9050 produtos
Ordenar por:
9050 produtos
Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Na península ibérica do século XII, dois homens protagonizam uma nova história do cerco de Lisboa: Afonso Henriques e Abu'l Qasim Ahmad Ibn Qasi. D. Afonso Henriques é uma das mais míticas figuras da História de Portugal. Porém, quanto do que tendemos a saber ou pensar sobre ele é real, e quanto é mito? Azzam, autor de O Regresso de D. Sebastião volta a olhar um episódio emblemático da nossa história, o cerco de Lisboa, com uma sagacidade invulgar, própria de alguém que vê de fora, um historiador que, sem descurar a versão veiculada ao longo de muitas décadas, quer, sobretudo, procurar a perspetiva do outro, o lugar mais desconhecido, a conciliação de teses, aparentemente, antagónicas. E é aqui chegados que deparamos com Abu'l Qasim Ahmad ibn Qasi, o rebelde místico. Ibn Qasi, líder sufi aliado de Afonso Henriques que reinou sobre Mértola e Silves, era muçulmano e chamavam-lhe profeta, revoltou-se contra a liderança de Almóada e procurou no rei uma aliança com os cristãos. Foi o prenúncio da sua morte. De que forma estes dois homens, por meio do seu breve encontro, marcaram a época da Reconquista e têm outra história para contar? Tendo como ponto central o cerco de Lisboa, em 1147, símbolo primeiro de um Portugal independente, Azzam faz um novo retrato da influência muçulmana na Península Ibérica, desconstruindo o mito do invasor. Porque, entre os mundos católico e islâmico, há, talvez, um espaço de não contado que tem de ser conhecido, para percebermos, realmente, onde e como nasceu Portugal.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Na península ibérica do século XII, dois homens protagonizam uma nova história do cerco de Lisboa: Afonso Henriques e Abu'l Qasim Ahmad Ibn Qasi. D. Afonso Henriques é uma das mais míticas figuras da História de Portugal. Porém, quanto do que tendemos a saber ou pensar sobre ele é real, e quanto é mito? Azzam, autor de O Regresso de D. Sebastião volta a olhar um episódio emblemático da nossa história, o cerco de Lisboa, com uma sagacidade invulgar, própria de alguém que vê de fora, um historiador que, sem descurar a versão veiculada ao longo de muitas décadas, quer, sobretudo, procurar a perspetiva do outro, o lugar mais desconhecido, a conciliação de teses, aparentemente, antagónicas. E é aqui chegados que deparamos com Abu'l Qasim Ahmad ibn Qasi, o rebelde místico. Ibn Qasi, líder sufi aliado de Afonso Henriques que reinou sobre Mértola e Silves, era muçulmano e chamavam-lhe profeta, revoltou-se contra a liderança de Almóada e procurou no rei uma aliança com os cristãos. Foi o prenúncio da sua morte. De que forma estes dois homens, por meio do seu breve encontro, marcaram a época da Reconquista e têm outra história para contar? Tendo como ponto central o cerco de Lisboa, em 1147, símbolo primeiro de um Portugal independente, Azzam faz um novo retrato da influência muçulmana na Península Ibérica, desconstruindo o mito do invasor. Porque, entre os mundos católico e islâmico, há, talvez, um espaço de não contado que tem de ser conhecido, para percebermos, realmente, onde e como nasceu Portugal.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/d-afonso-henriques-e-o-rebelde-mistico-de-a-r-azzam-uma-nova-historia-do-cerco-de-lisboa-8391844');
});">
Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Cinquenta e duas semanas: é o tempo que resta a Mona, uma menina de dez anos, para descobrir toda a beleza do mundo. E quando o seu avô, um homem culto e cheio de imaginação, percebe que a neta pode perder a visão para sempre, cria um plano: todas as quartas-feiras, depois da escola, Mona e ele irão, às escondidas, ver uma obra de arte, antes que os olhos de Mona deixem de espelhar o que há de mais bonito. Juntos, percorrendo os museus de Paris, Mona e o avô vão maravilhar-se, comover-se, pensar em voz alta e em silêncio, sorrir e experimentar todo o tipo de sensações diante de uma pintura ou de uma escultura. Sob os olhares atentos de Botticelli, Vermeer, Goya ou Courbet, a pequena Mona descobrirá o poder da beleza, a força da arte, o que é a melancolia, a felicidade, a dúvida ou a tristeza. Mona receberá do avô a melhor e mais preciosa prenda de todas, mudando a sua vida, e a nossa, para sempre.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Cinquenta e duas semanas: é o tempo que resta a Mona, uma menina de dez anos, para descobrir toda a beleza do mundo. E quando o seu avô, um homem culto e cheio de imaginação, percebe que a neta pode perder a visão para sempre, cria um plano: todas as quartas-feiras, depois da escola, Mona e ele irão, às escondidas, ver uma obra de arte, antes que os olhos de Mona deixem de espelhar o que há de mais bonito. Juntos, percorrendo os museus de Paris, Mona e o avô vão maravilhar-se, comover-se, pensar em voz alta e em silêncio, sorrir e experimentar todo o tipo de sensações diante de uma pintura ou de uma escultura. Sob os olhares atentos de Botticelli, Vermeer, Goya ou Courbet, a pequena Mona descobrirá o poder da beleza, a força da arte, o que é a melancolia, a felicidade, a dúvida ou a tristeza. Mona receberá do avô a melhor e mais preciosa prenda de todas, mudando a sua vida, e a nossa, para sempre.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/os-olhos-de-mona-de-thomas-schlesser-8391815');
});">
Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 408
Sinopse:
Mehmed-Paxá, Grão-vizir, ainda guarda na memória a manhã de 1516, quando, em criança, foi separado da sua família cristã ortodoxa e forçado juntamente com outros rapazes a atravessar o rio, rumo a Istambul, para servir nas falanges de janíçaros. Décadas depois, convertido ao islão, é ele que dá a ordem de construção de uma ponte sobre o rio Drina em Višegrad, assim ligando Ocidente e Oriente. Ao longo dos séculos, a ponte foi local de passagem, de encontros, de conversas, de conspirações; sofreu inundações, foi encerrada para impedir o alastrar da peste e presenciou suicídios; sobre ela transitaram exércitos em fuga e desfilaram outros vitoriosos; nela foram executados espiões; nela se assistiu ao desmoronar de impérios e ao nascer de novas nações. Grande épico europeu e uma das obras-primas da Literatura mundial, A Ponte sobre o Drina, de Ivo Andric, Prémio Nobel de Literatura em 1961, é um romance-crónica que abarca quatro séculos - do século XIX ao início do século XX - e entrelaça a marcha da História com a tradição oral e as lendas, dando vida a personagens de diferentes origens, culturas e credos que gravitam em torno de uma inabalável estrutura arquitectónica. Traduçao do sérvio de Lúcia Stankovic e Dejan Stankovic
Nº Páginas: 408
Sinopse:
Mehmed-Paxá, Grão-vizir, ainda guarda na memória a manhã de 1516, quando, em criança, foi separado da sua família cristã ortodoxa e forçado juntamente com outros rapazes a atravessar o rio, rumo a Istambul, para servir nas falanges de janíçaros. Décadas depois, convertido ao islão, é ele que dá a ordem de construção de uma ponte sobre o rio Drina em Višegrad, assim ligando Ocidente e Oriente. Ao longo dos séculos, a ponte foi local de passagem, de encontros, de conversas, de conspirações; sofreu inundações, foi encerrada para impedir o alastrar da peste e presenciou suicídios; sobre ela transitaram exércitos em fuga e desfilaram outros vitoriosos; nela foram executados espiões; nela se assistiu ao desmoronar de impérios e ao nascer de novas nações. Grande épico europeu e uma das obras-primas da Literatura mundial, A Ponte sobre o Drina, de Ivo Andric, Prémio Nobel de Literatura em 1961, é um romance-crónica que abarca quatro séculos - do século XIX ao início do século XX - e entrelaça a marcha da História com a tradição oral e as lendas, dando vida a personagens de diferentes origens, culturas e credos que gravitam em torno de uma inabalável estrutura arquitectónica. Traduçao do sérvio de Lúcia Stankovic e Dejan Stankovic
