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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Em março de 1926, verificou-se em Lisboa o assassínio da atriz Maria Alves, estrangulada num táxi com o número 9297 e lançada para a valeta. Investigando por conta própria e baseando-se em anteriores crimes semelhantes, o jornalista Reinaldo Ferreira, conhecido como Repórter X, sugere, nos jornais, que o culpado é o ex-empresário da vítima, Augusto Gomes. Posteriores investigações policiais confirmam a hipótese. No ano seguinte, Reinaldo Ferreira aluga os estúdios Invicta Film, no Porto, para realizar o filme "O Táxi N.º 9297", que tem como ponto de partida a morte de Maria Alves e vai obter os elogios da crítica e a adesão do público. Entre os atores, está a já então famosa Maria Emília Castelo Branco no papel de Raquel de Monteverde. Aproveitando o êxito do filme, Reinaldo Ferreira adaptou o enredo ao teatro, escrevendo a peça que agora se reedita como novela policial. Trata-se de um dos primeiros "policiais" escritos por um autor português, onde um enigma surge envolto num enredo de estranhas personagens e uma conspiração internacional que tem Lisboa como cenário.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Em março de 1926, verificou-se em Lisboa o assassínio da atriz Maria Alves, estrangulada num táxi com o número 9297 e lançada para a valeta. Investigando por conta própria e baseando-se em anteriores crimes semelhantes, o jornalista Reinaldo Ferreira, conhecido como Repórter X, sugere, nos jornais, que o culpado é o ex-empresário da vítima, Augusto Gomes. Posteriores investigações policiais confirmam a hipótese. No ano seguinte, Reinaldo Ferreira aluga os estúdios Invicta Film, no Porto, para realizar o filme "O Táxi N.º 9297", que tem como ponto de partida a morte de Maria Alves e vai obter os elogios da crítica e a adesão do público. Entre os atores, está a já então famosa Maria Emília Castelo Branco no papel de Raquel de Monteverde. Aproveitando o êxito do filme, Reinaldo Ferreira adaptou o enredo ao teatro, escrevendo a peça que agora se reedita como novela policial. Trata-se de um dos primeiros "policiais" escritos por um autor português, onde um enigma surge envolto num enredo de estranhas personagens e uma conspiração internacional que tem Lisboa como cenário.
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Edição: Jan 2018
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Em Marca de Água, Joseph Brodsky apresenta-nos um gracioso, inteligente e variado retrato de Veneza. Observando os mais diversos aspetos da cidade, os canais, as ruas, a arquitetura, as pessoas e a gastronomia, Brodsky capta a magnificência, a fragilidade e a beleza da cidade. Ao mesmo tempo, desfilam as próprias memórias que Brodsky tem de Veneza, que foi a sua morada de muitos invernos, dos seus amigos, inimigos e amantes. O livro reflete, com enorme força poética, sobre o modo como a passagem do tempo afeta Veneza, alterando a relação entre a água e a terra, a luz e a escuridão, a vida e a morte.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Em Marca de Água, Joseph Brodsky apresenta-nos um gracioso, inteligente e variado retrato de Veneza. Observando os mais diversos aspetos da cidade, os canais, as ruas, a arquitetura, as pessoas e a gastronomia, Brodsky capta a magnificência, a fragilidade e a beleza da cidade. Ao mesmo tempo, desfilam as próprias memórias que Brodsky tem de Veneza, que foi a sua morada de muitos invernos, dos seus amigos, inimigos e amantes. O livro reflete, com enorme força poética, sobre o modo como a passagem do tempo afeta Veneza, alterando a relação entre a água e a terra, a luz e a escuridão, a vida e a morte.
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Em finais do século XXI, num mundo superlotado e repleto de colónias espaciais, o tédio pode ser ultrapassado recorrendo à droga Can-D, que permite aos seus utilizadores habitar um mundo ilusório partilhado. "Para toda a gente que se sente perdida nas múltiplas realidade do mundo moderno lembrem-se que Philip K. Dick foi o primeiro a chegar a elas." Terry Gilliam
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Em finais do século XXI, num mundo superlotado e repleto de colónias espaciais, o tédio pode ser ultrapassado recorrendo à droga Can-D, que permite aos seus utilizadores habitar um mundo ilusório partilhado. "Para toda a gente que se sente perdida nas múltiplas realidade do mundo moderno lembrem-se que Philip K. Dick foi o primeiro a chegar a elas." Terry Gilliam
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Edição: Mar 2012
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Em dez breves diálogos, A Ronda apresenta-nos, com perspicaz desenvoltura, o essencial da magia do coração e dos sentidos. Desde 1905 que circulavam rumores em Viena sobre uma obra "licenciosa" que Arthur Schnitzler teria escrito. Era A Ronda, que nenhum teatro se atreveu a encenar e começou por ser divulgada em edição de autor. Foi preciso esperar por 1921, depois do colapso do Império Austro-Húngaro, para que a peça pudesse ser representada em Viena, causando grande escândalo
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Em dez breves diálogos, A Ronda apresenta-nos, com perspicaz desenvoltura, o essencial da magia do coração e dos sentidos. Desde 1905 que circulavam rumores em Viena sobre uma obra "licenciosa" que Arthur Schnitzler teria escrito. Era A Ronda, que nenhum teatro se atreveu a encenar e começou por ser divulgada em edição de autor. Foi preciso esperar por 1921, depois do colapso do Império Austro-Húngaro, para que a peça pudesse ser representada em Viena, causando grande escândalo
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente.
