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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Três tempos, três mundos, três destinos, um único amor. Universal e sem tempo nem medida, relembrando-nos que o amor e o ódio andam lado a lado e acontecem em todas as épocas. Pedro é, no presente, um empresário de sucesso que se perde de amores por Inês. Mas este é um amor condenado à tragédia e à loucura. A sua história confunde-se com a de Pedro Rey, no século XXII, apaixonado também por uma Inês de entrançados cabelos loiros num futuro que os afasta por pertencerem a estratos diferentes da sociedade. E ainda com a lenda de D. Pedro que, no século XIV, tenta contra tudo e contra todos fazer valer o seu amor por Inês de Castro.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Três tempos, três mundos, três destinos, um único amor. Universal e sem tempo nem medida, relembrando-nos que o amor e o ódio andam lado a lado e acontecem em todas as épocas. Pedro é, no presente, um empresário de sucesso que se perde de amores por Inês. Mas este é um amor condenado à tragédia e à loucura. A sua história confunde-se com a de Pedro Rey, no século XXII, apaixonado também por uma Inês de entrançados cabelos loiros num futuro que os afasta por pertencerem a estratos diferentes da sociedade. E ainda com a lenda de D. Pedro que, no século XIV, tenta contra tudo e contra todos fazer valer o seu amor por Inês de Castro.
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 464
Sinopse:
"Era no Teatro da Trindade, representava-se o Barba Azul." Este é o cenário em que se inicia a acção de A Tragédia da Rua das Flores, romance de Eça de Queiroz que ele mesmo qualificou como "livro cruel" e que permaneceu inédito durante mais de um século. Escrita entre 1877 e 1878 e apenas publicada em 1980, esta é a história da paixão fatal de Vítor e Genoveva, que Eça acabaria por deixar por corrigir e editar, mas que serviu de ponto de partida para que em 1888 os leitores recebessem aquela que é a sua obra-prima, Os Maias. A presente edição de A Tragédia da Rua das Flores recupera e corrige o texto da primeira edição, com fixação e notas de João Medina e A. Campos Matos.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
"Era no Teatro da Trindade, representava-se o Barba Azul." Este é o cenário em que se inicia a acção de A Tragédia da Rua das Flores, romance de Eça de Queiroz que ele mesmo qualificou como "livro cruel" e que permaneceu inédito durante mais de um século. Escrita entre 1877 e 1878 e apenas publicada em 1980, esta é a história da paixão fatal de Vítor e Genoveva, que Eça acabaria por deixar por corrigir e editar, mas que serviu de ponto de partida para que em 1888 os leitores recebessem aquela que é a sua obra-prima, Os Maias. A presente edição de A Tragédia da Rua das Flores recupera e corrige o texto da primeira edição, com fixação e notas de João Medina e A. Campos Matos.
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Edição: Mai 2020
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Na margem esquerda do rio Lima, existe uma antiga torre de vigia, tão antiga quanto o nascimento da nação lusitana (e a única torre triangular de toda a Península!). Nos dias que correm, a Torre da Barbela é um velho monumento, memória do Portugal inventado pelas patranhas de um fantasioso caseiro-guia. O que a centena de turistas enganados não sabe é que, após o horário de visita, os antigos Barbelas, vindos de oito séculos diferentes, ressuscitam e habitam os seus arredores. Publicado em 1964, "A Torre da Barbela" é um espantoso retrato psicológico do país desde a sua fundação, que mereceu a Ruben A. o prémio Ricardo Malheiros, atribuído pela Academia de Ciências de Lisboa, em 1965.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Na margem esquerda do rio Lima, existe uma antiga torre de vigia, tão antiga quanto o nascimento da nação lusitana (e a única torre triangular de toda a Península!). Nos dias que correm, a Torre da Barbela é um velho monumento, memória do Portugal inventado pelas patranhas de um fantasioso caseiro-guia. O que a centena de turistas enganados não sabe é que, após o horário de visita, os antigos Barbelas, vindos de oito séculos diferentes, ressuscitam e habitam os seus arredores. Publicado em 1964, "A Torre da Barbela" é um espantoso retrato psicológico do país desde a sua fundação, que mereceu a Ruben A. o prémio Ricardo Malheiros, atribuído pela Academia de Ciências de Lisboa, em 1965.
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Edição: Dez 2005
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Todas as tardes, ao cair do crepúsculo, no momento em que termina a visita dos turistas à Torre da Barbela, edificada por Dom Raymundo da Barbela, com trinta e dois metros de altura e classificada como monumento nacional por ser a única torre triangular da Península, os Barbela ressuscitam, trazendo consigo ódios e amores de outras épocas. Em volta da Torre transfigurada reúnem-se os parentes modernos e antigos da família, "primos vestidos em séculos diferentes e com bigodes conforme a época". Entre eles contam-se Dom Raymundo, poeta e primo de Dom Afonso Henriques, ao lado de quem combateu contra os leoneses; o Cavaleiro de aventuras, que percorre os montes com Vilancete, grande garrano da Ribeira de Lima, e seguido por Abelardo, o falcão que o auxilia na caça; a linda D. Mafalda, cujo formato dos vestidos copia os modelos de Watteau e Fragonard e se corresponde com Beckford; a princesa Brites, célebre no século XIX; Madeleine, "prima que veio de Paris cheia de cores"; Frey Ciro, o santo da família, e a bruxa de São Semedo. "A Torre da Barbela" conta-nos as ironias de oito séculos de paixão por enguias fumadas e do amor entre o Cavaleiro mais lendário do mundo e a sua prima francesa, de pessoas que só sabem falar da véspera ou do que já passou e de um local onde é difícil fazer qualquer coisa que não esteja estabelecida há quatrocentos anos. Este romance foi publicado em 1964 e conheceu três edições em vida do autor e uma reedição, pela editora Presença, em 1983. Foi distinguido com o prémio Ricardo Malheiros, da Academia de Ciências de Lisboa.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Todas as tardes, ao cair do crepúsculo, no momento em que termina a visita dos turistas à Torre da Barbela, edificada por Dom Raymundo da Barbela, com trinta e dois metros de altura e classificada como monumento nacional por ser a única torre triangular da Península, os Barbela ressuscitam, trazendo consigo ódios e amores de outras épocas. Em volta da Torre transfigurada reúnem-se os parentes modernos e antigos da família, "primos vestidos em séculos diferentes e com bigodes conforme a época". Entre eles contam-se Dom Raymundo, poeta e primo de Dom Afonso Henriques, ao lado de quem combateu contra os leoneses; o Cavaleiro de aventuras, que percorre os montes com Vilancete, grande garrano da Ribeira de Lima, e seguido por Abelardo, o falcão que o auxilia na caça; a linda D. Mafalda, cujo formato dos vestidos copia os modelos de Watteau e Fragonard e se corresponde com Beckford; a princesa Brites, célebre no século XIX; Madeleine, "prima que veio de Paris cheia de cores"; Frey Ciro, o santo da família, e a bruxa de São Semedo. "A Torre da Barbela" conta-nos as ironias de oito séculos de paixão por enguias fumadas e do amor entre o Cavaleiro mais lendário do mundo e a sua prima francesa, de pessoas que só sabem falar da véspera ou do que já passou e de um local onde é difícil fazer qualquer coisa que não esteja estabelecida há quatrocentos anos. Este romance foi publicado em 1964 e conheceu três edições em vida do autor e uma reedição, pela editora Presença, em 1983. Foi distinguido com o prémio Ricardo Malheiros, da Academia de Ciências de Lisboa.
