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Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Em 1937 Ernest Hemingway viajou para Madrid, com o intuito de aí realizar algumas reportagens sobre a resistência do governo legítimo de Espanha ao avanço dos revoltosos fascistas. Três anos mais tarde, concluiria a elaboração de um dos mais famosos romances sobre a Guerra Civil de Espanha, Por Quem os Sinos Dobram._x000D_ _x000D_ A história de Robert Jordan, um jovem americano das Brigadas Internacionais, membro de uma unidade guerrilheira que combate algures numa zona montanhosa, é um relato de coragem e lealdade, de amor e derrota, que acabou por constituir um dos mais belos romances de guerra do século XX._x000D_ _x000D_ «Se a função de um escritor é revelar a realidade», escreveria o editor Maxwell Perkins em carta dirigida a Hemingway após ter concluído a leitura do seu manuscrito, «nunca ninguém o fez melhor do que você.»
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Em 1937 Ernest Hemingway viajou para Madrid, com o intuito de aí realizar algumas reportagens sobre a resistência do governo legítimo de Espanha ao avanço dos revoltosos fascistas. Três anos mais tarde, concluiria a elaboração de um dos mais famosos romances sobre a Guerra Civil de Espanha, Por Quem os Sinos Dobram._x000D_ _x000D_ A história de Robert Jordan, um jovem americano das Brigadas Internacionais, membro de uma unidade guerrilheira que combate algures numa zona montanhosa, é um relato de coragem e lealdade, de amor e derrota, que acabou por constituir um dos mais belos romances de guerra do século XX._x000D_ _x000D_ «Se a função de um escritor é revelar a realidade», escreveria o editor Maxwell Perkins em carta dirigida a Hemingway após ter concluído a leitura do seu manuscrito, «nunca ninguém o fez melhor do que você.»
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Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 232
Sinopse:
O festival literário que há já muitos anos se realiza, com uma regularidade religiosamente anual e sempre no mês de fevereiro, na Póvoa de Varzim e que dá pelo nome de Correntes d’Escritas, tornou-se rapidamente uma espécie de modelo, replicado hoje em muitas localidades portuguesas. Sob o manto acolhedor da respetiva Câmara Municipal, lá se reúnem todos os anos dezenas, atualmente mais de uma centena de personalidades ligadas ao livro e à literatura, com forte predominância de escritores. Muitos deles são portugueses, mas há-os também vindos da África de língua portuguesa, do Brasil, de Espanha e da América Latina. Germano Almeida, o autor de O Testamento do Sr. Napomuceno da Silva Araújo, tem sido um frequentador assíduo. Observador minucioso, atraído sobretudo pelas particularidades de cada qual, precisou apenas da sugestão de um outro participante para encarar aquele ambiente das Correntes como o cenário ideal de um crime. E imediatamente começou a nascer na sua cabeça esta obra que agora se dá ao público: Crime nas Correntes d’Escritas. Com a mesma agilidade com que compôs a sua Trilogia do Mindelo ou o romance Os Dois Irmãos, Germano Almeida dá-nos, com este seu novo romance, uma história bem-humorada, muito divertida e, diga-se também, muito realista, que retrata como se comportam os escritores quando se reúnem para discutir literatura.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
O festival literário que há já muitos anos se realiza, com uma regularidade religiosamente anual e sempre no mês de fevereiro, na Póvoa de Varzim e que dá pelo nome de Correntes d’Escritas, tornou-se rapidamente uma espécie de modelo, replicado hoje em muitas localidades portuguesas. Sob o manto acolhedor da respetiva Câmara Municipal, lá se reúnem todos os anos dezenas, atualmente mais de uma centena de personalidades ligadas ao livro e à literatura, com forte predominância de escritores. Muitos deles são portugueses, mas há-os também vindos da África de língua portuguesa, do Brasil, de Espanha e da América Latina. Germano Almeida, o autor de O Testamento do Sr. Napomuceno da Silva Araújo, tem sido um frequentador assíduo. Observador minucioso, atraído sobretudo pelas particularidades de cada qual, precisou apenas da sugestão de um outro participante para encarar aquele ambiente das Correntes como o cenário ideal de um crime. E imediatamente começou a nascer na sua cabeça esta obra que agora se dá ao público: Crime nas Correntes d’Escritas. Com a mesma agilidade com que compôs a sua Trilogia do Mindelo ou o romance Os Dois Irmãos, Germano Almeida dá-nos, com este seu novo romance, uma história bem-humorada, muito divertida e, diga-se também, muito realista, que retrata como se comportam os escritores quando se reúnem para discutir literatura.
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Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Uma ditadura, que durava há mais de quatro décadas, caiu em menos de 24 horas. que revolução era esta onde não morria quase ninguém? Onde jovens capitães faziam causa comum com as classes populares e as ruas se enchiam de povo em festa? Derrotada a via autoritária de Spínola, a 28 de Setembro e a 11 de Março, e resolvida a questão colonial, duas legitimidades não tardaram a entrar em confronto: a das novas instituições democráticas e a revolucionária. A Assembleia Constituinte será cercada e o Governo sequestrado. Os soldados do Regimento de Artilharia de Lisboa farão um juramento de bandeira de punho erguido, declarando-se «ao lado do povo e ao serviço da classe operária», a embaixada de Espanha será saqueada e o Conselho da Revolução mandará detonar os emissores da Rádio Renascença. Isto enquanto uma direita não tão democrática como isso se empenhava na contra-revolução armada. Na espiral revolucionária de 1974 e 1975, Portugal parecia um manicómio em autogestão, mas, pelo menos transitoriamente, foi o povo quem fez a História. Breve História do PREC traça o retrato dessa época frenética e recorda a sua cronologia.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Uma ditadura, que durava há mais de quatro décadas, caiu em menos de 24 horas. que revolução era esta onde não morria quase ninguém? Onde jovens capitães faziam causa comum com as classes populares e as ruas se enchiam de povo em festa? Derrotada a via autoritária de Spínola, a 28 de Setembro e a 11 de Março, e resolvida a questão colonial, duas legitimidades não tardaram a entrar em confronto: a das novas instituições democráticas e a revolucionária. A Assembleia Constituinte será cercada e o Governo sequestrado. Os soldados do Regimento de Artilharia de Lisboa farão um juramento de bandeira de punho erguido, declarando-se «ao lado do povo e ao serviço da classe operária», a embaixada de Espanha será saqueada e o Conselho da Revolução mandará detonar os emissores da Rádio Renascença. Isto enquanto uma direita não tão democrática como isso se empenhava na contra-revolução armada. Na espiral revolucionária de 1974 e 1975, Portugal parecia um manicómio em autogestão, mas, pelo menos transitoriamente, foi o povo quem fez a História. Breve História do PREC traça o retrato dessa época frenética e recorda a sua cronologia.
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Edição: Jun 2022
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Quando um jovem professor decide aceitar a mão que o destino lhe estende, longe está de imaginar que, desse momento em diante, de mero espectador passará a narrador e personagem da sua própria vida. Na aldeia dos avós, no Alentejo mais profundo, Joaquim Baiôa, velho faz-tudo, decidiu recuperar as casas que os proprietários haviam votado ao abandono e assim reabilitar Gorda-e-Feia, antes que a morte a venha reclamar. Eis, pois, o pretexto ideal para uma pausa no ensino e o sossegar de um quotidiano apressado imposto pela modernidade. Mas, em Gorda-e-Feia, a morte insiste em sair à rua, e a pacatez por que o jovem professor ansiava torna-se um tempo à míngua, enquanto, juntamente com Baiôa, tenta lutar contra a desertificação de um mundo condenado. Num romance que tanto tem de poético como de irónico, repleto de personagens memoráveis e de exuberância imaginativa, e construído como uma teia que se adensa ao ritmo da leitura, Rui Couceiro põe frente a frente dois mundos antagónicos, o urbano e o rural, e duas gerações que se encontram a meio caminho, sobre o pó que ali se tinge de vermelho, o mais novo à espera, o mais velho sem data para morrer.
