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Edição: Nov 2023
Nº Páginas: 32
Sinopse:
Se gostas da Barbie vais adorar o livro de colorir Barbie Colouring Adventures 1! Nele, podes encontrar a Barbie em muitas aventuras: a desfilar com vestidos lindos, a passear com os seus animais de estimação ou, até mesmo, a divertir-se com os seus amigos. Cada página é como um novo mundo à tua espera, cheio de espaço para usares a tua imaginação e cores preferidas! Com o livro de colorir Barbie Colouring Adventures 1, tu também podes ser uma Barbie! Este livro faz parte de uma coleção de 2 títulos.
Nº Páginas: 32
Sinopse:
Se gostas da Barbie vais adorar o livro de colorir Barbie Colouring Adventures 1! Nele, podes encontrar a Barbie em muitas aventuras: a desfilar com vestidos lindos, a passear com os seus animais de estimação ou, até mesmo, a divertir-se com os seus amigos. Cada página é como um novo mundo à tua espera, cheio de espaço para usares a tua imaginação e cores preferidas! Com o livro de colorir Barbie Colouring Adventures 1, tu também podes ser uma Barbie! Este livro faz parte de uma coleção de 2 títulos.
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Edição: Jan 1999
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Scott Fitzgerald tinha vinto e cinco anos quando escreveu "Belos e Malditos". Alguns anos antes, ao querer participar na Primeira Guerra Mundial, passara alguns meses num desolado acampamento do Alabama, onde conheceu a bela e desconcertante Zelda Sayre. O mundo de "Belos e Malditos" fala-nos dessa força que atrai os belos desprevenidos para a maldição, a procura da vertigem emocional, a entrega à alegria dos sentidos, a sensação do efémero e a solidão.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Scott Fitzgerald tinha vinto e cinco anos quando escreveu "Belos e Malditos". Alguns anos antes, ao querer participar na Primeira Guerra Mundial, passara alguns meses num desolado acampamento do Alabama, onde conheceu a bela e desconcertante Zelda Sayre. O mundo de "Belos e Malditos" fala-nos dessa força que atrai os belos desprevenidos para a maldição, a procura da vertigem emocional, a entrega à alegria dos sentidos, a sensação do efémero e a solidão.
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Edição: Abr 2000
Nº Páginas: 240
Sinopse:
São curtas histórias de João Miguel Fernandes Jorge, "escritas entre o solstício do verão e o do inverno de 1999". Começa com "Amor Laudis", talvez porque "O verão é assim: lugar para o amor laudis. " A sua vida de verão centra-se na plenitude da autoridade sobre os outros três grandes espaçamentos do ano: a primavera como prólogo em seu louvor e o outono é a sua memória; quanto ao inverno, é um simples e triste oposto, que toma existência nos factos da carência e do temos. Outono e inverno seguem velozmente em direcção ao verão, que surge como um fim e do outro lado do engano, que é aquilo com que sempre se reveste a noite sem termo e o dia rapidíssimo do inverno. O verão guarda a amplitude do prazer." E continua seguindo a ordem "como foram surgindo de junho a dezembro. Mas a leitura não deve seguir de modo nenhum esse crescendo e pode muito bem ser a inversa e partir do último para o primeiro." Histórias em que o poeta deambula por lugares (Évora - onde "todas a noites de julho são ardentes", Porto, Viena, Lisboa, Funchal, os Açores, Praga, Madrid, a beira mar...), encontros (Eugénio de Andrade, no Porto, João Botelho, em Lisboa, etc., conhecidos e desconhecidos), memórias, pinturas ou esculturas, às vezes um filme, uma canção, um livro, ou o vaso sagrado, nas mãos de Artemisa, no último dos contos.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
São curtas histórias de João Miguel Fernandes Jorge, "escritas entre o solstício do verão e o do inverno de 1999". Começa com "Amor Laudis", talvez porque "O verão é assim: lugar para o amor laudis. " A sua vida de verão centra-se na plenitude da autoridade sobre os outros três grandes espaçamentos do ano: a primavera como prólogo em seu louvor e o outono é a sua memória; quanto ao inverno, é um simples e triste oposto, que toma existência nos factos da carência e do temos. Outono e inverno seguem velozmente em direcção ao verão, que surge como um fim e do outro lado do engano, que é aquilo com que sempre se reveste a noite sem termo e o dia rapidíssimo do inverno. O verão guarda a amplitude do prazer." E continua seguindo a ordem "como foram surgindo de junho a dezembro. Mas a leitura não deve seguir de modo nenhum esse crescendo e pode muito bem ser a inversa e partir do último para o primeiro." Histórias em que o poeta deambula por lugares (Évora - onde "todas a noites de julho são ardentes", Porto, Viena, Lisboa, Funchal, os Açores, Praga, Madrid, a beira mar...), encontros (Eugénio de Andrade, no Porto, João Botelho, em Lisboa, etc., conhecidos e desconhecidos), memórias, pinturas ou esculturas, às vezes um filme, uma canção, um livro, ou o vaso sagrado, nas mãos de Artemisa, no último dos contos.
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Edição: Nov 2015
Nº Páginas: 248
Sinopse:
São cinco histórias de Ana Teresa Pereira, escritas em 1991 e 1992, A Casa dos Penhascos, A Casa da Areia, A Casa dos Pássaros, A Casa das Sombras e A Casa do Nevoeiro.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
São cinco histórias de Ana Teresa Pereira, escritas em 1991 e 1992, A Casa dos Penhascos, A Casa da Areia, A Casa dos Pássaros, A Casa das Sombras e A Casa do Nevoeiro.
