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Edição: Jun 2017
Nº Páginas: 108
Sinopse:
Como conter a vaga populista que ameaça as nossas democracias? Como impedir a desagregação da União Europeia? Para pôr fim a políticas económicas desacreditadas, para triunfar sobre a austeridade e combater as desigualdades, é urgente democratizar a governação da zona euro. Redigido por uma equipa pluridisciplinar composta por juristas, especialistas em ciência política e economistas, este projeto de tratado, aqui apresentado e comentado, institui uma assembleia parlamentar da zona euro, visando a promoção da justiça fiscal e social. Este tratado pode ser adotado desde já pelos países que a ele aderirem. O texto do tratado é antecedido de uma introdução que apresenta de forma pedagógica a sua implementação. O objetivo é que cada cidadão se aproprie do debate europeu e que as diferentes forças sociais e políticas contribuam para a melhoria deste projeto e para nos ajudar a sair desta sinistrose que nos rodeia.
Nº Páginas: 108
Sinopse:
Como conter a vaga populista que ameaça as nossas democracias? Como impedir a desagregação da União Europeia? Para pôr fim a políticas económicas desacreditadas, para triunfar sobre a austeridade e combater as desigualdades, é urgente democratizar a governação da zona euro. Redigido por uma equipa pluridisciplinar composta por juristas, especialistas em ciência política e economistas, este projeto de tratado, aqui apresentado e comentado, institui uma assembleia parlamentar da zona euro, visando a promoção da justiça fiscal e social. Este tratado pode ser adotado desde já pelos países que a ele aderirem. O texto do tratado é antecedido de uma introdução que apresenta de forma pedagógica a sua implementação. O objetivo é que cada cidadão se aproprie do debate europeu e que as diferentes forças sociais e políticas contribuam para a melhoria deste projeto e para nos ajudar a sair desta sinistrose que nos rodeia.
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Edição: Nov 2018
Nº Páginas: 184
Sinopse:
"A vontade máxima de Anabela Mota Ribeiro concretiza-se em conhecer o ser humano que sustém o autor, aceder ao seu núcleo restrito, a partir do livro, seja ele As Pequenas Memórias ou A Viagem do Elefante. Interessa-se pela palpitação da vida, pela profundeza da respiração para além do sopro percetível das histórias contadas. E, assim, neste caso, espalha sobre a mesa da entrevista temas fundamentais em Saramago: o círculo familiar e a necessidade que forjou o seu carácter e a sua visão de mundo; o âmbito da humilhação — um aspeto não menor na psique do escritor e na relação com o próprio país —; o sucesso traduzido na devoção de tantos leitores no mundo; o compromisso com a sua circunstância histórica; a morte como expressão de um materialismo despojado; a indignação enquanto estado emocional perante a injustiça, a crueldade, a plutocracia e a violação dos Direitos Humanos; ou, por fim, a vigorosa estrutura política marxista e humanista sobre a qual sustentava o seu território ideológico, bem definido, que o levava a apresentar-se como um comunista hormonal ou como um comunista libertário." Do Posfácio de Fernando Gómez Aguilera, diretor da Fundação César Manrique e curador da Fundação José Saramago "Decidi fazer este livro porque há a admiração imensa e um acreditar modesto mas firme de que o conjunto dos textos possibilita uma compreensão do escritor em casa. Casa-infância, casa-escrita, casa-Pilar, casa-Lanzarote, casa-mundo. O admirável trabalho fotográfico da Estelle Valente e o profundo trabalho exegético de Fernando Gómez Aguilera sobre a obra de Saramago e destes textos engrandecem imensamente o alcance deste livro. Por Saramago é uma forma de prestar tributo e agradecer o legado de Saramago." Anabela Mota Ribeiro
Nº Páginas: 184
Sinopse:
"A vontade máxima de Anabela Mota Ribeiro concretiza-se em conhecer o ser humano que sustém o autor, aceder ao seu núcleo restrito, a partir do livro, seja ele As Pequenas Memórias ou A Viagem do Elefante. Interessa-se pela palpitação da vida, pela profundeza da respiração para além do sopro percetível das histórias contadas. E, assim, neste caso, espalha sobre a mesa da entrevista temas fundamentais em Saramago: o círculo familiar e a necessidade que forjou o seu carácter e a sua visão de mundo; o âmbito da humilhação — um aspeto não menor na psique do escritor e na relação com o próprio país —; o sucesso traduzido na devoção de tantos leitores no mundo; o compromisso com a sua circunstância histórica; a morte como expressão de um materialismo despojado; a indignação enquanto estado emocional perante a injustiça, a crueldade, a plutocracia e a violação dos Direitos Humanos; ou, por fim, a vigorosa estrutura política marxista e humanista sobre a qual sustentava o seu território ideológico, bem definido, que o levava a apresentar-se como um comunista hormonal ou como um comunista libertário." Do Posfácio de Fernando Gómez Aguilera, diretor da Fundação César Manrique e curador da Fundação José Saramago "Decidi fazer este livro porque há a admiração imensa e um acreditar modesto mas firme de que o conjunto dos textos possibilita uma compreensão do escritor em casa. Casa-infância, casa-escrita, casa-Pilar, casa-Lanzarote, casa-mundo. O admirável trabalho fotográfico da Estelle Valente e o profundo trabalho exegético de Fernando Gómez Aguilera sobre a obra de Saramago e destes textos engrandecem imensamente o alcance deste livro. Por Saramago é uma forma de prestar tributo e agradecer o legado de Saramago." Anabela Mota Ribeiro
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Descubra o segredo para acordar feliz às segundas-feiras As manhãs de segunda-feira abatem-no A falta de tempo passou a ser uma constante na sua vida? A rotina está a matar o prazer no seu dia-a-dia? Sente-se perdido quanto ao real objectivo da sua vida? Em "Por Que Fazemos o Que Fazemos?" o filósofo e escritor Mario Sergio Cortella reflecte sobre uma das maiores fontes de mal-estar do mundo contemporâneo: a dificuldade de encontrar motivação para o trabalho. O autor aborda questões como a rotina da vida moderna, a busca pelo reconhecimento, a importância de se ter uma vida com propósito, a motivação em tempos difíceis, os valores e a lealdade - a si próprio e ao seu emprego. Desafiador, incómodo, e ao mesmo tempo realista e encorajador, este livro é um verdadeiro manual para todos os que têm uma carreira mas se questionam sobre o presente e o futuro. Recheada de ensinamentos, eis uma obra fundamental para quem sonha com a realização profissional sem prescindir da vida pessoal. Para ler uma, duas, três vezes.... Pegue nas rédeas da sua vida e encontre motivação no trabalho, alegria na obrigação e felicidade na rotina.