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Edição: Jan 2019
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Yusra Mardini abandonou a Síria em 2015, com apenas 17 anos, depois de uma bomba destruir o telhado da piscina onde costumava treinar. Juntamente com a irmã mais velha, embarcou num bote sobrelotado de refugiados em direção à costa da Turquia. Quando a embarcação se começou a afundar, Yusra tomou uma decisão arrojada que mudou a sua vida e salvou os restantes passageiros: atirou-se ao mar para fazer avançar o bote até à costa de Lesbos. A viagem durou várias horas. Mariposa conta a história da jovem Yusra, da Síria devastada pela guerra até aos jogos olímpicos no Rio de Janeiro, onde competiu na recém-formada Equipa Olímpica de Refugiados e realizou o seu sonho de se tornar nadadora olímpica. Ao contar a sua história, a jovem demonstra-nos que os refugiados são pessoas comuns em circunstâncias extraordinárias, que fogem das suas casas para não morrerem dentro delas.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Yusra Mardini abandonou a Síria em 2015, com apenas 17 anos, depois de uma bomba destruir o telhado da piscina onde costumava treinar. Juntamente com a irmã mais velha, embarcou num bote sobrelotado de refugiados em direção à costa da Turquia. Quando a embarcação se começou a afundar, Yusra tomou uma decisão arrojada que mudou a sua vida e salvou os restantes passageiros: atirou-se ao mar para fazer avançar o bote até à costa de Lesbos. A viagem durou várias horas. Mariposa conta a história da jovem Yusra, da Síria devastada pela guerra até aos jogos olímpicos no Rio de Janeiro, onde competiu na recém-formada Equipa Olímpica de Refugiados e realizou o seu sonho de se tornar nadadora olímpica. Ao contar a sua história, a jovem demonstra-nos que os refugiados são pessoas comuns em circunstâncias extraordinárias, que fogem das suas casas para não morrerem dentro delas.
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Edição: Jan 2020
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Tadea Lizarde usa o contexto de um crime cometido no ambiente de uma situação de maus-tratos e o resultado é um thriller psicológico apaixonante, em que qualquer um pode ser culpado e em que as linhas entre a bondade e a maldade desaparecem à frente dos olhos do leitor.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Tadea Lizarde usa o contexto de um crime cometido no ambiente de uma situação de maus-tratos e o resultado é um thriller psicológico apaixonante, em que qualquer um pode ser culpado e em que as linhas entre a bondade e a maldade desaparecem à frente dos olhos do leitor.
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Edição: Dez 2014
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Jornalista, director do Diário de Notícias nos anos quentes da Revolução, Mário Mesquita acompanhou de perto o percurso político de Mário Soares. Este livro reúne entrevistas históricas desde os tempos do exílio, passando pelos governos minoritários, até à Presidência. Entrevistas (1972-1993)- A estratégia dos socialistas em tempo de exílio (27 de Abril de 1974)- A crise da "unicidade sindical" (31 de Janeiro de 1975)- Tempo de instabilidade com governos minoritários (7 de Junho de 1977)- A procura do semipresidencialismo nos primeiros dez anos de democracia (24 de Abril de 1984)- De primeiro-ministro questionado a Presidente superconsensual (17 de Abril de 1990)- Arrogância conservadora em Portugal em plena celebração dos 20 anos do PS (19 de Abril de 1993)- Epílogo Em tempos de crise e austeridade epílogo em forma de entrevista (Outubro de 2013)
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Jornalista, director do Diário de Notícias nos anos quentes da Revolução, Mário Mesquita acompanhou de perto o percurso político de Mário Soares. Este livro reúne entrevistas históricas desde os tempos do exílio, passando pelos governos minoritários, até à Presidência. Entrevistas (1972-1993)- A estratégia dos socialistas em tempo de exílio (27 de Abril de 1974)- A crise da "unicidade sindical" (31 de Janeiro de 1975)- Tempo de instabilidade com governos minoritários (7 de Junho de 1977)- A procura do semipresidencialismo nos primeiros dez anos de democracia (24 de Abril de 1984)- De primeiro-ministro questionado a Presidente superconsensual (17 de Abril de 1990)- Arrogância conservadora em Portugal em plena celebração dos 20 anos do PS (19 de Abril de 1993)- Epílogo Em tempos de crise e austeridade epílogo em forma de entrevista (Outubro de 2013)
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Edição: Set 2013
Nº Páginas: 300
Sinopse:
O facto de a transição em Portugal ter começado por um golpe militar e não no interior do regime, produziu uma crise nas estruturas militares e paralelamente uma crise no Estado, conjugação que ameaçou o sucesso da transição democrática. Entre 1974 e 1976, uma combinação entre militares, um partido marxistaleninista ortodoxo e grupos radicais de esquerda esteve perto de conduzir a uma desintegração do Estado. O nosso objetivo é tentar perceber como é que esse cenário foi evitado e qual o papel desempenhado por Mário Soares neste contexto.
Nº Páginas: 300
Sinopse:
O facto de a transição em Portugal ter começado por um golpe militar e não no interior do regime, produziu uma crise nas estruturas militares e paralelamente uma crise no Estado, conjugação que ameaçou o sucesso da transição democrática. Entre 1974 e 1976, uma combinação entre militares, um partido marxistaleninista ortodoxo e grupos radicais de esquerda esteve perto de conduzir a uma desintegração do Estado. O nosso objetivo é tentar perceber como é que esse cenário foi evitado e qual o papel desempenhado por Mário Soares neste contexto.
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Edição: Fev 2013
Nº Páginas: 864
Sinopse:
A carreira política de Mário Soares não se compara, na realidade, com a de nenhum outro português. No seu currículo conta com 70 anos de vida política ativa. Durante este período foi: cabeça de lista ou em nome individual, disputou 10 atos eleitorais, dos quais venceu seis (constituintes de 1975, legislativas de 1976 e 1983, presidenciais de 1986 e 1991 e europeias de 1999) e perdeu quatro (legislativas de 1969, 1979 e 1980 e presidenciais de 2006). Não admira, por isso que Mário Soares seja considerado um nome maior do século XX português e o pai da democracia portuguesa. Hoje, aos 88 anos, continua a ser uma voz ativa na política, considerada pela sociedade civil. Um verdadeiro senador. A apetência pelo poder nasceu cedo, estimulada por uma educação de príncipe que parecia programá-lo para o destino que viria a ter. Mas o seu período de formação decorreu contudo em ambiente hostil, no qual teve de enfrentar a cadeia por 12 vezes. Teria sido mais fácil abandonar os desígnios políticos e enveredar por uma carreira profissional estável e próspera como advogado. Resistiu. Ganhou fibra, a mesma que viria a manifestar em diferentes situações ao longo da vida, como, por exemplo, na rutura com os comunistas, no lançamento de um movimento social-democrata em plena ditadura, no patrocínio jurídico à causa da família do assassinado general Humberto Delgado, na teimosa opção por uma candidatura separada do resto da oposição em 1969, na fundação do Partido Socialista, na liderança do movimento contra a radicalização no período revolucionário, na defesa da integração europeia de Portugal, na rutura com António Ramalho Eanes, ou nas opções para a revisão constitucional de 1982. Soares mostrou-se sempre à frente do seu tempo. Para os portugueses sempre foi o "Bochechas". O homem que todos gritavam na rua "Soares é fixe". Afinal, Soares não se portava como um político remetido ao seu Olimpo, mas como um português comum, com as suas dúvidas e hesitações, baralhando números e menosprezando estudos, capaz de dialogar de igual para igual tanto com príncipes como com plebeus, relevando da mesma maneira as cerimónias oficiais e os contactos de rua, sorrindo até nas mais adversas circunstâncias, bonacheirão, atencioso, incapaz de dispensar os melhores confortos, um bom almoço ou uma sesta retemperadora. Sempre foi o presidente de todos os portugueses. O jornalista Joaquim Vieira, depois de vários anos de investigação, e de entrevistas ao próprio biografado, a amigos e inimigos, traça-nos a história de uma vida complexa, com algumas sombras por revelar, como o caso do fax de Macau.Um livro fundamental não só para perceber o homem, mas também a História recente de Portugal.
