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Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 808
Sinopse:
A obra-prima do maior escritor de culto da actualidade. Toru Okada, um jovem japonês que vive na mais completa normalidade, vê a sua vida transformada após o telefonema anónimo de uma mulher. Começam a aparecer personagens cada vez mais estranhas em seu redor e o real vai degradando-se até se transformar em algo fantasmagórico. A percepção do mundo torna-se mágica, os sonhos invadem a realidade e, pouco a pouco, Toru sente-se impelido a resolver os conflitos que carregou durante toda a sua vida. Este livro conta com uma galeria de personagens tão surpreendentes como profundamente autênticas e, quase por magia, o mundo quotidiano do Japão moderno aparece-nos como algo estranhamente familiar. Crónica do Pássaro de Corda, ao qual foi atribuído o Prémio Yomiuri, é considerado, por muitos, a obra-prima de Murakami.
Nº Páginas: 808
Sinopse:
A obra-prima do maior escritor de culto da actualidade. Toru Okada, um jovem japonês que vive na mais completa normalidade, vê a sua vida transformada após o telefonema anónimo de uma mulher. Começam a aparecer personagens cada vez mais estranhas em seu redor e o real vai degradando-se até se transformar em algo fantasmagórico. A percepção do mundo torna-se mágica, os sonhos invadem a realidade e, pouco a pouco, Toru sente-se impelido a resolver os conflitos que carregou durante toda a sua vida. Este livro conta com uma galeria de personagens tão surpreendentes como profundamente autênticas e, quase por magia, o mundo quotidiano do Japão moderno aparece-nos como algo estranhamente familiar. Crónica do Pássaro de Corda, ao qual foi atribuído o Prémio Yomiuri, é considerado, por muitos, a obra-prima de Murakami.
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Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Em Milão, Amanda apanha um comboio e regressa a casa e à aldeia que despreza. Assim que chega, a mãe percebe que algo se passou. Quando se mudou para Milão, Amanda tinha nos olhos as luzes da cidade e no coração uma alegria sem fim. Agora, quase não fala, fecha-se no quarto e parece amedrontada. Lucia gostaria de manter a filha a salvo de tudo, mesmo correndo o risco de a sufocar, mas há um segredo que não pode continuar a esconder-lhe. Pois Lucia conhece bem o medo de Amanda, ela própria o sentiu décadas antes. Os anos passaram mas em Dente del Lupo, num dos terrenos da família, ainda é possível ver as ruínas do parque de campismo onde aconteceu uma tragédia. Nessa noite, uma multidão reuniu-se em Dente del Lupo. Também Lucia estava lá. Foi a noite em que três raparigas desapareceram e a inocência dela se perdeu para sempre. Romance inspirado por um crime real que ocorreu em Abruzzo, terra natal da autora, A Idade Frágil foi galardoado com o Prémio Strega - o mais importante galardão literário italiano.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Em Milão, Amanda apanha um comboio e regressa a casa e à aldeia que despreza. Assim que chega, a mãe percebe que algo se passou. Quando se mudou para Milão, Amanda tinha nos olhos as luzes da cidade e no coração uma alegria sem fim. Agora, quase não fala, fecha-se no quarto e parece amedrontada. Lucia gostaria de manter a filha a salvo de tudo, mesmo correndo o risco de a sufocar, mas há um segredo que não pode continuar a esconder-lhe. Pois Lucia conhece bem o medo de Amanda, ela própria o sentiu décadas antes. Os anos passaram mas em Dente del Lupo, num dos terrenos da família, ainda é possível ver as ruínas do parque de campismo onde aconteceu uma tragédia. Nessa noite, uma multidão reuniu-se em Dente del Lupo. Também Lucia estava lá. Foi a noite em que três raparigas desapareceram e a inocência dela se perdeu para sempre. Romance inspirado por um crime real que ocorreu em Abruzzo, terra natal da autora, A Idade Frágil foi galardoado com o Prémio Strega - o mais importante galardão literário italiano.
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Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 272
Sinopse:
"Chamo virgem à mulher que faz amor com um só homem!» Esta declaração de Emmanuelle Arsan é a porta de entrada de Emmanuelle - A Antivirgem, segundo volume das aventuras da mais inesquecível personagem dos grandes romances eróticos do século XX.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
"Chamo virgem à mulher que faz amor com um só homem!» Esta declaração de Emmanuelle Arsan é a porta de entrada de Emmanuelle - A Antivirgem, segundo volume das aventuras da mais inesquecível personagem dos grandes romances eróticos do século XX.
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Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Um romance sexy, inteligente e provocador sobre uma mulher dividida entre a estabilidade confortável do seu casamento e as recordações de um passado sensual. Diana Wood tem um trabalho de que gosta e um marido, Oliver, que ama. Juntos têm uma filha que adoram. Diana e Oliver passam tanto tempo juntos que até vão no mesmo carro, para o mesmo escritório. Vivem um amor conjugal, o que não é exatamente a mesma coisa que amor-amor, mas está tudo bem. Será que está mesmo? Será que "tudo bem» é suficiente? Diana e Oliver não fazem sexo há meses e a intimidade entre eles parece mais uma memória distante do que uma realidade. a vida confortável de Diana em Dallas tornou-se cada vez mais sufocante. Ela está inquieta e, a cada dia que passa, mais distante de Oliver. Uma viagem para ver uma velha amiga em Santa Fé faz com que Diana se lembre da mulher que costumava ser: uma aspirante a artista, criativa, espontânea e sensual. No passado - especialmente com Jasper, o fotógrafo com quem teve um caso inesquecível -, Diana deixava-se fantasiar e deixava que as sensações do seu corpo lhe indicassem o caminho. Ela sentia-se completa e... viva!
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Um romance sexy, inteligente e provocador sobre uma mulher dividida entre a estabilidade confortável do seu casamento e as recordações de um passado sensual. Diana Wood tem um trabalho de que gosta e um marido, Oliver, que ama. Juntos têm uma filha que adoram. Diana e Oliver passam tanto tempo juntos que até vão no mesmo carro, para o mesmo escritório. Vivem um amor conjugal, o que não é exatamente a mesma coisa que amor-amor, mas está tudo bem. Será que está mesmo? Será que "tudo bem» é suficiente? Diana e Oliver não fazem sexo há meses e a intimidade entre eles parece mais uma memória distante do que uma realidade. a vida confortável de Diana em Dallas tornou-se cada vez mais sufocante. Ela está inquieta e, a cada dia que passa, mais distante de Oliver. Uma viagem para ver uma velha amiga em Santa Fé faz com que Diana se lembre da mulher que costumava ser: uma aspirante a artista, criativa, espontânea e sensual. No passado - especialmente com Jasper, o fotógrafo com quem teve um caso inesquecível -, Diana deixava-se fantasiar e deixava que as sensações do seu corpo lhe indicassem o caminho. Ela sentia-se completa e... viva!
