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Edição: Fev 2020
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Em agosto de 1519, Fernão de Magalhães içou âncoras do porto de Sevilha, ao serviço da Coroa espanhola. Tinha início a primeira viagem em redor do Mundo, que descobriria novas rotas de navegação e alteraria todos os mapas da Terra existentes até então. Comandava cinco navios e 237 homens. Embarcado como representante da corte de Veneza na expedição espanhola, Antonio Pigafetta sobreviveu à terrível viagem e celebrizou-se como cronista da grande aventura. Cruzaram aquele que seria batizado de estreito de Magalhães, descobriram o maior oceano da Terra (o Pacífico), passaram pela Ásia - onde Magalhães foi tragicamente morto por nativos filipinos -, contornaram a África e então regressaram a Espanha, em setembro de 1522. A armada havia sido reduzida a um só navio, o Victoria, e 18 homens famintos, entre eles Pigafetta.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Em agosto de 1519, Fernão de Magalhães içou âncoras do porto de Sevilha, ao serviço da Coroa espanhola. Tinha início a primeira viagem em redor do Mundo, que descobriria novas rotas de navegação e alteraria todos os mapas da Terra existentes até então. Comandava cinco navios e 237 homens. Embarcado como representante da corte de Veneza na expedição espanhola, Antonio Pigafetta sobreviveu à terrível viagem e celebrizou-se como cronista da grande aventura. Cruzaram aquele que seria batizado de estreito de Magalhães, descobriram o maior oceano da Terra (o Pacífico), passaram pela Ásia - onde Magalhães foi tragicamente morto por nativos filipinos -, contornaram a África e então regressaram a Espanha, em setembro de 1522. A armada havia sido reduzida a um só navio, o Victoria, e 18 homens famintos, entre eles Pigafetta.
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Edição: Abr 2004
Nº Páginas: 87
Sinopse:
Zip é uma jovem andorinha. Como todos os pássaros migradores, ela prepara-se para ir passar o Inverno num país quente. Nesta sua primeira grande viagem, Zip convida os leitores a serem seus parceiros de aventuras do outro lado do mar…
Nº Páginas: 87
Sinopse:
Zip é uma jovem andorinha. Como todos os pássaros migradores, ela prepara-se para ir passar o Inverno num país quente. Nesta sua primeira grande viagem, Zip convida os leitores a serem seus parceiros de aventuras do outro lado do mar…
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Edição: Jul 2010
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Este livro não conta a história da I República Portuguesa como sucessão de factos cronologicamente encadeados e politicamente desenvolvidos. Tal história, que é aliás indispensável, constituirá outro volume dentro desta colecção. O objectivo único deste livro foi desvelar um pouco os bastidores, analisando estruturas de base e conjunturas menos conhecidas. Procurou-se fazê-lo sem pretensões, de maneira resumida e fácil, pronta a ser assimilada por qualquer tipo de público,medianamente instruído.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Este livro não conta a história da I República Portuguesa como sucessão de factos cronologicamente encadeados e politicamente desenvolvidos. Tal história, que é aliás indispensável, constituirá outro volume dentro desta colecção. O objectivo único deste livro foi desvelar um pouco os bastidores, analisando estruturas de base e conjunturas menos conhecidas. Procurou-se fazê-lo sem pretensões, de maneira resumida e fácil, pronta a ser assimilada por qualquer tipo de público,medianamente instruído.
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Edição: Nov 2012
Nº Páginas: 352
Sinopse:
A 1.ª invasão francesa de Portugal, em 1807 - liderada pelo general Junot, um dos mais experientes generais de Napoleão -, foi um acontecimento decisivo na longa e brutal guerra peninsular. Foi a 1.ª campanha que Sir Arthur Wellesley, mais tarde duque de Wellington, liderou na Península. David Buttery estudou esta campanha e oferece-nos uma nova perspectiva. A sua narrativa cobre a totalidade da campanha com vívidos pormenores - o surgimento da resistência popular às forças ocupantes francesas, o despoletar da guerra de guerrilha, as diferentes tácticas dos exércitos opostos, as personalidades contrastantes de Wellesley e Junot, as vitórias aliadas em Roliça e Vimieiro e a infame convenção de Sintra.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
A 1.ª invasão francesa de Portugal, em 1807 - liderada pelo general Junot, um dos mais experientes generais de Napoleão -, foi um acontecimento decisivo na longa e brutal guerra peninsular. Foi a 1.ª campanha que Sir Arthur Wellesley, mais tarde duque de Wellington, liderou na Península. David Buttery estudou esta campanha e oferece-nos uma nova perspectiva. A sua narrativa cobre a totalidade da campanha com vívidos pormenores - o surgimento da resistência popular às forças ocupantes francesas, o despoletar da guerra de guerrilha, as diferentes tácticas dos exércitos opostos, as personalidades contrastantes de Wellesley e Junot, as vitórias aliadas em Roliça e Vimieiro e a infame convenção de Sintra.
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Edição: Nov 2013
Nº Páginas: 912
Sinopse:
A 11 de novembro de 1918 é assinado o armistício que põe fim à Primeira Guerra Mundial. Nove milhões de soldados morreram, quatro grandes impérios foram destruídos e o panorama geopolítico da Europa e do Médio Oriente alterou-se para sempre. O historiador Martin Gilbert conta-nos, através de uma narrativa empolgante, a história deste terrível conflito. Os horrores das batalhas, o confronto por mar e ar e as experiências vividas nas trincheiras e nas frentes de combate pelos soldados das diferentes nações beligerantes. Sete mil portugueses perderam a vida na Grande Guerra. Colocados na Frente Ocidental, na Flandres, França, o Corpo Expedicionário Português participou na decisiva batalha de La Lys. A 9 de abril de 1918, 20 mil homens não conseguiram travar os 50 mil soldados alemães, naquela que foi uma das mais sangrentas batalhas da Primeira Guerra Mundial. Esta foi uma guerra extremamente mortífera, facto que se deveu, em parte, como nos explica Martin Gilbert, às novas tecnologias militares que se desenvolveram. Novos tanques, aviões que pela primeira vez foram usados com fins militares, tornando os bombardeamentos aéreos uma nova realidade, metralhadoras cada vez mais rápidas e potentes, novos navios de combate e a novidade da guerra química, com o gás tóxico usado pela primeira vez pelos alemães em 1915.
