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Edição: Fev 2020
Nº Páginas: 208
Sinopse:
"Naquela noite, o céu estava repleto de estrelas. Eu e ele sentámo-nos lado a lado. De mão dada. No terraço do nosso café favorito. Onde nos podíamos esconder por um bocado, onde existiríamos apenas nós e as nossas histórias. E por vezes tocavam algumas canções antigas. Falávamos sobre vidas. A sua, a minha e as possibilidades da nossa. Estávamos na verdade a falar de coisas de que já faláramos antes. Estávamos apenas a repetir as coisas, uma e outra vez. Como nos tínhamos conhecido, as canções de que mais gostávamos, e contávamos as mesmas piadas repetidamente. Tal como diz a canção dos Pet Shop Boys, "nunca nos sentíamos aborrecidos... / - Ei, amas -me? - perguntou ele assim do nada. Com os olhos a brilharem de tal forma que dardejaram nos meus. Como se estivesse pronto para me devorar. - É claro que amo. - Podemos ficar assim para sempre? Bem, isso era algo a que eu não podia responder, para ser honesta. Para sempre era algo demasiado forte para ser pronunciado."
Cada história de amor é diferente, mas todas as histórias de amor são iguais: o primeiro toque, os primeiros beijos, os primeiros dias juntos, a conquista, a perda, a saudade, o desamor; os sonhos, as esperanças, as ilusões e desilusões; os amores que nos falham e os amigos que nunca falham, ou viceversa. Histórias para Dias de Chuva são histórias que todos já vivemos ou conhecemos, mas a que queremos sempre voltar.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
"Naquela noite, o céu estava repleto de estrelas. Eu e ele sentámo-nos lado a lado. De mão dada. No terraço do nosso café favorito. Onde nos podíamos esconder por um bocado, onde existiríamos apenas nós e as nossas histórias. E por vezes tocavam algumas canções antigas. Falávamos sobre vidas. A sua, a minha e as possibilidades da nossa. Estávamos na verdade a falar de coisas de que já faláramos antes. Estávamos apenas a repetir as coisas, uma e outra vez. Como nos tínhamos conhecido, as canções de que mais gostávamos, e contávamos as mesmas piadas repetidamente. Tal como diz a canção dos Pet Shop Boys, "nunca nos sentíamos aborrecidos... / - Ei, amas -me? - perguntou ele assim do nada. Com os olhos a brilharem de tal forma que dardejaram nos meus. Como se estivesse pronto para me devorar. - É claro que amo. - Podemos ficar assim para sempre? Bem, isso era algo a que eu não podia responder, para ser honesta. Para sempre era algo demasiado forte para ser pronunciado."
Cada história de amor é diferente, mas todas as histórias de amor são iguais: o primeiro toque, os primeiros beijos, os primeiros dias juntos, a conquista, a perda, a saudade, o desamor; os sonhos, as esperanças, as ilusões e desilusões; os amores que nos falham e os amigos que nunca falham, ou viceversa. Histórias para Dias de Chuva são histórias que todos já vivemos ou conhecemos, mas a que queremos sempre voltar.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 640
Sinopse:
Melhor que um romane de Nora Roberts, só mesmo…3 romances num só livro! "Construir um amor", "Uma luz na tempestade" e "O homem dos seus sonhos" são três fantásticos enredos bem ao jeito da autora número um de vendas no The New York Times.
Nº Páginas: 640
Sinopse:
Melhor que um romane de Nora Roberts, só mesmo…3 romances num só livro! "Construir um amor", "Uma luz na tempestade" e "O homem dos seus sonhos" são três fantásticos enredos bem ao jeito da autora número um de vendas no The New York Times.
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Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 624
Sinopse:
"Nesta antologia recuperei de uma dispersão por jornais e livros alguns dos textos de ficção de Camilo Castelo Branco que se me afiguraram mais representativos entre os que ele escreveu e publicou desde o início dos anos 50 a finais dos anos 80 do século XIX. Daí me tenha servido para título de uma obra pensada pelo autor, mas nunca escrita. Histórias do Meu Tempo é título encontrado numa carta de Camilo ao seu amigo Vieira de Castro, chegando mesmo a dizer-lhe que figurava entre os seus últimos trabalhos que estavam "a gemer na estampa", destinados a um editor lisboeta. Folheando esta obra, sentimos logo estarmos ante um fantástico álbum videográfico dominado pelos tons a sépia das imagens de uma sociedade que mais ninguém conseguiu amostrar como o autor de Amor de Perdição. Ler as ficções que conformam Histórias do Meu Tempo é uma lição de escrita que compreende uma seleção de páginas entre milhares que saíram da banca de trabalho de um dos mais fecundos escritores da nossa Literatura." Conteúdo da obra • Uma Praga Rogada nas Escadas da Forca • A Formosa das Violetas • Vingança Dum Rinoceronte de Amor • Uma Viscondessa Que não Era • Mil por Um • Gracejos Que Matam • Dois Santos não Beatificados em Roma • O Comendador • Um Parente de Cinquenta e Três Monarcas • Maria Moisés • A Mulher da Azinhaga • O Degredado • Dois Corações Guisados • A Viúva do Enforcado • O Livro V da Ordenação, Título 22 • Aquela Casa Triste • Que Segredos São Estes? • O Senhor Ministro • O Filósofo de Trapeira • O Cofre do Capitão-Mor • Quarto dos Doze Casamentos Felizes
Nº Páginas: 624
Sinopse:
"Nesta antologia recuperei de uma dispersão por jornais e livros alguns dos textos de ficção de Camilo Castelo Branco que se me afiguraram mais representativos entre os que ele escreveu e publicou desde o início dos anos 50 a finais dos anos 80 do século XIX. Daí me tenha servido para título de uma obra pensada pelo autor, mas nunca escrita. Histórias do Meu Tempo é título encontrado numa carta de Camilo ao seu amigo Vieira de Castro, chegando mesmo a dizer-lhe que figurava entre os seus últimos trabalhos que estavam "a gemer na estampa", destinados a um editor lisboeta. Folheando esta obra, sentimos logo estarmos ante um fantástico álbum videográfico dominado pelos tons a sépia das imagens de uma sociedade que mais ninguém conseguiu amostrar como o autor de Amor de Perdição. Ler as ficções que conformam Histórias do Meu Tempo é uma lição de escrita que compreende uma seleção de páginas entre milhares que saíram da banca de trabalho de um dos mais fecundos escritores da nossa Literatura." Conteúdo da obra • Uma Praga Rogada nas Escadas da Forca • A Formosa das Violetas • Vingança Dum Rinoceronte de Amor • Uma Viscondessa Que não Era • Mil por Um • Gracejos Que Matam • Dois Santos não Beatificados em Roma • O Comendador • Um Parente de Cinquenta e Três Monarcas • Maria Moisés • A Mulher da Azinhaga • O Degredado • Dois Corações Guisados • A Viúva do Enforcado • O Livro V da Ordenação, Título 22 • Aquela Casa Triste • Que Segredos São Estes? • O Senhor Ministro • O Filósofo de Trapeira • O Cofre do Capitão-Mor • Quarto dos Doze Casamentos Felizes
