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Edição: Jun 2013
Nº Páginas: 192
Sinopse:
O sargento Francisco Aniceto Gonçalves chega em 1971 à Vila para chefiar o Posto da GNR. Durante a viagem de camioneta, pensou sobretudo na mulher que o abandonou sem um motivo que ele conseguisse compreender e perguntou-se se seria capaz de refazer a vida nesse novo lugar. A sua presença é, porém, imediatamente disputada por dois grupos distintos, que o alertam - à vez e de formas bastante enviesadas - para os perigos que se escondem sob a aparente quietude das montanhas em redor. E o aviso ganha especial sentido quando Rogério Afonso é assassinado na sequência de quezílias relacionadas com o roubo de águas, mas que, a seu tempo, o sargento descobrirá terem raízes num conflito muito mais antigo. A descoberta ajudá-lo-á também, curiosamente, a desvendar o mistério da sua própria vida. Entre os anos 1950 e a actualidade, "Um Amigo para o Inverno" revisita a história recente do nosso passado colectivo, recorrendo a um leque de personagens inesquecíveis, entre as quais se contam membros de uma célula clandestina do Partido Comunista, agentes da PIDE, homens e mulheres que se encontram ou perdem no amor, revolucionários que desistem dos seus sonhos e fracassados que, apesar de tudo, acreditam que é sempre possível recomeçar e vencer. Belo, profundo e comovente, o presente romance, baseado numa história verdadeira de resistência à ditadura no Norte do País, foi finalista do Prémio LeYa em 2012.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
O sargento Francisco Aniceto Gonçalves chega em 1971 à Vila para chefiar o Posto da GNR. Durante a viagem de camioneta, pensou sobretudo na mulher que o abandonou sem um motivo que ele conseguisse compreender e perguntou-se se seria capaz de refazer a vida nesse novo lugar. A sua presença é, porém, imediatamente disputada por dois grupos distintos, que o alertam - à vez e de formas bastante enviesadas - para os perigos que se escondem sob a aparente quietude das montanhas em redor. E o aviso ganha especial sentido quando Rogério Afonso é assassinado na sequência de quezílias relacionadas com o roubo de águas, mas que, a seu tempo, o sargento descobrirá terem raízes num conflito muito mais antigo. A descoberta ajudá-lo-á também, curiosamente, a desvendar o mistério da sua própria vida. Entre os anos 1950 e a actualidade, "Um Amigo para o Inverno" revisita a história recente do nosso passado colectivo, recorrendo a um leque de personagens inesquecíveis, entre as quais se contam membros de uma célula clandestina do Partido Comunista, agentes da PIDE, homens e mulheres que se encontram ou perdem no amor, revolucionários que desistem dos seus sonhos e fracassados que, apesar de tudo, acreditam que é sempre possível recomeçar e vencer. Belo, profundo e comovente, o presente romance, baseado numa história verdadeira de resistência à ditadura no Norte do País, foi finalista do Prémio LeYa em 2012.
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Edição: Abr 2022
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Tendo escolhido Portugal como o país para viver, esta marcante figura da vida intelectual neerlandesa mergulha nas nossas vidas, desmascarando as nossas virtudes e defeitos aos olhos de um estrangeiro que tudo estranha. e deixa-se, depois, como o Balzac das Cenas da Vida Privada, assaltar pela doçura de alguém que se apaixonou pela terra e pela sua gente. Narrativa híbrida, Almoço de Negócios é um misto de conto, crónica e memória, e mostra-nos o olhar satírico, enternecedor e humano do autor, numa linguagem mordaz, natural, brilhantemente vertida para o português por Fernando Venâncio, linguista e autor de Assim Nasceu uma Língua.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Tendo escolhido Portugal como o país para viver, esta marcante figura da vida intelectual neerlandesa mergulha nas nossas vidas, desmascarando as nossas virtudes e defeitos aos olhos de um estrangeiro que tudo estranha. e deixa-se, depois, como o Balzac das Cenas da Vida Privada, assaltar pela doçura de alguém que se apaixonou pela terra e pela sua gente. Narrativa híbrida, Almoço de Negócios é um misto de conto, crónica e memória, e mostra-nos o olhar satírico, enternecedor e humano do autor, numa linguagem mordaz, natural, brilhantemente vertida para o português por Fernando Venâncio, linguista e autor de Assim Nasceu uma Língua.
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Edição: Out 2010
Nº Páginas: 176
Sinopse:
"Preocupo-me com os deuses. O meu tridente não enxerga divindades. Mesmo no céu, no último reduto que julgava possível eles já o abandonaram. É novo mistério para explicar, para filósofos e religiosos penetrarem no poder das cogitações. Emigrados na terra, sem mar e sem espaço os deuses ficam mais limpos, mais puros, apeados da parafernália dos domingos e feriados." Ruben A.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
"Preocupo-me com os deuses. O meu tridente não enxerga divindades. Mesmo no céu, no último reduto que julgava possível eles já o abandonaram. É novo mistério para explicar, para filósofos e religiosos penetrarem no poder das cogitações. Emigrados na terra, sem mar e sem espaço os deuses ficam mais limpos, mais puros, apeados da parafernália dos domingos e feriados." Ruben A.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 272
Sinopse:
A 8 de outubro de 1998 soubemos que José Saramago era o vencedor do Prémio Nobel de Literatura. A 8 de outubro de 2018 celebramos essa data com a publicação de um inesperado inédito do escritor, o sexto e derradeiro volume dos seus diários, Último Caderno de Lanzarote. "Duas razões me levaram, mais ou menos conscientemente, a escrever um diário: em primeiro lugar, a circunstância de ter saído do meu país para viver nesta ilha distante; em segundo lugar, a necessidade, que nunca experimentara antes, de “reter” o tempo, de o obrigar, por assim dizer, a deixar o maior número possível de sinais da sua passagem. Cadernos de Lanzarote é como uma longa carta enviada àqueles que ficaram no outro lado, mas é também um modo (vão, inútil, quem sabe mesmo se desesperado...) de fingir prolongar a vida por uma obstinada “escrituração” dos dias. Os Cadernos não são um laboratório, embora não faltem neles reflexões sobre o “fazer” literário; não são um registo dos casos do mundo, embora abundem os comentários sobre a atualidade; não são uma coleção de dados para uma futura biografia, embora vão dizendo o que faço e o que penso. Como todo o diário (como toda a escrita), os Cadernos de Lanzarote são um exercício narcisista, mas, contra o que geralmente se crê, Narciso nem sempre gosta do que vê no espelho em que se contempla..."
Nº Páginas: 272
Sinopse:
A 8 de outubro de 1998 soubemos que José Saramago era o vencedor do Prémio Nobel de Literatura. A 8 de outubro de 2018 celebramos essa data com a publicação de um inesperado inédito do escritor, o sexto e derradeiro volume dos seus diários, Último Caderno de Lanzarote. "Duas razões me levaram, mais ou menos conscientemente, a escrever um diário: em primeiro lugar, a circunstância de ter saído do meu país para viver nesta ilha distante; em segundo lugar, a necessidade, que nunca experimentara antes, de “reter” o tempo, de o obrigar, por assim dizer, a deixar o maior número possível de sinais da sua passagem. Cadernos de Lanzarote é como uma longa carta enviada àqueles que ficaram no outro lado, mas é também um modo (vão, inútil, quem sabe mesmo se desesperado...) de fingir prolongar a vida por uma obstinada “escrituração” dos dias. Os Cadernos não são um laboratório, embora não faltem neles reflexões sobre o “fazer” literário; não são um registo dos casos do mundo, embora abundem os comentários sobre a atualidade; não são uma coleção de dados para uma futura biografia, embora vão dizendo o que faço e o que penso. Como todo o diário (como toda a escrita), os Cadernos de Lanzarote são um exercício narcisista, mas, contra o que geralmente se crê, Narciso nem sempre gosta do que vê no espelho em que se contempla..."
