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Edição: Set 2016
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente. Mas o recurso à memória involuntária faz com que Proust nunca transmita uma realidade de que a sua imaginação esteja ausente. Ainda muito jovem, conhecia de cor todos os pormenores da vida das damas que tinham frequentado os salões de Paris desde o século XVII, como Madame La Sablière ou Madame de Staël. E foi precisamente a sensação da decepção em relação ao imaginado que ele sentiu nesses salões parisienses onde foi buscar muitos dos personagens que povoam o seu universo ficcional. É dessa desilusão, vivida nos salões de Madame Aubernon, Madame Arman de Caillavet ou da Condessa de Grefulhe, que nascem os personagens que frequentam os da senhora Verdurin e dos Guermantes de Em Busca do Tempo Perdido.
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente. Mas o recurso à memória involuntária faz com que Proust nunca transmita uma realidade de que a sua imaginação esteja ausente. Ainda muito jovem, conhecia de cor todos os pormenores da vida das damas que tinham frequentado os salões de Paris desde o século XVII, como Madame La Sablière ou Madame de Staël. E foi precisamente a sensação da decepção em relação ao imaginado que ele sentiu nesses salões parisienses onde foi buscar muitos dos personagens que povoam o seu universo ficcional. É dessa desilusão, vivida nos salões de Madame Aubernon, Madame Arman de Caillavet ou da Condessa de Grefulhe, que nascem os personagens que frequentam os da senhora Verdurin e dos Guermantes de Em Busca do Tempo Perdido.
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Edição: Set 2016
Nº Páginas: 536
Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente. Mas o recurso à memória involuntária faz com que Proust nunca transmita uma realidade de que a sua imaginação esteja ausente. Ainda muito jovem, conhecia de cor todos os pormenores da vida das damas que tinham frequentado os salões de Paris desde o século XVII, como Madame La Sablière ou Madame de Staël. E foi precisamente a sensação da decepção em relação ao imaginado que ele sentiu nesses salões parisienses onde foi buscar muitos dos personagens que povoam o seu universo ficcional. É dessa desilusão, vivida nos salões de Madame Aubernon, Madame Arman de Caillavet ou da Condessa de Grefulhe, que nascem os personagens que frequentam os da senhora Verdurin e dos Guermantes de Em Busca do Tempo Perdido.
Nº Páginas: 536
Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente. Mas o recurso à memória involuntária faz com que Proust nunca transmita uma realidade de que a sua imaginação esteja ausente. Ainda muito jovem, conhecia de cor todos os pormenores da vida das damas que tinham frequentado os salões de Paris desde o século XVII, como Madame La Sablière ou Madame de Staël. E foi precisamente a sensação da decepção em relação ao imaginado que ele sentiu nesses salões parisienses onde foi buscar muitos dos personagens que povoam o seu universo ficcional. É dessa desilusão, vivida nos salões de Madame Aubernon, Madame Arman de Caillavet ou da Condessa de Grefulhe, que nascem os personagens que frequentam os da senhora Verdurin e dos Guermantes de Em Busca do Tempo Perdido.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente. Mas o recurso à memória involuntária faz com que Proust nunca transmita uma realidade de que a sua imaginação esteja ausente. Ainda muito jovem, conhecia de cor todos os pormenores da vida das damas que tinham frequentado os salões de Paris desde o século xvii, como Madame La Sablière ou Madame de Staël. E foi precisamente a sensação da decepção em relação ao imaginado que ele sentiu nesses salões parisienses onde foi buscar muitos dos personagens que povoam o seu universo ficcional. É dessa desilusão, vivida nos salões de Madame Aubernon, Madame Arman de Caillavet ou da Condessa de Grefulhe, que nascem os personagens que frequentam os da senhora Verdurin e dos Guermantes de Em Busca do Tempo Perdido.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente. Mas o recurso à memória involuntária faz com que Proust nunca transmita uma realidade de que a sua imaginação esteja ausente. Ainda muito jovem, conhecia de cor todos os pormenores da vida das damas que tinham frequentado os salões de Paris desde o século xvii, como Madame La Sablière ou Madame de Staël. E foi precisamente a sensação da decepção em relação ao imaginado que ele sentiu nesses salões parisienses onde foi buscar muitos dos personagens que povoam o seu universo ficcional. É dessa desilusão, vivida nos salões de Madame Aubernon, Madame Arman de Caillavet ou da Condessa de Grefulhe, que nascem os personagens que frequentam os da senhora Verdurin e dos Guermantes de Em Busca do Tempo Perdido.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente. Mas o recurso à memória involuntária faz com que Proust nunca transmita uma realidade de que a sua imaginação esteja ausente. Ainda muito jovem, conhecia de cor todos os pormenores da vida das damas que tinham frequentado os salões de Paris desde o século xvii, como Madame La Sablière ou Madame de Staël. E foi precisamente a sensação da decepção em relação ao imaginado que ele sentiu nesses salões parisienses onde foi buscar muitos dos personagens que povoam o seu universo ficcional. É dessa desilusão, vivida nos salões de Madame Aubernon, Madame Arman de Caillavet ou da Condessa de Grefulhe, que nascem os personagens que frequentam os da senhora Verdurin e dos Guermantes de Em Busca do Tempo Perdido.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente. Mas o recurso à memória involuntária faz com que Proust nunca transmita uma realidade de que a sua imaginação esteja ausente. Ainda muito jovem, conhecia de cor todos os pormenores da vida das damas que tinham frequentado os salões de Paris desde o século xvii, como Madame La Sablière ou Madame de Staël. E foi precisamente a sensação da decepção em relação ao imaginado que ele sentiu nesses salões parisienses onde foi buscar muitos dos personagens que povoam o seu universo ficcional. É dessa desilusão, vivida nos salões de Madame Aubernon, Madame Arman de Caillavet ou da Condessa de Grefulhe, que nascem os personagens que frequentam os da senhora Verdurin e dos Guermantes de Em Busca do Tempo Perdido.
