everlynne Lawson, cuja primeira experiência com o romance veio acompanhada de um desgosto e de algo que parece segui-la para onde quer que vá. Morte. Consumida pela culpa depois de uma grande tragédia lhe roubar os sonhos, a família e a sua alma gémea, Everlynne decide isolar-se em Salem, Massachusetts. Reduzida à sombra da mulher que em tempos foi, vive um dia de cada vez, recusando-se a sentir a felicidade que acredita ter sido roubada a outras pessoas na sua vida. Mas quando o misterioso e irresistível Dominic invade o seu mundo, torna-se cada vez mais difícil manter-se na solidão. Dominic é aventureiro, vibrante, com uma avidez insaciável pela vida e uma paixão intensa para a conquistar. Everlynne está prestes a reinventar-se mais uma vez quando as feridas do passado ressurgem, mais dolorosas do que nunca. E não há nada pior do que estar apaixonada por dois homens. Especialmente quando um deles a odeia.
Edição: Set 2022
Nº Páginas: 16
Sinopse: Um romance japonês sobre o poder dos livros que está a conquistar o mundo. Poucas pessoas sabem, mas no coração de Tóquio há uma pequena biblioteca comunitária, e ali trabalha a imponente senhora Sayuri Komachi. Dizem que tecla no computador a uma velocidade estonteante. Nos momentos mortos, com agulha e lã, constrói amorosamente pequenas figuras em feltro que oferece como brinde aos leitores pode ser um pequeno avião ou um caranguejo, uma colher ou uma flor. Diz-se também que faz a mesma pergunta a todas as pessoas que entram na biblioteca: O que procuras? A sua voz tem um estranho magnetismo, que leva os clientes a confessarem-lhe os seus sonhos mais secretos. Saem de lá com uma lista de livros, onde há sempre um título inesperado. Mais tarde, quando o leem, descobrem portas e janelas onde antes só viam paredes, encontram desvios, onde antes só viam obstáculos. O Que Procuras Está na Biblioteca, o romance da premiada jornalista Michiko Ayoama, apresenta-nos as histórias de várias personagens cujo destino se vai ligando por fios quase invisíveis. Nelas revemos a nossa própria história, os nossos desejos por cumprir. E, tal como elas, percebemos que os livros são mágicos, têm o poder de abrir novos caminhos.
Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 120
Sinopse: O QUE HÁ DE VERDADE NA MENTIRA? Vivemos, diz-se, na época da pós-verdade. As relações entre a verdade e a mentira são hoje mais tensas do que nunca. A questão nunca foi tão complexa como nos nossos dias, graças à cultura digital e ao crescimento imparável da inteligência artificial. Mas fake news sempre houve. No seu estilo inimitável, Werner Herzog reúne neste livro histórias, anedotas e reflexões que nos levam das profundas falsificações actuais e das oportunidades e perigos da Inteligência Artificial ao antigo Egipto e à Roma clássica, passando por abduções alienígenas ou pelo modo como a arte pode falar verdade a mentir. [Do mesmo autor, na Zigurate, O Crepúsculo do Mundo e Cada um Por Si e Deus Contra Todos.]
Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 272
Sinopse: Da autora de Menina, Nome Feminino. Uma escritora no auge da força literária. «Quando este livro se abre, quebro uma promessa. Quando a fiz, que disparate, tinha a certeza de que a cumpriria. Enfim, não sei se é um disparate. Quando fazemos uma promessa, não devemos pelo menos acreditar nela? Naquele dia, há sete anos, gracejáramos sobre a questão de saber se estávamos libertos de uma palavra dada a partir do momento em que o outro não respeitava a sua. Eu defendia que sim, que era como um contrato, um casamento, um acordo, que o incumprimento de um anulava o compromisso do outro. Ele dizia que não, que o compromisso é connosco. Uma promessa é uma promessa.» O que se terá passado no relacionamento com o seu companheiro para que a romancista Claire Lancel tenha de estar a defender-se em tribunal? Ao longo do relato, ela própria contará como se deixou, pouco a pouco, arrastar para uma história de manipulações e mentiras, detalhando como uma promessa sagrada se transformou numa dinâmica destrutiva. Neste romance eletrizante, a escritora francesa Camille Laurens, com a habilidade de uma romancista e ensaísta vencedora de múltiplos prémios, entre os quais o Femina, uma das grandes distinções gaulesas na literatura, questiona o narcisismo contemporâneo e a ausência de empatia; e pergunta-se como poderá o amor ficar a salvo das suas ilusões. Laurens convida-nos a celebrá-lo e a vivê-lo para além da desilusão das promessas.
Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 464
Sinopse: Baseando-se na história real de uma das mulheres mais enigmáticas do século XIX, Margaret Atwood escreveu um romance extraordinariamente poderoso sobre sexualidade, crueldade e mistério. Corre o ano de 1843, e Grace Marks, de dezasseis anos, foi declarada cúmplice e condenada pelo seu envolvimento nos brutais homicídios de Thomas Kinnear, o dono da casa em que servia, e Nancy Montgomery, governanta e amante de Kinnear. Há quem acredite na inocência de Grace; outros dizem que é perversa ou louca. Agora a cumprir uma pena de prisão perpétua, Grace afirma não ter qualquer memória do crime. Anos mais tarde, um grupo de clérigos e espíritas que lutam para que Grace seja indultada contrata Simon Jordan, um especialista em saúde mental, área científica em expansão na época. Servindo-se de técnicas inovadoras, o jovem médico ouve a história de Grace, fazendo-a recuar até ao dia que ela esqueceu. Será que Grace Marks é realmente uma mulher fatal ou simplesmente uma vítima das circunstâncias e dos preconceitos sociais dominantes? O que encontrará, afinal, Simon quando tentar libertar as memórias de Grace? «Brilhante. A prosa de Atwood é tão intimista que parece estar escrita na pele.» Hilary Mantel «Atwood confirma o seu estatuto como uma das mais notáveis romancistas da nossa era.» The Sunday Times «Margaret Atwood superou-se a si própria, escrevendo com uma intensidade cintilante e melodiosa.» The New York Review of Books «O controlo de Atwood sobre o período que retrata flui, irresistível e soberbo. A autora levou a arte ao extremo e o resultado é avassalador. Estes são, certamente, os limites que um romance pode alcançar.» The Independent «Chamavam-lhe Grace apresenta uma visão crítica e extraordinariamente atual sobre a posição da mulher no mundo.» ABC Cultural
Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 304
Sinopse: Escolha do Reeses Book Club - Janeiro de 2025 Um dos livros imperdíveis do ano, segundo a Stylist e a Cosmopolitan. Um page-turner entre Nova Iorque e Hollywood Cate Kay é um fenómeno: a sua trilogia tornou-se um sucesso internacional e deu origem a um aclamado filme de Hollywood. Contudo, a sua verdadeira identidade é um segredo bem guardado. Ninguém imagina que, por trás de Cate, se esconde Cass Ford; e por trás de Cass, Annie, uma rapariga de uma cidade pequena com um segredo trágico. Agora, na sua villa nas colinas de Hollywood, ela escreve as suas memórias. Pela primeira vez, decide contar o que realmente aconteceu, pondo em risco não só o anonimato, mas também a própria vida. Um romance envolvente sobre identidade, amizade e o poder das histórias. Emotivo, surpreendente e arrebatador até à última página.
Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 392
Sinopse: Um dos romances mais divertidos e maravilhosos do grande mestre galego. A prova de que a literatura nos transforma em personagens dos romances que lemos. Em Fragmentos de Apocalipse, Gonzalo Torrente Ballester oferece-nos uma visão amorosa, crítica, mordaz e divertida da vida e dos habitantes de Villasanta de la Estrella, cidade que pode ser vista como uma transcrição romanesca de Santiago de Compostela. O escritor transforma-se em protagonista, herói, vítima, leitor, espectador e ator principal tudo à medida das suas conveniências e mostra-nos as possíveis formas de composição do próprio romance. Pelo meio, assistimos a uma história de província onde alternam o real e o mágico, o humor e o sonho, a ironia e o amor, a melancolia galega e um erotismo paradoxal, tudo para nosso deleite intelectual, diversão e entretenimento. Acompanhamos a vida de um bando anarquista que joga às cartas com o bispo, as deambulações de um arquiteto que viaja no tempo, um arcebispo capaz de voar, dragões, fantasmas de Cavaleiros Templários, viagens astrais, um labirinto, a aparição do Dr. Moriarty, bonecas sexuais, a vida diária de um grupo de historiadores e amantes da cidade mas também uma invasão viking, uma professora russa que sabe demais ou a ressurreição de uma princesa adormecida. Como num apocalipse imprevisível «O herdeiro contemporâneo de Cervantes.» Manuel Rivas, El País
Edição: Mai 2023
Nº Páginas: 328
Sinopse: O romance de estreia de Brit Bennett, autora do fenomenal A outra metade e herdeira da tradição literária norte-americana firmada por James Baldwin, Toni Morrison e Chimamanda Ngozi Adichie. Sobre o pano de fundo de uma comunidade afro-americana marcada pela religião, no Sul da Califórnia, As mães conta uma história comovente e perspicaz sobre amor e ambição. Tudo começa com um segredo: «Todos os bons segredos têm um determinado sabor antes de os contarmos, e, se tivéssemos demorado mais algum tempo a degustá-lo, teríamos porventura reparado na acidez típica de um segredo ainda por amadurar, colhido cedo demais, rapinado e propagado antes do tempo certo.» Nadia Turner está no fim do liceu e é uma adolescente rebelde, angustiada, muito bonita. Imersa no luto após o suicídio da mãe, envolve-se com Luke, um rapaz um pouco mais velho, filho do pastor da comunidade. São miúdos, não é nada sério. Mas desse romance resultará um segredo com um impacto duradouro. Pouco depois, Nadia abandona a terra natal, para forjar uma vida só sua. Os anos passam. Já adultos, Nadia, Luke e Aubrey, a melhor amiga, ainda vivem no rescaldo da escolha que fizeram naquele Verão à beira-mar, enredados num estranho triângulo amoroso e perseguidos pela dúvida: como seria agora, se tivessem, então, feito uma escolha diferente? Numa prosa encantatória e desafiante, As mães revela que as escolhas que seguimos deixam marca até ao fim. «Agridoce, sensual, moralmente desafiante.» The New York Times Book Review
Edição: Out 2021
Nº Páginas: 192
Sinopse: Luiz Schwarcz é um dos mais influentes editores do Brasil e deu a conhecer ao país algumas das mais relevantes vozes da literatura brasileira, na Companhia das Letras, editora por si fundada há mais de trinta anos. Dentro de si, porém, apesar do sucesso, carrega o peso de uma história, longínqua no tempo mas ainda dolorosa. Esta é a história de uma família que abandonou tudo para fugir ao terror imposto na Europa pelo nacional-socialismo: o pai de Luiz, húngaro, conseguiu escapar, sozinho, de um comboio a caminho do campo de concentração de Bergen-Belsen, deixando para trás Láios, o pai, no vagão que acabou por o conduzir à morte; a mãe de Luiz, croata, teve de decorar aos três anos um nome falso para embarcar com a família num périplo que os levou primeiro a Itália e depois ao outro lado do Atlântico. Os destinos dos dois, André e Mirta, cruzaram-se no Brasil, com as lembranças dolorosas do passado trágico a ensombrarem as promessas de uma nova vida. Filho único, Luiz, ainda jovem, entendeu ser sua a missão de expurgar as culpas que o pai carregava por não ter podido evitar o fim trágico do próprio pai, avô do autor. Como se não fosse peso suficiente para os ombros de um jovem rapaz, via-se também como responsável por manter estável o casamento dos pais, união cheia de silêncio, dor e incompatibilidade. Assumir esse papel acabou por ser a fonte das angústias que o acompanharam ao longo de toda a infância, adolescência e vida adulta. Ao recuperar com franqueza estas memórias, Luiz Schwarcz constrói um sensível e delicado relato de como a depressão e os traumas podem tirar o fôlego a qualquer um.
