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Edição: Dez 2005
Nº Páginas: 504
Sinopse:
Este é o primeiro de três volumes em que se reúnem os poemas, datados entre 1902 e 1917, não atribuídos por Fernando Pessoa a nenhum dos seus heterónimos ou personalidades literárias.Esta edição da poesia ortónima pessoana inclui os poemas publicados em vida pelo autor e os que foram sendo dados a conhecer pelos mais diversos editores, desde a sua morte até ao corrente ano de 2005. Da revisão e refixação destes poemas, a partir dos manuscritos autógrafos existentes no Espólio da Biblioteca Nacional de Lisboa, resultaram, inevitavelmente, diferentes lições do texto e algumas divergências na atribuição de autoria ortónima. Mas resultou também a verificação de que muitos proto-poemas, isto é, poemas fragmentários ou em estado de esboço, cujos versos lacunares e estrofes inacabadas tornam quase impraticável uma compreensão global, tendo sido publicados, muito justamente, no âmbito de uma edição crítica, não teriam justificação aqui. A esses, certamente, Pessoa teria dado uma forma outra, reescrevendo-os, refundindo-os, corrigindo-os, completando-os, se os viesse a publicar. Por isso, optámos por não os incluir nesta edição que, pretendendo-se embora rigorosa e criteriosa, é dirigida a um público comum e heterogéneo, não necessariamente iniciado em questões de crítica genética.
Nº Páginas: 504
Sinopse:
Este é o primeiro de três volumes em que se reúnem os poemas, datados entre 1902 e 1917, não atribuídos por Fernando Pessoa a nenhum dos seus heterónimos ou personalidades literárias.Esta edição da poesia ortónima pessoana inclui os poemas publicados em vida pelo autor e os que foram sendo dados a conhecer pelos mais diversos editores, desde a sua morte até ao corrente ano de 2005. Da revisão e refixação destes poemas, a partir dos manuscritos autógrafos existentes no Espólio da Biblioteca Nacional de Lisboa, resultaram, inevitavelmente, diferentes lições do texto e algumas divergências na atribuição de autoria ortónima. Mas resultou também a verificação de que muitos proto-poemas, isto é, poemas fragmentários ou em estado de esboço, cujos versos lacunares e estrofes inacabadas tornam quase impraticável uma compreensão global, tendo sido publicados, muito justamente, no âmbito de uma edição crítica, não teriam justificação aqui. A esses, certamente, Pessoa teria dado uma forma outra, reescrevendo-os, refundindo-os, corrigindo-os, completando-os, se os viesse a publicar. Por isso, optámos por não os incluir nesta edição que, pretendendo-se embora rigorosa e criteriosa, é dirigida a um público comum e heterogéneo, não necessariamente iniciado em questões de crítica genética.
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Edição: Fev 2018
Nº Páginas: 816
Sinopse:
Apresenta-se neste livro a poesia completa de Luís Filipe Castro Mendes revisitada pelo autor, que suprimiu alguns poemas e trabalhou outros. O prefácio é de Nuno Júdice e nele podemos ler que "Embora tendo publicado poemas desde os anos sessenta, é nos anos 80 do século passado que a obra de Luís Filipe Castro Mendes é assumida pelo autor como adquirindo plena identidade pessoal, sendo as "Seis elegias" (1985) o primeiro momento dessa afirmação. Original, desde logo, por surgir num momento da poesia portuguesa em que, longe das questões teóricas e formais que dominavam a poesia de 1970 em que, cronologicamente, se inscrevia, ele surge como um dos que prescrevem o que se pode chamar regresso a uma expressão mais pura do lirismo, de que a elegia é um dos modelos, remetendo quer para as Elegias de Rilke quer para um imaginário associado a uma vivência do mundo que é marcada pela dupla experiência do amor e da morte, reunindo esses contrários num conflito essencial que faz explodir dramaticamente o poema."
Nº Páginas: 816
Sinopse:
Apresenta-se neste livro a poesia completa de Luís Filipe Castro Mendes revisitada pelo autor, que suprimiu alguns poemas e trabalhou outros. O prefácio é de Nuno Júdice e nele podemos ler que "Embora tendo publicado poemas desde os anos sessenta, é nos anos 80 do século passado que a obra de Luís Filipe Castro Mendes é assumida pelo autor como adquirindo plena identidade pessoal, sendo as "Seis elegias" (1985) o primeiro momento dessa afirmação. Original, desde logo, por surgir num momento da poesia portuguesa em que, longe das questões teóricas e formais que dominavam a poesia de 1970 em que, cronologicamente, se inscrevia, ele surge como um dos que prescrevem o que se pode chamar regresso a uma expressão mais pura do lirismo, de que a elegia é um dos modelos, remetendo quer para as Elegias de Rilke quer para um imaginário associado a uma vivência do mundo que é marcada pela dupla experiência do amor e da morte, reunindo esses contrários num conflito essencial que faz explodir dramaticamente o poema."
