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Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Ser jornalista é contar a verdade. Amo a Rússia é a tentativa de Elena Kostyuchenko documentar o seu país através das experiências daqueles que são sistemática e brutalmente eliminados: raparigas das aldeias recrutadas para trabalho sexual, pessoas queer de províncias distantes, pacientes e médicos de uma maternidade ucraniana e repórteres como ela própria. Eis a Rússia tal como ela é, não como a imaginamos. O resultado é um retrato singular de uma nação, e de uma jovem mulher que recusa ser silenciada. Em março de 2022, como correspondente do último órgão da imprensa livre russa, Novaya Gazeta, Elena Kostyuchenko atravessou a fronteira da Ucrânia para fazer a cobertura da guerra. Tinha como missão garantir que os russos testemunhavam os horrores que Putin cometia em nome deles. Elena preparou as suas peças sabendo que, ao regressar a casa, seria provavelmente acusada e condenada a uma pena de prisão que podia ir até 15 anos. Porém, impulsionada pela convicção de que a maior forma de amor e patriotismo é a crítica, continua a escrever.
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Ser jornalista é contar a verdade. Amo a Rússia é a tentativa de Elena Kostyuchenko documentar o seu país através das experiências daqueles que são sistemática e brutalmente eliminados: raparigas das aldeias recrutadas para trabalho sexual, pessoas queer de províncias distantes, pacientes e médicos de uma maternidade ucraniana e repórteres como ela própria. Eis a Rússia tal como ela é, não como a imaginamos. O resultado é um retrato singular de uma nação, e de uma jovem mulher que recusa ser silenciada. Em março de 2022, como correspondente do último órgão da imprensa livre russa, Novaya Gazeta, Elena Kostyuchenko atravessou a fronteira da Ucrânia para fazer a cobertura da guerra. Tinha como missão garantir que os russos testemunhavam os horrores que Putin cometia em nome deles. Elena preparou as suas peças sabendo que, ao regressar a casa, seria provavelmente acusada e condenada a uma pena de prisão que podia ir até 15 anos. Porém, impulsionada pela convicção de que a maior forma de amor e patriotismo é a crítica, continua a escrever.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 128
Sinopse:
O turismo mudou a face das nossas cidades e foi um verdadeiro motor económico para vários países nos últimos anos. No entanto, teve efeitos indesejados e, hoje, o modelo de negócio promovido e praticado por este setor é obviamente insustentável. Neste livro, a jornalista Anna Pacheco explora as contradições entre o luxo que os hotéis de cinco estrelas vendem aos seus clientes e a realidade social, económica e laboral de quem neles trabalha. Um misto de trabalho de campo antropológico, crónica e ensaio, Estive Aqui e Lembrei-me de Nós é uma radiografia brilhante da relação entre turismo de luxo, exploração laboral e os sonhos da classe média sob a égide do capitalismo selvagem.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
O turismo mudou a face das nossas cidades e foi um verdadeiro motor económico para vários países nos últimos anos. No entanto, teve efeitos indesejados e, hoje, o modelo de negócio promovido e praticado por este setor é obviamente insustentável. Neste livro, a jornalista Anna Pacheco explora as contradições entre o luxo que os hotéis de cinco estrelas vendem aos seus clientes e a realidade social, económica e laboral de quem neles trabalha. Um misto de trabalho de campo antropológico, crónica e ensaio, Estive Aqui e Lembrei-me de Nós é uma radiografia brilhante da relação entre turismo de luxo, exploração laboral e os sonhos da classe média sob a égide do capitalismo selvagem.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 584
Sinopse:
SPQR («o Senado e o Povo de Roma») é um novo olhar sobre a história da Roma Antiga, de uma das mais aclamadas classicistas do mundo. Neste livro, Mary Beard, professora da Universidade de Cambridge, explora não só a forma como Roma passou de uma aldeia insignificante no centro de Itália a uma potência que controlava territórios da Península Ibérica à Síria, como também a forma como os romanos se consideravam a si próprios e às suas conquistas, e por que razão continuam a ser importantes para nós e a influenciar o mundo no século XXI. Cobrindo mil anos de história, SPQR lança uma nova luz sobre os fundamentos da cultura romana, desde a escravatura à água potável, explorando temas como a democracia, a migração, a controvérsia religiosa, a mobilidade social e a complexa teia de relações sociais no contexto mais vasto do império. Oferece-nos, também, uma nova visão das vidas de grupos inteiros de pessoas omitidos na narrativa histórica durante séculos. Esta é uma história surpreendente, incontornável e definitiva da Roma Antiga.
Nº Páginas: 584
Sinopse:
SPQR («o Senado e o Povo de Roma») é um novo olhar sobre a história da Roma Antiga, de uma das mais aclamadas classicistas do mundo. Neste livro, Mary Beard, professora da Universidade de Cambridge, explora não só a forma como Roma passou de uma aldeia insignificante no centro de Itália a uma potência que controlava territórios da Península Ibérica à Síria, como também a forma como os romanos se consideravam a si próprios e às suas conquistas, e por que razão continuam a ser importantes para nós e a influenciar o mundo no século XXI. Cobrindo mil anos de história, SPQR lança uma nova luz sobre os fundamentos da cultura romana, desde a escravatura à água potável, explorando temas como a democracia, a migração, a controvérsia religiosa, a mobilidade social e a complexa teia de relações sociais no contexto mais vasto do império. Oferece-nos, também, uma nova visão das vidas de grupos inteiros de pessoas omitidos na narrativa histórica durante séculos. Esta é uma história surpreendente, incontornável e definitiva da Roma Antiga.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Por detrás do que fomos, somos e seremos, estará sempre a busca pela água. Estará sempre a sede. A sede persegue-nos e impele-nos. Faz parte da nossa história e também do nosso ADN, da nossa memória e do nosso futuro. Empurrou os nossos antepassados para fora de África e fixou os seus descendentes junto dos rios caudalosos que restavam. É possível que nos tenha ajudado a inventar o pão, mas também nos fez conhecer a fome. Assistiu ao nascimento e à queda de civilizações. Levou-nos a olhar para o céu, a unir estrelas, a adorar deuses da chuva. Esta história começa no centro de Espanha, em La Mancha, um dos pontos menos chuvosos da Europa. Foi aí que, há milhares de anos, surgiu a primeira sociedade hidráulica deste continente, onde a escassez de água deu lugar a videiras, oliveiras e cereais. Em Sede, a jornalista e antropóloga Virginia Mendoza conta-nos uma história de sobrevivência, adaptação e evolução do ser humano, e relembra-nos os desafios que se prefiguram no nosso horizonte. Porque a sede une-nos, divide-nos e não deixará nunca de nos acompanhar, pois somos água em busca de água.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Por detrás do que fomos, somos e seremos, estará sempre a busca pela água. Estará sempre a sede. A sede persegue-nos e impele-nos. Faz parte da nossa história e também do nosso ADN, da nossa memória e do nosso futuro. Empurrou os nossos antepassados para fora de África e fixou os seus descendentes junto dos rios caudalosos que restavam. É possível que nos tenha ajudado a inventar o pão, mas também nos fez conhecer a fome. Assistiu ao nascimento e à queda de civilizações. Levou-nos a olhar para o céu, a unir estrelas, a adorar deuses da chuva. Esta história começa no centro de Espanha, em La Mancha, um dos pontos menos chuvosos da Europa. Foi aí que, há milhares de anos, surgiu a primeira sociedade hidráulica deste continente, onde a escassez de água deu lugar a videiras, oliveiras e cereais. Em Sede, a jornalista e antropóloga Virginia Mendoza conta-nos uma história de sobrevivência, adaptação e evolução do ser humano, e relembra-nos os desafios que se prefiguram no nosso horizonte. Porque a sede une-nos, divide-nos e não deixará nunca de nos acompanhar, pois somos água em busca de água.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 592
Sinopse:
A história da primeira força policial moderna através dos homicídios mais impressionantes que investigou. O nome Scotland Yard evoca de imediato as ruas enevoadas de Londres, crimes cometidos à luz de candeeiros desmaiados e assassinos perversos perseguidos por detectives cavalheiros. Criada em 1829, a Scotland Yard acabaria por se tornar a primeira organização policial moderna do mundo, ao promover a utilização da ciência forense (como as impressões digitais e a balística) e a técnica do perfil criminal. Com base em notícias de jornais da época, transcrições de julgamentos e relatos em primeira mão dos polícias no terreno, este livro reconstitui um conjunto de crimes sangrentos que não só ficaram célebres nos dois lados do Atlântico como mudaram decisivamente os métodos de investigação criminal.
