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Edição: Dez 2014
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Reparem, a seguir a Luanda, o lugar onde todas as idiossincrasias deste povo ganham maior visibilidade e Lisboa. Dai, mesmo que eu quisesse, e impossível ficar imune a essa banga, basta alguém identificar-me o sotaque (ou a ausência dele). A verdade é que a vaidade angolana já se tornou monumento de fama internacional. Uma atração turística ambulante, que onde quer que estejam angolanos, uma multidão de curiosos aparece para tirar fotografias, entregar currículos ou propor negócio, como me aconteceu recentemente. Quando terminava o meu almoço, sai da cozinha o proprietário e propõe-me que lhe compre o restaurante, com todo o recheio, licenças, cozinheiros e empregados de mesa incluídos. E eu, do alto da minha vaidade, tão afetado pela crise financeira em Portugal quanto o pobre senhor, lanço-lhe a pergunta:Quanto é que custa?
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Reparem, a seguir a Luanda, o lugar onde todas as idiossincrasias deste povo ganham maior visibilidade e Lisboa. Dai, mesmo que eu quisesse, e impossível ficar imune a essa banga, basta alguém identificar-me o sotaque (ou a ausência dele). A verdade é que a vaidade angolana já se tornou monumento de fama internacional. Uma atração turística ambulante, que onde quer que estejam angolanos, uma multidão de curiosos aparece para tirar fotografias, entregar currículos ou propor negócio, como me aconteceu recentemente. Quando terminava o meu almoço, sai da cozinha o proprietário e propõe-me que lhe compre o restaurante, com todo o recheio, licenças, cozinheiros e empregados de mesa incluídos. E eu, do alto da minha vaidade, tão afetado pela crise financeira em Portugal quanto o pobre senhor, lanço-lhe a pergunta:Quanto é que custa?
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Edição: Jun 2022
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Neste romance mágico, sombrio e cómico, um grupo de mulheres habita um mundo permanentemente vigiado, onde há informadores que espreitam entre canteiros de flores e relatórios falsos sobre cada um dos seus movimentos. Também há conspirações, geralmente abundantes numa comunidade que normaliza a paranoia e a suspeita. Algumas das personagens tentam fugir da realidade - seja num misterioso bordel de jogos de azar, em casas que lembram antigos impérios labirínticos ou num emaranhado de túneis e galerias que existem no subsolo. Há quem procure refúgio em regiões onde as ervas medicinais chinesas e a sabedoria milenar podem confortar ou mudar a nossa vida, e quem procure aventuras de adultério, ilusão e entretenimento. Estas são as formas de amor do novo milénio: satíricas, trágicas, passageiras, duradouras, nebulosas e gratificantes, em cenários que tanto deixam perceber a fraude e a exploração dos outros, como são tingidos de sensibilidade, sexo, grandeza e desejo de aventura - num mundo sem Oriente nem Ocidente, onde somos apenas pessoas que precisam de sonhar.
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Neste romance mágico, sombrio e cómico, um grupo de mulheres habita um mundo permanentemente vigiado, onde há informadores que espreitam entre canteiros de flores e relatórios falsos sobre cada um dos seus movimentos. Também há conspirações, geralmente abundantes numa comunidade que normaliza a paranoia e a suspeita. Algumas das personagens tentam fugir da realidade - seja num misterioso bordel de jogos de azar, em casas que lembram antigos impérios labirínticos ou num emaranhado de túneis e galerias que existem no subsolo. Há quem procure refúgio em regiões onde as ervas medicinais chinesas e a sabedoria milenar podem confortar ou mudar a nossa vida, e quem procure aventuras de adultério, ilusão e entretenimento. Estas são as formas de amor do novo milénio: satíricas, trágicas, passageiras, duradouras, nebulosas e gratificantes, em cenários que tanto deixam perceber a fraude e a exploração dos outros, como são tingidos de sensibilidade, sexo, grandeza e desejo de aventura - num mundo sem Oriente nem Ocidente, onde somos apenas pessoas que precisam de sonhar.
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Edição: Jul 2016
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Joaquim Quintino Aires não pôde deixar de ficar surpreendido quando Ana, logo na primeira consulta, foi direta ao assunto: "Quero aprendera amar". Mulher interessante, com um bom emprego, carro e casa, Ana tinha um problema: não estava bem sozinha, não conseguia estar acompanhada. Ao longo das sessões seguintes, viria a perceber as razões do isolamento e porque se afastava do mundo. O Amor Não Se Aprende Na Escola é a história de uma mulher que descobriu o amor tardiamente e hoje é casada e feliz. Mas é também a história de Júlio, um rapaz romântico que aprendeu a veras mulheres para além da imagem idealizada que fazia delas. Ou ainda de Carmen, virgem aos31 anos, que superou o medo do sexo. Nas histórias que conta, Quintino Aires reflecte as nossas próprias vidas, fantasmas e desejos. E mostra-nos como o momento mágico da descoberta é determinado mais pela nossa personalidade do que pelo acaso. Se ainda não encontrou a pessoa certa, não culpe a sorte; olhe para dentro e prepare o caminho: ela acabará por aparecer, e juntos serão felizes.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Joaquim Quintino Aires não pôde deixar de ficar surpreendido quando Ana, logo na primeira consulta, foi direta ao assunto: "Quero aprendera amar". Mulher interessante, com um bom emprego, carro e casa, Ana tinha um problema: não estava bem sozinha, não conseguia estar acompanhada. Ao longo das sessões seguintes, viria a perceber as razões do isolamento e porque se afastava do mundo. O Amor Não Se Aprende Na Escola é a história de uma mulher que descobriu o amor tardiamente e hoje é casada e feliz. Mas é também a história de Júlio, um rapaz romântico que aprendeu a veras mulheres para além da imagem idealizada que fazia delas. Ou ainda de Carmen, virgem aos31 anos, que superou o medo do sexo. Nas histórias que conta, Quintino Aires reflecte as nossas próprias vidas, fantasmas e desejos. E mostra-nos como o momento mágico da descoberta é determinado mais pela nossa personalidade do que pelo acaso. Se ainda não encontrou a pessoa certa, não culpe a sorte; olhe para dentro e prepare o caminho: ela acabará por aparecer, e juntos serão felizes.
