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Edição: Jul 2019
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Uma destruição de proporções inigualáveis marcou os últimos meses do Terceiro Reich, na Primavera de 1945. Aos inevitáveis horrores de uma derrota, somou-se a recusa de Adolf Hitler em se render até que o último homem caísse. Esta é uma vibrante reconstrução dos momentos que antecederam a queda de um dos mais infames regimes políticos da história, dando particular atenção à terrível Batalha de Berlim e à atmosfera claustrofóbica do bunker do Führer durante os últimos dias da guerra. Com uma prosa cativante, o historiador alemão Joachim Fest narra como, indiferente ao destino dos alemães, Hitler ordenou a destruição de infra-estruturas essenciais e atirou as tropas para a morte, mesmo sabendo da certeza da derrota. Descreve a paranóia crescente que marcou o estado mental do Führer, até ao suicídio, e os esforços para destruir o seu corpo antes que o Exército Vermelho chegasse a Berlim. Explica ainda como Hitler continua presente no pensamento das últimas gerações e como o seu poder tem aumentado assustadoramente à medida que a distância temporal cresce.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Uma destruição de proporções inigualáveis marcou os últimos meses do Terceiro Reich, na Primavera de 1945. Aos inevitáveis horrores de uma derrota, somou-se a recusa de Adolf Hitler em se render até que o último homem caísse. Esta é uma vibrante reconstrução dos momentos que antecederam a queda de um dos mais infames regimes políticos da história, dando particular atenção à terrível Batalha de Berlim e à atmosfera claustrofóbica do bunker do Führer durante os últimos dias da guerra. Com uma prosa cativante, o historiador alemão Joachim Fest narra como, indiferente ao destino dos alemães, Hitler ordenou a destruição de infra-estruturas essenciais e atirou as tropas para a morte, mesmo sabendo da certeza da derrota. Descreve a paranóia crescente que marcou o estado mental do Führer, até ao suicídio, e os esforços para destruir o seu corpo antes que o Exército Vermelho chegasse a Berlim. Explica ainda como Hitler continua presente no pensamento das últimas gerações e como o seu poder tem aumentado assustadoramente à medida que a distância temporal cresce.
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Edição: Fev 2019
Nº Páginas: 648
Sinopse:
"A homossexualidade no clero é uma questão muito importante, que me preocupa." Papa Francisco Durante quatro anos, Frédéric Martel percorreu os meandros do Vaticano e conduziu uma investigação no terreno em mais de trinta países. Entrevistou dezenas de cardeais e encontrou-se com centenas de bispos e de padres. Este livro revela a face escondida da Igreja: um sistema construído desde os mais pequenos seminários até ao Vaticano, assente, ao mesmo tempo, sobre uma vida homossexual escondida e sobre a mais radical homofobia. A esquizofrenia da Igreja é insondável: quanto mais um prelado é homofóbico em público mais provável é que seja homossexual na vida privada. "Por detrás da rigidez há sempre qualquer coisa escondida: em numerosos casos, uma vida dupla."Ao pronunciar estas palavras, o papa Francisco tornou público um segredo que esta investigação vertiginosa explora, pela primeira vez, com grande detalhe.
Nº Páginas: 648
Sinopse:
"A homossexualidade no clero é uma questão muito importante, que me preocupa." Papa Francisco Durante quatro anos, Frédéric Martel percorreu os meandros do Vaticano e conduziu uma investigação no terreno em mais de trinta países. Entrevistou dezenas de cardeais e encontrou-se com centenas de bispos e de padres. Este livro revela a face escondida da Igreja: um sistema construído desde os mais pequenos seminários até ao Vaticano, assente, ao mesmo tempo, sobre uma vida homossexual escondida e sobre a mais radical homofobia. A esquizofrenia da Igreja é insondável: quanto mais um prelado é homofóbico em público mais provável é que seja homossexual na vida privada. "Por detrás da rigidez há sempre qualquer coisa escondida: em numerosos casos, uma vida dupla."Ao pronunciar estas palavras, o papa Francisco tornou público um segredo que esta investigação vertiginosa explora, pela primeira vez, com grande detalhe.
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Edição: Out 2011
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Peter van Pels e a família estão escondidos com os Franks, e Peter vê tudo com um olhar diferente. Como será ser-se obrigado a viver com Anne Frank? Odiá-la e depois dar por si apaixonado por ela? Saber que é tema do seu diário dia após dia? Como será ficar sentado à espera, olhar por uma janela enquanto outros morrem e desejar estar a combater? O diário de Anne termina a 4 de Agosto de 1944, mas, nesta história imaginada, a experiência de Peter continua para além da traição e chega aos campos de extermínio nazis. "Está aí alguém?", pergunta ele. "Está alguém a ouvir?" Nós devíamos estar.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Peter van Pels e a família estão escondidos com os Franks, e Peter vê tudo com um olhar diferente. Como será ser-se obrigado a viver com Anne Frank? Odiá-la e depois dar por si apaixonado por ela? Saber que é tema do seu diário dia após dia? Como será ficar sentado à espera, olhar por uma janela enquanto outros morrem e desejar estar a combater? O diário de Anne termina a 4 de Agosto de 1944, mas, nesta história imaginada, a experiência de Peter continua para além da traição e chega aos campos de extermínio nazis. "Está aí alguém?", pergunta ele. "Está alguém a ouvir?" Nós devíamos estar.
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Edição: Jun 2013
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Hercule Poirot regressa à mansão de Styles, palco do seu primeiro caso. Na casa está reunido um grupo que muito agrada ao Capitão Hastings. O seu choque é, pois, imenso quando Poirot anuncia que, entre eles, se encontra um assassino implacável. Nenhum dos convidados tem perfil de criminoso, muito pelo contrário. Com o passar dos anos, a saúde do detetive deteriorou-se. Será que as suas célebres celulazinhas cinzentas vão desapontá-lo pela primeira vez? "Cai o pano: O último caso de Poirot" (Curtain: Poirot’s last case) foi originalmente publicado em 1975 na Grã-Bretanha, tendo sido editado no mesmo ano nos Estados Unidos.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Hercule Poirot regressa à mansão de Styles, palco do seu primeiro caso. Na casa está reunido um grupo que muito agrada ao Capitão Hastings. O seu choque é, pois, imenso quando Poirot anuncia que, entre eles, se encontra um assassino implacável. Nenhum dos convidados tem perfil de criminoso, muito pelo contrário. Com o passar dos anos, a saúde do detetive deteriorou-se. Será que as suas célebres celulazinhas cinzentas vão desapontá-lo pela primeira vez? "Cai o pano: O último caso de Poirot" (Curtain: Poirot’s last case) foi originalmente publicado em 1975 na Grã-Bretanha, tendo sido editado no mesmo ano nos Estados Unidos.