Nº Páginas: 912
Sinopse:
A 11 de novembro de 1918 é assinado o armistício que põe fim à Primeira Guerra Mundial. Nove milhões de soldados morreram, quatro grandes impérios foram destruídos e o panorama geopolítico da Europa e do Médio Oriente alterou-se para sempre. O historiador Martin Gilbert conta-nos, através de uma narrativa empolgante, a história deste terrível conflito. Os horrores das batalhas, o confronto por mar e ar e as experiências vividas nas trincheiras e nas frentes de combate pelos soldados das diferentes nações beligerantes. Sete mil portugueses perderam a vida na Grande Guerra. Colocados na Frente Ocidental, na Flandres, França, o Corpo Expedicionário Português participou na decisiva batalha de La Lys. A 9 de abril de 1918, 20 mil homens não conseguiram travar os 50 mil soldados alemães, naquela que foi uma das mais sangrentas batalhas da Primeira Guerra Mundial. Esta foi uma guerra extremamente mortífera, facto que se deveu, em parte, como nos explica Martin Gilbert, às novas tecnologias militares que se desenvolveram. Novos tanques, aviões que pela primeira vez foram usados com fins militares, tornando os bombardeamentos aéreos uma nova realidade, metralhadoras cada vez mais rápidas e potentes, novos navios de combate e a novidade da guerra química, com o gás tóxico usado pela primeira vez pelos alemães em 1915.
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Edição: Mai 2008
Nº Páginas: 310
Sinopse:
Quando Jonas foi engolido pelo "grande peixe", tentava apenas escapar para o território que é agora Portugal. Foi aqui que Aníbal encontrou os guerreiros, as armas e o ouro que tornaram possível a sua marcha sobre Roma; e Júlio César, a fortuna que lhe permitiu as conquistas da Gália e da Inglaterra. Durante a Alta Idade Média, mais a norte, os governantes árabes integraram Portugal na civilização mais avançada do mundo. Após a conquista de Lisboa, pelos Normandos, o novo Portugal levou Veneza à bancarrota e tornou-se a nação mais rica da Europa. Antes de ser eleito Papa, com o nome de João XXI, Pedro Hispano, nascido em Lisboa, escreveu um dos primeiros compêndios modernos sobre Medicina que, um século mais tarde, era livro de consulta obrigatória em quase toda a Europa. Os Portugueses levaram as túlipas, o chocolate e os diamantes para a Holanda, introduziram na Inglaterra o hábito do chá das cinco e deram a Bombaim a chave do Império. Ensinaram a África a proteger-se contra a malária e levaram carregamentos de escravos para a América. Introduziram, na Índia, o ensino superior, o caril e as chamuças e, no Japão, a tempura e as armas de fogo.
Nº Páginas: 310
Sinopse:
Quando Jonas foi engolido pelo "grande peixe", tentava apenas escapar para o território que é agora Portugal. Foi aqui que Aníbal encontrou os guerreiros, as armas e o ouro que tornaram possível a sua marcha sobre Roma; e Júlio César, a fortuna que lhe permitiu as conquistas da Gália e da Inglaterra. Durante a Alta Idade Média, mais a norte, os governantes árabes integraram Portugal na civilização mais avançada do mundo. Após a conquista de Lisboa, pelos Normandos, o novo Portugal levou Veneza à bancarrota e tornou-se a nação mais rica da Europa. Antes de ser eleito Papa, com o nome de João XXI, Pedro Hispano, nascido em Lisboa, escreveu um dos primeiros compêndios modernos sobre Medicina que, um século mais tarde, era livro de consulta obrigatória em quase toda a Europa. Os Portugueses levaram as túlipas, o chocolate e os diamantes para a Holanda, introduziram na Inglaterra o hábito do chá das cinco e deram a Bombaim a chave do Império. Ensinaram a África a proteger-se contra a malária e levaram carregamentos de escravos para a América. Introduziram, na Índia, o ensino superior, o caril e as chamuças e, no Japão, a tempura e as armas de fogo.
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Edição: Fev 2022
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Retrato da América durante a Grande Depressão, este primeiro romance da saga de Arturo Bandini é uma obra-prima da literatura norte-americana moderna. Enquanto a América agoniza no meio da grande crise dos anos 30, Arturo Bandini, filho de emigrantes italianos, faz a passagem da infância para a adolescência, numa pequena cidade do Colorado, desoladora no Inverno, com o seu manto de neve. O pai, pedreiro, desespera com a falta de trabalho e procura consolo no vinho e nas mulheres. A mãe, católica fervorosa, é tão submissa quanto autoritária. À espera da primavera, Arturo debate-se com o primeiro amor e sonha libertar-se do ambiente familiar sufocante. Com Arturo — alter ego de John Fante —, vislumbramos a vida de toda uma comunidade imigrante italiana, pobre, marginalizada e castrada pela religiosidade, imaginamos o que é não ter oportunidades num país que as promete, reconhecemos que a vulnerabilidade dos mais frágeis é inescapável num país que apregoa o sucesso. Afirmando-se simultaneamente como uma radiografia das dores da adolescência, dos laços de família que se desfazem e dos grilhões que deitam por terra os sonhos dos menos favorecidos, esta é uma trama intensa e comovente. "A Primavera Há-de Chegar, Bandini" é o primeiro livro dos quatro que compõem a saga de Arturo Bandini, a grande obra de um nome clássico da literatura americana, mentor de vultos como Charles Bukowski.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Retrato da América durante a Grande Depressão, este primeiro romance da saga de Arturo Bandini é uma obra-prima da literatura norte-americana moderna. Enquanto a América agoniza no meio da grande crise dos anos 30, Arturo Bandini, filho de emigrantes italianos, faz a passagem da infância para a adolescência, numa pequena cidade do Colorado, desoladora no Inverno, com o seu manto de neve. O pai, pedreiro, desespera com a falta de trabalho e procura consolo no vinho e nas mulheres. A mãe, católica fervorosa, é tão submissa quanto autoritária. À espera da primavera, Arturo debate-se com o primeiro amor e sonha libertar-se do ambiente familiar sufocante. Com Arturo — alter ego de John Fante —, vislumbramos a vida de toda uma comunidade imigrante italiana, pobre, marginalizada e castrada pela religiosidade, imaginamos o que é não ter oportunidades num país que as promete, reconhecemos que a vulnerabilidade dos mais frágeis é inescapável num país que apregoa o sucesso. Afirmando-se simultaneamente como uma radiografia das dores da adolescência, dos laços de família que se desfazem e dos grilhões que deitam por terra os sonhos dos menos favorecidos, esta é uma trama intensa e comovente. "A Primavera Há-de Chegar, Bandini" é o primeiro livro dos quatro que compõem a saga de Arturo Bandini, a grande obra de um nome clássico da literatura americana, mentor de vultos como Charles Bukowski.