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Descubra o segredo para acordar feliz às segundas-feiras As manhãs de segunda-feira abatem-no A falta de tempo passou a ser uma constante na sua vida? A rotina está a matar o prazer no seu dia-a-dia? Sente-se perdido quanto ao real objectivo da sua vida? Em "Por Que Fazemos o Que Fazemos?" o filósofo e escritor Mario Sergio Cortella reflecte sobre uma das maiores fontes de mal-estar do mundo contemporâneo: a dificuldade de encontrar motivação para o trabalho. O autor aborda questões como a rotina da vida moderna, a busca pelo reconhecimento, a importância de se ter uma vida com propósito, a motivação em tempos difíceis, os valores e a lealdade - a si próprio e ao seu emprego. Desafiador, incómodo, e ao mesmo tempo realista e encorajador, este livro é um verdadeiro manual para todos os que têm uma carreira mas se questionam sobre o presente e o futuro. Recheada de ensinamentos, eis uma obra fundamental para quem sonha com a realização profissional sem prescindir da vida pessoal. Para ler uma, duas, três vezes.... Pegue nas rédeas da sua vida e encontre motivação no trabalho, alegria na obrigação e felicidade na rotina.
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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Zaya foi maltratada, abandonada e presa a uma árvore, resgatada e colocada no canto mais recôndito de um canil, onde os pitbulls e outros cães "perigosos" ficam até morrer. Mas o destino levou até aquele lugar um ser bondoso e extremamente belo*, que a adotou. Agora, com novos donos, nova casa, nova vida... tudo mudou! As relações com outros animais, o seu ódio de estimação por gatos, a vida como influencer, o estranho modo de viver dos humanos, tudo é relatado no diário que alimenta. E já que falamos em alimentar: para a Zaya, bacon é vida. *O humorista Guilherme Duarte. Os adjetivos usados são da Zaya.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Zaya foi maltratada, abandonada e presa a uma árvore, resgatada e colocada no canto mais recôndito de um canil, onde os pitbulls e outros cães "perigosos" ficam até morrer. Mas o destino levou até aquele lugar um ser bondoso e extremamente belo*, que a adotou. Agora, com novos donos, nova casa, nova vida... tudo mudou! As relações com outros animais, o seu ódio de estimação por gatos, a vida como influencer, o estranho modo de viver dos humanos, tudo é relatado no diário que alimenta. E já que falamos em alimentar: para a Zaya, bacon é vida. *O humorista Guilherme Duarte. Os adjetivos usados são da Zaya.
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Asher Gaites está de regresso a Chicago para uma pausa no jornalismo. O reencontro com os amigos leva-o a um clube de jazz onde uma nova artista está a fazer furor, mas o que Asher encontra é muito mais do que poderia esperar. A voz que ouve e o corpo que vê através da cortina levam-no de volta ao passado. A cortina dá a Laila Barek o anonimato de que precisa. A americana de origem marroquina sempre lutou para conciliar os valores familiares e a paixão pela música. Mas há um homem que não lhe sai do pensamento, e quando Asher a confronta depois de um espetáculo fica chocado por reconhecer a mulher que o abandonou há quase uma década. Laila nunca conseguiu esquecer o toque e o sabor de Asher. E apesar da dúvida e do medo que ameaçam as suas vidas, ambos têm de confiar nos seus sentimentos para derrubar os muros que o mundo colocou entre eles.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Asher Gaites está de regresso a Chicago para uma pausa no jornalismo. O reencontro com os amigos leva-o a um clube de jazz onde uma nova artista está a fazer furor, mas o que Asher encontra é muito mais do que poderia esperar. A voz que ouve e o corpo que vê através da cortina levam-no de volta ao passado. A cortina dá a Laila Barek o anonimato de que precisa. A americana de origem marroquina sempre lutou para conciliar os valores familiares e a paixão pela música. Mas há um homem que não lhe sai do pensamento, e quando Asher a confronta depois de um espetáculo fica chocado por reconhecer a mulher que o abandonou há quase uma década. Laila nunca conseguiu esquecer o toque e o sabor de Asher. E apesar da dúvida e do medo que ameaçam as suas vidas, ambos têm de confiar nos seus sentimentos para derrubar os muros que o mundo colocou entre eles.
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Há muitos livros sobre exploradores destemidos que escalam montanhas, atravessam oceanos, enfrentam intempéries e sofrem experiências traumáticas. Mas neste livro existe outro tipo de herói: pessoas comuns que se esfalfam para subir um monte, que ficam histéricas com os animais selvagens... Isto para não falar do horror que têm aos insetos! Bill Bryson decide com o seu amigo Stephen Kaz fazer três mil quilómetros pela floresta durante vários meses, percorrendo a pé o mais longo trilho do mundo. Um esforço enorme para o autor que tem o hábito de estar sentado e um suplício para o amigo, ex-alcoólico, gordo e que adora fast-food. Com o seu estilo irreverente e inconfundível, Bryson conta casos inacreditáveis de destruição ecológica e descreve os estragos causados pelo turismo, o qual critica impiedosamente - incluindo-se a si e ao companheiro neste rol de destruidores. Um livro para quem ama a natureza selvagem, mas que ao mesmo tempo adora os prazeres da civilização.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Há muitos livros sobre exploradores destemidos que escalam montanhas, atravessam oceanos, enfrentam intempéries e sofrem experiências traumáticas. Mas neste livro existe outro tipo de herói: pessoas comuns que se esfalfam para subir um monte, que ficam histéricas com os animais selvagens... Isto para não falar do horror que têm aos insetos! Bill Bryson decide com o seu amigo Stephen Kaz fazer três mil quilómetros pela floresta durante vários meses, percorrendo a pé o mais longo trilho do mundo. Um esforço enorme para o autor que tem o hábito de estar sentado e um suplício para o amigo, ex-alcoólico, gordo e que adora fast-food. Com o seu estilo irreverente e inconfundível, Bryson conta casos inacreditáveis de destruição ecológica e descreve os estragos causados pelo turismo, o qual critica impiedosamente - incluindo-se a si e ao companheiro neste rol de destruidores. Um livro para quem ama a natureza selvagem, mas que ao mesmo tempo adora os prazeres da civilização.