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Edição: Mar 2012
Nº Páginas: 280
Sinopse:
"Sobre o mar azul até a um limite invisível – meus olhos cansados, esvaídos de horizonte. Encosto-me a um pau do toldo, tia Matilde e Dolores ao lado em cadeirinhas rasas, estarão rezando? olham silenciosas, encosto-me às grades brancas da prisão. Vejo-me lá em baixo, como poderia ver-me lá de baixo? Detesto as grandes frases, são do tempo da conquista e da mistificação. E todavia. Estou só e isto deve ser real – instintivamente olho atrás. Uma dor recurva no pescoço, no estômago. Como poderia ver-me lá de baixo? aqui, no intervalo infinito entre a vida e a morte?"
Nº Páginas: 280
Sinopse:
"Sobre o mar azul até a um limite invisível – meus olhos cansados, esvaídos de horizonte. Encosto-me a um pau do toldo, tia Matilde e Dolores ao lado em cadeirinhas rasas, estarão rezando? olham silenciosas, encosto-me às grades brancas da prisão. Vejo-me lá em baixo, como poderia ver-me lá de baixo? Detesto as grandes frases, são do tempo da conquista e da mistificação. E todavia. Estou só e isto deve ser real – instintivamente olho atrás. Uma dor recurva no pescoço, no estômago. Como poderia ver-me lá de baixo? aqui, no intervalo infinito entre a vida e a morte?"
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Edição: Out 2014
Nº Páginas: 288
Sinopse:
À semelhança da própria cozinha italiana que serve de inspiração a Nigella, este livro é uma celebração da comida fresca, saborosa e despretensiosa, em 120 receitas irresistíveis, simples e rápidas, que elevam as refeições quotidianas a festins descomplicados. Numa rápida viagem por Itália, são-nos apresentadas tanto receitas tradicionais como inovadoras, que deleitam os nossos sentidos e nos estimulam a imaginação. Desde lasanha calabresa a cuscuz da Sardenha, guisado à veneziana, tarte de maçã à italiana, panna cotta e beijinhos sambuca, esta viagem culmina num capítulo festivo, com receitas natalícias de fazer crescer água na boca. Ilustrado com fotografias que nos encantam e ensinam, Nigellíssima mostra-nos como trazer o espírito de Itália para a nossa cozinha e o nosso prato.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
À semelhança da própria cozinha italiana que serve de inspiração a Nigella, este livro é uma celebração da comida fresca, saborosa e despretensiosa, em 120 receitas irresistíveis, simples e rápidas, que elevam as refeições quotidianas a festins descomplicados. Numa rápida viagem por Itália, são-nos apresentadas tanto receitas tradicionais como inovadoras, que deleitam os nossos sentidos e nos estimulam a imaginação. Desde lasanha calabresa a cuscuz da Sardenha, guisado à veneziana, tarte de maçã à italiana, panna cotta e beijinhos sambuca, esta viagem culmina num capítulo festivo, com receitas natalícias de fazer crescer água na boca. Ilustrado com fotografias que nos encantam e ensinam, Nigellíssima mostra-nos como trazer o espírito de Itália para a nossa cozinha e o nosso prato.
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Edição: Mar 2022
Nº Páginas: 128
Sinopse:
"Depois da próxima guerra europeia, entender-me-ão", profetizou Nietzsche num dos seus últimos escritos. Neste ensaio biográfico, Stefan Zweig revela o homem por trás da obra, concentrando-se nos hábitos, nas paixões e nas obsessões de Friedrich Nietzsche, em combate permanente com inquietações aflitivas e impulsos ingovernáveis, esse demónio interior, a que Zweig alude. Zweig, com a sua escrita dramática e emotiva, mergulha na tragédia da existência do filósofo e no isolamento forçado em que vivia, arrastando os leitores consigo, inexoravelmente. Uma biografia fundamental para compreender o trágico do pensamento nietzschiano e analisar as tensões pessoais e filosóficas que marcaram o pensamento ocidental na passagem do século XIX para o século XX.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
"Depois da próxima guerra europeia, entender-me-ão", profetizou Nietzsche num dos seus últimos escritos. Neste ensaio biográfico, Stefan Zweig revela o homem por trás da obra, concentrando-se nos hábitos, nas paixões e nas obsessões de Friedrich Nietzsche, em combate permanente com inquietações aflitivas e impulsos ingovernáveis, esse demónio interior, a que Zweig alude. Zweig, com a sua escrita dramática e emotiva, mergulha na tragédia da existência do filósofo e no isolamento forçado em que vivia, arrastando os leitores consigo, inexoravelmente. Uma biografia fundamental para compreender o trágico do pensamento nietzschiano e analisar as tensões pessoais e filosóficas que marcaram o pensamento ocidental na passagem do século XIX para o século XX.
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Edição: Abr 2009
Nº Páginas: 250
Sinopse:
Farto da vida que leva em Lisboa, um homem de trinta anos resolve partir para o Niassa, a região de Moçambique onde existe um dos maiores e mais enigmáticos lagos africanos, à procura do irmão que desapareceu em circunstâncias misteriosas e que ele mal conhece. A investigação do paradeiro de Rafa leva-o a peregrinar pelos sonhos de grandeza dos tempos coloniais, pela brutalidade da guerra civil moçambicana e pela história trágica da sua família, numa viagem ao imprevisto que decorre entre paisagens deslumbrantes. "Niassa" é uma história crua de amor e traição, amizade e sobrevivência, que evoca o passado português em África pelo olhar descomplexado das novas gerações.
Nº Páginas: 250
Sinopse:
Farto da vida que leva em Lisboa, um homem de trinta anos resolve partir para o Niassa, a região de Moçambique onde existe um dos maiores e mais enigmáticos lagos africanos, à procura do irmão que desapareceu em circunstâncias misteriosas e que ele mal conhece. A investigação do paradeiro de Rafa leva-o a peregrinar pelos sonhos de grandeza dos tempos coloniais, pela brutalidade da guerra civil moçambicana e pela história trágica da sua família, numa viagem ao imprevisto que decorre entre paisagens deslumbrantes. "Niassa" é uma história crua de amor e traição, amizade e sobrevivência, que evoca o passado português em África pelo olhar descomplexado das novas gerações.
