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Edição: Dez 2006
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Qual é a relação entre uma tentativa de suicídio falhada, uma estudante injustamente acusada de roubo e a vida amorosa de um famoso jogador de ténis? Nenhuma… aparentemente. Mas uma festa em Gull’s Point, propriedade da viúva Lady Tressilian, vai permitir que o puzzle se complete de uma forma dramática, pois, como o inspector-chefe Battle acabará por descobrir, todos os acontecimentos aparentemente desconexos fazem parte de um intrincado plano criminoso.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Qual é a relação entre uma tentativa de suicídio falhada, uma estudante injustamente acusada de roubo e a vida amorosa de um famoso jogador de ténis? Nenhuma… aparentemente. Mas uma festa em Gull’s Point, propriedade da viúva Lady Tressilian, vai permitir que o puzzle se complete de uma forma dramática, pois, como o inspector-chefe Battle acabará por descobrir, todos os acontecimentos aparentemente desconexos fazem parte de um intrincado plano criminoso.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 256
Sinopse:
O Bacalhau pode não frequentar a nossa costa, mas é muito nosso. Como nossa é a Couve que até no nome é Portuguesa. Ou a Pera, a que um tal de Sr. Rocha deu o nome. Ou ainda o Carapau, chamado de corrida porque era o último a chegar à lota, obrigando as varinas a loucas correrias… São histórias que o chef Miguel Castro e Silva nos conta, à conversa com Augusto Freitas Sousa. Augusto escreve sobre 48 ingredientes da Terra e do Mar (e até do Céu, onde mora um Toucinho). Miguel leva-os para a mesa e revisita-os em outras tantas receitas - sumptuosamente fotografados por Jorge Simão. Juntos, e sob a batuta do chef, fazem justiça às palavras de Maria de Lurdes Modesto: "Na cozinha do Miguel permanecem os suaves acordes e os arrebatamentos das grandes sinfonias. E este livro tem a música que gosto de ouvir à mesa dos restaurantes portugueses."
Nº Páginas: 256
Sinopse:
O Bacalhau pode não frequentar a nossa costa, mas é muito nosso. Como nossa é a Couve que até no nome é Portuguesa. Ou a Pera, a que um tal de Sr. Rocha deu o nome. Ou ainda o Carapau, chamado de corrida porque era o último a chegar à lota, obrigando as varinas a loucas correrias… São histórias que o chef Miguel Castro e Silva nos conta, à conversa com Augusto Freitas Sousa. Augusto escreve sobre 48 ingredientes da Terra e do Mar (e até do Céu, onde mora um Toucinho). Miguel leva-os para a mesa e revisita-os em outras tantas receitas - sumptuosamente fotografados por Jorge Simão. Juntos, e sob a batuta do chef, fazem justiça às palavras de Maria de Lurdes Modesto: "Na cozinha do Miguel permanecem os suaves acordes e os arrebatamentos das grandes sinfonias. E este livro tem a música que gosto de ouvir à mesa dos restaurantes portugueses."
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Venha sentar-se à mesa com a família SIC. Se na televisão tudo parece uma festa, não há razão para não levar também essa festa para a mesa. Estas são as receitas que Júlia Pinheiro, João Baião, Diana Chaves, João Moleira, Joana Latino e João Paulo Sousa fazem em casa. Deixe-os entrar agora na sua cozinha e delicie-se com as entradas, sopas e saladas, peixe e marisco, carne, pratos vegetarianos e até pratos ovolactovegetarianos que eles gostam de cozinhar. Já dissemos que há petiscos? Parece que sim, mas estamos a esquecer-nos de qualquer coisa... Ah, claro, das sobremesas! Mnham! O que é que a televisão tem? É rápida, é prática e tem de estar tudo pronto à hora certa. É isso mesmo o que Na Cozinha Com lhe vai dar: receitas simples e práticas, adequadas para a correria do dia-a-dia, mas tão saborosas que deliciarão os seus convidados.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Venha sentar-se à mesa com a família SIC. Se na televisão tudo parece uma festa, não há razão para não levar também essa festa para a mesa. Estas são as receitas que Júlia Pinheiro, João Baião, Diana Chaves, João Moleira, Joana Latino e João Paulo Sousa fazem em casa. Deixe-os entrar agora na sua cozinha e delicie-se com as entradas, sopas e saladas, peixe e marisco, carne, pratos vegetarianos e até pratos ovolactovegetarianos que eles gostam de cozinhar. Já dissemos que há petiscos? Parece que sim, mas estamos a esquecer-nos de qualquer coisa... Ah, claro, das sobremesas! Mnham! O que é que a televisão tem? É rápida, é prática e tem de estar tudo pronto à hora certa. É isso mesmo o que Na Cozinha Com lhe vai dar: receitas simples e práticas, adequadas para a correria do dia-a-dia, mas tão saborosas que deliciarão os seus convidados.
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Edição: Jul 2015
Nº Páginas: 192
Sinopse:
O primeiro romance de Saul Bellow com uma nova edição, para assinalar o centenário do seu nascimento. Escrita em forma de diário, a história centra-se na vida de um jovem desempregado de nome Joseph, na sua relação com a mulher e os amigos, e na frustração que sente em viver em Chicago e na espera da chamada para a guerra. Documento confessional e filosófico, este diário a súmula de todos os seus pensamentos, todas as suas reflexões. Termina com a convocação para a tropa, em plena Segunda Guerra Mundial, e com a expectativa de que a vida militar lhe venha a trazer algum alívio ao sofrimento. "Na Corda Bamba" (Dangling Man) é considerado o romance de aprendizagem de Saul Bellow, que veio a ser Prémio Nobel e unanimemente considerado uma dos grandes romancistas americanos de todos os tempos.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
O primeiro romance de Saul Bellow com uma nova edição, para assinalar o centenário do seu nascimento. Escrita em forma de diário, a história centra-se na vida de um jovem desempregado de nome Joseph, na sua relação com a mulher e os amigos, e na frustração que sente em viver em Chicago e na espera da chamada para a guerra. Documento confessional e filosófico, este diário a súmula de todos os seus pensamentos, todas as suas reflexões. Termina com a convocação para a tropa, em plena Segunda Guerra Mundial, e com a expectativa de que a vida militar lhe venha a trazer algum alívio ao sofrimento. "Na Corda Bamba" (Dangling Man) é considerado o romance de aprendizagem de Saul Bellow, que veio a ser Prémio Nobel e unanimemente considerado uma dos grandes romancistas americanos de todos os tempos.
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Edição: Jun 2022
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Ninguém ousará fazer passar Vladimir Putin por um intelectual. E, no entanto, o antigo espião que tomou as rédeas do maior arsenal nuclear do mundo gosta de citar filósofos em alguns dos seus discursos. O seu desejo de deixar marca na história bebe influências e ideias de origens diversas e por vezes até contraditórias: da herança soviética com pretensões de ordem científica ao pensamento reaccionário dos arautos de um imperialismo russo. Por entre este mar de referências, Putin, como este livro demonstra, pode ser lido como uma sinistra personagem de Dostoiévski.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Ninguém ousará fazer passar Vladimir Putin por um intelectual. E, no entanto, o antigo espião que tomou as rédeas do maior arsenal nuclear do mundo gosta de citar filósofos em alguns dos seus discursos. O seu desejo de deixar marca na história bebe influências e ideias de origens diversas e por vezes até contraditórias: da herança soviética com pretensões de ordem científica ao pensamento reaccionário dos arautos de um imperialismo russo. Por entre este mar de referências, Putin, como este livro demonstra, pode ser lido como uma sinistra personagem de Dostoiévski.