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Quando um jovem professor decide aceitar a mão que o destino lhe estende, longe está de imaginar que, desse momento em diante, de mero espectador passará a narrador e personagem da sua própria vida. Na aldeia dos avós, no Alentejo mais profundo, Joaquim Baiôa, velho faz-tudo, decidiu recuperar as casas que os proprietários haviam votado ao abandono e assim reabilitar Gorda-e-Feia, antes que a morte a venha reclamar. Eis, pois, o pretexto ideal para uma pausa no ensino e o sossegar de um quotidiano apressado imposto pela modernidade. Mas, em Gorda-e-Feia, a morte insiste em sair à rua, e a pacatez por que o jovem professor ansiava torna-se um tempo à míngua, enquanto, juntamente com Baiôa, tenta lutar contra a desertificação de um mundo condenado. Num romance que tanto tem de poético como de irónico, repleto de personagens memoráveis e de exuberância imaginativa, e construído como uma teia que se adensa ao ritmo da leitura, Rui Couceiro põe frente a frente dois mundos antagónicos, o urbano e o rural, e duas gerações que se encontram a meio caminho, sobre o pó que ali se tinge de vermelho, o mais novo à espera, o mais velho sem data para morrer.
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Edição: Fev 2022
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Orão é um lugar de sangue quente, cheio de superstições, habitado por personagens memoráveis como a benzedeira Xêpa Alma, o corrupto alcaide Heitor Raimundo ou o diligente boticário Zaqueu Soeiro. Destaca-se, entre eles, Juvenal Papisco, um padre de temperamento espontâneo e cru que sucumbe sem pudor aos prazeres e às imperfeições e que não suporta as injustiças que se perpetuam em Orão, avivadas pelo predomínio dos senhores de sempre. Quando o jornal clandestino "A Trama" acusa Ismael Macho de andar metido com a mulher de outro, todos temem uma desgraça, e Ismael acaba mesmo por morrer durante a procissão da Virgem Santíssima, em circunstâncias estranhas. Todos as suspeitas recaem sobre o marido enganado, mas este nem à força de porrada admite a autoria do crime, para desespero do coronel Moniz. "Os segredos de Juvenal Papisco" é um romance de estreia memorável, que com uma fina ironia e um apurado sentido caricatural se apresenta como uma metáfora social, expondo a traição, a urdidura política, as fraquezas da justiça, o espaço conjugal como campo de sonhos e de utopias e as mezinhas respondendo ao que a medicina não pode.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Orão é um lugar de sangue quente, cheio de superstições, habitado por personagens memoráveis como a benzedeira Xêpa Alma, o corrupto alcaide Heitor Raimundo ou o diligente boticário Zaqueu Soeiro. Destaca-se, entre eles, Juvenal Papisco, um padre de temperamento espontâneo e cru que sucumbe sem pudor aos prazeres e às imperfeições e que não suporta as injustiças que se perpetuam em Orão, avivadas pelo predomínio dos senhores de sempre. Quando o jornal clandestino "A Trama" acusa Ismael Macho de andar metido com a mulher de outro, todos temem uma desgraça, e Ismael acaba mesmo por morrer durante a procissão da Virgem Santíssima, em circunstâncias estranhas. Todos as suspeitas recaem sobre o marido enganado, mas este nem à força de porrada admite a autoria do crime, para desespero do coronel Moniz. "Os segredos de Juvenal Papisco" é um romance de estreia memorável, que com uma fina ironia e um apurado sentido caricatural se apresenta como uma metáfora social, expondo a traição, a urdidura política, as fraquezas da justiça, o espaço conjugal como campo de sonhos e de utopias e as mezinhas respondendo ao que a medicina não pode.
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Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Delicadíssima história de uma criança em torno da ansiedade por uma resposta de Deus. Retrato de um Portugal recôndito ao tempo da Revolução dos Cravos que nos conta como em lugares pequenos as ideias maiores são relativamente intemporais e o que acontece ignora largamente o tempo exacto do mundo. O belo livro de estreia de valter hugo mãe é uma fulgurante prova de imaginação e beleza. Entre a profunda ternura e a difícil aprendizagem da vida, cada dia é um esforço para que se prove a existência do milagre de se ser alguém.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Delicadíssima história de uma criança em torno da ansiedade por uma resposta de Deus. Retrato de um Portugal recôndito ao tempo da Revolução dos Cravos que nos conta como em lugares pequenos as ideias maiores são relativamente intemporais e o que acontece ignora largamente o tempo exacto do mundo. O belo livro de estreia de valter hugo mãe é uma fulgurante prova de imaginação e beleza. Entre a profunda ternura e a difícil aprendizagem da vida, cada dia é um esforço para que se prove a existência do milagre de se ser alguém.
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Edição: Jul 2011
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Numa pequena vila siciliana, um jornalista pede uma entrevista a uma freira enigmática: ela é Nancy Pertinace, outrora figura pública de Nova Iorque e candidata a mayor da cidade. Ao longo de vários dias, Nancy fará revelações surpreendentes sobre o seu passado e sobre os motivos que a levaram a refugiar-se nos confins daquela ilha. Porém, nem sempre o que é revelado é absoluto e há mais sombras no seu presente do que se possa imaginar…. Sveva Casati Modignani assina aqui um romance empolgante, que já foi adaptado à televisão.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Numa pequena vila siciliana, um jornalista pede uma entrevista a uma freira enigmática: ela é Nancy Pertinace, outrora figura pública de Nova Iorque e candidata a mayor da cidade. Ao longo de vários dias, Nancy fará revelações surpreendentes sobre o seu passado e sobre os motivos que a levaram a refugiar-se nos confins daquela ilha. Porém, nem sempre o que é revelado é absoluto e há mais sombras no seu presente do que se possa imaginar…. Sveva Casati Modignani assina aqui um romance empolgante, que já foi adaptado à televisão.
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Edição: Mar 2022
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Vermelho-coral: uma cor que fala de paixão. Como aquela que percorre esta história intensa, dominada por uma protagonista determinada a concretizar os seus sonhos sem se trair a si própria. Na Milão do pós-guerra, Liliana Corti e os seus três irmãos crescem no seio de uma família singularmente unida. Com os pais aprendeu a manter a dignidade e a reivindicar os seus direitos numa sociedade que menospreza os elementos mais fracos. No entanto, os tempos estão a mudar, e rapidamente chegam os anos do boom económico, da contestação, os dias negros do terrorismo, das relações privilegiadas entre a política e os negócios... Liliana, com empenho e sacrifício, constrói uma carreira profissional brilhante, que consegue conciliar com a vida familiar graças à ajuda do marido, um homem carinhoso, compreensivo e disponível. O que não a impede de, por um momento, acalentar a ideia de se entregar a outro homem e sentir na própria pele a loucura brutal dos que pretendem mudar o mundo pela força das armas. Assiste, desorientada, ao fim da sua longa carreira, mas, uma vez mais, consegue sair vencedora dessa batalha. Com alguma sorte e muita força de vontade, também os seus irmãos conseguem triunfar na vida. Mas a verdadeira força dos Corti está na sua coerência intelectual, reforçada pelos valores que lhes foram inculcados desde cedo e que serão decisivos nos seus destinos. Relatando uma vida vivida com coragem, através de relações de amor e ódio, de momentos de fragilidade e coragem, de acontecimentos passados na História de Itália, Sveva Casati Modignani constrói um grande romance com um forte impacto narrativo, capaz, ao mesmo tempo, de comover os leitores e de os fazer refletir e sonhar.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Vermelho-coral: uma cor que fala de paixão. Como aquela que percorre esta história intensa, dominada por uma protagonista determinada a concretizar os seus sonhos sem se trair a si própria. Na Milão do pós-guerra, Liliana Corti e os seus três irmãos crescem no seio de uma família singularmente unida. Com os pais aprendeu a manter a dignidade e a reivindicar os seus direitos numa sociedade que menospreza os elementos mais fracos. No entanto, os tempos estão a mudar, e rapidamente chegam os anos do boom económico, da contestação, os dias negros do terrorismo, das relações privilegiadas entre a política e os negócios... Liliana, com empenho e sacrifício, constrói uma carreira profissional brilhante, que consegue conciliar com a vida familiar graças à ajuda do marido, um homem carinhoso, compreensivo e disponível. O que não a impede de, por um momento, acalentar a ideia de se entregar a outro homem e sentir na própria pele a loucura brutal dos que pretendem mudar o mundo pela força das armas. Assiste, desorientada, ao fim da sua longa carreira, mas, uma vez mais, consegue sair vencedora dessa batalha. Com alguma sorte e muita força de vontade, também os seus irmãos conseguem triunfar na vida. Mas a verdadeira força dos Corti está na sua coerência intelectual, reforçada pelos valores que lhes foram inculcados desde cedo e que serão decisivos nos seus destinos. Relatando uma vida vivida com coragem, através de relações de amor e ódio, de momentos de fragilidade e coragem, de acontecimentos passados na História de Itália, Sveva Casati Modignani constrói um grande romance com um forte impacto narrativo, capaz, ao mesmo tempo, de comover os leitores e de os fazer refletir e sonhar.