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 470
Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente. Mas o recurso à memória involuntária faz com que Proust nunca transmita uma realidade de que a sua imaginação esteja ausente. Ainda muito jovem, conhecia de cor todos os pormenores da vida das damas que tinham frequentado os salões de Paris desde o século xvii, como Madame La Sablière ou Madame de Staël. E foi precisamente a sensação da decepção em relação ao imaginado que ele sentiu nesses salões parisienses onde foi buscar muitos dos personagens que povoam o seu universo ficcional. É dessa desilusão, vivida nos salões de Madame Aubernon, Madame Arman de Caillavet ou da Condessa de Grefulhe, que nascem os personagens que frequentam os da senhora Verdurin e dos Guermantes de Em Busca do Tempo Perdido.
Nº Páginas: 470
Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente. Mas o recurso à memória involuntária faz com que Proust nunca transmita uma realidade de que a sua imaginação esteja ausente. Ainda muito jovem, conhecia de cor todos os pormenores da vida das damas que tinham frequentado os salões de Paris desde o século xvii, como Madame La Sablière ou Madame de Staël. E foi precisamente a sensação da decepção em relação ao imaginado que ele sentiu nesses salões parisienses onde foi buscar muitos dos personagens que povoam o seu universo ficcional. É dessa desilusão, vivida nos salões de Madame Aubernon, Madame Arman de Caillavet ou da Condessa de Grefulhe, que nascem os personagens que frequentam os da senhora Verdurin e dos Guermantes de Em Busca do Tempo Perdido.
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 392
Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente. Mas o recurso à memória involuntária faz com que Proust nunca transmita uma realidade de que a sua imaginação esteja ausente. Ainda muito jovem, conhecia de cor todos os pormenores da vida das damas que tinham frequentado os salões de Paris desde o século xvii, como Madame La Sablière ou Madame de Staël. E foi precisamente a sensação da decepção em relação ao imaginado que ele sentiu nesses salões parisienses onde foi buscar muitos dos personagens que povoam o seu universo ficcional. É dessa desilusão, vivida nos salões de Madame Aubernon, Madame Arman de Caillavet ou da Condessa de Grefulhe, que nascem os personagens que frequentam os da senhora Verdurin e dos Guermantes de Em Busca do Tempo Perdido.
Nº Páginas: 392
Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente. Mas o recurso à memória involuntária faz com que Proust nunca transmita uma realidade de que a sua imaginação esteja ausente. Ainda muito jovem, conhecia de cor todos os pormenores da vida das damas que tinham frequentado os salões de Paris desde o século xvii, como Madame La Sablière ou Madame de Staël. E foi precisamente a sensação da decepção em relação ao imaginado que ele sentiu nesses salões parisienses onde foi buscar muitos dos personagens que povoam o seu universo ficcional. É dessa desilusão, vivida nos salões de Madame Aubernon, Madame Arman de Caillavet ou da Condessa de Grefulhe, que nascem os personagens que frequentam os da senhora Verdurin e dos Guermantes de Em Busca do Tempo Perdido.
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 600
Sinopse:
Em Bergen, Karl Ove é o mais jovem aluno da Academia de Escrita da cidade. Começa repleto de entusiasmo, mas os fracassos literários, amorosos e sociais vão-se sucedendo. Apesar disso, persiste, descobre talento para a crítica literária, apaixona-se. Mas, como não podia deixar de ser, em breve lhes surge o homem atormentado e imperfeito, a caminho de uma autoanálise impiedosa.
Nº Páginas: 600
Sinopse:
Em Bergen, Karl Ove é o mais jovem aluno da Academia de Escrita da cidade. Começa repleto de entusiasmo, mas os fracassos literários, amorosos e sociais vão-se sucedendo. Apesar disso, persiste, descobre talento para a crítica literária, apaixona-se. Mas, como não podia deixar de ser, em breve lhes surge o homem atormentado e imperfeito, a caminho de uma autoanálise impiedosa.
