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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Ao desejo pessoano de "construir, pelo simples poder do sonho, uma pátria desde sempre perdida", junta-se esta que é até hoje a mais completa edição crítica da mensagem, esse mito que "é o nada que é tudo". Além dos poemas, a edição de Jerónimo Pizarro não esquece a importância do contexto e inclui testemunhos desconhecidos, ligeiras alterações ao cânone textual, datação e quatro posfácios que ajudam a iluminar uma obra que dificilmente revela de imediato os seus múltiplos sentidos e que, por mais que se analise, vai permanecendo uma aventura em aberto para todos os corajosos leitores-argonautas. Inclui textos de António Cirurgião, Onésimo Teotónio Almeida, Helder Macedo e José Barreto
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Ao desejo pessoano de "construir, pelo simples poder do sonho, uma pátria desde sempre perdida", junta-se esta que é até hoje a mais completa edição crítica da mensagem, esse mito que "é o nada que é tudo". Além dos poemas, a edição de Jerónimo Pizarro não esquece a importância do contexto e inclui testemunhos desconhecidos, ligeiras alterações ao cânone textual, datação e quatro posfácios que ajudam a iluminar uma obra que dificilmente revela de imediato os seus múltiplos sentidos e que, por mais que se analise, vai permanecendo uma aventura em aberto para todos os corajosos leitores-argonautas. Inclui textos de António Cirurgião, Onésimo Teotónio Almeida, Helder Macedo e José Barreto
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Edição: Fev 2018
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Mensagem é o único livro publicado em vida por Fernando Pessoa. Uma obra repleta de simbolismo, "realmente um só poema" numa sequência de quarenta e quatro composições imersas num certo sebastianismo. Questão que só o próprio Pessoa poderia decifrar: até que ponto essa construção saudo-sista e sebastianista não é apenas e só mais uma das máscaras do poeta, mais uma das facetas do seu fingimento? A história de Portugal é o tema, ainda que o intuito não seja propriamente narrar os grandes feitos portugueses. Com Pessoa, revisitamos o passado lendário e mítico, a saga dos Descobrimentos, na busca de um sentido para essa antiga grandeza contraposta à decadência actual. Estaremos diante do plano para regenerar Portugal, incutido nesse desígnio divino e espiritual - o Quinto Império? Ou será que, como disse Jorge de Sena, a Mensagem é apenas a criação poética, e por isso, lúdica, de um Portugal mítico? Embora Pessoa seja muito conhecido pelos seus heterónimos, o livro Mensagem foi publicado sob o seu próprio nome - o ortónimo. Uma obra-prima essencial para a compreensão da visão poética de Pessoa, com múltiplas e infindáveis interpretações, inclusivamente contraditórias. O mais importante é que o sonho, o sonho poético e não necessariamente político de Pessoa, se cumpra: "É a Hora!" ESTA EDIÇÃO INCLUI: Nota introdutória - Cartas de Fernando Pessoa a João Gaspar Simões e a Adolfo Casais Monteiro FIXAÇÃO DE TEXTO · Ana Salgado
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Mensagem é o único livro publicado em vida por Fernando Pessoa. Uma obra repleta de simbolismo, "realmente um só poema" numa sequência de quarenta e quatro composições imersas num certo sebastianismo. Questão que só o próprio Pessoa poderia decifrar: até que ponto essa construção saudo-sista e sebastianista não é apenas e só mais uma das máscaras do poeta, mais uma das facetas do seu fingimento? A história de Portugal é o tema, ainda que o intuito não seja propriamente narrar os grandes feitos portugueses. Com Pessoa, revisitamos o passado lendário e mítico, a saga dos Descobrimentos, na busca de um sentido para essa antiga grandeza contraposta à decadência actual. Estaremos diante do plano para regenerar Portugal, incutido nesse desígnio divino e espiritual - o Quinto Império? Ou será que, como disse Jorge de Sena, a Mensagem é apenas a criação poética, e por isso, lúdica, de um Portugal mítico? Embora Pessoa seja muito conhecido pelos seus heterónimos, o livro Mensagem foi publicado sob o seu próprio nome - o ortónimo. Uma obra-prima essencial para a compreensão da visão poética de Pessoa, com múltiplas e infindáveis interpretações, inclusivamente contraditórias. O mais importante é que o sonho, o sonho poético e não necessariamente político de Pessoa, se cumpra: "É a Hora!" ESTA EDIÇÃO INCLUI: Nota introdutória - Cartas de Fernando Pessoa a João Gaspar Simões e a Adolfo Casais Monteiro FIXAÇÃO DE TEXTO · Ana Salgado
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Edição: Jul 2009
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Mensagem é o único livro de poemas de Fernando Pessoa publicado em português durante a sua vida. É também "realmente um só poema", como escreveu, dada a unidade perfeita conseguida pelo seu canto das grandezas passadas da nação — que se reflectem no futuro, potenciadas pelo Quinto Império. Sem a simetria de composição nem a vastidão narrativa da epopeia clássica, é a obra minimal de um Supra-Camões concentrado na construção de um mito, o de D. Sebastião, entendido como a síntese da ousadia dos heróis anteriores e como a promessa de um "dia claro" por vir.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Mensagem é o único livro de poemas de Fernando Pessoa publicado em português durante a sua vida. É também "realmente um só poema", como escreveu, dada a unidade perfeita conseguida pelo seu canto das grandezas passadas da nação — que se reflectem no futuro, potenciadas pelo Quinto Império. Sem a simetria de composição nem a vastidão narrativa da epopeia clássica, é a obra minimal de um Supra-Camões concentrado na construção de um mito, o de D. Sebastião, entendido como a síntese da ousadia dos heróis anteriores e como a promessa de um "dia claro" por vir.
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Edição: Nov 2015
Nº Páginas: 320
Sinopse:
O grande tema da actualidade internacional e europeia é crise dos refugiados sírios. Nuno Rogeiro apresenta as causas e consequências desta catástrofe humanitária, e o que ela significa para os portugueses. Detalhes nunca antes revelados integram este livro, que é o primeiro a ser publicado sobre o tema.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
O grande tema da actualidade internacional e europeia é crise dos refugiados sírios. Nuno Rogeiro apresenta as causas e consequências desta catástrofe humanitária, e o que ela significa para os portugueses. Detalhes nunca antes revelados integram este livro, que é o primeiro a ser publicado sobre o tema.
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Edição: Jul 2019
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Um Livro ideal para aprender a viver com menos num mundo cada vez mais acelerado e consumista. Vivemos vidas tão ocupadas, a correr de uma coisa para a outra, que mal temos tempo para respirar. E se o truque para ser feliz for desejar menos e possuir menos? Menos stress, menos tempo em frente aos ecrãs e menos confusão é igual a mais tempo para aproveitar ao máximo. Afinal, menos com menos dá mais. Imperdível!
