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Edição: Set 2025
Nº Páginas: 528
Sinopse:
Esta obra explora o protagonismo das mulheres como peças-chave na construção do império colonial português na Época Moderna. Nela se tecem novos debates, com forte base documental, sobre processos de exclusão e subalternidade, mas também de resistência, a que a historiografia atual não pode ser alheia. Dar visibilidade e reconhecer a atuação das mulheres portuguesas e europeias, e das mulheres autóctones, surge como um desafio historiográfico que esta obra assume como prioritário. Percorrendo vários cenários, desde os metropolitanos a espaços coloniais, na África, Ásia e América, a obra torna patente que a expansão ultramarina portuguesa não foi uma mera história de homens em trânsito, foi também uma história de mulheres em ação. A mulher, portuguesa e autóctone, que nos documentos oficiais surge silenciada ou representada como subordinada, surge neste livro como personagem ativa na política, na economia e na sociedade ¿ em Portugal e em espaços ultramarinos.
Nº Páginas: 528
Sinopse:
Esta obra explora o protagonismo das mulheres como peças-chave na construção do império colonial português na Época Moderna. Nela se tecem novos debates, com forte base documental, sobre processos de exclusão e subalternidade, mas também de resistência, a que a historiografia atual não pode ser alheia. Dar visibilidade e reconhecer a atuação das mulheres portuguesas e europeias, e das mulheres autóctones, surge como um desafio historiográfico que esta obra assume como prioritário. Percorrendo vários cenários, desde os metropolitanos a espaços coloniais, na África, Ásia e América, a obra torna patente que a expansão ultramarina portuguesa não foi uma mera história de homens em trânsito, foi também uma história de mulheres em ação. A mulher, portuguesa e autóctone, que nos documentos oficiais surge silenciada ou representada como subordinada, surge neste livro como personagem ativa na política, na economia e na sociedade ¿ em Portugal e em espaços ultramarinos.
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Edição: Set 2025
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Uma história das relações atribuladas entre a Rússia e a Alemanha Como potência indispensável da Europa, a Alemanha vê-se cada vez mais chamada a interferir na política ocidental com a Rússia, à medida que os Estados Unidos parecem desinvestir na sua relação com a Europa e na manutenção da segurança dos europeus e num mundo em que o Ocidente perdeu uma considerável autoridade moral nas últimas duas décadas. Para um país que só recuperou a sua soberania plena na última década do século XX, em 1990, após 28 anos dividido por uma cicatriz de betão e arame farpado, é uma missão extremamente desafiante. Além disso, nos últimos 30 anos, grande parte da opinião das elites passou de um entusiasmo cândido em relação à Rússia para uma profunda desilusão. Como aconteceu durante séculos, a Rússia continua a ser um tema sobre o qual uma discussão equilibrada é muito difícil para os alemães. Num discurso proferido a 27 de fevereiro de 2022, Scholz proclamou uma Zeitenwende, ou uma mudança de época, e anunciou os planos da Alemanha para desempenhar um papel mais ambicioso na defesa militar em resposta à primeira invasão terrestre da Europa desde a Segunda Guerra Mundial. Não foram só os alemães que foram apanhados de surpresa. A Europa também tomou nota das declarações do Chanceler.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Uma história das relações atribuladas entre a Rússia e a Alemanha Como potência indispensável da Europa, a Alemanha vê-se cada vez mais chamada a interferir na política ocidental com a Rússia, à medida que os Estados Unidos parecem desinvestir na sua relação com a Europa e na manutenção da segurança dos europeus e num mundo em que o Ocidente perdeu uma considerável autoridade moral nas últimas duas décadas. Para um país que só recuperou a sua soberania plena na última década do século XX, em 1990, após 28 anos dividido por uma cicatriz de betão e arame farpado, é uma missão extremamente desafiante. Além disso, nos últimos 30 anos, grande parte da opinião das elites passou de um entusiasmo cândido em relação à Rússia para uma profunda desilusão. Como aconteceu durante séculos, a Rússia continua a ser um tema sobre o qual uma discussão equilibrada é muito difícil para os alemães. Num discurso proferido a 27 de fevereiro de 2022, Scholz proclamou uma Zeitenwende, ou uma mudança de época, e anunciou os planos da Alemanha para desempenhar um papel mais ambicioso na defesa militar em resposta à primeira invasão terrestre da Europa desde a Segunda Guerra Mundial. Não foram só os alemães que foram apanhados de surpresa. A Europa também tomou nota das declarações do Chanceler.
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Edição: Set 2025
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Esta é a história do épico confronto do século XVI pelo comércio de especiarias, que impulsionou a exploração e a conquista marítima europeia através da Ásia e do Pacífico. As especiarias foram o motor da economia mundial na Idade Moderna e, para os europeus, representavam riquezas imensuráveis. O cravo-da-índia e a noz-moscada só podiam chegar à Europa através de uma rede complexa de rotas comerciais, e, durante décadas, exploradores espanhóis e portugueses competiram arduamente para descobrir a sua origem misteriosa. Quando, em 1511, os portugueses chegam às cobiçadas Ilhas das Especiarias, nas Molucas, deram início a uma feroz batalha pelo controlo deste valioso comércio. O historiador e autor bestseller do New York Times, Roger Crowley, revela-nos como esta luta moldou o mundo moderno, enquanto nos leva em viagens fascinantes. Dos estaleiros navais de Sevilha aos confins do Pacífico, passando pelas ardentes ilhas vulcânicas da Indonésia, pelo gélido Círculo Polar Ártico e pelas enigmáticas costas da China, este livro mergulha-nos numa era emocionante. Com histórias vívidas de aventuras, naufrágios e cercos, somos transportados para o tempo dos grandes exploradores e vemos como as suas viagens transformaram a economia mundial e lançaram as bases de uma ordem global que perduraria durante séculos.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Esta é a história do épico confronto do século XVI pelo comércio de especiarias, que impulsionou a exploração e a conquista marítima europeia através da Ásia e do Pacífico. As especiarias foram o motor da economia mundial na Idade Moderna e, para os europeus, representavam riquezas imensuráveis. O cravo-da-índia e a noz-moscada só podiam chegar à Europa através de uma rede complexa de rotas comerciais, e, durante décadas, exploradores espanhóis e portugueses competiram arduamente para descobrir a sua origem misteriosa. Quando, em 1511, os portugueses chegam às cobiçadas Ilhas das Especiarias, nas Molucas, deram início a uma feroz batalha pelo controlo deste valioso comércio. O historiador e autor bestseller do New York Times, Roger Crowley, revela-nos como esta luta moldou o mundo moderno, enquanto nos leva em viagens fascinantes. Dos estaleiros navais de Sevilha aos confins do Pacífico, passando pelas ardentes ilhas vulcânicas da Indonésia, pelo gélido Círculo Polar Ártico e pelas enigmáticas costas da China, este livro mergulha-nos numa era emocionante. Com histórias vívidas de aventuras, naufrágios e cercos, somos transportados para o tempo dos grandes exploradores e vemos como as suas viagens transformaram a economia mundial e lançaram as bases de uma ordem global que perduraria durante séculos.
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Edição: Out 2025
Nº Páginas: 224
Sinopse:
O fado: das polémicas origens aos palcos da música do mundo; dos bairros populares ao estrelato universal; da segregação à aceitação; da condenação à adoração; das vozes proletárias ao cosmopolitismo; da singeleza à glória¿ Esta é a história do fado de Lisboa, uma história multissecular, recheada de peripécias e de críticas, de desventuras e de paixão, uma história plena de obstáculos e de superações. Contudo, o tempo consagraria o fado, tornando esta popular canção urbana num verdadeiro símbolo de Portugal. Enriquecendo a coleção dedicada à capital, Lisboa Fadista é a história das gentes que deram voz ao fado nas vielas pobres, nas tabernas viciosas, nos salões dos palacetes da nobreza e da burguesia. É, ainda, a história de como o fado evoluiu até aos nossos dias, de como se tem sabido adaptar. Ontem, como hoje, esta é a história musical de Lisboa¿ Silêncio, que se vai ler o fado!
Nº Páginas: 224
Sinopse:
O fado: das polémicas origens aos palcos da música do mundo; dos bairros populares ao estrelato universal; da segregação à aceitação; da condenação à adoração; das vozes proletárias ao cosmopolitismo; da singeleza à glória¿ Esta é a história do fado de Lisboa, uma história multissecular, recheada de peripécias e de críticas, de desventuras e de paixão, uma história plena de obstáculos e de superações. Contudo, o tempo consagraria o fado, tornando esta popular canção urbana num verdadeiro símbolo de Portugal. Enriquecendo a coleção dedicada à capital, Lisboa Fadista é a história das gentes que deram voz ao fado nas vielas pobres, nas tabernas viciosas, nos salões dos palacetes da nobreza e da burguesia. É, ainda, a história de como o fado evoluiu até aos nossos dias, de como se tem sabido adaptar. Ontem, como hoje, esta é a história musical de Lisboa¿ Silêncio, que se vai ler o fado!