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Edição: Jan 2012
Nº Páginas: 187
Sinopse:
Um homem entra no consultório de uma psicóloga e diz-lhe: "Venho despedir-me. Hoje vou suicidar-me!" E se não fosse ficção. Se fosse a pura realidade. Neste livro, a psicóloga Lara Morgado centra-se em quatro casos de vida ou de morte. Quatro casos reais: Uma jovem é abandonada pelo namorado na semana do casamento. Um talentoso estudante tem um acidente e fica paraplégico. Um casal à espera do primeiro filho descobre que o bebé está morto na barriga da mãe. Uma mãe de família com dois filhos, logo a seguir à morte do marido, é despedida. O que dizem e o que se pode dizer a estas pessoas em sofrimento? Qual a chave para resistir aos terríveis acasos da vida? Deus? A palavra do especialista? A força interior de cada um de nós? Por Acaso - Casos de Vida, Casos de Morte é um livro surpreendente: nasce da vida, destes casos de vida, e mostra-nos que a doença e a cura estão na própria vida. Na vida e nas mãos de cada leitor. "Vamos fazer um último jogo os dois. Se ganhar, continua o seu plano de acabar com a sua vida e eu estarei no seu funeral; se perder, terá que continuar vivo.
Nº Páginas: 187
Sinopse:
Um homem entra no consultório de uma psicóloga e diz-lhe: "Venho despedir-me. Hoje vou suicidar-me!" E se não fosse ficção. Se fosse a pura realidade. Neste livro, a psicóloga Lara Morgado centra-se em quatro casos de vida ou de morte. Quatro casos reais: Uma jovem é abandonada pelo namorado na semana do casamento. Um talentoso estudante tem um acidente e fica paraplégico. Um casal à espera do primeiro filho descobre que o bebé está morto na barriga da mãe. Uma mãe de família com dois filhos, logo a seguir à morte do marido, é despedida. O que dizem e o que se pode dizer a estas pessoas em sofrimento? Qual a chave para resistir aos terríveis acasos da vida? Deus? A palavra do especialista? A força interior de cada um de nós? Por Acaso - Casos de Vida, Casos de Morte é um livro surpreendente: nasce da vida, destes casos de vida, e mostra-nos que a doença e a cura estão na própria vida. Na vida e nas mãos de cada leitor. "Vamos fazer um último jogo os dois. Se ganhar, continua o seu plano de acabar com a sua vida e eu estarei no seu funeral; se perder, terá que continuar vivo.
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Edição: Set 2020
Nº Páginas: 108
Sinopse:
Quem nunca hesitou perante uma vírgula? Conheça as regras de uso, as excepções e as ratoeiras dos sinais de pontuação. Quando usar a vírgula? E o ponto e vírgula? Quando devemos usar maiúsculas a seguir às reticências? Qual é a diferença entre o hífen e o travessão? Quais são as diferentes formas de assinalar o diálogo? Quais são as regras do uso dos espaços na nossa língua? Esclareça todas as suas dúvidas de pontuação: escreva melhor! Um livro essencial, com exemplos práticos, sugestões úteis e resposta a mil questões. Uma vírgula pode fazer toda a diferença!
Nº Páginas: 108
Sinopse:
Quem nunca hesitou perante uma vírgula? Conheça as regras de uso, as excepções e as ratoeiras dos sinais de pontuação. Quando usar a vírgula? E o ponto e vírgula? Quando devemos usar maiúsculas a seguir às reticências? Qual é a diferença entre o hífen e o travessão? Quais são as diferentes formas de assinalar o diálogo? Quais são as regras do uso dos espaços na nossa língua? Esclareça todas as suas dúvidas de pontuação: escreva melhor! Um livro essencial, com exemplos práticos, sugestões úteis e resposta a mil questões. Uma vírgula pode fazer toda a diferença!
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Edição: Jul 2020
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Oslo, 2018. A célebre ex-corredora de longa distância Sonja Nordstrøm não chega a aparecer para o lançamento da sua polémica autobiografia, Para sempre Número Um. Quando, nesse mesmo dia, a obstinada jornalista de celebridades Emma Ramm procura Nordstrøm em sua casa, encontra a porta aberta e sinais de luta no interior. E, estranhamente, um dorsal com o número um colado no meio do ecrã da televisão da sala. O detetive Alexander Blix é nomeado para liderar a investigação do desaparecimento da atleta, porém ele carrega ainda as cicatrizes emocionais de uma situação de refém ocorrida há muito tempo, quando abateu o pai de uma menina de cinco anos. Vestígios de Nordstrøm começam a aparecer em diversos locais inesperados, mas o momento e a maneira como as pistas são descobertas parece ter sido cuidadosamente calculado. Farão parte de um plano maior que ele ainda não está a conseguir ver? Blix e Ramm rapidamente unem forças, determinados a encontrar e a travar um assassino impiedoso, que tem um especial gosto em encenar os seus crimes e que está sedento de atenção mediática… O problema é que ele acabou de a provar pela primeira vez...