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Edição: Fev 2024
Nº Páginas: 150
Sinopse:
Luís Montenegro, o persistente. O cargo de líder parlamentar, no período da troika, deu-lhe o estatuto de herdeiro do passismo. Mas as relações com Passos Coelho arrefeceram e o legado que agora persegue é outro e mais antigo. Quem o conhece bem diz que Montenegro é um fiel intérprete da velha tradição do PPD, o partido dos baronatos do Norte. Recusou por três vezes ser governante e por duas vezes foi derrotado em autárquicas. Já fez e desfez alianças, esteve politicamente morto e ressuscitou. Depois de algumas falsas partidas chegou à liderança. Mas tudo tem um preço e é o próprio a admitir que se questiona com frequência: será que vale a pena?
Nº Páginas: 150
Sinopse:
Luís Montenegro, o persistente. O cargo de líder parlamentar, no período da troika, deu-lhe o estatuto de herdeiro do passismo. Mas as relações com Passos Coelho arrefeceram e o legado que agora persegue é outro e mais antigo. Quem o conhece bem diz que Montenegro é um fiel intérprete da velha tradição do PPD, o partido dos baronatos do Norte. Recusou por três vezes ser governante e por duas vezes foi derrotado em autárquicas. Já fez e desfez alianças, esteve politicamente morto e ressuscitou. Depois de algumas falsas partidas chegou à liderança. Mas tudo tem um preço e é o próprio a admitir que se questiona com frequência: será que vale a pena?
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Edição: Jul 2017
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Ser feliz na Dinamarca e noutros países prósperos é fácil. Com uma boa lareira por perto e um ordenado confortável para se fazer umas viagens aos trópicos duas ou três vezes por ano, quem é que consegue ser infeliz? Já a felicidade em Portugal, onde o salário mínimo é mesmo mínimo, os transportes públicos estão sempre atrasados e é preciso dormir à porta da Segurança Social para se ser atendido, é um assunto intrigante que desperta o fascínio da comunidade científica mundial. É, de facto, um case study que merece ser escrutinado e compreendido em toda a sua profundidade - até porque, segundo sondagens recentes, cerca de 97% dos portugueses são felizes. Porquê? Porque levam a vida, passe a expressão singela, "na boa". Esta é uma das conclusões mais interessantes dos estudos aprofundados que, desde o início do novo milénio, têm sido levados a cabo pelo Instituto Português para os Altos Estudos da Felicidade (IPPAEF), os quais são divulgados pela primeira vez com a publicação desta obra. Numa linguagem rigorosa mas acessível, o presidente e fundador do IPPAEF, Diogo Faro, que tem percorrido o mundo a dissertar sobre este fenómeno em palestras de acesso restrito, explica agora ao grande público o extraordinário segredo da felicidade do povo português. ""Na boa", "um gajo safa-se", "claro que se desenrasca isso", os problemas resolvem-se e a vida leva-se de sorriso na cara", escreve o autor. "Com mais ou menos sobressaltos, descobrimos constantemente maneiras de saltar de nenúfar em nenúfar mesmo quando à nossa volta tudo é um lago de problemas." Porque de vez em quando é bom olharmo-nos ao espelho e gostarmos do que vemos, a leitura deste livro fará o leitor sentir-se ainda mais feliz. Por si. Pelo seu país. Por todos nós.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Ser feliz na Dinamarca e noutros países prósperos é fácil. Com uma boa lareira por perto e um ordenado confortável para se fazer umas viagens aos trópicos duas ou três vezes por ano, quem é que consegue ser infeliz? Já a felicidade em Portugal, onde o salário mínimo é mesmo mínimo, os transportes públicos estão sempre atrasados e é preciso dormir à porta da Segurança Social para se ser atendido, é um assunto intrigante que desperta o fascínio da comunidade científica mundial. É, de facto, um case study que merece ser escrutinado e compreendido em toda a sua profundidade - até porque, segundo sondagens recentes, cerca de 97% dos portugueses são felizes. Porquê? Porque levam a vida, passe a expressão singela, "na boa". Esta é uma das conclusões mais interessantes dos estudos aprofundados que, desde o início do novo milénio, têm sido levados a cabo pelo Instituto Português para os Altos Estudos da Felicidade (IPPAEF), os quais são divulgados pela primeira vez com a publicação desta obra. Numa linguagem rigorosa mas acessível, o presidente e fundador do IPPAEF, Diogo Faro, que tem percorrido o mundo a dissertar sobre este fenómeno em palestras de acesso restrito, explica agora ao grande público o extraordinário segredo da felicidade do povo português. ""Na boa", "um gajo safa-se", "claro que se desenrasca isso", os problemas resolvem-se e a vida leva-se de sorriso na cara", escreve o autor. "Com mais ou menos sobressaltos, descobrimos constantemente maneiras de saltar de nenúfar em nenúfar mesmo quando à nossa volta tudo é um lago de problemas." Porque de vez em quando é bom olharmo-nos ao espelho e gostarmos do que vemos, a leitura deste livro fará o leitor sentir-se ainda mais feliz. Por si. Pelo seu país. Por todos nós.
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Edição: Out 2008
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Um romance que parte da relação de amizade que uma adolescente russa imigrada em Portugal estabelece com um cão de raça perigosa e que conta com magníficas ilustrações da pintora Ilda David "Falta muito?, perguntou Myra, no desvio do descampado deserto, agreste de árvores cinza na madrugada, rebanhos de ovelhas e bois com a cabeça descida à terra ocre, de fome, de sono. Falta o que falta da tua história. E o Sr. Kleber sorriu. Não tenhas medo, miúda. Em todas as histórias há sempre uma ponta do paraíso, um véu de clemência que estende uma ponta, fugaz que seja." "O céu estava baixo emuito escuro. Havia estrias roxas e verdes na distância mais clareada do horizonte e pareciam, céu e mar, uma única onda a levantar-se para cobrir a terra. Myra tirou os sapatos e as meias rotas e ficou parada a ver aquele assombro. Se corresse por ali adentro ninguém daria com ela nunca mais, nem no país dali, nem em nenhum outro."
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Um romance que parte da relação de amizade que uma adolescente russa imigrada em Portugal estabelece com um cão de raça perigosa e que conta com magníficas ilustrações da pintora Ilda David "Falta muito?, perguntou Myra, no desvio do descampado deserto, agreste de árvores cinza na madrugada, rebanhos de ovelhas e bois com a cabeça descida à terra ocre, de fome, de sono. Falta o que falta da tua história. E o Sr. Kleber sorriu. Não tenhas medo, miúda. Em todas as histórias há sempre uma ponta do paraíso, um véu de clemência que estende uma ponta, fugaz que seja." "O céu estava baixo emuito escuro. Havia estrias roxas e verdes na distância mais clareada do horizonte e pareciam, céu e mar, uma única onda a levantar-se para cobrir a terra. Myra tirou os sapatos e as meias rotas e ficou parada a ver aquele assombro. Se corresse por ali adentro ninguém daria com ela nunca mais, nem no país dali, nem em nenhum outro."
