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Nº Páginas: 160
Sinopse:
Um borbulhante caldo de travessuras e magia - com muito humor -, este compêndio essencial da série Harry Potter contém cinco histórias que cativam qualquer leitor, acompanhadas pelos comentários sábios e espirituosos do Professor Albus Dumbledore. Uma obra magnificamente ilustrada a cores pelo talentoso Muggle Chris Riddell, três vezes vencedor da Kate Greenaway Medal. Escritas pelo bardo Beedle no século quinze, estas histórias têm sido muito apreciadas por bruxas e feiticeiros, ao longo de várias gerações.
Nº Páginas: 584
Sinopse:
O marketing digital passa actualmente por uma fase de consolidação em que apenas as empresas e os profissionais que tenham um conceito sólido do que representa a Internet na actual economia, e que tenham o domínio prático sobre as tácticas desse novo mundo, vão prosperar no mercado. Este livro apresenta aos profissionais do marketing, aos administradores, aos empresários e aos estudantes os passos para se ter êxito nas estratégias de negócios de todos os tipos, utilizando o ambiente online. Mostra como transformar a Internet numa ferramenta de negócios eficiente e lucrativa. Mostra também, através de 100 estudos de casos e inúmeras dicas de ferramentas, o lado prático do marketing digital, sem, no entanto, deixar de expor de forma didáctica e abrangente toda uma nova teoria gerada pela era do conhecimento e pelas novas tecnologias da informação e da comunicação. Um livro essencial para todos os que trabalham com marketing e comunicação e para todos os que administram negócios nesse meio de comunicação. Um guia estratégico, táctico e operacional.
Nº Páginas: 792
Sinopse:
As Origens da Ordem Política foi classificado por David Gress, no The Wall Street Journal, como sendo "magistral na sua sabedoria e admirável na sua ambição". Michael Lind, no The New York Times Book Review, descreveu o livro como "um grande empreendimento, escrito por um dos intelectuais mais importantes do nosso tempo", enquanto no The Washington Post Gerard DeGrott afirmou que "esta é uma obra que será lembrada. Aguardamos pelo segundo volume." O segundo volume finalmente chegou, completando a obra de ciência política mais importante das últimas décadas. Partindo da questão essencial de como as sociedades desenvolvem instituições políticas fortes, impessoais e responsabilizáveis, Fukuyama narra os acontecimentos desde a Revolução Francesa até à chamada Primavera Árabe, bem como as relevantes disfunções da política contemporânea norte-americana. Examina os efeitos da corrupção nas instituições governativas, e as razões porque algumas sociedades conseguiram extirpá-la com sucesso. Explora os diferentes legados do colonialismo na América Latina, África e Ásia, e oferece um relato lúcido da razão de algumas regiões se terem desenvolvido e prosperado mais rapidamente do que outras. Com coragem, ajusta também contas com o futuro da democracia, face ao aparecimento de uma classe média global e à paralisia política no Ocidente. Uma magistral e decisiva narrativa da luta pela criação de um estado moderno e eficaz, Ordem Política e Decadência Política está destinado a tornar-se um clássico.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
"Os seres de luz estão sempre disponíveis para o auxiliar, indicando-lhe somente o caminho do bem, do amor, da sabedoria, do crescimento interior e das concretizações da sua alma." Obtenha as respostas de que necessita e encontre a necessária orientação no seu caminho. Ou, em alternativa, ajude outros nessa demanda. Aceite as mensagens, dicas, sugestões e curiosidades com o coração e a mente abertos e deixe-se inspirar pela magia dos anjos e dos seres da Natureza. Joana Barradas, fundadora e presidente da Organização Mundial para o Desenvolvimento Pessoal e Espiritual, permite-lhe, ao criar para si este oráculo, ter acesso às ferramentas para se tornar na pessoa que sempre sonhou ser! Inclui um manual ilustrado e a oferta de um baralho completo de 47 cartas
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Fundada em 1925, a Oliva tornou-se numa marca nacional fortemente associada ao fabrico de maquinas de costura e que perdura no imaginário de muitos portugueses. A sua gestão vanguardista fez dela uma das maiores empresas do pais, chegando a empregar cerca de tres mil trabalhadores. Actualmente, e com satisfação que assistimos a uma "apropriação" colectiva da identidade visual da Oliva enquanto marca de produtos genuinamente portugueses. Esse interesse ajuda-nos a compreender os casos de sucesso de algumas empresas nacionais, que descobriram nas suas antigas marcas uma sustentável valorização da sua história e dos seus espólios gráficos, dando desta forma resposta a uma procura cada vez maior das nossas memorias industriais, sociais e culturais (são disso exemplos a Saboaria e Perfumaria Confiança, a Viarco, a Pasta Couto, etc.). As fotografias e os documentos gráficos apresentados neste álbum tem um extraordinário valor histórico e estético. Quer pela sua cuidada actividade promocional e propagandística, quer pelo seu empenho em manter um registo fotográfico do património da empresa, a Oliva deixou-nos testemunhos essenciais para uma arqueologia da industria portuguesa.