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Edição: Set 2016
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente. Mas o recurso à memória involuntária faz com que Proust nunca transmita uma realidade de que a sua imaginação esteja ausente. Ainda muito jovem, conhecia de cor todos os pormenores da vida das damas que tinham frequentado os salões de Paris desde o século XVII, como Madame La Sablière ou Madame de Staël. E foi precisamente a sensação da decepção em relação ao imaginado que ele sentiu nesses salões parisienses onde foi buscar muitos dos personagens que povoam o seu universo ficcional. É dessa desilusão, vivida nos salões de Madame Aubernon, Madame Arman de Caillavet ou da Condessa de Grefulhe, que nascem os personagens que frequentam os da senhora Verdurin e dos Guermantes de Em Busca do Tempo Perdido.
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente. Mas o recurso à memória involuntária faz com que Proust nunca transmita uma realidade de que a sua imaginação esteja ausente. Ainda muito jovem, conhecia de cor todos os pormenores da vida das damas que tinham frequentado os salões de Paris desde o século XVII, como Madame La Sablière ou Madame de Staël. E foi precisamente a sensação da decepção em relação ao imaginado que ele sentiu nesses salões parisienses onde foi buscar muitos dos personagens que povoam o seu universo ficcional. É dessa desilusão, vivida nos salões de Madame Aubernon, Madame Arman de Caillavet ou da Condessa de Grefulhe, que nascem os personagens que frequentam os da senhora Verdurin e dos Guermantes de Em Busca do Tempo Perdido.
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Edição: Set 2016
Nº Páginas: 536
Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente. Mas o recurso à memória involuntária faz com que Proust nunca transmita uma realidade de que a sua imaginação esteja ausente. Ainda muito jovem, conhecia de cor todos os pormenores da vida das damas que tinham frequentado os salões de Paris desde o século XVII, como Madame La Sablière ou Madame de Staël. E foi precisamente a sensação da decepção em relação ao imaginado que ele sentiu nesses salões parisienses onde foi buscar muitos dos personagens que povoam o seu universo ficcional. É dessa desilusão, vivida nos salões de Madame Aubernon, Madame Arman de Caillavet ou da Condessa de Grefulhe, que nascem os personagens que frequentam os da senhora Verdurin e dos Guermantes de Em Busca do Tempo Perdido.
Nº Páginas: 536
Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente. Mas o recurso à memória involuntária faz com que Proust nunca transmita uma realidade de que a sua imaginação esteja ausente. Ainda muito jovem, conhecia de cor todos os pormenores da vida das damas que tinham frequentado os salões de Paris desde o século XVII, como Madame La Sablière ou Madame de Staël. E foi precisamente a sensação da decepção em relação ao imaginado que ele sentiu nesses salões parisienses onde foi buscar muitos dos personagens que povoam o seu universo ficcional. É dessa desilusão, vivida nos salões de Madame Aubernon, Madame Arman de Caillavet ou da Condessa de Grefulhe, que nascem os personagens que frequentam os da senhora Verdurin e dos Guermantes de Em Busca do Tempo Perdido.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente. Mas o recurso à memória involuntária faz com que Proust nunca transmita uma realidade de que a sua imaginação esteja ausente. Ainda muito jovem, conhecia de cor todos os pormenores da vida das damas que tinham frequentado os salões de Paris desde o século xvii, como Madame La Sablière ou Madame de Staël. E foi precisamente a sensação da decepção em relação ao imaginado que ele sentiu nesses salões parisienses onde foi buscar muitos dos personagens que povoam o seu universo ficcional. É dessa desilusão, vivida nos salões de Madame Aubernon, Madame Arman de Caillavet ou da Condessa de Grefulhe, que nascem os personagens que frequentam os da senhora Verdurin e dos Guermantes de Em Busca do Tempo Perdido.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente. Mas o recurso à memória involuntária faz com que Proust nunca transmita uma realidade de que a sua imaginação esteja ausente. Ainda muito jovem, conhecia de cor todos os pormenores da vida das damas que tinham frequentado os salões de Paris desde o século xvii, como Madame La Sablière ou Madame de Staël. E foi precisamente a sensação da decepção em relação ao imaginado que ele sentiu nesses salões parisienses onde foi buscar muitos dos personagens que povoam o seu universo ficcional. É dessa desilusão, vivida nos salões de Madame Aubernon, Madame Arman de Caillavet ou da Condessa de Grefulhe, que nascem os personagens que frequentam os da senhora Verdurin e dos Guermantes de Em Busca do Tempo Perdido.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente. Mas o recurso à memória involuntária faz com que Proust nunca transmita uma realidade de que a sua imaginação esteja ausente. Ainda muito jovem, conhecia de cor todos os pormenores da vida das damas que tinham frequentado os salões de Paris desde o século xvii, como Madame La Sablière ou Madame de Staël. E foi precisamente a sensação da decepção em relação ao imaginado que ele sentiu nesses salões parisienses onde foi buscar muitos dos personagens que povoam o seu universo ficcional. É dessa desilusão, vivida nos salões de Madame Aubernon, Madame Arman de Caillavet ou da Condessa de Grefulhe, que nascem os personagens que frequentam os da senhora Verdurin e dos Guermantes de Em Busca do Tempo Perdido.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente. Mas o recurso à memória involuntária faz com que Proust nunca transmita uma realidade de que a sua imaginação esteja ausente. Ainda muito jovem, conhecia de cor todos os pormenores da vida das damas que tinham frequentado os salões de Paris desde o século xvii, como Madame La Sablière ou Madame de Staël. E foi precisamente a sensação da decepção em relação ao imaginado que ele sentiu nesses salões parisienses onde foi buscar muitos dos personagens que povoam o seu universo ficcional. É dessa desilusão, vivida nos salões de Madame Aubernon, Madame Arman de Caillavet ou da Condessa de Grefulhe, que nascem os personagens que frequentam os da senhora Verdurin e dos Guermantes de Em Busca do Tempo Perdido.