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Edição: Jul 2015
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Saído em 1981, "O Separar das Águas" foi o primeiro livro publicado pela autora. "Villa Celeste" foi editado em 1985. Com "Soma", de 1987, Hélia Correia aproximou-se de um meio social diferente, mais jovem e de linguagem urbana.Hélia Correia nasceu em Lisboa em 1949 e passou a infância e a juventude em Mafra, terra da família materna, onde frequentou o ensino primário e liceal. Terminou os estudos liceais já em Lisboa, onde frequentou a Faculdade de Letras e se licenciou em Filologia Românica. Foi professora do ensino secundário. Já em 2002 tirou o mestrado em Teatro da Antiguidade Clássica.A escrita de Hélia Correia tem-se diversificado pelo romance, o conto, a poesia e a literatura infanto-juvenil.O Prémio Camões foi-lhe atribuído em 2015, reconhecendo a imaginação, o poder de criação de personagens e o invulgar modo de trabalhar a língua portuguesa que Hélia Correia tem revelado.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Saído em 1981, "O Separar das Águas" foi o primeiro livro publicado pela autora. "Villa Celeste" foi editado em 1985. Com "Soma", de 1987, Hélia Correia aproximou-se de um meio social diferente, mais jovem e de linguagem urbana.Hélia Correia nasceu em Lisboa em 1949 e passou a infância e a juventude em Mafra, terra da família materna, onde frequentou o ensino primário e liceal. Terminou os estudos liceais já em Lisboa, onde frequentou a Faculdade de Letras e se licenciou em Filologia Românica. Foi professora do ensino secundário. Já em 2002 tirou o mestrado em Teatro da Antiguidade Clássica.A escrita de Hélia Correia tem-se diversificado pelo romance, o conto, a poesia e a literatura infanto-juvenil.O Prémio Camões foi-lhe atribuído em 2015, reconhecendo a imaginação, o poder de criação de personagens e o invulgar modo de trabalhar a língua portuguesa que Hélia Correia tem revelado.
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Edição: Jul 2014
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Rydal Keener aguarda que algo excitante aconteça no seu pequeno e imundo hotel em Atenas. Aos quarenta e muitos anos, Chester MacFarland espera uma punição para a sua vida de manipulação de ações e fraude. E Colette, a esposa de Chester, espera algo completamente diferente. Um desagradável incidente no hotel faz com que acabem por esperar juntos. À medida que a tensão se instala neste jogo de espera a três, percebem que, embora passaportes e silêncios possam ser comprados, há outras coisas que podem custar-lhes as vidas.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Rydal Keener aguarda que algo excitante aconteça no seu pequeno e imundo hotel em Atenas. Aos quarenta e muitos anos, Chester MacFarland espera uma punição para a sua vida de manipulação de ações e fraude. E Colette, a esposa de Chester, espera algo completamente diferente. Um desagradável incidente no hotel faz com que acabem por esperar juntos. À medida que a tensão se instala neste jogo de espera a três, percebem que, embora passaportes e silêncios possam ser comprados, há outras coisas que podem custar-lhes as vidas.
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Edição: Set 2009
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Rosalind Leigh não faz ideia do que a espera na prisão. Como jornalista, sabe tudo sobre o caso. Sabe que Olive Martin tinha sido encontrada, cinco anos antes, junto dos cadáveres despedaçados da sua mãe e irmã mais nova; como se tinha declarado culpada das acusações de homicídio durante o julgamento; e porque fora apelidada "A Escultora"... À medida que Roz tenta resolver a sua própria tragédia pessoal, a sua determinação para alcançar a verdade torna-se obsessiva. É então que conhece o sargento Hal Hawksley e fica ainda mais confusa. Apenas de uma coisa tem a certeza: Roz jamais se esquecerá do dia em que conheceu Olive Martin. Foi um encontro que mudou a sua vida. De Minette Walters, a Relógio D?Água publicou "A Pena do Diabo" e em breve publicará "A Casa do Gelo".
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Rosalind Leigh não faz ideia do que a espera na prisão. Como jornalista, sabe tudo sobre o caso. Sabe que Olive Martin tinha sido encontrada, cinco anos antes, junto dos cadáveres despedaçados da sua mãe e irmã mais nova; como se tinha declarado culpada das acusações de homicídio durante o julgamento; e porque fora apelidada "A Escultora"... À medida que Roz tenta resolver a sua própria tragédia pessoal, a sua determinação para alcançar a verdade torna-se obsessiva. É então que conhece o sargento Hal Hawksley e fica ainda mais confusa. Apenas de uma coisa tem a certeza: Roz jamais se esquecerá do dia em que conheceu Olive Martin. Foi um encontro que mudou a sua vida. De Minette Walters, a Relógio D?Água publicou "A Pena do Diabo" e em breve publicará "A Casa do Gelo".
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Edição: Ago 2013
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Romeu e Julieta já não são apenas os nomes dos protagonistas da peça shakespeariana, mas identificam ícones intemporais do amor romântico, tornando se sinónimos de jovens apaixonados, universalmente reconhecidos e glosados.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Romeu e Julieta já não são apenas os nomes dos protagonistas da peça shakespeariana, mas identificam ícones intemporais do amor romântico, tornando se sinónimos de jovens apaixonados, universalmente reconhecidos e glosados.