Edição: Set 2023
Nº Páginas: 304
Sinopse: A ascensão da Coreia do Sul, da guerra esquecida ao K-Pop. Nascida das cinzas de um império, colonizada e envolvida numa devastadora guerra, na década de 1950 a Coreia do Sul tinha tudo para não sobreviver enquanto nação independente. No entanto, prosperou. Atualmente é uma democracia sólida, um mercado económico vibrante, uma força tecnológica e sinónimo de uma das culturas mais cool para os jovens (e não só!). Em apenas setenta anos, superou as mais negras expetativas, e a partir de um território destruído nasceu um dos mais importantes e influentes países da Ásia, alcançando a prosperidade que muitas outras nações demoraram séculos a conseguir. Ramon Pacheco Pardo, professor de Relações Internacionais e um verdadeiro apaixonado pelo país, traz-nos este Breve História da Coreia do Sul, onde, num registo cativante, factual e revelador, nos dá pistas sobre como se deu esta espantosa transformação.
Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 112
Sinopse: Quinze anos depois da queda de Hosni Mubarak, no Egito, o relato de Alexandra Lucas Coelho sobre os levantamentos na Praça Tahrir nunca teve tanta força. Passaram 15 anos: onde estamos agora? Reviver estes dias na Praça Tahrir é avassalador. Tudo isto aconteceu, não foi mentira. E continua à nossa frente. A.L.C., Janeiro de 2026 A 3 de Fevereiro de 2011 eu estava em Ponta Delgada a apresentar Viva México. Tinha voo no dia seguinte para Lisboa, de onde voltaria para o Rio de Janeiro, cidade em que então morava, como correspondente do jornal Público no Brasil. As notícias da Praça Tahrir eram de batalha campal, com o regime ao ataque. Pedi uma semana de férias ao jornal, comprei um bilhete de avião e em vez de regressar ao Rio voei para o Cairo. As páginas que se seguem não são uma cobertura jornalística. São um relato dos dias antes, durante e depois da queda do ditador egípcio, o presidente Hosni Mubarak. Ainda mal tudo começara na Praça Tahrir e já muita gente no exterior temia ou duvidava do futuro. Mas o presente existe independentemente do futuro. Durante dezoito dias, centenas de milhares de pessoas uniramse espontaneamente num espaço público, inventaram uma organização democrática sem precedentes e derrubaram um ditador há 30 anos no poder. Para isso, não recorreram à força contra ele, não desistiram quando ele recorreu, e depois da vitória foram limpar o lixo. As revoluções são momentos extraordinários. A Praça Tahrir foi um desses momentos: um triunfo do humano sobre si mesmo. O epílogo está sempre em aberto, mas o que vem a seguir não eliminará o que aconteceu. A minha pergunta não é: e depois? A minha pergunta é: isto é real? Foi. Essa é a inspiração.
Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 560
Sinopse: «Na história da última fase do império colonial português, que leva à descolonização, a questão de Goa, pelas suas especificidades e pelo seu grande peso simbólico, merece um estudo à parte, com uma análise no longo prazo, em busca das raízes que a foram alimentando e contribuíram para o seu desfecho. Daí este livro, e sua divisão em duas partes. Uma primeira, dedicada aos `antecedentes, cobre o período que vai desde finais do século XIX à década de 50 do século XX, marcado pela emergência do nacionalismo indiano, que culminará, em 1947, na independência da União Indiana tendo influenciado fortemente a situação política de Goa. A segunda parte, sobre o `desenlace, ocupa-se da `convulsão final as tensões e pressões que levaram à invasão, o curso que esta tomou, e as suas repercussões imediatas em Portugal, nos campos político e ideológico. Um capítulo final ocupa-se do problema do resgate dos prisioneiros retidos na União Indiana e do papel, muito contestável, nele desempenhado por Jorge Jardim.» Valentim Alexandre
Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 168
Sinopse: José Carlos de Vasconcelos escreve poesia desde muito jovem e aos 19 anos publicou o seu primeiro livro, por muitos elogiado. Nos anos 60 e 70 ainda deu à estampa alguns poemários, mas, embora nunca tenha deixado a escrever, a sua atividade como jornalista acabou por afastá-lo da publicação. Depois de dar visibilidade a tantos escritores ao longo de anos e anos no JL - Jornal de Letras, Artes e Ideias, jornal que dirigiu desde o início, regressa agora com um livro de poesia que vai ser surpreendente para todos os seus sedentos leitores. Nele, fala de si, de episódios da infância, do passar do tempo, de política, do encontro com a natureza, da sua perplexidade perante o presente e também, ou sobretudo, da própria escrita.