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Edição: Jan 2022
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Um famoso futebolista do FC Porto é assassinado num bar irlandês em plena Foz. Para Jaime Ramos, inspetor da Polícia Judiciária do Porto, e Filipe Castanheira, que interrompe um exílio autoimposto nos Açores, há vários implicados no crime: Alexandra, a mulher da vítima, Susana, casada com outro futebolista e amante do morto, Serafim, o amante da amante, e outras figuras mais ou menos sombrias que evocam as relações obscuras do mundo do futebol. Enquanto as investigações decorrem, vão emergindo as muitas paixões que envolvem todas as personagens — a de Jaime Ramos e de Filipe Castanheira pela comida; a de Jorge Alonso, o dono do bar irlandês, pela Irlanda, e de quase todos pelo futebol – suposto móbil do livro. São essas paixões que acabam por dar sentido à falta de sentido da vida. Este é o romance onde, em 1991, aparecia pela primeira vez o inspetor Jaime Ramos — que, ao longo de trinta anos, tem sido personagem de livros como Longe de Manaus, A Luz de Pequim ou O Mar em Casablanca, ou A Poeira que Cai Sobre a Terra e Outras Histórias de Jaime Ramos, entre outros.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Um famoso futebolista do FC Porto é assassinado num bar irlandês em plena Foz. Para Jaime Ramos, inspetor da Polícia Judiciária do Porto, e Filipe Castanheira, que interrompe um exílio autoimposto nos Açores, há vários implicados no crime: Alexandra, a mulher da vítima, Susana, casada com outro futebolista e amante do morto, Serafim, o amante da amante, e outras figuras mais ou menos sombrias que evocam as relações obscuras do mundo do futebol. Enquanto as investigações decorrem, vão emergindo as muitas paixões que envolvem todas as personagens — a de Jaime Ramos e de Filipe Castanheira pela comida; a de Jorge Alonso, o dono do bar irlandês, pela Irlanda, e de quase todos pelo futebol – suposto móbil do livro. São essas paixões que acabam por dar sentido à falta de sentido da vida. Este é o romance onde, em 1991, aparecia pela primeira vez o inspetor Jaime Ramos — que, ao longo de trinta anos, tem sido personagem de livros como Longe de Manaus, A Luz de Pequim ou O Mar em Casablanca, ou A Poeira que Cai Sobre a Terra e Outras Histórias de Jaime Ramos, entre outros.
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Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 232
Sinopse:
O que leva um homem a descer de um comboio antes do fim da viagem e ir esconder-se numa cidadezinha decadente? Um desejo de recomeço ou a necessidade de acabar de vez com a vida? Pablo, o protagonista em fuga, é conduzido pelo destino a Pozonegro, um antigo centro de extração de carvão que é hoje uma localidade moribunda. No entanto, há humor nesta cidade triste e maldita, porque a vida é feita de alegria. E de segredos, claro. Todos os habitantes de Pozonegro possuem o seu. Alguns são apenas ridículos. Outros, sombrios e muito perigosos. Há gente que finge ser quem não é ou que esconde a sua verdadeira motivação, num intrincado jogo de espelhos; e há também a luminosa, imperfeita e um pouco louca Raluca, que pinta quadros e cuja vida se cruza com a de Pablo. Um romance sobre o bem e o mal, uma radiografia dos anseios humanos – medo e serenidade, culpa e redenção, ódio e desejo –, uma história de um amor terno e febril, A Boa Sorte espelha, sobretudo, um profundo amor à vida. No fim de contas, depois de cada perda, pode haver um recomeço. Porque a sorte só é boa se assim o decidirmos.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
O que leva um homem a descer de um comboio antes do fim da viagem e ir esconder-se numa cidadezinha decadente? Um desejo de recomeço ou a necessidade de acabar de vez com a vida? Pablo, o protagonista em fuga, é conduzido pelo destino a Pozonegro, um antigo centro de extração de carvão que é hoje uma localidade moribunda. No entanto, há humor nesta cidade triste e maldita, porque a vida é feita de alegria. E de segredos, claro. Todos os habitantes de Pozonegro possuem o seu. Alguns são apenas ridículos. Outros, sombrios e muito perigosos. Há gente que finge ser quem não é ou que esconde a sua verdadeira motivação, num intrincado jogo de espelhos; e há também a luminosa, imperfeita e um pouco louca Raluca, que pinta quadros e cuja vida se cruza com a de Pablo. Um romance sobre o bem e o mal, uma radiografia dos anseios humanos – medo e serenidade, culpa e redenção, ódio e desejo –, uma história de um amor terno e febril, A Boa Sorte espelha, sobretudo, um profundo amor à vida. No fim de contas, depois de cada perda, pode haver um recomeço. Porque a sorte só é boa se assim o decidirmos.
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Edição: Mai 2021
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Nacala, 23 de abril de 1971. Um navio da Marinha mercante portuguesa parte desse porto moçambicano com destino a Porto Amélia (hoje, Pemba). A bordo leva a tripulação e um civil, num total de vinte e quatro almas, bem como um importante carregamento de material de guerra destinado ao Exército português no Ultramar. No dia seguinte, de madrugada, um petroleiro encontra esse mesmo navio, de seu nome Angoche, à deriva, incendiado e sem ninguém a bordo, como se de um navio-fantasma se tratasse. De imediato, a PIDE/DGS abre um inquérito. Os relatórios iniciais mencionam duas explosões, e as teorias para o que aconteceu surgem em catadupa. Não faltam presumíveis culpados a quem apontar o dedo, mas não há provas. Para adensar o mistério, na noite do desaparecimento do Angoche, uma portuguesa, que trabalhava num cabaré da cidade da Beira e é tida como amante de um oficial da Marinha, cai de um edifício. Suicídio ou assassinato, as circunstâncias da sua morte nunca são verdadeiramente esclarecidas, e a dúvida paira… Depois do 25 de Abril, os relatórios da PIDE/DGS desaparecem. A carcaça do navio, ancorado no porto de Lourenço Marques, acaba por ser afundada. Se testemunhas houve, não falam. Estes são os factos. A partir deles, Carlos Vale Ferraz constrói um romance puramente ficcional, embora essencial e certeiro, sobre moralidade e heroísmo; e onde se demonstra como a imagem de um país se pode construir, não de verdade e justiça, mas da glorificação dos seus mais vergonhosos feitos.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Nacala, 23 de abril de 1971. Um navio da Marinha mercante portuguesa parte desse porto moçambicano com destino a Porto Amélia (hoje, Pemba). A bordo leva a tripulação e um civil, num total de vinte e quatro almas, bem como um importante carregamento de material de guerra destinado ao Exército português no Ultramar. No dia seguinte, de madrugada, um petroleiro encontra esse mesmo navio, de seu nome Angoche, à deriva, incendiado e sem ninguém a bordo, como se de um navio-fantasma se tratasse. De imediato, a PIDE/DGS abre um inquérito. Os relatórios iniciais mencionam duas explosões, e as teorias para o que aconteceu surgem em catadupa. Não faltam presumíveis culpados a quem apontar o dedo, mas não há provas. Para adensar o mistério, na noite do desaparecimento do Angoche, uma portuguesa, que trabalhava num cabaré da cidade da Beira e é tida como amante de um oficial da Marinha, cai de um edifício. Suicídio ou assassinato, as circunstâncias da sua morte nunca são verdadeiramente esclarecidas, e a dúvida paira… Depois do 25 de Abril, os relatórios da PIDE/DGS desaparecem. A carcaça do navio, ancorado no porto de Lourenço Marques, acaba por ser afundada. Se testemunhas houve, não falam. Estes são os factos. A partir deles, Carlos Vale Ferraz constrói um romance puramente ficcional, embora essencial e certeiro, sobre moralidade e heroísmo; e onde se demonstra como a imagem de um país se pode construir, não de verdade e justiça, mas da glorificação dos seus mais vergonhosos feitos.