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Owen é o gestor do clã Montgomery e dirige o negócio de família com uma mão de ferro e uma folha de cálculo inflexível. E embora os seus irmãos passem a vida a repreendê-lo pela gestão obsessiva, a verdade é que o Hotel Boonsboro está prestes a ser inaugurado na data prevista. A única coisa que não foi planeada por Owen chama-se… Avery MacTavish. A popular pizaria de Avery é mesmo do outro lado da rua, o que lhe permite ser testemunha da fantástica renovação do hotel - e apreciar o trabalho admirável de Owen. O facto de ele ter sido o seu primeiro namorado na adolescência só torna a situação mais interessante. Sem saber como, sente uma nova atração nada inocente a despertar por ele. À medida que Avery e Owen iniciam um novo patamar na sua relação, a inauguração do hotel é pretexto para toda a cidade entrar em celebração. Mas o trabalho de Owen está longe de terminado. Avery tão cedo não irá baixar a guarda, nem perceber que o seu primeiro amor poderá bem ser o último…
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Owen é o gestor do clã Montgomery e dirige o negócio de família com uma mão de ferro e uma folha de cálculo inflexível. E embora os seus irmãos passem a vida a repreendê-lo pela gestão obsessiva, a verdade é que o Hotel Boonsboro está prestes a ser inaugurado na data prevista. A única coisa que não foi planeada por Owen chama-se… Avery MacTavish. A popular pizaria de Avery é mesmo do outro lado da rua, o que lhe permite ser testemunha da fantástica renovação do hotel - e apreciar o trabalho admirável de Owen. O facto de ele ter sido o seu primeiro namorado na adolescência só torna a situação mais interessante. Sem saber como, sente uma nova atração nada inocente a despertar por ele. À medida que Avery e Owen iniciam um novo patamar na sua relação, a inauguração do hotel é pretexto para toda a cidade entrar em celebração. Mas o trabalho de Owen está longe de terminado. Avery tão cedo não irá baixar a guarda, nem perceber que o seu primeiro amor poderá bem ser o último…
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Edição: Out 2012
Nº Páginas: 164
Sinopse:
"Últimato - o antes e o depois do 15 de Setembro" é um olhar cirúrgico sobre a actual crise política e o estado da nação. O livro está organizado em 12 capítulos sobre as principais questões que preocupam o país: como a ‘Fadiga Fiscal’, ‘Gorduras do Estado’ as ‘PPP,’ entre outros temas. Por último ‘Como Sair da Crise’, as respostas esperadas a todas estas análises. De matriz ideológica centro/direita, ‘Ultimato’ não deixa de ser dessa forma uma visão independente e sobretudo apartidária. Um livro, polémico, destinado a um público interessado em compreender os meandros da actual crise política e escrito numa linguagem acessível ao cidadão comum. Os mesmos cidadãos que inundaram as ruas de Portugal a 15 de Setembro.
Nº Páginas: 164
Sinopse:
"Últimato - o antes e o depois do 15 de Setembro" é um olhar cirúrgico sobre a actual crise política e o estado da nação. O livro está organizado em 12 capítulos sobre as principais questões que preocupam o país: como a ‘Fadiga Fiscal’, ‘Gorduras do Estado’ as ‘PPP,’ entre outros temas. Por último ‘Como Sair da Crise’, as respostas esperadas a todas estas análises. De matriz ideológica centro/direita, ‘Ultimato’ não deixa de ser dessa forma uma visão independente e sobretudo apartidária. Um livro, polémico, destinado a um público interessado em compreender os meandros da actual crise política e escrito numa linguagem acessível ao cidadão comum. Os mesmos cidadãos que inundaram as ruas de Portugal a 15 de Setembro.
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Edição: Fev 2012
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Este livro nasceu como a crónica de uma viagem realizada por dois amigos, mas o tempo, as mudanças violentas da economia e a voracidade dos triunfadores transformaram-no num livro de notícias póstumas, no romance de uma região desaparecida. Nada do que vimos existe tal como o conhecemos. De certo modo fomos os afortunados que presenciaram o fim de uma época no Sul do Mundo. Desse Sul que é a minha força e a minha memória. Desse Sul a que me aferro com todo o amor e com toda a raiva.Estas são, pois, as últimas notícias do Sul."Luis Sepúlveda
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Este livro nasceu como a crónica de uma viagem realizada por dois amigos, mas o tempo, as mudanças violentas da economia e a voracidade dos triunfadores transformaram-no num livro de notícias póstumas, no romance de uma região desaparecida. Nada do que vimos existe tal como o conhecemos. De certo modo fomos os afortunados que presenciaram o fim de uma época no Sul do Mundo. Desse Sul que é a minha força e a minha memória. Desse Sul a que me aferro com todo o amor e com toda a raiva.Estas são, pois, as últimas notícias do Sul."Luis Sepúlveda
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Pensava-se que tivesse aparecido algures na África Oriental há 200 mil anos e eis que a sua presença é detetada muito antes e em todo o continente. Julgava-se que saíra do seu berço há 80 mil anos, até se terem descoberto, na China, fósseis muito mais antigos. Além disso, a genética mostrou que há 400 mil anos partilhávamos o planeta com outras três espécies do género Homo, hoje desaparecidas e com as quais nos miscigenámos! É pois urgente fazer o ponto da situação relativamente aos nossos antepassados e ouvir as últimas notícias do Sapiens. Dos australopitecos ao Neolítico, os autores contam-nos a fascinante saga de um estranho primata, transformado para todo o sempre pela evolução e pelo nosso bem mais precioso: a cultura.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Pensava-se que tivesse aparecido algures na África Oriental há 200 mil anos e eis que a sua presença é detetada muito antes e em todo o continente. Julgava-se que saíra do seu berço há 80 mil anos, até se terem descoberto, na China, fósseis muito mais antigos. Além disso, a genética mostrou que há 400 mil anos partilhávamos o planeta com outras três espécies do género Homo, hoje desaparecidas e com as quais nos miscigenámos! É pois urgente fazer o ponto da situação relativamente aos nossos antepassados e ouvir as últimas notícias do Sapiens. Dos australopitecos ao Neolítico, os autores contam-nos a fascinante saga de um estranho primata, transformado para todo o sempre pela evolução e pelo nosso bem mais precioso: a cultura.
