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Edição: Fev 2011
Nº Páginas: 720
Sinopse:
Valeu a pena estudar a fundo a separação Estado-Igreja Católica durante a Primeira República, pois quase nada fica de pé nas narrativas dominantes da vida política portuguesa contemporânea: - Os católicos portugueses desobedecem aos bispos portugueses e os bispos portugueses ao Papa – enquanto o catolicismo se diferencia e fortalece. -Afonso Costa é ‘‘convertido’’ ao cristianismo e surge-nos na sua verdadeira posição de salvador da Igreja. - D. Manuel II, o rei exilado, recebe pela primeira vez um papel central. - Os tradicionalistas e o Centro Católico aliam-se aos republicanos para evitarem o regresso da monarquia liberal. Partindo da separação, este livro propõe-nos uma renovada compreensão da Primeira República e do catolicismo português contemporâneo e, noutro plano, desafia-nos a reinterpretarmos o Estado Novo, o 25 de Abril e a modernidade portuguesa." - Nota do autor.
Nº Páginas: 720
Sinopse:
Valeu a pena estudar a fundo a separação Estado-Igreja Católica durante a Primeira República, pois quase nada fica de pé nas narrativas dominantes da vida política portuguesa contemporânea: - Os católicos portugueses desobedecem aos bispos portugueses e os bispos portugueses ao Papa – enquanto o catolicismo se diferencia e fortalece. -Afonso Costa é ‘‘convertido’’ ao cristianismo e surge-nos na sua verdadeira posição de salvador da Igreja. - D. Manuel II, o rei exilado, recebe pela primeira vez um papel central. - Os tradicionalistas e o Centro Católico aliam-se aos republicanos para evitarem o regresso da monarquia liberal. Partindo da separação, este livro propõe-nos uma renovada compreensão da Primeira República e do catolicismo português contemporâneo e, noutro plano, desafia-nos a reinterpretarmos o Estado Novo, o 25 de Abril e a modernidade portuguesa." - Nota do autor.
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Edição: Set 2013
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Até que ponto um único assassinato pode iluminar a crise moral em que se encontra o país? 6 de julho de 2012. Henrique Monroe, inspetor-chefe da Polícia Judiciária, é chamado a um luxuoso palacete de Lisboa para investigar o homicídio de Pedro Coutinho, um abastado construtor civil. Depois de interrogar a filha da vítima, Monroe começa a acreditar que Coutinho foi assassinado ao tentar defender a perturbada adolescente do violento assédio sexual de algum amigo da família. Ao mesmo tempo, uma "pen" que o inspetor descobre escondida na biblioteca da casa contém alguns ficheiros com indícios de que a vítima poderá também ter sido silenciada por um dos políticos implicados na rede de corrupção que o industrial montara para conseguir os seus contratos. Tendo como pano de fundo o Portugal contemporâneo, um país traído por uma elite política corrupta, que sofre sob o peso dos seus próprios erros históricos, Richard Zimler criou um intrigante policial psicológico, com uma figura central que se debate com os seus demónios pessoais ao mesmo tempo que tenta deslindar um caso que irá abalar para sempre os muros da sua própria identidade.
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Até que ponto um único assassinato pode iluminar a crise moral em que se encontra o país? 6 de julho de 2012. Henrique Monroe, inspetor-chefe da Polícia Judiciária, é chamado a um luxuoso palacete de Lisboa para investigar o homicídio de Pedro Coutinho, um abastado construtor civil. Depois de interrogar a filha da vítima, Monroe começa a acreditar que Coutinho foi assassinado ao tentar defender a perturbada adolescente do violento assédio sexual de algum amigo da família. Ao mesmo tempo, uma "pen" que o inspetor descobre escondida na biblioteca da casa contém alguns ficheiros com indícios de que a vítima poderá também ter sido silenciada por um dos políticos implicados na rede de corrupção que o industrial montara para conseguir os seus contratos. Tendo como pano de fundo o Portugal contemporâneo, um país traído por uma elite política corrupta, que sofre sob o peso dos seus próprios erros históricos, Richard Zimler criou um intrigante policial psicológico, com uma figura central que se debate com os seus demónios pessoais ao mesmo tempo que tenta deslindar um caso que irá abalar para sempre os muros da sua própria identidade.
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Edição: Mai 2021
Nº Páginas: 272
Sinopse:
«Subitamente, a chuva parou em absoluto. Como normalmente, adivinhavam-se alguns momentos de estio. Abertas estrinçavam o mar de nuvens em muitos farrapos, desta forma súbita permitindo ainda quase distinguir prolongadamente os fundos dos abismos enormes, ainda que já negros ao avistar de cima. Maria Inês olhou fascinada, perdendo a conta do isolamento em que estava, sob o impacto do belo. Algo calmo invadira-lhe a alma e possuía-a. Um ruído estranho vinha agora da profundeza das montanhas. É o vento… mas com um som que nunca lhe ouvi, pensou ela, já em murmúrio consigo própria. Só que o barulho aumentava sem se tornar estrondo. Maria Inês surpreendeu-se por desta vez não sentir medo de qualquer espécie. Dir-se-ia com o espírito sossegado, voluntariamente entregue ao que viesse. "Maria Inês!", pareceu-lhe ouvir chamar. Só me faltava, agora, estar a imaginar coisas, disse para consigo. Mas sempre extraordinariamente calma, como quem tem certeza de que o Bem advirá. "Maria Inês!", soprou forte, mais perceptível, a voz emergente do fundo dos grandes rochedos. - Não acredito! - exclamou ela. Porém, sem qualquer receio a intimidá-la. Só curiosidade forte e calma. "Maria Inês, eu sou a Ilha que te fala, em ti escolhi desabafar o que penso para o futuro, visto seres uma alma só. Como a minha. Alma para um pensar sério. Até porque somos ambas marcadas por ansiedades mescladas com vontade e convicções firmes, tendo marcas deixadas pelo tempo."»
Nº Páginas: 272
Sinopse:
«Subitamente, a chuva parou em absoluto. Como normalmente, adivinhavam-se alguns momentos de estio. Abertas estrinçavam o mar de nuvens em muitos farrapos, desta forma súbita permitindo ainda quase distinguir prolongadamente os fundos dos abismos enormes, ainda que já negros ao avistar de cima. Maria Inês olhou fascinada, perdendo a conta do isolamento em que estava, sob o impacto do belo. Algo calmo invadira-lhe a alma e possuía-a. Um ruído estranho vinha agora da profundeza das montanhas. É o vento… mas com um som que nunca lhe ouvi, pensou ela, já em murmúrio consigo própria. Só que o barulho aumentava sem se tornar estrondo. Maria Inês surpreendeu-se por desta vez não sentir medo de qualquer espécie. Dir-se-ia com o espírito sossegado, voluntariamente entregue ao que viesse. "Maria Inês!", pareceu-lhe ouvir chamar. Só me faltava, agora, estar a imaginar coisas, disse para consigo. Mas sempre extraordinariamente calma, como quem tem certeza de que o Bem advirá. "Maria Inês!", soprou forte, mais perceptível, a voz emergente do fundo dos grandes rochedos. - Não acredito! - exclamou ela. Porém, sem qualquer receio a intimidá-la. Só curiosidade forte e calma. "Maria Inês, eu sou a Ilha que te fala, em ti escolhi desabafar o que penso para o futuro, visto seres uma alma só. Como a minha. Alma para um pensar sério. Até porque somos ambas marcadas por ansiedades mescladas com vontade e convicções firmes, tendo marcas deixadas pelo tempo."»