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Edição: Mar 2021
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Dublin, 1918. Numa Irlanda duplamente devastada pela guerra e doenças, a enfermeira Julia Power trabalha num hospital sobrelotado e com falta de pessoal, onde grávidas que contraíram uma gripe desconhecida são colocadas em quarentena. Neste contexto já bastante difícil de gerir, Julia terá ainda de lidar com duas mulheres enigmáticas: a Dra. Kathleen Lynn, procurada pela polícia por ser uma líder revolucionária do Sinn Féin, e uma jovem ajudante voluntária sem experiência de enfermagem, Bridie Sweeney. É numa enfermaria minúscula, escura e sem condições, que estas mulheres vão lutar contra uma pandemia desconhecida, perder pacientes, mas também trazer novas vidas ao mundo. No meio da devastação, histórias de amor e humanidade no dia a dia de mães e cuidadoras que, de várias formas, acabam por cumprir missões quase impossíveis.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Dublin, 1918. Numa Irlanda duplamente devastada pela guerra e doenças, a enfermeira Julia Power trabalha num hospital sobrelotado e com falta de pessoal, onde grávidas que contraíram uma gripe desconhecida são colocadas em quarentena. Neste contexto já bastante difícil de gerir, Julia terá ainda de lidar com duas mulheres enigmáticas: a Dra. Kathleen Lynn, procurada pela polícia por ser uma líder revolucionária do Sinn Féin, e uma jovem ajudante voluntária sem experiência de enfermagem, Bridie Sweeney. É numa enfermaria minúscula, escura e sem condições, que estas mulheres vão lutar contra uma pandemia desconhecida, perder pacientes, mas também trazer novas vidas ao mundo. No meio da devastação, histórias de amor e humanidade no dia a dia de mães e cuidadoras que, de várias formas, acabam por cumprir missões quase impossíveis.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Pieta tem um segredo. Há 10 anos, Pieta foi raptada por um homem que se autointitulava "O Assassino da Venda", e que prometeu não a matar se mantivesse os olhos fechados por 48 horas. Pieta nunca contou a ninguém o que lhe aconteceu, decidindo seguir com a sua vida como se nada se tivesse passado. Mas quando "O Assassino da Venda" começa a perseguir as vítimas sobreviventes, Pieta percebe que terá de revelar o seu segredo para salvar a própria vida... Jody tem um segredo Há 15 anos, Jody, polícia, cometeu um erro terrível que permitiu que o criminoso em série conhecido como "O Assassino da Venda" escapasse em liberdade. Ao descobrir que a jornalista Pieta sobreviveu a um ataque desse mesmo homem, Jody percebe que talvez tenha encontrado uma forma de o apanhar. Mas essa decisão poderá colocar a vida de duas pessoas inocentes em risco... Pieta e Jody mantiveram o silêncio para se protegerem. Se o revelarem agora, estarão a salvar ou a sacrificar alguém? O novo e emocionante thriller da autora de a filha da minha melhor amiga
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Pieta tem um segredo. Há 10 anos, Pieta foi raptada por um homem que se autointitulava "O Assassino da Venda", e que prometeu não a matar se mantivesse os olhos fechados por 48 horas. Pieta nunca contou a ninguém o que lhe aconteceu, decidindo seguir com a sua vida como se nada se tivesse passado. Mas quando "O Assassino da Venda" começa a perseguir as vítimas sobreviventes, Pieta percebe que terá de revelar o seu segredo para salvar a própria vida... Jody tem um segredo Há 15 anos, Jody, polícia, cometeu um erro terrível que permitiu que o criminoso em série conhecido como "O Assassino da Venda" escapasse em liberdade. Ao descobrir que a jornalista Pieta sobreviveu a um ataque desse mesmo homem, Jody percebe que talvez tenha encontrado uma forma de o apanhar. Mas essa decisão poderá colocar a vida de duas pessoas inocentes em risco... Pieta e Jody mantiveram o silêncio para se protegerem. Se o revelarem agora, estarão a salvar ou a sacrificar alguém? O novo e emocionante thriller da autora de a filha da minha melhor amiga
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 440
Sinopse:
Benjamin Zarco e o seu primo Shelly foram os únicos membros da família a escapar ao Holocausto. Cada um à sua maneira, ambos carregam o fardo de ter sobrevivido a todos os outros. Benjamin recusa-se a falar do passado, procurando as respostas na cabala, que estuda com avidez, em busca daquilo a que chama os fios invisíveis que tudo ligam. E Shelly refugia-se numa hipersexualidade, seu único subterfúgio para calar os fantasmas que o atormentam. Construído como um mosaico e dividido em seis peças, Os dez espelhos de Benjamin Zarco entretecem-se entre 1944, com a história de Ewa Armbruster, professora de piano cristã que arrisca a vida para esconder Benni em sua casa, e 2018, com o testemunho do filho de Benjamin acerca do manuscrito de Berequias Zarco, herança do pai, talvez a chave para compreender a razão por que Benjamin e Shelly se salvaram e o vínculo único que os une. Um romance profundamente comovente e redentor, com personagens inesquecíveis. Uma ode à solidariedade, ao heroísmo e ao tipo de amor capaz de ultrapassar todas as barreiras, temporais e geográficas.
Nº Páginas: 440
Sinopse:
Benjamin Zarco e o seu primo Shelly foram os únicos membros da família a escapar ao Holocausto. Cada um à sua maneira, ambos carregam o fardo de ter sobrevivido a todos os outros. Benjamin recusa-se a falar do passado, procurando as respostas na cabala, que estuda com avidez, em busca daquilo a que chama os fios invisíveis que tudo ligam. E Shelly refugia-se numa hipersexualidade, seu único subterfúgio para calar os fantasmas que o atormentam. Construído como um mosaico e dividido em seis peças, Os dez espelhos de Benjamin Zarco entretecem-se entre 1944, com a história de Ewa Armbruster, professora de piano cristã que arrisca a vida para esconder Benni em sua casa, e 2018, com o testemunho do filho de Benjamin acerca do manuscrito de Berequias Zarco, herança do pai, talvez a chave para compreender a razão por que Benjamin e Shelly se salvaram e o vínculo único que os une. Um romance profundamente comovente e redentor, com personagens inesquecíveis. Uma ode à solidariedade, ao heroísmo e ao tipo de amor capaz de ultrapassar todas as barreiras, temporais e geográficas.
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Edição: Fev 2014
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Indiana e Amanda Jackson sempre se apoiaram uma à outra. No entanto, mãe e filha não poderiam ser mais diferentes. Indiana, uma bela terapeuta holística, valoriza a bondade e a liberdade de espírito. Há muito divorciada do pai de Amanda, resiste a comprometer-se em definitivo com qualquer um dos homens que a deseja: Alan, membro de uma família da elite de São Francisco, e Ryan, um enigmático ex-navy seal marcado pelos horrores da guerra._x000D_ Enquanto a mãe vê sempre o melhor nas pessoas, Amanda sente-se fascinada pelo lado obscuro da natureza humana. Brilhante e introvertida, a jovem é uma investigadora nata, viciada em livros policiais e em Ripper, um jogo de mistério online em que ela participa com outros adolescentes espalhados pelo mundo e com o avô, com quem mantém uma relação de estreita cumplicidade./ _x000D_ Quando uma série de homicídios ocorre em São Francisco, os membros de Ripper encontram terreno para saírem das investigações virtuais, descobrindo, bem antes da polícia, a existência de uma ligação entre os crimes. No momento em que Indiana desaparece, o caso torna-se pessoal, e Amanda tentará deslindar o mistério antes que seja demasiado tarde.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Indiana e Amanda Jackson sempre se apoiaram uma à outra. No entanto, mãe e filha não poderiam ser mais diferentes. Indiana, uma bela terapeuta holística, valoriza a bondade e a liberdade de espírito. Há muito divorciada do pai de Amanda, resiste a comprometer-se em definitivo com qualquer um dos homens que a deseja: Alan, membro de uma família da elite de São Francisco, e Ryan, um enigmático ex-navy seal marcado pelos horrores da guerra._x000D_ Enquanto a mãe vê sempre o melhor nas pessoas, Amanda sente-se fascinada pelo lado obscuro da natureza humana. Brilhante e introvertida, a jovem é uma investigadora nata, viciada em livros policiais e em Ripper, um jogo de mistério online em que ela participa com outros adolescentes espalhados pelo mundo e com o avô, com quem mantém uma relação de estreita cumplicidade./ _x000D_ Quando uma série de homicídios ocorre em São Francisco, os membros de Ripper encontram terreno para saírem das investigações virtuais, descobrindo, bem antes da polícia, a existência de uma ligação entre os crimes. No momento em que Indiana desaparece, o caso torna-se pessoal, e Amanda tentará deslindar o mistério antes que seja demasiado tarde.