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Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Em 1942, o médico judeu Eddy de Wind apresentou-se como voluntário para trabalhar em Westerbork, um campo de trânsito de judeus, no este dos Países Baixos, onde conheceu Friedel, uma jovem enfermeira. Os dois apaixonam-se e casam. Em 1943, foram deportados para Auschwitz num comboio de mercadorias e são separados, indo Eddy para o Block 9 e Friedel para o 10, onde se realizavam experiências médicas. Quando os russos se começam a aproximar de Auschwitz, no Outono de 1944, os nazis decidiram apagar os seus vestígios e foi ordenado aos prisioneiros, entre os quais se encontrava Friedel, recuar até ao interior da Alemanha, no que se conheceria depois como "marchas da morte". Eddy, pelo contrário, escondeu-se e ficou em Auschwitz, onde encontrou um lápis e um caderno e começou a escrever. Esta é a sua história. Eddy de Wind escreveu um doloroso e comovedor relato dos horrores no campo, analisa e observa o comportamento das pessoas - tanto boas como más - e o que são capazes de fazer. Descreve Auschwitz como nunca antes havia sido descrito. Do interior e com a profunda impressão desse momento.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Em 1942, o médico judeu Eddy de Wind apresentou-se como voluntário para trabalhar em Westerbork, um campo de trânsito de judeus, no este dos Países Baixos, onde conheceu Friedel, uma jovem enfermeira. Os dois apaixonam-se e casam. Em 1943, foram deportados para Auschwitz num comboio de mercadorias e são separados, indo Eddy para o Block 9 e Friedel para o 10, onde se realizavam experiências médicas. Quando os russos se começam a aproximar de Auschwitz, no Outono de 1944, os nazis decidiram apagar os seus vestígios e foi ordenado aos prisioneiros, entre os quais se encontrava Friedel, recuar até ao interior da Alemanha, no que se conheceria depois como "marchas da morte". Eddy, pelo contrário, escondeu-se e ficou em Auschwitz, onde encontrou um lápis e um caderno e começou a escrever. Esta é a sua história. Eddy de Wind escreveu um doloroso e comovedor relato dos horrores no campo, analisa e observa o comportamento das pessoas - tanto boas como más - e o que são capazes de fazer. Descreve Auschwitz como nunca antes havia sido descrito. Do interior e com a profunda impressão desse momento.
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Edição: Nov 2014
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Este é o livro que cada um de nós queria ter escrito à sua própria Mãe. Um livro confessional, um livro de amor, o amor que, na saúde e na doença, na alegria e na tristeza, podemos negar a outros, mas não negamos a essa figura, à Mãe que, generosa, nos deu o sopro da vida.José Jorge Letria escreveu uma obra intensa sobre a sua Mãe, com episódios reais fortemente emotivos. Este é um livro comovente, tão verdadeiro como os momentos únicos, de choro ou de riso que, entre mãe e filho, tecem o laço mais forte das nossas vidas.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Este é o livro que cada um de nós queria ter escrito à sua própria Mãe. Um livro confessional, um livro de amor, o amor que, na saúde e na doença, na alegria e na tristeza, podemos negar a outros, mas não negamos a essa figura, à Mãe que, generosa, nos deu o sopro da vida.José Jorge Letria escreveu uma obra intensa sobre a sua Mãe, com episódios reais fortemente emotivos. Este é um livro comovente, tão verdadeiro como os momentos únicos, de choro ou de riso que, entre mãe e filho, tecem o laço mais forte das nossas vidas.
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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 240
Sinopse:
A peça homónima, com encenação de Gonçalo Amorim e interpretação de Miguel Guilherme, estreia a 8 de Outubro no Teatro Nacional D. Maria II. O jornal Última Hora, mais a sua pobre, cercada e aterrorizada redacção, vive o destino de todos os periódicos hoje em dia: uma grave crise. As breaking news neste caso são mesmo as notícias do seu fecho... Num verdadeiro caldo de nervos - agravado por coisas como a Internet e a partilha grátis de conteúdos nas redes sociais, as manipulações políticas, o despedimento dos repórteres mais capazes ou as fake news -, os protagonistas deste livro-espectáculo terão de tomar decisões absurdas, contraproducentes, caricatas, lamentáveis e, porque não?, comoventes, para salvarem o amor-próprio, a subsistência e até a essência da sua profissão.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
A peça homónima, com encenação de Gonçalo Amorim e interpretação de Miguel Guilherme, estreia a 8 de Outubro no Teatro Nacional D. Maria II. O jornal Última Hora, mais a sua pobre, cercada e aterrorizada redacção, vive o destino de todos os periódicos hoje em dia: uma grave crise. As breaking news neste caso são mesmo as notícias do seu fecho... Num verdadeiro caldo de nervos - agravado por coisas como a Internet e a partilha grátis de conteúdos nas redes sociais, as manipulações políticas, o despedimento dos repórteres mais capazes ou as fake news -, os protagonistas deste livro-espectáculo terão de tomar decisões absurdas, contraproducentes, caricatas, lamentáveis e, porque não?, comoventes, para salvarem o amor-próprio, a subsistência e até a essência da sua profissão.
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Edição: Fev 2022
Nº Páginas: 912
Sinopse:
Obra-prima de Joyce, o melhor romance do século xx para muitos amantes de literatura, Ulisses revolucionou a escrita de ficção e tornou-se um dos mais idolatrados livros do século passado. Escrito entre 1914 e 1921, viajando de Trieste a Zurique e até Paris, foi na capital francesa que, depois de vários contratempos, o longo manuscrito de James Joyce conheceu a primeira edição, em fevereiro de 1922, precisamente no aniversário do autor. Como todas as obras-primas, alguns receberam-no mal no seu tempo: foi recusado por Virginia Woolf para publicação na sua editora – "aquelas páginas tresandavam a indecência" –, referido como "a coisa mais porca que alguém já escreveu", por D. H. Lawrence, proibido por muitos anos nos EUA. Hoje, Joyce é um autor consagrado, provavelmente o maior da literatura irlandesa, celebrando-se anualmente, a 16 de junho, o Bloomsday, em que se situa a ação do romance. Bebendo a sua inspiração da Odisseia de Homero, Ulisses regista um só dia na vida de Leopold Bloom, narrado com um lirismo e uma vulgaridade de esplêndidos extremos. No centenário da sua publicação, uma leitura obrigatória.
Nº Páginas: 912
Sinopse:
Obra-prima de Joyce, o melhor romance do século xx para muitos amantes de literatura, Ulisses revolucionou a escrita de ficção e tornou-se um dos mais idolatrados livros do século passado. Escrito entre 1914 e 1921, viajando de Trieste a Zurique e até Paris, foi na capital francesa que, depois de vários contratempos, o longo manuscrito de James Joyce conheceu a primeira edição, em fevereiro de 1922, precisamente no aniversário do autor. Como todas as obras-primas, alguns receberam-no mal no seu tempo: foi recusado por Virginia Woolf para publicação na sua editora – "aquelas páginas tresandavam a indecência" –, referido como "a coisa mais porca que alguém já escreveu", por D. H. Lawrence, proibido por muitos anos nos EUA. Hoje, Joyce é um autor consagrado, provavelmente o maior da literatura irlandesa, celebrando-se anualmente, a 16 de junho, o Bloomsday, em que se situa a ação do romance. Bebendo a sua inspiração da Odisseia de Homero, Ulisses regista um só dia na vida de Leopold Bloom, narrado com um lirismo e uma vulgaridade de esplêndidos extremos. No centenário da sua publicação, uma leitura obrigatória.
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Edição: Out 2022
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Mais ou menos discreto, o registo da religião esteve quase sempre ou mesmo sempre activo nos acontecimentos e conflitos na História. Com o seu saber estelar e o conhecimento singular da História da região e da especialidade em causa, este livro de Luís Filipe Thomaz revela essa dimensão no drama da Ucrânia. Dimensão que estando bem presente - e sendo mesmo, porventura, determinante - tem sido ignorada ou é subestimada. A visão e o contributo de novidade que é uma lufada de ar fresco no que se ouve e se vai lendo na enxurrada de comentários que se repetem.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Mais ou menos discreto, o registo da religião esteve quase sempre ou mesmo sempre activo nos acontecimentos e conflitos na História. Com o seu saber estelar e o conhecimento singular da História da região e da especialidade em causa, este livro de Luís Filipe Thomaz revela essa dimensão no drama da Ucrânia. Dimensão que estando bem presente - e sendo mesmo, porventura, determinante - tem sido ignorada ou é subestimada. A visão e o contributo de novidade que é uma lufada de ar fresco no que se ouve e se vai lendo na enxurrada de comentários que se repetem.