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Edição: Dez 2009
Nº Páginas: 2152
Sinopse:
Algo distingue a presente antologia de outras antologias de poesia portuguesa organizadas no passado: esta é a primeira antologia panorâmica que abarca a poesia portuguesa desde os seus alvores, na transição do século XII para o século XIII, cerca de seis décadas após o nascimento do Reino de Portugal, até ao presente, entendendo-se por presente o ano de 2008, data dos poemas mais recentes aqui recolhidos. Em consequência desta novidade, surge uma outra: a de ser esta a primeira vez que todo o arco temporal do século XX é objeto de um projeto antológico não exclusivo, isto é, nem temático, nem tendencioso. Por outras palavras, esta antologia, passe a redundância, começa no começo, e termina na atualidade. O que significa que, pela primeira vez, os leitores de poesia podem eles próprios, a partir de um único livro, produzir uma apreciação quer sobre a poesia escrita na totalidade do século XX, quer sobre as poéticas do século XX em confronto e diálogo entre si e com os diversos momentos da tradição poética portuguesa ao longo de oito séculos (mais em diálogo do que em confronto, assim cremos). Ou simplesmente fruir dos milhares de poemas aqui compilados, saltando de uns séculos para os outros, começando pelo princípio, pelo meio ou pelo fim, organizando um número indefinido de antologias pessoais. Nestas mais de 2000 páginas coexistem, diacronicamente, mais de 800 anos de poesia, desde a "Cantiga de Garvaia" de Pai Soares de Taveirós, datável do primeiro decénio do século XIII, até outubro de 2008, data do mais recente poema aqui incluído, "Rasto", de Luís Quintais. Jorge Reis-Sá e Rui Lage
Nº Páginas: 2152
Sinopse:
Algo distingue a presente antologia de outras antologias de poesia portuguesa organizadas no passado: esta é a primeira antologia panorâmica que abarca a poesia portuguesa desde os seus alvores, na transição do século XII para o século XIII, cerca de seis décadas após o nascimento do Reino de Portugal, até ao presente, entendendo-se por presente o ano de 2008, data dos poemas mais recentes aqui recolhidos. Em consequência desta novidade, surge uma outra: a de ser esta a primeira vez que todo o arco temporal do século XX é objeto de um projeto antológico não exclusivo, isto é, nem temático, nem tendencioso. Por outras palavras, esta antologia, passe a redundância, começa no começo, e termina na atualidade. O que significa que, pela primeira vez, os leitores de poesia podem eles próprios, a partir de um único livro, produzir uma apreciação quer sobre a poesia escrita na totalidade do século XX, quer sobre as poéticas do século XX em confronto e diálogo entre si e com os diversos momentos da tradição poética portuguesa ao longo de oito séculos (mais em diálogo do que em confronto, assim cremos). Ou simplesmente fruir dos milhares de poemas aqui compilados, saltando de uns séculos para os outros, começando pelo princípio, pelo meio ou pelo fim, organizando um número indefinido de antologias pessoais. Nestas mais de 2000 páginas coexistem, diacronicamente, mais de 800 anos de poesia, desde a "Cantiga de Garvaia" de Pai Soares de Taveirós, datável do primeiro decénio do século XIII, até outubro de 2008, data do mais recente poema aqui incluído, "Rasto", de Luís Quintais. Jorge Reis-Sá e Rui Lage
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Edição: Ago 2007
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Os 34 poemas aqui ditos por Mário Cesariny foram gravados por Vasco Pimental durante o verão de 2006, mantendo-se propositadamente na versão final todos os comentários de poeta recolhidos ao longo das 3 sessões de gravação. Os poemas foram escolhidos por Mário Cesariny a partir dos livros "A Cidade Queimada", "Pena Capital" e "Manual de Prestidigitação".
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Os 34 poemas aqui ditos por Mário Cesariny foram gravados por Vasco Pimental durante o verão de 2006, mantendo-se propositadamente na versão final todos os comentários de poeta recolhidos ao longo das 3 sessões de gravação. Os poemas foram escolhidos por Mário Cesariny a partir dos livros "A Cidade Queimada", "Pena Capital" e "Manual de Prestidigitação".
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Edição: Nov 2014
Nº Páginas: 760
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. "Poemas Completos" é o novo título para o livro que passa a reunir a poesia de Herberto Helder. Esta obra segue a fixação empregue na edição anterior, "Ofício Cantante", e inclui já os esgotados "Servidões" - considerado por grande parte da crítica especializada como o livro do ano em 2013 - e "A Morte sem Mestre".
Nº Páginas: 760
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. "Poemas Completos" é o novo título para o livro que passa a reunir a poesia de Herberto Helder. Esta obra segue a fixação empregue na edição anterior, "Ofício Cantante", e inclui já os esgotados "Servidões" - considerado por grande parte da crítica especializada como o livro do ano em 2013 - e "A Morte sem Mestre".
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Edição: Fev 2019
Nº Páginas: 0
Sinopse:
Caixa especial fac-similada com todos os números da revista que se dedicou exclusivamente a Fernando Pessoa. Durante quase dez anos, de 1977 a 1985, a Persona foi uma espécie de antecâmara da dimensão nacional e internacional que a obra de Fernando Pessoa viria a ter. Em 12 números, a revista reuniu notícias pessoanas, ensaios, inéditos, acompanhou o complexo processo de edição do Livro do Desassossego e publicou textos de Jorge de Sena, Eduardo Lourenço, Maria de Fátima Marinho, Arnaldo Saraiva, Jacinto do Prado Coelho ou Agustina Bessa-Luís, entre muitos outros. Agora, a Persona volta a estar disponível para os pessoanos amadores ou profissionais de todo o mundo.
Nº Páginas: 0
Sinopse:
Caixa especial fac-similada com todos os números da revista que se dedicou exclusivamente a Fernando Pessoa. Durante quase dez anos, de 1977 a 1985, a Persona foi uma espécie de antecâmara da dimensão nacional e internacional que a obra de Fernando Pessoa viria a ter. Em 12 números, a revista reuniu notícias pessoanas, ensaios, inéditos, acompanhou o complexo processo de edição do Livro do Desassossego e publicou textos de Jorge de Sena, Eduardo Lourenço, Maria de Fátima Marinho, Arnaldo Saraiva, Jacinto do Prado Coelho ou Agustina Bessa-Luís, entre muitos outros. Agora, a Persona volta a estar disponível para os pessoanos amadores ou profissionais de todo o mundo.