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Edição: Set 2025
Nº Páginas: 288
Sinopse:
412 a. C. Após a vitória de Siracusa nas Guerras do Peloponeso, milhares de prisioneiros atenienses definham nas pedreiras locais. Dois oleiros sem dinheiro, Gelon e Lampo, oferecem vinho e azeitonas a quem se dispuser a recitar versos de Eurípides. Entre os homens famintos, não faltam candidatos. E assim nasce uma ideia audaz. Porque, afinal, é possível odiar os invasores e, ainda assim, amar a sua poesia.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
412 a. C. Após a vitória de Siracusa nas Guerras do Peloponeso, milhares de prisioneiros atenienses definham nas pedreiras locais. Dois oleiros sem dinheiro, Gelon e Lampo, oferecem vinho e azeitonas a quem se dispuser a recitar versos de Eurípides. Entre os homens famintos, não faltam candidatos. E assim nasce uma ideia audaz. Porque, afinal, é possível odiar os invasores e, ainda assim, amar a sua poesia.
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Edição: Out 2025
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Um Portugal que já não existe. Uma família que se desmorona. As mulheres que podíamos ter sido. Num país que era o nosso, vivia uma família. Essa família, infeliz à sua maneira, tinha quatro mulheres. E uma dessas mulheres podíamos ser nós. Porém, aquele foi o tempo em que a Liberdade era mais rara do que uma pedra preciosa. E estas mulheres - uma mãe e as suas três filhas - nascem, crescem e descobrem-se a si mesmas quando não ser homem era uma sentença de prisão perpétua. Enredadas pelas teias do quotidiano burguês, cada uma se confronta com o mundo, o desejo e a esperança, enquanto vive em conflito com as outras. Porque, apesar de estarem ligadas pelo sangue e viverem debaixo do mesmo teto, não podiam ser mais diferentes entre si. Porque, para não desistir e conseguir viver mais um dia, cada uma põe nos dois pratos da balança cabeça e coração - e todos sabemos que basta um grama de amor ou razão para mudar tudo. Naquele que é um romance de viragem na sua escrita, Luísa Castel-Branco regressa ao Portugal do Estado Novo, um país que conheceu, para nos contar a história de uma família e, sobretudo, das personagens femininas que a compõem, fazendo um retrato pungente, mas sem cedências revivalistas ou sentimentais, de um tempo que foi o nosso ontem e sem o qual não estaríamos aqui.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Um Portugal que já não existe. Uma família que se desmorona. As mulheres que podíamos ter sido. Num país que era o nosso, vivia uma família. Essa família, infeliz à sua maneira, tinha quatro mulheres. E uma dessas mulheres podíamos ser nós. Porém, aquele foi o tempo em que a Liberdade era mais rara do que uma pedra preciosa. E estas mulheres - uma mãe e as suas três filhas - nascem, crescem e descobrem-se a si mesmas quando não ser homem era uma sentença de prisão perpétua. Enredadas pelas teias do quotidiano burguês, cada uma se confronta com o mundo, o desejo e a esperança, enquanto vive em conflito com as outras. Porque, apesar de estarem ligadas pelo sangue e viverem debaixo do mesmo teto, não podiam ser mais diferentes entre si. Porque, para não desistir e conseguir viver mais um dia, cada uma põe nos dois pratos da balança cabeça e coração - e todos sabemos que basta um grama de amor ou razão para mudar tudo. Naquele que é um romance de viragem na sua escrita, Luísa Castel-Branco regressa ao Portugal do Estado Novo, um país que conheceu, para nos contar a história de uma família e, sobretudo, das personagens femininas que a compõem, fazendo um retrato pungente, mas sem cedências revivalistas ou sentimentais, de um tempo que foi o nosso ontem e sem o qual não estaríamos aqui.
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Edição: Set 2025
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Larissa nasceu na Rússia. Filha de um oficial do exército soviético, quase sucumbiu ao terrível cerco de Leninegrado. Viveu nos montes Urais, rodeada de revolucionários espanhóis. Mais tarde, especializou-se em desenho italiano e tornou-se curadora no Hermitage, cabendo-lhe acompanhar as obras de arte russas que integrariam a Bienal de Veneza de 1962, mas acabou por perdê-las. Uma pintura de Matisse roubada por si ¿ embora garantisse tê-la apenas libertado ¿ deixou-lhe a carreira por um fio. Como se não bastasse, para cumprir a última vontade do seu mentor no museu, andou fugida com o cadáver dele numa carrinha. Francis, neto de um judeu iraquiano, sempre se sentiu deslocado em Inglaterra, país onde cresceu e frequentou as melhores escolas. Tornou-se um conceituado historiador de arte e professor no King¿s College, em Cambridge, mas a solidão parecia querer acompanhá-lo, assim como a descrença em encontrar um dia quem o amasse. Acompanhando as vidas reais de Francis e Larissa, Vidas Paralelas é a história de uma Europa que já não existe. Não a das divisões geográficas e ideológicas, mas aquela em que, de ambos os lados da Cortina de Ferro, havia quem acreditasse num continente unificado, na pertença a uma cultura pan-europeia, no valor universal da arte e da literatura, independentemente de quaisquer diferenças linguísticas, políticas ou de nacionalidade. Era um mundo de bailarinas e exilados, de espiões e artistas, de aristocratas e académicos. Uma Europa onde de contextos tão opostos como a Inglaterra e a União Soviética podiam sair duas vidas paralelas cujo destino era, inevitavelmente, juntarem-se.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Larissa nasceu na Rússia. Filha de um oficial do exército soviético, quase sucumbiu ao terrível cerco de Leninegrado. Viveu nos montes Urais, rodeada de revolucionários espanhóis. Mais tarde, especializou-se em desenho italiano e tornou-se curadora no Hermitage, cabendo-lhe acompanhar as obras de arte russas que integrariam a Bienal de Veneza de 1962, mas acabou por perdê-las. Uma pintura de Matisse roubada por si ¿ embora garantisse tê-la apenas libertado ¿ deixou-lhe a carreira por um fio. Como se não bastasse, para cumprir a última vontade do seu mentor no museu, andou fugida com o cadáver dele numa carrinha. Francis, neto de um judeu iraquiano, sempre se sentiu deslocado em Inglaterra, país onde cresceu e frequentou as melhores escolas. Tornou-se um conceituado historiador de arte e professor no King¿s College, em Cambridge, mas a solidão parecia querer acompanhá-lo, assim como a descrença em encontrar um dia quem o amasse. Acompanhando as vidas reais de Francis e Larissa, Vidas Paralelas é a história de uma Europa que já não existe. Não a das divisões geográficas e ideológicas, mas aquela em que, de ambos os lados da Cortina de Ferro, havia quem acreditasse num continente unificado, na pertença a uma cultura pan-europeia, no valor universal da arte e da literatura, independentemente de quaisquer diferenças linguísticas, políticas ou de nacionalidade. Era um mundo de bailarinas e exilados, de espiões e artistas, de aristocratas e académicos. Uma Europa onde de contextos tão opostos como a Inglaterra e a União Soviética podiam sair duas vidas paralelas cujo destino era, inevitavelmente, juntarem-se.
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Edição: Set 2025
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Nos primeiros anos do século XVIII, numa Europa em convulsão, ainda mergulhada na superstição e no Antigo Regime, atravessada por brigantes e dragões dos exércitos combatentes na Grande Guerra do Norte, que opõe o jovem imperador sueco à aliança formada pelas restantes potências da região, um comum ladrão acossado pelas autoridades locais para se furtar a um destino que o condenará ao patíbulo firma um pacto com um moleiro espectral e rouba a identidade a um jovem cavaleiro sueco, tornando-se imprevistamente num dos potentes do mundo. Dramático, cómico, repleto de peripécias e aventuras, O Cavaleiro Sueco partilha com O Marquês de Bolibar o estatuto de obra-prima de Leo Perutz. Conjugando elementos históricos e fantásticos, num cenário de ferro e fogo, o romance revisita uma temática distintiva da obra do autor: a troca de identidades num mundo desencantado e em desordem.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Nos primeiros anos do século XVIII, numa Europa em convulsão, ainda mergulhada na superstição e no Antigo Regime, atravessada por brigantes e dragões dos exércitos combatentes na Grande Guerra do Norte, que opõe o jovem imperador sueco à aliança formada pelas restantes potências da região, um comum ladrão acossado pelas autoridades locais para se furtar a um destino que o condenará ao patíbulo firma um pacto com um moleiro espectral e rouba a identidade a um jovem cavaleiro sueco, tornando-se imprevistamente num dos potentes do mundo. Dramático, cómico, repleto de peripécias e aventuras, O Cavaleiro Sueco partilha com O Marquês de Bolibar o estatuto de obra-prima de Leo Perutz. Conjugando elementos históricos e fantásticos, num cenário de ferro e fogo, o romance revisita uma temática distintiva da obra do autor: a troca de identidades num mundo desencantado e em desordem.