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Compilada em 1900, quando Rilke tinha vinte e quatro anos, a sucessão de contos que compõe as "Histórias do Bom Deus" terá sido inspirada pela viagem que levara o autor até à Rússia no ano anterior. A vastidão da paisagem russa e a profunda espiritualidade que encontrou nas pessoas simples com quem se cruzou terão levado o poeta a refletir sobre a forma como Deus se dá a conhecer, descobrindo-O em tudo o que nos rodeia. Este é um conjunto de contos, parábolas e fábulas que quis que fosse particularmente destinado a falar às crianças sobre o divino, sobre o amor e a devoção, e que veio a revelar-se um dos seus mais importantes trabalhos em prosa. Neste volume reunimos mais três obras suas, "Dois Contos de Praga" (1899), "Ewald Tragy" (escrito entre 1898 e 1899, mas não publicado em vida) e "Os Últimos" (1901), que comprovam que Rainer Maria Rilke foi não só um dos maiores poetas de língua alemã do século xx, mas também um exímio contador de histórias.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Compilada em 1900, quando Rilke tinha vinte e quatro anos, a sucessão de contos que compõe as "Histórias do Bom Deus" terá sido inspirada pela viagem que levara o autor até à Rússia no ano anterior. A vastidão da paisagem russa e a profunda espiritualidade que encontrou nas pessoas simples com quem se cruzou terão levado o poeta a refletir sobre a forma como Deus se dá a conhecer, descobrindo-O em tudo o que nos rodeia. Este é um conjunto de contos, parábolas e fábulas que quis que fosse particularmente destinado a falar às crianças sobre o divino, sobre o amor e a devoção, e que veio a revelar-se um dos seus mais importantes trabalhos em prosa. Neste volume reunimos mais três obras suas, "Dois Contos de Praga" (1899), "Ewald Tragy" (escrito entre 1898 e 1899, mas não publicado em vida) e "Os Últimos" (1901), que comprovam que Rainer Maria Rilke foi não só um dos maiores poetas de língua alemã do século xx, mas também um exímio contador de histórias.
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Edição: Nov 2025
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Foi apanhado por Domingos Paciência a depilar o rabo, espetou sem querer uma faca num colega no balneário, saltou de um carro a gritar "bomba!", dormiu num frigorífico para sobreviver ao calor da Arábia. Ukra Monteiro jogou futebol profissional durante quase duas décadas, mas foi fora das quatro linhas que se tornou inesquecível. Com um talento raro para arrancar gargalhadas, não é por acaso que o chamam de Rei Ukra. "Tive plena noção desde cedo de que não estava destinado a ganhar uma Bota de Ouro. Contudo, são raros os jogadores que aguentariam tantos anos como eu a jogar sempre com dores nos joelhos e um sorriso no rosto." Humor é coisa que nunca faltou ao nosso Borat português. Neste livro inédito, Ukra Monteiro conta-nos pela primeira vez as histórias mais divertidas do mundo do futebol. Das brincadeiras nos balneários às partidas mais malucas, em que não faltam dildos gigantes e os lendários tomates de Cândido Costa, as gargalhadas estão garantidas do primeiro ao último capítulo.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Foi apanhado por Domingos Paciência a depilar o rabo, espetou sem querer uma faca num colega no balneário, saltou de um carro a gritar "bomba!", dormiu num frigorífico para sobreviver ao calor da Arábia. Ukra Monteiro jogou futebol profissional durante quase duas décadas, mas foi fora das quatro linhas que se tornou inesquecível. Com um talento raro para arrancar gargalhadas, não é por acaso que o chamam de Rei Ukra. "Tive plena noção desde cedo de que não estava destinado a ganhar uma Bota de Ouro. Contudo, são raros os jogadores que aguentariam tantos anos como eu a jogar sempre com dores nos joelhos e um sorriso no rosto." Humor é coisa que nunca faltou ao nosso Borat português. Neste livro inédito, Ukra Monteiro conta-nos pela primeira vez as histórias mais divertidas do mundo do futebol. Das brincadeiras nos balneários às partidas mais malucas, em que não faltam dildos gigantes e os lendários tomates de Cândido Costa, as gargalhadas estão garantidas do primeiro ao último capítulo.
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Edição: Jun 2012
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Este volume reúne o primeiro conjunto de histórias policiais de Fernando Pessoa, escritas entre 1906 e 1907 e em língua inglesa. Começa aqui o policial pessoano, conceito em que irá trabalhar até morrer. Se, nalguns aspectos, estes textos estão ainda ligados à juventude do autor e às experiências e leituras desses tempos, outros revelam uma surpreendente coerência em relação à escrita policial da sua maturidade. A visão que Pessoa tinha do género começou aqui a formar-se e ele manteve-se-lhe fiel até ao fim. O ex-sargento William Byng é o detective criado, misto de genialidade e fraqueza, personificação dos poderes dedutivos, com um raciocínio abstracto que se assemelha a um número de circo de elaborados volteios. Tal como mais tarde Abílio Quaresma, das novelas policiárias, Byng é um decifrador dos mistérios do mundo e da mente humana, aparentemente transcendentes, mas possíveis de reduzir a simples charadas da vida real. O ensaio "História Policial", também ele iniciado na juventude, mas continuado e acrescentado ao longo das décadas seguintes, revela o profundo conhecimento do autor acerca de um género ao tempo pouco valorizado entre nós, mas que ele apreciava o suficiente para o desejar transformar em coisa sua. Neste ensaio é definido o princípio fundador: o policial de qualidade, produto da imaginação, deve ser sobretudo um divertimento intelectual e um exercício de raciocínio.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Este volume reúne o primeiro conjunto de histórias policiais de Fernando Pessoa, escritas entre 1906 e 1907 e em língua inglesa. Começa aqui o policial pessoano, conceito em que irá trabalhar até morrer. Se, nalguns aspectos, estes textos estão ainda ligados à juventude do autor e às experiências e leituras desses tempos, outros revelam uma surpreendente coerência em relação à escrita policial da sua maturidade. A visão que Pessoa tinha do género começou aqui a formar-se e ele manteve-se-lhe fiel até ao fim. O ex-sargento William Byng é o detective criado, misto de genialidade e fraqueza, personificação dos poderes dedutivos, com um raciocínio abstracto que se assemelha a um número de circo de elaborados volteios. Tal como mais tarde Abílio Quaresma, das novelas policiárias, Byng é um decifrador dos mistérios do mundo e da mente humana, aparentemente transcendentes, mas possíveis de reduzir a simples charadas da vida real. O ensaio "História Policial", também ele iniciado na juventude, mas continuado e acrescentado ao longo das décadas seguintes, revela o profundo conhecimento do autor acerca de um género ao tempo pouco valorizado entre nós, mas que ele apreciava o suficiente para o desejar transformar em coisa sua. Neste ensaio é definido o princípio fundador: o policial de qualidade, produto da imaginação, deve ser sobretudo um divertimento intelectual e um exercício de raciocínio.