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Edição: Out 2014
Nº Páginas: 284
Sinopse:
Em A Selva, Ferreira de Castro retrata com intensidade a vida dos seringueiros na selva amazónica durante o declínio do ciclo da borracha. A narrativa é uma epopeia poética, crua e visceral, que expõe sofrimento, resistência e a grandiosidade trágica da natureza. Uma obra-monumento da literatura portuguesa do século XX.
Nº Páginas: 284
Sinopse:
Em A Selva, Ferreira de Castro retrata com intensidade a vida dos seringueiros na selva amazónica durante o declínio do ciclo da borracha. A narrativa é uma epopeia poética, crua e visceral, que expõe sofrimento, resistência e a grandiosidade trágica da natureza. Uma obra-monumento da literatura portuguesa do século XX.
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Edição: Jun 2013
Nº Páginas: 440
Sinopse:
Sob a coordenação de Raquel Varela, os autores deste volume conseguiram cumprir três tarefas principais. Em primeiro lugar, apresentam-nos as diversas variedades da precarização, do empobrecimento e da exclusão social que atualmente ameaçam devastar a sociedade portuguesa. Em segundo lugar, refutam completamente os muitos mitos propagados pelo establishment académico e político. E em terceiro lugar, discutem a necessidade e as dificuldades de uma resistência massiva.
Nº Páginas: 440
Sinopse:
Sob a coordenação de Raquel Varela, os autores deste volume conseguiram cumprir três tarefas principais. Em primeiro lugar, apresentam-nos as diversas variedades da precarização, do empobrecimento e da exclusão social que atualmente ameaçam devastar a sociedade portuguesa. Em segundo lugar, refutam completamente os muitos mitos propagados pelo establishment académico e político. E em terceiro lugar, discutem a necessidade e as dificuldades de uma resistência massiva.
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 144
Sinopse:
São Francisco de Assis volta à terra nos dias de hoje e encontra sua ordem transformada numa empresa gigantesca e lucrativa. "Grande sala. Ambiente geral discreto e severo. Mesa comprida, cadeirões, cofre, telex, vários telefones, um terminal de computador. (…) Está reunido um conselho." Assim se entra no mundo da "política", segundo José Saramago. A Segunda Vida de Francisco de Assis é mais uma incursão no drama, desta vez à volta de um tema bem atual: o capitalismo, a qualidade, as chefias, a política, as eleições, a bolsa, as valorizações e desvalorizações dos produtos e das pessoas. E uma luta entre a razão e a força.Estamos em 1986, já há computadores, mas muita coisa mudou. "As coisas já não são o que eram", diz a certa altura uma das personagens. "Houve muitas mudanças e nem todas estão à vista. Algumas nunca saem daquele cofre. São as que convém manter em segredo." E Francisco? Também mudou, claro. Nesta segunda vida, aprendeu algumas lições e aparece a lutar contra a pobreza. "É a pobreza que deve ser eliminada do mundo", diz. Mais uma vez Saramago usa a ironia para fazer as suas críticas. "A pobreza não é santa. Tantos séculos para compreender isto. Pobre Francisco." Caligrafia da capa por FREI BENTO DOMINGUES
Nº Páginas: 144
Sinopse:
São Francisco de Assis volta à terra nos dias de hoje e encontra sua ordem transformada numa empresa gigantesca e lucrativa. "Grande sala. Ambiente geral discreto e severo. Mesa comprida, cadeirões, cofre, telex, vários telefones, um terminal de computador. (…) Está reunido um conselho." Assim se entra no mundo da "política", segundo José Saramago. A Segunda Vida de Francisco de Assis é mais uma incursão no drama, desta vez à volta de um tema bem atual: o capitalismo, a qualidade, as chefias, a política, as eleições, a bolsa, as valorizações e desvalorizações dos produtos e das pessoas. E uma luta entre a razão e a força.Estamos em 1986, já há computadores, mas muita coisa mudou. "As coisas já não são o que eram", diz a certa altura uma das personagens. "Houve muitas mudanças e nem todas estão à vista. Algumas nunca saem daquele cofre. São as que convém manter em segredo." E Francisco? Também mudou, claro. Nesta segunda vida, aprendeu algumas lições e aparece a lutar contra a pobreza. "É a pobreza que deve ser eliminada do mundo", diz. Mais uma vez Saramago usa a ironia para fazer as suas críticas. "A pobreza não é santa. Tantos séculos para compreender isto. Pobre Francisco." Caligrafia da capa por FREI BENTO DOMINGUES
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Edição: Jul 2020
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Um homem misterioso e entendido em estudos pessoanos atrai um professor para a sua investigação e leva-o para a aldeia do Freixo, onde investigam a relação de Pessoa com Aleister Crowley, das primeiras correspondências até ao falso suicídio na Boca do Inferno. Sem se aperceber, e através de experiências esotéricas e descobertas perturbadoras, o professor vai sendo moldado física e espiritualmente para encarnar Vicente Guedes, o heterónimo a quem inicialmente foi atribuído O Livro do Desassossego, e continuar a obra do poeta, rumo ao Nobel. Este texto foi publicado pela primeira vez no Diário de Notícias durante a pandemia de 2020, reatando a tradição do folhetim, aquando dos 150 anos da publicação no mesmo jornal d’ O Mistério da Estrada de Sintra, de Eça de Queiroz e Ramalho Ortigão. Seguindo essa tradição, a Guerra e Paz tem o prazer de acolher esse folhetim e dar-lhe a forma de romance que ele merece.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Um homem misterioso e entendido em estudos pessoanos atrai um professor para a sua investigação e leva-o para a aldeia do Freixo, onde investigam a relação de Pessoa com Aleister Crowley, das primeiras correspondências até ao falso suicídio na Boca do Inferno. Sem se aperceber, e através de experiências esotéricas e descobertas perturbadoras, o professor vai sendo moldado física e espiritualmente para encarnar Vicente Guedes, o heterónimo a quem inicialmente foi atribuído O Livro do Desassossego, e continuar a obra do poeta, rumo ao Nobel. Este texto foi publicado pela primeira vez no Diário de Notícias durante a pandemia de 2020, reatando a tradição do folhetim, aquando dos 150 anos da publicação no mesmo jornal d’ O Mistério da Estrada de Sintra, de Eça de Queiroz e Ramalho Ortigão. Seguindo essa tradição, a Guerra e Paz tem o prazer de acolher esse folhetim e dar-lhe a forma de romance que ele merece.