Nº Páginas: 864
Sinopse:
A carreira política de Mário Soares não se compara, na realidade, com a de nenhum outro português. No seu currículo conta com 70 anos de vida política ativa. Durante este período foi: cabeça de lista ou em nome individual, disputou 10 atos eleitorais, dos quais venceu seis (constituintes de 1975, legislativas de 1976 e 1983, presidenciais de 1986 e 1991 e europeias de 1999) e perdeu quatro (legislativas de 1969, 1979 e 1980 e presidenciais de 2006). Não admira, por isso que Mário Soares seja considerado um nome maior do século XX português e o pai da democracia portuguesa. Hoje, aos 88 anos, continua a ser uma voz ativa na política, considerada pela sociedade civil. Um verdadeiro senador. A apetência pelo poder nasceu cedo, estimulada por uma educação de príncipe que parecia programá-lo para o destino que viria a ter. Mas o seu período de formação decorreu contudo em ambiente hostil, no qual teve de enfrentar a cadeia por 12 vezes. Teria sido mais fácil abandonar os desígnios políticos e enveredar por uma carreira profissional estável e próspera como advogado. Resistiu. Ganhou fibra, a mesma que viria a manifestar em diferentes situações ao longo da vida, como, por exemplo, na rutura com os comunistas, no lançamento de um movimento social-democrata em plena ditadura, no patrocínio jurídico à causa da família do assassinado general Humberto Delgado, na teimosa opção por uma candidatura separada do resto da oposição em 1969, na fundação do Partido Socialista, na liderança do movimento contra a radicalização no período revolucionário, na defesa da integração europeia de Portugal, na rutura com António Ramalho Eanes, ou nas opções para a revisão constitucional de 1982. Soares mostrou-se sempre à frente do seu tempo. Para os portugueses sempre foi o "Bochechas". O homem que todos gritavam na rua "Soares é fixe". Afinal, Soares não se portava como um político remetido ao seu Olimpo, mas como um português comum, com as suas dúvidas e hesitações, baralhando números e menosprezando estudos, capaz de dialogar de igual para igual tanto com príncipes como com plebeus, relevando da mesma maneira as cerimónias oficiais e os contactos de rua, sorrindo até nas mais adversas circunstâncias, bonacheirão, atencioso, incapaz de dispensar os melhores confortos, um bom almoço ou uma sesta retemperadora. Sempre foi o presidente de todos os portugueses. O jornalista Joaquim Vieira, depois de vários anos de investigação, e de entrevistas ao próprio biografado, a amigos e inimigos, traça-nos a história de uma vida complexa, com algumas sombras por revelar, como o caso do fax de Macau.Um livro fundamental não só para perceber o homem, mas também a História recente de Portugal.
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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Aqui se reúne o essencial da prosa de Mário de Sá-Carneiro, autor maior do Modernismo português a par do seu amigo Fernando Pessoa. Incluem-se neste volume os contos de juventude publicados na revista Azulejo, o seu primeiro livro de contos Princípio, e as suas narrativas maiores A Confissão de Lúcio e Céu em Fogo, excluindo-se apenas alguns textos dispersos que não assumem grande relevância no conjunto da obra do autor. Esta obra tem ainda uma cronologia biográfica da autoria de Fernando Pinto do Amaral.A Confissão de Lúcio, provavelmente a sua narrativa mais conhecida e emblemática, foi considerada por José Régio uma obra-prima, onde estão presentes três das suas obsessões: o suicídio, o amor e o anormal avançando até à loucura. Foi publicada pelo poeta em 1914.
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Aqui se reúne o essencial da prosa de Mário de Sá-Carneiro, autor maior do Modernismo português a par do seu amigo Fernando Pessoa. Incluem-se neste volume os contos de juventude publicados na revista Azulejo, o seu primeiro livro de contos Princípio, e as suas narrativas maiores A Confissão de Lúcio e Céu em Fogo, excluindo-se apenas alguns textos dispersos que não assumem grande relevância no conjunto da obra do autor. Esta obra tem ainda uma cronologia biográfica da autoria de Fernando Pinto do Amaral.A Confissão de Lúcio, provavelmente a sua narrativa mais conhecida e emblemática, foi considerada por José Régio uma obra-prima, onde estão presentes três das suas obsessões: o suicídio, o amor e o anormal avançando até à loucura. Foi publicada pelo poeta em 1914.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 304
Sinopse:
A história inesquecível que precedeu "A Sombra do Vento" Óscar Drai sonha acordado, deslumbrado pelos palacetes modernistas próximos do internato onde estuda. Numa das escapadelas nocturnas conhece Marina, uma rapariga audaz e misteriosa que irá viver com ele a aventura de penetrar num enigma doloroso do passado da cidade e de um segredo de família obscuro.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
A história inesquecível que precedeu "A Sombra do Vento" Óscar Drai sonha acordado, deslumbrado pelos palacetes modernistas próximos do internato onde estuda. Numa das escapadelas nocturnas conhece Marina, uma rapariga audaz e misteriosa que irá viver com ele a aventura de penetrar num enigma doloroso do passado da cidade e de um segredo de família obscuro.
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Edição: Mai 2014
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Óscar Drai sonha acordado, deslumbrado pelos palacetes modernistas próximos do internato onde estuda. Numa das escapadelas nocturnas conhece Marina, uma rapariga audaz e misteriosa que irá viver com Óscar a aventura de penetrar num enigma doloroso do passado da cidade e de um segredo de família obscuro. Uma misteriosa personagem do pós-guerra propôs a si mesmo o maior desafio imaginável, mas a sua ambição arrastou-o por veredas sinistras cujas consequências alguém deve pagar ainda hoje.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Óscar Drai sonha acordado, deslumbrado pelos palacetes modernistas próximos do internato onde estuda. Numa das escapadelas nocturnas conhece Marina, uma rapariga audaz e misteriosa que irá viver com Óscar a aventura de penetrar num enigma doloroso do passado da cidade e de um segredo de família obscuro. Uma misteriosa personagem do pós-guerra propôs a si mesmo o maior desafio imaginável, mas a sua ambição arrastou-o por veredas sinistras cujas consequências alguém deve pagar ainda hoje.
