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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Depois de uma investigação rigorosa ao mundo dos bancos portugueses, Helena Garrido regressa para, num livro sobre a Caixa Geral de Depósitos, mostrar como o banco público serviu para negócios e operações duvidosas - sempre a mando do poder e sempre a perder dinheiro que pertence aos contribuintes. Na recente história da Caixa há de tudo. Credora discreta de homens sem dinheiro que querem ser "donos" de grandes negócios e estar na mesa do poder. Investidora em projetos de "interesse nacional" duvidoso e que veio a revelar-se catastrófico. Acionista nos bastidores a dar palco aos defensores dos "centros de decisão nacional". Canal de dinheiro para viabilizar "investimento direto estrangeiro". Financiadora de especuladores bolsistas e imobiliários. Centro de empregos, influência e poder dos governos. Capturada por todo o tipo de interesses, fragilizada na sua estrutura técnica por sucessivos governos e administrações, viveu à beira do colapso. Está a renascer. Vai ser mais pequena, menos internacional, com menos capacidade de criar um mundo empresarial de "faz de conta" como no passado. Em 2016 o Departamento Central e Investigação Penal inicia uma investigação que vai determinar se a gestão da CGD teve ou não contornos criminais. Na mira do Ministério Público está o período que vai de 2005 a 2016, com anos sucessivos de prejuízos e perdas superiores a 4 mil milhões de euros. Numa investigação prodigiosa, Helena Garrido mostra como foi possível esse desmando e como os contribuintes vão pagar caro os erros dos gestores e políticos que meteram a mão na Caixa.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Depois de uma investigação rigorosa ao mundo dos bancos portugueses, Helena Garrido regressa para, num livro sobre a Caixa Geral de Depósitos, mostrar como o banco público serviu para negócios e operações duvidosas - sempre a mando do poder e sempre a perder dinheiro que pertence aos contribuintes. Na recente história da Caixa há de tudo. Credora discreta de homens sem dinheiro que querem ser "donos" de grandes negócios e estar na mesa do poder. Investidora em projetos de "interesse nacional" duvidoso e que veio a revelar-se catastrófico. Acionista nos bastidores a dar palco aos defensores dos "centros de decisão nacional". Canal de dinheiro para viabilizar "investimento direto estrangeiro". Financiadora de especuladores bolsistas e imobiliários. Centro de empregos, influência e poder dos governos. Capturada por todo o tipo de interesses, fragilizada na sua estrutura técnica por sucessivos governos e administrações, viveu à beira do colapso. Está a renascer. Vai ser mais pequena, menos internacional, com menos capacidade de criar um mundo empresarial de "faz de conta" como no passado. Em 2016 o Departamento Central e Investigação Penal inicia uma investigação que vai determinar se a gestão da CGD teve ou não contornos criminais. Na mira do Ministério Público está o período que vai de 2005 a 2016, com anos sucessivos de prejuízos e perdas superiores a 4 mil milhões de euros. Numa investigação prodigiosa, Helena Garrido mostra como foi possível esse desmando e como os contribuintes vão pagar caro os erros dos gestores e políticos que meteram a mão na Caixa.
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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Historiadores, sociólogos e antropólogos reúnem num só volume as suas perspectivas sobre os protagonistas dos grandes acontecimentos históricos em Portugal e no mundo."A Expansão Portuguesa resultou da visão pioneira de um infante ou terá reflectido os interesses de um certo grupo social? E a Revolução Francesa - tratou-se de um golpe desferido por uma elite ou do levantamento de um povo? E o Holocausto - a sua culpa morre com Hitler ou tamanha tragédia deverá ser compreendida enquanto resultado de simples decisões de milhares de alemães, que assim maximizaram a potência repressiva dos estados modernos? À superfície de algumas das principais polémicas que têm ocupado os historiadores, emerge a questão do sujeito. Quem foi o protagonista daquele acontecimento? Qual foi o responsável por determinado processo histórico? Quem fez a história?" — José Neves, Introdução
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Historiadores, sociólogos e antropólogos reúnem num só volume as suas perspectivas sobre os protagonistas dos grandes acontecimentos históricos em Portugal e no mundo."A Expansão Portuguesa resultou da visão pioneira de um infante ou terá reflectido os interesses de um certo grupo social? E a Revolução Francesa - tratou-se de um golpe desferido por uma elite ou do levantamento de um povo? E o Holocausto - a sua culpa morre com Hitler ou tamanha tragédia deverá ser compreendida enquanto resultado de simples decisões de milhares de alemães, que assim maximizaram a potência repressiva dos estados modernos? À superfície de algumas das principais polémicas que têm ocupado os historiadores, emerge a questão do sujeito. Quem foi o protagonista daquele acontecimento? Qual foi o responsável por determinado processo histórico? Quem fez a história?" — José Neves, Introdução
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Podem o Estado e os profissionais de saúde transigir com quem recusa cuidados de eficácia e segurança comprovadas, colocando em risco a saúde e a vida dos mais desprotegidos? Com grávidas que escolhem o parto em casa, pais de crianças não vacinadas, doentes psiquiátricos incapazes e que recusam internamento, publicidade enganosa sobre terapêuticas não convencionais e com pessoas em processo de mudança de género sem consulta médica, quando o diálogo falha ou é impossível, quando argumentos científicos nem sempre são suficientes para modificar comportamentos irracionais e emocionais, como devem actuar os profissionais de saúde? Estando em causa a defesa da saúde e da vida dos mais vulneráveis e desprotegidos, o Estado e os profissionais de saúde têm eticamente o direito e o dever de intervir de forma eficaz e pedagógica.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Podem o Estado e os profissionais de saúde transigir com quem recusa cuidados de eficácia e segurança comprovadas, colocando em risco a saúde e a vida dos mais desprotegidos? Com grávidas que escolhem o parto em casa, pais de crianças não vacinadas, doentes psiquiátricos incapazes e que recusam internamento, publicidade enganosa sobre terapêuticas não convencionais e com pessoas em processo de mudança de género sem consulta médica, quando o diálogo falha ou é impossível, quando argumentos científicos nem sempre são suficientes para modificar comportamentos irracionais e emocionais, como devem actuar os profissionais de saúde? Estando em causa a defesa da saúde e da vida dos mais vulneráveis e desprotegidos, o Estado e os profissionais de saúde têm eticamente o direito e o dever de intervir de forma eficaz e pedagógica.