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Oslo, 2018. A célebre ex-corredora de longa distância Sonja Nordstrøm não chega a aparecer para o lançamento da sua polémica autobiografia, Para sempre Número Um. Quando, nesse mesmo dia, a obstinada jornalista de celebridades Emma Ramm procura Nordstrøm em sua casa, encontra a porta aberta e sinais de luta no interior. E, estranhamente, um dorsal com o número um colado no meio do ecrã da televisão da sala. O detetive Alexander Blix é nomeado para liderar a investigação do desaparecimento da atleta, porém ele carrega ainda as cicatrizes emocionais de uma situação de refém ocorrida há muito tempo, quando abateu o pai de uma menina de cinco anos. Vestígios de Nordstrøm começam a aparecer em diversos locais inesperados, mas o momento e a maneira como as pistas são descobertas parece ter sido cuidadosamente calculado. Farão parte de um plano maior que ele ainda não está a conseguir ver? Blix e Ramm rapidamente unem forças, determinados a encontrar e a travar um assassino impiedoso, que tem um especial gosto em encenar os seus crimes e que está sedento de atenção mediática… O problema é que ele acabou de a provar pela primeira vez...
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Edição: Mai 2011
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Prazer. Qual é a palavra que vem imediatamente à cabeça quando se fala em prazer? Adivinhou. Num mundo em que o direito à felicidade é elementar e inquestionável, a procura do prazer é hoje uma constante da vida. Numa sociedade livre e emancipada, a satisfação sexual é fundamental para o bem-estar físico e emocional. Mais do que apenas um guia sobre o prazer no sexo, "Ponto Quê?" revela-nos os Quês do complexo e fascinante mundo da sexualidade feminina. Porque antes de falar de prazer, é preciso falar de desejo, e de todos os outros ingredientes que compõem a receita da satisfação sexual. Com um estilo directo, acessível e bem-humorado, Vânia Beliz, psicóloga especialista em Sexualidade, ajuda-nos a evitar as armadilhas mais comuns, identifica problemas e soluções, derruba os eternos mitos, e sugere-nos técnicas, truques e fantasias. Como se escutasse as nossas dúvidas e anseios, leva-nos à descoberta de uma sexualidade mais plena e satisfatória.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Prazer. Qual é a palavra que vem imediatamente à cabeça quando se fala em prazer? Adivinhou. Num mundo em que o direito à felicidade é elementar e inquestionável, a procura do prazer é hoje uma constante da vida. Numa sociedade livre e emancipada, a satisfação sexual é fundamental para o bem-estar físico e emocional. Mais do que apenas um guia sobre o prazer no sexo, "Ponto Quê?" revela-nos os Quês do complexo e fascinante mundo da sexualidade feminina. Porque antes de falar de prazer, é preciso falar de desejo, e de todos os outros ingredientes que compõem a receita da satisfação sexual. Com um estilo directo, acessível e bem-humorado, Vânia Beliz, psicóloga especialista em Sexualidade, ajuda-nos a evitar as armadilhas mais comuns, identifica problemas e soluções, derruba os eternos mitos, e sugere-nos técnicas, truques e fantasias. Como se escutasse as nossas dúvidas e anseios, leva-nos à descoberta de uma sexualidade mais plena e satisfatória.
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Edição: Jun 2017
Nº Páginas: 320
Sinopse:
É a primeira e mais persistente lembrança: a água como substância da cidade. Uma água quieta, no mangal como nos capinzais, nos tandos de arroz e nos baldios urbanos cuja noite o monótono som dos grilos trespassava; insidiosa também, na onda paciente que escavava a areia grossa e se espraiava até lamber a raiz torturada das casuarinas, enchendo os corvos de maus presságios e de indignação; e avassaladora, nas chuvadas súbitas e no ar carregado que toldava o horizonte e nos pesava, derrotados, sobre os ombros. Uma água cálida onde nadam todos, aqueles de cujo rasto ainda a espaços me vou apercebendo, e os outros, os que vogam em círculos como peixes aprisionados no aquário do esquecimento.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
É a primeira e mais persistente lembrança: a água como substância da cidade. Uma água quieta, no mangal como nos capinzais, nos tandos de arroz e nos baldios urbanos cuja noite o monótono som dos grilos trespassava; insidiosa também, na onda paciente que escavava a areia grossa e se espraiava até lamber a raiz torturada das casuarinas, enchendo os corvos de maus presságios e de indignação; e avassaladora, nas chuvadas súbitas e no ar carregado que toldava o horizonte e nos pesava, derrotados, sobre os ombros. Uma água cálida onde nadam todos, aqueles de cujo rasto ainda a espaços me vou apercebendo, e os outros, os que vogam em círculos como peixes aprisionados no aquário do esquecimento.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Vivemos numa época de incerteza. As sociedades anteriores à nossa viveram com um futuro talvez mais sombrio, mas a estabilidade das suas condições de vida – por muito negativas que fossem – permitia-lhes pensar que o porvir não ia lhes trazer demasiadas surpresas. A perplexidade é uma situação própria das sociedades em que o horizonte do possível se abriu tanto que os nossos cálculos acerca do futuro são especialmente incertos. O século XXI estreou-se com a convulsão da crise económica, que produziu vagas de indignação, mas não ocasionou uma especial perplexidade; contribuiu até para reafirmar as nossas principais orientações: quem eram os malvados e quem eram os bons, por exemplo. O mundo voltou a categorizar-se com nitidez entre perdedores e ganhadores, entre o povo e a casta, entre quem manda e quem sofre, ao mesmo tempo que se atribuíam as responsabilidades com relativa segurança. Mas a atual paisagem política encheu-se de uma deceção generalizada que já não se refere a algo concreto, mas sim a uma situação em geral. E sabemos que o mal-estar, quando se torna difuso, provoca perplexidade. Irrita-nos um estado de coisas que não pode contar com a nossa aprovação, mas irrita-nos ainda mais não sabermos como identificar esse mal-estar, quem culpar por ele e a quem confiar a mudança da referida situação.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Vivemos numa época de incerteza. As sociedades anteriores à nossa viveram com um futuro talvez mais sombrio, mas a estabilidade das suas condições de vida – por muito negativas que fossem – permitia-lhes pensar que o porvir não ia lhes trazer demasiadas surpresas. A perplexidade é uma situação própria das sociedades em que o horizonte do possível se abriu tanto que os nossos cálculos acerca do futuro são especialmente incertos. O século XXI estreou-se com a convulsão da crise económica, que produziu vagas de indignação, mas não ocasionou uma especial perplexidade; contribuiu até para reafirmar as nossas principais orientações: quem eram os malvados e quem eram os bons, por exemplo. O mundo voltou a categorizar-se com nitidez entre perdedores e ganhadores, entre o povo e a casta, entre quem manda e quem sofre, ao mesmo tempo que se atribuíam as responsabilidades com relativa segurança. Mas a atual paisagem política encheu-se de uma deceção generalizada que já não se refere a algo concreto, mas sim a uma situação em geral. E sabemos que o mal-estar, quando se torna difuso, provoca perplexidade. Irrita-nos um estado de coisas que não pode contar com a nossa aprovação, mas irrita-nos ainda mais não sabermos como identificar esse mal-estar, quem culpar por ele e a quem confiar a mudança da referida situação.