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Edição: Jul 2016
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Robinson Crusoe é, como escreveu Defoe, uma narrativa ao mesmo tempo alegórica e histórica, uma abordagem do modo como um homem, que dedicado ao comércio, consegue sobreviver, graças ao engenho, numa altura em que bens e dinheiro de nada lhe servem. E como enfrenta a solidão recorrendo aos trabalhos e à imaginação.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Robinson Crusoe é, como escreveu Defoe, uma narrativa ao mesmo tempo alegórica e histórica, uma abordagem do modo como um homem, que dedicado ao comércio, consegue sobreviver, graças ao engenho, numa altura em que bens e dinheiro de nada lhe servem. E como enfrenta a solidão recorrendo aos trabalhos e à imaginação.
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Edição: Abr 2012
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Robert Grainier é um trabalhador do Oeste americano no início do século XX — um homem simples vivendo tempos extraordinários. Abalado pela perda da família, Grainier procura conferir sentido a um novo e estranho mundo. À medida que a história se desenrola, assistimos às suas derrotas pessoais e às radicais mudanças que transformam os EUA.
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Robert Grainier é um trabalhador do Oeste americano no início do século XX — um homem simples vivendo tempos extraordinários. Abalado pela perda da família, Grainier procura conferir sentido a um novo e estranho mundo. À medida que a história se desenrola, assistimos às suas derrotas pessoais e às radicais mudanças que transformam os EUA.
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Edição: Nov 2013
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Reúnem-se, neste livro, conferências e ensaios escritos por Giorgio Agamben entre 1979 e 2004. Os temas vão desde questões relacionadas com a linguagem até aos temas históricos e os relativos à potência do pensamento.O título "A Potência do Pensamento" é retirado de uma conferência efectuada em Lisboa em 1987 e que permanecera inédita até à publicação em livro em 2005.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Reúnem-se, neste livro, conferências e ensaios escritos por Giorgio Agamben entre 1979 e 2004. Os temas vão desde questões relacionadas com a linguagem até aos temas históricos e os relativos à potência do pensamento.O título "A Potência do Pensamento" é retirado de uma conferência efectuada em Lisboa em 1987 e que permanecera inédita até à publicação em livro em 2005.
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Edição: Out 2014
Nº Páginas: 600
Sinopse:
Reúnem-se aqui, além das duas histórias de Alice, parte da correspondência do autor e ainda Sylvie e Bruno e A Caça ao Snark.
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Sinopse:
Reúnem-se aqui, além das duas histórias de Alice, parte da correspondência do autor e ainda Sylvie e Bruno e A Caça ao Snark.
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Edição: Mai 2014
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Reúnem-se aqui trinta e cinco ensaios que nos falam de autores como Jane Austen, Defoe, Henry James, Christina Rossetti, Conrad, Sterne, Thomas Hardy, Turgenev e Walt Whitman. Virginia Woolf escreve ainda sobre a personagem ficcional, o romance gótico, histórias de fantasmas, o tempo passado em bibliotecas e a situação de estar doente.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Reúnem-se aqui trinta e cinco ensaios que nos falam de autores como Jane Austen, Defoe, Henry James, Christina Rossetti, Conrad, Sterne, Thomas Hardy, Turgenev e Walt Whitman. Virginia Woolf escreve ainda sobre a personagem ficcional, o romance gótico, histórias de fantasmas, o tempo passado em bibliotecas e a situação de estar doente.
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Edição: Set 2012
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Reúnem-se aqui doze contos de Carson McCullers numa selecção feita por Ana Teresa Pereira. Embora seja conhecida pelos seus romances, Carson McCullers foi uma notável contista, inserindo-se na tradição sulista da literatura norte-americana. Carson McCullers dedicou-se aos contos desde os 17 anos, ano em que escreveu "Sucker", tendo muitos deles começando por aparecer em revistas literárias. As suas capacidades de observação e o seu estilo revelam uma assumida filiação em autores tão diversos como Flaubert e Dostoievski. Julie Harris considerou-a mesmo "uma mulher encantadora e misteriosa que escrevia como um anjo". Carson McCullers foi reconhecida pelos grandes escritores da sua época. Graham Greene declarou preferi-la a Faulkner, e Tennessee Williams disse que a sua obra "não se eclipsará com o tempo, mas irradiará cada vez mais fulgor".
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Reúnem-se aqui doze contos de Carson McCullers numa selecção feita por Ana Teresa Pereira. Embora seja conhecida pelos seus romances, Carson McCullers foi uma notável contista, inserindo-se na tradição sulista da literatura norte-americana. Carson McCullers dedicou-se aos contos desde os 17 anos, ano em que escreveu "Sucker", tendo muitos deles começando por aparecer em revistas literárias. As suas capacidades de observação e o seu estilo revelam uma assumida filiação em autores tão diversos como Flaubert e Dostoievski. Julie Harris considerou-a mesmo "uma mulher encantadora e misteriosa que escrevia como um anjo". Carson McCullers foi reconhecida pelos grandes escritores da sua época. Graham Greene declarou preferi-la a Faulkner, e Tennessee Williams disse que a sua obra "não se eclipsará com o tempo, mas irradiará cada vez mais fulgor".
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Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Relatório Minoritário e Outros Contos é uma seleção das doze histórias mais importantes de Philip K. Dick. O conjunto é representativo de toda a sua obra, e revela-nos um autor em pleno domínio das suas capacidades narrativas.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Relatório Minoritário e Outros Contos é uma seleção das doze histórias mais importantes de Philip K. Dick. O conjunto é representativo de toda a sua obra, e revela-nos um autor em pleno domínio das suas capacidades narrativas.