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Edição: Jun 2014
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Talvez Roma seja apelidada de Cidade Eterna porque o tempo a atravessa com lentidão. Caótica e simultaneamente melancólica, acumula um cepticismo de séculos, mas mantém a luminosa vivacidade do Mediterrâneo. O catalão Enric González viveu em muitas cidades ao longo da sua vida enquanto correspondente do El País, mas escreveu apenas sobre algumas, e escreveu sempre a uma distância temporal confortável, que lhe permitisse recolher as memórias e experiências que de facto importam. Este livro não é um guia turístico nem uma antologia de lugares - é um percurso pessoal por uma Roma fascinante, às vezes secreta. Nas suas páginas, o leitor encontrará uma sucessão de histórias, personagens, momentos e cenários romanos: gatos, pinturas de Caravaggio, a casa e o túmulo de Keats, a melhor pizaria da cidade, o lugar onde se toma o melhor café do mundo, burocracia, a história de um marquês perverso, voyeur, assassino e suicida, o périplo de um pacote que corre meio mundo e regressa a Roma devido à incompetência dos Correios, papas, Berlusconi, uma igreja onde ninguém se quer casar, os códigos romanos de cortesia, futebol, conspirações maçónicas, barbearias, palácios, virgens, santos e milagres.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Talvez Roma seja apelidada de Cidade Eterna porque o tempo a atravessa com lentidão. Caótica e simultaneamente melancólica, acumula um cepticismo de séculos, mas mantém a luminosa vivacidade do Mediterrâneo. O catalão Enric González viveu em muitas cidades ao longo da sua vida enquanto correspondente do El País, mas escreveu apenas sobre algumas, e escreveu sempre a uma distância temporal confortável, que lhe permitisse recolher as memórias e experiências que de facto importam. Este livro não é um guia turístico nem uma antologia de lugares - é um percurso pessoal por uma Roma fascinante, às vezes secreta. Nas suas páginas, o leitor encontrará uma sucessão de histórias, personagens, momentos e cenários romanos: gatos, pinturas de Caravaggio, a casa e o túmulo de Keats, a melhor pizaria da cidade, o lugar onde se toma o melhor café do mundo, burocracia, a história de um marquês perverso, voyeur, assassino e suicida, o périplo de um pacote que corre meio mundo e regressa a Roma devido à incompetência dos Correios, papas, Berlusconi, uma igreja onde ninguém se quer casar, os códigos romanos de cortesia, futebol, conspirações maçónicas, barbearias, palácios, virgens, santos e milagres.
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Edição: Ago 2015
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Nova Iorque: a cidade não dorme, e Enric González tão-pouco. Entre episódios burlescos da máfia nova-iorquina, a impossibilidade de se encontrar um apartamento aceitável na cidade, curiosidades sobre lugares simbólicos - bairros, museus, bares e restaurantes - e referências a figuras que marcam a identidade urbana (Woody Allen, Oliver Sacks, Lou Reed, Rudy Giuliani), González apresenta a sua visão pessoalíssima da mais mítica das metrópoles.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Nova Iorque: a cidade não dorme, e Enric González tão-pouco. Entre episódios burlescos da máfia nova-iorquina, a impossibilidade de se encontrar um apartamento aceitável na cidade, curiosidades sobre lugares simbólicos - bairros, museus, bares e restaurantes - e referências a figuras que marcam a identidade urbana (Woody Allen, Oliver Sacks, Lou Reed, Rudy Giuliani), González apresenta a sua visão pessoalíssima da mais mítica das metrópoles.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 144
Sinopse:
"Dei-me conta de que os livros perdidos têm algo que os outros não possuem: deixam-nos, a nós, não leitores, a possibilidade de imaginá-los, de contá-los, de reinventá-los." Ernest Hemingway, George Byron, Sylvia Plath, Nikolai Gógol, Malcolm Lowry, Bruno Schulz, Romano Bilenchi, Walter Benjamin… Histórias de oito livros perdidos, queimados, rasgados, roubados, simplesmente desaparecidos, que sabemos terem sido escritos, que sabemos existirem. As pistas são fracas e a esperança de os encontrar reduzida, mas procurá-los não será já um modo de os lermos? Da Florença deste século à Londres regencial, da estepe russa à Praga da Segunda Guerra Mundial, Giorgio Van Straten, no papel de detetive de livros perdidos, guia o leitor pelo espaço e pelo tempo numa viagem fascinante, desenterrando histórias de infâmia, tragédia e oportunidades (de leitura) perdidas.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
"Dei-me conta de que os livros perdidos têm algo que os outros não possuem: deixam-nos, a nós, não leitores, a possibilidade de imaginá-los, de contá-los, de reinventá-los." Ernest Hemingway, George Byron, Sylvia Plath, Nikolai Gógol, Malcolm Lowry, Bruno Schulz, Romano Bilenchi, Walter Benjamin… Histórias de oito livros perdidos, queimados, rasgados, roubados, simplesmente desaparecidos, que sabemos terem sido escritos, que sabemos existirem. As pistas são fracas e a esperança de os encontrar reduzida, mas procurá-los não será já um modo de os lermos? Da Florença deste século à Londres regencial, da estepe russa à Praga da Segunda Guerra Mundial, Giorgio Van Straten, no papel de detetive de livros perdidos, guia o leitor pelo espaço e pelo tempo numa viagem fascinante, desenterrando histórias de infâmia, tragédia e oportunidades (de leitura) perdidas.