Edição: Jan 2026
Nº Páginas: 332
Sinopse: Uma das mais notáveis vozes da filosofia contemporânea desvenda os mistérios da mitologia grega. Uma lição cativante. Em A Mitologia Grega de A a Z, Luc Ferry responde a essa luminosa e irrevogável questão: por que razão falam, ainda, os mitos antigos às nossas almas modernas? O «calcanhar de Aquiles». A «maçã da discórdia». «Acertar no jackpot.» Narciso. Oceano. Sereia. Quimera. Tufão. Medusa. Harpa. Fúria. O legado da mitologia grega habita, sem quase nos darmos conta, a linguagem de hoje; a esse fascinante universo devemos inúmeras expressões e palavras esplêndidas, mas não só. Mais do que histórias, os mitos moldaram a filosofia, a arte e a civilização ocidental. A partir das aventuras de Ulisses, Zeus, Atena, Jasão, Hércules e Afrodite, podemos extrair uma miríade de lições de vida e de sabedoria que, não por acaso, perduraram ao longo dos séculos.
Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 320
Sinopse: PACTO AMARGO - MAISEY YATES Lázaro Marino não ia parar enquanto não chegasse ao topo. Escapara da pobreza, mas ainda lhe faltava uma coisa para subir no escalão mais alto da sociedade. E Vannesa Pickett, uma herdeira rica, era a chave que lhe abria a porta desse desejo. Com o seu negócio a passar por dificuldades, Vanessa estava numa situação limite. Casar-se com Lázaro era o mais conveniente para os dois, mas o preço daquele pacto com o diabo seria especialmente alto para ela. INIMIGOS DIANTE DO ALTAR - MELANIE MILBURNE A última vez que Andreas Ferrante vira Sienna Baker, ela tentara seduzi-lo. Embora a sensualidade provocadora de Sienna estivesse gravada na sua memória, as terríveis consequências desse momento tinham-no atormentado desde então, de modo que a notícia de que devia casar-se com ela lhe parecia impensável Voltar a ver Andreas anos depois fez com que Sienna recordasse aquela terrível humilhação. E quanto a casar-se com ele teriam sorte se
Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 464
Sinopse: Em 1983, o milionário Carl Fletcher é raptado à porta de sua casa em Long Island. A família recebe o pedido de resgate e, menos de uma semana depois, ele está de regresso sem grandes mazelas. Todos voltam ao conforto das suas vidas, como se nada tivesse acontecido. Agora, passados quarenta anos, os Fletcher estão reunidos no funeral da matriarca quando os seus conflitos interiores vêm subitamente à tona. Afinal, parece que ninguém conseguiu superar coisa nenhuma. Durante quatro décadas, Carl tentou esquecer o rapto, bem como o mistério nunca desvendado da sua autoria; ao passo que Ruth se dedicou exclusivamente a proteger o marido. No que toca aos filhos, a situação não é muito melhor: o medo crónico de Nathan impede-o de viver normalmente; Beamer, argumentista em Hollywood, controla o pânico descontrolando-se em tudo o resto (comida, drogas, mulheres); e Jenny, a mente mais brilhante dos três, passou a vida tão empenhada em provar que não é um produto da patologia da sua família que acabou por se definir precisamente por isso. Embora o dinheiro os tenha colocado em perigo, foi também o dinheiro a garantir a sua segurança pelo menos até agora. Compromisso de Long Island estende-se ao longo de gerações, percorrendo décadas de história até ao vertiginoso presente, detendo-se, pelo caminho, em temas intemporais como riqueza, sofrimento e a própria essência da alma judaico-americana.
Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 320
Sinopse: Friedrich Nietzsche, o maior filósofo da Europa, está no limite de um desespero suicida, incapaz de encontrar cura para as insuportáveis enxaquecas que o afligem. Josef Breuer, médico distinto e um dos pais da Psicanálise, aceita tratar o filósofo com uma terapia nova e revolucionária: conversar com Nietzsche e, assim, tornar-se um detetive na sua cabeça. Pelas ruas, cemitérios e casas de chá da Viena do século XIX, estes dois gigantes do seu tempo vão conhecer-se um ao outro e, fundamentalmente, conhecer-se a si próprios. E, no final, não é apenas Nietzsche que exorciza os seus fantasmas também Breuer encontra conforto naquelas sessões e descobre a razão dos seus próprios pesadelos, insónias e obsessões sexuais. Quando Nietzsche Chorou funde realidade e ficção, ambiente e suspense, para desvendar uma história superior sobre amor, redenção e o poder da amizade.
Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 264
Sinopse: Divertido e inesperado, Se Nietzsche Fosse um Narval revela como a inteligência humana pode ser mais uma ameaça do que uma dádiva e como o reino animal vive perfeitamente bem sem ela. À primeira vista, a história humana parece celebrar a nossa genialidade: inventámos a escrita, criámos arte e ciência, erguemos cidades e atravessámos oceanos e o espaço. Mas esta «excecionalidade» tem um lado sombrio angústia existencial, violência, discriminação e um planeta à beira do colapso. Aquilo que encaramos como uma bênção pode, afinal, revelar-se uma maldição. Justin Gregg argumenta que há uma razão evolutiva para a inteligência humana ser tão rara: os outros animais simplesmente não precisam dela para prosperar e fazem-no sem se destruir a si próprios nem ao mundo. Comparando linguagem, racionalidade, moral e consciência humanas com as dos nossos parentes animais, Gregg desmonta muitas das ideias que temos sobre a nossa suposta superioridade. O resultado é surpreendente e transformador. Destinado a tornar-se um clássico, Se Nietzsche Fosse um Narval questiona o mito da «espécie superior» e revela uma verdade muito mais estranha e muito mais fascinante do que imaginamos.
Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 320
Sinopse: ENTRE A VERDADE E AS MENTIRAS Tabby Glover era uma jovem de língua afiada, independente e rebelde, que estava disposta a fazer qualquer coisa para que o multimilionário grego Acheron Dimitrakos a apoiasse na adoção de uma menina que era filha de um primo longínquo dele, mas a última coisa que esperava era uma proposta de casamento. Só podia dizer-lhe que sim, embora o arrogante magnata a tratasse com desprezo. Então, ela percebeu que ele também tinha os seus motivos. Converter-se-ia o seu casamento em algo mais do que uma farsa enquanto o fino véu que separava a verdade das mentiras se levantava? O SEGREDO DO SEU AMANTE A tinta dos papéis do divórcio de Giorgios Letsos ainda não estava seca, mas ele só conseguia pensar numa coisa, em encontrar Billie Smith, a mulher que tinha sido sua amante antes que ele se casasse. Não obstante, a doce e manejável mulher que conhecera bateu-lhe com a porta na cara assim que o viu. Billie tinha-se esforçado muito para recuperar
Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 352
Sinopse: No século XIX e no início do século XX, nenhum autor espanhol possuía tanta dedicação, engenho, empenho e desenvoltura literária como Pérez Galdós. Vargas Llosa retoma a sua obra e escreve sobre a alegria e as imprudências da literatura Pérez Galdós é um autor essencial da literatura espanhola contemporânea. Neste ensaio, baseado na análise dos seus romances, crónicas e peças de teatro, Mario Vargas Llosa cria um perfil completo, pessoal e perspicaz do escritor espanhol. Ninguém, a não ser o peruano laureado com o Prémio Nobel, é capaz de ler a obra de um criador com tanta perspicácia, liberdade e paixão. Como o próprio autor afirma na introdução de O Olhar Imóvel, «Galdós fez aquilo que Balzac, Dickens e Zola fizeram nas suas respetivas nações: contou a história e a realidade social do seu país». Com os seus Episodios nacionales, seguiu os seus passos, transformando a experiência vivida em material literário, disponibilizando ao público em geral uma versão serena, mas envolvente e bem escrita, com personagens notáveis e documentação sólida, de um século decisivo na história espanhola. Como o próprio Vargas Llosa escreve, «no século XIX e no início do século