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Edição: Mai 2025
Nº Páginas: 200
Sinopse:
"U.S.E.R." convida o leitor a refletir sobre os riscos que o universo digital representa para a saúde mental e, mais do que isso, a tomar medidas para os prevenir. Através de uma análise crítica sobre o uso da tecnologia no nosso dia a dia, este livro fornece um vasto conjunto de pistas e orientações para que famílias, educadores e todos nós tenhamos uma relação mais equilibrada com um fenómeno inescapável que, apesar de suscitar particular apreensão no caso das crianças e dos adolescentes, também afeta os adultos. Com base em histórias reais e pesquisas científicas aprofundadas, as psicólogas clínicas Rosário Carmona e Costa, Débora Carvalhosa e Leonor Nápoles discutem temas como dependência da Internet, o impacto da utilização de smartphones nas escolas, os efeitos da imersão excessiva no digital ou o crescimento da inteligência artificial, um campo de inovações surpreendentes mas também de fortes preocupações sobre a privacidade e segurança das pessoas ou do futuro da interação humana. Uma obra que mergulha nas complexidades do mundo atual, revela a uma visão abrangente dos desafios que enfrentamos e apresenta formas e fórmulas para se chegar a um equilíbrio saudável entre o mundo real e o virtual.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
"U.S.E.R." convida o leitor a refletir sobre os riscos que o universo digital representa para a saúde mental e, mais do que isso, a tomar medidas para os prevenir. Através de uma análise crítica sobre o uso da tecnologia no nosso dia a dia, este livro fornece um vasto conjunto de pistas e orientações para que famílias, educadores e todos nós tenhamos uma relação mais equilibrada com um fenómeno inescapável que, apesar de suscitar particular apreensão no caso das crianças e dos adolescentes, também afeta os adultos. Com base em histórias reais e pesquisas científicas aprofundadas, as psicólogas clínicas Rosário Carmona e Costa, Débora Carvalhosa e Leonor Nápoles discutem temas como dependência da Internet, o impacto da utilização de smartphones nas escolas, os efeitos da imersão excessiva no digital ou o crescimento da inteligência artificial, um campo de inovações surpreendentes mas também de fortes preocupações sobre a privacidade e segurança das pessoas ou do futuro da interação humana. Uma obra que mergulha nas complexidades do mundo atual, revela a uma visão abrangente dos desafios que enfrentamos e apresenta formas e fórmulas para se chegar a um equilíbrio saudável entre o mundo real e o virtual.
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Edição: Set 2020
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Na Alemanha do séc. XVII, numa aldeia como qualquer outra, em cima de uma corda esticada entre duas árvores, um rapaz esquelético mantém-se em equilíbrio. Treina. Treina perto do moinho, treina junto aos ferreiros; treina à noite na floresta, onde a Fria sussurra e os duendes vagueiam. Quando partir, nunca mais será o mesmo. Evitará as aldeias que são como quaisquer outras. Nas minas, enfrentará a morte. No campo de batalha, será mais rápido do que as balas de canhão. Nos tribunais, enganará os chefes de Estado. Na sua caminhada enquanto saltimbanco, irá enfrentar uma guerra sem fim que mergulha num manto sombrio o Rei do Inverno, a Boémia e os principais exércitos europeus. Entre nobres gordos, caçadores de bruxas e rainhas intrigantes, a dança de Tyll revelará a loucura dos reis e a sabedoria dos tolos numa história sobre a devastação da guerra e a decisão tomada por um artista sedutor de nunca morrer. Pautado por um humor e humanidade tocantes, Daniel Kehlmann retira essa lenda do folclore medieval alemão e entra no palco da Guerra dos Trinta Anos. Quando os cidadãos se tornam as marionetes da política, Tyll, na sua graça demoníaca e sede de liberdade, é o próprio espírito de rebelião - uma rolha na água, uma gargalhada na escuridão, um herói para todos os tempos. Um romance monumental sobre Tyll, um dos loucos mais ilustres da tradição literária europeia, numa invulgar fusão entre a ficção histórica, o picaresco e o realismo mágico que levam alguns a comparar Daniel Kehlmann a Umberto Eco, posicionando-o como um dos grandes embaixadores da literatura em língua alemã dos nosso dias.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Na Alemanha do séc. XVII, numa aldeia como qualquer outra, em cima de uma corda esticada entre duas árvores, um rapaz esquelético mantém-se em equilíbrio. Treina. Treina perto do moinho, treina junto aos ferreiros; treina à noite na floresta, onde a Fria sussurra e os duendes vagueiam. Quando partir, nunca mais será o mesmo. Evitará as aldeias que são como quaisquer outras. Nas minas, enfrentará a morte. No campo de batalha, será mais rápido do que as balas de canhão. Nos tribunais, enganará os chefes de Estado. Na sua caminhada enquanto saltimbanco, irá enfrentar uma guerra sem fim que mergulha num manto sombrio o Rei do Inverno, a Boémia e os principais exércitos europeus. Entre nobres gordos, caçadores de bruxas e rainhas intrigantes, a dança de Tyll revelará a loucura dos reis e a sabedoria dos tolos numa história sobre a devastação da guerra e a decisão tomada por um artista sedutor de nunca morrer. Pautado por um humor e humanidade tocantes, Daniel Kehlmann retira essa lenda do folclore medieval alemão e entra no palco da Guerra dos Trinta Anos. Quando os cidadãos se tornam as marionetes da política, Tyll, na sua graça demoníaca e sede de liberdade, é o próprio espírito de rebelião - uma rolha na água, uma gargalhada na escuridão, um herói para todos os tempos. Um romance monumental sobre Tyll, um dos loucos mais ilustres da tradição literária europeia, numa invulgar fusão entre a ficção histórica, o picaresco e o realismo mágico que levam alguns a comparar Daniel Kehlmann a Umberto Eco, posicionando-o como um dos grandes embaixadores da literatura em língua alemã dos nosso dias.
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Edição: Jun 2019
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Depois de um momento de turbulência, uma mulher mete conversa com o homem que se senta a seu lado no avião, revelando-lhe a sua intimidade. Ao chegar a casa, após outro voo, esse homem recebe notícias trágicas que implicam profundamente a vida de outra pessoa, um piloto de aviões, o qual, transtornado, acaba por procurar conforto nos braços de uma jornalista que conhece essa mesma noite, e cuja vida também se transformará antes de conseguir seguir para o aeroporto e terminar uma reportagem que, por sua vez, terá consequências no destino de outras pessoas. De Londres a Madrid, de Dakar a São Paulo, de Toronto a Deli, em viagem para reencontrar amantes, irmãos afastados, parentes idosos ou ninguém, as histórias dos doze desconhecidos que compõem "Turbulência" são o retrato de um mundo global, e uma exploração corajosa e delicada dos efeitos que o nosso percurso, aparentemente tão pessoal, tem na vida dos outros - por vezes, de modo devastador.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Depois de um momento de turbulência, uma mulher mete conversa com o homem que se senta a seu lado no avião, revelando-lhe a sua intimidade. Ao chegar a casa, após outro voo, esse homem recebe notícias trágicas que implicam profundamente a vida de outra pessoa, um piloto de aviões, o qual, transtornado, acaba por procurar conforto nos braços de uma jornalista que conhece essa mesma noite, e cuja vida também se transformará antes de conseguir seguir para o aeroporto e terminar uma reportagem que, por sua vez, terá consequências no destino de outras pessoas. De Londres a Madrid, de Dakar a São Paulo, de Toronto a Deli, em viagem para reencontrar amantes, irmãos afastados, parentes idosos ou ninguém, as histórias dos doze desconhecidos que compõem "Turbulência" são o retrato de um mundo global, e uma exploração corajosa e delicada dos efeitos que o nosso percurso, aparentemente tão pessoal, tem na vida dos outros - por vezes, de modo devastador.