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/a-ponte-sobre-o-drina-de-ivo-andric-8391740');
});">
Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 288
Sinopse:
A corrupção é um dos maiores problemas que Portugal e o mundo enfrentam. Para a economia, significa um autêntico rombo, que, no caso português, atinge quase 18 mil milhões de euros. Para a justiça social, é um enorme embaraço. Para o Estado de direito democrático, pode ser fatal. Mas se, por um lado, a corrupção é uma preocupação persistente e crescente, por outro, verifica-se um elevado grau de ignorância sobre este fenómeno, até mesmo entre as elites políticas e económicas. Tiago Rosa Gaspar, em conjunto com reputados especialistas, decifra este fenómeno, tão antigo como a espécie humana, e analisa o seu impacto na sociedade, identificando desafios e oportunidades na sua prevenção e combate, e destacando o papel, tantas vezes subestimado, que qualquer um de nós pode e deve desempenhar nesta luta.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
A corrupção é um dos maiores problemas que Portugal e o mundo enfrentam. Para a economia, significa um autêntico rombo, que, no caso português, atinge quase 18 mil milhões de euros. Para a justiça social, é um enorme embaraço. Para o Estado de direito democrático, pode ser fatal. Mas se, por um lado, a corrupção é uma preocupação persistente e crescente, por outro, verifica-se um elevado grau de ignorância sobre este fenómeno, até mesmo entre as elites políticas e económicas. Tiago Rosa Gaspar, em conjunto com reputados especialistas, decifra este fenómeno, tão antigo como a espécie humana, e analisa o seu impacto na sociedade, identificando desafios e oportunidades na sua prevenção e combate, e destacando o papel, tantas vezes subestimado, que qualquer um de nós pode e deve desempenhar nesta luta.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/decifrar-a-corrupcao-de-tiago-rosa-gaspar-rumo-a-uma-cultura-de-integridade-em-portugal-8389644');
});">
Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Uma brilhante reflexão sobre a liberdade — o que é, como tem sido mal interpretada, e porque é a nossa única hipótese de sobrevivência — pelo aclamado historiador da Universidade de Yale e autor do bestseller mundial Sobre a Tirania. Timothy Snyder é considerado "o principal estudioso dos nossos tempos sombrios." Como historiador surpreendeu-nos com novas interpretações de colapsos políticos passados e de assassínios em massa. Como figura pública, aplicou esse conhecimento histórico para dar conselhos e fazer previsões, assim combatendo o autoritarismo onde quer que ele exista no presente. O seu livro Sobre a Tirania inspirou milhões de pessoas a lutarem pela liberdade. Agora, neste tour de force da filosofia política, ajuda-nos a ver aquilo por que estamos exatamente a lutar. A liberdade é o grande compromisso ocidental, mas, como argumenta Snyder, perdemos de vista o seu significado — e isso está a conduzir-nos à crise. Demasiados de nós olham para a liberdade como a ausência de poder do Estado: pensamos que somos livres se pudermos fazer e dizer o que quisermos, e se nos protegermos da ação do Governo. No entanto, a verdadeira liberdade não é tanto a "liberdade (libertação) de", mas a "liberdade para" — liberdade para prosperar, liberdade para correr riscos com vista a futuros escolhidos por nós se trabalharmos em conjunto por eles. Daí que a liberdade seja o valor que torna possíveis todos os outros valores. Da Liberdade proporciona-nos uma estimulante viagem intelectual. Baseando-se no trabalho de filósofos e dissidentes políticos, e em conversas com pensadores contemporâneos sobre as suas próprias experiências de amadurecimento numa época atípica, Snyder identifica as práticas e atitudes — os hábitos mentais — que nos permitirão vislumbrar um governo com o qual nós e as gerações futuras possamos prosperar. Passamos a apreciar a importância das tradições (defendidas pela direita), mas também o papel das instituições (favorecidas pela esquerda). Íntimo e ambicioso, este livro procura forjar um novo consenso assente numa política de abundância, generosidade e bondade.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Uma brilhante reflexão sobre a liberdade — o que é, como tem sido mal interpretada, e porque é a nossa única hipótese de sobrevivência — pelo aclamado historiador da Universidade de Yale e autor do bestseller mundial Sobre a Tirania. Timothy Snyder é considerado "o principal estudioso dos nossos tempos sombrios." Como historiador surpreendeu-nos com novas interpretações de colapsos políticos passados e de assassínios em massa. Como figura pública, aplicou esse conhecimento histórico para dar conselhos e fazer previsões, assim combatendo o autoritarismo onde quer que ele exista no presente. O seu livro Sobre a Tirania inspirou milhões de pessoas a lutarem pela liberdade. Agora, neste tour de force da filosofia política, ajuda-nos a ver aquilo por que estamos exatamente a lutar. A liberdade é o grande compromisso ocidental, mas, como argumenta Snyder, perdemos de vista o seu significado — e isso está a conduzir-nos à crise. Demasiados de nós olham para a liberdade como a ausência de poder do Estado: pensamos que somos livres se pudermos fazer e dizer o que quisermos, e se nos protegermos da ação do Governo. No entanto, a verdadeira liberdade não é tanto a "liberdade (libertação) de", mas a "liberdade para" — liberdade para prosperar, liberdade para correr riscos com vista a futuros escolhidos por nós se trabalharmos em conjunto por eles. Daí que a liberdade seja o valor que torna possíveis todos os outros valores. Da Liberdade proporciona-nos uma estimulante viagem intelectual. Baseando-se no trabalho de filósofos e dissidentes políticos, e em conversas com pensadores contemporâneos sobre as suas próprias experiências de amadurecimento numa época atípica, Snyder identifica as práticas e atitudes — os hábitos mentais — que nos permitirão vislumbrar um governo com o qual nós e as gerações futuras possamos prosperar. Passamos a apreciar a importância das tradições (defendidas pela direita), mas também o papel das instituições (favorecidas pela esquerda). Íntimo e ambicioso, este livro procura forjar um novo consenso assente numa política de abundância, generosidade e bondade.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/da-liberdade-de-timothy-snyder-8389634');
});">
Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Johan Moritz Rugendas foi, porventura, o mais notável de entre os poucos pintores viajantes europeus da primeira metade do século XIX. Das suas viagens às Américas resultaram centenas de pinturas a óleo, aguarelas e desenhos, nas quais procurou captar a fisionomia da Natureza. Mas um sonho secreto perseguia Rugendas: a Argentina. Só aí, considerava ele, na imensidão vazia das pampas, poderia encontrar a verdadeira inspiração para elevar a sua arte e apreender a totalidade do mundo através dos seus quadros. Acompanhado pelo seu amigo, o medíocre pintor alemão Robert Krause, Rugendas está em vias de concretizar esse sonho, quando um fulminante e monstruoso episódio transforma para sempre o seu corpo, a sua arte e a sua vida. Nesta breve antibiografia e alegre jogo literário entre História e ficção, César Aira, um dos nomes mais marcantes e prolíferos da literatura contemporânea, convida o leitor a descobrir os mistérios e caprichos da Natureza e do Velho Mundo, numa meditação poética e filosófica sobre os limites da experiência humana e o acto criador.
