16430 produtos
Ordenar por:
16430 produtos
Edição: Jul 2014
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Surgido em 1989, era um dos mais inovadores programas da rádio. Sob a esquiva designação de "O Sexo dos Anjos", falava de sexualidade e de amor como nunca antes se fizera nos meios de comunicação portugueses. O protagonista era Júlio Machado Vaz, dialogando com Aurélio Gomes e tendo o apoio técnico e musical de José Gabriel. A estação, a Rádio Nova. Dois anos depois, o programa seria fixado em livro com o acrescento de vários textos originais de Júlio Machado Vaz. Seguiram-se outros livros do autor, como Domingos, Sábados e Outros Dias, Conversas no Papel e Estilhaços. O que se publica agora é uma antologia dessas diferentes obras que, mais do que comemorar uma efeméride, evidencia a actualidade de um modo de abordagem das variadas metamorfoses do amor.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Surgido em 1989, era um dos mais inovadores programas da rádio. Sob a esquiva designação de "O Sexo dos Anjos", falava de sexualidade e de amor como nunca antes se fizera nos meios de comunicação portugueses. O protagonista era Júlio Machado Vaz, dialogando com Aurélio Gomes e tendo o apoio técnico e musical de José Gabriel. A estação, a Rádio Nova. Dois anos depois, o programa seria fixado em livro com o acrescento de vários textos originais de Júlio Machado Vaz. Seguiram-se outros livros do autor, como Domingos, Sábados e Outros Dias, Conversas no Papel e Estilhaços. O que se publica agora é uma antologia dessas diferentes obras que, mais do que comemorar uma efeméride, evidencia a actualidade de um modo de abordagem das variadas metamorfoses do amor.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28194852208906__product-grid', '/products/vinte-anos-depois-de-julio-machado-vaz-5384985');
});">
Edição: Fev 2014
Nº Páginas: 170
Sinopse:
Solomon Northup nasceu em Nova Iorque, em Julho de 1808. Era filho de um escravo liberto, o que o tornava um homem livre por direito.Agricultor e violinista, Solomon possuía uma propriedade em Hebron e tinha três filhos. Em 1841 foi raptado por esclavagistas, que o persuadiram com uma promessa de emprego bem remunerado como violinista em Washington.Em vez disso, Solomon foi drogado e vendido como escravo numa plantação da Luisiana.
Nº Páginas: 170
Sinopse:
Solomon Northup nasceu em Nova Iorque, em Julho de 1808. Era filho de um escravo liberto, o que o tornava um homem livre por direito.Agricultor e violinista, Solomon possuía uma propriedade em Hebron e tinha três filhos. Em 1841 foi raptado por esclavagistas, que o persuadiram com uma promessa de emprego bem remunerado como violinista em Washington.Em vez disso, Solomon foi drogado e vendido como escravo numa plantação da Luisiana.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28194852208906__product-grid', '/products/doze-anos-escravo-de-solomon-northup-5302923');
});">
Edição: Mar 2012
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Situado em Maycomb, uma pequena cidade imaginária do Alabama, durante a Grande Depressão, o romance de Harper Lee, vencedor do Prémio Pulitzer, em 1961, fala-nos do crescimento de uma rapariga numa sociedade racista. Scout, a protagonista rebelde e irónica, é criada com o irmão, Jem, pelo seu pai viúvo, Atticus Finch. Ele é um advogado que lhes fala como se fossem capazes de entender as suas ideias, encorajando- -os a refletirem, em vez de se deixarem arrastar pela ignorância e o preconceito. Atticus vive de acordo com as suas convicções. É então que uma acusação de violação de uma jovem branca é lançada contra Tom Robinson, um dos habitantes negros da cidade. Atticus concorda em defendê-lo, oferecendo uma interpretação plausível das provas e preparando-se para resistir à intimidação dos que desejam resolver o caso através do linchamento. Quando a histeria aumenta, Tom é condenado e Bob Ewell, o acusador, tenta punir o advogado de um modo brutal. Entretanto, os seus dois filhos e um amigo encenam em miniatura o seu próprio drama de medos, centrado em Boo Radley, uma lenda local que vive em reclusão numa casa vizinha.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Situado em Maycomb, uma pequena cidade imaginária do Alabama, durante a Grande Depressão, o romance de Harper Lee, vencedor do Prémio Pulitzer, em 1961, fala-nos do crescimento de uma rapariga numa sociedade racista. Scout, a protagonista rebelde e irónica, é criada com o irmão, Jem, pelo seu pai viúvo, Atticus Finch. Ele é um advogado que lhes fala como se fossem capazes de entender as suas ideias, encorajando- -os a refletirem, em vez de se deixarem arrastar pela ignorância e o preconceito. Atticus vive de acordo com as suas convicções. É então que uma acusação de violação de uma jovem branca é lançada contra Tom Robinson, um dos habitantes negros da cidade. Atticus concorda em defendê-lo, oferecendo uma interpretação plausível das provas e preparando-se para resistir à intimidação dos que desejam resolver o caso através do linchamento. Quando a histeria aumenta, Tom é condenado e Bob Ewell, o acusador, tenta punir o advogado de um modo brutal. Entretanto, os seus dois filhos e um amigo encenam em miniatura o seu próprio drama de medos, centrado em Boo Radley, uma lenda local que vive em reclusão numa casa vizinha.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28194852208906__product-grid', '/products/mataram-a-cotovia-de-harper-lee-4907188');
});">
Edição: Fev 2012