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Edição: Set 2013
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Violante tinha, desde criança, um talento raro para a representação e, com a ajuda de Luis Henrique, um grande actor com quem acabou por se casar, tornou-se uma das mais aplaudidas actrizes portuguesas do princípio do século XX. Contudo, os que a vêem brilhar e afirmar o seu génio no palco dos maiores teatros nacionais desconhecem o terrível segredo que minou a sua vida e levou para longe o marido numa noite que podia ter acabado em tragédia. Agora, que Violante visita, longe da multidão, o jazigo de Rodrigo - um jovem oficial português caído na guerra das trincheiras em França -, espera finalmente sentir o desgosto da mãe que não chegou a ser, mas descobre que o filho que não criou carregava, afinal, no peito um peso tão grande ou maior do que o seu. E, com o espectro das recordações que essa revelação desencadeia, regressa também inesperadamente o próprio Luís Henrique, desejoso de obter, ao fim de tantos anos, a resposta que Violante não lhe pôde dar. O problema é que, numa conversa entre dois actores de excepção, nunca se sabe exactamente o que é verdade. "A Segunda Morte de Anna Karénina" é um romance sobre o amor sem limites, a traição e os custos da vingança - e também uma obra arrojada sobre as tensões homossexuais reprimidas, sobre as vidas desperdiçadas de tantos portugueses na Primeira Guerra Mundial e sobre as diferenças - se é que existem - entre o teatro e a vida real.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Violante tinha, desde criança, um talento raro para a representação e, com a ajuda de Luis Henrique, um grande actor com quem acabou por se casar, tornou-se uma das mais aplaudidas actrizes portuguesas do princípio do século XX. Contudo, os que a vêem brilhar e afirmar o seu génio no palco dos maiores teatros nacionais desconhecem o terrível segredo que minou a sua vida e levou para longe o marido numa noite que podia ter acabado em tragédia. Agora, que Violante visita, longe da multidão, o jazigo de Rodrigo - um jovem oficial português caído na guerra das trincheiras em França -, espera finalmente sentir o desgosto da mãe que não chegou a ser, mas descobre que o filho que não criou carregava, afinal, no peito um peso tão grande ou maior do que o seu. E, com o espectro das recordações que essa revelação desencadeia, regressa também inesperadamente o próprio Luís Henrique, desejoso de obter, ao fim de tantos anos, a resposta que Violante não lhe pôde dar. O problema é que, numa conversa entre dois actores de excepção, nunca se sabe exactamente o que é verdade. "A Segunda Morte de Anna Karénina" é um romance sobre o amor sem limites, a traição e os custos da vingança - e também uma obra arrojada sobre as tensões homossexuais reprimidas, sobre as vidas desperdiçadas de tantos portugueses na Primeira Guerra Mundial e sobre as diferenças - se é que existem - entre o teatro e a vida real.
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Edição: Set 2009
Nº Páginas: 1008
Sinopse:
A Segunda Guerra Mundial encontra-se entre os conflitos mais devastadores da história da humanidade: mais de quarenta milhões de militares e civis pereceram, muitos deles, em circunstâncias de uma crueldade prolongada e terrível. Inevitavelmente, e porque foram quem mais sofreu com a guerra, são esses milhões de vítimas que preenchem boa parte das páginas desta obra. A fim de assinalar o septuagésimo aniversário do início da conflagração, as Publicações Dom Quixote editam A Segunda Guerra Mundial, de Martin Gilbert, reputado historiador inglês, internacionalmente celebrado pela sua monumental biografia de Winston Churchill. Abordando, com larga documentação, todos os aspectos e implicações do tema, desde as questões políticas, diplomáticas e militares, às da vida civil, da espionagem, do crescimento e empobrecimento económicos, da liderança nas diversas nações combatentes e do debate ideológico na época, a presente obra é uma inesgotável fonte de conhecimento sobre o maior dos conflitos armados mundiais e o mais sombrio momento da Idade Contemporânea.
Nº Páginas: 1008
Sinopse:
A Segunda Guerra Mundial encontra-se entre os conflitos mais devastadores da história da humanidade: mais de quarenta milhões de militares e civis pereceram, muitos deles, em circunstâncias de uma crueldade prolongada e terrível. Inevitavelmente, e porque foram quem mais sofreu com a guerra, são esses milhões de vítimas que preenchem boa parte das páginas desta obra. A fim de assinalar o septuagésimo aniversário do início da conflagração, as Publicações Dom Quixote editam A Segunda Guerra Mundial, de Martin Gilbert, reputado historiador inglês, internacionalmente celebrado pela sua monumental biografia de Winston Churchill. Abordando, com larga documentação, todos os aspectos e implicações do tema, desde as questões políticas, diplomáticas e militares, às da vida civil, da espionagem, do crescimento e empobrecimento económicos, da liderança nas diversas nações combatentes e do debate ideológico na época, a presente obra é uma inesgotável fonte de conhecimento sobre o maior dos conflitos armados mundiais e o mais sombrio momento da Idade Contemporânea.
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Edição: Jul 2021
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"A Sangrada Família" é o romance que traz Sandro William Junqueira pela primeira vez para um território concreto, sujo de terra e cinza, com árvores e ar nos pulmões em vez de betão e muros altos. Um território habitado apenas por personagens com nome e apelido, com vozes que nos interpelam diretamente, que nos são próximas, como se as ouvíssemos, agora, a sair da janela ao lado. Este livro é baseado em factos, mas podia não ser. Ou então não é baseado em factos, mas podia muito bem ser. A família é um convite à doce burrice. À perda de memória. À engorda da hipocrisia. Se fossem ditas todas as palavras sem filtros E organizadas num livro de contabilidade todas As ações e vontades, a maioria das famílias Não ficaria de pé.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"A Sangrada Família" é o romance que traz Sandro William Junqueira pela primeira vez para um território concreto, sujo de terra e cinza, com árvores e ar nos pulmões em vez de betão e muros altos. Um território habitado apenas por personagens com nome e apelido, com vozes que nos interpelam diretamente, que nos são próximas, como se as ouvíssemos, agora, a sair da janela ao lado. Este livro é baseado em factos, mas podia não ser. Ou então não é baseado em factos, mas podia muito bem ser. A família é um convite à doce burrice. À perda de memória. À engorda da hipocrisia. Se fossem ditas todas as palavras sem filtros E organizadas num livro de contabilidade todas As ações e vontades, a maioria das famílias Não ficaria de pé.
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Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Paixão, luxúria e erotismo. Raiva, crueldade e regelo. Dois tempos. O presente, numa casa na floresta, perto da Lagoa Moura, onde pena Gustavo Miguel Dias, um cineasta em fim de carreira, lambendo as suas feridas e rememorando tempos gloriosos. O passado, impante na capital. As festas. O álcool. Os quartos de hotel. O rol interminável de mulheres e amantes. E aquela sala magenta, duma tal Maria Alfreda, antecâmara da felicidade, conchego alcatifado, jogo perverso entre o desdém, o apaziguamento e a ameaça.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Paixão, luxúria e erotismo. Raiva, crueldade e regelo. Dois tempos. O presente, numa casa na floresta, perto da Lagoa Moura, onde pena Gustavo Miguel Dias, um cineasta em fim de carreira, lambendo as suas feridas e rememorando tempos gloriosos. O passado, impante na capital. As festas. O álcool. Os quartos de hotel. O rol interminável de mulheres e amantes. E aquela sala magenta, duma tal Maria Alfreda, antecâmara da felicidade, conchego alcatifado, jogo perverso entre o desdém, o apaziguamento e a ameaça.