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Edição: Set 2010
Nº Páginas: 264
Sinopse:
"Por qualquer estranha razão, sentimo-nos mais próximos de algumas das nossas criaturas sem sabermos explicar muito bem o porquê. De entre todos os livros que publiquei desde que comecei neste estranho ofício de romancista, lá por 1992, Marina é um dos meus favoritos." "À medida que avançava na escrita, tudo naquela história começou a ter sabor a despedida e, quando a terminei, tive a impressão de que qualquer coisa dentro de mim, qualquer coisa que ainda hoje não sei muito bem o que era, mas de que sinto falta dia a dia, ficou ali para sempre." Carlos Ruiz Zafón "Marina disse-me uma vez que apenas recordamos o que nunca aconteceu. Passaria uma eternidade antes que compreendesse aquelas palavras. Mas mais vale começar pelo princípio, que neste caso é o fim." "Em Maio de 1980 desapareci do mundo durante uma semana. No espaço de sete dias e sete noites, ninguém soube do meu paradeiro." "Não sabia então que oceano do tempo mais tarde ou mais cedo nos devolve as recordações que nele enterramos. Quinze anos mais tarde, a memória daquele dia voltou até mim. Vi aquele rapaz a vaguear por entre as brumas da estação de Francia e o nome de Marina tornou-se de novo incandescente como uma ferida fresca. "Todos temos um segredo fechado à chave nas águas-furtadas da alma. Este é o meu."
Nº Páginas: 264
Sinopse:
"Por qualquer estranha razão, sentimo-nos mais próximos de algumas das nossas criaturas sem sabermos explicar muito bem o porquê. De entre todos os livros que publiquei desde que comecei neste estranho ofício de romancista, lá por 1992, Marina é um dos meus favoritos." "À medida que avançava na escrita, tudo naquela história começou a ter sabor a despedida e, quando a terminei, tive a impressão de que qualquer coisa dentro de mim, qualquer coisa que ainda hoje não sei muito bem o que era, mas de que sinto falta dia a dia, ficou ali para sempre." Carlos Ruiz Zafón "Marina disse-me uma vez que apenas recordamos o que nunca aconteceu. Passaria uma eternidade antes que compreendesse aquelas palavras. Mas mais vale começar pelo princípio, que neste caso é o fim." "Em Maio de 1980 desapareci do mundo durante uma semana. No espaço de sete dias e sete noites, ninguém soube do meu paradeiro." "Não sabia então que oceano do tempo mais tarde ou mais cedo nos devolve as recordações que nele enterramos. Quinze anos mais tarde, a memória daquele dia voltou até mim. Vi aquele rapaz a vaguear por entre as brumas da estação de Francia e o nome de Marina tornou-se de novo incandescente como uma ferida fresca. "Todos temos um segredo fechado à chave nas águas-furtadas da alma. Este é o meu."
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Edição: Jul 2018
Nº Páginas: 368
Sinopse:
D. Mariana Vitória de Bourbon (1718-1781), mulher de D. José I, rainha consorte de Portugal, era filha de Filipe V de Espanha e de Isabel Farnesio. Viveu na corte de Versalhes, pois a sua mão esteve prometida a Luís XV, rei de França. Casou aos 10 anos de idade por procuração em Madrid com o herdeiro da coroa portuguesa, futuro D. José I. O casamento foi consumado quatro anos depois, no dia em que completou 14 anos de idade. Foi mãe de quatro filhas, uma delas a futura D. Maria I. Mulher decidida, prudente, sensata, devota, esmoler e culta, adorava divertir-se na caça, na equitação, nas touradas, na música e em jogos diversos ao uso do seu tempo. D. José I, que nela confiava plenamente, encarregou-a duas vezes do governo do reino. Conselheira de sua filha, a rainha D. Maria I, passou um ano em Espanha ajudando a selar a paz entre as duas monarquias ibéricas.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
D. Mariana Vitória de Bourbon (1718-1781), mulher de D. José I, rainha consorte de Portugal, era filha de Filipe V de Espanha e de Isabel Farnesio. Viveu na corte de Versalhes, pois a sua mão esteve prometida a Luís XV, rei de França. Casou aos 10 anos de idade por procuração em Madrid com o herdeiro da coroa portuguesa, futuro D. José I. O casamento foi consumado quatro anos depois, no dia em que completou 14 anos de idade. Foi mãe de quatro filhas, uma delas a futura D. Maria I. Mulher decidida, prudente, sensata, devota, esmoler e culta, adorava divertir-se na caça, na equitação, nas touradas, na música e em jogos diversos ao uso do seu tempo. D. José I, que nela confiava plenamente, encarregou-a duas vezes do governo do reino. Conselheira de sua filha, a rainha D. Maria I, passou um ano em Espanha ajudando a selar a paz entre as duas monarquias ibéricas.
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Edição: Ago 2018
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Jesus era em muitas coisas um menino como os outros: brincava, teimava, revoltava-se, desafiava os ensinamentos paternos. Por outro lado, porém, era um menino especial: ávido de conhecimento, de uma inteligência fora do normal, estava destinado a mudar o mundo. Imaginem pois o papel de Maria ao ser incumbida da missão suprema de educar o futuro Mestre dos mestres, de moldar a personalidade do filho de Deus; ainda mais sendo Maria muito jovem, de famílias humildes, sem acesso aos conhecimentos das classes privilegiadas da Galileia. Nada disso, porém, a impediu de aceitar com coragem a missão e de passar para o filho não os ensinamentos que o poderiam salvar, mas sim os valores universais que viriam a modificar a História. Intuitiva, atenta, sem medo do risco, Maria soube despertar em Jesus a arte da contemplação, a ambição interior, a inteligência construtiva. E ao fazê-lo, pagou um elevado preço, o mais alto que uma mãe pode pagar: ver o filho ser vítima dos seus nobres princípios. Este é um dos mais intrigantes livros de Augusto Cury. Sem se prender a questões de fé ou teológicas, o psicólogo analisa antes o método que a mãe de Jesus usou para educar o filho. À luz da ciência moderna, o autor explica os 10 princípios básicos de uma educação milagrosa.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Jesus era em muitas coisas um menino como os outros: brincava, teimava, revoltava-se, desafiava os ensinamentos paternos. Por outro lado, porém, era um menino especial: ávido de conhecimento, de uma inteligência fora do normal, estava destinado a mudar o mundo. Imaginem pois o papel de Maria ao ser incumbida da missão suprema de educar o futuro Mestre dos mestres, de moldar a personalidade do filho de Deus; ainda mais sendo Maria muito jovem, de famílias humildes, sem acesso aos conhecimentos das classes privilegiadas da Galileia. Nada disso, porém, a impediu de aceitar com coragem a missão e de passar para o filho não os ensinamentos que o poderiam salvar, mas sim os valores universais que viriam a modificar a História. Intuitiva, atenta, sem medo do risco, Maria soube despertar em Jesus a arte da contemplação, a ambição interior, a inteligência construtiva. E ao fazê-lo, pagou um elevado preço, o mais alto que uma mãe pode pagar: ver o filho ser vítima dos seus nobres princípios. Este é um dos mais intrigantes livros de Augusto Cury. Sem se prender a questões de fé ou teológicas, o psicólogo analisa antes o método que a mãe de Jesus usou para educar o filho. À luz da ciência moderna, o autor explica os 10 princípios básicos de uma educação milagrosa.
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Edição: Jun 2013
Nº Páginas: 132
Sinopse:
Biografia e retrato da vida Maria José Nogueira Pinto. Uma visão ampla de uma mulher exemplar, mãe de família, que marcou indelevelmente a política e as instituições por onde passou. "Uma mulher inteira, forte e corajosa (…) que perdia o seu tempo com as pessoas. Grandes e pequenas."