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Edição: Ago 2025
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Neste segundo volume, Mujica participa em acções de guerrilha urbana, como assaltos a bancos e esquadras e raptos de cidadãos estrangeiros, um tipo de actuação espetacular que contribuiu para a fama internacional dos Tupamaros. Essa luta levou-o várias vezes à prisão. Foi ferido com seis tiros em confrontos armados e preso quatro vezes, conseguindo escapar da prisão de Punta Carretas em duas ocasiões. A primeira, em 1971, em que se escaparam cento e seis Tupamaros e seis presos de delito comum, bateu o "record" da maior fuga de uma prisão permitindo assim a Mujica e aos seus companheiros entrar no Guiness… ao todo, passou quase quinze anos encarcerado. Entre 1972 e 1985, permaneceu preso por treze anos, sendo um dos dirigentes Tupamaros mantidos como reféns pela ditadura militar. Mujica passou mais de uma década em solitária, anos esses que, puseram à prova a sua sanidade mental e capacidade de sobrevivência. Passou mais de um ano sem tomar banho, contou mais tarde, que os seus companheiros eram um sapo e ratos com quem dividia migalhas de pão. Após o fim da ditadura, em 1985, Mujica foi libertado e emergiu como o sábio resistente dos Tupamaros. Manteve a sua convicção de lutar pelo bem comum do povo uruguaio.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Neste segundo volume, Mujica participa em acções de guerrilha urbana, como assaltos a bancos e esquadras e raptos de cidadãos estrangeiros, um tipo de actuação espetacular que contribuiu para a fama internacional dos Tupamaros. Essa luta levou-o várias vezes à prisão. Foi ferido com seis tiros em confrontos armados e preso quatro vezes, conseguindo escapar da prisão de Punta Carretas em duas ocasiões. A primeira, em 1971, em que se escaparam cento e seis Tupamaros e seis presos de delito comum, bateu o "record" da maior fuga de uma prisão permitindo assim a Mujica e aos seus companheiros entrar no Guiness… ao todo, passou quase quinze anos encarcerado. Entre 1972 e 1985, permaneceu preso por treze anos, sendo um dos dirigentes Tupamaros mantidos como reféns pela ditadura militar. Mujica passou mais de uma década em solitária, anos esses que, puseram à prova a sua sanidade mental e capacidade de sobrevivência. Passou mais de um ano sem tomar banho, contou mais tarde, que os seus companheiros eram um sapo e ratos com quem dividia migalhas de pão. Após o fim da ditadura, em 1985, Mujica foi libertado e emergiu como o sábio resistente dos Tupamaros. Manteve a sua convicção de lutar pelo bem comum do povo uruguaio.
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Edição: Ago 2025
Nº Páginas: 144
Sinopse:
José Mujica, mais conhecido por "Pepe Mujica", foi símbolo da esquerda latino-americana foi guerrilheiro, refém, filósofo, Presidente humanista apelidado de "o Presidente mais pobre do Mundo", por ter entregue a quase totalidade dos rendimentos de chefe de Estado a um programa de habitação social, José Mujica fez do Uruguai um Estado pioneiro na adoção de medidas progressistas. O escritor Matías Castro e o ilustrador Leo Trinidad apresentam esta obra como sendo, na opinião de Alfonso Zapico, "Um relato envolvente e construtivo, uma narrativa original e inteligente". Para Paco Roca, a quem os autores agradecem no início do livro, "Esta história é uma complexa teia de perguntas sem resposta, um retrato fiel de Pepe Mujica que também desenha o Uruguai da segunda metade do século XX e esboça o rosto do novo país. Aqui estão os dilemas e as contradições do antigo presidente, mas também a sua grandeza e humanidade."
Nº Páginas: 144
Sinopse:
José Mujica, mais conhecido por "Pepe Mujica", foi símbolo da esquerda latino-americana foi guerrilheiro, refém, filósofo, Presidente humanista apelidado de "o Presidente mais pobre do Mundo", por ter entregue a quase totalidade dos rendimentos de chefe de Estado a um programa de habitação social, José Mujica fez do Uruguai um Estado pioneiro na adoção de medidas progressistas. O escritor Matías Castro e o ilustrador Leo Trinidad apresentam esta obra como sendo, na opinião de Alfonso Zapico, "Um relato envolvente e construtivo, uma narrativa original e inteligente". Para Paco Roca, a quem os autores agradecem no início do livro, "Esta história é uma complexa teia de perguntas sem resposta, um retrato fiel de Pepe Mujica que também desenha o Uruguai da segunda metade do século XX e esboça o rosto do novo país. Aqui estão os dilemas e as contradições do antigo presidente, mas também a sua grandeza e humanidade."
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 1216
Sinopse:
Subsecretário de Estado, ministro e embaixador de qualidade excecional, Pedro Theotónio Pereira foi um dos vultos maiores do Estado Novo. Conhecer o percurso deste homem e político que atingiu o estatuto de sucessor de Salazar é fundamental para perceber o salazarismo e o contexto internacional português em meados do século xx. Uma biografia notável do governante e diplomata, Pedro Theotónio Pereira - O Outro Delfim de Salazar é uma obra de grande fôlego da autoria do historiador Fernando Martins.
Nº Páginas: 1216
Sinopse:
Subsecretário de Estado, ministro e embaixador de qualidade excecional, Pedro Theotónio Pereira foi um dos vultos maiores do Estado Novo. Conhecer o percurso deste homem e político que atingiu o estatuto de sucessor de Salazar é fundamental para perceber o salazarismo e o contexto internacional português em meados do século xx. Uma biografia notável do governante e diplomata, Pedro Theotónio Pereira - O Outro Delfim de Salazar é uma obra de grande fôlego da autoria do historiador Fernando Martins.