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Edição: Jan 2014
Nº Páginas: 144
Sinopse:
"O Poder do Agora" tornou-se um dos maiores best-sellers de espiritualidade dos últimos anos, com milhões de exemplares vendidos em todo o mundo e traduzido em mais de 30 idiomas. Este livro marcante e transformador revela o poder que nos permite transcender o pensamento - e os problemas que este gera - e levar uma vida verdadeiramente livre. Para ajudar o leitor a compreender em que consiste este poder, "A Prática do Poder do Agora" reúne os exercícios, as meditações e as práticas descritas em "O Poder do Agora". Um livro de meditação e reflexão que conduz o leitor a uma autêntica transformação de consciência.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
"O Poder do Agora" tornou-se um dos maiores best-sellers de espiritualidade dos últimos anos, com milhões de exemplares vendidos em todo o mundo e traduzido em mais de 30 idiomas. Este livro marcante e transformador revela o poder que nos permite transcender o pensamento - e os problemas que este gera - e levar uma vida verdadeiramente livre. Para ajudar o leitor a compreender em que consiste este poder, "A Prática do Poder do Agora" reúne os exercícios, as meditações e as práticas descritas em "O Poder do Agora". Um livro de meditação e reflexão que conduz o leitor a uma autêntica transformação de consciência.
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Edição: Nov 2010
Nº Páginas: 32
Sinopse:
A Praia dos Sonhos é o sétimo livro da Biblioteca Pedro e Mariana, escrito por António Mota e ilustrado por Danuta Wojciechowska, que tem feito sonhar milhares de pequenos Leitores. É Verão, o Avô , o Pedro e Mariana resolvem ir para a Praia. Como todas as crianças levam os baldes, as pás para brincarem na areia. Não podem esquecer-se do creme solar nem do guarda-sol para em horas de maior calor se protegerem dos raios solares. Depois de muito brincar, Pedro e Mariana querem ir nadar no mar, sem repararem na bandeira hasteada naquele momento. De repente, alguém pega no Pedro e levanta-o… Para saberes mais, terás de ler a história.
Nº Páginas: 32
Sinopse:
A Praia dos Sonhos é o sétimo livro da Biblioteca Pedro e Mariana, escrito por António Mota e ilustrado por Danuta Wojciechowska, que tem feito sonhar milhares de pequenos Leitores. É Verão, o Avô , o Pedro e Mariana resolvem ir para a Praia. Como todas as crianças levam os baldes, as pás para brincarem na areia. Não podem esquecer-se do creme solar nem do guarda-sol para em horas de maior calor se protegerem dos raios solares. Depois de muito brincar, Pedro e Mariana querem ir nadar no mar, sem repararem na bandeira hasteada naquele momento. De repente, alguém pega no Pedro e levanta-o… Para saberes mais, terás de ler a história.
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Edição: Ago 2018
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Depois de Tom Stoppard e Martin Crimp o teatro de Peter Asmussen, dramaturgo dinamarquês cujo trabalho passa pelos palcos de toda a Europa e que se destacou como co-argumentista do cineasta Lars Von Trier. Num hotel deserto, dois casais encontram-se pela primeira vez, e este encontro levará a que se confrontem com as suas vidas frívolas, e solitárias. Mas a verdade é que a partir de então regressam àquele hotel ano após ano, como se não houvesse remédio senão regressar a este estranho convívio e à liberdade que aquele mundo isolado propicia. "A Praia" é uma peça de intimidade, simultaneamente áspera e emotiva, que fala sobre o lado obscuro do amor através de quatro personagens que vão sucumbindo às feridas do passado. "Vou-lhe dizer que pardieiro é este onde veio parar. Aqui não se faz a ponta de um corno. Não há música nem sítios aonde ir. Se quiser momentos de diversão, tem de os criar você mesmo. Há a praia, onde encontrará âmbar que depois pode levar para casa. Temos a casa cheia de âmbar. Pedacinhos de âmbar por todo o lado. Raramente se encontra um pedaço de bom tamanho. Da última vez, o Jan encontrou um fragmento maior, mas ainda não o levei ao ourives. O gerente toma conta do hotel sozinho, e a comida e o serviço não são nada de especial. A única coisa boa deste sítio é que não há crianças. As crianças haviam de morrer de tédio se passassem cá as férias. Os poucos hóspedes que aqui aparecem são sempre esquisitos e preferem manter-se isolados. Quer mais café?"
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Depois de Tom Stoppard e Martin Crimp o teatro de Peter Asmussen, dramaturgo dinamarquês cujo trabalho passa pelos palcos de toda a Europa e que se destacou como co-argumentista do cineasta Lars Von Trier. Num hotel deserto, dois casais encontram-se pela primeira vez, e este encontro levará a que se confrontem com as suas vidas frívolas, e solitárias. Mas a verdade é que a partir de então regressam àquele hotel ano após ano, como se não houvesse remédio senão regressar a este estranho convívio e à liberdade que aquele mundo isolado propicia. "A Praia" é uma peça de intimidade, simultaneamente áspera e emotiva, que fala sobre o lado obscuro do amor através de quatro personagens que vão sucumbindo às feridas do passado. "Vou-lhe dizer que pardieiro é este onde veio parar. Aqui não se faz a ponta de um corno. Não há música nem sítios aonde ir. Se quiser momentos de diversão, tem de os criar você mesmo. Há a praia, onde encontrará âmbar que depois pode levar para casa. Temos a casa cheia de âmbar. Pedacinhos de âmbar por todo o lado. Raramente se encontra um pedaço de bom tamanho. Da última vez, o Jan encontrou um fragmento maior, mas ainda não o levei ao ourives. O gerente toma conta do hotel sozinho, e a comida e o serviço não são nada de especial. A única coisa boa deste sítio é que não há crianças. As crianças haviam de morrer de tédio se passassem cá as férias. Os poucos hóspedes que aqui aparecem são sempre esquisitos e preferem manter-se isolados. Quer mais café?"
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Edição: Mai 2007
Nº Páginas: 48
Sinopse:
Zé Leitão, Maria Cavalinho e Filipe Cavalinho Leitão, que já tem cerca de um ano, vão passear para o Sudoeste, onde há praias magníficas. No caminho, ficam sem gasolina no seu Carro Encarnado. Apanham boleia de um elefante até ao fim da estrada, que acaba em joga da macaca, numa praia. Entre biberões e sestas do Leitão Azul, os nossos heróis cruzam-se com muitas personagens engraçadas: o Macaquinho do Chinês, os Reis do Castelo de Areia, o Contador de Histórias, o bonecreiro Capitão Barbudo, o General Gelatina, o Duo de música ligeira Calheiros e Trindade, os Monstros Cantores do Surf, e os surfistas Catarino e Zeferino. No fim descobrem a Rocha Amarela, que tem uma forma muito especial, e fazem uma construção de areia.
Nº Páginas: 48
Sinopse:
Zé Leitão, Maria Cavalinho e Filipe Cavalinho Leitão, que já tem cerca de um ano, vão passear para o Sudoeste, onde há praias magníficas. No caminho, ficam sem gasolina no seu Carro Encarnado. Apanham boleia de um elefante até ao fim da estrada, que acaba em joga da macaca, numa praia. Entre biberões e sestas do Leitão Azul, os nossos heróis cruzam-se com muitas personagens engraçadas: o Macaquinho do Chinês, os Reis do Castelo de Areia, o Contador de Histórias, o bonecreiro Capitão Barbudo, o General Gelatina, o Duo de música ligeira Calheiros e Trindade, os Monstros Cantores do Surf, e os surfistas Catarino e Zeferino. No fim descobrem a Rocha Amarela, que tem uma forma muito especial, e fazem uma construção de areia.