Nº Páginas: 132
Sinopse:
Biografia e retrato da vida Maria José Nogueira Pinto. Uma visão ampla de uma mulher exemplar, mãe de família, que marcou indelevelmente a política e as instituições por onde passou. "Uma mulher inteira, forte e corajosa (…) que perdia o seu tempo com as pessoas. Grandes e pequenas."
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 752
Sinopse:
A correspondência entre a Rainha de Portugal e a Rainha Victoria de Inglaterra dá-nos uma perceção fantástica da vida privada de duas mulheres poderosas, ambas casadas com príncipes de Saxe-Coburg-Gotha, que lutam para conciliar a maternidade com a responsabilidade (e prazer) de governar. Com apenas 7 anos, Maria da Glória torna-se rainha de um reino que não conhecia. Esta é a história de uma mãe dedicada e política de pulso forte que durante dezanove anos comandou os destinos de Portugal. A sua infância foi vivida no Brasil entre os morros verdes e as praias de areia branca, segura pelo amor da sua adorada mãe, Leopoldina da Áustria. Em 1828, parte rumo a Viena para ser educada na corte dos avós. Para trás deixa a mãe sepultada, os seus queridos irmãos e a marquesa de Aguiar, amiga e protetora. Traída pelo seu tio D. Miguel, que se declarara rei de Portugal, D. Maria acaba por desembarcar em Londres, onde conhece Vitória, a herdeira da coroa de Inglaterra. Ficarão para sempre ligadas por uma estreita relação de amizade. Aos 14 anos, D. Maria II pisa pela primeira vez o solo do seu país, um reino destroçado pelas guerras entre liberais e absolutistas. Fracassada a união com o tio Miguel, agora exilado, casa com Augusto de Beauharnais, que morre um ano depois. Teimosa, não desiste da felicidade e encontra-a junto de D. Fernando de Saxe-CoburgoGotha, pai dos seus onze filhos. Determinada, não desiste do trono, contra tudo e contra todos.
Nº Páginas: 752
Sinopse:
A correspondência entre a Rainha de Portugal e a Rainha Victoria de Inglaterra dá-nos uma perceção fantástica da vida privada de duas mulheres poderosas, ambas casadas com príncipes de Saxe-Coburg-Gotha, que lutam para conciliar a maternidade com a responsabilidade (e prazer) de governar. Com apenas 7 anos, Maria da Glória torna-se rainha de um reino que não conhecia. Esta é a história de uma mãe dedicada e política de pulso forte que durante dezanove anos comandou os destinos de Portugal. A sua infância foi vivida no Brasil entre os morros verdes e as praias de areia branca, segura pelo amor da sua adorada mãe, Leopoldina da Áustria. Em 1828, parte rumo a Viena para ser educada na corte dos avós. Para trás deixa a mãe sepultada, os seus queridos irmãos e a marquesa de Aguiar, amiga e protetora. Traída pelo seu tio D. Miguel, que se declarara rei de Portugal, D. Maria acaba por desembarcar em Londres, onde conhece Vitória, a herdeira da coroa de Inglaterra. Ficarão para sempre ligadas por uma estreita relação de amizade. Aos 14 anos, D. Maria II pisa pela primeira vez o solo do seu país, um reino destroçado pelas guerras entre liberais e absolutistas. Fracassada a união com o tio Miguel, agora exilado, casa com Augusto de Beauharnais, que morre um ano depois. Teimosa, não desiste da felicidade e encontra-a junto de D. Fernando de Saxe-CoburgoGotha, pai dos seus onze filhos. Determinada, não desiste do trono, contra tudo e contra todos.
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Edição: Abr 2000
Nº Páginas: 28
Sinopse:
O homem da agência funerária chegou tão pontualmente que Maria dos Prazeres estava ainda em roupão de banho e com a cabeça cheia de rolos, e mal teve tempo para por uma rosa vermelha na orelha afim de não parecer tão indesejável como se sentia. Lamentou-se ainda mais do seu estado quando abriu a porta e viu que não se tratava apenas de um notário lúgubre, como ela supunha que deviam ser os comerciantes da morte, mas um jovem tímido com um casaco aos quadrados e uma gravata com pássaros coloridos. Não trazia sobretudo, apesar da Primavera incerta de Barcelona, que as chuvas batidas por ventos oblíquos tornava quase sempre menos suportável ainda do que o Inverno. Maria dos Prazeres, que recebera tantos homens a qualquer hora, sentiu-se envergonhada como pouquíssimas vezes lhe sucedera
Nº Páginas: 28
Sinopse:
O homem da agência funerária chegou tão pontualmente que Maria dos Prazeres estava ainda em roupão de banho e com a cabeça cheia de rolos, e mal teve tempo para por uma rosa vermelha na orelha afim de não parecer tão indesejável como se sentia. Lamentou-se ainda mais do seu estado quando abriu a porta e viu que não se tratava apenas de um notário lúgubre, como ela supunha que deviam ser os comerciantes da morte, mas um jovem tímido com um casaco aos quadrados e uma gravata com pássaros coloridos. Não trazia sobretudo, apesar da Primavera incerta de Barcelona, que as chuvas batidas por ventos oblíquos tornava quase sempre menos suportável ainda do que o Inverno. Maria dos Prazeres, que recebera tantos homens a qualquer hora, sentiu-se envergonhada como pouquíssimas vezes lhe sucedera
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Edição: Jan 2013
Nº Páginas: 214
Sinopse:
Maria dos Canos Serrados é a história de uma moça de má rês que se torna pior ainda. Arredores de Lisboa. Maria, vinte e muitos, adora a igualdade de liberdades, o seu namorado gigolô, as noites intoxicadas com as amigas e a ideia de vir a ser directora. Mas, de um dia para o outro, vê-se desamada, despedida e falida. E, entre resignar-se ou virar a mesa, Maria decide acertar contas de arma em punho. Contada de rajada na primeira pessoa, Maria dos Canos Serrados é uma história desbocada, nascida da Grande Crise. Uma reflexão sobre a nova mulher, que não precisa de um Clyde para ser Bonnie.
Nº Páginas: 214
Sinopse:
Maria dos Canos Serrados é a história de uma moça de má rês que se torna pior ainda. Arredores de Lisboa. Maria, vinte e muitos, adora a igualdade de liberdades, o seu namorado gigolô, as noites intoxicadas com as amigas e a ideia de vir a ser directora. Mas, de um dia para o outro, vê-se desamada, despedida e falida. E, entre resignar-se ou virar a mesa, Maria decide acertar contas de arma em punho. Contada de rajada na primeira pessoa, Maria dos Canos Serrados é uma história desbocada, nascida da Grande Crise. Uma reflexão sobre a nova mulher, que não precisa de um Clyde para ser Bonnie.