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Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Para Jaime Nogueira Pinto a resposta está no longo tempo de domínio cultural da Esquerda no mundo euroamericano, particularmente em Portugal, onde esse domínio é até anterior à revolução, e no consequente desconhecimento da história e do pensamento de uma Direita quase sempre amalgamada e definida pelos seus inimigos. Mas, afinal, o que é que define a Direita? Haverá um núcleo duro identitário, um pessimismo antropológico à Maquiavel ou uma consciência da persistência do pecado original na natureza humana que a definam como um todo contra o suposto optimismo antropológico à Rousseau da Esquerda? Ou será a sua identificação como Direita - e a sua demarcação da Esquerda - quase sempre feita de alianças circunstanciais perante inimigos ou um inimigo principal? Numa viagem ao longo da História, Jaime Nogueira Pinto reflecte sobre as diferentes famílias políticas direitistas e traça a filiação das novas direitas populares, confrontando-as com os movimentos fascistas de há um século.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Para Jaime Nogueira Pinto a resposta está no longo tempo de domínio cultural da Esquerda no mundo euroamericano, particularmente em Portugal, onde esse domínio é até anterior à revolução, e no consequente desconhecimento da história e do pensamento de uma Direita quase sempre amalgamada e definida pelos seus inimigos. Mas, afinal, o que é que define a Direita? Haverá um núcleo duro identitário, um pessimismo antropológico à Maquiavel ou uma consciência da persistência do pecado original na natureza humana que a definam como um todo contra o suposto optimismo antropológico à Rousseau da Esquerda? Ou será a sua identificação como Direita - e a sua demarcação da Esquerda - quase sempre feita de alianças circunstanciais perante inimigos ou um inimigo principal? Numa viagem ao longo da História, Jaime Nogueira Pinto reflecte sobre as diferentes famílias políticas direitistas e traça a filiação das novas direitas populares, confrontando-as com os movimentos fascistas de há um século.
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Neste thriller carregado de adrenalina, a genial hacker Lisbeth Salander e o jornalista Mikael Blomkvist enfrentam uma nova e perigosa ameaça que os leva mais uma vez a unir forças. Uma noite, Blomkvist recebe um telefonema de uma fonte confiável declarando ter informação vital para os Estados Unidos. a fonte tinha estado em contacto com uma jovem mulher, uma super-hacker que se parecia com alguém que Blomkvist conhecia bem de mais. As consequências são surpreendentes. Blomkvist, a precisar urgentemente de um furo jornalístico para a Millennium, pede ajuda a Lisbeth, que, como habitualmente, tem a sua agenda própria. Em A Rapariga Apanhada na Teia de Aranha, o duo que fez vibrar 80 milhões de leitores com Os Homens que Odeiam as Mulheres, A Rapariga que Sonhava com uma Lata de Gasolina e um Fósforo e A Rainha no Palácio das Correntes de Ar encontra-se de novo num actual e extraordinário thriller.
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Neste thriller carregado de adrenalina, a genial hacker Lisbeth Salander e o jornalista Mikael Blomkvist enfrentam uma nova e perigosa ameaça que os leva mais uma vez a unir forças. Uma noite, Blomkvist recebe um telefonema de uma fonte confiável declarando ter informação vital para os Estados Unidos. a fonte tinha estado em contacto com uma jovem mulher, uma super-hacker que se parecia com alguém que Blomkvist conhecia bem de mais. As consequências são surpreendentes. Blomkvist, a precisar urgentemente de um furo jornalístico para a Millennium, pede ajuda a Lisbeth, que, como habitualmente, tem a sua agenda própria. Em A Rapariga Apanhada na Teia de Aranha, o duo que fez vibrar 80 milhões de leitores com Os Homens que Odeiam as Mulheres, A Rapariga que Sonhava com uma Lata de Gasolina e um Fósforo e A Rainha no Palácio das Correntes de Ar encontra-se de novo num actual e extraordinário thriller.
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Embora muito tenha mudado ao longo dos milénios, a natureza humana permanece inalterada. Por isso mesmo, as sociedades modernas não estão imunes ao horror de guerras como as que dizimaram diversas culturas milenares, poderosas e, aparentemente, indestrutíveis.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Embora muito tenha mudado ao longo dos milénios, a natureza humana permanece inalterada. Por isso mesmo, as sociedades modernas não estão imunes ao horror de guerras como as que dizimaram diversas culturas milenares, poderosas e, aparentemente, indestrutíveis.
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Durante anos, Naomi e Luca trocaram cartas insultuosas. Tudo começou no 5.º ano, como uma brincadeira, mas o hábito manteve-se e as estranhas mensagens levaram a uma amizade que se foi desenvolvendo com o passar do tempo. Até que, certo dia, as cartas pararam de chegar sem razão aparente. Passados dois anos sem notícias de Luca, Naomi recebe inesperadamente um novo envelope no seu local de trabalho. A última carta que trocara com Luca tinha mudado tudo, e agora Naomi não sabia do seu paradeiro nem tinha como lhe responder. Mas uma coisa era certa: ela não iria deixar que Luca tivesse a última palavra.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Durante anos, Naomi e Luca trocaram cartas insultuosas. Tudo começou no 5.º ano, como uma brincadeira, mas o hábito manteve-se e as estranhas mensagens levaram a uma amizade que se foi desenvolvendo com o passar do tempo. Até que, certo dia, as cartas pararam de chegar sem razão aparente. Passados dois anos sem notícias de Luca, Naomi recebe inesperadamente um novo envelope no seu local de trabalho. A última carta que trocara com Luca tinha mudado tudo, e agora Naomi não sabia do seu paradeiro nem tinha como lhe responder. Mas uma coisa era certa: ela não iria deixar que Luca tivesse a última palavra.
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Este livro oferece uma visão e uma partilha de ideias, resultado de diferentes acontecimentos que nos levam a refletir sobre O Estado das Coisas num mundo cada vez mais globalizado. A sua autora, Teresa Damásio, é uma líder incontornável na área da educação a nível internacional. Tem vindo a dedicar-se a temas como a política, a educação, a igualdade de género, a gestão, a lusofonia, a liderança e o empreendedorismo. Como Administradora de um dos maiores Grupos de Ensino de Língua Portuguesa no mundo, que atua nas mais diversas áreas da educação, tem a seu cargo diferentes equipas. O Estado das Coisas é resultado da sua reflexão permanente sobre temas como gestão e liderança, política, educação, igualdade de género e cooperação com África. Representa um olhar atento, ainda que crítico sobre o mundo. Com base na sua intervenção em vários domínios da sociedade, Teresa Damásio ora se debruça sobre o sistema de ensino em Portugal e no mundo lusófono, ora vai mais ao pormenor e fala do papel das mulheres nas empresas, da política e do seu trabalho em prol do continente africano.
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Sinopse:
Este livro oferece uma visão e uma partilha de ideias, resultado de diferentes acontecimentos que nos levam a refletir sobre O Estado das Coisas num mundo cada vez mais globalizado. A sua autora, Teresa Damásio, é uma líder incontornável na área da educação a nível internacional. Tem vindo a dedicar-se a temas como a política, a educação, a igualdade de género, a gestão, a lusofonia, a liderança e o empreendedorismo. Como Administradora de um dos maiores Grupos de Ensino de Língua Portuguesa no mundo, que atua nas mais diversas áreas da educação, tem a seu cargo diferentes equipas. O Estado das Coisas é resultado da sua reflexão permanente sobre temas como gestão e liderança, política, educação, igualdade de género e cooperação com África. Representa um olhar atento, ainda que crítico sobre o mundo. Com base na sua intervenção em vários domínios da sociedade, Teresa Damásio ora se debruça sobre o sistema de ensino em Portugal e no mundo lusófono, ora vai mais ao pormenor e fala do papel das mulheres nas empresas, da política e do seu trabalho em prol do continente africano.
