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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o 9.º ano de escolaridade, destinado a leitura orientada na sala de aula. Escritor americano com uma extensa obra literária focada sobre a América, John Steinbeck quis, aos 58 anos, redescobrir o seu país. A bordo de uma camioneta a que chamou Rocinante, tendo apenas como companhia o cão-d’água Charley, partiu numa viagem de mais de três meses do Maine à Califórnia, por estradas de terra batida e vias rápidas, com paragens em grandes cidades e em esplendorosas paisagens naturais, atravessando quarenta estados norte-americanos. Com um olhar de algum humor e muito ceticismo, tomou o pulso a um território de contrastes e desafios prementes e produziu uma reflexão crítica que é também uma reunião de memórias, um autorretrato de um homem que até então pouco assumira na sua obra como autobiográfico. Viagens com o Charley foi lançado em meados de 1962, meses antes da atribuição a Steinbeck do Prémio Nobel da Literatura, e alcançou um êxito estrondoso. Permanece hoje como uma das suas obras mais surpreendentes, onde o discurso diarístico se enlaça com o ficcional e onde se sente ressoar um alerta profético de uma enorme atualidade.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o 9.º ano de escolaridade, destinado a leitura orientada na sala de aula. Escritor americano com uma extensa obra literária focada sobre a América, John Steinbeck quis, aos 58 anos, redescobrir o seu país. A bordo de uma camioneta a que chamou Rocinante, tendo apenas como companhia o cão-d’água Charley, partiu numa viagem de mais de três meses do Maine à Califórnia, por estradas de terra batida e vias rápidas, com paragens em grandes cidades e em esplendorosas paisagens naturais, atravessando quarenta estados norte-americanos. Com um olhar de algum humor e muito ceticismo, tomou o pulso a um território de contrastes e desafios prementes e produziu uma reflexão crítica que é também uma reunião de memórias, um autorretrato de um homem que até então pouco assumira na sua obra como autobiográfico. Viagens com o Charley foi lançado em meados de 1962, meses antes da atribuição a Steinbeck do Prémio Nobel da Literatura, e alcançou um êxito estrondoso. Permanece hoje como uma das suas obras mais surpreendentes, onde o discurso diarístico se enlaça com o ficcional e onde se sente ressoar um alerta profético de uma enorme atualidade.
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Edição: Mai 2008
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Numa taberna de Lisboa, pai e filho dialogam. O filho tem quarenta anos, sente que falhou na vida, tenta perceber as razões que levaram o pai a abandonar o lar: o desejo de partir para lugares distantes ou a incapacidade de carregar o desalento de uma relação conjugal que tem nos filhos o único elemento gregário? Ou as duas coisas? O pai, inventor de histórias, falso viajante, procura a redenção na memória de outros tempos e fica a saber que a sua mulher vestiu luto na noite em que participa à família a sua falsa morte. Amor e morte, amargura e poesia, renúncia e aceitação constituem um cenário ímpar, fazendo deste livro uma obra maior de uma das vozes mais aplaudidas e celebradas da literatura portuguesa contemporânea.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Numa taberna de Lisboa, pai e filho dialogam. O filho tem quarenta anos, sente que falhou na vida, tenta perceber as razões que levaram o pai a abandonar o lar: o desejo de partir para lugares distantes ou a incapacidade de carregar o desalento de uma relação conjugal que tem nos filhos o único elemento gregário? Ou as duas coisas? O pai, inventor de histórias, falso viajante, procura a redenção na memória de outros tempos e fica a saber que a sua mulher vestiu luto na noite em que participa à família a sua falsa morte. Amor e morte, amargura e poesia, renúncia e aceitação constituem um cenário ímpar, fazendo deste livro uma obra maior de uma das vozes mais aplaudidas e celebradas da literatura portuguesa contemporânea.
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Edição: Nov 2010
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Nesta viagem, amena e vasta, mas também íntima e pessoal, Punset investiga o nosso domicílio no universo e interroga-se sobre como aprender a "desaprender". Com o autor descobriremos que "o cérebro está preparado, embora não lhe agrade, para mudar de opinião; que construímos o futuro em torno do passado; que nem todos os sistemas irracionais da mente são válidos; que estamos programados mentalmente para sermos únicos e que nisso reside, talvez, a explicação para a capacidade infinita dos seres humanos para serem felizes". A obra - com ilustrações originais e uma cuidadosa selecção de fotografias - revisita o passado recente do nosso mundo e do autor, testemunha e protagonista, ainda hoje, de vários acontecimentos. Punset recorda a sua ligação ao Partido Comunista de Espanha e a queda do Muro de Berlim e não se esquiva a expor as suas experiências mais íntimas, como a descoberta de um cancro, que "me devolveu à manada, e por isso estou-lhe profundamente agradecido".
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Nesta viagem, amena e vasta, mas também íntima e pessoal, Punset investiga o nosso domicílio no universo e interroga-se sobre como aprender a "desaprender". Com o autor descobriremos que "o cérebro está preparado, embora não lhe agrade, para mudar de opinião; que construímos o futuro em torno do passado; que nem todos os sistemas irracionais da mente são válidos; que estamos programados mentalmente para sermos únicos e que nisso reside, talvez, a explicação para a capacidade infinita dos seres humanos para serem felizes". A obra - com ilustrações originais e uma cuidadosa selecção de fotografias - revisita o passado recente do nosso mundo e do autor, testemunha e protagonista, ainda hoje, de vários acontecimentos. Punset recorda a sua ligação ao Partido Comunista de Espanha e a queda do Muro de Berlim e não se esquiva a expor as suas experiências mais íntimas, como a descoberta de um cancro, que "me devolveu à manada, e por isso estou-lhe profundamente agradecido".
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Edição: Jun 2016
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Um relógio oferecido a Idanha-a-Velha por Quinto Tálio, uma Agripina sem cabeça e uma cabeça sem corpo na cidade de Beja, as histórias de Labéria que morreu com 42 anos, de Lúcio Cecílo, Caio Cantio Modestino, da pequena Quintila, de Ânio Primitivo ou de Júlia Modesta. Estes são alguns dos personagens que povoam este livro que nos transporta para a época romana. A única diferença que existe em relação a milhares de outros habitantes destas terras que nós hoje habitamos é o facto de eles, ou outros por eles, terem gravado na pedra os seus nomes. Olhando para os vestígios que nos foram deixados pelos nossos antepassados é possível reconstituir a história da Lusitânia. De norte a sul do país e percorrendo também terras espanholas, este livro permite-nos quebrar o enorme silêncio que é o passado e abrir pequenas grandes frestas que nos desvendam a nossa história e os desejos e medos, as aspirações ou os modos de ser e formas de vida daqueles que habitavam a Lusitânia. A arqueóloga Lídia Fernandes dá-nos a conhecer algumas das maravilhas arqueológicas que o nosso país encerra e revela-nos o significado oculto de ruínas, locais escondidos e pedras que num primeiro momento podem não nos dizer nada, mas que têm tanto para contar sobre o nosso passado.