Nº Páginas: 736
Sinopse:
Publicados entre 1961 e 1964, nos livros aqui reunidos sobressai o escritor de resistência dos anos sessenta e setenta que, regressado a Portugal, se empenha a fundo na denúncia do sistema, tornando a sua ficção grito de revolta. "Os Insubmissos" é disso exemplo. Nele, um grupo de jornalistas conscientes e inconformados com o estado do país une-se para criar uma publicação - "Acção Cultural" - escrita "sem conivência com a mentira, sem louvaminhices, sem transigências, sem favores pessoais", destinada a esclarecer o povo e a tornar a cultura acessível. Este romance, acabado em 1959, revelar-se-ia profético nas palavras de uma das suas personagens, Lício, que, referindo-se à situação que então vivem, declara que ainda terão de esperar pelo menos quinze anos para que tudo mude. E, até ao 25 e Abril de 1974, foram de facto quinze anos. É de salientar ainda que "Terra Ocupada" marca um ponto de viragem na obra de Urbano. Os textos que o compõem apresentam-nos alegorias sociais cujo tom dominante é a esperança num futuro melhor e a crença numa acção colectiva. Como o próprio autor destaca na sua Nota Prévia ao livro: "os anos sessenta impunham-nos a dimensão do testemunho e do protesto, a que não me furtei. "Terra Ocupada", obra de interrogações e dilucidações psicológicas, é também um livro de combate".
Nº Páginas: 1408
Sinopse:
Acerca da obra de Ruy Cinatti, e sobre as reacções que ela provoca em quem a lê, fala-nos Joana Matos Frias, no prefácio a este livro: "Um murro no gosto [do] público. É com certeza aqui que se encontra a razão da resistência e do fascínio, da fuga e da força, da distância e da intimidade que esta obra parece provocar. Porque é difícil encontrar na poesia portuguesa um poeta como Ruy Cinatti, ao mesmo tempo tão introspectivo e tão inteiramente atento ao exterior: uma consciência infeliz transformada em consciência poética vigilante, um poeta "singularmente repartido entre o céu e a terra", na síntese precisa de Luís Amaro, que soube criar uma obra de dimensão ética e estética, activa e contemplativa, social e pura, realista, neo-realista e surrealista, sem qualquer prejuízo da sua coerência interna. Pelo que à entrada e à saída deste livro, o leitor deverá simplesmente alegrar-se com ele e dizer: ""Sou feliz! Hoje vibra a poesia até ao fim."" A presente edição, organizada e revista por Luis Manuel Gaspar com a colaboração de Joana Matos Frias e Peter Stilwell, reúne toda a poesia publicada em vida do autor. Será posteriormente publicado um segundo volume, onde se reunirá toda a sua poesia póstuma ou inédita.
Nº Páginas: 1264
Sinopse:
Este primeiro volume da Obra Poética de António Ramos Rosa reúne os poemas publicados em livro ou folheto entre 1958 e 1987. A edição foi organizada e revista por Luis Manuel Gaspar, com a colaboração de Agripina Costa Marques e Maria Filipe Ramos Rosa. O posfácio é de Silvina Rodrigues Lopes, e nele podemos ler: "É muito nítida a importância das imagens de árvores e da palavra “árvore” nos poemas de Ramos Rosa. […] Num dado momento ou numa longa maturação, a poesia de Ramos Rosa tornou-se expressão irreconciliável da luz e da sombra, do aqui e do retorno, do sentido e do sem-sentido. Porque as linhas do sem-sentido se cruzam e destecem o poema. […] Ramagens são dispersão, imagens moventes, imagens que se desprendem. Será esse o essencial da poesia de Ramos Rosa: persistir na perplexidade diante do que se apresenta, abanar a árvore das imagens, para que estas se desprendam dos ramos (da ordem) e se alterem, independentemente do sentido, se alterem para que o tecido do poema não seja um muro de palavras."