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 470
Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente. Mas o recurso à memória involuntária faz com que Proust nunca transmita uma realidade de que a sua imaginação esteja ausente. Ainda muito jovem, conhecia de cor todos os pormenores da vida das damas que tinham frequentado os salões de Paris desde o século xvii, como Madame La Sablière ou Madame de Staël. E foi precisamente a sensação da decepção em relação ao imaginado que ele sentiu nesses salões parisienses onde foi buscar muitos dos personagens que povoam o seu universo ficcional. É dessa desilusão, vivida nos salões de Madame Aubernon, Madame Arman de Caillavet ou da Condessa de Grefulhe, que nascem os personagens que frequentam os da senhora Verdurin e dos Guermantes de Em Busca do Tempo Perdido.
Nº Páginas: 470
Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente. Mas o recurso à memória involuntária faz com que Proust nunca transmita uma realidade de que a sua imaginação esteja ausente. Ainda muito jovem, conhecia de cor todos os pormenores da vida das damas que tinham frequentado os salões de Paris desde o século xvii, como Madame La Sablière ou Madame de Staël. E foi precisamente a sensação da decepção em relação ao imaginado que ele sentiu nesses salões parisienses onde foi buscar muitos dos personagens que povoam o seu universo ficcional. É dessa desilusão, vivida nos salões de Madame Aubernon, Madame Arman de Caillavet ou da Condessa de Grefulhe, que nascem os personagens que frequentam os da senhora Verdurin e dos Guermantes de Em Busca do Tempo Perdido.
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 392
Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente. Mas o recurso à memória involuntária faz com que Proust nunca transmita uma realidade de que a sua imaginação esteja ausente. Ainda muito jovem, conhecia de cor todos os pormenores da vida das damas que tinham frequentado os salões de Paris desde o século xvii, como Madame La Sablière ou Madame de Staël. E foi precisamente a sensação da decepção em relação ao imaginado que ele sentiu nesses salões parisienses onde foi buscar muitos dos personagens que povoam o seu universo ficcional. É dessa desilusão, vivida nos salões de Madame Aubernon, Madame Arman de Caillavet ou da Condessa de Grefulhe, que nascem os personagens que frequentam os da senhora Verdurin e dos Guermantes de Em Busca do Tempo Perdido.
Nº Páginas: 392
Sinopse:
Em Busca do Tempo Perdido é um livro que tem, nas palavras do seu autor, "a forma do tempo". E, na verdade, o que distingue este romance é o reforço da sua concepção da memória como recriadora do passado. É isso que permite o misterioso encanto da narrativa e o tom de dolorosa nostalgia em que o passado envolve o presente. Mas o recurso à memória involuntária faz com que Proust nunca transmita uma realidade de que a sua imaginação esteja ausente. Ainda muito jovem, conhecia de cor todos os pormenores da vida das damas que tinham frequentado os salões de Paris desde o século xvii, como Madame La Sablière ou Madame de Staël. E foi precisamente a sensação da decepção em relação ao imaginado que ele sentiu nesses salões parisienses onde foi buscar muitos dos personagens que povoam o seu universo ficcional. É dessa desilusão, vivida nos salões de Madame Aubernon, Madame Arman de Caillavet ou da Condessa de Grefulhe, que nascem os personagens que frequentam os da senhora Verdurin e dos Guermantes de Em Busca do Tempo Perdido.
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 600
Sinopse:
Em Bergen, Karl Ove é o mais jovem aluno da Academia de Escrita da cidade. Começa repleto de entusiasmo, mas os fracassos literários, amorosos e sociais vão-se sucedendo. Apesar disso, persiste, descobre talento para a crítica literária, apaixona-se. Mas, como não podia deixar de ser, em breve lhes surge o homem atormentado e imperfeito, a caminho de uma autoanálise impiedosa.
Nº Páginas: 600
Sinopse:
Em Bergen, Karl Ove é o mais jovem aluno da Academia de Escrita da cidade. Começa repleto de entusiasmo, mas os fracassos literários, amorosos e sociais vão-se sucedendo. Apesar disso, persiste, descobre talento para a crítica literária, apaixona-se. Mas, como não podia deixar de ser, em breve lhes surge o homem atormentado e imperfeito, a caminho de uma autoanálise impiedosa.
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Edição: Out 2010
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Em 1936, Keynes publicou o livro mais provocador da sua geração. "Teoria Geral", como é conhecido por todos os economistas, solucionou vários nós górdios da discussão pré-keynesiana do ciclo comercial e propôs uma nova abordagem para a determinação do nível de actividade económica, os problemas do emprego e as causas da inflação. Os debates acerca do livro prolongaram-se até à morte do autor em 1946 e continuam nos dias de hoje. Apesar de tudo o que foi escrito nos anos posteriores, Keynes e o seu livro ainda representam a ruptura decisiva entre a velha e a nova economia, de onde cada geração de economistas retira inspiração para novas tentativas de desenvolver o seu trabalho. Esta edição contém uma introdução de Paul Krugman, que discute o significado e actualidade da Teoria Geral.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Em 1936, Keynes publicou o livro mais provocador da sua geração. "Teoria Geral", como é conhecido por todos os economistas, solucionou vários nós górdios da discussão pré-keynesiana do ciclo comercial e propôs uma nova abordagem para a determinação do nível de actividade económica, os problemas do emprego e as causas da inflação. Os debates acerca do livro prolongaram-se até à morte do autor em 1946 e continuam nos dias de hoje. Apesar de tudo o que foi escrito nos anos posteriores, Keynes e o seu livro ainda representam a ruptura decisiva entre a velha e a nova economia, de onde cada geração de economistas retira inspiração para novas tentativas de desenvolver o seu trabalho. Esta edição contém uma introdução de Paul Krugman, que discute o significado e actualidade da Teoria Geral.