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Um relógio oferecido a Idanha-a-Velha por Quinto Tálio, uma Agripina sem cabeça e uma cabeça sem corpo na cidade de Beja, as histórias de Labéria que morreu com 42 anos, de Lúcio Cecílo, Caio Cantio Modestino, da pequena Quintila, de Ânio Primitivo ou de Júlia Modesta. Estes são alguns dos personagens que povoam este livro que nos transporta para a época romana. A única diferença que existe em relação a milhares de outros habitantes destas terras que nós hoje habitamos é o facto de eles, ou outros por eles, terem gravado na pedra os seus nomes. Olhando para os vestígios que nos foram deixados pelos nossos antepassados é possível reconstituir a história da Lusitânia. De norte a sul do país e percorrendo também terras espanholas, este livro permite-nos quebrar o enorme silêncio que é o passado e abrir pequenas grandes frestas que nos desvendam a nossa história e os desejos e medos, as aspirações ou os modos de ser e formas de vida daqueles que habitavam a Lusitânia. A arqueóloga Lídia Fernandes dá-nos a conhecer algumas das maravilhas arqueológicas que o nosso país encerra e revela-nos o significado oculto de ruínas, locais escondidos e pedras que num primeiro momento podem não nos dizer nada, mas que têm tanto para contar sobre o nosso passado.
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Edição: Jan 2021
Nº Páginas: 88
Sinopse:
H. H., protagonista desta aventura inaudita, é convidado a integrar uma Ordem secreta e a participar numa viagem única, cujo fim não é alcançar um destino geográfico, mas outra dimensão da realidade. Os participantes nesta viagem atravessam o tempo e o espaço, rumo ao "País da Manhã", encontrando pelo caminho muitas personagens, reais e ficcionais. Contudo, a harmonia inicial quebra-se, degenerando em conflito. O grupo rompe-se e os seus membros separam-se, prosseguindo o caminho por sua conta. Só anos mais tarde H. H. terá consciência do seu próprio papel no falhanço da expedição.
Nº Páginas: 88
Sinopse:
H. H., protagonista desta aventura inaudita, é convidado a integrar uma Ordem secreta e a participar numa viagem única, cujo fim não é alcançar um destino geográfico, mas outra dimensão da realidade. Os participantes nesta viagem atravessam o tempo e o espaço, rumo ao "País da Manhã", encontrando pelo caminho muitas personagens, reais e ficcionais. Contudo, a harmonia inicial quebra-se, degenerando em conflito. O grupo rompe-se e os seus membros separam-se, prosseguindo o caminho por sua conta. Só anos mais tarde H. H. terá consciência do seu próprio papel no falhanço da expedição.
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Edição: Set 2008
Nº Páginas: 456
Sinopse:
Qualquer vida é, à vez, vulgar e extraordinária, mas a de Logan Mountstuart - vivida desde o início do século XX - contém mais do que a sua quota-parte de ambas. Como escritor que encontra inspiração em Paris e Londres, como espião traído durante a guerra e como "marchand" de arte na Nova Iorque dos anos sessenta. Logan convive com as pessoas influentes da sua época. Mas como filho, amigo, amante e marido, comete os mesmos erros que todos cometemos na nossa busca da felicidade. Aqui fica, então, a história de uma vida vivida em pleno - e uma viagem ao fundo de um coração "muito" humano.
Nº Páginas: 456
Sinopse:
Qualquer vida é, à vez, vulgar e extraordinária, mas a de Logan Mountstuart - vivida desde o início do século XX - contém mais do que a sua quota-parte de ambas. Como escritor que encontra inspiração em Paris e Londres, como espião traído durante a guerra e como "marchand" de arte na Nova Iorque dos anos sessenta. Logan convive com as pessoas influentes da sua época. Mas como filho, amigo, amante e marido, comete os mesmos erros que todos cometemos na nossa busca da felicidade. Aqui fica, então, a história de uma vida vivida em pleno - e uma viagem ao fundo de um coração "muito" humano.
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Luísa era ainda uma adolescente. Tiago era já um jovem adulto. Conheceram-se na solidão de uma pequena praia, na margem de um rio. Tinham em comum uma relação familiar traumática. Num caso, o excesso de amor dos pais. No outro, a ausência desse mesmo amor. Quando voltam a encontrar-se, dezasseis anos depois, Luísa está doente. O fio invisível de um cancro une-os de novo. Será Tiago capaz de lhe devolver a vida?
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Luísa era ainda uma adolescente. Tiago era já um jovem adulto. Conheceram-se na solidão de uma pequena praia, na margem de um rio. Tinham em comum uma relação familiar traumática. Num caso, o excesso de amor dos pais. No outro, a ausência desse mesmo amor. Quando voltam a encontrar-se, dezasseis anos depois, Luísa está doente. O fio invisível de um cancro une-os de novo. Será Tiago capaz de lhe devolver a vida?
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 504
Sinopse:
Entre outubro de 1979 e julho de 1980, José Saramago percorreu o país lés a lés a convite do Círculo de Leitores, que comemorava o décimo aniversário da sua implantação em Portugal. Disse o autor após essa deambulação, misto de crónica, narrativa e recordações, que "o fim de uma viagem é apenas o começo de outra. É preciso ver o que não foi visto, ver outra vez o que se viu já, ver na primavera o que se vira no verão, ver de dia o que se viu de noite... É preciso voltar aos passos que foram dados, para os repetir, e para traçar caminhos novos". Caligrafia da capa por MARIA ALZIRA SEIXO
Nº Páginas: 504
Sinopse:
Entre outubro de 1979 e julho de 1980, José Saramago percorreu o país lés a lés a convite do Círculo de Leitores, que comemorava o décimo aniversário da sua implantação em Portugal. Disse o autor após essa deambulação, misto de crónica, narrativa e recordações, que "o fim de uma viagem é apenas o começo de outra. É preciso ver o que não foi visto, ver outra vez o que se viu já, ver na primavera o que se vira no verão, ver de dia o que se viu de noite... É preciso voltar aos passos que foram dados, para os repetir, e para traçar caminhos novos". Caligrafia da capa por MARIA ALZIRA SEIXO
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Edição: Jul 2025
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Uma viagem no tempo. Um amor impossível. um destino marcado pela espada. Ao viajar da Escócia para o Japão, para investigar a história da sua família, Isla MacKenzie é apanhada por uma violenta tempestade que a arrasta através de um misterioso portal numa viagem no tempo até 1877 - o início da Rebelião da Satsuma, o conflito que ditou o fim dos samurais. Ao conhecer o carismático samurai Keiichiró Maeda, que lhe revela um modo de vida até então desconhecido, Isla começa a questionar se terá finalmente encontrado o seu verdadeiro lar. Mas, ao contrário do homem que ama, Isla conhece o desfecho iminente da rebelião... e o destino de Kei. A sua escolha parece ser impossível: deverá avisá-lo e salvar o homem que ama, mudando o curso da História, ou deixá-lo morrer a morte gloriosa em que tanto acredita? Estará ela disposta a deixar o passado para trás e regressar à vida que tinha, sabendo que o seu futuro nunca mais será o mesmo?