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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 192
Sinopse:
A biografia da mulher que deu à luz Cristo, dividindo a História em antes e depois Esta é a biografia de Maria, uma mulher e uma mãe que os católicos acreditam ser santa. O autor visitou lugares sagrados e sítios arqueológicos, consultou textos bíblicos e documentos históricos - incluindo do acervo do Vaticano - e recolheu relatos não reconhecidos pela Igreja Católica. O resultado é um amplo retrato de Maria e a reconstituição dos seus passos - da infância à escolha do marido José, da gravidez controversa à fuga para o Egito, das pregações do filho adolescente ao milagre nas Bodas de Caná, das visões em Guadalupe às aparições em Lourdes e Fátima. Aliando o rigor jornalístico a uma investigação profunda, este livro é essencial para que todos, católicos, agnósticos ou ateus, conheçam melhor aquela que é, sem dúvida, uma das mulheres mais importantes da História.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
A biografia da mulher que deu à luz Cristo, dividindo a História em antes e depois Esta é a biografia de Maria, uma mulher e uma mãe que os católicos acreditam ser santa. O autor visitou lugares sagrados e sítios arqueológicos, consultou textos bíblicos e documentos históricos - incluindo do acervo do Vaticano - e recolheu relatos não reconhecidos pela Igreja Católica. O resultado é um amplo retrato de Maria e a reconstituição dos seus passos - da infância à escolha do marido José, da gravidez controversa à fuga para o Egito, das pregações do filho adolescente ao milagre nas Bodas de Caná, das visões em Guadalupe às aparições em Lourdes e Fátima. Aliando o rigor jornalístico a uma investigação profunda, este livro é essencial para que todos, católicos, agnósticos ou ateus, conheçam melhor aquela que é, sem dúvida, uma das mulheres mais importantes da História.
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Edição: Set 2023
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Veneza, 1957. Aos 34 anos Maria Callas chega ao auge da sua carreira como soprano. É reconhecida e aplaudida pelo mundo, mas a sua perfeição artística em palco tem um preço alto a pagar. A voz ameaça falhar-lhe, está exausta e anseia por descanso, mas nem o público, nem o seu marido e empresário, Meneghini, lho permitem. É então que numa festa Maria Callas conhece o milionário grego Aristóteles Onassis e, contra todas as probabilidades, os dois iniciam um romance apaixonado e tumultuoso que durará dez anos, até Onassis conhecer Jackie Kennedy... Michelle Marly, autora do best-seller "Mademoiselle Chanel" e o "Perfume do Amor", conta-nos neste romance mágico, baseado em factos reais, a história de Maria Callas, A Diva. Uma artista carismática, com uma voz única, que viveu envolta em glamour e elegância, que conheceu a fama e a crítica, a paixão e o desgosto.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Veneza, 1957. Aos 34 anos Maria Callas chega ao auge da sua carreira como soprano. É reconhecida e aplaudida pelo mundo, mas a sua perfeição artística em palco tem um preço alto a pagar. A voz ameaça falhar-lhe, está exausta e anseia por descanso, mas nem o público, nem o seu marido e empresário, Meneghini, lho permitem. É então que numa festa Maria Callas conhece o milionário grego Aristóteles Onassis e, contra todas as probabilidades, os dois iniciam um romance apaixonado e tumultuoso que durará dez anos, até Onassis conhecer Jackie Kennedy... Michelle Marly, autora do best-seller "Mademoiselle Chanel" e o "Perfume do Amor", conta-nos neste romance mágico, baseado em factos reais, a história de Maria Callas, A Diva. Uma artista carismática, com uma voz única, que viveu envolta em glamour e elegância, que conheceu a fama e a crítica, a paixão e o desgosto.
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Edição: Set 2012
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Maria de Jesus Simões Barroso nasceu no Algarve em 1925. Ainda criança muda-se para Setúbal, onde faz a escola primária, descobre o prazer da escrita e apaixona-se pela leitura. Na adolescência declamava poesia, a família descobre-lhe o talento para a representação. Ainda adolescente torna-se aluna do curso de Representação Dramática do Conservatório Nacional. Nascia uma mulher de palco. Na companhia Rey Colaço - Robles Monteiro representou, no Teatro Nacional, várias peças sempre com o aplauso da crítica e do público. Em 1945 conhece Mário Soares. Casaram, tiveram dois filhos e um percurso de vida nem sempre fácil devido às sucessivas prisões de Mário Soares, às perseguições políticas de que ambos foram vítimas. Do palco do teatro, para o palco da política, esta mulher enriqueceu a sua vida dedicando-se a muitas causas humanitárias. Criou a Pro Diginitate, a fundação onde ainda trabalha com o mesmo empenho e dedicação que sempre a caracterizaram. "Maria Barroso - Um olhar sobre a vida" é mais do que uma biografia. É uma homenagem a uma mulher ímpar na vida cultural do nosso país, uma figura incontornável, um ser humano que, com este livro, aprendemos a admirar.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Maria de Jesus Simões Barroso nasceu no Algarve em 1925. Ainda criança muda-se para Setúbal, onde faz a escola primária, descobre o prazer da escrita e apaixona-se pela leitura. Na adolescência declamava poesia, a família descobre-lhe o talento para a representação. Ainda adolescente torna-se aluna do curso de Representação Dramática do Conservatório Nacional. Nascia uma mulher de palco. Na companhia Rey Colaço - Robles Monteiro representou, no Teatro Nacional, várias peças sempre com o aplauso da crítica e do público. Em 1945 conhece Mário Soares. Casaram, tiveram dois filhos e um percurso de vida nem sempre fácil devido às sucessivas prisões de Mário Soares, às perseguições políticas de que ambos foram vítimas. Do palco do teatro, para o palco da política, esta mulher enriqueceu a sua vida dedicando-se a muitas causas humanitárias. Criou a Pro Diginitate, a fundação onde ainda trabalha com o mesmo empenho e dedicação que sempre a caracterizaram. "Maria Barroso - Um olhar sobre a vida" é mais do que uma biografia. É uma homenagem a uma mulher ímpar na vida cultural do nosso país, uma figura incontornável, um ser humano que, com este livro, aprendemos a admirar.
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Edição: Jan 2019
Nº Páginas: 608
Sinopse:
Duas rainhas, dois destinos interligados. Duas mulheres que mudaram o curso da História. ASSASSINA. ADÚLTERA. HEROÍNA. RAINHA. Rainha desde os doze dias e vivendo na corte francesa desde os cinco anos, Maria Stuart tinha dezasseis quando se tornou rainha de França, dezassete quando ficou viúva; e dezoito quando voltou à Escócia para desempenhar o seu papel de rainha numa terra conturbada. Fugindo às ideias preconcebidas sobre esta personagem, o autor através de um estudo minucioso retrata uma rainha astuta e consciente, que regressa à sua Escócia natal para reclamar o trono, sob o domínio da prima Isabel I de Inglaterra. "Maria, Rainha dos Escoceses", que nos é dada a conhecer ultrapassa a imagem de uma de mulher guerreira, perseguindo os inimigos com um elmo e espada em riste, mas de alguém que possuía uma grande habilidade política, num mundo essencialmente masculino. Aos vinte e cinco anos ficou prisioneira de Isabel. A vida de Maria Stuart é um drama e um conflito inigualáveis. Duas rainhas que mudaram o curso da História para sempre. Uma dramática reinterpretação da vida de Maria, rainha dos escoceses, por um dos maiores historiadores contemporâneos.
Nº Páginas: 608
Sinopse:
Duas rainhas, dois destinos interligados. Duas mulheres que mudaram o curso da História. ASSASSINA. ADÚLTERA. HEROÍNA. RAINHA. Rainha desde os doze dias e vivendo na corte francesa desde os cinco anos, Maria Stuart tinha dezasseis quando se tornou rainha de França, dezassete quando ficou viúva; e dezoito quando voltou à Escócia para desempenhar o seu papel de rainha numa terra conturbada. Fugindo às ideias preconcebidas sobre esta personagem, o autor através de um estudo minucioso retrata uma rainha astuta e consciente, que regressa à sua Escócia natal para reclamar o trono, sob o domínio da prima Isabel I de Inglaterra. "Maria, Rainha dos Escoceses", que nos é dada a conhecer ultrapassa a imagem de uma de mulher guerreira, perseguindo os inimigos com um elmo e espada em riste, mas de alguém que possuía uma grande habilidade política, num mundo essencialmente masculino. Aos vinte e cinco anos ficou prisioneira de Isabel. A vida de Maria Stuart é um drama e um conflito inigualáveis. Duas rainhas que mudaram o curso da História para sempre. Uma dramática reinterpretação da vida de Maria, rainha dos escoceses, por um dos maiores historiadores contemporâneos.