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Edição: Mai 2010
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Neste romance, o Dr. Cury narra a história de Marco Polo, um jovem apaixonado pela vida, que se torna um grande pensador. Em pleno século XXI, este jovem protagoniza uma aventura tão assinalável como a do veneziano Marco Polo do século XIII. A história comeca no ambiente dramático da sala de Anatomia. Cheios de expectativa e tensão, os caloiros da Faculdade de Medicina ficam chocados ao encontrar o triste espectáculo de corpos sem identificação estendidos no mármore branco. Marco Polo, audacioso, quer desde logo saber a identidade deles, as histórias que teriam para contar... É ao tentar descobrir algo mais sobre esses seres anónimos que Marco Polo conhece Falcão, um filósofo sem-abrigo, um "indigente inteligente", que viveu com eles e o leva a conhecer o mundo de sonhos frustrados, futuros desfeitos e esperanças vãs de quem perdeu tudo. O jovem sonhador e o velho pensador vão, passo a passo, combatendo o preconceito contra as doenças mentais. Criticam a poderosa indústria de antidepressivos e tranquilizantes e levam-nos a encontrar um tesouro escondido nos escombros de todas as pessoas que sofrem. Marco Polo é um estudante de Medicina, um espírito livre cheio de sonhos e expectativas. Ao entrar para a faculdade, é confrontado com uma dura realidade: a da insensibilidade e frieza dos seus professores, que não percebem que cada paciente é, mais do que um conjunto de sintomas, um ser humano com uma história complexa e única de perdas e desilusões.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Neste romance, o Dr. Cury narra a história de Marco Polo, um jovem apaixonado pela vida, que se torna um grande pensador. Em pleno século XXI, este jovem protagoniza uma aventura tão assinalável como a do veneziano Marco Polo do século XIII. A história comeca no ambiente dramático da sala de Anatomia. Cheios de expectativa e tensão, os caloiros da Faculdade de Medicina ficam chocados ao encontrar o triste espectáculo de corpos sem identificação estendidos no mármore branco. Marco Polo, audacioso, quer desde logo saber a identidade deles, as histórias que teriam para contar... É ao tentar descobrir algo mais sobre esses seres anónimos que Marco Polo conhece Falcão, um filósofo sem-abrigo, um "indigente inteligente", que viveu com eles e o leva a conhecer o mundo de sonhos frustrados, futuros desfeitos e esperanças vãs de quem perdeu tudo. O jovem sonhador e o velho pensador vão, passo a passo, combatendo o preconceito contra as doenças mentais. Criticam a poderosa indústria de antidepressivos e tranquilizantes e levam-nos a encontrar um tesouro escondido nos escombros de todas as pessoas que sofrem. Marco Polo é um estudante de Medicina, um espírito livre cheio de sonhos e expectativas. Ao entrar para a faculdade, é confrontado com uma dura realidade: a da insensibilidade e frieza dos seus professores, que não percebem que cada paciente é, mais do que um conjunto de sintomas, um ser humano com uma história complexa e única de perdas e desilusões.
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Edição: Jun 2023
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Antes de ler este livro, encha um frasco com feijões e conte-os. Depois junte um grupo heterogéneo de amigos e peça que adivinhem o número correto. Chegará então a duas conclusões: nenhum dos seus amigos acertou e o melhor palpite é a média de todos os palpites individuais. Bem-vindo ao fascinante universo de "A Sabedoria das Multidões", o livro de culto de Silicon Valley que se tornou num "bestseller" internacional. James Surowiecki descobriu que os grupos podem revelar uma inteligência superior à dos peritos. Nas circunstâncias certas, são melhores a resolver problemas, a tomar decisões e até a prever o futuro. Lembram-se do concurso Quem Quer Ser Milionário? As respostas certas nunca vinham do amigo especialista, mas sim do público em estúdio. Recordam-se da explosão do Columbia? Muito antes da NASA, já os corretores da bolsa tinham descoberto qual das companhias envolvidas na construção do space shutlle falhara. O autor defende a sua tese apoiado no comportamento dos mercados, na psicologia, na biologia e até na história militar. Explica como e quando as multidões erram ou como e quando acertam em cheio, oferecendo uma ferramenta preciosa para as empresas, os governantes e a sociedade em geral.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Antes de ler este livro, encha um frasco com feijões e conte-os. Depois junte um grupo heterogéneo de amigos e peça que adivinhem o número correto. Chegará então a duas conclusões: nenhum dos seus amigos acertou e o melhor palpite é a média de todos os palpites individuais. Bem-vindo ao fascinante universo de "A Sabedoria das Multidões", o livro de culto de Silicon Valley que se tornou num "bestseller" internacional. James Surowiecki descobriu que os grupos podem revelar uma inteligência superior à dos peritos. Nas circunstâncias certas, são melhores a resolver problemas, a tomar decisões e até a prever o futuro. Lembram-se do concurso Quem Quer Ser Milionário? As respostas certas nunca vinham do amigo especialista, mas sim do público em estúdio. Recordam-se da explosão do Columbia? Muito antes da NASA, já os corretores da bolsa tinham descoberto qual das companhias envolvidas na construção do space shutlle falhara. O autor defende a sua tese apoiado no comportamento dos mercados, na psicologia, na biologia e até na história militar. Explica como e quando as multidões erram ou como e quando acertam em cheio, oferecendo uma ferramenta preciosa para as empresas, os governantes e a sociedade em geral.
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Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Concursos como Passa a Palavra, A Visita da Cornélia ou Zip Zip eram verdadeiros campeões de audiências — existe até o mito das falhas no abastecimento de água durante os intervalos, porque toda a gente aproveitava para ir à casa de banho. O teleteatro e os musicais contavam com nomes como Eunice Muñoz, Amália Rodrigues ou António Feio. E o humor florescia com Raul Solnado, Nicolau Breyner ou Herman José. Não tivesse sido a preto e branco, e poderia falar-se de uma era dourada da televisão portuguesa, aquela que nasceu com a RTP a 7 de Março de 1957 e que fica para a posteridade em A RTP em Imagens - O entretenimento na era do preto e branco, 1957-1979. Celebrando os 60 anos da RTP, este livro reúne fotografias de cena que se fizeram destas emissões e constitui o registo de uma memória colectiva partilhada por gerações e gerações de telespectadores.
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Concursos como Passa a Palavra, A Visita da Cornélia ou Zip Zip eram verdadeiros campeões de audiências — existe até o mito das falhas no abastecimento de água durante os intervalos, porque toda a gente aproveitava para ir à casa de banho. O teleteatro e os musicais contavam com nomes como Eunice Muñoz, Amália Rodrigues ou António Feio. E o humor florescia com Raul Solnado, Nicolau Breyner ou Herman José. Não tivesse sido a preto e branco, e poderia falar-se de uma era dourada da televisão portuguesa, aquela que nasceu com a RTP a 7 de Março de 1957 e que fica para a posteridade em A RTP em Imagens - O entretenimento na era do preto e branco, 1957-1979. Celebrando os 60 anos da RTP, este livro reúne fotografias de cena que se fizeram destas emissões e constitui o registo de uma memória colectiva partilhada por gerações e gerações de telespectadores.