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Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 632
Sinopse:
Patrick Monteiro de Barros é um homem invulgar. A sua dedicação e empenho levaram-no aos patamares mais altos da vida empresarial e desportiva. A sua história cruza-se a cada momento com a história de Portugal e do mundo. Na esfera dos negócios, manteve relações com presidentes, primeiros-ministros, reis, sheiks, diplomatas, grandes empresários, agentes secretos e até com mercenários. Depois da Revolução de Abril, foi forçado a sair do País, para não ser preso pelo COPCON. Foi obrigado a começar uma vida nova. Primeiro em França, depois nos Estados Unidos, onde chegou a ser um dos sócios maioritários da maior empresa independente de refinação de petróleo. Em Portugal, foi accionista do grupo de referência do Grupo Espírito Santo, da Petrogal e da Portugal Telecom. No campo desportivo, velejou ao lado dos melhores do mundo. Foi campeão nacional, da Europa e do Mundo em diversas classes na Vela, e conseguiu o apuramento para três edições dos Jogos Olímpicos (México, 1968; Los Angeles, 1984; e Seul, 1988). Prefácio de Jaime Nogueira Pinto
Nº Páginas: 632
Sinopse:
Patrick Monteiro de Barros é um homem invulgar. A sua dedicação e empenho levaram-no aos patamares mais altos da vida empresarial e desportiva. A sua história cruza-se a cada momento com a história de Portugal e do mundo. Na esfera dos negócios, manteve relações com presidentes, primeiros-ministros, reis, sheiks, diplomatas, grandes empresários, agentes secretos e até com mercenários. Depois da Revolução de Abril, foi forçado a sair do País, para não ser preso pelo COPCON. Foi obrigado a começar uma vida nova. Primeiro em França, depois nos Estados Unidos, onde chegou a ser um dos sócios maioritários da maior empresa independente de refinação de petróleo. Em Portugal, foi accionista do grupo de referência do Grupo Espírito Santo, da Petrogal e da Portugal Telecom. No campo desportivo, velejou ao lado dos melhores do mundo. Foi campeão nacional, da Europa e do Mundo em diversas classes na Vela, e conseguiu o apuramento para três edições dos Jogos Olímpicos (México, 1968; Los Angeles, 1984; e Seul, 1988). Prefácio de Jaime Nogueira Pinto
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 720
Sinopse:
O retábulo definitivo sobre mais de 30 anos da vida no País Basco sob o terrorismo. No dia em que a ETA anuncia o abandono das armas, Bittori dirige-se ao cemitério para, na sepultura do marido, Txato, assassinado pelos terroristas, lhe contar que decidira voltar à casa onde tinham vivido os dois. Mas poderá ela conviver com aqueles que a perseguiram antes e depois do atentado que transtornou a sua vida e a da família? Poderá saber quem foi o encapuzado que num dia chuvoso matou o marido, quando este regressava da sua empresa de transportes? Por mais que chegue às escondidas, a presença de Bittori alterará a falsa tranquilidade da terra, sobretudo a da vizinha Miren, amiga íntima noutros tempos, e mãe de Joxe Mari, um terrorista encarcerado e suspeito dos piores receios de Bittori. O que aconteceu entre essas duas mulheres? O que envenenou a vida dos filhos e dos respetivos maridos, tão unidos no passado? Com lágrimas escondidas e convicções inabaláveis, com feridas e coragem, a história arrebatadora das suas vidas, antes e depois da tormenta que foi a morte de Txato, fala-nos da impossibilidade de esquecer e da necessidade de perdoar numa comunidade fragmentada pelo fanatismo político.
Nº Páginas: 720
Sinopse:
O retábulo definitivo sobre mais de 30 anos da vida no País Basco sob o terrorismo. No dia em que a ETA anuncia o abandono das armas, Bittori dirige-se ao cemitério para, na sepultura do marido, Txato, assassinado pelos terroristas, lhe contar que decidira voltar à casa onde tinham vivido os dois. Mas poderá ela conviver com aqueles que a perseguiram antes e depois do atentado que transtornou a sua vida e a da família? Poderá saber quem foi o encapuzado que num dia chuvoso matou o marido, quando este regressava da sua empresa de transportes? Por mais que chegue às escondidas, a presença de Bittori alterará a falsa tranquilidade da terra, sobretudo a da vizinha Miren, amiga íntima noutros tempos, e mãe de Joxe Mari, um terrorista encarcerado e suspeito dos piores receios de Bittori. O que aconteceu entre essas duas mulheres? O que envenenou a vida dos filhos e dos respetivos maridos, tão unidos no passado? Com lágrimas escondidas e convicções inabaláveis, com feridas e coragem, a história arrebatadora das suas vidas, antes e depois da tormenta que foi a morte de Txato, fala-nos da impossibilidade de esquecer e da necessidade de perdoar numa comunidade fragmentada pelo fanatismo político.
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Edição: Dez 2015
Nº Páginas: 1088
Sinopse:
Durante os 12 anos de cárcere efetivo, José Luandino Vieira coligiu um acervo considerável que agora publicamos, graças ao apoio da Fundação Calouste Gulbenkian e à investigação realizada no Centro de Estudos Sociais, da Universidade de Coimbra, sempre em estreita colaboração com o autor. O processo de escrita destes Papéis tem como termos cronológicos e fronteiras espaciais a entrada do escritor no Pavilhão Prisional da PIDE de São Paulo de Luanda (1961) e a sua saída do Tarrafal (1972). A materialidade destes cadernos é composta por aproximadamente 2000 frágeis folhas manuscritas onde José Luandino Vieira anotou a sua visão do cárcere como observatório excecional da nação angolana, manifestou os seus projetos políticos e literários, evidenciou o projeto comunitário de Angola como o veículo da união e resistência coletiva e expressou as angústias e sonhos pessoais. Os cadernos estão datados e apresentam um assinalável valor humano, literário e político no que diz respeito às lutas de libertação, José Luandino Vieira à nação angolana, ao projeto literário de José Luandino Vieira, a questões de história e literatura angolana.
Nº Páginas: 1088
Sinopse:
Durante os 12 anos de cárcere efetivo, José Luandino Vieira coligiu um acervo considerável que agora publicamos, graças ao apoio da Fundação Calouste Gulbenkian e à investigação realizada no Centro de Estudos Sociais, da Universidade de Coimbra, sempre em estreita colaboração com o autor. O processo de escrita destes Papéis tem como termos cronológicos e fronteiras espaciais a entrada do escritor no Pavilhão Prisional da PIDE de São Paulo de Luanda (1961) e a sua saída do Tarrafal (1972). A materialidade destes cadernos é composta por aproximadamente 2000 frágeis folhas manuscritas onde José Luandino Vieira anotou a sua visão do cárcere como observatório excecional da nação angolana, manifestou os seus projetos políticos e literários, evidenciou o projeto comunitário de Angola como o veículo da união e resistência coletiva e expressou as angústias e sonhos pessoais. Os cadernos estão datados e apresentam um assinalável valor humano, literário e político no que diz respeito às lutas de libertação, José Luandino Vieira à nação angolana, ao projeto literário de José Luandino Vieira, a questões de história e literatura angolana.