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Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 184
Sinopse:
"Nhom Nhom é tão simples quanto um livro de receitas para bebés. É um livro de receitas de mãe para mãe, escrito por uma jovem mãe (eu) tão atarefada como todas as outras mães em 2016, mas que adora cozinhar de forma tradicional e simples (logo saudável), recorrendo a técnicas básicas que fazem parte do nosso património cultural tradicional português, ibérico, mediterrânico. Sem complexos de qualquer natureza, tem como objetivo desmistificar a dificuldade de planear e confecionar refeições diárias para os nossos bebés, pois, ao apoiar-se em técnicas de cozinha simples e ingredientes autóctones, deseja demonstrar às mães e aos pais que não é preciso muito para deleitar os nossos filhos e para lhes desenvolver palatos curiosos e acessíveis a todo o tipo de sabores. É um livro simples, sem pretensões, que vem colmatar uma das grandes falhas deste sector da puericultura, que é a transmissão quase direta, amigável e descontraída, de receitas e experiências reais, vividas por uma família real e tangível. "
Nº Páginas: 184
Sinopse:
"Nhom Nhom é tão simples quanto um livro de receitas para bebés. É um livro de receitas de mãe para mãe, escrito por uma jovem mãe (eu) tão atarefada como todas as outras mães em 2016, mas que adora cozinhar de forma tradicional e simples (logo saudável), recorrendo a técnicas básicas que fazem parte do nosso património cultural tradicional português, ibérico, mediterrânico. Sem complexos de qualquer natureza, tem como objetivo desmistificar a dificuldade de planear e confecionar refeições diárias para os nossos bebés, pois, ao apoiar-se em técnicas de cozinha simples e ingredientes autóctones, deseja demonstrar às mães e aos pais que não é preciso muito para deleitar os nossos filhos e para lhes desenvolver palatos curiosos e acessíveis a todo o tipo de sabores. É um livro simples, sem pretensões, que vem colmatar uma das grandes falhas deste sector da puericultura, que é a transmissão quase direta, amigável e descontraída, de receitas e experiências reais, vividas por uma família real e tangível. "
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Edição: Set 2020
Nº Páginas: 392
Sinopse:
Nos últimos meses passados em Nova Iorque, Miller dá por si a ocupar cada vez mais um estranho papel de elemento observador no seu próprio casamento. Acabada de ter alta do hospital psiquiátrico, Stasia, amante de Mona, fica alojada com o casal e rapidamente esta intricada relação aberta entre os três resulta em caos. O futuro, Miller sabe-o, é longe dali, do outro lado do oceano, em Paris - é aí que poderá cumprir por fim a sua vocação como escritor.Terceiro e último volume da aclamada trilogia Rosa-Crucificação, Nexus é a peça final no percurso de formação e afirmação literária de Henry Miller, numa narração autobiográfica que põe a nu todas as limitações, todos os entusiasmos, todos os sonhos do seu autor. Depois de anos proibida no seu país, esta trilogia seria central na consagração deste que foi um dos maiores prosadores americanos do século xx.
Nº Páginas: 392
Sinopse:
Nos últimos meses passados em Nova Iorque, Miller dá por si a ocupar cada vez mais um estranho papel de elemento observador no seu próprio casamento. Acabada de ter alta do hospital psiquiátrico, Stasia, amante de Mona, fica alojada com o casal e rapidamente esta intricada relação aberta entre os três resulta em caos. O futuro, Miller sabe-o, é longe dali, do outro lado do oceano, em Paris - é aí que poderá cumprir por fim a sua vocação como escritor.Terceiro e último volume da aclamada trilogia Rosa-Crucificação, Nexus é a peça final no percurso de formação e afirmação literária de Henry Miller, numa narração autobiográfica que põe a nu todas as limitações, todos os entusiasmos, todos os sonhos do seu autor. Depois de anos proibida no seu país, esta trilogia seria central na consagração deste que foi um dos maiores prosadores americanos do século xx.
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Edição: Mar 2019
Nº Páginas: 280
Sinopse:
O primeiro português a chegar à elite do motociclismo escreveu a sua história pelo próprio punho, um percurso de determinação e persistência. O caminho que o levou até ao MotoGP foi longo e cheio de curvas, de avanços e recuos, com muito menos glamour e muito mais sofrimento do que muitos imaginam. Este livro reúne histórias de amor, desilusão, persistência, mas não contabiliza as noites mal dormidas, as contas feitas e refeitas, os milhares de quilómetros em carrinhas novas, e velhas, e emprestadas que levaram Miguel Oliveira até ao seu sonho. Mas teve também momentos de alegria, profunda emoção e gargalhadas honestas contadas em 44 capítulos, o número que desenhou na sua moto e que os portugueses se habituaram a procurar nas pistas do Mundo inteiro. Miguel Oliveira demorou 15 anos a chegar ao MotoGP, o palco de sonho de qualquer piloto, dos mais afortunados aos mais talentosos. Agora, é uma nova luta, um "Next Level" onde todos querem estar.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
O primeiro português a chegar à elite do motociclismo escreveu a sua história pelo próprio punho, um percurso de determinação e persistência. O caminho que o levou até ao MotoGP foi longo e cheio de curvas, de avanços e recuos, com muito menos glamour e muito mais sofrimento do que muitos imaginam. Este livro reúne histórias de amor, desilusão, persistência, mas não contabiliza as noites mal dormidas, as contas feitas e refeitas, os milhares de quilómetros em carrinhas novas, e velhas, e emprestadas que levaram Miguel Oliveira até ao seu sonho. Mas teve também momentos de alegria, profunda emoção e gargalhadas honestas contadas em 44 capítulos, o número que desenhou na sua moto e que os portugueses se habituaram a procurar nas pistas do Mundo inteiro. Miguel Oliveira demorou 15 anos a chegar ao MotoGP, o palco de sonho de qualquer piloto, dos mais afortunados aos mais talentosos. Agora, é uma nova luta, um "Next Level" onde todos querem estar.