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Uma viagem no tempo. Um amor impossível. um destino marcado pela espada. Ao viajar da Escócia para o Japão, para investigar a história da sua família, Isla MacKenzie é apanhada por uma violenta tempestade que a arrasta através de um misterioso portal numa viagem no tempo até 1877 - o início da Rebelião da Satsuma, o conflito que ditou o fim dos samurais. Ao conhecer o carismático samurai Keiichiró Maeda, que lhe revela um modo de vida até então desconhecido, Isla começa a questionar se terá finalmente encontrado o seu verdadeiro lar. Mas, ao contrário do homem que ama, Isla conhece o desfecho iminente da rebelião... e o destino de Kei. A sua escolha parece ser impossível: deverá avisá-lo e salvar o homem que ama, mudando o curso da História, ou deixá-lo morrer a morte gloriosa em que tanto acredita? Estará ela disposta a deixar o passado para trás e regressar à vida que tinha, sabendo que o seu futuro nunca mais será o mesmo?
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Edição: Jan 2011
Nº Páginas: 348
Sinopse:
Quando o magnata inglês Sir Robert Waldo Hardwick morre de forma misteriosa num acidente de viação, deixa uma carta a nomear seis pessoas que suspeita lhe tenham desejado a morte. Daisy Keane e o investigador Harry Montana juntam-se para levar os suspeitos (e outros convidados como manobra de diversão) num fabuloso cruzeiro pelo Mediterrâneo, com todas as despesas pagas pelo falecido Sir Robert. O mistério aumenta à medida que vão aportando em Monte Carlo, Saint-Tropez e Sorrento. E as reviravoltas inesperadas são apenas o princípio. Por fim, chegam à bela Villa Belkiss em Capri, onde será lido o testamento de Sir Robert... e o assassino desmascarado. Com a beleza da paisagem do Yorkshire, as estâncias do Mediterrâneo e o magnífico iate de cruzeiro, mais a atracção intensa entre o solitário Harry Montana e a desconfiada Daisy, as paixões inflamam-se e o encanto da Villa Belkiss deslumbra. Ninguém escreve viagens maravilhosas ou suspense como Elizabeth Adler.
Nº Páginas: 348
Sinopse:
Quando o magnata inglês Sir Robert Waldo Hardwick morre de forma misteriosa num acidente de viação, deixa uma carta a nomear seis pessoas que suspeita lhe tenham desejado a morte. Daisy Keane e o investigador Harry Montana juntam-se para levar os suspeitos (e outros convidados como manobra de diversão) num fabuloso cruzeiro pelo Mediterrâneo, com todas as despesas pagas pelo falecido Sir Robert. O mistério aumenta à medida que vão aportando em Monte Carlo, Saint-Tropez e Sorrento. E as reviravoltas inesperadas são apenas o princípio. Por fim, chegam à bela Villa Belkiss em Capri, onde será lido o testamento de Sir Robert... e o assassino desmascarado. Com a beleza da paisagem do Yorkshire, as estâncias do Mediterrâneo e o magnífico iate de cruzeiro, mais a atracção intensa entre o solitário Harry Montana e a desconfiada Daisy, as paixões inflamam-se e o encanto da Villa Belkiss deslumbra. Ninguém escreve viagens maravilhosas ou suspense como Elizabeth Adler.
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Edição: Fev 2014
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Publicado pela primeira vez em 1973, "Véspera da Água" é um dos livros de Eugénio de Andrade onde, porventura, está mais presente o ofício da poesia e o exercício extremo da razão e da depuração da escrita. Disse Eugénio de si próprio não ser "[…] um poeta inspirado, o poema é em mim conquistado sílaba a sílaba." Como diz Carlo Vittorio Cattaneo, "Esta predisposição a racionalizar o processo criativo encontra um dos seus mais altos momentos em "Véspera da Água", uma obra dentre as mais complexas e homogéneas do poeta." O prefácio da presente edição é assinado por Federico Bertolazzi, que nos lança este repto: "O leitor que estiver disposto a abandonar o cais seguro das suas certezas poderá empreender a mais fascinante das navegações, num domínio para ele descortinado […]."
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Publicado pela primeira vez em 1973, "Véspera da Água" é um dos livros de Eugénio de Andrade onde, porventura, está mais presente o ofício da poesia e o exercício extremo da razão e da depuração da escrita. Disse Eugénio de si próprio não ser "[…] um poeta inspirado, o poema é em mim conquistado sílaba a sílaba." Como diz Carlo Vittorio Cattaneo, "Esta predisposição a racionalizar o processo criativo encontra um dos seus mais altos momentos em "Véspera da Água", uma obra dentre as mais complexas e homogéneas do poeta." O prefácio da presente edição é assinado por Federico Bertolazzi, que nos lança este repto: "O leitor que estiver disposto a abandonar o cais seguro das suas certezas poderá empreender a mais fascinante das navegações, num domínio para ele descortinado […]."
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Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 256
Sinopse:
"O nosso objectivo era fazer o melhor que pudéssemos para caracterizar Portugal, de forma geral, em nove episódios de temas diversos. Queríamos criar uma Bíblia de costumes, tradições, taras, defeitos e manias (meti o "defeitos" ali no meio, porque ficava estranho "taras" e "manias" junto) dos portugueses. Não seremos nós a dizer se conseguimos ou não. Resta-nos a glória de podermos afirmar que tudo o que está neste livro, aconteceu na realidade." - RSC"Very Typical" é o livro humorístico que retrata os piores hábitos dos portugueses, dividido pelos seguintes temas: férias, noite, as dez pessoas que não deviam existir, mulheres, homens, as dez piores coisas que podem acontecer a um português, tradições, redes sociais e música.Sempre com uma visão mordaz que choca as sensibilidades mais conservadoras, que não se inibe de exemplificar com personalidades nacionais e internacionais, Rui Sinel de Cordes retrata o povo português com a intensidade e a caricatura que o humor levado ao extremo permite.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
"O nosso objectivo era fazer o melhor que pudéssemos para caracterizar Portugal, de forma geral, em nove episódios de temas diversos. Queríamos criar uma Bíblia de costumes, tradições, taras, defeitos e manias (meti o "defeitos" ali no meio, porque ficava estranho "taras" e "manias" junto) dos portugueses. Não seremos nós a dizer se conseguimos ou não. Resta-nos a glória de podermos afirmar que tudo o que está neste livro, aconteceu na realidade." - RSC"Very Typical" é o livro humorístico que retrata os piores hábitos dos portugueses, dividido pelos seguintes temas: férias, noite, as dez pessoas que não deviam existir, mulheres, homens, as dez piores coisas que podem acontecer a um português, tradições, redes sociais e música.Sempre com uma visão mordaz que choca as sensibilidades mais conservadoras, que não se inibe de exemplificar com personalidades nacionais e internacionais, Rui Sinel de Cordes retrata o povo português com a intensidade e a caricatura que o humor levado ao extremo permite.
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 258
Sinopse:
A conceituada "História de Portugal" de A.H. de Oliveira Marques, numa versão abreviada, há décadas ausente das livrarias. Edição simultânea em português, inglês e francês. A história de Portugal é longa e complexa, e por isso o próprio de Oliveira Marques começou por fixá-la em três volumes que se tornaram um clássico da historiografia nacional. Mas foi também ele, um dos mais eminentes historiadores portugueses, a preparar a partir daí esta versão brevíssima, com todas as linhas essenciais concentradas em apenas 250 páginas, num pequeno formato raro, há muito esgotado. Uma versão que conserva todo o rigor e alcance histórico das edições mais alargadas, privilegiando uma relação mais directa, clara e certeira com o leitor, útil tanto para estudiosos como para curiosos.
