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Edição: Set 2014
Nº Páginas: 280
Sinopse:
A história costuma exaltar os grandes nomes da nação, as figuras que marcaram uma época, os heróis que venceram batalhas e conquistaram novos mundos, os reis que serviram o nosso país com dedicação… Pois, ao longo destas páginas, o que vai encontrar são os maus da nossa história. Os reis cruéis de temperamento violento, os assassinos sem escrúpulos, os homens que a troco de uma vil recompensa não hesitaram em trair o país, as mulheres fatais que enfeitiçaram os homens de poder, levando-os à perdição, os ambiciosos e gananciosos que não olharam a meios para atingir os seus fins, e todo o tipo de gente de má rês… Ricardo Raimundo, autor de "Os Escândalos da Monarquia Portuguesa" e "Vidas Surpreendentes, Mortes Insólitas da História de Portugal", volta a surpreender-nos com este livro original, onde ficamos a conhecer o outro lado de algumas das personagens marcantes da História da Portugal. O rei D. Pedro I tinha um génio violento, D. João II, o Príncipe Perfeito, tinha um lado negro, tendo assassinado, pelo seu próprio punho, o seu cunhado, irmão da rainha. Vasco da Gama levou o nome de Portugal ao outro lado do Mundo, mas os seus feitos violentos e personalidade colérica são pouco conhecidos. O infante D. Francisco, irmão do rei D. João V, era, segundo as crónicas, "um sujeito muito mau". Quem era a Megera de Queluz, perversa, ambiciosa e ninfomaníaca? Fernão de Magalhães pôs-se ao serviço de Espanha por apenas cem réis de diferença. Diogo Alves, o assassino do aqueduto, os regicidas Buíça e Costa e o temido João Brandão são alguns dos malfeitores que vai ficar a conhecer nas páginas deste livro surpreendente.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
A história costuma exaltar os grandes nomes da nação, as figuras que marcaram uma época, os heróis que venceram batalhas e conquistaram novos mundos, os reis que serviram o nosso país com dedicação… Pois, ao longo destas páginas, o que vai encontrar são os maus da nossa história. Os reis cruéis de temperamento violento, os assassinos sem escrúpulos, os homens que a troco de uma vil recompensa não hesitaram em trair o país, as mulheres fatais que enfeitiçaram os homens de poder, levando-os à perdição, os ambiciosos e gananciosos que não olharam a meios para atingir os seus fins, e todo o tipo de gente de má rês… Ricardo Raimundo, autor de "Os Escândalos da Monarquia Portuguesa" e "Vidas Surpreendentes, Mortes Insólitas da História de Portugal", volta a surpreender-nos com este livro original, onde ficamos a conhecer o outro lado de algumas das personagens marcantes da História da Portugal. O rei D. Pedro I tinha um génio violento, D. João II, o Príncipe Perfeito, tinha um lado negro, tendo assassinado, pelo seu próprio punho, o seu cunhado, irmão da rainha. Vasco da Gama levou o nome de Portugal ao outro lado do Mundo, mas os seus feitos violentos e personalidade colérica são pouco conhecidos. O infante D. Francisco, irmão do rei D. João V, era, segundo as crónicas, "um sujeito muito mau". Quem era a Megera de Queluz, perversa, ambiciosa e ninfomaníaca? Fernão de Magalhães pôs-se ao serviço de Espanha por apenas cem réis de diferença. Diogo Alves, o assassino do aqueduto, os regicidas Buíça e Costa e o temido João Brandão são alguns dos malfeitores que vai ficar a conhecer nas páginas deste livro surpreendente.
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Edição: Jun 2013
Nº Páginas: 168
Sinopse:
"A liberdade desejada e urdida em dias e noites de humilhações, raivas, sonhos, lutas e sacrifícios, chegara finalmente, rondada, porém, por ameaças poderosas. Mas também por limites, equívocos, paradoxos e ilusões, que a todos eles, embriagados que estavam pelo esplendor do tempo, era então interdito perceber. Insensatos, atreveram-se a pensar que tinham poder para, sozinhos, construir a pátria, sem reparar que a nação nascia fracturada. Na verdade, só muito mais tarde se depararam, estupefactos, com a crucial interrogação: como edificar a pátria sem a nação? Por isso, naqueles dias iniciais, recusaram-se a valorizar o facto de alguns terem partido para o outro lado do tempo, de onde regressaram montados na morte branca, brandindo as suas ridículas azagaias contra o futuro no qual não se reviam, não tanto porque o desejassem diferente, mas porque sonhavam todas as noites com um passado extraordinário e inexistente. Os factos, porém, não dependem de qualquer apreciação externa para, exaltantes ou depressivos, se imporem irrecusavelmente. A guerra espalhou-se, pois, pela terra inteira e o sangue manchou todos os rios, vales, montanhas e savanas da pátria embrionária".
Nº Páginas: 168
Sinopse:
"A liberdade desejada e urdida em dias e noites de humilhações, raivas, sonhos, lutas e sacrifícios, chegara finalmente, rondada, porém, por ameaças poderosas. Mas também por limites, equívocos, paradoxos e ilusões, que a todos eles, embriagados que estavam pelo esplendor do tempo, era então interdito perceber. Insensatos, atreveram-se a pensar que tinham poder para, sozinhos, construir a pátria, sem reparar que a nação nascia fracturada. Na verdade, só muito mais tarde se depararam, estupefactos, com a crucial interrogação: como edificar a pátria sem a nação? Por isso, naqueles dias iniciais, recusaram-se a valorizar o facto de alguns terem partido para o outro lado do tempo, de onde regressaram montados na morte branca, brandindo as suas ridículas azagaias contra o futuro no qual não se reviam, não tanto porque o desejassem diferente, mas porque sonhavam todas as noites com um passado extraordinário e inexistente. Os factos, porém, não dependem de qualquer apreciação externa para, exaltantes ou depressivos, se imporem irrecusavelmente. A guerra espalhou-se, pois, pela terra inteira e o sangue manchou todos os rios, vales, montanhas e savanas da pátria embrionária".