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Edição: Fev 2017
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Uma das obras mais expressivas do movimento modernista brasileiro, "A rosa do Povo" é, também, um legado sobre a beleza múltipla da vida, onde passado e presente, guerra e paz, cidade e campo, amor e morte são testemunhos da infinita riqueza de tudo quanto existe.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Uma das obras mais expressivas do movimento modernista brasileiro, "A rosa do Povo" é, também, um legado sobre a beleza múltipla da vida, onde passado e presente, guerra e paz, cidade e campo, amor e morte são testemunhos da infinita riqueza de tudo quanto existe.
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Numa aldeia minhota, a umas cinco ou seis léguas do Porto, esta é a história das aventuras e desventuras amorosas de Rosa. A Rosa do Adro "era a alegria e o enlevo de toda a gente, a rainha, o tudo daqueles lugares". Cobiçada por todos os "moços", é difícil resistir aos seus encantos, que o diga Fernando e António. Constitui-se assim um trio amoroso. Rosa ama Fernando, que a corresponde mas se ausenta para acabar o curso de Medicina no Porto. António ama Rosa, e, sempre atento, quer protegê-la e até deseja vingança. A partir daqui, o enredo está criado e ainda surge Deolinda, a filha da baronesa, uma "alma nobre e generosa"… Estamos diante de um dos romances mais vendidos de sempre e, que inexplicavelmente, a crítica ignorou. A Rosa do Adro, romance reeditado milhares de vezes durante o século XX, na actual centúria encontra-se esquecido. Afinal quem é esta Rosa? Quem a conhece nos dias de hoje? Outrora tão comentada, hoje abafada, queremos dar-lhe nova vida.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Numa aldeia minhota, a umas cinco ou seis léguas do Porto, esta é a história das aventuras e desventuras amorosas de Rosa. A Rosa do Adro "era a alegria e o enlevo de toda a gente, a rainha, o tudo daqueles lugares". Cobiçada por todos os "moços", é difícil resistir aos seus encantos, que o diga Fernando e António. Constitui-se assim um trio amoroso. Rosa ama Fernando, que a corresponde mas se ausenta para acabar o curso de Medicina no Porto. António ama Rosa, e, sempre atento, quer protegê-la e até deseja vingança. A partir daqui, o enredo está criado e ainda surge Deolinda, a filha da baronesa, uma "alma nobre e generosa"… Estamos diante de um dos romances mais vendidos de sempre e, que inexplicavelmente, a crítica ignorou. A Rosa do Adro, romance reeditado milhares de vezes durante o século XX, na actual centúria encontra-se esquecido. Afinal quem é esta Rosa? Quem a conhece nos dias de hoje? Outrora tão comentada, hoje abafada, queremos dar-lhe nova vida.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 160
Sinopse:
O ano de 2020, momento em que a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima assinala trinta anos de existência, ficará para sempre na memória de todos e todas nós. Foi o ano que relembrou, a quem eventualmente tivesse esquecido, a importância da arte e da transcendência não só na vida individual como na vida das sociedades. A importância do trabalho dos/das artistas tornou-se mais evidente no quotidiano e na construção da sociedade que queremos. Este livro comemorativo vai ao encontro disso mesmo, reunindo contos e ilustrações originais que têm como ponto de partida crimes que frequentemente chegam à Associação Portuguesa de Apoio à Vítima pela voz das vítimas apoiadas. Participam neste livro com os seus textos e ilustrações (a cores): Julieta Monginho | Nádia Neves | Isabel Ventura | Tiago de Albuquerque | Mariana Alvim | Alex Gozblau | Carlos Pinto de Abreu | Xavier Almeida | Manuel António Ferreira Antunes | Mantraste | Edson Athayde | Cinara Saiónára | Raquel Ribeiro | Drika Prates | Luís Filipe Borges | Anabela Canas | Diogo Batáguas | André Letria | Lúcia Lourenço Gonçalves | Júlio Dolbeth | Nuno Jorge Amaral | Ana Beatriz Marques | Ana Paula Figueira | Tiago Dinis | Aline Frazão | Ana Biscaia | Filipa Leal | Clara Não | Inês Amado da Silva | Susa Monteiro
Nº Páginas: 160
Sinopse:
O ano de 2020, momento em que a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima assinala trinta anos de existência, ficará para sempre na memória de todos e todas nós. Foi o ano que relembrou, a quem eventualmente tivesse esquecido, a importância da arte e da transcendência não só na vida individual como na vida das sociedades. A importância do trabalho dos/das artistas tornou-se mais evidente no quotidiano e na construção da sociedade que queremos. Este livro comemorativo vai ao encontro disso mesmo, reunindo contos e ilustrações originais que têm como ponto de partida crimes que frequentemente chegam à Associação Portuguesa de Apoio à Vítima pela voz das vítimas apoiadas. Participam neste livro com os seus textos e ilustrações (a cores): Julieta Monginho | Nádia Neves | Isabel Ventura | Tiago de Albuquerque | Mariana Alvim | Alex Gozblau | Carlos Pinto de Abreu | Xavier Almeida | Manuel António Ferreira Antunes | Mantraste | Edson Athayde | Cinara Saiónára | Raquel Ribeiro | Drika Prates | Luís Filipe Borges | Anabela Canas | Diogo Batáguas | André Letria | Lúcia Lourenço Gonçalves | Júlio Dolbeth | Nuno Jorge Amaral | Ana Beatriz Marques | Ana Paula Figueira | Tiago Dinis | Aline Frazão | Ana Biscaia | Filipa Leal | Clara Não | Inês Amado da Silva | Susa Monteiro
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Edição: Out 2011
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Na ilha de Lesbos, plantada no Mar Egeu, existiu uma poetisa que via no amor fonte inesgotável de inspiração para os poemas líricos que compunha. Esta é a história da poetisa mais famosa da antiguidade clássica: Safo de Lesbos. Encontramos Safo já viúva e com uma filha. Instigada pela fama de um certo jovem de beleza irresistível e sequiosa de viver novamente o amor, Safo enamora-se de Fáon, um velho barqueiro de Mitilene que as artes mágicas da deusa Afrodita transformaram no mais belo rapaz que alguma vez existiu. Dizem que o seu olhar é de luz mas a sua alma de gelo. O drama reside em que a alma ardente e jovem de Safo, presa no invólucro da velhice, ama o corpo jovem de Fáon, que encerra um espírito velho e desapaixonado. Mas Safo parece ignorar essa diferença e entrega-se sem reservas à paixão pelo homem de olhar fenício.que aconteceu naquele dia na rocha branca de Lêucade fez daquele lugar destino de peregrinação de muitas mulheres desesperadamente apaixonadas.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Na ilha de Lesbos, plantada no Mar Egeu, existiu uma poetisa que via no amor fonte inesgotável de inspiração para os poemas líricos que compunha. Esta é a história da poetisa mais famosa da antiguidade clássica: Safo de Lesbos. Encontramos Safo já viúva e com uma filha. Instigada pela fama de um certo jovem de beleza irresistível e sequiosa de viver novamente o amor, Safo enamora-se de Fáon, um velho barqueiro de Mitilene que as artes mágicas da deusa Afrodita transformaram no mais belo rapaz que alguma vez existiu. Dizem que o seu olhar é de luz mas a sua alma de gelo. O drama reside em que a alma ardente e jovem de Safo, presa no invólucro da velhice, ama o corpo jovem de Fáon, que encerra um espírito velho e desapaixonado. Mas Safo parece ignorar essa diferença e entrega-se sem reservas à paixão pelo homem de olhar fenício.que aconteceu naquele dia na rocha branca de Lêucade fez daquele lugar destino de peregrinação de muitas mulheres desesperadamente apaixonadas.