Nº Páginas: 258
Sinopse:
A conceituada "História de Portugal" de A.H. de Oliveira Marques, numa versão abreviada, há décadas ausente das livrarias. Edição simultânea em português, inglês e francês. A história de Portugal é longa e complexa, e por isso o próprio de Oliveira Marques começou por fixá-la em três volumes que se tornaram um clássico da historiografia nacional. Mas foi também ele, um dos mais eminentes historiadores portugueses, a preparar a partir daí esta versão brevíssima, com todas as linhas essenciais concentradas em apenas 250 páginas, num pequeno formato raro, há muito esgotado. Uma versão que conserva todo o rigor e alcance histórico das edições mais alargadas, privilegiando uma relação mais directa, clara e certeira com o leitor, útil tanto para estudiosos como para curiosos.
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Paris, 1940. O ex-detetive Roger Flavières é contactado por um velho conhecido, que lhe pede um estranho favor. A mulher tem tido um comportamento invulgar - ausências misteriosas, uma melancolia que a leva a contemplar as águas do Sena durante horas a fio, visitas a um cemitério - e ele quer que o amigo a vigie para descobrir o que se passa. Intrigado, Flavières aceita… e dedica-se a seguir todos os passos da estonteante Madeleine. A curiosidade depressa dá lugar à obsessão, os sonhos ao pesadelo, à medida que a linha entre realidade e ilusão se esbate. De Paris a Marselha, de Madeleine a Renée, esta é a história de um homem desesperado, atormentado pela busca da verdade, e que acaba por ser destruído por um segredo obscuro e terrível. Foi este livro que serviu de inspiração ao filme de Alfred Hitchcock, A Mulher Que Viveu Duas Vezes, com James Stewart e Kim Novak nos papéis principais, considerado obra-prima e filme de culto.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Paris, 1940. O ex-detetive Roger Flavières é contactado por um velho conhecido, que lhe pede um estranho favor. A mulher tem tido um comportamento invulgar - ausências misteriosas, uma melancolia que a leva a contemplar as águas do Sena durante horas a fio, visitas a um cemitério - e ele quer que o amigo a vigie para descobrir o que se passa. Intrigado, Flavières aceita… e dedica-se a seguir todos os passos da estonteante Madeleine. A curiosidade depressa dá lugar à obsessão, os sonhos ao pesadelo, à medida que a linha entre realidade e ilusão se esbate. De Paris a Marselha, de Madeleine a Renée, esta é a história de um homem desesperado, atormentado pela busca da verdade, e que acaba por ser destruído por um segredo obscuro e terrível. Foi este livro que serviu de inspiração ao filme de Alfred Hitchcock, A Mulher Que Viveu Duas Vezes, com James Stewart e Kim Novak nos papéis principais, considerado obra-prima e filme de culto.
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Edição: Jun 2016
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Depois de um embate com um famigerado terrorista conhecido como O Leopardo, John Corey saiu da Unidade Antiterrorista e regressou a casa, na cidade de Nova Iorque. Arranjou emprego no Grupo de Vigilância Diplomática (DSG). Embora se pense que a nova tarefa de Corey no DSG - vigiar diplomatas russos que trabalham na missão na ONU - é um "trabalho calmo", ele não se importou nada de se livrar das garras do FBI, libertando-se da burocracia da vida de escritório. Corey apercebe-se, contudo, de algo que o Governo dos Estados Unidos deixou escapar: a ameaça bem real de uma Rússia que está a ressurgir. Clarividente e arrepiante, o novo romance de DeMille levanos ao coração de uma nova Guerra Fria, com uma conspiração que tem Manhattan na mira e obriga a um verdadeiro contrarrelógio.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Depois de um embate com um famigerado terrorista conhecido como O Leopardo, John Corey saiu da Unidade Antiterrorista e regressou a casa, na cidade de Nova Iorque. Arranjou emprego no Grupo de Vigilância Diplomática (DSG). Embora se pense que a nova tarefa de Corey no DSG - vigiar diplomatas russos que trabalham na missão na ONU - é um "trabalho calmo", ele não se importou nada de se livrar das garras do FBI, libertando-se da burocracia da vida de escritório. Corey apercebe-se, contudo, de algo que o Governo dos Estados Unidos deixou escapar: a ameaça bem real de uma Rússia que está a ressurgir. Clarividente e arrepiante, o novo romance de DeMille levanos ao coração de uma nova Guerra Fria, com uma conspiração que tem Manhattan na mira e obriga a um verdadeiro contrarrelógio.
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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Composto por poemas em prosa, "Vertentes do Olhar" é composto por poemas que abarcam mais de quarenta anos de produção poética do autor. "Entre o mais antigo poema deste livro ("Fábula", 1946) e o mais recente ("A Sereia do Báltico", 1988) passaram mais de quarenta anos. É uma vida à procura de uma voz. A melodia do homem nasce dessa busca incessante: descobre-se quando nos descobrimos. Não foi fácil: desaprender custa mais do que aprender. Estarei agora, ao menos, mais perto desse dizer que ajude outros a falar?". COM OS OLHOS Talvez um dia. Talvez um dia alcancemos essa voz, já sem o peso da luz sobre os ombros. Os olhos chegarão então ao fim da sua tarefa; os olhos, instrumentos felizes da realidade mais real. Porque ver sempre foi tocar. Tocar uma a uma cada coisa com os olhos, antes da mão se aproximar para recolher os últimos brilhos de setembro. Vede como se afasta com fulva lentidão de tigre.
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Composto por poemas em prosa, "Vertentes do Olhar" é composto por poemas que abarcam mais de quarenta anos de produção poética do autor. "Entre o mais antigo poema deste livro ("Fábula", 1946) e o mais recente ("A Sereia do Báltico", 1988) passaram mais de quarenta anos. É uma vida à procura de uma voz. A melodia do homem nasce dessa busca incessante: descobre-se quando nos descobrimos. Não foi fácil: desaprender custa mais do que aprender. Estarei agora, ao menos, mais perto desse dizer que ajude outros a falar?". COM OS OLHOS Talvez um dia. Talvez um dia alcancemos essa voz, já sem o peso da luz sobre os ombros. Os olhos chegarão então ao fim da sua tarefa; os olhos, instrumentos felizes da realidade mais real. Porque ver sempre foi tocar. Tocar uma a uma cada coisa com os olhos, antes da mão se aproximar para recolher os últimos brilhos de setembro. Vede como se afasta com fulva lentidão de tigre.
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Edição: Mar 2024
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Veronika parece ter tudo aquilo que alguém pode desejar: juventude e beleza, namorados e amigos, uma família que a ama, um trabalho que a satisfaz. Mas falta algo na sua vida. Por isso, na manhã de 11 de Novembro de 1997, Veronika decide morrer. Toda uma mão-cheia de comprimidos, pensando nunca mais acordar… mas desperta num hospital, onde lhe dizem que, como consequência da sobredose que tomou, tem apenas alguns dias para viver. Ao longo destas páginas, acompanhamos estes intensos dias em que, num estado de sensibilidade apurada, Veronika descobre emoções que nunca se tinha permitido sentir: ódio, medo, curiosidade, amor e até atração sexual. Pouco a pouco, compreende que, no cruzamento entre o desespero e a liberdade, cada momento da vida constitui uma escolha - e uma nova oportunidade.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Veronika parece ter tudo aquilo que alguém pode desejar: juventude e beleza, namorados e amigos, uma família que a ama, um trabalho que a satisfaz. Mas falta algo na sua vida. Por isso, na manhã de 11 de Novembro de 1997, Veronika decide morrer. Toda uma mão-cheia de comprimidos, pensando nunca mais acordar… mas desperta num hospital, onde lhe dizem que, como consequência da sobredose que tomou, tem apenas alguns dias para viver. Ao longo destas páginas, acompanhamos estes intensos dias em que, num estado de sensibilidade apurada, Veronika descobre emoções que nunca se tinha permitido sentir: ódio, medo, curiosidade, amor e até atração sexual. Pouco a pouco, compreende que, no cruzamento entre o desespero e a liberdade, cada momento da vida constitui uma escolha - e uma nova oportunidade.