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Edição: Set 2014
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Uma mulher cresce protegida pela austeridade do pai - um coronel - que, além do bem-estar da família, tem como paixão um Ford Mustang branco titânico a rolar nas estradas da Beira. Alheada da guerra civil que domina Moçambique, apaixona-se pela pele curtida de um guerrilheiro. Vinte anos mais tarde, nas suas minúsculas águas-furtadas em Saint-Germain-des-Prés, continua tolhida pelas lembranças que tem deste catanador de chissamba - Caju, de seu nome, como o fruto seco que debulha às centenas. Quando um conjunto de acasos a leva ao septuagésimo nono andar da Torre Montparnasse, ela reencontra este velho amor no ambiente cosmopolita de Paris, apertado pelos fatos cintados da alta-costura e de braço dado com o dinheiro. De imediato, é enredada numa teia de negociatas de contornos densos que a conduzem à prisão e ao passado.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Uma mulher cresce protegida pela austeridade do pai - um coronel - que, além do bem-estar da família, tem como paixão um Ford Mustang branco titânico a rolar nas estradas da Beira. Alheada da guerra civil que domina Moçambique, apaixona-se pela pele curtida de um guerrilheiro. Vinte anos mais tarde, nas suas minúsculas águas-furtadas em Saint-Germain-des-Prés, continua tolhida pelas lembranças que tem deste catanador de chissamba - Caju, de seu nome, como o fruto seco que debulha às centenas. Quando um conjunto de acasos a leva ao septuagésimo nono andar da Torre Montparnasse, ela reencontra este velho amor no ambiente cosmopolita de Paris, apertado pelos fatos cintados da alta-costura e de braço dado com o dinheiro. De imediato, é enredada numa teia de negociatas de contornos densos que a conduzem à prisão e ao passado.
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Edição: Ago 2016
Nº Páginas: 128
Sinopse:
""Musa e O Búzio de Cós e outros Poemas", os dois últimos livros de poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen, publicados na década de 90, formam uma unidade de duas faces e constituem um fecho, um ponto de chegada que funciona como uma espécie de coda. A junção dos dois livros na presente edição abre uma perspectiva de leitura da fase final da obra da poeta e activa, naturalmente, um impulso interpretative que nos leva a focar a obra na sua globalidade. […] Aqui, com variações, os temas e os motivos de sempre: a exaltação do esplendor do mundo, a praia atlântica, o sul, a Grécia, a denúncia do que é fácil e falso, a escrita do poema, a forte afirmação vital, a fidelidade à palavra, a crença absoluta na poesia…" Carlos Mendes de Sousa, no Prefácio a esta edição NO MEU PAÍS As pequenas cidades intensas Onde o tempo não é dissolvido mas dura E cada instante ressoa nas paredes da esquina E o rosto loiro de Laura aflora na janela desencontrada E o apaixonado de testa obstinada como a de um toiro Em vão a procura onde ela nunca está — É aqui que ao passarmos a nossa garganta se aperta Enquanto um homem alto e magro Baixando a direito o chapéu largo e escuro De cima a baixo se descobre Ao transpor o limiar sagrado da casa
Nº Páginas: 128
Sinopse:
""Musa e O Búzio de Cós e outros Poemas", os dois últimos livros de poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen, publicados na década de 90, formam uma unidade de duas faces e constituem um fecho, um ponto de chegada que funciona como uma espécie de coda. A junção dos dois livros na presente edição abre uma perspectiva de leitura da fase final da obra da poeta e activa, naturalmente, um impulso interpretative que nos leva a focar a obra na sua globalidade. […] Aqui, com variações, os temas e os motivos de sempre: a exaltação do esplendor do mundo, a praia atlântica, o sul, a Grécia, a denúncia do que é fácil e falso, a escrita do poema, a forte afirmação vital, a fidelidade à palavra, a crença absoluta na poesia…" Carlos Mendes de Sousa, no Prefácio a esta edição NO MEU PAÍS As pequenas cidades intensas Onde o tempo não é dissolvido mas dura E cada instante ressoa nas paredes da esquina E o rosto loiro de Laura aflora na janela desencontrada E o apaixonado de testa obstinada como a de um toiro Em vão a procura onde ela nunca está — É aqui que ao passarmos a nossa garganta se aperta Enquanto um homem alto e magro Baixando a direito o chapéu largo e escuro De cima a baixo se descobre Ao transpor o limiar sagrado da casa
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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Mais de 500 mulheres nos últimos 15 anos. Na esmagadora maioria, as vítimas são mortas por homens em contexto de relações de intimidade ou familiares. Paulo Jorge Pereira reúne, neste livro, as histórias de vítimas e sobreviventes. Relatos emocionantes, duros e crus na primeira pessoa; exemplos deixados com a esperança de que a história de quem os lê possa ser diferente. A estas histórias juntam-se, pela primeira vez em livro, os testemunhos de profissionais que combatem o fenómeno e se empenham na defesa de quem sofre. "Murro no Estômago" apresenta a violência doméstica sob diferentes perspetivas e numa dimensão inédita. Este livro é um apelo à ação, para que todos saibamos como podemos ajudar. Está nas mãos de todos nós acabar com o fenómeno da violência doméstica. Com a participação de: - Ana Teresa Silva - Aurora Dantier - Carlos Farinha - Carolina Reis - Cátia Rodrigues - Cristina Soeiro - Daniel Cotrim - Maria Fernanda Alves
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Mais de 500 mulheres nos últimos 15 anos. Na esmagadora maioria, as vítimas são mortas por homens em contexto de relações de intimidade ou familiares. Paulo Jorge Pereira reúne, neste livro, as histórias de vítimas e sobreviventes. Relatos emocionantes, duros e crus na primeira pessoa; exemplos deixados com a esperança de que a história de quem os lê possa ser diferente. A estas histórias juntam-se, pela primeira vez em livro, os testemunhos de profissionais que combatem o fenómeno e se empenham na defesa de quem sofre. "Murro no Estômago" apresenta a violência doméstica sob diferentes perspetivas e numa dimensão inédita. Este livro é um apelo à ação, para que todos saibamos como podemos ajudar. Está nas mãos de todos nós acabar com o fenómeno da violência doméstica. Com a participação de: - Ana Teresa Silva - Aurora Dantier - Carlos Farinha - Carolina Reis - Cátia Rodrigues - Cristina Soeiro - Daniel Cotrim - Maria Fernanda Alves
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Um livro sobre o Muro de Berlim, que assombrou o nosso passado, mas também sobre os muros que se constroem hoje para impedir a migração dos refugiados que chegam à Europa. O Homem vai continuar a utilizar a tecnologia para criar novas barreiras. Afinal, como diz José Jorge Letria, "os muros são tão frágeis e contraditórios como os próprios seres humanos".
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Um livro sobre o Muro de Berlim, que assombrou o nosso passado, mas também sobre os muros que se constroem hoje para impedir a migração dos refugiados que chegam à Europa. O Homem vai continuar a utilizar a tecnologia para criar novas barreiras. Afinal, como diz José Jorge Letria, "os muros são tão frágeis e contraditórios como os próprios seres humanos".