Nº Páginas: 992
Sinopse:
A presente edição agrupa num único tomo a obra poética da autora, seguindo e atualizando os critérios de fixação de texto adotados nas edições anteriores, graças ao notável trabalho de Maria Andresen Sousa Tavares e Carlos Mendes de Sousa, que assinam, respetivamente, o prefácio a esta edição, e a Nota de Edição. São aqui incluídos, pela primeira vez, alguns poemas inéditos que integram o espólio da autora, em depósito na Biblioteca Nacional. Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Também recomendado para a Formação de Adultos, como sugestão de leitura - Grau de Dificuldade III.
Nº Páginas: 448
Sinopse:
E se o triunfo do Ocidente, afinal, se devesse à força das ideias, à força do conhecimento?Esta é uma história que muitos querem silenciar. Do legado grego aos Descobrimentos portugueses, da demanda do conhecimento e da invenção da universidade à importância do cristianismo e ao desenvolvimento do capitalismo, da indústria e da ciência, este livro mostra como a civilização ocidental criou a modernidade e como a modernidade ocidental continua a ser, hoje, a melhor alternativa civilizacional de que o mundo dispõe. A queda de Roma foi o evento singular mais benéfico na ascensão da civilização ocidental; Nunca houve nenhuma "Idade das Trevas"; As Cruzadas nada tiveram que ver com saque, ganância ou ataque não provocado ao mundo islâmico; Não houve nenhuma "revolução científica" no século XVII, houve ape¬nas o culminar de um progresso científico iniciado no século XII; A cultura grega não foi roubada ao Egipto; Os Descobrimentos europeus não foram copiados dos chineses ou dos árabes; A riqueza da Europa não resultou da pilhagem ao mundo não ocidental, pelo contrário as colónias sugaram o dinheiro da Europa; A ascensão do Ocidente não se deve a razões climatéricas favoráveis, a recursos naturais, armas, ferro ou carvão. Os portugueses têm uma razão suplementar para ler este livro que realça o papel dos Descobrimentos na História da humanidade.
Nº Páginas: 976
Sinopse:
Fernando Pessoa expôs-se heroicamente em tudo o que escreveu. Abriu o seu coração e mostrou mágoas e carências, angústias e frustrações, transitando entre o humor, o lirismo e o olhar racional. Apaixonou-se, sentiu a vertigem do sexo e interessou-se pelas perversões do erotismo e as manifestações do onanismo, da homossexualidade e da androginia. Incapaz de se levar a sério e de falar demasiado de si próprio na presença dos amigos, andava sempre impecavelmente vestido e era amável e prestável, educado e atrevido, tímido e inteligente, atormentado e divertido (mais do que muitos supõem), autodestrutivo (regado a álcool e a tabaco) e de trato afável. Contrariamente ao que se poderia crer, não era um escritor de gabinete, isolado na sua torre de marfim, um desses artistas que se recolhem na sombra, rudes, rabugentos e taciturnos. Homem comprometido com a sua época, com plena confiança na sua criatividade e genialidade, participou na vida cultural e política de Portugal, provocando polémicas e envolvendo-se em escândalos, revelando coragem e convicção nas opiniões pessoais. Viveu muitas vidas ao mesmo tempo e reinventou-se numa multidão de personagens fictícias, antecipando alguns dos principais motivos da vida moderna: todos escondemos outras pessoas dentro de nós, todos somos fragmentários e vacilantes, marcados por tensões e ambivalências, oscilações e contradições, e a nossa coerência não cessa de se fazer e de se desfazer. Apesar de ter morrido novo — com 47 anos —, escreveu e trabalhou incansavelmente. Resistiu ao desejo obsessivo de reconhecimento, de publicar só por publicar, e deixou grande parte da sua obra escondida dentro de uma arca, o seu cofre de pirata na ilha do tesouro. Esta é a primeira biografia de Fernando Pessoa escrita por um português em mais de setenta anos, desde Vida e Obra de Fernando Pessoa — História duma Geração, de João Gaspar Simões, publicada em 1950. Conciliando o rigor intelectual com a clareza de expressão, sem recorrer ao jargão dos estudos literários nem a uma linguagem especializada, "O Super-Camões" estabelece uma relação de simpatia com a vida de Fernando Pessoa e aproxima a sua obra de todos os leitores e leitoras. Um livro onde o prazer da escrita e o prazer da leitura encontram o seu denominador comum e ganham uma verdadeira cumplicidade.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Neste livro apresentamos uma panóplia muito vasta da cozinha histórica, desde os pratos mais populares e tradicionais, às receitas que os grandes Mestres criaram e elaboraram, não esquecendo o "tour de main", a pequena chispa culinária, que permitirá a qualquer leitor - mesmo com pouca prática de cozinha - deliciar-se em sua casa a executar estas receitas. Neste livro pode encontrar, passo a passo, o desenrolar de cada receita apresentada no programa Sentido do Gosto, desde as mais simples às mais complexas.