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 616
Sinopse:
O meu nome é Tess Owens e o meu mundo acabou de ruir. O meu futuro ex-marido está decidido a dar cabo da minha vida e, para não ter de lidar com isso, fiz aquilo que faço melhor: fugir. Encontrei refúgio numa nova cidade, nos braços da minha melhor amiga Rachel, e da equipa de hóquei para a qual ela trabalha. Mas... Só me restam seis semanas para começar um novo negócio. Seis semanas para lutar pela minha liberdade. Tudo isto enquanto tento negar a atração crescente pelo avançado-estrela dos Jacksonville Rays. Ryan Langley é o jogador mais cobiçado da NHL, com um sorriso desarmante, uma carreira em ascensão e... menos dez anos do que eu! Ele não merece ser arrastado para o meu drama, até porque não temos muito em comum. Só que é cada vez mais difícil negar aquilo que ele me faz sentir. Divertida. Livre. Selvagem.
Nº Páginas: 616
Sinopse:
O meu nome é Tess Owens e o meu mundo acabou de ruir. O meu futuro ex-marido está decidido a dar cabo da minha vida e, para não ter de lidar com isso, fiz aquilo que faço melhor: fugir. Encontrei refúgio numa nova cidade, nos braços da minha melhor amiga Rachel, e da equipa de hóquei para a qual ela trabalha. Mas... Só me restam seis semanas para começar um novo negócio. Seis semanas para lutar pela minha liberdade. Tudo isto enquanto tento negar a atração crescente pelo avançado-estrela dos Jacksonville Rays. Ryan Langley é o jogador mais cobiçado da NHL, com um sorriso desarmante, uma carreira em ascensão e... menos dez anos do que eu! Ele não merece ser arrastado para o meu drama, até porque não temos muito em comum. Só que é cada vez mais difícil negar aquilo que ele me faz sentir. Divertida. Livre. Selvagem.
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Vivemos um momento turbulento em que governos neoliberais, a ascensão generalizada da extrema-direita, a política de bloco e outras formas de autocracia estão a ser impostas em diferentes partes do mundo. Steven Levitsky e Daniel Ziblatt, com o brilhantismo e a clareza do seu primeiro livro - Como Morrem as Democracias - apresentam neste livro uma elucidativa explicação destes tempos voláteis. Tomando por base exemplos de outros países, da França da década de 1930 até à atual Tailândia, explicam como e por que razão os partidos políticos se voltam contra a democracia. Partindo do caso norte-americano e mostrando a evolução de outros países na obtenção de melhorias e reformas para a sociedade e as liberdades civis, os aclamados professores de Harvard propõem uma série de reformas para sair desta espiral de crise e constituir o que chamam de a única democracia viável.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Vivemos um momento turbulento em que governos neoliberais, a ascensão generalizada da extrema-direita, a política de bloco e outras formas de autocracia estão a ser impostas em diferentes partes do mundo. Steven Levitsky e Daniel Ziblatt, com o brilhantismo e a clareza do seu primeiro livro - Como Morrem as Democracias - apresentam neste livro uma elucidativa explicação destes tempos voláteis. Tomando por base exemplos de outros países, da França da década de 1930 até à atual Tailândia, explicam como e por que razão os partidos políticos se voltam contra a democracia. Partindo do caso norte-americano e mostrando a evolução de outros países na obtenção de melhorias e reformas para a sociedade e as liberdades civis, os aclamados professores de Harvard propõem uma série de reformas para sair desta espiral de crise e constituir o que chamam de a única democracia viável.
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 412
Sinopse:
Aos seis anos mora num subúrbio problemático de Roma. Partilha uma casa minúscula com a mãe, Antonia, uma ruiva otimista e forte, o pai, que trabalhava nas obras até cair de um andaime e ficar paralítico, e os três irmãos. o mais velho, Mariano, é de um pai diferente, e os gémeos, mais novos, dormem num caixote de cartão. É com esperança num futuro melhor que a família se muda para um apartamento a trinta quilómetros da capital italiana, perto do lago Bracciano. Mas a nova morada revela-se igualmente hostil para Gaia, que ali se vai fazendo mulher, enfrentando diariamente uma vida que a agride e dececiona - ao ponto de lhe matar a capacidade de sonhar, ou pelo menos de desejar "não ser menos do que ninguém", como a sua mãe insiste em repetir. Ao contrário de Antonia, que carrega o mundo aos ombros sem nunca esmorecer, Gaia enfrenta a pobreza e a humilhação com sucessivas vagas de ódio - contra tudo e todos, até contra si própria, que a afastam de qualquer hipótese de fuga ou redenção. Em A Água do Lago Nunca É Doce, finalista do prémio Strega 2021, Giulia Caminito escreve sem rodeios sobre uma realidade incómoda. Num estilo ousado, direto e austero, expõe as hipocrisias da sociedade através de uma protagonista inquietante, cuja fúria parece capaz de rasgar o cenário de águas turvas, onde ela, e muitos outros, anónimos, (ainda) sobrevivem.
Nº Páginas: 412
Sinopse:
Aos seis anos mora num subúrbio problemático de Roma. Partilha uma casa minúscula com a mãe, Antonia, uma ruiva otimista e forte, o pai, que trabalhava nas obras até cair de um andaime e ficar paralítico, e os três irmãos. o mais velho, Mariano, é de um pai diferente, e os gémeos, mais novos, dormem num caixote de cartão. É com esperança num futuro melhor que a família se muda para um apartamento a trinta quilómetros da capital italiana, perto do lago Bracciano. Mas a nova morada revela-se igualmente hostil para Gaia, que ali se vai fazendo mulher, enfrentando diariamente uma vida que a agride e dececiona - ao ponto de lhe matar a capacidade de sonhar, ou pelo menos de desejar "não ser menos do que ninguém", como a sua mãe insiste em repetir. Ao contrário de Antonia, que carrega o mundo aos ombros sem nunca esmorecer, Gaia enfrenta a pobreza e a humilhação com sucessivas vagas de ódio - contra tudo e todos, até contra si própria, que a afastam de qualquer hipótese de fuga ou redenção. Em A Água do Lago Nunca É Doce, finalista do prémio Strega 2021, Giulia Caminito escreve sem rodeios sobre uma realidade incómoda. Num estilo ousado, direto e austero, expõe as hipocrisias da sociedade através de uma protagonista inquietante, cuja fúria parece capaz de rasgar o cenário de águas turvas, onde ela, e muitos outros, anónimos, (ainda) sobrevivem.
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 652
Sinopse:
A década de 1980 em Portugal foi a primeira a começar em democracia - a primeira em que toda uma geração viveu sem a sombra da ditadura. Os portugueses fizeram dessa época um tempo extraordinário, dominados pela sensação de que cada novo ano seria ainda mais espantoso do que o anterior. Nem tudo foi bom, é certo. Dramas como o trabalho infantil, a heroína, a SIDA, os bairros de lata ou a vulgarização dos salários em atraso escurecem as recordações mais otimistas. No entanto, esse lado negro não é o que prevalece naqueles que cresceram nessa era. Se a década começou triste, atrasada e falida, avançou numa crescente sede de modernidade e num ambiente de despreocupação, sobretudo entre os mais novos, que hoje parecem irrepetíveis. E quando os anos oitenta terminaram, Portugal era um país promissor, de mangas arregaçadas a encarar o futuro. Entre a memória autobiográfica e a evocação de alguns dos acontecimentos que mais marcaram o país e o mundo nesses anos, A Década Prodigiosa é uma viagem a um passado onde tudo parecia possível, numa narrativa em que o retrato de época se cruza com a inevitável nostalgia de uma certa inocência perdida.