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Edição: Nov 2008
Nº Páginas: 370
Sinopse:
Através de casos pessoais, a presente narrativa pretende ser a evocação de uma época, de uma fractura na História de Portugal. Ter-se nascido na ditadura (nas censuras, nas representações), vivdo a revolução (o sonho, a desmesura), contribuído para a Democracia (a liberdade, a diversidade), imergido no neoliberalismo (o lucro, a excendetarização) foram experiências-limite concedidas às gerações que, agora, começam a sair, mal-amadas, de cena. Mal-amadas por míngua de sentimentos, por excesso, ausência, desencontro, receio deles. É a sua memória, mágoa, sarro, utopia, ousadia que aqui se encenam, nesta versão recriada so "Nascido no Estado Novo". Costa Gomes evita a guerra civil Implacabilidades de Álvaro Cunhal A morte silenciada de Marcello Caetano O fenómeno dos Retornados Premonições de Natália Correia Agostinho da Silva revela Confidências de Fernando Pessoa E antevê: a sobrevivência de Portugal, quando a CE bloquear, está em África Uma nova etapa germinará através da lusofonia.
Nº Páginas: 370
Sinopse:
Através de casos pessoais, a presente narrativa pretende ser a evocação de uma época, de uma fractura na História de Portugal. Ter-se nascido na ditadura (nas censuras, nas representações), vivdo a revolução (o sonho, a desmesura), contribuído para a Democracia (a liberdade, a diversidade), imergido no neoliberalismo (o lucro, a excendetarização) foram experiências-limite concedidas às gerações que, agora, começam a sair, mal-amadas, de cena. Mal-amadas por míngua de sentimentos, por excesso, ausência, desencontro, receio deles. É a sua memória, mágoa, sarro, utopia, ousadia que aqui se encenam, nesta versão recriada so "Nascido no Estado Novo". Costa Gomes evita a guerra civil Implacabilidades de Álvaro Cunhal A morte silenciada de Marcello Caetano O fenómeno dos Retornados Premonições de Natália Correia Agostinho da Silva revela Confidências de Fernando Pessoa E antevê: a sobrevivência de Portugal, quando a CE bloquear, está em África Uma nova etapa germinará através da lusofonia.
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Edição: Jul 2016
Nº Páginas: 64
Sinopse:
Novas obras a estudar no 11º ano. A literatura constitui um repositório essencial da memória de uma comunidade, um inestimável património que deve ser conhecido e estudado. Cumpre, nesse sentido, sublinhar o potencial de criação representado na leitura dos clássicos, enquanto corpus seleto de textos que nunca estão lidos, na sua dialética entre memória e reinvenção.
Nº Páginas: 64
Sinopse:
Novas obras a estudar no 11º ano. A literatura constitui um repositório essencial da memória de uma comunidade, um inestimável património que deve ser conhecido e estudado. Cumpre, nesse sentido, sublinhar o potencial de criação representado na leitura dos clássicos, enquanto corpus seleto de textos que nunca estão lidos, na sua dialética entre memória e reinvenção.
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Edição: Ago 2021
Nº Páginas: 64
Sinopse:
Três gerações de Maias, a família cujo destino seguimos nesta obra maior da literatura portuguesa, uma mão-cheia de personagens extraordinárias, com as suas virtudes e os seus (muitos!) defeitos, e a sociedade burguesa da Lisboa de finais de século XIX, simultaneamente tão próxima e tão distante da Lisboa moderna, são a matéria de que é feito este grande romance. Eça de Queirós chamou-lhe o livro em que pôs «tudo o que tinha no saco», sem se dar conta de que tinha assinado o maior romance da literatura portuguesa do seu século, retrato fiel, e por vezes cruel, de uma sociedade bloqueada pela hipocrisia e pelos valores do Romantismo.
Nº Páginas: 64
Sinopse:
Três gerações de Maias, a família cujo destino seguimos nesta obra maior da literatura portuguesa, uma mão-cheia de personagens extraordinárias, com as suas virtudes e os seus (muitos!) defeitos, e a sociedade burguesa da Lisboa de finais de século XIX, simultaneamente tão próxima e tão distante da Lisboa moderna, são a matéria de que é feito este grande romance. Eça de Queirós chamou-lhe o livro em que pôs «tudo o que tinha no saco», sem se dar conta de que tinha assinado o maior romance da literatura portuguesa do seu século, retrato fiel, e por vezes cruel, de uma sociedade bloqueada pela hipocrisia e pelos valores do Romantismo.
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Edição: Jul 2017
Nº Páginas: 640
Sinopse:
Uma obra-prima da literatura portuguesa, que se tornou um clássico consagrado a nível mundial. Esta edição apresenta uma revisão cuidadosa de atualização e uniformização do texto, sendo respeitado o novo acordo ortográfico. A ação d’Os Maias passa-se em Lisboa, na segunda metade do século XIX. Neste livro, Eça de Queirós conta a história de três gerações da família Maia, dando especial enfoque à relação amorosa de Carlos da Maia e Maria Eduarda. Esta obra é também um pretexto para o autor fazer uma crítica e análise à situação decadente do país (a nível político e cultural) e à alta burguesia lisboeta oitocentista. N’Os Maias estão patentes os componentes fundamentais da grandiosidade literária de Eça de Queirós: o estilo de narração e descrição alicerçado numa observação perspicaz, o humor, o realismo e a crítica mordaz.
Nº Páginas: 640
Sinopse:
Uma obra-prima da literatura portuguesa, que se tornou um clássico consagrado a nível mundial. Esta edição apresenta uma revisão cuidadosa de atualização e uniformização do texto, sendo respeitado o novo acordo ortográfico. A ação d’Os Maias passa-se em Lisboa, na segunda metade do século XIX. Neste livro, Eça de Queirós conta a história de três gerações da família Maia, dando especial enfoque à relação amorosa de Carlos da Maia e Maria Eduarda. Esta obra é também um pretexto para o autor fazer uma crítica e análise à situação decadente do país (a nível político e cultural) e à alta burguesia lisboeta oitocentista. N’Os Maias estão patentes os componentes fundamentais da grandiosidade literária de Eça de Queirós: o estilo de narração e descrição alicerçado numa observação perspicaz, o humor, o realismo e a crítica mordaz.