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Edição: Abr 2022
Nº Páginas: 328
Sinopse:
As democracias liberais estão em risco. O princípio do mérito, um dos seus pilares básicos, é o responsável por essa situação. Vivemos numa constante competição. O mundo está dividido entre vencedores e perdedores. O "statu quo" é amplamente justificado pela máxima "quem muito se esforça tudo pode". O resultado? Um mundo que reforça a desigualdade social e, ao mesmo tempo, culpabiliza as pessoas. Ao analisar conceitos em torno da ética do estudo, do trabalho, do sucesso e do fracasso - e que meios são considerados legítimos para percorrer esses caminhos -, Michael J. Sandel sugere um novo olhar sobre essas relações. Salientando as contradições do discurso meritocrático, os seus contextos estruturais e a arrogância dos vencedores, o autor defende que a polarização vencedor-perdedor fez estagnar a mobilidade social, promovendo um misto de raiva e frustração que alimenta o protesto populista e a descrença nas instituições, no governo e entre cidadãos. Para ultrapassarmos as crises que afetam as nossas sociedades, precisamos de repensar as ideias de sucesso e fracasso que têm acompanhado a globalização e a crescente desigualdade. a meritocracia gera uma complacência prejudicial entre os vencedores e impõe uma sentença dura aos perdedores. Sandel, um dos filósofos mais prestigiados do nosso tempo, defende outra forma de pensar o sucesso, mais atenta ao papel da sorte, mais de acordo com uma ética de humildade e solidariedade e mais reivindicativa da dignidade do trabalho. Com base nestes fundamentos morais, "A Tirania do Mérito" apresenta uma visão esperançosa de uma nova política centrada, finalmente, no bem comum.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
As democracias liberais estão em risco. O princípio do mérito, um dos seus pilares básicos, é o responsável por essa situação. Vivemos numa constante competição. O mundo está dividido entre vencedores e perdedores. O "statu quo" é amplamente justificado pela máxima "quem muito se esforça tudo pode". O resultado? Um mundo que reforça a desigualdade social e, ao mesmo tempo, culpabiliza as pessoas. Ao analisar conceitos em torno da ética do estudo, do trabalho, do sucesso e do fracasso - e que meios são considerados legítimos para percorrer esses caminhos -, Michael J. Sandel sugere um novo olhar sobre essas relações. Salientando as contradições do discurso meritocrático, os seus contextos estruturais e a arrogância dos vencedores, o autor defende que a polarização vencedor-perdedor fez estagnar a mobilidade social, promovendo um misto de raiva e frustração que alimenta o protesto populista e a descrença nas instituições, no governo e entre cidadãos. Para ultrapassarmos as crises que afetam as nossas sociedades, precisamos de repensar as ideias de sucesso e fracasso que têm acompanhado a globalização e a crescente desigualdade. a meritocracia gera uma complacência prejudicial entre os vencedores e impõe uma sentença dura aos perdedores. Sandel, um dos filósofos mais prestigiados do nosso tempo, defende outra forma de pensar o sucesso, mais atenta ao papel da sorte, mais de acordo com uma ética de humildade e solidariedade e mais reivindicativa da dignidade do trabalho. Com base nestes fundamentos morais, "A Tirania do Mérito" apresenta uma visão esperançosa de uma nova política centrada, finalmente, no bem comum.
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Edição: Nov 2010
Nº Páginas: 376
Sinopse:
A nova edição, revista, de um dos mais originais e famosos romances de Mario Vargas Llosa. "A Tia Julia e o Escrevedor" é um dos livros mais originais de Vargas Llosa. Conta a história de Varguitas, um jovem peruano com ambições literárias que se apaixona por uma tia com quase o dobro da sua idade. Em paralelo a esse romance proibido, na Lima dos anos cinquenta, Varguitas conhece Pedro Camacho, autor excêntrico de radionovelas cujos enredos mirabolantes fascinam os peruanos. As novelas vão muito bem, até ao dia em que Pedro Camacho, sobrecarregado, começa a confundir enredos e personagens. E, ao mesmo tempo, o romance entre Varguitas e a tia Julia é descoberto pela família. Ironia e romance em doses perfeitas, memórias autobiográficas e criação literária magistral fazem deste livro um clássico da literatura contemporânea.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
A nova edição, revista, de um dos mais originais e famosos romances de Mario Vargas Llosa. "A Tia Julia e o Escrevedor" é um dos livros mais originais de Vargas Llosa. Conta a história de Varguitas, um jovem peruano com ambições literárias que se apaixona por uma tia com quase o dobro da sua idade. Em paralelo a esse romance proibido, na Lima dos anos cinquenta, Varguitas conhece Pedro Camacho, autor excêntrico de radionovelas cujos enredos mirabolantes fascinam os peruanos. As novelas vão muito bem, até ao dia em que Pedro Camacho, sobrecarregado, começa a confundir enredos e personagens. E, ao mesmo tempo, o romance entre Varguitas e a tia Julia é descoberto pela família. Ironia e romance em doses perfeitas, memórias autobiográficas e criação literária magistral fazem deste livro um clássico da literatura contemporânea.
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Edição: Set 2023
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Numa viagem pelo reino dos rios da Terra, Erik Orsenna traça o retrato de trinta e três deles, dos maiores aos mais pequenos, para mostrar as causas dos males que os afetam: a escassez mundial de água, a poluição, a multiplicação de barragens que provocam a destruição dos recursos e das paisagens. E conclui que uma grande parte da violência atual deriva tanto da escassez de água como da sua má distribuição. Cada rio tem a sua singularidade e conta uma história única. O Ganges conta a história da Índia, tal como o Mississípi reflete os contornos do sul da América ou como o Tejo, doente e em perigo, é a demonstração do fim dos climas temperados. Um retrato de trinta e três rios que são fontes de água e de vida na Europa, no Levante e no Crescente Fértil, com o rio Jordão e o seu triste fim, na Ásia, do teto do mundo ao Laos e à China, na Austrália e nas Américas, com o grande Amazonas, e em África, com os seus três grandes rios Nilo, Níger e Congo.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Numa viagem pelo reino dos rios da Terra, Erik Orsenna traça o retrato de trinta e três deles, dos maiores aos mais pequenos, para mostrar as causas dos males que os afetam: a escassez mundial de água, a poluição, a multiplicação de barragens que provocam a destruição dos recursos e das paisagens. E conclui que uma grande parte da violência atual deriva tanto da escassez de água como da sua má distribuição. Cada rio tem a sua singularidade e conta uma história única. O Ganges conta a história da Índia, tal como o Mississípi reflete os contornos do sul da América ou como o Tejo, doente e em perigo, é a demonstração do fim dos climas temperados. Um retrato de trinta e três rios que são fontes de água e de vida na Europa, no Levante e no Crescente Fértil, com o rio Jordão e o seu triste fim, na Ásia, do teto do mundo ao Laos e à China, na Austrália e nas Américas, com o grande Amazonas, e em África, com os seus três grandes rios Nilo, Níger e Congo.