Nº Páginas: 652
Sinopse:
A década de 1980 em Portugal foi a primeira a começar em democracia - a primeira em que toda uma geração viveu sem a sombra da ditadura. Os portugueses fizeram dessa época um tempo extraordinário, dominados pela sensação de que cada novo ano seria ainda mais espantoso do que o anterior. Nem tudo foi bom, é certo. Dramas como o trabalho infantil, a heroína, a SIDA, os bairros de lata ou a vulgarização dos salários em atraso escurecem as recordações mais otimistas. No entanto, esse lado negro não é o que prevalece naqueles que cresceram nessa era. Se a década começou triste, atrasada e falida, avançou numa crescente sede de modernidade e num ambiente de despreocupação, sobretudo entre os mais novos, que hoje parecem irrepetíveis. E quando os anos oitenta terminaram, Portugal era um país promissor, de mangas arregaçadas a encarar o futuro. Entre a memória autobiográfica e a evocação de alguns dos acontecimentos que mais marcaram o país e o mundo nesses anos, A Década Prodigiosa é uma viagem a um passado onde tudo parecia possível, numa narrativa em que o retrato de época se cruza com a inevitável nostalgia de uma certa inocência perdida.
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Por alturas da Segunda Guerra Mundial, uma grande rede clandestina de extrema-direita inundou os Estados Unidos com uma vaga de desinformação destinada a convencer os norte-americanos de que a aliança natural do país seria não com o Reino Unido ou com a França mas com a Alemanha nazi e a Itália fascista. O seu objetivo final era claro: depor o governo federal e instalar um regime autoritário em Washington. A conspiração foi alimentada com financiamentos avultados, contou com o apoio de várias figuras em lugares-chave da sociedade e teve o respaldo de uma milícia armada, que fabricou bombas, desviou munições de quartéis, reuniu um arsenal considerável e treinou arduamente para uma insurreição violenta com assassínios em massa. (…)
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Por alturas da Segunda Guerra Mundial, uma grande rede clandestina de extrema-direita inundou os Estados Unidos com uma vaga de desinformação destinada a convencer os norte-americanos de que a aliança natural do país seria não com o Reino Unido ou com a França mas com a Alemanha nazi e a Itália fascista. O seu objetivo final era claro: depor o governo federal e instalar um regime autoritário em Washington. A conspiração foi alimentada com financiamentos avultados, contou com o apoio de várias figuras em lugares-chave da sociedade e teve o respaldo de uma milícia armada, que fabricou bombas, desviou munições de quartéis, reuniu um arsenal considerável e treinou arduamente para uma insurreição violenta com assassínios em massa. (…)
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 308
Sinopse:
O reverso da transição energética. Uma história inquietante. Os combustíveis fósseis são um problema. Mas temos pela frente uma nova dependência: a dos metais raros. Grafite, cobalto, platinóides, tungsténio, terras raras tornaram-se indispensáveis para a nova sociedade da transição energética. As soluções ecológicas (carros eléctricos, turbinas eólicas, painéis solares) precisam desses elementos. Tal como o ambiente digital; eles são indispensáveis nos nossos smartphones, computadores, tablets e noutros objectos do quotidiano ligados à internet. Os custos ambientais, económicos e geopolíticos desta dependência podem revelar-se ainda mais dramáticos do que aqueles que nos prendem ao petróleo. Este livro investiga o reverso da transição energética — a história clandestina de uma odisseia tecnológica promissora, e os bastidores de uma ambição generosa e ambiciosa que está a revelar-se repleta de ameaças tão perigosas como aquelas que se propôs resolver.
Nº Páginas: 308
Sinopse:
O reverso da transição energética. Uma história inquietante. Os combustíveis fósseis são um problema. Mas temos pela frente uma nova dependência: a dos metais raros. Grafite, cobalto, platinóides, tungsténio, terras raras tornaram-se indispensáveis para a nova sociedade da transição energética. As soluções ecológicas (carros eléctricos, turbinas eólicas, painéis solares) precisam desses elementos. Tal como o ambiente digital; eles são indispensáveis nos nossos smartphones, computadores, tablets e noutros objectos do quotidiano ligados à internet. Os custos ambientais, económicos e geopolíticos desta dependência podem revelar-se ainda mais dramáticos do que aqueles que nos prendem ao petróleo. Este livro investiga o reverso da transição energética — a história clandestina de uma odisseia tecnológica promissora, e os bastidores de uma ambição generosa e ambiciosa que está a revelar-se repleta de ameaças tão perigosas como aquelas que se propôs resolver.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 184
Sinopse:
O escaldante Verão em que alunas e alunos de liceu foram abertura de telejornais e tema de debate no parlamento. Os Putos do PREC ¿ Os Estudantes no Verão Quente de 1975, de Pedro Prostes da Fonseca, é o fantástico retrato de um tempo anacrónico aos olhos de hoje, com os liceus e as escolas em deli-rante sublevação. 1975. Um ano após a Revolução dos Cravos. Têm 14, 15, 16 anos e estão autorizados a participar em órgãos de gestão das escolas secundárias. São activos; devoram livros políticos. A sociedade está agitada, eles estão hiperagitados. No liceu Pedro Nunes, o Ministério da Educação coloca sargentos para controlar a pancadaria entre os alunos. Um dos mi¬litares é barbaramente agredido por jovens do MRPP. O caos no D. Dinis, outro liceu de Lisboa em ebulição, chega a ser tema de discussão na Assembleia da República. Há as passagens administrativas, as aulas a arrancar em Janeiro, o serviço cívico, as campanhas de alfabetização. Adolescentes
Nº Páginas: 184
Sinopse:
O escaldante Verão em que alunas e alunos de liceu foram abertura de telejornais e tema de debate no parlamento. Os Putos do PREC ¿ Os Estudantes no Verão Quente de 1975, de Pedro Prostes da Fonseca, é o fantástico retrato de um tempo anacrónico aos olhos de hoje, com os liceus e as escolas em deli-rante sublevação. 1975. Um ano após a Revolução dos Cravos. Têm 14, 15, 16 anos e estão autorizados a participar em órgãos de gestão das escolas secundárias. São activos; devoram livros políticos. A sociedade está agitada, eles estão hiperagitados. No liceu Pedro Nunes, o Ministério da Educação coloca sargentos para controlar a pancadaria entre os alunos. Um dos mi¬litares é barbaramente agredido por jovens do MRPP. O caos no D. Dinis, outro liceu de Lisboa em ebulição, chega a ser tema de discussão na Assembleia da República. Há as passagens administrativas, as aulas a arrancar em Janeiro, o serviço cívico, as campanhas de alfabetização. Adolescentes
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Na China do século XIX, os pés enfaixados, ou «lótus dourados», são a marca de uma mulher honrada, eclipsando a beleza, um dote e até mesmo a linhagem na negociação de um casamento. Quando, ainda criança, Florzinha é comprada pela família rica dos Fong para se tornar a muizai – uma criada – de Linjing, é obrigada a viver em servidão até que a sua senhora a venda ou lhe arranje um marido. Porém, Florzinha não só tem os pés enfaixados, o que é invulgar numa muizai, como é extraordinariamente dotada para o bordado, ambas características associadas às classes sociais mais altas – e a menina agarra-se à esperança de que, um dia, tais atributos se tornem o seu passaporte para a liberdade. No entanto, ressentida com os talentos de Florzinha e enciumada pela clara preferência da mãe, Linjing tudo faz para impedir que a serva ascenda socialmente ou se torne uma mulher livre. Ao longo dos anos, as duas raparigas ver-se-ão enredadas numa relação desigual e tensa, sendo forçadas a trabalhar em conjunto para garantir o futuro de ambas através do casamento de Linjing. Até que um escândalo atinge a família Fong, e as vidas de Linjing e Florzinha são inesperadamente lançadas no caos. A queda de Linjing abre novas oportunidades para Florzinha – mas será que os seus destinos entrelaçados levarão ao triunfo ou à tragédia?