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Edição: Jan 2012
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Ao acordar em sobressalto naquela noite de junho de 1848, a jovem Benedita não podia imaginar a transformação radical que a sua vida iria sofrer. Um ano volvido, tendo perdido tudo o que a prendia a Pernambuco, embarcava com escassos haveres e o coração apertado em direção a Moçâmedes. Consigo seguia mais de uma centena de portugueses que, desiludidos com o Brasil, procuravam uma nova oportunidade, fundando uma colónia agrícola do outro lado do Atlântico. Uma Fazenda em África acompanha a vida e as histórias dos primeiros colonos numa terra brutal, trazendo à superfície os sucessos e desaires, os perigos e as surpresas da sua fixação num território inóspito e selvagem. Baseado numa investigação histórica meticulosa e tendo como pano de fundo a colonização de Moçâmedes, este novo romance de João Pedro Marques leva-nos por uma África simultaneamente enternecedora e inclemente, carregada de exotismo e em cujos trilhos a aventura e o amor caminham de mãos dadas.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Ao acordar em sobressalto naquela noite de junho de 1848, a jovem Benedita não podia imaginar a transformação radical que a sua vida iria sofrer. Um ano volvido, tendo perdido tudo o que a prendia a Pernambuco, embarcava com escassos haveres e o coração apertado em direção a Moçâmedes. Consigo seguia mais de uma centena de portugueses que, desiludidos com o Brasil, procuravam uma nova oportunidade, fundando uma colónia agrícola do outro lado do Atlântico. Uma Fazenda em África acompanha a vida e as histórias dos primeiros colonos numa terra brutal, trazendo à superfície os sucessos e desaires, os perigos e as surpresas da sua fixação num território inóspito e selvagem. Baseado numa investigação histórica meticulosa e tendo como pano de fundo a colonização de Moçâmedes, este novo romance de João Pedro Marques leva-nos por uma África simultaneamente enternecedora e inclemente, carregada de exotismo e em cujos trilhos a aventura e o amor caminham de mãos dadas.
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Edição: Jan 2023
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Conheça o pior vizinho do mundo Ove não é o típico vizinho com quem nos apeteça cruzar na rua. É um velho solitário e antipático que não gosta de pessoas. Afinal, hoje em dia ninguém respeita os sinais de trânsito, sabe fazer reciclagem corretamente, trocar um pneu ou sequer conhece os vários tipos de chaves de fendas que existem. Isto já para não falar sobre como preparar um café de cafeteira como deve ser! Ninguém está disposto a assumir responsabilidades. Não, agora é só facilitismos… está tudo na Internet e o café degusta-se instantâneo. Como se não bastasse, perdeu a única pessoa que dava cor aos seus dias. E em troca ganha uns estranhos vizinhos, vindos sabe-se lá de que planeta, que parecem destinados a intrometerem-se no grande plano que Ove tem para a sua vida. Ou para o fim dela. É que por detrás do homem carrancudo há uma história de solidão e tristeza. Mas uma série de circunstâncias fortuitas irá devolver-lhe aos poucos a fé na humanidade. E, ao mesmo tempo, as pessoas que o rodeiam começam a perceber que o bairro não seria o mesmo sem Ove. Seria um lugar mais frio, menos solidário e, por mais estranho que pareça, também muito menos divertido. Peculiar e agridoce, enternecedor e hilariante, garantidamente capaz de nos fazer ir às lágrimas a cada página, Um Homem chamado Ove é já um clássico dos tempos modernos. «Caloroso, divertido e quase insuportavelmente comovente.» Daily Mail
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Conheça o pior vizinho do mundo Ove não é o típico vizinho com quem nos apeteça cruzar na rua. É um velho solitário e antipático que não gosta de pessoas. Afinal, hoje em dia ninguém respeita os sinais de trânsito, sabe fazer reciclagem corretamente, trocar um pneu ou sequer conhece os vários tipos de chaves de fendas que existem. Isto já para não falar sobre como preparar um café de cafeteira como deve ser! Ninguém está disposto a assumir responsabilidades. Não, agora é só facilitismos… está tudo na Internet e o café degusta-se instantâneo. Como se não bastasse, perdeu a única pessoa que dava cor aos seus dias. E em troca ganha uns estranhos vizinhos, vindos sabe-se lá de que planeta, que parecem destinados a intrometerem-se no grande plano que Ove tem para a sua vida. Ou para o fim dela. É que por detrás do homem carrancudo há uma história de solidão e tristeza. Mas uma série de circunstâncias fortuitas irá devolver-lhe aos poucos a fé na humanidade. E, ao mesmo tempo, as pessoas que o rodeiam começam a perceber que o bairro não seria o mesmo sem Ove. Seria um lugar mais frio, menos solidário e, por mais estranho que pareça, também muito menos divertido. Peculiar e agridoce, enternecedor e hilariante, garantidamente capaz de nos fazer ir às lágrimas a cada página, Um Homem chamado Ove é já um clássico dos tempos modernos. «Caloroso, divertido e quase insuportavelmente comovente.» Daily Mail
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Mistral Vernati, o grande campeão de Fórmula Um, está em coma no hospital, depois de um terrível acidente na pista de Monza. Enquanto Mistral luta pela vida, uma pequena multidão de personagens move-se à sua volta, com motivações diversas e nem sempre confessáveis. Maria, a companheira, o seu primeiro e único amor; a mãe, que nunca conseguiu compreender as suas opções de vida, mas para quem ele era a sua razão de viver; Chantal, a mulher que nunca o libertou de um casamento falhado, e que mesmo naquele momento dramático só pensa em arruiná-lo; os filhos, Manuel e Fiamma. Entre recordações e segredos, descobriremos a verdadeira história de Mistral e Maria. Sveva Casati Modignani, apresenta-nos uma história tão romântica quanto dolorosa, dando vida a figuras inesquecíveis que animam a soberba intriga deste romance.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Mistral Vernati, o grande campeão de Fórmula Um, está em coma no hospital, depois de um terrível acidente na pista de Monza. Enquanto Mistral luta pela vida, uma pequena multidão de personagens move-se à sua volta, com motivações diversas e nem sempre confessáveis. Maria, a companheira, o seu primeiro e único amor; a mãe, que nunca conseguiu compreender as suas opções de vida, mas para quem ele era a sua razão de viver; Chantal, a mulher que nunca o libertou de um casamento falhado, e que mesmo naquele momento dramático só pensa em arruiná-lo; os filhos, Manuel e Fiamma. Entre recordações e segredos, descobriremos a verdadeira história de Mistral e Maria. Sveva Casati Modignani, apresenta-nos uma história tão romântica quanto dolorosa, dando vida a figuras inesquecíveis que animam a soberba intriga deste romance.