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Edição: Nov 2007
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Bem-vindo ao mundo da genética. Acelarado, furioso, sem lei. É verdade que os louros estão em vias de extinção? Todos os que estão a jantar connosco pertencem à mesma espécie? Os seres humanos e os chimpanzés só diferem em 400 genes; é por isso que o feto de um chimpanzé se parece com o de uma pessoa? E isso deve interessar-nos? Há uma cura genética para a toxicodependência. Será pior do que a doença? Vivemos numa época em que podemos vender on line óvulos e esperma e aplicar testes para doenças genéticas às pessoas com quem nos casámos. Vivemos num tempo em que 1/5 dos nossos genes pertence a alguém e em que um cidadão pode ser um alvo porque tem genes valiosos nos cromossomas... Diabolicamente inteligente. Depois... mistura factos e ficção e conta uma história de cortar a respiração, uma história onde nada é o que parece e deparamo-nos, a cada passo, com novidades bizarras, cómicas, assustadoras e perturbantes.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Bem-vindo ao mundo da genética. Acelarado, furioso, sem lei. É verdade que os louros estão em vias de extinção? Todos os que estão a jantar connosco pertencem à mesma espécie? Os seres humanos e os chimpanzés só diferem em 400 genes; é por isso que o feto de um chimpanzé se parece com o de uma pessoa? E isso deve interessar-nos? Há uma cura genética para a toxicodependência. Será pior do que a doença? Vivemos numa época em que podemos vender on line óvulos e esperma e aplicar testes para doenças genéticas às pessoas com quem nos casámos. Vivemos num tempo em que 1/5 dos nossos genes pertence a alguém e em que um cidadão pode ser um alvo porque tem genes valiosos nos cromossomas... Diabolicamente inteligente. Depois... mistura factos e ficção e conta uma história de cortar a respiração, uma história onde nada é o que parece e deparamo-nos, a cada passo, com novidades bizarras, cómicas, assustadoras e perturbantes.
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Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Durante a Era Meiji, o Japão abre-se ao Ocidente e uma nova burguesia, avessa aos tradicionais costumes e valores nipónicos, entretece-se com a antiga aristocracia. Kiyoaki, filho único do marquês Matsugae, descendente de uma família samurai cujas origens humildes o embaraçam, é enviado para viver os seus primeiros anos em casa de um nobre da corte e cresce lado a lado com a filha deste, a encantadora e vivaz Satoko. Agora adolescente, Kiyoaki vê-se dominado pela tensão entre o velho e o novo mundo, entre o passado das suas raízes e o presente de uma paixão avassaladora, capaz de agitar as estruturas imperiais e o próprio conceito de existência, a um ponto que só o seu fiel amigo Honda poderá testemunhar. Publicado em 1969, Neve de Primavera é o primeiro romance da tetralogia Mar da Fertilidade, testemunho literário de Yukio Mishima, que morreria após terminar a última peça deste que é o mais monumental retrato do Japão do século XX.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Durante a Era Meiji, o Japão abre-se ao Ocidente e uma nova burguesia, avessa aos tradicionais costumes e valores nipónicos, entretece-se com a antiga aristocracia. Kiyoaki, filho único do marquês Matsugae, descendente de uma família samurai cujas origens humildes o embaraçam, é enviado para viver os seus primeiros anos em casa de um nobre da corte e cresce lado a lado com a filha deste, a encantadora e vivaz Satoko. Agora adolescente, Kiyoaki vê-se dominado pela tensão entre o velho e o novo mundo, entre o passado das suas raízes e o presente de uma paixão avassaladora, capaz de agitar as estruturas imperiais e o próprio conceito de existência, a um ponto que só o seu fiel amigo Honda poderá testemunhar. Publicado em 1969, Neve de Primavera é o primeiro romance da tetralogia Mar da Fertilidade, testemunho literário de Yukio Mishima, que morreria após terminar a última peça deste que é o mais monumental retrato do Japão do século XX.
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Edição: Out 2013
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Este é o livro que Urbano Tavares Rodrigues (6 de Dezembro de 1923 - 9 de Agosto de 2013) entregou para publicação alguns dias antes de falecer. Urbano chamou-lhe "romance breve", porventura a melhor descrição para esta narrativa. Em 14 curtos capítulos, deparamo-nos com algumas histórias e muitos lugares que têm como fio condutor um homem: Tiago Manuel. Tornou-se uma "figura lendária no seu Alentejo e na Lisboa que tanto amou e até por essa Europa das suas lutas e nas Américas por onde peregrinou e deixou mistério, rastos de sonho e amor", para citar as palavras do autor. A Dom Quixote orgulha-se de publicar este texto inédito de Urbano Tavares Rodrigues, um escritor incontornável da história da Literatura Portuguesa.
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Este é o livro que Urbano Tavares Rodrigues (6 de Dezembro de 1923 - 9 de Agosto de 2013) entregou para publicação alguns dias antes de falecer. Urbano chamou-lhe "romance breve", porventura a melhor descrição para esta narrativa. Em 14 curtos capítulos, deparamo-nos com algumas histórias e muitos lugares que têm como fio condutor um homem: Tiago Manuel. Tornou-se uma "figura lendária no seu Alentejo e na Lisboa que tanto amou e até por essa Europa das suas lutas e nas Américas por onde peregrinou e deixou mistério, rastos de sonho e amor", para citar as palavras do autor. A Dom Quixote orgulha-se de publicar este texto inédito de Urbano Tavares Rodrigues, um escritor incontornável da história da Literatura Portuguesa.
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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 248
Sinopse:
A vida pessoal de Amália encolhe ao mesmo ritmo que a atenção prestada à sua vida profissional se expande. Na sua sala de julgamentos entram homicidas, ladrões, traficantes de droga, jogadores de futebol corruptos, deportados ou vítimas de crimes sexuais. Em sua casa, deixou de entrar o homem que ama, e Marta, a menina que acolheu, sonha regressar ao bairro social onde vivia antes de ser institucionalizada. Amália passa as noites acordada, presa nas suas muitas perguntas sem resposta, a olhar para um quadro misterioso onde uma mulher engaiolada segura, inerte, as chaves que poderia usar para se soltar — até que resolve, ela própria, ir à procura do que significa a palavra "liberdade".
Nº Páginas: 248
Sinopse:
A vida pessoal de Amália encolhe ao mesmo ritmo que a atenção prestada à sua vida profissional se expande. Na sua sala de julgamentos entram homicidas, ladrões, traficantes de droga, jogadores de futebol corruptos, deportados ou vítimas de crimes sexuais. Em sua casa, deixou de entrar o homem que ama, e Marta, a menina que acolheu, sonha regressar ao bairro social onde vivia antes de ser institucionalizada. Amália passa as noites acordada, presa nas suas muitas perguntas sem resposta, a olhar para um quadro misterioso onde uma mulher engaiolada segura, inerte, as chaves que poderia usar para se soltar — até que resolve, ela própria, ir à procura do que significa a palavra "liberdade".