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Edição: Ago 2024
Nº Páginas: 392
Sinopse:
As noções de verdade, identidade e realidade entraram em crise no último meio século. O pensamento pós-moderno, que nasceu com intuitos subversivos, acabou cooptado pelo capitalismo neo-liberal. Tornámo-nos consumidores, mais do que cidadãos. Esta é, pois, a história de uma ideia perigosa. A narrativa começa nos anos 70. Tudo o que era dado por adquirido foi posto em causa. A contra-cultura tornou-se cultura dominante. As grandes narrativas deram lugar ao primado da ironia. As palavras de ordem passaram a ser fluidez e flexibilidade. Ironicamente, nada é mais fluido e flexível do que o mercado. Como já alguém disse: em Wall Street ninguém acredita em verdades absolutas. Aquilo que começou como uma atitude subversiva acabou integrado no espectáculo global da chamada "pós-verdade".
Nº Páginas: 392
Sinopse:
As noções de verdade, identidade e realidade entraram em crise no último meio século. O pensamento pós-moderno, que nasceu com intuitos subversivos, acabou cooptado pelo capitalismo neo-liberal. Tornámo-nos consumidores, mais do que cidadãos. Esta é, pois, a história de uma ideia perigosa. A narrativa começa nos anos 70. Tudo o que era dado por adquirido foi posto em causa. A contra-cultura tornou-se cultura dominante. As grandes narrativas deram lugar ao primado da ironia. As palavras de ordem passaram a ser fluidez e flexibilidade. Ironicamente, nada é mais fluido e flexível do que o mercado. Como já alguém disse: em Wall Street ninguém acredita em verdades absolutas. Aquilo que começou como uma atitude subversiva acabou integrado no espectáculo global da chamada "pós-verdade".
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Edição: Out 2012
Nº Páginas: 436
Sinopse:
"Pertenço a uma enorme família, cheia de curiosas ramificações. Cresci num ambiente singular. Transporto comigo histórias engraçadas que merecem um registo. Tenho uma dívida de gratidão para com todos os que por vontade expressa ou por acaso converteram a minha infância e juventude no tesouro que ninguém me pode roubar. Quando senti necessidade de deixar um testemunho aos filhos e aos netos, fiz apelo à memória retrospetiva apoiada nas agendas onde anoto o meu dia a dia desde criança e procurei parentes que não via há muito a fim de preencher lacunas e pedir fotografias. Esses encontros, bem agradáveis, proporcionaram-me descobertas que ampliaram o projeto e obrigaram à leitura de papelada coberta de pó no fundo das gavetas. Tirei dúvidas, aprofundei as relações com o passado, escolhi o que me pareceu mais significativo e esclarecedor." "Ana Maria Magalhães"
Nº Páginas: 436
Sinopse:
"Pertenço a uma enorme família, cheia de curiosas ramificações. Cresci num ambiente singular. Transporto comigo histórias engraçadas que merecem um registo. Tenho uma dívida de gratidão para com todos os que por vontade expressa ou por acaso converteram a minha infância e juventude no tesouro que ninguém me pode roubar. Quando senti necessidade de deixar um testemunho aos filhos e aos netos, fiz apelo à memória retrospetiva apoiada nas agendas onde anoto o meu dia a dia desde criança e procurei parentes que não via há muito a fim de preencher lacunas e pedir fotografias. Esses encontros, bem agradáveis, proporcionaram-me descobertas que ampliaram o projeto e obrigaram à leitura de papelada coberta de pó no fundo das gavetas. Tirei dúvidas, aprofundei as relações com o passado, escolhi o que me pareceu mais significativo e esclarecedor." "Ana Maria Magalhães"
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Edição: Jul 2019
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Inclui "Não esquecerás", o conto sobre a tragédia de Entre-os-Rios que já inspirou uma peça de teatro (de Mónica Calle) e um filme (de João Mário Grilo). Uma velha que em clausura depende do que o seu cão fiel lhe recolhe, uma mulher que mata a sua alma gémea, nós que nos tornamos cúmplices num autocarro em noite de temporal, um rio que devolve os ecos de duas crianças a quem aguarda um terrível milagre, uma ilha onde congeminam os faroleiros e suas zelosas esposas, um assassino a salvo na biblioteca, uma menina desaparecida, uma mulher intrigada pelo homem desconhecido. Um destino chamado amor. Neste inquietante livro, Dulce Maria Cardoso revela mais uma vez a sua mestria literária.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Inclui "Não esquecerás", o conto sobre a tragédia de Entre-os-Rios que já inspirou uma peça de teatro (de Mónica Calle) e um filme (de João Mário Grilo). Uma velha que em clausura depende do que o seu cão fiel lhe recolhe, uma mulher que mata a sua alma gémea, nós que nos tornamos cúmplices num autocarro em noite de temporal, um rio que devolve os ecos de duas crianças a quem aguarda um terrível milagre, uma ilha onde congeminam os faroleiros e suas zelosas esposas, um assassino a salvo na biblioteca, uma menina desaparecida, uma mulher intrigada pelo homem desconhecido. Um destino chamado amor. Neste inquietante livro, Dulce Maria Cardoso revela mais uma vez a sua mestria literária.
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Edição: Ago 2020
Nº Páginas: 432
Sinopse:
No seu dia a dia, Nina Frost, delegada do Ministério Público, acusa pedófilos e trabalha com determinação para garantir que o sistema legal, apesar de muitas lacunas, mantém esses criminosos atrás das grades. Quando Nina e o marido descobrem que o seu filho de cinco anos foi abusado sexualmente, ficam despedaçados e sentem-se desamparados face a um sistema de justiça que Nina julgava conhecer muito bem.De um momento para o outro, as suas convicções desabam, o desejo de justiça pelas próprias mãos vem à superfície e as consequências são imprevisíveis.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
No seu dia a dia, Nina Frost, delegada do Ministério Público, acusa pedófilos e trabalha com determinação para garantir que o sistema legal, apesar de muitas lacunas, mantém esses criminosos atrás das grades. Quando Nina e o marido descobrem que o seu filho de cinco anos foi abusado sexualmente, ficam despedaçados e sentem-se desamparados face a um sistema de justiça que Nina julgava conhecer muito bem.De um momento para o outro, as suas convicções desabam, o desejo de justiça pelas próprias mãos vem à superfície e as consequências são imprevisíveis.