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Um Livro ideal para aprender a viver com menos num mundo cada vez mais acelerado e consumista. Vivemos vidas tão ocupadas, a correr de uma coisa para a outra, que mal temos tempo para respirar. E se o truque para ser feliz for desejar menos e possuir menos? Menos stress, menos tempo em frente aos ecrãs e menos confusão é igual a mais tempo para aproveitar ao máximo. Afinal, menos com menos dá mais. Imperdível!
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Edição: Jul 2023
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Menos com Menos Dá Mais" vai ajudar o leitor a conseguir um estilo de vida mais simples. Menos stress, menos tempo em frente aos ecrãs e menos confusão é igual a mais tempo para aproveitar ao máximo. "Reduza, Reutilize, Economize" é um guia prático para um estilo de vida mais ecológico e económico. Explora a arte da reciclagem e da reutilização criativa, a modernização de vestuário antigo, a produção de menos desperdício e revela os segredos de um estilo de vida consciente e criativo - sem esbanjar dinheiro.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Menos com Menos Dá Mais" vai ajudar o leitor a conseguir um estilo de vida mais simples. Menos stress, menos tempo em frente aos ecrãs e menos confusão é igual a mais tempo para aproveitar ao máximo. "Reduza, Reutilize, Economize" é um guia prático para um estilo de vida mais ecológico e económico. Explora a arte da reciclagem e da reutilização criativa, a modernização de vestuário antigo, a produção de menos desperdício e revela os segredos de um estilo de vida consciente e criativo - sem esbanjar dinheiro.
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Edição: Set 2020
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Effie e Luella Tildon são duas irmãs privilegiadas e pouco habituadas à dureza das ruas de Nova Iorque. Mas perto da mansão da família, ergue-se a sombria House of Mercy, o lar austero onde as raparigas rebeldes da cidade são internadas. As irmãs crescem sem nunca se esquecerem de que nada - nem mesmo uma fortuna como a delas - lhes dará a liberdade de quebrarem as regras. Effie nasceu no dia 1 de janeiro de 1900 com um coração imperfeito, um problema que deveria ter-lhe custado a vida na infância. No entanto, aos 13 anos, é uma menina cheia de imaginação e força de vontade, surpreendendo todos com o seu coração que teima em bater. A irmã mais velha, Luella, é bailarina como a mãe e sonha com uma vida diferente e menos convencional. Quando as irmãs descobrem um segredo chocante sobre o pai, a ânsia de liberdade de Luella intensifica-se e a jovem torna-se cada vez mais ousada. Mas a sua rebeldia tem consequências e um dia ela desaparece misteriosamente. Destroçada, Effie traça um plano para resgatar a irmã, que acredita ter sido enviada para a House of Mercy por ordem do pai. Uma vez lá dentro, o que descobre deixa-a desesperada. Agora, fugir é impossível, e Effie necessitará de toda a sua força e coragem para sobreviver, pondo o coração e a esperança à prova. "Meninas Sem Nome" dá vida a uma Nova Iorque no início do século XX, uma cidade prodigiosa em que as sufragistas marchavam nas ruas, os trabalhadores lutavam por melhores condições - mas a rebeldia das mais jovens era punida com a prisão na House of Mercy.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Effie e Luella Tildon são duas irmãs privilegiadas e pouco habituadas à dureza das ruas de Nova Iorque. Mas perto da mansão da família, ergue-se a sombria House of Mercy, o lar austero onde as raparigas rebeldes da cidade são internadas. As irmãs crescem sem nunca se esquecerem de que nada - nem mesmo uma fortuna como a delas - lhes dará a liberdade de quebrarem as regras. Effie nasceu no dia 1 de janeiro de 1900 com um coração imperfeito, um problema que deveria ter-lhe custado a vida na infância. No entanto, aos 13 anos, é uma menina cheia de imaginação e força de vontade, surpreendendo todos com o seu coração que teima em bater. A irmã mais velha, Luella, é bailarina como a mãe e sonha com uma vida diferente e menos convencional. Quando as irmãs descobrem um segredo chocante sobre o pai, a ânsia de liberdade de Luella intensifica-se e a jovem torna-se cada vez mais ousada. Mas a sua rebeldia tem consequências e um dia ela desaparece misteriosamente. Destroçada, Effie traça um plano para resgatar a irmã, que acredita ter sido enviada para a House of Mercy por ordem do pai. Uma vez lá dentro, o que descobre deixa-a desesperada. Agora, fugir é impossível, e Effie necessitará de toda a sua força e coragem para sobreviver, pondo o coração e a esperança à prova. "Meninas Sem Nome" dá vida a uma Nova Iorque no início do século XX, uma cidade prodigiosa em que as sufragistas marchavam nas ruas, os trabalhadores lutavam por melhores condições - mas a rebeldia das mais jovens era punida com a prisão na House of Mercy.
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Edição: Nov 2014
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Do fabuloso monólogo de Lilith num paradisíaco ventre materno, primeiro conto deste volume, até "Estrela", que fecha o livro, numa violenta, mas irresistível, história de abuso sexual paterno que leva a filha ao suicídio, Maria Teresa Horta traça, num português sumptuoso, ao longo de mais de trinta contos, uma vasta e belíssima galeria de "Meninas". Quase todas negligenciadas, quando não abandonadas e maltratadas, entregam-se à magia ou à leitura salvadoras. É assim com Beatriz, à beira do abismo no Faial, com Laura, abandonada pela mãe em "Eclipse", com Branca, perseguida pela madastra e o pai, com Maria do Resgate, que abre a porta aos anjos na falta da mãe, com Rute, ladra "sem culpa" de uma rosa apaixonante. Mas também com a infância de personagens históricas como a sanguinária condessa húngara Erzsébet, com a rebelde Carlota Joaquina, inconformada com um destino que não quis, a seduzir e enfeitiçar o pintor Maella autor do seu retrato oficial, ou literárias como Katie Lewis, apaixonada pela leitura e assim retratada por Edward Burne- Jones, a gerar o fascínio de Oscar Wilde. Meninas é um livro mágico e encantador, com que Maria Teresa Horta abre um novo rumo na história da literatura portuguesa.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Do fabuloso monólogo de Lilith num paradisíaco ventre materno, primeiro conto deste volume, até "Estrela", que fecha o livro, numa violenta, mas irresistível, história de abuso sexual paterno que leva a filha ao suicídio, Maria Teresa Horta traça, num português sumptuoso, ao longo de mais de trinta contos, uma vasta e belíssima galeria de "Meninas". Quase todas negligenciadas, quando não abandonadas e maltratadas, entregam-se à magia ou à leitura salvadoras. É assim com Beatriz, à beira do abismo no Faial, com Laura, abandonada pela mãe em "Eclipse", com Branca, perseguida pela madastra e o pai, com Maria do Resgate, que abre a porta aos anjos na falta da mãe, com Rute, ladra "sem culpa" de uma rosa apaixonante. Mas também com a infância de personagens históricas como a sanguinária condessa húngara Erzsébet, com a rebelde Carlota Joaquina, inconformada com um destino que não quis, a seduzir e enfeitiçar o pintor Maella autor do seu retrato oficial, ou literárias como Katie Lewis, apaixonada pela leitura e assim retratada por Edward Burne- Jones, a gerar o fascínio de Oscar Wilde. Meninas é um livro mágico e encantador, com que Maria Teresa Horta abre um novo rumo na história da literatura portuguesa.