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Edição: Out 2000
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Numa aldeia do Alentejo, com um pano de fundo de uma severa pobreza, o autor vai tecendo histórias de homens e mulheres, endurecidos pela fome e pelo trabalho, de amor, ciúme e violência: o pastor taciturno que vê o seu mundo desmoronar-se quando o diabo lhe conta que a mulher o engana; o velho e sábio Gabriel, confidente e conselheiro; os gémeos siameses Elias e Moisés, cuja terna comunhão se degrada no momento em que um deles se apaixona; ou o próprio Diabo. As suas personagens são universais, assim como a sua esperança face à dificuldade. "... a partir da segunda ou terceira sequência ficamos seguros de que a inclinação é fatal: vamos embater num limite, num muro, num enigma, na origem do mundo e no desastre final..." Imediatamente após a sua primeira edição, Nenhum Olhar teve um imenso impacto no meio literário português. Com unânimes elogios da crítica e uma entusiástica receção do público, foi mencionado nos principais prémios literários da época, tendo acabado por vencer o Prémio Literário José Saramago, em 2001, contribuindo assim para o próprio prestígio do galardão. Hoje, após mais de vinte edições em Portugal, traduzido para quase trinta idiomas, estudado em universidades de diversos continentes, Nenhum Olhar é reconhecido como uma das obras essenciais do início do século XXI português.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Numa aldeia do Alentejo, com um pano de fundo de uma severa pobreza, o autor vai tecendo histórias de homens e mulheres, endurecidos pela fome e pelo trabalho, de amor, ciúme e violência: o pastor taciturno que vê o seu mundo desmoronar-se quando o diabo lhe conta que a mulher o engana; o velho e sábio Gabriel, confidente e conselheiro; os gémeos siameses Elias e Moisés, cuja terna comunhão se degrada no momento em que um deles se apaixona; ou o próprio Diabo. As suas personagens são universais, assim como a sua esperança face à dificuldade. "... a partir da segunda ou terceira sequência ficamos seguros de que a inclinação é fatal: vamos embater num limite, num muro, num enigma, na origem do mundo e no desastre final..." Imediatamente após a sua primeira edição, Nenhum Olhar teve um imenso impacto no meio literário português. Com unânimes elogios da crítica e uma entusiástica receção do público, foi mencionado nos principais prémios literários da época, tendo acabado por vencer o Prémio Literário José Saramago, em 2001, contribuindo assim para o próprio prestígio do galardão. Hoje, após mais de vinte edições em Portugal, traduzido para quase trinta idiomas, estudado em universidades de diversos continentes, Nenhum Olhar é reconhecido como uma das obras essenciais do início do século XXI português.
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Edição: Out 2011
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Man Booker International Prize 2011 No "calor demolidor da Newark equatorial" grassa uma epidemia aterradora que ameaça de mutilação, paralisia, incapacidade irreversível e mesmo de morte as crianças da Nova Jérsia. É este o tema surpreendente e lancinante do novo livro de Roth: uma epidemia de poliomielite em tempo de guerra, no verão de 1944, e o efeito que tem sobre uma comunidade de Newark, coesa e assente nos valores da família, e nomeadamente sobre as suas crianças.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Man Booker International Prize 2011 No "calor demolidor da Newark equatorial" grassa uma epidemia aterradora que ameaça de mutilação, paralisia, incapacidade irreversível e mesmo de morte as crianças da Nova Jérsia. É este o tema surpreendente e lancinante do novo livro de Roth: uma epidemia de poliomielite em tempo de guerra, no verão de 1944, e o efeito que tem sobre uma comunidade de Newark, coesa e assente nos valores da família, e nomeadamente sobre as suas crianças.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Em plena Guerra Fria, a CIA engendrou um plano, baptizado Jazz Ambassadors, para cativar a juventude de Leste para a causa americana. É neste pano de fundo que conhecemos Erik Gould, pianista exímio, apaixonado, capaz de visualizar sons e de pintar retratos nas teclas do piano. A música está-lhe tão entranhada no corpo como o amor pela única mulher da sua vida, que desapareceu de um dia para o outro. Será o filho de ambos, Tristan, cansado de procurar a mãe entre as páginas de um atlas, que encontrará dentro de uma caixa de sapatos um caminho para recuperar a alegria.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Em plena Guerra Fria, a CIA engendrou um plano, baptizado Jazz Ambassadors, para cativar a juventude de Leste para a causa americana. É neste pano de fundo que conhecemos Erik Gould, pianista exímio, apaixonado, capaz de visualizar sons e de pintar retratos nas teclas do piano. A música está-lhe tão entranhada no corpo como o amor pela única mulher da sua vida, que desapareceu de um dia para o outro. Será o filho de ambos, Tristan, cansado de procurar a mãe entre as páginas de um atlas, que encontrará dentro de uma caixa de sapatos um caminho para recuperar a alegria.
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Edição: Jun 2016
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Neste livro, a autora do blogue Nem acredito que é saudável partilha connosco mais de 50 receitas de saborosos doces saudáveis. Das granolas e barras de cereais para pequenos-almoços nutritivos; biscoitos, bolachas e trufas perfeitos para as pequenas pausas; bolos e muffins que vão fazer as delícias em qualquer lanche; mousses, pudins, gelados e sorvetes que enriquecerão todo o tipo de refeição; aos doces e cremes para barrar que serão um mimo para qualquer ocasião que irá querer partilhar. O cuidado com os ingredientes e com o tornar algo nutricionalmente mais equilibrado é o caminho daqueles que procuram uma alimentação mais saudável. Não acredita que é possível? Veja com os seus próprios olhos, faça o teste, prove, ofereça e partilhe. É tudo uma questão de escolhas!
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Neste livro, a autora do blogue Nem acredito que é saudável partilha connosco mais de 50 receitas de saborosos doces saudáveis. Das granolas e barras de cereais para pequenos-almoços nutritivos; biscoitos, bolachas e trufas perfeitos para as pequenas pausas; bolos e muffins que vão fazer as delícias em qualquer lanche; mousses, pudins, gelados e sorvetes que enriquecerão todo o tipo de refeição; aos doces e cremes para barrar que serão um mimo para qualquer ocasião que irá querer partilhar. O cuidado com os ingredientes e com o tornar algo nutricionalmente mais equilibrado é o caminho daqueles que procuram uma alimentação mais saudável. Não acredita que é possível? Veja com os seus próprios olhos, faça o teste, prove, ofereça e partilhe. É tudo uma questão de escolhas!