Nº Páginas: 592
Sinopse:
A história da primeira força policial moderna através dos homicídios mais impressionantes que investigou. O nome Scotland Yard evoca de imediato as ruas enevoadas de Londres, crimes cometidos à luz de candeeiros desmaiados e assassinos perversos perseguidos por detectives cavalheiros. Criada em 1829, a Scotland Yard acabaria por se tornar a primeira organização policial moderna do mundo, ao promover a utilização da ciência forense (como as impressões digitais e a balística) e a técnica do perfil criminal. Com base em notícias de jornais da época, transcrições de julgamentos e relatos em primeira mão dos polícias no terreno, este livro reconstitui um conjunto de crimes sangrentos que não só ficaram célebres nos dois lados do Atlântico como mudaram decisivamente os métodos de investigação criminal.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 208
Sinopse:
O neoliberalismo instalou-se nas nossas vidas como se fosse algo natural. Geralmente temos dificuldade em defini-lo e em perceber o mal que nos pode trazer. Este livro vem mudar isso. Que somos nós? Éramos cidadãos, mas, hoje, parece que fomos reduzidos a consumidores. Da década de 1930 para cá, a ideia de que é a competição que nos define como espécie foi sendo adotada e alimentada por elites, determinadas em preservar as suas fortunas e o seu poder. Think tanks, corporações, os media, as universidades e os políticos tornaram-se a força motriz para difundir e cristalizar uma ideologia que nos esvazia enquanto pessoas, que exclui direitos e promove o neoliberalismo como doutrina que regula, secreta e silenciosamente, a nossa existência. Mas o que é o neoliberalismo? Por que razão estamos subjugados a ele? George Monbiot e Peter Hutchison traçam a história do nascimento e da ascensão do neoliberalismo, mostrando-nos como tem sido o agregador de muitas e cada vez mais terríveis crises, das alterações climáticas aos crashs financeiros, passando pela degradação dos serviços públicos e pela pobreza que afeta milhões de pessoas desde tenra idade - tudo enquanto parece fazer-nos crer que nada disto se interrelaciona. Porém, como este livro revela, a doutrina invisível tem exacerbado os maiores problemas mundiais das últimas décadas, subordinando a democracia ao poder do dinheiro. Ligando o neoliberalismo ao fascismo e desvendando o que se esconde por detrás das teorias populistas da conspiração, este livro abre um novo caminho social e político, baseado numa democracia verdadeiramente participativa.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
O neoliberalismo instalou-se nas nossas vidas como se fosse algo natural. Geralmente temos dificuldade em defini-lo e em perceber o mal que nos pode trazer. Este livro vem mudar isso. Que somos nós? Éramos cidadãos, mas, hoje, parece que fomos reduzidos a consumidores. Da década de 1930 para cá, a ideia de que é a competição que nos define como espécie foi sendo adotada e alimentada por elites, determinadas em preservar as suas fortunas e o seu poder. Think tanks, corporações, os media, as universidades e os políticos tornaram-se a força motriz para difundir e cristalizar uma ideologia que nos esvazia enquanto pessoas, que exclui direitos e promove o neoliberalismo como doutrina que regula, secreta e silenciosamente, a nossa existência. Mas o que é o neoliberalismo? Por que razão estamos subjugados a ele? George Monbiot e Peter Hutchison traçam a história do nascimento e da ascensão do neoliberalismo, mostrando-nos como tem sido o agregador de muitas e cada vez mais terríveis crises, das alterações climáticas aos crashs financeiros, passando pela degradação dos serviços públicos e pela pobreza que afeta milhões de pessoas desde tenra idade - tudo enquanto parece fazer-nos crer que nada disto se interrelaciona. Porém, como este livro revela, a doutrina invisível tem exacerbado os maiores problemas mundiais das últimas décadas, subordinando a democracia ao poder do dinheiro. Ligando o neoliberalismo ao fascismo e desvendando o que se esconde por detrás das teorias populistas da conspiração, este livro abre um novo caminho social e político, baseado numa democracia verdadeiramente participativa.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Numa época em que tanto se fala de inteligência artificial, impõe-se uma questão prévia: mas o que é a inteligência? O conceito tem sido objeto de definições e interpretações diversas - tantas quantos os especialistas que sobre ela se debruçaram. Neste livro, o prestigiado neurologista Alexandre Castro Caldas dá a conhecer a evolução do conceito ao longo dos séculos e apresenta a inteligência como uma capacidade não exclusiva dos seres humanos, mas própria dos seres vivos em geral, ainda que com expressões diferentes de espécie para espécie. Nesse sentido, serão as máquinas capazes de produzir e manifestar inteligência? Existirá, de facto, inteligência artificial? Ou o ambicioso projeto surgido nos anos 60 do século passado, que pretendia copiar a mente humana, limitar-se-á a simular grosseiramente o que é próprio dos seres vivos? Cruzando os conhecimentos de várias disciplinas, da biologia à antropologia, passando pela filosofia, Castro Caldas centra-se no conceito de inteligência vital, para procurar compreender o conceito do momento, a inteligência artificial, que compara a uma flor de plástico, na medida em que esta poderá ser bela, mas nunca sublime. «Uma eloquente caminhada ao longo da História do conhecimento. (…) Alexandre Castro Caldas deixa escancarada a porta para o debate. Para o debate necessário. Alexandre Castro Caldas ajuda-nos aqui a caminhar na busca de respostas. Das respostas que nos cabe, a nós, leitores e cidadãos, construir, e não das respostas encontradas já feitas e prontas a servir. Por isso, a urgência desta leitura.» Álvaro Laborinho Lúcio