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 124
Sinopse:
"Fascismo" é uma palavra maldita, tanto para quem o viveu de perto, como para os filhos da liberdade que a desmemória não atacou. Mas saberemos exactamente o significado do conceito ou ter-se-á o mundo encarregado de lhe alterar a semântica? Enquanto o fantasma dos "tempos da outra senhora" paira sobre as nossas democracias, materializado em figuras como Trump, Bolsonaro, Erdogan, Orbán ou Di Maio, gastamos a nossa indignação a chamálos de fascistas sem equacionarmos a possibilidade de serem uma outra coisa igualmente perigosa, mas diferente. Quem É Fascista é uma obra original do historiador Emilio Gentile. Na sugestiva forma de auto-entrevista, Gentile desmistifica e clarifica conceitos históricos há muito deturpados, explicando que a crise democrática está muito além dos velhos fantasmas.
Nº Páginas: 124
Sinopse:
"Fascismo" é uma palavra maldita, tanto para quem o viveu de perto, como para os filhos da liberdade que a desmemória não atacou. Mas saberemos exactamente o significado do conceito ou ter-se-á o mundo encarregado de lhe alterar a semântica? Enquanto o fantasma dos "tempos da outra senhora" paira sobre as nossas democracias, materializado em figuras como Trump, Bolsonaro, Erdogan, Orbán ou Di Maio, gastamos a nossa indignação a chamálos de fascistas sem equacionarmos a possibilidade de serem uma outra coisa igualmente perigosa, mas diferente. Quem É Fascista é uma obra original do historiador Emilio Gentile. Na sugestiva forma de auto-entrevista, Gentile desmistifica e clarifica conceitos históricos há muito deturpados, explicando que a crise democrática está muito além dos velhos fantasmas.
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Edição: Set 2020
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Atenas, abril de 1941. Tendo resistido a uma primeira tentativa de invasão, a Grécia é ocupada pelas potências do Eixo. Após décadas de incerteza, o país encontra-se dividido entre a direita e a esquerda políticas. Themis, então com quinze anos, vem de uma família separada por essas diferenças ideológicas. A ocupação nazi não só aprofunda a discórdia entre aqueles que a rapariga ama, como reduz a Grécia à miséria. É impossível ficar indiferente: na fome que se seguiu à ocupação, e que lhe levou os amigos, os atos de resistência são quase um imperativo moral para ela.Porém, o sucesso de um dos movimentos de resistência mais eficazesna europa ocupada volta-secontra o próprio e, com o fim da ocupação, advém a guerra civil. Themis junta-se ao exército comunista, onde experimenta os extremos do amor e do ódio. Quando por fim é presa nas ilhas do exílio, encontra outra mulher cuja vida se entrelaçará com a sua de maneiras que nenhuma delas poderia antecipar, e descobre que deve pesar os seus princípios contra o desejo de viver.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Atenas, abril de 1941. Tendo resistido a uma primeira tentativa de invasão, a Grécia é ocupada pelas potências do Eixo. Após décadas de incerteza, o país encontra-se dividido entre a direita e a esquerda políticas. Themis, então com quinze anos, vem de uma família separada por essas diferenças ideológicas. A ocupação nazi não só aprofunda a discórdia entre aqueles que a rapariga ama, como reduz a Grécia à miséria. É impossível ficar indiferente: na fome que se seguiu à ocupação, e que lhe levou os amigos, os atos de resistência são quase um imperativo moral para ela.Porém, o sucesso de um dos movimentos de resistência mais eficazesna europa ocupada volta-secontra o próprio e, com o fim da ocupação, advém a guerra civil. Themis junta-se ao exército comunista, onde experimenta os extremos do amor e do ódio. Quando por fim é presa nas ilhas do exílio, encontra outra mulher cuja vida se entrelaçará com a sua de maneiras que nenhuma delas poderia antecipar, e descobre que deve pesar os seus princípios contra o desejo de viver.
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Edição: Out 2014
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Ser escritor. O texto ficcional. Dilemas, enigmas e perplexidades do ofício. No vale das contrariedades. Nada do que parece é. O "assertivismo" é um charlatanismo. A valsa dança-se aos pares: escrita e leitura, autor e leitor, personagem e acção, causalidade e verosimilhança, contar e mostrar, o dentro e o fora, a superfície e o fundo. O bico-de-obra do primeiro livro. Por onde começar? Com que começar? Com quem começar? A manutenção do interesse. Não há regra sem senão; não há bela sem razão. Ou o oposto. Riscos, cautelas e relutâncias.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Ser escritor. O texto ficcional. Dilemas, enigmas e perplexidades do ofício. No vale das contrariedades. Nada do que parece é. O "assertivismo" é um charlatanismo. A valsa dança-se aos pares: escrita e leitura, autor e leitor, personagem e acção, causalidade e verosimilhança, contar e mostrar, o dentro e o fora, a superfície e o fundo. O bico-de-obra do primeiro livro. Por onde começar? Com que começar? Com quem começar? A manutenção do interesse. Não há regra sem senão; não há bela sem razão. Ou o oposto. Riscos, cautelas e relutâncias.
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Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Ingrediente incontornável da cozinha portuguesa e do prato dos portugueses, o queijo é um alimento essencial pela sua riqueza sensorial e aromática mas também pela facilidade com que rapidamente fazemos qualquer refeição do dia com queijo sem que tenhamos de cozinhar, limitando-nos apenas a fatiar e sozinho ou acompanhado de alguma fruta, pão ou bolachas, vejamos bem cumprido o nosso objetivo em saciar a fome e repor as energias. A acrescentar às características, método de produção, sugestão de petisco e harmonização com vinho de cada queijo que compõe este guia, encontrará mais de 50 receitas para utilizar os melhores queijos portugueses.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Ingrediente incontornável da cozinha portuguesa e do prato dos portugueses, o queijo é um alimento essencial pela sua riqueza sensorial e aromática mas também pela facilidade com que rapidamente fazemos qualquer refeição do dia com queijo sem que tenhamos de cozinhar, limitando-nos apenas a fatiar e sozinho ou acompanhado de alguma fruta, pão ou bolachas, vejamos bem cumprido o nosso objetivo em saciar a fome e repor as energias. A acrescentar às características, método de produção, sugestão de petisco e harmonização com vinho de cada queijo que compõe este guia, encontrará mais de 50 receitas para utilizar os melhores queijos portugueses.
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Edição: Jun 2020
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Don Winslow regressa aos temas que se transformaram na sua referência: o crime, a corrupção, a vingança, a justiça, a perda, a traição, a culpa e a redenção, para explorar o lado mais selvagem, mas também o mais nobre da natureza humana. Em "Quebrados", Winslow cria um mundo de ladrões de luva branca, mas também de bandidos, de polícias obcecados, de detetives sem limites, de caçadores de recompensas...