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Baseado na vida de Alan Turing, este romance ¿ em forma de diário e de cartas ¿ relata, na primeira pessoa, o período que se seguiu à prisão, julgamento e condenação do célebre matemático. Durante os tratamentos hormonais a que foi submetido (castração química) e as enormes transformações físicas e mentais por que passou, ao longo das sessões com o psiquiatra, nas cartas à amiga June ou nas anotações pessoais que redige («para se distrair do medo, como o próprio afirma), é como se nós, leitores, estivéssemos dentro do seu pensamento e da análise que faz da natureza da consciência humana.Grande criptologista (quebrou a cifra que permitiu localizar as tropas alemãs e planear a invasão da Normandia pelas tropas aliadas), precursor da revolução tecnológica e da inteligência artificial, Turing revela-nos os bastidores do seu castigo e o caminho de vergonha e exclusão que percorre, com dignidade, aceitação, e até generosidade. Suicidou-se com pouco mais de 40 anos, depois das perseguições por causa da sua homossexualidade ¿ mas há teorias que defendem que não se matou.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Baseado na vida de Alan Turing, este romance ¿ em forma de diário e de cartas ¿ relata, na primeira pessoa, o período que se seguiu à prisão, julgamento e condenação do célebre matemático. Durante os tratamentos hormonais a que foi submetido (castração química) e as enormes transformações físicas e mentais por que passou, ao longo das sessões com o psiquiatra, nas cartas à amiga June ou nas anotações pessoais que redige («para se distrair do medo, como o próprio afirma), é como se nós, leitores, estivéssemos dentro do seu pensamento e da análise que faz da natureza da consciência humana.Grande criptologista (quebrou a cifra que permitiu localizar as tropas alemãs e planear a invasão da Normandia pelas tropas aliadas), precursor da revolução tecnológica e da inteligência artificial, Turing revela-nos os bastidores do seu castigo e o caminho de vergonha e exclusão que percorre, com dignidade, aceitação, e até generosidade. Suicidou-se com pouco mais de 40 anos, depois das perseguições por causa da sua homossexualidade ¿ mas há teorias que defendem que não se matou.
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Edição: Jan 2016
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Um adolescente, fascinado pela leitura de Moby Dick, aproveita as férias de verão para embarcar num baleeiro e conhecer, nos confins austrais do continente americano, as terras onde o mundo termina. Muitos anos depois, já adulto, jornalista e membro ativo dos movimentos ecologistas, o acaso fá-lo regressar a essas paragens distantes por uma razão distinta mas talvez igualmente romântica: a fauna marítima que habita as águas gélidas e impolutas desse mundo do fim do mundo está a ser destruída pela ação criminosa de navios piratas. Partindo de um exercício ficcional de evocação da memória juvenil, impregnado de aventura e deslumbramento, Luis Sepúlveda traça um belíssimo roteiro do Chile Austral. Simultaneamente, põe a descoberto os obscuros interesses internacionais que sustentam a caça ilegal de espécies protegidas, aqueles que a praticam e aqueles que corajosamente a combatem, transformando a narrativa numa demanda pela salvação da vida do seu mar.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Um adolescente, fascinado pela leitura de Moby Dick, aproveita as férias de verão para embarcar num baleeiro e conhecer, nos confins austrais do continente americano, as terras onde o mundo termina. Muitos anos depois, já adulto, jornalista e membro ativo dos movimentos ecologistas, o acaso fá-lo regressar a essas paragens distantes por uma razão distinta mas talvez igualmente romântica: a fauna marítima que habita as águas gélidas e impolutas desse mundo do fim do mundo está a ser destruída pela ação criminosa de navios piratas. Partindo de um exercício ficcional de evocação da memória juvenil, impregnado de aventura e deslumbramento, Luis Sepúlveda traça um belíssimo roteiro do Chile Austral. Simultaneamente, põe a descoberto os obscuros interesses internacionais que sustentam a caça ilegal de espécies protegidas, aqueles que a praticam e aqueles que corajosamente a combatem, transformando a narrativa numa demanda pela salvação da vida do seu mar.
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Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Sonia Serrano traça neste livro dois percursos: o geográfico e temporal, ao escrever sobre os lugares por onde estas mulheres se aventuraram e o tempo histórico em que viveram; e a evolução da condição feminina num domínio que, durante séculos, foi protagonizado por homens - a viagem. Desde a destemida Egéria que, no século IV, partiu da Península Ibérica para a Terra Santa, ou as mulheres que andaram na aventura das grandes navegações portuguesas, passando pelas arrojadas vitorianas, que palmilharam os confins do vasto império britânico, até ao século xxi, onde encontramos algumas das mais extraordinárias viajantes. Viagens intimistas, políticas ou de exploração, por vezes fugas, quase sempre procura da felicidade.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Sonia Serrano traça neste livro dois percursos: o geográfico e temporal, ao escrever sobre os lugares por onde estas mulheres se aventuraram e o tempo histórico em que viveram; e a evolução da condição feminina num domínio que, durante séculos, foi protagonizado por homens - a viagem. Desde a destemida Egéria que, no século IV, partiu da Península Ibérica para a Terra Santa, ou as mulheres que andaram na aventura das grandes navegações portuguesas, passando pelas arrojadas vitorianas, que palmilharam os confins do vasto império britânico, até ao século xxi, onde encontramos algumas das mais extraordinárias viajantes. Viagens intimistas, políticas ou de exploração, por vezes fugas, quase sempre procura da felicidade.
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Para algumas mulheres, amar é sempre sinónimo de sofrer. A este padrão de comportamento Robin Norwood chama "Amar de Mais". As mulheres que amam de mais… - são atraídas por homens perturbados, distantes, temperamentais - e ignoram os "bons rapazes", que consideram aborrecidos; - põem de parte amigos e interesses para estarem sempre disponíveis para eles; - sentem-se vazias sem eles, muito embora estar na sua companhia seja um tormento. Através de uma série de relatos de casos íntimos e reveladores, Robin Norwood apresenta a estas mulheres um caminho possível no sentido de viverem relações mais equilibradas e gratificantes. Amar de mais deixa de ser saudável quando persistimos numa relação inacessível, insensata, mas que, mesmo assim, somos incapazes de romper. Robin Norwood aborda a face negativa e destrutiva do amor, a obsessão pelo outro, uma estrada de "sentido único" baseada no medo e na insegurança. Explica a distinção entre o amor saudável e o amor insensato e fala das razões que levam a mulher que ama de mais a tornar-se excessivamente tolerante. Com recurso a uma rara sensibilidade, Norwood encaminha a leitora a canalizar a energia para si mesma, em vez de a projetar num homem que não quer mudar de atitude. Recorda que o amor deve ser um acontecimento feliz e não um evento angustiante. "Mulheres Que Amam de Mais" é um livro esclarecedor e indispensável para todas as pessoas que desejam alterar padrões de comportamento e levar uma vida tranquila e feliz, amando os outros e a si mesmas.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Para algumas mulheres, amar é sempre sinónimo de sofrer. A este padrão de comportamento Robin Norwood chama "Amar de Mais". As mulheres que amam de mais… - são atraídas por homens perturbados, distantes, temperamentais - e ignoram os "bons rapazes", que consideram aborrecidos; - põem de parte amigos e interesses para estarem sempre disponíveis para eles; - sentem-se vazias sem eles, muito embora estar na sua companhia seja um tormento. Através de uma série de relatos de casos íntimos e reveladores, Robin Norwood apresenta a estas mulheres um caminho possível no sentido de viverem relações mais equilibradas e gratificantes. Amar de mais deixa de ser saudável quando persistimos numa relação inacessível, insensata, mas que, mesmo assim, somos incapazes de romper. Robin Norwood aborda a face negativa e destrutiva do amor, a obsessão pelo outro, uma estrada de "sentido único" baseada no medo e na insegurança. Explica a distinção entre o amor saudável e o amor insensato e fala das razões que levam a mulher que ama de mais a tornar-se excessivamente tolerante. Com recurso a uma rara sensibilidade, Norwood encaminha a leitora a canalizar a energia para si mesma, em vez de a projetar num homem que não quer mudar de atitude. Recorda que o amor deve ser um acontecimento feliz e não um evento angustiante. "Mulheres Que Amam de Mais" é um livro esclarecedor e indispensável para todas as pessoas que desejam alterar padrões de comportamento e levar uma vida tranquila e feliz, amando os outros e a si mesmas.