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Na China do século XIX, os pés enfaixados, ou «lótus dourados», são a marca de uma mulher honrada, eclipsando a beleza, um dote e até mesmo a linhagem na negociação de um casamento. Quando, ainda criança, Florzinha é comprada pela família rica dos Fong para se tornar a muizai – uma criada – de Linjing, é obrigada a viver em servidão até que a sua senhora a venda ou lhe arranje um marido. Porém, Florzinha não só tem os pés enfaixados, o que é invulgar numa muizai, como é extraordinariamente dotada para o bordado, ambas características associadas às classes sociais mais altas – e a menina agarra-se à esperança de que, um dia, tais atributos se tornem o seu passaporte para a liberdade. No entanto, ressentida com os talentos de Florzinha e enciumada pela clara preferência da mãe, Linjing tudo faz para impedir que a serva ascenda socialmente ou se torne uma mulher livre. Ao longo dos anos, as duas raparigas ver-se-ão enredadas numa relação desigual e tensa, sendo forçadas a trabalhar em conjunto para garantir o futuro de ambas através do casamento de Linjing. Até que um escândalo atinge a família Fong, e as vidas de Linjing e Florzinha são inesperadamente lançadas no caos. A queda de Linjing abre novas oportunidades para Florzinha – mas será que os seus destinos entrelaçados levarão ao triunfo ou à tragédia?
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Um romance sobre uma cidade dividida e a jornada de uma família marcada pela dor e por muitos segredos, até à liberdade e à reconciliação. Uma leitura emocionante que revela a vida por trás do Muro de Berlim. Perto do fim da Guerra Fria, uma decifradora de códigos da CIA descobre um símbolo que reconhece desde a infância e que a levará até ao coração de Berlim, pouco antes da queda do Muro. Depois de encontrar um esconderijo de cartas com informações secretas, a criptógrafa da CIA Luisa Voekler descobre que o pai não só está vivo como está, provavelmente, a definhar numa prisão da Stasi, na Alemanha Oriental. É então que, mesmo sem um plano, Luisa parte numa desenfreada corrida contra o tempo para salvar o pai que nunca chegou a conhecer. Juntamente com a história de Luisa, acompanhamos o seu pai, Haris Voekler, um orgulhoso berlinense oriental cujos olhos estão finalmente abertos para a dura realidade do domínio soviético. A narrativa dupla explora temas de esperança e os laços inquebráveis da família. E à medida que as histórias de Luisa e Haris convergem, será inevitável envolvermo-nos nos seus destinos.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Um romance sobre uma cidade dividida e a jornada de uma família marcada pela dor e por muitos segredos, até à liberdade e à reconciliação. Uma leitura emocionante que revela a vida por trás do Muro de Berlim. Perto do fim da Guerra Fria, uma decifradora de códigos da CIA descobre um símbolo que reconhece desde a infância e que a levará até ao coração de Berlim, pouco antes da queda do Muro. Depois de encontrar um esconderijo de cartas com informações secretas, a criptógrafa da CIA Luisa Voekler descobre que o pai não só está vivo como está, provavelmente, a definhar numa prisão da Stasi, na Alemanha Oriental. É então que, mesmo sem um plano, Luisa parte numa desenfreada corrida contra o tempo para salvar o pai que nunca chegou a conhecer. Juntamente com a história de Luisa, acompanhamos o seu pai, Haris Voekler, um orgulhoso berlinense oriental cujos olhos estão finalmente abertos para a dura realidade do domínio soviético. A narrativa dupla explora temas de esperança e os laços inquebráveis da família. E à medida que as histórias de Luisa e Haris convergem, será inevitável envolvermo-nos nos seus destinos.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Brito é imigrante ilegal numa cidade que não conhece e cuja língua não fala. Um domingo à tarde, perde-se a caminho de casa com a mulher e o filho pequeno. E, como acredita que para tomar uma decisão acertada tem de fazer o contrário daquilo que acha que está correcto, o regresso a casa torna-se uma aventura sem fim à vista. Depois de uma noite na rua, Brito percebe que se não pedir ajuda pode ficar perdido para sempre, mas se o fizer poderá arruinar o sonho de uma vida nova. Com uma acção que decorre em pouco mais de vinte e quatro horas, Depois de morrer aconteceram-me muitas coisas explora o que é viver imigrado dentro de si mesmo - mais difícil do que qualquer exílio. Nova edição do segundo romance de Ricardo Adolfo, aclamado como uma das vozes mais originais da literatura portuguesa do novo século, uma história tão provocadora quanto terna das ilusões e desenganos dos que são atirados para a margem.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Brito é imigrante ilegal numa cidade que não conhece e cuja língua não fala. Um domingo à tarde, perde-se a caminho de casa com a mulher e o filho pequeno. E, como acredita que para tomar uma decisão acertada tem de fazer o contrário daquilo que acha que está correcto, o regresso a casa torna-se uma aventura sem fim à vista. Depois de uma noite na rua, Brito percebe que se não pedir ajuda pode ficar perdido para sempre, mas se o fizer poderá arruinar o sonho de uma vida nova. Com uma acção que decorre em pouco mais de vinte e quatro horas, Depois de morrer aconteceram-me muitas coisas explora o que é viver imigrado dentro de si mesmo - mais difícil do que qualquer exílio. Nova edição do segundo romance de Ricardo Adolfo, aclamado como uma das vozes mais originais da literatura portuguesa do novo século, uma história tão provocadora quanto terna das ilusões e desenganos dos que são atirados para a margem.