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Numa época em que tanto se fala de inteligência artificial, impõe-se uma questão prévia: mas o que é a inteligência? O conceito tem sido objeto de definições e interpretações diversas - tantas quantos os especialistas que sobre ela se debruçaram. Neste livro, o prestigiado neurologista Alexandre Castro Caldas dá a conhecer a evolução do conceito ao longo dos séculos e apresenta a inteligência como uma capacidade não exclusiva dos seres humanos, mas própria dos seres vivos em geral, ainda que com expressões diferentes de espécie para espécie. Nesse sentido, serão as máquinas capazes de produzir e manifestar inteligência? Existirá, de facto, inteligência artificial? Ou o ambicioso projeto surgido nos anos 60 do século passado, que pretendia copiar a mente humana, limitar-se-á a simular grosseiramente o que é próprio dos seres vivos? Cruzando os conhecimentos de várias disciplinas, da biologia à antropologia, passando pela filosofia, Castro Caldas centra-se no conceito de inteligência vital, para procurar compreender o conceito do momento, a inteligência artificial, que compara a uma flor de plástico, na medida em que esta poderá ser bela, mas nunca sublime. «Uma eloquente caminhada ao longo da História do conhecimento. (…) Alexandre Castro Caldas deixa escancarada a porta para o debate. Para o debate necessário. Alexandre Castro Caldas ajuda-nos aqui a caminhar na busca de respostas. Das respostas que nos cabe, a nós, leitores e cidadãos, construir, e não das respostas encontradas já feitas e prontas a servir. Por isso, a urgência desta leitura.» Álvaro Laborinho Lúcio
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Edição: Jan 2025
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Como será o mundo em 2050? Como é que forças complexas de mudança - a demografia, a pressão sobre os recursos e o ambiente, o comércio e finanças internacionais, a tecnologia e o papel dos governos - afetarão a nossa sociedade global? E como é que, com tantas incógnitas, nos podemos preparar para o futuro? Hamish McRae é uma das vozes mais importantes sobre as tendências globais na economia, nos negócios e na sociedade, e nesta obra leva-nos numa viagem emocionante pelo futuro da humanidade. Com base em décadas de investigação e conciliando análise económica e perspetiva histórica, Hamish McRae pondera as oportunidades e os perigos que enfrentamos para nos ajudar a traçar um mapa do futuro. Por exemplo: em 2050, cerca de dois terços da população mundial terão níveis de vida de classe média ou superiores
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Como será o mundo em 2050? Como é que forças complexas de mudança - a demografia, a pressão sobre os recursos e o ambiente, o comércio e finanças internacionais, a tecnologia e o papel dos governos - afetarão a nossa sociedade global? E como é que, com tantas incógnitas, nos podemos preparar para o futuro? Hamish McRae é uma das vozes mais importantes sobre as tendências globais na economia, nos negócios e na sociedade, e nesta obra leva-nos numa viagem emocionante pelo futuro da humanidade. Com base em décadas de investigação e conciliando análise económica e perspetiva histórica, Hamish McRae pondera as oportunidades e os perigos que enfrentamos para nos ajudar a traçar um mapa do futuro. Por exemplo: em 2050, cerca de dois terços da população mundial terão níveis de vida de classe média ou superiores
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Edição: Jan 2025
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Com o final da Guerra Civil Chinesa, em 1949, nasceram duas Chinas. Os comunistas de Mao venceram e tomaram o território continental
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Com o final da Guerra Civil Chinesa, em 1949, nasceram duas Chinas. Os comunistas de Mao venceram e tomaram o território continental
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Apresentada tradicionalmente como uma mulher sem escrúpulos, ambiciosa e hostil a Portugal, Carlota Joaquina é ainda hoje uma das mais controversas figuras da história. Com apenas dez anos de idade, chegou a Lisboa casada com o futuro D. João VI, sendo de imediato objecto de escrutínio geral - por parte da corte, da nobreza, da burguesia e do povo, que viam na infanta espanhola um instrumento ao serviço do seu país. Numa época marcada por grandes convulsões na Europa e no mundo, Carlota Joaquina desde cedo demonstrou sentido de dever, visão estratégica e capacidade de liderança, não temendo afirmar a sua autoridade e de exercer o poder e os direitos inerentes à condição de rainha consorte. Resultado de profunda e rigorosa investigação, esta obra rejeita simplificações e narrativas baseadas em preconceitos, convidando os leitores à reflexão sobre os limites do poder e as ambiguidades da condição feminina. Não pretendendo reabilitar ou glorificar uma das mais complexas figuras da História de Portugal, D. Carlota Joaquina - Entre o Dever e a Transgressão analisa a princesa do Brasil a partir de um novo prisma e enquadra o seu comportamento e a sua acção num contexto mais amplo, num esforço de compreender a rainha e a mulher na sua pluralidade.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Apresentada tradicionalmente como uma mulher sem escrúpulos, ambiciosa e hostil a Portugal, Carlota Joaquina é ainda hoje uma das mais controversas figuras da história. Com apenas dez anos de idade, chegou a Lisboa casada com o futuro D. João VI, sendo de imediato objecto de escrutínio geral - por parte da corte, da nobreza, da burguesia e do povo, que viam na infanta espanhola um instrumento ao serviço do seu país. Numa época marcada por grandes convulsões na Europa e no mundo, Carlota Joaquina desde cedo demonstrou sentido de dever, visão estratégica e capacidade de liderança, não temendo afirmar a sua autoridade e de exercer o poder e os direitos inerentes à condição de rainha consorte. Resultado de profunda e rigorosa investigação, esta obra rejeita simplificações e narrativas baseadas em preconceitos, convidando os leitores à reflexão sobre os limites do poder e as ambiguidades da condição feminina. Não pretendendo reabilitar ou glorificar uma das mais complexas figuras da História de Portugal, D. Carlota Joaquina - Entre o Dever e a Transgressão analisa a princesa do Brasil a partir de um novo prisma e enquadra o seu comportamento e a sua acção num contexto mais amplo, num esforço de compreender a rainha e a mulher na sua pluralidade.