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Edição: Abr 1996
Nº Páginas: 319
Sinopse:
Recorrendo a abundantes exemplos, este livro apresenta fundamentos, técnicas e noções práticas sobre o modo de redigir e apresentar trabalhos científicos. Nele encontrará tratados: • Estrutura e estilo de um trabalho científico • Pesquisa bibliográfica • Citação de bibliografia • Referências bibliográficas de documentos clássicos e obtidos por meios electrónicos (Internet) • Publicação de trabalhos • Ética em investigação • Uso de computadores na redacção de trabalhos • Noções práticas sobre a redacção de: • Relatório de investigação • Artigo científico original • Artigo de revisão • Teses de mestrado e de doutoramento • Relatório de actividades • Curriculum vitae • Apresentação oral de trabalhos. Preferencialmente dirigido à área médica e das ciências da Saúde, o livro pode ser facilmente usado por profissionais e estudantes de outras áreas científicas e técnicas, dada a explicação detalhada de conceitos, a permanente exemplificação e a linguagem simples com que os assuntos são abordados.
Nº Páginas: 319
Sinopse:
Recorrendo a abundantes exemplos, este livro apresenta fundamentos, técnicas e noções práticas sobre o modo de redigir e apresentar trabalhos científicos. Nele encontrará tratados: • Estrutura e estilo de um trabalho científico • Pesquisa bibliográfica • Citação de bibliografia • Referências bibliográficas de documentos clássicos e obtidos por meios electrónicos (Internet) • Publicação de trabalhos • Ética em investigação • Uso de computadores na redacção de trabalhos • Noções práticas sobre a redacção de: • Relatório de investigação • Artigo científico original • Artigo de revisão • Teses de mestrado e de doutoramento • Relatório de actividades • Curriculum vitae • Apresentação oral de trabalhos. Preferencialmente dirigido à área médica e das ciências da Saúde, o livro pode ser facilmente usado por profissionais e estudantes de outras áreas científicas e técnicas, dada a explicação detalhada de conceitos, a permanente exemplificação e a linguagem simples com que os assuntos são abordados.
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Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Raymond Carver, com a sua escrita sucinta e coloquial, aliada a uma percepção perspicaz do modo como as pessoas comunicam, fez com que esta colecção de contos se tornasse uma das mais influentes da moderna literatura.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Raymond Carver, com a sua escrita sucinta e coloquial, aliada a uma percepção perspicaz do modo como as pessoas comunicam, fez com que esta colecção de contos se tornasse uma das mais influentes da moderna literatura.
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Edição: Jul 2009
Nº Páginas: 468
Sinopse:
Raskólnikov, um estudante pobre e desesperado, vagueia pelos bairros degradados de São Petersburgo e comete um assassínio. A vítima é uma velha usurária. Raskólnikov imagina-se um grande homem, agindo por uma causa que está para além das convenções da lei moral e o coloca acima do comum dos mortais. O seu acto é praticado com uma mistura de sangue frio e exaltado misticismo. Mas quando inicia um jogo do gato e do rato com um polícia, Raskólnikov é cada vez mais perseguido pela voz da sua consciência. Apenas Sónia, uma prostituta, lhe concede a possibilidade de redenção. O crime de Raskólnikov foi inspirado no assassínio de duas mulheres, com um machado, ocorrido em 1865. Mas, pela mão de Dostoievski, transforma-se numa intensa narrativa, um protagonista desenraizado em busca de afirmação, uma obra em que confluem elementos psicológicos, sociais, éticos e filosóficos. A obra foi inicialmente publicada por capítulos, em 1866, no "Mensageiro Russo".
Nº Páginas: 468
Sinopse:
Raskólnikov, um estudante pobre e desesperado, vagueia pelos bairros degradados de São Petersburgo e comete um assassínio. A vítima é uma velha usurária. Raskólnikov imagina-se um grande homem, agindo por uma causa que está para além das convenções da lei moral e o coloca acima do comum dos mortais. O seu acto é praticado com uma mistura de sangue frio e exaltado misticismo. Mas quando inicia um jogo do gato e do rato com um polícia, Raskólnikov é cada vez mais perseguido pela voz da sua consciência. Apenas Sónia, uma prostituta, lhe concede a possibilidade de redenção. O crime de Raskólnikov foi inspirado no assassínio de duas mulheres, com um machado, ocorrido em 1865. Mas, pela mão de Dostoievski, transforma-se numa intensa narrativa, um protagonista desenraizado em busca de afirmação, uma obra em que confluem elementos psicológicos, sociais, éticos e filosóficos. A obra foi inicialmente publicada por capítulos, em 1866, no "Mensageiro Russo".
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Edição: Mai 2015
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Rachel Kushner escreveu um romance cuja acção decorre na comunidade americana de Cuba, durante os anos que levaram à revolução de Fidel Castro. "Telex de Cuba" é o primeiro romance a contar a história dos americanos que foram expulsos da ilha em 1958.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Rachel Kushner escreveu um romance cuja acção decorre na comunidade americana de Cuba, durante os anos que levaram à revolução de Fidel Castro. "Telex de Cuba" é o primeiro romance a contar a história dos americanos que foram expulsos da ilha em 1958.