Nº Páginas: 146
Sinopse:
NOVO LIVRO DO FOTÓGRAFO JOÃO PINA, após o impacto político, social e comercial de CONDOR (Tinta-da-china, 2014). FOTOGRAFIAS VENCEDORAS DO GRANDE PRÉMIO ESTAÇÃO IMAGEM 2017. Enquanto o Rio de Janeiro se preparava para o Mundial de Futebol e os Jogos Olímpicos de 2016, esperava-se que acontecesse uma imensa transformação na dita "Cidade Maravilhosa". 46750 é o número de homicídios que ocorreram na região metropolitana do Rio de Janeiro entre 2007 e 2016, durante essa tal transformação, e foi a partir desse número, e de tudo o que ele representa, que João Pina concebeu este livro. O fotógrafo percorreu a cidade ao longo de vários anos, e particularmente entre 2013 e 2016, documentando o Rio de Janeiro mais invisível nos anos de todas as promessas. Foi às favelas, aos estaleiros das imensas infra-estruturas construídas para os dois maiores eventos desportivos do mundo, esteve no centro das barricadas — físicas e simbólicas —, ouviu histórias de ambos os lados. Este livro retrata uma cidade em mutação, mas que apesar de disso não se livra da sua histórica violência, das clivagens sociais, do espírito de improvisação e de um quotidiano imprevisível.
Nº Páginas: 872
Sinopse:
O que nos motiva verdadeiramente? O que nos leva a optar por um caminho em detrimento de outro? De que futuros abdicamos pelo simples facto de termos apenas uma vida para viver? No dia 3 de março de 1947, na maternidade do hospital Beth Israel em Newark, New Jersey, nasce Archibald Isaac Ferguson, filho único de Rose e Stanley Ferguson. Uma só criança a quem são dados quatro caminhos ficcionais diferentes, quatro direções possíveis. Uma pessoa que se desdobra em quatro, para assim viver quatro vidas paralelas e absolutamente diferentes, mercê das circunstâncias, do acaso, e das escolhas. Os contrastes entre os quatro Fergusons são evidentes. As distintas relações com a família e as amizades, o amor romântico e as paixões intelectuais percorrem a tumultuosa paisagem da América, entretecendo-se com momentos cruciais da História do século xx. Em comum, o fascínio por uma mulher: a magnífica Amy Schneiderman. Todavia, cada uma das relações entre os quatro Fergusons e Amy é única. E nós, leitores, somos as testemunhas de cada momento de prazer, cada momento de dor, cada lento avançar rumo ao inevitável culminar das suas - de todas - as vidas. 4,3,2,1 é o primeiro romance que Paul Auster escreve em sete anos, e sem dúvida uma das suas obras mais complexas. Uma criação de um autor no auge do seu talento, um testemunho de paixão pelo realismo, pela História e a própria vida. Um "tour de force" absolutamente inesquecível.
Nº Páginas: 436
Sinopse:
Com textos originais de Carlos Matos Gomes, Adelino Gomes e Fernando Rosas, e intervenções de Vhils sobre imagens icónicas de Cunha - para a capa e separadores. No dia 25 de Abril de 1974 (uma quinta-feira, tal como voltará a acontecer em 2024), Alfredo Cunha estava em Lisboa e fotografou a revolução nos seus principais cenários, captando imagens icónicas que perduram até hoje associadas ao acontecimento que mudou a História de Portugal. Para celebrar os 50 anos de democracia, Alfredo Cunha concebeu, a partir das suas imagens, um livro em três partes: "Guerra" — com texto de Carlos Matos Gomes, militar de Abril e da guerra colonial; "Dia 25 de Abril" — com texto de Adelino Gomes, repórter que acompanhou os acontecimentos em Lisboa; "Depois de Abril" — com texto de Fernando Rosas, historiador e protagonista destes anos quentes.