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Edição: Mai 2013
Nº Páginas: 158
Sinopse:
Trata-se de uma obra inédita: "Os Maias - Uma Antologia Ilustrada" que acrescenta uma nova possibilidade interpretativa, ou seja, o prolongamento noutros termos do próprio texto. "Ver" figuras inesquecíveis como a baronesa de Craben, o pai Monforte e Maria, Alencar, Cruges, Dâmaso, João da Ega, Maria Eduarda, Carlos da M aia e tantos outros - retratados num traço dúctil, espontâneo, seguríssimo onde se detecta o essencial e o que muitas vezes não é perceptível numa primeira impressão pelo leitor - constitui uma agradável e inesperada surpresa para todos os admiradores da obra queiroziana. O autor, um jovem arquitecto com provas dadas na ilustração de outras obras literárias, proporciona, através destes desenhos, um encontro com figuras e situações das mais extraordinárias da literatura portuguesa de todos os tempos.
Nº Páginas: 158
Sinopse:
Trata-se de uma obra inédita: "Os Maias - Uma Antologia Ilustrada" que acrescenta uma nova possibilidade interpretativa, ou seja, o prolongamento noutros termos do próprio texto. "Ver" figuras inesquecíveis como a baronesa de Craben, o pai Monforte e Maria, Alencar, Cruges, Dâmaso, João da Ega, Maria Eduarda, Carlos da M aia e tantos outros - retratados num traço dúctil, espontâneo, seguríssimo onde se detecta o essencial e o que muitas vezes não é perceptível numa primeira impressão pelo leitor - constitui uma agradável e inesperada surpresa para todos os admiradores da obra queiroziana. O autor, um jovem arquitecto com provas dadas na ilustração de outras obras literárias, proporciona, através destes desenhos, um encontro com figuras e situações das mais extraordinárias da literatura portuguesa de todos os tempos.
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Edição: Nov 2008
Nº Páginas: 368
Sinopse:
A leitura desta obra não substitui a do romance que o génio de Eça de Queiroz imaginou - mas facilita essa leitura e a sua compreensão. É uma versão original, organizada por capítulos concisos, sobre cada um dos episódios mais interessantes e, principalmente, sobre cada uma das personagens, com apresentações individualizadas, usando as palavras exactas com que Eça as descreveu. Nesta crítica à vida lisboeta dos finais do século XIX, essas apresentações, ilustradas com os "retratos" fiéis das personagens (Carlos da Maia, Maria Eduarda, os amigos mais íntimos, como o originalíssimo Ega, e os que têm uma intervenção mais discreta), permitem apreciar um conjunto riquíssimo de tipos característicos, desde os muito respeitáveis aos pitorescos e aos simplesmente ridículos, revelando a variedade das gentes que então animavam a nossa capital. Este livro permite fazer comparações com outras épocas, evidenciando a argúcia com que Eça de Queiroz analisou, com humor agudo e acutilante, os lisboetas, a vida em Lisboa - e, a partir daí, todo o país.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
A leitura desta obra não substitui a do romance que o génio de Eça de Queiroz imaginou - mas facilita essa leitura e a sua compreensão. É uma versão original, organizada por capítulos concisos, sobre cada um dos episódios mais interessantes e, principalmente, sobre cada uma das personagens, com apresentações individualizadas, usando as palavras exactas com que Eça as descreveu. Nesta crítica à vida lisboeta dos finais do século XIX, essas apresentações, ilustradas com os "retratos" fiéis das personagens (Carlos da Maia, Maria Eduarda, os amigos mais íntimos, como o originalíssimo Ega, e os que têm uma intervenção mais discreta), permitem apreciar um conjunto riquíssimo de tipos característicos, desde os muito respeitáveis aos pitorescos e aos simplesmente ridículos, revelando a variedade das gentes que então animavam a nossa capital. Este livro permite fazer comparações com outras épocas, evidenciando a argúcia com que Eça de Queiroz analisou, com humor agudo e acutilante, os lisboetas, a vida em Lisboa - e, a partir daí, todo o país.
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Edição: Jan 2009
Nº Páginas: 624
Sinopse:
"Os Maias" são pura e simplesmente, uma das obras-primas da literatura europeia da época. Por ser longo, o livro tende a ser considerado, como o foi pelos contemporâneos, enfadonho. É um erro crasso. Com ou sem recomendação da escola, com ou sem obrigação de preparar os exames, com ou sem necessidade de analisar o sujeito, o predicado e o complemento direto, deixe-se levar pelo enredo da história, pela descrição dos ambientes e sobretudo pelo esplendor da prosa.
Nº Páginas: 624
Sinopse:
"Os Maias" são pura e simplesmente, uma das obras-primas da literatura europeia da época. Por ser longo, o livro tende a ser considerado, como o foi pelos contemporâneos, enfadonho. É um erro crasso. Com ou sem recomendação da escola, com ou sem obrigação de preparar os exames, com ou sem necessidade de analisar o sujeito, o predicado e o complemento direto, deixe-se levar pelo enredo da história, pela descrição dos ambientes e sobretudo pelo esplendor da prosa.
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Edição: Abr 2012
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Um livro admirável em que Vasco Graça Moura, um dos mais destacados poetas portugueses, dialoga, em verso, com o texto camoniano, iluminando, esclarecendo e exaltando o canto originário. Através de um perfeito equilíbrio entre a reescrita modernizadora e a fidelidade à estrutura e aos significados da epopeia de Camões, Vasco Graça Moura assina uma obra indispensável a professores, educadores e jovens, para a compreensão fluída, correcta e abrangente de Os Lusíadas pelas novas gerações.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Um livro admirável em que Vasco Graça Moura, um dos mais destacados poetas portugueses, dialoga, em verso, com o texto camoniano, iluminando, esclarecendo e exaltando o canto originário. Através de um perfeito equilíbrio entre a reescrita modernizadora e a fidelidade à estrutura e aos significados da epopeia de Camões, Vasco Graça Moura assina uma obra indispensável a professores, educadores e jovens, para a compreensão fluída, correcta e abrangente de Os Lusíadas pelas novas gerações.