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Edição: Abr 2000
Nº Páginas: 194
Sinopse:
Quatro contos da autora de "O Rosto de Deus" que, como Carla, a personagem de "Anamnese", o primeiro conto, ao ver "a casa", temos a "impressão de reconhecer", de ter estado ali antes. Como se regressássemos às leituras mágicas da infância e nos embrenhássemos de tal modo nas histórias como se nada mais existisse. Porque esta é uma escrita quase hipnótica, que nos seduz e à qual não resistimos (é bastante difícil parar de ler), que vem "do fundo dos tempos, do fundo da terra, do fundo do sangue". Uma teia onde temos vontade de afundar-nos, bela e terrível, como Tom. Excerto da Obra "Inclinou-se para ela e beijou-a nos lábios. - Adoro-te, Patrícia. Deitaram-se na erva os dois e Tom falou-lhe lentamente do vale, como se contasse uma história, este lugar é a prisão dos pássaros e dos anjos, a prisão das estrelas, vou ensinar-te o nome das estrelas e poderás chamá-las uma por uma, e contar as portas de onde nascem, este lugar é o depósito do granizo e do vento, da névoa e das nuvens, do orvalho, as águas que estão sobre o céu são do sexo masculino, as águas que estão debaixo da terra são do sexo feminino, e quando as águas se misturarem... - Quando as águas se misturarem - disse Patrícia baixinho. Ele puxou-a para si e beijou-a de novo. - Será a altura de engendrarmos feras e pássaros. Os seus corpos juntos, era quase insuportável, ela sentiu vontade de gritar que não queria esperar mais, que não tinha medo. Mas ele afastou-se um pouco e focou a olhar para o céu, imóvel, como esquecido da sua presença. Patrícia encostou-se suavemente ao seu braço e fechou os olhos. A presença dele, o som da cascata, eram tão intensos que a levaram para longe, para dentro de si, adormeceu."
Nº Páginas: 194
Sinopse:
Quatro contos da autora de "O Rosto de Deus" que, como Carla, a personagem de "Anamnese", o primeiro conto, ao ver "a casa", temos a "impressão de reconhecer", de ter estado ali antes. Como se regressássemos às leituras mágicas da infância e nos embrenhássemos de tal modo nas histórias como se nada mais existisse. Porque esta é uma escrita quase hipnótica, que nos seduz e à qual não resistimos (é bastante difícil parar de ler), que vem "do fundo dos tempos, do fundo da terra, do fundo do sangue". Uma teia onde temos vontade de afundar-nos, bela e terrível, como Tom. Excerto da Obra "Inclinou-se para ela e beijou-a nos lábios. - Adoro-te, Patrícia. Deitaram-se na erva os dois e Tom falou-lhe lentamente do vale, como se contasse uma história, este lugar é a prisão dos pássaros e dos anjos, a prisão das estrelas, vou ensinar-te o nome das estrelas e poderás chamá-las uma por uma, e contar as portas de onde nascem, este lugar é o depósito do granizo e do vento, da névoa e das nuvens, do orvalho, as águas que estão sobre o céu são do sexo masculino, as águas que estão debaixo da terra são do sexo feminino, e quando as águas se misturarem... - Quando as águas se misturarem - disse Patrícia baixinho. Ele puxou-a para si e beijou-a de novo. - Será a altura de engendrarmos feras e pássaros. Os seus corpos juntos, era quase insuportável, ela sentiu vontade de gritar que não queria esperar mais, que não tinha medo. Mas ele afastou-se um pouco e focou a olhar para o céu, imóvel, como esquecido da sua presença. Patrícia encostou-se suavemente ao seu braço e fechou os olhos. A presença dele, o som da cascata, eram tão intensos que a levaram para longe, para dentro de si, adormeceu."
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Edição: Abr 2002
Nº Páginas: 412
Sinopse:
Quase 20 anos passados sobre a publicação de Adeus, Princesa (talvez o maior êxito de Clara Pinto Correia, e que Jorge Paixão da Costa transpôs para o cinema), a autora transportou para os arredores de Lisboa nos dias de hoje os protagonistas daquele livro, as personagens de Bárbara Emília, Joaquim Peixoto e Sebastião Curto. O novo livro da escritora (e bióloga, e professora universitária, e colaboradora da revista Visão, e autora de programas televisivos), o 34º na sua bibliografia, passa-se nos subúrbios de uma cidade que cresceu de forma desordenada, cheia de prédios que mais parecem caixotes ou jaulas a que se regressa após um dia de trabalho, para passar a noite a olhar para outro caixote, a televisão, numa sociedade em que as pessoas não conseguem ser felizes nem sequer já têm o sonho da felicidade, e se viram para os medicamentos como escape mais fácil de uma vida que não sabem, ou não podem, construir. Como disse CPC em entrevista ao JL (6.3.02): “Se com o ‘Adeus, Princesa’ o pano social de fundo era o princípio do esfarelar do sonho comunista no Alentejo, agora será a degradação da qualidade de vida das pessoas e a degeneração completa dos sentidos todos.” E acrescenta: “ (Espero com este meu livro) pôr as pessoas a pensar em coisas sobre as quais elas tendem a andar distraídas.” A “Arma dos Juízes” é ao mesmo tempo um thriller policial, onde corre uma investigação, onde se fala da corrupção e do tráfico de influências, escrito num tom vivo e coloquial.
Nº Páginas: 412
Sinopse:
Quase 20 anos passados sobre a publicação de Adeus, Princesa (talvez o maior êxito de Clara Pinto Correia, e que Jorge Paixão da Costa transpôs para o cinema), a autora transportou para os arredores de Lisboa nos dias de hoje os protagonistas daquele livro, as personagens de Bárbara Emília, Joaquim Peixoto e Sebastião Curto. O novo livro da escritora (e bióloga, e professora universitária, e colaboradora da revista Visão, e autora de programas televisivos), o 34º na sua bibliografia, passa-se nos subúrbios de uma cidade que cresceu de forma desordenada, cheia de prédios que mais parecem caixotes ou jaulas a que se regressa após um dia de trabalho, para passar a noite a olhar para outro caixote, a televisão, numa sociedade em que as pessoas não conseguem ser felizes nem sequer já têm o sonho da felicidade, e se viram para os medicamentos como escape mais fácil de uma vida que não sabem, ou não podem, construir. Como disse CPC em entrevista ao JL (6.3.02): “Se com o ‘Adeus, Princesa’ o pano social de fundo era o princípio do esfarelar do sonho comunista no Alentejo, agora será a degradação da qualidade de vida das pessoas e a degeneração completa dos sentidos todos.” E acrescenta: “ (Espero com este meu livro) pôr as pessoas a pensar em coisas sobre as quais elas tendem a andar distraídas.” A “Arma dos Juízes” é ao mesmo tempo um thriller policial, onde corre uma investigação, onde se fala da corrupção e do tráfico de influências, escrito num tom vivo e coloquial.