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Edição: Nov 2012
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Em 1927, Nabokov dava grandes passeios solitários pelos bosques da ilha de Rugen. Foi então que lhe surgiu o enredo de um romance que reuniria marido, mulher e amante numa praia do Báltico. Franz instala-se em Berlim em casa do tio Dreyer para trabalhar nos seus armazéns. Mas Martha, a esposa, decide seduzi-lo, acabando por o envolver num projecto de assassínio, num enredo que conhece um desenlace imprevisto. "Rei, Dama, Valete" é, segundo o autor afirma no prólogo à edição inglesa de 1967, um tributo a Flaubert. Mas as referências à bíblica mulher de Putifar ou a Lady Macbeth são evidentes. "De todos os meus romances, esta fera rutilante é a mais alegre. A expatriação, a pobreza, a nostalgia não influenciaram a sua composição refinada e exultante. Concebida nas areias costeiras da baía da Pomerânia no Verão de 1927, construída ao longo do Inverno seguinte, em Berlim, e concluída no Verão de 1928, foi publicada nos começos de Outubro pela editora russa emigrada Slovo, com o título "Karol', Dama, Valet". Era o meu segundo romance russo. Eu tinha vinte e oito anos."Do prólogo de Vladimir Nabokov
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Em 1927, Nabokov dava grandes passeios solitários pelos bosques da ilha de Rugen. Foi então que lhe surgiu o enredo de um romance que reuniria marido, mulher e amante numa praia do Báltico. Franz instala-se em Berlim em casa do tio Dreyer para trabalhar nos seus armazéns. Mas Martha, a esposa, decide seduzi-lo, acabando por o envolver num projecto de assassínio, num enredo que conhece um desenlace imprevisto. "Rei, Dama, Valete" é, segundo o autor afirma no prólogo à edição inglesa de 1967, um tributo a Flaubert. Mas as referências à bíblica mulher de Putifar ou a Lady Macbeth são evidentes. "De todos os meus romances, esta fera rutilante é a mais alegre. A expatriação, a pobreza, a nostalgia não influenciaram a sua composição refinada e exultante. Concebida nas areias costeiras da baía da Pomerânia no Verão de 1927, construída ao longo do Inverno seguinte, em Berlim, e concluída no Verão de 1928, foi publicada nos começos de Outubro pela editora russa emigrada Slovo, com o título "Karol', Dama, Valet". Era o meu segundo romance russo. Eu tinha vinte e oito anos."Do prólogo de Vladimir Nabokov
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Edição: Jan 2014
Nº Páginas: 488
Sinopse:
Em 1910, durante uma tempestade de neve em Inglaterra, um bebé nasce e morre sem que tenha tempo de respirar. Em 1910, durante uma tempestade de neve em Inglaterra, o mesmo bebé nasce e vive para poder contar a aventura. E se existissem segundas oportunidades? E terceiras? E se tivéssemos um número infinito de possibilidades para viver?""Vida após Vida", de Kate Atkinson, é um romance de absoluta beleza, e a sua estrutura é das mais originais e subtis que li em muitos anos. Um romance brilhante, afável e audacioso, cujo futuro, suspeito, inclui palavras como acessível e clássico. (...)"[Ali Smith, The Observer "Best Books of 2013"]
Nº Páginas: 488
Sinopse:
Em 1910, durante uma tempestade de neve em Inglaterra, um bebé nasce e morre sem que tenha tempo de respirar. Em 1910, durante uma tempestade de neve em Inglaterra, o mesmo bebé nasce e vive para poder contar a aventura. E se existissem segundas oportunidades? E terceiras? E se tivéssemos um número infinito de possibilidades para viver?""Vida após Vida", de Kate Atkinson, é um romance de absoluta beleza, e a sua estrutura é das mais originais e subtis que li em muitos anos. Um romance brilhante, afável e audacioso, cujo futuro, suspeito, inclui palavras como acessível e clássico. (...)"[Ali Smith, The Observer "Best Books of 2013"]
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Edição: Mai 2005
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Em 1908, Marcel Proust começa a escrever "Contre Sainte-Beuve", uma obra hesitando entre o ensaio e o romance, amálgama de fragmentos de estética literária, cenas, diálogos e personagens, alguns deles retomados mais tarde. No entanto, alguma coisa do que faria a originalidade de "Em Busca do Tempo Perdido", surge já na importância atribuída à recordação involuntária suscitada pelo pão mergulhado no chá, ou por um pátio irregular, arrancando ao esquecimento "essa pura substância de nós que é uma impressão passada". Mas entre a recusa do manuscrito de "Contre Sainte-Beuve" em meados de 1909 e a publicação de "Do Lado de Swann" quatro anos mais tarde, algo de fundamental se passa. Em finais de 1909, Proust retira-se da vida social, a sua caligrafia transforma-se, enovelando-se em correcções sucessivas, os cadernos acumulam-se, e ele próprio sente que está a criar um grande romance que vai disputar à morte, que chegaria em Novembro de 1922. O resultado são os sucessivos volumes de "Em Busca do Tempo Perdido", agora em português numa tradução do poeta Pedro Tamen.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Em 1908, Marcel Proust começa a escrever "Contre Sainte-Beuve", uma obra hesitando entre o ensaio e o romance, amálgama de fragmentos de estética literária, cenas, diálogos e personagens, alguns deles retomados mais tarde. No entanto, alguma coisa do que faria a originalidade de "Em Busca do Tempo Perdido", surge já na importância atribuída à recordação involuntária suscitada pelo pão mergulhado no chá, ou por um pátio irregular, arrancando ao esquecimento "essa pura substância de nós que é uma impressão passada". Mas entre a recusa do manuscrito de "Contre Sainte-Beuve" em meados de 1909 e a publicação de "Do Lado de Swann" quatro anos mais tarde, algo de fundamental se passa. Em finais de 1909, Proust retira-se da vida social, a sua caligrafia transforma-se, enovelando-se em correcções sucessivas, os cadernos acumulam-se, e ele próprio sente que está a criar um grande romance que vai disputar à morte, que chegaria em Novembro de 1922. O resultado são os sucessivos volumes de "Em Busca do Tempo Perdido", agora em português numa tradução do poeta Pedro Tamen.