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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Biografia de uma personagem misteriosa e sedutora que marcou o seu tempo, Margarida Marante foi jornalista, estrela de televisão, temida e respeitada por políticos. Os dramas da vida pessoal levaram-na pelo perigoso caminho do consumo de drogas rumo ao abismo.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Biografia de uma personagem misteriosa e sedutora que marcou o seu tempo, Margarida Marante foi jornalista, estrela de televisão, temida e respeitada por políticos. Os dramas da vida pessoal levaram-na pelo perigoso caminho do consumo de drogas rumo ao abismo.
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Edição: Mar 2013
Nº Páginas: 300
Sinopse:
""Mare Nostrum" ilustra o modo como a Coroa portuguesa e a nobreza que a servia se empenharam na construção do império ultramarino. O país buscava o seu lugar no mundo, e encontrou-o ao desafiar o mar; os monarcas e vários sectores da nobreza do reino envolveram-se nessa aventura, buscando honra e proveito. Foi com esse propósito que enfrentaram o mar oceano, terras estranhas e gentes desconhecidas; cada um cumpriu o seu percurso, mais ou menos feliz, mas todos contribuíram para a construção do império.Neste conjunto de estudos biográficos de monarcas [D. Afonso V, D. João II, D. Manuel I e D. João III] e de fidalgos e navegadores [como Simão de Andrade, Leonel Coutinho, D. Duarte de Meneses, D. Henrique de Meneses ou Vasco Fernandes Coutinho] fascinou-me particularmente o modo como podemos ver a articulação entre a manifestação das vontades individuais e as dinâmicas sociais que as influenciavam. Como não é o Destino que move a História, mas a vontade dos homens, estes casos individuais são verdadeiras lições sobre a construção da História ao longo do Tempo."Da Introdução
Nº Páginas: 300
Sinopse:
""Mare Nostrum" ilustra o modo como a Coroa portuguesa e a nobreza que a servia se empenharam na construção do império ultramarino. O país buscava o seu lugar no mundo, e encontrou-o ao desafiar o mar; os monarcas e vários sectores da nobreza do reino envolveram-se nessa aventura, buscando honra e proveito. Foi com esse propósito que enfrentaram o mar oceano, terras estranhas e gentes desconhecidas; cada um cumpriu o seu percurso, mais ou menos feliz, mas todos contribuíram para a construção do império.Neste conjunto de estudos biográficos de monarcas [D. Afonso V, D. João II, D. Manuel I e D. João III] e de fidalgos e navegadores [como Simão de Andrade, Leonel Coutinho, D. Duarte de Meneses, D. Henrique de Meneses ou Vasco Fernandes Coutinho] fascinou-me particularmente o modo como podemos ver a articulação entre a manifestação das vontades individuais e as dinâmicas sociais que as influenciavam. Como não é o Destino que move a História, mas a vontade dos homens, estes casos individuais são verdadeiras lições sobre a construção da História ao longo do Tempo."Da Introdução
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Edição: Fev 2019
Nº Páginas: 472
Sinopse:
Cabe quase tudo num século de vida de um povo. Naufrágios e glórias, luz e trevas, gente levantada e de joelhos. E, durante todos esses anos, a maré sobe e desce. Há um país que se vai transformando, mesmo visto de longe. Há homens em fuga para a frente, que trocam de nome e de moral. Há mulheres de dentes cerrados. Há filhos deixados para trás. Meadas de histórias e de sangues às quais se perdeu o fio. Num romance sem heróis, onde todos lutam, sobrevivem e morrem a tentar ser livres, é possível, embora vão, tentar destrinçar, no meio do medo e da culpa, onde acaba a ficção e começa a realidade. E se, por vezes, a intimidade da escrita nos aproxima de acontecimentos distantes, noutros, é a frieza da narrativa que resguarda momentos de grande profundidade. Cortesia de um dos romancistas mais promissores da literatura portuguesa contemporânea, Maré alta é um retrato cru e épico do Portugal do século XX e de quem o viveu, no limiar onde a esperança, o sonho e a memória se confundem e perdem na sucessão de marés. Um século é muito tempo. Um século não é nada, quando aprendemos a nadar.
Nº Páginas: 472
Sinopse:
Cabe quase tudo num século de vida de um povo. Naufrágios e glórias, luz e trevas, gente levantada e de joelhos. E, durante todos esses anos, a maré sobe e desce. Há um país que se vai transformando, mesmo visto de longe. Há homens em fuga para a frente, que trocam de nome e de moral. Há mulheres de dentes cerrados. Há filhos deixados para trás. Meadas de histórias e de sangues às quais se perdeu o fio. Num romance sem heróis, onde todos lutam, sobrevivem e morrem a tentar ser livres, é possível, embora vão, tentar destrinçar, no meio do medo e da culpa, onde acaba a ficção e começa a realidade. E se, por vezes, a intimidade da escrita nos aproxima de acontecimentos distantes, noutros, é a frieza da narrativa que resguarda momentos de grande profundidade. Cortesia de um dos romancistas mais promissores da literatura portuguesa contemporânea, Maré alta é um retrato cru e épico do Portugal do século XX e de quem o viveu, no limiar onde a esperança, o sonho e a memória se confundem e perdem na sucessão de marés. Um século é muito tempo. Um século não é nada, quando aprendemos a nadar.
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Edição: Set 2012
Nº Páginas: 520
Sinopse:
O presente livro recolhe os depoimentos prestados durante o ciclo de debates, "Tempos de Transição", realizado entre setembro de 2008 e janeiro de 2009, em Lisboa, com a organização do Centro Nacional de Cultura, do Círculo Eça de Queiroz, do Grémio Literário e da SEDES.O objetivo foi suscitar os testemunhos de protagonistas e contemporâneos da governação de Marcelo Caetano entre 1968 e 1974, procurando ser o mais abrangente possível. Assim, foram recolhidos e discutidos depoimentos sobre a personalidade e a intimidade de Marcelo Caetano (Ana Maria Caetano, Pedro Feytor Pinto e Marcelo Rebelo de Sousa), e sobre a vida política da época, especialmente no que diz respeito à Ala Liberal (João Salgueiro, Elmano Alves, José Luís Nogueira de Brito, João Bosco Mota Amaral e Francisco Pinto Balsemão), à Revisão Constitucional de 1971 (Jorge Miranda, Miguel Galvão Teles), ao Ultramar (Abdool Karim Vakil, Walter Marques, Abel Couto, José Capela e Fernando Amaro Monteiro) e à diplomacia (Rui Patrício, José Manuel Villas-Boas e Luiz Figueira). Foram igualmente cobertos os grandes temas e áreas da governação: a Economia, as Finanças e as Obras Públicas (J. Mota de Campos, Rogério Martins, Valentim Xavier Pintado, João Oliveira Martins e Alexandre Vaz Pinto), e a Educação, a Segurança Social e a Saúde (José Veiga Simão, Joaquim Silva Pinto, Raquel Ribeiro, Duarte Ivo Cruz). Finalmente, ficaram registadas as críticas, dissidências e oposições suscitadas pelo Governo de Marcelo Caetano (Zita Seabra, António Reis e José Miguel Júdice).Em nenhum momento, apesar do natural envolvimento e emoção de muitos dos participantes ao evocarem trechos da sua vida, houve outra intenção que não a de deixar contributos para o estudo de uma época crucial da História portuguesa.