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Sim, a matemática pode ser divertida. E às vezes é quase magia. Pense num número de três algarismos. Um número qualquer. A única condição é que entre o primeiro algarismo e o terceiro a diferença seja de dois ou mais. Já tem o número? Agora inverta esse número. Fica com dois números: aquele em que pensou de início e o que resulta da inversão. Subtraia agora o mais pequeno ao maior. (Pois, se calhar era melhor estar a fazer isto com máquina de calcular...). Agora, pegue no resultado dessa subtracção e inverta também esse número. Fica com outros dois números (aquele que resultou desta última inversão e o que tinha resultado da subtracção anterior). Agora é só somar os dois e eu sei qual é o resultado dessa soma: 1089. Pode repetir a experiência as vezes que quiser, seja qual for o número em que pensar de início, o resultado há-de ser sempre (não me pergunte porquê) 1089. É por isso que este livro do matemático David Acheson tem por título justamente "1089 e Tudo o Resto". O professor de matemática norte-americano sabe como aliciar os leigos (até um leigo como eu) com o lado maravilhoso da matemática; maravilhoso no sentido de nos fazer abrir a boca de espanto, como num truque de ilusionismo.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Sim, a matemática pode ser divertida. E às vezes é quase magia. Pense num número de três algarismos. Um número qualquer. A única condição é que entre o primeiro algarismo e o terceiro a diferença seja de dois ou mais. Já tem o número? Agora inverta esse número. Fica com dois números: aquele em que pensou de início e o que resulta da inversão. Subtraia agora o mais pequeno ao maior. (Pois, se calhar era melhor estar a fazer isto com máquina de calcular...). Agora, pegue no resultado dessa subtracção e inverta também esse número. Fica com outros dois números (aquele que resultou desta última inversão e o que tinha resultado da subtracção anterior). Agora é só somar os dois e eu sei qual é o resultado dessa soma: 1089. Pode repetir a experiência as vezes que quiser, seja qual for o número em que pensar de início, o resultado há-de ser sempre (não me pergunte porquê) 1089. É por isso que este livro do matemático David Acheson tem por título justamente "1089 e Tudo o Resto". O professor de matemática norte-americano sabe como aliciar os leigos (até um leigo como eu) com o lado maravilhoso da matemática; maravilhoso no sentido de nos fazer abrir a boca de espanto, como num truque de ilusionismo.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28194852208906__product-grid', '/products/1089-e-tudo-o-resto-de-david-acheson-4885176');
});">
Edição: Jul 2009
Nº Páginas: 166
Sinopse:
Será verdade, como escreveu o romancista Cees Nooteboom, que "a memória é como um cão que se deita onde quer"? Para onde foram os longos verões preguiçosos da nossa infância? Porque é que, à medida que envelhecemos, o tempo parece condensar-se, acelerar, iludir-nos, enquanto os eventos significativos do nosso passado parecem tão reais e nítidos como os de ontem? Neste livro, Douwe Draaisma, autor de Metáforas da Memória, explora a natureza da memória autobiográfica. Recorrendo a uma sensibilidade que é tanto académica como poética, e a uma observação atenta, aborda fenómenos extraordinários, como o déjà-vu, experiências de quase-morte, as proezas dos que sofrem de síndrome de Savant e os efeitos do trauma extremo sobre a memória.
Nº Páginas: 166
Sinopse:
Será verdade, como escreveu o romancista Cees Nooteboom, que "a memória é como um cão que se deita onde quer"? Para onde foram os longos verões preguiçosos da nossa infância? Porque é que, à medida que envelhecemos, o tempo parece condensar-se, acelerar, iludir-nos, enquanto os eventos significativos do nosso passado parecem tão reais e nítidos como os de ontem? Neste livro, Douwe Draaisma, autor de Metáforas da Memória, explora a natureza da memória autobiográfica. Recorrendo a uma sensibilidade que é tanto académica como poética, e a uma observação atenta, aborda fenómenos extraordinários, como o déjà-vu, experiências de quase-morte, as proezas dos que sofrem de síndrome de Savant e os efeitos do trauma extremo sobre a memória.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28194852208906__product-grid', '/products/porque-e-que-a-vida-acelera-a-medida-que-se-envelhece-de-douwe-draaisma-4845845');
});">
Edição: Jan 1999
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Scott Fitzgerald tinha vinto e cinco anos quando escreveu "Belos e Malditos". Alguns anos antes, ao querer participar na Primeira Guerra Mundial, passara alguns meses num desolado acampamento do Alabama, onde conheceu a bela e desconcertante Zelda Sayre. O mundo de "Belos e Malditos" fala-nos dessa força que atrai os belos desprevenidos para a maldição, a procura da vertigem emocional, a entrega à alegria dos sentidos, a sensação do efémero e a solidão.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Scott Fitzgerald tinha vinto e cinco anos quando escreveu "Belos e Malditos". Alguns anos antes, ao querer participar na Primeira Guerra Mundial, passara alguns meses num desolado acampamento do Alabama, onde conheceu a bela e desconcertante Zelda Sayre. O mundo de "Belos e Malditos" fala-nos dessa força que atrai os belos desprevenidos para a maldição, a procura da vertigem emocional, a entrega à alegria dos sentidos, a sensação do efémero e a solidão.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28194852208906__product-grid', '/products/belos-e-malditos-de-f-scott-fitzgerald-4844195');
});">
Edição: Abr 2000
Nº Páginas: 240
Sinopse:
São curtas histórias de João Miguel Fernandes Jorge, "escritas entre o solstício do verão e o do inverno de 1999". Começa com "Amor Laudis", talvez porque "O verão é assim: lugar para o amor laudis. " A sua vida de verão centra-se na plenitude da autoridade sobre os outros três grandes espaçamentos do ano: a primavera como prólogo em seu louvor e o outono é a sua memória; quanto ao inverno, é um simples e triste oposto, que toma existência nos factos da carência e do temos. Outono e inverno seguem velozmente em direcção ao verão, que surge como um fim e do outro lado do engano, que é aquilo com que sempre se reveste a noite sem termo e o dia rapidíssimo do inverno. O verão guarda a amplitude do prazer." E continua seguindo a ordem "como foram surgindo de junho a dezembro. Mas a leitura não deve seguir de modo nenhum esse crescendo e pode muito bem ser a inversa e partir do último para o primeiro." Histórias em que o poeta deambula por lugares (Évora - onde "todas a noites de julho são ardentes", Porto, Viena, Lisboa, Funchal, os Açores, Praga, Madrid, a beira mar...), encontros (Eugénio de Andrade, no Porto, João Botelho, em Lisboa, etc., conhecidos e desconhecidos), memórias, pinturas ou esculturas, às vezes um filme, uma canção, um livro, ou o vaso sagrado, nas mãos de Artemisa, no último dos contos.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