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Edição: Abr 2004
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Em 1908, Marcel Proust começa a escrever "Contre Sainte-Beuve", uma obra hesitando entre o ensaio e o romance, amálgama de fragmentos de estética literária, cenas, diálogos e personagens, alguns deles retomados mais tarde. No entanto, alguma coisa do que faria a originalidade de "Em Busca do Tempo Perdido", surge já na importância atribuída à recordação involuntária suscitada pelo pão mergulhado no chá, ou por um pátio irregular, arrancando ao esquecimento "essa pura substância de nós que é uma impressão passada". Mas entre a recusa do manuscrito de "Contre Sainte-Beuve" em meados de 1909 e a publicação de "Do Lado de Swann" quatro anos mais tarde, algo de fundamental se passa. Em finais de 1909, Proust retira-se da vida social, a sua caligrafia transforma-se, enovelando-se em correcções sucessivas, os cadernos acumulam-se, e ele próprio sente que está a criar um grande romance que vai disputar à morte, que chegaria em Novembro de 1922. O resultado são os sucessivos volumes de "Em Busca do Tempo Perdido", agora em português numa tradução do poeta Pedro Tamen.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Em 1908, Marcel Proust começa a escrever "Contre Sainte-Beuve", uma obra hesitando entre o ensaio e o romance, amálgama de fragmentos de estética literária, cenas, diálogos e personagens, alguns deles retomados mais tarde. No entanto, alguma coisa do que faria a originalidade de "Em Busca do Tempo Perdido", surge já na importância atribuída à recordação involuntária suscitada pelo pão mergulhado no chá, ou por um pátio irregular, arrancando ao esquecimento "essa pura substância de nós que é uma impressão passada". Mas entre a recusa do manuscrito de "Contre Sainte-Beuve" em meados de 1909 e a publicação de "Do Lado de Swann" quatro anos mais tarde, algo de fundamental se passa. Em finais de 1909, Proust retira-se da vida social, a sua caligrafia transforma-se, enovelando-se em correcções sucessivas, os cadernos acumulam-se, e ele próprio sente que está a criar um grande romance que vai disputar à morte, que chegaria em Novembro de 1922. O resultado são os sucessivos volumes de "Em Busca do Tempo Perdido", agora em português numa tradução do poeta Pedro Tamen.
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Edição: Nov 2008
Nº Páginas: 414
Sinopse:
Em 1908, Marcel Proust começa a escrever "Contre Sainte-Beuve", uma obra hesitando entre o ensaio e o romance, amálgama de fragmentos de estética literária, cenas, diálogos e personagens, alguns deles retomados mais tarde. No entanto, alguma coisa do que faria a originalidade de "Em Busca do Tempo Perdido", surge já na importância atribuída à recordação involuntária suscitada pelo pão mergulhado no chá, ou por um pátio irregular, arrancando ao esquecimento "essa pura substância de nós que é uma impressão passada". Mas entre a recusa do manuscrito de "Contre Sainte-Beuve" em meados de 1909 e a publicação de "Do Lado de Swann" quatro anos mais tarde, algo de fundamental se passa. Em finais de 1909, Proust retira-se da vida social, a sua caligrafia transforma-se, enovelando-se em correcções sucessivas, os cadernos acumulam-se, e ele próprio sente que está a criar um grande romance que vai disputar à morte, que chegaria em Novembro de 1922. O resultado são os sucessivos volumes de "Em Busca do Tempo Perdido", agora em português numa tradução do poeta Pedro Tamen.
Nº Páginas: 414
Sinopse:
Em 1908, Marcel Proust começa a escrever "Contre Sainte-Beuve", uma obra hesitando entre o ensaio e o romance, amálgama de fragmentos de estética literária, cenas, diálogos e personagens, alguns deles retomados mais tarde. No entanto, alguma coisa do que faria a originalidade de "Em Busca do Tempo Perdido", surge já na importância atribuída à recordação involuntária suscitada pelo pão mergulhado no chá, ou por um pátio irregular, arrancando ao esquecimento "essa pura substância de nós que é uma impressão passada". Mas entre a recusa do manuscrito de "Contre Sainte-Beuve" em meados de 1909 e a publicação de "Do Lado de Swann" quatro anos mais tarde, algo de fundamental se passa. Em finais de 1909, Proust retira-se da vida social, a sua caligrafia transforma-se, enovelando-se em correcções sucessivas, os cadernos acumulam-se, e ele próprio sente que está a criar um grande romance que vai disputar à morte, que chegaria em Novembro de 1922. O resultado são os sucessivos volumes de "Em Busca do Tempo Perdido", agora em português numa tradução do poeta Pedro Tamen.