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Edição: Fev 2017
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Escrito no início dos anos 60, este conto acaba por constituir uma espécie de pano de fundo para os textos que se lhe seguiram na obra do autor. Vencedor do prémio Camões 2016, Raduan Nassar tornou-se um autor de culto com a publicação dos seus dois romances - Lavoura arcaica e Um Copo de cólera - pela força da sua prosa e pela forma inesperada como trabalha a língua portuguesa.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Escrito no início dos anos 60, este conto acaba por constituir uma espécie de pano de fundo para os textos que se lhe seguiram na obra do autor. Vencedor do prémio Camões 2016, Raduan Nassar tornou-se um autor de culto com a publicação dos seus dois romances - Lavoura arcaica e Um Copo de cólera - pela força da sua prosa e pela forma inesperada como trabalha a língua portuguesa.
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Edição: Set 2014
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Esta novela foi escrita em 1929 e publicada, em folhetim, no jornal diário vienense "Neue Freie Presse", de que Zweig era colaborador permanente. Narra-se aqui a história de um judeu ortodoxo galiciano, estabelecido há anos em Viena como alfarrabista/vendedor de livros ambulante, e cujo único interesse eram os livros que comprava e vendia a universitários e académicos de Viena. Esta história constitui, espantosamente, a antecipação em mais de uma década do definhamento do próprio autor: a metáfora de um escritor, "cidadão europeu", pacifista empenhado, entregue de corpo e alma, como o próprio Mendel o era, aos seus queridos livros, à criação de uma obra literária europeia com características universais, mas que, vítima da barbárie nacional-socialista, perde tudo, isto é o seu país, a sua língua, os seus leitores da língua alemã para quem escrevia e o próprio sentido da vida.
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Esta novela foi escrita em 1929 e publicada, em folhetim, no jornal diário vienense "Neue Freie Presse", de que Zweig era colaborador permanente. Narra-se aqui a história de um judeu ortodoxo galiciano, estabelecido há anos em Viena como alfarrabista/vendedor de livros ambulante, e cujo único interesse eram os livros que comprava e vendia a universitários e académicos de Viena. Esta história constitui, espantosamente, a antecipação em mais de uma década do definhamento do próprio autor: a metáfora de um escritor, "cidadão europeu", pacifista empenhado, entregue de corpo e alma, como o próprio Mendel o era, aos seus queridos livros, à criação de uma obra literária europeia com características universais, mas que, vítima da barbárie nacional-socialista, perde tudo, isto é o seu país, a sua língua, os seus leitores da língua alemã para quem escrevia e o próprio sentido da vida.
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 304
Sinopse:
"O amor-próprio é incontestavelmente o principal motivo que leva alguém a falar, e sobretudo a escrever, sobre a sua pessoa. Não apresentarei por isso qualquer desculpa frouxa, ou qualquer falsa e inadequada justificação, no tocante às razões por que escrevi estas memórias. Assumo em toda a frontalidade que, entre os sentimentos que me induziram a tornar-me biógrafo de mim mesmo, o mais forte terá sido o amor-próprio. Em maior ou menor grau, a Natureza implantou tal sentimento no coração de cada um de nós e, ao fazê-lo, foi generosa com os escritores, e em especial com os poetas, ou com aqueles que supõem sê-lo. Este dom precioso constitui o primeiro motor das acções do homem, adicionando ao conhecimento das potencialidades deste o iluminante entusiasmo pelo belo, e pelo sublime, o que afinal conforma uma única e idêntica realidade." Vittorio Affieri, Memórias
Nº Páginas: 304
Sinopse:
"O amor-próprio é incontestavelmente o principal motivo que leva alguém a falar, e sobretudo a escrever, sobre a sua pessoa. Não apresentarei por isso qualquer desculpa frouxa, ou qualquer falsa e inadequada justificação, no tocante às razões por que escrevi estas memórias. Assumo em toda a frontalidade que, entre os sentimentos que me induziram a tornar-me biógrafo de mim mesmo, o mais forte terá sido o amor-próprio. Em maior ou menor grau, a Natureza implantou tal sentimento no coração de cada um de nós e, ao fazê-lo, foi generosa com os escritores, e em especial com os poetas, ou com aqueles que supõem sê-lo. Este dom precioso constitui o primeiro motor das acções do homem, adicionando ao conhecimento das potencialidades deste o iluminante entusiasmo pelo belo, e pelo sublime, o que afinal conforma uma única e idêntica realidade." Vittorio Affieri, Memórias
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Edição: Set 2016
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Um dos maiores romances escritos em português e o mais marcante da obra de Machado de Assis. Este livro é uma festa da língua, revolucionário, destroçando todas as convenções literárias do seu tempo. O leitor é maltratado, há capítulos em branco, outros sem utilidade. Brás Cubas, o improvável herói desta história, não fez nada de especial. Apaixonou-se por uma mulher casada, falhou uma carreira política, nunca teve filhos. Depois morreu, e então escreveu as suas memórias.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Um dos maiores romances escritos em português e o mais marcante da obra de Machado de Assis. Este livro é uma festa da língua, revolucionário, destroçando todas as convenções literárias do seu tempo. O leitor é maltratado, há capítulos em branco, outros sem utilidade. Brás Cubas, o improvável herói desta história, não fez nada de especial. Apaixonou-se por uma mulher casada, falhou uma carreira política, nunca teve filhos. Depois morreu, e então escreveu as suas memórias.
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Edição: Jun 2019
Nº Páginas: 408
Sinopse:
"Este é o volume que faltava nas minhas memórias políticas, no qual recordo um importante período do regime democrático português. Convido todos os leitores a acompanharem-me neste trajeto, que vai de 1982 a 2017." Diogo Freitas do Amaral Ao olhar para as várias fases da minha vida, muito cheia e multifacetada, quase sempre a começar de novo, revejo-me por inteiro nas recentes e belas palavras do Papa Francisco (Exortação apostólica "Cristo Vive", 2019): "Um jovem não pode sentir-se desanimado, é próprio dele sonhar coisas grandes, procurar largos horizontes, atrever-se a mais, querer conquistar o mundo, ser capaz de aceitar propostas desafiantes e desejar contribuir, com o melhor de si mesmo, para construir algo melhor." Sempre fui um cidadão ativo, movido por um forte impulso interior no sentido da participação, do reformismo e de maior justiça social. Primeiro, como presidente da Assembleia Geral da Associação de Estudantes da minha Faculdade (1962); depois, como docente empenhado em fazer uma carreira académica completa até ao topo (1964-1984); a seguir, entregue de alma e coração à tarefa de construção de uma autêntica Democracia pluralista de tipo Ocidental - conselheiro de Estado, fundador e primeiro líder do CDS , deputado, ministro, Vice-Primeiro Ministro, Primeiro-Ministro interino, candidato presidencial (em 1986) e de novo, inesperadamente, ministro independente num governo do PS (2005-2006); também como presidente eleito da União Europeia das Democracias Cristãs (1981-1983) e da 50ª Assembleia Geral da ONU (1995-1996); e ainda como escritor (Memórias Políticas I, 1995, e II, 2008, D. Afonso Henriques, 2001, e D. Afonso III, 2005), selecionador de Os Poemas da Minha Vida (2005) e, por último, como autor de uma síntese da nossa magnífica História (Da Lusitânia a Portugal, 2017). Sonhei coisas grandes: e, felizmente, vivi muitas.