"Este dia 25 de Abril não me pertence. É o 25 de Abril do Alfredo Cunha, então com 20 anos e que logo no início da carreira tem inesperadamente o dia mais importante da sua vida de fotógrafo. Uma dádiva e uma maldição. Há 50 anos que incansavelmente fotografa, expõe e publica como que para fugir e de novo voltar a esse dia. Quando me apresentou a maqueta deste livro, colocou-a em cima da mesa e disse: ‘Acabou. Está resolvido.’ Esta é uma obra monumental, histórica e teoricamente impossível. Meio século depois do 25 de Abril, consegue reunir o fotógrafo que esteve presente em quase todos os momentos do dia e dos meses que se seguiram; o olhar do militar no terreno, Carlos Matos Gomes, que pertenceu ao Movimento dos Capitães; o olhar do repórter suspenso, Adelino Gomes, que perante o desenrolar dos acontecimentos marca o momento em que nasce a liberdade de expressão, ao conseguir um microfone emprestado para colocar a revolução no ar; e o do ativista na clandestinidade, Fernando Rosas, hoje historiador jubilado. Pediram a Vhils para selar esta obra, como se se tratasse de uma cápsula feita para enviar para o futuro, para ser lida e vivida, dado ter sido escrita e fotografada por quem viveu apaixonadamente uma revolução, mas, 50 anos depois, se prestou a depositar aqui o seu testemunho analítico." - Luís Pedro Nunes, Prefácio
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Edição oficial do livro de recordes mais famoso em todo o mundo. Nesta edição revelam-se as maiores e mais recentes conquistas recordes do Planeta Terra e da vastidão do espaço. Com cada vez mais foco na diversidade e inclusão, apresentam-se as conquistas mais inspiradoras, atraentes e alucinantes do ano, numa infinidade de tópicos, como jogos e corpo humano, engenharia e vida selvagem. Este livro fascina tanto o público infantojuvenil como os adultos, com milhares de factos insólitos e de fotografias e imagens impressionantes, que mostram ao pormenor todos os recordes. Edição atualizada do livro de recordes presente em todo o mundo, capaz de fascinar leitores de todas as idades. São 256 páginas com os recordes mais impressionantes, com mais de 1000 fotografias e imagens e milhares de factos insólitos.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Em 1983, o público afluiu ao cinema para ver o último filme de James Bond, no qual Roger Moore derrota um general soviético que se prepara para lançar um ataque nuclear contra o Ocidente. Como em todos os filmes de Bond, o público acreditava que o enredo era inteiramente fictício. Mal sabia que os soviéticos estavam de facto a preparar-se para lançar um ataque nuclear ao Ocidente. Esse ano viu o presidente Ronald Reagan aumentar os gastos com a Defesa, lançando o programa Guerra das Estrelas. E quando um avião civil coreano foi abatido em espaço aéreo soviético, e Reagan o descreveu como um crime contra a humanidade, Moscovo, cada vez mais ansiosa com a linguagem e o comportamento dos americanos, perguntou-se: irão eles atacar? Então, no auge das tensões, a NATO deu início a um jogo de guerra chamado Able Archer 83, no âmbito do qual pediu permissão para usar os códigos de lançamento de armas nucleares. Nervosos, os soviéticos convenceram-se de que, a coberto de um exercício, o Ocidente preparava-se para arrasar a União Soviética.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Entre o final de 1963 e o início de 1964, quatro rapazes embarcaram numa viagem que os marcaria para sempre, e ao mundo, transformando-os num sucesso internacional e mudando o curso da história da música. Paul McCartney, um dos "Fab Four" de Liverpool, usa a sua máquina fotográfica de 35mm para fazer o registo desses dias passados em seis cidades – Liverpool, Londres, Paris, Nova Iorque, Washington, D.C., e Miami. Resgatadas ao acervo particular do autor, estas 275 fotografias que aqui se apresentam, muitas delas pela primeira vez, revelam-nos a essência dessa ocasião explosiva e mágica. "1964: Olhos da Tempestade" inclui ainda um prefácio pessoal, no qual McCartney relembra o pandemónio dos espetáculos na Grã-Bretanha, e a histeria com que a banda foi recebida na sua primeira visita aos Estados Unidos; e Beatlelândia, uma introdução da historiadora Jill Lepore, que descreve como os Beatles se tornaram o primeiro fenómeno verdadeiramente global da cultura de massas. Com um design elegante, este livro cria um registo intensamente dramático da primeira viagem transatlântica dos Beatles, documentando essa "abrupta alteração na juventude, que parece ter-se cristalizado em 1964".
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Uma nova abordagem ao autocuidado, à cura e ao empoderamento Em Neo Tarot, Jerico Mandybur, escritora, mística, e diretora editorial e fundadora da Girlboss, redefine o significado do tarot no século XXI. Jerico mostra aos leitores como este auxiliar de adivinhação com séculos de existência pode incentivar a introspeção e funcionar como um espelho para o subconsciente e uma ferramenta para a autodescoberta. Repleta de conceitos elucidativos e de uma sabedoria prática aliada às interpretações das 78 cartas individuais, esta magnífica caixa, que inclui um baralho de cartas e um manual, constitui uma abordagem verdadeiramente nova e inteligente à arte do tarot. Uma caixa magnífica que inclui 78 cartas de tarot modernas e um manual ilustrado de 144 páginas.