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Edição: Ago 2023
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Quantas vezes já leu um livro e lamentou não ter registado as passagens mais marcantes? Quantas vezes já leu um livro e sentiu necessidade de ter um pequeno bloco onde registar essas passagens? Num jantar de amigos, quantas vezes quis citar um autor do qual não se recordou? E quantas vezes já emprestou um livro e não se recorda a quem? Pois esses dias acabaram. Agora, tem a possibilidade de perpetuar o que mais lhe agradou num livro. Agora, tem a possibilidade de registar tudo o que não quer esquecer, desde o título ao autor, do número de páginas à editora, passando pela data de início e término da leitura. Tudo pode ser registado, até mesmo a forma como adquiriu o livro. No entanto, e para todos aqueles que após lerem um livro querem mais, existe a possibilidade, não só de registarem as citações, mas acima de tudo de registarem as emoções que o mesmo lhes causou. O nosso Caderno de Leituras dirige-se a todos os amantes de livros, a todos os que valorizam e acarinham os livros.
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Quantas vezes já leu um livro e lamentou não ter registado as passagens mais marcantes? Quantas vezes já leu um livro e sentiu necessidade de ter um pequeno bloco onde registar essas passagens? Num jantar de amigos, quantas vezes quis citar um autor do qual não se recordou? E quantas vezes já emprestou um livro e não se recorda a quem? Pois esses dias acabaram. Agora, tem a possibilidade de perpetuar o que mais lhe agradou num livro. Agora, tem a possibilidade de registar tudo o que não quer esquecer, desde o título ao autor, do número de páginas à editora, passando pela data de início e término da leitura. Tudo pode ser registado, até mesmo a forma como adquiriu o livro. No entanto, e para todos aqueles que após lerem um livro querem mais, existe a possibilidade, não só de registarem as citações, mas acima de tudo de registarem as emoções que o mesmo lhes causou. O nosso Caderno de Leituras dirige-se a todos os amantes de livros, a todos os que valorizam e acarinham os livros.
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Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Quando um míssil secreto aparece escondido debaixo da casa da ópera, só há dois agentes capazes de salvar o dia: Manga e Brás. Mas eles vão ser expulsos da agência e enviados para limpar casas de banho… Será que isso os irá impedir de salvar a cidade? Cheio de humor, ação e reviravoltas, "Crocodetetives" é uma aventura hilariante em que a amizade e o trabalho de equipa provam que nem todos os heróis usam capa… alguns têm escamas, um sorriso cheio de dentes e uma lupa na mão!
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Quando um míssil secreto aparece escondido debaixo da casa da ópera, só há dois agentes capazes de salvar o dia: Manga e Brás. Mas eles vão ser expulsos da agência e enviados para limpar casas de banho… Será que isso os irá impedir de salvar a cidade? Cheio de humor, ação e reviravoltas, "Crocodetetives" é uma aventura hilariante em que a amizade e o trabalho de equipa provam que nem todos os heróis usam capa… alguns têm escamas, um sorriso cheio de dentes e uma lupa na mão!
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Edição: Jan 2019
Nº Páginas: 440
Sinopse:
Quando Tess Durbeyfield, instigada pela pobreza, se dirige à abastada família D’Urbervilles, o encontro com o seu "primo" Alec revela-se um momento perigoso. Um homem, Angel Clare, oferece-lhe o que parece ser amor e salvação, e Tess tem de decidir se revela o seu passado ou se mantém o silêncio, na esperança de um futuro melhor. Tendo como personagem uma Tess crítica e vítima das convenções sociais, este é um dos romances mais comoventes de Thomas Hardy.
Nº Páginas: 440
Sinopse:
Quando Tess Durbeyfield, instigada pela pobreza, se dirige à abastada família D’Urbervilles, o encontro com o seu "primo" Alec revela-se um momento perigoso. Um homem, Angel Clare, oferece-lhe o que parece ser amor e salvação, e Tess tem de decidir se revela o seu passado ou se mantém o silêncio, na esperança de um futuro melhor. Tendo como personagem uma Tess crítica e vítima das convenções sociais, este é um dos romances mais comoventes de Thomas Hardy.
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Edição: Jun 2011
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Quando Tchékhov, então um jovem médico, partiu para a ilha de Sacalina em Abril de 1890, ninguém compreendeu as suas motivações. Ele próprio, incapaz de se explicar, falou de "mania sacalina". Nabokov fez-se eco dessa perplexidade: "Normalmente, os críticos que escrevem sobre Tchékhov repetem que acham de todo incompreensível o facto de, em 1890, o escritor ter empreendido uma viagem perigosa e fatigante à ilha de Sacalina para estudar a vida dos condenados aos trabalhos forçados." Trata-se, de qualquer modo, do episódio mais estranho da vida de Tchékhov. Tendo decidido investigar aquele lugar maldito, pôs-se a caminho, em condições mais do que precárias. Decidira não se apresentar como jornalista e não possuía qualquer carta de recomendação ou documento oficial. Após dois meses e meio de viagem extenuante, o mais provável era ser obrigado a regressar. Enfrentou o frio, a chuva, as inundações e os incêndios, e finalmente lá estava, ao largo da Sibéria, a ilha de Sacalina: "Em redor o mar, no meio o inferno."