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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Todos os contos reunidos neste livro têm vários elementos em comum: a acção decorre num espaço longínquo, a narrativa desenvolve-se em torno de uma revelação demolidora, a memória funciona como uma catarse que o tempo se encarrega de prolongar de modo a não poder ser esquecida.Como no primeiro conto, "O Amor em Lobito Bay", que dá título ao volume, em todos existe uma história de amor, no sentido mais amplo do termo, que entrecruza a experiência da confiança na vida com o desconcerto do mundo. E à imagem da criança que deseja comer o coração de uma andorinha, em todos os outros contos ocorre a experiência de uma decepção inaugural transformada em sabedoria.São contos de persistência, memória de momentos, breves momentos de relâmpago, durante os quais a luz ilumina demais, e algo se esclarece para sempre, ainda que a sombra nunca se esgote. É sob essa luz transfiguradora que as crianças expõem os limites da sua inocência, jovens lutam contra a desordem do mundo para além do improvável, mulheres e homens perto da velhice recriam sonhos audazes, poetas descobrem, a meio da noite, os limites frágeis da humanidade. São contos sobre a marcha humana que não pára de reiniciar continuamente os seus primeiros passos.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Todos os contos reunidos neste livro têm vários elementos em comum: a acção decorre num espaço longínquo, a narrativa desenvolve-se em torno de uma revelação demolidora, a memória funciona como uma catarse que o tempo se encarrega de prolongar de modo a não poder ser esquecida.Como no primeiro conto, "O Amor em Lobito Bay", que dá título ao volume, em todos existe uma história de amor, no sentido mais amplo do termo, que entrecruza a experiência da confiança na vida com o desconcerto do mundo. E à imagem da criança que deseja comer o coração de uma andorinha, em todos os outros contos ocorre a experiência de uma decepção inaugural transformada em sabedoria.São contos de persistência, memória de momentos, breves momentos de relâmpago, durante os quais a luz ilumina demais, e algo se esclarece para sempre, ainda que a sombra nunca se esgote. É sob essa luz transfiguradora que as crianças expõem os limites da sua inocência, jovens lutam contra a desordem do mundo para além do improvável, mulheres e homens perto da velhice recriam sonhos audazes, poetas descobrem, a meio da noite, os limites frágeis da humanidade. São contos sobre a marcha humana que não pára de reiniciar continuamente os seus primeiros passos.
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Edição: Dez 2007
Nº Páginas: 0
Sinopse:
"O Amor Ʌ", da autoria de Júlio Machado Vaz com a colaboração de Ana Mesquita e de António Macedo, parte do programa de rádio com o mesmo nome, transmitido diariamente na "Antena 1". Esta obra reúne um conjunto de textos de Júlio Machado Vaz que giram em torno de cinco temas, correspondentes aos cinco capítulos da publicação: Dos Amores; Os Ramos que semeiam raízes; Monólogos do espectador; As "Certezas"; e Maria. Este livro é acompanhado de um CD de oferta contendo cinco programas da conhecida rubrica radiofónica de Júlio Machado Vaz com Ana Mesquita, que ainda hoje faz parelha com o sexólogo, e um programa com António Macedo, com o qual, no início, Júlio Machado Vaz fazia o programa. O CD contém ainda o tema musical "Mother Nature’s Son", interpretado por João Vaz. Sobre o livro diz Júlio Machado Vaz nas páginas do mesmo: "De alguma forma, os textos deste livro não passam de legendas, do pano de fundo sobre o qual a tecnologia permitiu bordar o som de ‘O Amor É...’". Mais adiante lê-se "O que é o amor? Não sei. Talvez o sangue da memória, não há presente nem futuro quando o passado perdeu calor e seiva. Raízes mortas não geram troncos direitos, abrindo-se em ramos, braços, flores e risos que ambicionam o alto." Nas primeiras páginas é possível descobrir os primeiros passos de Júlio Machado Vaz na rádio, ou histórias de como se falava de sexo nos media nos idos anos 80.
Nº Páginas: 0
Sinopse:
"O Amor Ʌ", da autoria de Júlio Machado Vaz com a colaboração de Ana Mesquita e de António Macedo, parte do programa de rádio com o mesmo nome, transmitido diariamente na "Antena 1". Esta obra reúne um conjunto de textos de Júlio Machado Vaz que giram em torno de cinco temas, correspondentes aos cinco capítulos da publicação: Dos Amores; Os Ramos que semeiam raízes; Monólogos do espectador; As "Certezas"; e Maria. Este livro é acompanhado de um CD de oferta contendo cinco programas da conhecida rubrica radiofónica de Júlio Machado Vaz com Ana Mesquita, que ainda hoje faz parelha com o sexólogo, e um programa com António Macedo, com o qual, no início, Júlio Machado Vaz fazia o programa. O CD contém ainda o tema musical "Mother Nature’s Son", interpretado por João Vaz. Sobre o livro diz Júlio Machado Vaz nas páginas do mesmo: "De alguma forma, os textos deste livro não passam de legendas, do pano de fundo sobre o qual a tecnologia permitiu bordar o som de ‘O Amor É...’". Mais adiante lê-se "O que é o amor? Não sei. Talvez o sangue da memória, não há presente nem futuro quando o passado perdeu calor e seiva. Raízes mortas não geram troncos direitos, abrindo-se em ramos, braços, flores e risos que ambicionam o alto." Nas primeiras páginas é possível descobrir os primeiros passos de Júlio Machado Vaz na rádio, ou histórias de como se falava de sexo nos media nos idos anos 80.
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Edição: Mai 2009
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"O Amor é uma Carta Fechada" é um livro valioso que o ajudará a identificar os problemas e a questionar o que está a bloquear o amor na sua vida para assim deixar de viver com a dor, angústia e tristeza e perceber a vida amorosa tal como ela é, libertando-se de ilusões e receios. Porque o amor não é uma mera questão de sorte ou azar, mas uma questão do esforço que cada um de nós dedica a tentar alcançá-lo. O amor é uma força misteriosa e dominadora, com um poder tão forte que é capaz de controlar até os nossos pensamentos e decisões mais importantes. Mas então porque não conseguimos entender de forma clara, o que é o amor? Ou, ainda mais difícil, como se consegue viver o amor? E o que o faz tornar-se algo tão vital como respirar e comer? Com os anos de prática, o psicólogo Joaquim Quintino Aires extraiu de casos reais os exemplos que se descrevem neste livro para elaborar a lista das 10 regras a cumprir para alcançar um amor feliz. Muitas das questões abordadas são-nos familiares: são ideias preconcebidas, que carregamos inocentemente pela vida fora, mas que podem tornar-se num veneno fatal para a relação à medida que geram expectativas irrealizáveis, que alimentam a intolerância no dia-a-dia do casal, que reforçam o sentimento de que um ou o outro é sempre o culpado, ou ainda que a vergonha de partilhar o íntimo permite que o silêncio vá corroendo pela calada dos dias.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"O Amor é uma Carta Fechada" é um livro valioso que o ajudará a identificar os problemas e a questionar o que está a bloquear o amor na sua vida para assim deixar de viver com a dor, angústia e tristeza e perceber a vida amorosa tal como ela é, libertando-se de ilusões e receios. Porque o amor não é uma mera questão de sorte ou azar, mas uma questão do esforço que cada um de nós dedica a tentar alcançá-lo. O amor é uma força misteriosa e dominadora, com um poder tão forte que é capaz de controlar até os nossos pensamentos e decisões mais importantes. Mas então porque não conseguimos entender de forma clara, o que é o amor? Ou, ainda mais difícil, como se consegue viver o amor? E o que o faz tornar-se algo tão vital como respirar e comer? Com os anos de prática, o psicólogo Joaquim Quintino Aires extraiu de casos reais os exemplos que se descrevem neste livro para elaborar a lista das 10 regras a cumprir para alcançar um amor feliz. Muitas das questões abordadas são-nos familiares: são ideias preconcebidas, que carregamos inocentemente pela vida fora, mas que podem tornar-se num veneno fatal para a relação à medida que geram expectativas irrealizáveis, que alimentam a intolerância no dia-a-dia do casal, que reforçam o sentimento de que um ou o outro é sempre o culpado, ou ainda que a vergonha de partilhar o íntimo permite que o silêncio vá corroendo pela calada dos dias.