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Edição: Jul 2019
Nº Páginas: 136
Sinopse:
"Os famas são os que embalsamam e catalogam as recordações, que bebem à colherada a virtude com o único propósito de se reconhecerem cheios de vícios, aqueles que, se têm tosse, deitam abaixo um eucalipto em vez de comprarem os rebuçados peitorais Dr. Bayard. Os cronópios são aqueles que ao lavar os dentes à janela espremem todo o conteúdo do tubo só para verem esvoaçar grinaldas de pasta dentífrica cor-de-rosa (…) quando se deparam com uma tartaruga, desenham-lhe uma andorinha. (…) A criação mais feliz e absoluta de Cortázar." Do prefácio de Italo Calvino Nova tradução de Isabel Pettermann
Nº Páginas: 136
Sinopse:
"Os famas são os que embalsamam e catalogam as recordações, que bebem à colherada a virtude com o único propósito de se reconhecerem cheios de vícios, aqueles que, se têm tosse, deitam abaixo um eucalipto em vez de comprarem os rebuçados peitorais Dr. Bayard. Os cronópios são aqueles que ao lavar os dentes à janela espremem todo o conteúdo do tubo só para verem esvoaçar grinaldas de pasta dentífrica cor-de-rosa (…) quando se deparam com uma tartaruga, desenham-lhe uma andorinha. (…) A criação mais feliz e absoluta de Cortázar." Do prefácio de Italo Calvino Nova tradução de Isabel Pettermann
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Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Condicionados pela responsabilidade, proibidos de casar por amor verdadeiro… as histórias de amor de reis e rainhas são muitas vezes completamente diferentes dos romances de contos de fadas dos livros infantis.Este livro desvenda as verdadeiras histórias dos assuntos do coração de reis e rainhas, desde a trágica história de amor de Luis XVI e Maria Antonieta até ao controverso casamento de Eduardo VIII com a americana divorciada Wallis Simpson; e desde a paixão ardente de D. Pedro I de Portugal por Inês de Castro, até ao amor eterno entre o xazar Nicolau II e a czarina Alexandra.As 14 histórias de amor deste livro mostram-nos perspectivas fascinantes da realeza ao longo dos últimos sete séculos.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Condicionados pela responsabilidade, proibidos de casar por amor verdadeiro… as histórias de amor de reis e rainhas são muitas vezes completamente diferentes dos romances de contos de fadas dos livros infantis.Este livro desvenda as verdadeiras histórias dos assuntos do coração de reis e rainhas, desde a trágica história de amor de Luis XVI e Maria Antonieta até ao controverso casamento de Eduardo VIII com a americana divorciada Wallis Simpson; e desde a paixão ardente de D. Pedro I de Portugal por Inês de Castro, até ao amor eterno entre o xazar Nicolau II e a czarina Alexandra.As 14 histórias de amor deste livro mostram-nos perspectivas fascinantes da realeza ao longo dos últimos sete séculos.
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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 332
Sinopse:
Histórias de Adormecer para Raparigas Rebeldes é uma coletânea de 100 histórias inspiradoras sobre mulheres extraordinárias que desafiaram convenções e mudaram o mundo. Cada relato é uma homenagem à coragem, criatividade e perseverança, desde figuras históricas como Frida Kahlo e Malala Yousafzai até pioneiras menos conhecidas. Ideal para jovens leitoras, este livro oferece modelos de força e determinação, mostrando que todas as raparigas podem ser protagonistas da sua própria história.
Nº Páginas: 332
Sinopse:
Histórias de Adormecer para Raparigas Rebeldes é uma coletânea de 100 histórias inspiradoras sobre mulheres extraordinárias que desafiaram convenções e mudaram o mundo. Cada relato é uma homenagem à coragem, criatividade e perseverança, desde figuras históricas como Frida Kahlo e Malala Yousafzai até pioneiras menos conhecidas. Ideal para jovens leitoras, este livro oferece modelos de força e determinação, mostrando que todas as raparigas podem ser protagonistas da sua própria história.
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Depois de o primeiro volume de Histórias de Adormecer Para Raparigas Rebeldes ter embalado mais de um milhão de pessoas, as autoras Francesca Cavallo e Elena Favilli dão-nos a conhecer cem novas histórias de mulheres extraordinárias cujas vidas imprimiram no mundo uma marca de coragem, iniciativa e irreverência. Cada biografia é um pequeno conto inspirador que nos faz sonhar com um infinito universo de possibilidades. Entre escritoras, astronautas, fotógrafas, atrizes, políticas, cantoras, professoras, ativistas, revolucionárias, rainhas, enfermeiras, acrobatas… Estão mulheres tão diferentes como Agatha Christie, Yeonmi Parke, Nefertiti, J.K. Rowling, Beatrix Potter ou Simone Veil. Vidas que renovam a nossa esperança num mundo mais justo, igualitário e belo. Histórias que inspiram a sonhar mais longe.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Depois de o primeiro volume de Histórias de Adormecer Para Raparigas Rebeldes ter embalado mais de um milhão de pessoas, as autoras Francesca Cavallo e Elena Favilli dão-nos a conhecer cem novas histórias de mulheres extraordinárias cujas vidas imprimiram no mundo uma marca de coragem, iniciativa e irreverência. Cada biografia é um pequeno conto inspirador que nos faz sonhar com um infinito universo de possibilidades. Entre escritoras, astronautas, fotógrafas, atrizes, políticas, cantoras, professoras, ativistas, revolucionárias, rainhas, enfermeiras, acrobatas… Estão mulheres tão diferentes como Agatha Christie, Yeonmi Parke, Nefertiti, J.K. Rowling, Beatrix Potter ou Simone Veil. Vidas que renovam a nossa esperança num mundo mais justo, igualitário e belo. Histórias que inspiram a sonhar mais longe.
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Edição: Nov 2010
Nº Páginas: 160
Sinopse:
""Tá" diz-se em uruguaio quando se procura afirmar com ênfase, e "Tá" respondeu Mario Benedetti quando a decência perguntou se havia que arriscar pelos pobres, pelos fracos, pelos condenados da terra, pelos que não tinham direito à alegria, pelos que sonhavam com uma existência justa, por uma palavra "amanhã" plena de sentido."Esta frase, que dá início a uma das histórias que Luis Sepúlveda recolhe neste livro, resume perfeitamente tanto o espírito que guia a vida do autor chileno, como as suas palavras. Palavras seguras, potentes mas sussurrantes, que sempre nos interrogam sobre o estado do mundo e das suas gentes. Foi essa interrogação constante que consagrou Luis Sepúlveda como um dos mais originais escritores de língua castelhana. Nestas 25 histórias somos transladados para diversos cenários, distintas situações, países daqui e dali, mas as palavras do autor remetem-nos sempre para um mesmo território literário: o território dos derrotados que se negam a aceitar a derrota. Um território bem conhecido dos leitores de Luis Sepúlveda que, neste livro, se reencontrarão com algumas das melhores passagens da sua extensa obra literária.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
""Tá" diz-se em uruguaio quando se procura afirmar com ênfase, e "Tá" respondeu Mario Benedetti quando a decência perguntou se havia que arriscar pelos pobres, pelos fracos, pelos condenados da terra, pelos que não tinham direito à alegria, pelos que sonhavam com uma existência justa, por uma palavra "amanhã" plena de sentido."Esta frase, que dá início a uma das histórias que Luis Sepúlveda recolhe neste livro, resume perfeitamente tanto o espírito que guia a vida do autor chileno, como as suas palavras. Palavras seguras, potentes mas sussurrantes, que sempre nos interrogam sobre o estado do mundo e das suas gentes. Foi essa interrogação constante que consagrou Luis Sepúlveda como um dos mais originais escritores de língua castelhana. Nestas 25 histórias somos transladados para diversos cenários, distintas situações, países daqui e dali, mas as palavras do autor remetem-nos sempre para um mesmo território literário: o território dos derrotados que se negam a aceitar a derrota. Um território bem conhecido dos leitores de Luis Sepúlveda que, neste livro, se reencontrarão com algumas das melhores passagens da sua extensa obra literária.