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Edição: Set 2025
Nº Páginas: 368
Sinopse:
"Venki Ramakrishnan, biólogo molecular laureado com o Nobel, explica-nos tudo sobre a ciência da longevidade e da mortalidade. Porque morremos? Conseguiremos descobrir uma maneira de viver para sempre? Estas são talvez as duas perguntas mais antigas em ciência. Durante décadas, a pesquisa sobre o antienvelhecimento foi um tema menor para a comunidade científica, que a considerava demasiado fantasiosa e irrealista. Porém, nos últimos anos, os progressos da biologia ensinaram-nos bastante sobre o modo como envelhecemos e sobre o porquê de morrermos. Poderá esse conhecimento ajudar-nos a inverter a marcha do relógio? Nesta obra, o cientista vencedor do Prémio Nobel Venki Ramakrishnan apresenta-nos as descobertas mais recentes sobre o envelhecimento e investiga a multimilionária indústria do antienvelhecimento, para separar os factos da ficção na moderna procura da imortalidade."
Nº Páginas: 368
Sinopse:
"Venki Ramakrishnan, biólogo molecular laureado com o Nobel, explica-nos tudo sobre a ciência da longevidade e da mortalidade. Porque morremos? Conseguiremos descobrir uma maneira de viver para sempre? Estas são talvez as duas perguntas mais antigas em ciência. Durante décadas, a pesquisa sobre o antienvelhecimento foi um tema menor para a comunidade científica, que a considerava demasiado fantasiosa e irrealista. Porém, nos últimos anos, os progressos da biologia ensinaram-nos bastante sobre o modo como envelhecemos e sobre o porquê de morrermos. Poderá esse conhecimento ajudar-nos a inverter a marcha do relógio? Nesta obra, o cientista vencedor do Prémio Nobel Venki Ramakrishnan apresenta-nos as descobertas mais recentes sobre o envelhecimento e investiga a multimilionária indústria do antienvelhecimento, para separar os factos da ficção na moderna procura da imortalidade."
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Edição: Set 2025
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Um passeio pela formação do nosso português A fim de expor o trajeto de formação da língua portuguesa, este livro de Caetano W. Galindo instiga o leitor a questionar-se sobre o idioma que utiliza no dia a dia. Com uma prosa fluida e envolvente, Galindo não só reconstitui a história do nosso idioma como também fala dos desvios, muitas vezes considerados «erros», que formam e modificam a língua desde o seu surgimento. Começando pela Europa e pelo latim, com especial atenção a Roma, passando pela Reconquista e pelo colonialismo na África e na América Latina, o autor traça um panorama amplo e compreensível da nossa língua materna. Edição com dois textos inéditos do autor
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Um passeio pela formação do nosso português A fim de expor o trajeto de formação da língua portuguesa, este livro de Caetano W. Galindo instiga o leitor a questionar-se sobre o idioma que utiliza no dia a dia. Com uma prosa fluida e envolvente, Galindo não só reconstitui a história do nosso idioma como também fala dos desvios, muitas vezes considerados «erros», que formam e modificam a língua desde o seu surgimento. Começando pela Europa e pelo latim, com especial atenção a Roma, passando pela Reconquista e pelo colonialismo na África e na América Latina, o autor traça um panorama amplo e compreensível da nossa língua materna. Edição com dois textos inéditos do autor
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Edição: Set 2025
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Uma chamada de atenção audaciosa e urgente para o retorno ao marxismo na luta contra as mudanças climáticas. Como é possível que, numa sociedade aparentemente abundante, tantas pessoas vivam em pobreza, sem acesso a cuidados de saúde, obrigadas a ter múltiplos empregos e, mesmo assim, cheguem ao final do mês sem dinheiro, enquanto o planeta que nos sustenta continua a ser destruído? A civilização enfrenta uma grave crise existencial na era do Antropoceno, em que a atividade económica destrói cruelmente a Terra e condena a humanidade a uma catástrofe ambiental. Sem uma ação sobre as alterações climáticas, o mundo voltará a um estado de barbárie. Não há plano B para o planeta Terra. O jovem filósofo japonês Kohei Saito regressou aos cadernos do velho filósofo alemão Karl Marx, desaparecido em 1883, e encontrou neles soluções atuais que podem, realmente, salvar o mundo no século XXI. Este livro é o resultado dessa pesquisa. Kohei Saito desafia o capitalismo, mostrando como este sistema não só alimenta a desigualdade social, mas também acelera a degradação ambiental. A solução para superar esta crise? O decrescimento - a desaceleração da economia, a redução do consumo e a redefinição das nossas prioridades. Inspirado pela ecologia marxista, Saito propõe uma sociedade mais justa, em que o foco se desvie dos lucros das grandes empresas e se concentre nas necessidades humanas essenciais. Esta é uma abordagem inovadora e crucial para enfrentar a crise climática, apontando um novo caminho para uma sociedade mais equilibrada e sustentável. É a oportunidade de criar uma sociedade mais justa, antes que seja tarde de mais.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Uma chamada de atenção audaciosa e urgente para o retorno ao marxismo na luta contra as mudanças climáticas. Como é possível que, numa sociedade aparentemente abundante, tantas pessoas vivam em pobreza, sem acesso a cuidados de saúde, obrigadas a ter múltiplos empregos e, mesmo assim, cheguem ao final do mês sem dinheiro, enquanto o planeta que nos sustenta continua a ser destruído? A civilização enfrenta uma grave crise existencial na era do Antropoceno, em que a atividade económica destrói cruelmente a Terra e condena a humanidade a uma catástrofe ambiental. Sem uma ação sobre as alterações climáticas, o mundo voltará a um estado de barbárie. Não há plano B para o planeta Terra. O jovem filósofo japonês Kohei Saito regressou aos cadernos do velho filósofo alemão Karl Marx, desaparecido em 1883, e encontrou neles soluções atuais que podem, realmente, salvar o mundo no século XXI. Este livro é o resultado dessa pesquisa. Kohei Saito desafia o capitalismo, mostrando como este sistema não só alimenta a desigualdade social, mas também acelera a degradação ambiental. A solução para superar esta crise? O decrescimento - a desaceleração da economia, a redução do consumo e a redefinição das nossas prioridades. Inspirado pela ecologia marxista, Saito propõe uma sociedade mais justa, em que o foco se desvie dos lucros das grandes empresas e se concentre nas necessidades humanas essenciais. Esta é uma abordagem inovadora e crucial para enfrentar a crise climática, apontando um novo caminho para uma sociedade mais equilibrada e sustentável. É a oportunidade de criar uma sociedade mais justa, antes que seja tarde de mais.
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Edição: Set 2025
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Vivemos em paisagens de faz-de-conta. Criamos fantasias. Devoramos romances, filmes e peças de teatro. Até os acontecimentos desportivos e os julgamentos criminais se desenrolam como narrativas. No entanto, o mundo das histórias permaneceu durante muito tempo território por descobrir e mapear. Com base em pesquisas em neurociência, psicologia e biologia evolutiva, Jonathan Gottschall apresenta-nos a primeira teoria unificada do storytelling, revelando o que significa ser um animal contador de histórias. Sabia que quanto mais absorvidos estivermos por uma história, mais ela altera o nosso comportamento? Que todas as crianças encenam o mesmo tipo de histórias, quer cresçam num bairro de lata ou num subúrbio? E que o nosso instinto de contar histórias tem, também, um lado mais negro, tornando-nos vulneráveis a teorias da conspiração? As histórias podem mudar o mundo, ensinando-nos a viver e unindo-nos em torno de valores comuns. Sabemos que somos mestres em narrativas, e este livro revela como as histórias nos moldam.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Vivemos em paisagens de faz-de-conta. Criamos fantasias. Devoramos romances, filmes e peças de teatro. Até os acontecimentos desportivos e os julgamentos criminais se desenrolam como narrativas. No entanto, o mundo das histórias permaneceu durante muito tempo território por descobrir e mapear. Com base em pesquisas em neurociência, psicologia e biologia evolutiva, Jonathan Gottschall apresenta-nos a primeira teoria unificada do storytelling, revelando o que significa ser um animal contador de histórias. Sabia que quanto mais absorvidos estivermos por uma história, mais ela altera o nosso comportamento? Que todas as crianças encenam o mesmo tipo de histórias, quer cresçam num bairro de lata ou num subúrbio? E que o nosso instinto de contar histórias tem, também, um lado mais negro, tornando-nos vulneráveis a teorias da conspiração? As histórias podem mudar o mundo, ensinando-nos a viver e unindo-nos em torno de valores comuns. Sabemos que somos mestres em narrativas, e este livro revela como as histórias nos moldam.