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Johan Moritz Rugendas foi, porventura, o mais notável de entre os poucos pintores viajantes europeus da primeira metade do século XIX. Das suas viagens às Américas resultaram centenas de pinturas a óleo, aguarelas e desenhos, nas quais procurou captar a fisionomia da Natureza. Mas um sonho secreto perseguia Rugendas: a Argentina. Só aí, considerava ele, na imensidão vazia das pampas, poderia encontrar a verdadeira inspiração para elevar a sua arte e apreender a totalidade do mundo através dos seus quadros. Acompanhado pelo seu amigo, o medíocre pintor alemão Robert Krause, Rugendas está em vias de concretizar esse sonho, quando um fulminante e monstruoso episódio transforma para sempre o seu corpo, a sua arte e a sua vida. Nesta breve antibiografia e alegre jogo literário entre História e ficção, César Aira, um dos nomes mais marcantes e prolíferos da literatura contemporânea, convida o leitor a descobrir os mistérios e caprichos da Natureza e do Velho Mundo, numa meditação poética e filosófica sobre os limites da experiência humana e o acto criador.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/um-episodio-na-vida-do-pintor-viajante-de-cesar-aira-8380794');
});">
Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Ela, ele e o bebé de ambos; ela e a mãe; ela e o filho adolescente. Sempre ela - a heroína sem nome, na primeira pessoa - e o violento turbilhão de paixões, duelos, medos e obsessões que a perseguem em casa, no hospital, no bosque, na estrada. Ela e a febril sensação de estar presa a um papel que não foi da sua inteira escolha, a uma realidade doméstica e familiar que a destrói e da qual anseia fugir. Sempre ela no limite alucinante do amor, da sanidade e da vida. Trilogia da Paixão reúne num único volume os três primeiros romances da escritora argentina Ariana Harwicz (Mata-te, Amor; A Atrasada Mental; Precoce), que compõem, segundo a autora, uma trilogia involuntária sobre a maternidade e os seus tabus. Comparada a Nathalie Sarraute, Virginia Woolf ou Sylvia Plath, Harwicz forjou um lugar só seu na literatura contemporânea, com a sua escrita única e explosiva em que o prazer do paradoxo, da transgressão e da imoralidade flui livremente numa linguagem poderosa e poética.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Ela, ele e o bebé de ambos; ela e a mãe; ela e o filho adolescente. Sempre ela - a heroína sem nome, na primeira pessoa - e o violento turbilhão de paixões, duelos, medos e obsessões que a perseguem em casa, no hospital, no bosque, na estrada. Ela e a febril sensação de estar presa a um papel que não foi da sua inteira escolha, a uma realidade doméstica e familiar que a destrói e da qual anseia fugir. Sempre ela no limite alucinante do amor, da sanidade e da vida. Trilogia da Paixão reúne num único volume os três primeiros romances da escritora argentina Ariana Harwicz (Mata-te, Amor; A Atrasada Mental; Precoce), que compõem, segundo a autora, uma trilogia involuntária sobre a maternidade e os seus tabus. Comparada a Nathalie Sarraute, Virginia Woolf ou Sylvia Plath, Harwicz forjou um lugar só seu na literatura contemporânea, com a sua escrita única e explosiva em que o prazer do paradoxo, da transgressão e da imoralidade flui livremente numa linguagem poderosa e poética.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/trilogia-da-paixao-de-ariana-harwicz-8368420');
});">
Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Para Vladimir Putin foi fácil. Ele pôde, no final da Guerra Fria, apagar o passado destruindo ficheiros na fornalha do seu posto no KGB. Mas na era de corrupção global que ele ajudou a criar, apagar o passado já não é tão simples. Cada transferência de dinheiro sujo deixa um rasto digital. A verdade mantém-se algures. E, todavia, o que os governantes desta ordem corrupta mais desejam é moldar a realidade à sua vontade e impô-la a todos. Da autoria de Tom Burgis, jornalista premiado, O País dos Cucos é a história real de como os ricos e poderosos constroem um mundo falso. Do Kremlin a Katmandu, de bancos suíços até um retiro real na Escócia, o livro desenrola-se como um thriller, por vezes trágico, por vezes absurdo, expondo o custo arrepiante desta guerra à verdade.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Para Vladimir Putin foi fácil. Ele pôde, no final da Guerra Fria, apagar o passado destruindo ficheiros na fornalha do seu posto no KGB. Mas na era de corrupção global que ele ajudou a criar, apagar o passado já não é tão simples. Cada transferência de dinheiro sujo deixa um rasto digital. A verdade mantém-se algures. E, todavia, o que os governantes desta ordem corrupta mais desejam é moldar a realidade à sua vontade e impô-la a todos. Da autoria de Tom Burgis, jornalista premiado, O País dos Cucos é a história real de como os ricos e poderosos constroem um mundo falso. Do Kremlin a Katmandu, de bancos suíços até um retiro real na Escócia, o livro desenrola-se como um thriller, por vezes trágico, por vezes absurdo, expondo o custo arrepiante desta guerra à verdade.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/o-pais-dos-cucos-onde-os-ricos-sao-os-donos-da-verdade-de-tom-burgis-8200259');
});">
Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Do Mediterrâneo à China, esta obra analisa dez grandes impérios, abarcando o Império Novo do Egito
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Do Mediterrâneo à China, esta obra analisa dez grandes impérios, abarcando o Império Novo do Egito
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/os-grandes-imperios-da-antiguidade-de-thomas-harrisson-8198097');
});">
Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 184
Sinopse:
As grandes descobertas oficiais - como as das Caraíbas por Colombo, da Índia por Vasco da Gama ou do Brasil por Álvares Cabral - foram precedidas de numerosas viagens secretas de portugueses que estudaram sistemas de ventos e de correntes e mapearam ilhas e costas, num conjunto de informações que foi tratado como segredo de Estado. Ainda que secretos, porém, esses conhecimentos contribuíram para os paradoxos que os mapas do mundo dos séculos XV e XVI deixam transparecer. Alguns contêm muito mais dados do que os registos dos cronistas ao serviço dos monarcas da época
Nº Páginas: 184
Sinopse:
As grandes descobertas oficiais - como as das Caraíbas por Colombo, da Índia por Vasco da Gama ou do Brasil por Álvares Cabral - foram precedidas de numerosas viagens secretas de portugueses que estudaram sistemas de ventos e de correntes e mapearam ilhas e costas, num conjunto de informações que foi tratado como segredo de Estado. Ainda que secretos, porém, esses conhecimentos contribuíram para os paradoxos que os mapas do mundo dos séculos XV e XVI deixam transparecer. Alguns contêm muito mais dados do que os registos dos cronistas ao serviço dos monarcas da época
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/o-poder-dos-mapas-de-jose-gomes-ferreira-uma-explicacao-dos-paradoxos-na-cartografia-mundial-dos-seculos-xv-e-xvi-8203781');
});">
Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 408
Sinopse:
Lisbon, 1st November 175. The morning begins calmly in the city, but in the Inquisition’s prison in Rossio, Sister Margarida, a young nun condemned to die at the stake, tries to hang herself in her cell. In his house in Santa Catarina, Hugh Gold, an English sea captain, looks at the river and dreams of his days at sea. In the Church of São Vicente de Fora, before Mass begins, a young boy is angry with his mother because he wants to go home to find his twin sister. In Belém, a minister’s secretary attends Mass in the presence of the King, Dom José. And in the Limoeiro jail, the pirate Santamaria gets involved in a vicious fight with a gang of Spanish deserters. Suddenly, at nine-thirty in the morning, the city begins to shake. With a violence never seen before, the earth rips itself apart, houses collapse, church roofs cave in and chaos reigns, killing thousands. In the hours that follow, a giant wave engulfs Terreiro do Paço and for several days huge fires terrorise the kingdom's capital. Lost and in a state of shock, the survivors wander the streets in search of their destiny. While Sebastião José de Carvalho e Melo tries to reorganise the city, a pirate and a nun try to escape justice, an Englishman tries to find his money and a twelve-year-old boy tries to find his twin sister who is buried under the rubble.
Nº Páginas: 408
Sinopse:
Lisbon, 1st November 175. The morning begins calmly in the city, but in the Inquisition’s prison in Rossio, Sister Margarida, a young nun condemned to die at the stake, tries to hang herself in her cell. In his house in Santa Catarina, Hugh Gold, an English sea captain, looks at the river and dreams of his days at sea. In the Church of São Vicente de Fora, before Mass begins, a young boy is angry with his mother because he wants to go home to find his twin sister. In Belém, a minister’s secretary attends Mass in the presence of the King, Dom José. And in the Limoeiro jail, the pirate Santamaria gets involved in a vicious fight with a gang of Spanish deserters. Suddenly, at nine-thirty in the morning, the city begins to shake. With a violence never seen before, the earth rips itself apart, houses collapse, church roofs cave in and chaos reigns, killing thousands. In the hours that follow, a giant wave engulfs Terreiro do Paço and for several days huge fires terrorise the kingdom's capital. Lost and in a state of shock, the survivors wander the streets in search of their destiny. While Sebastião José de Carvalho e Melo tries to reorganise the city, a pirate and a nun try to escape justice, an Englishman tries to find his money and a twelve-year-old boy tries to find his twin sister who is buried under the rubble.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/earth-water-and-fire-de-domingos-amaral-8371334');
});">
Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 192
Sinopse:
«Na área de serviço da autoestrada entre Paris e Honfleur, ela beija-me como se fosse a primeira vez. Tudo isto é Sarah, imprevisível, ondulante, desconcertante, versátil, aterradora como uma borboleta noturna.» A história de uma paixão hipnótica, uma estreia literária fulgurante, a comparação aos grandes escritores: todos os ingredientes que fazem de Pauline Delabroy-Allard uma das grandes vozes da nova literatura francesa. Numa festa de fim de ano em Paris, duas mulheres conhecem-se. Uma é professora, mãe solteira, e sacode a rotina com uma relação passageira. A outra é violinista, excêntrica, caprichosa, com uma beleza fora do comum e uma joie de vivre contagiante, e entra na vida da professora como entrou na festa: ofegante, luminosa, falando e rindo demasiado. É Sarah. Sucedem-se encontros improvisados, almoços, concertos, teatro, cinema, o idílio da primavera em Paris ao som de Beethoven. Contra todas as expectativas, brota entre ambas uma paixão avassaladora, uma voragem que ora acelera ora distende as horas. É um caso de amour fou, uma tempestade que tudo arrasta, uma obsessão que tudo consome, até que uma inflexão leva a história de Sarah e da amante ao acorde final. É possível morrer de amor? E que restará da grande paixão? Mais do que memórias, feridas e vazio? Uma história carregada de beleza e tragédia, escrita com liberdade, ímpeto e poesia por Pauline Delabroy-Allard, que com este primeiro romance conquistou a crítica literária, foi comparada a Marguerite Duras e Annie Ernaux, e chegou às portas do Prémio Goncourt.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
«Na área de serviço da autoestrada entre Paris e Honfleur, ela beija-me como se fosse a primeira vez. Tudo isto é Sarah, imprevisível, ondulante, desconcertante, versátil, aterradora como uma borboleta noturna.» A história de uma paixão hipnótica, uma estreia literária fulgurante, a comparação aos grandes escritores: todos os ingredientes que fazem de Pauline Delabroy-Allard uma das grandes vozes da nova literatura francesa. Numa festa de fim de ano em Paris, duas mulheres conhecem-se. Uma é professora, mãe solteira, e sacode a rotina com uma relação passageira. A outra é violinista, excêntrica, caprichosa, com uma beleza fora do comum e uma joie de vivre contagiante, e entra na vida da professora como entrou na festa: ofegante, luminosa, falando e rindo demasiado. É Sarah. Sucedem-se encontros improvisados, almoços, concertos, teatro, cinema, o idílio da primavera em Paris ao som de Beethoven. Contra todas as expectativas, brota entre ambas uma paixão avassaladora, uma voragem que ora acelera ora distende as horas. É um caso de amour fou, uma tempestade que tudo arrasta, uma obsessão que tudo consome, até que uma inflexão leva a história de Sarah e da amante ao acorde final. É possível morrer de amor? E que restará da grande paixão? Mais do que memórias, feridas e vazio? Uma história carregada de beleza e tragédia, escrita com liberdade, ímpeto e poesia por Pauline Delabroy-Allard, que com este primeiro romance conquistou a crítica literária, foi comparada a Marguerite Duras e Annie Ernaux, e chegou às portas do Prémio Goncourt.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/tudo-isto-e-sarah-de-pauline-delabroy-allard-8366940');
});">
Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 584
Sinopse:
A história da Segunda Guerra através de mais de 250 mapas originais e acessíveis. Martin Gilbert apresenta graficamente a história política, militar, económica e social do conflito de 1939-1945. Ao longo de mais de 250 mapas esclarecedores, o conceituado historiador analisa os principais acontecimentos do conflito mundial desde a invasão alemã da Polónia em setembro de 1939 à derrota do Japão em agosto de 1945. Os mapas abordam pormenorizadamente uma série de factos históricos, dos mais conhecidos do grande público até aos planos que nunca chegaram a ser postos em prática. Entre outros acontecimentos em análise, destacam-se a queda da França; as campanhas militares, navais e aéreas em todas as frentes; os desembarques na Normandia; os bombardeamentos de várias cidades europeias e o impacto do conflito nos civis; os campos de concentração e de trabalhos forçados e os campos de prisioneiros de guerra na Europa, nas Américas e no Extremo Oriente; as vertentes económicas e sociais da guerra; e o pós-guerra.