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Edição: Ago 2011
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Quando um mercenário ucraniano conhecido por Gengis Khan assalta a casa do banqueiro Ramiro de Sá, além de um segurança morto e das jóias roubadas, deixa atrás de si um problema inesperado: do cofre do banqueiro foi também levado o passaporte de Valentim Zadenko, um emissário do partido comunista da União Soviética que entrou em Lisboa no dia 24 de Novembro de 1975 e aí desapareceu misteriosamente. Enquanto o inspector Joel Franco, da Polícia Judiciária, investiga o homicídio do vigilante, o passaporte torna-se uma relíquia que muitos querem deitar a mão: não só o próprio Ramiro de Sá, mas também o chefe da máfia russa, um inspector do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, um veterano do PCUS que foi camarada de Zadenko e ainda Svetlana, a filha do operacional desaparecido, que vem para Lisboa à sua procura, alertada por um angolano que estudou em Moscovo e participou no assalto. Na busca do documento, todos os caminhos acabarão, mais tarde ou mais cedo, por ir dar a Ulianov, um ex-KGB especialmente treinado que em Portugal se tornou dirigente de um grupo criminoso. Joel terá de contar com a sua ajuda para desenterrar uma conspiração criminosa que nasceu no PREC e envolveu militares revolucionários, banqueiros, assassinos … e várias garrafas de Barca Velha. "Não Matarás" é uma série de thrillers ambientados em Portugal e com personagens portuguesas. O seu protagonista é Joel Franco, inspector na Secção de Homicídios da Polícia Judiciária que, em todos os crimes que resolve, sabe estar a vingar uma morte a que assistiu na infância.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Quando um mercenário ucraniano conhecido por Gengis Khan assalta a casa do banqueiro Ramiro de Sá, além de um segurança morto e das jóias roubadas, deixa atrás de si um problema inesperado: do cofre do banqueiro foi também levado o passaporte de Valentim Zadenko, um emissário do partido comunista da União Soviética que entrou em Lisboa no dia 24 de Novembro de 1975 e aí desapareceu misteriosamente. Enquanto o inspector Joel Franco, da Polícia Judiciária, investiga o homicídio do vigilante, o passaporte torna-se uma relíquia que muitos querem deitar a mão: não só o próprio Ramiro de Sá, mas também o chefe da máfia russa, um inspector do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, um veterano do PCUS que foi camarada de Zadenko e ainda Svetlana, a filha do operacional desaparecido, que vem para Lisboa à sua procura, alertada por um angolano que estudou em Moscovo e participou no assalto. Na busca do documento, todos os caminhos acabarão, mais tarde ou mais cedo, por ir dar a Ulianov, um ex-KGB especialmente treinado que em Portugal se tornou dirigente de um grupo criminoso. Joel terá de contar com a sua ajuda para desenterrar uma conspiração criminosa que nasceu no PREC e envolveu militares revolucionários, banqueiros, assassinos … e várias garrafas de Barca Velha. "Não Matarás" é uma série de thrillers ambientados em Portugal e com personagens portuguesas. O seu protagonista é Joel Franco, inspector na Secção de Homicídios da Polícia Judiciária que, em todos os crimes que resolve, sabe estar a vingar uma morte a que assistiu na infância.
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Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Haveria de chegar o dia em que as palavras encostar-se-iam umas às outras a fazer cama de vento, assobio chuvoso de prosa em distância de ponte, falésia morna para receber as quatro chuvas, a muitas mãos, a muitos sonhos.Este livrinho nasceu pelo e para o afeto das amizades. E está inconcluso, em progresso, porque, mesmo para o leitor, outros verbetes estarão nas vizinhanças das páginas, como que em revoo de pássaros. E é um livro da nossa língua, a nossa língua brasileira, angolana, portuguesa, diversa e única, cordas de muitos tons em um mesmo instrumento. Pela língua, a nossa língua, fotografamos as nossas memórias verdadeiras e inventadas, porque recriam o que já ficou tão distante e também não nos abandona.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Haveria de chegar o dia em que as palavras encostar-se-iam umas às outras a fazer cama de vento, assobio chuvoso de prosa em distância de ponte, falésia morna para receber as quatro chuvas, a muitas mãos, a muitos sonhos.Este livrinho nasceu pelo e para o afeto das amizades. E está inconcluso, em progresso, porque, mesmo para o leitor, outros verbetes estarão nas vizinhanças das páginas, como que em revoo de pássaros. E é um livro da nossa língua, a nossa língua brasileira, angolana, portuguesa, diversa e única, cordas de muitos tons em um mesmo instrumento. Pela língua, a nossa língua, fotografamos as nossas memórias verdadeiras e inventadas, porque recriam o que já ficou tão distante e também não nos abandona.