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Edição: Ago 2019
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Era uma vez um povo de marinheiros e de heróis, o povo português, o nosso povo, que já lá vão muitos anos — mais de quatrocentos — quis descobrir o caminho marítimo para a Índia. A Índia aparecia então, aos olhos de todos os Europeus, como terra de esplendor e de riqueza, que todos os homens desejavam, mas onde era difícil, quase impossível chegar. Quatro pequenos navios — tão pequenos sobre o imenso, ignorado Oceano! — Quatro naus comandadas pelo grande capitão Vasco da Gama lançaram-se através do Atlântico, só conhecido até ao Cabo da Boa Esperança, dobraram esse Cabo e puseram-se de vela para a região que demandavam. O vento era brando, o mar sereno. Até então a viagem correra sossegada. Mas os perigos seriam constantes, a travessia arriscada, a viagem longa. E ninguém sabia ao certo o rumo a seguir, pois nunca outra gente se atrevera sequer a tentar tão comprida e custosa navegação. Só a coragem e a audácia dos Portugueses seria capaz da proeza heróica! Assim inicia João de Barros a sua adaptação em prosa de Os Lusíadas, o poema épico português. Nesta obra, o autor condensa e simplifica a leitura dessa joia da literatura nacional, tornando-a acessível a um público mais jovem, mas interessado em conhecer a sua História e as suas Origens.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Era uma vez um povo de marinheiros e de heróis, o povo português, o nosso povo, que já lá vão muitos anos — mais de quatrocentos — quis descobrir o caminho marítimo para a Índia. A Índia aparecia então, aos olhos de todos os Europeus, como terra de esplendor e de riqueza, que todos os homens desejavam, mas onde era difícil, quase impossível chegar. Quatro pequenos navios — tão pequenos sobre o imenso, ignorado Oceano! — Quatro naus comandadas pelo grande capitão Vasco da Gama lançaram-se através do Atlântico, só conhecido até ao Cabo da Boa Esperança, dobraram esse Cabo e puseram-se de vela para a região que demandavam. O vento era brando, o mar sereno. Até então a viagem correra sossegada. Mas os perigos seriam constantes, a travessia arriscada, a viagem longa. E ninguém sabia ao certo o rumo a seguir, pois nunca outra gente se atrevera sequer a tentar tão comprida e custosa navegação. Só a coragem e a audácia dos Portugueses seria capaz da proeza heróica! Assim inicia João de Barros a sua adaptação em prosa de Os Lusíadas, o poema épico português. Nesta obra, o autor condensa e simplifica a leitura dessa joia da literatura nacional, tornando-a acessível a um público mais jovem, mas interessado em conhecer a sua História e as suas Origens.
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Edição: Mar 2016
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Este livro devia ser a chave da identidade dos portugueses. Aqui, nesta viagem de Vasco da Gama, que abriu então uma guerra entre os deuses do Olimpo, começou a Globalização em que hoje vivemos. Nota: Este título é comercializado com duas imagens de capa distintas, não existindo garantia da edição que será enviada na encomenda.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Este livro devia ser a chave da identidade dos portugueses. Aqui, nesta viagem de Vasco da Gama, que abriu então uma guerra entre os deuses do Olimpo, começou a Globalização em que hoje vivemos. Nota: Este título é comercializado com duas imagens de capa distintas, não existindo garantia da edição que será enviada na encomenda.
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Edição: Set 2005
Nº Páginas: 192
Sinopse:
A obra original, escrita por Luís de Camões, no séc. XVI, não é de leitura fácil. No entanto, o seu conhecimento é considerado muito importante para todos os povos lusófonos, razão pela qual se têm vindo a publicar adaptações "para as crianças e para o povo" e, entre as obras recomendadas para leitura orientada no 8.º ano, se encontra uma versão em prosa de Os Lusíadas, como sensibilização ao seu estudo profundo nos 9.º e 10.º anos. A versão mais conhecida é a de João de Barros (1930). A mais moderna é a de Amélia Pinto Pais (2000). Trata-se de uma obra de amor e aventura que entre a realidade e os mitos - próprios e alheios -, conta a História de Portugal, focando sobretudo o momento em que os acontecimentos nacionais se dimensionaram à escala do universo.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
A obra original, escrita por Luís de Camões, no séc. XVI, não é de leitura fácil. No entanto, o seu conhecimento é considerado muito importante para todos os povos lusófonos, razão pela qual se têm vindo a publicar adaptações "para as crianças e para o povo" e, entre as obras recomendadas para leitura orientada no 8.º ano, se encontra uma versão em prosa de Os Lusíadas, como sensibilização ao seu estudo profundo nos 9.º e 10.º anos. A versão mais conhecida é a de João de Barros (1930). A mais moderna é a de Amélia Pinto Pais (2000). Trata-se de uma obra de amor e aventura que entre a realidade e os mitos - próprios e alheios -, conta a História de Portugal, focando sobretudo o momento em que os acontecimentos nacionais se dimensionaram à escala do universo.
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Edição: Jun 2019
Nº Páginas: 64
Sinopse:
"Tal como acontece em livros anteriores, os trinta e seis poemas de Os Lugares do Lume [...] propõem uma “unidade poemática” que não desrespeita o “núcleo irradiante” de cada poema. É, desta vez, na luz, na sua natureza ardente, que a escrita encontra o seu tom. Num certo sentido, podia-se até dizer que há uma “monotonia” que a atravessa. Isto é, há uma unidade de tom, o rumor da língua falada, reduzida “às palavras nuas e limpas de um cerimonial arcaico — o da comunicação das necessidades primeiras do corpo e da alma.” (Rosto Precário, p. 49). Em jeito de invocação, o poema que abre o volume, “Dai-me um nome”, inaugura uma preocupação com o fazer poético que irá ecoar ao longo do livro." [do prefácio de Golgona Anghel]
Nº Páginas: 64
Sinopse:
"Tal como acontece em livros anteriores, os trinta e seis poemas de Os Lugares do Lume [...] propõem uma “unidade poemática” que não desrespeita o “núcleo irradiante” de cada poema. É, desta vez, na luz, na sua natureza ardente, que a escrita encontra o seu tom. Num certo sentido, podia-se até dizer que há uma “monotonia” que a atravessa. Isto é, há uma unidade de tom, o rumor da língua falada, reduzida “às palavras nuas e limpas de um cerimonial arcaico — o da comunicação das necessidades primeiras do corpo e da alma.” (Rosto Precário, p. 49). Em jeito de invocação, o poema que abre o volume, “Dai-me um nome”, inaugura uma preocupação com o fazer poético que irá ecoar ao longo do livro." [do prefácio de Golgona Anghel]
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 32
Sinopse:
De um lado, UMA ovelhinha e QUATRO lobos esfomeados. Do outro, alguns DESTEMIDOS animais do bosque que querem salvar o dia: "Oh, não! Os lobos vão devorá-la!"… Só que às vezes as coisas não são bem aquilo que parecem… Este livro é o seguimento do bestseller "A Ovelhinha que veio para o Jantar".