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Edição: Jan 2025
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Princesas portuguesas rainhas no estrangeiro apresenta ao leitor a biografia de dezoito infantas que ao longo dos séculos ocuparam poderosos tronos na Europa. Utilizadas ao longo dos tempos como mais um elemento em complexas manobras de poder ou como meros peões em alianças estratégicas, as infantas portuguesas que reinaram no estrangeiro foram também importantes embaixadoras de Portugal, divulgando além-fronteiras a tradição, a cultura, os usos e os costumes nacionais. De D. Urraca, filha de D. Afonso Henriques e de D. Mafalda, a D. Maria Isabel, filha de D. João VI e de Carlota Joaquina, este livro dá a conhecer a vida de mulheres que foram amadas, influentes e admiradas, mas também de soberanas que conheceram a traição, a infelicidade ou o repúdio. Com a publicação de Princesas portuguesas rainhas no estrangeiro, as Edições Parsifal mostram uma faceta pouco conhecida da História de Portugal e desvendam percursos de vida que surpreenderão os leitores.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Princesas portuguesas rainhas no estrangeiro apresenta ao leitor a biografia de dezoito infantas que ao longo dos séculos ocuparam poderosos tronos na Europa. Utilizadas ao longo dos tempos como mais um elemento em complexas manobras de poder ou como meros peões em alianças estratégicas, as infantas portuguesas que reinaram no estrangeiro foram também importantes embaixadoras de Portugal, divulgando além-fronteiras a tradição, a cultura, os usos e os costumes nacionais. De D. Urraca, filha de D. Afonso Henriques e de D. Mafalda, a D. Maria Isabel, filha de D. João VI e de Carlota Joaquina, este livro dá a conhecer a vida de mulheres que foram amadas, influentes e admiradas, mas também de soberanas que conheceram a traição, a infelicidade ou o repúdio. Com a publicação de Princesas portuguesas rainhas no estrangeiro, as Edições Parsifal mostram uma faceta pouco conhecida da História de Portugal e desvendam percursos de vida que surpreenderão os leitores.
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Edição: Jan 2025
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Com exceção da colisão de asteroides, só há um cenário de destruição do mundo, tal como o conhecemos, numa questão de horas: uma guerra nuclear. Até agora, ninguém fora dos círculos oficiais sabia exatamente o que acontece se um Estado pária lançar um míssil nuclear contra os Estados Unidos. Segundo a segundo e minuto a minuto, este livro revela os protocolos atuais que coreografam o fim certo da nossa civilização. Decisões que afetam centenas de milhões de vidas têm de ser tomadas em escassos minutos, com base em informações parciais, sabendo-se que, em caso de retaliação, nada conseguirá parar a destruição. Com base em dezenas de entrevistas inéditas a peritos civis e militares que construíram as armas, conheceram os planos de reação, e teriam sido responsáveis pelas decisões caso elas tivessem sido tomadas, este é o relato de como seria uma troca de bombas nucleares. "Guerra Nuclear" é ao mesmo tempo um thriller de não-ficção compulsivo e um argumento poderoso para nos questionarmos sobre a razão destas armas existirem.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Com exceção da colisão de asteroides, só há um cenário de destruição do mundo, tal como o conhecemos, numa questão de horas: uma guerra nuclear. Até agora, ninguém fora dos círculos oficiais sabia exatamente o que acontece se um Estado pária lançar um míssil nuclear contra os Estados Unidos. Segundo a segundo e minuto a minuto, este livro revela os protocolos atuais que coreografam o fim certo da nossa civilização. Decisões que afetam centenas de milhões de vidas têm de ser tomadas em escassos minutos, com base em informações parciais, sabendo-se que, em caso de retaliação, nada conseguirá parar a destruição. Com base em dezenas de entrevistas inéditas a peritos civis e militares que construíram as armas, conheceram os planos de reação, e teriam sido responsáveis pelas decisões caso elas tivessem sido tomadas, este é o relato de como seria uma troca de bombas nucleares. "Guerra Nuclear" é ao mesmo tempo um thriller de não-ficção compulsivo e um argumento poderoso para nos questionarmos sobre a razão destas armas existirem.
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Edição: Jan 2025
Nº Páginas: 222
Sinopse:
Este livro expõe um fenómeno fascinante, mas igualmente perturbador: o poder cada vez mais extraordinário de seis líderes bilionários, cuja riqueza e influência competem hoje com as dos Estados. Elon Musk, Mark Zuckerberg, Jeff Bezos, Bill Gates e Sergey Brin e Larry Page moldam os mercados, mentalidades e leis. Não respondem a ninguém e não foram eleitos nem mandatados por ninguém, uma situação perigosa e que não tem precedentes na história das nossas democracias. Christine Kerdellant analisa com perspicácia o sistema socioeconómico que tornou possíveis estes percursos, examinando os vazios políticos e regulatórios que eles preencheram de forma brilhante.
Nº Páginas: 222
Sinopse:
Este livro expõe um fenómeno fascinante, mas igualmente perturbador: o poder cada vez mais extraordinário de seis líderes bilionários, cuja riqueza e influência competem hoje com as dos Estados. Elon Musk, Mark Zuckerberg, Jeff Bezos, Bill Gates e Sergey Brin e Larry Page moldam os mercados, mentalidades e leis. Não respondem a ninguém e não foram eleitos nem mandatados por ninguém, uma situação perigosa e que não tem precedentes na história das nossas democracias. Christine Kerdellant analisa com perspicácia o sistema socioeconómico que tornou possíveis estes percursos, examinando os vazios políticos e regulatórios que eles preencheram de forma brilhante.
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Edição: Jan 2025
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Os sinais de alarme provocados por um eventual retorno do fascismo estão a disparar na direção errada. A atenção dos democratas intranquilos tem vindo a concentrar-se nas demonstrações mais evidentes do fenómeno: gestos identitários (saudações romanas, cruzes célticas), violência física, manifestações de ódio racial. Porém, a tudo isto - que é evidentemente condenável - sobrepõe-se algo mais perigoso e menos óbvio: os movimentos políticos que operam dentro das regras do jogo democrático, manifestando, simultaneamente, características herdadas do fascismo do século XX. Esses partidos - muitas vezes difíceis de classificar nas categorias de direita e esquerda - são convencionalmente definidos como populistas ou soberanistas. Enquanto os nostálgicos declarados do nazifascismo não passam de um fenómeno de nicho, os populistas europeus e americanos descendem - conscientemente ou não - não do Mussolini fundador do partido fascista, mas do Mussolini que primeiro intuiu os mecanismos de sedução política na sociedade de massas. Neste livro, Scurati identifica as leis e armadilhas do fascismo, oferecendo-nos um texto fundamental para entender a época inquietante que estamos a atravessar.
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Os sinais de alarme provocados por um eventual retorno do fascismo estão a disparar na direção errada. A atenção dos democratas intranquilos tem vindo a concentrar-se nas demonstrações mais evidentes do fenómeno: gestos identitários (saudações romanas, cruzes célticas), violência física, manifestações de ódio racial. Porém, a tudo isto - que é evidentemente condenável - sobrepõe-se algo mais perigoso e menos óbvio: os movimentos políticos que operam dentro das regras do jogo democrático, manifestando, simultaneamente, características herdadas do fascismo do século XX. Esses partidos - muitas vezes difíceis de classificar nas categorias de direita e esquerda - são convencionalmente definidos como populistas ou soberanistas. Enquanto os nostálgicos declarados do nazifascismo não passam de um fenómeno de nicho, os populistas europeus e americanos descendem - conscientemente ou não - não do Mussolini fundador do partido fascista, mas do Mussolini que primeiro intuiu os mecanismos de sedução política na sociedade de massas. Neste livro, Scurati identifica as leis e armadilhas do fascismo, oferecendo-nos um texto fundamental para entender a época inquietante que estamos a atravessar.