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Edição: Set 2011
Nº Páginas: 840
Sinopse:
A obra de referência de Henrique Paiva Couceiro. Através da sua correspondência, artigos de sua autoria escritos para jornais portugueses e estrangeiros e mesmo de livro escritos sobre Paiva Couceiro, ficamos a conhecer os seus feitos heróicos, políticos e mesmo literários, além da sua personalidade carismática.O livro conta ainda com o prefácio extenso de Miguel de Paiva Couceiro sobre Paiva Couceiro e a sua importância na política portuguesa no final da Monarquia e inicia da República.
Nº Páginas: 840
Sinopse:
A obra de referência de Henrique Paiva Couceiro. Através da sua correspondência, artigos de sua autoria escritos para jornais portugueses e estrangeiros e mesmo de livro escritos sobre Paiva Couceiro, ficamos a conhecer os seus feitos heróicos, políticos e mesmo literários, além da sua personalidade carismática.O livro conta ainda com o prefácio extenso de Miguel de Paiva Couceiro sobre Paiva Couceiro e a sua importância na política portuguesa no final da Monarquia e inicia da República.
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Edição: Set 2022
Nº Páginas: 528
Sinopse:
Uma coleção única para os fãs de um doce. Um doce ou uma compota, um bom gelado ou simplesmente a escolha da sobremesa ideal para cada dia é o que vai obter com este volume. Um conjunto único de receitas para que possa escolher uma sobremesa diferente todos os dias e perder-se no mundo da doçaria da TeleCulinária. Os mais gulosos não vão certamente resistir, mas os menos gulosos também não. Receitas para todos os gostos, que vão certamente encantar a família e amigos.
Nº Páginas: 528
Sinopse:
Uma coleção única para os fãs de um doce. Um doce ou uma compota, um bom gelado ou simplesmente a escolha da sobremesa ideal para cada dia é o que vai obter com este volume. Um conjunto único de receitas para que possa escolher uma sobremesa diferente todos os dias e perder-se no mundo da doçaria da TeleCulinária. Os mais gulosos não vão certamente resistir, mas os menos gulosos também não. Receitas para todos os gostos, que vão certamente encantar a família e amigos.
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Edição: Set 2022
Nº Páginas: 528
Sinopse:
Receitas simples, que pode fazer e saborear na hora ou guardar e levar na sua marmita para o trabalho. Todas fáceis de preparar. Um pack recheado de receitas fáceis de Tartes e Quiches, uma seleção cuidada dos melhores petiscos e ainda mais de 80 receitas, mesmo fáceis de preparar. Cozinhar todos os dias é um prazer quando sabemos que podemos contar com a ajuda da TeleCulinária. Inspire-se nas nossas sugestões, siga as receitas à risca ou atreva-se a ajustar a seu gosto. Vale a pena comer assim.
Nº Páginas: 528
Sinopse:
Receitas simples, que pode fazer e saborear na hora ou guardar e levar na sua marmita para o trabalho. Todas fáceis de preparar. Um pack recheado de receitas fáceis de Tartes e Quiches, uma seleção cuidada dos melhores petiscos e ainda mais de 80 receitas, mesmo fáceis de preparar. Cozinhar todos os dias é um prazer quando sabemos que podemos contar com a ajuda da TeleCulinária. Inspire-se nas nossas sugestões, siga as receitas à risca ou atreva-se a ajustar a seu gosto. Vale a pena comer assim.
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Edição: Set 2022
Nº Páginas: 528
Sinopse:
Na TeleCulinária conhecemos bem o gosto dos portugueses. Há mais de 45 anos que os nossos Chefs se dedicam a cozinhar o que de melhor se saboreia em Portugal. Este volume de 3 livros dedicados à gastronomia portuguesa vai levá-lo numa viagem de sabores, que lhe vão trazer memórias dos sítios que visitou e de outros, que vai certamente visitar para saborear estas iguarias no local. Receitas tradicionais de peixe, o fiel amigo bacalhau e ainda um livro surpreendente com receitas de marisco.
Nº Páginas: 528
Sinopse:
Na TeleCulinária conhecemos bem o gosto dos portugueses. Há mais de 45 anos que os nossos Chefs se dedicam a cozinhar o que de melhor se saboreia em Portugal. Este volume de 3 livros dedicados à gastronomia portuguesa vai levá-lo numa viagem de sabores, que lhe vão trazer memórias dos sítios que visitou e de outros, que vai certamente visitar para saborear estas iguarias no local. Receitas tradicionais de peixe, o fiel amigo bacalhau e ainda um livro surpreendente com receitas de marisco.
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Edição: Nov 2022
Nº Páginas: 528
Sinopse:
Descubra 3 livros muito doces, uma oportunidade única para cozinhar mais de 250 deliciosas sobremesas num abrir e fechar de olhos. Uma coleção única para os amantes da doçaria. Receitas doces… com chocolate, com os mais icónicos doces da doçaria popular portuguesa, e com os melhores pudins. Um conjunto único de receitas, para que possa escolher uma sobremesa diferente todos os dias e perder-se no mundo da doçaria da TeleCulinária. Os mais gulosos não vão certamente resistir, mas os menos gulosos também não. Receitas para todos os gostos, que vão certamente encantar a família e amigos.
Nº Páginas: 528
Sinopse:
Descubra 3 livros muito doces, uma oportunidade única para cozinhar mais de 250 deliciosas sobremesas num abrir e fechar de olhos. Uma coleção única para os amantes da doçaria. Receitas doces… com chocolate, com os mais icónicos doces da doçaria popular portuguesa, e com os melhores pudins. Um conjunto único de receitas, para que possa escolher uma sobremesa diferente todos os dias e perder-se no mundo da doçaria da TeleCulinária. Os mais gulosos não vão certamente resistir, mas os menos gulosos também não. Receitas para todos os gostos, que vão certamente encantar a família e amigos.