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Edição: Jan 2015
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Este ensaio tem como principal objectivo suscitar o debate acerca da política externa portuguesa e pensar qual é a melhor estratégia de inserção internacional do país nos dias de hoje.
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Este ensaio tem como principal objectivo suscitar o debate acerca da política externa portuguesa e pensar qual é a melhor estratégia de inserção internacional do país nos dias de hoje.
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Edição: Jan 2016
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Este ensaio tem como propósito debater as questões relativas à relação, cada vez mais íntima, entre as esferas da política e do entretenimento, com o propósito de estimular o debate e o pensamento crítico a respeito deste fenómeno incontornável nas sociedades democráticas.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Este ensaio tem como propósito debater as questões relativas à relação, cada vez mais íntima, entre as esferas da política e do entretenimento, com o propósito de estimular o debate e o pensamento crítico a respeito deste fenómeno incontornável nas sociedades democráticas.
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Edição: Dez 2015
Nº Páginas: 144
Sinopse:
O programa político do candidato Sampaio da Nóvoa, seguido de uma autobiografia, em vésperas das eleições à Presidência da República.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
O programa político do candidato Sampaio da Nóvoa, seguido de uma autobiografia, em vésperas das eleições à Presidência da República.
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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 192
Sinopse:
De uma forma incrivelmente clara e concisa, David Runciman, explica-nos o quão importante é, e sempre foi, a política. Numa introdução breve, abrangente e muito eficaz a um dos temas mais impactantes e fracturantes dos nossos dias, sem pejos nem preocupações politicamente correctas, faz as perguntas certas no momento certo: O que é a política? Porque precisamos dela? E para onde nos leva, nestes tempos turbulentos que vivemos?
Nº Páginas: 192
Sinopse:
De uma forma incrivelmente clara e concisa, David Runciman, explica-nos o quão importante é, e sempre foi, a política. Numa introdução breve, abrangente e muito eficaz a um dos temas mais impactantes e fracturantes dos nossos dias, sem pejos nem preocupações politicamente correctas, faz as perguntas certas no momento certo: O que é a política? Porque precisamos dela? E para onde nos leva, nestes tempos turbulentos que vivemos?
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 112
Sinopse:
A poesia lírica de João Melo deixa evidente o estado de alienação no qual se encontra o mundo, mesmo em transformação. Ao buscar a sistematização de sua obra, sob a luz da memória, encontro o coro em canto polifônico que atravessa o tempo. "Poiesis, polis", contracanto à História, garante que esta não será compreendida como um sistema fechado, com um fim previsto e definido pelo mito, pelo poder do mito, pelo poder em si, mas — pelo contrário — será aberta ao coro de muitas vozes, como o poeta se abre em seu compromisso com o mundo sempre em andamento, pulverizando os arquivos da Memória que se quer viva e plena de sentidos. In "Prefácio" de Mário César Lugarinho (Universidade de São Paulo, Brasil)
Nº Páginas: 112
Sinopse:
A poesia lírica de João Melo deixa evidente o estado de alienação no qual se encontra o mundo, mesmo em transformação. Ao buscar a sistematização de sua obra, sob a luz da memória, encontro o coro em canto polifônico que atravessa o tempo. "Poiesis, polis", contracanto à História, garante que esta não será compreendida como um sistema fechado, com um fim previsto e definido pelo mito, pelo poder do mito, pelo poder em si, mas — pelo contrário — será aberta ao coro de muitas vozes, como o poeta se abre em seu compromisso com o mundo sempre em andamento, pulverizando os arquivos da Memória que se quer viva e plena de sentidos. In "Prefácio" de Mário César Lugarinho (Universidade de São Paulo, Brasil)
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 584
Sinopse:
Durante muitos anos o inspetor Harry Hole foi o centro das mais importantes investigações criminais em Oslo. As suas brilhantes deduções e a profunda dedicação ao trabalho permitiram salvar inúmeras vidas ao longo dos anos. Mas mesmo com um assassino à solta cada vez mais atrevido em Oslo e os meios de comunicação noruegueses cada vez mais histéricos, a Brigada Anticrime não pode contar com o carismático inspetor. Mesmo quando aqueles que sempre foram mais importantes para ele correm perigo de vida, Harry não está lá para os proteger.Há um assassino à solta nas ruas de Oslo. Mas não é um assassino qualquer. É um criminoso que seleciona cuidadosamente as suas vítimas: polícias envolvidos em anteriores investigações de crimes que nunca foram solucionadas. A Brigada Anticrime precisa urgentemente de Harry Hole, mas será que o carismático inspetor sobreviveu aos dramáticos acontecimentos de O Fantasma?