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Don Winslow regressa aos temas que se transformaram na sua referência: o crime, a corrupção, a vingança, a justiça, a perda, a traição, a culpa e a redenção, para explorar o lado mais selvagem, mas também o mais nobre da natureza humana. Em "Quebrados", Winslow cria um mundo de ladrões de luva branca, mas também de bandidos, de polícias obcecados, de detetives sem limites, de caçadores de recompensas...
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Ela tem azar a tudo. Ele achava que estava bem¿ até a conhecer. Sofi a está à procura do amor. Sonha com aquele palpitar de coração que nos faz voar, mas, até agora, não tem tido sorte nesse campo. Quando faz uma aposta com as suas amigas e decide aderir à plataforma de encontros mais badalada do momento, nem sonha com os encontros catastrófi cos que vai ter - e em como a vão levar ao limite¿ da loucura. Gonçalo vive para o trabalho e para a sua cadela Manu e não tem o mínimo interesse em conhecer alguém ou apaixonar-se. Mas, quando Sofi a se senta por engano na sua mesa num restaurante, conseguirá ele manter-se à distância, ou aproveitará todas as desculpas para a voltar a ver? Com situações hilariantes, esta é uma história sobre encontrarmos o que precisamos
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Ela tem azar a tudo. Ele achava que estava bem¿ até a conhecer. Sofi a está à procura do amor. Sonha com aquele palpitar de coração que nos faz voar, mas, até agora, não tem tido sorte nesse campo. Quando faz uma aposta com as suas amigas e decide aderir à plataforma de encontros mais badalada do momento, nem sonha com os encontros catastrófi cos que vai ter - e em como a vão levar ao limite¿ da loucura. Gonçalo vive para o trabalho e para a sua cadela Manu e não tem o mínimo interesse em conhecer alguém ou apaixonar-se. Mas, quando Sofi a se senta por engano na sua mesa num restaurante, conseguirá ele manter-se à distância, ou aproveitará todas as desculpas para a voltar a ver? Com situações hilariantes, esta é uma história sobre encontrarmos o que precisamos
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Edição: Jan 2020
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Muitas pessoas chegam aos 70 anos com o peso do estereótipo da idade. Os idosos curvados que vemos nos sinais de trânsito acabam por sugerir que o envelhecimento causa problemas, mas a verdade é que estes podem ser evitados ou adiados por serem provocados não pela idade, mas pela perda de condição física, doenças evitáveis e uma atitude menos positiva. Este é o livro indicado para aceitar os 70 e vivê-los da melhor forma, seguindo as resoluções simples criadas neste livro, cheio de ideias para se ficar em forma e mais saudável, física e mentalmente. Que se lixem os 70! é o guia para aprender a ignorar a idade e aproveitar a vida ao máximo! O presente ideal para amigos ou familiares perto dos 70 anos.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Muitas pessoas chegam aos 70 anos com o peso do estereótipo da idade. Os idosos curvados que vemos nos sinais de trânsito acabam por sugerir que o envelhecimento causa problemas, mas a verdade é que estes podem ser evitados ou adiados por serem provocados não pela idade, mas pela perda de condição física, doenças evitáveis e uma atitude menos positiva. Este é o livro indicado para aceitar os 70 e vivê-los da melhor forma, seguindo as resoluções simples criadas neste livro, cheio de ideias para se ficar em forma e mais saudável, física e mentalmente. Que se lixem os 70! é o guia para aprender a ignorar a idade e aproveitar a vida ao máximo! O presente ideal para amigos ou familiares perto dos 70 anos.
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Edição: Ago 2021
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Fernando Pessoa vivia em Lisboa, animado pela centena de heterónimos que moravam dentro do seu espírito. Salazar estava no seu sossego monástico, em Coimbra. Até que, em 1926, alguns generais chamaram Salazar a Lisboa. Para ser ministro, primeiro, para mandar em Portugal, depois. Pessoa e Salazar, nunca se encontrando, partilharam então, a agitada vida do país, até 1935, ano da morte de Pessoa. O que pensava Pessoa de Salazar? Amava-o ou odiava-o? Pessoa foi alguma vez salazarista ou fascista?
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Fernando Pessoa vivia em Lisboa, animado pela centena de heterónimos que moravam dentro do seu espírito. Salazar estava no seu sossego monástico, em Coimbra. Até que, em 1926, alguns generais chamaram Salazar a Lisboa. Para ser ministro, primeiro, para mandar em Portugal, depois. Pessoa e Salazar, nunca se encontrando, partilharam então, a agitada vida do país, até 1935, ano da morte de Pessoa. O que pensava Pessoa de Salazar? Amava-o ou odiava-o? Pessoa foi alguma vez salazarista ou fascista?