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Quando Tchékhov, então um jovem médico, partiu para a ilha de Sacalina em Abril de 1890, ninguém compreendeu as suas motivações. Ele próprio, incapaz de se explicar, falou de "mania sacalina". Nabokov fez-se eco dessa perplexidade: "Normalmente, os críticos que escrevem sobre Tchékhov repetem que acham de todo incompreensível o facto de, em 1890, o escritor ter empreendido uma viagem perigosa e fatigante à ilha de Sacalina para estudar a vida dos condenados aos trabalhos forçados." Trata-se, de qualquer modo, do episódio mais estranho da vida de Tchékhov. Tendo decidido investigar aquele lugar maldito, pôs-se a caminho, em condições mais do que precárias. Decidira não se apresentar como jornalista e não possuía qualquer carta de recomendação ou documento oficial. Após dois meses e meio de viagem extenuante, o mais provável era ser obrigado a regressar. Enfrentou o frio, a chuva, as inundações e os incêndios, e finalmente lá estava, ao largo da Sibéria, a ilha de Sacalina: "Em redor o mar, no meio o inferno."
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Quando os espetaculares avanços tecnológicos dos nossos dias nos facilitaram o acesso ao conhecimento como nunca antes, quando vivemos mais e melhor, quando o "terceiro mundo" se desenvolve... Quando, pela primeira vez, se poderia conduzir a humanidade a uma era de liberdade e progresso, o mundo parece seguir na direção oposta, rumo à destruição de tudo o que foi alcançado. Como chegámos aqui? Há alguns anos, Amin Maalouf disse que as nossas civilizações estão esgotadas e forneceu os motivos: desconfiança em relação ao "Outro", xenofobia, intolerância política e religiosa, populismo, individualismo e a insularidade do nacionalismo, racismo... Hoje em dia fala diretamente de "naufrágio iminente". Não há desejo de um passado melhor nas suas palavras, ele está apenas preocupado com o futuro desta "era desconcertante", o futuro das novas gerações, que possa desaparecer o que deu sentido à aventura humana. Tão-pouco se deixa levar pelo pessimismo ou prega o desânimo, apenas faz um apelo lúcido à responsabilidade coletiva, deixando a porta da esperança entreaberta para o mundo se reorientar, pois como escreveu: "Melhor enganar-se na esperança do que acertar no desespero". A América, embora ainda seja a única superpotência, está a perder toda a credibilidade moral. A Europa, que ofereceu ao seu povo e ao resto da humanidade o projeto mais ambicioso e mais reconfortante do nosso tempo, está a fragmentar-se. O mundo árabe-muçulmano atravessa uma profunda crise que mergulha o seu povo no desespero e tem repercussões calamitosas em todo o mundo. Grandes nações "emergentes" ou "renascentes", como a China, a Índia ou a Rússia estão a surgir no cenário mundial num ambiente deletério, onde reina o cada um por si e a lei do mais forte. Uma nova corrida ao armamento parece inevitável. Sem mencionar as sérias ameaças (clima, meio ambiente, saúde) que estão a pesar no planeta e que só poderíamos enfrentar com uma solidariedade global que precisamente nos falta. Há mais de meio século que o autor observa o mundo e o percorre. Estava em Saigão no final da Guerra do Vietname, em Teerão durante o advento da República Islâmica. Neste livro poderoso e abrangente, faz de espectador engajado e pensador, misturando histórias e reflexões, às vezes contando grandes eventos de que foi uma das poucas testemunhas oculares, e depois elevando-se ao papel de historiador acima da sua própria experiência para nos explicar por que sucessivos desvios a humanidade passou para se encontrar assim no limiar do naufrágio.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Quando os espetaculares avanços tecnológicos dos nossos dias nos facilitaram o acesso ao conhecimento como nunca antes, quando vivemos mais e melhor, quando o "terceiro mundo" se desenvolve... Quando, pela primeira vez, se poderia conduzir a humanidade a uma era de liberdade e progresso, o mundo parece seguir na direção oposta, rumo à destruição de tudo o que foi alcançado. Como chegámos aqui? Há alguns anos, Amin Maalouf disse que as nossas civilizações estão esgotadas e forneceu os motivos: desconfiança em relação ao "Outro", xenofobia, intolerância política e religiosa, populismo, individualismo e a insularidade do nacionalismo, racismo... Hoje em dia fala diretamente de "naufrágio iminente". Não há desejo de um passado melhor nas suas palavras, ele está apenas preocupado com o futuro desta "era desconcertante", o futuro das novas gerações, que possa desaparecer o que deu sentido à aventura humana. Tão-pouco se deixa levar pelo pessimismo ou prega o desânimo, apenas faz um apelo lúcido à responsabilidade coletiva, deixando a porta da esperança entreaberta para o mundo se reorientar, pois como escreveu: "Melhor enganar-se na esperança do que acertar no desespero". A América, embora ainda seja a única superpotência, está a perder toda a credibilidade moral. A Europa, que ofereceu ao seu povo e ao resto da humanidade o projeto mais ambicioso e mais reconfortante do nosso tempo, está a fragmentar-se. O mundo árabe-muçulmano atravessa uma profunda crise que mergulha o seu povo no desespero e tem repercussões calamitosas em todo o mundo. Grandes nações "emergentes" ou "renascentes", como a China, a Índia ou a Rússia estão a surgir no cenário mundial num ambiente deletério, onde reina o cada um por si e a lei do mais forte. Uma nova corrida ao armamento parece inevitável. Sem mencionar as sérias ameaças (clima, meio ambiente, saúde) que estão a pesar no planeta e que só poderíamos enfrentar com uma solidariedade global que precisamente nos falta. Há mais de meio século que o autor observa o mundo e o percorre. Estava em Saigão no final da Guerra do Vietname, em Teerão durante o advento da República Islâmica. Neste livro poderoso e abrangente, faz de espectador engajado e pensador, misturando histórias e reflexões, às vezes contando grandes eventos de que foi uma das poucas testemunhas oculares, e depois elevando-se ao papel de historiador acima da sua própria experiência para nos explicar por que sucessivos desvios a humanidade passou para se encontrar assim no limiar do naufrágio.