Nº Páginas: 32
Sinopse:
De um lado, UMA ovelhinha e QUATRO lobos esfomeados. Do outro, alguns DESTEMIDOS animais do bosque que querem salvar o dia: "Oh, não! Os lobos vão devorá-la!"… Só que às vezes as coisas não são bem aquilo que parecem… Este livro é o seguimento do bestseller "A Ovelhinha que veio para o Jantar".
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 40
Sinopse:
O que sentimos está sempre a mudar, e não faz mal. Num estilo muito próprio e cheio de cores, Todd Parr mostra às crianças que tudo o que sentimos é importante e é também importante partilhá-lo, sem medos nem vergonhas.
Nº Páginas: 40
Sinopse:
O que sentimos está sempre a mudar, e não faz mal. Num estilo muito próprio e cheio de cores, Todd Parr mostra às crianças que tudo o que sentimos é importante e é também importante partilhá-lo, sem medos nem vergonhas.
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 40
Sinopse:
Porque é importante cuidar do planeta Terra? Com ilustrações coloridas e divertidas, Todd dá dicas e mostra como é fácil ser amigo do ambiente e tratar com bondade o planeta em que vivemos para termos um futuro melhor.
Nº Páginas: 40
Sinopse:
Porque é importante cuidar do planeta Terra? Com ilustrações coloridas e divertidas, Todd dá dicas e mostra como é fácil ser amigo do ambiente e tratar com bondade o planeta em que vivemos para termos um futuro melhor.
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Com cores vivas, palavras simples e grandes exemplos, estes livros inspiradores vão ensinar aos mais pequenos a importância da amizade, empatia e aceitação e ajudá-los a enfrentar os seus medos!
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Com cores vivas, palavras simples e grandes exemplos, estes livros inspiradores vão ensinar aos mais pequenos a importância da amizade, empatia e aceitação e ajudá-los a enfrentar os seus medos!
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 40
Sinopse:
O que é a bondade? Todd Parr mostra que a bondade se encontra em pequenos gestos, em pensar e em ajudar os outros. Com cores vivas, palavras inspiradoras e grandes exemplos, este livro inspirador vai mostrar como é fácil ser-se bondoso e como isso nos pode fazer mais felizes.
Nº Páginas: 40
Sinopse:
O que é a bondade? Todd Parr mostra que a bondade se encontra em pequenos gestos, em pensar e em ajudar os outros. Com cores vivas, palavras inspiradoras e grandes exemplos, este livro inspirador vai mostrar como é fácil ser-se bondoso e como isso nos pode fazer mais felizes.
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Edição: Ago 2020
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Chegou finalmente o livro do PI, um dos grandes youtubers portugueses com mais de um milhão de seguidores! Neste livro ele dá a conhecer 98 life hacks e factos aleatórios perfeitamente inúteis - mas ótimos desbloqueadores de conversa - que vão deixar os leitores malucos! "É modi, pessoal, tudo fixe?! Sejam bem-vindos ao meu livro e preparem-se para ficar completamente loucos com os hacks que preparei para vocês! E, como não podia deixar de ser, com os factos inúteis que descobri para partilhar convosco. Graças este livro vão poder tirar o cheiro de chulé dos vossos ténis favoritos, vão poder tirar as melhores fotos da vossa escola, comer bolo de chocolate que se faz em cinco minutos e, claro decorar o número de PI sem esforço. Bom, pelo menos aqueles oito primeiros algarismos porque o número de PI, já sabes, é infinito. Espero que te divirtas a ler isto tanto como eu me diverti a escrevê-lo e a experimentar todos os hacks que partilho aqui."
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Chegou finalmente o livro do PI, um dos grandes youtubers portugueses com mais de um milhão de seguidores! Neste livro ele dá a conhecer 98 life hacks e factos aleatórios perfeitamente inúteis - mas ótimos desbloqueadores de conversa - que vão deixar os leitores malucos! "É modi, pessoal, tudo fixe?! Sejam bem-vindos ao meu livro e preparem-se para ficar completamente loucos com os hacks que preparei para vocês! E, como não podia deixar de ser, com os factos inúteis que descobri para partilhar convosco. Graças este livro vão poder tirar o cheiro de chulé dos vossos ténis favoritos, vão poder tirar as melhores fotos da vossa escola, comer bolo de chocolate que se faz em cinco minutos e, claro decorar o número de PI sem esforço. Bom, pelo menos aqueles oito primeiros algarismos porque o número de PI, já sabes, é infinito. Espero que te divirtas a ler isto tanto como eu me diverti a escrevê-lo e a experimentar todos os hacks que partilho aqui."