São curtas histórias de João Miguel Fernandes Jorge, "escritas entre o solstício do verão e o do inverno de 1999". Começa com "Amor Laudis", talvez porque "O verão é assim: lugar para o amor laudis. " A sua vida de verão centra-se na plenitude da autoridade sobre os outros três grandes espaçamentos do ano: a primavera como prólogo em seu louvor e o outono é a sua memória; quanto ao inverno, é um simples e triste oposto, que toma existência nos factos da carência e do temos. Outono e inverno seguem velozmente em direcção ao verão, que surge como um fim e do outro lado do engano, que é aquilo com que sempre se reveste a noite sem termo e o dia rapidíssimo do inverno. O verão guarda a amplitude do prazer." E continua seguindo a ordem "como foram surgindo de junho a dezembro. Mas a leitura não deve seguir de modo nenhum esse crescendo e pode muito bem ser a inversa e partir do último para o primeiro." Histórias em que o poeta deambula por lugares (Évora - onde "todas a noites de julho são ardentes", Porto, Viena, Lisboa, Funchal, os Açores, Praga, Madrid, a beira mar...), encontros (Eugénio de Andrade, no Porto, João Botelho, em Lisboa, etc., conhecidos e desconhecidos), memórias, pinturas ou esculturas, às vezes um filme, uma canção, um livro, ou o vaso sagrado, nas mãos de Artemisa, no último dos contos.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28194852208906__product-grid', '/products/no-verao-e-melhor-um-conto-triste-de-joao-miguel-fernandes-jorge-2524850');
});">
Edição: Jul 2015
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Saído em 1981, "O Separar das Águas" foi o primeiro livro publicado pela autora. "Villa Celeste" foi editado em 1985. Com "Soma", de 1987, Hélia Correia aproximou-se de um meio social diferente, mais jovem e de linguagem urbana.Hélia Correia nasceu em Lisboa em 1949 e passou a infância e a juventude em Mafra, terra da família materna, onde frequentou o ensino primário e liceal. Terminou os estudos liceais já em Lisboa, onde frequentou a Faculdade de Letras e se licenciou em Filologia Românica. Foi professora do ensino secundário. Já em 2002 tirou o mestrado em Teatro da Antiguidade Clássica.A escrita de Hélia Correia tem-se diversificado pelo romance, o conto, a poesia e a literatura infanto-juvenil.O Prémio Camões foi-lhe atribuído em 2015, reconhecendo a imaginação, o poder de criação de personagens e o invulgar modo de trabalhar a língua portuguesa que Hélia Correia tem revelado.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Saído em 1981, "O Separar das Águas" foi o primeiro livro publicado pela autora. "Villa Celeste" foi editado em 1985. Com "Soma", de 1987, Hélia Correia aproximou-se de um meio social diferente, mais jovem e de linguagem urbana.Hélia Correia nasceu em Lisboa em 1949 e passou a infância e a juventude em Mafra, terra da família materna, onde frequentou o ensino primário e liceal. Terminou os estudos liceais já em Lisboa, onde frequentou a Faculdade de Letras e se licenciou em Filologia Românica. Foi professora do ensino secundário. Já em 2002 tirou o mestrado em Teatro da Antiguidade Clássica.A escrita de Hélia Correia tem-se diversificado pelo romance, o conto, a poesia e a literatura infanto-juvenil.O Prémio Camões foi-lhe atribuído em 2015, reconhecendo a imaginação, o poder de criação de personagens e o invulgar modo de trabalhar a língua portuguesa que Hélia Correia tem revelado.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28194852208906__product-grid', '/products/o-separar-das-aguas-e-outras-novelas-de-helia-correia-5607779');
});">
Edição: Jul 2014
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Rydal Keener aguarda que algo excitante aconteça no seu pequeno e imundo hotel em Atenas. Aos quarenta e muitos anos, Chester MacFarland espera uma punição para a sua vida de manipulação de ações e fraude. E Colette, a esposa de Chester, espera algo completamente diferente. Um desagradável incidente no hotel faz com que acabem por esperar juntos. À medida que a tensão se instala neste jogo de espera a três, percebem que, embora passaportes e silêncios possam ser comprados, há outras coisas que podem custar-lhes as vidas.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Rydal Keener aguarda que algo excitante aconteça no seu pequeno e imundo hotel em Atenas. Aos quarenta e muitos anos, Chester MacFarland espera uma punição para a sua vida de manipulação de ações e fraude. E Colette, a esposa de Chester, espera algo completamente diferente. Um desagradável incidente no hotel faz com que acabem por esperar juntos. À medida que a tensão se instala neste jogo de espera a três, percebem que, embora passaportes e silêncios possam ser comprados, há outras coisas que podem custar-lhes as vidas.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28194852208906__product-grid', '/products/as-duas-faces-de-janeiro-de-patricia-highsmith-5441058');
});">
Edição: Set 2009
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Rosalind Leigh não faz ideia do que a espera na prisão. Como jornalista, sabe tudo sobre o caso. Sabe que Olive Martin tinha sido encontrada, cinco anos antes, junto dos cadáveres despedaçados da sua mãe e irmã mais nova; como se tinha declarado culpada das acusações de homicídio durante o julgamento; e porque fora apelidada "A Escultora"... À medida que Roz tenta resolver a sua própria tragédia pessoal, a sua determinação para alcançar a verdade torna-se obsessiva. É então que conhece o sargento Hal Hawksley e fica ainda mais confusa. Apenas de uma coisa tem a certeza: Roz jamais se esquecerá do dia em que conheceu Olive Martin. Foi um encontro que mudou a sua vida. De Minette Walters, a Relógio D?Água publicou "A Pena do Diabo" e em breve publicará "A Casa do Gelo".