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Após a morte de Alessandra Pluda Cavalli, o marido e os três filhos ouvem a leitura do testamento e ficam em estado de choque. A parte mais substancial do património foi destinada a Ludovica Magnasco, porteira do prédio onde vive a família Cavalli. Ludovica, a quem todos chamam Lula, sente-se igualmente perturbada por este legado, cujo significado não consegue perceber. Lula, que tem tido a sua conta de adversidades, é amada e respeitada por todos os moradores do prédio graças à sua inteligência, bom carácter e jeito para a cozinha. Mas tal não será suficiente para explicar esta inesperada herança. A explicação, com raízes num segredo de família desde sempre muito bem guardado, vai perturbá-la, mas não altera as suas convicções: o dinheiro só nos ajuda a viver melhor se o usarmos também para nos tornarmos úteis ao próximo. A indicar-lhe o caminho certo está agora o acaso, que cruza o seu destino com o do fascinante Guido Montini, um reputado veterinário dedicado a ações de voluntariado. Formam um casal magnífico com todas as condições para fazerem algo verdadeiramente bom. Com este romance, Sveva Casati Modignani presenteia os leitores com uma história em que os momentos dramáticos se alternam com momentos de humor subtil e passagens plenas de ternura e nostalgia, mas onde prevalece uma sincera solidariedade para com quem nos rodeia e mais precisa de nós.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Após a morte de Alessandra Pluda Cavalli, o marido e os três filhos ouvem a leitura do testamento e ficam em estado de choque. A parte mais substancial do património foi destinada a Ludovica Magnasco, porteira do prédio onde vive a família Cavalli. Ludovica, a quem todos chamam Lula, sente-se igualmente perturbada por este legado, cujo significado não consegue perceber. Lula, que tem tido a sua conta de adversidades, é amada e respeitada por todos os moradores do prédio graças à sua inteligência, bom carácter e jeito para a cozinha. Mas tal não será suficiente para explicar esta inesperada herança. A explicação, com raízes num segredo de família desde sempre muito bem guardado, vai perturbá-la, mas não altera as suas convicções: o dinheiro só nos ajuda a viver melhor se o usarmos também para nos tornarmos úteis ao próximo. A indicar-lhe o caminho certo está agora o acaso, que cruza o seu destino com o do fascinante Guido Montini, um reputado veterinário dedicado a ações de voluntariado. Formam um casal magnífico com todas as condições para fazerem algo verdadeiramente bom. Com este romance, Sveva Casati Modignani presenteia os leitores com uma história em que os momentos dramáticos se alternam com momentos de humor subtil e passagens plenas de ternura e nostalgia, mas onde prevalece uma sincera solidariedade para com quem nos rodeia e mais precisa de nós.
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Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Certa noite, um fenómeno natural súbito e inexplicável deixa um hotel completamente isolado e rodeado por uma cratera funda, o que não só resulta numa perda de liberdade de movimentos para os hóspedes (que não podem sair e têm de passar a ocupar posições específicas para não desequilibrarem um edifício em perigo de derrocada), mas também num convívio diário forçado entre pessoas de contextos e gerações muito diferentes que eventualmente nunca chegariam a conhecer-se. O sinistro – como virá a ser referida a catástrofe – é pressentido pela filha do Engenheiro responsável pela construção do hotel, uma pré-adolescente que perdeu a mãe em circunstâncias pouco claras dois anos antes; leitora voraz e de imaginação fértil, a Menina Sem Sorte Nenhuma crê que recebeu a mensagem do abalo e, cansada das namoradas do pai, resolve lançar-se numa aventura, pondo-se em contacto com a Guia Turística que se encontra sitiada no hotel. Narrativa polifónica que oferece várias perspetivas da mente e do comportamento humanos num momento de crise – criando tão depressa situações cómicas e absurdas como dolorosas e chocantes – Passagem Noturna, romance finalista do Prémio LeYa, evoca a insularidade e acompanha o destino das personagens ao longo de um período de sete dias que faz pensar no mito da Criação, mas parece caminhar para um desfecho de queda e escuridão. Será assim?
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Certa noite, um fenómeno natural súbito e inexplicável deixa um hotel completamente isolado e rodeado por uma cratera funda, o que não só resulta numa perda de liberdade de movimentos para os hóspedes (que não podem sair e têm de passar a ocupar posições específicas para não desequilibrarem um edifício em perigo de derrocada), mas também num convívio diário forçado entre pessoas de contextos e gerações muito diferentes que eventualmente nunca chegariam a conhecer-se. O sinistro – como virá a ser referida a catástrofe – é pressentido pela filha do Engenheiro responsável pela construção do hotel, uma pré-adolescente que perdeu a mãe em circunstâncias pouco claras dois anos antes; leitora voraz e de imaginação fértil, a Menina Sem Sorte Nenhuma crê que recebeu a mensagem do abalo e, cansada das namoradas do pai, resolve lançar-se numa aventura, pondo-se em contacto com a Guia Turística que se encontra sitiada no hotel. Narrativa polifónica que oferece várias perspetivas da mente e do comportamento humanos num momento de crise – criando tão depressa situações cómicas e absurdas como dolorosas e chocantes – Passagem Noturna, romance finalista do Prémio LeYa, evoca a insularidade e acompanha o destino das personagens ao longo de um período de sete dias que faz pensar no mito da Criação, mas parece caminhar para um desfecho de queda e escuridão. Será assim?
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Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Quando duas mulheres a quem o destino não sorriu têm um encontro inesperado, a vida mostra-lhes que há uma forma poderosa de curar as feridas: abrir a nossa alma e o nosso coração. Sally, 17 anos, anorética, foge da vida, de todos, do mundo. Liss, 50 anos, fugiu do mundo, está longe de todos, e o centro da sua vida é uma quinta, de que cuida sozinha. Por um acaso do destino, cruzam-se, e Liss estende a mão a Sally. Ao contrário de todos os outros adultos que conhece, Sally percebe que Liss não a julga. E, ao decidir ajudar Sally, Liss percebe que está a quebrar, pela primeira vez, a solidão dos seus dias. Assim começa uma história que não teria história se Sally tivesse ficado apenas uma noite, como previsto. Porém, os dias transformam-se em semanas, enquanto Liss vai mostrando àquela adolescente tão magoada o seu mundo: como tratar das árvores, cuidar das abelhas, colher as peras selvagens. E, devagar, ambas abrem as suas almas e os seus corações, partilhando, tímida mas genuinamente, o que as fez chegar ali, tão longe dos outros, feridas pela vida; e há uma esperança, suave, doce e perfumada que começa a perfilar-se no horizonte. Profundo, belo e inspirador, este é o romance que tocou milhares de leitores, sendo um dos livros mais recomendados pelos livreiros alemães nos últimos anos. Uma história que nos revela o poder transformador da amizade e nos recorda como podemos voltar a encontrar-nos a nós mesmos, se partilharmos a verdade que há em nós.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Quando duas mulheres a quem o destino não sorriu têm um encontro inesperado, a vida mostra-lhes que há uma forma poderosa de curar as feridas: abrir a nossa alma e o nosso coração. Sally, 17 anos, anorética, foge da vida, de todos, do mundo. Liss, 50 anos, fugiu do mundo, está longe de todos, e o centro da sua vida é uma quinta, de que cuida sozinha. Por um acaso do destino, cruzam-se, e Liss estende a mão a Sally. Ao contrário de todos os outros adultos que conhece, Sally percebe que Liss não a julga. E, ao decidir ajudar Sally, Liss percebe que está a quebrar, pela primeira vez, a solidão dos seus dias. Assim começa uma história que não teria história se Sally tivesse ficado apenas uma noite, como previsto. Porém, os dias transformam-se em semanas, enquanto Liss vai mostrando àquela adolescente tão magoada o seu mundo: como tratar das árvores, cuidar das abelhas, colher as peras selvagens. E, devagar, ambas abrem as suas almas e os seus corações, partilhando, tímida mas genuinamente, o que as fez chegar ali, tão longe dos outros, feridas pela vida; e há uma esperança, suave, doce e perfumada que começa a perfilar-se no horizonte. Profundo, belo e inspirador, este é o romance que tocou milhares de leitores, sendo um dos livros mais recomendados pelos livreiros alemães nos últimos anos. Uma história que nos revela o poder transformador da amizade e nos recorda como podemos voltar a encontrar-nos a nós mesmos, se partilharmos a verdade que há em nós.