Nº Páginas: 408
Sinopse:
"Este é o volume que faltava nas minhas memórias políticas, no qual recordo um importante período do regime democrático português. Convido todos os leitores a acompanharem-me neste trajeto, que vai de 1982 a 2017." Diogo Freitas do Amaral Ao olhar para as várias fases da minha vida, muito cheia e multifacetada, quase sempre a começar de novo, revejo-me por inteiro nas recentes e belas palavras do Papa Francisco (Exortação apostólica "Cristo Vive", 2019): "Um jovem não pode sentir-se desanimado, é próprio dele sonhar coisas grandes, procurar largos horizontes, atrever-se a mais, querer conquistar o mundo, ser capaz de aceitar propostas desafiantes e desejar contribuir, com o melhor de si mesmo, para construir algo melhor." Sempre fui um cidadão ativo, movido por um forte impulso interior no sentido da participação, do reformismo e de maior justiça social. Primeiro, como presidente da Assembleia Geral da Associação de Estudantes da minha Faculdade (1962); depois, como docente empenhado em fazer uma carreira académica completa até ao topo (1964-1984); a seguir, entregue de alma e coração à tarefa de construção de uma autêntica Democracia pluralista de tipo Ocidental - conselheiro de Estado, fundador e primeiro líder do CDS , deputado, ministro, Vice-Primeiro Ministro, Primeiro-Ministro interino, candidato presidencial (em 1986) e de novo, inesperadamente, ministro independente num governo do PS (2005-2006); também como presidente eleito da União Europeia das Democracias Cristãs (1981-1983) e da 50ª Assembleia Geral da ONU (1995-1996); e ainda como escritor (Memórias Políticas I, 1995, e II, 2008, D. Afonso Henriques, 2001, e D. Afonso III, 2005), selecionador de Os Poemas da Minha Vida (2005) e, por último, como autor de uma síntese da nossa magnífica História (Da Lusitânia a Portugal, 2017). Sonhei coisas grandes: e, felizmente, vivi muitas.
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 448
Sinopse:
São precisas duas pessoas para criar uma mentira, aquela que a conta e aquela que acredita. Delia Hopkins tinha seis anos quando o pai a deixou ser sua assistente num espetáculo de magia. " Aprendi muito nessa noite… Que as pessoas não se evaporam no ar". Uma lição que agora, já adulta, confirma todos os dias: a profissão de Delia, na verdade, é encontrar pessoas desaparecidas com a ajuda do seu cão fiel. Gosta do trabalho e também da vida que leva. Apesar de ter perdido a mãe quando ainda era criança, foi criada pelo pai com amor e agora está prestes a casar com o companheiro com quem vive há muito tempo e de quem tem uma filha. Mas, na véspera do casamento uma coisa inesperada e chocante acontece: o seu pai é preso pela polícia sob a acusação de ter raptado Delia à mãe que esta julga ter morrido num acidente de automóvel. Numa dramática inversão de situações e de emoções, privada das suas certezas e do seu passado, Delia inicia uma busca dolorosa da verdade que lhe escapa, porque cada um tem a sua verdade, e porque às vezes amar e proteger uma pessoa também pode obrigar a mentir...
Nº Páginas: 448
Sinopse:
São precisas duas pessoas para criar uma mentira, aquela que a conta e aquela que acredita. Delia Hopkins tinha seis anos quando o pai a deixou ser sua assistente num espetáculo de magia. " Aprendi muito nessa noite… Que as pessoas não se evaporam no ar". Uma lição que agora, já adulta, confirma todos os dias: a profissão de Delia, na verdade, é encontrar pessoas desaparecidas com a ajuda do seu cão fiel. Gosta do trabalho e também da vida que leva. Apesar de ter perdido a mãe quando ainda era criança, foi criada pelo pai com amor e agora está prestes a casar com o companheiro com quem vive há muito tempo e de quem tem uma filha. Mas, na véspera do casamento uma coisa inesperada e chocante acontece: o seu pai é preso pela polícia sob a acusação de ter raptado Delia à mãe que esta julga ter morrido num acidente de automóvel. Numa dramática inversão de situações e de emoções, privada das suas certezas e do seu passado, Delia inicia uma busca dolorosa da verdade que lhe escapa, porque cada um tem a sua verdade, e porque às vezes amar e proteger uma pessoa também pode obrigar a mentir...
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Edição: Out 2010
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Com 78 anos de idade, o narrador e personagem principal deste novo livro de Daniel Sampaio é um dia confrontado com uma situação comum a muitos homens da sua idade - o casamento de um neto. Convidado para a festa, feliz por não ter sido esquecido, parte para uma longa viagem mental nas profundidades da sua memória. Começa por esse neto, Afonso, que o fez sentir velho pela primeira vez, aos 60 anos; aqui recupera a memória de Luísa, a colega na escola onde ambos ensinavam e partilhavam projectos e sonhos profissionais; recua até aos 40 anos, à figura de Mariana, sua mulher e companheira de sempre, mas que por esta altura da vida o confronta com a fragilidade das relações humanas, a começar pelo amor; e enfim, chega aos 20 anos, à adolescência e à juventude, onde tudo começa, para o bem e para o mal
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Com 78 anos de idade, o narrador e personagem principal deste novo livro de Daniel Sampaio é um dia confrontado com uma situação comum a muitos homens da sua idade - o casamento de um neto. Convidado para a festa, feliz por não ter sido esquecido, parte para uma longa viagem mental nas profundidades da sua memória. Começa por esse neto, Afonso, que o fez sentir velho pela primeira vez, aos 60 anos; aqui recupera a memória de Luísa, a colega na escola onde ambos ensinavam e partilhavam projectos e sonhos profissionais; recua até aos 40 anos, à figura de Mariana, sua mulher e companheira de sempre, mas que por esta altura da vida o confronta com a fragilidade das relações humanas, a começar pelo amor; e enfim, chega aos 20 anos, à adolescência e à juventude, onde tudo começa, para o bem e para o mal
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 208
Sinopse:
"Chegada a esta fase da minha vida, torna-se, enfim, possível falar de mim, sem qualquer artifício, numa tentativa de dar testemunho de que viver pode ser difícil, mas também pode ser uma prova de superação de nós próprios." Pela primeira vez, Helena Sacadura Cabral aceita abrir o seu baú de memórias. Numa história de vida que corre em paralelo com a de um país em transformação, estas memórias começam na infância, rodeada dos irmãos e dos primos, muito acarinhada por uma família grande e uns avós extremosos, e terminam quando, com um casamento soçobrado e dois filhos, Helena persegue o sonho de começar uma nova vida. É, no fundo, a história de uma mulher que ousou abrir caminho num país em que isso não era garantido, que fez das muitas conquistas a motivação para continuar e transformou as vicissitudes em força renovada para seguir em frente.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
"Chegada a esta fase da minha vida, torna-se, enfim, possível falar de mim, sem qualquer artifício, numa tentativa de dar testemunho de que viver pode ser difícil, mas também pode ser uma prova de superação de nós próprios." Pela primeira vez, Helena Sacadura Cabral aceita abrir o seu baú de memórias. Numa história de vida que corre em paralelo com a de um país em transformação, estas memórias começam na infância, rodeada dos irmãos e dos primos, muito acarinhada por uma família grande e uns avós extremosos, e terminam quando, com um casamento soçobrado e dois filhos, Helena persegue o sonho de começar uma nova vida. É, no fundo, a história de uma mulher que ousou abrir caminho num país em que isso não era garantido, que fez das muitas conquistas a motivação para continuar e transformou as vicissitudes em força renovada para seguir em frente.