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Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Uma outra visão do nosso passado através de 100 histórias notáveis e inesquecíveis. Do domínio de Gengis Khan sobre a Terra aos primeiros passos de Armstrong na Lua, esta obra abrangente e original apresenta 100 momentos que definiram a humanidade e mudaram o nosso mundo para sempre. O prestigiado arqueólogo britânico Neil Oliver leva-nos numa viagem pelo globo para nos apresentar uma visão única e fundamental sobre grandes acontecimentos históricos ao longo de um vasto período. Estes 100 momentos são cruciais para compreender o mundo que hoje conhecemos. A obra inclui factos, personagens e ações incontornáveis, dando-nos uma visão única, original e surpreendente sobre a nossa história coletiva. Para quem quer um relato extraordinário de como o nosso mundo foi feito desde cinco mil anos antes de Cristo até ao presente.
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Uma outra visão do nosso passado através de 100 histórias notáveis e inesquecíveis. Do domínio de Gengis Khan sobre a Terra aos primeiros passos de Armstrong na Lua, esta obra abrangente e original apresenta 100 momentos que definiram a humanidade e mudaram o nosso mundo para sempre. O prestigiado arqueólogo britânico Neil Oliver leva-nos numa viagem pelo globo para nos apresentar uma visão única e fundamental sobre grandes acontecimentos históricos ao longo de um vasto período. Estes 100 momentos são cruciais para compreender o mundo que hoje conhecemos. A obra inclui factos, personagens e ações incontornáveis, dando-nos uma visão única, original e surpreendente sobre a nossa história coletiva. Para quem quer um relato extraordinário de como o nosso mundo foi feito desde cinco mil anos antes de Cristo até ao presente.
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Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Mais de cento e cinquenta anos de conflito. O que é que isso provoca na alma das pessoas, no espírito de uma nação? Tanto para o ocupado como para o ocupante? David Grossman, romancista israelita multipremiado, passou décadas a fazer campanha pela paz em Israel e na Palestina. Mas, depois de 7 de outubro de 2023, dia que assinalou a maior perda de vidas de judeus deste século, retirou-se para dentro de si próprio, refletindo sobre questões difíceis e necessárias acerca da sua amada nação: Como é que este massacre pôde acontecer? Como é que o governo de Netanyahu, emaranhado na sua teia de escândalos, não conseguiu proteger os seus cidadãos? E será que o 7 de outubro e a guerra que se lhe seguiu levaram consigo a última esperança da solução dos dois Estados?
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Mais de cento e cinquenta anos de conflito. O que é que isso provoca na alma das pessoas, no espírito de uma nação? Tanto para o ocupado como para o ocupante? David Grossman, romancista israelita multipremiado, passou décadas a fazer campanha pela paz em Israel e na Palestina. Mas, depois de 7 de outubro de 2023, dia que assinalou a maior perda de vidas de judeus deste século, retirou-se para dentro de si próprio, refletindo sobre questões difíceis e necessárias acerca da sua amada nação: Como é que este massacre pôde acontecer? Como é que o governo de Netanyahu, emaranhado na sua teia de escândalos, não conseguiu proteger os seus cidadãos? E será que o 7 de outubro e a guerra que se lhe seguiu levaram consigo a última esperança da solução dos dois Estados?
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Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 568
Sinopse:
Este livro reúne 50 poderosas conversas, com personalidades relevantes da nossa sociedade, num dos podcasts de maior referência do país. O primeiro a ser criado no jornal Expresso, em 2015. Da política, à literatura e à ciência
Nº Páginas: 568
Sinopse:
Este livro reúne 50 poderosas conversas, com personalidades relevantes da nossa sociedade, num dos podcasts de maior referência do país. O primeiro a ser criado no jornal Expresso, em 2015. Da política, à literatura e à ciência
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Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 176
Sinopse:
O mais célebre dos monstros do século XX finalmente desmistificado. Em Hitler, Verdades e Lendas, o historiador Claude Quétel traça o retrato de uma figura enigmática em si mesma um tema universal. Que mais se pode dizer sobre Hitler após a publicação de milhares de artigos e livros? Na verdade, não se trata de dizer mais, mas de dizer a coisa certa. Baseando-se nos avanços mais recentes da imensa bibliografia consagrada ao ditador nazi, Claude Quétel responde, em 20 capítulos, às perguntas que todos fazem, mas às quais poucos conseguem responder: Hitler teve uma infância feliz? Era realmente um estratega? Era viciado em trabalho? Foi sempre antissemita? Foi um herói da I Grande Guerra? Numa síntese que lança uma luz diferente sobre a verdadeira personalidade da figura do nazismo, Claude Quétel demonstra que a redacção de Mein Kampf não tinha por trás um plano. Que a sua marcha para o poder poderia ter sido travada. Que Adolf Hitler era um mau estratega.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
O mais célebre dos monstros do século XX finalmente desmistificado. Em Hitler, Verdades e Lendas, o historiador Claude Quétel traça o retrato de uma figura enigmática em si mesma um tema universal. Que mais se pode dizer sobre Hitler após a publicação de milhares de artigos e livros? Na verdade, não se trata de dizer mais, mas de dizer a coisa certa. Baseando-se nos avanços mais recentes da imensa bibliografia consagrada ao ditador nazi, Claude Quétel responde, em 20 capítulos, às perguntas que todos fazem, mas às quais poucos conseguem responder: Hitler teve uma infância feliz? Era realmente um estratega? Era viciado em trabalho? Foi sempre antissemita? Foi um herói da I Grande Guerra? Numa síntese que lança uma luz diferente sobre a verdadeira personalidade da figura do nazismo, Claude Quétel demonstra que a redacção de Mein Kampf não tinha por trás um plano. Que a sua marcha para o poder poderia ter sido travada. Que Adolf Hitler era um mau estratega.