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Enquanto advogado, António Canêdo Berenguel tem-se cruzado com histórias de vida inenarráveis, mas foi nos fundos judiciais que encontrou as mais incríveis e surpreendentes. Entre maços e maços de processos, selecciona histórias judiciais do século XIX e do início do século XX, que conta na rubrica Histórias da Justiça, na TSF. Agora, reuniu la crème de la crème neste livro homónimo. De notas falsas em ceroulas a barbeiros abortadeiros, passando por furtos de galinhas, porcos, queijos e presuntos, há de tudo nos arquivos dos tribunais. Conheça a história do político local que mudou a hora nacional e a dos ex-namorados que foram parar ao tribunal por causa, não do euromilhões, mas de… sabonetes. Há histórias de amor e de ódio de outros tempos, peritos de tudo e de nada, juízes e procuradores probos e austeros, advogados e funcionários judiciais zelosos, conflituosos ou apaixonados, nesta selecção proveniente de um acervo documental único.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Enquanto advogado, António Canêdo Berenguel tem-se cruzado com histórias de vida inenarráveis, mas foi nos fundos judiciais que encontrou as mais incríveis e surpreendentes. Entre maços e maços de processos, selecciona histórias judiciais do século XIX e do início do século XX, que conta na rubrica Histórias da Justiça, na TSF. Agora, reuniu la crème de la crème neste livro homónimo. De notas falsas em ceroulas a barbeiros abortadeiros, passando por furtos de galinhas, porcos, queijos e presuntos, há de tudo nos arquivos dos tribunais. Conheça a história do político local que mudou a hora nacional e a dos ex-namorados que foram parar ao tribunal por causa, não do euromilhões, mas de… sabonetes. Há histórias de amor e de ódio de outros tempos, peritos de tudo e de nada, juízes e procuradores probos e austeros, advogados e funcionários judiciais zelosos, conflituosos ou apaixonados, nesta selecção proveniente de um acervo documental único.
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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Neste seu novo livro, Rubem Fonseca opta de novo pela concisão, tal como fizera na coletânea "Amálgama", vencedora do Prémio Jabuti 2015. Junta desta vez trinta e oito histórias curtas, por vezes curtíssimas, nas quais volta a abordar brilhantemente, de forma crua mas delicada, temas já recorrentes na sua obra mais recente: o envelhecimento, a obesidade, a loucura e todo o tipo de decadência humana.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Neste seu novo livro, Rubem Fonseca opta de novo pela concisão, tal como fizera na coletânea "Amálgama", vencedora do Prémio Jabuti 2015. Junta desta vez trinta e oito histórias curtas, por vezes curtíssimas, nas quais volta a abordar brilhantemente, de forma crua mas delicada, temas já recorrentes na sua obra mais recente: o envelhecimento, a obesidade, a loucura e todo o tipo de decadência humana.
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Edição: Set 2016
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Do conjunto de textos escritos por João Paulo Martins, ao longo de quase três décadas, e publicados na imprensa, nasce este livro cheio de histórias acompanhadas com vinho e temperadas com vários condimentos. Um percurso no mundo do vinho que começou em 1989, numa altura em que a imprensa era quase omissa no capítulo da gastronomia, mas que assinala a "revolução" do vinho em Portugal. João Paulo Martins mantém as colaborações com a Revista de Vinhos, no Expresso e na revista Metrópoles e é, reconhecidamente, um nome incontornável na crítica sobre vinhos, publicando há 22 anos o famoso Vinhos de Portugal.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Do conjunto de textos escritos por João Paulo Martins, ao longo de quase três décadas, e publicados na imprensa, nasce este livro cheio de histórias acompanhadas com vinho e temperadas com vários condimentos. Um percurso no mundo do vinho que começou em 1989, numa altura em que a imprensa era quase omissa no capítulo da gastronomia, mas que assinala a "revolução" do vinho em Portugal. João Paulo Martins mantém as colaborações com a Revista de Vinhos, no Expresso e na revista Metrópoles e é, reconhecidamente, um nome incontornável na crítica sobre vinhos, publicando há 22 anos o famoso Vinhos de Portugal.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Histórias Coloniais descreve conflitos sociais significativos e determinantes nas antigas colónias portuguesas. Estes acontecimentos retratam a violência e a brutalidade de uma dominação colonial insensível aos problemas das populações e mostram, ainda, a forma como contribuíram para a formação da consciência nacionalista e como acabaram por acelerar o caminho para a independência dos territórios (ou para a sua integração nos países a que pertenciam). São oito os episódios, um por cada antiga colónia portuguesa, desenvolvidos pelos autores Dalila Cabrita Mateus e Álvaro Mateus neste seu livro póstumo. Algumas histórias são praticamente desconhecidas; outras, graças ao acesso a novas fontes encontradas pelos autores, têm aqui versões mais completas do que aquelas que até agora eram do conhecimento público. Neste livro, recuamos a épocas de vincada opressão colonial em Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé, Goa, Macau e Timor-Leste, numa viagem ao passado que começa no final da década de 1920 e termina em meados dos anos 60, passando pelas vésperas do início da Guerra Colonial, com um dos acontecimentos mais sangrentos e simultaneamente obscuros da presença portuguesa em África: o massacre nos campos de algodão da Baixa do Cassanje, em Angola.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Histórias Coloniais descreve conflitos sociais significativos e determinantes nas antigas colónias portuguesas. Estes acontecimentos retratam a violência e a brutalidade de uma dominação colonial insensível aos problemas das populações e mostram, ainda, a forma como contribuíram para a formação da consciência nacionalista e como acabaram por acelerar o caminho para a independência dos territórios (ou para a sua integração nos países a que pertenciam). São oito os episódios, um por cada antiga colónia portuguesa, desenvolvidos pelos autores Dalila Cabrita Mateus e Álvaro Mateus neste seu livro póstumo. Algumas histórias são praticamente desconhecidas; outras, graças ao acesso a novas fontes encontradas pelos autores, têm aqui versões mais completas do que aquelas que até agora eram do conhecimento público. Neste livro, recuamos a épocas de vincada opressão colonial em Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé, Goa, Macau e Timor-Leste, numa viagem ao passado que começa no final da década de 1920 e termina em meados dos anos 60, passando pelas vésperas do início da Guerra Colonial, com um dos acontecimentos mais sangrentos e simultaneamente obscuros da presença portuguesa em África: o massacre nos campos de algodão da Baixa do Cassanje, em Angola.