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 608
Sinopse: Uma releitura radical da história humana através do colapso das sociedades, desde os primórdios da nossa espécie até às ameaças do presente e do futuro. Durante os primeiros trezentos mil anos da história humana, o Homo sapiens viveu em civilizações fluidas e igualitárias, que impediam qualquer indivíduo ou grupo de governar permanentemente. Mas há cerca de doze mil anos, isso começou a mudar. Quando nos fomos reunindo nas primeiras cidades, passámos a depender de novos recursos saqueáveis, como cereais e peixe. E pequenos grupos começaram a tomar o controlo dessas mercadorias. Essa desigualdade de recursos transformou-se em desigualdade no poder, levando à adoção de formas de organização mais primárias e hierárquicas. O poder estava concentrado em reis, faraós e imperadores. Grandes Estados e impérios, com vastas burocracias e militares, dividiram e dominaram o globo. São aquilo a que o autor chama «Golias». O que os derrubou? Seja nas primeiras cidades de Cahokia, na América do Norte ou nos amplos impérios do Egito, Roma e China, foi o aumento da desigualdade e das concentrações de poder que esvaziaram esses Golias, antes que um choque externo os derrubasse. Esses colapsos foram descritos como apocalípticos, mas, na verdade, terão sido na maioria dos casos, uma bênção para a população. Agora, vivemos num único Golias, global. Obcecadas pelo crescimento, instituições extrativas como a indústria dos combustíveis fósseis, as big techs e os complexos militares-industriais dominam o nosso mundo e produzem novas formas de aniquilar a nossa espécie, das alterações climáticas à guerra nuclear. Os nossos sistemas são agora tão rápidos, complexos e interligados que um futuro colapso será provavelmente global, rápido e irreversível. Todos nós enfrentamos uma escolha: ou aprendemos a controlar democraticamente este Golias, ou o próximo colapso poderá ser o nosso último «Uma excelente viagem pela história humana através dos colapsos de reis, Estados e impérios semelhantes a Golias.» Observer «É como ler Thomas Piketty filtrado por Mad Max.» The New York Times «Aqui estão cinco mil anos de civilização, e é impressionante o que o autor consegue fazer. O nível de análise é épico.» Guardian «É refrescante voltar a olhar para a nossa história mundial e vê-la de outro modo. Este é o livro para tirar lições do passado e pensar o futuro doutro modo.» Kirkus Reviews «Absolutamente brilhante. Economista e geógrafo, Luke Kemp traz uma nova forma de olhar para o passado, o presente e o futuro.» Publishers Weekly «Que livro excecional. O colapso dos impérios e a previsível implosão da sociedade atual juntos, numa prosa tão boa quanto inesperada.» The Sunday Times
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 272
Sinopse: Bartolomeu Lourenço de Gusmão nasceu em Santos, então vila do Brasil, em 1685, e faleceu em Toledo, aos 38 anos, quando protagonizava uma fuga das malhas punitivas do Tribunal do Santo Ofício. É comum afirmar-se que a sua obra se circunscreve à «Passarola», engenho aerostático que concebeu em 1709. Na verdade, estamos em presença de um autor polígrafo, que cultivou a poesia, a reflexão filosófica, a ciência, a oratória sacra, o ensaio histórico, a jurisprudência e a decifração de códigos secretos.Apesar de ser o inventor dos balões, 74 anos antes dos irmãos Montgolfier, o seu espólio foi queimado pela Inquisição, que impôs igualmente a proibição, durante um século, de ser sequer nomeado. A presente obra traz à colação múltiplos inéditos, exumados da poeira dos arquivos nacionais e estrangeiros.Faz-se, assim, justiça a um visionário, intelectualmultímodo, humanista e arauto do porvir.