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Edição: Nov 2018
Nº Páginas: 248
Sinopse:
O que une Carlos Tê, Jacques Brel, Rui Reininho, Sérgio Godinho, Fausto, Leonard Cohen, Amalia Bautista, Hanif Kureishi, Serge Reggiani, Samuel Úria? Neste livro, canções e poemas de todos eles servem de mote a conversas inéditas - feitas propositadamente para memória futura - entre Júlio Machado Vaz e Inês Meneses, ao estilo do icónico programa de rádio que há dez anos partilham na Antena 1. Neste O Amor É, com o imprescindível suporte da comunicadora Inês Meneses, o médico psiquiatra Júlio Machado Vaz, o grande desconstrutor dos tabus em torno da sexualidade em Portugal, conduz o leitor pelos temas que a todos nos interessam e apaixonam: as paixões adolescentes, os amores adiados, os eficazes e os impossíveis, o alargamento da adolescência, a nostalgia da paixão, a inversão dos estereótipos culturais, a obsessão pela infância e pela morte, a omnipotência do teclado, as coisas das quais queremos livrar-nos porque nos trazem recordações amargas, a culpa judaico-cristã dos que querem partir mas ficam, os homens sós que antes não cozinhavam e hoje cozinham, a apologia do engate, a monogamia, as implicações da internet nas relações amorosas, as pessoas certas e as pessoas erradas (que por vezes se buscam), as separações e os divórcios, a ligação com os filhos, as compensações, os equilíbrios e as asneiras, a maturidade sexual dos homens, a disfunção eréctil, o pecado de ser mulher, a homossexualidade hoje e na Roma Antiga, a coabitação que não garante o amor, a casa própria que não o nega, os lutos das relações passadas, entre muitos outros. Um livro imperdível, sobre muito do que o amor é.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
O que une Carlos Tê, Jacques Brel, Rui Reininho, Sérgio Godinho, Fausto, Leonard Cohen, Amalia Bautista, Hanif Kureishi, Serge Reggiani, Samuel Úria? Neste livro, canções e poemas de todos eles servem de mote a conversas inéditas - feitas propositadamente para memória futura - entre Júlio Machado Vaz e Inês Meneses, ao estilo do icónico programa de rádio que há dez anos partilham na Antena 1. Neste O Amor É, com o imprescindível suporte da comunicadora Inês Meneses, o médico psiquiatra Júlio Machado Vaz, o grande desconstrutor dos tabus em torno da sexualidade em Portugal, conduz o leitor pelos temas que a todos nos interessam e apaixonam: as paixões adolescentes, os amores adiados, os eficazes e os impossíveis, o alargamento da adolescência, a nostalgia da paixão, a inversão dos estereótipos culturais, a obsessão pela infância e pela morte, a omnipotência do teclado, as coisas das quais queremos livrar-nos porque nos trazem recordações amargas, a culpa judaico-cristã dos que querem partir mas ficam, os homens sós que antes não cozinhavam e hoje cozinham, a apologia do engate, a monogamia, as implicações da internet nas relações amorosas, as pessoas certas e as pessoas erradas (que por vezes se buscam), as separações e os divórcios, a ligação com os filhos, as compensações, os equilíbrios e as asneiras, a maturidade sexual dos homens, a disfunção eréctil, o pecado de ser mulher, a homossexualidade hoje e na Roma Antiga, a coabitação que não garante o amor, a casa própria que não o nega, os lutos das relações passadas, entre muitos outros. Um livro imperdível, sobre muito do que o amor é.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Em junho de 2018, Sofia Alves recebeu a notícia do suicídio do seu irmão mais velho, Ricardo, que na altura vivia nos Estados Unidos. Tinha sido mãe há apenas um mês. Destroçada pela perda e ainda a recuperar, voltou a engravidar e passou a sua quarta gravidez em luto. Desde a morte do irmão que lhe escreve cartas sobre a morte, a despedida, a dor da perda, as memórias de infância, a família, os momentos marcantes da sua vida e da família, mas também sobre o amor que permanece para além da morte e que ajuda a curar a dor da separação física. Cartas de esperança e que constituem a prova viva de que continuamos a amar aqueles que partem, independentemente da natureza da sua morte; do inesperado da partida; de nos temos conseguido despedir ou não; e da dor que sentimos. Como refere a autora: "Muitas destas cartas foram escritas no silêncio do meu quarto e seladas com as lágrimas até o sono chegar. São cartas que vêm do coração e, quando falamos com o coração, conseguimos chegar a muitas pessoas, conseguimos chegar a muitos corações". E sempre será esse o meu objetivo: chegar aos vossos corações e deixar uma mensagem de esperança, de superação, de que o amor cura. É preciso acreditarmos nisso.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Em junho de 2018, Sofia Alves recebeu a notícia do suicídio do seu irmão mais velho, Ricardo, que na altura vivia nos Estados Unidos. Tinha sido mãe há apenas um mês. Destroçada pela perda e ainda a recuperar, voltou a engravidar e passou a sua quarta gravidez em luto. Desde a morte do irmão que lhe escreve cartas sobre a morte, a despedida, a dor da perda, as memórias de infância, a família, os momentos marcantes da sua vida e da família, mas também sobre o amor que permanece para além da morte e que ajuda a curar a dor da separação física. Cartas de esperança e que constituem a prova viva de que continuamos a amar aqueles que partem, independentemente da natureza da sua morte; do inesperado da partida; de nos temos conseguido despedir ou não; e da dor que sentimos. Como refere a autora: "Muitas destas cartas foram escritas no silêncio do meu quarto e seladas com as lágrimas até o sono chegar. São cartas que vêm do coração e, quando falamos com o coração, conseguimos chegar a muitas pessoas, conseguimos chegar a muitos corações". E sempre será esse o meu objetivo: chegar aos vossos corações e deixar uma mensagem de esperança, de superação, de que o amor cura. É preciso acreditarmos nisso.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 184
Sinopse:
No deserto pode-se caminhar durante dias, semanas e até meses sem ver outra coisa além de areia; chega sempre o momento em que aparece um oásis maravilhoso que convida a parar e reabastecer. Repostas as forças no oásis, torna-se a empreender um caminho em que não é invulgar que o caminhante volte a impacientar-se. E assim até que, de repente, quando menos espera - quase quando desespera -, volta a aparecer outro oásis. Pois é isto precisamente o que o deserto ensina: caminhar pela terra e parar onde houver água, e assim um dia após outro até chegar o momento em que se descobre que não só se ama o oásis como também o próprio caminho: ama-se a areia, a dificuldade. Só nesse dia é que podemos definir-nos com justiça como "amigos do deserto".