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Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Quando o Stitch — a criatura mais fofinha e mais perigosa do universo — se despenha acidentalmente no Japão feudal, acaba por ser acolhido e fazer amizade com o feroz samurai Lorde Yamato Yamato. Mas agora a Federação Galáctica anda à sua procura e enviou o Jumba e o Pleakley para a Terra, com a missão de recapturar a experiência fugitiva. Será que o Stitch e o senhor da guerra conseguem lidar com os invasores alienígenas sem alertar o resto da população? Irá o Stitch arruinar os planos do Yamato para alcançar o poder político? E que dizer do misterioso fantasma que passou a habitar o castelo?
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Quando o Stitch — a criatura mais fofinha e mais perigosa do universo — se despenha acidentalmente no Japão feudal, acaba por ser acolhido e fazer amizade com o feroz samurai Lorde Yamato Yamato. Mas agora a Federação Galáctica anda à sua procura e enviou o Jumba e o Pleakley para a Terra, com a missão de recapturar a experiência fugitiva. Será que o Stitch e o senhor da guerra conseguem lidar com os invasores alienígenas sem alertar o resto da população? Irá o Stitch arruinar os planos do Yamato para alcançar o poder político? E que dizer do misterioso fantasma que passou a habitar o castelo?
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Edição: Jan 2011
Nº Páginas: 420
Sinopse:
Quando o Beagle - um bergantim de dez canhões comandado pelo capitão FitzRoy - partiu de Davenport no dia 27 de Dezembro de 1831, Charles Darwin tinha vinte e dois anos e iniciava a viagem da sua vida. A expedição, entre o científico e o colonial, estava prevista para dois anos. Darwin odiava o mar, "odiava cada uma das ondas", como escreveu em carta, mas tornou-se um observador apaixonado e um naturalista atento. O seu diário revela pacientes observações de geologia e história natural, bem como de pessoas, lugares e acontecimentos, de Cabo Verde aos vulcões das Ilhas Galápagos, das aranhas da Patagónia aos recifes de coral da Australásia. As investigações feitas ao longo desta viagem, que acabaria por durar cinco anos, deram mais tarde origem a um dos livros mais controversos da época vitoriana, "A Origem das Espécies", uma obra fundadora do pensamento científico contemporâneo, com a sua teoria da evolução através da selecção natural. "A Viagem do Beagle" foi elaborada a partir dos diários de Darwin. É agora publicada pela primeira vez em Portugal dois séculos após o nascimento do seu autor, sendo um dos melhores livros de aventuras alguma vez escrito e a narrativa de uma viagem científica que mudou o nosso modo de ver o mundo.
Nº Páginas: 420
Sinopse:
Quando o Beagle - um bergantim de dez canhões comandado pelo capitão FitzRoy - partiu de Davenport no dia 27 de Dezembro de 1831, Charles Darwin tinha vinte e dois anos e iniciava a viagem da sua vida. A expedição, entre o científico e o colonial, estava prevista para dois anos. Darwin odiava o mar, "odiava cada uma das ondas", como escreveu em carta, mas tornou-se um observador apaixonado e um naturalista atento. O seu diário revela pacientes observações de geologia e história natural, bem como de pessoas, lugares e acontecimentos, de Cabo Verde aos vulcões das Ilhas Galápagos, das aranhas da Patagónia aos recifes de coral da Australásia. As investigações feitas ao longo desta viagem, que acabaria por durar cinco anos, deram mais tarde origem a um dos livros mais controversos da época vitoriana, "A Origem das Espécies", uma obra fundadora do pensamento científico contemporâneo, com a sua teoria da evolução através da selecção natural. "A Viagem do Beagle" foi elaborada a partir dos diários de Darwin. É agora publicada pela primeira vez em Portugal dois séculos após o nascimento do seu autor, sendo um dos melhores livros de aventuras alguma vez escrito e a narrativa de uma viagem científica que mudou o nosso modo de ver o mundo.
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Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Quando o agente da Polícia Nacional do Quebec C. I. Armand Gamanche é chamado à aldeia de Three Pines, depara-se com um cenário de crime invulgar. Uma sessão espiritual realizada numa casa velha e abandonada acabou por se revelar uma experiência terrível e inesperada. O resultado é o corpo de um aldeão, imóvel, assustado pela morte, como se a sua alma lhe tivesse sido retirada.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Quando o agente da Polícia Nacional do Quebec C. I. Armand Gamanche é chamado à aldeia de Three Pines, depara-se com um cenário de crime invulgar. Uma sessão espiritual realizada numa casa velha e abandonada acabou por se revelar uma experiência terrível e inesperada. O resultado é o corpo de um aldeão, imóvel, assustado pela morte, como se a sua alma lhe tivesse sido retirada.
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