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Edição: Jan 2015
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Quando Rosa Montero leu o diário que Marie Curie começou a escrever depois da morte do marido, sentiu que a história dessa mulher fascinante era também, de certo modo, a sua. Assim nasceu "A ridícula ideia de não voltar a ver-te": uma narrativa a meio caminho entre a memória pessoal da autora e as memórias coletivas, ao mesmo tempo análise da nossa época e evocação de um percurso íntimo doloroso. São páginas que falam da superação da dor, das relações entre homens e mulheres, do esplendor do sexo, da morte e da vida, da ciência e da ignorância, da força salvadora da literatura e da sabedoria dos que aprendem a gozar a existência em plenitude. Um livro libérrimo e original, que nos devolve, inteira, a Rosa Montero de "A Louca da Casa" - talvez o mais famoso dos seus livros.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Quando Rosa Montero leu o diário que Marie Curie começou a escrever depois da morte do marido, sentiu que a história dessa mulher fascinante era também, de certo modo, a sua. Assim nasceu "A ridícula ideia de não voltar a ver-te": uma narrativa a meio caminho entre a memória pessoal da autora e as memórias coletivas, ao mesmo tempo análise da nossa época e evocação de um percurso íntimo doloroso. São páginas que falam da superação da dor, das relações entre homens e mulheres, do esplendor do sexo, da morte e da vida, da ciência e da ignorância, da força salvadora da literatura e da sabedoria dos que aprendem a gozar a existência em plenitude. Um livro libérrimo e original, que nos devolve, inteira, a Rosa Montero de "A Louca da Casa" - talvez o mais famoso dos seus livros.
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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Chamam-lhe síntese, pequena introdução, história breve, mas nada disso é para diminuir A Revolução Russa, da historiadora Sheila Fitzpatrick. Pelo contrário: este livro, publicado pela primeira vez ainda durante a Guerra Fria, tornou-se um clássico e é uma referência até hoje para todos os que procuram uma abordagem directa, acrítica, acessível, e ainda assim abrangente, de um tema que, cem anos depois, continua a ser complexo. Actualizado ao longo dos tempos à luz de novos arquivos que se foram abrindo desde o fim da União Soviética, A Revolução Russa vai muito além do momento das revoluções de Fevereiro e Outubro de 1917. Oferece o contexto, passa pela Guerra Civil de 1918-20, segue a transformação da sociedade e do Partido Bolchevique ainda com Lenine, e chega até à designada revolução de Estaline, culminando já nos anos 1930, com a Grande Purga. Um dos eventos centrais do século XX é então aqui relatado com o entusiasmo narrativo que merece: a história de uma revolução que quis mudar o mundo, que deu origem a grandes vitórias e grandes sofrimentos, e que, tal como já tinha acontecido antes com a Revolução Francesa, acabou por devorar os seus próprios filhos.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Chamam-lhe síntese, pequena introdução, história breve, mas nada disso é para diminuir A Revolução Russa, da historiadora Sheila Fitzpatrick. Pelo contrário: este livro, publicado pela primeira vez ainda durante a Guerra Fria, tornou-se um clássico e é uma referência até hoje para todos os que procuram uma abordagem directa, acrítica, acessível, e ainda assim abrangente, de um tema que, cem anos depois, continua a ser complexo. Actualizado ao longo dos tempos à luz de novos arquivos que se foram abrindo desde o fim da União Soviética, A Revolução Russa vai muito além do momento das revoluções de Fevereiro e Outubro de 1917. Oferece o contexto, passa pela Guerra Civil de 1918-20, segue a transformação da sociedade e do Partido Bolchevique ainda com Lenine, e chega até à designada revolução de Estaline, culminando já nos anos 1930, com a Grande Purga. Um dos eventos centrais do século XX é então aqui relatado com o entusiasmo narrativo que merece: a história de uma revolução que quis mudar o mundo, que deu origem a grandes vitórias e grandes sofrimentos, e que, tal como já tinha acontecido antes com a Revolução Francesa, acabou por devorar os seus próprios filhos.
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 212
Sinopse:
A Revolução dia a dia, do enforcamento do irmão de Lenine à morte e entrada de Lenine no mausoléu. Deixemos falar os factos: a maioria da esquerda russa, um bolchevique como Gorki, um marxista como Plekhanov, pensava de Lenine e da Revolução de Outubro o que Maomé pensa do toucinho. Outubro pôs fim ao pluralismo da esquerda e à extraordinária democracia participativa que a Revolução de Fevereiro criou na Rússia. Como pôde um partido minoritário e extremista tomar o poder no maior país do mundo? Sem a I Grande Guerra, não teria havido revolução. Sem Lenine, a Revolução não teria sido em Outubro. Sem o Terror Vermelho, o povo teria apeado os bolcheviques do poder.
Nº Páginas: 212
Sinopse:
A Revolução dia a dia, do enforcamento do irmão de Lenine à morte e entrada de Lenine no mausoléu. Deixemos falar os factos: a maioria da esquerda russa, um bolchevique como Gorki, um marxista como Plekhanov, pensava de Lenine e da Revolução de Outubro o que Maomé pensa do toucinho. Outubro pôs fim ao pluralismo da esquerda e à extraordinária democracia participativa que a Revolução de Fevereiro criou na Rússia. Como pôde um partido minoritário e extremista tomar o poder no maior país do mundo? Sem a I Grande Guerra, não teria havido revolução. Sem Lenine, a Revolução não teria sido em Outubro. Sem o Terror Vermelho, o povo teria apeado os bolcheviques do poder.
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Edição: Fev 2018
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Uma larga frente, estruturada na organização social e política dos concelhos, frente que envolvia os ventres ao sol (os que não tinham armadura para encorajarem a barriga), os burgueses (não já habitantes do burgo mas no sentido moderno de alugadores da força de trabalho nos campos, nos ofícios e detentores de capitais) e também elementos da pequena nobreza, empunhando a bandeira da independência nacional, ousou derrubar o governo legal quase sagrado, arrear o poder senhorial em numerosas cidades e vilas, quebrar cadeias servis que sufocavam a produção agrícola mercantil, abrir largamente o aparelho de Estado às novas forças sociais, transformando-o em aparelho nacional, largamente ao serviço da produção mercantil e do comércio marítimo (a própria guerra, o próprio ofício de defensor não consegue libertar-se mais da inserção numa estratégia comandada pelo mercado e a colonização capitalista). Tudo isto é uma outra maneira de dizer, explicando, que, em 1383, se iniciou a primeira revolução burguesa nacional triunfante.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Uma larga frente, estruturada na organização social e política dos concelhos, frente que envolvia os ventres ao sol (os que não tinham armadura para encorajarem a barriga), os burgueses (não já habitantes do burgo mas no sentido moderno de alugadores da força de trabalho nos campos, nos ofícios e detentores de capitais) e também elementos da pequena nobreza, empunhando a bandeira da independência nacional, ousou derrubar o governo legal quase sagrado, arrear o poder senhorial em numerosas cidades e vilas, quebrar cadeias servis que sufocavam a produção agrícola mercantil, abrir largamente o aparelho de Estado às novas forças sociais, transformando-o em aparelho nacional, largamente ao serviço da produção mercantil e do comércio marítimo (a própria guerra, o próprio ofício de defensor não consegue libertar-se mais da inserção numa estratégia comandada pelo mercado e a colonização capitalista). Tudo isto é uma outra maneira de dizer, explicando, que, em 1383, se iniciou a primeira revolução burguesa nacional triunfante.