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Edição: Set 2025
Nº Páginas: 400
Sinopse:
A sabedoria e a fascinação de vivermos sem certezas Como navegar um mundo em constante mudança? A resposta está na incerteza. Vivemos tempos voláteis, nos quais as crises complexas são tratadas, na sua maioria, com soluções rápidas, através de algoritmos, temas que se tornam virais, tweets. Mas será isso suficiente? Neste livro revelador, a premiada autora Maggie Jackson mostra que a incerteza, longe de ser uma falha, é uma poderosa aliada. Com base em descobertas científicas e histórias fascinantes, revela como o desconhecido pode impulsionar a criatividade, a inovação, a empatia e a resiliência. Dos bastidores da ciência à inteligência artificial, passando por campanhas políticas e observação de equipas de alto desempenho em várias áreas, Jackson apresenta os visionários que estão a transformar a insegurança em um motor para o progresso. Incerteza convida-nos a abraçar o imprevisível e a descobrir que nesta reside a chave para pensar melhor, liderar com visão e viver com mais consciência.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
A sabedoria e a fascinação de vivermos sem certezas Como navegar um mundo em constante mudança? A resposta está na incerteza. Vivemos tempos voláteis, nos quais as crises complexas são tratadas, na sua maioria, com soluções rápidas, através de algoritmos, temas que se tornam virais, tweets. Mas será isso suficiente? Neste livro revelador, a premiada autora Maggie Jackson mostra que a incerteza, longe de ser uma falha, é uma poderosa aliada. Com base em descobertas científicas e histórias fascinantes, revela como o desconhecido pode impulsionar a criatividade, a inovação, a empatia e a resiliência. Dos bastidores da ciência à inteligência artificial, passando por campanhas políticas e observação de equipas de alto desempenho em várias áreas, Jackson apresenta os visionários que estão a transformar a insegurança em um motor para o progresso. Incerteza convida-nos a abraçar o imprevisível e a descobrir que nesta reside a chave para pensar melhor, liderar com visão e viver com mais consciência.
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Edição: Set 2025
Nº Páginas: 260
Sinopse:
Calar a violência é aceitá-la. Todos os dias tropeçamos neles. Nos números. São terríveis e falam de vários tipos de violência. Violência doméstica, violência psicológica, servidão humana, abuso de poder, abuso económico, crimes de ódio, discriminação, xenofobia, bullying, cyberbullying e por aí fora. São números que matam, quantas vezes, mas que, como todos os números, não têm cara, nem voz, nem alma, nem coração. Neste livro procurámos trazer a voz, a alma e o coração a algumas histórias que, diariamente, nos chegam pela via dos números. Não foi fácil encontrar quem quisesse partilhar connosco o seu testemunho. Contar uma história que queremos enterrar para sempre é vivê-la novamente. É precisa muita coragem, e há quem nem sequer a consiga encontrar para fugir ao flagelo em que vive. O silêncio nunca é de ouro quando se trata de calar o inaceitável.
Nº Páginas: 260
Sinopse:
Calar a violência é aceitá-la. Todos os dias tropeçamos neles. Nos números. São terríveis e falam de vários tipos de violência. Violência doméstica, violência psicológica, servidão humana, abuso de poder, abuso económico, crimes de ódio, discriminação, xenofobia, bullying, cyberbullying e por aí fora. São números que matam, quantas vezes, mas que, como todos os números, não têm cara, nem voz, nem alma, nem coração. Neste livro procurámos trazer a voz, a alma e o coração a algumas histórias que, diariamente, nos chegam pela via dos números. Não foi fácil encontrar quem quisesse partilhar connosco o seu testemunho. Contar uma história que queremos enterrar para sempre é vivê-la novamente. É precisa muita coragem, e há quem nem sequer a consiga encontrar para fugir ao flagelo em que vive. O silêncio nunca é de ouro quando se trata de calar o inaceitável.
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Edição: Set 2025
Nº Páginas: 240
Sinopse:
É sempre mais fácil detetar os erros do passado do que a cegueira coletiva do presente Algumas ideias são tão absurdas que só os intectuais podem acreditar nelas, disse George Orwell. E tinha razão. A inteligência não protege contra o erro, e mais: a inteligência pode predispor-nos a errar. Escrito pelo jovem e irreverente Samuel Fitoussi, ensaísta, colunista e investigador, este é um dos livros que gerou discussão em França nos últimos tempos. Através da análise dos mecanismos sociais, culturais e cognitivos que levam os intelectuais à cegueira, em detrimento da sociedade que pretendem iluminar, o autor mostra-nos como a ideologia pode impedir o cérebro de funcionar adequadamente, pondo o poder argumentativo ao serviço da má-fé e do conformismo. Mais: quando o debate se cinge ao virtuosismo do pensamento e do discurso, há terreno fértil para que o desejo de aprovação e o excesso de certezas nos distraiam completamente da busca pela verdade. A tese de Samuel Fitoussi vai, de resto, mais longe e mais fundo. Se até a Universidade, outrora um templo do conhecimento, corre hoje o risco de se tornar num mundo fechado, virado só para si mesmo, ou seja, um lugar onde a realidade da vida não entra, o que podemos esperar de bom? Alimentado pelo pensamento de George Orwell, Jean-François Revel, Thomas Sowell, Raymond Aron e Steven Pinker, e tendo por base leituras científicas e exemplos históricos, Samuel Fitoussi desmonta o mito do absolutismo intelectual e dá-nos um livro em que as certezas não imperam e os argumentos estimulantes e impertinentes nos fazem, realmente, pensar. Tradução de António Costa Santos «Um livro que trata uma velha questão sob uma luz completamente nova. Para ler, reler, discutir e refletir.» Le Monde «Por que razão os intelectuais nunca pagam pelos seus erros? O que leva espíritos brilhantes a uma completa cegueira? Um livro mais atual do que nunca.» Le Point «É essencial ler Porque se Enganam os Intelectuais. Não é apenas um livro sobre os outros ¿ é um livro que nos faz olhar para nós próprios e para a nossa forma de vermos os outros, as grandes ideias, o mundo.» Le Parisien «Uma verdadeira raridade, este livro, pela riqueza e agilidade do pensamento, pela pesquisa em que assenta, pela forma como remata os argumentos.» Contrepoints
Nº Páginas: 240
Sinopse:
É sempre mais fácil detetar os erros do passado do que a cegueira coletiva do presente Algumas ideias são tão absurdas que só os intectuais podem acreditar nelas, disse George Orwell. E tinha razão. A inteligência não protege contra o erro, e mais: a inteligência pode predispor-nos a errar. Escrito pelo jovem e irreverente Samuel Fitoussi, ensaísta, colunista e investigador, este é um dos livros que gerou discussão em França nos últimos tempos. Através da análise dos mecanismos sociais, culturais e cognitivos que levam os intelectuais à cegueira, em detrimento da sociedade que pretendem iluminar, o autor mostra-nos como a ideologia pode impedir o cérebro de funcionar adequadamente, pondo o poder argumentativo ao serviço da má-fé e do conformismo. Mais: quando o debate se cinge ao virtuosismo do pensamento e do discurso, há terreno fértil para que o desejo de aprovação e o excesso de certezas nos distraiam completamente da busca pela verdade. A tese de Samuel Fitoussi vai, de resto, mais longe e mais fundo. Se até a Universidade, outrora um templo do conhecimento, corre hoje o risco de se tornar num mundo fechado, virado só para si mesmo, ou seja, um lugar onde a realidade da vida não entra, o que podemos esperar de bom? Alimentado pelo pensamento de George Orwell, Jean-François Revel, Thomas Sowell, Raymond Aron e Steven Pinker, e tendo por base leituras científicas e exemplos históricos, Samuel Fitoussi desmonta o mito do absolutismo intelectual e dá-nos um livro em que as certezas não imperam e os argumentos estimulantes e impertinentes nos fazem, realmente, pensar. Tradução de António Costa Santos «Um livro que trata uma velha questão sob uma luz completamente nova. Para ler, reler, discutir e refletir.» Le Monde «Por que razão os intelectuais nunca pagam pelos seus erros? O que leva espíritos brilhantes a uma completa cegueira? Um livro mais atual do que nunca.» Le Point «É essencial ler Porque se Enganam os Intelectuais. Não é apenas um livro sobre os outros ¿ é um livro que nos faz olhar para nós próprios e para a nossa forma de vermos os outros, as grandes ideias, o mundo.» Le Parisien «Uma verdadeira raridade, este livro, pela riqueza e agilidade do pensamento, pela pesquisa em que assenta, pela forma como remata os argumentos.» Contrepoints
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Edição: Set 2025
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Durante anos, Katarina Shaw e Heath Rocha estiveram nas bocas do mundo, mas nem sempre pelas melhores razões. Enquanto um dos pares mais mediáticos de sempre da patinagem artística no gelo, idolatrados por um público cativado pela sua química inegável e espírito rebelde, foram também alvo de largas críticas e rumores maliciosos que dificultaram o seu caminho até à fama. Agora, dez anos depois do final da sua carreira, estreia um documentário não autorizado que pretende revelar a verdadeira história de Shaw e Rocha. Com testemunhos daqueles que presenciaram a sua paixão incandescente e relação tumultuosa, a verdade surge como um choque maior do que as manchetes do passado.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Durante anos, Katarina Shaw e Heath Rocha estiveram nas bocas do mundo, mas nem sempre pelas melhores razões. Enquanto um dos pares mais mediáticos de sempre da patinagem artística no gelo, idolatrados por um público cativado pela sua química inegável e espírito rebelde, foram também alvo de largas críticas e rumores maliciosos que dificultaram o seu caminho até à fama. Agora, dez anos depois do final da sua carreira, estreia um documentário não autorizado que pretende revelar a verdadeira história de Shaw e Rocha. Com testemunhos daqueles que presenciaram a sua paixão incandescente e relação tumultuosa, a verdade surge como um choque maior do que as manchetes do passado.