Nº Páginas: 184
Sinopse:
No deserto pode-se caminhar durante dias, semanas e até meses sem ver outra coisa além de areia; chega sempre o momento em que aparece um oásis maravilhoso que convida a parar e reabastecer. Repostas as forças no oásis, torna-se a empreender um caminho em que não é invulgar que o caminhante volte a impacientar-se. E assim até que, de repente, quando menos espera - quase quando desespera -, volta a aparecer outro oásis. Pois é isto precisamente o que o deserto ensina: caminhar pela terra e parar onde houver água, e assim um dia após outro até chegar o momento em que se descobre que não só se ama o oásis como também o próprio caminho: ama-se a areia, a dificuldade. Só nesse dia é que podemos definir-nos com justiça como "amigos do deserto".
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Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Aldo Cassidy é o amante ingénuo e sentimental. Homem bem-sucedido e judicioso é arrancado às pacatas certezas da sua vida por um repentino encontro com um casal com quem estabelece uma estranha ligação: Shamus, um artista desbragado e estroina, que dissipa dias e noites em farras intermináveis; e Helen, a sua bela mulher, manifestamente sedutora.Precipitado num turbilhão de imprudência e espontaneidade, Cassidy torna-se um homem desorientado e confrangido ao ver-se dilacerado entre dois pólos de uma natureza mais complexa do que alguma vez imaginara. Quem terminará com quem é um dos mistérios deste livro em que John le Carré, abordando um tema completamente diferente daqueles pelos quais ficou conhecido, confirma o seu lugar como um dos maiores ficcionistas do nosso tempo.
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Aldo Cassidy é o amante ingénuo e sentimental. Homem bem-sucedido e judicioso é arrancado às pacatas certezas da sua vida por um repentino encontro com um casal com quem estabelece uma estranha ligação: Shamus, um artista desbragado e estroina, que dissipa dias e noites em farras intermináveis; e Helen, a sua bela mulher, manifestamente sedutora.Precipitado num turbilhão de imprudência e espontaneidade, Cassidy torna-se um homem desorientado e confrangido ao ver-se dilacerado entre dois pólos de uma natureza mais complexa do que alguma vez imaginara. Quem terminará com quem é um dos mistérios deste livro em que John le Carré, abordando um tema completamente diferente daqueles pelos quais ficou conhecido, confirma o seu lugar como um dos maiores ficcionistas do nosso tempo.
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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Esgotado há muito, o grande romance histórico de Susan Sontag é uma história sobre um triângulo amoroso, a condição das mulheres, a arte, a política - e Nápoles no século XVIII. O "amante do vulcão" referido no título é Sir William Hamilton, diplomata, arqueólogo, vulcanólogo e antiquário britânico - um temperamento erudito e curioso que é também recordado como o marido complacente de Emma Hamilton, amante do Almirante Nelson, famoso pelas suas intervenções nas Guerras Napoleónicas e depois vitorioso na batalha de Trafalgar. A história decorre em Nápoles, onde, de 1764 até 1800, Sir William, conhecido como Cavaliere, foi o embaixador britânico no reino das Duas Sicílias. O romance é uma espécie de tríptico, dividido entre Hamilton, a sua esposa e Lord Nelson. No amor que irrompe entre Emma e Lord Nelson, o Cavaliere encontra outro daqueles fenómenos naturais da vulcanologia que ele só pode observar, nunca experimentar - Emma, cheia de alegria e uma certa vulgaridade, egoísmo, amor à vida, e crueldade; Nelson, uma fonte de mistério, herói militar e também um homem contraditório e um tirano impiedoso. O resultado, na visão de Sontag, só pode ser prodigioso. Um romance inesquecível.
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Esgotado há muito, o grande romance histórico de Susan Sontag é uma história sobre um triângulo amoroso, a condição das mulheres, a arte, a política - e Nápoles no século XVIII. O "amante do vulcão" referido no título é Sir William Hamilton, diplomata, arqueólogo, vulcanólogo e antiquário britânico - um temperamento erudito e curioso que é também recordado como o marido complacente de Emma Hamilton, amante do Almirante Nelson, famoso pelas suas intervenções nas Guerras Napoleónicas e depois vitorioso na batalha de Trafalgar. A história decorre em Nápoles, onde, de 1764 até 1800, Sir William, conhecido como Cavaliere, foi o embaixador britânico no reino das Duas Sicílias. O romance é uma espécie de tríptico, dividido entre Hamilton, a sua esposa e Lord Nelson. No amor que irrompe entre Emma e Lord Nelson, o Cavaliere encontra outro daqueles fenómenos naturais da vulcanologia que ele só pode observar, nunca experimentar - Emma, cheia de alegria e uma certa vulgaridade, egoísmo, amor à vida, e crueldade; Nelson, uma fonte de mistério, herói militar e também um homem contraditório e um tirano impiedoso. O resultado, na visão de Sontag, só pode ser prodigioso. Um romance inesquecível.
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Edição: Nov 2012
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Nas palavras de Urbano Tavares Rodrigues, este "É um muito belo conjunto de contos, cada qual mais original do que os outros e onde a todo o passo se encontra a escrita desafiante, criadora, irónica e lírica de Maria Velho da Costa, o seu gosto pelo vocábulo raro, pela construção insólita, pela intenção verbal. O pequeno texto que dá o título ao volume é uma evocação do mágico e do diabólico da primeira infância, em que uma menina arisca é salva da mordedura de uma víbora por outra criança, o primo (o amante do Crato) que se interpõe, vindo a morrer assim por ela. [...]". Esta edição é enriquecida pelas belíssimas pinturas de Ilda David e inclui um posfácio de Manuel Gusmão.
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Nas palavras de Urbano Tavares Rodrigues, este "É um muito belo conjunto de contos, cada qual mais original do que os outros e onde a todo o passo se encontra a escrita desafiante, criadora, irónica e lírica de Maria Velho da Costa, o seu gosto pelo vocábulo raro, pela construção insólita, pela intenção verbal. O pequeno texto que dá o título ao volume é uma evocação do mágico e do diabólico da primeira infância, em que uma menina arisca é salva da mordedura de uma víbora por outra criança, o primo (o amante do Crato) que se interpõe, vindo a morrer assim por ela. [...]". Esta edição é enriquecida pelas belíssimas pinturas de Ilda David e inclui um posfácio de Manuel Gusmão.
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Edição: Mar 2016
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Por causa das cenas de sexo explícito, por causa da relação adúltera e também por causa da diferente origem de classe dos dois amantes, um guarda caça e a mulher burguesa casada com um aristocrata. O traço essencial deste livro é a fusão plena do corpo e da mente. Em harmonia e em plenitude.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Por causa das cenas de sexo explícito, por causa da relação adúltera e também por causa da diferente origem de classe dos dois amantes, um guarda caça e a mulher burguesa casada com um aristocrata. O traço essencial deste livro é a fusão plena do corpo e da mente. Em harmonia e em plenitude.