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Edição: Jan 2019
Nº Páginas: 252
Sinopse:
"Vieira foi um domador de palavras, um ginasta, um trapezista da argumentação. As palavras são barro que Vieira molda como um mestre oleiro, criando formas espantosas e deleitosas. Se há uma palavra que o caracteriza, tendo potenciado o seu génio, é, precisamente, a ‘ousadia’. Ele ousa, com a palavra e com a vida, afrontar os problemas dos homens e das mulheres do seu tempo, mas também os do seu país e os da humanidade no seu todo. Com este livro dá-se a conhecer de modo seleto e acessível aos leitores de hoje o essencial do pensamento universalista de Vieira, que tem muito a dizer-nos, a nós contemporâneos do século XXI, para melhor respondermos aos desafios da atualidade." "É a ação que dá conteúdo à existência? Nem todos os anos, que se passam, se vivem: uma coisa é contar os anos, outra vivê-los; uma coisa é viver, outra durar. (...) As nossas ações são os nossos dias: por eles se contam os anos, por eles se mede a vida: enquanto obramos racionalmente, vivemos; o demais tempo duramos. O que faz realmente uma pessoa nobre? As ações generosas, e não os pais ilustres, são as que fazem fidalgos. Muitos portugueses que se notabilizaram em vários campos costumam queixar-se da ingratidão e da falta de reconhecimento da sua pátria em relação aos serviços que lhe prestaram. O que acha desta situação? Se servistes à pátria, que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis, ela o que costuma." Organizadores: Aida Sampaio Lemos; Joana Balsa de Pinho; José Eduardo Franco; Porfírio Pinto
Nº Páginas: 252
Sinopse:
"Vieira foi um domador de palavras, um ginasta, um trapezista da argumentação. As palavras são barro que Vieira molda como um mestre oleiro, criando formas espantosas e deleitosas. Se há uma palavra que o caracteriza, tendo potenciado o seu génio, é, precisamente, a ‘ousadia’. Ele ousa, com a palavra e com a vida, afrontar os problemas dos homens e das mulheres do seu tempo, mas também os do seu país e os da humanidade no seu todo. Com este livro dá-se a conhecer de modo seleto e acessível aos leitores de hoje o essencial do pensamento universalista de Vieira, que tem muito a dizer-nos, a nós contemporâneos do século XXI, para melhor respondermos aos desafios da atualidade." "É a ação que dá conteúdo à existência? Nem todos os anos, que se passam, se vivem: uma coisa é contar os anos, outra vivê-los; uma coisa é viver, outra durar. (...) As nossas ações são os nossos dias: por eles se contam os anos, por eles se mede a vida: enquanto obramos racionalmente, vivemos; o demais tempo duramos. O que faz realmente uma pessoa nobre? As ações generosas, e não os pais ilustres, são as que fazem fidalgos. Muitos portugueses que se notabilizaram em vários campos costumam queixar-se da ingratidão e da falta de reconhecimento da sua pátria em relação aos serviços que lhe prestaram. O que acha desta situação? Se servistes à pátria, que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis, ela o que costuma." Organizadores: Aida Sampaio Lemos; Joana Balsa de Pinho; José Eduardo Franco; Porfírio Pinto
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Edição: Dez 2008
Nº Páginas: 180
Sinopse:
12 histórias do quotidiano - assim se poderia chamar "Os Lados do Círculo". Porque é do quotidiano que Amilcar Bettega parte para a literatura. Mas a visão que nos dá do quotidiano não fica na superfície, no banal. Escritor que vê na forma o essencial da literatura, recria o quotidiano como artista mostrando-nos, por detrás da banalidade do dia-a-dia, a humanidade profunda dos seus personagens, nossos semelhantes. [...] O leitor sensível será recompensado por ver, reflectidos nas personagens, todos os seus medos e seus ridículos diários; compartilhará com elas a sua carga de humanidade e, se fizer uma leitura atenta e livre de preconceitos, será premiado com um afectuoso espelho de todas as suas inquietações.
Nº Páginas: 180
Sinopse:
12 histórias do quotidiano - assim se poderia chamar "Os Lados do Círculo". Porque é do quotidiano que Amilcar Bettega parte para a literatura. Mas a visão que nos dá do quotidiano não fica na superfície, no banal. Escritor que vê na forma o essencial da literatura, recria o quotidiano como artista mostrando-nos, por detrás da banalidade do dia-a-dia, a humanidade profunda dos seus personagens, nossos semelhantes. [...] O leitor sensível será recompensado por ver, reflectidos nas personagens, todos os seus medos e seus ridículos diários; compartilhará com elas a sua carga de humanidade e, se fizer uma leitura atenta e livre de preconceitos, será premiado com um afectuoso espelho de todas as suas inquietações.
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Edição: Jan 2019
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Os Julgamentos de Nuremberga foram o mais importante processo internacional de todos os tempos. Tiveram início a 20 de novembro de 1945 e marcaram definitivamente o fim da Segunda Guerra Mundial. Os «crimes contra a Humanidade» ganharam novos contornos ao responsabilizar-se não só quem os praticou mas também aqueles que, pelos seus conselhos e influência, contribuíram para o deflagrar da guerra. Os alvos eram as mais altas personalidades do Terceiro Reich, civis e militares: Goering, Hess, Ribbentrop, Keitel ou Rosenberg. Hitler foi o grande ausente. Como se chegou a semelhante processo? Teriam os Aliados o direito de se arvorarem em juízes e carrascos de um país e de um regime vencidos? Seria o processo legítimo? E se a guerra tivesse sido ganha pelos nazis, teria o mundo assistido a um «Nuremberga» ao contrário? Estas são algumas das questões a que este livro procura dar resposta. Speer, um dos réus, declarará, ao reconhecer a culpabilidade do regime de Hitler: "Este processo é necessário. Mesmo sob uma ditadura, crimes tão abomináveis exigem uma responsabilidade comum. Seria uma desculpa inadmissível pretender escondermo-nos por detrás da obediência às ordens."
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Os Julgamentos de Nuremberga foram o mais importante processo internacional de todos os tempos. Tiveram início a 20 de novembro de 1945 e marcaram definitivamente o fim da Segunda Guerra Mundial. Os «crimes contra a Humanidade» ganharam novos contornos ao responsabilizar-se não só quem os praticou mas também aqueles que, pelos seus conselhos e influência, contribuíram para o deflagrar da guerra. Os alvos eram as mais altas personalidades do Terceiro Reich, civis e militares: Goering, Hess, Ribbentrop, Keitel ou Rosenberg. Hitler foi o grande ausente. Como se chegou a semelhante processo? Teriam os Aliados o direito de se arvorarem em juízes e carrascos de um país e de um regime vencidos? Seria o processo legítimo? E se a guerra tivesse sido ganha pelos nazis, teria o mundo assistido a um «Nuremberga» ao contrário? Estas são algumas das questões a que este livro procura dar resposta. Speer, um dos réus, declarará, ao reconhecer a culpabilidade do regime de Hitler: "Este processo é necessário. Mesmo sob uma ditadura, crimes tão abomináveis exigem uma responsabilidade comum. Seria uma desculpa inadmissível pretender escondermo-nos por detrás da obediência às ordens."
