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Edição: Fev 2011
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Fugindo ao destino que a mãe lhe traçara, Silvério deixou a aldeia de Pousaflores aos dezoito anos pela promessa de uma vida melhor em África; mas, à chegada, os primos trocaram-lhe as voltas e acabou entre soldados negros na campanha de pacificação de uma tribo violenta. Foi, mesmo assim, entre os derrotados que sobreviveu. Agora, quase quarenta anos volvidos, Silvério está de regresso a Pousaflores. A guerra civil eclodiu em Angola e, se o seu coração é negro, a sua pele não engana e ainda ontem lhe mataram o melhor amigo. Com três filhos mulatos pela mão - todos de mães diferentes -, resta-lhe na aldeia uma irmã amarga, beata e com reumatismo. Que futuro poderão esperar Justino, Belmira e Ercília num lugarejo onde são vistos como "os pretos de Pousaflores"? E a mulher que Silvério abandonou em Angola num pranto inconsolável, estará disposta a abdicar da filha para sempre? Com um leque de vozes admiravelmente distintas - ora hilariantes, ora comoventes e poéticas -, Aida Gomes narra em "Os Pretos de Pousaflores" a história de uma família marcada pelas circunstâncias, acompanhando a memória do passado colonial, o definhar do império, a guerra em Angola e o mundo de exclusão que tantos empurra para o abismo. Belo e profundo, com personagens apaixonantes e cenas inesquecíveis, este romance não deixará ninguém indiferente.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Fugindo ao destino que a mãe lhe traçara, Silvério deixou a aldeia de Pousaflores aos dezoito anos pela promessa de uma vida melhor em África; mas, à chegada, os primos trocaram-lhe as voltas e acabou entre soldados negros na campanha de pacificação de uma tribo violenta. Foi, mesmo assim, entre os derrotados que sobreviveu. Agora, quase quarenta anos volvidos, Silvério está de regresso a Pousaflores. A guerra civil eclodiu em Angola e, se o seu coração é negro, a sua pele não engana e ainda ontem lhe mataram o melhor amigo. Com três filhos mulatos pela mão - todos de mães diferentes -, resta-lhe na aldeia uma irmã amarga, beata e com reumatismo. Que futuro poderão esperar Justino, Belmira e Ercília num lugarejo onde são vistos como "os pretos de Pousaflores"? E a mulher que Silvério abandonou em Angola num pranto inconsolável, estará disposta a abdicar da filha para sempre? Com um leque de vozes admiravelmente distintas - ora hilariantes, ora comoventes e poéticas -, Aida Gomes narra em "Os Pretos de Pousaflores" a história de uma família marcada pelas circunstâncias, acompanhando a memória do passado colonial, o definhar do império, a guerra em Angola e o mundo de exclusão que tantos empurra para o abismo. Belo e profundo, com personagens apaixonantes e cenas inesquecíveis, este romance não deixará ninguém indiferente.
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 392
Sinopse:
Na primavera de 1922, uma equipa de filmagens norte-americana vem de Hollywood para fazer um filme em Nahbès, uma pequena cidade no Magrebe. Este choque de modernidade aviva os conflitos entre os líderes tradicionais, os colonos franceses e os jovens nacionalistas apaixonados pela independência, apanhados então no vórtice de um mundo onde várias línguas, culturas diferentes e poderes antagónicos confluem. De entre os mais influentes, um grupo heterogéneo embarca posteriormente numa viagem que, no rescaldo da Grande Guerra, une Nahbès aos países do Velho Mundo. Todos, os que ficam e os que partem, tentam reinventar as suas vidas, através da adaptação ou da rebelião, chegando por vezes a encontrar o amor. Da Califórnia para a Europa, passando pelo Norte de África, as peripécias d’"Os Preponderantes" fazem-nos mergulhar na turbulência própria da década de 1920, quando a colisão dos diferentes modos de vida levou os seus protagonistas a confrontarem-se, a desejarem-se, a perseguirem-se, a mudar. Hédi Kaddour disseca essas vidas e esses destinos de uma forma atenta e precisa, que valeu a este livro, entre outras distinções, o Grande Prémio de Romance da Academia Francesa em 2015.
Nº Páginas: 392
Sinopse:
Na primavera de 1922, uma equipa de filmagens norte-americana vem de Hollywood para fazer um filme em Nahbès, uma pequena cidade no Magrebe. Este choque de modernidade aviva os conflitos entre os líderes tradicionais, os colonos franceses e os jovens nacionalistas apaixonados pela independência, apanhados então no vórtice de um mundo onde várias línguas, culturas diferentes e poderes antagónicos confluem. De entre os mais influentes, um grupo heterogéneo embarca posteriormente numa viagem que, no rescaldo da Grande Guerra, une Nahbès aos países do Velho Mundo. Todos, os que ficam e os que partem, tentam reinventar as suas vidas, através da adaptação ou da rebelião, chegando por vezes a encontrar o amor. Da Califórnia para a Europa, passando pelo Norte de África, as peripécias d’"Os Preponderantes" fazem-nos mergulhar na turbulência própria da década de 1920, quando a colisão dos diferentes modos de vida levou os seus protagonistas a confrontarem-se, a desejarem-se, a perseguirem-se, a mudar. Hédi Kaddour disseca essas vidas e esses destinos de uma forma atenta e precisa, que valeu a este livro, entre outras distinções, o Grande Prémio de Romance da Academia Francesa em 2015.
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 432
Sinopse:
O primeiro romance publicado de Cortázar, até hoje inédito em Portugal, que antecipou "O Jogo do Mundo - Rayuela". Um grupo rumoroso e heterogéneo de personagens, espécie de catálogo representativo da sociedade de Buenos Aires da época, premiado na lotaria nacional com um bilhete para uma viagem luxuosa de cruzeiro, embarca no navio Malcolm, cheio de expectativas. Contudo, entre distrações e atrações iniciais, um clima de mistério faz crescer a tensão entre os passageiros e a tripulação: o navio é colocado em quarentena devido a uma inexplicável doença, a rota e o destino final da viagem são desconhecidos, o capitão não se apresenta e nenhum dos membros da tripulação fala espanhol e, sobretudo, o acesso à popa da embarcação está interdito aos passageiros. Todas estas absurdas circunstâncias constituirão um irresistível desafio para os hóspedes deste navio que os levará a um jogo cada vez mais perigoso e com um final surpreendente. O alternar entre narração e reflexão, a vivacidade dos diálogos, o absurdo e a comicidade das personagens, fazem de "Os Prémios" um romance desconcertante e uma leitura ímpar, inevitável antecâmara de toda a obra subsequente de Cortázar.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
O primeiro romance publicado de Cortázar, até hoje inédito em Portugal, que antecipou "O Jogo do Mundo - Rayuela". Um grupo rumoroso e heterogéneo de personagens, espécie de catálogo representativo da sociedade de Buenos Aires da época, premiado na lotaria nacional com um bilhete para uma viagem luxuosa de cruzeiro, embarca no navio Malcolm, cheio de expectativas. Contudo, entre distrações e atrações iniciais, um clima de mistério faz crescer a tensão entre os passageiros e a tripulação: o navio é colocado em quarentena devido a uma inexplicável doença, a rota e o destino final da viagem são desconhecidos, o capitão não se apresenta e nenhum dos membros da tripulação fala espanhol e, sobretudo, o acesso à popa da embarcação está interdito aos passageiros. Todas estas absurdas circunstâncias constituirão um irresistível desafio para os hóspedes deste navio que os levará a um jogo cada vez mais perigoso e com um final surpreendente. O alternar entre narração e reflexão, a vivacidade dos diálogos, o absurdo e a comicidade das personagens, fazem de "Os Prémios" um romance desconcertante e uma leitura ímpar, inevitável antecâmara de toda a obra subsequente de Cortázar.