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Edição: Abr 2003
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Em 1908, Marcel Proust começa a escrever "Contre Sainte-Beuve", uma obra hesitando entre o ensaio e o romance, amálgama de fragmentos de estética literária, cenas, diálogos e personagens, alguns deles retomados mais tarde. No entanto, alguma coisa do que faria a originalidade de "Em Busca do Tempo Perdido", surge já na importância atribuída à recordação involuntária suscitada pelo pão mergulhado no chá, ou por um pátio irregular, arrancando ao esquecimento "essa pura substância de nós que é uma impressão passada". Mas entre a recusa do manuscrito de "Contre Sainte-Beuve" em meados de 1909 e a publicação de "Do Lado de Swann" quatro anos mais tarde, algo de fundamental se passa. Em finais de 1909, Proust retira-se da vida social, a sua caligrafia transforma-se, enovelando-se em correcções sucessivas, os cadernos acumulam-se, e ele próprio sente que está a criar um grande romance que vai disputar à morte, que chegaria em Novembro de 1922. O resultado são os sucessivos volumes de "Em Busca do Tempo Perdido", agora em português numa tradução do poeta Pedro Tamen.
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Em 1908, Marcel Proust começa a escrever "Contre Sainte-Beuve", uma obra hesitando entre o ensaio e o romance, amálgama de fragmentos de estética literária, cenas, diálogos e personagens, alguns deles retomados mais tarde. No entanto, alguma coisa do que faria a originalidade de "Em Busca do Tempo Perdido", surge já na importância atribuída à recordação involuntária suscitada pelo pão mergulhado no chá, ou por um pátio irregular, arrancando ao esquecimento "essa pura substância de nós que é uma impressão passada". Mas entre a recusa do manuscrito de "Contre Sainte-Beuve" em meados de 1909 e a publicação de "Do Lado de Swann" quatro anos mais tarde, algo de fundamental se passa. Em finais de 1909, Proust retira-se da vida social, a sua caligrafia transforma-se, enovelando-se em correcções sucessivas, os cadernos acumulam-se, e ele próprio sente que está a criar um grande romance que vai disputar à morte, que chegaria em Novembro de 1922. O resultado são os sucessivos volumes de "Em Busca do Tempo Perdido", agora em português numa tradução do poeta Pedro Tamen.
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Edição: Nov 2009
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Em 1851, aos vinte e dois anos, Tolstói juntou-se ao exército russo e viajou pelo Cáucaso. Os quatro anos que se seguiram influenciaram profundamente a sua obra. Começado em 1852 mas inacabado durante uma década, Cossacos descreve as experiências de Olénin, um jovem junker desencantado, que deixa os amigos e o conforto de Moscovo para se juntar ao exército no Cáucaso. Procura uma nova vida longe das dívidas do jogo e depressa se sente seduzido pela natureza e atraído por uma jovem cossaca, Mariana. O Nobel Ivan Búnin considerou os Cossacos um dos mais belos romances da língua russa, e Hugo von Hoffmansthal afirmou que não se pode ler uma página de Cossacos sem recordar Homero.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Em 1851, aos vinte e dois anos, Tolstói juntou-se ao exército russo e viajou pelo Cáucaso. Os quatro anos que se seguiram influenciaram profundamente a sua obra. Começado em 1852 mas inacabado durante uma década, Cossacos descreve as experiências de Olénin, um jovem junker desencantado, que deixa os amigos e o conforto de Moscovo para se juntar ao exército no Cáucaso. Procura uma nova vida longe das dívidas do jogo e depressa se sente seduzido pela natureza e atraído por uma jovem cossaca, Mariana. O Nobel Ivan Búnin considerou os Cossacos um dos mais belos romances da língua russa, e Hugo von Hoffmansthal afirmou que não se pode ler uma página de Cossacos sem recordar Homero.
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Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Em "Um Adeus Mais-Que-Perfeito" Peter Handke narra-nos o que sabe, ou o que julga saber, sobre a vida e a morte da mãe, antes que, nas suas palavras, "a mudez apática, a extrema mudez" da tristeza se apodere dele para sempre. Ainda assim, a experiência da mudez, que marca por igual o sofrimento e o amor, reside no coração da breve mas inesquecível elegia do autor, que nos dá um livro severo, escrupuloso e comovente. Uma obra singular, de um dos maiores escritores contemporâneos.
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Em "Um Adeus Mais-Que-Perfeito" Peter Handke narra-nos o que sabe, ou o que julga saber, sobre a vida e a morte da mãe, antes que, nas suas palavras, "a mudez apática, a extrema mudez" da tristeza se apodere dele para sempre. Ainda assim, a experiência da mudez, que marca por igual o sofrimento e o amor, reside no coração da breve mas inesquecível elegia do autor, que nos dá um livro severo, escrupuloso e comovente. Uma obra singular, de um dos maiores escritores contemporâneos.