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Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Três gerações de ursos-polares, a avó, a filha Tosca e o neto Knut, que vivem no seio da sociedade humana, são estrelas no circo e no mundo literário. Contam-nos as suas memórias, por vezes alegres, por vezes tristes, e gozam a sua celebridade. Yoko Tawada, desfocando as linhas que separam os homens dos outros animais, escreve um maravilhoso romance sobre os animais que nós somos, a nossa procura de um significado e de um equilíbrio para a vida e para o amor.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Três gerações de ursos-polares, a avó, a filha Tosca e o neto Knut, que vivem no seio da sociedade humana, são estrelas no circo e no mundo literário. Contam-nos as suas memórias, por vezes alegres, por vezes tristes, e gozam a sua celebridade. Yoko Tawada, desfocando as linhas que separam os homens dos outros animais, escreve um maravilhoso romance sobre os animais que nós somos, a nossa procura de um significado e de um equilíbrio para a vida e para o amor.
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Edição: Nov 2018
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Há gerações que uma espécie de maldição paira sobre a família de Jan Arnberg, desde que um tetravô paterno, o primeiro dos Arnberg, cometeu o terrível crime de parricídio. Para escapar à fúria vingativa do destino, o pai de Jan mudou-se para os Estados Unidos, onde, engolido pelo espetáculo da sociedade de consumo e dos slogans publicitários, acabou por falhar na vida; agora, é Jan quem tem de fugir: devido a um escândalo, vê-se obrigado a abandonar a pequena cidade sueca onde vive, acabando nas ruas de Hamburgo — e enquanto a tragédia começa, uma vez mais, a desenhar-se diante dos seus olhos, Jan apercebe-se de que a única opção poderá ser render-se à sua sorte. Numa mistura macabra de comédia e pesadelo, Memórias de um Morto é uma reflexão teatral, irónica e onírica sobre a inevitabilidade do destino e a irracionalidade da vontade humana.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Há gerações que uma espécie de maldição paira sobre a família de Jan Arnberg, desde que um tetravô paterno, o primeiro dos Arnberg, cometeu o terrível crime de parricídio. Para escapar à fúria vingativa do destino, o pai de Jan mudou-se para os Estados Unidos, onde, engolido pelo espetáculo da sociedade de consumo e dos slogans publicitários, acabou por falhar na vida; agora, é Jan quem tem de fugir: devido a um escândalo, vê-se obrigado a abandonar a pequena cidade sueca onde vive, acabando nas ruas de Hamburgo — e enquanto a tragédia começa, uma vez mais, a desenhar-se diante dos seus olhos, Jan apercebe-se de que a única opção poderá ser render-se à sua sorte. Numa mistura macabra de comédia e pesadelo, Memórias de um Morto é uma reflexão teatral, irónica e onírica sobre a inevitabilidade do destino e a irracionalidade da vontade humana.
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Edição: Jul 2016
Nº Páginas: 40
Sinopse:
Era uma vez um Lobo Mau... mesmo muito, muito mau! Mas será que foi sempre assim?Não contes este segredo a ninguém, mas a verdade é que o Lobo Mau dos contos de fadas nem sempre foi um dos vilões mais terríveis. Houve tempos em que era apenas um lobo pequenote, cheio de sonhos, ambições e esperanças. O que ele queria mesmo era viajar pelo mundo e escrever a sua própria história. Mas a vida não está fácil para os lobos!Não acreditas?De aventura em aventura, entre episódios hilariantes, e outros aterradores, fica a saber toda a verdade sobre as origens do Lobo Mau, reveladas em primeira mão pelo próprio.
Nº Páginas: 40
Sinopse:
Era uma vez um Lobo Mau... mesmo muito, muito mau! Mas será que foi sempre assim?Não contes este segredo a ninguém, mas a verdade é que o Lobo Mau dos contos de fadas nem sempre foi um dos vilões mais terríveis. Houve tempos em que era apenas um lobo pequenote, cheio de sonhos, ambições e esperanças. O que ele queria mesmo era viajar pelo mundo e escrever a sua própria história. Mas a vida não está fácil para os lobos!Não acreditas?De aventura em aventura, entre episódios hilariantes, e outros aterradores, fica a saber toda a verdade sobre as origens do Lobo Mau, reveladas em primeira mão pelo próprio.
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Edição: Ago 2021
Nº Páginas: 140
Sinopse:
O futebol não tem muitos mistérios: uns toques de joelhos, umas fintas, a alegria de um golo. Já o mistério da infância não tem fim, e sobre ele escreveu como ninguém Fernando Assis Pacheco nestas 30 crónicas publicadas aos sábados pelo jornal Record em 1972, entretanto tornadas icónicas num livro que andava esgotado. Jogatanas de rua, cromos que se trocam, o miúdo que vai à baliza, a máquina Peyroteo e outras aventuras e dislates do "maior da Rua Guerra Junqueiro", que são na verdade, de forma divertida e comovente, um diálogo entre um adulto, a criança que já foi e a criança que todos nós ainda somos.
Nº Páginas: 140
Sinopse:
O futebol não tem muitos mistérios: uns toques de joelhos, umas fintas, a alegria de um golo. Já o mistério da infância não tem fim, e sobre ele escreveu como ninguém Fernando Assis Pacheco nestas 30 crónicas publicadas aos sábados pelo jornal Record em 1972, entretanto tornadas icónicas num livro que andava esgotado. Jogatanas de rua, cromos que se trocam, o miúdo que vai à baliza, a máquina Peyroteo e outras aventuras e dislates do "maior da Rua Guerra Junqueiro", que são na verdade, de forma divertida e comovente, um diálogo entre um adulto, a criança que já foi e a criança que todos nós ainda somos.