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Edição bilingue, em parceria com a exposição homónima, integrada na primeira edição da Porto Design Biennale (PDB’19). "NÃO HÁ PLANETA B" "FILHAS DA LUTA" "NINGUÉM É ILEGAL" Coleccionados ao longo dos últimos sete anos, os cartazes e objectos integrados neste livro percorreram ruas e avenidas de Portugal em manifestações contra a troika, marchas LGBTI+ e das Mulheres, ou greves internacionais como a Climática Estudantil. São feitos de forma artesanal, com restos de caixas de cartão, pedaços de estore, marcadores, tinta ou colagens, e representam protestos esquerdistas, ecologistas, feministas, laborais e muitos outros. Alguns apareceram nos jornais, outros foram parar ao lixo ou têm erros ortográficos, mas quase todos dizem algo sobre quem os fez e muito sobre o momento e o lugar em que se inscrevem. Mesmo nesta sua outra vida, estes cartazes de protesto conservados pelo arquivo ephemera representam e celebram o exercício da liberdade e da imaginação do futuro, nem sempre possível noutros tempos e geografias. "O rastro das manifestações continua a interessar-nos. O arquivo ephemera de há muito que se interessa pelo carácter físico das coisas, pelos objectos, num mundo que crescentemente se deslumbra com o virtual e digital. Os objectos são da dimensão do humano, dos nossos sentidos, transportam uma verdade especial, a da sua materialidade. Sartre, quando quis explicar o que era o existencialismo, usou o exemplo de uma garrafa. Lenine, quando quis gozar com a obra do bispo Berkeley, sugeriu -lhe atravessar uma rua sem olhar para os carros. Por aí adiante." "José Pacheco Pereira, Prefácio"
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Edição bilingue, em parceria com a exposição homónima, integrada na primeira edição da Porto Design Biennale (PDB’19). "NÃO HÁ PLANETA B" "FILHAS DA LUTA" "NINGUÉM É ILEGAL" Coleccionados ao longo dos últimos sete anos, os cartazes e objectos integrados neste livro percorreram ruas e avenidas de Portugal em manifestações contra a troika, marchas LGBTI+ e das Mulheres, ou greves internacionais como a Climática Estudantil. São feitos de forma artesanal, com restos de caixas de cartão, pedaços de estore, marcadores, tinta ou colagens, e representam protestos esquerdistas, ecologistas, feministas, laborais e muitos outros. Alguns apareceram nos jornais, outros foram parar ao lixo ou têm erros ortográficos, mas quase todos dizem algo sobre quem os fez e muito sobre o momento e o lugar em que se inscrevem. Mesmo nesta sua outra vida, estes cartazes de protesto conservados pelo arquivo ephemera representam e celebram o exercício da liberdade e da imaginação do futuro, nem sempre possível noutros tempos e geografias. "O rastro das manifestações continua a interessar-nos. O arquivo ephemera de há muito que se interessa pelo carácter físico das coisas, pelos objectos, num mundo que crescentemente se deslumbra com o virtual e digital. Os objectos são da dimensão do humano, dos nossos sentidos, transportam uma verdade especial, a da sua materialidade. Sartre, quando quis explicar o que era o existencialismo, usou o exemplo de uma garrafa. Lenine, quando quis gozar com a obra do bispo Berkeley, sugeriu -lhe atravessar uma rua sem olhar para os carros. Por aí adiante." "José Pacheco Pereira, Prefácio"
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Que fazer contigo, pá? é uma história da História: a de Rúben, nome de código de um indistinto major de artilharia que veio a ser comandante da operação que pôs fim à longa ditadura portuguesa. Um homem que a mãe, descendente de D. António, Prior do Crato, considerou estar destinado a desempenhar o papel de um Salvador da Pátria, redimindo, a talhe de foice, o nome e os feitos do seu antepassado. Herói do 25 de Abril, derrotado do 25 de Novembro, Rúben envolver-se-á nas ações violentas que se seguiram à contrarrevolução. Por fim, abandonará os camaradas de luta para se exilar em Paris, deixando-os entregues à sua sorte. Na capital francesa encontrará um duplo, o Outro, com quem todos o confundem. O confronto é fatal: um dos homens morre, e o sobrevivente regressa à pátria para reconstituir o seu passado. No entanto, nem os antigos camaradas, nem os inimigos de sempre sabem o que fazer dele… Que fazer contigo, pá? é um romance corajoso, no qual Carlos Vale Ferraz se confronta com uma das situações mais delicadas da nossa História recente. Vencedor do Prémio Literário Fernando Namora/2018
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Que fazer contigo, pá? é uma história da História: a de Rúben, nome de código de um indistinto major de artilharia que veio a ser comandante da operação que pôs fim à longa ditadura portuguesa. Um homem que a mãe, descendente de D. António, Prior do Crato, considerou estar destinado a desempenhar o papel de um Salvador da Pátria, redimindo, a talhe de foice, o nome e os feitos do seu antepassado. Herói do 25 de Abril, derrotado do 25 de Novembro, Rúben envolver-se-á nas ações violentas que se seguiram à contrarrevolução. Por fim, abandonará os camaradas de luta para se exilar em Paris, deixando-os entregues à sua sorte. Na capital francesa encontrará um duplo, o Outro, com quem todos o confundem. O confronto é fatal: um dos homens morre, e o sobrevivente regressa à pátria para reconstituir o seu passado. No entanto, nem os antigos camaradas, nem os inimigos de sempre sabem o que fazer dele… Que fazer contigo, pá? é um romance corajoso, no qual Carlos Vale Ferraz se confronta com uma das situações mais delicadas da nossa História recente. Vencedor do Prémio Literário Fernando Namora/2018
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Edição: Jan 2008
Nº Páginas: 640
Sinopse:
Décimo quinto romance de António Lobo Antunes, este livro é narrado por Paulo, o filho de um travesti ("Quis escrever um livro sobre a identidade, fazendo várias interrogações que se colocam de um modo especial num travesti.", Lobo Antunes em entrevista à Visão). O título, "Que Farei Quando Tudo Arde", é o último verso de um soneto de Sá de Miranda e, na altura em que o livro sai, não poderia ser mais actual. Como actual é o que se passa dentro do romance (o antepenúltimo, segundo o autor: "Só quero escrever mais dois romances."), continuando Lobo Antunes a fazer um retrato do país."Quando tudo arde".
Nº Páginas: 640
Sinopse:
Décimo quinto romance de António Lobo Antunes, este livro é narrado por Paulo, o filho de um travesti ("Quis escrever um livro sobre a identidade, fazendo várias interrogações que se colocam de um modo especial num travesti.", Lobo Antunes em entrevista à Visão). O título, "Que Farei Quando Tudo Arde", é o último verso de um soneto de Sá de Miranda e, na altura em que o livro sai, não poderia ser mais actual. Como actual é o que se passa dentro do romance (o antepenúltimo, segundo o autor: "Só quero escrever mais dois romances."), continuando Lobo Antunes a fazer um retrato do país."Quando tudo arde".