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Edição: Set 2022
Nº Páginas: 528
Sinopse:
Os sabores saudáveis e tão saborosos da reconhecida dieta mediterrânica, as receitas intemporais que fazem parte das nossas memórias gastronómicas e que afinal são fáceis de preparar e ainda receitas ideais para saborear em qualquer estação do ano, destacando os ingredientes de época, tornando as suas refeições mais saborosas e económicas. Cozinhar todos os dias é um prazer quando sabemos que podemos contar com a ajuda da TeleCulinária. Inspire-se nas nossas sugestões, siga as receitas à risca ou atreva-se a ajustar a seu gosto. Vale a pena comer assim.
Nº Páginas: 528
Sinopse:
Os sabores saudáveis e tão saborosos da reconhecida dieta mediterrânica, as receitas intemporais que fazem parte das nossas memórias gastronómicas e que afinal são fáceis de preparar e ainda receitas ideais para saborear em qualquer estação do ano, destacando os ingredientes de época, tornando as suas refeições mais saborosas e económicas. Cozinhar todos os dias é um prazer quando sabemos que podemos contar com a ajuda da TeleCulinária. Inspire-se nas nossas sugestões, siga as receitas à risca ou atreva-se a ajustar a seu gosto. Vale a pena comer assim.
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Edição: Ago 2018
Nº Páginas: 456
Sinopse:
As monarquias constitucionais de Portugal e do Brasil terminaram em repúblicas, a do Brasil em 1889 e a de Portugal em 1910. O projecto de uma monarquia atlântica, em que o reino de Portugal e o do Brasil fariam parte de um Reino Unido, fora desmantelado em consequência das revoluções liberais em Portugal e no Brasil a partir de 1820 - revoluções encaradas em ambos os reinos como uma questão de "independência nacional". As diferenças entre Portugal e Brasil são grandes, como não podia deixar de ser quando se considera a localização dos dois Estados no globo. Mas por isso mesmo faz sentido esta análise a partir do que parece ser mais análogo - a monarquia constitucional dos Braganças. Como é que princípios políticos que eram aparentemente os mesmos se desenvolveram em dois mundos diferentes? Poder-se-á falar, a propósito das monarquias constitucionais de Portugal e do Brasil, de dois países e um mesmo sistema?
Nº Páginas: 456
Sinopse:
As monarquias constitucionais de Portugal e do Brasil terminaram em repúblicas, a do Brasil em 1889 e a de Portugal em 1910. O projecto de uma monarquia atlântica, em que o reino de Portugal e o do Brasil fariam parte de um Reino Unido, fora desmantelado em consequência das revoluções liberais em Portugal e no Brasil a partir de 1820 - revoluções encaradas em ambos os reinos como uma questão de "independência nacional". As diferenças entre Portugal e Brasil são grandes, como não podia deixar de ser quando se considera a localização dos dois Estados no globo. Mas por isso mesmo faz sentido esta análise a partir do que parece ser mais análogo - a monarquia constitucional dos Braganças. Como é que princípios políticos que eram aparentemente os mesmos se desenvolveram em dois mundos diferentes? Poder-se-á falar, a propósito das monarquias constitucionais de Portugal e do Brasil, de dois países e um mesmo sistema?
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 792
Sinopse:
Isabel do Carmo foi uma das protagonistas de acções armadas contra o Estado Novo. Por exemplo, atacou a base da NATO em Fonte da Telha e assaltou um banco em Alhos Vedros. Neste livro conta pela primeira vez a história completa da sua clandestinidade e dos seus correligionários. Aborda ainda os movimentos similares na Europa dos anos 60 e 70. "Escrevi este livro porque tem havido um défice de informação sobre os factos relacionados com acções armadas que ocorreram antes do 25 de Abril na luta contra a ditadura."
Nº Páginas: 792
Sinopse:
Isabel do Carmo foi uma das protagonistas de acções armadas contra o Estado Novo. Por exemplo, atacou a base da NATO em Fonte da Telha e assaltou um banco em Alhos Vedros. Neste livro conta pela primeira vez a história completa da sua clandestinidade e dos seus correligionários. Aborda ainda os movimentos similares na Europa dos anos 60 e 70. "Escrevi este livro porque tem havido um défice de informação sobre os factos relacionados com acções armadas que ocorreram antes do 25 de Abril na luta contra a ditadura."
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Da linguagem à cultura, da idade da pedra à era virtual, o relato de como os humanos inventaram a história. Quando analisava três livros de História sem relação aparente, Tamim Ansary reparou num facto curioso e provocador: a construção da Grande Muralha da China influenciou a queda do Império Romano. Intrigado com esta interligação, prosseguiu a sua investigação e encontrou mais exemplos. A conquista de Jerusalém no século XII podia ser ligada à perda de colheitas na Escandinávia séculos antes. A invenção do descaroçador de algodão nos Estados Unidos devastou a vida familiar na África subsariana… e a lista parecia não ter fim. Embora estejamos cada vez mais interligados, vivemos em muitos mundos diferentes. O que conhecemos como História do Mundo é uma mera narrativa social centrada em alguém, dependente de fatores geográficos, religiosos ou políticos. Há uma narrativa eurocêntrica, uma islamocêntrica, uma sinocêntrica e muitas outras. Elas cimentam-se à medida que rejeitam as ideias que desgastam a sua estrutura e acolhem as ideias que a corroboram. Todos queremos fazer parte de algo maior, mas, para entrevermos a estrada à nossa frente, temos de olhar para a que ficou para trás. Como foi que chegámos aqui? E, no mundo extraordinário de hoje, podemos criar novas narrativas suficientemente inclusivas e globais para construir um futuro melhor para a humanidade?