Nº Páginas: 584
Sinopse:
Durante muitos anos o inspetor Harry Hole foi o centro das mais importantes investigações criminais em Oslo. As suas brilhantes deduções e a profunda dedicação ao trabalho permitiram salvar inúmeras vidas ao longo dos anos. Mas mesmo com um assassino à solta cada vez mais atrevido em Oslo e os meios de comunicação noruegueses cada vez mais histéricos, a Brigada Anticrime não pode contar com o carismático inspetor. Mesmo quando aqueles que sempre foram mais importantes para ele correm perigo de vida, Harry não está lá para os proteger.Há um assassino à solta nas ruas de Oslo. Mas não é um assassino qualquer. É um criminoso que seleciona cuidadosamente as suas vítimas: polícias envolvidos em anteriores investigações de crimes que nunca foram solucionadas. A Brigada Anticrime precisa urgentemente de Harry Hole, mas será que o carismático inspetor sobreviveu aos dramáticos acontecimentos de O Fantasma?
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Edição: Fev 2020
Nº Páginas: 320
Sinopse:
A mais sintética antologia do mais vasto dos poetas numa selecção única de Jerónimo Pizarro. Depois do sucesso em língua portuguesa, esta antologia mínima da poesia pessoana (que inclui os heterónimos, claro, e não só com os mais conhecidos) passa a estar disponível também em inglês. Destina-se a quem quer descobrir Pessoa para lá do símbolo e dos contornos comerciais e turísticos, a quem o quer partilhar com outros, a quem quer voltar a viver alguns dos mais espantosos versos do século xx, aqui escolhidos a dedo por quem conhece a fundo a vastíssima obra do poeta, e até mesmo a quem vai agora, pela primeira vez, descobrir a "Ode Marítima" ou a "Tabacaria".
Nº Páginas: 320
Sinopse:
A mais sintética antologia do mais vasto dos poetas numa selecção única de Jerónimo Pizarro. Depois do sucesso em língua portuguesa, esta antologia mínima da poesia pessoana (que inclui os heterónimos, claro, e não só com os mais conhecidos) passa a estar disponível também em inglês. Destina-se a quem quer descobrir Pessoa para lá do símbolo e dos contornos comerciais e turísticos, a quem o quer partilhar com outros, a quem quer voltar a viver alguns dos mais espantosos versos do século xx, aqui escolhidos a dedo por quem conhece a fundo a vastíssima obra do poeta, e até mesmo a quem vai agora, pela primeira vez, descobrir a "Ode Marítima" ou a "Tabacaria".
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Edição: Jun 2017
Nº Páginas: 256
Sinopse:
O novo livro de Maria Teresa Horta, Poesis, é uma reflexão sobre a poesia em geral e da autora. É também um retrato poético sobre a vida da própria autora enquanto poetisa, com muitos poemas relativos ao seu percurso pessoal, abordando as dificuldades e as perseguições de que foi alvo enquanto mulher e autora de poesia erótica. Esta é a minha epopeia feita de poesia perdimentos e palavras sem deuses sem batalhas sem heróis nem lágrimas sem o bronze das armas Poema a poema a poema paixão após fulgor após beleza na sua dimensão mais ávida
Nº Páginas: 256
Sinopse:
O novo livro de Maria Teresa Horta, Poesis, é uma reflexão sobre a poesia em geral e da autora. É também um retrato poético sobre a vida da própria autora enquanto poetisa, com muitos poemas relativos ao seu percurso pessoal, abordando as dificuldades e as perseguições de que foi alvo enquanto mulher e autora de poesia erótica. Esta é a minha epopeia feita de poesia perdimentos e palavras sem deuses sem batalhas sem heróis nem lágrimas sem o bronze das armas Poema a poema a poema paixão após fulgor após beleza na sua dimensão mais ávida
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Edição: Ago 2010
Nº Páginas: 208
Sinopse:
"Torno-me eles e não eu" - é deste modo que Pessoa reconhece a sua personalidade múltipla. A par desta personalidade, a sua escrita caracteriza-se pela pluralidade e diversidade; é uma escrita de inúmeros rostos e temas diferentes, de "outros eus", a quem o poeta atribui uma personalidade e vida próprias. Os heterónimos Alberto Caeiro - o mestre -, Ricardo Reis e Álvaro de Campos são os rostos, as máscaras mais conhecidas desse universo dramático pessoano: um "inocente" guardador de rebanhos, um sereno pensador clássico e um efusivo engenheiro da era moderna. Cada um tem uma voz distinta, mas em todos ecoa a voz de Pessoa, ele mesmo.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
"Torno-me eles e não eu" - é deste modo que Pessoa reconhece a sua personalidade múltipla. A par desta personalidade, a sua escrita caracteriza-se pela pluralidade e diversidade; é uma escrita de inúmeros rostos e temas diferentes, de "outros eus", a quem o poeta atribui uma personalidade e vida próprias. Os heterónimos Alberto Caeiro - o mestre -, Ricardo Reis e Álvaro de Campos são os rostos, as máscaras mais conhecidas desse universo dramático pessoano: um "inocente" guardador de rebanhos, um sereno pensador clássico e um efusivo engenheiro da era moderna. Cada um tem uma voz distinta, mas em todos ecoa a voz de Pessoa, ele mesmo.
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Edição: Mai 2011
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Poesia, Saudade da Prosa é uma antologia pessoal da poesia de Manuel António Pina, vencedor do Prémio Camões 2011.
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Poesia, Saudade da Prosa é uma antologia pessoal da poesia de Manuel António Pina, vencedor do Prémio Camões 2011.
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Edição: Set 2012
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura.
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Edição: Out 2012
Nº Páginas: 600
Sinopse:
No ano em que se comemoraram os 50 anos de vida literária de Vasco Graça Moura, a Quetzal publicou a totalidade da sua poesia em dois volumes de "Poesia Reunida". Vasco Graça Moura dispensa apresentações. Considerado por muitos como um dos maiores poetas portugueses, Vasco Graça Moura é autor de uma vastíssima obra poética, ensaística e ficcional e um nobilíssimo tradutor e divulgador das literaturas clássicas.