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Edição: Jan 2015
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Que farei com este livro?, pergunta-se Camões, segundo José Saramago, ao contemplar o seu poema Os Lusíadas por fim impresso. Foi esta a pergunta que induziu José Saramago a escrever uma peça de teatro cuja ação decorre em Almeirim e Lisboa entre abril de 1570 e março de 1572, entre a chegada de Luís de Camões a Lisboa, vindo da Índia e Moçambique, e a publicação da primeira edição de Os Lusíadas. No meio de personagens históricas figuram outras nascidas da imaginação do escritor, todas em torno da edição de Os Lusíadas. "Se eu fosse esmolar pelas ruas e praças talvez me dessem dinheiro para comer. Mas não mo dariam se eu dissesse que o destinava a pagar ao livreiro que me imprimisse o livro." Será necessário ler este livro para saber se foi Camões ou Saramago quem assim falou. Caligrafia da capa por CARLOS DO CARMO
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Que farei com este livro?, pergunta-se Camões, segundo José Saramago, ao contemplar o seu poema Os Lusíadas por fim impresso. Foi esta a pergunta que induziu José Saramago a escrever uma peça de teatro cuja ação decorre em Almeirim e Lisboa entre abril de 1570 e março de 1572, entre a chegada de Luís de Camões a Lisboa, vindo da Índia e Moçambique, e a publicação da primeira edição de Os Lusíadas. No meio de personagens históricas figuram outras nascidas da imaginação do escritor, todas em torno da edição de Os Lusíadas. "Se eu fosse esmolar pelas ruas e praças talvez me dessem dinheiro para comer. Mas não mo dariam se eu dissesse que o destinava a pagar ao livreiro que me imprimisse o livro." Será necessário ler este livro para saber se foi Camões ou Saramago quem assim falou. Caligrafia da capa por CARLOS DO CARMO
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Edição: Out 2009
Nº Páginas: 376
Sinopse:
A acção decorre no Ribatejo, numa quinta onde se criam toiros. A mãe está a morrer e cada um dos filhos fala e conta a sua história, que se cruza com a história dos outros. Francisco, que odeia os irmãos e espera apropriar-se de tudo quando a mãe morrer; João, o preferido da mãe, pedófilo, que engata rapazinhos no Parque Eduardo VII; Beatriz, que engravidou e teve de casar cedo; Ana, a mais inteligente, drogada e frequentadora dos mais sinistros lugares onde se trafica droga. Há ainda a figura do pai, que vai perdendo ao jogo a fortuna da família, na obsessão de que o número 17 lhe há-de trazer a sorte. E finalmente Mercília, a criada que os criou a todos e que sabe todos os segredos.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
A acção decorre no Ribatejo, numa quinta onde se criam toiros. A mãe está a morrer e cada um dos filhos fala e conta a sua história, que se cruza com a história dos outros. Francisco, que odeia os irmãos e espera apropriar-se de tudo quando a mãe morrer; João, o preferido da mãe, pedófilo, que engata rapazinhos no Parque Eduardo VII; Beatriz, que engravidou e teve de casar cedo; Ana, a mais inteligente, drogada e frequentadora dos mais sinistros lugares onde se trafica droga. Há ainda a figura do pai, que vai perdendo ao jogo a fortuna da família, na obsessão de que o número 17 lhe há-de trazer a sorte. E finalmente Mercília, a criada que os criou a todos e que sabe todos os segredos.
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Edição: Jan 2009
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Em "Quatro Últimas Canções" há histórias de amor e de música que se entrelaçam e desenvolvem em contraponto. Nesse contraponto, o jogo de espelhos entre um espaço real e um espaço virtual, as casas de Mateus e de Constantim, respectivamente, abre um quadro cénico que torna possível reenvios, perspectiva e efeitos romanescos de vária ordem. Neste seu romance, cuja primeira edição é de 1987, Vasco Graça Moura mostra a importância da lição dos nossos grandes romancistas do século xix para a ficção de finais do século xx.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Em "Quatro Últimas Canções" há histórias de amor e de música que se entrelaçam e desenvolvem em contraponto. Nesse contraponto, o jogo de espelhos entre um espaço real e um espaço virtual, as casas de Mateus e de Constantim, respectivamente, abre um quadro cénico que torna possível reenvios, perspectiva e efeitos romanescos de vária ordem. Neste seu romance, cuja primeira edição é de 1987, Vasco Graça Moura mostra a importância da lição dos nossos grandes romancistas do século xix para a ficção de finais do século xx.
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Edição: Jun 2020
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Portugal é um dos países mais seguros e pacíficos do mundo, mas não deixa, por isso, de ser assolado por flagelos que o ameaçam, pondo em risco a segurança e o desenvolvimento do país: a corrupção, a violência doméstica, o terrorismo e as epidemias, agora a covid-19. O autor, major da GNR, propõe uma acção imediata e preventiva para estes quatro flagelos: - A corrupção generalizada, que mina as organizações e ameaça a democracia, e a importância da aprovação da delação premiada e da protecção de denunciantes no sistema jurídico português. De Rui Pinto aos paióis de Tancos, o autor esclarece alguns dos acontecimentos mais mediáticos. - A violência doméstica é um triste retrato de uma política de negligência para com as vítimas, que não vêem asseguradas as condições necessárias para se libertarem de uma situação opressora. O que podemos fazer para inverter esta situação? - O terrorismo de inspiração islâmica, que, aparecendo sob a forma de ondas de ataques, gera um período de acalmia que propicia o esquecimento do fenómeno e um relaxamento de que resulta o ambiente ideal para novas investidas. - A mais recente ameaça é a covid-19. Como enfrentar esta e futuras pandemias?
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Portugal é um dos países mais seguros e pacíficos do mundo, mas não deixa, por isso, de ser assolado por flagelos que o ameaçam, pondo em risco a segurança e o desenvolvimento do país: a corrupção, a violência doméstica, o terrorismo e as epidemias, agora a covid-19. O autor, major da GNR, propõe uma acção imediata e preventiva para estes quatro flagelos: - A corrupção generalizada, que mina as organizações e ameaça a democracia, e a importância da aprovação da delação premiada e da protecção de denunciantes no sistema jurídico português. De Rui Pinto aos paióis de Tancos, o autor esclarece alguns dos acontecimentos mais mediáticos. - A violência doméstica é um triste retrato de uma política de negligência para com as vítimas, que não vêem asseguradas as condições necessárias para se libertarem de uma situação opressora. O que podemos fazer para inverter esta situação? - O terrorismo de inspiração islâmica, que, aparecendo sob a forma de ondas de ataques, gera um período de acalmia que propicia o esquecimento do fenómeno e um relaxamento de que resulta o ambiente ideal para novas investidas. - A mais recente ameaça é a covid-19. Como enfrentar esta e futuras pandemias?
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Edição: Dez 2009
Nº Páginas: 268
Sinopse:
Os sabores da Primavera, do Verão, do Outono e do Inverno de um chef apaixonado pela cozinha e pela vida. Chakall é um viajante, um cozinheiro e um apaixonado. Talvez não por esta ordem, mas só ele poderá definir a ordem certa: um homem que viaja e se apaixona por lugares distantes e que coleciona sabores. Um apaixonado pela cozinha e pelos países que percorre. Um Chef que cozinha e viaja com paixão.
Nº Páginas: 268
Sinopse:
Os sabores da Primavera, do Verão, do Outono e do Inverno de um chef apaixonado pela cozinha e pela vida. Chakall é um viajante, um cozinheiro e um apaixonado. Talvez não por esta ordem, mas só ele poderá definir a ordem certa: um homem que viaja e se apaixona por lugares distantes e que coleciona sabores. Um apaixonado pela cozinha e pelos países que percorre. Um Chef que cozinha e viaja com paixão.