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Edição: Jul 2017
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Algo de misterioso e inexplicável acontece durante a noite na biblioteca da família d’Esparvieu. O padre Sariette, responsável por zelar pelos mais de trezentos e sessenta mil valiosos volumes que a compõem, encontra-a de manhã cedo sempre em total desordem: prateleiras vazias, livros espalhados ou amontoados sem critério, raros in-fólios abertos de par em par, com as suas folhas dobradas. Por esta mesma altura, o jovem Maurício d’Esparvieu, herdeiro da família, tem um encontro surpreendente com Arcádio, o seu anjo-da-guarda. Aborrecido com a sua monótona vida de anjo e decidido a examinar os fundamentos da fé, Arcádio passou os últimos meses embrenhado em leituras, pondo a saque a famosa biblioteca da família. Resultado de tanto estudo: Arcádio já não mais acredita que Deus é o Bem supremo. Pelo contrário, considera-o um tirano usurpador e pretende incitar os anjos a uma nova guerra pelo poder celestial. Está em curso uma Revolta dos Anjos! Contudo, Arcádio descobre igualmente os prazeres da vida terrena e boémia de Paris... Retrato mordaz e divertido de uma sociedade conservadora, crítica velada contra a violência e todas as formas de poder instituído, "A Revolta dos Anjos", último romance escrito por Anatole France, é considerado uma obra-prima intemporal da literatura, agora novamente disponível para o leitor português.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Algo de misterioso e inexplicável acontece durante a noite na biblioteca da família d’Esparvieu. O padre Sariette, responsável por zelar pelos mais de trezentos e sessenta mil valiosos volumes que a compõem, encontra-a de manhã cedo sempre em total desordem: prateleiras vazias, livros espalhados ou amontoados sem critério, raros in-fólios abertos de par em par, com as suas folhas dobradas. Por esta mesma altura, o jovem Maurício d’Esparvieu, herdeiro da família, tem um encontro surpreendente com Arcádio, o seu anjo-da-guarda. Aborrecido com a sua monótona vida de anjo e decidido a examinar os fundamentos da fé, Arcádio passou os últimos meses embrenhado em leituras, pondo a saque a famosa biblioteca da família. Resultado de tanto estudo: Arcádio já não mais acredita que Deus é o Bem supremo. Pelo contrário, considera-o um tirano usurpador e pretende incitar os anjos a uma nova guerra pelo poder celestial. Está em curso uma Revolta dos Anjos! Contudo, Arcádio descobre igualmente os prazeres da vida terrena e boémia de Paris... Retrato mordaz e divertido de uma sociedade conservadora, crítica velada contra a violência e todas as formas de poder instituído, "A Revolta dos Anjos", último romance escrito por Anatole France, é considerado uma obra-prima intemporal da literatura, agora novamente disponível para o leitor português.
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Edição: Jul 2018
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Esta é a história de um enterro impossível, o enterro de um homem, um misterioso e odiado médico, que a povoação quer deixar insepulto. E é também a história de um velho coronel na reforma que, para cumprir uma promessa, se empenha em enterrá-lo, apesar da oposição de todo o povoado e das suas autoridades. Como numa tragédia grega, o velho coronel, com a ajuda da filha e do neto, tentará cumprir a funesta tarefa. Através dos pensamentos destas três personagens é construída a narrativa, composta pela descrição dos preparativos para o enterro e por recordações de um quarto de século da história de Macondo, de 1905 a 1928, e do ódio nela acumulado.
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Esta é a história de um enterro impossível, o enterro de um homem, um misterioso e odiado médico, que a povoação quer deixar insepulto. E é também a história de um velho coronel na reforma que, para cumprir uma promessa, se empenha em enterrá-lo, apesar da oposição de todo o povoado e das suas autoridades. Como numa tragédia grega, o velho coronel, com a ajuda da filha e do neto, tentará cumprir a funesta tarefa. Através dos pensamentos destas três personagens é construída a narrativa, composta pela descrição dos preparativos para o enterro e por recordações de um quarto de século da história de Macondo, de 1905 a 1928, e do ódio nela acumulado.
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Edição: Set 2007
Nº Páginas: 136
Sinopse:
O primeiro romance de García Márquez. "A Revoada" conta-nos a história de uma população que se une para impedir o enterro de um estranho personagem. Um antigo médico, odiado pelo povo, morre, e um velho coronel na reforma, para cumprir uma promessa, empenha-se em enterrá-lo, apesar da oposição de todo o povoado e das suas autoridades. Como numa tragédia grega, o velho coronel, com a ajuda da filha e do neto, tentará cumprir a funesta tarefa. Através dos pensamentos destas três personagens é narrada a acção, composta pela descrição dos preparativos para o enterro e por recordações de um quarto de século da história de Macondo, de 1905 a 1928, e do ódio nela acumulado.
Nº Páginas: 136
Sinopse:
O primeiro romance de García Márquez. "A Revoada" conta-nos a história de uma população que se une para impedir o enterro de um estranho personagem. Um antigo médico, odiado pelo povo, morre, e um velho coronel na reforma, para cumprir uma promessa, empenha-se em enterrá-lo, apesar da oposição de todo o povoado e das suas autoridades. Como numa tragédia grega, o velho coronel, com a ajuda da filha e do neto, tentará cumprir a funesta tarefa. Através dos pensamentos destas três personagens é narrada a acção, composta pela descrição dos preparativos para o enterro e por recordações de um quarto de século da história de Macondo, de 1905 a 1928, e do ódio nela acumulado.