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Edição: Out 2013
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"Tudo Passa" é o testemunho final de Vassili Grossman, romance inacabado, cuja revisão ocupou os seus últimos dias. Ivan Grigórievitch tem vivido num Gulag nos últimos trinta anos. Posto em liberdade após a morte de Stálin, descobre que os anos de terror impuseram uma escravidão moral coletiva. Ivan terá então de esforçar-se por encontrar o seu lugar num mundo que lhe é estranho. Mas, num romance que procura abordar acontecimentos trágicos da União Soviética, a história de Ivan é apenas uma entre muitas. Assim, conhecemos também o primo de Ivan, Nikolai, um cientista que nunca deixou a sua consciência interferir na sua carreira, Pinéguin, o informador que levou a que Ivan fosse enviado para o campo de trabalhos forçados, e ainda uma série de outros informadores, cada qual com uma desculpa para os seus indesculpáveis feitos. E, no centro do romance, encontramos a história de Anna Serguéevna, amante de Ivan, que nos conta o seu envolvimento como ativista no terror que foi a Grande Fome da Ucrânia - uma ação deliberada de extermínio, desencadeada pelo regime soviético, que levou à morte de milhões de camponeses. "Tudo Passa" é um romance insuportavelmente lúcido sobre o sofrimento humano, de um dos gigantes da literatura do século XX.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"Tudo Passa" é o testemunho final de Vassili Grossman, romance inacabado, cuja revisão ocupou os seus últimos dias. Ivan Grigórievitch tem vivido num Gulag nos últimos trinta anos. Posto em liberdade após a morte de Stálin, descobre que os anos de terror impuseram uma escravidão moral coletiva. Ivan terá então de esforçar-se por encontrar o seu lugar num mundo que lhe é estranho. Mas, num romance que procura abordar acontecimentos trágicos da União Soviética, a história de Ivan é apenas uma entre muitas. Assim, conhecemos também o primo de Ivan, Nikolai, um cientista que nunca deixou a sua consciência interferir na sua carreira, Pinéguin, o informador que levou a que Ivan fosse enviado para o campo de trabalhos forçados, e ainda uma série de outros informadores, cada qual com uma desculpa para os seus indesculpáveis feitos. E, no centro do romance, encontramos a história de Anna Serguéevna, amante de Ivan, que nos conta o seu envolvimento como ativista no terror que foi a Grande Fome da Ucrânia - uma ação deliberada de extermínio, desencadeada pelo regime soviético, que levou à morte de milhões de camponeses. "Tudo Passa" é um romance insuportavelmente lúcido sobre o sofrimento humano, de um dos gigantes da literatura do século XX.
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Edição: Out 2013
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Em 1999, a Drª Mary Neal foi vítima de um terrível acidente no Chile. Estava a descer um rio de caiaque, quando se precipitou numa cascata e a embarcação ficou enterrada no fundo . Os seus companheiros lutaram com as águas revoltas, numa tentativa desesperada de a resgatar. Seria porém a fúria da corrente a libertála, quinze minutos depois, quando em teoria já teria morrido por afogamento. Mary sobreviveu - num milagre que desafia todos as certezas da medicina. E neste livro notável, a autora conta a sua história. Descreve os longos minutos em que foi perdendo os sinais vitais. Fala-nos da surpresa que foi entrar noutra dimensão, fora do tempo ou do espaço, onde se encontrou rodeada de anjos. Nunca tinha sido tão feliz como naqueles momentos, nunca tinha experimentado uma sensação de plenitude tão grande. A médica só anos mais tarde perceberia que o seu regresso tinha uma razão de ser, quando o seu filho mais velho, de 19 anos, morreu subitamente. Percebeu então que ainda era precisa: tinha de ajudar a família e suportar a dor. Mas soube que não teria de enfrentar sozinha tamanho sofrimento. Porque Deus estava com ela, os anjos estavam com ela, hoje e sempre.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Em 1999, a Drª Mary Neal foi vítima de um terrível acidente no Chile. Estava a descer um rio de caiaque, quando se precipitou numa cascata e a embarcação ficou enterrada no fundo . Os seus companheiros lutaram com as águas revoltas, numa tentativa desesperada de a resgatar. Seria porém a fúria da corrente a libertála, quinze minutos depois, quando em teoria já teria morrido por afogamento. Mary sobreviveu - num milagre que desafia todos as certezas da medicina. E neste livro notável, a autora conta a sua história. Descreve os longos minutos em que foi perdendo os sinais vitais. Fala-nos da surpresa que foi entrar noutra dimensão, fora do tempo ou do espaço, onde se encontrou rodeada de anjos. Nunca tinha sido tão feliz como naqueles momentos, nunca tinha experimentado uma sensação de plenitude tão grande. A médica só anos mais tarde perceberia que o seu regresso tinha uma razão de ser, quando o seu filho mais velho, de 19 anos, morreu subitamente. Percebeu então que ainda era precisa: tinha de ajudar a família e suportar a dor. Mas soube que não teria de enfrentar sozinha tamanho sofrimento. Porque Deus estava com ela, os anjos estavam com ela, hoje e sempre.
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Nove homens, cada um deles numa diferente fase de vida, cada um deles longe de casa, e cada um deles a tentar compreender — seja nos subúrbios de Praga, nas proximidades de um viaduto na Bélgica, num hotel barato no Chipre — o que significa exatamente estar vivo, aqui e agora. Traçando um arco da primavera da juventude ao inverno da velhice, Tudo o Que Um Homem É une estas vidas distintas para compor um retrato lancinante e revelador da masculinidade nos nossos dias. Sob o signo do conflito, da competição e do poder, mas também da fragilidade, Szalay mostra-nos, com desarmante crueza, os homens tal como eles são: ridículos e inarticulados, chocantes e desprezíveis, vitais e hilariantes; e, à medida que são ultrapassados pela idade, os desafios tornam-se extraordinariamente difíceis.
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Nove homens, cada um deles numa diferente fase de vida, cada um deles longe de casa, e cada um deles a tentar compreender — seja nos subúrbios de Praga, nas proximidades de um viaduto na Bélgica, num hotel barato no Chipre — o que significa exatamente estar vivo, aqui e agora. Traçando um arco da primavera da juventude ao inverno da velhice, Tudo o Que Um Homem É une estas vidas distintas para compor um retrato lancinante e revelador da masculinidade nos nossos dias. Sob o signo do conflito, da competição e do poder, mas também da fragilidade, Szalay mostra-nos, com desarmante crueza, os homens tal como eles são: ridículos e inarticulados, chocantes e desprezíveis, vitais e hilariantes; e, à medida que são ultrapassados pela idade, os desafios tornam-se extraordinariamente difíceis.
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Edição: Abr 2001
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Daniel Sampaio, psiquiatra, terapeuta familiar e professor, tem tido nos últimos anos um papel fundamental em intervenções várias nos jornais, rádio e televisão, na abordagem da adolescência. Publicou ainda várias obras, bem conhecidas do público, onde aborda temas como a escola, a família, o suicídio. Depois de "A Arte da Fuga", chega agora um novo livro, "Tudo o que Temos cá Dentro", a meio caminho entre o romance e a descrição de uma psicoterapia, que tem o suicídio como ponto de partida. Temos o relato ficcional que o terapeuta faz das sessões, um monólogo interior do paciente e uma espécie de carta pos-mortem do suicida, uma história envolvendo os vários pontos de vista dos seus protagonistas. Uma leitura fundamental para todos os que se interessam pela adolescência e pelos problemas que lhe vêm associados.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Daniel Sampaio, psiquiatra, terapeuta familiar e professor, tem tido nos últimos anos um papel fundamental em intervenções várias nos jornais, rádio e televisão, na abordagem da adolescência. Publicou ainda várias obras, bem conhecidas do público, onde aborda temas como a escola, a família, o suicídio. Depois de "A Arte da Fuga", chega agora um novo livro, "Tudo o que Temos cá Dentro", a meio caminho entre o romance e a descrição de uma psicoterapia, que tem o suicídio como ponto de partida. Temos o relato ficcional que o terapeuta faz das sessões, um monólogo interior do paciente e uma espécie de carta pos-mortem do suicida, uma história envolvendo os vários pontos de vista dos seus protagonistas. Uma leitura fundamental para todos os que se interessam pela adolescência e pelos problemas que lhe vêm associados.