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Edição: Set 2025
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Porque ninguém te conhece como eu¿ Spicy, altamente romântica e com um suspense irresistível. Fragile Sanctuary - Um Abrigo Frágil é uma história repleta de emoções e segredos, que tem como pano de fundo o cenário inesquecível da pequena vila de Sparrow Falls. Um furor no TikTok! Aquela carranca de mau humor devia ter sido o primeiro sinal para me afastar do Anson Hunt. O sorriso pretensioso e sexy que depois revelou e o facto de ser o melhor amigo do meu irmão? Razões número dois e três. Para não mencionar que ele é o novo empreiteiro a trabalhar na renovação da minha casa. Ele é tudo o que eu não sou: rabugento, sem meias-palavras e demasiado apegado à sua própria solidão. Não importa quantas vezes tente fazê-lo baixar a guarda com a minha gentileza: o homem simplesmente não cede. Até que é ele quem me vê quebrar. A mim. Porque quando o meu mundo se desmorona à minha volta, aquele que me apanha precisamente quando estou prestes a cair é o Anson. E quando os supostos «acidentes» começam a ensombrar todos os recantos da minha vida, é o Anson que está lá para me proteger e manter segura. Quando ele o faz, não posso deixar de sentir uma onda de calor a percorrer-me. E bastará um único momento para que essa faísca inicial se transforme num fogo descontrolado, engolindo-nos aos dois. Mas o Anson é também um homem com segredos, e eles têm sempre um preço¿ Quando forem revelados, nenhum de nós sairá ileso. Apaixonante, atmosférico e cheio de suspense, Um Abrigo Frágil e a série «Sparrow Falls» são para todas e todos aqueles que apreciam histórias de amor emocionantes com segredos do passado e reviravoltas imprevisíveis. Descubra a sua nova obsessão! «Nenhum de nós é apenas uma coisa. Não somos todos bons ou maus. Somos uma mistura de luz e sombra. E essas faíscas só brilham por causa da escuridão.» «Tu deste-me ar, quando pensei que não voltaria a respirar. Tu deste-me cor, quando o meu mundo ficou negro. Tu vês cada parte de mim. Não quero passar mais nenhum momento sem ti.»
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Porque ninguém te conhece como eu¿ Spicy, altamente romântica e com um suspense irresistível. Fragile Sanctuary - Um Abrigo Frágil é uma história repleta de emoções e segredos, que tem como pano de fundo o cenário inesquecível da pequena vila de Sparrow Falls. Um furor no TikTok! Aquela carranca de mau humor devia ter sido o primeiro sinal para me afastar do Anson Hunt. O sorriso pretensioso e sexy que depois revelou e o facto de ser o melhor amigo do meu irmão? Razões número dois e três. Para não mencionar que ele é o novo empreiteiro a trabalhar na renovação da minha casa. Ele é tudo o que eu não sou: rabugento, sem meias-palavras e demasiado apegado à sua própria solidão. Não importa quantas vezes tente fazê-lo baixar a guarda com a minha gentileza: o homem simplesmente não cede. Até que é ele quem me vê quebrar. A mim. Porque quando o meu mundo se desmorona à minha volta, aquele que me apanha precisamente quando estou prestes a cair é o Anson. E quando os supostos «acidentes» começam a ensombrar todos os recantos da minha vida, é o Anson que está lá para me proteger e manter segura. Quando ele o faz, não posso deixar de sentir uma onda de calor a percorrer-me. E bastará um único momento para que essa faísca inicial se transforme num fogo descontrolado, engolindo-nos aos dois. Mas o Anson é também um homem com segredos, e eles têm sempre um preço¿ Quando forem revelados, nenhum de nós sairá ileso. Apaixonante, atmosférico e cheio de suspense, Um Abrigo Frágil e a série «Sparrow Falls» são para todas e todos aqueles que apreciam histórias de amor emocionantes com segredos do passado e reviravoltas imprevisíveis. Descubra a sua nova obsessão! «Nenhum de nós é apenas uma coisa. Não somos todos bons ou maus. Somos uma mistura de luz e sombra. E essas faíscas só brilham por causa da escuridão.» «Tu deste-me ar, quando pensei que não voltaria a respirar. Tu deste-me cor, quando o meu mundo ficou negro. Tu vês cada parte de mim. Não quero passar mais nenhum momento sem ti.»
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Edição: Set 2025
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Em vésperas da Segunda Guerra Mundial, Espanha encontra-se mergulhada em plena guerra civil. Marta Camino, de dezasseis anos, vive em Las Palmas, nas ilhas Canárias, com o irmão mais velho, a cunhada, e a mãe, que, enlouquecida, passa os dias enclausurada nos seus aposentos. Este ambiente familiar, repleto de tensões e violências, será abalado pela chegada dos tios e de um célebre pintor, fugidos de Madrid, promessa de uma vida diferente, animada por novas sensações e sentimentos. Porém, a realidade vai-se desvelando em toda a sua brutalidade, plasmada no cenário selvagem da natureza envolvente, onde apenas o mar oferece a Marta um caminho para a liberdade. "A Ilha e os Demónios, publicado sete anos depois do fulgurante êxito de Nada, reafirma o talento narrativo de Carmen Laforet em transformar o biográfico em romanesco e em retratar com graça e vigor a personagem clássica da jovem rapariga que se descobre a si própria e o lugar que deseja ocupar no mundo. Tradução do castelhano de Virgílio Tenreiro Viseu e Sofia Castro Rodrigues."
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Em vésperas da Segunda Guerra Mundial, Espanha encontra-se mergulhada em plena guerra civil. Marta Camino, de dezasseis anos, vive em Las Palmas, nas ilhas Canárias, com o irmão mais velho, a cunhada, e a mãe, que, enlouquecida, passa os dias enclausurada nos seus aposentos. Este ambiente familiar, repleto de tensões e violências, será abalado pela chegada dos tios e de um célebre pintor, fugidos de Madrid, promessa de uma vida diferente, animada por novas sensações e sentimentos. Porém, a realidade vai-se desvelando em toda a sua brutalidade, plasmada no cenário selvagem da natureza envolvente, onde apenas o mar oferece a Marta um caminho para a liberdade. "A Ilha e os Demónios, publicado sete anos depois do fulgurante êxito de Nada, reafirma o talento narrativo de Carmen Laforet em transformar o biográfico em romanesco e em retratar com graça e vigor a personagem clássica da jovem rapariga que se descobre a si própria e o lugar que deseja ocupar no mundo. Tradução do castelhano de Virgílio Tenreiro Viseu e Sofia Castro Rodrigues."
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Edição: Set 2025
Nº Páginas: 248
Sinopse:
No primeiro romance que assina com o próprio nome, Luciany Aparecida narra, com uma prosa lírica e de força singular, os trágicos acontecimentos que cercam um pequeno vilarejo rural no interior da Bahia. Maria Teresa vive com as suas mães num casarão antigo, cheio de histórias dos seus antepassados, de frente para um lajedo de pedra. Pelo peitoril, corre um roseiral, apenas com rosas brancas, e, no caminho diante da casa, passam personagens memoráveis: Mané da Gaita, músico e vendedor de doce, e a sua cadela Chula; Lai, ex-prostituta e a sua madrinha; os gémeos Cícero e António, filhos do dono da venda; Toni de Maximiliana, vaqueiro matador de gado, filho da sacerdotisa Mãe Maximiliana dos Santos; e Zezito, único filho homem de Luzia, e por quem Maria Teresa se apaixona e com quem planeia casar. Ao experimentar o vestido de noiva num sábado de festa, um dia antes do casamento, uma tragédia envolvendo um fazendeiro violento e arbitrário atinge Maria Teresa e muda a sua vida para sempre. Narrando o drama que se torna central, ela vai pouco a pouco revelando ao leitor os sentimentos mais profundos dos que habitam Mata Doce. Surgem então, numa delicada costura narrativa, antigas brigas familiares, segredos do passado, sentimentos clandestinos e muitos mistérios. Mata Doce é um romance épico, delicado e poderoso, que entrelaça passado e presente numa obra majestosa, e desde já um marco da literatura brasileira contemporânea.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
No primeiro romance que assina com o próprio nome, Luciany Aparecida narra, com uma prosa lírica e de força singular, os trágicos acontecimentos que cercam um pequeno vilarejo rural no interior da Bahia. Maria Teresa vive com as suas mães num casarão antigo, cheio de histórias dos seus antepassados, de frente para um lajedo de pedra. Pelo peitoril, corre um roseiral, apenas com rosas brancas, e, no caminho diante da casa, passam personagens memoráveis: Mané da Gaita, músico e vendedor de doce, e a sua cadela Chula; Lai, ex-prostituta e a sua madrinha; os gémeos Cícero e António, filhos do dono da venda; Toni de Maximiliana, vaqueiro matador de gado, filho da sacerdotisa Mãe Maximiliana dos Santos; e Zezito, único filho homem de Luzia, e por quem Maria Teresa se apaixona e com quem planeia casar. Ao experimentar o vestido de noiva num sábado de festa, um dia antes do casamento, uma tragédia envolvendo um fazendeiro violento e arbitrário atinge Maria Teresa e muda a sua vida para sempre. Narrando o drama que se torna central, ela vai pouco a pouco revelando ao leitor os sentimentos mais profundos dos que habitam Mata Doce. Surgem então, numa delicada costura narrativa, antigas brigas familiares, segredos do passado, sentimentos clandestinos e muitos mistérios. Mata Doce é um romance épico, delicado e poderoso, que entrelaça passado e presente numa obra majestosa, e desde já um marco da literatura brasileira contemporânea.