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Edição: Nov 2012
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Em 1927, Nabokov dava grandes passeios solitários pelos bosques da ilha de Rugen. Foi então que lhe surgiu o enredo de um romance que reuniria marido, mulher e amante numa praia do Báltico. Franz instala-se em Berlim em casa do tio Dreyer para trabalhar nos seus armazéns. Mas Martha, a esposa, decide seduzi-lo, acabando por o envolver num projecto de assassínio, num enredo que conhece um desenlace imprevisto. "Rei, Dama, Valete" é, segundo o autor afirma no prólogo à edição inglesa de 1967, um tributo a Flaubert. Mas as referências à bíblica mulher de Putifar ou a Lady Macbeth são evidentes. "De todos os meus romances, esta fera rutilante é a mais alegre. A expatriação, a pobreza, a nostalgia não influenciaram a sua composição refinada e exultante. Concebida nas areias costeiras da baía da Pomerânia no Verão de 1927, construída ao longo do Inverno seguinte, em Berlim, e concluída no Verão de 1928, foi publicada nos começos de Outubro pela editora russa emigrada Slovo, com o título "Karol', Dama, Valet". Era o meu segundo romance russo. Eu tinha vinte e oito anos."Do prólogo de Vladimir Nabokov
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Em 1927, Nabokov dava grandes passeios solitários pelos bosques da ilha de Rugen. Foi então que lhe surgiu o enredo de um romance que reuniria marido, mulher e amante numa praia do Báltico. Franz instala-se em Berlim em casa do tio Dreyer para trabalhar nos seus armazéns. Mas Martha, a esposa, decide seduzi-lo, acabando por o envolver num projecto de assassínio, num enredo que conhece um desenlace imprevisto. "Rei, Dama, Valete" é, segundo o autor afirma no prólogo à edição inglesa de 1967, um tributo a Flaubert. Mas as referências à bíblica mulher de Putifar ou a Lady Macbeth são evidentes. "De todos os meus romances, esta fera rutilante é a mais alegre. A expatriação, a pobreza, a nostalgia não influenciaram a sua composição refinada e exultante. Concebida nas areias costeiras da baía da Pomerânia no Verão de 1927, construída ao longo do Inverno seguinte, em Berlim, e concluída no Verão de 1928, foi publicada nos começos de Outubro pela editora russa emigrada Slovo, com o título "Karol', Dama, Valet". Era o meu segundo romance russo. Eu tinha vinte e oito anos."Do prólogo de Vladimir Nabokov
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Edição: Jan 2014
Nº Páginas: 488
Sinopse:
Em 1910, durante uma tempestade de neve em Inglaterra, um bebé nasce e morre sem que tenha tempo de respirar. Em 1910, durante uma tempestade de neve em Inglaterra, o mesmo bebé nasce e vive para poder contar a aventura. E se existissem segundas oportunidades? E terceiras? E se tivéssemos um número infinito de possibilidades para viver?""Vida após Vida", de Kate Atkinson, é um romance de absoluta beleza, e a sua estrutura é das mais originais e subtis que li em muitos anos. Um romance brilhante, afável e audacioso, cujo futuro, suspeito, inclui palavras como acessível e clássico. (...)"[Ali Smith, The Observer "Best Books of 2013"]
Nº Páginas: 488
Sinopse:
Em 1910, durante uma tempestade de neve em Inglaterra, um bebé nasce e morre sem que tenha tempo de respirar. Em 1910, durante uma tempestade de neve em Inglaterra, o mesmo bebé nasce e vive para poder contar a aventura. E se existissem segundas oportunidades? E terceiras? E se tivéssemos um número infinito de possibilidades para viver?""Vida após Vida", de Kate Atkinson, é um romance de absoluta beleza, e a sua estrutura é das mais originais e subtis que li em muitos anos. Um romance brilhante, afável e audacioso, cujo futuro, suspeito, inclui palavras como acessível e clássico. (...)"[Ali Smith, The Observer "Best Books of 2013"]
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Edição: Mai 2005
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Em 1908, Marcel Proust começa a escrever "Contre Sainte-Beuve", uma obra hesitando entre o ensaio e o romance, amálgama de fragmentos de estética literária, cenas, diálogos e personagens, alguns deles retomados mais tarde. No entanto, alguma coisa do que faria a originalidade de "Em Busca do Tempo Perdido", surge já na importância atribuída à recordação involuntária suscitada pelo pão mergulhado no chá, ou por um pátio irregular, arrancando ao esquecimento "essa pura substância de nós que é uma impressão passada". Mas entre a recusa do manuscrito de "Contre Sainte-Beuve" em meados de 1909 e a publicação de "Do Lado de Swann" quatro anos mais tarde, algo de fundamental se passa. Em finais de 1909, Proust retira-se da vida social, a sua caligrafia transforma-se, enovelando-se em correcções sucessivas, os cadernos acumulam-se, e ele próprio sente que está a criar um grande romance que vai disputar à morte, que chegaria em Novembro de 1922. O resultado são os sucessivos volumes de "Em Busca do Tempo Perdido", agora em português numa tradução do poeta Pedro Tamen.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Em 1908, Marcel Proust começa a escrever "Contre Sainte-Beuve", uma obra hesitando entre o ensaio e o romance, amálgama de fragmentos de estética literária, cenas, diálogos e personagens, alguns deles retomados mais tarde. No entanto, alguma coisa do que faria a originalidade de "Em Busca do Tempo Perdido", surge já na importância atribuída à recordação involuntária suscitada pelo pão mergulhado no chá, ou por um pátio irregular, arrancando ao esquecimento "essa pura substância de nós que é uma impressão passada". Mas entre a recusa do manuscrito de "Contre Sainte-Beuve" em meados de 1909 e a publicação de "Do Lado de Swann" quatro anos mais tarde, algo de fundamental se passa. Em finais de 1909, Proust retira-se da vida social, a sua caligrafia transforma-se, enovelando-se em correcções sucessivas, os cadernos acumulam-se, e ele próprio sente que está a criar um grande romance que vai disputar à morte, que chegaria em Novembro de 1922. O resultado são os sucessivos volumes de "Em Busca do Tempo Perdido", agora em português numa tradução do poeta Pedro Tamen.
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Edição: Abr 2004
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Em 1908, Marcel Proust começa a escrever "Contre Sainte-Beuve", uma obra hesitando entre o ensaio e o romance, amálgama de fragmentos de estética literária, cenas, diálogos e personagens, alguns deles retomados mais tarde. No entanto, alguma coisa do que faria a originalidade de "Em Busca do Tempo Perdido", surge já na importância atribuída à recordação involuntária suscitada pelo pão mergulhado no chá, ou por um pátio irregular, arrancando ao esquecimento "essa pura substância de nós que é uma impressão passada". Mas entre a recusa do manuscrito de "Contre Sainte-Beuve" em meados de 1909 e a publicação de "Do Lado de Swann" quatro anos mais tarde, algo de fundamental se passa. Em finais de 1909, Proust retira-se da vida social, a sua caligrafia transforma-se, enovelando-se em correcções sucessivas, os cadernos acumulam-se, e ele próprio sente que está a criar um grande romance que vai disputar à morte, que chegaria em Novembro de 1922. O resultado são os sucessivos volumes de "Em Busca do Tempo Perdido", agora em português numa tradução do poeta Pedro Tamen.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Em 1908, Marcel Proust começa a escrever "Contre Sainte-Beuve", uma obra hesitando entre o ensaio e o romance, amálgama de fragmentos de estética literária, cenas, diálogos e personagens, alguns deles retomados mais tarde. No entanto, alguma coisa do que faria a originalidade de "Em Busca do Tempo Perdido", surge já na importância atribuída à recordação involuntária suscitada pelo pão mergulhado no chá, ou por um pátio irregular, arrancando ao esquecimento "essa pura substância de nós que é uma impressão passada". Mas entre a recusa do manuscrito de "Contre Sainte-Beuve" em meados de 1909 e a publicação de "Do Lado de Swann" quatro anos mais tarde, algo de fundamental se passa. Em finais de 1909, Proust retira-se da vida social, a sua caligrafia transforma-se, enovelando-se em correcções sucessivas, os cadernos acumulam-se, e ele próprio sente que está a criar um grande romance que vai disputar à morte, que chegaria em Novembro de 1922. O resultado são os sucessivos volumes de "Em Busca do Tempo Perdido", agora em português numa tradução do poeta Pedro Tamen.