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Edição: Jul 2013
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Joan Marés vê-se traído e abandonado pela sua bela, rica e elegante mulher. Em consequência disso torna-se um andarilho que ganha a vida tocando acordeão nas Ramblas. Obcecado por recuperar a sua exmulher, Joan Mares vai-se tornando Juan Faneca. Na ânsia por reconquistá-la, reinventa-se a si mesmo na figura de um impostor, um charnego típico e marginal. O que começa como uma aventura grotesca e improvável não tarda a tornar-se uma sátira irónica e feroz sobre a dualidade social e linguística catalã, agravada pelas diferenças de classe. Este romance recebeu o Prémio Ateneo de Sevilha.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Joan Marés vê-se traído e abandonado pela sua bela, rica e elegante mulher. Em consequência disso torna-se um andarilho que ganha a vida tocando acordeão nas Ramblas. Obcecado por recuperar a sua exmulher, Joan Mares vai-se tornando Juan Faneca. Na ânsia por reconquistá-la, reinventa-se a si mesmo na figura de um impostor, um charnego típico e marginal. O que começa como uma aventura grotesca e improvável não tarda a tornar-se uma sátira irónica e feroz sobre a dualidade social e linguística catalã, agravada pelas diferenças de classe. Este romance recebeu o Prémio Ateneo de Sevilha.
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Simão Bacamarte, médico, decide dedicar-se inteiramente ao estudo da loucura. Em Itaguaí, sua terra natal, funda um hospício - a Casa Verde. Apresentado o alienista, quem serão os alienados? Autorizado pelas autoridades, passa a internar todos aqueles a quem aponta sinais de insanidade. Ninguém escapa: os que têm a mania de orar, os vaidosos, os que são demasiado gentis, os que emprestam dinheiro e até a sua própria esposa. A população revolta-se. É tempo do Dr. Bacamarte mudar o diagnóstico: afinal, loucos são os de mente equilibrada, as pessoas modestas e honestas. E se, afinal, o alienista for o alienado? Quais as fronteiras entre a loucura e a razão? Este é um livro em que, uma vez mais, Machado de Assis conquista o leitor pela sua maestria de escrita, com recurso à ironia, à metáfora, à sua visão pessimista e ao seu cepticismo. O Alienista é uma das narrativas mais célebres de Machado de Assis, um dos autores essenciais da literatura universal. As fronteiras entre a sanidade e a loucura, numa prosa absolutamente fascinável.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Simão Bacamarte, médico, decide dedicar-se inteiramente ao estudo da loucura. Em Itaguaí, sua terra natal, funda um hospício - a Casa Verde. Apresentado o alienista, quem serão os alienados? Autorizado pelas autoridades, passa a internar todos aqueles a quem aponta sinais de insanidade. Ninguém escapa: os que têm a mania de orar, os vaidosos, os que são demasiado gentis, os que emprestam dinheiro e até a sua própria esposa. A população revolta-se. É tempo do Dr. Bacamarte mudar o diagnóstico: afinal, loucos são os de mente equilibrada, as pessoas modestas e honestas. E se, afinal, o alienista for o alienado? Quais as fronteiras entre a loucura e a razão? Este é um livro em que, uma vez mais, Machado de Assis conquista o leitor pela sua maestria de escrita, com recurso à ironia, à metáfora, à sua visão pessimista e ao seu cepticismo. O Alienista é uma das narrativas mais célebres de Machado de Assis, um dos autores essenciais da literatura universal. As fronteiras entre a sanidade e a loucura, numa prosa absolutamente fascinável.
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Edição: Mai 2021
Nº Páginas: 184
Sinopse:
O nada, o tudo, o princípio e o fim do mundo, segundo Jorge Luis Borges. Algumas das melhores histórias do grande criador argentino. O Aleph é um livro icónico de Jorge Luis Borges reunindo dezoito narrativas; entre elas, talvez as mais elogiadas e repetidamente citadas, como "O imortal", "Os teólogos", "A escrita de Deus" ou "A espera", histórias que mostram as possibilidades expressivas da "estética da inteligência" do autor argentino, fundindo mentalidade matemática, profundidade metafísica e compreensão poética do mundo. Pelas suas páginas passam quebra-cabeças filosóficos, intrigas fantásticas ou policiais, além de personagens que ficam gravadas na memória como elementos do seu modo de manipular a realidade e as coisas da vida real. Em quase todas as histórias de Borges, elementos, pessoas e cenários prosaicos são vistos em contextos incomuns e com significados extraordinários, ao mesmo tempo que fenómenos misteriosos e metafísicos se revelam em ambientes quotidianos. Um dos mais vibrantes e obsessivos livros de Jorge Luis Borges.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
O nada, o tudo, o princípio e o fim do mundo, segundo Jorge Luis Borges. Algumas das melhores histórias do grande criador argentino. O Aleph é um livro icónico de Jorge Luis Borges reunindo dezoito narrativas; entre elas, talvez as mais elogiadas e repetidamente citadas, como "O imortal", "Os teólogos", "A escrita de Deus" ou "A espera", histórias que mostram as possibilidades expressivas da "estética da inteligência" do autor argentino, fundindo mentalidade matemática, profundidade metafísica e compreensão poética do mundo. Pelas suas páginas passam quebra-cabeças filosóficos, intrigas fantásticas ou policiais, além de personagens que ficam gravadas na memória como elementos do seu modo de manipular a realidade e as coisas da vida real. Em quase todas as histórias de Borges, elementos, pessoas e cenários prosaicos são vistos em contextos incomuns e com significados extraordinários, ao mesmo tempo que fenómenos misteriosos e metafísicos se revelam em ambientes quotidianos. Um dos mais vibrantes e obsessivos livros de Jorge Luis Borges.
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Edição: Ago 2016
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Delfina é uma mulher bonita, "uma negra daquelas que os brancos gostam". A história de vida desta Delfina, "dos contrates, dos conflitos, das confusões e contradições", é a história da mulher africana, a história da apocalíptica perda do sonho. Esta mulher debate-se entre "escolher o caminho do sofrimento", o amor que sente por José dos Montes, e "eliminar a sua raça para ganhar a liberdade", procurando o homem branco que lhe dará o alimento e o conforto que deseja. Mas o que é o amor para a mulher negra? Na terra onde as mulheres se casam por encomenda na adolescência? O problema arrasta-se ao longo do livro, aparentemente sem solução: "viver em dois mundos é o mesmo que viver em dois corpos, não se pode. Tu és negra, jamais serás branca". Mesmo assim, a mulher negra "procura um filho mulato, para aliviar o negro da sua pele como quem alivia as roupas de luto". O sufoco das palavras outrora silenciadas, a valentia e a frontalidade gritam alto nos romances de Paulina Chiziane. Neste diálogo consigo própria, a conhecida escritora moçambicana, mistura imaginação, fantástico, misticismo, num retrato poderoso e peculiar da sociedade e da mulher africanas.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Delfina é uma mulher bonita, "uma negra daquelas que os brancos gostam". A história de vida desta Delfina, "dos contrates, dos conflitos, das confusões e contradições", é a história da mulher africana, a história da apocalíptica perda do sonho. Esta mulher debate-se entre "escolher o caminho do sofrimento", o amor que sente por José dos Montes, e "eliminar a sua raça para ganhar a liberdade", procurando o homem branco que lhe dará o alimento e o conforto que deseja. Mas o que é o amor para a mulher negra? Na terra onde as mulheres se casam por encomenda na adolescência? O problema arrasta-se ao longo do livro, aparentemente sem solução: "viver em dois mundos é o mesmo que viver em dois corpos, não se pode. Tu és negra, jamais serás branca". Mesmo assim, a mulher negra "procura um filho mulato, para aliviar o negro da sua pele como quem alivia as roupas de luto". O sufoco das palavras outrora silenciadas, a valentia e a frontalidade gritam alto nos romances de Paulina Chiziane. Neste diálogo consigo própria, a conhecida escritora moçambicana, mistura imaginação, fantástico, misticismo, num retrato poderoso e peculiar da sociedade e da mulher africanas.