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Rosalind Leigh não faz ideia do que a espera na prisão. Como jornalista, sabe tudo sobre o caso. Sabe que Olive Martin tinha sido encontrada, cinco anos antes, junto dos cadáveres despedaçados da sua mãe e irmã mais nova; como se tinha declarado culpada das acusações de homicídio durante o julgamento; e porque fora apelidada "A Escultora"... À medida que Roz tenta resolver a sua própria tragédia pessoal, a sua determinação para alcançar a verdade torna-se obsessiva. É então que conhece o sargento Hal Hawksley e fica ainda mais confusa. Apenas de uma coisa tem a certeza: Roz jamais se esquecerá do dia em que conheceu Olive Martin. Foi um encontro que mudou a sua vida. De Minette Walters, a Relógio D?Água publicou "A Pena do Diabo" e em breve publicará "A Casa do Gelo".
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28194852208906__product-grid', '/products/a-escultora-de-minette-walters-4844868');
});">
Edição: Ago 2013
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Romeu e Julieta já não são apenas os nomes dos protagonistas da peça shakespeariana, mas identificam ícones intemporais do amor romântico, tornando se sinónimos de jovens apaixonados, universalmente reconhecidos e glosados.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Romeu e Julieta já não são apenas os nomes dos protagonistas da peça shakespeariana, mas identificam ícones intemporais do amor romântico, tornando se sinónimos de jovens apaixonados, universalmente reconhecidos e glosados.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28194852208906__product-grid', '/products/romeu-e-julieta-de-william-shakespeare-6462511');
});">
Edição: Jul 2016
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Robinson Crusoe é, como escreveu Defoe, uma narrativa ao mesmo tempo alegórica e histórica, uma abordagem do modo como um homem, que dedicado ao comércio, consegue sobreviver, graças ao engenho, numa altura em que bens e dinheiro de nada lhe servem. E como enfrenta a solidão recorrendo aos trabalhos e à imaginação.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Robinson Crusoe é, como escreveu Defoe, uma narrativa ao mesmo tempo alegórica e histórica, uma abordagem do modo como um homem, que dedicado ao comércio, consegue sobreviver, graças ao engenho, numa altura em que bens e dinheiro de nada lhe servem. E como enfrenta a solidão recorrendo aos trabalhos e à imaginação.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28194852208906__product-grid', '/products/robinson-crusoe-de-daniel-defoe-5963031');
});">
Edição: Abr 2012
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Robert Grainier é um trabalhador do Oeste americano no início do século XX — um homem simples vivendo tempos extraordinários. Abalado pela perda da família, Grainier procura conferir sentido a um novo e estranho mundo. À medida que a história se desenrola, assistimos às suas derrotas pessoais e às radicais mudanças que transformam os EUA.
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Robert Grainier é um trabalhador do Oeste americano no início do século XX — um homem simples vivendo tempos extraordinários. Abalado pela perda da família, Grainier procura conferir sentido a um novo e estranho mundo. À medida que a história se desenrola, assistimos às suas derrotas pessoais e às radicais mudanças que transformam os EUA.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28194852208906__product-grid', '/products/sonhos-e-comboios-de-denis-johnson-4920683');
});">
Edição: Nov 2013
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Reúnem-se, neste livro, conferências e ensaios escritos por Giorgio Agamben entre 1979 e 2004. Os temas vão desde questões relacionadas com a linguagem até aos temas históricos e os relativos à potência do pensamento.O título "A Potência do Pensamento" é retirado de uma conferência efectuada em Lisboa em 1987 e que permanecera inédita até à publicação em livro em 2005.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Reúnem-se, neste livro, conferências e ensaios escritos por Giorgio Agamben entre 1979 e 2004. Os temas vão desde questões relacionadas com a linguagem até aos temas históricos e os relativos à potência do pensamento.O título "A Potência do Pensamento" é retirado de uma conferência efectuada em Lisboa em 1987 e que permanecera inédita até à publicação em livro em 2005.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28194852208906__product-grid', '/products/a-potencia-do-pensamento-de-giorgio-agamben-6663028');
});">
Edição: Out 2014
Nº Páginas: 600
Sinopse:
Reúnem-se aqui, além das duas histórias de Alice, parte da correspondência do autor e ainda Sylvie e Bruno e A Caça ao Snark.
Nº Páginas: 600
Sinopse:
Reúnem-se aqui, além das duas histórias de Alice, parte da correspondência do autor e ainda Sylvie e Bruno e A Caça ao Snark.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28194852208906__product-grid', '/products/obras-escolhidas-de-lewis-carroll-5441055');
});">
Edição: Mai 2014
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Reúnem-se aqui trinta e cinco ensaios que nos falam de autores como Jane Austen, Defoe, Henry James, Christina Rossetti, Conrad, Sterne, Thomas Hardy, Turgenev e Walt Whitman. Virginia Woolf escreve ainda sobre a personagem ficcional, o romance gótico, histórias de fantasmas, o tempo passado em bibliotecas e a situação de estar doente.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Reúnem-se aqui trinta e cinco ensaios que nos falam de autores como Jane Austen, Defoe, Henry James, Christina Rossetti, Conrad, Sterne, Thomas Hardy, Turgenev e Walt Whitman. Virginia Woolf escreve ainda sobre a personagem ficcional, o romance gótico, histórias de fantasmas, o tempo passado em bibliotecas e a situação de estar doente.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28194852208906__product-grid', '/products/ensaios-escolhidos-de-virginia-woolf-5361110');
});">
Edição: Set 2012
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Reúnem-se aqui doze contos de Carson McCullers numa selecção feita por Ana Teresa Pereira. Embora seja conhecida pelos seus romances, Carson McCullers foi uma notável contista, inserindo-se na tradição sulista da literatura norte-americana. Carson McCullers dedicou-se aos contos desde os 17 anos, ano em que escreveu "Sucker", tendo muitos deles começando por aparecer em revistas literárias. As suas capacidades de observação e o seu estilo revelam uma assumida filiação em autores tão diversos como Flaubert e Dostoievski. Julie Harris considerou-a mesmo "uma mulher encantadora e misteriosa que escrevia como um anjo". Carson McCullers foi reconhecida pelos grandes escritores da sua época. Graham Greene declarou preferi-la a Faulkner, e Tennessee Williams disse que a sua obra "não se eclipsará com o tempo, mas irradiará cada vez mais fulgor".