Nº Páginas: 584
Sinopse:
A história da Segunda Guerra através de mais de 250 mapas originais e acessíveis. Martin Gilbert apresenta graficamente a história política, militar, económica e social do conflito de 1939-1945. Ao longo de mais de 250 mapas esclarecedores, o conceituado historiador analisa os principais acontecimentos do conflito mundial desde a invasão alemã da Polónia em setembro de 1939 à derrota do Japão em agosto de 1945. Os mapas abordam pormenorizadamente uma série de factos históricos, dos mais conhecidos do grande público até aos planos que nunca chegaram a ser postos em prática. Entre outros acontecimentos em análise, destacam-se a queda da França; as campanhas militares, navais e aéreas em todas as frentes; os desembarques na Normandia; os bombardeamentos de várias cidades europeias e o impacto do conflito nos civis; os campos de concentração e de trabalhos forçados e os campos de prisioneiros de guerra na Europa, nas Américas e no Extremo Oriente; as vertentes económicas e sociais da guerra; e o pós-guerra.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/atlas-historico-da-ii-guerra-mundial-de-martin-gilbert-a-historia-completa-do-conflito-em-mapas-8366273');
});">
Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 672
Sinopse:
Cortejando Catherine A intenção de Trenton St. James III era comprar a mansão Towers e transformá-la num hotel. No entanto, Catherine Calhoun e as suas irmãs estavam relutantes em vender a casa da família, mesmo que a sua tia Coco tivesse concordado por causa da impossibilidade de a manter. Um Homem para Amanda Sloan O’Riley era o arquiteto responsável pela conversão de uma parte da Towers, a mansão em que viviam as Calhoun, num hotel com spa e, desde o primeiro momento em que se conheceram, tornou-se uma pessoa insuportável para Amanda Calhoun. Contudo, enquanto a ajudava a procurar o colar de esmeraldas que a sua bisavó, Bianca Calhoun, tinha escondido na casa, Amanda descobriu que era mais amável e atraente do que pensara ao princípio. Pelo Amor de Lilah A sensual Lilah Calhoun salvou o professor Max Quatermain de morrer afogado. Entre eles surgiu imediatamente uma atração que ambos insistiam em negar, porque o amor não encaixava nos seus planos. Mas, então, a vida de Lilah foi ameaçada por um ladrão de joias que pretendia encontrar o colar de esmeraldas da sua bisavó... A Rendição de Suzanna Suzanna Calhoun e as suas irmãs pediram ajuda ao polícia Holt Bradford para encontrar o colar de esmeraldas da sua bisavó. Além disso, sabiam que Holt era o neto do homem que Bianca sempre amara, então, talvez ele tivesse alguma informação sobre o paradeiro do colar. Holt sempre sentira uma atração especial pela inacessível Suzanna e, finalmente, teve a oportunidade de proteger a sua vida e tentar fazer com que se interessasse por ele.
Nº Páginas: 672
Sinopse:
Cortejando Catherine A intenção de Trenton St. James III era comprar a mansão Towers e transformá-la num hotel. No entanto, Catherine Calhoun e as suas irmãs estavam relutantes em vender a casa da família, mesmo que a sua tia Coco tivesse concordado por causa da impossibilidade de a manter. Um Homem para Amanda Sloan O’Riley era o arquiteto responsável pela conversão de uma parte da Towers, a mansão em que viviam as Calhoun, num hotel com spa e, desde o primeiro momento em que se conheceram, tornou-se uma pessoa insuportável para Amanda Calhoun. Contudo, enquanto a ajudava a procurar o colar de esmeraldas que a sua bisavó, Bianca Calhoun, tinha escondido na casa, Amanda descobriu que era mais amável e atraente do que pensara ao princípio. Pelo Amor de Lilah A sensual Lilah Calhoun salvou o professor Max Quatermain de morrer afogado. Entre eles surgiu imediatamente uma atração que ambos insistiam em negar, porque o amor não encaixava nos seus planos. Mas, então, a vida de Lilah foi ameaçada por um ladrão de joias que pretendia encontrar o colar de esmeraldas da sua bisavó... A Rendição de Suzanna Suzanna Calhoun e as suas irmãs pediram ajuda ao polícia Holt Bradford para encontrar o colar de esmeraldas da sua bisavó. Além disso, sabiam que Holt era o neto do homem que Bianca sempre amara, então, talvez ele tivesse alguma informação sobre o paradeiro do colar. Holt sempre sentira uma atração especial pela inacessível Suzanna e, finalmente, teve a oportunidade de proteger a sua vida e tentar fazer com que se interessasse por ele.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/as-calhoun-de-nora-roberts-8366239');
});">
Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Durante milénios, a humanidade procurou compreender e transmitir às gerações futuras não apenas os modos de viver a vida, mas também o significado e o propósito da nossa existência, tal como declinados pela arte, pela arquitetura, pela religião e pela filosofia. Da cidade perdida de Nefertiti às peças teatrais de Wole Soyinka
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Durante milénios, a humanidade procurou compreender e transmitir às gerações futuras não apenas os modos de viver a vida, mas também o significado e o propósito da nossa existência, tal como declinados pela arte, pela arquitetura, pela religião e pela filosofia. Da cidade perdida de Nefertiti às peças teatrais de Wole Soyinka
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/cultura-uma-nova-historia-do-mundo-de-martin-puchner-8199933');
});">
Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Alemanha, 1916. Anna trabalha como enfermeira num hospital em Oldemburgo, tentando confortar os homens que regressam da frente de batalha destroçados no corpo e no espírito. Bruno, o seu noivo, está a combater na frente ocidental. Quando Anna conhece Doutor Stalling, diretor da Associação de Cães Militares da Cruz Vermelha Alemã, uma centelha de esperança acende-se no seu coração. a ideia de treinar cães guias como companheiros para veteranos de guerra que ficaram cegos entusiasma-a, e Anna convence Doutor Stalling a deixá-la trabalhar nesta nova escola. Rapidamente, Anna afeiçoa-se a Nia, uma cadela pastor-alemão com as patas feridas, que cuida e treina, secretamente, convencida de que será a guia perfeita para o soldado certo. em Max Benesch, um soldado judeu que sonhava ser compositor e que ficou cego devido ao gás cloro na frente de batalha, Anna encontra a pessoa certa. com o afeto e companheirismo de Nia, Anna ajuda-o a redescobrir o amor pela música e a sua vontade de viver. Entre Anna e Max surge uma preciosa amizade, mas a guerra e as suas consequências brutais têm outros planos... e será impossível para qualquer um deles escapar ileso.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Alemanha, 1916. Anna trabalha como enfermeira num hospital em Oldemburgo, tentando confortar os homens que regressam da frente de batalha destroçados no corpo e no espírito. Bruno, o seu noivo, está a combater na frente ocidental. Quando Anna conhece Doutor Stalling, diretor da Associação de Cães Militares da Cruz Vermelha Alemã, uma centelha de esperança acende-se no seu coração. a ideia de treinar cães guias como companheiros para veteranos de guerra que ficaram cegos entusiasma-a, e Anna convence Doutor Stalling a deixá-la trabalhar nesta nova escola. Rapidamente, Anna afeiçoa-se a Nia, uma cadela pastor-alemão com as patas feridas, que cuida e treina, secretamente, convencida de que será a guia perfeita para o soldado certo. em Max Benesch, um soldado judeu que sonhava ser compositor e que ficou cego devido ao gás cloro na frente de batalha, Anna encontra a pessoa certa. com o afeto e companheirismo de Nia, Anna ajuda-o a redescobrir o amor pela música e a sua vontade de viver. Entre Anna e Max surge uma preciosa amizade, mas a guerra e as suas consequências brutais têm outros planos... e será impossível para qualquer um deles escapar ileso.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/uma-luz-de-esperanca-de-alan-hlad-8204527');