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Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Este livro condensa a história das mulheres do mundo num único relato, que se desenrola ao longo dos últimos cinco séculos. Fala de escritoras chinesas aclamadas do século XVII e de estrelas de cinema chinesas igualmente aclamadas da década de 1930; de princesas indianas e de humildes camponesas iletradas da Índia que aprendiam sozinhas a ler e a escrever. Imperatrizes russas dos inícios da Idade Moderna aparecem ao lado de mulheres soviéticas que foram pilotos de caças na década de 1940; mulheres ameríndias chefes e ativistas políticas brancas e negras dos Estados Unidos afirmam o seu poder. O livro é também um mosaico de tecelãs, curandeiras, escravas, patroas, assassinas, artistas, trabalhadoras do sexo, mães, manifestantes e chefes de governos modernos. Uma amostra de tudo o que as mulheres produziram e viveram ao longo dos últimos quinhentos anos.
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Este livro condensa a história das mulheres do mundo num único relato, que se desenrola ao longo dos últimos cinco séculos. Fala de escritoras chinesas aclamadas do século XVII e de estrelas de cinema chinesas igualmente aclamadas da década de 1930; de princesas indianas e de humildes camponesas iletradas da Índia que aprendiam sozinhas a ler e a escrever. Imperatrizes russas dos inícios da Idade Moderna aparecem ao lado de mulheres soviéticas que foram pilotos de caças na década de 1940; mulheres ameríndias chefes e ativistas políticas brancas e negras dos Estados Unidos afirmam o seu poder. O livro é também um mosaico de tecelãs, curandeiras, escravas, patroas, assassinas, artistas, trabalhadoras do sexo, mães, manifestantes e chefes de governos modernos. Uma amostra de tudo o que as mulheres produziram e viveram ao longo dos últimos quinhentos anos.
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Edição: Jul 2018
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Camille Paglia é, desde os anos 60, uma das vozes fundamentais do feminismo, da autonomia das mulheres e dos seus combates. Mas é, também, herdeira de uma tradição intelectual de livre- -pensamento que a coloca do outro lado da barreira do feminismo atual, que Paglia classifica como "vitoriano", "burguês", "politicamente correto", "puritano" e "estalinista". Para Camille Paglia, estamos a assistir à regressão a um estádio pré-feminista, onde uma excessiva proteção às mulheres as desenha como seres frágeis e incapazes de se oporem à violência, à discriminação e às adversidades. Este livro reúne os seus melhores ensaios sobre estes assuntos. Os temas vão desde a exigência de oportunidades iguais para as mulheres até ao elogio a Madonna como verdadeira feminista, desde a crítica ao conformismo na universidade até à busca de um padrão de beleza mais exigente (que vá além da busca da juventude pela "etnologia plástica"), louvando a força libertadora do rock‘n’roll, exigindo liberdade de expressão e sem restrições nas universidades e na imprensa, cada vez mais proibicionistas. Estes ensaios são uma leitura essencial que afirma o poder de mulheres e de homens livres — e do que podem realizar juntos.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Camille Paglia é, desde os anos 60, uma das vozes fundamentais do feminismo, da autonomia das mulheres e dos seus combates. Mas é, também, herdeira de uma tradição intelectual de livre- -pensamento que a coloca do outro lado da barreira do feminismo atual, que Paglia classifica como "vitoriano", "burguês", "politicamente correto", "puritano" e "estalinista". Para Camille Paglia, estamos a assistir à regressão a um estádio pré-feminista, onde uma excessiva proteção às mulheres as desenha como seres frágeis e incapazes de se oporem à violência, à discriminação e às adversidades. Este livro reúne os seus melhores ensaios sobre estes assuntos. Os temas vão desde a exigência de oportunidades iguais para as mulheres até ao elogio a Madonna como verdadeira feminista, desde a crítica ao conformismo na universidade até à busca de um padrão de beleza mais exigente (que vá além da busca da juventude pela "etnologia plástica"), louvando a força libertadora do rock‘n’roll, exigindo liberdade de expressão e sem restrições nas universidades e na imprensa, cada vez mais proibicionistas. Estes ensaios são uma leitura essencial que afirma o poder de mulheres e de homens livres — e do que podem realizar juntos.
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Quem disse que as mulheres não vão à guerra? Das viquingues e rainhas africanas às médicas em trajes masculinos e às russas que pilotaram caças durante a Segunda Guerra Mundial, eis as histórias de mulheres para quem "batalha" não era uma metáfora. A mulher guerreira foi sempre considerada uma exceção. Porém, a realidade é outra: as mulheres sempre combateram em guerras. Nesta fascinante história, Pamela Toler apresenta-nos não apenas mulheres que pegaram em armas, mas mostra-nos também porque o fizeram e o que aconteceu quando abandonaram os seus tradicionais papéis femininos e assumiram outras identidades. Da Antiguidade remota ao século XX, estas são as histórias de mulheres que combateram porque queriam, porque precisavam ou porque podiam.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Quem disse que as mulheres não vão à guerra? Das viquingues e rainhas africanas às médicas em trajes masculinos e às russas que pilotaram caças durante a Segunda Guerra Mundial, eis as histórias de mulheres para quem "batalha" não era uma metáfora. A mulher guerreira foi sempre considerada uma exceção. Porém, a realidade é outra: as mulheres sempre combateram em guerras. Nesta fascinante história, Pamela Toler apresenta-nos não apenas mulheres que pegaram em armas, mas mostra-nos também porque o fizeram e o que aconteceu quando abandonaram os seus tradicionais papéis femininos e assumiram outras identidades. Da Antiguidade remota ao século XX, estas são as histórias de mulheres que combateram porque queriam, porque precisavam ou porque podiam.