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Edição: Jul 2014
Nº Páginas: 184
Sinopse:
"Este mundo não presta, venha outro. Já por tempo de mais aqui andamos A fingir de razões suficientes. Sejamos cães do cão: sabemos tudo De morder os mais fracos se mandamos, E de lamber as mãos, se dependentes." Na primeira obra poética de José Saramago descobre-se uma poesia de liberdade, de fraternidade e de luta. Uma luta disfarçada, por dentro das palavras. Pelo interior labiríntico de respiração que habitam todos estes poemas, publicados pela primeira vez em 1966. Digamos que eram os "poemas possíveis" da altura, quando a censura espiava a alma dos escritores. E no entanto, as convicções profundas de Saramago já são bem visíveis em poemas como "Criação": "Deus não existe ainda, nem sei quando Sequer o esboço, a cor se afirmará No desenho confuso da passagem De gerações inúmeras nesta esfera. Nenhum gesto se perde, nenhum traço, Que o sentido da vida é este só: Fazer da Terra um Deus que nos mereça, E dar ao Universo o Deus que espera." "Diário de Notícias", 9 de outubro de 1998 Caligrafia da capa por ALMEIDA FARIA
Nº Páginas: 184
Sinopse:
"Este mundo não presta, venha outro. Já por tempo de mais aqui andamos A fingir de razões suficientes. Sejamos cães do cão: sabemos tudo De morder os mais fracos se mandamos, E de lamber as mãos, se dependentes." Na primeira obra poética de José Saramago descobre-se uma poesia de liberdade, de fraternidade e de luta. Uma luta disfarçada, por dentro das palavras. Pelo interior labiríntico de respiração que habitam todos estes poemas, publicados pela primeira vez em 1966. Digamos que eram os "poemas possíveis" da altura, quando a censura espiava a alma dos escritores. E no entanto, as convicções profundas de Saramago já são bem visíveis em poemas como "Criação": "Deus não existe ainda, nem sei quando Sequer o esboço, a cor se afirmará No desenho confuso da passagem De gerações inúmeras nesta esfera. Nenhum gesto se perde, nenhum traço, Que o sentido da vida é este só: Fazer da Terra um Deus que nos mereça, E dar ao Universo o Deus que espera." "Diário de Notícias", 9 de outubro de 1998 Caligrafia da capa por ALMEIDA FARIA
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Edição: Dez 2001
Nº Páginas: 48
Sinopse:
É como um pequeno “bestiário poético”, onde ficção e realidade se cruzam para criar um mundo à parte, que é habitado por animais que parecem pessoas, pois os animais de "Os Poemas do Coelho Ramon" são seres pensantes. Escritos com humor, estes poemas misturam os actos e o vocabulário do quotidiano. A única diferença é que os protagonistas destes actos não são os homens e as mulheres, mas as andorinhas, os patos, os gatos e as girafas.
Nº Páginas: 48
Sinopse:
É como um pequeno “bestiário poético”, onde ficção e realidade se cruzam para criar um mundo à parte, que é habitado por animais que parecem pessoas, pois os animais de "Os Poemas do Coelho Ramon" são seres pensantes. Escritos com humor, estes poemas misturam os actos e o vocabulário do quotidiano. A única diferença é que os protagonistas destes actos não são os homens e as mulheres, mas as andorinhas, os patos, os gatos e as girafas.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Há muitos livros sobre a pobreza: sobre as suas causas e sobre a forma de a combater. Alguns são certamente interessantes, mas não era sobre a pobreza em abstracto que a autora desejava escrever, mas sobre os pobres tais como ela os «descobrira», aos 16 anos, num bairro da lata onde as freiras do colégio que frequentava a levaram para que as meninas ricas, grupo a que pertencia, aprendessem a ser caritativas. O livro não se limita a falar dos pobres em Portugal. Outros países são referidos, tendo no final a autora concluído existirem quatro tradições no que a este problema diz respeito: a católica (Portugal), a jacobina (França), a aristocrática (Inglaterra) e a meritocrática (EUA). Apesar de baseada numa bibliografia longa, a obra tem um tom intimista, o que torna a sua leitura fascinante.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Há muitos livros sobre a pobreza: sobre as suas causas e sobre a forma de a combater. Alguns são certamente interessantes, mas não era sobre a pobreza em abstracto que a autora desejava escrever, mas sobre os pobres tais como ela os «descobrira», aos 16 anos, num bairro da lata onde as freiras do colégio que frequentava a levaram para que as meninas ricas, grupo a que pertencia, aprendessem a ser caritativas. O livro não se limita a falar dos pobres em Portugal. Outros países são referidos, tendo no final a autora concluído existirem quatro tradições no que a este problema diz respeito: a católica (Portugal), a jacobina (França), a aristocrática (Inglaterra) e a meritocrática (EUA). Apesar de baseada numa bibliografia longa, a obra tem um tom intimista, o que torna a sua leitura fascinante.
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Em tempo de ditadura, reuniões secretas são um ato de coragem. Em democracia são um ato de cobardia.O clube mais poderoso do mundo alega total inocência e direito à privacidade.Mantém-se avesso a dar informações sobre os encontros que promove, mesmo quando para isso precisa do dinheiro dos contribuintes.Como atuam? O que os move? Que portugueses já passaram por lá? E com que implicações na sua vida pública e carreira?Saiba como Portugal se cruza com este corredor não oficial de poder. E como a História de Portugal poderia ter seguido um curso diferente se Bilderberg assim o entendesse.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Em tempo de ditadura, reuniões secretas são um ato de coragem. Em democracia são um ato de cobardia.O clube mais poderoso do mundo alega total inocência e direito à privacidade.Mantém-se avesso a dar informações sobre os encontros que promove, mesmo quando para isso precisa do dinheiro dos contribuintes.Como atuam? O que os move? Que portugueses já passaram por lá? E com que implicações na sua vida pública e carreira?Saiba como Portugal se cruza com este corredor não oficial de poder. E como a História de Portugal poderia ter seguido um curso diferente se Bilderberg assim o entendesse.