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Edição: Fev 2007
Nº Páginas: 48
Sinopse:
Esta é a história de um brinquedo mágico: um cavalinho de pau. Um cavalinho que atravessou uma, duas, três gerações de meninos. Tem por isso muito para contar. Mas com o desfiar de memórias deste brinquedo mágico, narra-se também a história fascinante de uma velha quinta do Alto Douro, onde se cruzam todos os encantos, aventuras e mistérios. O autor, Alexandre Parafita, natural de Sabrosa, é Doutor em Cultura Portuguesa e Mestre em Ciências da Comunicação. Faz parte dos quadros da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e é também investigador do Centro de Tradições Populares Portuguesas da Universidade de Lisboa. Com vasta experiência ligada à docência, à investigação, à literatura, ao jornalismo e ao ensaísmo, é autor de várias dezenas de livros, a maioria dos quais no âmbito dos estudos de literatura oral tradicional e da literatura infantil e infanto-juvenil.
Nº Páginas: 48
Sinopse:
Esta é a história de um brinquedo mágico: um cavalinho de pau. Um cavalinho que atravessou uma, duas, três gerações de meninos. Tem por isso muito para contar. Mas com o desfiar de memórias deste brinquedo mágico, narra-se também a história fascinante de uma velha quinta do Alto Douro, onde se cruzam todos os encantos, aventuras e mistérios. O autor, Alexandre Parafita, natural de Sabrosa, é Doutor em Cultura Portuguesa e Mestre em Ciências da Comunicação. Faz parte dos quadros da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e é também investigador do Centro de Tradições Populares Portuguesas da Universidade de Lisboa. Com vasta experiência ligada à docência, à investigação, à literatura, ao jornalismo e ao ensaísmo, é autor de várias dezenas de livros, a maioria dos quais no âmbito dos estudos de literatura oral tradicional e da literatura infantil e infanto-juvenil.
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Edição: Mai 2008
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Uma missão solitária marcada pela protecção dos fracos e pela punição dos responsáveis pelo sofrimento humano. Após vários anos a trabalhar da Polícia Judiciária, Xavier decide, após receber uma herança, abandonar a carreira e tornar-se detective privado. A experiência na PJ revelou-lhe que a Justiça tem dois pesos e duas medidas e que na maior parte das vezes interesses obscuros impedem que os culpados sejam condenados. Um dia entra no seu escritório a mulher de um gerente bancário, humilhada pelo marido, que pede ajuda ao detective para conseguir um divórcio financeiramente vantajoso. O que inicialmente parecia uma história vulgar veio a revelar-se o princípio de uma missão solitária de justiçar os fracos e castigar os responsáveis pelo sofrimento humano. Mas se todas as missões têm um fim em nome de uma "justiça natural", quem se consegue salvar?
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Uma missão solitária marcada pela protecção dos fracos e pela punição dos responsáveis pelo sofrimento humano. Após vários anos a trabalhar da Polícia Judiciária, Xavier decide, após receber uma herança, abandonar a carreira e tornar-se detective privado. A experiência na PJ revelou-lhe que a Justiça tem dois pesos e duas medidas e que na maior parte das vezes interesses obscuros impedem que os culpados sejam condenados. Um dia entra no seu escritório a mulher de um gerente bancário, humilhada pelo marido, que pede ajuda ao detective para conseguir um divórcio financeiramente vantajoso. O que inicialmente parecia uma história vulgar veio a revelar-se o princípio de uma missão solitária de justiçar os fracos e castigar os responsáveis pelo sofrimento humano. Mas se todas as missões têm um fim em nome de uma "justiça natural", quem se consegue salvar?
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Edição: Fev 2018
Nº Páginas: 768
Sinopse:
Este livro retrata a vida e obra de um dos grandes pensadores do século XX. Através das suas memórias, Raymond Aron proporciona ao leitor uma extraordinária reflexão política sobre um século de grandes mudanças, onde se analisam aspectos como a ascensão do nazismo na Alemanha, a crítica ao comunismo e às suas ideologias, a análise sobre a Guerra Fria, as guerras do Vietname e da Argélia, a descolonização francesa e a excessiva valorização do Maio de 1968. São também examinadas, de modo genuíno, as ideias maiores do seu tempo: o marxismo, o existencialismo, o liberalismo. Essa análise é tão habilitada quanto Aron conheceu de perto algumas das mais importantes figuras da sua época, como Charles de Gaulle, André Malraux, Henry Kissinger ou Giscard D’Estaing. Os retratos que faz destes homens são ao mesmo tempo isentos de contemplações e de malícia. Um livro essencial para quem se interessa pelas ideias e políticas que fizeram o século XX, que é também um poderoso testemunho de alguém que se interroga sobre si próprio e sobre a sua obra, sobre as pessoas e sobre a vida e o mundo em geral, numa tentativa de perceber como esse influencia o seu sentir e, sobretudo, o seu pensar.
Nº Páginas: 768
Sinopse:
Este livro retrata a vida e obra de um dos grandes pensadores do século XX. Através das suas memórias, Raymond Aron proporciona ao leitor uma extraordinária reflexão política sobre um século de grandes mudanças, onde se analisam aspectos como a ascensão do nazismo na Alemanha, a crítica ao comunismo e às suas ideologias, a análise sobre a Guerra Fria, as guerras do Vietname e da Argélia, a descolonização francesa e a excessiva valorização do Maio de 1968. São também examinadas, de modo genuíno, as ideias maiores do seu tempo: o marxismo, o existencialismo, o liberalismo. Essa análise é tão habilitada quanto Aron conheceu de perto algumas das mais importantes figuras da sua época, como Charles de Gaulle, André Malraux, Henry Kissinger ou Giscard D’Estaing. Os retratos que faz destes homens são ao mesmo tempo isentos de contemplações e de malícia. Um livro essencial para quem se interessa pelas ideias e políticas que fizeram o século XX, que é também um poderoso testemunho de alguém que se interroga sobre si próprio e sobre a sua obra, sobre as pessoas e sobre a vida e o mundo em geral, numa tentativa de perceber como esse influencia o seu sentir e, sobretudo, o seu pensar.
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Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 624
Sinopse:
Três volumes reunidos num só volume de Memórias para a comemoração do 150.º aniversário de Raul Brandão. Publicadas originalmente em três volumes, as Memórias de Raul Brandão constituem um dos exemplos maiores do género na nossa literatura. Memórias pessoais, memórias do seu tempo político e cultural, memórias das pessoas com quem o autor privou ao longo de uma vida consagrada à literatura e ao conhecimento dos outros - as recordações de Raul Brandão transportam-nos para um tempo, para uma sensibilidade e para um modo de escrita irrepetíveis: condensam um talento e um génio literário único; retratam alguns momentos de grande agitação política (as duas primeiras décadas do século xx); constituem um testemunho indispensável para se compreender não apenas a sua obra mas também o país a que ela se refere como uma obsessão.