Nº Páginas: 520
Sinopse:
O presente livro recolhe os depoimentos prestados durante o ciclo de debates, "Tempos de Transição", realizado entre setembro de 2008 e janeiro de 2009, em Lisboa, com a organização do Centro Nacional de Cultura, do Círculo Eça de Queiroz, do Grémio Literário e da SEDES.O objetivo foi suscitar os testemunhos de protagonistas e contemporâneos da governação de Marcelo Caetano entre 1968 e 1974, procurando ser o mais abrangente possível. Assim, foram recolhidos e discutidos depoimentos sobre a personalidade e a intimidade de Marcelo Caetano (Ana Maria Caetano, Pedro Feytor Pinto e Marcelo Rebelo de Sousa), e sobre a vida política da época, especialmente no que diz respeito à Ala Liberal (João Salgueiro, Elmano Alves, José Luís Nogueira de Brito, João Bosco Mota Amaral e Francisco Pinto Balsemão), à Revisão Constitucional de 1971 (Jorge Miranda, Miguel Galvão Teles), ao Ultramar (Abdool Karim Vakil, Walter Marques, Abel Couto, José Capela e Fernando Amaro Monteiro) e à diplomacia (Rui Patrício, José Manuel Villas-Boas e Luiz Figueira). Foram igualmente cobertos os grandes temas e áreas da governação: a Economia, as Finanças e as Obras Públicas (J. Mota de Campos, Rogério Martins, Valentim Xavier Pintado, João Oliveira Martins e Alexandre Vaz Pinto), e a Educação, a Segurança Social e a Saúde (José Veiga Simão, Joaquim Silva Pinto, Raquel Ribeiro, Duarte Ivo Cruz). Finalmente, ficaram registadas as críticas, dissidências e oposições suscitadas pelo Governo de Marcelo Caetano (Zita Seabra, António Reis e José Miguel Júdice).Em nenhum momento, apesar do natural envolvimento e emoção de muitos dos participantes ao evocarem trechos da sua vida, houve outra intenção que não a de deixar contributos para o estudo de uma época crucial da História portuguesa.
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Edição: Fev 2019
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Poucos políticos portugueses alcançaram a popularidade de Marcelo Rebelo de Sousa. Com ele, a Presidência da República foi para a rua ao encontro do povo, quebrando formalismos e protocolos. Este Presidente é a prova de como os afetos contam em política e de como podem ajudar a travar outros populismos, ainda que corra o risco de ser acusado de banalizar a função. Sem deixar de ser um homem de consensos, Marcelo também não deixou de pressionar o Governo e de condicionar a oposição, nem de marcar pontos na política internacional. Seguindo Marcelo Rebelo de Sousa no terreno, consultando centenas de trabalhos que relatam o seu percurso e falando com muitos dos que o acompanham, este livro é o retrato vivo de um Presidente da República singular, que já marcou a forma como se faz política em Portugal.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Poucos políticos portugueses alcançaram a popularidade de Marcelo Rebelo de Sousa. Com ele, a Presidência da República foi para a rua ao encontro do povo, quebrando formalismos e protocolos. Este Presidente é a prova de como os afetos contam em política e de como podem ajudar a travar outros populismos, ainda que corra o risco de ser acusado de banalizar a função. Sem deixar de ser um homem de consensos, Marcelo também não deixou de pressionar o Governo e de condicionar a oposição, nem de marcar pontos na política internacional. Seguindo Marcelo Rebelo de Sousa no terreno, consultando centenas de trabalhos que relatam o seu percurso e falando com muitos dos que o acompanham, este livro é o retrato vivo de um Presidente da República singular, que já marcou a forma como se faz política em Portugal.
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 586
Sinopse:
Marcello Caetano, 1906-1980, de Francisco Martinho (académico brasileiro, "pupilo" de António Costa Pinto), retrata a vida e o homem nos seus vários quadrantes: família, academia, política e exílio. De ressaltar a enfâse dada ao exílio, apresentado como um período "desafogado" financeira e socialmente, ao contrário do que se poderá julgar. Inclusive, o autor ressalta a relação epistolar de amizade, ou algo mais -alvitra, com Maria Helena Prieto.
Nº Páginas: 586
Sinopse:
Marcello Caetano, 1906-1980, de Francisco Martinho (académico brasileiro, "pupilo" de António Costa Pinto), retrata a vida e o homem nos seus vários quadrantes: família, academia, política e exílio. De ressaltar a enfâse dada ao exílio, apresentado como um período "desafogado" financeira e socialmente, ao contrário do que se poderá julgar. Inclusive, o autor ressalta a relação epistolar de amizade, ou algo mais -alvitra, com Maria Helena Prieto.
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Edição: Nov 2014
Nº Páginas: 712
Sinopse:
"Em Janeiro de 2011, ainda antes da chegada da troika a Portugal, o país foi confrontado com o primeiro corte salarial aos funcionários públicos. Na altura lembrei-me que essa medida era expressamente rejeitada no Manual de Direito Administrativo de Marcello Caetano, que só a admitia como grave sanção penal. Escrevi, por isso, no meu blogue (http://syntagma.blogs.sapo.pt/16439.html), um pequeno texto intitulado "Recordando Marcello Caetano", no qual chamava a atenção que o regime democrático estava a permitir algo que nem o último presidente do Conselho do Estado Novo admitiria. Esse texto teve ampla repercussão na Internet, o que motivou o meu interesse em realizar uma investigação mais aprofundada sobre a vida de Marcello Caetano. Através da consulta de obras de diversos autores, de jornais antigos, bem como de documentação existente nos arquivos e espólios pessoais, procurei assim descobrir os diversos traços da personalidade complexa de Marcello Caetano e do que foi a sua vida. O consulado de Marcello Caetano é infelizmente desvalorizado na história do século xx, sendo apresentado quase como um parêntese entre o regime salazarista e o regime democrático que se seguiu à Revolução de 25 de Abril de 1974. Tal constitui uma perspetiva extremamente injusta, pois esquece a extraordinária obra do governo de Marcello Caetano, especialmente nos planos, económico, social e laboral. Na verdade, Marcello Caetano deve ser considerado como o verdadeiro fundador do Estado social em Portugal, que o regime democrático depois veio a desenvolver e cuja sustentabilidade é hoje tão questionada. Precisamente por isso, quando, passados 40 anos após a Revolução de 25 de Abril, se assiste ao desmantelamento progressivo do Estado social, convém que a História preste alguma atenção à vida do homem que o iniciou no nosso país."