XX, não há nenhum dos seus compatriotas que tenha a dedicação, o engenho, o empenho e a desenvoltura literária de Pérez Galdós». «A execução sistemática da análise e a prosa ordenada de Vargas Llosa transformam estas páginas num manual de iniciação, num guia para compreender um autor ciclópico.» ABC «O que se depreende da leitura de O Olhar Imóvel, livro precioso e profundo, é a total dedicação de Vargas Llosa à literatura como vive por ela e para ela. Vargas Llosa é um leitor entusiasta e meticuloso, um ensaísta literário ameno e de grande pena, cuja obra ensaística está à altura dos seus melhores romances.» Zenda Libros «Os seus livros contêm a visão mais complexa, apaixonada e convincente do romance e do ofício de romancista; também transmitem o melhor estímulo que um romancista pode encontrar para escrever, um estímulo apenas comparável aos romances do próprio Vargas Llosa.» Javier Cercas, El País «Não abundam os grandes autores que consagraram uma parte do seu tempo a elucidar um universo literário alheio, e entre eles destaca-se com distinção Mario Vargas Llosa. Em todas essas abordagens, brilha o intérprete perspicaz que oferece o espetáculo de uma leitura travada corpo a corpo.» El País
Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 304
Sinopse: «A Orquestra perfeitamente afinada começa por ser um solista prodígio técnico e acaba por se tornar um coral milagre de sentimentos. Julgo que não se pode fazer maior elogio a um romance.» Rodrigo Fresán Valdeplata amanhece a seguir ao arraial de verão. No prado, cadáveres de estorninhos, uma nota rasgada, uma bicicleta vermelha, um chupa-chupa quebrado, sangue numa sapatilha. A Orquestra tocou toda a noite, e crianças, jovens e velhos dançaram as mesmas canções guardando segredos diferentes. Olhava-os o Conde, ancião que podia morrer a qualquer momento (e com ele um mundo antigo de magia e medo). E também Ventura, camionista que foi por fim buscar o seu vestido de lantejoulas, ou Placeres, sonhando com vingança e amores proibidos. Dançaram e beberam e dir-se-ia que antigos amantes, inimigos mortais e jovens perdidos se podiam entender. A história desta noite de verão é contada pela Música, que está dentro e fora de cada um deles e de nós também. Uma música que recorda aos vivos que estão vivos e que convoca os mortos. Uma melodia que mistura tudo neste vale que amanhece com os segredos desvendados no prado, como se uma grande mão se tivesse aberto por fim.
Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 672
Sinopse: A MÚSICA DO AMOR Uma ex-bailarina e um músico podiam formar o par ideal... A ex-bailarina Natasha Stanislaski era proprietária de uma loja de brinquedos numa pequena cidade. Era feliz com a sua vida simples e não tinha qualquer intenção de voltar a apaixonar-se. Por isso, não queria ter nenhuma relação com o professor de música Spence Kimball... ou pelo menos era o que dizia a si própria... NEGÓCIOS E PRAZER Um casal improvável, mas... apaixonado! A atraente mulher de negócios Sydney Hayward decidiu contratar o carpinteiro e escultor Mikhail Stanislaski para que arranjasse um edifício da sua propriedade em Nova lorque e foi, nessa altura, que Mikhail percebeu que os negócios podiam transformar-se num prazer. JUNTOS PELA LEI Não poderão lutar contra o destino. Zachary Muldoon precisava urgentemente de um advogado que evitasse que o seu meio-irmão, um delinquente juvenil detido por roubo, fosse parar à prisão. A ambiciosa Rachel Stanislaski não era precisamente
Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 176
Sinopse: Uma visão encantada e encantatória do imaginário chinês A Magia da China: Lendas e Contos de Fadas é o reflexo de um tesouro cultural cujas histórias ancestrais envolvem deuses, dragões, demónios e heróis em que se espelha a sabedoria e as tradições ancestrais. Ricos em mitologia, história e valores culturais, as lendas e contos do Reino do Meio são muito mais do que histórias antigas, são a expressão de valores, crenças e ensinamentos que moldam a sociedade chinesa há mais de cinco mil anos, reflectindo-se ainda hoje na vida do dia-a-dia, na arte e na forma de contar histórias. Através desta preciosa amostra da vasta tradição narrativa chinesa, A Magia da China: Lendas e Contos de Fadas o leitor mergulha no berço espiritual da China. Para sinófilos e para todos aqueles que procuram conhecer um país cheio de História e de histórias. 17 histórias que nos trazem uma mistura de fantasia e realidade.
Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 160
Sinopse: TEREMOS MESMO DE PROCURAR SEMPRE O FRUTO PROIBIDO? Numa digressão que começa em Oscar Wilde e se expande do Genesis a Freud, a prosa elegante de Adam Philips convoca-nos para a ideia de que os prazeres proibidos tabus, proibições e desejos vergonhosos tendem a eclipsar, nas nossas vidas, o valor dos prazeres consentidos. Vivemos numa sociedade fascinada pelo tabu. Mas como ignorar os prazeres não proibidos? Não poderão eles oferecer-nos tantas recompensas quanto os tão glorificados prazeres proibidos, ou até mais?
Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 352
Sinopse: UMA SABOROSA HISTÓRIA POLÍTICA DA RÚSSIA De Rasputin a Putin, uma história de abundância e escassez, de banquetes e fome, contada a partir da cozinha. O modo como, também de faca e garfo, foi construído um império. A saborosa história moderna da Rússia numa narrativa envolvente e agridoce. Witold Szabowski revela neste livro como a Rússia, um século após a revolução, continua a usar a comida como instrumento de guerra e a alimentar o seu povo a propaganda.
Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 384
Sinopse: De que modo a ação do Führer foi condicionada pelas drogas que o seu médico, Theodor Morell, lhe receitava, influenciando o destino de milhões de pessoas? Há meio século, Joachim Fest publicou uma das mais importantes biografias do ditador alemão, intitulada Hitler, e afirmou: «Esta é a última palavra sobre este homem, porque não haverá novas revelações sobre Hitler que ainda não sejam do domínio público.» Mas Eric Frattini, autor bestseller de Mossad, mostra-nos agora que isso não era verdade. A desclassificação dos documentos relacionados com a Alemanha nazi desmentiu a afirmação de Fest. Entre os milhões de páginas, os investigadores descobriram vários registos que falavam sobre a saúde do Führer e a toxicodependência de membros do exército alemão e do próprio Adolf Hitler. Nos seus últimos anos de vida, Adolf Hitler, um hipocondríaco vitalício, teve Theodor Morell como seu médico. As mudanças de humor do Führer, a doença de Parkinson de que sofria, os sintomas gastrointestinais, os problemas de pele e o seu declínio constante, até ao seu suicídio em abril de 1945, estão documentados nos diários meticulosos do Dr. Morell. Conhecendo as importantes decisões que Hitler estava a tomar e que afetaram milhões de pessoas, perguntamo-nos como é que o seu comportamento terá sido afetado pelos inúmeros medicamentos que tomava, dos estimulantes aos sedativos, das hormonas aos multivitamínicos, dos esteroides à beladona e à cocaína. Esta nova investigação dá a conhecer um Hitler dependente da atenção constante do seu médico pessoal, e dos seus medicamentos duvidosos, e traz nova luz sobre os derradeiros anos de vida do ditador.
Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 96
Sinopse: Published by Bertrand Editora, one of Portugals most prestigious publishers and one of the oldest European publishing houses, with a history spanning nearly three hundred years, this is an abbreviated selection of some of Fernando Pessoas most notable poems. It consists of writings by Pessoa himself and three of his most prominent heteronyms: Alberto Caeiro, Ricardo Reis, and Álvaro de Campos. All of the poems and texts have been translated from Portuguese into English by Calvin Olsen, an internationally published poet and award-winning literary translator who currently teaches at Ohio State University.