Nº Páginas: 624
Sinopse:
Três volumes reunidos num só volume de Memórias para a comemoração do 150.º aniversário de Raul Brandão. Publicadas originalmente em três volumes, as Memórias de Raul Brandão constituem um dos exemplos maiores do género na nossa literatura. Memórias pessoais, memórias do seu tempo político e cultural, memórias das pessoas com quem o autor privou ao longo de uma vida consagrada à literatura e ao conhecimento dos outros - as recordações de Raul Brandão transportam-nos para um tempo, para uma sensibilidade e para um modo de escrita irrepetíveis: condensam um talento e um génio literário único; retratam alguns momentos de grande agitação política (as duas primeiras décadas do século xx); constituem um testemunho indispensável para se compreender não apenas a sua obra mas também o país a que ela se refere como uma obsessão.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Num domingo de futebol, a 10 de março de 1918, nasceu em Angola, um dos avançados mais extraordinários de sempre da história do futebol, de seu nome Fernando Baptista de Seixas Peyroteo. A sua história no Sporting Clube de Portugal começou a ser escrita a letras de ouro (entenda-se com golos), logo no seu primeiro jogo com a camisola verde-e-branca, em 1937, num particular com o eterno rival Sport Lisboa e Benfica em que marcou dois golos na vitória dos leões por 5-3. Iniciava-se, assim, uma história de golos, golos... e mais golos. Fernando Peyroteo, conhecido como "O Tanque", foi uma verdadeira máquina goleadora detendo uma série de recordes praticamente inultrapassáveis. Ora vejamos: em apenas 3 jornadas consecutivas do campeonato nacional marcou 16 golos, o que constitui um recorde europeu. Mas não é o único! No pódio do maior número de golos num só jogo das principais ligas europeias, Fernando Peyroteo não só ocupa o 1º lugar com 9 golos, como também ocupa a 2ª posição com 8 golos. Impressionante! Mas não tanto como ter (ainda hoje) a melhor média mundial de golos em jogos do campeonato com um total de 309 golos em apenas 189 jogos. Uma média de 1,6 golos por jogo difícil de superar e reconhecida pela Federação Internacional de História e Estatísticas do Futebol. 2018 assinala o Centenário desta figura ímpar e incontornável do futebol mundial, e que o Sporting Clube de Portugal nunca deixará que caia no esquecimento. Os golos acompanharam toda a carreira de Fernando Peyroteo, tornando-o no maior goleador português de todos os tempos com um total de 540 golos em 332 jogos oficiais. Uma verdadeira máquina de fazer golos! Mas não foi só no Sporting Clube de Portugal que Fernando Peyroteo deixou a sua marca. Na Federação Portuguesa de Futebol também fez história: realizou 20 jogos com a camisola das quinas (marcou 13 golos), foi capitão e chegou a selecionador nacional. Um caso raro de serviços prestados a Portugal. Retirou-se dos relvados com apenas 31 anos. O final foi demasiado prematuro, mas Fernando Peyroteo, que encheu tantos títulos das colunas de jornais de vários países, que foi bradado aos ventos por milhares de vozes durante centenas de jogos, que foi proclamado por emissoras de rádio portuguesas e estrangeiras, ficará a perdurar como recordação saudosa, como estrela brilhante que cintilou na história do futebol mundial. Faleceu com 60 anos, a 28 de novembro de 1978.
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Num domingo de futebol, a 10 de março de 1918, nasceu em Angola, um dos avançados mais extraordinários de sempre da história do futebol, de seu nome Fernando Baptista de Seixas Peyroteo. A sua história no Sporting Clube de Portugal começou a ser escrita a letras de ouro (entenda-se com golos), logo no seu primeiro jogo com a camisola verde-e-branca, em 1937, num particular com o eterno rival Sport Lisboa e Benfica em que marcou dois golos na vitória dos leões por 5-3. Iniciava-se, assim, uma história de golos, golos... e mais golos. Fernando Peyroteo, conhecido como "O Tanque", foi uma verdadeira máquina goleadora detendo uma série de recordes praticamente inultrapassáveis. Ora vejamos: em apenas 3 jornadas consecutivas do campeonato nacional marcou 16 golos, o que constitui um recorde europeu. Mas não é o único! No pódio do maior número de golos num só jogo das principais ligas europeias, Fernando Peyroteo não só ocupa o 1º lugar com 9 golos, como também ocupa a 2ª posição com 8 golos. Impressionante! Mas não tanto como ter (ainda hoje) a melhor média mundial de golos em jogos do campeonato com um total de 309 golos em apenas 189 jogos. Uma média de 1,6 golos por jogo difícil de superar e reconhecida pela Federação Internacional de História e Estatísticas do Futebol. 2018 assinala o Centenário desta figura ímpar e incontornável do futebol mundial, e que o Sporting Clube de Portugal nunca deixará que caia no esquecimento. Os golos acompanharam toda a carreira de Fernando Peyroteo, tornando-o no maior goleador português de todos os tempos com um total de 540 golos em 332 jogos oficiais. Uma verdadeira máquina de fazer golos! Mas não foi só no Sporting Clube de Portugal que Fernando Peyroteo deixou a sua marca. Na Federação Portuguesa de Futebol também fez história: realizou 20 jogos com a camisola das quinas (marcou 13 golos), foi capitão e chegou a selecionador nacional. Um caso raro de serviços prestados a Portugal. Retirou-se dos relvados com apenas 31 anos. O final foi demasiado prematuro, mas Fernando Peyroteo, que encheu tantos títulos das colunas de jornais de vários países, que foi bradado aos ventos por milhares de vozes durante centenas de jogos, que foi proclamado por emissoras de rádio portuguesas e estrangeiras, ficará a perdurar como recordação saudosa, como estrela brilhante que cintilou na história do futebol mundial. Faleceu com 60 anos, a 28 de novembro de 1978.
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Edição: Mai 2009
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Escritas em árduas condições no exílio, publicadas em Londres em 1964, as Memórias de Humberto Delgado abarcam os períodos mais relevantes da nossa história contemporânea, desde a implantação da República, passando pela ditadura de Sidónio Pais, pelo 28 de Maio, pela ascensão de Salazar, pela odisseia de Humberto Delgado durante a Segunda Guerra Mundial, até à campanha eleitoral de 1958, que quase derrubou o Estado Novo. Do período do exílio, Humberto Delgado conta a sua experiência no Brasil, a sua viagem pela Europa como líder de Oposição, o caso do "Santa Maria" e a revolta de Beja quando entrou clandestinamente em Portugal. O livro termina em 1962, quando pensa abandonar o Brasil e deslocar-se para a Argélia, a fim de desencadear uma revolta armada contra o regime.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Escritas em árduas condições no exílio, publicadas em Londres em 1964, as Memórias de Humberto Delgado abarcam os períodos mais relevantes da nossa história contemporânea, desde a implantação da República, passando pela ditadura de Sidónio Pais, pelo 28 de Maio, pela ascensão de Salazar, pela odisseia de Humberto Delgado durante a Segunda Guerra Mundial, até à campanha eleitoral de 1958, que quase derrubou o Estado Novo. Do período do exílio, Humberto Delgado conta a sua experiência no Brasil, a sua viagem pela Europa como líder de Oposição, o caso do "Santa Maria" e a revolta de Beja quando entrou clandestinamente em Portugal. O livro termina em 1962, quando pensa abandonar o Brasil e deslocar-se para a Argélia, a fim de desencadear uma revolta armada contra o regime.