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Tão perturbador e intenso como um sonho profético, Não É um Rio é um romance magistral sobre masculinidade, culpa e desejo irreprimível, mas também sobre o amor entre amigos e o amor dos ilhéus pelo seu rio e tudo o que nele vive. Enero e o Negro vão à pesca com Tilo - o filho adolescente de Eusébio, o amigo que morreu -, regressando à ilha onde costumam ir há anos, apesar da memória de um terrível acidente ali ocorrido. Enquanto bebem, cozinham, falam e dançam, lutam com os fantasmas do passado e do presente, que se confundem no ânimo alterado pelo vinho e pelo torpor. Uma rede mistura realidade e sonho, factos e conjeturas, ilhéus, água, noite, fogo, peixes, bichos. Os três são intrusos, e este momento íntimo e peculiar coloca-os em desacordo com os habitantes - humanos e não humanos - deste universo natural rodeado de água e regido pelas suas próprias leis. Há perdas, mortes prematuras… Mas há também a vitalidade obstinada da natureza. Quando a floresta se começar a fechar sobre eles, e a violência parecer inevitável, será que outra tragédia está destinada a ocorrer? Humano, mas ao mesmo tempo animal e vegetal, este romance flui como um rio, uma longa conversa ou o afeto entre seres que se amam: mães, filhos, irmãos, amigos, amantes, afilhados. Com a sua prosa precisa e económica, e a sua extraordinária sensibilidade, Selva Almada mostra novamente porque é considerada uma das vozes mais originais da atual literatura latino-americana
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Tão perturbador e intenso como um sonho profético, Não É um Rio é um romance magistral sobre masculinidade, culpa e desejo irreprimível, mas também sobre o amor entre amigos e o amor dos ilhéus pelo seu rio e tudo o que nele vive. Enero e o Negro vão à pesca com Tilo - o filho adolescente de Eusébio, o amigo que morreu -, regressando à ilha onde costumam ir há anos, apesar da memória de um terrível acidente ali ocorrido. Enquanto bebem, cozinham, falam e dançam, lutam com os fantasmas do passado e do presente, que se confundem no ânimo alterado pelo vinho e pelo torpor. Uma rede mistura realidade e sonho, factos e conjeturas, ilhéus, água, noite, fogo, peixes, bichos. Os três são intrusos, e este momento íntimo e peculiar coloca-os em desacordo com os habitantes - humanos e não humanos - deste universo natural rodeado de água e regido pelas suas próprias leis. Há perdas, mortes prematuras… Mas há também a vitalidade obstinada da natureza. Quando a floresta se começar a fechar sobre eles, e a violência parecer inevitável, será que outra tragédia está destinada a ocorrer? Humano, mas ao mesmo tempo animal e vegetal, este romance flui como um rio, uma longa conversa ou o afeto entre seres que se amam: mães, filhos, irmãos, amigos, amantes, afilhados. Com a sua prosa precisa e económica, e a sua extraordinária sensibilidade, Selva Almada mostra novamente porque é considerada uma das vozes mais originais da atual literatura latino-americana
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Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 272
Sinopse:
A Musa de Camões recua até ao século xvi, para a Lisboa de onde partiam as caravelas que descobriam o mundo e chegavam as especiarias que maravilhavam a Europa. No paço real vive a mais bela e rica princesa da cristandade, a Infanta D. Maria. Nas ruelas tortuosas aventura-se o mais talentoso poeta da época, Luís de Camões. Mas Lisboa não tem só encantos. A Infanta, invulgarmente culta e graciosa, retratada por pintores e cantada por poetas, vive asfixiada por uma corte que conspira para que ela não case nem leve o dote mais cobiçado da Europa. E Camões, invejado pelo talento único e odiado por maridos cujas mulheres cantou e encantou, é um desafortunado que até El Rei pretende exilar para longe. Um dia os seus olhares cruzam-se. Tão diferentes de nascimento e posição, as suas almas desencantadas parecem gémeas. Uma deseja atenção, a outra anseia por uma musa, ambas encontram o amor. Trazendo à vida uma época gloriosa e personagens fascinantes, Maria Helena Ventura conta-nos a história de um amor único e impossível, que aos olhos da lei era crime e aos da Inquisição era pecado.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
A Musa de Camões recua até ao século xvi, para a Lisboa de onde partiam as caravelas que descobriam o mundo e chegavam as especiarias que maravilhavam a Europa. No paço real vive a mais bela e rica princesa da cristandade, a Infanta D. Maria. Nas ruelas tortuosas aventura-se o mais talentoso poeta da época, Luís de Camões. Mas Lisboa não tem só encantos. A Infanta, invulgarmente culta e graciosa, retratada por pintores e cantada por poetas, vive asfixiada por uma corte que conspira para que ela não case nem leve o dote mais cobiçado da Europa. E Camões, invejado pelo talento único e odiado por maridos cujas mulheres cantou e encantou, é um desafortunado que até El Rei pretende exilar para longe. Um dia os seus olhares cruzam-se. Tão diferentes de nascimento e posição, as suas almas desencantadas parecem gémeas. Uma deseja atenção, a outra anseia por uma musa, ambas encontram o amor. Trazendo à vida uma época gloriosa e personagens fascinantes, Maria Helena Ventura conta-nos a história de um amor único e impossível, que aos olhos da lei era crime e aos da Inquisição era pecado.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 384
Sinopse:
As fronteiras internas da Europa raramente surgiram de forma natural. Na maioria dos casos, foram criadas acidentalmente ou por via da força. Neste livro, o historiador político Lewis Baston percorre a Europa, do oeste a leste, analisando como o mapa deste continente foi redesenhado ao longo dos últimos cem anos, com diferentes graus de sucesso. Para viajar até ao centro da história europeia, o autor leva-nos até às suas margens, dando vida aos relatos fascinantes e bizarros destas raias. Visitamos Baarle, a cidade dividida em trinta fragmentos pela fronteira entre os Países Baixos e a Bélgica, e paramos em Ostritz, a cidade da Alemanha de Leste onde os neonazis organizaram um festival de rock. Caminhamos pelas vielas rurais da Irlanda e desfrutamos do ambiente dos cafés de estilo vienense da cidade ucraniana de Chernivtsi. Através destas linhas divisórias, Lewis Baston explora o modo como os lugares e as pessoas ultrapassam as cicatrizes deixadas por limpezas étnicas e cercas de arame farpado, e procura um futuro europeu melhor - encontrando-o em lugares inesperados.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
As fronteiras internas da Europa raramente surgiram de forma natural. Na maioria dos casos, foram criadas acidentalmente ou por via da força. Neste livro, o historiador político Lewis Baston percorre a Europa, do oeste a leste, analisando como o mapa deste continente foi redesenhado ao longo dos últimos cem anos, com diferentes graus de sucesso. Para viajar até ao centro da história europeia, o autor leva-nos até às suas margens, dando vida aos relatos fascinantes e bizarros destas raias. Visitamos Baarle, a cidade dividida em trinta fragmentos pela fronteira entre os Países Baixos e a Bélgica, e paramos em Ostritz, a cidade da Alemanha de Leste onde os neonazis organizaram um festival de rock. Caminhamos pelas vielas rurais da Irlanda e desfrutamos do ambiente dos cafés de estilo vienense da cidade ucraniana de Chernivtsi. Através destas linhas divisórias, Lewis Baston explora o modo como os lugares e as pessoas ultrapassam as cicatrizes deixadas por limpezas étnicas e cercas de arame farpado, e procura um futuro europeu melhor - encontrando-o em lugares inesperados.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Em Os Grandes Erros da II Guerra Mundial, uma equipa de historiadores analisa as catastróficas decisões militares e políticas que determinaram o rumo dos acontecimentos nos anos 1939-1945. A II Guerra Mundial durou cerca de seis longos anos - algo que se ficou a dever não só à utilização de extraordinários recursos bélicos pelas duas alianças em combate, o que impossibilitava a destruição do inimigo numa única campanha, como também à estrepitosa galeria de erros cometidos por ambas as partes durante o conflito. Desconstruindo vários mitos que ainda hoje persistem e apresentando dados menos conhecidos, mas fundamentais, para a compreensão histórica da conflagração, Jean Lopez e Olivier Wieviorka oferecem-nos um panorama crítico das oportunidades perdidas que poderiam ter mudado o curso e a duração da guerra, bem como as principais razões que as motivaram - da falta de informação a essa perene subestimação das forças do adversário. Do armistício de 1940 aos desembarques no Norte de África, de Estalinegrado à estratégia naval japonesa, esta é uma análise clara de vinte decisões que resultaram em inúmeras perdas humanas e materiais.