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Edição: Nov 2008
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Se bem que a principal função da PIDE fosse preservar a "paz social", durante os quase cinquenta anos de ditadura em Portugal a polícia política nunca deixou de estar atenta às empresas, aos empresários e ao mundo dos negócios, na Metrópole ou em África. Este livro revela, pela primeira vez, os segredos das relações entre as empresas e a PIDE, a vigilância que a polícia política exerceu sobre alguns empresários quando estes divergiam do regime, e as represálias que outros sentiram quando se recusavam a ceder a chantagens e a contribuir para os cofres daquela organização. Em "Negócios Vigiados", os autores revelam ainda como a PIDE evitava as greves, interferia abertamente na promoção dos trabalhadores politicamente adversos ou reprimia os seus protestos de forma a preservar a "normalidade" e a estabilidade do regime, constituindo esta obra um documento único e fundamental para um maior conhecimento de um período do Portugal Contemporâneo ainda com muito por desvendar.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Se bem que a principal função da PIDE fosse preservar a "paz social", durante os quase cinquenta anos de ditadura em Portugal a polícia política nunca deixou de estar atenta às empresas, aos empresários e ao mundo dos negócios, na Metrópole ou em África. Este livro revela, pela primeira vez, os segredos das relações entre as empresas e a PIDE, a vigilância que a polícia política exerceu sobre alguns empresários quando estes divergiam do regime, e as represálias que outros sentiram quando se recusavam a ceder a chantagens e a contribuir para os cofres daquela organização. Em "Negócios Vigiados", os autores revelam ainda como a PIDE evitava as greves, interferia abertamente na promoção dos trabalhadores politicamente adversos ou reprimia os seus protestos de forma a preservar a "normalidade" e a estabilidade do regime, constituindo esta obra um documento único e fundamental para um maior conhecimento de um período do Portugal Contemporâneo ainda com muito por desvendar.
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Edição: Set 2015
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Publicado pela primeira vez em 1983 pela Imprensa Nacional Casa da Moeda, a presente edição de "Navegações" é a primeira na Assírio & Alvim. A antiga ortografia é mantida e é seguida a fixação de texto conduzida por Carlos Mendes de Sousa e Maria Andresen Sousa Tavares. Conta ainda com um prefácio de Eucanaã Ferraz, que deste livro certeiramente nos diz que "[…] mais uma vez a poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen caminha de mãos dadas com o mar, presença fundamental em toda a sua obra. E, outra vez, a natureza confunde-se com a sua historicidade. Aqui, os poemas trazem à cena a gesta ultramarina empreendida pelos portugueses ao longo do que se convencionou chamar expansão marítima, mas também a própria experiência de Sophia como viajante, e de modo mais ou menos explícito, as andanças de outras personagens arrancadas de tempos e situações diversas, como o mítico Preste João, o célebre nauta Bartolomeu Dias e os poetas Luís de Camões, Jorge de Sena e Fernando Pessoa. Assim, os poemas de Navegações formam, de um modo muito livre, uma narrativa de viagem, ou de viagens." IV Ele porém dobrou o cabo e não achou a Índia E o mar o devorou com o instinto de destino que há no mar
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Publicado pela primeira vez em 1983 pela Imprensa Nacional Casa da Moeda, a presente edição de "Navegações" é a primeira na Assírio & Alvim. A antiga ortografia é mantida e é seguida a fixação de texto conduzida por Carlos Mendes de Sousa e Maria Andresen Sousa Tavares. Conta ainda com um prefácio de Eucanaã Ferraz, que deste livro certeiramente nos diz que "[…] mais uma vez a poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen caminha de mãos dadas com o mar, presença fundamental em toda a sua obra. E, outra vez, a natureza confunde-se com a sua historicidade. Aqui, os poemas trazem à cena a gesta ultramarina empreendida pelos portugueses ao longo do que se convencionou chamar expansão marítima, mas também a própria experiência de Sophia como viajante, e de modo mais ou menos explícito, as andanças de outras personagens arrancadas de tempos e situações diversas, como o mítico Preste João, o célebre nauta Bartolomeu Dias e os poetas Luís de Camões, Jorge de Sena e Fernando Pessoa. Assim, os poemas de Navegações formam, de um modo muito livre, uma narrativa de viagem, ou de viagens." IV Ele porém dobrou o cabo e não achou a Índia E o mar o devorou com o instinto de destino que há no mar
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Edição: Ago 2021
Nº Páginas: 520
Sinopse:
Uma bebedeira com Pablo Neruda, uma reunião política com Picasso, uma visita ao bordel ou ao terreiro de candomblé com Carybé ou Dorival Caymmi, os últimos dias de Glauber Rocha, o pedido de casamento de Miúcha feito em nome de João Gilberto - dezenas de episódios são relembrados com ternura e humor por Jorge Amado, que escreveu Navegação de Cabotagem (1992) na véspera de completar oitenta anos. Com a serenidade e a sabedoria de quem viveu as maravilhas e os horrores do século XX, o escritor passa em revista momentos marcantes da sua vida, das paixões de juventude à glória literária mundial, da militância política apaixonada à desilusão com o sonho comunista, transformado em pesadelo totalitário. O exílio, as amizades, os amores, a aprendizagem da cultura popular nas fazendas de cacau, nos prostíbulos, tudo se mistura nestas páginas vibrantes. Este livro pode ser lido como uma sucessão de vívidas cenas de um filme ao mesmo tempo épico, lírico e cómico. Recordando com franqueza e fina autoironia a sua trajetória de êxitos e obstáculos, de encontros e equívocos, com Navegação de Cabotagem Jorge Amado insere-se a si próprio, por fim, na sua rica galeria de inesquecíveis personagens.