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Edição: Set 2014
Nº Páginas: 32
Sinopse:
O Afonso vai dormir na espantosa tenda pirata que montou no jardim. "Aqui não são permitidas fadas!" diz ele à Margarida, a sua irmã mais nova e que também lá queria passar a noite. "As fadas têm medo do escuro!" Mas quando, durante a noite, o archote do Afonso se apaga e fica tudo muito escuro, de fora da tenda ouvem-se sons muito assustadores: Ruchfle, Rusfle, Prrusfle! O que seria? De repente, o Afonso já não se sentia lá muito corajoso…
Nº Páginas: 32
Sinopse:
O Afonso vai dormir na espantosa tenda pirata que montou no jardim. "Aqui não são permitidas fadas!" diz ele à Margarida, a sua irmã mais nova e que também lá queria passar a noite. "As fadas têm medo do escuro!" Mas quando, durante a noite, o archote do Afonso se apaga e fica tudo muito escuro, de fora da tenda ouvem-se sons muito assustadores: Ruchfle, Rusfle, Prrusfle! O que seria? De repente, o Afonso já não se sentia lá muito corajoso…
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Edição: Abr 2003
Nº Páginas: 62
Sinopse:
O texto de Os Piratas, juntamente com outros, resultou da colaboração do autor num projecto mais vasto ligado a um filme de Raúl Ruiz. Foi originalmente publicado em livro em 1986, tendo o autor mantido o nome da personagem por ser esse também o seu nome e o conto ser narrado na primeira pessoa, muito embora - segundo advertência do próprio - nada tenha de autobiográfico. Esta nova edição vem integrar-se na Biblioteca Juvenil do Autor que a ASA acaba de lançar e inclui ilustrações com assinatura de José Emídio.
Nº Páginas: 62
Sinopse:
O texto de Os Piratas, juntamente com outros, resultou da colaboração do autor num projecto mais vasto ligado a um filme de Raúl Ruiz. Foi originalmente publicado em livro em 1986, tendo o autor mantido o nome da personagem por ser esse também o seu nome e o conto ser narrado na primeira pessoa, muito embora - segundo advertência do próprio - nada tenha de autobiográfico. Esta nova edição vem integrar-se na Biblioteca Juvenil do Autor que a ASA acaba de lançar e inclui ilustrações com assinatura de José Emídio.
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 96
Sinopse:
E se, de repente, te visses a bordo de um navio de piratas? Não fazes ideia de como foste lá parar, só sabes que tens de salvar a tua mãe, mas o Capitão toma-te por um dos seus grumetes… No meio do desespero, acordas e pensas que tudo não passou de um terrível pesadelo. Mas logo te apercebes que ainda trazes na cabeça o lenço vermelho de pirata… Terá sido sonho ou realidade? A Coleção Reino das Letras nasce da vontade de aliar a magia das melhores histórias de todos os tempos à leitura sempre renovada que delas podemos fazer. No Reino das Letras, o rei chama-se Sonho e a rainha Imaginação!
Nº Páginas: 96
Sinopse:
E se, de repente, te visses a bordo de um navio de piratas? Não fazes ideia de como foste lá parar, só sabes que tens de salvar a tua mãe, mas o Capitão toma-te por um dos seus grumetes… No meio do desespero, acordas e pensas que tudo não passou de um terrível pesadelo. Mas logo te apercebes que ainda trazes na cabeça o lenço vermelho de pirata… Terá sido sonho ou realidade? A Coleção Reino das Letras nasce da vontade de aliar a magia das melhores histórias de todos os tempos à leitura sempre renovada que delas podemos fazer. No Reino das Letras, o rei chama-se Sonho e a rainha Imaginação!
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Edição: Nov 2010
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Nesta obra, o autor oferece-nos belas telas ricas de cor, de luz, dos vários elementos colhidos na natureza.O entardecer nas suas várias cambiantes, conforme o lugar e o tempo, é descrito em pinceladas fortes com verbos no presente - a ação em decurso e com o subjetivismo do autor arrastado pelo sonho e transpor para as telas, que sugere, a tragédia de um poente tempestuoso à beira-mar que é sempre temível para os pescadores.Além de belos quadros paisagísticos, também nos oferece sugestivos retratos - o do faroleiro, a velha da Foz do Douro, a sanjoaneira, a mulher da Afurada, de Mira "feia mas esbelta (que) tem ar grave e senhoril quase sempre", a heroica Ti Ana Arneira da Gafanha, a mulher da Murtosa "baixa e atarracada", a de Ovar "delicada e forte, alta e bem proporcionada, cheia de predicados domésticos e morais", a poveira "a bem dizer - um homem", a Rata da Foz. É evidente a simpatia de Raul Brandão pela sua dolorosa vida difícil, de trabalho, de explorados.Lilaz Carriço, in "Literatura Prática II", pp. 361-362, Porto Editora, 1999
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Nesta obra, o autor oferece-nos belas telas ricas de cor, de luz, dos vários elementos colhidos na natureza.O entardecer nas suas várias cambiantes, conforme o lugar e o tempo, é descrito em pinceladas fortes com verbos no presente - a ação em decurso e com o subjetivismo do autor arrastado pelo sonho e transpor para as telas, que sugere, a tragédia de um poente tempestuoso à beira-mar que é sempre temível para os pescadores.Além de belos quadros paisagísticos, também nos oferece sugestivos retratos - o do faroleiro, a velha da Foz do Douro, a sanjoaneira, a mulher da Afurada, de Mira "feia mas esbelta (que) tem ar grave e senhoril quase sempre", a heroica Ti Ana Arneira da Gafanha, a mulher da Murtosa "baixa e atarracada", a de Ovar "delicada e forte, alta e bem proporcionada, cheia de predicados domésticos e morais", a poveira "a bem dizer - um homem", a Rata da Foz. É evidente a simpatia de Raul Brandão pela sua dolorosa vida difícil, de trabalho, de explorados.Lilaz Carriço, in "Literatura Prática II", pp. 361-362, Porto Editora, 1999
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Edição: Mar 2019
Nº Páginas: 32
Sinopse:
Prémio Literário Maria Rosa Colaço - Literatura Infantil 2017 Todas as manhãs de domingo, o Rodolfo Neto e o Rodolfo Avô subiam de mãos dadas a estrada da montanha, para lançarem papagaios de papel. Mas o voo dos papagaios escondia um segredo no fio que os ligava ao céu. É que, na verdade, o avô e o neto iam à pesca de nuvens! Nuvens de diferentes formas, cheiros e histórias que guardavam em frasquinhos na casa mágica do avô onde havia uma incrível biblioteca de nuvens. Mas chega um dia em que o Rodolfo Neto tem de levantar sozinho o papagaio, e, na ausência do avô, vai perceber que, mesmo entre nuvens pesadas de tempestade, o fio do papagaio guarda as linhas sábias da mão do avô.