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Edição: Jul 2019
Nº Páginas: 448
Sinopse:
A Dra. Kate Cooper e o agente David Vale fizeram todos os possíveis para conter a propagação do vírus, mas sem sucesso. A pandemia está a alastrar e, em todo o mundo, multiplicam-se as vítimas mortais. Pior ainda, quem consegue sobreviver sofre irremediáveis mutações genéticas. Os Immari, uma sociedade secreta de contornos maçónicos, há muito que conheciam o poder da praga. E agora, que ela se tornou incontrolável, limitam-se a esperar: uma nova raça humana está prestes a nascer, a raça superior que dominará o planeta. Face à tragédia, as nações industrializadas coligam esforços e criam um poderoso antídoto, chamado Orquídea. Mas sabem que o poder e alcance da nova droga é limitado, pode tratar os sintomas, mas não oferece a cura. Apenas a geneticista Dra. Kate Cooper pode encontrar uma solução. Mas para isso precisa de encontrar David Vale, de quem foi separada em circunstâncias extraordinárias. E, mais difícil ainda, terá de rever a história da humanidade à procura das origens da praga, até chegar ao momento em que o genoma humano foi radicalmente modificado - pois é aí que se encontra a chave do mistério das origens. A Praga da Atlântida é o Segundo volume da trilogia Origens, que vendeu mais TRÊS MILHÕES DE EXEMPLARES em todo o mundo.
Nº Páginas: 448
Sinopse:
A Dra. Kate Cooper e o agente David Vale fizeram todos os possíveis para conter a propagação do vírus, mas sem sucesso. A pandemia está a alastrar e, em todo o mundo, multiplicam-se as vítimas mortais. Pior ainda, quem consegue sobreviver sofre irremediáveis mutações genéticas. Os Immari, uma sociedade secreta de contornos maçónicos, há muito que conheciam o poder da praga. E agora, que ela se tornou incontrolável, limitam-se a esperar: uma nova raça humana está prestes a nascer, a raça superior que dominará o planeta. Face à tragédia, as nações industrializadas coligam esforços e criam um poderoso antídoto, chamado Orquídea. Mas sabem que o poder e alcance da nova droga é limitado, pode tratar os sintomas, mas não oferece a cura. Apenas a geneticista Dra. Kate Cooper pode encontrar uma solução. Mas para isso precisa de encontrar David Vale, de quem foi separada em circunstâncias extraordinárias. E, mais difícil ainda, terá de rever a história da humanidade à procura das origens da praga, até chegar ao momento em que o genoma humano foi radicalmente modificado - pois é aí que se encontra a chave do mistério das origens. A Praga da Atlântida é o Segundo volume da trilogia Origens, que vendeu mais TRÊS MILHÕES DE EXEMPLARES em todo o mundo.
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Edição: Jul 2020
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Ganhar dinheiro não é fácil, mas geri-lo não é tarefa menos árdua. Mónica Duarte oferece aqui uma série de estratégias que o farão saber com exactidão três coisas essenciais: - o que gasta; - em que gasta; - porque gasta. Aprenda a fazer um orçamento doméstico e a organizar a sua vida, de forma a poder encarar as suas finanças de forma mais tranquila, e saiba como criar um fundo de emergência que lhe valha em caso de necessidade. Atenção: este livro apresenta e explica um método que mudou a vida da autora. Esse método é a chave para equilibrar as suas finanças e para ganhar mais qualidade na sua vida.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Ganhar dinheiro não é fácil, mas geri-lo não é tarefa menos árdua. Mónica Duarte oferece aqui uma série de estratégias que o farão saber com exactidão três coisas essenciais: - o que gasta; - em que gasta; - porque gasta. Aprenda a fazer um orçamento doméstico e a organizar a sua vida, de forma a poder encarar as suas finanças de forma mais tranquila, e saiba como criar um fundo de emergência que lhe valha em caso de necessidade. Atenção: este livro apresenta e explica um método que mudou a vida da autora. Esse método é a chave para equilibrar as suas finanças e para ganhar mais qualidade na sua vida.
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Uma poderosa reflexão sobre o sentido da vida, uma elegia da humanidade e do amor, uma celebração de tudo o que temos e que corremos o risco de perder. Com A possibilidade de uma ilha, romance vencedor do Prémio Interallié, a voz mais irreverente das letras francesas consegue mais uma vez provocar e emocionar com a criação de um mundo que se parece perigosamente ao nosso.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Uma poderosa reflexão sobre o sentido da vida, uma elegia da humanidade e do amor, uma celebração de tudo o que temos e que corremos o risco de perder. Com A possibilidade de uma ilha, romance vencedor do Prémio Interallié, a voz mais irreverente das letras francesas consegue mais uma vez provocar e emocionar com a criação de um mundo que se parece perigosamente ao nosso.
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Edição: Mai 2010
Nº Páginas: 504
Sinopse:
"Quando pensa que terminou a Segunda Guerra Mundial? Em Agosto de 1945, depois da rendição dos japoneses? Bem, depende da perspectiva. Se estiver convicto de que o final da guerra deveria ter proporcionado "liberdade" aos países que sofreram sob a ocupação nazi, então, para milhões de pessoas, a guerra não terminou verdadeiramente antes da queda do comunismo, há menos de vinte anos. No Verão de 1945, os povos da Polónia, dos Estados do Báltico e de alguns outros países da Europa de Leste apenas trocaram o jugo de um tirano pelo de outro. Foi com o objectivo de demonstrar esta amarga realidade que os presidentes da Estónia e da Lituânia se recusaram a visitar Moscovo em 2005, para participar nas "celebrações" que assinalaram o 60º aniversário do "fim da guerra" na Europa. Como aconteceu esta injustiça? Eis uma das questões cruciais a que este livro procura responder. E trata-se de uma história que só se tornou possível narrar após a queda do comunismo. Não só porque as cerca de cem testemunhas oculares que encontrei na antiga União Soviética e na Europa de Leste nunca poderiam ter falado abertamente sob o regime comunista, mas também porque só recentemente ficaram disponíveis importantes materiais de arquivo - que sucessivos governos soviéticos esconderam o melhor que puderam. A existência destes documentos permitiu que fosse escrita uma verdadeira história "de bastidores" das relações do Ocidente com Estaline. O que implica - assim o espero - que este livro apresente muitas novidades."