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Edição: Jul 2023
Nº Páginas: 24
Sinopse:
Esta é a Bela e este é o Boo. Estão sempre juntos a brincar. Em dias de chuva… em dias de sol… Ou mesmo em dias de preguiçar e sonhar! A Bela e o Boo adoram brincar. Vem daí descobrir os seus jogos preferidos: atividades, desenhos para colorir, quebra-cabeças e mais de 80 autocolantes.
Nº Páginas: 24
Sinopse:
Esta é a Bela e este é o Boo. Estão sempre juntos a brincar. Em dias de chuva… em dias de sol… Ou mesmo em dias de preguiçar e sonhar! A Bela e o Boo adoram brincar. Vem daí descobrir os seus jogos preferidos: atividades, desenhos para colorir, quebra-cabeças e mais de 80 autocolantes.
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Edição: Jul 2019
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Diversão garantida para toda a família! Dos 8 aos 80. Lembra-se dos jogos que fazia quando não havia tecnologia por todo o lado? O jogo do galo, a cabra-cega ou a macaca garantiam horas de animação! Com este livro, vai poder recordá-los e jogá-los em família ou com amigos. Temos os jogos para dentro e fora de casa que passaram de geração em geração, óptimos para ocupar pequenos e grandes nas férias e nos tempos livres, de forma didáctica e muito divertida.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Diversão garantida para toda a família! Dos 8 aos 80. Lembra-se dos jogos que fazia quando não havia tecnologia por todo o lado? O jogo do galo, a cabra-cega ou a macaca garantiam horas de animação! Com este livro, vai poder recordá-los e jogá-los em família ou com amigos. Temos os jogos para dentro e fora de casa que passaram de geração em geração, óptimos para ocupar pequenos e grandes nas férias e nos tempos livres, de forma didáctica e muito divertida.
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Edição: Jun 2019
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Num país onde não havia bananas, ao terceiro dia do Ramadão, a aldeia deparou-se, ao acordar, com nove caixas de bananas, cada qual contendo a cabeça degolada de um dos seus filhos. Uma delas pertencia a um dos homens mais procurados do Iraque, conhecido pelos seus amigos como Ibrahim, o Predestinado. Como teria este homem bom e humilde conquistado a inimizade de tantos? O que fizera ele para merecer tal morte? A resposta reside na amizade que partilhou a vida inteira com Abdullah Kafka e com Tariq, o Deslumbrado, cada qual com as suas próprias histórias incríveis para contar. Reside também nos campos de batalha devastados pela Guerra do Golfo. Reside no amor inabalável da sua mulher e no escárnio dilacerante da sua filha. E, acima de tudo, reside nos portões trancados dos Jardins do Presidente, enterrada com as incontáveis vítimas de um reinado impiedoso de terror.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Num país onde não havia bananas, ao terceiro dia do Ramadão, a aldeia deparou-se, ao acordar, com nove caixas de bananas, cada qual contendo a cabeça degolada de um dos seus filhos. Uma delas pertencia a um dos homens mais procurados do Iraque, conhecido pelos seus amigos como Ibrahim, o Predestinado. Como teria este homem bom e humilde conquistado a inimizade de tantos? O que fizera ele para merecer tal morte? A resposta reside na amizade que partilhou a vida inteira com Abdullah Kafka e com Tariq, o Deslumbrado, cada qual com as suas próprias histórias incríveis para contar. Reside também nos campos de batalha devastados pela Guerra do Golfo. Reside no amor inabalável da sua mulher e no escárnio dilacerante da sua filha. E, acima de tudo, reside nos portões trancados dos Jardins do Presidente, enterrada com as incontáveis vítimas de um reinado impiedoso de terror.
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Edição: Jun 2016
Nº Páginas: 228
Sinopse:
Até onde irias por uma amiga? Estelle, Eva, Judith, Caroline e Kiki são amigas há quinze anos. Conheceram-se num curso de Francês e, embora sejam bem diferentes umas das outras, tornaram-se as melhores amigas. Desde então, na primeira terça-feira de cada mês, jantam no restaurante Le Jardin, o seu restaurante favorito, e fazem uma viagem uma vez por ano. Mas agora as coisas mudaram: Judith ficou viúva e quer fazer uma etapa do Caminho de Santiago, seguindo os passos do seu falecido marido. Preocupadas com ela, as amigas decidem acompanhá-la na sua peregrinação. Numa viagem cheia de surpresas vão ter a oportunidade de refletir sobre as suas vidas, e o resultado dessa jornada poderá ser uma dura prova à amizade das cinco mulheres...
Nº Páginas: 228
Sinopse:
Até onde irias por uma amiga? Estelle, Eva, Judith, Caroline e Kiki são amigas há quinze anos. Conheceram-se num curso de Francês e, embora sejam bem diferentes umas das outras, tornaram-se as melhores amigas. Desde então, na primeira terça-feira de cada mês, jantam no restaurante Le Jardin, o seu restaurante favorito, e fazem uma viagem uma vez por ano. Mas agora as coisas mudaram: Judith ficou viúva e quer fazer uma etapa do Caminho de Santiago, seguindo os passos do seu falecido marido. Preocupadas com ela, as amigas decidem acompanhá-la na sua peregrinação. Numa viagem cheia de surpresas vão ter a oportunidade de refletir sobre as suas vidas, e o resultado dessa jornada poderá ser uma dura prova à amizade das cinco mulheres...
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Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 528
Sinopse:
Este é o último grande romance de Dostoiévski, terminado pouco tempo antes da sua morte. Faz parte das suas obras maiores, escritas na última e mais produtiva fase da sua vida, e muitos consideram-na mesmo a sua obra-prima. "Os Irmãos Karamázov" é indiscutivelmente uma das mais lidas e admiradas criações literárias de todos os tempos. Na complexidade da intriga, Dostoiévski deixa transparecer a sua própria culpabilidade pelo assassínio do pai, um homem tirânico e brutal, provavelmente morto por mujiques. Mas o alcance da filosofia subjacente a este enredo vai muito além. o escritor debate de forma sublime o problema do bem e do mal, da abjecção humana e daquilo que a redime, das contradições entre razão e emoção, além de temas como a dignidade humana e o livre-arbítrio. A sua intrínseca religiosidade é aqui mais explícita do que em obras anteriores, e a inquietação que transparece destas páginas reflecte já inteiramente a subjectividade do homem moderno.