Nº Páginas: 32
Sinopse:
Prémio Literário Maria Rosa Colaço - Literatura Infantil 2017 Todas as manhãs de domingo, o Rodolfo Neto e o Rodolfo Avô subiam de mãos dadas a estrada da montanha, para lançarem papagaios de papel. Mas o voo dos papagaios escondia um segredo no fio que os ligava ao céu. É que, na verdade, o avô e o neto iam à pesca de nuvens! Nuvens de diferentes formas, cheiros e histórias que guardavam em frasquinhos na casa mágica do avô onde havia uma incrível biblioteca de nuvens. Mas chega um dia em que o Rodolfo Neto tem de levantar sozinho o papagaio, e, na ausência do avô, vai perceber que, mesmo entre nuvens pesadas de tempestade, o fio do papagaio guarda as linhas sábias da mão do avô.
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Edição: Fev 2018
Nº Páginas: 352
Sinopse:
A estreia de um thriller psicológico sombrio e de leitura viciante, o primeiro numa série completamente nova, que dá o protagonismo a Nora Watts - uma personagem profundamente atormentada, complexa a nível emocional, e irresistivelmente convincente. O telefone toca passados apenas cinco minutos das cinco da manhã... "Nunca tinha ouvido falar do nome Everett Walsh antes, contudo, segundo a pessoa que me ligou, poderei saber alguma coisa sobre uma miúda desaparecida. Embora não me diga o quê. Ainda considero a hipótese de não me encontrar com ele, mas parecia desesperado e, se há coisa que me atrai mais numa pessoa do que a persistência, é o desespero. Apesar de encontrar pessoas fazer parte da forma como ganho a vida, o que poderia eu saber sobre uma miúda desaparecida que justificasse uma chamada a esta hora? Tudo começa com uma chamada telefónica que Nora Watts receou durante quinze anos - desde o dia em que deu a sua filha recém-nascida para adoção. Bonnie desapareceu. A polícia considera-a uma fugitiva crónica e não anda à procura dela, levando os pais adotivos a procurar, como última esperança, a mãe biológica. Resultado de uma relação multirracial e proveniente de instituições de acolhimento, transiente, sem-abrigo, apavorada pelo seu passado repleto de dor e violência, e amaldiçoada com uns intimidantes olhos escuros que absorvem toda a luz circundante - e com a capacidade de penetrar bem fundo na alma de uma pessoa - Nora sabe intimamente o que acontece a raparigas vulneráveis na rua...
Nº Páginas: 352
Sinopse:
A estreia de um thriller psicológico sombrio e de leitura viciante, o primeiro numa série completamente nova, que dá o protagonismo a Nora Watts - uma personagem profundamente atormentada, complexa a nível emocional, e irresistivelmente convincente. O telefone toca passados apenas cinco minutos das cinco da manhã... "Nunca tinha ouvido falar do nome Everett Walsh antes, contudo, segundo a pessoa que me ligou, poderei saber alguma coisa sobre uma miúda desaparecida. Embora não me diga o quê. Ainda considero a hipótese de não me encontrar com ele, mas parecia desesperado e, se há coisa que me atrai mais numa pessoa do que a persistência, é o desespero. Apesar de encontrar pessoas fazer parte da forma como ganho a vida, o que poderia eu saber sobre uma miúda desaparecida que justificasse uma chamada a esta hora? Tudo começa com uma chamada telefónica que Nora Watts receou durante quinze anos - desde o dia em que deu a sua filha recém-nascida para adoção. Bonnie desapareceu. A polícia considera-a uma fugitiva crónica e não anda à procura dela, levando os pais adotivos a procurar, como última esperança, a mãe biológica. Resultado de uma relação multirracial e proveniente de instituições de acolhimento, transiente, sem-abrigo, apavorada pelo seu passado repleto de dor e violência, e amaldiçoada com uns intimidantes olhos escuros que absorvem toda a luz circundante - e com a capacidade de penetrar bem fundo na alma de uma pessoa - Nora sabe intimamente o que acontece a raparigas vulneráveis na rua...
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Uma saga familiar de três gerações que acompanha a história da Islândia do século XX. Após receber uma estranha carta do seu pai, que o faz suspeitar de que este estará em fim de vida, Ari regressa à sua terra natal, em Keflavik, na Islândia. Nesta pequena cidade cercada por campos de lava negra, sede de uma base militar norte-americana, Ari é inundado pelas memórias da sua juventude nos anos 70 e 80, ouvindo Pink Floyd e Beatles, assaltando camiões de abastecimento americanos, e correndo atrás de raparigas. A par da história de Ari, há também a do seu próprio pai e a de seus avós, Oddur e Margret, de como estes se estabeleceram num lugar ancestral e elementar, dos mais inóspitos do mundo, e de como o mar, agora interdito à pesca, foi, para uns, destino, para outros, solidão e medo.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Uma saga familiar de três gerações que acompanha a história da Islândia do século XX. Após receber uma estranha carta do seu pai, que o faz suspeitar de que este estará em fim de vida, Ari regressa à sua terra natal, em Keflavik, na Islândia. Nesta pequena cidade cercada por campos de lava negra, sede de uma base militar norte-americana, Ari é inundado pelas memórias da sua juventude nos anos 70 e 80, ouvindo Pink Floyd e Beatles, assaltando camiões de abastecimento americanos, e correndo atrás de raparigas. A par da história de Ari, há também a do seu próprio pai e a de seus avós, Oddur e Margret, de como estes se estabeleceram num lugar ancestral e elementar, dos mais inóspitos do mundo, e de como o mar, agora interdito à pesca, foi, para uns, destino, para outros, solidão e medo.