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Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 144
Sinopse:
O pacto entre nazis e comunistas ofereceu a Hitler as asas da guerra. O Pacto Nazi-Soviético, da autoria de Manuel S. Fonseca, apresenta aos leitores portugueses um conjunto de documentos essenciais para se compreender o começo da II Guerra Mundial. Hitler e Estaline assinaram um Pacto de Não Agressão, em 23 de Agosto de 1939. Oito dias depois Hitler invadiu a Polónia. Se o pacto era um acordo de paz, como foi possível que tenha sido, como o foi, o tiro de partido para a guerra? Se Hitler e Estaline assinaram um acordo de paz, por que razão não há no pacto nenhuma cláusula que desobrigue as partes no caso de um deles começar uma guerra de agressão? O pacto era só o texto, que foi anunciado candidamente ao mundo, ou havia, por baixo da mesa, protocolos secretos? Se a União Soviética queria a paz, até para recuperar o seu exército, que as purgas de Estaline teriam enfraquecido, por que
Nº Páginas: 144
Sinopse:
O pacto entre nazis e comunistas ofereceu a Hitler as asas da guerra. O Pacto Nazi-Soviético, da autoria de Manuel S. Fonseca, apresenta aos leitores portugueses um conjunto de documentos essenciais para se compreender o começo da II Guerra Mundial. Hitler e Estaline assinaram um Pacto de Não Agressão, em 23 de Agosto de 1939. Oito dias depois Hitler invadiu a Polónia. Se o pacto era um acordo de paz, como foi possível que tenha sido, como o foi, o tiro de partido para a guerra? Se Hitler e Estaline assinaram um acordo de paz, por que razão não há no pacto nenhuma cláusula que desobrigue as partes no caso de um deles começar uma guerra de agressão? O pacto era só o texto, que foi anunciado candidamente ao mundo, ou havia, por baixo da mesa, protocolos secretos? Se a União Soviética queria a paz, até para recuperar o seu exército, que as purgas de Estaline teriam enfraquecido, por que
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Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Os grande reis da nossa história numa análise única e distinta de Helena Sacadura Cabral. Ao longo da nossa História, vários foram os reis que tiveram papéis determinantes na definição daquele que é hoje o nosso país. Helena Sacadura Cabral faz uma leitura pessoal de nove séculos de governação, escolhendo os reis que se distinguiram no exercício do poder e se revelaram seres humanos especiais. Da fundação da nacionalidade com D. Afonso Henriques ao fim da monarquia com D. Carlos I, este livro percorre os reinados marcantes de D. Dinis, D. João I, D. João II, D. Manuel I, D. João IV, D. José I e D. João VI. A autora faz um retrato destes nove reis com o objetivo de descobrir quem foram de facto as pessoas que se esconderam por detrás das personagens que a vida encarregou de colocar, ao longo dos séculos, como nossos governantes, marcando o rumo de Portugal.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Os grande reis da nossa história numa análise única e distinta de Helena Sacadura Cabral. Ao longo da nossa História, vários foram os reis que tiveram papéis determinantes na definição daquele que é hoje o nosso país. Helena Sacadura Cabral faz uma leitura pessoal de nove séculos de governação, escolhendo os reis que se distinguiram no exercício do poder e se revelaram seres humanos especiais. Da fundação da nacionalidade com D. Afonso Henriques ao fim da monarquia com D. Carlos I, este livro percorre os reinados marcantes de D. Dinis, D. João I, D. João II, D. Manuel I, D. João IV, D. José I e D. João VI. A autora faz um retrato destes nove reis com o objetivo de descobrir quem foram de facto as pessoas que se esconderam por detrás das personagens que a vida encarregou de colocar, ao longo dos séculos, como nossos governantes, marcando o rumo de Portugal.
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Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 408
Sinopse:
A emocionante história verídica do Agente A12, o mais antigo inimigo dos nazis e o primeiro espião a decifrar o mais mortífero código secreto de Hitler: a estrutura da solução final. Todos conheciam o Dr. Winthrop Bell como professor de Filosofia de Harvard e um homem de negócios rico. Mas vivia uma vida dupla. Como espião do MI6, o agente secreto A12 levou uma vida cheia de ação para desvendar a emergente conspiração nazi em Berlim, em 1919. Os seus relatórios, o primeiro aviso da conspiração nazi para a Segunda Guerra Mundial, foram diretamente enviados a um homem conhecido como C, o misterioso fundador do MI6, e a vários primeiros-ministros. Nessa época, um poderoso político fascista trabalhou discretamente para suprimir estes alertas. No entanto, os serviços secretos do Dr. Bell sabotaram os nazis de formas só agora reveladas, neste livro. Com a aproximação da Segunda Guerra Mundial, Bell tornou-se novamente um espião. Em 1939, foi o primeiro a decifrar o código secreto mais mortífero de Hitler: o plano para o Holocausto. Com a popularidade de Hitler na altura, poderia alguém acreditar no aviso chocante de Bell? Ao travar uma guerra de informações épica entre a Ucrânia, a Rússia e a Polónia, a França, a Alemanha, o Canadá e Washington, D.C., o A12 era o 007 da vida real, lutando sozinho contra loucos determinados a destruir o mundo. Sem a coragem espantosa de Bell, os nazis poderiam ter ganhado a guerra.
Nº Páginas: 408
Sinopse:
A emocionante história verídica do Agente A12, o mais antigo inimigo dos nazis e o primeiro espião a decifrar o mais mortífero código secreto de Hitler: a estrutura da solução final. Todos conheciam o Dr. Winthrop Bell como professor de Filosofia de Harvard e um homem de negócios rico. Mas vivia uma vida dupla. Como espião do MI6, o agente secreto A12 levou uma vida cheia de ação para desvendar a emergente conspiração nazi em Berlim, em 1919. Os seus relatórios, o primeiro aviso da conspiração nazi para a Segunda Guerra Mundial, foram diretamente enviados a um homem conhecido como C, o misterioso fundador do MI6, e a vários primeiros-ministros. Nessa época, um poderoso político fascista trabalhou discretamente para suprimir estes alertas. No entanto, os serviços secretos do Dr. Bell sabotaram os nazis de formas só agora reveladas, neste livro. Com a aproximação da Segunda Guerra Mundial, Bell tornou-se novamente um espião. Em 1939, foi o primeiro a decifrar o código secreto mais mortífero de Hitler: o plano para o Holocausto. Com a popularidade de Hitler na altura, poderia alguém acreditar no aviso chocante de Bell? Ao travar uma guerra de informações épica entre a Ucrânia, a Rússia e a Polónia, a França, a Alemanha, o Canadá e Washington, D.C., o A12 era o 007 da vida real, lutando sozinho contra loucos determinados a destruir o mundo. Sem a coragem espantosa de Bell, os nazis poderiam ter ganhado a guerra.
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Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 456
Sinopse:
A leitura incontornável sobre a nossa história e epopeia global. Sem uma razão de ser geográfica e sem raízes políticas óbvias no passado romano, germânico ou islâmico, Portugal permaneceu por muito tempo um pequeno reino em dificuldades na periferia da Europa. Então, no início do século XV, este improvável povo volta-se para o mar e constrói um império global. Como foi possível essa transformação? Que factos marcaram a constituição de Portugal e moldaram o caráter luso? Baseando-se maioritariamente em estudos históricos posteriores ao 25 de Abril, esta obra apresenta uma visão abrangente e fundamentada da História de Portugal desde os tempos pré-romanos até à invasão francesa de 1807.
Nº Páginas: 456
Sinopse:
A leitura incontornável sobre a nossa história e epopeia global. Sem uma razão de ser geográfica e sem raízes políticas óbvias no passado romano, germânico ou islâmico, Portugal permaneceu por muito tempo um pequeno reino em dificuldades na periferia da Europa. Então, no início do século XV, este improvável povo volta-se para o mar e constrói um império global. Como foi possível essa transformação? Que factos marcaram a constituição de Portugal e moldaram o caráter luso? Baseando-se maioritariamente em estudos históricos posteriores ao 25 de Abril, esta obra apresenta uma visão abrangente e fundamentada da História de Portugal desde os tempos pré-romanos até à invasão francesa de 1807.