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Edição: Set 2025
Nº Páginas: 216
Sinopse:
O elevador caiu. Os corpos ainda não arrefeceram, mas a família desfaz-se. O luto não é só perda - é também libertação, é fuga, é abandono. E, para uma criança, pode ser o fim decisivo da inocência. Quinze anos depois, é nos fragmentos difusos de uma infância marcada pelo medo que o narrador, agora adulto, tenta dar forma ao seu trauma e compreender quem se tornou. Nesta dolorosa narração, há lapsos, imagens que se repetem, detalhes que só mais tarde ganham significado. Nenhuma pedra fica por virar: o abuso, tão difícil de nomear; a violência, por vezes física, quase sempre emocional; e o abandono, sempre o maldito abandono, vindo de quem nunca deveria ter ousado pensar em partir. «Olho essa violência de frente, defino-a em rigor, nomeio-a, dou-lhe a minha voz para que ninguém faça dela a sua fala. Feito em pedaços de pedra, é a mim que a minha dor pertence.» Uma nova voz na literatura portuguesa - urgente, inconfundível. Álvaro Curia está de regresso com um romance em que a escrita é ferida, denúncia e salvação.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
O elevador caiu. Os corpos ainda não arrefeceram, mas a família desfaz-se. O luto não é só perda - é também libertação, é fuga, é abandono. E, para uma criança, pode ser o fim decisivo da inocência. Quinze anos depois, é nos fragmentos difusos de uma infância marcada pelo medo que o narrador, agora adulto, tenta dar forma ao seu trauma e compreender quem se tornou. Nesta dolorosa narração, há lapsos, imagens que se repetem, detalhes que só mais tarde ganham significado. Nenhuma pedra fica por virar: o abuso, tão difícil de nomear; a violência, por vezes física, quase sempre emocional; e o abandono, sempre o maldito abandono, vindo de quem nunca deveria ter ousado pensar em partir. «Olho essa violência de frente, defino-a em rigor, nomeio-a, dou-lhe a minha voz para que ninguém faça dela a sua fala. Feito em pedaços de pedra, é a mim que a minha dor pertence.» Uma nova voz na literatura portuguesa - urgente, inconfundível. Álvaro Curia está de regresso com um romance em que a escrita é ferida, denúncia e salvação.
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Edição: Set 2025
Nº Páginas: 336
Sinopse:
O romance de estreia de Glória Brito foi aclamado pela crítica e adorado pelos leitores. O sucesso, porém, não se repetiu. A escritora está agora perto dos quarenta anos e começa a questionar o seu talento e o seu lugar no mundo. O medo instala-se. Viver era mais simples no bairro onde cresceu, um tempo em que se sentia livre e a sua família ainda estava completa. Já não é assim. Glória abandonou o bairro, embora a sua memória teime em levá-la para lá. A liberdade não cumpriu a sua promessa de plenitude. A destruição da família alterou a sua relação com os outros e consigo mesma. A única constante na sua vida é Lúcia, uma amiga que insiste em arrancá-la à solidão, mesmo quando Glória resiste. Serão as palavras crípticas de uma voz do seu passado a abalar essa resistência. Quem sabe, talvez o livro que precisa de escrever já esteja escrito. Atos de Desobediência explora a intimidade feminina, as relações entre mulheres e homens, entre gerações e classes sociais, numa celebração tão apaixonada quanto crítica da literatura e da arte.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
O romance de estreia de Glória Brito foi aclamado pela crítica e adorado pelos leitores. O sucesso, porém, não se repetiu. A escritora está agora perto dos quarenta anos e começa a questionar o seu talento e o seu lugar no mundo. O medo instala-se. Viver era mais simples no bairro onde cresceu, um tempo em que se sentia livre e a sua família ainda estava completa. Já não é assim. Glória abandonou o bairro, embora a sua memória teime em levá-la para lá. A liberdade não cumpriu a sua promessa de plenitude. A destruição da família alterou a sua relação com os outros e consigo mesma. A única constante na sua vida é Lúcia, uma amiga que insiste em arrancá-la à solidão, mesmo quando Glória resiste. Serão as palavras crípticas de uma voz do seu passado a abalar essa resistência. Quem sabe, talvez o livro que precisa de escrever já esteja escrito. Atos de Desobediência explora a intimidade feminina, as relações entre mulheres e homens, entre gerações e classes sociais, numa celebração tão apaixonada quanto crítica da literatura e da arte.
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Edição: Set 2025
Nº Páginas: 256
Sinopse:
E se a mulher que todos julgavam conhecer fosse apenas o contorno de uma vida secreta, irreconhecível, que esconde segredos capazes de mudar tudo? Depois da morte da mãe, Teresa herda um caixote de cartas antigas, fotografias sem data e pequenos objetos de valor insignificante. Escritas ao longo de décadas por uma mulher que assina com o mesmo nome da mãe, Alice, mas que fala de amores clandestinos, lugares que a filha não reconhece, de despedidas que parecem dirigidas a alguém que não ela. Nas entrelinhas dessas palavras, começa a desenhar-se uma história paralela à que lhe foi contada, à que viveu, àquela a que tentou a custo sobreviver: feita de omissões, de vidas vividas à margem do possível, uma narrativa subterrânea que emerge em frases soltas, por vezes, desconcertadas, que despem uma desconhecida. No regresso à casa da infância, Teresa procura reconstituir a figura da mãe: quem foi esta mulher antes de se deixar domesticar, antes de ceder o corpo e a linguagem ao papel de esposa e mãe? Na ressonância das cartas que percorre, Teresa descobre o que acontece quando o amor não cabe na vida que se escolheu viver.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
E se a mulher que todos julgavam conhecer fosse apenas o contorno de uma vida secreta, irreconhecível, que esconde segredos capazes de mudar tudo? Depois da morte da mãe, Teresa herda um caixote de cartas antigas, fotografias sem data e pequenos objetos de valor insignificante. Escritas ao longo de décadas por uma mulher que assina com o mesmo nome da mãe, Alice, mas que fala de amores clandestinos, lugares que a filha não reconhece, de despedidas que parecem dirigidas a alguém que não ela. Nas entrelinhas dessas palavras, começa a desenhar-se uma história paralela à que lhe foi contada, à que viveu, àquela a que tentou a custo sobreviver: feita de omissões, de vidas vividas à margem do possível, uma narrativa subterrânea que emerge em frases soltas, por vezes, desconcertadas, que despem uma desconhecida. No regresso à casa da infância, Teresa procura reconstituir a figura da mãe: quem foi esta mulher antes de se deixar domesticar, antes de ceder o corpo e a linguagem ao papel de esposa e mãe? Na ressonância das cartas que percorre, Teresa descobre o que acontece quando o amor não cabe na vida que se escolheu viver.
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Edição: Set 2025
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Quando as máscaras caem, a verdade mostra o rosto mais cruel e ninguém sai ileso Na véspera de Natal, o que deveria ser um serão pacífico acaba por se transformar num pesadelo quando Cláudia, a filha pródiga, revela um abuso sexual com 30 anos. Miguel, o irmão, tenta manter a compostura e o equilíbrio entre os seus, mesmo quando tudo à sua volta começa a desmoronar. E o que parecia ser apenas mais uma discórdia entre irmãos revela algo muito mais profundo, perturbador e macabro, culminando num sismo emocional que abala os alicerces da família e expõe o seu lado mais sombrio. A dúvida instala-se, as memórias colidem e cada silêncio ameaça rasgar a frágil união familiar. O passado transforma-se num confronto com a verdade. E quando a cortina finalmente cai, ninguém sai ileso. Um romance inquietante que mergulha nas zonas sombrias da intimidade familiar, nos pactos de silêncio e no preço devastador de esconder a verdade.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Quando as máscaras caem, a verdade mostra o rosto mais cruel e ninguém sai ileso Na véspera de Natal, o que deveria ser um serão pacífico acaba por se transformar num pesadelo quando Cláudia, a filha pródiga, revela um abuso sexual com 30 anos. Miguel, o irmão, tenta manter a compostura e o equilíbrio entre os seus, mesmo quando tudo à sua volta começa a desmoronar. E o que parecia ser apenas mais uma discórdia entre irmãos revela algo muito mais profundo, perturbador e macabro, culminando num sismo emocional que abala os alicerces da família e expõe o seu lado mais sombrio. A dúvida instala-se, as memórias colidem e cada silêncio ameaça rasgar a frágil união familiar. O passado transforma-se num confronto com a verdade. E quando a cortina finalmente cai, ninguém sai ileso. Um romance inquietante que mergulha nas zonas sombrias da intimidade familiar, nos pactos de silêncio e no preço devastador de esconder a verdade.