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Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Já ouvimos histórias de cirurgias que correram mal ou de diagnósticos errados. Muitos desses casos devem-se a erros médicos e podem ser fatais. Sabemos disso, e temos mecanismos para nos defendermos. Mas quem nos protege de um mau terapeuta? Mais importante ainda: quem protege os nossos filhos? Nunca houve tantos problemas de saúde mental entre as crianças e adolescentes como agora. As receitas de antidepressivos dispararam e os comportamentos de automutilação multiplicam-se ao mesmo tempo que se multiplicam as consultas com psicólogos e psiquiatras. Como explicar esta gritante contradição? Abigail Shreir, uma premiada jornalista, investigou o fenómeno e apresenta os factos em Má Terapia. Analisou números e estatísticas de saúde pública, falou com centenas de médicos, professores, pais e filhos. Concluiu que a indústria da saúde mental criou uma subcultura própria, especializada em rotular as crianças desde a infância: não são tímidas, sofrem antes de transtorno de ansiedade social; não são malcomportadas, mas padecem de perturbações de oposição e desafio… Comportamentos antes considerados normais nas crianças e adolescentes transformaram-se em doenças diagnosticáveis - o que leva a que pais e professores evitem a todo o custo traumatizar os jovens. Eles crescem presos aos telemóveis (isso sim, é permitido) mas, sem disciplina, sem ambição, com medo de arriscar. Tirar a carta de condução, por exemplo, é hoje assustador. Os cuidados de saúde mental, ressalva a autora, são absolutamente essenciais para casos graves. Mas quando se trata de simples frustração, tristeza, desapontamento ou solidão, a melhor maneira de ajudar os nossos filhos é libertá-los da redoma onde nós (com a ajuda da indústria farmacêutica) os prendemos. Para que enfim possam crescer livres, maduros e autossuficientes.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Já ouvimos histórias de cirurgias que correram mal ou de diagnósticos errados. Muitos desses casos devem-se a erros médicos e podem ser fatais. Sabemos disso, e temos mecanismos para nos defendermos. Mas quem nos protege de um mau terapeuta? Mais importante ainda: quem protege os nossos filhos? Nunca houve tantos problemas de saúde mental entre as crianças e adolescentes como agora. As receitas de antidepressivos dispararam e os comportamentos de automutilação multiplicam-se ao mesmo tempo que se multiplicam as consultas com psicólogos e psiquiatras. Como explicar esta gritante contradição? Abigail Shreir, uma premiada jornalista, investigou o fenómeno e apresenta os factos em Má Terapia. Analisou números e estatísticas de saúde pública, falou com centenas de médicos, professores, pais e filhos. Concluiu que a indústria da saúde mental criou uma subcultura própria, especializada em rotular as crianças desde a infância: não são tímidas, sofrem antes de transtorno de ansiedade social; não são malcomportadas, mas padecem de perturbações de oposição e desafio… Comportamentos antes considerados normais nas crianças e adolescentes transformaram-se em doenças diagnosticáveis - o que leva a que pais e professores evitem a todo o custo traumatizar os jovens. Eles crescem presos aos telemóveis (isso sim, é permitido) mas, sem disciplina, sem ambição, com medo de arriscar. Tirar a carta de condução, por exemplo, é hoje assustador. Os cuidados de saúde mental, ressalva a autora, são absolutamente essenciais para casos graves. Mas quando se trata de simples frustração, tristeza, desapontamento ou solidão, a melhor maneira de ajudar os nossos filhos é libertá-los da redoma onde nós (com a ajuda da indústria farmacêutica) os prendemos. Para que enfim possam crescer livres, maduros e autossuficientes.
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Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 296
Sinopse:
A ameaça da Terceira Guerra Mundial volta a pairar sobre a humanidade – e é provável que Karl Lee, um nome de que poucos ouviram falar, tenha uma palavra a dizer sobre o assunto. Misterioso e quase invisível, este empresário, com cerca de 50 anos, é dono de uma agenda explosiva e uma peça-chave no tráfico de armamento. A partir de uma zona recôndita no extremo leste da China, controla o comércio global de componentes essenciais ao fabrico de mísseis. Fintando as sanções internacionais, faz chegá-los a vários destinos – entre os quais, países hostis ao Ocidente, como o Irão ou a Coreia do Norte. Não admira que Lee, também conhecido como Li Fangwei, seja um dos homens mais procurados pelo FBI, que oferece uma recompensa de cinco milhões de dólares pela sua captura. Até agora, porém, tanto o prémio como os esforços dos serviços secretos de diversos países de nada valeram. Ninguém conseguiu ainda apanhar O Fantasma Chinês. Porque será? (…)
Nº Páginas: 296
Sinopse:
A ameaça da Terceira Guerra Mundial volta a pairar sobre a humanidade – e é provável que Karl Lee, um nome de que poucos ouviram falar, tenha uma palavra a dizer sobre o assunto. Misterioso e quase invisível, este empresário, com cerca de 50 anos, é dono de uma agenda explosiva e uma peça-chave no tráfico de armamento. A partir de uma zona recôndita no extremo leste da China, controla o comércio global de componentes essenciais ao fabrico de mísseis. Fintando as sanções internacionais, faz chegá-los a vários destinos – entre os quais, países hostis ao Ocidente, como o Irão ou a Coreia do Norte. Não admira que Lee, também conhecido como Li Fangwei, seja um dos homens mais procurados pelo FBI, que oferece uma recompensa de cinco milhões de dólares pela sua captura. Até agora, porém, tanto o prémio como os esforços dos serviços secretos de diversos países de nada valeram. Ninguém conseguiu ainda apanhar O Fantasma Chinês. Porque será? (…)
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Num futuro próximo, em Londres, uma funcionária pública tem a oportunidade de receber um salário de sonho se participar num projeto ultrassecreto: um ministério recém-criado pelo Governo está a reunir "expatriados" de diversas épocas históricas para determinar os efeitos das viagens no tempo. O seu papel é servir de "ponte": tem de prestar assistência e vigiar o expatriado conhecido como "1847" – o comandante Graham Gore. Segundo os registos históricos, o comandante Gore morreu em 1845, na expedição de exploração do Ártico de Sir John Franklin, por isso sente-se desorientado quando constata que está vivo e rodeado de conceitos bizarros como "máquina de lavar", "spotify" ou a queda do Império Britânico. Ao longo do ano que se segue, o que começa por ser uma relação constrangedora evolui para algo mais profundo. Quando a verdade sobre o projeto do Ministério do Tempo é revelada, os dois estão irremediavelmente apaixonados e terão de confrontar as escolhas que os juntaram com as consequências que elas terão no futuro. Uma narrativa magistralmente tecida através do tempo, do espaço e do espírito humano, que anuncia uma nova e promissora voz na ficção contemporânea.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Num futuro próximo, em Londres, uma funcionária pública tem a oportunidade de receber um salário de sonho se participar num projeto ultrassecreto: um ministério recém-criado pelo Governo está a reunir "expatriados" de diversas épocas históricas para determinar os efeitos das viagens no tempo. O seu papel é servir de "ponte": tem de prestar assistência e vigiar o expatriado conhecido como "1847" – o comandante Graham Gore. Segundo os registos históricos, o comandante Gore morreu em 1845, na expedição de exploração do Ártico de Sir John Franklin, por isso sente-se desorientado quando constata que está vivo e rodeado de conceitos bizarros como "máquina de lavar", "spotify" ou a queda do Império Britânico. Ao longo do ano que se segue, o que começa por ser uma relação constrangedora evolui para algo mais profundo. Quando a verdade sobre o projeto do Ministério do Tempo é revelada, os dois estão irremediavelmente apaixonados e terão de confrontar as escolhas que os juntaram com as consequências que elas terão no futuro. Uma narrativa magistralmente tecida através do tempo, do espaço e do espírito humano, que anuncia uma nova e promissora voz na ficção contemporânea.