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Edição: Jul 2020
Nº Páginas: 484
Sinopse:
Sofia tem 32 anos, é professora num colégio em Lisboa e casada com um arquiteto de uma família nobre ribatejana. Ele conservador e ela liberal, não tinham nada em comum quando se apaixonaram numas férias de verão dez anos antes. Viveram um namoro feliz seguido de um casamento de sonho, desgastado pela sua obsessão por uma gravidez. Quando descobre que foi traída, Sofia aceita uma proposta para substituir a sua mentora e viaja para o interior de Moçambique. Disposta a viver aventuras, envolve-se com Alex, um homem que a atrai, apesar dos seus modos secos e do pressentimento de que lhe esconde algo. Corajosa e determinada, Sofia irá descobrir tudo aquilo de que é capaz, incluindo arriscar a sua vida.
Nº Páginas: 484
Sinopse:
Sofia tem 32 anos, é professora num colégio em Lisboa e casada com um arquiteto de uma família nobre ribatejana. Ele conservador e ela liberal, não tinham nada em comum quando se apaixonaram numas férias de verão dez anos antes. Viveram um namoro feliz seguido de um casamento de sonho, desgastado pela sua obsessão por uma gravidez. Quando descobre que foi traída, Sofia aceita uma proposta para substituir a sua mentora e viaja para o interior de Moçambique. Disposta a viver aventuras, envolve-se com Alex, um homem que a atrai, apesar dos seus modos secos e do pressentimento de que lhe esconde algo. Corajosa e determinada, Sofia irá descobrir tudo aquilo de que é capaz, incluindo arriscar a sua vida.
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 192
Sinopse:
O mar tem um enorme significado cultural e espiritual para todos nós, que continuamos a olhar para ele como se fosse uma farmácia que trata todos os males. O mar fornece-nos alimento, promove a atividade física, oferece oportunidades de lazer e ajuda a aliviar o stress, além de ser uma eterna fonte de beleza e inspiração. Apesar de nos sentirmos saudáveis e felizes quando estamos junto ao mar, não existiam provas científicas para quantificar esta ligação. Até agora. Certos estudos, onde se inclui o trabalho da investigadora Deborah Cracknell, já revelam os benefícios terapêuticos de respirar o ar marítimo. Neste livro irá encontrar informação sobre: os benefícios do mar para a saúde física, mental e emocional, e as técnicas para potenciar esses benefícios; como usufruir das vantagens do oceano na sua casa e o impacto das atividades humanas nos habitats marinhos e o que devemos fazer para o amenizar.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
O mar tem um enorme significado cultural e espiritual para todos nós, que continuamos a olhar para ele como se fosse uma farmácia que trata todos os males. O mar fornece-nos alimento, promove a atividade física, oferece oportunidades de lazer e ajuda a aliviar o stress, além de ser uma eterna fonte de beleza e inspiração. Apesar de nos sentirmos saudáveis e felizes quando estamos junto ao mar, não existiam provas científicas para quantificar esta ligação. Até agora. Certos estudos, onde se inclui o trabalho da investigadora Deborah Cracknell, já revelam os benefícios terapêuticos de respirar o ar marítimo. Neste livro irá encontrar informação sobre: os benefícios do mar para a saúde física, mental e emocional, e as técnicas para potenciar esses benefícios; como usufruir das vantagens do oceano na sua casa e o impacto das atividades humanas nos habitats marinhos e o que devemos fazer para o amenizar.
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Edição: Fev 2019
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Ler estórias é levar a alma a passear, pois cada estória é uma viagem de um local a outro, através da magia e do encantamento. Quando se lê uma história de encantar, descobre-se o bem, e ele desabrocha dentro de si. E, se do seu interior vier a felicidade, a mesma vibrará mais forte em cada célula do seu ser. Esta é uma forma única de acolher a sabedoria, o lúdico e a magia do lado simbólico das palavras. As metáforas levam-no a refletir e a sonhar, mas, quando são profundas, também têm o poder de curar. Cada estória aqui narrada é terapêutica e leva-o a pensar sobre a sua própria história. Se se encantar com cada uma delas, a sua vida ficará encantadora. É esse o poder da Terapia do Encantamento.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Ler estórias é levar a alma a passear, pois cada estória é uma viagem de um local a outro, através da magia e do encantamento. Quando se lê uma história de encantar, descobre-se o bem, e ele desabrocha dentro de si. E, se do seu interior vier a felicidade, a mesma vibrará mais forte em cada célula do seu ser. Esta é uma forma única de acolher a sabedoria, o lúdico e a magia do lado simbólico das palavras. As metáforas levam-no a refletir e a sonhar, mas, quando são profundas, também têm o poder de curar. Cada estória aqui narrada é terapêutica e leva-o a pensar sobre a sua própria história. Se se encantar com cada uma delas, a sua vida ficará encantadora. É esse o poder da Terapia do Encantamento.
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Com um apartamento novo em São Francisco e uma batedeira de bolos topo de gama, Caroline Reynolds podia ser feliz, não fosse a falta que sente do seu O (sim, aquele com direito a bolinha vermelha…). É dona do gato mais esperto do planeta, mas isso não compensa o facto de há muito não ter contacto com um O. E por muito bem que a sua carreira como designer de interiores esteja a correr, se há coisa que na sua vida não tem sucesso é o seu triste e há muito perdido "O". Para piorar esta falta de prazer, não consegue dormir desde que mudou de casa. Tudo por causa do barulhento e engatatão vizinho do lado e das suas ruidosas atividades noturnas! O culpado pela trepidação das paredes de Caroline é Simon Parker, que todas as noites faz questão de mostrar que está em grande forma no que toca ao amor. Por isso, quando o barulho ameaça atirá-la literalmente para fora da cama, envolta pela frustração sexual e por um sensual baby-doll cor-de-rosa, ela decide confrontar o vizinho que passa a vida a ouvir mas nunca viu. Só que a tensão entre eles é tão forte como as paredes são fracas… Com umas paredes tão finas, é impossível não sentir a tentação na porta ao lado…