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Edição: Dez 2010
Nº Páginas: 268
Sinopse:
Chakall é um viajante, um cozinheiro e um apaixonado. Talvez não por esta ordem, mas só ele poderá definir a ordem certa: um homem que viaja e se apaixona por lugares distantes e que coleciona sabores. Um apaixonado pela cozinha e pelos países que percorre. Um Chef que cozinha e viaja com paixão.
Nº Páginas: 268
Sinopse:
Chakall é um viajante, um cozinheiro e um apaixonado. Talvez não por esta ordem, mas só ele poderá definir a ordem certa: um homem que viaja e se apaixona por lugares distantes e que coleciona sabores. Um apaixonado pela cozinha e pelos países que percorre. Um Chef que cozinha e viaja com paixão.
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Edição: Abr 2003
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Quarto Crescente é uma viagem pelo universo de uma mulher culta, divertida e independente que se apaixona pela primeira vez depois do divórcio. Carlota, a protagonista, partilha a sua casa com a sobrinha Inês, com quem mantém uma relação de invejável abertura e confiança. Quando se apaixona por Domingos, percebe que não é Pablo, o seu antigo namorado, que a impede de se entregar completamente à nova relação, mas sim a dificuldade em aceitar a morte prematura do seu irmão Guilherme.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Quarto Crescente é uma viagem pelo universo de uma mulher culta, divertida e independente que se apaixona pela primeira vez depois do divórcio. Carlota, a protagonista, partilha a sua casa com a sobrinha Inês, com quem mantém uma relação de invejável abertura e confiança. Quando se apaixona por Domingos, percebe que não é Pablo, o seu antigo namorado, que a impede de se entregar completamente à nova relação, mas sim a dificuldade em aceitar a morte prematura do seu irmão Guilherme.
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Edição: Abr 2008
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Dividido em quatro partes - algumas asserções sobre o real, oscilações e penumbras, fulgurações, o rosto (o rasto) da escrita- ao longo das páginas deste livro confirma-se o lugar ímpar do autor no panorama da poesia portuguesa contemporânea.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Dividido em quatro partes - algumas asserções sobre o real, oscilações e penumbras, fulgurações, o rosto (o rasto) da escrita- ao longo das páginas deste livro confirma-se o lugar ímpar do autor no panorama da poesia portuguesa contemporânea.
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Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 520
Sinopse:
Edição Especial de colecionador com sprayed edges para fãs. Violet Sorrengail, de vinte anos, deveria ter entrado no Quadrante dos Copistas, e viver uma vida tranquila entre livros e história. Contudo, a general comandante, que também é a sua mãe, ordenou-lhe que se juntasse às centenas de candidatos que se esforçam por se tornarem a elite de Navarre: os cavaleiros de dragões. Mas quando és mais pequena do que todos os outros e o teu corpo é frágil, a morte está apenas a um batimento cardíaco de distância… porque os dragões não se ligam a humanos "frágeis". Eles reduzem-nos a cinzas. Num cenário com mais cadetes do que dragões, muitos matariam Violet para aumentar as suas hipóteses de sucesso. Outros matariam apenas por ela ser filha de quem é - tal como Xaden Riorson, o líder mais poderoso e implacável do Quadrante dos Cavaleiros. Para sobreviver, Violet vai precisar de usar toda a sua inteligência. no entanto, a cada dia que passa, a guerra lá fora torna-se mais mortífera, as proteções do reino estão a falhar e o número de mortos continua a aumentar. e Violet começa a suspeitar que a liderança está a esconder um segredo terrível. Amigos, inimigos, amantes. Todos na Escola de Guerra Basgiath têm um objetivo - porque, quando se entra, só há duas maneiras de sair: concluir as provas ou morrer.
Nº Páginas: 520
Sinopse:
Edição Especial de colecionador com sprayed edges para fãs. Violet Sorrengail, de vinte anos, deveria ter entrado no Quadrante dos Copistas, e viver uma vida tranquila entre livros e história. Contudo, a general comandante, que também é a sua mãe, ordenou-lhe que se juntasse às centenas de candidatos que se esforçam por se tornarem a elite de Navarre: os cavaleiros de dragões. Mas quando és mais pequena do que todos os outros e o teu corpo é frágil, a morte está apenas a um batimento cardíaco de distância… porque os dragões não se ligam a humanos "frágeis". Eles reduzem-nos a cinzas. Num cenário com mais cadetes do que dragões, muitos matariam Violet para aumentar as suas hipóteses de sucesso. Outros matariam apenas por ela ser filha de quem é - tal como Xaden Riorson, o líder mais poderoso e implacável do Quadrante dos Cavaleiros. Para sobreviver, Violet vai precisar de usar toda a sua inteligência. no entanto, a cada dia que passa, a guerra lá fora torna-se mais mortífera, as proteções do reino estão a falhar e o número de mortos continua a aumentar. e Violet começa a suspeitar que a liderança está a esconder um segredo terrível. Amigos, inimigos, amantes. Todos na Escola de Guerra Basgiath têm um objetivo - porque, quando se entra, só há duas maneiras de sair: concluir as provas ou morrer.
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Edição: Jun 2022
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Esta é a história de como um obscuro agente secreto do KGB tomou conta do maior arsenal nuclear de sempre, no mais vasto país do mundo. É uma história sinistra feita de oportunismo, dissimulação e mortos, muitos mortos. Se é impressionável, evite este livro. Dormirá melhor sem saber o que aqui se conta; sem conhecer os pormenores de como uma série de explosões muito mal explicadas e as tragédias da Chechénia, de Beslan, do teatro Dubrovka ou de Alepo se tornaram estações da via sacra que colocou o mundo à beira da terceira guerra mundial.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Esta é a história de como um obscuro agente secreto do KGB tomou conta do maior arsenal nuclear de sempre, no mais vasto país do mundo. É uma história sinistra feita de oportunismo, dissimulação e mortos, muitos mortos. Se é impressionável, evite este livro. Dormirá melhor sem saber o que aqui se conta; sem conhecer os pormenores de como uma série de explosões muito mal explicadas e as tragédias da Chechénia, de Beslan, do teatro Dubrovka ou de Alepo se tornaram estações da via sacra que colocou o mundo à beira da terceira guerra mundial.