});">
Edição: Out 2024
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Eventos bélicos de grande dimensão, como a Primeira Guerra Mundial, a Guerra Civil de Espanha ou a Segunda Guerra Mundial, e a ascensão de regimes autoritários na Europa obrigaram milhões de pessoas a sair dos seus países e a procurar acolhimento noutros estados. Apesar de ser um país periférico e de pequena dimensão, Portugal teve um papel central na história dos refugiados durante o século XX. No entanto, as reações e atitudes dos governos e da população portuguesa foram diferentes consoante o regime vigente (Monarquia Constitucional, Primeira República, Ditadura Militar e Estado Novo), o contexto internacional ou a composição das vagas de refugiados. Privilegiando sobretudo a ordem e a segurança, Portugal mostrou-se recetivo e acolhedor quando entendeu que os refugiados não representavam perigo, mas manteve uma postura mais intransigente, restritiva e repressiva sempre que considerou os refugiados uma ameaça para o regime e o país. Neste olhar para um passado mais atual do que nunca, os historiadores Carolina Henriques Pereira e Fábio Alexandre Faria mostram-nos como Portugal, entre as décadas de 1900 e 1970, foi porto de esperança para milhares de deslocados de guerra e refugiados, embora nem sempre com hospitalidade generalizada.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Eventos bélicos de grande dimensão, como a Primeira Guerra Mundial, a Guerra Civil de Espanha ou a Segunda Guerra Mundial, e a ascensão de regimes autoritários na Europa obrigaram milhões de pessoas a sair dos seus países e a procurar acolhimento noutros estados. Apesar de ser um país periférico e de pequena dimensão, Portugal teve um papel central na história dos refugiados durante o século XX. No entanto, as reações e atitudes dos governos e da população portuguesa foram diferentes consoante o regime vigente (Monarquia Constitucional, Primeira República, Ditadura Militar e Estado Novo), o contexto internacional ou a composição das vagas de refugiados. Privilegiando sobretudo a ordem e a segurança, Portugal mostrou-se recetivo e acolhedor quando entendeu que os refugiados não representavam perigo, mas manteve uma postura mais intransigente, restritiva e repressiva sempre que considerou os refugiados uma ameaça para o regime e o país. Neste olhar para um passado mais atual do que nunca, os historiadores Carolina Henriques Pereira e Fábio Alexandre Faria mostram-nos como Portugal, entre as décadas de 1900 e 1970, foi porto de esperança para milhares de deslocados de guerra e refugiados, embora nem sempre com hospitalidade generalizada.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/refugiados-em-portugal-no-seculo-xx-de-fabio-alexandre-faria-e-carolina-henriques-pereira-entre-a-hospitalidade-e-a-intransigencia-8166840');
});">
Edição: Out 2024
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Tentaram calá-las mas as suas histórias não podiam ser esquecidas. Descubra o novo e extraordinário romance da autora de "O Tatuador de Auschwitz". É preciso salvá-la. Eis o que terá pensado Norah Chambers, uma música inglesa, quando faz embarcar a filha de oito anos num navio para fugir de Singapura. Estamos em plena Segunda Guerra Mundial, o exército japonês avança. E esta mulher fica para trás, para cuidar do marido e dos pais, sabendo que talvez nunca volte a ver a menina. Tenho de ajudar. Eis o que terá pensado a enfermeira australiana Irmã Nesta James quando se alistou para auxiliar as tropas aliadas. Mas Singapura cai nas mãos dos Japoneses e ela é levada, com muitas outras pessoas, incluindo a pobre Norah, para um navio. Dois dias depois, a embarcação é bombardeada e todas aquelas pessoas acabam perdidas no mar. Nesta e Norah conseguem chegar a uma ilha remota, mas são capturadas novamente e levadas para um campo de prisioneiros. Em cativeiro, estas duas mulheres, ao lado de muitas outras, encontrarão na amizade e nos laços de irmandade feminina a grande força para tudo suportar. Porque, se a esperança é a última a morrer, é preciso unir as nossas almas e os nossos corações para sobreviver.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Tentaram calá-las mas as suas histórias não podiam ser esquecidas. Descubra o novo e extraordinário romance da autora de "O Tatuador de Auschwitz". É preciso salvá-la. Eis o que terá pensado Norah Chambers, uma música inglesa, quando faz embarcar a filha de oito anos num navio para fugir de Singapura. Estamos em plena Segunda Guerra Mundial, o exército japonês avança. E esta mulher fica para trás, para cuidar do marido e dos pais, sabendo que talvez nunca volte a ver a menina. Tenho de ajudar. Eis o que terá pensado a enfermeira australiana Irmã Nesta James quando se alistou para auxiliar as tropas aliadas. Mas Singapura cai nas mãos dos Japoneses e ela é levada, com muitas outras pessoas, incluindo a pobre Norah, para um navio. Dois dias depois, a embarcação é bombardeada e todas aquelas pessoas acabam perdidas no mar. Nesta e Norah conseguem chegar a uma ilha remota, mas são capturadas novamente e levadas para um campo de prisioneiros. Em cativeiro, estas duas mulheres, ao lado de muitas outras, encontrarão na amizade e nos laços de irmandade feminina a grande força para tudo suportar. Porque, se a esperança é a última a morrer, é preciso unir as nossas almas e os nossos corações para sobreviver.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/irmas-debaixo-do-sol-nascente-de-heather-morris-8166695');
});">
Edição: Out 2024
Nº Páginas: 424
Sinopse:
A quem pertencia e como fora lá parar? Estes eram dois dos muitos segredos bem guardados pelos residentes de Chicken Hill, o bairro decrépito onde viviam lado a lado imigrantes judeus e americanos africanos, partilhando ambições e desgostos. Chicken Hill era onde Moshe e Chona Ludlow viviam quando Moshe decidiu admitir negros na sua casa de espetáculos e onde Chona tinha a Mercearia Céu & Terra. A apreensão instala-se quando aparece um funcionário do estado em busca de um rapazinho surdo para o internar numa instituição. Chona e Nate Timblin, o empregado negro de Moshe e líder oficioso da comunidade negra de Chicken Hill, procuram, juntos, manter o rapaz a salvo. Por fim, é revelada a verdade sobre o sucedido em Chicken Hill e sobre a participação do poder instalado branco nos acontecimentos. Conforme as histórias destas personagens se vão sobrepondo e adensando, percebemos as dificuldades sentidas pelas pessoas que vivem à margem da América branca e cristã e o que elas têm de fazer para sobreviver. James McBride mostra-nos que, em tempos difíceis, é o amor e a comunidade — o céu e a terra — que servem de sustentação. Em A Mercearia Céu & Terra, um romance terno e imaginativo, James McBride prova uma vez mais a sua extraordinária qualidade de contador de histórias, ao mesmo tempo que reafirma a sua confiança imensa na humanidade.