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 368
Sinopse:
A Grã-Bretanha está na iminência de declarar guerra à Alemanha. Harry Clifton, na esperança de fugir às consequências de um escândalo familiar e percebendo que nunca poderá casar com Emma Barrington, alista-se na marinha mercante. Quando um submarino alemão afunda o seu navio, Harry e um punhado de marinheiros, entre eles um americano chamado Tom Bradshaw, são salvos pelo Kansas Star. Nessa noite, quando Bradshaw morre, Harry aproveita a oportunidade para enterrar o seu passado e assume a identidade do morto. Em 1939, Tom Bradshaw é preso por homicídio qualificado. É acusado de matar o irmão. Quando Sefton Jelks, um advogado de renome de Manhattan, lhe oferece os seus serviços a troco de nada, não resta grande alternativa a Tom, que não tem dinheiro a não ser aceitar a sua garantia de uma sentença mais ligeira. Depois de julgado e condenado, Jelks desaparece e a única maneira que Tom tem de provar a sua inocência é revelando a sua verdadeira identidade, algo que ele jurou nunca fazer de forma a proteger a mulher que ama. Entretanto, a jovem em questão viaja até Nova Iorque, deixando para trás, em Inglaterra, o filho de ambos. Recusa-se a acreditar que o homem com quem ia casar tenha morrido no mar e está decidida a fazer o que for preciso para o encontrar. A única prova que tem é uma carta, que ficou por abrir numa cornija de lareira em Bristol durante mais de um ano. Jeffrey Archer dá, assim, seguimento à saga dos Clifton com este romance épico.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
A Grã-Bretanha está na iminência de declarar guerra à Alemanha. Harry Clifton, na esperança de fugir às consequências de um escândalo familiar e percebendo que nunca poderá casar com Emma Barrington, alista-se na marinha mercante. Quando um submarino alemão afunda o seu navio, Harry e um punhado de marinheiros, entre eles um americano chamado Tom Bradshaw, são salvos pelo Kansas Star. Nessa noite, quando Bradshaw morre, Harry aproveita a oportunidade para enterrar o seu passado e assume a identidade do morto. Em 1939, Tom Bradshaw é preso por homicídio qualificado. É acusado de matar o irmão. Quando Sefton Jelks, um advogado de renome de Manhattan, lhe oferece os seus serviços a troco de nada, não resta grande alternativa a Tom, que não tem dinheiro a não ser aceitar a sua garantia de uma sentença mais ligeira. Depois de julgado e condenado, Jelks desaparece e a única maneira que Tom tem de provar a sua inocência é revelando a sua verdadeira identidade, algo que ele jurou nunca fazer de forma a proteger a mulher que ama. Entretanto, a jovem em questão viaja até Nova Iorque, deixando para trás, em Inglaterra, o filho de ambos. Recusa-se a acreditar que o homem com quem ia casar tenha morrido no mar e está decidida a fazer o que for preciso para o encontrar. A única prova que tem é uma carta, que ficou por abrir numa cornija de lareira em Bristol durante mais de um ano. Jeffrey Archer dá, assim, seguimento à saga dos Clifton com este romance épico.
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Edição: Jan 2015
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Aparentemente um livro de contos, histórias de enredos simples, mas romanticamente transcendentes, representam os passos de um homem em torno da sua existência, sem respostas paradigmáticas, num vazio que se procura transformar em matéria. Sobeja-lhe o corpo, divino, prodigioso e redentor, onde regressa sempre. "Talvez pudesse ouvir passos junto à porta do quarto, passos leves que estacariam enquanto a minha vida, toda a vida, ficaria suspensa. Eu existiria então vagamente, alimentado pela violência de uma esperança, preso à obscura respiração dessa pessoa parada. Os comboios passariam sempre. E eu estaria a pensar nas palavras do amor, naquilo que se pode dizer quando a extrema solidão nos dá um talento inconcebível. O meu talento seria o máximo talento de um homem e devia reter, apenas pela sua força silenciosa, essa pessoa defronte da porta, a poucos metros, à distância de um simples movimento caloroso. Mas nesse instante ser-me-ia revelada a essencial crueldade do espírito. Penso que desejaria somente a presença incógnita e solitária dessa pessoa atrás da porta."
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Aparentemente um livro de contos, histórias de enredos simples, mas romanticamente transcendentes, representam os passos de um homem em torno da sua existência, sem respostas paradigmáticas, num vazio que se procura transformar em matéria. Sobeja-lhe o corpo, divino, prodigioso e redentor, onde regressa sempre. "Talvez pudesse ouvir passos junto à porta do quarto, passos leves que estacariam enquanto a minha vida, toda a vida, ficaria suspensa. Eu existiria então vagamente, alimentado pela violência de uma esperança, preso à obscura respiração dessa pessoa parada. Os comboios passariam sempre. E eu estaria a pensar nas palavras do amor, naquilo que se pode dizer quando a extrema solidão nos dá um talento inconcebível. O meu talento seria o máximo talento de um homem e devia reter, apenas pela sua força silenciosa, essa pessoa defronte da porta, a poucos metros, à distância de um simples movimento caloroso. Mas nesse instante ser-me-ia revelada a essencial crueldade do espírito. Penso que desejaria somente a presença incógnita e solitária dessa pessoa atrás da porta."
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Quando a guerra foi declarada, Horace Greasley tinha apenas 20 anos. Depois de sete semanas de treino no Regimento Real de Leicestershire, Horace viu-se frente ao poderio do Exército Alemão num campo lamacento a sul de Cherbourg, no Norte de França, com apenas trinta balas no seu alforge de munições. A guerra de Horace não durou muito… a 25 de maio de 1940, foi capturado, começando assim a viagem terrível para um campo de prisioneiros de guerra na Polónia. Os que sobreviveram à dura marcha de dez semanas para o campo chegaram fracos e exaustos, e todas as hipóteses de fuga pareciam ter desaparecido. No entanto, quando Horace conheceu Rosa, a filha de um dos seus captores, a sua história mudou - parecia que o destino lhe lançara uma boia de salvação. Horace arriscou tudo fugindo do campo para ir ver a sua amada, trazendo de volta comida para os seus camaradas prisioneiros. Deste modo, deu esperança aos seus companheiros e desafiou um dos regimes mais brutais da história.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Quando a guerra foi declarada, Horace Greasley tinha apenas 20 anos. Depois de sete semanas de treino no Regimento Real de Leicestershire, Horace viu-se frente ao poderio do Exército Alemão num campo lamacento a sul de Cherbourg, no Norte de França, com apenas trinta balas no seu alforge de munições. A guerra de Horace não durou muito… a 25 de maio de 1940, foi capturado, começando assim a viagem terrível para um campo de prisioneiros de guerra na Polónia. Os que sobreviveram à dura marcha de dez semanas para o campo chegaram fracos e exaustos, e todas as hipóteses de fuga pareciam ter desaparecido. No entanto, quando Horace conheceu Rosa, a filha de um dos seus captores, a sua história mudou - parecia que o destino lhe lançara uma boia de salvação. Horace arriscou tudo fugindo do campo para ir ver a sua amada, trazendo de volta comida para os seus camaradas prisioneiros. Deste modo, deu esperança aos seus companheiros e desafiou um dos regimes mais brutais da história.