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Edição: Set 2025
Nº Páginas: 208
Sinopse:
"«A vingança é uma ilusão suicida.» Tudo começa com uma viagem: no tempo e no espaço, na imaginação e na memória. Em plena ditadura brasileira, um pai e o seu filho de onze anos sobrevoam, num bimotor, o coração da floresta amazónica. O pai, dado a excessos anímicos, mantém ligações obscuras aos militares que apoiam o governo. O filho, desamparado, embrenha-se obsessivamente na leitura de um romance de ficção científica sobre a demanda por um planeta substituto da Terra. Entre os dois, a comunicação é cada vez mais falha. Até que, à chegada a uma das fazendas que pontuam a Amazónia, um episódio terrivelmente violento vai deixar marcas que ficarão para sempre. Mergulho na história moderna do Brasil, com uma sucessão de acontecimentos perturbadores e uma galeria de personagens sinistras, Os substitutos é também a demanda feroz e comovente pelo que (des)une dois homens." Bernardo Carvalho alcança aqui o lugar mais íntimo da sua obra, já que é entre pais e filhos que se estabelece a mais complexa das relações humanas.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
"«A vingança é uma ilusão suicida.» Tudo começa com uma viagem: no tempo e no espaço, na imaginação e na memória. Em plena ditadura brasileira, um pai e o seu filho de onze anos sobrevoam, num bimotor, o coração da floresta amazónica. O pai, dado a excessos anímicos, mantém ligações obscuras aos militares que apoiam o governo. O filho, desamparado, embrenha-se obsessivamente na leitura de um romance de ficção científica sobre a demanda por um planeta substituto da Terra. Entre os dois, a comunicação é cada vez mais falha. Até que, à chegada a uma das fazendas que pontuam a Amazónia, um episódio terrivelmente violento vai deixar marcas que ficarão para sempre. Mergulho na história moderna do Brasil, com uma sucessão de acontecimentos perturbadores e uma galeria de personagens sinistras, Os substitutos é também a demanda feroz e comovente pelo que (des)une dois homens." Bernardo Carvalho alcança aqui o lugar mais íntimo da sua obra, já que é entre pais e filhos que se estabelece a mais complexa das relações humanas.
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Edição: Ago 2025
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Aqueles que amamos nunca nos deixam por completo. Contada através dos olhos de Ali, Bill e Annemarie, a história acompanha a luta de cada um para encontrar o caminho da reconstrução das suas vidas, à medida que tentam manter viva a memória de Annie. Quando Annie Brown morre de forma súbita, o mundo desaba para aqueles que a amavam. O marido, Bill, fica à deriva com quatro filhos pequenos. Annemarie, a melhor amiga, vê-se a resvalar para antigos vícios. E Ali, a filha mais velha, é empurrada para uma maturidade precoce, tentando cuidar dos irmãos e do pai, enquanto lida com as exigências da vida adulta. Com delicadeza e honestidade, a história explora os laços da família, a força da amizade e o modo como a perda pode iluminar o que é verdadeiramente essencial. Depois de Annie é um retrato comovente da capacidade de reconstrução e da beleza inesperada que, por vezes, nasce do luto.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Aqueles que amamos nunca nos deixam por completo. Contada através dos olhos de Ali, Bill e Annemarie, a história acompanha a luta de cada um para encontrar o caminho da reconstrução das suas vidas, à medida que tentam manter viva a memória de Annie. Quando Annie Brown morre de forma súbita, o mundo desaba para aqueles que a amavam. O marido, Bill, fica à deriva com quatro filhos pequenos. Annemarie, a melhor amiga, vê-se a resvalar para antigos vícios. E Ali, a filha mais velha, é empurrada para uma maturidade precoce, tentando cuidar dos irmãos e do pai, enquanto lida com as exigências da vida adulta. Com delicadeza e honestidade, a história explora os laços da família, a força da amizade e o modo como a perda pode iluminar o que é verdadeiramente essencial. Depois de Annie é um retrato comovente da capacidade de reconstrução e da beleza inesperada que, por vezes, nasce do luto.
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Edição: Out 2025
Nº Páginas: 456
Sinopse:
Jack Levitt nunca teve sorte. Abandonado pelos pais ainda no berço, percorre a via crucis dos orfanatos até desembocar em Portland, onde esta história começa. Conhecemo-lo ali, no mundo subterrâneo dos salões de bilhar, a viver de uma ou outra tacada certeira, de esquemas, de enganos. Ainda não é adulto, mas já intimida, porque é grande, porque não tem medo de nada. O seu destino vai levá-lo ao encontro de outra alma perdida, Billy Lancing, um génio do bilhar, franzino, quase branco, mas não o suficiente: é negro e sofre por isso. Um e outro vão seguir caminhos diferentes: um passará pelo reformatório, o outro pelo inferno da vida em casal, até se reencontrarem anos mais tarde, na famigerada prisão de San Quentin. O relato que se segue dá corpo a um dos mais contundentes romances norte-americanos do século XX; sombrio, cruel, violento, rasga o sonho americano, abre uma ferida profunda, uma feia cicatriz. Publicado em 1966, quando Don Carpenter tinha apenas 34 anos, Chuva Pesada nasceu com o rótulo de obra-prima mal-amada - amada pelos escritores, desprezada pelo público. Já depois de o autor se ter suicidado, foi redescoberta pela editora New York Review Books e tornou-se um livro de culto. Objeto estranho, mergulha as personagens num poço onde apenas a luta pela sobrevivência é real; mas é nesse poço fundo e negro que descobrimos uma ténue esperança, a procura de uma identidade, de um sentido - e a mais improvável das redenções, no amor de um pai, no amor de um homem.
Nº Páginas: 456
Sinopse:
Jack Levitt nunca teve sorte. Abandonado pelos pais ainda no berço, percorre a via crucis dos orfanatos até desembocar em Portland, onde esta história começa. Conhecemo-lo ali, no mundo subterrâneo dos salões de bilhar, a viver de uma ou outra tacada certeira, de esquemas, de enganos. Ainda não é adulto, mas já intimida, porque é grande, porque não tem medo de nada. O seu destino vai levá-lo ao encontro de outra alma perdida, Billy Lancing, um génio do bilhar, franzino, quase branco, mas não o suficiente: é negro e sofre por isso. Um e outro vão seguir caminhos diferentes: um passará pelo reformatório, o outro pelo inferno da vida em casal, até se reencontrarem anos mais tarde, na famigerada prisão de San Quentin. O relato que se segue dá corpo a um dos mais contundentes romances norte-americanos do século XX; sombrio, cruel, violento, rasga o sonho americano, abre uma ferida profunda, uma feia cicatriz. Publicado em 1966, quando Don Carpenter tinha apenas 34 anos, Chuva Pesada nasceu com o rótulo de obra-prima mal-amada - amada pelos escritores, desprezada pelo público. Já depois de o autor se ter suicidado, foi redescoberta pela editora New York Review Books e tornou-se um livro de culto. Objeto estranho, mergulha as personagens num poço onde apenas a luta pela sobrevivência é real; mas é nesse poço fundo e negro que descobrimos uma ténue esperança, a procura de uma identidade, de um sentido - e a mais improvável das redenções, no amor de um pai, no amor de um homem.