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Quando se trata das provações e triunfos da jornada até à idade adulta, a jornalista e ex-colunista do Sunday Times, Dolly Alderton, já viu e experimentou de tudo. Ela descreve-nos vividamente o processo por que passamos quando nos apaixonamos, a luta contra a autossabotagem, a procura de um emprego, o que é dar uma festa desastrosa cuja temática é o Rod Stewart, apanhar uma bebedeira, levar com os pés, perceber que o Ivan da loja da esquina é o único homem com o qual sempre pudemos contar, e descobrir que as nossas amigas estão sempre lá, no fim de cada noite de desgraça. Este é um livro sobre encontros para esquecer, boas amigas e - acima de tudo - sobre sabermos reconhecer que somos suficientes. Dolly Alderton sobreviveu (à tangente) aos seus Vintes e, em Tudo o Que Sei Sobre o Amor, apresenta-nos uma descrição impávida dos encontros catastróficos e dos apartamentos miseráveis, dos desgostos de amor e das humilhações e, o mais importante, das inquebráveis amizades femininas que a ajudaram a aguentar-se. Cheio de humor, coração e perspicácia, este é um livro para dar a todas as mulheres que já passaram por lá ou que estão prestes a dar o primeiro passo rumo ao resto da sua vida.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Quando se trata das provações e triunfos da jornada até à idade adulta, a jornalista e ex-colunista do Sunday Times, Dolly Alderton, já viu e experimentou de tudo. Ela descreve-nos vividamente o processo por que passamos quando nos apaixonamos, a luta contra a autossabotagem, a procura de um emprego, o que é dar uma festa desastrosa cuja temática é o Rod Stewart, apanhar uma bebedeira, levar com os pés, perceber que o Ivan da loja da esquina é o único homem com o qual sempre pudemos contar, e descobrir que as nossas amigas estão sempre lá, no fim de cada noite de desgraça. Este é um livro sobre encontros para esquecer, boas amigas e - acima de tudo - sobre sabermos reconhecer que somos suficientes. Dolly Alderton sobreviveu (à tangente) aos seus Vintes e, em Tudo o Que Sei Sobre o Amor, apresenta-nos uma descrição impávida dos encontros catastróficos e dos apartamentos miseráveis, dos desgostos de amor e das humilhações e, o mais importante, das inquebráveis amizades femininas que a ajudaram a aguentar-se. Cheio de humor, coração e perspicácia, este é um livro para dar a todas as mulheres que já passaram por lá ou que estão prestes a dar o primeiro passo rumo ao resto da sua vida.
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Edição: Mar 2023
Nº Páginas: 300
Sinopse:
Quando se trata das provações e triunfos da jornada até à idade adulta, a jornalista e ex-colunista do Sunday Times, Dolly Alderton, já viu e experimentou de tudo. Ela descreve-nos vividamente o processo por que passamos quando nos apaixonamos, a luta contra a autossabotagem, a procura de um emprego, o que é dar uma festa desastrosa cuja temática é o Rod Stewart, apanhar uma bebedeira, levar com os pés, perceber que o Ivan da loja da esquina é o único homem com o qual sempre pudemos contar, e descobrir que as nossas amigas estão sempre lá, no fim de cada noite de desgraça. Este é um livro sobre encontros para esquecer, boas amigas e - acima de tudo - sobre sabermos reconhecer que somos suficientes. Dolly Alderton sobreviveu (à tangente) aos seus Vintes e, em "Tudo o Que Sei Sobre o Amor", apresenta-nos uma descrição impávida dos encontros catastróficos e dos apartamentos miseráveis, dos desgostos de amor e das humilhações e, o mais importante, das inquebráveis amizades femininas que a ajudaram a aguentar-se. Cheio de humor, coração e perspicácia, este é um livro para dar a todas as mulheres que já passaram por lá ou que estão prestes a dar o primeiro passo rumo ao resto da sua vida.
Nº Páginas: 300
Sinopse:
Quando se trata das provações e triunfos da jornada até à idade adulta, a jornalista e ex-colunista do Sunday Times, Dolly Alderton, já viu e experimentou de tudo. Ela descreve-nos vividamente o processo por que passamos quando nos apaixonamos, a luta contra a autossabotagem, a procura de um emprego, o que é dar uma festa desastrosa cuja temática é o Rod Stewart, apanhar uma bebedeira, levar com os pés, perceber que o Ivan da loja da esquina é o único homem com o qual sempre pudemos contar, e descobrir que as nossas amigas estão sempre lá, no fim de cada noite de desgraça. Este é um livro sobre encontros para esquecer, boas amigas e - acima de tudo - sobre sabermos reconhecer que somos suficientes. Dolly Alderton sobreviveu (à tangente) aos seus Vintes e, em "Tudo o Que Sei Sobre o Amor", apresenta-nos uma descrição impávida dos encontros catastróficos e dos apartamentos miseráveis, dos desgostos de amor e das humilhações e, o mais importante, das inquebráveis amizades femininas que a ajudaram a aguentar-se. Cheio de humor, coração e perspicácia, este é um livro para dar a todas as mulheres que já passaram por lá ou que estão prestes a dar o primeiro passo rumo ao resto da sua vida.
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Edição: Mar 2021
Nº Páginas: 300
Sinopse:
Quando se trata das provações e triunfos da jornada até à idade adulta, a jornalista e ex-colunista do Sunday Times, Dolly Alderton, já viu e experimentou de tudo. Ela descreve- nos vividamente o processo por que passamos quando nos apaixonamos, a luta contra a autossabotagem, a procura de um emprego, o que é dar uma festa desastrosa cuja temática é o Rod Stewart, apanhar uma bebedeira, levar com os pés, perceber que o Ivan da loja da esquina é o único homem com o qual sempre pudemos contar, e descobrir que as nossas amigas estão sempre lá, no fim de cada noite de desgraça. Este é um livro sobre encontros para esquecer, boas amigas e - acima de tudo - sobre sabermos reconhecer que somos suficientes. Dolly Alderton sobreviveu (à tangente) aos seus Vintes e, em Tudo o Que Sei Sobre o Amor, apresenta-nos uma descrição impávida dos encontros catastróficos e dos apartamentos miseráveis, dos desgostos de amor e das humilhações e, o mais importante, das inquebráveis amizades femininas que a ajudaram a aguentar-se. Cheio de humor, coração e perspicácia, este é um livro para dar a todas as mulheres que já passaram por lá ou que estão prestes a dar o primeiro passo rumo ao resto da sua vida.
Nº Páginas: 300
Sinopse:
Quando se trata das provações e triunfos da jornada até à idade adulta, a jornalista e ex-colunista do Sunday Times, Dolly Alderton, já viu e experimentou de tudo. Ela descreve- nos vividamente o processo por que passamos quando nos apaixonamos, a luta contra a autossabotagem, a procura de um emprego, o que é dar uma festa desastrosa cuja temática é o Rod Stewart, apanhar uma bebedeira, levar com os pés, perceber que o Ivan da loja da esquina é o único homem com o qual sempre pudemos contar, e descobrir que as nossas amigas estão sempre lá, no fim de cada noite de desgraça. Este é um livro sobre encontros para esquecer, boas amigas e - acima de tudo - sobre sabermos reconhecer que somos suficientes. Dolly Alderton sobreviveu (à tangente) aos seus Vintes e, em Tudo o Que Sei Sobre o Amor, apresenta-nos uma descrição impávida dos encontros catastróficos e dos apartamentos miseráveis, dos desgostos de amor e das humilhações e, o mais importante, das inquebráveis amizades femininas que a ajudaram a aguentar-se. Cheio de humor, coração e perspicácia, este é um livro para dar a todas as mulheres que já passaram por lá ou que estão prestes a dar o primeiro passo rumo ao resto da sua vida.