Nº Páginas: 424
Sinopse:
A quem pertencia e como fora lá parar? Estes eram dois dos muitos segredos bem guardados pelos residentes de Chicken Hill, o bairro decrépito onde viviam lado a lado imigrantes judeus e americanos africanos, partilhando ambições e desgostos. Chicken Hill era onde Moshe e Chona Ludlow viviam quando Moshe decidiu admitir negros na sua casa de espetáculos e onde Chona tinha a Mercearia Céu & Terra. A apreensão instala-se quando aparece um funcionário do estado em busca de um rapazinho surdo para o internar numa instituição. Chona e Nate Timblin, o empregado negro de Moshe e líder oficioso da comunidade negra de Chicken Hill, procuram, juntos, manter o rapaz a salvo. Por fim, é revelada a verdade sobre o sucedido em Chicken Hill e sobre a participação do poder instalado branco nos acontecimentos. Conforme as histórias destas personagens se vão sobrepondo e adensando, percebemos as dificuldades sentidas pelas pessoas que vivem à margem da América branca e cristã e o que elas têm de fazer para sobreviver. James McBride mostra-nos que, em tempos difíceis, é o amor e a comunidade — o céu e a terra — que servem de sustentação. Em A Mercearia Céu & Terra, um romance terno e imaginativo, James McBride prova uma vez mais a sua extraordinária qualidade de contador de histórias, ao mesmo tempo que reafirma a sua confiança imensa na humanidade.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/a-mercearia-ceu-terra-de-james-mcbride-8165636');
});">
Edição: Out 2024
Nº Páginas: 864
Sinopse:
Ao contrário de outros livros sobre a Segunda Guerra Mundial, Olivier Wieviorka não se limita a abordar somente as operações militares. O historiador, especialista em Segunda Guerra Mundial, estuda todas as frentes de batalha: a Europa, como é evidente, mas também o teatro de operações da Ásia-Pacífico (tantas vezes descurado, sobretudo no que diz respeito à China), o Norte de África e ainda o Médio-Oriente. Interessa-se igualmente pelos diversos atores (canadianos, australianos, indianos), mas cobre nesta obra multidimensional outros domínios fundamentais para compreender estas grandes batalhas como: o estratégico, o ideológico, o económico, o logístico, o diplomático, o geopolítico. Não esquecendo ainda a história social e memorial, habitualmente tratada como parente pobre. Fruto de anos de investigação, este livro é um relato rigoroso. Uma narrativa viva, poderosa e empolgante que mostra até que ponto este terrível conflito foi realmente mundial e total. Uma obra que se empenha em relatar, compreender e explicar, fazendo sua a exigência avançada por Albert Camus em O Homem Revoltado: "Poderíamos supor que uma época que, em cinquenta anos, desenraíza, escraviza e mata setenta milhões de seres humanos deve somente, e antes de mais nada, ser julgada. Mas é preciso primeiro compreender a sua culpabilidade." Prémio Livro de História Contemporânea de 2024, atribuído pela associação francesa Lire la Société.
Nº Páginas: 864
Sinopse:
Ao contrário de outros livros sobre a Segunda Guerra Mundial, Olivier Wieviorka não se limita a abordar somente as operações militares. O historiador, especialista em Segunda Guerra Mundial, estuda todas as frentes de batalha: a Europa, como é evidente, mas também o teatro de operações da Ásia-Pacífico (tantas vezes descurado, sobretudo no que diz respeito à China), o Norte de África e ainda o Médio-Oriente. Interessa-se igualmente pelos diversos atores (canadianos, australianos, indianos), mas cobre nesta obra multidimensional outros domínios fundamentais para compreender estas grandes batalhas como: o estratégico, o ideológico, o económico, o logístico, o diplomático, o geopolítico. Não esquecendo ainda a história social e memorial, habitualmente tratada como parente pobre. Fruto de anos de investigação, este livro é um relato rigoroso. Uma narrativa viva, poderosa e empolgante que mostra até que ponto este terrível conflito foi realmente mundial e total. Uma obra que se empenha em relatar, compreender e explicar, fazendo sua a exigência avançada por Albert Camus em O Homem Revoltado: "Poderíamos supor que uma época que, em cinquenta anos, desenraíza, escraviza e mata setenta milhões de seres humanos deve somente, e antes de mais nada, ser julgada. Mas é preciso primeiro compreender a sua culpabilidade." Prémio Livro de História Contemporânea de 2024, atribuído pela associação francesa Lire la Société.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/historia-total-da-segunda-guerra-mundial-de-olivier-wieviorka-8196624');
});">
Edição: Out 2018
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Gabriela, a mulata com a cor da canela e o cheiro do cravo, ficará na literatura como uma formosa figura de mulher, simples e espontânea, acima do Bem e do Mal. Com o seu inigualável lirismo e inspiração poética, Jorge Amado cria personagens inesquecíveis, e o comovente romance de amor do árabe Nacib e da mulata Gabriela coloca-os, sem dúvida, na galeria dos amantes da História da Literatura. Mas Gabriela, Cravo e Canela é mais do que a história de amor do árabe Nacib e da sertaneja Gabriela. É a crónica de uma pequena cidade baiana, Ilhéus, quando passava por bruscas transformações, por volta do ano de 1925. A riqueza trazida pelo cacau possibilitara o desenvolvimento urbanístico e o progresso económico, transformando profundamente a fisionomia da cidade. Pouco evoluíam, no entanto, os costumes dos habitantes, imperando, naquele cenário de violência, a lei dos mais fortes - os fazendeiros - que tendo a seu trabalho os jagunços, impunham o domínio do ódio e do terror. Sensual e inocente, sábia e pueril, a cozinheira Gabriela conquista não apenas o coração de Nacib e de uma porção de ilheenses, mas também o de leitores de vários países e gerações. Levada para a televisão, a sua história transformou-se numa das telenovelas brasileiras de maior sucesso pelo mundo fora. No cinema, o papel de Nacib é vivido por Marcello Mastroianni, e o de Gabriela por Sónia Braga, como já acontecera na novela.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Gabriela, a mulata com a cor da canela e o cheiro do cravo, ficará na literatura como uma formosa figura de mulher, simples e espontânea, acima do Bem e do Mal. Com o seu inigualável lirismo e inspiração poética, Jorge Amado cria personagens inesquecíveis, e o comovente romance de amor do árabe Nacib e da mulata Gabriela coloca-os, sem dúvida, na galeria dos amantes da História da Literatura. Mas Gabriela, Cravo e Canela é mais do que a história de amor do árabe Nacib e da sertaneja Gabriela. É a crónica de uma pequena cidade baiana, Ilhéus, quando passava por bruscas transformações, por volta do ano de 1925. A riqueza trazida pelo cacau possibilitara o desenvolvimento urbanístico e o progresso económico, transformando profundamente a fisionomia da cidade. Pouco evoluíam, no entanto, os costumes dos habitantes, imperando, naquele cenário de violência, a lei dos mais fortes - os fazendeiros - que tendo a seu trabalho os jagunços, impunham o domínio do ódio e do terror. Sensual e inocente, sábia e pueril, a cozinheira Gabriela conquista não apenas o coração de Nacib e de uma porção de ilheenses, mas também o de leitores de vários países e gerações. Levada para a televisão, a sua história transformou-se numa das telenovelas brasileiras de maior sucesso pelo mundo fora. No cinema, o papel de Nacib é vivido por Marcello Mastroianni, e o de Gabriela por Sónia Braga, como já acontecera na novela.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/gabriela-cravo-e-canela-de-jorge-amado-livro-de-bolso-6752244');
});">
Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Uma investigação feita ao longo dos anos, nos mais variados pontos do globo, em regiões tão diversas como a Ásia, a África, a América do Sul, a Australásia, a Melanésia e também a Europa. Harvey Whitehouse visitou centros arqueológicos, laboratórios de imagiologia do cérebro, laboratórios de psicologia e esteve no centro dos mais terríveis conflitos do planeta e de grupos de extremistas. Herança é uma análise do modo como o conformismo, a religiosidade e o tribalismo estão a levar o comportamento humano por um caminho perigoso. Criados pela seleção natural e modelados por milhares de anos de evolução cultural, estes vieses culturais catalisaram as maiores transformações na história humana. Explicando os mecanismos das tribos dos nossos dias, entre as quais se contam as células terroristas e as agências de publicidade predatórias, Harvey Whitehouse mostra como, ao ficarmos sem os alicerces culturais que nos permitiam controlar os nossos vieses, estamos a perder o controlo do mundo que construímos.