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Reúnem-se aqui doze contos de Carson McCullers numa selecção feita por Ana Teresa Pereira. Embora seja conhecida pelos seus romances, Carson McCullers foi uma notável contista, inserindo-se na tradição sulista da literatura norte-americana. Carson McCullers dedicou-se aos contos desde os 17 anos, ano em que escreveu "Sucker", tendo muitos deles começando por aparecer em revistas literárias. As suas capacidades de observação e o seu estilo revelam uma assumida filiação em autores tão diversos como Flaubert e Dostoievski. Julie Harris considerou-a mesmo "uma mulher encantadora e misteriosa que escrevia como um anjo". Carson McCullers foi reconhecida pelos grandes escritores da sua época. Graham Greene declarou preferi-la a Faulkner, e Tennessee Williams disse que a sua obra "não se eclipsará com o tempo, mas irradiará cada vez mais fulgor".
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28194852208906__product-grid', '/products/contos-escolhidos-de-carson-mccullers-4969555');
});">
Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Relatório Minoritário e Outros Contos é uma seleção das doze histórias mais importantes de Philip K. Dick. O conjunto é representativo de toda a sua obra, e revela-nos um autor em pleno domínio das suas capacidades narrativas.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Relatório Minoritário e Outros Contos é uma seleção das doze histórias mais importantes de Philip K. Dick. O conjunto é representativo de toda a sua obra, e revela-nos um autor em pleno domínio das suas capacidades narrativas.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28194852208906__product-grid', '/products/relatorio-minoritario-de-philip-k-dick-6462589');
});">
Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Raymond Carver, com a sua escrita sucinta e coloquial, aliada a uma percepção perspicaz do modo como as pessoas comunicam, fez com que esta colecção de contos se tornasse uma das mais influentes da moderna literatura.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Raymond Carver, com a sua escrita sucinta e coloquial, aliada a uma percepção perspicaz do modo como as pessoas comunicam, fez com que esta colecção de contos se tornasse uma das mais influentes da moderna literatura.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28194852208906__product-grid', '/products/de-que-falamos-quando-falamos-de-amor-de-raymond-carver-5537651');
});">
Edição: Mai 2015
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Rachel Kushner escreveu um romance cuja acção decorre na comunidade americana de Cuba, durante os anos que levaram à revolução de Fidel Castro. "Telex de Cuba" é o primeiro romance a contar a história dos americanos que foram expulsos da ilha em 1958.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Rachel Kushner escreveu um romance cuja acção decorre na comunidade americana de Cuba, durante os anos que levaram à revolução de Fidel Castro. "Telex de Cuba" é o primeiro romance a contar a história dos americanos que foram expulsos da ilha em 1958.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28194852208906__product-grid', '/products/telex-de-cuba-de-rachel-kushner-5594681');
});">
Edição: Abr 2000
Nº Páginas: 194
Sinopse:
Quatro contos da autora de "O Rosto de Deus" que, como Carla, a personagem de "Anamnese", o primeiro conto, ao ver "a casa", temos a "impressão de reconhecer", de ter estado ali antes. Como se regressássemos às leituras mágicas da infância e nos embrenhássemos de tal modo nas histórias como se nada mais existisse. Porque esta é uma escrita quase hipnótica, que nos seduz e à qual não resistimos (é bastante difícil parar de ler), que vem "do fundo dos tempos, do fundo da terra, do fundo do sangue". Uma teia onde temos vontade de afundar-nos, bela e terrível, como Tom. Excerto da Obra "Inclinou-se para ela e beijou-a nos lábios. - Adoro-te, Patrícia. Deitaram-se na erva os dois e Tom falou-lhe lentamente do vale, como se contasse uma história, este lugar é a prisão dos pássaros e dos anjos, a prisão das estrelas, vou ensinar-te o nome das estrelas e poderás chamá-las uma por uma, e contar as portas de onde nascem, este lugar é o depósito do granizo e do vento, da névoa e das nuvens, do orvalho, as águas que estão sobre o céu são do sexo masculino, as águas que estão debaixo da terra são do sexo feminino, e quando as águas se misturarem... - Quando as águas se misturarem - disse Patrícia baixinho. Ele puxou-a para si e beijou-a de novo. - Será a altura de engendrarmos feras e pássaros. Os seus corpos juntos, era quase insuportável, ela sentiu vontade de gritar que não queria esperar mais, que não tinha medo. Mas ele afastou-se um pouco e focou a olhar para o céu, imóvel, como esquecido da sua presença. Patrícia encostou-se suavemente ao seu braço e fechou os olhos. A presença dele, o som da cascata, eram tão intensos que a levaram para longe, para dentro de si, adormeceu."
Nº Páginas: 194
Sinopse:
Quatro contos da autora de "O Rosto de Deus" que, como Carla, a personagem de "Anamnese", o primeiro conto, ao ver "a casa", temos a "impressão de reconhecer", de ter estado ali antes. Como se regressássemos às leituras mágicas da infância e nos embrenhássemos de tal modo nas histórias como se nada mais existisse. Porque esta é uma escrita quase hipnótica, que nos seduz e à qual não resistimos (é bastante difícil parar de ler), que vem "do fundo dos tempos, do fundo da terra, do fundo do sangue". Uma teia onde temos vontade de afundar-nos, bela e terrível, como Tom. Excerto da Obra "Inclinou-se para ela e beijou-a nos lábios. - Adoro-te, Patrícia. Deitaram-se na erva os dois e Tom falou-lhe lentamente do vale, como se contasse uma história, este lugar é a prisão dos pássaros e dos anjos, a prisão das estrelas, vou ensinar-te o nome das estrelas e poderás chamá-las uma por uma, e contar as portas de onde nascem, este lugar é o depósito do granizo e do vento, da névoa e das nuvens, do orvalho, as águas que estão sobre o céu são do sexo masculino, as águas que estão debaixo da terra são do sexo feminino, e quando as águas se misturarem... - Quando as águas se misturarem - disse Patrícia baixinho. Ele puxou-a para si e beijou-a de novo. - Será a altura de engendrarmos feras e pássaros. Os seus corpos juntos, era quase insuportável, ela sentiu vontade de gritar que não queria esperar mais, que não tinha medo. Mas ele afastou-se um pouco e focou a olhar para o céu, imóvel, como esquecido da sua presença. Patrícia encostou-se suavemente ao seu braço e fechou os olhos. A presença dele, o som da cascata, eram tão intensos que a levaram para longe, para dentro de si, adormeceu."