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 360
Sinopse:
No verão de 1941, na costa da Nova Inglaterra, onde passam férias desde sempre, Evelyn e Joseph apaixonam-se. Mais de sessenta anos depois, o casal decide reunir os três filhos adultos para partilharem uma notícia inesperada: ela recebeu um diagnóstico trágico e ele não poderá viver sem ela. Por isso, decidiram que, dentro de um ano, acabarão com as suas vidas. À medida que o casal enfrenta o seu destino, vai também reconstruindo a sua história – as celebrações e os arrependimentos, as alegrias e as tristezas –, uma vida inteira que os trouxe até este momento. Evelyn e Joseph embarcam numa jornada para a concretização dos seus maiores sonhos e para se reconectarem com cada um dos filhos, antes da partida.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
No verão de 1941, na costa da Nova Inglaterra, onde passam férias desde sempre, Evelyn e Joseph apaixonam-se. Mais de sessenta anos depois, o casal decide reunir os três filhos adultos para partilharem uma notícia inesperada: ela recebeu um diagnóstico trágico e ele não poderá viver sem ela. Por isso, decidiram que, dentro de um ano, acabarão com as suas vidas. À medida que o casal enfrenta o seu destino, vai também reconstruindo a sua história – as celebrações e os arrependimentos, as alegrias e as tristezas –, uma vida inteira que os trouxe até este momento. Evelyn e Joseph embarcam numa jornada para a concretização dos seus maiores sonhos e para se reconectarem com cada um dos filhos, antes da partida.
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Martha Gellhorn é jornalista, escritora e correspondente de guerra. É também casada com o escritor Ernest Hemingway. Em plena Segunda Guerra Mundial, o casal colabora na criação do "Exército Fantasma", uma encenação com a qual se pretendia confundir as tropas nazis. Mas Martha não quer ficar em terra a escrever o guião de um exército ilusório. Ela quer atravessar o Atlântico para relatar em primeira mão a derradeira fase da guerra, estando disposta a tudo para desafiar a ordem do alto comando militar que impede a presença de mulheres nos desembarques na Normandia. Esta é a história de uma mulher determinada a não ficar na sombra, uma extraordinária jornalista que embarca numa viagem épica e arrisca a própria vida para lutar pela liberdade.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Martha Gellhorn é jornalista, escritora e correspondente de guerra. É também casada com o escritor Ernest Hemingway. Em plena Segunda Guerra Mundial, o casal colabora na criação do "Exército Fantasma", uma encenação com a qual se pretendia confundir as tropas nazis. Mas Martha não quer ficar em terra a escrever o guião de um exército ilusório. Ela quer atravessar o Atlântico para relatar em primeira mão a derradeira fase da guerra, estando disposta a tudo para desafiar a ordem do alto comando militar que impede a presença de mulheres nos desembarques na Normandia. Esta é a história de uma mulher determinada a não ficar na sombra, uma extraordinária jornalista que embarca numa viagem épica e arrisca a própria vida para lutar pela liberdade.
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Paris, 1918. Enquanto a Primeira Guerra Mundial se desenrola, Jessie Carson tira uma licença da Biblioteca Pública de Nova Iorque para trabalhar no Comité Americano para as Regiões Devastadas, composto por um grupo de mulheres determinadas a reerguer as comunidades francesas destruídas a poucos quilómetros da frente de batalha, no norte de França. Ao chegar, Jessie esforça-se por criar algo que os franceses nunca viram: bibliotecas para crianças. Transforma ambulâncias em veículos de transporte de livros e forma as primeiras bibliotecárias francesas. Depois desaparece.1987. Quando a aspirante a escritora Wendy Peterson se depara com uma breve referência a Jessie Carson nos arquivos da Biblioteca Pública de Nova Iorque, fica obcecada em conhecer o seu destino. Com esse objetivo em mente, descobre que ela e a esquiva bibliotecária têm mais em comum do que o seu trabalho na famosa biblioteca de Nova Iorque, mas não faz ideia de que os seus caminhos vão convergir de forma surpreendente ao longo do tempo.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Paris, 1918. Enquanto a Primeira Guerra Mundial se desenrola, Jessie Carson tira uma licença da Biblioteca Pública de Nova Iorque para trabalhar no Comité Americano para as Regiões Devastadas, composto por um grupo de mulheres determinadas a reerguer as comunidades francesas destruídas a poucos quilómetros da frente de batalha, no norte de França. Ao chegar, Jessie esforça-se por criar algo que os franceses nunca viram: bibliotecas para crianças. Transforma ambulâncias em veículos de transporte de livros e forma as primeiras bibliotecárias francesas. Depois desaparece.1987. Quando a aspirante a escritora Wendy Peterson se depara com uma breve referência a Jessie Carson nos arquivos da Biblioteca Pública de Nova Iorque, fica obcecada em conhecer o seu destino. Com esse objetivo em mente, descobre que ela e a esquiva bibliotecária têm mais em comum do que o seu trabalho na famosa biblioteca de Nova Iorque, mas não faz ideia de que os seus caminhos vão convergir de forma surpreendente ao longo do tempo.
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Os antigos persas debatiam as questões políticas duas vezes: uma bêbedos e outra sóbrios. Os vikings acreditavam que o hidromel era a fonte da poesia. A punição asteca para a embriaguez era o estrangulamento público. E os londrinos do século XVIII viram-se obrigados a comprar gin a um gato mecânico. Ao longo da História, cada civilização encontrou uma forma de celebrar, ou de controlar, a eterna tendência humana para se enfrascar. Em quase todas as culturas do mundo há bebidas alcoólicas, e onde há álcool há bebedeira. Mas em cada época e em cada lugar a embriaguez é um pouco diferente. Pode ser de cariz religioso ou sexual. Pode ser o dever dos reis ou o alívio dos camponeses. Pode ser uma oferenda aos antepassados ou uma forma de assinalar o fim de um dia de trabalho. Pode levar uma pessoa a dormir ou prepará-la para combater. Fazendo paragens pelo mundo, a Breve História da Bebedeira celebra a paixão que a humanidade tem pelo álcool, desde os nossos antepassados primatas até aos refratários à Lei Seca americana, respondendo a todas as perguntas possíveis ao longo do caminho: o que é que as pessoas bebiam? Quanto? Quem é que bebia? Entre as muitas razões possíveis, porquê? Ficará maravilhado com a forma como os gregos ficavam grossos e os sumérios apanhavam bebedeiras de caixão à cova
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Os antigos persas debatiam as questões políticas duas vezes: uma bêbedos e outra sóbrios. Os vikings acreditavam que o hidromel era a fonte da poesia. A punição asteca para a embriaguez era o estrangulamento público. E os londrinos do século XVIII viram-se obrigados a comprar gin a um gato mecânico. Ao longo da História, cada civilização encontrou uma forma de celebrar, ou de controlar, a eterna tendência humana para se enfrascar. Em quase todas as culturas do mundo há bebidas alcoólicas, e onde há álcool há bebedeira. Mas em cada época e em cada lugar a embriaguez é um pouco diferente. Pode ser de cariz religioso ou sexual. Pode ser o dever dos reis ou o alívio dos camponeses. Pode ser uma oferenda aos antepassados ou uma forma de assinalar o fim de um dia de trabalho. Pode levar uma pessoa a dormir ou prepará-la para combater. Fazendo paragens pelo mundo, a Breve História da Bebedeira celebra a paixão que a humanidade tem pelo álcool, desde os nossos antepassados primatas até aos refratários à Lei Seca americana, respondendo a todas as perguntas possíveis ao longo do caminho: o que é que as pessoas bebiam? Quanto? Quem é que bebia? Entre as muitas razões possíveis, porquê? Ficará maravilhado com a forma como os gregos ficavam grossos e os sumérios apanhavam bebedeiras de caixão à cova
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 228
Sinopse:
Daphne Bell acredita que o Universo tem um plano para si no que diz respeito ao amor. Sempre que conhece um novo homem, recebe um papel com o nome dele e a quantidade exata de tempo que vão estar juntos. Os papéis disseram-lhe que ela passaria três dias com Martin em Paris
Nº Páginas: 228
Sinopse:
Daphne Bell acredita que o Universo tem um plano para si no que diz respeito ao amor. Sempre que conhece um novo homem, recebe um papel com o nome dele e a quantidade exata de tempo que vão estar juntos. Os papéis disseram-lhe que ela passaria três dias com Martin em Paris
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 364
Sinopse:
Toda a vida que resta é um romance precioso e íntimo, que explora os mecanismos da vergonha e do luto, mas sobretudo do carinho e do cuidado, trazendo-os à tona com uma delicadeza surpreendente. No encantador cenário de Roma dos anos 50, Marisa e Stelvio apaixonam-se e constroem uma família com muito amor, a lembrar os clássicos do cinema a preto e branco. Mas o seu mundo é arrasado por uma tragédia: a sua amada filha Betta, de 16 anos, é assassinada. Todos perdem o chão. O carinho e a cumplicidade desaparecem e fica apenas a dor e a mágoa por uma filha que se perdeu para sempre. Miriam, a prima tímida e introvertida de Betta, não só presenciou a sua morte, como também ela foi, nesse dia, vítima de uma violência indescritível. Mas carregou sozinha o fardo desse terrível segredo. Quando julgava ser incapaz de continuar, encontra Leo, um jovem dos subúrbios, que traz uma nova luz à sua vida: o início de um amor que irrompe onde ninguém ousara olhar.