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Edição: Out 2012
Nº Páginas: 192
Sinopse:
"Há tragédias e há comédias, não é verdade? E são frequentemente semelhantes, um pouco como os homens e as mulheres. Uma comédia depende de parar a história exactamente no momento certo." Esta é a voz de Mia Fredrickson, a viperina e trágico-cómica narradora de "Verão Sem Homens". Mia é obrigada a examinar a sua vida no dia em que, sem pré-aviso e depois de trinta anos de casamento, o seu marido lhe pede "um tempo". Após um período de internamento num hospital psiquiátrico, ela decide passar o Verão na sua cidade natal, onde a mãe vive num lar de idosos. Sozinha em casa, Mia entrega-se à fúria e à autocomiseração. Mas, lenta e ardilosamente, a pequena comunidade rural insinua-se na sua esfera pessoal. Os "Cinco Cisnes" - um surpreendente grupo constituído pela sua mãe e as amigas -, a jovem vizinha, as adolescentes que frequentam o seu workshop de poesia… uma multiplicidade de vozes, vulnerabilidades, pequenas tiranias e desafios que resultarão na mais improvável das relações.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
"Há tragédias e há comédias, não é verdade? E são frequentemente semelhantes, um pouco como os homens e as mulheres. Uma comédia depende de parar a história exactamente no momento certo." Esta é a voz de Mia Fredrickson, a viperina e trágico-cómica narradora de "Verão Sem Homens". Mia é obrigada a examinar a sua vida no dia em que, sem pré-aviso e depois de trinta anos de casamento, o seu marido lhe pede "um tempo". Após um período de internamento num hospital psiquiátrico, ela decide passar o Verão na sua cidade natal, onde a mãe vive num lar de idosos. Sozinha em casa, Mia entrega-se à fúria e à autocomiseração. Mas, lenta e ardilosamente, a pequena comunidade rural insinua-se na sua esfera pessoal. Os "Cinco Cisnes" - um surpreendente grupo constituído pela sua mãe e as amigas -, a jovem vizinha, as adolescentes que frequentam o seu workshop de poesia… uma multiplicidade de vozes, vulnerabilidades, pequenas tiranias e desafios que resultarão na mais improvável das relações.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Em 1959, a revista "Life" encarregou Ernest Hemingway de fazer a cobertura de um acontecimento extraordinário que ia ter lugar em Espanha, durante esse verão. Com efeito, estava previsto que aí se defrontassem, na arena, dois dos mais célebres toureiros de todos os tempos, Antonio Ordóñez e Luis Miguel Dominguín. Durante meses, Hemingway viveu junto destes carismáticos matadores, acompanhou os seus esplendorosos triunfos e as suas derrotas dolorosas. O livro que nasceu dessa encomenda, "Verão Perigoso", é uma das obras de referência sobre a arte do toureio, mas é também o testemunho melancólico de um homem que, aos sessenta anos, sabe que se aproxima da morte e regressa a um palco que tanto o havia cativado na sua juventude. Foi o último trabalho de fôlego realizado por Hemingway.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Em 1959, a revista "Life" encarregou Ernest Hemingway de fazer a cobertura de um acontecimento extraordinário que ia ter lugar em Espanha, durante esse verão. Com efeito, estava previsto que aí se defrontassem, na arena, dois dos mais célebres toureiros de todos os tempos, Antonio Ordóñez e Luis Miguel Dominguín. Durante meses, Hemingway viveu junto destes carismáticos matadores, acompanhou os seus esplendorosos triunfos e as suas derrotas dolorosas. O livro que nasceu dessa encomenda, "Verão Perigoso", é uma das obras de referência sobre a arte do toureio, mas é também o testemunho melancólico de um homem que, aos sessenta anos, sabe que se aproxima da morte e regressa a um palco que tanto o havia cativado na sua juventude. Foi o último trabalho de fôlego realizado por Hemingway.
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Edição: Fev 2010
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Um jovem biógrafo inglês trabalha num livro sobre o falecido escritor John Coetzee. O seu projecto é concentrar-se nos anos entre 1972 e 1977, época em que Coetzee, então na casa dos 30, compartilhava com o pai viúvo uma degradada casa rural nos arredores da Cidade do Cabo. Trata-se, segundo o biógrafo depreende, do período em que aquele estava "a apalpar terreno como escritor".Sem nunca ter conhecido pessoalmente Coetzee, abalança-se a uma série de entrevistas a pessoas que foram importantes para ele: uma mulher casada com quem teve um caso, a sua prima preferida, Margot, uma bailarina brasileira cuja filha teve aulas de Inglês com ele, e velhos amigos e colegas. A partir dos seus testemunhos surge um retrato do jovem Coetzee como um indivíduo desajeitado e livresco, dotado de pouco talento para se abrir com os outros. No seio da família é visto como um forasteiro, alguém que tentou fugir da tribo e que agora voltou, mais contido. Na África do Sul da época, a sua obstinação em fazer trabalhos braçais, o cabelo e a barba crescidos e os boatos segundo os quais escreve poesia, não suscitam outra coisa que não a desconfiança. Ora comovente, ora francamente divertido, "Verão" mostra-nos um grande escritor em pleno aquecimento para o seu trabalho. "Verão" completa a trilogia de memórias ficcionadas que se iniciou com "Boyhood" e "Youth".
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Um jovem biógrafo inglês trabalha num livro sobre o falecido escritor John Coetzee. O seu projecto é concentrar-se nos anos entre 1972 e 1977, época em que Coetzee, então na casa dos 30, compartilhava com o pai viúvo uma degradada casa rural nos arredores da Cidade do Cabo. Trata-se, segundo o biógrafo depreende, do período em que aquele estava "a apalpar terreno como escritor".Sem nunca ter conhecido pessoalmente Coetzee, abalança-se a uma série de entrevistas a pessoas que foram importantes para ele: uma mulher casada com quem teve um caso, a sua prima preferida, Margot, uma bailarina brasileira cuja filha teve aulas de Inglês com ele, e velhos amigos e colegas. A partir dos seus testemunhos surge um retrato do jovem Coetzee como um indivíduo desajeitado e livresco, dotado de pouco talento para se abrir com os outros. No seio da família é visto como um forasteiro, alguém que tentou fugir da tribo e que agora voltou, mais contido. Na África do Sul da época, a sua obstinação em fazer trabalhos braçais, o cabelo e a barba crescidos e os boatos segundo os quais escreve poesia, não suscitam outra coisa que não a desconfiança. Ora comovente, ora francamente divertido, "Verão" mostra-nos um grande escritor em pleno aquecimento para o seu trabalho. "Verão" completa a trilogia de memórias ficcionadas que se iniciou com "Boyhood" e "Youth".
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Edição: Jul 2021
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Poucas mulheres marcaram tanto o século XX português como Vera Lagoa. De carácter destemido e opiniões fortes, a sua voz livre foi uma lufada de ar fresco no jornalismo português. Na coluna "Bisbilhotices", no "Diário Popular", comentou a sociedade do final do Estado Novo de forma atrevida, mordaz, indiscreta ao ponto de provocar o escândalo. No pós-25 de Abril, foi das raras vozes independentes, dissonantes, sem compromissos nem cálculo, que se atreveu a criticar os novos poderes instituídos. Pela mão da historiadora Maria João da Câmara chega-nos finalmente a sua biografia. De uma menina marcada pela figura trágica do pai até à jovem precoce no trabalho, no casamento e na maternidade; de uma habitué dos ambientes intelectuais e artísticos sofisticados da Lisboa do pós-guerra - onde encontra Amália Rodrigues, Sttau Monteiro, Cesariny, Natália Correia, Ary dos Santos e José Manuel Tengarrinha, o amor da sua vida - à sua entrada nos meios oposicionistas e apoio à candidatura de Humberto Delgado, em 1956. Da invenção "por desespero" do pseudónimo Vera Lagoa para o "Diário Popular" de Pinto Balsemão, à sua grande esperança, e posterior desilusão, com o regime democrático, registadas de forma corajosa e contundente no seu jornal "O Diabo", "Vera Lagoa - Um diabo de saias" é o registo do percurso tão notável quanto acidentado de uma mulher à frente do seu tempo. Fruto de uma pesquisa admirável com recurso a diversas fontes históricas, nomeadamente ao arquivo pessoal de Vera Lagoa e a entrevistas com familiares, amigos e colaboradores que a conheceram de perto, através da história desta mulher, Maria João da Câmara dá a conhecer uma sociedade, se não desconhecida, pelo menos esquecida, que vale a pena conhecer: a sociedade portuguesa na segunda metade do século passado.