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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 624
Sinopse:
Ty Starbuck era um homem apaixonado e Asher Wolfe uma mulher com um controlo gélido, mas juntos tinham conseguido que o mundo explodisse em chamas. Asher ainda continuava a desejar Ty apesar dos anos que tinham passado separados, mas escondia segredos que não podia revelar a ninguém... SÓ TRABALHO O novo cliente da publicitária Juliet Trent, o famoso chef italiano Carlo Franconi, não era apenas um mestre na cozinha, mas também um autêntico sedutor com fama de mulherengo. Só uma mulher lhe resistia: a fria e esquiva Juliet, a sua relações públicas numa tournée promocional pelos Estados Unidos. Embora parecesse fascinante a Carlo, Juliet tinha por norma não misturar negócios com prazer... MAIS DO QUE RIVAIS Apesar de profissionalmente serem rivais, durante anos Matt Bates tinha desejado Laurel Armand, desde que a vira na fotografia emoldurada que Curt, o irmão dela, tinha na secretária do quarto que partilhavam na universidade. Mas quando os dois repórteres rivais souberam que deviam investigar um assassinato na calorosa cidade de Nova Orleães, Matt tomou a decisão de converter a sua lindíssima adversária numa companheira disposta a viver uma grande paixão... E para mergulhar numa vida de felicidade e êxtase constantes.
Nº Páginas: 624
Sinopse:
Ty Starbuck era um homem apaixonado e Asher Wolfe uma mulher com um controlo gélido, mas juntos tinham conseguido que o mundo explodisse em chamas. Asher ainda continuava a desejar Ty apesar dos anos que tinham passado separados, mas escondia segredos que não podia revelar a ninguém... SÓ TRABALHO O novo cliente da publicitária Juliet Trent, o famoso chef italiano Carlo Franconi, não era apenas um mestre na cozinha, mas também um autêntico sedutor com fama de mulherengo. Só uma mulher lhe resistia: a fria e esquiva Juliet, a sua relações públicas numa tournée promocional pelos Estados Unidos. Embora parecesse fascinante a Carlo, Juliet tinha por norma não misturar negócios com prazer... MAIS DO QUE RIVAIS Apesar de profissionalmente serem rivais, durante anos Matt Bates tinha desejado Laurel Armand, desde que a vira na fotografia emoldurada que Curt, o irmão dela, tinha na secretária do quarto que partilhavam na universidade. Mas quando os dois repórteres rivais souberam que deviam investigar um assassinato na calorosa cidade de Nova Orleães, Matt tomou a decisão de converter a sua lindíssima adversária numa companheira disposta a viver uma grande paixão... E para mergulhar numa vida de felicidade e êxtase constantes.
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Edição: Jun 2019
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Como Marthe Richer disse sobre as suas atividades de espionagem durante a Primeira Guerra Mundial, «a qualquer momento pode-se ser preso e ir ao encontro da morte». Apesar do perigo, foram muitas as mulheres que trabalharam como espias durante as duas guerras mundiais. Algumas sobreviveram, mas foram mais as que não regressaram a casa. De Mata Hari a Odette Sansom, raramente as mulheres que se dispuseram a espiar para os seus países receberam o devido reconhecimento. Com frequência banalizadas em livros e filmes, estereotipadas como femmes fatales ou ingénuas, a verdade é bem diferente. Trabalhando sob identidades falsas como correios ou operadoras de rádio, o seu contributo foi inegável. Oriundas de todos os estratos da sociedade, muitas exibiram qualidades inesperadas. Algumas provaram ser excelentes líderes, como Pearl Witherington, ou possuir tremenda descontração, como Nancy Wake; muitas outras, como Noor Inayat Khan, mostraram uma coragem excecional durante privações terríveis.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Como Marthe Richer disse sobre as suas atividades de espionagem durante a Primeira Guerra Mundial, «a qualquer momento pode-se ser preso e ir ao encontro da morte». Apesar do perigo, foram muitas as mulheres que trabalharam como espias durante as duas guerras mundiais. Algumas sobreviveram, mas foram mais as que não regressaram a casa. De Mata Hari a Odette Sansom, raramente as mulheres que se dispuseram a espiar para os seus países receberam o devido reconhecimento. Com frequência banalizadas em livros e filmes, estereotipadas como femmes fatales ou ingénuas, a verdade é bem diferente. Trabalhando sob identidades falsas como correios ou operadoras de rádio, o seu contributo foi inegável. Oriundas de todos os estratos da sociedade, muitas exibiram qualidades inesperadas. Algumas provaram ser excelentes líderes, como Pearl Witherington, ou possuir tremenda descontração, como Nancy Wake; muitas outras, como Noor Inayat Khan, mostraram uma coragem excecional durante privações terríveis.
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Edição: Abr 2022
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Na Miami do presente, Jeanette luta contra o vício. Filha de Carmen, uma imigrante cubana, está determinada em saber mais sobre a história da sua família e toma a decisão imprudente de acolher a filha de uma vizinha levada pelo Departamento de Imigração. Carmen, ainda a lutar com o trauma da mudança, tem de processar a relação difícil que tem com a sua própria mãe enquanto tenta criar uma Jeanette rebelde. Firme na sua busca por respostas, Jeanette viaja para Cuba para encontrar a avó e desvendar os segredos do passado. Desde as fábricas de tabaco do século XIX aos centros de detenção atuais, de Cuba ao México, Mulheres de Sal de Gabriela Garcia são um caleidoscópio de traições - pessoais e políticas, autoimpostas e infligidas por outros - que moldaram a vida destas mulheres extraordinárias. Uma reflexão assombrosa sobre as escolhas das mães, o legado das memórias que carregam e a tenacidade das mulheres que escolhem contar as suas histórias apesar de tentarem silenciá-las.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Na Miami do presente, Jeanette luta contra o vício. Filha de Carmen, uma imigrante cubana, está determinada em saber mais sobre a história da sua família e toma a decisão imprudente de acolher a filha de uma vizinha levada pelo Departamento de Imigração. Carmen, ainda a lutar com o trauma da mudança, tem de processar a relação difícil que tem com a sua própria mãe enquanto tenta criar uma Jeanette rebelde. Firme na sua busca por respostas, Jeanette viaja para Cuba para encontrar a avó e desvendar os segredos do passado. Desde as fábricas de tabaco do século XIX aos centros de detenção atuais, de Cuba ao México, Mulheres de Sal de Gabriela Garcia são um caleidoscópio de traições - pessoais e políticas, autoimpostas e infligidas por outros - que moldaram a vida destas mulheres extraordinárias. Uma reflexão assombrosa sobre as escolhas das mães, o legado das memórias que carregam e a tenacidade das mulheres que escolhem contar as suas histórias apesar de tentarem silenciá-las.
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Edição: Jun 2017
Nº Páginas: 208
Sinopse:
UM RELATO APROFUNDADO SOBRE O DIA-A-DIA DAS RECLUSAS DO ESTABELECIMENTO PRISIONAL FEMININO DE ODEMIRA. Em Mulheres Condenadas, o leitor é convidado a "entrar na prisão" — que, neste caso, tem apenas cinquenta camas e se situa numa sossegada vila alentejana — e, através das narrativas das reclusas, compreender os sentidos e significados da punição. Lugar de ambivalências, a prisão continua a despertar medo e curiosidade. Muitas histórias se escondem atrás dos muros, onde o tempo fica suspenso, numa interrupção involuntária da vida em sociedade. Mas o que sabemos sobre quem ali vive? Considerando trajectórias pessoais, experiências de violência, exclusão social e pobreza, bem como o contexto da prática de crimes e de encarceramento, este livro assume-se como um contributo para a reflexão sobre o sistema penitenciário português.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
UM RELATO APROFUNDADO SOBRE O DIA-A-DIA DAS RECLUSAS DO ESTABELECIMENTO PRISIONAL FEMININO DE ODEMIRA. Em Mulheres Condenadas, o leitor é convidado a "entrar na prisão" — que, neste caso, tem apenas cinquenta camas e se situa numa sossegada vila alentejana — e, através das narrativas das reclusas, compreender os sentidos e significados da punição. Lugar de ambivalências, a prisão continua a despertar medo e curiosidade. Muitas histórias se escondem atrás dos muros, onde o tempo fica suspenso, numa interrupção involuntária da vida em sociedade. Mas o que sabemos sobre quem ali vive? Considerando trajectórias pessoais, experiências de violência, exclusão social e pobreza, bem como o contexto da prática de crimes e de encarceramento, este livro assume-se como um contributo para a reflexão sobre o sistema penitenciário português.