Nº Páginas: 364
Sinopse:
Toda a vida que resta é um romance precioso e íntimo, que explora os mecanismos da vergonha e do luto, mas sobretudo do carinho e do cuidado, trazendo-os à tona com uma delicadeza surpreendente. No encantador cenário de Roma dos anos 50, Marisa e Stelvio apaixonam-se e constroem uma família com muito amor, a lembrar os clássicos do cinema a preto e branco. Mas o seu mundo é arrasado por uma tragédia: a sua amada filha Betta, de 16 anos, é assassinada. Todos perdem o chão. O carinho e a cumplicidade desaparecem e fica apenas a dor e a mágoa por uma filha que se perdeu para sempre. Miriam, a prima tímida e introvertida de Betta, não só presenciou a sua morte, como também ela foi, nesse dia, vítima de uma violência indescritível. Mas carregou sozinha o fardo desse terrível segredo. Quando julgava ser incapaz de continuar, encontra Leo, um jovem dos subúrbios, que traz uma nova luz à sua vida: o início de um amor que irrompe onde ninguém ousara olhar.
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 324
Sinopse:
Blu Henderson e Jace Boland não podiam ser mais diferentes. Blu é ousada e carismática, e Jace é introvertido e misterioso. Mas os opostos atraem-se e, ao primeiro olhar, os dois tornam-se inseparáveis. Para o melhor e para o pior. Um livro que explora o luto e a sua superação, o impacto da imagem que os outros têm de nós na imagem que temos de nós próprios. Será possível amar alguém sem nos amarmos a nós mesmos?
Nº Páginas: 324
Sinopse:
Blu Henderson e Jace Boland não podiam ser mais diferentes. Blu é ousada e carismática, e Jace é introvertido e misterioso. Mas os opostos atraem-se e, ao primeiro olhar, os dois tornam-se inseparáveis. Para o melhor e para o pior. Um livro que explora o luto e a sua superação, o impacto da imagem que os outros têm de nós na imagem que temos de nós próprios. Será possível amar alguém sem nos amarmos a nós mesmos?
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Após um acidente traumático, que o obriga a reformar-se antes de tempo, sente necessidade de abandonar a capital e regressar à casa da sua infância, em Benguela. Ali, os seus dias são povoados por memórias e reflexões sobre a história da família - que remonta ao início do reino Tchiyaka -, o passado colonial de Angola e as profundas mudanças sociais que ocorreram. Mas a sua solidão termina quando aparece Jeremias e, meses depois, Zacarias, um cão e um gato fora do comum, que o irão acompanhar na nova fase da sua vida. Em Benguela vive também Ofeka, neta de uma adivinhadora e grande dona de feitiços. Quando era criança, a avó profetizou que o seu destino seria brilhar. Agora que é uma bela mulher com uma carreira de sucesso, a defunta avó envia-lhe um espírito para a ajudar a alcançar esse destino fantástico. E Ofeka nunca mais estará só, pois o impertinente kazumbi Olegário não se priva de comentar nem mesmo a sua vida amorosa. Quando Santiago e Ofeka se cruzam não imaginam até que ponto as suas vidas estão entrelaçadas, nem as inesperadas revelações que os aguardam. na devida altura, terão de fazer uma escolha que irá mudar o seu destino e ensinar-lhes que tudo está ligado. Ou deve estar. E que o que deve ser só se liga pela palavra, dita, escrita ou transmitida. Numa prosa límpida e pontuada pela magia das tradições africanas e por um delicioso sentido de humor, Pepetela leva-nos numa viagem que vai desde a formação dos reinos no Planalto Central à atualidade de Angola, explorando episódios pouco conhecidos da história do país.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Após um acidente traumático, que o obriga a reformar-se antes de tempo, sente necessidade de abandonar a capital e regressar à casa da sua infância, em Benguela. Ali, os seus dias são povoados por memórias e reflexões sobre a história da família - que remonta ao início do reino Tchiyaka -, o passado colonial de Angola e as profundas mudanças sociais que ocorreram. Mas a sua solidão termina quando aparece Jeremias e, meses depois, Zacarias, um cão e um gato fora do comum, que o irão acompanhar na nova fase da sua vida. Em Benguela vive também Ofeka, neta de uma adivinhadora e grande dona de feitiços. Quando era criança, a avó profetizou que o seu destino seria brilhar. Agora que é uma bela mulher com uma carreira de sucesso, a defunta avó envia-lhe um espírito para a ajudar a alcançar esse destino fantástico. E Ofeka nunca mais estará só, pois o impertinente kazumbi Olegário não se priva de comentar nem mesmo a sua vida amorosa. Quando Santiago e Ofeka se cruzam não imaginam até que ponto as suas vidas estão entrelaçadas, nem as inesperadas revelações que os aguardam. na devida altura, terão de fazer uma escolha que irá mudar o seu destino e ensinar-lhes que tudo está ligado. Ou deve estar. E que o que deve ser só se liga pela palavra, dita, escrita ou transmitida. Numa prosa límpida e pontuada pela magia das tradições africanas e por um delicioso sentido de humor, Pepetela leva-nos numa viagem que vai desde a formação dos reinos no Planalto Central à atualidade de Angola, explorando episódios pouco conhecidos da história do país.
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