Nº Páginas: 520
Sinopse:
Uma bebedeira com Pablo Neruda, uma reunião política com Picasso, uma visita ao bordel ou ao terreiro de candomblé com Carybé ou Dorival Caymmi, os últimos dias de Glauber Rocha, o pedido de casamento de Miúcha feito em nome de João Gilberto - dezenas de episódios são relembrados com ternura e humor por Jorge Amado, que escreveu Navegação de Cabotagem (1992) na véspera de completar oitenta anos. Com a serenidade e a sabedoria de quem viveu as maravilhas e os horrores do século XX, o escritor passa em revista momentos marcantes da sua vida, das paixões de juventude à glória literária mundial, da militância política apaixonada à desilusão com o sonho comunista, transformado em pesadelo totalitário. O exílio, as amizades, os amores, a aprendizagem da cultura popular nas fazendas de cacau, nos prostíbulos, tudo se mistura nestas páginas vibrantes. Este livro pode ser lido como uma sucessão de vívidas cenas de um filme ao mesmo tempo épico, lírico e cómico. Recordando com franqueza e fina autoironia a sua trajetória de êxitos e obstáculos, de encontros e equívocos, com Navegação de Cabotagem Jorge Amado insere-se a si próprio, por fim, na sua rica galeria de inesquecíveis personagens.
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Edição: Nov 2013
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Nuno Júdice é hoje uma das vozes mais valorizadas e singulares da literatura contemporânea, pela sua permanente luta contra o indizível da palavra e da poesia. O mistério, a criação e a revelação do absoluto e do sagrado são explorados por Júdice nessa tão sua tentativa de modelar nas formas que a língua lhe colocou à disposição ou na "liberdade" que a linguagem lhe permite e "autoriza". Distinguido com os mais importantes prémios de poesia portugueses, entre eles, o Pen Clube (1985), Prémio D. Dinis da Fundação Casa de Mateus, (1990), e o Prémio da Associação Portuguesa de Escritores (1994). Em 2013 recebeu o Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Nuno Júdice é hoje uma das vozes mais valorizadas e singulares da literatura contemporânea, pela sua permanente luta contra o indizível da palavra e da poesia. O mistério, a criação e a revelação do absoluto e do sagrado são explorados por Júdice nessa tão sua tentativa de modelar nas formas que a língua lhe colocou à disposição ou na "liberdade" que a linguagem lhe permite e "autoriza". Distinguido com os mais importantes prémios de poesia portugueses, entre eles, o Pen Clube (1985), Prémio D. Dinis da Fundação Casa de Mateus, (1990), e o Prémio da Associação Portuguesa de Escritores (1994). Em 2013 recebeu o Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana.
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Edição: Jun 2023
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Quem é Alexei Navalny e como seria a Rússia sob a sua liderança? Um retrato fascinante do maior opositor de Vladimir Putin. Em agosto de 2020, Navalny foi hospitalizado em estado grave depois de se ter sentido mal durante um voo para Moscovo. Dois dias mais tarde, as autoridades russas autorizaram a sua transferência para a Alemanha, onde foi tratado, durante 32 dias, por envenenamento por agentes nervosos. O político e ativista regressou à Rússia em janeiro de 2021 sob os holofotes dos media internacionais, e a sua detenção imediata no aeroporto preparou o terreno para um confronto explosivo com Putin. Mas Navalny não é visto por todos da mesma maneira. Uns consideram-no um herói democrático, outros um traidor, outros ainda um nacionalista perigoso. Este livro explora os lados contraditórios deste homem, que é a segunda figura política mais importante da Rússia — mesmo atrás das grades —, e analisa as muitas dimensões da sua vida pública, as suas investigações sobre a alegada corrupção do Estado russo, as suas ideias para a liderança do país e a sua relação com o Kremlin. Para se compreender totalmente a Rússia moderna é obrigatório compreender Alexei Navalny.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Quem é Alexei Navalny e como seria a Rússia sob a sua liderança? Um retrato fascinante do maior opositor de Vladimir Putin. Em agosto de 2020, Navalny foi hospitalizado em estado grave depois de se ter sentido mal durante um voo para Moscovo. Dois dias mais tarde, as autoridades russas autorizaram a sua transferência para a Alemanha, onde foi tratado, durante 32 dias, por envenenamento por agentes nervosos. O político e ativista regressou à Rússia em janeiro de 2021 sob os holofotes dos media internacionais, e a sua detenção imediata no aeroporto preparou o terreno para um confronto explosivo com Putin. Mas Navalny não é visto por todos da mesma maneira. Uns consideram-no um herói democrático, outros um traidor, outros ainda um nacionalista perigoso. Este livro explora os lados contraditórios deste homem, que é a segunda figura política mais importante da Rússia — mesmo atrás das grades —, e analisa as muitas dimensões da sua vida pública, as suas investigações sobre a alegada corrupção do Estado russo, as suas ideias para a liderança do país e a sua relação com o Kremlin. Para se compreender totalmente a Rússia moderna é obrigatório compreender Alexei Navalny.
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Edição: Jun 2009
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Vasco Graça Moura conta-nos o naufrágio financeiro de um empresário, nas vésperas da Revolução do 25 de Abril (naufrágio de/um Portugal). Os nomes das personagens da família do protagonista, Manuel de Sousa Sepúlveda, coincidem com os nomes da família do infeliz navegador do século XVI, narrado na "História Trágico-Marítima". Neste romance, onde se conta a história de um homem que tenta "salvar o barco" da sua empresa, no contexto da "batalha naval nas águas da banca portuguesa" (num momento crucial da história nacional, o fim do fascismo e o período mais turbulento da Revolução de Abril), há sempre elementos simbólicos do próprio naufrágio nacional. Um livro polémico na altura em que foi publicado pela primeira vez, "Naufrágio de Sepúlveda" é uma obra fundamental e inesquecível.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Vasco Graça Moura conta-nos o naufrágio financeiro de um empresário, nas vésperas da Revolução do 25 de Abril (naufrágio de/um Portugal). Os nomes das personagens da família do protagonista, Manuel de Sousa Sepúlveda, coincidem com os nomes da família do infeliz navegador do século XVI, narrado na "História Trágico-Marítima". Neste romance, onde se conta a história de um homem que tenta "salvar o barco" da sua empresa, no contexto da "batalha naval nas águas da banca portuguesa" (num momento crucial da história nacional, o fim do fascismo e o período mais turbulento da Revolução de Abril), há sempre elementos simbólicos do próprio naufrágio nacional. Um livro polémico na altura em que foi publicado pela primeira vez, "Naufrágio de Sepúlveda" é uma obra fundamental e inesquecível.