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Com um apartamento novo em São Francisco e uma batedeira de bolos topo de gama, Caroline Reynolds podia ser feliz, não fosse a falta que sente do seu O (sim, aquele com direito a bolinha vermelha…). É dona do gato mais esperto do planeta, mas isso não compensa o facto de há muito não ter contacto com um O. E por muito bem que a sua carreira como designer de interiores esteja a correr, se há coisa que na sua vida não tem sucesso é o seu triste e há muito perdido "O". Para piorar esta falta de prazer, não consegue dormir desde que mudou de casa. Tudo por causa do barulhento e engatatão vizinho do lado e das suas ruidosas atividades noturnas! O culpado pela trepidação das paredes de Caroline é Simon Parker, que todas as noites faz questão de mostrar que está em grande forma no que toca ao amor. Por isso, quando o barulho ameaça atirá-la literalmente para fora da cama, envolta pela frustração sexual e por um sensual baby-doll cor-de-rosa, ela decide confrontar o vizinho que passa a vida a ouvir mas nunca viu. Só que a tensão entre eles é tão forte como as paredes são fracas… Com umas paredes tão finas, é impossível não sentir a tentação na porta ao lado…
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Edição: Jul 2021
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Quando o furacão Leo ameaça Camino Island, na Florida, o governador rapidamente dá ordem de evacuação. A maior parte dos moradores abandona as suas casas e foge para o continente, mas um pequeno grupo de resistentes decide ficar. Entre eles está Bruce Cable, proprietário da Bay Books, no centro de Santa Rosa. O furacão é devastador: casas e negócios são destruídos, hotéis e montras de lojas arrasadas, ruas inundadas e morre uma dezena de pessoas. Uma das vítimas é Nelson Kerr, amigo de Bruce e escritor de thrillers, e vários golpes misteriosos na cabeça sugerem que a tempestade não foi a causa de morte. Quem quereria Nelson morto? A polícia local, sobrecarregada com as consequências da tempestade, não se encontra em condições de desvendar o caso. Bruce começa a questionar se as personagens obscuras dos romances de Nelson não seriam mais factos do que ficção. O manuscrito do seu novo romance está algures no computador de Nelson e a chave para resolver a sua morte pode estar ali, preto no branco. Bruce começa a investigar e o que encontra nas entrelinhas é mais chocante do que a trama imaginada por Nelson, e muito mais perigoso.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Quando o furacão Leo ameaça Camino Island, na Florida, o governador rapidamente dá ordem de evacuação. A maior parte dos moradores abandona as suas casas e foge para o continente, mas um pequeno grupo de resistentes decide ficar. Entre eles está Bruce Cable, proprietário da Bay Books, no centro de Santa Rosa. O furacão é devastador: casas e negócios são destruídos, hotéis e montras de lojas arrasadas, ruas inundadas e morre uma dezena de pessoas. Uma das vítimas é Nelson Kerr, amigo de Bruce e escritor de thrillers, e vários golpes misteriosos na cabeça sugerem que a tempestade não foi a causa de morte. Quem quereria Nelson morto? A polícia local, sobrecarregada com as consequências da tempestade, não se encontra em condições de desvendar o caso. Bruce começa a questionar se as personagens obscuras dos romances de Nelson não seriam mais factos do que ficção. O manuscrito do seu novo romance está algures no computador de Nelson e a chave para resolver a sua morte pode estar ali, preto no branco. Bruce começa a investigar e o que encontra nas entrelinhas é mais chocante do que a trama imaginada por Nelson, e muito mais perigoso.
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 352
Sinopse:
No Oceano Índico, uma embarcação de pesquisa da equipa NUMA está a recolher amostras de água quando um membro da tripulação deteta uma mancha na água. O que a princípio parecia ser uma mancha de óleo rapidamente se transforma numa nuvem de partículas negras que subitamente ataca a embarcação, matando a tripulação e deixando os destroços em chamas. Algumas horas mais tarde, Kurt Austin e Joe Zavala têm de lidar com as consequências de um acidente que não deixou sobreviventes. Um audacioso plano está em marcha para alterar o clima à escala global através de uma tecnologia concebida para destruir a poluição marítima. Mas a face do inimigo nem sempre é percetível, e sendo esta missão profundamente pessoal para a equipa NUMA, o perigo pode estar muito próximo de casa…
Nº Páginas: 352
Sinopse:
No Oceano Índico, uma embarcação de pesquisa da equipa NUMA está a recolher amostras de água quando um membro da tripulação deteta uma mancha na água. O que a princípio parecia ser uma mancha de óleo rapidamente se transforma numa nuvem de partículas negras que subitamente ataca a embarcação, matando a tripulação e deixando os destroços em chamas. Algumas horas mais tarde, Kurt Austin e Joe Zavala têm de lidar com as consequências de um acidente que não deixou sobreviventes. Um audacioso plano está em marcha para alterar o clima à escala global através de uma tecnologia concebida para destruir a poluição marítima. Mas a face do inimigo nem sempre é percetível, e sendo esta missão profundamente pessoal para a equipa NUMA, o perigo pode estar muito próximo de casa…
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Edição: Out 2013
Nº Páginas: 808
Sinopse:
Mais de 50 milhões de pessoas perderam a vida nos 2174 dias de duração da II Guerra Mundial. Os Aliados venceram. Mas poderia o Eixo, com uma estratégia diferente, ter ganho? O galardoado historiador Andrew Roberts parte desta nova e intrigante premissa. E coloca a questão: Os generais alemães, tão rápidos a culpar Hitler pela derrota, poderiam ter conduzido a guerra de modo diferente? Da Frente Ocidental ao Norte de África, do Mar Báltico ao Extremo Oriente, o autor conta-nos a história da guerra - as grandes estratégias e as experiências individuais, a crueldade e o heroísmo - como nunca antes foi contada. E revela numerosos documentos inéditos - como a carta de apoio de Werner von Blomberg que proporcionou poder total a Hitler; ou a Ordem de Paragem de Hitler que permitiu o Milagre de Dunquerque.
Nº Páginas: 808
Sinopse:
Mais de 50 milhões de pessoas perderam a vida nos 2174 dias de duração da II Guerra Mundial. Os Aliados venceram. Mas poderia o Eixo, com uma estratégia diferente, ter ganho? O galardoado historiador Andrew Roberts parte desta nova e intrigante premissa. E coloca a questão: Os generais alemães, tão rápidos a culpar Hitler pela derrota, poderiam ter conduzido a guerra de modo diferente? Da Frente Ocidental ao Norte de África, do Mar Báltico ao Extremo Oriente, o autor conta-nos a história da guerra - as grandes estratégias e as experiências individuais, a crueldade e o heroísmo - como nunca antes foi contada. E revela numerosos documentos inéditos - como a carta de apoio de Werner von Blomberg que proporcionou poder total a Hitler; ou a Ordem de Paragem de Hitler que permitiu o Milagre de Dunquerque.