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 64
Sinopse:
O dia em que se recebe o sacramento do batismo é um momento importante na vida de uma criança e merece ficar registado. Repleto de delicadas e elegantes ilustrações, este álbum permite anotar tudo o que aconteceu neste dia especial, reunindo assim memórias, emoções e momentos felizes para mais tarde recordar. Edição em capa dura, com fita para atar!
Nº Páginas: 64
Sinopse:
O dia em que se recebe o sacramento do batismo é um momento importante na vida de uma criança e merece ficar registado. Repleto de delicadas e elegantes ilustrações, este álbum permite anotar tudo o que aconteceu neste dia especial, reunindo assim memórias, emoções e momentos felizes para mais tarde recordar. Edição em capa dura, com fita para atar!
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Edição: Jul 2019
Nº Páginas: 392
Sinopse:
Vinte e cinco anos depois do incêndio que quase o destruiu, o Chiado volta a ser marcado pela tragédia. Quem é o assassino que anda a matar em nome de Fernando Pessoa? Nos primeiros dias de Agosto, um homem é encontrado assassinado junto à estátua de Fernando Pessoa, na Brasileira do Chiado. Num dos seus bolsos há um postal com uma citação do "Livro de Desassossego"; no outro, a mão esquerda do morto com os dedos decepados e envoltos em sal...
Nº Páginas: 392
Sinopse:
Vinte e cinco anos depois do incêndio que quase o destruiu, o Chiado volta a ser marcado pela tragédia. Quem é o assassino que anda a matar em nome de Fernando Pessoa? Nos primeiros dias de Agosto, um homem é encontrado assassinado junto à estátua de Fernando Pessoa, na Brasileira do Chiado. Num dos seus bolsos há um postal com uma citação do "Livro de Desassossego"; no outro, a mão esquerda do morto com os dedos decepados e envoltos em sal...
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Numa casa segura perto da fronteira com a Síria, uma equipa de operações clandestina americanas prepara-se para lançar uma missão drástica preparada durante largos meses. O alvo é um ativo valioso do ISIS. Muitos analistas, bem como uma congressista, estão no país para monitorizar o ataque, mas antes do avanço da equipa, a casa segura é atacada. No rescaldo do sangrento incidente, desenvolve-se um grave caso político e de relações internacionais. Enquanto na Internet se publicam imagens terríveis para os americanos, em Washington procuram-se culpados entre os responsáveis pelas informações para a operação clandestina e as suas fugas. À medida que se procuram respostas, Scot Harvath, espião e agente secreto do contra terrorismo, vê-se rapidamente no meio de uma tempestade. Se, por um lado, foi ele quem identificou o ativo valioso como poderia, por outro, o ISIS saber dos planos e localização americanos? Tem de haver algo mais que é preciso esclarecer, algo que a todos especialmente aos políticos - está a escapar. Com o peso do ataque a cair sobre os ombros seus e com vários membros poderosos do Congresso a pedir a sua cabeça, Harvath vê-se forçado a lançar a sua própria operação para desvendar o que correu mal.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Numa casa segura perto da fronteira com a Síria, uma equipa de operações clandestina americanas prepara-se para lançar uma missão drástica preparada durante largos meses. O alvo é um ativo valioso do ISIS. Muitos analistas, bem como uma congressista, estão no país para monitorizar o ataque, mas antes do avanço da equipa, a casa segura é atacada. No rescaldo do sangrento incidente, desenvolve-se um grave caso político e de relações internacionais. Enquanto na Internet se publicam imagens terríveis para os americanos, em Washington procuram-se culpados entre os responsáveis pelas informações para a operação clandestina e as suas fugas. À medida que se procuram respostas, Scot Harvath, espião e agente secreto do contra terrorismo, vê-se rapidamente no meio de uma tempestade. Se, por um lado, foi ele quem identificou o ativo valioso como poderia, por outro, o ISIS saber dos planos e localização americanos? Tem de haver algo mais que é preciso esclarecer, algo que a todos especialmente aos políticos - está a escapar. Com o peso do ataque a cair sobre os ombros seus e com vários membros poderosos do Congresso a pedir a sua cabeça, Harvath vê-se forçado a lançar a sua própria operação para desvendar o que correu mal.
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 172
Sinopse:
Durante mais de dez anos, o protagonista desta história verdadeira manteve uma vida de fachada: família feliz, emprego respeitado, desafogo financeiro. Quando suspeitou de que a sua vida dupla estava prestes a ser desmascarada, Jean-Claude Romand decidiu matar toda a família. A 9 de Janeiro de 1993, os vizinhos dos Romand, atónitos diante da vivenda da família, testemunhariam a retirada de dois sacos plásticos contendo os corpos dos filhos. Em seguida, a equipa de resgate retirou a mãe das crianças, também já sem vida. Um dia mais tarde, descobriu-se que Jean-Claude matara ainda os próprios pais. Este crime brutal desassossegou Emmanuel Carrère, que começou a corresponder-se com Jean-Claude Romand: antes, durante e depois do seu julgamento. Acedendo de modo privilegiado à mente de um psicopata, e procurando transmitir ao leitor o ponto de vista do criminoso, Carrère criou um livro inquietante e inesquecível.
Nº Páginas: 172
Sinopse:
Durante mais de dez anos, o protagonista desta história verdadeira manteve uma vida de fachada: família feliz, emprego respeitado, desafogo financeiro. Quando suspeitou de que a sua vida dupla estava prestes a ser desmascarada, Jean-Claude Romand decidiu matar toda a família. A 9 de Janeiro de 1993, os vizinhos dos Romand, atónitos diante da vivenda da família, testemunhariam a retirada de dois sacos plásticos contendo os corpos dos filhos. Em seguida, a equipa de resgate retirou a mãe das crianças, também já sem vida. Um dia mais tarde, descobriu-se que Jean-Claude matara ainda os próprios pais. Este crime brutal desassossegou Emmanuel Carrère, que começou a corresponder-se com Jean-Claude Romand: antes, durante e depois do seu julgamento. Acedendo de modo privilegiado à mente de um psicopata, e procurando transmitir ao leitor o ponto de vista do criminoso, Carrère criou um livro inquietante e inesquecível.