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Edição: Abr 2004
Nº Páginas: 204
Sinopse:
"Quantas Madrugadas Tem a Noite" está destinado a ser um marco na literatura angolana e na literatura de língua portuguesa em geral. Com uma extraordinária mestria narrativa, Ondjaki conta aqui uma história em que não se sabe o que admirar mais, se a fulgurante imaginação do autor, se a sua capacidade para a criação de tipos e situações carregados de significado, se a sua capacidade para elevar a linguagem coloquial a um altíssimo nível literário. O humor, a farsa, o lirismo, a tragédia, o horror, todos estes sentimentos são aqui convocados e expostos, com a fluência de quem conta, simplesmente, uma história, na Luanda dos dias de hoje. Assim: "Num tenho dinheiro, num vale a pena te baldar. Mas, epá, vamos só desequilibrar umas birras; sentas aí, nas calmas, eu te pago em estória, isso mesmo, uma pura estória daquelas com peso de antigamente, nada de invencionices de baixa categoria, estorietas, coisas dos artistas: pura verdade, só acontecimentos factuais mesmo. A vida não é um carnaval? Vou te mostrar alguns dançarinos, damos e damas, diabo e Deus, a maka da existência. Transformo só o material pra lhe dar forma, utilidade. O artista molha as mãos pra trabalhar o destino do barro? Eu molho o coração no álcool pra fazer castelo das areias em cima das estórias... Uma noite, quantas madrugadas tem?"
Nº Páginas: 204
Sinopse:
"Quantas Madrugadas Tem a Noite" está destinado a ser um marco na literatura angolana e na literatura de língua portuguesa em geral. Com uma extraordinária mestria narrativa, Ondjaki conta aqui uma história em que não se sabe o que admirar mais, se a fulgurante imaginação do autor, se a sua capacidade para a criação de tipos e situações carregados de significado, se a sua capacidade para elevar a linguagem coloquial a um altíssimo nível literário. O humor, a farsa, o lirismo, a tragédia, o horror, todos estes sentimentos são aqui convocados e expostos, com a fluência de quem conta, simplesmente, uma história, na Luanda dos dias de hoje. Assim: "Num tenho dinheiro, num vale a pena te baldar. Mas, epá, vamos só desequilibrar umas birras; sentas aí, nas calmas, eu te pago em estória, isso mesmo, uma pura estória daquelas com peso de antigamente, nada de invencionices de baixa categoria, estorietas, coisas dos artistas: pura verdade, só acontecimentos factuais mesmo. A vida não é um carnaval? Vou te mostrar alguns dançarinos, damos e damas, diabo e Deus, a maka da existência. Transformo só o material pra lhe dar forma, utilidade. O artista molha as mãos pra trabalhar o destino do barro? Eu molho o coração no álcool pra fazer castelo das areias em cima das estórias... Uma noite, quantas madrugadas tem?"
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Edição: Jan 2017
Nº Páginas: 168
Sinopse:
"Vivemos tempos difíceis", diz-nos Pema Chödrön. "E pressentimos a possibilidade de que venham a piorar." Ciente do pessimismo que nos paralisa, mas convicta de que é possível libertarmo-nos dele, a mais conhecida monja budista americana transmite os ensinamentos que décadas de estudo e meditação lhe trouxeram. São ideias simples, herdadas do Budismo Tibetano e aplicadas ao caos da vida moderna. As palavras de Pema, sempre tão calorosas, ajudam-nos a superar as dificuldades da única maneira possível, com o coração aberto - porque sempre que nos fechamos na dor, estamos também a fechar-nos ao mundo e à vida. Ao promover o encontro com a nossa verdadeira natureza, a autora ajuda-nos a descobrir o "coração nobre" - um espaço longe da agitação do dia-a-dia onde nos podemos refugiar e sentir a alegria fundamental de estarmos vivos. "Quando Tudo se Desfaz" é já um clássico. Publicado originalmente em 1997, tornou-se num dos livros de budismo tibetanos mais vendidos em todo o mundo. Em 2017 celebra-se o vigésimo aniversário da publicação, com esta edição, que conta com um posfácio especial da autora.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
"Vivemos tempos difíceis", diz-nos Pema Chödrön. "E pressentimos a possibilidade de que venham a piorar." Ciente do pessimismo que nos paralisa, mas convicta de que é possível libertarmo-nos dele, a mais conhecida monja budista americana transmite os ensinamentos que décadas de estudo e meditação lhe trouxeram. São ideias simples, herdadas do Budismo Tibetano e aplicadas ao caos da vida moderna. As palavras de Pema, sempre tão calorosas, ajudam-nos a superar as dificuldades da única maneira possível, com o coração aberto - porque sempre que nos fechamos na dor, estamos também a fechar-nos ao mundo e à vida. Ao promover o encontro com a nossa verdadeira natureza, a autora ajuda-nos a descobrir o "coração nobre" - um espaço longe da agitação do dia-a-dia onde nos podemos refugiar e sentir a alegria fundamental de estarmos vivos. "Quando Tudo se Desfaz" é já um clássico. Publicado originalmente em 1997, tornou-se num dos livros de budismo tibetanos mais vendidos em todo o mundo. Em 2017 celebra-se o vigésimo aniversário da publicação, com esta edição, que conta com um posfácio especial da autora.
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Nunca nos esquecemos do "Tal". E não vai esquecer este livro. Lizzie Sparkles devia ser a rapariga mais feliz do mundo... está a três meses de se casar com quem acha ser o "Tal", no casamento dos seus sonhos! Passou os últimos três meses em êxtase. Mas, um fim-de-semana quando está a experimentar o vestido de noiva recebe notícias perturbadoras: o amor do passado regressa à sua vida como uma bomba! Depressa percebe que estas notícias ameaçam atrapalhar e eliminar os seus planos tão cuidadosamente elaborados. O regresso inesperado de Alex muda tudo e Lizzie enfrenta um dilema impossível. Como poderá esquecer o passado, quando se depara com ele... e lhe pede mais uma oportunidade? E é forçada a fazer uma escolha que mudará a sua vida para sempre. Uma história de amor comovedora e inesquecível, uma leitura emotiva, que não deixará os leitores indiferentes.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Nunca nos esquecemos do "Tal". E não vai esquecer este livro. Lizzie Sparkles devia ser a rapariga mais feliz do mundo... está a três meses de se casar com quem acha ser o "Tal", no casamento dos seus sonhos! Passou os últimos três meses em êxtase. Mas, um fim-de-semana quando está a experimentar o vestido de noiva recebe notícias perturbadoras: o amor do passado regressa à sua vida como uma bomba! Depressa percebe que estas notícias ameaçam atrapalhar e eliminar os seus planos tão cuidadosamente elaborados. O regresso inesperado de Alex muda tudo e Lizzie enfrenta um dilema impossível. Como poderá esquecer o passado, quando se depara com ele... e lhe pede mais uma oportunidade? E é forçada a fazer uma escolha que mudará a sua vida para sempre. Uma história de amor comovedora e inesquecível, uma leitura emotiva, que não deixará os leitores indiferentes.