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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Certa manhã, Daphne du Maurier observou um homem a trabalhar o campo, enquanto gaivotas sobrevoavam a sua cabeça. Nesse momento, foi-lhe sugerida a imagem que inspiraria a escrita de Os Pássaros: um bando de aves, extremamente esfomeadas e motivadas por um inexplicável fenómeno macabro, ataca a população da Cornualha. Foi esta capacidade de ampliar o lado sombrio de situações quotidianas que tanto fascinou Alfred Hitchcock, impelindo-o a adaptar ao cinema o génio da autora inglesa. A esta história reúnem-se ainda cinco outros contos tenebrosos, onde Veneza, Creta, o lar doméstico, ou um hospital de cidade se tornam palco da tragédia. A singularidade da escrita de du Maurier confirmou o seu lugar ao lado dos maiores nomes da literatura gótica, como Edgar Allan Poe, Bram Stoker ou Henry James.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Certa manhã, Daphne du Maurier observou um homem a trabalhar o campo, enquanto gaivotas sobrevoavam a sua cabeça. Nesse momento, foi-lhe sugerida a imagem que inspiraria a escrita de Os Pássaros: um bando de aves, extremamente esfomeadas e motivadas por um inexplicável fenómeno macabro, ataca a população da Cornualha. Foi esta capacidade de ampliar o lado sombrio de situações quotidianas que tanto fascinou Alfred Hitchcock, impelindo-o a adaptar ao cinema o génio da autora inglesa. A esta história reúnem-se ainda cinco outros contos tenebrosos, onde Veneza, Creta, o lar doméstico, ou um hospital de cidade se tornam palco da tragédia. A singularidade da escrita de du Maurier confirmou o seu lugar ao lado dos maiores nomes da literatura gótica, como Edgar Allan Poe, Bram Stoker ou Henry James.
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Edição: Jan 1996
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Pedra Moura abrigou, por entre os pastos verdes e ventos secos, Diamantina e Mário. Ela foi a rapariga mais pura e bela que alguma vez aquela terra viu crescer. Tinha mais brilho que um diamante, era dotada como ninguém nas suas mãos de fada e no seu espírito imperturbável e astuto. Foi criada com Mário, que sempre considerou um irmão de alma, de apertos, um símbolo sempre presente, inquebrável, ao qual se segurava. No entanto, Mário, como tantos outros, sucumbiu àquela criatura que parecia ter vindo dos céus, amando-a cada dia, com um amor que sabia esperar, sofrer. Sabendo que Diamantina nunca olharia para ele senão com olhos de irmã, viveu toda a sua vida contentando-se em estar por perto. Das mãos dela saíam os mais belos pássaros de seda bordados em colchas que se tornaram famosas e tinham o dom de deixar boquiabertos quem quer que os visse. Depois de uma infância em Pedra Moura, a ouvir as histórias do tio Zebra e a apreciar os diversos manjares da mãe Margarida, seguiram- -se tempos conturbados e a vida de ambos seguiu rumos muito diferentes, mas Diamantina continuará a ser a protagonista da vida de Mário e, por isso, também deste livro, que ele escreve antes de morrer e lhe oferece.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Pedra Moura abrigou, por entre os pastos verdes e ventos secos, Diamantina e Mário. Ela foi a rapariga mais pura e bela que alguma vez aquela terra viu crescer. Tinha mais brilho que um diamante, era dotada como ninguém nas suas mãos de fada e no seu espírito imperturbável e astuto. Foi criada com Mário, que sempre considerou um irmão de alma, de apertos, um símbolo sempre presente, inquebrável, ao qual se segurava. No entanto, Mário, como tantos outros, sucumbiu àquela criatura que parecia ter vindo dos céus, amando-a cada dia, com um amor que sabia esperar, sofrer. Sabendo que Diamantina nunca olharia para ele senão com olhos de irmã, viveu toda a sua vida contentando-se em estar por perto. Das mãos dela saíam os mais belos pássaros de seda bordados em colchas que se tornaram famosas e tinham o dom de deixar boquiabertos quem quer que os visse. Depois de uma infância em Pedra Moura, a ouvir as histórias do tio Zebra e a apreciar os diversos manjares da mãe Margarida, seguiram- -se tempos conturbados e a vida de ambos seguiu rumos muito diferentes, mas Diamantina continuará a ser a protagonista da vida de Mário e, por isso, também deste livro, que ele escreve antes de morrer e lhe oferece.
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Edição: Jul 2020
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Não é só a escrita de Rita Ferro que é imprevisível, a sua vida é um constante renovar de cenários e de forças. Quando a imaginávamos a viver serenamente na casa onde escreveu os diários anteriores, "Veneza Pode Esperar" e "Só Se Morre Uma Vez", troca as voltas ao destino e desafia-se de novo: vende o apartamento, faz as malas e regressa ao campo, desta vez ao berço dos seus bisavós maternos. Aparentemente, perde tudo o que tinha conseguido: a proximidade da família, dos amigos, dos programas culturais, dos desafios profissionais e dos apoios urbanos. O que perde e ganha? Quanto vale agora, sem os expedientes e as distracções da cidade? Tem 65 anos e vive sozinha - conseguirá manter a chama, a alegria, o arroubo criador? E como ficou a sua relação com o amor? A par dos romances que tem publicado, a escritora mantém a tradição de partilhar com os leitores a sua cronologia pessoal, através de diários que são também a sua forma de analisar os avanços e retrocessos do seu trajecto, as pulsões e contradições da sua alma. "Os Pássaros Cantam em Grego" é o terceiro volume do seu diário.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Não é só a escrita de Rita Ferro que é imprevisível, a sua vida é um constante renovar de cenários e de forças. Quando a imaginávamos a viver serenamente na casa onde escreveu os diários anteriores, "Veneza Pode Esperar" e "Só Se Morre Uma Vez", troca as voltas ao destino e desafia-se de novo: vende o apartamento, faz as malas e regressa ao campo, desta vez ao berço dos seus bisavós maternos. Aparentemente, perde tudo o que tinha conseguido: a proximidade da família, dos amigos, dos programas culturais, dos desafios profissionais e dos apoios urbanos. O que perde e ganha? Quanto vale agora, sem os expedientes e as distracções da cidade? Tem 65 anos e vive sozinha - conseguirá manter a chama, a alegria, o arroubo criador? E como ficou a sua relação com o amor? A par dos romances que tem publicado, a escritora mantém a tradição de partilhar com os leitores a sua cronologia pessoal, através de diários que são também a sua forma de analisar os avanços e retrocessos do seu trajecto, as pulsões e contradições da sua alma. "Os Pássaros Cantam em Grego" é o terceiro volume do seu diário.