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Da linguagem à cultura, da idade da pedra à era virtual, o relato de como os humanos inventaram a história. Quando analisava três livros de História sem relação aparente, Tamim Ansary reparou num facto curioso e provocador: a construção da Grande Muralha da China influenciou a queda do Império Romano. Intrigado com esta interligação, prosseguiu a sua investigação e encontrou mais exemplos. A conquista de Jerusalém no século XII podia ser ligada à perda de colheitas na Escandinávia séculos antes. A invenção do descaroçador de algodão nos Estados Unidos devastou a vida familiar na África subsariana… e a lista parecia não ter fim. Embora estejamos cada vez mais interligados, vivemos em muitos mundos diferentes. O que conhecemos como História do Mundo é uma mera narrativa social centrada em alguém, dependente de fatores geográficos, religiosos ou políticos. Há uma narrativa eurocêntrica, uma islamocêntrica, uma sinocêntrica e muitas outras. Elas cimentam-se à medida que rejeitam as ideias que desgastam a sua estrutura e acolhem as ideias que a corroboram. Todos queremos fazer parte de algo maior, mas, para entrevermos a estrada à nossa frente, temos de olhar para a que ficou para trás. Como foi que chegámos aqui? E, no mundo extraordinário de hoje, podemos criar novas narrativas suficientemente inclusivas e globais para construir um futuro melhor para a humanidade?
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Edição: Ago 2021
Nº Páginas: 816
Sinopse:
Provavelmente a mais importante obra sobre a Segunda Guerra Mundial. Desde a sua criação em 1933 até à morte de Hitler em 1945, quem residisse em território controlado pelos nazis vivia com medo de receber uma visita da Gestapo, a polícia política do III Reich. Ninguém estava livre das atenções de uma organização brutalmente eficiente que alastrava a sua influência a todos os cantos da Europa à medida que os alemães iam ocupando mais territórios. "A História Secreta da Gestapo" é o documento mais completo e rigoroso sobre a mais cruel organização da História. Sob as suas ordens, muitos milhares de pessoas foram torturadas e assassinadas, e muitas outras deportadas para campos de concentração. Baseada nos arquivos da Gestapo e em registos de testemunhas, os autores descrevem as origens e os mecanismos da organização, as figuras-chave, os métodos atrozes e como a Gestapo lidou com a segurança interna da Alemanha, incluindo as tentativas de assassinar Hitler. Mergulhar nos horrores da Gestapo é perceber o contexto que levou ao conflito mais sangrento da História, a razão de os nazis enveredarem por um caminho de horror sem paralelo e, em última instância, o porquê de sofrerem uma derrota ignominiosa.
Nº Páginas: 816
Sinopse:
Provavelmente a mais importante obra sobre a Segunda Guerra Mundial. Desde a sua criação em 1933 até à morte de Hitler em 1945, quem residisse em território controlado pelos nazis vivia com medo de receber uma visita da Gestapo, a polícia política do III Reich. Ninguém estava livre das atenções de uma organização brutalmente eficiente que alastrava a sua influência a todos os cantos da Europa à medida que os alemães iam ocupando mais territórios. "A História Secreta da Gestapo" é o documento mais completo e rigoroso sobre a mais cruel organização da História. Sob as suas ordens, muitos milhares de pessoas foram torturadas e assassinadas, e muitas outras deportadas para campos de concentração. Baseada nos arquivos da Gestapo e em registos de testemunhas, os autores descrevem as origens e os mecanismos da organização, as figuras-chave, os métodos atrozes e como a Gestapo lidou com a segurança interna da Alemanha, incluindo as tentativas de assassinar Hitler. Mergulhar nos horrores da Gestapo é perceber o contexto que levou ao conflito mais sangrento da História, a razão de os nazis enveredarem por um caminho de horror sem paralelo e, em última instância, o porquê de sofrerem uma derrota ignominiosa.
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 900
Sinopse:
A história dos Judeus é sobre, e para, toda a humanidade. E na nossa época de chegadas ansiosas e partidas forçadas, a memória da procura de um lar pelos Judeus tem uma importância sem precedentes. Esta obra é uma história cultural extraordinária, palpitante de energia e cor, que se estende por séculos e continentes: partindo da expulsão dos Judeus de Espanha em 1492, navega por milagres e massacres, deambulações, discriminação, harmonia e tolerância até aos alvores do século XX, que parecia trazer uma esperança profunda para todos.
Nº Páginas: 900
Sinopse:
A história dos Judeus é sobre, e para, toda a humanidade. E na nossa época de chegadas ansiosas e partidas forçadas, a memória da procura de um lar pelos Judeus tem uma importância sem precedentes. Esta obra é uma história cultural extraordinária, palpitante de energia e cor, que se estende por séculos e continentes: partindo da expulsão dos Judeus de Espanha em 1492, navega por milagres e massacres, deambulações, discriminação, harmonia e tolerância até aos alvores do século XX, que parecia trazer uma esperança profunda para todos.
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Seis homens, um objetivo: derrotar Hitler. Na primavera de 1939, nasceu em Londres uma organização secreta com o objetivo de planear a destruição da máquina de guerra de Hitler através de espetaculares atos de sabotagem. A campanha de guerra de guerrilha que se seguiu revelou-se tão extraordinária quanto os homens que a dirigiam. Um deles era Cecil Clarke, um engenheiro que inventou várias bombas sujas, entre elas a que matou Reinhard Heydrich, o "Carniceiro de Praga". Outro dos homens era William Fairbairn, um reformado corpulento especialista na arte de matar silenciosamente. Liderados pelo escocês Colin Gubbins, estes homens — juntamente com outros três — foram escolhidos por Churchill, pela sua criatividade e desprezo pelas regras de cavalheirismo, para formarem o seu Ministério da Guerra Suja. Relatada com o entusiasmo e atenção aos pormenores de Giles Milton, esta talvez seja a última grande história por contar da Segunda Guerra Mundial.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Seis homens, um objetivo: derrotar Hitler. Na primavera de 1939, nasceu em Londres uma organização secreta com o objetivo de planear a destruição da máquina de guerra de Hitler através de espetaculares atos de sabotagem. A campanha de guerra de guerrilha que se seguiu revelou-se tão extraordinária quanto os homens que a dirigiam. Um deles era Cecil Clarke, um engenheiro que inventou várias bombas sujas, entre elas a que matou Reinhard Heydrich, o "Carniceiro de Praga". Outro dos homens era William Fairbairn, um reformado corpulento especialista na arte de matar silenciosamente. Liderados pelo escocês Colin Gubbins, estes homens — juntamente com outros três — foram escolhidos por Churchill, pela sua criatividade e desprezo pelas regras de cavalheirismo, para formarem o seu Ministério da Guerra Suja. Relatada com o entusiasmo e atenção aos pormenores de Giles Milton, esta talvez seja a última grande história por contar da Segunda Guerra Mundial.