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Edição: Fev 2002
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Arthur Conan Doyle escreveu a série "Round the Fire Stories" com o objectivo de manter Sherlock Holmes ausente das suas narrativas. Os leitores do "The Strand" reclamavam o mistério e a emoção a que Conan Doyle os tinha habituado. É assim que, entre Junho de 1898 e Maio de 1899, "The Strand" publica as referidas histórias (do nº 90 ao 101). O seu autor pretendeu com elas manter o interesse dos leitores, provando que era capaz de manter vivos o suspense, o enigma e o mistério, independentemente de Sherlock Holmes, entretanto... por ele "assassinado" (atirando-o, catarata abaixo, abraçado ao seu terrível adversário, o Professor Moriarty). Estas "Histórias à Lareira", que encontrei interessantíssimas, são apresentadas pelo próprio Conan Doyle, do seguinte modo: "No presente volume foram compilados contos de mistério, que podem ser lidos "à lareira", numa noite de Inverno. Seria, para mim, o ambiente ideal para tais histórias, se um autor pode escolher a hora e o local da leitura da sua obra, tal como o artista, que escolhe a iluminação e o local ideais para exibir um quadro seu. Contudo, se estes contos puderem dar alegria a alguém, em qualquer local e em qualquer momento, o seu autor dar-se-á por muito satisfeito."
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Arthur Conan Doyle escreveu a série "Round the Fire Stories" com o objectivo de manter Sherlock Holmes ausente das suas narrativas. Os leitores do "The Strand" reclamavam o mistério e a emoção a que Conan Doyle os tinha habituado. É assim que, entre Junho de 1898 e Maio de 1899, "The Strand" publica as referidas histórias (do nº 90 ao 101). O seu autor pretendeu com elas manter o interesse dos leitores, provando que era capaz de manter vivos o suspense, o enigma e o mistério, independentemente de Sherlock Holmes, entretanto... por ele "assassinado" (atirando-o, catarata abaixo, abraçado ao seu terrível adversário, o Professor Moriarty). Estas "Histórias à Lareira", que encontrei interessantíssimas, são apresentadas pelo próprio Conan Doyle, do seguinte modo: "No presente volume foram compilados contos de mistério, que podem ser lidos "à lareira", numa noite de Inverno. Seria, para mim, o ambiente ideal para tais histórias, se um autor pode escolher a hora e o local da leitura da sua obra, tal como o artista, que escolhe a iluminação e o local ideais para exibir um quadro seu. Contudo, se estes contos puderem dar alegria a alguém, em qualquer local e em qualquer momento, o seu autor dar-se-á por muito satisfeito."
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Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"Não são abundantes os livros, nem mesmo os artigos, em que o historiador português reflete sobre a História que faz e que os outros historiadores fazem ou, na generalidade, sobre o conceito de História na sua conceção historiográfica, ou na sua aceção teórica ou filosófica, sobre o seu ensino e mesmo sobre a sua divulgação. Esta obra não pretende ser um estudo de teoria da História, a juntar às reflexões de autores citados e mesmo a alguns artigos que fomos publicando sobre a temática. Pretendo apenas refletir interrogativamente, na primeira pessoa e como historiador, sobre o sentido da História, a fim de evitar que se confunda a História como ciência como uma mera narrativa de curiosidades, mesmo como uma simples obra de divulgação fácil, com um livro de memórias, até com a literatura de costumes de época ou com algumas biografias a que por vezes se quer dar o valor da História (ressalvando outras, que são obras de historiadores), mesmo com as ideias singelas e esquemáticas (mas às vezes escritas com densidade e muito rigor) que se apresentam nos manuais pedagógicos de História ou até com trivialidades que se dizem em discursos oportunistas como sendo ‘verdades históricas’. O que pretendo é dar uma noção simples e ao mesmo tempo complexa de História, definir a sua linha de rumo científico e separar águas sem nunca depreciar outros registos que são muitas vezes considerados incorretamente como História, a não ser que se queira fazer identificações abusivas."
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"Não são abundantes os livros, nem mesmo os artigos, em que o historiador português reflete sobre a História que faz e que os outros historiadores fazem ou, na generalidade, sobre o conceito de História na sua conceção historiográfica, ou na sua aceção teórica ou filosófica, sobre o seu ensino e mesmo sobre a sua divulgação. Esta obra não pretende ser um estudo de teoria da História, a juntar às reflexões de autores citados e mesmo a alguns artigos que fomos publicando sobre a temática. Pretendo apenas refletir interrogativamente, na primeira pessoa e como historiador, sobre o sentido da História, a fim de evitar que se confunda a História como ciência como uma mera narrativa de curiosidades, mesmo como uma simples obra de divulgação fácil, com um livro de memórias, até com a literatura de costumes de época ou com algumas biografias a que por vezes se quer dar o valor da História (ressalvando outras, que são obras de historiadores), mesmo com as ideias singelas e esquemáticas (mas às vezes escritas com densidade e muito rigor) que se apresentam nos manuais pedagógicos de História ou até com trivialidades que se dizem em discursos oportunistas como sendo ‘verdades históricas’. O que pretendo é dar uma noção simples e ao mesmo tempo complexa de História, definir a sua linha de rumo científico e separar águas sem nunca depreciar outros registos que são muitas vezes considerados incorretamente como História, a não ser que se queira fazer identificações abusivas."
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Edição: Mar 2019
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Este livro reúne notas e ensaios de uma história cultural, publicados nos últimos anos. Começa por analisar representações quinhentistas de Lisboa à China e de descrições de missionários e historiadores europeus, do Renascimento ao Iluminismo, relativas a várias partes da Ásia. Depois, aborda configurações e contextos em que se situam autores e textos, literários, artísticos e historiográficos. Por último, procura articular um tempo longo, do século XVI à atualidade, e criar várias formas de distância, destinadas a ganhar perspetiva crítica em relação à história da nação e do império português, abordando questões de racismo, de distinção social e de género, sem esquecer outros padrões identitários, como o brasileiro.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Este livro reúne notas e ensaios de uma história cultural, publicados nos últimos anos. Começa por analisar representações quinhentistas de Lisboa à China e de descrições de missionários e historiadores europeus, do Renascimento ao Iluminismo, relativas a várias partes da Ásia. Depois, aborda configurações e contextos em que se situam autores e textos, literários, artísticos e historiográficos. Por último, procura articular um tempo longo, do século XVI à atualidade, e criar várias formas de distância, destinadas a ganhar perspetiva crítica em relação à história da nação e do império português, abordando questões de racismo, de distinção social e de género, sem esquecer outros padrões identitários, como o brasileiro.