Nº Páginas: 504
Sinopse:
"Quando pensa que terminou a Segunda Guerra Mundial? Em Agosto de 1945, depois da rendição dos japoneses? Bem, depende da perspectiva. Se estiver convicto de que o final da guerra deveria ter proporcionado "liberdade" aos países que sofreram sob a ocupação nazi, então, para milhões de pessoas, a guerra não terminou verdadeiramente antes da queda do comunismo, há menos de vinte anos. No Verão de 1945, os povos da Polónia, dos Estados do Báltico e de alguns outros países da Europa de Leste apenas trocaram o jugo de um tirano pelo de outro. Foi com o objectivo de demonstrar esta amarga realidade que os presidentes da Estónia e da Lituânia se recusaram a visitar Moscovo em 2005, para participar nas "celebrações" que assinalaram o 60º aniversário do "fim da guerra" na Europa. Como aconteceu esta injustiça? Eis uma das questões cruciais a que este livro procura responder. E trata-se de uma história que só se tornou possível narrar após a queda do comunismo. Não só porque as cerca de cem testemunhas oculares que encontrei na antiga União Soviética e na Europa de Leste nunca poderiam ter falado abertamente sob o regime comunista, mas também porque só recentemente ficaram disponíveis importantes materiais de arquivo - que sucessivos governos soviéticos esconderam o melhor que puderam. A existência destes documentos permitiu que fosse escrita uma verdadeira história "de bastidores" das relações do Ocidente com Estaline. O que implica - assim o espero - que este livro apresente muitas novidades."
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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Esta nova edição das ficções pessoanas continua o trabalho de recolha e divulgação das edições anteriores. Estão aqui reunidas nove ficções de Fernando Pessoa, quatro das quais inéditas, tendo as outras sido objecto de novas leituras e organização. A edição inclui duas tentativas de romance, as únicas na obra de Pessoa: "Reacção", passado no final da monarquia, época de grandes conspirações, e "Marcos Alves", as confissões de uma alma possuída pela "agoniada tristeza de não ter feito nada". Os outros contos que formam este volume representam várias fases da vida criativa do autor, com especial incidência nos seus primeiros anos.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Esta nova edição das ficções pessoanas continua o trabalho de recolha e divulgação das edições anteriores. Estão aqui reunidas nove ficções de Fernando Pessoa, quatro das quais inéditas, tendo as outras sido objecto de novas leituras e organização. A edição inclui duas tentativas de romance, as únicas na obra de Pessoa: "Reacção", passado no final da monarquia, época de grandes conspirações, e "Marcos Alves", as confissões de uma alma possuída pela "agoniada tristeza de não ter feito nada". Os outros contos que formam este volume representam várias fases da vida criativa do autor, com especial incidência nos seus primeiros anos.
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Edição: Nov 2009
Nº Páginas: 240
Sinopse:
A caminho da escola, levado pela mão do pai, Pippo é atingido por uma bala perdida no meio de uma refrega das máfias de Nápoles. Matteo e Giuliana, os pais, passam a viver obcecados pela vingança - mas Matteo não consegue a coragem necessária para abater Cullaccio, o responsável pela morte do seu filho.Abandonado pela mulher, Matteo vagueia pela noite de Nápoles, onde travará conhecimento com um conjunto de personagens estranhos: Grace, um travesti felliniano, Garibaldo, dono de um café que permanece aberto toda a noite, o velho padre Mazerotti e o "professore" Provolone, um especialista em questões esotéricas que lhes garante que é possível descer aos Infernos e que conhece, na própria Nápoles, uma das entradas possíveis.Acompanhado do padre, Matteo aventura-se então nas entranhas do Reino dos Mortos em busca do seu filho perdido...Misturando o real e o fantástico, Laurent Gaudé - Prémio Goncourt de 2004 e uma das vozes mais importantes da atual literatura francesa - oferece-nos com A PORTA DOS INFERNOS um romance admirável sobre um dos mitos mais poderosos da história da humanidade.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
A caminho da escola, levado pela mão do pai, Pippo é atingido por uma bala perdida no meio de uma refrega das máfias de Nápoles. Matteo e Giuliana, os pais, passam a viver obcecados pela vingança - mas Matteo não consegue a coragem necessária para abater Cullaccio, o responsável pela morte do seu filho.Abandonado pela mulher, Matteo vagueia pela noite de Nápoles, onde travará conhecimento com um conjunto de personagens estranhos: Grace, um travesti felliniano, Garibaldo, dono de um café que permanece aberto toda a noite, o velho padre Mazerotti e o "professore" Provolone, um especialista em questões esotéricas que lhes garante que é possível descer aos Infernos e que conhece, na própria Nápoles, uma das entradas possíveis.Acompanhado do padre, Matteo aventura-se então nas entranhas do Reino dos Mortos em busca do seu filho perdido...Misturando o real e o fantástico, Laurent Gaudé - Prémio Goncourt de 2004 e uma das vozes mais importantes da atual literatura francesa - oferece-nos com A PORTA DOS INFERNOS um romance admirável sobre um dos mitos mais poderosos da história da humanidade.
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Em vésperas de deixar a Scotland Yard, o subinspetor Dick Martin recebe como última incumbência a captura de Lew Pheeney, um criminoso seu velho conhecido e principal suspeito do assalto ao Banco de Helborough. Mas este apresenta-lhe um álibi surpreendente: na mesma hora em que se dava aquele crime, encontrava-se a executar um serviço particular, um tanto sujo mas honesto, de arrombamento de fechaduras. Depois de uma conversa com a bela bibliotecária Sybil Lansdown e de uma visita ao doutor Stalletti por causa de um livro desparecido, quando o subinspetor regressa a casa, depara-se com um Lew Pheeney aterrado, em fuga do homem que o contratara. Mas, afinal, que serviço foi esse? Pheeney acaba por confessar: «Estive a tentar abrir um túmulo.» Numa história que envolve um herdeiro britânico numa viagem de trajetória impossível de acompanhar, um ladrão de automóveis convertido em motorista de um doutor em leis e um jardineiro madeirense portador de um precioso objeto, Edgar Wallace constrói em A Porta das Sete Chaves uma trama emocionante e cheia de reviravoltas que, publicada originalmente em 1926, continua a fazer deste um dos seus títulos mais lidos.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Em vésperas de deixar a Scotland Yard, o subinspetor Dick Martin recebe como última incumbência a captura de Lew Pheeney, um criminoso seu velho conhecido e principal suspeito do assalto ao Banco de Helborough. Mas este apresenta-lhe um álibi surpreendente: na mesma hora em que se dava aquele crime, encontrava-se a executar um serviço particular, um tanto sujo mas honesto, de arrombamento de fechaduras. Depois de uma conversa com a bela bibliotecária Sybil Lansdown e de uma visita ao doutor Stalletti por causa de um livro desparecido, quando o subinspetor regressa a casa, depara-se com um Lew Pheeney aterrado, em fuga do homem que o contratara. Mas, afinal, que serviço foi esse? Pheeney acaba por confessar: «Estive a tentar abrir um túmulo.» Numa história que envolve um herdeiro britânico numa viagem de trajetória impossível de acompanhar, um ladrão de automóveis convertido em motorista de um doutor em leis e um jardineiro madeirense portador de um precioso objeto, Edgar Wallace constrói em A Porta das Sete Chaves uma trama emocionante e cheia de reviravoltas que, publicada originalmente em 1926, continua a fazer deste um dos seus títulos mais lidos.