Nº Páginas: 600
Sinopse:
No ano em que se comemoraram os 50 anos de vida literária de Vasco Graça Moura, a Quetzal publicou a totalidade da sua poesia em dois volumes de "Poesia Reunida". Vasco Graça Moura dispensa apresentações. Considerado por muitos como um dos maiores poetas portugueses, Vasco Graça Moura é autor de uma vastíssima obra poética, ensaística e ficcional e um nobilíssimo tradutor e divulgador das literaturas clássicas.
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Edição: Set 2015
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Uma vida secreta. O poeta por detrás do editor. Além da recolha dos poemas inéditos apresentados na última parte ("O último metro"), o presente volume reúne poemas provenientes dos livros "Cartas para Elina" (1966), "Viola Interdita" (1970), "Os Olhos de Passagem" (1976) e "Sete (desen)cantos" (1981). O conjunto "quatro estudos para "O Rosto com Que Fito"" estava inédito em livro, mas três dos seus poemas haviam sido publicados nos "Cadernos de Literatura" do Centro de Literatura Portuguesa da Universidade de Coimbra, em 1985.
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Uma vida secreta. O poeta por detrás do editor. Além da recolha dos poemas inéditos apresentados na última parte ("O último metro"), o presente volume reúne poemas provenientes dos livros "Cartas para Elina" (1966), "Viola Interdita" (1970), "Os Olhos de Passagem" (1976) e "Sete (desen)cantos" (1981). O conjunto "quatro estudos para "O Rosto com Que Fito"" estava inédito em livro, mas três dos seus poemas haviam sido publicados nos "Cadernos de Literatura" do Centro de Literatura Portuguesa da Universidade de Coimbra, em 1985.
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Edição: Set 2014
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Falecido em 2013, António Ramos Rosa deixou-nos uma obra poética grandiosa, pela sua qualidade e pela sua extensão. A presente antologia, preparada por Maria Filipe Ramos Rosa - sua filha - recupera o título de um projeto de antologia não concretizado que tinha sido, em tempos, idealizado pelo autor. No prefácio a este livro José Tolentino Mendonça diz-nos, de António Ramos Rosa, ter sido alguém "[—] que construiu um corpus poético absolutamente invulgar, em qualidade e em dimensão, com quase oito dezenas de tomos, mas que muito poucos terão lido e acompanhado integralmente, o que fez com que tivesse saído, em grande medida, da zona de controlo da crítica literária, do radar dos média e dessa recensão condescendente trazida, em cada estação, pelo gosto dominante. Tinha estatuto cultural e reconhecimento, mas não se instalou aí a gerir prudentemente, como outros, a carreira literária. A esse nível, a sua relação com a poesia era desarmada de qualquer cálculo. Como recorda Maria Filipe Ramos Rosa na "Advertência" que encabeça este volume, "alguns livros da década de 90, […] pelo seu carácter repetitivo, lembram exercícios diários de sobrevivência", abrindo assim porta para o debate sobre o cânone roseano. Mas é impossível não sublinhar a comovente grandeza do que a expressão "exercício diário de sobrevivência" deixa supor."
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Falecido em 2013, António Ramos Rosa deixou-nos uma obra poética grandiosa, pela sua qualidade e pela sua extensão. A presente antologia, preparada por Maria Filipe Ramos Rosa - sua filha - recupera o título de um projeto de antologia não concretizado que tinha sido, em tempos, idealizado pelo autor. No prefácio a este livro José Tolentino Mendonça diz-nos, de António Ramos Rosa, ter sido alguém "[—] que construiu um corpus poético absolutamente invulgar, em qualidade e em dimensão, com quase oito dezenas de tomos, mas que muito poucos terão lido e acompanhado integralmente, o que fez com que tivesse saído, em grande medida, da zona de controlo da crítica literária, do radar dos média e dessa recensão condescendente trazida, em cada estação, pelo gosto dominante. Tinha estatuto cultural e reconhecimento, mas não se instalou aí a gerir prudentemente, como outros, a carreira literária. A esse nível, a sua relação com a poesia era desarmada de qualquer cálculo. Como recorda Maria Filipe Ramos Rosa na "Advertência" que encabeça este volume, "alguns livros da década de 90, […] pelo seu carácter repetitivo, lembram exercícios diários de sobrevivência", abrindo assim porta para o debate sobre o cânone roseano. Mas é impossível não sublinhar a comovente grandeza do que a expressão "exercício diário de sobrevivência" deixa supor."
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Edição: Abr 2000
Nº Páginas: 288
Sinopse:
É verdade que Fernando Pessoa é o poeta português mais idolatrado e traduzido. Mas paradoxalmente, Pessoa corre o risco de ser muito citado e pouco lido. As edições da Assírio & Alvim têm revelado um considerável número de inéditos, além de um rigor na fixação dos textos, mas têm sido sistematicamente ignoradas pela crítica. Depois da poesia bilingue de Alexander Search, publicam-se dois volumes da poesia inglesa de Fernando Pessoa. Inicialmente previa-se um só volume. Contudo, a descoberta de perto de cinquenta inéditos forçou à edição de um segundo livro. E os inéditos indicam-nos que a obra global de Fernando Pessoa está longe de ser integralmente conhecida e há quem apaixonadamente a persiga, desvendando as suas sombras.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
É verdade que Fernando Pessoa é o poeta português mais idolatrado e traduzido. Mas paradoxalmente, Pessoa corre o risco de ser muito citado e pouco lido. As edições da Assírio & Alvim têm revelado um considerável número de inéditos, além de um rigor na fixação dos textos, mas têm sido sistematicamente ignoradas pela crítica. Depois da poesia bilingue de Alexander Search, publicam-se dois volumes da poesia inglesa de Fernando Pessoa. Inicialmente previa-se um só volume. Contudo, a descoberta de perto de cinquenta inéditos forçou à edição de um segundo livro. E os inéditos indicam-nos que a obra global de Fernando Pessoa está longe de ser integralmente conhecida e há quem apaixonadamente a persiga, desvendando as suas sombras.