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Edição: Set 2025
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Um clássico da literatura e o mais aclamado romance de Kundera na coleção que celebra os 60 anos da Dom Quixote. «Ela olhava para ele com amor, mas temia a noite que chegava, tinha medo dos seus sonhos. A sua vida estava dividida em duas partes. A noite e o dia lutavam entre si para a dominar.» A Insustentável Leveza do Ser é seguramente um dos romances míticos do século XX, uma daquelas obras raras que alteram o modo como toda uma geração observa o mundo que a rodeia. Adaptado ao cinema por Philip Kaufman, este é um livro onde se olha, com um olhar umas vezes melancólico e conformado, outras vezes amargo e revoltado, para o destino de um país, para o destino de um continente, para o destino de uma civilização. E poucas vezes se terá tão magistralmente representado a ligação existente entre a aventura individual e a coletiva¿ Justapondo lugares distantes geograficamente, reflexões brilhantes e uma variedade de estilos, este magnífico romance representa o auge daquele que é, verdadeiramente, um dos maiores escritores de sempre. «Kundera elevou o romance de ideias a um novo nível de lirismo onírico e de intensidade emocional.» Newsweek
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Um clássico da literatura e o mais aclamado romance de Kundera na coleção que celebra os 60 anos da Dom Quixote. «Ela olhava para ele com amor, mas temia a noite que chegava, tinha medo dos seus sonhos. A sua vida estava dividida em duas partes. A noite e o dia lutavam entre si para a dominar.» A Insustentável Leveza do Ser é seguramente um dos romances míticos do século XX, uma daquelas obras raras que alteram o modo como toda uma geração observa o mundo que a rodeia. Adaptado ao cinema por Philip Kaufman, este é um livro onde se olha, com um olhar umas vezes melancólico e conformado, outras vezes amargo e revoltado, para o destino de um país, para o destino de um continente, para o destino de uma civilização. E poucas vezes se terá tão magistralmente representado a ligação existente entre a aventura individual e a coletiva¿ Justapondo lugares distantes geograficamente, reflexões brilhantes e uma variedade de estilos, este magnífico romance representa o auge daquele que é, verdadeiramente, um dos maiores escritores de sempre. «Kundera elevou o romance de ideias a um novo nível de lirismo onírico e de intensidade emocional.» Newsweek
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Edição: Set 2025
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Da maior escritora chinesa de hoje, uma história de amores cruzados e intermináveis ¿ cheia de ironia e de sonhos. Um grande romance. Neste extraordinário livro de Can Xue ¿ a maior voz da literatura chinesa atual ¿, há um conjunto completo de maridos, esposas e amantes. É uma magistral história sobre amor e identidade. Entrelaçadas em relações complicadas, muitas vezes tortuosas, estas personagens envolvem-se nas fantasias umas das outras, mantendo conversas que são «eternos jogos de adivinhação». As suas viagens revelam os reinos mais profundos do desejo humano. Em bares decadentes e ruas sinuosas da cidade, em desertos ou montanhas tingidas de neve, Can Xue cria um mundo extremo onde cada personagem tenta afastar a morte e o passado. Quem é a última amante? O romance está repleto de personagens fabulosas. Entre elas estão Joe, vendedor de uma empresa de vestuário num país ocidental desconhecido, e a sua mulher, Maria, que realiza experiências místicas com os gatos e as roseiras da casa. Reagan, cliente de Joe, tem um caso com Ida, uma funcionária da sua plantação de borracha, enquanto Vincent, dono de uma loja de roupa, foge da mulher em busca de uma mulher de negro que desaparece sucessivamente. No final do romance, acompanhamos estas personagens numa longa viagem, uma busca ingénua, desamparada e abandonada pelo amor, porque há certas coisas que não podem ser impedidas ¿ nem evitadas. «Nada nos prepara para os encantos alucinantes de A Última Amante. Can Xue guia-nos por um lugar fascinante.» The Independent «Um romance alucinante. Can Xue consegue criar uma história única e envolvente de mundos oníricos que se encontram nas suas páginas.» Publishers Weekly «Se a China merece um Nobel, esse nome é o de Can Xue.» Susan Sontag
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Da maior escritora chinesa de hoje, uma história de amores cruzados e intermináveis ¿ cheia de ironia e de sonhos. Um grande romance. Neste extraordinário livro de Can Xue ¿ a maior voz da literatura chinesa atual ¿, há um conjunto completo de maridos, esposas e amantes. É uma magistral história sobre amor e identidade. Entrelaçadas em relações complicadas, muitas vezes tortuosas, estas personagens envolvem-se nas fantasias umas das outras, mantendo conversas que são «eternos jogos de adivinhação». As suas viagens revelam os reinos mais profundos do desejo humano. Em bares decadentes e ruas sinuosas da cidade, em desertos ou montanhas tingidas de neve, Can Xue cria um mundo extremo onde cada personagem tenta afastar a morte e o passado. Quem é a última amante? O romance está repleto de personagens fabulosas. Entre elas estão Joe, vendedor de uma empresa de vestuário num país ocidental desconhecido, e a sua mulher, Maria, que realiza experiências místicas com os gatos e as roseiras da casa. Reagan, cliente de Joe, tem um caso com Ida, uma funcionária da sua plantação de borracha, enquanto Vincent, dono de uma loja de roupa, foge da mulher em busca de uma mulher de negro que desaparece sucessivamente. No final do romance, acompanhamos estas personagens numa longa viagem, uma busca ingénua, desamparada e abandonada pelo amor, porque há certas coisas que não podem ser impedidas ¿ nem evitadas. «Nada nos prepara para os encantos alucinantes de A Última Amante. Can Xue guia-nos por um lugar fascinante.» The Independent «Um romance alucinante. Can Xue consegue criar uma história única e envolvente de mundos oníricos que se encontram nas suas páginas.» Publishers Weekly «Se a China merece um Nobel, esse nome é o de Can Xue.» Susan Sontag
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Edição: Set 2025
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Setembro Negro narra o florescimento de um rapaz de 12 anos, Gigio Bellandi, durante o verão de 1972: a descoberta da música, da leitura, da inquietação, do desejo, do amor ¿ e depois, a interrupção impensável e fulminante de tudo isso. Reconstrói com precisão vívida as imagens, os cheiros, as cores e os sons que animavam aquela vida que se perdeu e, ao contrário, por ter sido sofrido sem muitas explicações, o evento irreversível que a destrói. Em redor de Gigio, misturam-se vítimas e culpados, formando uma constelação de personagens comoventes e inesquecíveis: o pai-tritão, a mãe-leoa, a irmãzinha heroica e os dois principais responsáveis pelo seu súbito florescer: o tio Giotti, misterioso, extremamente tímido e puríssimo mestre da força, e Astel Raimondi, a menina das tranças «negras como ônix negro», que chega a tempo de marcá-lo com o selo indelével do amor. A voz narrativa é a do próprio Gigio, do alto dos seus 60 anos, pois evidentemente ele conseguiu cicatrizar a ferida e seguir em frente, tornando-se assim o último dos «heróis normais», tão caros a Veronesi. Setembro Negro é também um livro sobre o poder redentor da palavra.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Setembro Negro narra o florescimento de um rapaz de 12 anos, Gigio Bellandi, durante o verão de 1972: a descoberta da música, da leitura, da inquietação, do desejo, do amor ¿ e depois, a interrupção impensável e fulminante de tudo isso. Reconstrói com precisão vívida as imagens, os cheiros, as cores e os sons que animavam aquela vida que se perdeu e, ao contrário, por ter sido sofrido sem muitas explicações, o evento irreversível que a destrói. Em redor de Gigio, misturam-se vítimas e culpados, formando uma constelação de personagens comoventes e inesquecíveis: o pai-tritão, a mãe-leoa, a irmãzinha heroica e os dois principais responsáveis pelo seu súbito florescer: o tio Giotti, misterioso, extremamente tímido e puríssimo mestre da força, e Astel Raimondi, a menina das tranças «negras como ônix negro», que chega a tempo de marcá-lo com o selo indelével do amor. A voz narrativa é a do próprio Gigio, do alto dos seus 60 anos, pois evidentemente ele conseguiu cicatrizar a ferida e seguir em frente, tornando-se assim o último dos «heróis normais», tão caros a Veronesi. Setembro Negro é também um livro sobre o poder redentor da palavra.
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Edição: Set 2025
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Emelie está farta da cidade, das revistas onde é freelancer, das noitadas, dos colegas. Sempre odiou a vida ao ar livre, mas os sintomas de burnout levam-na a refugiar-se na floresta. Monta a tenda, desliga o telemóvel, esconde-se no silêncio. Mas a jornalista dentro dela volta a despertar quando descobre naquela paisagem remota um estranho grupo: sete pessoas, homens e mulheres, de diferentes idades e etnias, que se deitam à sombra de um abeto gigante, mergulham nus no lago, se acariciam, dançam. Quem são eles? Serão felizes? Farão parte de uma seita? Intrigada, Emelie começa a escrever. Um dia, ao conhecer o mais jovem do grupo, debate-se com um dilema. Não deveria ela denunciar às autoridades A Colónia, onde aquele adolescente cresce sem contacto com a civilização, ou escola, cuidados de saúde, amigos da sua idade¿? No seu premiado romance de estreia, Annika Norlin, autora do projeto musical Hello Saferide, mostra-nos uma maneira de viver alternativa, que põe em causa a nossa, mas não toma partidos nem impõe julgamentos morais. Uma obra ¿admirável¿ e ¿de um delicado equilíbrio¿, segundo a crítica do The New York Times, A Colónia é já o maior bestseller sueco desde Um Homem Chamado Ove.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Emelie está farta da cidade, das revistas onde é freelancer, das noitadas, dos colegas. Sempre odiou a vida ao ar livre, mas os sintomas de burnout levam-na a refugiar-se na floresta. Monta a tenda, desliga o telemóvel, esconde-se no silêncio. Mas a jornalista dentro dela volta a despertar quando descobre naquela paisagem remota um estranho grupo: sete pessoas, homens e mulheres, de diferentes idades e etnias, que se deitam à sombra de um abeto gigante, mergulham nus no lago, se acariciam, dançam. Quem são eles? Serão felizes? Farão parte de uma seita? Intrigada, Emelie começa a escrever. Um dia, ao conhecer o mais jovem do grupo, debate-se com um dilema. Não deveria ela denunciar às autoridades A Colónia, onde aquele adolescente cresce sem contacto com a civilização, ou escola, cuidados de saúde, amigos da sua idade¿? No seu premiado romance de estreia, Annika Norlin, autora do projeto musical Hello Saferide, mostra-nos uma maneira de viver alternativa, que põe em causa a nossa, mas não toma partidos nem impõe julgamentos morais. Uma obra ¿admirável¿ e ¿de um delicado equilíbrio¿, segundo a crítica do The New York Times, A Colónia é já o maior bestseller sueco desde Um Homem Chamado Ove.
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