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Edição: Fev 2018
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Literatura de alto risco, inquietante, que põe ombro a ombro ideias hipnóticas, terríficas, resoluções devastadoras e momentos de uma beleza estranha e desarmante, os contos de Marina Perezagua, reunidos neste volume inédito, são pequenas explosões literárias. Misturando o insólito, a violência, a beleza, a esperança, a crueldade e o desespero, apresentam, tão dura como ela é, a parte negra da experiência humana, sem limar arestas ou evitar faúlhas, mas também sem negar a possibilidade de redenção, o reencontro e o amor.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Literatura de alto risco, inquietante, que põe ombro a ombro ideias hipnóticas, terríficas, resoluções devastadoras e momentos de uma beleza estranha e desarmante, os contos de Marina Perezagua, reunidos neste volume inédito, são pequenas explosões literárias. Misturando o insólito, a violência, a beleza, a esperança, a crueldade e o desespero, apresentam, tão dura como ela é, a parte negra da experiência humana, sem limar arestas ou evitar faúlhas, mas também sem negar a possibilidade de redenção, o reencontro e o amor.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Procurando combater a ansiedade e terminar as leituras para um exame, quando era estudante, Francesco Cirillo desenvolveu aquele que veio a ser o seu famoso sistema para melhorar a produtividade. Usando um alarme de cozinha em forma de tomate (pomodoro em italiano), ele dividiu o tempo em intervalos de 25 minutos, com 5 minutos de descanso entre si. Assim, foi capaz de obrigar a mente a focar-se naquilo que requeria atenção num momento específico, concluir a tarefa e deixar a mente calma de novo. Seguindo este método fácil e altamente adaptável, pode alcançar a mesma tranquilidade. Com apenas papel, caneta e um pomodoro (ou outro alarme que prefira), vai aprender como fazer o tempo agir a seu favor, acabar com a exaustão, gerir as distrações e equilibrar melhor a vida pessoal e profissional. Com a Técnica Pomodoro, será capaz de: aliviar a ansiedade; aumentar o foco e a concentração ao diminuir as interrupções; ampliar a consciência sobre as suas decisões; impulsionar a motivação e mantê-la constante; sustentar a determinação para atingir objetivos; otimizar processos de estudo ou trabalho; fortalecer a determinação para continuar a dedicar-se a situações complexas.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Procurando combater a ansiedade e terminar as leituras para um exame, quando era estudante, Francesco Cirillo desenvolveu aquele que veio a ser o seu famoso sistema para melhorar a produtividade. Usando um alarme de cozinha em forma de tomate (pomodoro em italiano), ele dividiu o tempo em intervalos de 25 minutos, com 5 minutos de descanso entre si. Assim, foi capaz de obrigar a mente a focar-se naquilo que requeria atenção num momento específico, concluir a tarefa e deixar a mente calma de novo. Seguindo este método fácil e altamente adaptável, pode alcançar a mesma tranquilidade. Com apenas papel, caneta e um pomodoro (ou outro alarme que prefira), vai aprender como fazer o tempo agir a seu favor, acabar com a exaustão, gerir as distrações e equilibrar melhor a vida pessoal e profissional. Com a Técnica Pomodoro, será capaz de: aliviar a ansiedade; aumentar o foco e a concentração ao diminuir as interrupções; ampliar a consciência sobre as suas decisões; impulsionar a motivação e mantê-la constante; sustentar a determinação para atingir objetivos; otimizar processos de estudo ou trabalho; fortalecer a determinação para continuar a dedicar-se a situações complexas.
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Edição: Abr 2015
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Publicado em 1929, A Taça de Ouro foi o romance de estreia de John Steinbeck e constitui ainda hoje, para muitos dos seus leitores, uma obra de culto. Inspirado na vida do corsário britânico Henry Morgan, centra-se no episódio do saque da cidade do Panamá, por alguns designada como a «taça de ouro». Henry Morgan dominou o mar das Caraíbas por volta de 1670, semeando a destruição e pilhando as costas de Cuba e de todo o continente americano, espalhando o terror por onde quer que passasse. A sua ambição e a sua ânsia de poder não tinham limites. Duas paixões absorviam-no por inteiro: possuir uma mulher misteriosa conhecida como La Santa Roja, a santa vermelha, e conquistar o Panamá para subtrair a «taça de ouro» das mãos dos ocupantes espanhóis. Originalmente subintitulado «Uma vida de Sir Henry Morgan, corsário, com ocasionais referências à História», esta brilhante fantasia, de um lirismo quase barroco, foi o único romance histórico escrito por John Steinbeck.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Publicado em 1929, A Taça de Ouro foi o romance de estreia de John Steinbeck e constitui ainda hoje, para muitos dos seus leitores, uma obra de culto. Inspirado na vida do corsário britânico Henry Morgan, centra-se no episódio do saque da cidade do Panamá, por alguns designada como a «taça de ouro». Henry Morgan dominou o mar das Caraíbas por volta de 1670, semeando a destruição e pilhando as costas de Cuba e de todo o continente americano, espalhando o terror por onde quer que passasse. A sua ambição e a sua ânsia de poder não tinham limites. Duas paixões absorviam-no por inteiro: possuir uma mulher misteriosa conhecida como La Santa Roja, a santa vermelha, e conquistar o Panamá para subtrair a «taça de ouro» das mãos dos ocupantes espanhóis. Originalmente subintitulado «Uma vida de Sir Henry Morgan, corsário, com ocasionais referências à História», esta brilhante fantasia, de um lirismo quase barroco, foi o único romance histórico escrito por John Steinbeck.
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Edição: Nov 2009
Nº Páginas: 336
Sinopse:
No final do século XV, um velho mestre flamengo introduz num dos seus quadros um enigma que pode mudar a história da Europa. No quadro, o duque de Ostenburgo e o seu cavaleiro estão embrenhados numa partida de xadrez enquanto são observados por uma misteriosa dama vestida de negro. Todavia, à época em que o quadro foi pintado, um dos jogadores já havia sido assassinado. Cinco séculos depois, uma restauradora de arte encontra a inscrição oculta: uis necavit equitem? (Quem matou o cavaleiro?) Auxiliada por um antiquário e um excêntrico jogador de xadrez, a jovem decide resolver o enigma. A investigação assumirá contornos muito singulares: o seu êxito ou fracasso será determinado, jogada a jogada, através de uma partida de xadrez constantemente ameaçada por uma sucessão diabólica de armadilhas e equívocos. Livro fundamental para os amantes do mistério, A Tábua de Flandres foi a obra que tornou Arturo Pérez-Reverte o escritor espanhol contemporâneo mais lido em todo o mundo. Já adaptado ao cinema, é um apaixonante puzzle que o autor encadeia com uma destreza absolutamente excepcional.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
No final do século XV, um velho mestre flamengo introduz num dos seus quadros um enigma que pode mudar a história da Europa. No quadro, o duque de Ostenburgo e o seu cavaleiro estão embrenhados numa partida de xadrez enquanto são observados por uma misteriosa dama vestida de negro. Todavia, à época em que o quadro foi pintado, um dos jogadores já havia sido assassinado. Cinco séculos depois, uma restauradora de arte encontra a inscrição oculta: uis necavit equitem? (Quem matou o cavaleiro?) Auxiliada por um antiquário e um excêntrico jogador de xadrez, a jovem decide resolver o enigma. A investigação assumirá contornos muito singulares: o seu êxito ou fracasso será determinado, jogada a jogada, através de uma partida de xadrez constantemente ameaçada por uma sucessão diabólica de armadilhas e equívocos. Livro fundamental para os amantes do mistério, A Tábua de Flandres foi a obra que tornou Arturo Pérez-Reverte o escritor espanhol contemporâneo mais lido em todo o mundo. Já adaptado ao cinema, é um apaixonante puzzle que o autor encadeia com uma destreza absolutamente excepcional.
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Edição: Set 2011
Nº Páginas: 360
Sinopse:
"Manuel Cerveira Pereira, o conquistador de Benguela, é um filho de puta." Assim começa um grande romance de aventuras que nos conduz a Angola dos séculos XVI e XVII, enquanto Portugal vivia sob o domínio filipino. Entre lutas de poder, muitas conspirações, envolvendo governadores e ordens religiosas com os franciscanos e os jesuítas na linha da frente, travamos conhecimento com homens muito ambiciosos, com um inglês um pouco doido, e com os terríveis jagas, os guerreiros incomparáveis que povoavam os piores pesadelos dos brancos, ao mesmo tempo que nos deixamos encantar por um fugitivo que se torna um aventureiro e explorador de terras por desbravar. O regresso de Pepetela com um empolgante romance ambientado nos primórdios do colonialismo, revelando uma época desconhecida da história de Angola.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
"Manuel Cerveira Pereira, o conquistador de Benguela, é um filho de puta." Assim começa um grande romance de aventuras que nos conduz a Angola dos séculos XVI e XVII, enquanto Portugal vivia sob o domínio filipino. Entre lutas de poder, muitas conspirações, envolvendo governadores e ordens religiosas com os franciscanos e os jesuítas na linha da frente, travamos conhecimento com homens muito ambiciosos, com um inglês um pouco doido, e com os terríveis jagas, os guerreiros incomparáveis que povoavam os piores pesadelos dos brancos, ao mesmo tempo que nos deixamos encantar por um fugitivo que se torna um aventureiro e explorador de terras por desbravar. O regresso de Pepetela com um empolgante romance ambientado nos primórdios do colonialismo, revelando uma época desconhecida da história de Angola.