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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Em "Sapatos de Corda - Agustina", Mónica Baldaque, filha única de Agustina Bessa-Luís, conta-nos as impressões da sua vida. a autora fala-nos do tempo passado com os seus pais em Coimbra, no Porto, em Vila do Conde e na região do Douro. A sua narrativa é feita com delicadeza, evitando o sentimentalismo, revelando aspectos inéditos de Agustina, mas preservando o mistério que foi a vida e a criação da escritora de "A Sibila" e "Fanny Owen". O livro é ilustrado com várias fotografias.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Em "Sapatos de Corda - Agustina", Mónica Baldaque, filha única de Agustina Bessa-Luís, conta-nos as impressões da sua vida. a autora fala-nos do tempo passado com os seus pais em Coimbra, no Porto, em Vila do Conde e na região do Douro. A sua narrativa é feita com delicadeza, evitando o sentimentalismo, revelando aspectos inéditos de Agustina, mas preservando o mistério que foi a vida e a criação da escritora de "A Sibila" e "Fanny Owen". O livro é ilustrado com várias fotografias.
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Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Em "Recordações da Casa dos Mortos", Dostoievski narra a sua experiência de cinco anos de prisão siberiana. Ele fora preso em Abril de 1849 e condenado à morte por actividades contra o governo como membro do Círculo Petrashevski. A 22 de Dezembro, colocado diante de um pelotão de fuzilamento, viu a ordem de execução comutada no último momento por trabalhos forçados na Sibéria. Os acontecimentos são contados do ponto de vista de Aleksandr Petróvitch Goriántchikov, que assassinou a mulher no primeiro ano de casamento e vai descrevendo as conversas, experiências e sentimentos dos outros presos. Dostoievski fala da perda de liberdade, da solidão, do frio, dos trabalhos forçados e do carácter daqueles com quem conviveu, que, apesar de criminosos, descreve com humanidade, demonstrando admiração pela sua energia, engenhosidade e talento. Isto apesar dos seus ódios, astúcias, falta de escrúpulos e delações.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Em "Recordações da Casa dos Mortos", Dostoievski narra a sua experiência de cinco anos de prisão siberiana. Ele fora preso em Abril de 1849 e condenado à morte por actividades contra o governo como membro do Círculo Petrashevski. A 22 de Dezembro, colocado diante de um pelotão de fuzilamento, viu a ordem de execução comutada no último momento por trabalhos forçados na Sibéria. Os acontecimentos são contados do ponto de vista de Aleksandr Petróvitch Goriántchikov, que assassinou a mulher no primeiro ano de casamento e vai descrevendo as conversas, experiências e sentimentos dos outros presos. Dostoievski fala da perda de liberdade, da solidão, do frio, dos trabalhos forçados e do carácter daqueles com quem conviveu, que, apesar de criminosos, descreve com humanidade, demonstrando admiração pela sua energia, engenhosidade e talento. Isto apesar dos seus ódios, astúcias, falta de escrúpulos e delações.
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Edição: Fev 2020
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Em "Os Incuráveis", Agustina Bessa-Luís acompanha a vida de algumas famílias entre a cidade do Porto e a região do Douro. "A propósito de Os Incuráveis, como a propósito de poucas obras de ficção, nossas, será permitido empregar a palavra: génio. No duplo sentido, complementar, que o termo pode assumir. Génio: superação do talento — mesmo brilhante — superação da habilidade adquirida pelo ímpeto criador; génio: brotar frontal, crescimento desde a raiz de uma vivência autónoma, impositiva." Manuel Antunes, Legómena. Lisboa, Imprensa Nacional, 1987, p. 460
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Em "Os Incuráveis", Agustina Bessa-Luís acompanha a vida de algumas famílias entre a cidade do Porto e a região do Douro. "A propósito de Os Incuráveis, como a propósito de poucas obras de ficção, nossas, será permitido empregar a palavra: génio. No duplo sentido, complementar, que o termo pode assumir. Génio: superação do talento — mesmo brilhante — superação da habilidade adquirida pelo ímpeto criador; génio: brotar frontal, crescimento desde a raiz de uma vivência autónoma, impositiva." Manuel Antunes, Legómena. Lisboa, Imprensa Nacional, 1987, p. 460
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Edição: Jun 2016
Nº Páginas: 228
Sinopse:
Em "O Que os Cegos Estão Sonhando?", há três gerações de mulheres da mesma família que se debruçam sobre o horror de Auschwitz, no impulso — tão imprescindível quanto vão — de, como observa Jeanne Marie Gagnebin, tecer um agasalho "contra a brutalidade do real".
Nº Páginas: 228
Sinopse:
Em "O Que os Cegos Estão Sonhando?", há três gerações de mulheres da mesma família que se debruçam sobre o horror de Auschwitz, no impulso — tão imprescindível quanto vão — de, como observa Jeanne Marie Gagnebin, tecer um agasalho "contra a brutalidade do real".
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Edição: Nov 2018
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Em "O Pregador Atormentado", Thomas Hardy criou uma das suas mais desconcertantes personagens femininas. Lizzy Newberry é-nos apresentada através dos olhos perplexos de um jovem pastor metodista, que se aloja em sua casa e vai compreendendo que a bela anfitriã se dedica a atividades que envolvem grande parte da povoação. As tentativas de Stockdale de afastar a desenvolta viúva da sua perigosa atividade vão revelar-se mais difíceis e menos convictas do que ele imaginara.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Em "O Pregador Atormentado", Thomas Hardy criou uma das suas mais desconcertantes personagens femininas. Lizzy Newberry é-nos apresentada através dos olhos perplexos de um jovem pastor metodista, que se aloja em sua casa e vai compreendendo que a bela anfitriã se dedica a atividades que envolvem grande parte da povoação. As tentativas de Stockdale de afastar a desenvolta viúva da sua perigosa atividade vão revelar-se mais difíceis e menos convictas do que ele imaginara.