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28194852208906__product-grid', '/products/se-eu-morrer-antes-de-acordar-de-ana-teresa-pereira-4844138');
});">
Edição: Abr 2002
Nº Páginas: 412
Sinopse:
Quase 20 anos passados sobre a publicação de Adeus, Princesa (talvez o maior êxito de Clara Pinto Correia, e que Jorge Paixão da Costa transpôs para o cinema), a autora transportou para os arredores de Lisboa nos dias de hoje os protagonistas daquele livro, as personagens de Bárbara Emília, Joaquim Peixoto e Sebastião Curto. O novo livro da escritora (e bióloga, e professora universitária, e colaboradora da revista Visão, e autora de programas televisivos), o 34º na sua bibliografia, passa-se nos subúrbios de uma cidade que cresceu de forma desordenada, cheia de prédios que mais parecem caixotes ou jaulas a que se regressa após um dia de trabalho, para passar a noite a olhar para outro caixote, a televisão, numa sociedade em que as pessoas não conseguem ser felizes nem sequer já têm o sonho da felicidade, e se viram para os medicamentos como escape mais fácil de uma vida que não sabem, ou não podem, construir. Como disse CPC em entrevista ao JL (6.3.02): “Se com o ‘Adeus, Princesa’ o pano social de fundo era o princípio do esfarelar do sonho comunista no Alentejo, agora será a degradação da qualidade de vida das pessoas e a degeneração completa dos sentidos todos.” E acrescenta: “ (Espero com este meu livro) pôr as pessoas a pensar em coisas sobre as quais elas tendem a andar distraídas.” A “Arma dos Juízes” é ao mesmo tempo um thriller policial, onde corre uma investigação, onde se fala da corrupção e do tráfico de influências, escrito num tom vivo e coloquial.
Nº Páginas: 412
Sinopse:
Quase 20 anos passados sobre a publicação de Adeus, Princesa (talvez o maior êxito de Clara Pinto Correia, e que Jorge Paixão da Costa transpôs para o cinema), a autora transportou para os arredores de Lisboa nos dias de hoje os protagonistas daquele livro, as personagens de Bárbara Emília, Joaquim Peixoto e Sebastião Curto. O novo livro da escritora (e bióloga, e professora universitária, e colaboradora da revista Visão, e autora de programas televisivos), o 34º na sua bibliografia, passa-se nos subúrbios de uma cidade que cresceu de forma desordenada, cheia de prédios que mais parecem caixotes ou jaulas a que se regressa após um dia de trabalho, para passar a noite a olhar para outro caixote, a televisão, numa sociedade em que as pessoas não conseguem ser felizes nem sequer já têm o sonho da felicidade, e se viram para os medicamentos como escape mais fácil de uma vida que não sabem, ou não podem, construir. Como disse CPC em entrevista ao JL (6.3.02): “Se com o ‘Adeus, Princesa’ o pano social de fundo era o princípio do esfarelar do sonho comunista no Alentejo, agora será a degradação da qualidade de vida das pessoas e a degeneração completa dos sentidos todos.” E acrescenta: “ (Espero com este meu livro) pôr as pessoas a pensar em coisas sobre as quais elas tendem a andar distraídas.” A “Arma dos Juízes” é ao mesmo tempo um thriller policial, onde corre uma investigação, onde se fala da corrupção e do tráfico de influências, escrito num tom vivo e coloquial.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28194852208906__product-grid', '/products/a-arma-dos-juizes-de-clara-pinto-correia-2605013');
});">
Edição: Ago 2023
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Quantas vezes já leu um livro e lamentou não ter registado as passagens mais marcantes? Quantas vezes já leu um livro e sentiu necessidade de ter um pequeno bloco onde registar essas passagens? Num jantar de amigos, quantas vezes quis citar um autor do qual não se recordou? E quantas vezes já emprestou um livro e não se recorda a quem? Pois esses dias acabaram. Agora, tem a possibilidade de perpetuar o que mais lhe agradou num livro. Agora, tem a possibilidade de registar tudo o que não quer esquecer, desde o título ao autor, do número de páginas à editora, passando pela data de início e término da leitura. Tudo pode ser registado, até mesmo a forma como adquiriu o livro. No entanto, e para todos aqueles que após lerem um livro querem mais, existe a possibilidade, não só de registarem as citações, mas acima de tudo de registarem as emoções que o mesmo lhes causou. O nosso Caderno de Leituras dirige-se a todos os amantes de livros, a todos os que valorizam e acarinham os livros.
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Quantas vezes já leu um livro e lamentou não ter registado as passagens mais marcantes? Quantas vezes já leu um livro e sentiu necessidade de ter um pequeno bloco onde registar essas passagens? Num jantar de amigos, quantas vezes quis citar um autor do qual não se recordou? E quantas vezes já emprestou um livro e não se recorda a quem? Pois esses dias acabaram. Agora, tem a possibilidade de perpetuar o que mais lhe agradou num livro. Agora, tem a possibilidade de registar tudo o que não quer esquecer, desde o título ao autor, do número de páginas à editora, passando pela data de início e término da leitura. Tudo pode ser registado, até mesmo a forma como adquiriu o livro. No entanto, e para todos aqueles que após lerem um livro querem mais, existe a possibilidade, não só de registarem as citações, mas acima de tudo de registarem as emoções que o mesmo lhes causou. O nosso Caderno de Leituras dirige-se a todos os amantes de livros, a todos os que valorizam e acarinham os livros.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28194852208906__product-grid', '/products/caderno-de-leituras-8696971');
});">
Edição: Jan 2019
Nº Páginas: 440
Sinopse:
Quando Tess Durbeyfield, instigada pela pobreza, se dirige à abastada família D’Urbervilles, o encontro com o seu "primo" Alec revela-se um momento perigoso. Um homem, Angel Clare, oferece-lhe o que parece ser amor e salvação, e Tess tem de decidir se revela o seu passado ou se mantém o silêncio, na esperança de um futuro melhor. Tendo como personagem uma Tess crítica e vítima das convenções sociais, este é um dos romances mais comoventes de Thomas Hardy.