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Edição: Nov 2008
Nº Páginas: 414
Sinopse:
Em 1908, Marcel Proust começa a escrever "Contre Sainte-Beuve", uma obra hesitando entre o ensaio e o romance, amálgama de fragmentos de estética literária, cenas, diálogos e personagens, alguns deles retomados mais tarde. No entanto, alguma coisa do que faria a originalidade de "Em Busca do Tempo Perdido", surge já na importância atribuída à recordação involuntária suscitada pelo pão mergulhado no chá, ou por um pátio irregular, arrancando ao esquecimento "essa pura substância de nós que é uma impressão passada". Mas entre a recusa do manuscrito de "Contre Sainte-Beuve" em meados de 1909 e a publicação de "Do Lado de Swann" quatro anos mais tarde, algo de fundamental se passa. Em finais de 1909, Proust retira-se da vida social, a sua caligrafia transforma-se, enovelando-se em correcções sucessivas, os cadernos acumulam-se, e ele próprio sente que está a criar um grande romance que vai disputar à morte, que chegaria em Novembro de 1922. O resultado são os sucessivos volumes de "Em Busca do Tempo Perdido", agora em português numa tradução do poeta Pedro Tamen.
Nº Páginas: 414
Sinopse:
Em 1908, Marcel Proust começa a escrever "Contre Sainte-Beuve", uma obra hesitando entre o ensaio e o romance, amálgama de fragmentos de estética literária, cenas, diálogos e personagens, alguns deles retomados mais tarde. No entanto, alguma coisa do que faria a originalidade de "Em Busca do Tempo Perdido", surge já na importância atribuída à recordação involuntária suscitada pelo pão mergulhado no chá, ou por um pátio irregular, arrancando ao esquecimento "essa pura substância de nós que é uma impressão passada". Mas entre a recusa do manuscrito de "Contre Sainte-Beuve" em meados de 1909 e a publicação de "Do Lado de Swann" quatro anos mais tarde, algo de fundamental se passa. Em finais de 1909, Proust retira-se da vida social, a sua caligrafia transforma-se, enovelando-se em correcções sucessivas, os cadernos acumulam-se, e ele próprio sente que está a criar um grande romance que vai disputar à morte, que chegaria em Novembro de 1922. O resultado são os sucessivos volumes de "Em Busca do Tempo Perdido", agora em português numa tradução do poeta Pedro Tamen.
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Edição: Abr 2003
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Em 1908, Marcel Proust começa a escrever "Contre Sainte-Beuve", uma obra hesitando entre o ensaio e o romance, amálgama de fragmentos de estética literária, cenas, diálogos e personagens, alguns deles retomados mais tarde. No entanto, alguma coisa do que faria a originalidade de "Em Busca do Tempo Perdido", surge já na importância atribuída à recordação involuntária suscitada pelo pão mergulhado no chá, ou por um pátio irregular, arrancando ao esquecimento "essa pura substância de nós que é uma impressão passada". Mas entre a recusa do manuscrito de "Contre Sainte-Beuve" em meados de 1909 e a publicação de "Do Lado de Swann" quatro anos mais tarde, algo de fundamental se passa. Em finais de 1909, Proust retira-se da vida social, a sua caligrafia transforma-se, enovelando-se em correcções sucessivas, os cadernos acumulam-se, e ele próprio sente que está a criar um grande romance que vai disputar à morte, que chegaria em Novembro de 1922. O resultado são os sucessivos volumes de "Em Busca do Tempo Perdido", agora em português numa tradução do poeta Pedro Tamen.
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Em 1908, Marcel Proust começa a escrever "Contre Sainte-Beuve", uma obra hesitando entre o ensaio e o romance, amálgama de fragmentos de estética literária, cenas, diálogos e personagens, alguns deles retomados mais tarde. No entanto, alguma coisa do que faria a originalidade de "Em Busca do Tempo Perdido", surge já na importância atribuída à recordação involuntária suscitada pelo pão mergulhado no chá, ou por um pátio irregular, arrancando ao esquecimento "essa pura substância de nós que é uma impressão passada". Mas entre a recusa do manuscrito de "Contre Sainte-Beuve" em meados de 1909 e a publicação de "Do Lado de Swann" quatro anos mais tarde, algo de fundamental se passa. Em finais de 1909, Proust retira-se da vida social, a sua caligrafia transforma-se, enovelando-se em correcções sucessivas, os cadernos acumulam-se, e ele próprio sente que está a criar um grande romance que vai disputar à morte, que chegaria em Novembro de 1922. O resultado são os sucessivos volumes de "Em Busca do Tempo Perdido", agora em português numa tradução do poeta Pedro Tamen.