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Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Para Jaime Nogueira Pinto a resposta está no longo tempo de domínio cultural da Esquerda no mundo euroamericano, particularmente em Portugal, onde esse domínio é até anterior à revolução, e no consequente desconhecimento da história e do pensamento de uma Direita quase sempre amalgamada e definida pelos seus inimigos. Mas, afinal, o que é que define a Direita? Haverá um núcleo duro identitário, um pessimismo antropológico à Maquiavel ou uma consciência da persistência do pecado original na natureza humana que a definam como um todo contra o suposto optimismo antropológico à Rousseau da Esquerda? Ou será a sua identificação como Direita - e a sua demarcação da Esquerda - quase sempre feita de alianças circunstanciais perante inimigos ou um inimigo principal? Numa viagem ao longo da História, Jaime Nogueira Pinto reflecte sobre as diferentes famílias políticas direitistas e traça a filiação das novas direitas populares, confrontando-as com os movimentos fascistas de há um século.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Para Jaime Nogueira Pinto a resposta está no longo tempo de domínio cultural da Esquerda no mundo euroamericano, particularmente em Portugal, onde esse domínio é até anterior à revolução, e no consequente desconhecimento da história e do pensamento de uma Direita quase sempre amalgamada e definida pelos seus inimigos. Mas, afinal, o que é que define a Direita? Haverá um núcleo duro identitário, um pessimismo antropológico à Maquiavel ou uma consciência da persistência do pecado original na natureza humana que a definam como um todo contra o suposto optimismo antropológico à Rousseau da Esquerda? Ou será a sua identificação como Direita - e a sua demarcação da Esquerda - quase sempre feita de alianças circunstanciais perante inimigos ou um inimigo principal? Numa viagem ao longo da História, Jaime Nogueira Pinto reflecte sobre as diferentes famílias políticas direitistas e traça a filiação das novas direitas populares, confrontando-as com os movimentos fascistas de há um século.
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Embora muito tenha mudado ao longo dos milénios, a natureza humana permanece inalterada. Por isso mesmo, as sociedades modernas não estão imunes ao horror de guerras como as que dizimaram diversas culturas milenares, poderosas e, aparentemente, indestrutíveis.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Embora muito tenha mudado ao longo dos milénios, a natureza humana permanece inalterada. Por isso mesmo, as sociedades modernas não estão imunes ao horror de guerras como as que dizimaram diversas culturas milenares, poderosas e, aparentemente, indestrutíveis.
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Este livro oferece uma visão e uma partilha de ideias, resultado de diferentes acontecimentos que nos levam a refletir sobre O Estado das Coisas num mundo cada vez mais globalizado. A sua autora, Teresa Damásio, é uma líder incontornável na área da educação a nível internacional. Tem vindo a dedicar-se a temas como a política, a educação, a igualdade de género, a gestão, a lusofonia, a liderança e o empreendedorismo. Como Administradora de um dos maiores Grupos de Ensino de Língua Portuguesa no mundo, que atua nas mais diversas áreas da educação, tem a seu cargo diferentes equipas. O Estado das Coisas é resultado da sua reflexão permanente sobre temas como gestão e liderança, política, educação, igualdade de género e cooperação com África. Representa um olhar atento, ainda que crítico sobre o mundo. Com base na sua intervenção em vários domínios da sociedade, Teresa Damásio ora se debruça sobre o sistema de ensino em Portugal e no mundo lusófono, ora vai mais ao pormenor e fala do papel das mulheres nas empresas, da política e do seu trabalho em prol do continente africano.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Este livro oferece uma visão e uma partilha de ideias, resultado de diferentes acontecimentos que nos levam a refletir sobre O Estado das Coisas num mundo cada vez mais globalizado. A sua autora, Teresa Damásio, é uma líder incontornável na área da educação a nível internacional. Tem vindo a dedicar-se a temas como a política, a educação, a igualdade de género, a gestão, a lusofonia, a liderança e o empreendedorismo. Como Administradora de um dos maiores Grupos de Ensino de Língua Portuguesa no mundo, que atua nas mais diversas áreas da educação, tem a seu cargo diferentes equipas. O Estado das Coisas é resultado da sua reflexão permanente sobre temas como gestão e liderança, política, educação, igualdade de género e cooperação com África. Representa um olhar atento, ainda que crítico sobre o mundo. Com base na sua intervenção em vários domínios da sociedade, Teresa Damásio ora se debruça sobre o sistema de ensino em Portugal e no mundo lusófono, ora vai mais ao pormenor e fala do papel das mulheres nas empresas, da política e do seu trabalho em prol do continente africano.
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Vivemos um momento turbulento em que governos neoliberais, a ascensão generalizada da extrema-direita, a política de bloco e outras formas de autocracia estão a ser impostas em diferentes partes do mundo. Steven Levitsky e Daniel Ziblatt, com o brilhantismo e a clareza do seu primeiro livro - Como Morrem as Democracias - apresentam neste livro uma elucidativa explicação destes tempos voláteis. Tomando por base exemplos de outros países, da França da década de 1930 até à atual Tailândia, explicam como e por que razão os partidos políticos se voltam contra a democracia. Partindo do caso norte-americano e mostrando a evolução de outros países na obtenção de melhorias e reformas para a sociedade e as liberdades civis, os aclamados professores de Harvard propõem uma série de reformas para sair desta espiral de crise e constituir o que chamam de a única democracia viável.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Vivemos um momento turbulento em que governos neoliberais, a ascensão generalizada da extrema-direita, a política de bloco e outras formas de autocracia estão a ser impostas em diferentes partes do mundo. Steven Levitsky e Daniel Ziblatt, com o brilhantismo e a clareza do seu primeiro livro - Como Morrem as Democracias - apresentam neste livro uma elucidativa explicação destes tempos voláteis. Tomando por base exemplos de outros países, da França da década de 1930 até à atual Tailândia, explicam como e por que razão os partidos políticos se voltam contra a democracia. Partindo do caso norte-americano e mostrando a evolução de outros países na obtenção de melhorias e reformas para a sociedade e as liberdades civis, os aclamados professores de Harvard propõem uma série de reformas para sair desta espiral de crise e constituir o que chamam de a única democracia viável.
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 652
Sinopse:
A década de 1980 em Portugal foi a primeira a começar em democracia - a primeira em que toda uma geração viveu sem a sombra da ditadura. Os portugueses fizeram dessa época um tempo extraordinário, dominados pela sensação de que cada novo ano seria ainda mais espantoso do que o anterior. Nem tudo foi bom, é certo. Dramas como o trabalho infantil, a heroína, a SIDA, os bairros de lata ou a vulgarização dos salários em atraso escurecem as recordações mais otimistas. No entanto, esse lado negro não é o que prevalece naqueles que cresceram nessa era. Se a década começou triste, atrasada e falida, avançou numa crescente sede de modernidade e num ambiente de despreocupação, sobretudo entre os mais novos, que hoje parecem irrepetíveis. E quando os anos oitenta terminaram, Portugal era um país promissor, de mangas arregaçadas a encarar o futuro. Entre a memória autobiográfica e a evocação de alguns dos acontecimentos que mais marcaram o país e o mundo nesses anos, A Década Prodigiosa é uma viagem a um passado onde tudo parecia possível, numa narrativa em que o retrato de época se cruza com a inevitável nostalgia de uma certa inocência perdida.