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Uma investigação feita ao longo dos anos, nos mais variados pontos do globo, em regiões tão diversas como a Ásia, a África, a América do Sul, a Australásia, a Melanésia e também a Europa. Harvey Whitehouse visitou centros arqueológicos, laboratórios de imagiologia do cérebro, laboratórios de psicologia e esteve no centro dos mais terríveis conflitos do planeta e de grupos de extremistas. Herança é uma análise do modo como o conformismo, a religiosidade e o tribalismo estão a levar o comportamento humano por um caminho perigoso. Criados pela seleção natural e modelados por milhares de anos de evolução cultural, estes vieses culturais catalisaram as maiores transformações na história humana. Explicando os mecanismos das tribos dos nossos dias, entre as quais se contam as células terroristas e as agências de publicidade predatórias, Harvey Whitehouse mostra como, ao ficarmos sem os alicerces culturais que nos permitiam controlar os nossos vieses, estamos a perder o controlo do mundo que construímos.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/heranca-de-harvey-whitehouse-a-origem-evolutiva-do-mundo-moderno-8387493');
});">
Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Por quanto tempo se consegue viver com a angústia de um grande segredo? Há de sempre chegar a hora de acertar contas com o passado. Um electrizante thriller de espionagem e suspense ambientado na Segunda Guerra Mundial. 1939. Eva Delectorskaya é uma jovem e bela russa a viver em Paris. Quando a guerra estala é recrutada para os Serviços Secretos Britânicos por Lucas Romer, um inglês misterioso, e, sob a sua tutela, aprende a transformar-se na espia perfeita, a camuflar as suas emoções e a não confiar em ninguém, incluindo as pessoas que mais ama. Após a guerra, Eva muda de identidade e reconstrói cuidadosamente a sua vida na Inglaterra. Mas uma espia será sempre uma espia. Hoje, Eva tem de completar uma última missão e, desta vez, não poderá executá-la sozinha: vai precisar da ajuda da filha. A riqueza de cenários e dados históricos, os diálogos ágeis, verosímeis e a narração tão elegante quanto irónica conferem a este romance premiado uma completa entrega do leitor que, se faminto por um bom livro, o lerá de uma assentada.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Por quanto tempo se consegue viver com a angústia de um grande segredo? Há de sempre chegar a hora de acertar contas com o passado. Um electrizante thriller de espionagem e suspense ambientado na Segunda Guerra Mundial. 1939. Eva Delectorskaya é uma jovem e bela russa a viver em Paris. Quando a guerra estala é recrutada para os Serviços Secretos Britânicos por Lucas Romer, um inglês misterioso, e, sob a sua tutela, aprende a transformar-se na espia perfeita, a camuflar as suas emoções e a não confiar em ninguém, incluindo as pessoas que mais ama. Após a guerra, Eva muda de identidade e reconstrói cuidadosamente a sua vida na Inglaterra. Mas uma espia será sempre uma espia. Hoje, Eva tem de completar uma última missão e, desta vez, não poderá executá-la sozinha: vai precisar da ajuda da filha. A riqueza de cenários e dados históricos, os diálogos ágeis, verosímeis e a narração tão elegante quanto irónica conferem a este romance premiado uma completa entrega do leitor que, se faminto por um bom livro, o lerá de uma assentada.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/inquietude-de-william-boyd-8377363');
});">
Edição: Out 2024
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Que podemos aprender com a queda do Império Romano para compreendermos o declínio do ocidente? Um livro provocador e necessário, que traz luz sobre o passado, o presente e o futuro do mundo. Nos últimos três séculos, o Ocidente tornou-se a força global dominante. Porém, no início deste novo século, a História, como sempre, encontrou uma forma de se reescrever. Confrontado com estagnação económica, divisões políticas e um retrocesso demográfico, o Ocidente parece estar em queda. Se observarmos a ascensão e o declínio cada vez mais acentuado, encontramos, claramente, semelhanças com vários momentos da História em que a ordem global sofreu, também, drásticas alterações. Basta pensar no Império Romano, que teve um percurso semelhante, do auge do poder inebriante à destruição total, para percebermos que nesta comparação há mais do que apenas uma coincidência histórica. Em Porque Caem os Impérios, o historiador Peter Heather e o economista John Rapley partem do grande arco do Império Romano para repensar o Ocidente contemporâneo, revisitando o passado e perspetivando o futuro. De 399 a 1999, emerge uma evidência: os impérios plantaram as sementes das suas próprias destruições. Que forças periféricas afetam, hoje, a hegemonia ocidental? O futuro do Ocidente dependerá das escolhas políticas e económicas que se fizerem nos anos cruciais que se avizinham.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Que podemos aprender com a queda do Império Romano para compreendermos o declínio do ocidente? Um livro provocador e necessário, que traz luz sobre o passado, o presente e o futuro do mundo. Nos últimos três séculos, o Ocidente tornou-se a força global dominante. Porém, no início deste novo século, a História, como sempre, encontrou uma forma de se reescrever. Confrontado com estagnação económica, divisões políticas e um retrocesso demográfico, o Ocidente parece estar em queda. Se observarmos a ascensão e o declínio cada vez mais acentuado, encontramos, claramente, semelhanças com vários momentos da História em que a ordem global sofreu, também, drásticas alterações. Basta pensar no Império Romano, que teve um percurso semelhante, do auge do poder inebriante à destruição total, para percebermos que nesta comparação há mais do que apenas uma coincidência histórica. Em Porque Caem os Impérios, o historiador Peter Heather e o economista John Rapley partem do grande arco do Império Romano para repensar o Ocidente contemporâneo, revisitando o passado e perspetivando o futuro. De 399 a 1999, emerge uma evidência: os impérios plantaram as sementes das suas próprias destruições. Que forças periféricas afetam, hoje, a hegemonia ocidental? O futuro do Ocidente dependerá das escolhas políticas e económicas que se fizerem nos anos cruciais que se avizinham.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/porque-caem-os-imperios-de-peter-heather-e-john-rapley-o-imperio-romano-os-estados-unidos-da-america-e-o-futuro-do-ocidente-8166752');
});">
Edição: Out 2024
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Os nazis tiraram tudo a Dora. Os seus amigos mais próximos desapareceram de um momento para o outro. Os seus pais, tornados prisioneiros num campo de concentração e assassinados, unicamente pelo crime de existirem. Nem sequer sabe se o seu marido, o dedicado e corajoso Alfred, está vivo. Contudo, e ainda que o seu mundo esteja a ser aniquilado, Dora recusa vergar-se à tirania de Hitler. Atuando clandestinamente com a resistência francesa, Dora decide arriscar a sua vida naquela que é a missão mais arriscada na história da célula a que pertence: fazer-se passar por secretária do chefe da Gestapo, um homem cuja reputação de assassino impiedoso o precede, e fornecer uma lista à imprensa britânica com o nome dos oficiais das SS. Para tal, terá de aproximar-se do inimigo por muito que o despreze, ser quem lhe traz café, quem bate à máquina as cartas dos monstros que mataram a sua família — sabendo que poderá ser descoberta a qualquer instante. Conseguirá Dora sobreviver e mudar o rumo da guerra, salvando assim milhares de vidas? Ou terão morrido em vão milhões de inocentes, assim como aqueles que eram para si as pessoas mais importantes do mundo?
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Os nazis tiraram tudo a Dora. Os seus amigos mais próximos desapareceram de um momento para o outro. Os seus pais, tornados prisioneiros num campo de concentração e assassinados, unicamente pelo crime de existirem. Nem sequer sabe se o seu marido, o dedicado e corajoso Alfred, está vivo. Contudo, e ainda que o seu mundo esteja a ser aniquilado, Dora recusa vergar-se à tirania de Hitler. Atuando clandestinamente com a resistência francesa, Dora decide arriscar a sua vida naquela que é a missão mais arriscada na história da célula a que pertence: fazer-se passar por secretária do chefe da Gestapo, um homem cuja reputação de assassino impiedoso o precede, e fornecer uma lista à imprensa britânica com o nome dos oficiais das SS. Para tal, terá de aproximar-se do inimigo por muito que o despreze, ser quem lhe traz café, quem bate à máquina as cartas dos monstros que mataram a sua família — sabendo que poderá ser descoberta a qualquer instante. Conseguirá Dora sobreviver e mudar o rumo da guerra, salvando assim milhares de vidas? Ou terão morrido em vão milhões de inocentes, assim como aqueles que eram para si as pessoas mais importantes do mundo?
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/a-secretaria-infiltrada-de-ellie-midwood-8196351');
});">
Edição: Out 2024
Nº Páginas: 552
Sinopse:
Nascido nos escombros de um Sul inconformado com a derrota na Guerra Civil Americana, tornou-se um verdadeiro movimento de massas na década de 1920 e ganhou um novo ímpeto cerca de 40 anos mais tarde, em plena era dos Direitos Civis nos Estados Unidos. Tanto as ações como o número de membros do grupo diminuíram drasticamente desde então - mas o poder simbólico do KKK, enquanto marca do terror da supremacia branca, permanece intacto. Com base em 20 anos de pesquisa, este livro procura desmistificar uma das organizações mais violentas, temidas e mal compreendidas da história, ao mesmo tempo que analisa a forma como os novos grupos racistas dos Estados Unidos se relacionam com o peso do seu legado. No mundo polarizado em que vivemos, o mito do KKK é muito mais perigoso do que a sua realidade.