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Edição: Fev 2015
Nº Páginas: 320
Sinopse:
"O Adeus às Armas", provavelmente o melhor romance americano resultante da experiência da Primeira Guerra Mundial, é a história inesquecível de Frederic Henry, um condutor de ambulâncias que presta serviço na frente italiana, e da sua trágica paixão por uma enfermeira inglesa. Romance de amor e sofrimento, de lealdade e deserção, "O Adeus às Armas", escrito quando o autor tinha apenas trinta anos, ficará para sempre como uma das obras-primas de Ernest Hemingway.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
"O Adeus às Armas", provavelmente o melhor romance americano resultante da experiência da Primeira Guerra Mundial, é a história inesquecível de Frederic Henry, um condutor de ambulâncias que presta serviço na frente italiana, e da sua trágica paixão por uma enfermeira inglesa. Romance de amor e sofrimento, de lealdade e deserção, "O Adeus às Armas", escrito quando o autor tinha apenas trinta anos, ficará para sempre como uma das obras-primas de Ernest Hemingway.
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Edição: Mar 2016
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Este livro demonstra, em três textos lapidares, que a ortografia em vigor em Portugal é a de 1945. Em primeiro lugar, por não ter sido juridicamente revogada, em segundo lugar, porque o processo de entrada em vigor do AO de 1990, não tendo o Governo cumprido os atos jurídicos que a sua aprovação implicava, é como se legalmente não existisse.
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Este livro demonstra, em três textos lapidares, que a ortografia em vigor em Portugal é a de 1945. Em primeiro lugar, por não ter sido juridicamente revogada, em segundo lugar, porque o processo de entrada em vigor do AO de 1990, não tendo o Governo cumprido os atos jurídicos que a sua aprovação implicava, é como se legalmente não existisse.
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Edição: Ago 2021
Nº Páginas: 432
Sinopse:
O regresso ao Mundo Negro, sensual e poderoso das Joias Negras. Depois de um erro de juventude, a reputação do Senhor Dillon ficou arruinada, deixando-o vulnerável perante as jovens aristocratas que procuram um pouco de diversão. Para recuperar a honra, necessita de uma ligação acima de qualquer suspeita. Acreditando que deixou para trás a nobreza que o desprezou, escolhe Jillian, uma jovem protegida de Lucivar Yaslana, o imprevisível Príncipe dos Senhores da Guerra de Ebon Rih. Por outro lado, o casamento de Surreal SaDiablo e Daemon Sadi está a desmoronar-se. Este reconhece que algo não está bem, mas não percebe que ao reprimir a própria natureza para poupar a mulher está lentamente a destruir-se. Pior: a pessoa que o poderia ajudar desapareceu de todos os reinos - a Feiticeira, a única Rainha suficientemente poderosa para o controlar. Enquanto Jillian vive as emoções do primeiro amor com Dillon, Surreal e Daemon lutam para salvar um casamento de pesadelo, enquanto Lucivar procura uma forma de manter a família a salvo…
Nº Páginas: 432
Sinopse:
O regresso ao Mundo Negro, sensual e poderoso das Joias Negras. Depois de um erro de juventude, a reputação do Senhor Dillon ficou arruinada, deixando-o vulnerável perante as jovens aristocratas que procuram um pouco de diversão. Para recuperar a honra, necessita de uma ligação acima de qualquer suspeita. Acreditando que deixou para trás a nobreza que o desprezou, escolhe Jillian, uma jovem protegida de Lucivar Yaslana, o imprevisível Príncipe dos Senhores da Guerra de Ebon Rih. Por outro lado, o casamento de Surreal SaDiablo e Daemon Sadi está a desmoronar-se. Este reconhece que algo não está bem, mas não percebe que ao reprimir a própria natureza para poupar a mulher está lentamente a destruir-se. Pior: a pessoa que o poderia ajudar desapareceu de todos os reinos - a Feiticeira, a única Rainha suficientemente poderosa para o controlar. Enquanto Jillian vive as emoções do primeiro amor com Dillon, Surreal e Daemon lutam para salvar um casamento de pesadelo, enquanto Lucivar procura uma forma de manter a família a salvo…
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Edição: Set 2022
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Uma jovem de 23 anos, estudante universitária brilhante, descobre que está grávida. Tomada pela vergonha, consciente de que aquela gravidez representará um falhanço social para si e para a sua família, sabe que não poderá ter aquela criança. Mas, na França de 1963, o aborto é ilegal e não existe ninguém a quem possa acorrer. Quarenta anos mais tarde, as memórias daquele acontecimento continuam presentes, num trauma impossível de ultrapassar e cujas sombras se estendem para além da história individual. Escrito com uma clareza acutilante, sem artifícios, este é um romance poderoso sobre sofrimento, justiça e a condição feminina. Escrito por Annie Ernaux em 1999, foi adaptado ao cinema em 2021 por Audrey Diwan, num filme vencedor do Leão de Ouro em Veneza.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Uma jovem de 23 anos, estudante universitária brilhante, descobre que está grávida. Tomada pela vergonha, consciente de que aquela gravidez representará um falhanço social para si e para a sua família, sabe que não poderá ter aquela criança. Mas, na França de 1963, o aborto é ilegal e não existe ninguém a quem possa acorrer. Quarenta anos mais tarde, as memórias daquele acontecimento continuam presentes, num trauma impossível de ultrapassar e cujas sombras se estendem para além da história individual. Escrito com uma clareza acutilante, sem artifícios, este é um romance poderoso sobre sofrimento, justiça e a condição feminina. Escrito por Annie Ernaux em 1999, foi adaptado ao cinema em 2021 por Audrey Diwan, num filme vencedor do Leão de Ouro em Veneza.
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Edição: Set 2013
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Perceber a política nem sempre é fácil. E a linguagem dos políticos também não ajuda. Por exemplo: o que quer dizer "animal feroz" segundo a política portuguesa? E qual a verdadeira definição de "bolorei ", de "cherne", de "coiso", de "irrevogável"…? O que significam, ao certo, "Coreia do Norte", "Cristo", "D. Constança", "estilo Rambo", "incubadora", "má moeda", "ministro-bebé"…? Como devemos entender dizeres enigmáticos como "novo homem português", "oásis", "onda laranja", "Rato Mickey", "rodagem", "tanga", "táxi" e "truca-truca"…? E quem falou em "bombeiro da aflição alheia"? Ou mesmo em "Sissi de Sintra"? Neste ABC da nossa gíria política, encontra mais de 500 palavras e expressões, devidamente contextualizadas, que adquiriram novos significados e subtilezas ao longo de 40 anos de democracia em Portugal - desde Soares e Cunhal a Passos Coelho, Portas e Seguro.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Perceber a política nem sempre é fácil. E a linguagem dos políticos também não ajuda. Por exemplo: o que quer dizer "animal feroz" segundo a política portuguesa? E qual a verdadeira definição de "bolorei ", de "cherne", de "coiso", de "irrevogável"…? O que significam, ao certo, "Coreia do Norte", "Cristo", "D. Constança", "estilo Rambo", "incubadora", "má moeda", "ministro-bebé"…? Como devemos entender dizeres enigmáticos como "novo homem português", "oásis", "onda laranja", "Rato Mickey", "rodagem", "tanga", "táxi" e "truca-truca"…? E quem falou em "bombeiro da aflição alheia"? Ou mesmo em "Sissi de Sintra"? Neste ABC da nossa gíria política, encontra mais de 500 palavras e expressões, devidamente contextualizadas, que adquiriram novos significados e subtilezas ao longo de 40 anos de democracia em Portugal - desde Soares e Cunhal a Passos Coelho, Portas e Seguro.