Nº Páginas: 652
Sinopse:
A década de 1980 em Portugal foi a primeira a começar em democracia - a primeira em que toda uma geração viveu sem a sombra da ditadura. Os portugueses fizeram dessa época um tempo extraordinário, dominados pela sensação de que cada novo ano seria ainda mais espantoso do que o anterior. Nem tudo foi bom, é certo. Dramas como o trabalho infantil, a heroína, a SIDA, os bairros de lata ou a vulgarização dos salários em atraso escurecem as recordações mais otimistas. No entanto, esse lado negro não é o que prevalece naqueles que cresceram nessa era. Se a década começou triste, atrasada e falida, avançou numa crescente sede de modernidade e num ambiente de despreocupação, sobretudo entre os mais novos, que hoje parecem irrepetíveis. E quando os anos oitenta terminaram, Portugal era um país promissor, de mangas arregaçadas a encarar o futuro. Entre a memória autobiográfica e a evocação de alguns dos acontecimentos que mais marcaram o país e o mundo nesses anos, A Década Prodigiosa é uma viagem a um passado onde tudo parecia possível, numa narrativa em que o retrato de época se cruza com a inevitável nostalgia de uma certa inocência perdida.
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Por alturas da Segunda Guerra Mundial, uma grande rede clandestina de extrema-direita inundou os Estados Unidos com uma vaga de desinformação destinada a convencer os norte-americanos de que a aliança natural do país seria não com o Reino Unido ou com a França mas com a Alemanha nazi e a Itália fascista. O seu objetivo final era claro: depor o governo federal e instalar um regime autoritário em Washington. A conspiração foi alimentada com financiamentos avultados, contou com o apoio de várias figuras em lugares-chave da sociedade e teve o respaldo de uma milícia armada, que fabricou bombas, desviou munições de quartéis, reuniu um arsenal considerável e treinou arduamente para uma insurreição violenta com assassínios em massa. (…)
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Por alturas da Segunda Guerra Mundial, uma grande rede clandestina de extrema-direita inundou os Estados Unidos com uma vaga de desinformação destinada a convencer os norte-americanos de que a aliança natural do país seria não com o Reino Unido ou com a França mas com a Alemanha nazi e a Itália fascista. O seu objetivo final era claro: depor o governo federal e instalar um regime autoritário em Washington. A conspiração foi alimentada com financiamentos avultados, contou com o apoio de várias figuras em lugares-chave da sociedade e teve o respaldo de uma milícia armada, que fabricou bombas, desviou munições de quartéis, reuniu um arsenal considerável e treinou arduamente para uma insurreição violenta com assassínios em massa. (…)
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 308
Sinopse:
O reverso da transição energética. Uma história inquietante. Os combustíveis fósseis são um problema. Mas temos pela frente uma nova dependência: a dos metais raros. Grafite, cobalto, platinóides, tungsténio, terras raras tornaram-se indispensáveis para a nova sociedade da transição energética. As soluções ecológicas (carros eléctricos, turbinas eólicas, painéis solares) precisam desses elementos. Tal como o ambiente digital; eles são indispensáveis nos nossos smartphones, computadores, tablets e noutros objectos do quotidiano ligados à internet. Os custos ambientais, económicos e geopolíticos desta dependência podem revelar-se ainda mais dramáticos do que aqueles que nos prendem ao petróleo. Este livro investiga o reverso da transição energética — a história clandestina de uma odisseia tecnológica promissora, e os bastidores de uma ambição generosa e ambiciosa que está a revelar-se repleta de ameaças tão perigosas como aquelas que se propôs resolver.
Nº Páginas: 308
Sinopse:
O reverso da transição energética. Uma história inquietante. Os combustíveis fósseis são um problema. Mas temos pela frente uma nova dependência: a dos metais raros. Grafite, cobalto, platinóides, tungsténio, terras raras tornaram-se indispensáveis para a nova sociedade da transição energética. As soluções ecológicas (carros eléctricos, turbinas eólicas, painéis solares) precisam desses elementos. Tal como o ambiente digital; eles são indispensáveis nos nossos smartphones, computadores, tablets e noutros objectos do quotidiano ligados à internet. Os custos ambientais, económicos e geopolíticos desta dependência podem revelar-se ainda mais dramáticos do que aqueles que nos prendem ao petróleo. Este livro investiga o reverso da transição energética — a história clandestina de uma odisseia tecnológica promissora, e os bastidores de uma ambição generosa e ambiciosa que está a revelar-se repleta de ameaças tão perigosas como aquelas que se propôs resolver.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 184
Sinopse:
O escaldante Verão em que alunas e alunos de liceu foram abertura de telejornais e tema de debate no parlamento. Os Putos do PREC ¿ Os Estudantes no Verão Quente de 1975, de Pedro Prostes da Fonseca, é o fantástico retrato de um tempo anacrónico aos olhos de hoje, com os liceus e as escolas em deli-rante sublevação. 1975. Um ano após a Revolução dos Cravos. Têm 14, 15, 16 anos e estão autorizados a participar em órgãos de gestão das escolas secundárias. São activos; devoram livros políticos. A sociedade está agitada, eles estão hiperagitados. No liceu Pedro Nunes, o Ministério da Educação coloca sargentos para controlar a pancadaria entre os alunos. Um dos mi¬litares é barbaramente agredido por jovens do MRPP. O caos no D. Dinis, outro liceu de Lisboa em ebulição, chega a ser tema de discussão na Assembleia da República. Há as passagens administrativas, as aulas a arrancar em Janeiro, o serviço cívico, as campanhas de alfabetização. Adolescentes
Nº Páginas: 184
Sinopse:
O escaldante Verão em que alunas e alunos de liceu foram abertura de telejornais e tema de debate no parlamento. Os Putos do PREC ¿ Os Estudantes no Verão Quente de 1975, de Pedro Prostes da Fonseca, é o fantástico retrato de um tempo anacrónico aos olhos de hoje, com os liceus e as escolas em deli-rante sublevação. 1975. Um ano após a Revolução dos Cravos. Têm 14, 15, 16 anos e estão autorizados a participar em órgãos de gestão das escolas secundárias. São activos; devoram livros políticos. A sociedade está agitada, eles estão hiperagitados. No liceu Pedro Nunes, o Ministério da Educação coloca sargentos para controlar a pancadaria entre os alunos. Um dos mi¬litares é barbaramente agredido por jovens do MRPP. O caos no D. Dinis, outro liceu de Lisboa em ebulição, chega a ser tema de discussão na Assembleia da República. Há as passagens administrativas, as aulas a arrancar em Janeiro, o serviço cívico, as campanhas de alfabetização. Adolescentes
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