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Edição: Abr 2000
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Mais um título a acrescentar às "Obras de Fernando Pessoa", na editora Assírio & Alvim. Depois de um primeiro volume de poesia inglesa nesta colecção (Alexander Search, "Poesia"), surge a edição bilingue da produção inglesa de Pessoa ortónimo, dividida em dois volumes, com organização e tradução de Luísa Freire. Fazem parte deste primeiro volume os conjuntos mais importantes da poesia inglesa de Fernando Pessoa, que aparecem divididos em duas partes: na primeira estão os "35 Sonnets" e os "English Poems I-II e III", que incluem "Epithalium", "Antinous" e "Inscriptions", conjuntos que o próprio publicou; a segunda parte é constituída pela colectânea "The Mad Fiddler" (O Rabequista Mágico), que Pessoa quis publicar em vida, embora tal não tenha acontecido, e que deixou seleccionada e ordenada.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Mais um título a acrescentar às "Obras de Fernando Pessoa", na editora Assírio & Alvim. Depois de um primeiro volume de poesia inglesa nesta colecção (Alexander Search, "Poesia"), surge a edição bilingue da produção inglesa de Pessoa ortónimo, dividida em dois volumes, com organização e tradução de Luísa Freire. Fazem parte deste primeiro volume os conjuntos mais importantes da poesia inglesa de Fernando Pessoa, que aparecem divididos em duas partes: na primeira estão os "35 Sonnets" e os "English Poems I-II e III", que incluem "Epithalium", "Antinous" e "Inscriptions", conjuntos que o próprio publicou; a segunda parte é constituída pela colectânea "The Mad Fiddler" (O Rabequista Mágico), que Pessoa quis publicar em vida, embora tal não tenha acontecido, e que deixou seleccionada e ordenada.
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Edição: Jan 2018
Nº Páginas: 512
Sinopse:
"Para além dos muitos poemas ingleses publicados em vida do autor, o presente volume inclui The Mad Fiddler na sua totalidade, uma generosa selecção dos poemas de Alexander Search e dos restantes poemas escritos em inglês — todos acompanhados de uma tradução em português — e, em apêndice mas sem tradução, um amplo conjunto dos poemas que o autor escreveu em francês. Os poemas foram seleccionados tanto pela sua qualidade como pelo seu significado no percurso poético do autor. […] Estamos […] perante um caso em que a tradução — do inglês para a primeira e única língua materna de Pessoa — pode trazer grandes benefícios para quem leia poesia por prazer e também pelo gosto de compreender e conhecer, sem objectivos mais eruditos. Quando o tradutor é não só poeta mas também grande estudioso do autor e disposto a dedicar alguns anos à tarefa de produzir versões portuguesas que funcionem como verdadeiros poemas, independentemente dos originais, o prazer do leitor é dobrado e as traduções, mesmo para um estudioso, podem ajudar a penetrar no significado e na própria poética inerentes aos poemas. É o feliz caso das versões portuguesas incluídas na presente edição. Mesmo quem domine perfeitamente o inglês poderá apreciar melhor o original lendo também as traduções de Luísa Freire […]." Do Prefácio de Richard Zenith, editor da obra
Nº Páginas: 512
Sinopse:
"Para além dos muitos poemas ingleses publicados em vida do autor, o presente volume inclui The Mad Fiddler na sua totalidade, uma generosa selecção dos poemas de Alexander Search e dos restantes poemas escritos em inglês — todos acompanhados de uma tradução em português — e, em apêndice mas sem tradução, um amplo conjunto dos poemas que o autor escreveu em francês. Os poemas foram seleccionados tanto pela sua qualidade como pelo seu significado no percurso poético do autor. […] Estamos […] perante um caso em que a tradução — do inglês para a primeira e única língua materna de Pessoa — pode trazer grandes benefícios para quem leia poesia por prazer e também pelo gosto de compreender e conhecer, sem objectivos mais eruditos. Quando o tradutor é não só poeta mas também grande estudioso do autor e disposto a dedicar alguns anos à tarefa de produzir versões portuguesas que funcionem como verdadeiros poemas, independentemente dos originais, o prazer do leitor é dobrado e as traduções, mesmo para um estudioso, podem ajudar a penetrar no significado e na própria poética inerentes aos poemas. É o feliz caso das versões portuguesas incluídas na presente edição. Mesmo quem domine perfeitamente o inglês poderá apreciar melhor o original lendo também as traduções de Luísa Freire […]." Do Prefácio de Richard Zenith, editor da obra
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Edição: Jun 2020
Nº Páginas: 360
Sinopse:
À beleza incandescente e luminosa dos grandes autores desses séculos de ouro da cultura grega (do séc. VII a.C ao séc. III) - como Álcman, Semónides, Mimnermo, Safo, Íbico, Anacreonte, Teógonis, Píndaro, Baquílides e Teócrito - junta-se o prazer de descobrir as raízes da literatura ocidental. Cada um desses autores influenciou diretamente centenas de outros e é parte dos alicerces da nossa civilização. Depois da tradução da Ilíada, da Odisseia e dos primeiros quatro volumes da Bíblia, Frederico Lourenço mostra como a beleza pode ser traduzida sem ferir a sua originalidade. A edição é bilingue, em capa dura e com todos os cuidados gráficos de um grande acontecimento.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
À beleza incandescente e luminosa dos grandes autores desses séculos de ouro da cultura grega (do séc. VII a.C ao séc. III) - como Álcman, Semónides, Mimnermo, Safo, Íbico, Anacreonte, Teógonis, Píndaro, Baquílides e Teócrito - junta-se o prazer de descobrir as raízes da literatura ocidental. Cada um desses autores influenciou diretamente centenas de outros e é parte dos alicerces da nossa civilização. Depois da tradução da Ilíada, da Odisseia e dos primeiros quatro volumes da Bíblia, Frederico Lourenço mostra como a beleza pode ser traduzida sem ferir a sua originalidade. A edição é bilingue, em capa dura e com todos os cuidados gráficos de um grande acontecimento.
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