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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 288
Sinopse:
6 de Agosto de 2016, a Ponte 25 de Abril comemora 50 anos. Pela primeira vez, um livro conta-nos os 140 anos da história que começa no momento em que o engenheiro Miguel Pais propôs, em 1876, uma rudimentar ponte de ferro entre Lisboa e Montijo. Este é também o livro dos 90 anos que decorreram desde que se avançou com a ideia de uma ponte entre Lisboa e a Margem Sul.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
6 de Agosto de 2016, a Ponte 25 de Abril comemora 50 anos. Pela primeira vez, um livro conta-nos os 140 anos da história que começa no momento em que o engenheiro Miguel Pais propôs, em 1876, uma rudimentar ponte de ferro entre Lisboa e Montijo. Este é também o livro dos 90 anos que decorreram desde que se avançou com a ideia de uma ponte entre Lisboa e a Margem Sul.
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Edição: Fev 2013
Nº Páginas: 243
Sinopse:
Nápoles, Roma e Milão são alguns dos cenários desta nova aventura do capitão Alatriste. Acompanhado pelo jovem Íñigo Balboa, Alatriste recebe ordens para intervir numa conspiração crucial para a Coroa espanhola: o assassinato do doge durante a missa do galo, em Veneza. O plano: impor, pela força das armas, um governo favorável à Corte do rei católico naquele poderoso e estratégico Estado italiano. Para Alastriste e seus camaradas - o veterano Sebastián Copons, o mouro Gurriato, o português Martinho de Arcada, entre outros - a missão afigura-se difícil, arriscada e cheia de surpresas. Suicida, talvez, mas não impossível.
Nº Páginas: 243
Sinopse:
Nápoles, Roma e Milão são alguns dos cenários desta nova aventura do capitão Alatriste. Acompanhado pelo jovem Íñigo Balboa, Alatriste recebe ordens para intervir numa conspiração crucial para a Coroa espanhola: o assassinato do doge durante a missa do galo, em Veneza. O plano: impor, pela força das armas, um governo favorável à Corte do rei católico naquele poderoso e estratégico Estado italiano. Para Alastriste e seus camaradas - o veterano Sebastián Copons, o mouro Gurriato, o português Martinho de Arcada, entre outros - a missão afigura-se difícil, arriscada e cheia de surpresas. Suicida, talvez, mas não impossível.
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Edição: Jan 2026
Nº Páginas: 40
Sinopse:
A Braçadinhas é uma polvinha curiosa que vive no fundo do mar, onde adora fazer explorações e brincar com os amigos. Só que vê muito mal e faz os maiores disparates: confunde estrelas-do-mar com chapéus e o amigo carapau com um tubarão. O que se passará? Nas suas aventuras, Braçadinhas enfrenta alguns perigos, mas, com a ajuda dos amigos, aprende a importância de proteger os oceanos e de cuidar dos olhos, um bem igualmente precioso. Vem juntar-te a ela numa história pedagógica e muito divertida!
Nº Páginas: 40
Sinopse:
A Braçadinhas é uma polvinha curiosa que vive no fundo do mar, onde adora fazer explorações e brincar com os amigos. Só que vê muito mal e faz os maiores disparates: confunde estrelas-do-mar com chapéus e o amigo carapau com um tubarão. O que se passará? Nas suas aventuras, Braçadinhas enfrenta alguns perigos, mas, com a ajuda dos amigos, aprende a importância de proteger os oceanos e de cuidar dos olhos, um bem igualmente precioso. Vem juntar-te a ela numa história pedagógica e muito divertida!
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Edição: Ago 2016
Nº Páginas: 384
Sinopse:
"Este livro pretende contribuir para que entendamos melhor a política, porque só assim podemos julgá-la com a seriedade que merece. Numa época de indignação que questiona e critica muitas coisas que dávamos por adquiridas, Daniel Innerarity avalia a nossa ideia de política, questionando se não chegou a hora de reequacionar a sua natureza, a quem compete fazê-la, quais as suas possibilidades e limites, se continuam válidos alguns dos habituais lugares-comuns e o que podemos esperar dela."
Nº Páginas: 384
Sinopse:
"Este livro pretende contribuir para que entendamos melhor a política, porque só assim podemos julgá-la com a seriedade que merece. Numa época de indignação que questiona e critica muitas coisas que dávamos por adquiridas, Daniel Innerarity avalia a nossa ideia de política, questionando se não chegou a hora de reequacionar a sua natureza, a quem compete fazê-la, quais as suas possibilidades e limites, se continuam válidos alguns dos habituais lugares-comuns e o que podemos esperar dela."
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Edição: Jan 2016
Nº Páginas: 256
Sinopse:
O cenário de um crime e uma mulher: que é um misto de insatisfação e independência. Ora é uma jovem em roda livre, entregue à noite do Porto, ora uma mãe condecorada com as divisas e medalhas da aristocracia inglesa que se deslumbra com o Douro. Uma mulher arrebatadora que é um romance rock’n’roll, uma estrada de pó, ou uma atleta olímpica cujo corpo não pede explicações. Um corpo sem vida no meio de uma livraria, limpo, entre romances - e Jaime Ramos lia romances, era uma vergonha -, ou uma mulher que espera o regresso do marido que não chega, o beijo de todos os dias, o cheiro do cigarro que lhe proibiu. Cinco histórias reunidas agora em livro pela primeira vez. A todas elas é comum a figura da mulher e todas são guiadas pela voz do inspetor Jaime Ramos, cujo olhar, pela mão de mestre de Francisco José Viegas, paira aqui como uma sombra, uma intromissão na vida interrompida, um vulto vigilante que se confunde com o fumo da cigarrilha ou do charuto. Um Jaime Ramos sozinho que conhece as mulheres e os homens demasiado bem.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
O cenário de um crime e uma mulher: que é um misto de insatisfação e independência. Ora é uma jovem em roda livre, entregue à noite do Porto, ora uma mãe condecorada com as divisas e medalhas da aristocracia inglesa que se deslumbra com o Douro. Uma mulher arrebatadora que é um romance rock’n’roll, uma estrada de pó, ou uma atleta olímpica cujo corpo não pede explicações. Um corpo sem vida no meio de uma livraria, limpo, entre romances - e Jaime Ramos lia romances, era uma vergonha -, ou uma mulher que espera o regresso do marido que não chega, o beijo de todos os dias, o cheiro do cigarro que lhe proibiu. Cinco histórias reunidas agora em livro pela primeira vez. A todas elas é comum a figura da mulher e todas são guiadas pela voz do inspetor Jaime Ramos, cujo olhar, pela mão de mestre de Francisco José Viegas, paira aqui como uma sombra, uma intromissão na vida interrompida, um vulto vigilante que se confunde com o fumo da cigarrilha ou do charuto. Um Jaime Ramos sozinho que conhece as mulheres e os homens demasiado bem.