Edição: Jan 2022
Nº Páginas: 80
Sinopse: À data da sua publicação inicial em França, em Outubro de 2000, John Blacksad apresentava uma diferença notável face a outros policiais congéneres: era o herói de uma história protagonizada, na íntegra, por personagens antropomórficos. Por detrás desta obra, encontravam-se dois autores espanhóis que até então se tinham dedicado apenas ao desenho de animação: Juan Díaz Canales e Juan Guarnido. Blacksad era, para ambos, a sua estreia no mundo da banda desenhada. E que estreia: para além do acolhimento entusiástico do público e da crítica, o álbum inaugural daquela que viria a tornar-se uma das séries mais aclamadas da BD franco-belga, foi de imediato distinguido com vários prémios a nível internacional, nomeadamente como Mejor Obra y Autor Revelación na 19ª edição do Salón del Cómic de Barcelona, sendo ainda nomeado na categoria Coup de Coeur no Festival Internacional de Banda Desenhada de Angoulême. John Blacksad é o herói desta história totalmente
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 232
Sinopse: Quando criança, Brian e o seu amigo Jimmy faziam filmes de ficção científica em casa, no jardim, convencendo os amigos a serem atores e vítimas de assassinatos terríveis, usando batom nos corpos para simular sangue. Agora, um talentoso artista e aspirante a cineasta, Brian, junto com Jimmy, a amiga de Jimmy, Tina, e Laurie a sua musa relutante partem para uma cabana remota na floresta com uma velha câmara de 8 milímetros para fazer um verdadeiro filme de terror de ficção científica, uma homenagem ao filme favorito de Brian: Invasion of the Body Snatchers. Mas, como o afeto de Brian por Laurie parece não ser correspondido, Brian desenvolve uma fantasia onde ela é a mulher dos seus sonhos, a sua donzela em perigo, e ele o seu salvador. Repleto de referências a filmes clássicos de ficção científica e terror, bem como de painéis de representações impressionantes da natureza, do cinema e do surreal, Burns confunde a linha entre os sonhos e a realidade, a imaginação e a perceção de Brian. Um mestre da forma no seu melhor, Final Cut é uma visão surpreendente do que significa expressar-se verdadeiramente através da arte.
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 824
Sinopse: OMNE TRIUM PERFECTUM. Vis Solum sobreviveu ao impossível, mas o preço foi mais alto do que alguma vez imaginou. Dividido entre mundos, sem saber em quem confiar, vê-se envolvido numa guerra antiga que os catenanos esqueceram e que está prestes a recomeçar. Enquanto a Hierarquia continua a moldar o império a seu favor, forças ocultas movem-se no silêncio. Há quem deseje impedir o próximo Cataclismo... e quem esteja a trabalhar para que ele aconteça. Para Vis, já não se trata apenas de vingança: é uma corrida contra o tempo para perceber a verdadeira extensão do inimigo e o papel que lhe foi imposto no destino de três mundos.
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 424
Sinopse: Um homem desaparece entre o 24.º e o 26.º andar de um prédio. Uma mulher mergulha na leitura e torna-se incapaz de dormir durante dias e noites a fio. Um sapo gigante celebra um pacto com um modesto funcionário público a fim de salvar Tóquio da destruição total. No dia do seu vigésimo aniversário, alguém propõe a uma modesta e solitária empregada de restaurante a realização de um único desejo... As nove narrativas ilustradas que compõem esta recolha de contos foram inicialmente publicadas no Japão, sob o olhar atento e cúmplice de Haruki Murakami. Ao interpretarem a tragicomédia tão do agrado do grande escritor, Jean-Christophe Deveney e PMGL recriam um cenário poético e barroco, situado precisamente na fronteira, tão cara a Murakami, onde o quotidiano se funde com o fantástico.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Pega nos teus omniculares e acompanha as descidas, as subidas e tudo o que acontece, durante uma partida do desporto mais popular do Mundo da Feitiçaria.Descobre tudo o que sempre quiseste saber, e ainda mais, sobre o Quidditch, nesta viagem organizada por Kennilworthy Whisp através da hilariante (e frequentemente acidentada) história deste nobre desporto, e ilustrada com grande imaginação pela Muggle (e duas vezes vencedora da Kate Greenaway Medal) Emily Gravett.
Nº Páginas: 440
Sinopse:
Esta é a história de Vera, Lopukhov e Krisanov, três jovens, amigos e amantes, que juntos se dedicam à revolução e à utopia. Contra a tirania da moralidade e da sociedade da época, sulcam a punho o seu caminho: tornam-se livres. Rakhmetov, figura misteriosa, mas de eleição para Lénine, revela o caminho a seguir: o do revolucionário, "o rigorista", com características idênticas às de Rakhmetov cujo papel é instruir e iniciar o processo de mudança, e o de ser perfeito, consciente, física e psiquicamente, um quase super-homem. Subversivo, O Que Fazer? incendiou paixões revolucionárias. - O romance que mudou o rumo da história. Se não tivesse sido escrito, talvez não tivesse havido a Revolução de Outubro, que mudou o século XX, ao criar a União Soviética - Editado pela primeira vez em Portugal, traduzido do russo, 155 anos depois - Inclui nota introdutória e lista de personagens
Nº Páginas: 688
Sinopse:
Opte pelo melhor guia. Tem nas suas mãos o livro com a informação mais actualizada, precisa e relevante sobre tudo o que se relaciona com gravidez. Seguro, realista, tranquilizador, de consulta fácil e cheio de dicas práticas, cobrindo todos os tópicos que precisa - e que quer - saber sobre a aventura mais maravilhosa da vida. Do planeamento até às primeiras semanas na companhia do seu novo bebé. Está tudo aqui: a informação sobre as novas tendências e a vida profissional durante a gravidez; as últimas novidades sobre o teste pré-natal e as terapias alternativas; a melhor opção para o parto.