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Edição: Mar 2009
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Na primeira semana do primeiro mês do primeiro ano da segunda metade do século XX, ao protagonista, que também faz as vezes de narrador, é dado o nome de Hajime, que significa "início". Filho único de uma normal família japonesa, Hajime vive numa província um pouco sonolenta, como normalmente todas as províncias o são. Nos seus tempos de rapazinho faz amizade com Shimamoto, também ela filha única e rapariga brilhante na escola, com quem reparte interesses pela leitura e pela música. Juntos, têm por hábito escutar a colecção de discos do pai dela, sobretudo "South of the Border, West of the Sun", tema de Nat King Cole que dá título ao romance. Mas o destino faz com que os dois companheiros de escola sejam obrigados a separar-se. Os anos passam, Hajime segue a sua vida. A lembrança de Shimamoto, porém, permanece viva, tanto como aquilo que poderia ter sido como aquilo que não foi. De um dia para o outro, vinte anos mais tarde, Shimamoto reaparece certa noite na vida de Hajime. Para além de ser uma mulher de grande beleza e rara intensidade, a sua simples presença encontra-se envolta em mistério. Da noite para o dia, Hajime vê-se catapultado para o passado, colocando tudo o que tem, todo o seu presente em risco.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Na primeira semana do primeiro mês do primeiro ano da segunda metade do século XX, ao protagonista, que também faz as vezes de narrador, é dado o nome de Hajime, que significa "início". Filho único de uma normal família japonesa, Hajime vive numa província um pouco sonolenta, como normalmente todas as províncias o são. Nos seus tempos de rapazinho faz amizade com Shimamoto, também ela filha única e rapariga brilhante na escola, com quem reparte interesses pela leitura e pela música. Juntos, têm por hábito escutar a colecção de discos do pai dela, sobretudo "South of the Border, West of the Sun", tema de Nat King Cole que dá título ao romance. Mas o destino faz com que os dois companheiros de escola sejam obrigados a separar-se. Os anos passam, Hajime segue a sua vida. A lembrança de Shimamoto, porém, permanece viva, tanto como aquilo que poderia ter sido como aquilo que não foi. De um dia para o outro, vinte anos mais tarde, Shimamoto reaparece certa noite na vida de Hajime. Para além de ser uma mulher de grande beleza e rara intensidade, a sua simples presença encontra-se envolta em mistério. Da noite para o dia, Hajime vê-se catapultado para o passado, colocando tudo o que tem, todo o seu presente em risco.
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Paul Katrakilis vive em Miami há alguns anos. Nunca conheceu tamanha felicidade. Ainda assim, sempre se sentiu deslocado do mundo que o rodeia. Nem a cesta punta, o desporto cuja beleza o entusiasma e que pratica como profissional, depois de abandonar uma carreira como médico, consegue libertá-lo do peso que carrega sobre os ombros. Quando o consulado de França o chama para lhe comunicar a morte do pai, decide-se por fim a enfrentar a memória de uma família que tentou em vão deixar para trás. Porque os Katrakilis são tudo menos banais: o avô, Spyridon, ex-médico de Stálin, fugiu da URSS com uma lamela do cérebro do ditador; o pai, Adrian, médico também, sempre foi um homem estranho, aparentemente insensível; a mãe, Anna, e o seu irmão Jules, tio de Paul, descendiam de prestigiados relojoeiros e viveram como marido e mulher na grande mansão familiar. É toda uma dinastia que, de uma maneira ou de outra, sempre pareceu condenada à extinção. Paul tem agora de voltar a França para tratar da casa. Quando lhe caem nas mãos dois cadernos negros que pertenceram ao pai, percebe enfim que sentido dar à sua herança. A Sucessão, romance finalista do Prémio Goncourt 2016, é uma história comovente, em que a tristeza da perda e a evocação nostálgica da felicidade se entrelaçam na perfeição.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Paul Katrakilis vive em Miami há alguns anos. Nunca conheceu tamanha felicidade. Ainda assim, sempre se sentiu deslocado do mundo que o rodeia. Nem a cesta punta, o desporto cuja beleza o entusiasma e que pratica como profissional, depois de abandonar uma carreira como médico, consegue libertá-lo do peso que carrega sobre os ombros. Quando o consulado de França o chama para lhe comunicar a morte do pai, decide-se por fim a enfrentar a memória de uma família que tentou em vão deixar para trás. Porque os Katrakilis são tudo menos banais: o avô, Spyridon, ex-médico de Stálin, fugiu da URSS com uma lamela do cérebro do ditador; o pai, Adrian, médico também, sempre foi um homem estranho, aparentemente insensível; a mãe, Anna, e o seu irmão Jules, tio de Paul, descendiam de prestigiados relojoeiros e viveram como marido e mulher na grande mansão familiar. É toda uma dinastia que, de uma maneira ou de outra, sempre pareceu condenada à extinção. Paul tem agora de voltar a França para tratar da casa. Quando lhe caem nas mãos dois cadernos negros que pertenceram ao pai, percebe enfim que sentido dar à sua herança. A Sucessão, romance finalista do Prémio Goncourt 2016, é uma história comovente, em que a tristeza da perda e a evocação nostálgica da felicidade se entrelaçam na perfeição.
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Edição: Jun 2020
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Continuam as aventuras e desventuras de Luis María de Monroy, o jovem soldado dos terços já nosso conhecido de O cativo, num contexto de contínuas contendas entre as tropas espanholas de Felipe II e as do Império otomano, em pleno século xvi. Derrotado e cativo no seguimento da Batalha de Djerba, graças à sua inteligência, ao seu domínio do canto e do alaúde, bem como a um ou outro golpe de sorte, conseguirá resguardar a sua vida, primeiro em Susa e depois em Istambul, a urbe mais fascinante e cosmopolita da época, onde vai arriscar duplamente a vida ao colaborar com uma trama de espionagem ao serviço do imperador espanhol. A vida apaixonante do cavaleiro Monroy, protagonista da bem-sucedida trilogia de O cavaleiro de Alcántara, é o fiel reflexo de uma época tão fascinante quanto complexa, a do esplendor do império hispânico dos Áustrias, a mesma de Lope de Vega e Cervantes. O protagonista do romance em breve descobrirá que os ideais cavaleirescos e religiosos, a música e a poesia, a pátria e a honra, devem conviver inevitavelmente com a crueldade da guerra, com a fome que assola o povo e, por vezes, com a iniquidade dos seus governantes.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Continuam as aventuras e desventuras de Luis María de Monroy, o jovem soldado dos terços já nosso conhecido de O cativo, num contexto de contínuas contendas entre as tropas espanholas de Felipe II e as do Império otomano, em pleno século xvi. Derrotado e cativo no seguimento da Batalha de Djerba, graças à sua inteligência, ao seu domínio do canto e do alaúde, bem como a um ou outro golpe de sorte, conseguirá resguardar a sua vida, primeiro em Susa e depois em Istambul, a urbe mais fascinante e cosmopolita da época, onde vai arriscar duplamente a vida ao colaborar com uma trama de espionagem ao serviço do imperador espanhol. A vida apaixonante do cavaleiro Monroy, protagonista da bem-sucedida trilogia de O cavaleiro de Alcántara, é o fiel reflexo de uma época tão fascinante quanto complexa, a do esplendor do império hispânico dos Áustrias, a mesma de Lope de Vega e Cervantes. O protagonista do romance em breve descobrirá que os ideais cavaleirescos e religiosos, a música e a poesia, a pátria e a honra, devem conviver inevitavelmente com a crueldade da guerra, com a fome que assola o povo e, por vezes, com a iniquidade dos seus governantes.