Nº Páginas: 528
Sinopse:
Este é o último grande romance de Dostoiévski, terminado pouco tempo antes da sua morte. Faz parte das suas obras maiores, escritas na última e mais produtiva fase da sua vida, e muitos consideram-na mesmo a sua obra-prima. "Os Irmãos Karamázov" é indiscutivelmente uma das mais lidas e admiradas criações literárias de todos os tempos. Na complexidade da intriga, Dostoiévski deixa transparecer a sua própria culpabilidade pelo assassínio do pai, um homem tirânico e brutal, provavelmente morto por mujiques. Mas o alcance da filosofia subjacente a este enredo vai muito além. o escritor debate de forma sublime o problema do bem e do mal, da abjecção humana e daquilo que a redime, das contradições entre razão e emoção, além de temas como a dignidade humana e o livre-arbítrio. A sua intrínseca religiosidade é aqui mais explícita do que em obras anteriores, e a inquietação que transparece destas páginas reflecte já inteiramente a subjectividade do homem moderno.
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Edição: Set 2014
Nº Páginas: 592
Sinopse:
Numa noite de verão de 1974, seis adolescentes planeiam uma amizade para toda a vida. Jules, Cathy, Jonah, Goodman, Ethan e Ash ensaiam a atitude cool que (esperam) os defina como adultos. Fumam erva, bebem vodka, partilham os seus sonhos. E, juram, serão sempre Os Interessantes. Ao longo da adolescência, o talento artístico destes seis amigos foi sempre satisfeito e encorajado. Mas o tipo de criatividade que é celebrada aos 15 anos nem sempre é suficiente para impulsionar a vida aos 30 - para não falar dos 50. Nem todos vão conseguir manter viva a chama que os distingue na juventude. Décadas mais tarde, a amizade mantém-se embora tudo o resto tenha mudado. Jules, que planeava ser atriz, resignou-se a ser terapeuta. Cathy abandonou a dança. Jonah pôs de lado a guitarra para se dedicar à engenharia mecânica. Goodman desapareceu. Apenas Ethan e Ash se mantiveram fiéis aos seus planos de adolescência. Ethan criou uma série de televisão de sucesso e Ash é uma encenadora aclamada. Não são apenas famosos e bem-sucedidos, têm também dinheiro e influência suficientes para concretizar todos os seus sonhos. Mas qual é o futuro de uma amizade tão profundamente desigual? O que acontece quando uns atingem um extraordinário patamar de sucesso e riqueza, e outros são obrigados a conformar-se com a normalidade?
Nº Páginas: 592
Sinopse:
Numa noite de verão de 1974, seis adolescentes planeiam uma amizade para toda a vida. Jules, Cathy, Jonah, Goodman, Ethan e Ash ensaiam a atitude cool que (esperam) os defina como adultos. Fumam erva, bebem vodka, partilham os seus sonhos. E, juram, serão sempre Os Interessantes. Ao longo da adolescência, o talento artístico destes seis amigos foi sempre satisfeito e encorajado. Mas o tipo de criatividade que é celebrada aos 15 anos nem sempre é suficiente para impulsionar a vida aos 30 - para não falar dos 50. Nem todos vão conseguir manter viva a chama que os distingue na juventude. Décadas mais tarde, a amizade mantém-se embora tudo o resto tenha mudado. Jules, que planeava ser atriz, resignou-se a ser terapeuta. Cathy abandonou a dança. Jonah pôs de lado a guitarra para se dedicar à engenharia mecânica. Goodman desapareceu. Apenas Ethan e Ash se mantiveram fiéis aos seus planos de adolescência. Ethan criou uma série de televisão de sucesso e Ash é uma encenadora aclamada. Não são apenas famosos e bem-sucedidos, têm também dinheiro e influência suficientes para concretizar todos os seus sonhos. Mas qual é o futuro de uma amizade tão profundamente desigual? O que acontece quando uns atingem um extraordinário patamar de sucesso e riqueza, e outros são obrigados a conformar-se com a normalidade?
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 616
Sinopse:
Quais as capacidades que permitiram a certos inventores e empreendedores transformar as suas ideias visionárias em realidade? O que provocou os seus saltos criativos? Por que razão alguns foram bem-sucedidos e outros fracassaram? Em "Os Inovadores", Walter Isaacson dá resposta a estas questões, oferecendo-nos a mais completa história da revolução digital, uma narrativa fascinante acerca daqueles que criaram o computador e a Internet. Numa escrita empolgante e ágil, Isaacson organiza um roteiro minucioso que começa com Ada Lovelace, filha de Lord Byron e pioneira da programação na década de 1840, passa pela fundação do mítico Silicon Valley e segue até aos nossos dias, com Steve Jobs ou Bill Gates. Explorando mais as personalidades desconcertantes destes génios do que as suas invenções, "Os Inovadores" é o guia indispensável para o modo como nasce a inovação e para se compreender o mundo digital que é hoje o nosso.
Nº Páginas: 616
Sinopse:
Quais as capacidades que permitiram a certos inventores e empreendedores transformar as suas ideias visionárias em realidade? O que provocou os seus saltos criativos? Por que razão alguns foram bem-sucedidos e outros fracassaram? Em "Os Inovadores", Walter Isaacson dá resposta a estas questões, oferecendo-nos a mais completa história da revolução digital, uma narrativa fascinante acerca daqueles que criaram o computador e a Internet. Numa escrita empolgante e ágil, Isaacson organiza um roteiro minucioso que começa com Ada Lovelace, filha de Lord Byron e pioneira da programação na década de 1840, passa pela fundação do mítico Silicon Valley e segue até aos nossos dias, com Steve Jobs ou Bill Gates. Explorando mais as personalidades desconcertantes destes génios do que as suas invenções, "Os Inovadores" é o guia indispensável para o modo como nasce a inovação e para se compreender o mundo digital que é hoje o nosso.
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