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Edição: Abr 2010
Nº Páginas: 248
Sinopse:
O 5 de Outubro e a Primeira República é uma obra de divulgação sobre um período crucial da História de Portugal - a instauração da República e o regime republicano até 1926. Aliando rigor científico e clareza de exposição, os autores colocam à disposição do público uma síntese, que é também uma chave para entender este agitado e complexo período da nossa História.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
O 5 de Outubro e a Primeira República é uma obra de divulgação sobre um período crucial da História de Portugal - a instauração da República e o regime republicano até 1926. Aliando rigor científico e clareza de exposição, os autores colocam à disposição do público uma síntese, que é também uma chave para entender este agitado e complexo período da nossa História.
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Edição: Jul 2010
Nº Páginas: 306
Sinopse:
A influência moral desprendida do acto revolucionário, já em precipitado desenrolar, ajudoumuito a conquista da liberdade. A presença da artilharia no campo revoltoso, a imediata adesão do "Adamastor" e do "São Rafael" ao movimento, o bombardeamento do Paço, a fuga do rei e a derrota das baterias de Queluz contribuíram inegavelmente, e em larga escala, para assegurar a vitória da República; mas, a par desses factores, não é licito esquecer a moleza, a inércia dos que constituíam o inimigo, uma e outra derivadas de um cepticismo que a monarquia, sem dar por isso, inspirava desde muito aos próprios que a serviam.
Nº Páginas: 306
Sinopse:
A influência moral desprendida do acto revolucionário, já em precipitado desenrolar, ajudoumuito a conquista da liberdade. A presença da artilharia no campo revoltoso, a imediata adesão do "Adamastor" e do "São Rafael" ao movimento, o bombardeamento do Paço, a fuga do rei e a derrota das baterias de Queluz contribuíram inegavelmente, e em larga escala, para assegurar a vitória da República; mas, a par desses factores, não é licito esquecer a moleza, a inércia dos que constituíam o inimigo, uma e outra derivadas de um cepticismo que a monarquia, sem dar por isso, inspirava desde muito aos próprios que a serviam.
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 432
Sinopse:
O 25 de Novembro de 1975 ainda tem muito para e por contar, pois o que ficou na nossa memória colectiva pouco tem a ver com o que se passou na realidade. Ao cair do pano daquele dia, na execução de uma estratégia muito antes gizada por sectores político-militares, 152 trabalhadores da comunicação social estatizada de Lisboa foram afastados impiedosa e ilegalmente dos seus postos de trabalho. Suspensos sem culpa formada, sem processo disciplinar e através de listas ad-hoc organizadas apenas por motivos político-ideológicos, ficaram em casa à força e sem salário. Recorreram para os Tribunais do Trabalho, da Relação e Supremo, e em todos venceram sem apelo nem agravo. Durante dois anos, e após ter consultado cerca de 60 processos que correram nos tribunais, fui ouvir dezenas de trabalhadores que passaram por esse tormento. Esta é, pois, uma das muitas histórias do 25 de Novembro que estão por contar. E nos dois últimos capítulos deixo-vos também, para meditar, uma nova versão, documentada, dos casos do jornal República e da Rádio Renascença, explorados sem pudor, aqui e lá fora, pelo PS e pela Igreja.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
O 25 de Novembro de 1975 ainda tem muito para e por contar, pois o que ficou na nossa memória colectiva pouco tem a ver com o que se passou na realidade. Ao cair do pano daquele dia, na execução de uma estratégia muito antes gizada por sectores político-militares, 152 trabalhadores da comunicação social estatizada de Lisboa foram afastados impiedosa e ilegalmente dos seus postos de trabalho. Suspensos sem culpa formada, sem processo disciplinar e através de listas ad-hoc organizadas apenas por motivos político-ideológicos, ficaram em casa à força e sem salário. Recorreram para os Tribunais do Trabalho, da Relação e Supremo, e em todos venceram sem apelo nem agravo. Durante dois anos, e após ter consultado cerca de 60 processos que correram nos tribunais, fui ouvir dezenas de trabalhadores que passaram por esse tormento. Esta é, pois, uma das muitas histórias do 25 de Novembro que estão por contar. E nos dois últimos capítulos deixo-vos também, para meditar, uma nova versão, documentada, dos casos do jornal República e da Rádio Renascença, explorados sem pudor, aqui e lá fora, pelo PS e pela Igreja.
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Desconhecida em grande parte do mundo ocidental, Nzinga, a rainha africana do século XVII, rivalizou com Isabel I de Inglaterra e Catarina, a Grande, na astúcia política e nas proezas militares. Linda M. Heywood oferece-nos uma biografia abrangente da longa vida e da influência política de Nzinga, revelando como esta Cleópatra da África Central navegou habilmente por entre as lutas de poder sem escrúpulos, dominadas pelo mundo masculino. Em 1626, depois de ser deposta pelos Portugueses, transformou-se numa bem-sucedida vendedora de escravos e numa destemida líder militar, travando guerras contra os colonizadores portugueses e os seus aliados africanos. Sobrevivendo a várias tentativas de assassinato, Nzinga conquistou o estado vizinho de Matamba e governou como rainha de Ndongo-Matamba. No auge do seu reinado, na década de 1640, dominou quase um quarto do território do Norte da Angola de hoje. No final da sua vida, cansada de guerra, fez as pazes com Portugal e converteu-se ao Cristianismo, apesar da devoção pela sua nova fé ter sido questionada. Quem foi a rainha Nzinga? Não há uma resposta simples e linear para esta questão. Numa época em que as mulheres eram subjugadas pelos homens, ela conseguiu repetidamente dominar os seus concorrentes do sexo masculino e contornar abertamente as normas de diferença de género vigentes na época, colecionando amantes de ambos os sexos.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Desconhecida em grande parte do mundo ocidental, Nzinga, a rainha africana do século XVII, rivalizou com Isabel I de Inglaterra e Catarina, a Grande, na astúcia política e nas proezas militares. Linda M. Heywood oferece-nos uma biografia abrangente da longa vida e da influência política de Nzinga, revelando como esta Cleópatra da África Central navegou habilmente por entre as lutas de poder sem escrúpulos, dominadas pelo mundo masculino. Em 1626, depois de ser deposta pelos Portugueses, transformou-se numa bem-sucedida vendedora de escravos e numa destemida líder militar, travando guerras contra os colonizadores portugueses e os seus aliados africanos. Sobrevivendo a várias tentativas de assassinato, Nzinga conquistou o estado vizinho de Matamba e governou como rainha de Ndongo-Matamba. No auge do seu reinado, na década de 1640, dominou quase um quarto do território do Norte da Angola de hoje. No final da sua vida, cansada de guerra, fez as pazes com Portugal e converteu-se ao Cristianismo, apesar da devoção pela sua nova fé ter sido questionada. Quem foi a rainha Nzinga? Não há uma resposta simples e linear para esta questão. Numa época em que as mulheres eram subjugadas pelos homens, ela conseguiu repetidamente dominar os seus concorrentes do sexo masculino e contornar abertamente as normas de diferença de género vigentes na época, colecionando amantes de ambos os sexos.
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