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Edição: Abr 2003
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Nesta obra o autor leva-nos, troço a troço, a descobrir aquilo que somos, mas sobretudo aquilo que podemos ser. Com suavidade mostra-nos as nossas misérias, mas sobretudo galvaniza as nossas grandezas. A meio do caminho, sentimos como tudo faz sentido, como tudo se encaixa, como a vida pode ser mais fácil se a vivermos apaixonadamente, sem medo dos nossos erros, mas principalmente sem medo dos sucessos. Tudo o que o Amor não é ajuda-nos sobretudo a (re)descobrir tudo o que o amor pode ser. E isso é mais que uma pista. É um verdadeiro mapa do tesouro.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Nesta obra o autor leva-nos, troço a troço, a descobrir aquilo que somos, mas sobretudo aquilo que podemos ser. Com suavidade mostra-nos as nossas misérias, mas sobretudo galvaniza as nossas grandezas. A meio do caminho, sentimos como tudo faz sentido, como tudo se encaixa, como a vida pode ser mais fácil se a vivermos apaixonadamente, sem medo dos nossos erros, mas principalmente sem medo dos sucessos. Tudo o que o Amor não é ajuda-nos sobretudo a (re)descobrir tudo o que o amor pode ser. E isso é mais que uma pista. É um verdadeiro mapa do tesouro.
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Edição: Jun 2020
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Fomos educados para acreditar que tudo aquilo que vemos é real. Ziya Tong, o rosto dos mais importantes programas científicos do Canadá, começa este livro a falar sobre os limites físicos da visão, para nos provar que apenas vemos uma parcela ínfima da realidade. E a partir daí, desvenda-nos os "ângulos mortos", sociais e culturais, que nos impedem de ver o mundo como ele é. Desde logo, a comida. Afastámo-nos de tal modo da origem dos alimentos que já não sabemos o que comemos. Olhamos para uma posta de salmão de aquacultura sem imaginar que aquela bonita cor é dada por um corante feito à base de petroquímicos. Numa viagem guiada pelo tempo e espaço, a autora mostra-nos muito daquilo que os média ignoram: desde a origem da energia que nos move e aquece, ao destino que damos ao lixo (custa a acreditar que há cem anos não havia plástico; e que daqui a 30 haverá mais plástico do que peixes no oceano). Tudo o que fazemos, desde os nossos hábitos de sono às férias que gozamos, é determinado pela evolução de conceitos abstratos, que já nada têm a ver com a nossa natureza. "Tudo o Que Não Vemos" é um exercício de divulgação científica de um extraordinário alcance - tão depressa estamos a revisitar a pré-história do petróleo como a descobrir um gigantesco observatório de neutrinos enterrado numa montanha do Japão. E ao longo desta viagem começamos a perceber até que ponto andamos às cegas - e como este livro nos abre os olhos.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Fomos educados para acreditar que tudo aquilo que vemos é real. Ziya Tong, o rosto dos mais importantes programas científicos do Canadá, começa este livro a falar sobre os limites físicos da visão, para nos provar que apenas vemos uma parcela ínfima da realidade. E a partir daí, desvenda-nos os "ângulos mortos", sociais e culturais, que nos impedem de ver o mundo como ele é. Desde logo, a comida. Afastámo-nos de tal modo da origem dos alimentos que já não sabemos o que comemos. Olhamos para uma posta de salmão de aquacultura sem imaginar que aquela bonita cor é dada por um corante feito à base de petroquímicos. Numa viagem guiada pelo tempo e espaço, a autora mostra-nos muito daquilo que os média ignoram: desde a origem da energia que nos move e aquece, ao destino que damos ao lixo (custa a acreditar que há cem anos não havia plástico; e que daqui a 30 haverá mais plástico do que peixes no oceano). Tudo o que fazemos, desde os nossos hábitos de sono às férias que gozamos, é determinado pela evolução de conceitos abstratos, que já nada têm a ver com a nossa natureza. "Tudo o Que Não Vemos" é um exercício de divulgação científica de um extraordinário alcance - tão depressa estamos a revisitar a pré-história do petróleo como a descobrir um gigantesco observatório de neutrinos enterrado numa montanha do Japão. E ao longo desta viagem começamos a perceber até que ponto andamos às cegas - e como este livro nos abre os olhos.
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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 248
Sinopse:
"Lydia morreu. Mas eles ainda não sabem."Começa assim o avassalador romance de Celeste Ng. É de manhã, a família desperta para o pequeno-almoço. O pai, a mãe, o filho mais velho e a filha mais nova. Há porém um lugar vago à mesa e um silêncio que pesa. A filha do meio, a favorita dos pais, está ausente.Como morreu, ou porque morreu, é para já um enigma. Há um inquérito, dúvidas, suspeitas e acusações. E uma teia delicada de dramas antigos, de segredos, que se vão desvendando pela voz (e pelo olhar) de cada um dos elementos da família. Apaixonamo-nos por eles, tão expostos (e tão frágeis) nesse momento de perda. Conhecemos a mãe, loura e de olhos azuis, que abandonou o sonho de uma vida pela filha - a quem depois virá a exigir o impossível. O pai, de ascendência chinesa, que projecta na única filha de traços ocidentais a sua própria integração na América. E conhecemos os irmãos de Lydia, a quem foram dadas apenas as sobras do amor - mas que nem por isso deixaram de a amar."Tudo o que Ficou por Dizer" é um romance pungente, narrado numa voz terna, por vezes poética, sempre precisa. É uma obra sobre os não-ditos, os abismos que se abrem nas famílias, os esquecimentos do amor. E sobre esse enorme mistério chamado Lydia, que na hora da sua morte ofereceu à família, por fim, uma hipótese de redenção.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
"Lydia morreu. Mas eles ainda não sabem."Começa assim o avassalador romance de Celeste Ng. É de manhã, a família desperta para o pequeno-almoço. O pai, a mãe, o filho mais velho e a filha mais nova. Há porém um lugar vago à mesa e um silêncio que pesa. A filha do meio, a favorita dos pais, está ausente.Como morreu, ou porque morreu, é para já um enigma. Há um inquérito, dúvidas, suspeitas e acusações. E uma teia delicada de dramas antigos, de segredos, que se vão desvendando pela voz (e pelo olhar) de cada um dos elementos da família. Apaixonamo-nos por eles, tão expostos (e tão frágeis) nesse momento de perda. Conhecemos a mãe, loura e de olhos azuis, que abandonou o sonho de uma vida pela filha - a quem depois virá a exigir o impossível. O pai, de ascendência chinesa, que projecta na única filha de traços ocidentais a sua própria integração na América. E conhecemos os irmãos de Lydia, a quem foram dadas apenas as sobras do amor - mas que nem por isso deixaram de a amar."Tudo o que Ficou por Dizer" é um romance pungente, narrado numa voz terna, por vezes poética, sempre precisa. É uma obra sobre os não-ditos, os abismos que se abrem nas famílias, os esquecimentos do amor. E sobre esse enorme mistério chamado Lydia, que na hora da sua morte ofereceu à família, por fim, uma hipótese de redenção.
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