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Edição: Mai 2014
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Discutindo temas polémicos, como a inveja de outras mulheres, o voltar à realidade após a maternidade, a falta de desejo sexual, o sentimento de inferioridade e os problemas conjugais, este livro vai virar a sua alma do avesso. Nós, mulheres, vivemos rodeadas de dilemas - a tão sonhada maternidade traz milhares de culpas; fazemos malabarismos para equilibrar a carreira com o casamento; a aparência física é um fantasma que nos assombra dia e noite; a sexualidade tem diversas questões mal resolvidas - e nem sempre sabemos lidar com tantas pressões. Muitas vezes, o que falta para nos livrarmos dessa roda-viva é a coragem para virar a nossa alma do avesso e trazer à tona aquilo que realmente importa. Para isso, é necessário abrir mão do vício da infelicidade e aprender a fazer novas escolhas. É preciso que as mulheres parem de se sentir menos do que são e comecem a desbravar novos caminhos. A psicóloga Lígia Guerra estará ao nosso lado nesse percurso, guiando-nos passo a passo, indicando os atalhos e as armadilhas e mostrando as dificuldades e recompensas que nos aguardam mais à frente. Numa conversa franca, de mulher para mulher, Lígia expõe os medos, as angústias, os desejos e os conflitos mais comuns do universo feminino, dando conselhos valiosos para ultrapassarmos algumas das nossas maiores barreiras emocionais.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Discutindo temas polémicos, como a inveja de outras mulheres, o voltar à realidade após a maternidade, a falta de desejo sexual, o sentimento de inferioridade e os problemas conjugais, este livro vai virar a sua alma do avesso. Nós, mulheres, vivemos rodeadas de dilemas - a tão sonhada maternidade traz milhares de culpas; fazemos malabarismos para equilibrar a carreira com o casamento; a aparência física é um fantasma que nos assombra dia e noite; a sexualidade tem diversas questões mal resolvidas - e nem sempre sabemos lidar com tantas pressões. Muitas vezes, o que falta para nos livrarmos dessa roda-viva é a coragem para virar a nossa alma do avesso e trazer à tona aquilo que realmente importa. Para isso, é necessário abrir mão do vício da infelicidade e aprender a fazer novas escolhas. É preciso que as mulheres parem de se sentir menos do que são e comecem a desbravar novos caminhos. A psicóloga Lígia Guerra estará ao nosso lado nesse percurso, guiando-nos passo a passo, indicando os atalhos e as armadilhas e mostrando as dificuldades e recompensas que nos aguardam mais à frente. Numa conversa franca, de mulher para mulher, Lígia expõe os medos, as angústias, os desejos e os conflitos mais comuns do universo feminino, dando conselhos valiosos para ultrapassarmos algumas das nossas maiores barreiras emocionais.
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Edição: Jun 2025
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Estou certa de que este livro constituirá uma referência para todos aqueles que se interessam pela história da expansão, pela história das mulheres e pela compreensão das múltiplas facetas da experiência marítima", Maria de Deus Beites Manso, "in" Prefácio A expansão marítima dos séculos XV e XVI tem constituído um dos temas centrais de análise da historiografia portuguesa, perdurando na memória coletiva nacional nomes como os de D. Afonso V, D. Manuel I, Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral ou do Infante D. Henrique - reis, capitães, fidalgos e clérigos, todos eles homens. Estudada no masculino durante séculos, a época das Grandes Navegações contou também com a participação ativa e determinante das mulheres. Secundarizadas ou ignoradas pela historiografia tradicional, as referências à mulher são, a maior parte das vezes, registadas com timidez nas entrelinhas da documentação ou permanecem ocultas, sob densas camadas de pó, nas funduras dos arquivos nacionais. Recusando uma interpretação da realidade elaborada exclusivamente a partir da ação dos agentes masculinos, este livro mostra-nos uma faceta ignorada pelos investigadores (as mulheres nos navios, as condições de vida a bordo e as dinâmicas de convivência quotidianas), constituindo um importante contributo para um maior conhecimento da expansão marítima portuguesa.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Estou certa de que este livro constituirá uma referência para todos aqueles que se interessam pela história da expansão, pela história das mulheres e pela compreensão das múltiplas facetas da experiência marítima", Maria de Deus Beites Manso, "in" Prefácio A expansão marítima dos séculos XV e XVI tem constituído um dos temas centrais de análise da historiografia portuguesa, perdurando na memória coletiva nacional nomes como os de D. Afonso V, D. Manuel I, Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral ou do Infante D. Henrique - reis, capitães, fidalgos e clérigos, todos eles homens. Estudada no masculino durante séculos, a época das Grandes Navegações contou também com a participação ativa e determinante das mulheres. Secundarizadas ou ignoradas pela historiografia tradicional, as referências à mulher são, a maior parte das vezes, registadas com timidez nas entrelinhas da documentação ou permanecem ocultas, sob densas camadas de pó, nas funduras dos arquivos nacionais. Recusando uma interpretação da realidade elaborada exclusivamente a partir da ação dos agentes masculinos, este livro mostra-nos uma faceta ignorada pelos investigadores (as mulheres nos navios, as condições de vida a bordo e as dinâmicas de convivência quotidianas), constituindo um importante contributo para um maior conhecimento da expansão marítima portuguesa.