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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Seria capaz de escolher que vida salvar? Num futuro próximo, em que os veículos sem condutor já são comuns e considerados muito seguros, um pirata informático apodera-se do sistema operativo de oito carros, altera o destino programado e avisa os seus passageiros de que irão morrer dentro de horas. A comissão constituída para avaliar acidentes com este tipo de veículos automáticos vê-se agora confrontada com uma missão muito mais difícil: seguindo as instruções do Hacker, terá de entrevistar cada um dos passageiros e decidir qual deles salvar. Câmaras ocultas nos carros asseguram uma transmissão mundial através das redes sociais e permitem acompanhar em direto o terror dos passageiros. O Hacker parece saber tudo sobre os intervenientes, e, à medida que mais informações são reveladas sobre cada um deles, esta decisão difícil parece tornar-se impossível. Afinal, até que ponto permitimos que as primeiras impressões determinem o que pensamos acerca de alguém?
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Seria capaz de escolher que vida salvar? Num futuro próximo, em que os veículos sem condutor já são comuns e considerados muito seguros, um pirata informático apodera-se do sistema operativo de oito carros, altera o destino programado e avisa os seus passageiros de que irão morrer dentro de horas. A comissão constituída para avaliar acidentes com este tipo de veículos automáticos vê-se agora confrontada com uma missão muito mais difícil: seguindo as instruções do Hacker, terá de entrevistar cada um dos passageiros e decidir qual deles salvar. Câmaras ocultas nos carros asseguram uma transmissão mundial através das redes sociais e permitem acompanhar em direto o terror dos passageiros. O Hacker parece saber tudo sobre os intervenientes, e, à medida que mais informações são reveladas sobre cada um deles, esta decisão difícil parece tornar-se impossível. Afinal, até que ponto permitimos que as primeiras impressões determinem o que pensamos acerca de alguém?
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Edição: Nov 2023
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Todos os dias, às 8h05, Iona Iverson apanha o comboio para ir para o trabalho. Como passageira habitual, ela sabe que há regras que todos devem seguir: - É preciso ter um emprego para onde ir; - Nunca ingerir comida quente; - Estar sempre pronto para qualquer eventualidade; - Nunca ceder um lugar ocupado. Iona vê as mesmas pessoas todos os dias, faz suposições acerca delas e até lhes dá alcunhas. Certa manhã, o Elegante-Porém-Machista de Surbiton engasga-se com uma uva mesmo à sua frente. O Estranhamente-Simpático de New Malden aparece para ajudar e salva-lhe a vida, e este acontecimento desencadeia uma reação em cadeia. Com nada em comum a não ser o seu trajeto, um grupo eclético de pessoas descobre que as suas suposições uns sobre os outros não correspondem à realidade. Mas, quando a vida de Iona começa a desmoronar-se, será que os seus novos amigos estarão lá quando ela mais precisa?
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Todos os dias, às 8h05, Iona Iverson apanha o comboio para ir para o trabalho. Como passageira habitual, ela sabe que há regras que todos devem seguir: - É preciso ter um emprego para onde ir; - Nunca ingerir comida quente; - Estar sempre pronto para qualquer eventualidade; - Nunca ceder um lugar ocupado. Iona vê as mesmas pessoas todos os dias, faz suposições acerca delas e até lhes dá alcunhas. Certa manhã, o Elegante-Porém-Machista de Surbiton engasga-se com uma uva mesmo à sua frente. O Estranhamente-Simpático de New Malden aparece para ajudar e salva-lhe a vida, e este acontecimento desencadeia uma reação em cadeia. Com nada em comum a não ser o seu trajeto, um grupo eclético de pessoas descobre que as suas suposições uns sobre os outros não correspondem à realidade. Mas, quando a vida de Iona começa a desmoronar-se, será que os seus novos amigos estarão lá quando ela mais precisa?
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Edição: Fev 2022
Nº Páginas: 32
Sinopse:
Até os dias normais se tornam EXTRAordinários quando o Papá está por perto. Ele dá vida às histórias, tem força sobre-humana e mostra-nos que se consegue fazer TUDO, se nunca se desistir.
Nº Páginas: 32
Sinopse:
Até os dias normais se tornam EXTRAordinários quando o Papá está por perto. Ele dá vida às histórias, tem força sobre-humana e mostra-nos que se consegue fazer TUDO, se nunca se desistir.
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Edição: Mai 2021
Nº Páginas: 32
Sinopse:
Nada é mais verdadeiro e grandioso do que o sentimento de felicidade e amor que os pais têm pelos filhos. Mas haverá uma definição? Neste livro, de uma forma brincalhona e muito carinhosa, Clara Cunha vai dar umas pistasOs pais amam os filhos com a boca, com o nariz, com as mãos, com todo o corpo... Os pais amam os filhos de uma forma especial e única! Uma mensagem especial e poderosa nas quais todos se poderão rever.
Nº Páginas: 32
Sinopse:
Nada é mais verdadeiro e grandioso do que o sentimento de felicidade e amor que os pais têm pelos filhos. Mas haverá uma definição? Neste livro, de uma forma brincalhona e muito carinhosa, Clara Cunha vai dar umas pistasOs pais amam os filhos com a boca, com o nariz, com as mãos, com todo o corpo... Os pais amam os filhos de uma forma especial e única! Uma mensagem especial e poderosa nas quais todos se poderão rever.
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Edição: Fev 2022
Nº Páginas: 32
Sinopse:
Divirtam-se a descobrir e a seguir as tremendas confusões e as aventuras por que passa a boa galinha que chocou uma ninhada de estranhos ovos. E descubram, ao mesmo tempo, que, afinal, as diferenças podem unir em vez de separar, e que o amor é a coisa mais importante da vida.
Nº Páginas: 32
Sinopse:
Divirtam-se a descobrir e a seguir as tremendas confusões e as aventuras por que passa a boa galinha que chocou uma ninhada de estranhos ovos. E descubram, ao mesmo tempo, que, afinal, as diferenças podem unir em vez de separar, e que o amor é a coisa mais importante da vida.