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Edição: Nov 2009
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Em 1851, aos vinte e dois anos, Tolstói juntou-se ao exército russo e viajou pelo Cáucaso. Os quatro anos que se seguiram influenciaram profundamente a sua obra. Começado em 1852 mas inacabado durante uma década, Cossacos descreve as experiências de Olénin, um jovem junker desencantado, que deixa os amigos e o conforto de Moscovo para se juntar ao exército no Cáucaso. Procura uma nova vida longe das dívidas do jogo e depressa se sente seduzido pela natureza e atraído por uma jovem cossaca, Mariana. O Nobel Ivan Búnin considerou os Cossacos um dos mais belos romances da língua russa, e Hugo von Hoffmansthal afirmou que não se pode ler uma página de Cossacos sem recordar Homero.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Em 1851, aos vinte e dois anos, Tolstói juntou-se ao exército russo e viajou pelo Cáucaso. Os quatro anos que se seguiram influenciaram profundamente a sua obra. Começado em 1852 mas inacabado durante uma década, Cossacos descreve as experiências de Olénin, um jovem junker desencantado, que deixa os amigos e o conforto de Moscovo para se juntar ao exército no Cáucaso. Procura uma nova vida longe das dívidas do jogo e depressa se sente seduzido pela natureza e atraído por uma jovem cossaca, Mariana. O Nobel Ivan Búnin considerou os Cossacos um dos mais belos romances da língua russa, e Hugo von Hoffmansthal afirmou que não se pode ler uma página de Cossacos sem recordar Homero.
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Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Em "Um Adeus Mais-Que-Perfeito" Peter Handke narra-nos o que sabe, ou o que julga saber, sobre a vida e a morte da mãe, antes que, nas suas palavras, "a mudez apática, a extrema mudez" da tristeza se apodere dele para sempre. Ainda assim, a experiência da mudez, que marca por igual o sofrimento e o amor, reside no coração da breve mas inesquecível elegia do autor, que nos dá um livro severo, escrupuloso e comovente. Uma obra singular, de um dos maiores escritores contemporâneos.
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Em "Um Adeus Mais-Que-Perfeito" Peter Handke narra-nos o que sabe, ou o que julga saber, sobre a vida e a morte da mãe, antes que, nas suas palavras, "a mudez apática, a extrema mudez" da tristeza se apodere dele para sempre. Ainda assim, a experiência da mudez, que marca por igual o sofrimento e o amor, reside no coração da breve mas inesquecível elegia do autor, que nos dá um livro severo, escrupuloso e comovente. Uma obra singular, de um dos maiores escritores contemporâneos.
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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Em "Sapatos de Corda - Agustina", Mónica Baldaque, filha única de Agustina Bessa-Luís, conta-nos as impressões da sua vida. a autora fala-nos do tempo passado com os seus pais em Coimbra, no Porto, em Vila do Conde e na região do Douro. A sua narrativa é feita com delicadeza, evitando o sentimentalismo, revelando aspectos inéditos de Agustina, mas preservando o mistério que foi a vida e a criação da escritora de "A Sibila" e "Fanny Owen". O livro é ilustrado com várias fotografias.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Em "Sapatos de Corda - Agustina", Mónica Baldaque, filha única de Agustina Bessa-Luís, conta-nos as impressões da sua vida. a autora fala-nos do tempo passado com os seus pais em Coimbra, no Porto, em Vila do Conde e na região do Douro. A sua narrativa é feita com delicadeza, evitando o sentimentalismo, revelando aspectos inéditos de Agustina, mas preservando o mistério que foi a vida e a criação da escritora de "A Sibila" e "Fanny Owen". O livro é ilustrado com várias fotografias.
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Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Em "Recordações da Casa dos Mortos", Dostoievski narra a sua experiência de cinco anos de prisão siberiana. Ele fora preso em Abril de 1849 e condenado à morte por actividades contra o governo como membro do Círculo Petrashevski. A 22 de Dezembro, colocado diante de um pelotão de fuzilamento, viu a ordem de execução comutada no último momento por trabalhos forçados na Sibéria. Os acontecimentos são contados do ponto de vista de Aleksandr Petróvitch Goriántchikov, que assassinou a mulher no primeiro ano de casamento e vai descrevendo as conversas, experiências e sentimentos dos outros presos. Dostoievski fala da perda de liberdade, da solidão, do frio, dos trabalhos forçados e do carácter daqueles com quem conviveu, que, apesar de criminosos, descreve com humanidade, demonstrando admiração pela sua energia, engenhosidade e talento. Isto apesar dos seus ódios, astúcias, falta de escrúpulos e delações.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Em "Recordações da Casa dos Mortos", Dostoievski narra a sua experiência de cinco anos de prisão siberiana. Ele fora preso em Abril de 1849 e condenado à morte por actividades contra o governo como membro do Círculo Petrashevski. A 22 de Dezembro, colocado diante de um pelotão de fuzilamento, viu a ordem de execução comutada no último momento por trabalhos forçados na Sibéria. Os acontecimentos são contados do ponto de vista de Aleksandr Petróvitch Goriántchikov, que assassinou a mulher no primeiro ano de casamento e vai descrevendo as conversas, experiências e sentimentos dos outros presos. Dostoievski fala da perda de liberdade, da solidão, do frio, dos trabalhos forçados e do carácter daqueles com quem conviveu, que, apesar de criminosos, descreve com humanidade, demonstrando admiração pela sua energia, engenhosidade e talento. Isto apesar dos seus ódios, astúcias, falta de escrúpulos e delações.