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Edição: Abr 2009
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Este Matt West nunca existiu. É apenas mais uma das invenções de Dinis Machado para ajudar a vender o cámone, e seu irmão gémeo, Dennis McShade. Contudo, e apesar desta credibilidade acrescida de um suposto crítico estrangeiro, a censura estranhou o assunto e a linguagem deste "Mulher e Arma Com Guitarra Espanhola". E foi preciso convencer, com um fabuloso passe de peito, o senhor Major da Censura Prévia que este era o último livro que tinham traduzido de um incomum autor americano de policiais de bolso. Aquele, parecendo levar à letra o culto sistemático do absurdo de que fala Dinis Machado na nota de editor introdutória, acreditou nesta improvisada patranha e o livro lá saiu sem rasuras nem cortes. Passava-se isto em 1968 e Dinis Machado, então director da colecção Rififi, não se coibiu de teorizar, na tal nota de editor - não falso, mas neste caso em causa própria - sobre este grande género menor que é o policial negro: As mortas e respeitáveis receitas são isso mesmo: mortas e estimáveis. Como se, inconsciente mas muito determinado,Dinis Machado soubesse que, se os dois primeiros eram o prelúdio domonumental "O Que Diz Molero", este "Mulher e Arma Com Guitarra Espanhola" seria a preparação para o seu ainda inédito testamento literário - o perturbante e visceral "Blackpot". Pequeno grande livro do grande Dennis McShade que a Assírio & Alvim embreve publicará. Para gaúdio dos grandes leitores de todas as literaturas menores.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Este Matt West nunca existiu. É apenas mais uma das invenções de Dinis Machado para ajudar a vender o cámone, e seu irmão gémeo, Dennis McShade. Contudo, e apesar desta credibilidade acrescida de um suposto crítico estrangeiro, a censura estranhou o assunto e a linguagem deste "Mulher e Arma Com Guitarra Espanhola". E foi preciso convencer, com um fabuloso passe de peito, o senhor Major da Censura Prévia que este era o último livro que tinham traduzido de um incomum autor americano de policiais de bolso. Aquele, parecendo levar à letra o culto sistemático do absurdo de que fala Dinis Machado na nota de editor introdutória, acreditou nesta improvisada patranha e o livro lá saiu sem rasuras nem cortes. Passava-se isto em 1968 e Dinis Machado, então director da colecção Rififi, não se coibiu de teorizar, na tal nota de editor - não falso, mas neste caso em causa própria - sobre este grande género menor que é o policial negro: As mortas e respeitáveis receitas são isso mesmo: mortas e estimáveis. Como se, inconsciente mas muito determinado,Dinis Machado soubesse que, se os dois primeiros eram o prelúdio domonumental "O Que Diz Molero", este "Mulher e Arma Com Guitarra Espanhola" seria a preparação para o seu ainda inédito testamento literário - o perturbante e visceral "Blackpot". Pequeno grande livro do grande Dennis McShade que a Assírio & Alvim embreve publicará. Para gaúdio dos grandes leitores de todas as literaturas menores.
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Edição: Jun 2016
Nº Páginas: 128
Sinopse:
"Toda a vida escrevi sobre a Mulher de Porto Pim, livro de cabeceira e artefacto literário que contemplo como se fosse um Moby Dick em miniatura. As suas (…) páginas são um bom exemplo de "livro de fronteira", um mecanismo feito de contos breves, fragmentos de memórias, diários de viagens metafísicas, notas pessoais, biografia e suicídio de Antero de Quental, fragmentos de uma história ouvida na coberta de um navio, mapas, bibliografia, bizarros textos jurídicos, canções de amor: elementos que à primeira vista não têm nada a ver entre si, sobretudo com a literatura, mas que Antonio Tabucchi transformou em ficção pura. Um livro memorável." Enrique Vila-Matas
Nº Páginas: 128
Sinopse:
"Toda a vida escrevi sobre a Mulher de Porto Pim, livro de cabeceira e artefacto literário que contemplo como se fosse um Moby Dick em miniatura. As suas (…) páginas são um bom exemplo de "livro de fronteira", um mecanismo feito de contos breves, fragmentos de memórias, diários de viagens metafísicas, notas pessoais, biografia e suicídio de Antero de Quental, fragmentos de uma história ouvida na coberta de um navio, mapas, bibliografia, bizarros textos jurídicos, canções de amor: elementos que à primeira vista não têm nada a ver entre si, sobretudo com a literatura, mas que Antonio Tabucchi transformou em ficção pura. Um livro memorável." Enrique Vila-Matas
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Edição: Out 2008
Nº Páginas: 408
Sinopse:
Aqui pode encontrar os conselhos de diversos especialistas, que podem ajudar a resolver alguns dos problemas mais frequentes com que as mulheres se deparam ao se aproximarem da maturidade.
Nº Páginas: 408
Sinopse:
Aqui pode encontrar os conselhos de diversos especialistas, que podem ajudar a resolver alguns dos problemas mais frequentes com que as mulheres se deparam ao se aproximarem da maturidade.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Geralmente considerada uma das melhores comédias de Shakespeare, pensa-se que "Muito Barulho por Nada" terá sido escrita em 1598-1599. A presente edição publica pela primeira vez a tradução que Sophia de Mello Breyner Andresen dela fez, e que foi levada ao palco pelo Teatro da Cornucópia. Nas palavras de Luis Miguel Cintra, "À Sophia apaixonava-a um trabalho rigoroso das palavras mas sabia como ninguém que a língua é uma coisa viva, parte fundamental do pensamento e gostava que o trabalho de fazer os acertos na tradução permitissem conversas que as próprias palavras suscitavam. Para se perceber as suas escolhas de tradutora tem de se entender a sua ideia de tradução: uma verdadeira interiorização, até musical, do texto inglês e a resposta — como se fosse um eco que falasse português e que tantas vezes parecia tradução literal, sendo no entanto o resultado de uma escolha não a favor da fidelidade literal mas sim de outra fidelidade mais inteligentemente entendida, a fidelidade de encontrar em português uma linguagem teatral para um texto destinado a ser representado e a uma poética sua, fiel à de Shakespeare.".
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Geralmente considerada uma das melhores comédias de Shakespeare, pensa-se que "Muito Barulho por Nada" terá sido escrita em 1598-1599. A presente edição publica pela primeira vez a tradução que Sophia de Mello Breyner Andresen dela fez, e que foi levada ao palco pelo Teatro da Cornucópia. Nas palavras de Luis Miguel Cintra, "À Sophia apaixonava-a um trabalho rigoroso das palavras mas sabia como ninguém que a língua é uma coisa viva, parte fundamental do pensamento e gostava que o trabalho de fazer os acertos na tradução permitissem conversas que as próprias palavras suscitavam. Para se perceber as suas escolhas de tradutora tem de se entender a sua ideia de tradução: uma verdadeira interiorização, até musical, do texto inglês e a resposta — como se fosse um eco que falasse português e que tantas vezes parecia tradução literal, sendo no entanto o resultado de uma escolha não a favor da fidelidade literal mas sim de outra fidelidade mais inteligentemente entendida, a fidelidade de encontrar em português uma linguagem teatral para um texto destinado a ser representado e a uma poética sua, fiel à de Shakespeare.".
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Edição: Jan 2024
Nº Páginas: 440
Sinopse:
O psiquiatra e neurocientista Daniel Amen baseia-se nas suas mais de quatro décadas de prática clínica para lhe apresentar os hábitos quotidianos mais eficazes para otimizar o cérebro, controlar a mente, fortalecer a memória e fazer com que se sinta mais feliz, mais saudável e mais próximo daqueles que ama. Encontrará aqui 366 conselhos - um por dia, e um extra para os anos bissextos! - que lhe permitirão desenvolver estratégias duradouras para lidar com todas as formas de stresse, e encontrar e incorporar um sentido de propósito na sua vida. Hoje é o dia para começar a alterar a trajetória da sua vida para melhor - um pequeno passo de cada vez.
Nº Páginas: 440
Sinopse:
O psiquiatra e neurocientista Daniel Amen baseia-se nas suas mais de quatro décadas de prática clínica para lhe apresentar os hábitos quotidianos mais eficazes para otimizar o cérebro, controlar a mente, fortalecer a memória e fazer com que se sinta mais feliz, mais saudável e mais próximo daqueles que ama. Encontrará aqui 366 conselhos - um por dia, e um extra para os anos bissextos! - que lhe permitirão desenvolver estratégias duradouras para lidar com todas as formas de stresse, e encontrar e incorporar um sentido de propósito na sua vida. Hoje é o dia para começar a alterar a trajetória da sua vida para melhor - um pequeno passo de cada vez.
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