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Poucas mulheres marcaram tanto o século XX português como Vera Lagoa. De carácter destemido e opiniões fortes, a sua voz livre foi uma lufada de ar fresco no jornalismo português. Na coluna "Bisbilhotices", no "Diário Popular", comentou a sociedade do final do Estado Novo de forma atrevida, mordaz, indiscreta ao ponto de provocar o escândalo. No pós-25 de Abril, foi das raras vozes independentes, dissonantes, sem compromissos nem cálculo, que se atreveu a criticar os novos poderes instituídos. Pela mão da historiadora Maria João da Câmara chega-nos finalmente a sua biografia. De uma menina marcada pela figura trágica do pai até à jovem precoce no trabalho, no casamento e na maternidade; de uma habitué dos ambientes intelectuais e artísticos sofisticados da Lisboa do pós-guerra - onde encontra Amália Rodrigues, Sttau Monteiro, Cesariny, Natália Correia, Ary dos Santos e José Manuel Tengarrinha, o amor da sua vida - à sua entrada nos meios oposicionistas e apoio à candidatura de Humberto Delgado, em 1956. Da invenção "por desespero" do pseudónimo Vera Lagoa para o "Diário Popular" de Pinto Balsemão, à sua grande esperança, e posterior desilusão, com o regime democrático, registadas de forma corajosa e contundente no seu jornal "O Diabo", "Vera Lagoa - Um diabo de saias" é o registo do percurso tão notável quanto acidentado de uma mulher à frente do seu tempo. Fruto de uma pesquisa admirável com recurso a diversas fontes históricas, nomeadamente ao arquivo pessoal de Vera Lagoa e a entrevistas com familiares, amigos e colaboradores que a conheceram de perto, através da história desta mulher, Maria João da Câmara dá a conhecer uma sociedade, se não desconhecida, pelo menos esquecida, que vale a pena conhecer: a sociedade portuguesa na segunda metade do século passado.
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Edição: Set 2014
Nº Páginas: 592
Sinopse:
Neste poderoso romance de um dos mais importantes escritores de Israel, Momik, o único filho de um casal de sobreviventes do Holocausto, cresce à sombra da história dos pais.Decidido a exorcizar a "Besta nazi" das suas vidas destruídas, e preparando-se para um segundo holocausto que sabe que virá, Momik protege-se de todo o sentimento e apego. Mas através das histórias que o seu tio-avô lhe conta - as mesmas que contou ao comandante de um campo de concentração nazi -, Momik fica, também ele, "infetado de humanidade".Fundindo magistralmente visão, pensamento e emoção, "Ver: Amor", de David Grossman, é um romance luminoso, imaginativo e profundamente tocante.
Nº Páginas: 592
Sinopse:
Neste poderoso romance de um dos mais importantes escritores de Israel, Momik, o único filho de um casal de sobreviventes do Holocausto, cresce à sombra da história dos pais.Decidido a exorcizar a "Besta nazi" das suas vidas destruídas, e preparando-se para um segundo holocausto que sabe que virá, Momik protege-se de todo o sentimento e apego. Mas através das histórias que o seu tio-avô lhe conta - as mesmas que contou ao comandante de um campo de concentração nazi -, Momik fica, também ele, "infetado de humanidade".Fundindo magistralmente visão, pensamento e emoção, "Ver: Amor", de David Grossman, é um romance luminoso, imaginativo e profundamente tocante.
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Edição: Mar 2016
Nº Páginas: 84
Sinopse:
Novo título da colecção de Pedro Mexia. Uma das vozes mais promissoras e desconcertantes da nova poesia portuguesa.
Nº Páginas: 84
Sinopse:
Novo título da colecção de Pedro Mexia. Uma das vozes mais promissoras e desconcertantes da nova poesia portuguesa.
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Edição: Mai 2021
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Antologia dos principais textos de uns dos mais marcantes pensadores da cultura portuguesa do século XX falecido no final de 2020. Selecção das principais questões e autores sobres os quais Eduardo Lourenço reflectiu feita por Guilherme d’Oliveira Martins, um profundo conhecedor da obra do ensaísta e um dos seus amigos mais próximos. Textos sobre a saudade, Camões, Antero e Pessoa, entre outros, num livro de homenagem a Eduardo Lourenço e que introduz de forma privilegiada o leitor no seu pensamento. Uma excelente introdução que permite aos que queiram aprofundar as leituras das suas obras o façam com maior segurança e conhecimento. "Antologiar um autor tão diverso e multifacetado é tarefa complexa, mas apaixonante. Os textos e as ideias encadeiam-se - numa procura permanente de posição e de sentido. O labirinto que o ensaísta percorre traz-nos a saudade não como melancolia ou como lembrança e desejo, mas como interrogação e dúvida, paradoxo e demanda de síntese. A paixão por Camões, Antero e Pessoa significa a procura de compreender a cultura como um diálogo permanente entre o sublime e a vida comum, a unidade e a diversidade..." "Guilherme d’Oliveira Martins" "A Eduardo Lourenço devemos a lição de interrogar não só a vida, mas também a morte com sabedoria, distanciamento e serenidade, lutando para conter a história nos limites do humanamente aceitável, tarefa como sabemos trabalhosa e inacabada, mas também indeclinável se quisermos que a civilização e o humanismo sejam mais do que uma abstração." "José Tolentino Mendonça"
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Antologia dos principais textos de uns dos mais marcantes pensadores da cultura portuguesa do século XX falecido no final de 2020. Selecção das principais questões e autores sobres os quais Eduardo Lourenço reflectiu feita por Guilherme d’Oliveira Martins, um profundo conhecedor da obra do ensaísta e um dos seus amigos mais próximos. Textos sobre a saudade, Camões, Antero e Pessoa, entre outros, num livro de homenagem a Eduardo Lourenço e que introduz de forma privilegiada o leitor no seu pensamento. Uma excelente introdução que permite aos que queiram aprofundar as leituras das suas obras o façam com maior segurança e conhecimento. "Antologiar um autor tão diverso e multifacetado é tarefa complexa, mas apaixonante. Os textos e as ideias encadeiam-se - numa procura permanente de posição e de sentido. O labirinto que o ensaísta percorre traz-nos a saudade não como melancolia ou como lembrança e desejo, mas como interrogação e dúvida, paradoxo e demanda de síntese. A paixão por Camões, Antero e Pessoa significa a procura de compreender a cultura como um diálogo permanente entre o sublime e a vida comum, a unidade e a diversidade..." "Guilherme d’Oliveira Martins" "A Eduardo Lourenço devemos a lição de interrogar não só a vida, mas também a morte com sabedoria, distanciamento e serenidade, lutando para conter a história nos limites do humanamente aceitável, tarefa como sabemos trabalhosa e inacabada, mas também indeclinável se quisermos que a civilização e o humanismo sejam mais do que uma abstração." "José Tolentino Mendonça"
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 408
Sinopse:
O legado que os Romanos deixaram, assim como a sua influência, podem ainda ser sentidos à nossa volta - do nosso calendário às moedas, da nossa língua às leis - mas o que sabemos ao certo sobre eles?Este livro conta a fantástica, e muitas vezes surpreendente, história dos Romanos e do Império de maior duração da História."Abrange 1200 anos da história de Roma com entusiasmo sem paralelo." Sunday Times
Nº Páginas: 408
Sinopse:
O legado que os Romanos deixaram, assim como a sua influência, podem ainda ser sentidos à nossa volta - do nosso calendário às moedas, da nossa língua às leis - mas o que sabemos ao certo sobre eles?Este livro conta a fantástica, e muitas vezes surpreendente, história dos Romanos e do Império de maior duração da História."Abrange 1200 anos da história de Roma com entusiasmo sem paralelo." Sunday Times
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Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Custódio é um camponês beirão que decide vir para Lisboa estudar. Lurdes, uma lisboeta da Mouraria que sempre conseguiu recompor-se dos duros golpes da vida. Quando o caminho dos dois se cruza, a vida de ambos mudará para sempre. A sua história inicia-se em Portugal e estende-se, depois, a uma Espanha mergulhada na Guerra Civil. É aí que Custódio e Lurdes vão entrelaçar os seus destinos com três outros personagens: o violento Zanelli, o tenente fascista para quem o brado "¡Viva la Muerte!" é um lema de vida; a corajosa Maria del Carmen, uma madrilena das classes altas que se guia por princípios de humanidade num tempo em que a moderação desapareceu; e o sagaz Vorobiov, coronel soviético profundamente desiludido com os rumos da revolução bolchevique. "Vento de Espanha" é um romance sobre amor e coragem, arrependimento e expiação. É também uma impressionante viagem à década de 1930. Seja nos bairros populares de Lisboa, seja na Espanha rasgada em dois, o leitor visitará as ilusões e desilusões políticas daqueles anos de ferro. E irá ver, acima de tudo, os encontros e desencontros das pessoas num mundo em profunda convulsão.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Custódio é um camponês beirão que decide vir para Lisboa estudar. Lurdes, uma lisboeta da Mouraria que sempre conseguiu recompor-se dos duros golpes da vida. Quando o caminho dos dois se cruza, a vida de ambos mudará para sempre. A sua história inicia-se em Portugal e estende-se, depois, a uma Espanha mergulhada na Guerra Civil. É aí que Custódio e Lurdes vão entrelaçar os seus destinos com três outros personagens: o violento Zanelli, o tenente fascista para quem o brado "¡Viva la Muerte!" é um lema de vida; a corajosa Maria del Carmen, uma madrilena das classes altas que se guia por princípios de humanidade num tempo em que a moderação desapareceu; e o sagaz Vorobiov, coronel soviético profundamente desiludido com os rumos da revolução bolchevique. "Vento de Espanha" é um romance sobre amor e coragem, arrependimento e expiação. É também uma impressionante viagem à década de 1930. Seja nos bairros populares de Lisboa, seja na Espanha rasgada em dois, o leitor visitará as ilusões e desilusões políticas daqueles anos de ferro. E irá ver, acima de tudo, os encontros e desencontros das pessoas num mundo em profunda convulsão.
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Edição: Jan 2014
Nº Páginas: 240
Sinopse:
São raríssimas as autoras portuguesas que abrem a porta da sua intimidade aos leitores. Ao fim de duas dezenas de títulos, Rita Ferro corre esse risco oferecendo-nos a narrativa diária de alguns meses da sua vida, sem artifícios literários, num dos períodos mais sombrios e no rescaldo de perdas nucleares: o maior amigo, a casa onde investiu todas as economias, a mãe, o afastamento daquele que pode ter sido o seu grande amor. "Veneza Pode Esperar" é o balanço autobiográfico de uma pósfeminista pragmática, mas aberta ao mistério, às voltas com o malestar contemporâneo, ao longo de 240 páginas tonalizadas pelo humor, a auto-ironia e a amarga lucidez de quem sabe perder, onde o presente se confunde com a memória e a escritora com uma das suas personagens. Trata-se do primeiro volume de um diário íntimo, coleccionável como um folhetim, sem happy end nem beijos ao pôr do Sol.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
São raríssimas as autoras portuguesas que abrem a porta da sua intimidade aos leitores. Ao fim de duas dezenas de títulos, Rita Ferro corre esse risco oferecendo-nos a narrativa diária de alguns meses da sua vida, sem artifícios literários, num dos períodos mais sombrios e no rescaldo de perdas nucleares: o maior amigo, a casa onde investiu todas as economias, a mãe, o afastamento daquele que pode ter sido o seu grande amor. "Veneza Pode Esperar" é o balanço autobiográfico de uma pósfeminista pragmática, mas aberta ao mistério, às voltas com o malestar contemporâneo, ao longo de 240 páginas tonalizadas pelo humor, a auto-ironia e a amarga lucidez de quem sabe perder, onde o presente se confunde com a memória e a escritora com uma das suas personagens. Trata-se do primeiro volume de um diário íntimo, coleccionável como um folhetim, sem happy end nem beijos ao pôr do Sol.
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Edição: Jun 2009
Nº Páginas: 440
Sinopse:
Jan Morris é hoje o nome mais importante de entre os autores vivos de literatura de viagens. Nas palavras de Paul Theroux, outro dos grandes escritores viajantes do nosso tempo, é "um dos maiores escritores descritivos da língua inglesa". De hoje e de sempre, depreende-se. Por isso ele lhe chama também "um génio da viagem". O livro que tem nas mãos, caro leitor, é já um clássico. Publicado originalmente há meio século, é muitas vezes referido como o livro sobre Veneza. Nele, Jan Morris entrelaça o H grande da História com um apuradíssimo sentido de observação para o h pequeno das histórias do quotidiano. É assim - para dar apenas um exemplo comezinho - que ficamos a saber porque há tantos gatos e porque deixou de haver cavalos em Veneza. A autora, que publicou pela primeira vez este livro, em 1960, ainda com o nome de James Morris e cuja mudança de sexo na década seguinte acrescentou notoriedade à sua já famosa carreira jornalística, é uma figura extraordinária também por razões biográficas. É numa permanente inquietação da viagem que Jan Morris, percorrendo o mundo para o interpretar, tenta revelar o enigma dos lugares que visita tal como se propõe desvendar o seu próprio enigma interior. "Por vezes, rio abaixo, quase penso que o consigo; mas então a luz muda, o vento vira, uma nuvem atravessa-se à frente do sol e o significado de tudo isto volta uma vez mais a escapar-me."
Nº Páginas: 440
Sinopse:
Jan Morris é hoje o nome mais importante de entre os autores vivos de literatura de viagens. Nas palavras de Paul Theroux, outro dos grandes escritores viajantes do nosso tempo, é "um dos maiores escritores descritivos da língua inglesa". De hoje e de sempre, depreende-se. Por isso ele lhe chama também "um génio da viagem". O livro que tem nas mãos, caro leitor, é já um clássico. Publicado originalmente há meio século, é muitas vezes referido como o livro sobre Veneza. Nele, Jan Morris entrelaça o H grande da História com um apuradíssimo sentido de observação para o h pequeno das histórias do quotidiano. É assim - para dar apenas um exemplo comezinho - que ficamos a saber porque há tantos gatos e porque deixou de haver cavalos em Veneza. A autora, que publicou pela primeira vez este livro, em 1960, ainda com o nome de James Morris e cuja mudança de sexo na década seguinte acrescentou notoriedade à sua já famosa carreira jornalística, é uma figura extraordinária também por razões biográficas. É numa permanente inquietação da viagem que Jan Morris, percorrendo o mundo para o interpretar, tenta revelar o enigma dos lugares que visita tal como se propõe desvendar o seu próprio enigma interior. "Por vezes, rio abaixo, quase penso que o consigo; mas então a luz muda, o vento vira, uma nuvem atravessa-se à frente do sol e o significado de tudo isto volta uma vez mais a escapar-me."
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