Nº Páginas: 440
Sinopse:
Quando Tess Durbeyfield, instigada pela pobreza, se dirige à abastada família D’Urbervilles, o encontro com o seu "primo" Alec revela-se um momento perigoso. Um homem, Angel Clare, oferece-lhe o que parece ser amor e salvação, e Tess tem de decidir se revela o seu passado ou se mantém o silêncio, na esperança de um futuro melhor. Tendo como personagem uma Tess crítica e vítima das convenções sociais, este é um dos romances mais comoventes de Thomas Hardy.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28194852208906__product-grid', '/products/tess-dos-d-urbervilles-de-thomas-hardy-6864193');
});">
Edição: Jun 2011
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Quando Tchékhov, então um jovem médico, partiu para a ilha de Sacalina em Abril de 1890, ninguém compreendeu as suas motivações. Ele próprio, incapaz de se explicar, falou de "mania sacalina". Nabokov fez-se eco dessa perplexidade: "Normalmente, os críticos que escrevem sobre Tchékhov repetem que acham de todo incompreensível o facto de, em 1890, o escritor ter empreendido uma viagem perigosa e fatigante à ilha de Sacalina para estudar a vida dos condenados aos trabalhos forçados." Trata-se, de qualquer modo, do episódio mais estranho da vida de Tchékhov. Tendo decidido investigar aquele lugar maldito, pôs-se a caminho, em condições mais do que precárias. Decidira não se apresentar como jornalista e não possuía qualquer carta de recomendação ou documento oficial. Após dois meses e meio de viagem extenuante, o mais provável era ser obrigado a regressar. Enfrentou o frio, a chuva, as inundações e os incêndios, e finalmente lá estava, ao largo da Sibéria, a ilha de Sacalina: "Em redor o mar, no meio o inferno."
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Quando Tchékhov, então um jovem médico, partiu para a ilha de Sacalina em Abril de 1890, ninguém compreendeu as suas motivações. Ele próprio, incapaz de se explicar, falou de "mania sacalina". Nabokov fez-se eco dessa perplexidade: "Normalmente, os críticos que escrevem sobre Tchékhov repetem que acham de todo incompreensível o facto de, em 1890, o escritor ter empreendido uma viagem perigosa e fatigante à ilha de Sacalina para estudar a vida dos condenados aos trabalhos forçados." Trata-se, de qualquer modo, do episódio mais estranho da vida de Tchékhov. Tendo decidido investigar aquele lugar maldito, pôs-se a caminho, em condições mais do que precárias. Decidira não se apresentar como jornalista e não possuía qualquer carta de recomendação ou documento oficial. Após dois meses e meio de viagem extenuante, o mais provável era ser obrigado a regressar. Enfrentou o frio, a chuva, as inundações e os incêndios, e finalmente lá estava, ao largo da Sibéria, a ilha de Sacalina: "Em redor o mar, no meio o inferno."
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28194852208906__product-grid', '/products/a-ilha-de-sacalina-de-anton-tchekhov-4844871');
});">
Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Quando os espetaculares avanços tecnológicos dos nossos dias nos facilitaram o acesso ao conhecimento como nunca antes, quando vivemos mais e melhor, quando o "terceiro mundo" se desenvolve... Quando, pela primeira vez, se poderia conduzir a humanidade a uma era de liberdade e progresso, o mundo parece seguir na direção oposta, rumo à destruição de tudo o que foi alcançado. Como chegámos aqui? Há alguns anos, Amin Maalouf disse que as nossas civilizações estão esgotadas e forneceu os motivos: desconfiança em relação ao "Outro", xenofobia, intolerância política e religiosa, populismo, individualismo e a insularidade do nacionalismo, racismo... Hoje em dia fala diretamente de "naufrágio iminente". Não há desejo de um passado melhor nas suas palavras, ele está apenas preocupado com o futuro desta "era desconcertante", o futuro das novas gerações, que possa desaparecer o que deu sentido à aventura humana. Tão-pouco se deixa levar pelo pessimismo ou prega o desânimo, apenas faz um apelo lúcido à responsabilidade coletiva, deixando a porta da esperança entreaberta para o mundo se reorientar, pois como escreveu: "Melhor enganar-se na esperança do que acertar no desespero". A América, embora ainda seja a única superpotência, está a perder toda a credibilidade moral. A Europa, que ofereceu ao seu povo e ao resto da humanidade o projeto mais ambicioso e mais reconfortante do nosso tempo, está a fragmentar-se. O mundo árabe-muçulmano atravessa uma profunda crise que mergulha o seu povo no desespero e tem repercussões calamitosas em todo o mundo. Grandes nações "emergentes" ou "renascentes", como a China, a Índia ou a Rússia estão a surgir no cenário mundial num ambiente deletério, onde reina o cada um por si e a lei do mais forte. Uma nova corrida ao armamento parece inevitável. Sem mencionar as sérias ameaças (clima, meio ambiente, saúde) que estão a pesar no planeta e que só poderíamos enfrentar com uma solidariedade global que precisamente nos falta. Há mais de meio século que o autor observa o mundo e o percorre. Estava em Saigão no final da Guerra do Vietname, em Teerão durante o advento da República Islâmica. Neste livro poderoso e abrangente, faz de espectador engajado e pensador, misturando histórias e reflexões, às vezes contando grandes eventos de que foi uma das poucas testemunhas oculares, e depois elevando-se ao papel de historiador acima da sua própria experiência para nos explicar por que sucessivos desvios a humanidade passou para se encontrar assim no limiar do naufrágio.