Nº Páginas: 936
Sinopse:
Pela primeira vez em Portugal, a edição reunida e revista pelo autor, em 1962, dos quatro livros que compõem "O Quarteto de Alexandria" - "Justine", "Balthazar", "Mountolive" e "Clea". Os quatro romances exploram a sociedade daquela cidade poliglota e cosmopolita, repleta de intrigas, mistério e sensualidade, retomando genericamente uma mesma história sob diferentes pontos de vista, acrescentando e refazendo pormenores e situações. "Justine", o primeiro livro da tetralogia, centra-se na bela esposa judia de Nessim, um poderoso banqueiro copta, narrando, do ponto de vista de um jovem aspirante a escritor, os encontros e desencontros de um grupo de amigos que se conhecem na cidade de Alexandria no período anterior à Segunda Guerra Mundial. Darley, o narrador, envolve-se com duas mulheres - a misteriosa Justine e a frágil Melissa. A partir desta complexa relação, nasce uma trama carregada de erotismo e subtilezas. Em "Balthazar" o narrador, isolado numa ilha onde vive com a pequena filha de Melissa, recebe a inesperada visita de Balthazar, que lhe entrega o manuscrito de Justine. Relendo o seu próprio texto e os comentários do amigo, Darley revive o seu envolvimento com as mulheres do seu passado e toma conhecimento de novos factos. Em "Mountolive", o terceiro livro de "O Quarteto de Alexandria", o autor apresenta os acontecimentos narrados em Justine e Balthazar sob uma nova perspetiva. A guerra faz a sua aparição e a trama gira agora em torno do embaixador britânico, David Mountolive, tendo como ponto de partida as recordações da sua paixão por Leila, a mãe de Nessim. Darley regressa a Alexandria a pedido de Nessim, levando a menina para que o pai e Justine a conheçam. O regresso do escritor é o fio condutor de "Clea", o último volume desta série exuberante e sensual que é considerada uma obra-prima da literatura.
Nº Páginas: 560
Sinopse:
Uma poderosa investigação sobre Bill Gates e a Fundação Gates que revela como a filantropia é utilizada para exercer um enorme poder político e controlar narrativas de encontro aos seus próprios interesses. A nossa memória é curta, mas foi através da sua fundação que Bill Gates passou de um vilão da tecnologia, pela forma como a sua empresa assumia estratégias de mercado agressivas e monopolistas, a uma das pessoas mais admiradas do planeta num curto espaço de tempo. Mesmo depois de um conturbado processo de divórcio e alegações de má conduta mancharem a sua imagem, a beneficência da Fundação Gates é tida como uma verdade inabalável. Célebre por gastar milhares de milhões a salvar vidas em todo o mundo, esta tem sido usada para "lavar" a imagem de um homem cujas ações nunca foram menos do que polémicas. Tim Schwab, jornalista, mostra-nos nesta investigação destemida, o outro lado do filantropo Bill Gates: um homem engenhoso e inteligente que inventou uma nova forma de transformar riqueza extrema numa enorme influência política - e que nos faz acreditar que devíamos aplaudir a sua aquisição de poder, e não desafiá-la. A Fundação Bill e Melinda Gates é a maior instituição de caridade privada do mundo, com 1800 funcionários e uma doação de 67 mil milhões de dólares, em 2022 - superior ao PIB da maioria dos países. Com o livro "O Problema Bill Gates", o autor revela como os milhões de Gates servem para conquistar um nível impressionante de poder e controlo sobre as políticas públicas, os mercados privados, a investigação científica e os meios de comunicação social. Quer esteja a promover alterações ao sistema educativo, reformas da saúde na Índia, a política global de vacinas durante a pandemia, ou a agricultura industrializada ocidental em África, a inebriante experimentação social de Gates tem-se revelado não só antidemocrática, como também ineficaz. Descubra como, em muitos locais, Bill Gates está a prejudicar exatamente as pessoas que diz querer ajudar. E porque é que o império filantrópico de Bill Gates é um modelo perigoso de poder sem restrições que ameaça a democracia e exige a nossa atenção.