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Edição: Fev 2020
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Em "Os Incuráveis", Agustina Bessa-Luís acompanha a vida de algumas famílias entre a cidade do Porto e a região do Douro. "A propósito de Os Incuráveis, como a propósito de poucas obras de ficção, nossas, será permitido empregar a palavra: génio. No duplo sentido, complementar, que o termo pode assumir. Génio: superação do talento — mesmo brilhante — superação da habilidade adquirida pelo ímpeto criador; génio: brotar frontal, crescimento desde a raiz de uma vivência autónoma, impositiva." Manuel Antunes, Legómena. Lisboa, Imprensa Nacional, 1987, p. 460
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Em "Os Incuráveis", Agustina Bessa-Luís acompanha a vida de algumas famílias entre a cidade do Porto e a região do Douro. "A propósito de Os Incuráveis, como a propósito de poucas obras de ficção, nossas, será permitido empregar a palavra: génio. No duplo sentido, complementar, que o termo pode assumir. Génio: superação do talento — mesmo brilhante — superação da habilidade adquirida pelo ímpeto criador; génio: brotar frontal, crescimento desde a raiz de uma vivência autónoma, impositiva." Manuel Antunes, Legómena. Lisboa, Imprensa Nacional, 1987, p. 460
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Edição: Nov 2018
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Em "O Pregador Atormentado", Thomas Hardy criou uma das suas mais desconcertantes personagens femininas. Lizzy Newberry é-nos apresentada através dos olhos perplexos de um jovem pastor metodista, que se aloja em sua casa e vai compreendendo que a bela anfitriã se dedica a atividades que envolvem grande parte da povoação. As tentativas de Stockdale de afastar a desenvolta viúva da sua perigosa atividade vão revelar-se mais difíceis e menos convictas do que ele imaginara.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Em "O Pregador Atormentado", Thomas Hardy criou uma das suas mais desconcertantes personagens femininas. Lizzy Newberry é-nos apresentada através dos olhos perplexos de um jovem pastor metodista, que se aloja em sua casa e vai compreendendo que a bela anfitriã se dedica a atividades que envolvem grande parte da povoação. As tentativas de Stockdale de afastar a desenvolta viúva da sua perigosa atividade vão revelar-se mais difíceis e menos convictas do que ele imaginara.
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Em "A Casa Assombrada e Outros Contos" estão reunidos alguns dos mais inovadores contos originalmente escritos em inglês. É certo que Virginia Woolf não é uma contista e que foi em romances como "Orlando e As Ondas" que sobretudo cumpriu o "insaciável desejo de escrever alguma coisa antes de morrer". Mas é em contos como "A Marca na Parede", "Lappin e Lapinova" e "O Legado" que melhor nos revela o modo como soube captar um universo feminino que os homens desfazem revelando que a marca na parede é uma lesma, recusando-se a recriar a vida de coelhos no ribeiro ao fundo da floresta ou tornando-se apenas insensivelmente desatentos.
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Em "A Casa Assombrada e Outros Contos" estão reunidos alguns dos mais inovadores contos originalmente escritos em inglês. É certo que Virginia Woolf não é uma contista e que foi em romances como "Orlando e As Ondas" que sobretudo cumpriu o "insaciável desejo de escrever alguma coisa antes de morrer". Mas é em contos como "A Marca na Parede", "Lappin e Lapinova" e "O Legado" que melhor nos revela o modo como soube captar um universo feminino que os homens desfazem revelando que a marca na parede é uma lesma, recusando-se a recriar a vida de coelhos no ribeiro ao fundo da floresta ou tornando-se apenas insensivelmente desatentos.
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Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Em ""Cidades da Planície", duas personagens já conhecidas de "Belos Cavalos" e "A Travessia" encontram-se. Entre os seus intensos passados e incertos futuros, deparam agora com um país em constante mudança. No outono de 1952, John Grady Cole e Billy Parham são cowboys num rancho do Novo México que havia sido invadido a norte pelos militares. No horizonte a sul estão as montanhas do México, para onde um deles é constantemente arrastado. "Cidades da Planície", o último volume da "Trilogia da Fronteira", é uma história de amizade, paixão e de um amor tão perigoso como inevitável.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Em ""Cidades da Planície", duas personagens já conhecidas de "Belos Cavalos" e "A Travessia" encontram-se. Entre os seus intensos passados e incertos futuros, deparam agora com um país em constante mudança. No outono de 1952, John Grady Cole e Billy Parham são cowboys num rancho do Novo México que havia sido invadido a norte pelos militares. No horizonte a sul estão as montanhas do México, para onde um deles é constantemente arrastado. "Cidades da Planície", o último volume da "Trilogia da Fronteira", é uma história de amizade, paixão e de um amor tão perigoso como inevitável.
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Edição: Jul 2012
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Em " Oficiais e Cavalheiros" , o capitão Crouchback, dos Alabardeiros, é enviado para o Egipto, quartel-general do teatro de operações do Médio Oriente, durante a II Guerra Mundial. Aí conhece o major Hound, comandante de brigada, um homem que não lhe merece respeito, e o furriel Ludovic, ocupado com o seu diário. Crouchback vê-se envolvido na derrocada militar e na evacuação de Creta, acção pormenorizadamente descrita numa obra em que o seu autor emprega o seu reconhecido talento satírico. " Oficiais e Cavalheiros" é a segunda parte de uma trilogia, Sword of Honour (Espada de Honra), que narra a história de Guy Crouchback, herdeiro de uma família aristocrática em declínio, entre 1939 e 1945, cuja experiência da II Guerra Mundial se relaciona com a do próprio Evelyn Waugh.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Em " Oficiais e Cavalheiros" , o capitão Crouchback, dos Alabardeiros, é enviado para o Egipto, quartel-general do teatro de operações do Médio Oriente, durante a II Guerra Mundial. Aí conhece o major Hound, comandante de brigada, um homem que não lhe merece respeito, e o furriel Ludovic, ocupado com o seu diário. Crouchback vê-se envolvido na derrocada militar e na evacuação de Creta, acção pormenorizadamente descrita numa obra em que o seu autor emprega o seu reconhecido talento satírico. " Oficiais e Cavalheiros" é a segunda parte de uma trilogia, Sword of Honour (Espada de Honra), que narra a história de Guy Crouchback, herdeiro de uma família aristocrática em declínio, entre 1939 e 1945, cuja experiência da II Guerra Mundial se relaciona com a do próprio Evelyn Waugh.