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Quando os espetaculares avanços tecnológicos dos nossos dias nos facilitaram o acesso ao conhecimento como nunca antes, quando vivemos mais e melhor, quando o "terceiro mundo" se desenvolve... Quando, pela primeira vez, se poderia conduzir a humanidade a uma era de liberdade e progresso, o mundo parece seguir na direção oposta, rumo à destruição de tudo o que foi alcançado. Como chegámos aqui? Há alguns anos, Amin Maalouf disse que as nossas civilizações estão esgotadas e forneceu os motivos: desconfiança em relação ao "Outro", xenofobia, intolerância política e religiosa, populismo, individualismo e a insularidade do nacionalismo, racismo... Hoje em dia fala diretamente de "naufrágio iminente". Não há desejo de um passado melhor nas suas palavras, ele está apenas preocupado com o futuro desta "era desconcertante", o futuro das novas gerações, que possa desaparecer o que deu sentido à aventura humana. Tão-pouco se deixa levar pelo pessimismo ou prega o desânimo, apenas faz um apelo lúcido à responsabilidade coletiva, deixando a porta da esperança entreaberta para o mundo se reorientar, pois como escreveu: "Melhor enganar-se na esperança do que acertar no desespero". A América, embora ainda seja a única superpotência, está a perder toda a credibilidade moral. A Europa, que ofereceu ao seu povo e ao resto da humanidade o projeto mais ambicioso e mais reconfortante do nosso tempo, está a fragmentar-se. O mundo árabe-muçulmano atravessa uma profunda crise que mergulha o seu povo no desespero e tem repercussões calamitosas em todo o mundo. Grandes nações "emergentes" ou "renascentes", como a China, a Índia ou a Rússia estão a surgir no cenário mundial num ambiente deletério, onde reina o cada um por si e a lei do mais forte. Uma nova corrida ao armamento parece inevitável. Sem mencionar as sérias ameaças (clima, meio ambiente, saúde) que estão a pesar no planeta e que só poderíamos enfrentar com uma solidariedade global que precisamente nos falta. Há mais de meio século que o autor observa o mundo e o percorre. Estava em Saigão no final da Guerra do Vietname, em Teerão durante o advento da República Islâmica. Neste livro poderoso e abrangente, faz de espectador engajado e pensador, misturando histórias e reflexões, às vezes contando grandes eventos de que foi uma das poucas testemunhas oculares, e depois elevando-se ao papel de historiador acima da sua própria experiência para nos explicar por que sucessivos desvios a humanidade passou para se encontrar assim no limiar do naufrágio.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28194852208906__product-grid', '/products/o-naufragio-das-civilizacoes-de-amin-maalouf-7126543');
});">
Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Quando o agente da Polícia Nacional do Quebec C. I. Armand Gamanche é chamado à aldeia de Three Pines, depara-se com um cenário de crime invulgar. Uma sessão espiritual realizada numa casa velha e abandonada acabou por se revelar uma experiência terrível e inesperada. O resultado é o corpo de um aldeão, imóvel, assustado pela morte, como se a sua alma lhe tivesse sido retirada.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Quando o agente da Polícia Nacional do Quebec C. I. Armand Gamanche é chamado à aldeia de Three Pines, depara-se com um cenário de crime invulgar. Uma sessão espiritual realizada numa casa velha e abandonada acabou por se revelar uma experiência terrível e inesperada. O resultado é o corpo de um aldeão, imóvel, assustado pela morte, como se a sua alma lhe tivesse sido retirada.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28194852208906__product-grid', '/products/o-mais-cruel-dos-meses-de-louise-penny-5770943');
});">
Edição: Jan 2016
Nº Páginas: 252
Sinopse:
Quando Henrietta, com apenas onze anos, chega a Paris, para viver com os Fishers, pouco sabe acerca dos fascinantes segredos que envolvem a casa. Henrietta descobre depois que a sua visita coincide com a de Leopold, um jovem que veio a Paris para ser apresentado à mãe que nunca conheceu.
Nº Páginas: 252
Sinopse:
Quando Henrietta, com apenas onze anos, chega a Paris, para viver com os Fishers, pouco sabe acerca dos fascinantes segredos que envolvem a casa. Henrietta descobre depois que a sua visita coincide com a de Leopold, um jovem que veio a Paris para ser apresentado à mãe que nunca conheceu.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28194852208906__product-grid', '/products/a-casa-em-paris-de-elizabeth-bowen-5790463');
});">
Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Quando foi publicada a primeira edição deste livro, em 1964, "Apocalípticos e Integrados" era apenas um título algo insólito.Desde então tornou-se uma expressão de uso corrente, uma oposição muitas vezes usada para caracterizar a relação que se tem com os media. No início dos anos 60, era quase escandaloso aplicar os instrumentos de uma investigação rigorosa às canções, às narrativas populares e à televisão. Hoje já ninguém duvida de que a enorme difusão dos meios de comunicação de massas transformou a nossa sociedade e que os termos "apocalíptico" e "integrado", que usamos em relação a eles, fazem parte do pensamento e da linguagem quotidianos. Muitas das ideias expressas por Umberto Eco nesta obra, mesmo que impregnadas pelo ambiente da época, fazem agora parte das aquisições do pensamento contemporâneo.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Quando foi publicada a primeira edição deste livro, em 1964, "Apocalípticos e Integrados" era apenas um título algo insólito.Desde então tornou-se uma expressão de uso corrente, uma oposição muitas vezes usada para caracterizar a relação que se tem com os media. No início dos anos 60, era quase escandaloso aplicar os instrumentos de uma investigação rigorosa às canções, às narrativas populares e à televisão. Hoje já ninguém duvida de que a enorme difusão dos meios de comunicação de massas transformou a nossa sociedade e que os termos "apocalíptico" e "integrado", que usamos em relação a eles, fazem parte do pensamento e da linguagem quotidianos. Muitas das ideias expressas por Umberto Eco nesta obra, mesmo que impregnadas pelo ambiente da época, fazem agora parte das aquisições do pensamento contemporâneo.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28194852208906__product-grid', '/products/apocaliticos-e-integrados-de-umberto-eco-5607752');
});">