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Edição: Jun 2009
Nº Páginas: 662
Sinopse:
Em "A Origem das Espécies", Charles Darwin recusou-se a escrever sobre a evolução humana, por acreditar que o tema estava "rodeado de preconceitos". Mas desde os anos 30 do século XIX que reescrevia as notas de "A Origem do Homem", que só seria publicado em 1871. O livro insere abertamente os macacos na nossa árvore genealógica e considera as raças humanas uma única família, diversificada pela "selecção sexual" — a provocadora teoria de Darwin que diz que a escolha por parte das fêmeas dos machos em competição leva a características raciais divergentes. Por tudo isso, "A Origem do Homem" de Darwin continua a influenciar a maneira como nos vemos enquanto seres humanos.
Nº Páginas: 662
Sinopse:
Em "A Origem das Espécies", Charles Darwin recusou-se a escrever sobre a evolução humana, por acreditar que o tema estava "rodeado de preconceitos". Mas desde os anos 30 do século XIX que reescrevia as notas de "A Origem do Homem", que só seria publicado em 1871. O livro insere abertamente os macacos na nossa árvore genealógica e considera as raças humanas uma única família, diversificada pela "selecção sexual" — a provocadora teoria de Darwin que diz que a escolha por parte das fêmeas dos machos em competição leva a características raciais divergentes. Por tudo isso, "A Origem do Homem" de Darwin continua a influenciar a maneira como nos vemos enquanto seres humanos.
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Em "A Casa Assombrada e Outros Contos" estão reunidos alguns dos mais inovadores contos originalmente escritos em inglês. É certo que Virginia Woolf não é uma contista e que foi em romances como "Orlando e As Ondas" que sobretudo cumpriu o "insaciável desejo de escrever alguma coisa antes de morrer". Mas é em contos como "A Marca na Parede", "Lappin e Lapinova" e "O Legado" que melhor nos revela o modo como soube captar um universo feminino que os homens desfazem revelando que a marca na parede é uma lesma, recusando-se a recriar a vida de coelhos no ribeiro ao fundo da floresta ou tornando-se apenas insensivelmente desatentos.
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Em "A Casa Assombrada e Outros Contos" estão reunidos alguns dos mais inovadores contos originalmente escritos em inglês. É certo que Virginia Woolf não é uma contista e que foi em romances como "Orlando e As Ondas" que sobretudo cumpriu o "insaciável desejo de escrever alguma coisa antes de morrer". Mas é em contos como "A Marca na Parede", "Lappin e Lapinova" e "O Legado" que melhor nos revela o modo como soube captar um universo feminino que os homens desfazem revelando que a marca na parede é uma lesma, recusando-se a recriar a vida de coelhos no ribeiro ao fundo da floresta ou tornando-se apenas insensivelmente desatentos.
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Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Em ""Cidades da Planície", duas personagens já conhecidas de "Belos Cavalos" e "A Travessia" encontram-se. Entre os seus intensos passados e incertos futuros, deparam agora com um país em constante mudança. No outono de 1952, John Grady Cole e Billy Parham são cowboys num rancho do Novo México que havia sido invadido a norte pelos militares. No horizonte a sul estão as montanhas do México, para onde um deles é constantemente arrastado. "Cidades da Planície", o último volume da "Trilogia da Fronteira", é uma história de amizade, paixão e de um amor tão perigoso como inevitável.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Em ""Cidades da Planície", duas personagens já conhecidas de "Belos Cavalos" e "A Travessia" encontram-se. Entre os seus intensos passados e incertos futuros, deparam agora com um país em constante mudança. No outono de 1952, John Grady Cole e Billy Parham são cowboys num rancho do Novo México que havia sido invadido a norte pelos militares. No horizonte a sul estão as montanhas do México, para onde um deles é constantemente arrastado. "Cidades da Planície", o último volume da "Trilogia da Fronteira", é uma história de amizade, paixão e de um amor tão perigoso como inevitável.
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Edição: Jul 2012
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Em " Oficiais e Cavalheiros" , o capitão Crouchback, dos Alabardeiros, é enviado para o Egipto, quartel-general do teatro de operações do Médio Oriente, durante a II Guerra Mundial. Aí conhece o major Hound, comandante de brigada, um homem que não lhe merece respeito, e o furriel Ludovic, ocupado com o seu diário. Crouchback vê-se envolvido na derrocada militar e na evacuação de Creta, acção pormenorizadamente descrita numa obra em que o seu autor emprega o seu reconhecido talento satírico. " Oficiais e Cavalheiros" é a segunda parte de uma trilogia, Sword of Honour (Espada de Honra), que narra a história de Guy Crouchback, herdeiro de uma família aristocrática em declínio, entre 1939 e 1945, cuja experiência da II Guerra Mundial se relaciona com a do próprio Evelyn Waugh.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Em " Oficiais e Cavalheiros" , o capitão Crouchback, dos Alabardeiros, é enviado para o Egipto, quartel-general do teatro de operações do Médio Oriente, durante a II Guerra Mundial. Aí conhece o major Hound, comandante de brigada, um homem que não lhe merece respeito, e o furriel Ludovic, ocupado com o seu diário. Crouchback vê-se envolvido na derrocada militar e na evacuação de Creta, acção pormenorizadamente descrita numa obra em que o seu autor emprega o seu reconhecido talento satírico. " Oficiais e Cavalheiros" é a segunda parte de uma trilogia, Sword of Honour (Espada de Honra), que narra a história de Guy Crouchback, herdeiro de uma família aristocrática em declínio, entre 1939 e 1945, cuja experiência da II Guerra Mundial se relaciona com a do próprio Evelyn Waugh.
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