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Edição: Ago 2021
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Num amanhecer de 1945, um rapaz é levado pelo pai a um misterioso lugar escondido no coração da cidade velha: O Cemitério dos Livros Esquecidos. Ali, Daniel Sempere encontra um livro maldito que muda o rumo da sua vida e que o arrasta para um labirinto de intrigas e segredos enterrados na alma obscura da cidade. A Sombra do Vento é um mistério literário que tem como cenário a Barcelona da primeira metade do século, desde os últimos esplendores do Modernismo até às trevas do pós-guerra. Uma narrativa poderosa, que combina intriga, romance histórico, comédia de costumes, e que é acima de tudo uma trágica história de amor cujo eco se projeta através do tempo. O autor entrelaça tramas e enigmas numa história inesquecível sobre os segredos do coração e do feitiço dos livros, mantendo o suspense até à última página.
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Num amanhecer de 1945, um rapaz é levado pelo pai a um misterioso lugar escondido no coração da cidade velha: O Cemitério dos Livros Esquecidos. Ali, Daniel Sempere encontra um livro maldito que muda o rumo da sua vida e que o arrasta para um labirinto de intrigas e segredos enterrados na alma obscura da cidade. A Sombra do Vento é um mistério literário que tem como cenário a Barcelona da primeira metade do século, desde os últimos esplendores do Modernismo até às trevas do pós-guerra. Uma narrativa poderosa, que combina intriga, romance histórico, comédia de costumes, e que é acima de tudo uma trágica história de amor cujo eco se projeta através do tempo. O autor entrelaça tramas e enigmas numa história inesquecível sobre os segredos do coração e do feitiço dos livros, mantendo o suspense até à última página.
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Edição: Jul 2015
Nº Páginas: 104
Sinopse:
"A Sombra do Mar" é o novo livro de poesia de Armando Silva Carvalho, premiado com o Grande Prémio DST Literatura 2014 pelo seu livro anterior, "De Amore". De Eugénio a Pessoa, das perturbadoras imagens da actualidade vistas na televisão ao desencanto da velhice, do bosão de Higgs ao prazer da vida. Um livro admirável de um dos grandes poetas do nosso tempo. "A idade traz-me as metáforas do perigo e também as suas regras no desastre. […]"
Nº Páginas: 104
Sinopse:
"A Sombra do Mar" é o novo livro de poesia de Armando Silva Carvalho, premiado com o Grande Prémio DST Literatura 2014 pelo seu livro anterior, "De Amore". De Eugénio a Pessoa, das perturbadoras imagens da actualidade vistas na televisão ao desencanto da velhice, do bosão de Higgs ao prazer da vida. Um livro admirável de um dos grandes poetas do nosso tempo. "A idade traz-me as metáforas do perigo e também as suas regras no desastre. […]"
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Thriller religioso, ao melhor estilo de Dan Brown, onde o autor explora a possibilidade histórica de não ser Santiago o santo sepultado na Catedral. Rafael Franco, um conceituado escritor português, que aborda sobretudo os Caminhos de Santiago na sua escrita, vê-se arrastado para a investigação a um estranho assassinato, após ter sido convidado para a apresentação do seu novo livro na capital da Galiza. De um momento para o outro, e ainda sem perceber o que se passa à sua volta, Rafael irá encontrar-se no meio de uma teia de poderes obscuros e tornar-se parte integrante de uma sucessão vertiginosa de acontecimentos, que não só poderão colocar em causa a História, que temos como verdadeira, como a sua própria vida.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Thriller religioso, ao melhor estilo de Dan Brown, onde o autor explora a possibilidade histórica de não ser Santiago o santo sepultado na Catedral. Rafael Franco, um conceituado escritor português, que aborda sobretudo os Caminhos de Santiago na sua escrita, vê-se arrastado para a investigação a um estranho assassinato, após ter sido convidado para a apresentação do seu novo livro na capital da Galiza. De um momento para o outro, e ainda sem perceber o que se passa à sua volta, Rafael irá encontrar-se no meio de uma teia de poderes obscuros e tornar-se parte integrante de uma sucessão vertiginosa de acontecimentos, que não só poderão colocar em causa a História, que temos como verdadeira, como a sua própria vida.
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Este livro continua Os Afluentes do Silêncio — são coisas ocasionais: falas em raras ocasiões públicas, prefácios a dois ou três livros em colaboração com amigos, palavras de amizade ou admiração em catálogos de exposições ou plaquetes de homenagem. Coisas assim, esparsas, uma vez mais, no correr dos dias. Terei de reconhecer que falo de mim mais do que devia mas, em prosa, ninguém me voltará a encontrar noutro sítio — prometo.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Este livro continua Os Afluentes do Silêncio — são coisas ocasionais: falas em raras ocasiões públicas, prefácios a dois ou três livros em colaboração com amigos, palavras de amizade ou admiração em catálogos de exposições ou plaquetes de homenagem. Coisas assim, esparsas, uma vez mais, no correr dos dias. Terei de reconhecer que falo de mim mais do que devia mas, em prosa, ninguém me voltará a encontrar noutro sítio — prometo.
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Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 1064
Sinopse:
Existe um mundo de Luz e Sombra onde o Bem e o Mal travam uma eterna batalha. É o mundo da Roda do Tempo, uma das melhores séries de fantasia épica alguma vez escrita. A Pedra de Tear, invulnerável fortaleza lendária, caiu. Os Amigos do Tenebroso tentam que tudo e todos caminhem para as trevas. Rand al'Thor, o homem que foi proclamado o Dragão Renascido, tem de seguir em frente e cumprir o seu destino: proteger o mundo do regresso do Tenebroso. Felizmente, para ajudar a combater o mal, consegue apoderar-se da Callandor, a Espada que não é Uma Espada, mas as sombras ganham força. Rand terá de alcançar a Fonte Verdadeira, corrompida pelo Tenebroso, o que acarreta perigos terríveis e um poder que o poderá levar à loucura, pondo-o ao serviço do Grande Senhor das Trevas, mas é a única saída para evitar uma calamidade.