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Edição: Out 2014
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Este livro é uma raridade, dado que é a única tradução para português do que pode ser considerado como um "antepassado distante" dos romances de cavalaria. De salientar um delicioso prefácio, que vale tanto quanto o livro, de Aquilino Ribeiro; em que explica como é que entrou em contacto com Xenofonte, aquando da sua estadia em Paris, através de um obscuro monsieur Tournier. Quanto ao livro, Xenofonte relata as aventuras e desventuras de uma expedição fracassada à Pérsia. Longe de ser um relato histórico, Xenofonte emerge como um homem encarnado na luta dos seus soldados, experienciando diversas emoções e explanando-as no pergaminho. Antevendo assim, quiçá, uma certa contemporaneidade no actual romance. Inclui ainda uma introdução de Mário de Carvalho. "Uma excecional narrativa que encontrou a sorte dum grande tradutor. Magnífica conjunção esta, entre o desenvolto escritor grego e o eminente autor português… Avulta, sobretudo, o esplendoroso domínio da língua portuguesa." "Da introdução de Mário de Carvalho"
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Este livro é uma raridade, dado que é a única tradução para português do que pode ser considerado como um "antepassado distante" dos romances de cavalaria. De salientar um delicioso prefácio, que vale tanto quanto o livro, de Aquilino Ribeiro; em que explica como é que entrou em contacto com Xenofonte, aquando da sua estadia em Paris, através de um obscuro monsieur Tournier. Quanto ao livro, Xenofonte relata as aventuras e desventuras de uma expedição fracassada à Pérsia. Longe de ser um relato histórico, Xenofonte emerge como um homem encarnado na luta dos seus soldados, experienciando diversas emoções e explanando-as no pergaminho. Antevendo assim, quiçá, uma certa contemporaneidade no actual romance. Inclui ainda uma introdução de Mário de Carvalho. "Uma excecional narrativa que encontrou a sorte dum grande tradutor. Magnífica conjunção esta, entre o desenvolto escritor grego e o eminente autor português… Avulta, sobretudo, o esplendoroso domínio da língua portuguesa." "Da introdução de Mário de Carvalho"
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Edição: Jun 2013
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Há uma razão para este livro estar nas suas mãos. Descubra-a! Sabia que 98% da população mundial gasta 98% do seu tempo em coisas que não interessam? A verdade é que vivemos absorvidos por distrações que, por vezes, nos fazem sentir tristes e incompletos. Como provavelmente ninguém nos educou para prestarmos atenção ao que realmente importa, sentimos esse vazio. A boa notícia é que o Universo nos convida, neste preciso momento, a refletir sobre as nossas prioridades, mostrando-nos que podemos mudar a forma como encaramos a vida. Esta não tem de ser uma sucessão de preocupações, crises financeiras ou relacionais, doenças, nem o mundo tem de estar em permanente caos. Com a preciosa ajuda de Neale Donald Walsch, aprenda a focar-se no que é verdadeiramente essencial. Leia também o primeiro livro da colecção "Conversas com a Humanidade": "A mudança está dentro de si".
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Há uma razão para este livro estar nas suas mãos. Descubra-a! Sabia que 98% da população mundial gasta 98% do seu tempo em coisas que não interessam? A verdade é que vivemos absorvidos por distrações que, por vezes, nos fazem sentir tristes e incompletos. Como provavelmente ninguém nos educou para prestarmos atenção ao que realmente importa, sentimos esse vazio. A boa notícia é que o Universo nos convida, neste preciso momento, a refletir sobre as nossas prioridades, mostrando-nos que podemos mudar a forma como encaramos a vida. Esta não tem de ser uma sucessão de preocupações, crises financeiras ou relacionais, doenças, nem o mundo tem de estar em permanente caos. Com a preciosa ajuda de Neale Donald Walsch, aprenda a focar-se no que é verdadeiramente essencial. Leia também o primeiro livro da colecção "Conversas com a Humanidade": "A mudança está dentro de si".
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Em dezembro de 2012, Bento XVI recebeu de uma comissão de cardeais um relatório de 300 páginas sobre o mediático caso “Vatileaks”. Dois meses depois, no dia 11 de fevereiro de 2013, evocando razões de saúde, e ciente da gravidade da sua decisão, o Papa anunciou ao mundo que resignaria ao trono de São Pedro. Não se sentia capaz, física e espiritualmente, para continuar a exercer o cargo. Que segredos comprometedores guarda o extenso relatório? A resignação terá acontecido por razões de saúde, como o Bento XVI anunciou, ou por pressões políticas que jamais serão tornadas públicas? Os mistérios de tão inesperada decisão serão agora revelados.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Em dezembro de 2012, Bento XVI recebeu de uma comissão de cardeais um relatório de 300 páginas sobre o mediático caso “Vatileaks”. Dois meses depois, no dia 11 de fevereiro de 2013, evocando razões de saúde, e ciente da gravidade da sua decisão, o Papa anunciou ao mundo que resignaria ao trono de São Pedro. Não se sentia capaz, física e espiritualmente, para continuar a exercer o cargo. Que segredos comprometedores guarda o extenso relatório? A resignação terá acontecido por razões de saúde, como o Bento XVI anunciou, ou por pressões políticas que jamais serão tornadas públicas? Os mistérios de tão inesperada decisão serão agora revelados.
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Um homem é chamado para uma inspecção numa sombria Repartição de Finanças. É lá que se vai iniciar uma viagem sem retorno pelos mais obscuros segredos, pelos mais íntimos medos, pelos mais imorais desejos. Afinal de contas, o que acontece na Repartição fica na Repartição. Um livro carregado de ironia, mas também de emoção. Uma sátira dos tempos modernos, em que nem tudo é o que parece. Mas alguma vez o é? Prometo amar-te na saúde, na doença e na dívida fiscal
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Um homem é chamado para uma inspecção numa sombria Repartição de Finanças. É lá que se vai iniciar uma viagem sem retorno pelos mais obscuros segredos, pelos mais íntimos medos, pelos mais imorais desejos. Afinal de contas, o que acontece na Repartição fica na Repartição. Um livro carregado de ironia, mas também de emoção. Uma sátira dos tempos modernos, em que nem tudo é o que parece. Mas alguma vez o é? Prometo amar-te na saúde, na doença e na dívida fiscal
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Edição: Jul 2020
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Com o canudo de bacharel fresco na mão, Teodorico apressa-se de Coimbra para Lisboa com uma só missão: viver uma "existência de sobrinho da sr.ª D. Patrocínio das Neves" e assegurar a sua herança avultada. Numa casa profundamente católica, Teodorico é exímio a encenar uma devoção e religiosidade extremas. Para que não restem dúvidas, aceita viajar até à Terra Santa, de onde promete trazer uma relíquia milagrosa que dará amparo e curará todos os males da titi. Mas, pelo caminho, conhece a inglesa Mary e ela oferece-lhe a sua camisa de dormir. História publicada inicialmente na "Gazeta de Notícias", em folhetins, "A Relíquia" apareceria em volume em 1887, abalando o panorama da literatura portuguesa com mais uma acérrima crítica de costumes, denunciando a falsidade de certa burguesia religiosa e os seus moralismos inúteis.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Com o canudo de bacharel fresco na mão, Teodorico apressa-se de Coimbra para Lisboa com uma só missão: viver uma "existência de sobrinho da sr.ª D. Patrocínio das Neves" e assegurar a sua herança avultada. Numa casa profundamente católica, Teodorico é exímio a encenar uma devoção e religiosidade extremas. Para que não restem dúvidas, aceita viajar até à Terra Santa, de onde promete trazer uma relíquia milagrosa que dará amparo e curará todos os males da titi. Mas, pelo caminho, conhece a inglesa Mary e ela oferece-lhe a sua camisa de dormir. História publicada inicialmente na "Gazeta de Notícias", em folhetins, "A Relíquia" apareceria em volume em 1887, abalando o panorama da literatura portuguesa com mais uma acérrima crítica de costumes, denunciando a falsidade de certa burguesia religiosa e os seus moralismos inúteis.
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