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Edição: Mar 2019
Nº Páginas: 208
Sinopse:
É um dos episódios de "A Comédia Humana" de um dos três grandes romancistas franceses do século XIX. Contrariando uma visão que prevaleceu até há pouco, Balzac defende que a mulher tem o direito de amar e ser amada em qualquer idade, mesmo fora do casamento, e de ser reconhecida pela sociedade pelo que é e não apenas como esposa e mãe.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
É um dos episódios de "A Comédia Humana" de um dos três grandes romancistas franceses do século XIX. Contrariando uma visão que prevaleceu até há pouco, Balzac defende que a mulher tem o direito de amar e ser amada em qualquer idade, mesmo fora do casamento, e de ser reconhecida pela sociedade pelo que é e não apenas como esposa e mãe.
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Edição: Jan 2010
Nº Páginas: 216
Sinopse:
É precisamente no S. João, festa de luz e alegria realizada em pleno Verão, que um pequeno empresário em crise, Onni Rellonen, decide acabar com a vida. Mas quando, de pistola no bolso, se aproxima de um celeiro isolado, local ideal para uma morte tranquila, depara com uma estranha cena. E, no último momento, consegue salvar um outro candidato ao suicídio já com um nó corrediço apertando em volta do pescoço. É o coronel Kemppainen, um inconsolável viúvo que escolhera igualmente aquele luminoso solstício para pôr fim à vida. Influenciados por este acaso renunciam à sua intenção comum e conversam sobre as razões que os levaram a tomar tão sombria decisão. Já em casa de Onni preparam uma sauna, bebem, pescam e tratam-se por tu. Depressa chegam à conclusão que na Finlândia existe um grande número de candidatos ao suicídio. E daí até à ideia de fundarem uma associação de "candidatos ao suicídio" vai um passo. Colocam um anúncio: ESTÁ A PENSAR SUICIDAR-SE? Não entre em pânico, não está sozinho. Também nós temos pensamentos semelhantes, e até alguma experiência. (…) Respostas à Posta Restante dos Correios Centrais de Helsínquia, para: "Tentar em conjunto." E um dia, acompanhados de três dezenas de companheiros, partem num confortável autocarro para uma aprazível viagem de suicídio colectivo. Atravessam a Europa em busca do melhor precipício para se lançarem no vazio. Entre os candidatos, encontram-se alguns com bastante humor, outros mais sombrios, mas todos eles participando nas ferozes reflexões de Paasilinna sobre o suicídio enquanto desporto finlandês. Acabam por encontrar o local ideal em Portugal, uma falésia junto à Fortaleza de Sagres. Aprazível Suicídio em Grupo é uma narrativa irónica e macabra, que provoca riso e compaixão. É também uma fábula terna e ácida sobre vidas sombrias.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
É precisamente no S. João, festa de luz e alegria realizada em pleno Verão, que um pequeno empresário em crise, Onni Rellonen, decide acabar com a vida. Mas quando, de pistola no bolso, se aproxima de um celeiro isolado, local ideal para uma morte tranquila, depara com uma estranha cena. E, no último momento, consegue salvar um outro candidato ao suicídio já com um nó corrediço apertando em volta do pescoço. É o coronel Kemppainen, um inconsolável viúvo que escolhera igualmente aquele luminoso solstício para pôr fim à vida. Influenciados por este acaso renunciam à sua intenção comum e conversam sobre as razões que os levaram a tomar tão sombria decisão. Já em casa de Onni preparam uma sauna, bebem, pescam e tratam-se por tu. Depressa chegam à conclusão que na Finlândia existe um grande número de candidatos ao suicídio. E daí até à ideia de fundarem uma associação de "candidatos ao suicídio" vai um passo. Colocam um anúncio: ESTÁ A PENSAR SUICIDAR-SE? Não entre em pânico, não está sozinho. Também nós temos pensamentos semelhantes, e até alguma experiência. (…) Respostas à Posta Restante dos Correios Centrais de Helsínquia, para: "Tentar em conjunto." E um dia, acompanhados de três dezenas de companheiros, partem num confortável autocarro para uma aprazível viagem de suicídio colectivo. Atravessam a Europa em busca do melhor precipício para se lançarem no vazio. Entre os candidatos, encontram-se alguns com bastante humor, outros mais sombrios, mas todos eles participando nas ferozes reflexões de Paasilinna sobre o suicídio enquanto desporto finlandês. Acabam por encontrar o local ideal em Portugal, uma falésia junto à Fortaleza de Sagres. Aprazível Suicídio em Grupo é uma narrativa irónica e macabra, que provoca riso e compaixão. É também uma fábula terna e ácida sobre vidas sombrias.
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 352
Sinopse:
É esta a pergunta que um reconhecido treinador faz a Katie e a Eric Knox após ver competir a sua filha, Devon, uma ginasta-prodígio que sonha com os Jogos Olímpicos. Para o casal não existem limites. Até que uma morte violenta e inesperada abala a pequena comunidade local de ginastas, pondo em risco todo o seu trabalho e dedicação. À medida que os rumores circulam entre os outros pais, Katie tenta freneticamente manter a família unida, apesar de ao mesmo tempo se sentir atraída pelo crime. O que descobre — sobre os medos da filha, o seu casamento e sobre si própria — fá-la refletir sobre se existirá algum preço que não esteja disposta a pagar para que Devon realize o seu sonho. "Saberás Quem Sou" é uma montanha-russa de emoções sobre os limites do sacrifício parental, o desejo furtivo e a força da ambição.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
É esta a pergunta que um reconhecido treinador faz a Katie e a Eric Knox após ver competir a sua filha, Devon, uma ginasta-prodígio que sonha com os Jogos Olímpicos. Para o casal não existem limites. Até que uma morte violenta e inesperada abala a pequena comunidade local de ginastas, pondo em risco todo o seu trabalho e dedicação. À medida que os rumores circulam entre os outros pais, Katie tenta freneticamente manter a família unida, apesar de ao mesmo tempo se sentir atraída pelo crime. O que descobre — sobre os medos da filha, o seu casamento e sobre si própria — fá-la refletir sobre se existirá algum preço que não esteja disposta a pagar para que Devon realize o seu sonho. "Saberás Quem Sou" é uma montanha-russa de emoções sobre os limites do sacrifício parental, o desejo furtivo e a força da ambição.