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Edição: Jan 2025
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Bem-vindos de volta à Castle Rock de Stephen King… Nesta pequena cidade do Maine, Gwendy Peterson ver-se-á confrontada com o desaparecimento de duas raparigas - e a reaparição da sua misteriosa caixa dos botões. A aparente tranquilidade de Castle Rock foi perturbada pelas notícias de que duas adolescentes desapareceram sem deixar rasto. O xerife Norris Ridgewick e a sua equipa iniciaram de imediato buscas e procuram desesperadamente por elas, mas o tempo está a esgotar-se e as hipóteses de as encontrar com vida são cada vez mais reduzidas. Já a tempestade de neve que se aproxima decididamente não trará consigo nada de bom… Ou estaria já aquele Mal em Castle Rock? Longe, em Washington D.C., Gwendy Peterson começou uma nova vida e em nada se parece com a adolescente insegura que em tempos passou o verão a subir as Escadas do Suicídio em Castle Rock. Nesse verão, um misterioso estranho ofereceu-lhe uma poderosa, mas perigosa, caixa de botões, que brindou Gwendy com recompensas em troca do seu cuidado, até que um dia o estranho desapareceu, levando aquele objeto com ele. Vinte e cinco anos mais tarde, a caixa está de volta, precisamente na véspera da partida de Gwendy para visitar os pais. E talvez o "homem errante" esteja de volta também. Só há uma Castle Rock, a verdadeira casa de Gwendy, e só lá ela poderá ajudar a salvar as raparigas e a deter um psicopata antes que ele faça algo demasiado terrível para sequer imaginarmos. A inusitada reaparição da caixa terá um papel nesta história, pois a verdade é que talvez o destino de Gwendy esteja inseparavelmente ligado a este objeto peculiar. Tal como o destino da pacata cidade construída sobre um leito de segredos macabros, prestes a despertar uma vez mais do seu sono tranquilo.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Bem-vindos de volta à Castle Rock de Stephen King… Nesta pequena cidade do Maine, Gwendy Peterson ver-se-á confrontada com o desaparecimento de duas raparigas - e a reaparição da sua misteriosa caixa dos botões. A aparente tranquilidade de Castle Rock foi perturbada pelas notícias de que duas adolescentes desapareceram sem deixar rasto. O xerife Norris Ridgewick e a sua equipa iniciaram de imediato buscas e procuram desesperadamente por elas, mas o tempo está a esgotar-se e as hipóteses de as encontrar com vida são cada vez mais reduzidas. Já a tempestade de neve que se aproxima decididamente não trará consigo nada de bom… Ou estaria já aquele Mal em Castle Rock? Longe, em Washington D.C., Gwendy Peterson começou uma nova vida e em nada se parece com a adolescente insegura que em tempos passou o verão a subir as Escadas do Suicídio em Castle Rock. Nesse verão, um misterioso estranho ofereceu-lhe uma poderosa, mas perigosa, caixa de botões, que brindou Gwendy com recompensas em troca do seu cuidado, até que um dia o estranho desapareceu, levando aquele objeto com ele. Vinte e cinco anos mais tarde, a caixa está de volta, precisamente na véspera da partida de Gwendy para visitar os pais. E talvez o "homem errante" esteja de volta também. Só há uma Castle Rock, a verdadeira casa de Gwendy, e só lá ela poderá ajudar a salvar as raparigas e a deter um psicopata antes que ele faça algo demasiado terrível para sequer imaginarmos. A inusitada reaparição da caixa terá um papel nesta história, pois a verdade é que talvez o destino de Gwendy esteja inseparavelmente ligado a este objeto peculiar. Tal como o destino da pacata cidade construída sobre um leito de segredos macabros, prestes a despertar uma vez mais do seu sono tranquilo.
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Edição: Mai 2022
Nº Páginas: 152
Sinopse:
A terra é um mundo verde; é o planeta das plantas. As plantas constituem um sistema nevrálgico ou um mapa - uma "planta" sobre a qual se escreve o mundo humano. Este livro relata histórias de plantas que, entrelaçando-se com a história humana, se juntam para formar a grande narrativa da vida na Terra. Que papel tiveram as árvores na Revolução Francesa ou na Astronomia? Porque é que as árvores num bosque cooperam em vez de competir? Que relação têm as árvores com a música? Como é que a madeira foi usada para resolver alguns dos crimes mais famosos? Quais foram as primeiras plantas a viajar no espaço? Estas e outras perguntas são levantadas e respondidas através das histórias deste livro, que vai certamente transformar a forma como vê a paisagem ao seu redor.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
A terra é um mundo verde; é o planeta das plantas. As plantas constituem um sistema nevrálgico ou um mapa - uma "planta" sobre a qual se escreve o mundo humano. Este livro relata histórias de plantas que, entrelaçando-se com a história humana, se juntam para formar a grande narrativa da vida na Terra. Que papel tiveram as árvores na Revolução Francesa ou na Astronomia? Porque é que as árvores num bosque cooperam em vez de competir? Que relação têm as árvores com a música? Como é que a madeira foi usada para resolver alguns dos crimes mais famosos? Quais foram as primeiras plantas a viajar no espaço? Estas e outras perguntas são levantadas e respondidas através das histórias deste livro, que vai certamente transformar a forma como vê a paisagem ao seu redor.
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Edição: Jun 2017
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Em 2017, celebra-se em todo o mundo o centenário do nascimento de Juan Rulfo. Em 1953, dois anos antes de Pedro Páramo, com o qual obteria a consagração internacional como um dos escritores mais influentes do século XX e da literatura de língua espanhola, Juan Rulfo publica esta sua primeira obra, um volume de contos. Desde logo, a novidade da sua prosa impressiona e desperta a atenção, nomeadamente pela profundidade das personagens, onde camponeses que lutam pela subsistência, caciques brutais e revolucionários sanguinários se cruzam e coexistem num cenário árido e pobre, carregado de solidão, violência e morte. Uma obra fundamental e intemporal da língua hispânica e da literatura universal: um verdadeiro clássico moderno. Influenciou de forma decisiva autores distinguidos com o Prémio Nobel de Literatura, como Gabriel García Márquez e Octávio Paz.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Em 2017, celebra-se em todo o mundo o centenário do nascimento de Juan Rulfo. Em 1953, dois anos antes de Pedro Páramo, com o qual obteria a consagração internacional como um dos escritores mais influentes do século XX e da literatura de língua espanhola, Juan Rulfo publica esta sua primeira obra, um volume de contos. Desde logo, a novidade da sua prosa impressiona e desperta a atenção, nomeadamente pela profundidade das personagens, onde camponeses que lutam pela subsistência, caciques brutais e revolucionários sanguinários se cruzam e coexistem num cenário árido e pobre, carregado de solidão, violência e morte. Uma obra fundamental e intemporal da língua hispânica e da literatura universal: um verdadeiro clássico moderno. Influenciou de forma decisiva autores distinguidos com o Prémio Nobel de Literatura, como Gabriel García Márquez e Octávio Paz.