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Edição: Out 2011
Nº Páginas: 408
Sinopse:
"As memórias de António Sala, o homem que se tornou uma espécie de «amigo» dos portugueses, que passaram anos a fio de ouvido colado à rádio com o programa «Despertar». Aqui se conta a história (quase) toda, desde as reminiscências de menino, no tempo em que inventou uma máquina de projectar filmes caseiros que ameaçava deitar fogo à casa, até aos dias mais recentes, em que entrevistava políticos e cantores, escritores e outros que tais. Escusado será dizer que por um livro desta natureza passam dezenas, para não dizer centenas de outras pessoas bem conhecidas da nossa praça, radialistas e famosos do mundo da televisão, artistas (Amália é figura de referência) e escritores admirados, como Lobo Antunes, com direito a citação na epígrafe." - Prefácio de José Rodrigues dos Santos
Nº Páginas: 408
Sinopse:
"As memórias de António Sala, o homem que se tornou uma espécie de «amigo» dos portugueses, que passaram anos a fio de ouvido colado à rádio com o programa «Despertar». Aqui se conta a história (quase) toda, desde as reminiscências de menino, no tempo em que inventou uma máquina de projectar filmes caseiros que ameaçava deitar fogo à casa, até aos dias mais recentes, em que entrevistava políticos e cantores, escritores e outros que tais. Escusado será dizer que por um livro desta natureza passam dezenas, para não dizer centenas de outras pessoas bem conhecidas da nossa praça, radialistas e famosos do mundo da televisão, artistas (Amália é figura de referência) e escritores admirados, como Lobo Antunes, com direito a citação na epígrafe." - Prefácio de José Rodrigues dos Santos
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 308
Sinopse:
Neste livro, um trabalho inédito no panorama da edição portuguesa, Afonso de Melo reúne, pela primeira vez, as crónicas de todos os jogos que a Selecção Nacional disputou nos seis campeonatos do Mundo em que esteve presente. Acompanham-nas textos de vários escritores: Manuel Alegre (Inglaterra 1966); João Rebocho Pais (México 1986); João Ricardo Pedro (Coreia do Sul e Japão 2002); João de Melo (Alemanha 2006); Pepetela (África do Sul 2010); Luis Fernando Verissimo (Brasil 2014). Tempo, pois, agora que se aproxima a hora de Portugal surgir pela sétima vez na fase final de um Campeonato do Mundo, na Rússia, de trazer ao sol histórias que vivem nas "Memórias da Nação Valente".
Nº Páginas: 308
Sinopse:
Neste livro, um trabalho inédito no panorama da edição portuguesa, Afonso de Melo reúne, pela primeira vez, as crónicas de todos os jogos que a Selecção Nacional disputou nos seis campeonatos do Mundo em que esteve presente. Acompanham-nas textos de vários escritores: Manuel Alegre (Inglaterra 1966); João Rebocho Pais (México 1986); João Ricardo Pedro (Coreia do Sul e Japão 2002); João de Melo (Alemanha 2006); Pepetela (África do Sul 2010); Luis Fernando Verissimo (Brasil 2014). Tempo, pois, agora que se aproxima a hora de Portugal surgir pela sétima vez na fase final de um Campeonato do Mundo, na Rússia, de trazer ao sol histórias que vivem nas "Memórias da Nação Valente".
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Edição: Fev 2017
Nº Páginas: 144
Sinopse:
As casas possuem uma simbologia complexa que vai da protecção e abrigo ao lúdico e ao recolhimento e contemplam uma riqueza semiótica que as torna ao mesmo tempo simples espaços de habitação prática e refúgios existenciais. A dimensão poética da casa fixa-se na ideia de "Morada", no sentido em que a morada por excelência é um lugar abstracto da alma. As casas assinalam assim nas nossas vidas a diáspora existencial e peregrina, através das etapas de uma aventura material e espiritual. É mais no sentido espiritual que aqui se fala de casas, pois é nesse sentido que as casas são o lugar privilegiado para o acolhimento ou seja para a visita e para a visitação. No sentido em que o homem habita o seu próprio "ethos" as casas não são mais do que a personificação material, mas simbólica, de um carácter e de um destino. É nas casas, pela sua complexa teia de significados e significações, que se realiza o "Encontro". Qual a natureza desse encontro, não se dirá explicitamente aqui, mas não repugna aceitar que a casa por todos os conceitos que mobiliza, realiza a expectação de alguma coisa a que se pode chamar o "Sagrado".
Nº Páginas: 144
Sinopse:
As casas possuem uma simbologia complexa que vai da protecção e abrigo ao lúdico e ao recolhimento e contemplam uma riqueza semiótica que as torna ao mesmo tempo simples espaços de habitação prática e refúgios existenciais. A dimensão poética da casa fixa-se na ideia de "Morada", no sentido em que a morada por excelência é um lugar abstracto da alma. As casas assinalam assim nas nossas vidas a diáspora existencial e peregrina, através das etapas de uma aventura material e espiritual. É mais no sentido espiritual que aqui se fala de casas, pois é nesse sentido que as casas são o lugar privilegiado para o acolhimento ou seja para a visita e para a visitação. No sentido em que o homem habita o seu próprio "ethos" as casas não são mais do que a personificação material, mas simbólica, de um carácter e de um destino. É nas casas, pela sua complexa teia de significados e significações, que se realiza o "Encontro". Qual a natureza desse encontro, não se dirá explicitamente aqui, mas não repugna aceitar que a casa por todos os conceitos que mobiliza, realiza a expectação de alguma coisa a que se pode chamar o "Sagrado".
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Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 468
Sinopse:
José Medeiros Ferreira (1942-2014) distinguiu-se como dirigente estudantil e opositor ao regime salazarista, como governante em particular na fase fundadora da democracia portuguesa, como interventor no espaço público e como académico e historiador. Nos múltiplos campos do seu multifacetado percurso, José Medeiros Ferreira mostrou possuir uma rara capacidade de pensamento livre e autónomo, uma aguda clarividência quanto ao devir da sociedade portuguesa, um reconhecido talento de análise prospetiva alimentado por uma vasta cultura e visão históricas, uma elevada noção da intervenção política e cívica - que exerceu com inteligência, empenhamento e pautada pelos valores da liberdade e da democracia.
Nº Páginas: 468
Sinopse:
José Medeiros Ferreira (1942-2014) distinguiu-se como dirigente estudantil e opositor ao regime salazarista, como governante em particular na fase fundadora da democracia portuguesa, como interventor no espaço público e como académico e historiador. Nos múltiplos campos do seu multifacetado percurso, José Medeiros Ferreira mostrou possuir uma rara capacidade de pensamento livre e autónomo, uma aguda clarividência quanto ao devir da sociedade portuguesa, um reconhecido talento de análise prospetiva alimentado por uma vasta cultura e visão históricas, uma elevada noção da intervenção política e cívica - que exerceu com inteligência, empenhamento e pautada pelos valores da liberdade e da democracia.
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