Nº Páginas: 712
Sinopse:
"Em Janeiro de 2011, ainda antes da chegada da troika a Portugal, o país foi confrontado com o primeiro corte salarial aos funcionários públicos. Na altura lembrei-me que essa medida era expressamente rejeitada no Manual de Direito Administrativo de Marcello Caetano, que só a admitia como grave sanção penal. Escrevi, por isso, no meu blogue (http://syntagma.blogs.sapo.pt/16439.html), um pequeno texto intitulado "Recordando Marcello Caetano", no qual chamava a atenção que o regime democrático estava a permitir algo que nem o último presidente do Conselho do Estado Novo admitiria. Esse texto teve ampla repercussão na Internet, o que motivou o meu interesse em realizar uma investigação mais aprofundada sobre a vida de Marcello Caetano. Através da consulta de obras de diversos autores, de jornais antigos, bem como de documentação existente nos arquivos e espólios pessoais, procurei assim descobrir os diversos traços da personalidade complexa de Marcello Caetano e do que foi a sua vida. O consulado de Marcello Caetano é infelizmente desvalorizado na história do século xx, sendo apresentado quase como um parêntese entre o regime salazarista e o regime democrático que se seguiu à Revolução de 25 de Abril de 1974. Tal constitui uma perspetiva extremamente injusta, pois esquece a extraordinária obra do governo de Marcello Caetano, especialmente nos planos, económico, social e laboral. Na verdade, Marcello Caetano deve ser considerado como o verdadeiro fundador do Estado social em Portugal, que o regime democrático depois veio a desenvolver e cuja sustentabilidade é hoje tão questionada. Precisamente por isso, quando, passados 40 anos após a Revolução de 25 de Abril, se assiste ao desmantelamento progressivo do Estado social, convém que a História preste alguma atenção à vida do homem que o iniciou no nosso país."
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Será a felicidade dos consumidores o melhor caminho para as marcas? Segundo Aristóteles, a felicidade é o bem supremo. O derradeiro objetivo humano sobre o qual, consciente ou inconscientemente, todos orbitamos. Sabemos intuitivamente que desejamos viver bem e que essa procura guia, se não todas, a maioria das decisões que tomamos. Este é o ponto de partida de "Marca Positiva": provar que a felicidade dos consumidores é, de facto, o melhor caminho para as marcas. Se as marcas servem o público e o público procura ser feliz, as marcas não existem senão para fazerem as pessoas felizes. As marcas têm mais para oferecer do que apenas o próprio produto. Num mundo cada vez mais digital, é a humanização que aproxima as marcas do seu público. A felicidade dos consumidores é sinónimo de marcas bem-sucedidas. Marca Positiva = Pessoas Felizes = Negócio Saudável
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Será a felicidade dos consumidores o melhor caminho para as marcas? Segundo Aristóteles, a felicidade é o bem supremo. O derradeiro objetivo humano sobre o qual, consciente ou inconscientemente, todos orbitamos. Sabemos intuitivamente que desejamos viver bem e que essa procura guia, se não todas, a maioria das decisões que tomamos. Este é o ponto de partida de "Marca Positiva": provar que a felicidade dos consumidores é, de facto, o melhor caminho para as marcas. Se as marcas servem o público e o público procura ser feliz, as marcas não existem senão para fazerem as pessoas felizes. As marcas têm mais para oferecer do que apenas o próprio produto. Num mundo cada vez mais digital, é a humanização que aproxima as marcas do seu público. A felicidade dos consumidores é sinónimo de marcas bem-sucedidas. Marca Positiva = Pessoas Felizes = Negócio Saudável
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Num estilo próximo e irreverente, este livro dirige-se a todos os leitores que se sentem pouco aptos numa sociedade que exige que se seja sempre "o número um" e contém dez ideias revolucionárias para alcançar a plenitude individual - e a felicidade. Os livros de Walter Riso, um autor conceituado e reconhecido na linha da divulgação psicológica e afectiva, estão escritos numa linguagem simples, clara e acessível, de fácil compreensão para os leitores. Os seus livros já venderam mais de 1 milhão de exemplares em todo o mundo.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Num estilo próximo e irreverente, este livro dirige-se a todos os leitores que se sentem pouco aptos numa sociedade que exige que se seja sempre "o número um" e contém dez ideias revolucionárias para alcançar a plenitude individual - e a felicidade. Os livros de Walter Riso, um autor conceituado e reconhecido na linha da divulgação psicológica e afectiva, estão escritos numa linguagem simples, clara e acessível, de fácil compreensão para os leitores. Os seus livros já venderam mais de 1 milhão de exemplares em todo o mundo.
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Edição: Set 2013
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Publicado pela primeira vez em 1958, na Guimarães Editores, este livro foi reeditado posteriormente em conjunto com No Tempo Dividido (1985, Edições Salamandra), tendo vindo posteriormente a ser publicado de novo em volume autónomo, na Caminho, em 2003. A presente edição, a 5.ª, mantém essa opção acrescentando um magnífico prefácio de Fernando J.B. Martinho. É mantida a antiga grafia.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Publicado pela primeira vez em 1958, na Guimarães Editores, este livro foi reeditado posteriormente em conjunto com No Tempo Dividido (1985, Edições Salamandra), tendo vindo posteriormente a ser publicado de novo em volume autónomo, na Caminho, em 2003. A presente edição, a 5.ª, mantém essa opção acrescentando um magnífico prefácio de Fernando J.B. Martinho. É mantida a antiga grafia.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Depois de uma explosão no Golfo do México destruir três plataformas de extração de petróleo, Kurt Austin e a equipa NUMA são destacados pelo presidente dos Estados Unidos para descobrir o que está a acontecer. As pistas levam-nos até Tessa Franco, uma milionária brilhante na área da energia alternativa. O seu objetivo é acabar com a era do petróleo - a sua empresa gastou milhões a desenvolver o mais avançado sistema de células de combustível do mundo. Mas será ela, de facto, uma heroína ambiental? A equipa NUMA descobre que os campos petrolíferos estão infetados com uma bactéria que está a consumir o petróleo antes de este ser extraído da terra - uma bactéria que se perdeu há muitos anos, quando dois submarinos desapareceram no Mediterrâneo sem deixar qualquer rasto. Com o preço do petróleo a disparar e a economia mundial a colapsar, Kurt terá de encontrar um dos submarinos desaparecidos para poder travar a ameaça biológica que se avizinha. Mas esta não é uma tarefa fácil, e com dinheiro e um exército de assassinos aos seu dispor, Tessa Franco fará tudo o que estiver ao seu alcance para o travar.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Depois de uma explosão no Golfo do México destruir três plataformas de extração de petróleo, Kurt Austin e a equipa NUMA são destacados pelo presidente dos Estados Unidos para descobrir o que está a acontecer. As pistas levam-nos até Tessa Franco, uma milionária brilhante na área da energia alternativa. O seu objetivo é acabar com a era do petróleo - a sua empresa gastou milhões a desenvolver o mais avançado sistema de células de combustível do mundo. Mas será ela, de facto, uma heroína ambiental? A equipa NUMA descobre que os campos petrolíferos estão infetados com uma bactéria que está a consumir o petróleo antes de este ser extraído da terra - uma bactéria que se perdeu há muitos anos, quando dois submarinos desapareceram no Mediterrâneo sem deixar qualquer rasto. Com o preço do petróleo a disparar e a economia mundial a colapsar, Kurt terá de encontrar um dos submarinos desaparecidos para poder travar a ameaça biológica que se avizinha. Mas esta não é uma tarefa fácil, e com dinheiro e um exército de assassinos aos seu dispor, Tessa Franco fará tudo o que estiver ao seu alcance para o travar.
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