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Edição: Mai 2012
Nº Páginas: 80
Sinopse:
É desde modo que Joseph Conrad termina as suas primeiras reflexões sobre o naufrágio do Titanic. Na noite de 14 de Abril de 1912, em que o Titanic embateu num iceberg, Joseph Conrad, escritor e antigo marinheiro, acabava de escrever "Acaso".A notícia fez com que voltasse de novo à secretária. Dez dias depois enviava à "The English Review" o artigo "Algumas Reflexões sobre o Naufrágio do Titanic", com opiniões que viriam a ser confirmadas pela bibliografia posterior.O autor de "Linha de Sombra" e "O Negro do Narciso" criticava a arrogância tecnológica do progresso. Num segundo artigo, de Julho de 1912, Conrad aprofundou as críticas, denunciando a escassez de botes salva-vidas e a pretensa estanquidade das divisões do navio. Este livro reúne ainda o artigo "A Protecção dos Transatlânticos" e uma carta "Ao Director do "Daily Express"".
Nº Páginas: 80
Sinopse:
É desde modo que Joseph Conrad termina as suas primeiras reflexões sobre o naufrágio do Titanic. Na noite de 14 de Abril de 1912, em que o Titanic embateu num iceberg, Joseph Conrad, escritor e antigo marinheiro, acabava de escrever "Acaso".A notícia fez com que voltasse de novo à secretária. Dez dias depois enviava à "The English Review" o artigo "Algumas Reflexões sobre o Naufrágio do Titanic", com opiniões que viriam a ser confirmadas pela bibliografia posterior.O autor de "Linha de Sombra" e "O Negro do Narciso" criticava a arrogância tecnológica do progresso. Num segundo artigo, de Julho de 1912, Conrad aprofundou as críticas, denunciando a escassez de botes salva-vidas e a pretensa estanquidade das divisões do navio. Este livro reúne ainda o artigo "A Protecção dos Transatlânticos" e uma carta "Ao Director do "Daily Express"".
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Edição: Abr 2017
Nº Páginas: 176
Sinopse:
É com delicadeza, humor e emoção, que Carson McCullers narra o fim-de-semana na vida de uma rapariga de doze anos sem mãe. Em apenas algumas horas, Frankie, uma maria rapaz, revela todas as suas fantasias durante o casamento do irmão mais velho.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
É com delicadeza, humor e emoção, que Carson McCullers narra o fim-de-semana na vida de uma rapariga de doze anos sem mãe. Em apenas algumas horas, Frankie, uma maria rapaz, revela todas as suas fantasias durante o casamento do irmão mais velho.
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Edição: Dez 2017
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Durante séculos, foi imposta aos crentes cristãos a proibição de terminar com a vida. No entanto, Hans Küng defende que uma boa morte se fundamenta no respeito profundo pela vida de qualquer pessoa e nada tem que ver com o infeliz suicídio arbitrário. Se temos responsabilidade sobre a nossa vida, porque haveria essa responsabilidade de terminar na sua última fase? É precisamente como cristão que Hans Küng apela ao direito de cada qual decidir responsavelmente sobre o momento e a forma da sua morte. Neste breve ensaio, que procura contribuir para a mudança de atitude da Igreja, Hans Küng mantém a coerência e a autenticidade que revelou no seu conflito com a hierarquia católica romana. A sua defesa da eutanásia (cujo significado etimológico é "boa morte") insere-se assim nas suas preocupações antropológicas e religiosas. "Gostaria de morrer consciente e de me despedir digna e humanamente dos seres que me são queridos", escreve Hans Küng.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Durante séculos, foi imposta aos crentes cristãos a proibição de terminar com a vida. No entanto, Hans Küng defende que uma boa morte se fundamenta no respeito profundo pela vida de qualquer pessoa e nada tem que ver com o infeliz suicídio arbitrário. Se temos responsabilidade sobre a nossa vida, porque haveria essa responsabilidade de terminar na sua última fase? É precisamente como cristão que Hans Küng apela ao direito de cada qual decidir responsavelmente sobre o momento e a forma da sua morte. Neste breve ensaio, que procura contribuir para a mudança de atitude da Igreja, Hans Küng mantém a coerência e a autenticidade que revelou no seu conflito com a hierarquia católica romana. A sua defesa da eutanásia (cujo significado etimológico é "boa morte") insere-se assim nas suas preocupações antropológicas e religiosas. "Gostaria de morrer consciente e de me despedir digna e humanamente dos seres que me são queridos", escreve Hans Küng.
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Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 56
Sinopse:
Durante os últimos meses de vida, Oliver Sacks escreveu um conjunto de ensaios em que explora, de forma comovente, os seus sentimentos sobre o momento de completar uma vida e aceitar a morte.
Nº Páginas: 56
Sinopse:
Durante os últimos meses de vida, Oliver Sacks escreveu um conjunto de ensaios em que explora, de forma comovente, os seus sentimentos sobre o momento de completar uma vida e aceitar a morte.
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