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Edição: Out 2006
Nº Páginas: 220
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o 7º ano de escolaridade, destinado a leitura orientada. A história aventurosa de Mary Read, pirata das Caraíbas./ A Pirata é uma biografia ficcionada da célebre Mary Read, uma das poucas mulheres-pirata e que há memória. Conhece- se a história de Mary Read pela breve descrição que dela faz o capitão Charles Johnson na História Geral dos Piratas. Sabe-se que nasceu em Inglaterra, que foi soldado na Flandres e que foi capturada na Jamaica com a tripulação do famoso capitão Calico Jack Rackam e a sua amante, a terrível Anne Bonny. Condenadas à morte na forca, Mary Read e Anne Bonny viram a sentença adiada por estarem grávidas. Mary Read veio a morrer na prisão, em Abril de 1721.
Nº Páginas: 220
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o 7º ano de escolaridade, destinado a leitura orientada. A história aventurosa de Mary Read, pirata das Caraíbas./ A Pirata é uma biografia ficcionada da célebre Mary Read, uma das poucas mulheres-pirata e que há memória. Conhece- se a história de Mary Read pela breve descrição que dela faz o capitão Charles Johnson na História Geral dos Piratas. Sabe-se que nasceu em Inglaterra, que foi soldado na Flandres e que foi capturada na Jamaica com a tripulação do famoso capitão Calico Jack Rackam e a sua amante, a terrível Anne Bonny. Condenadas à morte na forca, Mary Read e Anne Bonny viram a sentença adiada por estarem grávidas. Mary Read veio a morrer na prisão, em Abril de 1721.
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Edição: Set 2010
Nº Páginas: 40
Sinopse:
Uma menina em idade escolar. Um pai desempregado. Uma família com carências económicas. Este é o ponto de partida para uma história em que Fernando Carvalho aborda o tema da exclusão social com pertinência. Sem playstation, sem telemóvel, impedida de ir às aulas de natação e de comprar roupas de marca, a menina é posta à margem do seu grupo de amigos. Para sobreviver, mente aos colegas e aos pais. Por fim, descobre que tem de ter coragem para enfrentar tudo e todos e mostrar-se como realmente é. Sem complexos nem influências exteriores. O homem é um ser social. Vive de acordo com as regras que vigoram nos grupos em que está integrado. Perceber o "outro", ou os "outros", é uma condição fundamental para viver em harmonia com as pessoas que o rodeiam. É esta noção de "interacção social" bem sucedida que deve ser apreendida pelos jovens. A questão que se coloca é a premência do jovem ser "bem recebido" e, pelas suas atitudes e comportamentos, valorizar o grupo; por outro lado, é importante realçar o sentimento de "segurança", de "pertença", que o grupo pode transmitir ao jovem, permitindo-lhe expressar todas as suas qualidades humanas.
Nº Páginas: 40
Sinopse:
Uma menina em idade escolar. Um pai desempregado. Uma família com carências económicas. Este é o ponto de partida para uma história em que Fernando Carvalho aborda o tema da exclusão social com pertinência. Sem playstation, sem telemóvel, impedida de ir às aulas de natação e de comprar roupas de marca, a menina é posta à margem do seu grupo de amigos. Para sobreviver, mente aos colegas e aos pais. Por fim, descobre que tem de ter coragem para enfrentar tudo e todos e mostrar-se como realmente é. Sem complexos nem influências exteriores. O homem é um ser social. Vive de acordo com as regras que vigoram nos grupos em que está integrado. Perceber o "outro", ou os "outros", é uma condição fundamental para viver em harmonia com as pessoas que o rodeiam. É esta noção de "interacção social" bem sucedida que deve ser apreendida pelos jovens. A questão que se coloca é a premência do jovem ser "bem recebido" e, pelas suas atitudes e comportamentos, valorizar o grupo; por outro lado, é importante realçar o sentimento de "segurança", de "pertença", que o grupo pode transmitir ao jovem, permitindo-lhe expressar todas as suas qualidades humanas.
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Na manhã de um dia 16 de abril dos anos de 1940, o doutor Bernard Rieux sai do seu consultório e tropeça num rato morto. Este é o primeiro sinal de uma epidemia de peste que em breve toma conta de toda a cidade de Orão, na Argélia. Sujeita a quarentena, esta torna-se um território irrespirável e os seus habitantes são conduzidos até estados de sofrimento, de loucura, mas também de compaixão de proporções desmedidas. Uma história arrebatadora sobre o horror, a sobrevivência e a resiliência do ser humano, "A Peste" é uma parábola de ressonância intemporal, um romance magistralmente construído, que, publicado originalmente em 1947, consagrou em definitivo Albert Camus como um dos autores fundamentais da literatura moderna.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Na manhã de um dia 16 de abril dos anos de 1940, o doutor Bernard Rieux sai do seu consultório e tropeça num rato morto. Este é o primeiro sinal de uma epidemia de peste que em breve toma conta de toda a cidade de Orão, na Argélia. Sujeita a quarentena, esta torna-se um território irrespirável e os seus habitantes são conduzidos até estados de sofrimento, de loucura, mas também de compaixão de proporções desmedidas. Uma história arrebatadora sobre o horror, a sobrevivência e a resiliência do ser humano, "A Peste" é uma parábola de ressonância intemporal, um romance magistralmente construído, que, publicado originalmente em 1947, consagrou em definitivo Albert Camus como um dos autores fundamentais da literatura moderna.
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Edição: Jun 2014
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Baleia! baleia!... Larga! larga!... Lá vai a arça!... Trancou a baleia! trancou a baleia! Embarca na vida árdua dos pescadores dos Açores no início do século XX, na grandiosidade de um dos momentos mais importantes da comunidade insular - a pesca da baleia - e na beleza serena do oceano que banha as ilhas e lhes dá a vida. Deixa que Raul Brandão te revele as imagens; capta os sons; sente os sabores; e inala os aromas do arquipélago.
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Baleia! baleia!... Larga! larga!... Lá vai a arça!... Trancou a baleia! trancou a baleia! Embarca na vida árdua dos pescadores dos Açores no início do século XX, na grandiosidade de um dos momentos mais importantes da comunidade insular - a pesca da baleia - e na beleza serena do oceano que banha as ilhas e lhes dá a vida. Deixa que Raul Brandão te revele as imagens; capta os sons; sente os sabores; e inala os aromas do arquipélago.
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