Nº Páginas: 1064
Sinopse:
Existe um mundo de Luz e Sombra onde o Bem e o Mal travam uma eterna batalha. É o mundo da Roda do Tempo, uma das melhores séries de fantasia épica alguma vez escrita. A Pedra de Tear, invulnerável fortaleza lendária, caiu. Os Amigos do Tenebroso tentam que tudo e todos caminhem para as trevas. Rand al'Thor, o homem que foi proclamado o Dragão Renascido, tem de seguir em frente e cumprir o seu destino: proteger o mundo do regresso do Tenebroso. Felizmente, para ajudar a combater o mal, consegue apoderar-se da Callandor, a Espada que não é Uma Espada, mas as sombras ganham força. Rand terá de alcançar a Fonte Verdadeira, corrompida pelo Tenebroso, o que acarreta perigos terríveis e um poder que o poderá levar à loucura, pondo-o ao serviço do Grande Senhor das Trevas, mas é a única saída para evitar uma calamidade.
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Edição: Jun 2013
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Nas páginas deste livro, Isabel Allende narra com franqueza a história recente da sua vida e da sua peculiar família na Califórnia, numa casa aberta, cheia de gente e de personagens literárias. Filhas perdidas, netos e livros que nascem, êxitos e sofrimento, uma viagem ao mundo dos vícios e outras a lugares remotos do mundo em busca de inspiração, juntamente com divórcios, encontros, amores, separações, crises matrimoniais e reconciliações. A soma dos dias é também uma história de amor entre duas pessoas que ultrapassaram muitos obstáculos sem perderem a paixão nem o humor, e de uma família moderna ameaçada por conflitos e unida, apesar de tudo, pelo carinho e pela decisão de continuar em frente - uma família que descobrimos em Paula e que descende das personagens de A casa dos espíritos.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Nas páginas deste livro, Isabel Allende narra com franqueza a história recente da sua vida e da sua peculiar família na Califórnia, numa casa aberta, cheia de gente e de personagens literárias. Filhas perdidas, netos e livros que nascem, êxitos e sofrimento, uma viagem ao mundo dos vícios e outras a lugares remotos do mundo em busca de inspiração, juntamente com divórcios, encontros, amores, separações, crises matrimoniais e reconciliações. A soma dos dias é também uma história de amor entre duas pessoas que ultrapassaram muitos obstáculos sem perderem a paixão nem o humor, e de uma família moderna ameaçada por conflitos e unida, apesar de tudo, pelo carinho e pela decisão de continuar em frente - uma família que descobrimos em Paula e que descende das personagens de A casa dos espíritos.
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Edição: Set 2014
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Imagine que Portugal saiu do euro. No dia seguinte, como vamos viver com o novo Escudo? Portugal está a ficar sem alternativas. Já vimos que a austeridade não apenas destruiu a economia, como ameaça continuar a destruí-la durante décadas. A reestruturação da dívida - que Francisco Louçã tem defendido - foi sistematicamente recusada. E da União Europeia pouco podemos esperar: o Tratado Orçamental apenas alargará ainda mais o fosso entre o centro da Europa e as suas periferias, entre os ricos e os pobres. O que nos resta então? No contexto actual, mais do que debater a saída de Portugal do Euro - conforme defende há anos João Ferreira do Amaral - assumimos uma hipótese muito realista: a de que Portugal pode não ter outra alternativa. Quer por vontade própria, quer por força das circunstâncias - pois o frágil edifício da moeda única dificilmente resistirá a uma nova crise ou à eternização da actual. A Hipótese Novo Escudo parte assim do contexto em que a saída do Euro seria um facto consumado. Os autores não debatem as vantagens ou desvantagens da opção. Preferem, isso sim, responder aos seguintes problemas concretos: sairemos ou seremos empurrados? E se sairmos, será com ou sem o acordo da União Europeia?
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Imagine que Portugal saiu do euro. No dia seguinte, como vamos viver com o novo Escudo? Portugal está a ficar sem alternativas. Já vimos que a austeridade não apenas destruiu a economia, como ameaça continuar a destruí-la durante décadas. A reestruturação da dívida - que Francisco Louçã tem defendido - foi sistematicamente recusada. E da União Europeia pouco podemos esperar: o Tratado Orçamental apenas alargará ainda mais o fosso entre o centro da Europa e as suas periferias, entre os ricos e os pobres. O que nos resta então? No contexto actual, mais do que debater a saída de Portugal do Euro - conforme defende há anos João Ferreira do Amaral - assumimos uma hipótese muito realista: a de que Portugal pode não ter outra alternativa. Quer por vontade própria, quer por força das circunstâncias - pois o frágil edifício da moeda única dificilmente resistirá a uma nova crise ou à eternização da actual. A Hipótese Novo Escudo parte assim do contexto em que a saída do Euro seria um facto consumado. Os autores não debatem as vantagens ou desvantagens da opção. Preferem, isso sim, responder aos seguintes problemas concretos: sairemos ou seremos empurrados? E se sairmos, será com ou sem o acordo da União Europeia?
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Edição: Abr 2024
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Ninguém suspeita da sua existência — e, no entanto, estão por toda a parte. Quem são esses caminhantes solitários que encontramos a passear nas praias, nas montanhas, ao longo de estradas desoladas, entre as sombras das florestas? Rémy Oudghiri, que tem vindo a dedicar-se a estudar as formas de nos isolarmos e procurarmos a solidão num mundo cada vez mais estereotipado, convida-nos a descobrir esses caminhantes inusitados. Para isso, conta várias histórias de caminhantes e recorda o dia em que percebeu que pertencia a uma comunidade invisível - a das pessoas que caminham sozinhas, ao acaso. Desde a adolescência, dedicou-se a esta arte que tem representantes de prestígio, como Rousseau, Baudelaire, Pascal, Montaigne ou André Breton. Foi como sociólogo que iniciou uma investigação para conhecer esses caminhantes do acaso. Descobre então um mundo com personalidades coloridas: os andarilhos, os andarilhos dominicais, os místicos, os românticos, os fugitivos, os compenetrados, os disciplinados, os regulares, os sonhadores, etc. Este é o resumo de uma viagem para compreender a essência da caminhada solitária e o vínculo profundo e místico que une os membros desta sociedade tão secreta.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Ninguém suspeita da sua existência — e, no entanto, estão por toda a parte. Quem são esses caminhantes solitários que encontramos a passear nas praias, nas montanhas, ao longo de estradas desoladas, entre as sombras das florestas? Rémy Oudghiri, que tem vindo a dedicar-se a estudar as formas de nos isolarmos e procurarmos a solidão num mundo cada vez mais estereotipado, convida-nos a descobrir esses caminhantes inusitados. Para isso, conta várias histórias de caminhantes e recorda o dia em que percebeu que pertencia a uma comunidade invisível - a das pessoas que caminham sozinhas, ao acaso. Desde a adolescência, dedicou-se a esta arte que tem representantes de prestígio, como Rousseau, Baudelaire, Pascal, Montaigne ou André Breton. Foi como sociólogo que iniciou uma investigação para conhecer esses caminhantes do acaso. Descobre então um mundo com personalidades coloridas: os andarilhos, os andarilhos dominicais, os místicos, os românticos, os fugitivos, os compenetrados, os disciplinados, os regulares, os sonhadores, etc. Este é o resumo de uma viagem para compreender a essência da caminhada solitária e o vínculo profundo e místico que une os membros desta sociedade tão secreta.
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