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Edição: Abr 2023
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Desde o princípio dos tempos, a humanidade maravilhou-se com a natureza e viu o seu lado divino. Nos escritos de grandes pensadores de várias religiões, o mundo natural inspirava todos os sentimentos, do medo e da reverência à contemplação serena; Deus, ou seja o que for que represente o sublime para nós, estava presente em tudo. Mas, hoje, quando admiramos uma árvore ou uma paisagem majestosa, raramente vemos a natureza como sagrada. Karen Armstrong, uma das mais originais pensadoras do papel da religião no mundo moderno, apresenta-nos uma investigação profunda sobre o poder espiritual da natureza - e um apelo urgente para que recuperemos esse poder para a nossa vida quotidiana.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Desde o princípio dos tempos, a humanidade maravilhou-se com a natureza e viu o seu lado divino. Nos escritos de grandes pensadores de várias religiões, o mundo natural inspirava todos os sentimentos, do medo e da reverência à contemplação serena; Deus, ou seja o que for que represente o sublime para nós, estava presente em tudo. Mas, hoje, quando admiramos uma árvore ou uma paisagem majestosa, raramente vemos a natureza como sagrada. Karen Armstrong, uma das mais originais pensadoras do papel da religião no mundo moderno, apresenta-nos uma investigação profunda sobre o poder espiritual da natureza - e um apelo urgente para que recuperemos esse poder para a nossa vida quotidiana.
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Edição: Jun 2010
Nº Páginas: 366
Sinopse:
O mais surpreendente best-seller do ano começa com uma simples pergunta: porque me dói o pé? Christopher McDougall estava de volta ao médico com mais uma lesão. É o início de uma aventura épica. A procura de respostas leva-o a investigar a história de uma tribo lendária, os Tarahumara, refugiada no mais inóspito canyon mexicano - e que ali sobrevivem, há séculos, graças à sua extraordinário capacidade de correr longas distâncias, centenas de quilómetros, sem nunca parar. Com a ajuda de um misterioso corredor, Cavallo Branco, o autor descobre essa misteriosa raça de superatletas, que vivem numa sociedade onde a doença foi praticamente erradicada, e a corrida, a pé descalço, é o segredo de uma vida longa. Em ritmo trepidante, o autor alterna as suas viagens ao México com a história dos cartéis de droga que perseguem os Tarahumara, fala da ciência da corrida, dos lobbis das marcas de desporto - e de como os caríssimos ténis da Nike nos podem provocar as mais graves lesões.
Nº Páginas: 366
Sinopse:
O mais surpreendente best-seller do ano começa com uma simples pergunta: porque me dói o pé? Christopher McDougall estava de volta ao médico com mais uma lesão. É o início de uma aventura épica. A procura de respostas leva-o a investigar a história de uma tribo lendária, os Tarahumara, refugiada no mais inóspito canyon mexicano - e que ali sobrevivem, há séculos, graças à sua extraordinário capacidade de correr longas distâncias, centenas de quilómetros, sem nunca parar. Com a ajuda de um misterioso corredor, Cavallo Branco, o autor descobre essa misteriosa raça de superatletas, que vivem numa sociedade onde a doença foi praticamente erradicada, e a corrida, a pé descalço, é o segredo de uma vida longa. Em ritmo trepidante, o autor alterna as suas viagens ao México com a história dos cartéis de droga que perseguem os Tarahumara, fala da ciência da corrida, dos lobbis das marcas de desporto - e de como os caríssimos ténis da Nike nos podem provocar as mais graves lesões.
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 232
Sinopse:
"Nascemos Frágeis e Recebemos Ordens para Sermos Fortes" oferece-nos um olhar esclarecedor, lúcido e descomplexado sobre a autoestima, da sua manifestação saudável ao excesso do amor-próprio, da vaidade à confiança plena, das nossas origens de mamífero cooperante à sociedade sofisticada e digital dos dias de hoje. O que significam, para o animal racional e emocional que somos, o orgulho, a inveja, a empatia, a humildade, o reconhecimento e o amor? Como é que o olhar do outro nos forma e como definimos quem somos apesar dele? Com sensibilidade e inteligência, João Carlos Melo guia-nos por estes e outros territórios, segurando o espelho que nos ajuda a vermo-nos melhor. "Um vigoroso ensaio em busca do entendimento do amor-próprio (…) este livro interroga e interroga-nos, ilumina e foca", segundo o prefácio de Coimbra de Matos. Um olhar esclarecedor, lúcido e descomplexado sobre a autoestima saudável e o excesso do amor-próprio, da vaidade à confiança plena, das nossas origens de mamífero cooperante à sociedade sofisticada e digital dos dias de hoje.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
"Nascemos Frágeis e Recebemos Ordens para Sermos Fortes" oferece-nos um olhar esclarecedor, lúcido e descomplexado sobre a autoestima, da sua manifestação saudável ao excesso do amor-próprio, da vaidade à confiança plena, das nossas origens de mamífero cooperante à sociedade sofisticada e digital dos dias de hoje. O que significam, para o animal racional e emocional que somos, o orgulho, a inveja, a empatia, a humildade, o reconhecimento e o amor? Como é que o olhar do outro nos forma e como definimos quem somos apesar dele? Com sensibilidade e inteligência, João Carlos Melo guia-nos por estes e outros territórios, segurando o espelho que nos ajuda a vermo-nos melhor. "Um vigoroso ensaio em busca do entendimento do amor-próprio (…) este livro interroga e interroga-nos, ilumina e foca", segundo o prefácio de Coimbra de Matos. Um olhar esclarecedor, lúcido e descomplexado sobre a autoestima saudável e o excesso do amor-próprio, da vaidade à confiança plena, das nossas origens de mamífero cooperante à sociedade sofisticada e digital dos dias de hoje.
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Uma biografia escrita numa perspectiva mais pessoal, que denuncia as relações entre o Estado Novo, o Presidente do Conselho e o herdeiro da Casa de Bragança, Dom Duarte Nuno. O livro recorre a testemunhos da família, incluindo os dois filhos do biografado sobreviventes, D. Duarte Pio e D. Miguel. Contém caderno com imagens e testemunhos do filho do biografado, o actual duque de Bragança.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Uma biografia escrita numa perspectiva mais pessoal, que denuncia as relações entre o Estado Novo, o Presidente do Conselho e o herdeiro da Casa de Bragança, Dom Duarte Nuno. O livro recorre a testemunhos da família, incluindo os dois filhos do biografado sobreviventes, D. Duarte Pio e D. Miguel. Contém caderno com imagens e testemunhos do filho do biografado, o actual duque de Bragança.
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