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Em Os Grandes Erros da II Guerra Mundial, uma equipa de historiadores analisa as catastróficas decisões militares e políticas que determinaram o rumo dos acontecimentos nos anos 1939-1945. A II Guerra Mundial durou cerca de seis longos anos - algo que se ficou a dever não só à utilização de extraordinários recursos bélicos pelas duas alianças em combate, o que impossibilitava a destruição do inimigo numa única campanha, como também à estrepitosa galeria de erros cometidos por ambas as partes durante o conflito. Desconstruindo vários mitos que ainda hoje persistem e apresentando dados menos conhecidos, mas fundamentais, para a compreensão histórica da conflagração, Jean Lopez e Olivier Wieviorka oferecem-nos um panorama crítico das oportunidades perdidas que poderiam ter mudado o curso e a duração da guerra, bem como as principais razões que as motivaram - da falta de informação a essa perene subestimação das forças do adversário. Do armistício de 1940 aos desembarques no Norte de África, de Estalinegrado à estratégia naval japonesa, esta é uma análise clara de vinte decisões que resultaram em inúmeras perdas humanas e materiais.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Publicado originalmente em 1762, Do Contrato Social constitui um texto fundamental da filosofia política, representativo do pensamento moderno e da viragem em direção ao individualismo. Partindo da rejeição da ideia de que alguém tem um direito natural de exercer autoridade sobre outros, Jean-Jacques Rousseau propõe um pacto: um Estado soberano, assente na vontade do povo enquanto coletivo, que providenciaria, a todos os cidadãos, o garante da liberdade, da igualdade e da justiça a troco da alienação dos seus direitos naturais. São estas as premissas de uma teoria polémica, tida por muitos como uma declaração fundamental da democracia, que contribui para o ardor da Revolução Francesa e que incendiou o debate sobre como devemos governar-nos.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Publicado originalmente em 1762, Do Contrato Social constitui um texto fundamental da filosofia política, representativo do pensamento moderno e da viragem em direção ao individualismo. Partindo da rejeição da ideia de que alguém tem um direito natural de exercer autoridade sobre outros, Jean-Jacques Rousseau propõe um pacto: um Estado soberano, assente na vontade do povo enquanto coletivo, que providenciaria, a todos os cidadãos, o garante da liberdade, da igualdade e da justiça a troco da alienação dos seus direitos naturais. São estas as premissas de uma teoria polémica, tida por muitos como uma declaração fundamental da democracia, que contribui para o ardor da Revolução Francesa e que incendiou o debate sobre como devemos governar-nos.
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Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Ser jornalista é contar a verdade. Amo a Rússia é a tentativa de Elena Kostyuchenko documentar o seu país através das experiências daqueles que são sistemática e brutalmente eliminados: raparigas das aldeias recrutadas para trabalho sexual, pessoas queer de províncias distantes, pacientes e médicos de uma maternidade ucraniana e repórteres como ela própria. Eis a Rússia tal como ela é, não como a imaginamos. O resultado é um retrato singular de uma nação, e de uma jovem mulher que recusa ser silenciada. Em março de 2022, como correspondente do último órgão da imprensa livre russa, Novaya Gazeta, Elena Kostyuchenko atravessou a fronteira da Ucrânia para fazer a cobertura da guerra. Tinha como missão garantir que os russos testemunhavam os horrores que Putin cometia em nome deles. Elena preparou as suas peças sabendo que, ao regressar a casa, seria provavelmente acusada e condenada a uma pena de prisão que podia ir até 15 anos. Porém, impulsionada pela convicção de que a maior forma de amor e patriotismo é a crítica, continua a escrever.
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Ser jornalista é contar a verdade. Amo a Rússia é a tentativa de Elena Kostyuchenko documentar o seu país através das experiências daqueles que são sistemática e brutalmente eliminados: raparigas das aldeias recrutadas para trabalho sexual, pessoas queer de províncias distantes, pacientes e médicos de uma maternidade ucraniana e repórteres como ela própria. Eis a Rússia tal como ela é, não como a imaginamos. O resultado é um retrato singular de uma nação, e de uma jovem mulher que recusa ser silenciada. Em março de 2022, como correspondente do último órgão da imprensa livre russa, Novaya Gazeta, Elena Kostyuchenko atravessou a fronteira da Ucrânia para fazer a cobertura da guerra. Tinha como missão garantir que os russos testemunhavam os horrores que Putin cometia em nome deles. Elena preparou as suas peças sabendo que, ao regressar a casa, seria provavelmente acusada e condenada a uma pena de prisão que podia ir até 15 anos. Porém, impulsionada pela convicção de que a maior forma de amor e patriotismo é a crítica, continua a escrever.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Filha de uma empregada de mesa da Hooters e de um ex-lutador profissional, Margo Millet sempre soube que teria de se desenvencilhar sozinha. Assim, decide inscrever-se na universidade, ainda que sem qualquer certeza acerca do futuro. O que certamente não estava nos seus planos era ter um caso com o professor de Literatura Inglesa e, ainda menos, que uma relação tão breve resultasse numa gravidez. Contra os conselhos de todos os que a rodeiam, Margo decide, ainda assim, não interromper a gravidez, tal é a sua vontade de encontrar um objetivo maior. Agora, com 20 anos, Margo vê-se com um filho nos braços, sem emprego e em vias de ser despejada. O futuro avizinha-se cada vez mais incerto, e Margo, a bem ou a mal, terá de encontrar uma solução - por mais controversa que seja. Extraordinariamente divertido, honesto e lúcido, Margo Tem Problemas de Dinheiro é uma história terna cuja heroína, recém-chegada à idade adulta, tudo terá de fazer para conseguir ter algum poder num mundo com pouco interesse em conceder-lho.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Filha de uma empregada de mesa da Hooters e de um ex-lutador profissional, Margo Millet sempre soube que teria de se desenvencilhar sozinha. Assim, decide inscrever-se na universidade, ainda que sem qualquer certeza acerca do futuro. O que certamente não estava nos seus planos era ter um caso com o professor de Literatura Inglesa e, ainda menos, que uma relação tão breve resultasse numa gravidez. Contra os conselhos de todos os que a rodeiam, Margo decide, ainda assim, não interromper a gravidez, tal é a sua vontade de encontrar um objetivo maior. Agora, com 20 anos, Margo vê-se com um filho nos braços, sem emprego e em vias de ser despejada. O futuro avizinha-se cada vez mais incerto, e Margo, a bem ou a mal, terá de encontrar uma solução - por mais controversa que seja. Extraordinariamente divertido, honesto e lúcido, Margo Tem Problemas de Dinheiro é uma história terna cuja heroína, recém-chegada à idade adulta, tudo terá de fazer para conseguir ter algum poder num mundo com pouco interesse em conceder-lho.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 128
Sinopse:
O turismo mudou a face das nossas cidades e foi um verdadeiro motor económico para vários países nos últimos anos. No entanto, teve efeitos indesejados e, hoje, o modelo de negócio promovido e praticado por este setor é obviamente insustentável. Neste livro, a jornalista Anna Pacheco explora as contradições entre o luxo que os hotéis de cinco estrelas vendem aos seus clientes e a realidade social, económica e laboral de quem neles trabalha. Um misto de trabalho de campo antropológico, crónica e ensaio, Estive Aqui e Lembrei-me de Nós é uma radiografia brilhante da relação entre turismo de luxo, exploração laboral e os sonhos da classe média sob a égide do capitalismo selvagem.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
O turismo mudou a face das nossas cidades e foi um verdadeiro motor económico para vários países nos últimos anos. No entanto, teve efeitos indesejados e, hoje, o modelo de negócio promovido e praticado por este setor é obviamente insustentável. Neste livro, a jornalista Anna Pacheco explora as contradições entre o luxo que os hotéis de cinco estrelas vendem aos seus clientes e a realidade social, económica e laboral de quem neles trabalha. Um misto de trabalho de campo antropológico, crónica e ensaio, Estive Aqui e Lembrei-me de Nós é uma radiografia brilhante da relação entre turismo de luxo, exploração laboral e os sonhos da classe média sob a égide do capitalismo selvagem.
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