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Edição: Out 2021
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Publicado pela primeira vez em 1935, a História Universal da Infâmia foi posteriormente revista pelo autor e aumentada em quatro textos, o que deu origem a todas as edições a partir de 1954. Nesse primeiro livro de ficção, Borges trabalha com biografias de ladrões e rufiões, personagens traiçoeiras e heroicas. São algumas das personagens mais inesquecíveis de Borges em torno da vida e da morte em Buenos Aires: a viúva Ching, intrépida e sanguinária pirata; o inverosímil impostor Tom Castro; o atroz redentor Lazarus Morell ou "o homem da esquina rosada". São quadros de uma exposição da mitologia porteña: gente que fala uma linguagem perigosa, que caminha sobre as lâmina do abismo. Tradução de José Bento.
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Publicado pela primeira vez em 1935, a História Universal da Infâmia foi posteriormente revista pelo autor e aumentada em quatro textos, o que deu origem a todas as edições a partir de 1954. Nesse primeiro livro de ficção, Borges trabalha com biografias de ladrões e rufiões, personagens traiçoeiras e heroicas. São algumas das personagens mais inesquecíveis de Borges em torno da vida e da morte em Buenos Aires: a viúva Ching, intrépida e sanguinária pirata; o inverosímil impostor Tom Castro; o atroz redentor Lazarus Morell ou "o homem da esquina rosada". São quadros de uma exposição da mitologia porteña: gente que fala uma linguagem perigosa, que caminha sobre as lâmina do abismo. Tradução de José Bento.
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Edição: Jan 2013
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Neste livro caem os mitos que giram em torno de Salazar, Cunhal e Soares, as três figuras mais maquilhadas e desmaquilhadas pelas narrativas do costume na análise da História de Portugal.Henrique Raposo, com rigor e sem medo confronta-nos com factos e conclusões que nos fazem repensar Portugal. Uma pedrada no charco da análise política contemporânea.Um livro que vai provocar forte debate mediático!
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Neste livro caem os mitos que giram em torno de Salazar, Cunhal e Soares, as três figuras mais maquilhadas e desmaquilhadas pelas narrativas do costume na análise da História de Portugal.Henrique Raposo, com rigor e sem medo confronta-nos com factos e conclusões que nos fazem repensar Portugal. Uma pedrada no charco da análise política contemporânea.Um livro que vai provocar forte debate mediático!
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Edição: Jun 2017
Nº Páginas: 728
Sinopse:
Da batalha de São Mamede a Aljubarrota, da Conquista de Ceuta a Alcácer-Quibir, da Restauração às Invasões Francesas, da Batalha de La Lys às missões no Líbano ou no Afeganistão. As guerras da Fundação e da Independência. A construção do império e a descolonização. As guerras civis e as revoluções. As Guerras Liberais e a implantação da República. A ditadura militar, o 25 de Abril e a democracia. Os historiadores Nuno Severiano Teixeira, Francisco Contente Domingues e João Gouveia Monteiro cobrem quase mil anos de História, desde 1096 aos tempos que vivemos, analisando o recrutamento e a composição dos exércitos, das armadas e, mais recentemente, da força aérea. A evolução do armamento e das tecnologias militares. A arte da guerra. As estratégias, as táticas e as operações. História Militar de Portugal fala-nos destes aspetos ao pormenor, mas também nos apresenta a guerra e as guerras em contexto, nas suas relações com a economia, a sociedade, o poder politico - e a nossa identidade enquanto nação.
Nº Páginas: 728
Sinopse:
Da batalha de São Mamede a Aljubarrota, da Conquista de Ceuta a Alcácer-Quibir, da Restauração às Invasões Francesas, da Batalha de La Lys às missões no Líbano ou no Afeganistão. As guerras da Fundação e da Independência. A construção do império e a descolonização. As guerras civis e as revoluções. As Guerras Liberais e a implantação da República. A ditadura militar, o 25 de Abril e a democracia. Os historiadores Nuno Severiano Teixeira, Francisco Contente Domingues e João Gouveia Monteiro cobrem quase mil anos de História, desde 1096 aos tempos que vivemos, analisando o recrutamento e a composição dos exércitos, das armadas e, mais recentemente, da força aérea. A evolução do armamento e das tecnologias militares. A arte da guerra. As estratégias, as táticas e as operações. História Militar de Portugal fala-nos destes aspetos ao pormenor, mas também nos apresenta a guerra e as guerras em contexto, nas suas relações com a economia, a sociedade, o poder politico - e a nossa identidade enquanto nação.
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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 664
Sinopse:
"Portugal foi ponto de chegada e de partida de gentes, culturas, línguas, ideias, tendências de gosto, comportamentos, crenças, instituições, produtos que sempre foram variáveis e que aqui e nos ubíquos lugares onde chegaram imprimiram sinais de miscigenação plurimodal, que foram enriquecendo as cores do mundo, mas também provocando disrupções, violência, tantas vezes guerra, sofrimento e fenómenos de resistência. Portugal é o resultado de incontáveis dinâmicas de diálogo e de choque com outros lugares. E o mundo tem traços das mediações que os habitantes do espaço de Portugal espalharam. É esta fascinante história que aqui se pretende contar para melhor percebermos quem somos e o mundo em que vivemos." Coordenação científica João Luís Cardoso (Pré-História e Proto-História) Carlos Fabião (Antiguidade) Bernardo Vasconcelos e Sousa (Idade Média) Cátia Antunes (Época Moderna) António Costa Pinto (Época Contemporânea)
Nº Páginas: 664
Sinopse:
"Portugal foi ponto de chegada e de partida de gentes, culturas, línguas, ideias, tendências de gosto, comportamentos, crenças, instituições, produtos que sempre foram variáveis e que aqui e nos ubíquos lugares onde chegaram imprimiram sinais de miscigenação plurimodal, que foram enriquecendo as cores do mundo, mas também provocando disrupções, violência, tantas vezes guerra, sofrimento e fenómenos de resistência. Portugal é o resultado de incontáveis dinâmicas de diálogo e de choque com outros lugares. E o mundo tem traços das mediações que os habitantes do espaço de Portugal espalharam. É esta fascinante história que aqui se pretende contar para melhor percebermos quem somos e o mundo em que vivemos." Coordenação científica João Luís Cardoso (Pré-História e Proto-História) Carlos Fabião (Antiguidade) Bernardo Vasconcelos e Sousa (Idade Média) Cátia Antunes (Época Moderna) António Costa Pinto (Época Contemporânea)
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Edição: Out 2021
Nº Páginas: 400
Sinopse:
O primeiro volume desta trilogia sobre a história dos paladares recebeu inúmeros elogios da crítica e, mais importante ainda, o prémio maior da gastronomia, o Óscar da Gastronomia, como a ele muitas vezes se referem: foi considerado pela "Académie Internationale de la Gastronomie" o melhor livro de 2021. Mais recentemente, a sua autora, Deana Barroqueiro, viu o seu nome ser novamente consagrado, desta vez com o Prémio Femina 2021, pelo estudo e divulgação da cultura, história e sociedade de matriz portuguesa no estrangeiro e na lusofonia. Sendo o primeiro volume dedicado à sedução, neste, fruto do mesmo aturado processo de investigação e o mesmo rigor histórico, a autora apresenta como mote a perdição. Cheio de histórias, curiosidades, apontamentos exclusivos e mais de 200 receitas de época, trata-se de um livro imperdível para todos os que gostam da gastronomia e melhor a querem conhecer e saborear. O prefácio do segundo volume tem autoria de Virgílio Gomes, um autor consagrado na temática da gastronomia e um dos maiores especialistas portugueses na sua história.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
O primeiro volume desta trilogia sobre a história dos paladares recebeu inúmeros elogios da crítica e, mais importante ainda, o prémio maior da gastronomia, o Óscar da Gastronomia, como a ele muitas vezes se referem: foi considerado pela "Académie Internationale de la Gastronomie" o melhor livro de 2021. Mais recentemente, a sua autora, Deana Barroqueiro, viu o seu nome ser novamente consagrado, desta vez com o Prémio Femina 2021, pelo estudo e divulgação da cultura, história e sociedade de matriz portuguesa no estrangeiro e na lusofonia. Sendo o primeiro volume dedicado à sedução, neste, fruto do mesmo aturado processo de investigação e o mesmo rigor histórico, a autora apresenta como mote a perdição. Cheio de histórias, curiosidades, apontamentos exclusivos e mais de 200 receitas de época, trata-se de um livro imperdível para todos os que gostam da gastronomia e melhor a querem conhecer e saborear. O prefácio do segundo volume tem autoria de Virgílio Gomes, um autor consagrado na temática da gastronomia e um dos maiores especialistas portugueses na sua história.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 480
Sinopse:
A história da evolução do gosto, que levou à educação do paladar e à eleição da gastronomia como uma arte, percorreu um longuíssimo caminho, desde a Idade da Pedra até aos nossos dias. Esse percurso é aqui narrado através de acontecimentos passados nos cinco continentes, episódios históricos e mitos nacionais e universais, personalidades que refletiram e influenciaram o mundo dos paladares (reis, filósofos, cientistas, escritores) e também mais de 250 receitas que atravessaram séculos ou mesmo milénios, por via oral, manuscrita ou impressa, através de incontáveis gerações, chegando quase inalteradas aos nossos dias. A vastidão do tema levou a autora a dividir a obra em dois volumes, que se completam, embora com perspetivas distintas: o de Sedução, o primeiro, gira em torno dos paladares mais viscerais e que mais apelo fazem aos sentidos.
Nº Páginas: 480
Sinopse:
A história da evolução do gosto, que levou à educação do paladar e à eleição da gastronomia como uma arte, percorreu um longuíssimo caminho, desde a Idade da Pedra até aos nossos dias. Esse percurso é aqui narrado através de acontecimentos passados nos cinco continentes, episódios históricos e mitos nacionais e universais, personalidades que refletiram e influenciaram o mundo dos paladares (reis, filósofos, cientistas, escritores) e também mais de 250 receitas que atravessaram séculos ou mesmo milénios, por via oral, manuscrita ou impressa, através de incontáveis gerações, chegando quase inalteradas aos nossos dias. A vastidão do tema levou a autora a dividir a obra em dois volumes, que se completam, embora com perspetivas distintas: o de Sedução, o primeiro, gira em torno dos paladares mais viscerais e que mais apelo fazem aos sentidos.
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Edição: Mai 2023
Nº Páginas: 648
Sinopse:
A primeira história do trabalho verdadeiramente global, uma análise dinâmica desde a era da caça-recoleção até ao presente. Jan Lucassen oferece-nos uma história inclusiva do labor incansável da humanidade. Cobrindo a China, a Índia, África, as Américas e a Europa, Lucassen investiga os modos como as pessoas organizam o trabalho: no agregado familiar, na tribo, na cidade e no Estado. O autor examina a forma como o trabalho é dividido entre os homens, as mulheres e as crianças; o momento crítico da invenção do dinheiro; a ação coletiva dos trabalhadores; e o impacto da migração, da escravatura e da ideia do lazer. Dos agricultores nas primeiras sociedades agrárias à existência precária dos trabalhadores temporários atuais pagos à tarefa, esta narrativa surpreendente acerca da cooperação e da subordinação no trabalho projeta uma luz essencial sobre os desafios que enfrentamos atualmente.
Nº Páginas: 648
Sinopse:
A primeira história do trabalho verdadeiramente global, uma análise dinâmica desde a era da caça-recoleção até ao presente. Jan Lucassen oferece-nos uma história inclusiva do labor incansável da humanidade. Cobrindo a China, a Índia, África, as Américas e a Europa, Lucassen investiga os modos como as pessoas organizam o trabalho: no agregado familiar, na tribo, na cidade e no Estado. O autor examina a forma como o trabalho é dividido entre os homens, as mulheres e as crianças; o momento crítico da invenção do dinheiro; a ação coletiva dos trabalhadores; e o impacto da migração, da escravatura e da ideia do lazer. Dos agricultores nas primeiras sociedades agrárias à existência precária dos trabalhadores temporários atuais pagos à tarefa, esta narrativa surpreendente acerca da cooperação e da subordinação no trabalho projeta uma luz essencial sobre os desafios que enfrentamos atualmente.
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Edição: Out 2010
Nº Páginas: 680
Sinopse:
História do Século XX relata os eventos do século mais horrível e surpreendente que o mundo jamais experimentou - extremo na miséria humana e nas realizações humanas - e tenta dar-lhes um sentido à escala global.
Nº Páginas: 680
Sinopse:
História do Século XX relata os eventos do século mais horrível e surpreendente que o mundo jamais experimentou - extremo na miséria humana e nas realizações humanas - e tenta dar-lhes um sentido à escala global.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 446
Sinopse:
Um livro imprescindível e fundamental para se conhecer a história da Europa moderna. "Pelz apresenta-nos uma alternativa desafiante às narrativas convencionais sobre a Europa moderna, colocando no centro da História as dificuldades e a resistência de homens e mulheres trabalhadores."
Nº Páginas: 446
Sinopse:
Um livro imprescindível e fundamental para se conhecer a história da Europa moderna. "Pelz apresenta-nos uma alternativa desafiante às narrativas convencionais sobre a Europa moderna, colocando no centro da História as dificuldades e a resistência de homens e mulheres trabalhadores."
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