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Edição: Fev 2020
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Ao conduzir uma noite para casa, Gabe vai atrás de um velho carro, quando vê a cara de uma menina aparecer na janela. Ela diz uma palavra: papá. É a sua filha de cinco anos, Izzy. E nunca mais a vê. Três anos mais tarde, Gabe passa os dias a conduzir na auto-estrada à procura do carro que levou a filha, recusando-se a desistir. Apesar de todos pensarem que Izzy está morta. Um thriller intenso e viciante da autora de "O Homem de Giz" e "Levaram Annie Thorne", que conquistaram os TOPs das livrarias portuguesas.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Ao conduzir uma noite para casa, Gabe vai atrás de um velho carro, quando vê a cara de uma menina aparecer na janela. Ela diz uma palavra: papá. É a sua filha de cinco anos, Izzy. E nunca mais a vê. Três anos mais tarde, Gabe passa os dias a conduzir na auto-estrada à procura do carro que levou a filha, recusando-se a desistir. Apesar de todos pensarem que Izzy está morta. Um thriller intenso e viciante da autora de "O Homem de Giz" e "Levaram Annie Thorne", que conquistaram os TOPs das livrarias portuguesas.
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Edição: Jan 2024
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Envelhecer não é uma escolha. A partir de uma determinada altura das nossas vidas, perdemos independência e ficamos entregues a uma sociedade que pode não estar à altura de nos acolher. No entanto, Joana Subtil, directora do lar Belmonte, acredita que pode existir uma resposta mais humanizada e empática por parte de todos: não só das instituições, mas também das próprias famílias e cuidadores informais. Através de um testemunho muito pessoal, que passa pela dificílima época da covid-19, a autora explica-nos como os lares são geridos e como as famílias reagem à velhice, fala-nos da sexualidade na terceira idade e da importância da individualidade. Também os conselhos práticos para as famílias, cuidadores e profissionais não ficam esquecidos e enriquecem cada capítulo deste livro. Joana Subtil recorda-nos de algo imprescindível: "Os Outros de Alguém são daqueles e para aqueles que um dia serão os nossos! Esses Outros de Alguém que um dia seremos nós!"
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Envelhecer não é uma escolha. A partir de uma determinada altura das nossas vidas, perdemos independência e ficamos entregues a uma sociedade que pode não estar à altura de nos acolher. No entanto, Joana Subtil, directora do lar Belmonte, acredita que pode existir uma resposta mais humanizada e empática por parte de todos: não só das instituições, mas também das próprias famílias e cuidadores informais. Através de um testemunho muito pessoal, que passa pela dificílima época da covid-19, a autora explica-nos como os lares são geridos e como as famílias reagem à velhice, fala-nos da sexualidade na terceira idade e da importância da individualidade. Também os conselhos práticos para as famílias, cuidadores e profissionais não ficam esquecidos e enriquecem cada capítulo deste livro. Joana Subtil recorda-nos de algo imprescindível: "Os Outros de Alguém são daqueles e para aqueles que um dia serão os nossos! Esses Outros de Alguém que um dia seremos nós!"
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 576
Sinopse:
Numa tarde de novembro de 1985, um grupo de amigos reúne-se em Chicago. Bebem cubas-libres ao som de "Fly Me to the Moon" num ambiente de celebração forçada. Pois Nico morreu. Nico era brilhante e belo. Flores e lágrimas não lhe farão justiça. A missa fúnebre decorre numa igreja a trinta quilómetros de distância. Apenas a família - que o abandonara anos antes - está presente. É uma cerimónia breve marcada pelo constrangimento. Jovem e gay, Nico é uma das primeiras vítimas que o vírus da SIDA faz no seu círculo de amigos. Um dos mais próximos, Yale Tishman, acompanhou-o até ao fim e vive agora entre o medo da doença e a urgência de construir um futuro. Mas enquanto a sua carreira floresce, a sua vida pessoal vai ficando cada vez mais limitada. Um a um, Tishman vê os amigos perderem a vida. Até restar apenas Fiona, irmã mais nova de Nico. Trinta anos mais tarde, reencontramos Fiona, agora em Paris. Alojada em casa de um velho amigo, Richard Campo, um fotógrafo que documentou de perto a epidemia de Chicago, Fiona relembra a sua juventude. A sua capacidade de amar - a filha que entretanto teve, o marido que abandonou, os amigos que sobreviveram - foi modelada por esses anos. Todos se afastaram, deixando-a só para enfrentar as consequências de três décadas ensombradas pela perda.
Nº Páginas: 576
Sinopse:
Numa tarde de novembro de 1985, um grupo de amigos reúne-se em Chicago. Bebem cubas-libres ao som de "Fly Me to the Moon" num ambiente de celebração forçada. Pois Nico morreu. Nico era brilhante e belo. Flores e lágrimas não lhe farão justiça. A missa fúnebre decorre numa igreja a trinta quilómetros de distância. Apenas a família - que o abandonara anos antes - está presente. É uma cerimónia breve marcada pelo constrangimento. Jovem e gay, Nico é uma das primeiras vítimas que o vírus da SIDA faz no seu círculo de amigos. Um dos mais próximos, Yale Tishman, acompanhou-o até ao fim e vive agora entre o medo da doença e a urgência de construir um futuro. Mas enquanto a sua carreira floresce, a sua vida pessoal vai ficando cada vez mais limitada. Um a um, Tishman vê os amigos perderem a vida. Até restar apenas Fiona, irmã mais nova de Nico. Trinta anos mais tarde, reencontramos Fiona, agora em Paris. Alojada em casa de um velho amigo, Richard Campo, um fotógrafo que documentou de perto a epidemia de Chicago, Fiona relembra a sua juventude. A sua capacidade de amar - a filha que entretanto teve, o marido que abandonou, os amigos que sobreviveram - foi modelada por esses anos. Todos se afastaram, deixando-a só para enfrentar as consequências de três décadas ensombradas pela perda.
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Edição: Fev 2012
Nº Páginas: 18
Sinopse:
O Mickey e os seus amigos descobrem os contrários.Queres aprender a distinguir o que é pequeno do grande, o que está à frente e o que está atrás, o que está perto e o que está longe, e muitas outras coisas na companhia de todos eles? Brinca e aprende com o Mickey e os seus amigos!
Nº Páginas: 18
Sinopse:
O Mickey e os seus amigos descobrem os contrários.Queres aprender a distinguir o que é pequeno do grande, o que está à frente e o que está atrás, o que está perto e o que está longe, e muitas outras coisas na companhia de todos eles? Brinca e aprende com o Mickey e os seus amigos!
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Edição: Mar 2022
Nº Páginas: 8
Sinopse:
Com ilustrações coloridas e um formato adequado a mãos pequeninas, este livrinho de banho é perfeito para o bebé aprender os primeiros conceitos, enquanto se diverte a chapinhar.Uma coleção de livros de banho para aprender e ao mesmo tempo dar muitas gargalhadas.
Nº Páginas: 8
Sinopse:
Com ilustrações coloridas e um formato adequado a mãos pequeninas, este livrinho de banho é perfeito para o bebé aprender os primeiros conceitos, enquanto se diverte a chapinhar.Uma coleção de livros de banho para aprender e ao mesmo tempo dar muitas gargalhadas.
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