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 704
Sinopse:
"A Guerra Fria não decidiu tudo, mas influenciou a maior parte das coisas, com frequência para pior: o confronto ajudou a cimentar um mundo dominado por superpotências, um mundo em que o poder e a violência - ou a ameaça de violência - representavam a bitola pela qual se regiam as relações internacionais, e em que as crenças tendiam para o absoluto: só o nosso sistema era bom. O outro era, inerentemente, maléfico. Estava montado o palco para uma competição intensa, em que o objetivo era, no limite, a sobrevivência do mundo."
Nº Páginas: 704
Sinopse:
"A Guerra Fria não decidiu tudo, mas influenciou a maior parte das coisas, com frequência para pior: o confronto ajudou a cimentar um mundo dominado por superpotências, um mundo em que o poder e a violência - ou a ameaça de violência - representavam a bitola pela qual se regiam as relações internacionais, e em que as crenças tendiam para o absoluto: só o nosso sistema era bom. O outro era, inerentemente, maléfico. Estava montado o palco para uma competição intensa, em que o objetivo era, no limite, a sobrevivência do mundo."
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 544
Sinopse:
A acção política de Afonso Costa durante a Primeira Guerra Mundial. Uma análise detalhada do período entre agosto de 1914 e Dezembro de 1917 revela uma série de situações em que o comportamento de Afonso Costa [o político que maior destaque alcançou durante a Primeira República] se mostra ambíguo (senão mesmo contraditório) e as suas decisões nos parecem, hoje, inexplicáveis. São este comportamento e estas decisões que o presente volume propõe explorar. […] Não é, assim, uma história da participação portuguesa na Primeira Guerra Mundial, nem uma história política do período: é uma tentativa de narrar e de interpretar o trajecto de uma das figuras-chave da política portuguesa, num momento crucial da vida do país."
Nº Páginas: 544
Sinopse:
A acção política de Afonso Costa durante a Primeira Guerra Mundial. Uma análise detalhada do período entre agosto de 1914 e Dezembro de 1917 revela uma série de situações em que o comportamento de Afonso Costa [o político que maior destaque alcançou durante a Primeira República] se mostra ambíguo (senão mesmo contraditório) e as suas decisões nos parecem, hoje, inexplicáveis. São este comportamento e estas decisões que o presente volume propõe explorar. […] Não é, assim, uma história da participação portuguesa na Primeira Guerra Mundial, nem uma história política do período: é uma tentativa de narrar e de interpretar o trajecto de uma das figuras-chave da política portuguesa, num momento crucial da vida do país."
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Edição: Out 2023
Nº Páginas: 528
Sinopse:
Um magnífico balanço sobre como e porquê está a desmoronar o casamento entre a democracia e o capitalismo. E a defesa do que pode ser feito para inverter esta dinâmica, pois, para Martin Wolf, apesar de todos os seus defeitos, o capitalismo democrático continua a ser o melhor sistema para o desenvolvimento. Mas o que vemos hoje é que a democracia liberal está em crise e o autoritarismo está a crescer. Além disso, os laços que deveriam ligar os mercados abertos a eleições livres e justas estão ameaçados. As vozes dividem-se: de um lado, as que defendem que o capitalismo é melhor sem democracia; do outro, as que defendem que a democracia é melhor sem capitalismo.
Nº Páginas: 528
Sinopse:
Um magnífico balanço sobre como e porquê está a desmoronar o casamento entre a democracia e o capitalismo. E a defesa do que pode ser feito para inverter esta dinâmica, pois, para Martin Wolf, apesar de todos os seus defeitos, o capitalismo democrático continua a ser o melhor sistema para o desenvolvimento. Mas o que vemos hoje é que a democracia liberal está em crise e o autoritarismo está a crescer. Além disso, os laços que deveriam ligar os mercados abertos a eleições livres e justas estão ameaçados. As vozes dividem-se: de um lado, as que defendem que o capitalismo é melhor sem democracia; do outro, as que defendem que a democracia é melhor sem capitalismo.
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 688
Sinopse:
O primeiro de dois volumes, À Beira do Abismo é a monumental nova história da Europa moderna e um dos maiores triunfos de Ian Kershaw. No Verão de 1914, a maior parte da Europa mergulhou numa guerra tão catastrófica que levou gerações a recuperar dela. O desastre aterrorizou os seus sobreviventes, chocados por a civilização que assumiam ser o modelo para o resto do mundo ter sucumbido à barbaridade. Em 1939, os europeus iniciariam um segundo conflito que provou ser ainda pior - uma guerra que tinha na morte de civis um objectivo central, e cujo fim não impediu que a violência continuasse, moldando um continente retalhado que emergia. "Um grande feito… Dificilmente existe um guia mais judicioso para esta terra sangrenta..." The Sunday Times
Nº Páginas: 688
Sinopse:
O primeiro de dois volumes, À Beira do Abismo é a monumental nova história da Europa moderna e um dos maiores triunfos de Ian Kershaw. No Verão de 1914, a maior parte da Europa mergulhou numa guerra tão catastrófica que levou gerações a recuperar dela. O desastre aterrorizou os seus sobreviventes, chocados por a civilização que assumiam ser o modelo para o resto do mundo ter sucumbido à barbaridade. Em 1939, os europeus iniciariam um segundo conflito que provou ser ainda pior - uma guerra que tinha na morte de civis um objectivo central, e cujo fim não impediu que a violência continuasse, moldando um continente retalhado que emergia. "Um grande feito… Dificilmente existe um guia mais judicioso para esta terra sangrenta..." The Sunday Times
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