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Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 560
Sinopse:
Quem foram as primeiras vítimas mortais da democracia? Por que razão foram assassinados Padre Max, Rosinda Teixeira e Joaquim Ferreira Torres? Quem protegia e que segredos escondia a rede bombista de extrema-direita? Como enfrentou o cônsul dos EUA no Porto o PREC? O que relatam os diários do norueguês baleado no Verão Quente de 1975? Como é que a Igreja mobilizou e abençoou a luta contra o comunismo? O que sabia a PJ sobre o terrorismo político e tudo o que nunca chegou a julgamento? Com recurso a centenas de documentos, entrevistas e testemunhos inéditos, esta investigação jornalística traz à luz do dia histórias secretas ou esquecidas do pós-25 de Abril. Quando Portugal ardeu e esteve à beira da guerra civil.
Nº Páginas: 560
Sinopse:
Quem foram as primeiras vítimas mortais da democracia? Por que razão foram assassinados Padre Max, Rosinda Teixeira e Joaquim Ferreira Torres? Quem protegia e que segredos escondia a rede bombista de extrema-direita? Como enfrentou o cônsul dos EUA no Porto o PREC? O que relatam os diários do norueguês baleado no Verão Quente de 1975? Como é que a Igreja mobilizou e abençoou a luta contra o comunismo? O que sabia a PJ sobre o terrorismo político e tudo o que nunca chegou a julgamento? Com recurso a centenas de documentos, entrevistas e testemunhos inéditos, esta investigação jornalística traz à luz do dia histórias secretas ou esquecidas do pós-25 de Abril. Quando Portugal ardeu e esteve à beira da guerra civil.
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Edição: Fev 2017
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Um homem, duas mulheres, uma criança. A história de um triângulo amoroso à luz do que são hoje as relações sentimentais, marcadas por separações e recomeços e jogos psicológicos variados. Um romance onde se fala de paixão, desejo, raiva e um medo incrível da loucura. Também tem ameaças, mentiras e sexo. E humor, esse lado cómico que existe em todos os episódios, até nos mais trágicos. O que nos leva a apaixonarmo-nos e deixar tudo para trás? Como é possível mentirmos para obrigarmos alguém a ficar ao nosso lado. É normal um pai não gostar de um filho? E o amor, sempre o amor, é hoje uma doença ou a única terapia? Isabel sempre disfarçou os seus sentimentos debaixo de uma capa de serenidade, sobretudo desde que o irmão enlouqueceu depois de assistir a uma autópsia. Mas apaixona-se. Uma história de amor escandalosamente contemporânea, que fala de desejo e raiva, da violência do fim dos casamentos e da luta em torno da guarda dos filhos, da culpa de quem decide partir e de como isso pode arrasar o futuro.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Um homem, duas mulheres, uma criança. A história de um triângulo amoroso à luz do que são hoje as relações sentimentais, marcadas por separações e recomeços e jogos psicológicos variados. Um romance onde se fala de paixão, desejo, raiva e um medo incrível da loucura. Também tem ameaças, mentiras e sexo. E humor, esse lado cómico que existe em todos os episódios, até nos mais trágicos. O que nos leva a apaixonarmo-nos e deixar tudo para trás? Como é possível mentirmos para obrigarmos alguém a ficar ao nosso lado. É normal um pai não gostar de um filho? E o amor, sempre o amor, é hoje uma doença ou a única terapia? Isabel sempre disfarçou os seus sentimentos debaixo de uma capa de serenidade, sobretudo desde que o irmão enlouqueceu depois de assistir a uma autópsia. Mas apaixona-se. Uma história de amor escandalosamente contemporânea, que fala de desejo e raiva, da violência do fim dos casamentos e da luta em torno da guarda dos filhos, da culpa de quem decide partir e de como isso pode arrasar o futuro.
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Edição: Fev 2017
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Esta é uma história que todos os portugueses conhecem. Entre Maio e Outubro de 1917, três jovens pastores presenciaram seis aparições da Virgem Maria perto de Fátima. Na última aparição, estima-se que estivessem presentes cerca de 70 mil pessoas, assistindo ao milagre profetizado nos meses anteriores e assim comprovando que as visões dos pastores teriam origem divina. O milagre "aconteceu", e os presentes afirmaram que o "Sol dançou". De 1917 até aos dias de hoje, Fátima tornou-se um elemento fundamental na sociedade portuguesa. Na Cova da Iria, local ermo, nasceu um santuário gigantesco, e o culto a Nossa Senhora de Fátima não mais cessou, influenciando a vida de milhares de pessoas. Bennett lança-se numa investigação que procura deslindar as complexas relações sociais que permitiram e levaram ao surgimento e manutenção deste culto. Explora as antigas tradições marianas da zona de Leiria, o combate entre republicanos e monárquicos e a ascensão do salazarismo, bem como as eventuais motivações psicológicas dos pastorinhos e dos primeiros devotos. Traça assim um retrato fascinante sobre um dos períodos mais turbulentos da história de Portugal.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Esta é uma história que todos os portugueses conhecem. Entre Maio e Outubro de 1917, três jovens pastores presenciaram seis aparições da Virgem Maria perto de Fátima. Na última aparição, estima-se que estivessem presentes cerca de 70 mil pessoas, assistindo ao milagre profetizado nos meses anteriores e assim comprovando que as visões dos pastores teriam origem divina. O milagre "aconteceu", e os presentes afirmaram que o "Sol dançou". De 1917 até aos dias de hoje, Fátima tornou-se um elemento fundamental na sociedade portuguesa. Na Cova da Iria, local ermo, nasceu um santuário gigantesco, e o culto a Nossa Senhora de Fátima não mais cessou, influenciando a vida de milhares de pessoas. Bennett lança-se numa investigação que procura deslindar as complexas relações sociais que permitiram e levaram ao surgimento e manutenção deste culto. Explora as antigas tradições marianas da zona de Leiria, o combate entre republicanos e monárquicos e a ascensão do salazarismo, bem como as eventuais motivações psicológicas dos pastorinhos e dos primeiros devotos. Traça assim um retrato fascinante sobre um dos períodos mais turbulentos da história de Portugal.
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