Nº Páginas: 552
Sinopse:
Nascido nos escombros de um Sul inconformado com a derrota na Guerra Civil Americana, tornou-se um verdadeiro movimento de massas na década de 1920 e ganhou um novo ímpeto cerca de 40 anos mais tarde, em plena era dos Direitos Civis nos Estados Unidos. Tanto as ações como o número de membros do grupo diminuíram drasticamente desde então - mas o poder simbólico do KKK, enquanto marca do terror da supremacia branca, permanece intacto. Com base em 20 anos de pesquisa, este livro procura desmistificar uma das organizações mais violentas, temidas e mal compreendidas da história, ao mesmo tempo que analisa a forma como os novos grupos racistas dos Estados Unidos se relacionam com o peso do seu legado. No mundo polarizado em que vivemos, o mito do KKK é muito mais perigoso do que a sua realidade.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/ku-klux-klan-uma-historia-americana-de-kristofer-allerfeldt-8173911');
});">
Edição: Out 2024
Nº Páginas: 220
Sinopse:
Um livro inspirador e indispensável para todos os que sonham com viagens. Quando se junta na mesma pessoa o viajante, o escritor e o supersticioso — daqueles que acreditam no destino mas só depois de ele ter acontecido — qual é o resultado? Gonçalo Cadilhe revela nesta obra alguns dos momentos marcantes que o ajudaram a definir a sua carreira de viajante, a sua vida de espírito livre e o mundo em que se move. São os encontros marcados pelo destino e com os quais o autor nos surpreende numa coleção de textos luminosos, sobre tudo o que nos pode acontecer a viajar pelo mundo
Nº Páginas: 220
Sinopse:
Um livro inspirador e indispensável para todos os que sonham com viagens. Quando se junta na mesma pessoa o viajante, o escritor e o supersticioso — daqueles que acreditam no destino mas só depois de ele ter acontecido — qual é o resultado? Gonçalo Cadilhe revela nesta obra alguns dos momentos marcantes que o ajudaram a definir a sua carreira de viajante, a sua vida de espírito livre e o mundo em que se move. São os encontros marcados pelo destino e com os quais o autor nos surpreende numa coleção de textos luminosos, sobre tudo o que nos pode acontecer a viajar pelo mundo
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/encontros-marcados-de-goncalo-cadilhe-8171438');
});">
Edição: Out 2024
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Os bandidos e ladrões são bem mais numerosos que as forças de autoridade, e não param os combates entre brancos e vermelhos, anarquistas e nacionalistas... Num clima de assassinatos e intrigas constantes, o jovem Samson Kolechko perde o pai e uma orelha às mãos dos cossacos, e torna-se, por acidente, membro da policia soviética. No seu primeiro e perigoso caso, submergirá no caos de Kiev e nos braços de Nadezhda, uma ardente bolchevique de que Samson não conseguirá mais separar-se. Marcado pelo humor e realismo mágico característicos de Kurkov, O osso de prata inspira-se nos arquivos das agências de combate ao crime em Kiev, criando uma narrativa viciante, enriquecida por detalhes históricos que ultrapassam em muito a ficção.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Os bandidos e ladrões são bem mais numerosos que as forças de autoridade, e não param os combates entre brancos e vermelhos, anarquistas e nacionalistas... Num clima de assassinatos e intrigas constantes, o jovem Samson Kolechko perde o pai e uma orelha às mãos dos cossacos, e torna-se, por acidente, membro da policia soviética. No seu primeiro e perigoso caso, submergirá no caos de Kiev e nos braços de Nadezhda, uma ardente bolchevique de que Samson não conseguirá mais separar-se. Marcado pelo humor e realismo mágico característicos de Kurkov, O osso de prata inspira-se nos arquivos das agências de combate ao crime em Kiev, criando uma narrativa viciante, enriquecida por detalhes históricos que ultrapassam em muito a ficção.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/o-osso-de-prata-de-andrei-kurkov-8166739');
});">
Edição: Set 2024
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Alexandra Marques regressa com um livro sobre uma das páginas mais negras do Portugal contemporâneo - o processo de descolonização de Angola e de Moçambique. Um relato que vem, por fim, contar a verdade chocante sobre o que aconteceu aos portugueses das ex-colónias. Se deixar África foi um trauma para os portugueses radicados em Angola e Moçambique, que razões o ditaram? O que aconteceu nessas duas maiores colónias portuguesas que impulsionou a sua saída? Que promessas fizeram os decisores militares e políticos do pós-25 de Abril e quais ficaram por cumprir? Que diplomas de expropriação e cerceamento de direitos vigentes foram criados? Que retrato socioeconómico de Angola traçou o então ministro da Economia, Vasco Vieira de Almeida? O que foi feito para que pudessem salvar parte das poupanças? Como se processou a fuga até aos pontos de embarque? Como se vivia no campo de refugiados de Nova Lisboa, equiparado a um campo nazi por um capitão do MFA? Como foi a epopeia dos aportados a Portugal em traineiras e dos que se acolheram na África do Sul? O que fizeram as autoridades pelos portugueses que estavam nas prisões dos Movimentos armados? E se não houve uma guerra civil em Moçambique antes da independência, por que partiram quase todos os portugueses? O que foi negociado nas reuniões secretas entre Melo Antunes e a delegação da Frelimo na capital da Tanzânia, antes do Acordo de Lusaca? O que aconteceu em Lourenço Marques no dia 7 de Setembro de 1974 e no massacre de brancos em 21 de Outubro? Que legislação emitiu o Governo de Transição e o Alto-Comissário, Vítor Crespo? E o que se passava nos campos de reeducação da Frelimo, para onde tantos portugueses foram levados?
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Alexandra Marques regressa com um livro sobre uma das páginas mais negras do Portugal contemporâneo - o processo de descolonização de Angola e de Moçambique. Um relato que vem, por fim, contar a verdade chocante sobre o que aconteceu aos portugueses das ex-colónias. Se deixar África foi um trauma para os portugueses radicados em Angola e Moçambique, que razões o ditaram? O que aconteceu nessas duas maiores colónias portuguesas que impulsionou a sua saída? Que promessas fizeram os decisores militares e políticos do pós-25 de Abril e quais ficaram por cumprir? Que diplomas de expropriação e cerceamento de direitos vigentes foram criados? Que retrato socioeconómico de Angola traçou o então ministro da Economia, Vasco Vieira de Almeida? O que foi feito para que pudessem salvar parte das poupanças? Como se processou a fuga até aos pontos de embarque? Como se vivia no campo de refugiados de Nova Lisboa, equiparado a um campo nazi por um capitão do MFA? Como foi a epopeia dos aportados a Portugal em traineiras e dos que se acolheram na África do Sul? O que fizeram as autoridades pelos portugueses que estavam nas prisões dos Movimentos armados? E se não houve uma guerra civil em Moçambique antes da independência, por que partiram quase todos os portugueses? O que foi negociado nas reuniões secretas entre Melo Antunes e a delegação da Frelimo na capital da Tanzânia, antes do Acordo de Lusaca? O que aconteceu em Lourenço Marques no dia 7 de Setembro de 1974 e no massacre de brancos em 21 de Outubro? Que legislação emitiu o Governo de Transição e o Alto-Comissário, Vítor Crespo? E o que se passava nos campos de reeducação da Frelimo, para onde tantos portugueses foram levados?
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/deixar-africa-de-alexandra-marques-8145446');
});">
Edição: Set 2024
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Promessa celebra a história de resistência de uma família. É uma história intemporal e universal sobre irmandade, identidade e a busca de uma pertença. As irmãs Kindred - Ezra e Cinthy - cresceram rodeadas de muito amor. Amor dos seus pais, que as deixaram acreditar que os desejos que pedem às estrelas podem tornar-se realidade. Amor dos vizinhos, os Junketts, a única outra família negra da aldeia, cuja casa está repleta de costeletas untadas com especiarias e de abraços que fazem tremer o chão. E amor pela terra que as adotou, Salt Point, uma bela aldeia do Maine situada no topo de falésias. Mas quando as meninas entram na adolescência, os seus vizinhos brancos começam a vê-las de forma diferente. E, à medida que as notícias que chegam de partes distantes do país se vão enchendo de apelos à igualdade e à justiça para os americanos negros, os habitantes brancos de Salt Point começam a ver os Kindreds e os Junketts como uma ameaça ao seu estilo de vida. No meio da escalada de violência, de preconceito e de medo, as irmãs terão de encontrar no seu âmago as reservas de amor que acumularam para cometerem atos grandiosos de heroísmo e de bondade no caminho para a sobrevivência.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Promessa celebra a história de resistência de uma família. É uma história intemporal e universal sobre irmandade, identidade e a busca de uma pertença. As irmãs Kindred - Ezra e Cinthy - cresceram rodeadas de muito amor. Amor dos seus pais, que as deixaram acreditar que os desejos que pedem às estrelas podem tornar-se realidade. Amor dos vizinhos, os Junketts, a única outra família negra da aldeia, cuja casa está repleta de costeletas untadas com especiarias e de abraços que fazem tremer o chão. E amor pela terra que as adotou, Salt Point, uma bela aldeia do Maine situada no topo de falésias. Mas quando as meninas entram na adolescência, os seus vizinhos brancos começam a vê-las de forma diferente. E, à medida que as notícias que chegam de partes distantes do país se vão enchendo de apelos à igualdade e à justiça para os americanos negros, os habitantes brancos de Salt Point começam a ver os Kindreds e os Junketts como uma ameaça ao seu estilo de vida. No meio da escalada de violência, de preconceito e de medo, as irmãs terão de encontrar no seu âmago as reservas de amor que acumularam para cometerem atos grandiosos de heroísmo e de bondade no caminho para a sobrevivência.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/promessa-de-rachel-eliza-griffiths-8145418');
});">
